“Um sorriso a mais
uma lágrima a menos,
uma escola a mais
uma prisão a menos!”
Daniel Rossi
Parte II - CAPÍTULO IX
DA INTERVENÇÃO DOS
ESPÍRITOS NO
MUNDO CORPORAL
Q. 481 a 483
Dubai, 19-03-2017
Por Patrícia Farias
Convulsionários
481. Desempenham os Espíritos algum papel nos
fenômenos que se dão com os indivíduos chamados
convulsionários?
“Sim e muito importante, bem como o magnetismo, que é a causa
originária de tais fenômenos. O charlatanismo, porém, os tem
amiúde explorado e exagerado, de sorte a lançá-los ao ridículo.”
a) De que natureza são, em geral, os Espíritos que
concorrem para a produção desta espécie de fenômenos?
“Pouco elevada. Supondes que Espíritos superiores se deleitem
com tais coisas?”
Convulsionados
482. Como é que sucede estender-se subitamente a
toda uma população o estado anormal dos
convulsionários e dos que sofrem de crises nervosas?
“Efeito de simpatia. As disposições morais se comunicam mui
facilmente, em certos casos. Não és tão alheio aos efeitos
magnéticos que não compreendas isto e a parte que alguns
Espíritos naturalmente tomam no fato, por simpatia com os que
os provocam.”Entre as singulares faculdades que se notam nos convulsionários,
algumas facilmente se reconhecem, de que numerosos exemplos
oferecem o sonambulismo e o magnetismo, tais como, além de outras,
a insensibilidade física, a leitura do pensamento, a transmissão das
dores, por simpatia, etc. Não há, pois, duvidar de que aqueles em
quem tais crises se manifestam estejam numa espécie de
sonambulismo desperto, provocado pela influência que exercem uns
sobre os outros. Eles são ao mesmo tempo magnetizadores e
magnetizados, inconscientemente.
Convulsionados
483. Qual a causa da insensibilidade física que se
observa em alguns convulsionários, assim como em
outros indivíduos submetidos às mais atrozes torturas?
“Em alguns é, exclusivamente, efeito do magnetismo que atua
sobre o sistema nervoso, do mesmo modo que certas
substâncias. Em outros, a exaltação do pensamento embota a
sensibilidade. Dir-se-ia que nestes a vida se retirou do corpo,
para se concentrar toda no Espírito. Não sabeis que, quando o
Espírito está vivamente preocupado com uma coisa, o corpo
nada sente, nada vê e nada ouve?”
A exaltação fanática e o entusiasmo hão proporcionado, em casos
de suplícios, múltiplos exemplos de uma calma e de um sangue
frio que não seriam capazes de triunfar de uma dor aguda, senão
admitindo-se que a sensibilidade se acha neutralizada, como por
efeito de um anestésico. Sabe-se que, no ardor da batalha,
combatentes há que não se apercebem de que estão gravemente
feridos, ao passo que, em circunstâncias ordinárias, uma simples
arranhadura os poria trêmulos.
Allan Kardec
Convulsionados
Revista Espírita 1859 » Novembro »
Os Convulsionários de Saint-
Médard
“Como naquelas cenas de convulsões a
histeria desempenhava grande papel e a
indecência e a crueldade se misturavam com
o fanatismo, o arcebispo de Paris proclamou
que aqueles chamados milagres eram falsos.
Por isso, em 27 de janeiro de 1732, as
autoridades proibiram a entrada no cemitério
de Saint-Médard, o que levou um sarcástico a
escrever no portão do cemitério: “Proíbe-se,
em nome do Rei, que Deus faça milagres
neste local.” Os mesmos fanáticos passaram
então a realizar suas convulsões em casas
particulares, o que ainda durou até a
Revolução Francesa.”
(Notícia de PAULINE ROLAND.)
Convulsionados
Revista Espírita 1859 » Novembro »
Os Convulsionários de Saint-
Médard
Kardec evocou o Espírito do próprio diácono
François Pâris para obter maiores esclarecimentos.
O diácono Pâris disse que nem de leve participou,
como Espírito, dos acontecimentos do cemitério de
Saint-Médard. Disse que muitos Espíritos, de
categoria pouco elevada, deles participaram. Disse
ainda que os fanáticos exploraram suas opiniões
religiosas e o pouco bem que procurava fazer, mas
de nada sabia antes. Kardec ouviu ainda a opinião
do Espírito de São Vicente de Paulo, que confirmou
ser o diácono Pâris completamente estranho àqueles
fatos que se passaram ao redor de seu túmulo, nos
quais um grande papel foi representado pelo
charlatanismo.
Capítulo IV
- NINGUÉM PODERÁ VER O REINO DE
DEUS SE NÃO
NASCER DE NOVO
1. Jesus, tendo vindo às cercanias de Cezaréia de Filipe, interrogou
assim seus discípulos: “Que dizem os homens, com relação ao Filho
do Homem? Quem dizem que eu sou?” - Eles lhe responderam:
“Dizem uns que és João Batista; outros, que Elias; outros, que
Jeremias, ou algum dos profetas.” - Perguntou-lhes Jesus: “E vós,
quem dizeis que eu sou?” - Simão Pedro, tomando a palavra,
respondeu: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.” - Replicou-lhe
Jesus: “Bem-aventurado és, Simão, filho de Jonas, porque não foram
a carne nem o sangue que isso te revelaram, mas meu Pai, que está
nos céus.”
(S. Mateus, cap. XVI, vv. 13 a 17; S. Marcos, cap. VIII, vv. 27 a 30.)
A revelação de Pedro
Cap. IV
NINGUÉM PODERÁ VER O REINO DE DEUS SE NÃO
NASCER DE NOVO
“E vós, quem dizeis que eu sou?”
“E o verbo se tornou carne, e habitou
entre nós cheio de graça e verdade”
“[...]Antes de tudo, precisamos compreender
que Jesus não foi um filósofo e nem poderá
ser classificado entre os valores
propriamente humanos, tendo-se em conta
os valores divinos de sua hierarquia
espiritual, na direção das coletividades
terrícolas.
Enviado de Deus, Ele foi a representação do
Pai junto do rebanho de filhos transviados do
seu amor e da sua sabedoria, cuja tutela lhe
foi confiada nas ordenações sagradas do
https://www.youtube.com/channel/UCpRkz4fe2E2Gjr-9K8oGuBg
Sigamos com Jesus
ALVORADA CRISTÃ – Francisco Cândido Xavier
Ditado pelo Espírito Neio Lúcio
“( . . .) Seguindo, pois, com Jesus, através da luta de
cada dia, jamais encontraremos a angústia da morte e,
sim, a vida incessante.
No caminho de notáveis orientadores do mundo
poderemos encontrar formosos espetáculos da glória
passageira; contudo, é muito difícil não terminarmos a experiência em
desilusão e poeira.
Somente Jesus oferece estrada invariável para a Ressurreição
Divina.
Quem se desenvolve, portanto, com o exemplo e com a palavra do
Mestre, trabalhando por revelar bondade e luz, em si mesmo, desde
as lutas e ensinamentos do mundo, pode ser considerado cidadão
celeste.”
Dubai, 14-08-2016
Por Patrícia Farias
Vídeo e Audio
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Obrigada!
A Paz do Cristo.
Acompanhe as reuniões em:

Livro dos Espíritos 481 e ESE cap 4 item1

  • 1.
    “Um sorriso amais uma lágrima a menos, uma escola a mais uma prisão a menos!” Daniel Rossi
  • 2.
    Parte II -CAPÍTULO IX DA INTERVENÇÃO DOS ESPÍRITOS NO MUNDO CORPORAL Q. 481 a 483 Dubai, 19-03-2017 Por Patrícia Farias
  • 3.
    Convulsionários 481. Desempenham osEspíritos algum papel nos fenômenos que se dão com os indivíduos chamados convulsionários? “Sim e muito importante, bem como o magnetismo, que é a causa originária de tais fenômenos. O charlatanismo, porém, os tem amiúde explorado e exagerado, de sorte a lançá-los ao ridículo.” a) De que natureza são, em geral, os Espíritos que concorrem para a produção desta espécie de fenômenos? “Pouco elevada. Supondes que Espíritos superiores se deleitem com tais coisas?”
  • 4.
    Convulsionados 482. Como éque sucede estender-se subitamente a toda uma população o estado anormal dos convulsionários e dos que sofrem de crises nervosas? “Efeito de simpatia. As disposições morais se comunicam mui facilmente, em certos casos. Não és tão alheio aos efeitos magnéticos que não compreendas isto e a parte que alguns Espíritos naturalmente tomam no fato, por simpatia com os que os provocam.”Entre as singulares faculdades que se notam nos convulsionários, algumas facilmente se reconhecem, de que numerosos exemplos oferecem o sonambulismo e o magnetismo, tais como, além de outras, a insensibilidade física, a leitura do pensamento, a transmissão das dores, por simpatia, etc. Não há, pois, duvidar de que aqueles em quem tais crises se manifestam estejam numa espécie de sonambulismo desperto, provocado pela influência que exercem uns sobre os outros. Eles são ao mesmo tempo magnetizadores e magnetizados, inconscientemente.
  • 5.
    Convulsionados 483. Qual acausa da insensibilidade física que se observa em alguns convulsionários, assim como em outros indivíduos submetidos às mais atrozes torturas? “Em alguns é, exclusivamente, efeito do magnetismo que atua sobre o sistema nervoso, do mesmo modo que certas substâncias. Em outros, a exaltação do pensamento embota a sensibilidade. Dir-se-ia que nestes a vida se retirou do corpo, para se concentrar toda no Espírito. Não sabeis que, quando o Espírito está vivamente preocupado com uma coisa, o corpo nada sente, nada vê e nada ouve?” A exaltação fanática e o entusiasmo hão proporcionado, em casos de suplícios, múltiplos exemplos de uma calma e de um sangue frio que não seriam capazes de triunfar de uma dor aguda, senão admitindo-se que a sensibilidade se acha neutralizada, como por efeito de um anestésico. Sabe-se que, no ardor da batalha, combatentes há que não se apercebem de que estão gravemente feridos, ao passo que, em circunstâncias ordinárias, uma simples arranhadura os poria trêmulos. Allan Kardec
  • 6.
    Convulsionados Revista Espírita 1859» Novembro » Os Convulsionários de Saint- Médard “Como naquelas cenas de convulsões a histeria desempenhava grande papel e a indecência e a crueldade se misturavam com o fanatismo, o arcebispo de Paris proclamou que aqueles chamados milagres eram falsos. Por isso, em 27 de janeiro de 1732, as autoridades proibiram a entrada no cemitério de Saint-Médard, o que levou um sarcástico a escrever no portão do cemitério: “Proíbe-se, em nome do Rei, que Deus faça milagres neste local.” Os mesmos fanáticos passaram então a realizar suas convulsões em casas particulares, o que ainda durou até a Revolução Francesa.” (Notícia de PAULINE ROLAND.)
  • 7.
    Convulsionados Revista Espírita 1859» Novembro » Os Convulsionários de Saint- Médard Kardec evocou o Espírito do próprio diácono François Pâris para obter maiores esclarecimentos. O diácono Pâris disse que nem de leve participou, como Espírito, dos acontecimentos do cemitério de Saint-Médard. Disse que muitos Espíritos, de categoria pouco elevada, deles participaram. Disse ainda que os fanáticos exploraram suas opiniões religiosas e o pouco bem que procurava fazer, mas de nada sabia antes. Kardec ouviu ainda a opinião do Espírito de São Vicente de Paulo, que confirmou ser o diácono Pâris completamente estranho àqueles fatos que se passaram ao redor de seu túmulo, nos quais um grande papel foi representado pelo charlatanismo.
  • 8.
    Capítulo IV - NINGUÉMPODERÁ VER O REINO DE DEUS SE NÃO NASCER DE NOVO
  • 9.
    1. Jesus, tendovindo às cercanias de Cezaréia de Filipe, interrogou assim seus discípulos: “Que dizem os homens, com relação ao Filho do Homem? Quem dizem que eu sou?” - Eles lhe responderam: “Dizem uns que és João Batista; outros, que Elias; outros, que Jeremias, ou algum dos profetas.” - Perguntou-lhes Jesus: “E vós, quem dizeis que eu sou?” - Simão Pedro, tomando a palavra, respondeu: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.” - Replicou-lhe Jesus: “Bem-aventurado és, Simão, filho de Jonas, porque não foram a carne nem o sangue que isso te revelaram, mas meu Pai, que está nos céus.” (S. Mateus, cap. XVI, vv. 13 a 17; S. Marcos, cap. VIII, vv. 27 a 30.) A revelação de Pedro
  • 10.
    Cap. IV NINGUÉM PODERÁVER O REINO DE DEUS SE NÃO NASCER DE NOVO “E vós, quem dizeis que eu sou?” “E o verbo se tornou carne, e habitou entre nós cheio de graça e verdade” “[...]Antes de tudo, precisamos compreender que Jesus não foi um filósofo e nem poderá ser classificado entre os valores propriamente humanos, tendo-se em conta os valores divinos de sua hierarquia espiritual, na direção das coletividades terrícolas. Enviado de Deus, Ele foi a representação do Pai junto do rebanho de filhos transviados do seu amor e da sua sabedoria, cuja tutela lhe foi confiada nas ordenações sagradas do https://www.youtube.com/channel/UCpRkz4fe2E2Gjr-9K8oGuBg
  • 11.
    Sigamos com Jesus ALVORADACRISTÃ – Francisco Cândido Xavier Ditado pelo Espírito Neio Lúcio “( . . .) Seguindo, pois, com Jesus, através da luta de cada dia, jamais encontraremos a angústia da morte e, sim, a vida incessante. No caminho de notáveis orientadores do mundo poderemos encontrar formosos espetáculos da glória passageira; contudo, é muito difícil não terminarmos a experiência em desilusão e poeira. Somente Jesus oferece estrada invariável para a Ressurreição Divina. Quem se desenvolve, portanto, com o exemplo e com a palavra do Mestre, trabalhando por revelar bondade e luz, em si mesmo, desde as lutas e ensinamentos do mundo, pode ser considerado cidadão celeste.”
  • 12.
    Dubai, 14-08-2016 Por PatríciaFarias Vídeo e Audio http://www.livestream.com Audio http://www.espacodespertar.blogspot.com Obrigada! A Paz do Cristo. Acompanhe as reuniões em: