O documento descreve as razões de um promotor de justiça para contestar a decisão da administração superior de negar seu pedido de férias regulamentares. Ele alega que a decisão foi motivada por perseguição pessoal devido a sua postura independente, contrariando os princípios democráticos. Ele também critica o tratamento desigual dispensado a diferentes membros do Ministério Público.