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Aprende a viver bem, e bem
saberás morrer. Confúcio



                 www.luzdoespiritismo.com
A Doutrina Espírita não comporta em sua
prática doutrinária a fixação de datas especiais.

Para o espírita todos os dias são “dos mortos”e
“dos vivos” e devem ser bem vivenciados.

      (Fonte: IDE-JF instituto de difusão espírita de juiz de fora - MG)   2
Allan Kardec - O livro dos espíritos q. 320 - Capítulo VI




320. Sensibiliza os Espíritos o lembrarem-
se deles os que lhes foram caros na Terra?


Muito mais do que podeis supor.
                                                              3
Allan Kardec - O livro dos espíritos q. 320 - Capítulo VI




Se são felizes, esse fato lhes
aumenta a felicidade.

Se são desgraçados, serve-lhes de
lenitivo.
                                                             4
Allan Kardec - O livro dos espíritos q. 321 - Capítulo VI




321. O dia da comemoração dos mortos é, para os Espíritos,
mais solene do que os outros dias? Apraz-lhes ir ao encontro
dos que vão orar nos cemitérios sobre seus túmulos?

“Os Espíritos acodem nesse dia ao chamado dos que da
Terra lhes dirigem seus pensamentos, como o fazem noutro
dia qualquer.”
                                                                          5
Allan Kardec - O livro dos espíritos q. 321a - Capítulo VI



321a) - Mas o de finados é, para eles, um dia especial
de reunião junto de suas sepulturas?

Nesse dia, em maior número se reúnem nas necrópoles,
porque então também é maior, em tais lugares, o das
pessoas que os chamam pelo pensamento.

Porém, cada Espírito vai lá somente pelos seus amigos e
não pela multidão dos indiferentes.
                                                             6
Allan Kardec - O livro dos espíritos q. 321b - Capítulo VI




 321b) - Sob que
     forma aí
                                                                “Sob a que tinham
  comparecem e
                                                                     quando
como os veríamos,
                                                                  encarnados.”
   se pudessem
tornar-se visíveis?


                                                                                    7
Allan Kardec - O livro dos espíritos q. 322 - Capítulo VI




322. Quando o espírito não é lembrado
por ninguém, pouco se lhes importa estar
lá. Só ficam presos à Terra pelo coração.


                                                            8
Allan Kardec - O livro dos espíritos q. 323 - Capítulo VI




323. A visita que se faz ao túmulo não causa
maior contentamento ao espírito, do que a
lembrança e a prece feita de coração.



                                                                   9
Allan Kardec - O livro dos espíritos q. 324 - Capítulo VI




324. Os Espíritos das pessoas a                        “Muitos comparecem a tais
   quem se erigem estátuas ou                          solenidades, quando podem;
     monumentos assistem                              porém, menos os sensibiliza a
à inauguração de umas e outros                        homenagem que lhes prestam
 e experimentam algum prazer                          do que a lembrança que deles
             nisso?                                       guardam os homens.”



                                                                                10
Allan Kardec - O livro dos espíritos q. 325 - Capítulo VI




     325. O interesse de alguns
 espíritos por serem enterrados
em determinado lugar, vem da
   simpatia que tem pelo local.

                                                                 11
Allan Kardec - O livro dos espíritos q. 325 - Capítulo VI




               325. a. A reunião dos despojos mortais dos
               membros de uma família não é futilidade
               mas um testemunho de simpatia.


Essa reunião pouco importa aos Espíritos, mas
é útil aos homens: as lembranças ficam
concentradas num só lugar.

                                                                      12
Allan Kardec - O livro dos espíritos q. 326 - Capítulo VI




        326. Depende da evolução
      do espírito a sua comoção ou
        não com as honras que lhe
              prestem aos despojos.

                                                            13
Allan Kardec - O livro dos espíritos q. 327e 327a - Capítulo VI




      327. O espírito                                   327. a. A frequência de
 frequentemente assiste ao                             muitas pessoas ao enterro
     seu enterro, mas                                   pode lisonjear mais ou
 normalmente perturbado,                               menos o espírito, depende
nem percebe o que se passa.                                de sua elevação.



                                                                                   14
Allan Kardec - O livro dos espíritos q. 328 e 329 - Capítulo VI




                                                                        329. O instintivo
    328. Quase sempre o                                                    respeito que o
espírito assiste a reunião de                                            homem consagra
seus herdeiros pela partilha                                            aos mortos é efeito
        de seus bens.                                                     da intuição que
                                                                            têm da vida
                                                                              futura.

                                                                                         15
"O livro dos médiuns”- Capítulo IX




                                                             A lembrança
                                                             das pessoas
                                         Eles não ligam      que lhes são
                     — O corpo           mais para o         caras é a
                     não era mais        envoltório que os única coisa a
8. Os Espíritos      que uma             fez sofrer do que o que dão
visitam de           veste.              prisioneiro para
preferência os                                               valor.
                                         as algemas.
túmulos em que
repousam os seus
corpos?
                                                                      16
Há diferença capital entre morrer e desligar-se: a morte
     é física, mas o desligamento é puramente espiritual.


     Allan Kardec ensina-nos que o corpo espiritual e o corpo
     físico estão aderidos um ao outro - do ponto de vista
     magnético, átomo a átomo e molécula a molécula.

(Fonte: IDE-JF instituto de difusão espírita de juiz de fora - MG)   17
O desligamento, portanto, consiste na separação
mais ou menos lenta que se verifica entre eles.

    (Fonte: IDE-JF instituto de difusão espírita de juiz de fora - MG)   18
“A causa principal da maior
                            ou menor facilidade de
                          desprendimento é o estado
                               moral da alma.”
O céu e o inferno - Allan Kardec - O passamento        19
O posicionamento mental dos              Pensamentos de revolta e desespero
familiares ante o desencarne será          o atingem como dardos mentais de
 de fundamental importância na             dor e angústia, dificultando a sua
     recuperação do Espírito.                         recuperação.



       (Fonte: IDE-JF instituto de difusão espírita de juiz de fora - MG)   20
André Luiz mostra que a atitude
               inconformista da família pode criar
               “teias de retenção”, prendendo o
               Espírito ao seu corpo.


(Fonte: IDE-JF instituto de difusão espírita de juiz de fora - MG)   21
Os pensamentos
                                  de amor e
                                caridade, as
                                                                “Ajudam-no a
                                vibrações dos
 Léon Denis                                                      soltar-se dos
                             corações afetuosos
examinando a                                                   últimos laços que
                              brilham para os
 questão diz:                                                   a acorrentam à
                               desencarnados
                                                                    Terra.”
                               como raios na
                               névoa que, por
                              vezes, o envolve.

        (Fonte: IDE-JF instituto de difusão espírita de juiz de fora - MG)         22
Allan Kardec afirma que o melhor
                     presente que podemos dar a um ente
                        querido que partiu é orarmos
                        sinceramente em seu benefício:




(Fonte: IDE-JF instituto de difusão espírita de juiz de fora - MG)   23
“As preces pelos Espíritos que acabam de deixar a Terra
      têm por fim, não apenas proporcionar-lhes uma prova de
      simpatia, mas também ajudá-los a se libertarem das
      ligações terrenas, abreviando a perturbação que segue
      sempre à separação do corpo, e tornando mais calmo o seu
      despertar.” [ESE - cap. XXVIII it 59]


(Fonte: IDE-JF instituto de difusão espírita de juiz de fora - MG)   24
O Livro dos Espíritos - Allan Kardec
          O Céu e o Inferno - Allan Kardec
              A Gênese - Allan Kardec
IDE-JF Instituto de Difusão Espírita de Juiz de Fora –
                        MG
Resumo de O Livro dos Espíritos (32ª. edição da FEB)
    Responsável : Américo Luís Sucena de Almeida
                 Grupo Espírita Allan Kardec         25
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Comemoração dos mortos

  • 1. Aprende a viver bem, e bem saberás morrer. Confúcio www.luzdoespiritismo.com
  • 2. A Doutrina Espírita não comporta em sua prática doutrinária a fixação de datas especiais. Para o espírita todos os dias são “dos mortos”e “dos vivos” e devem ser bem vivenciados. (Fonte: IDE-JF instituto de difusão espírita de juiz de fora - MG) 2
  • 3. Allan Kardec - O livro dos espíritos q. 320 - Capítulo VI 320. Sensibiliza os Espíritos o lembrarem- se deles os que lhes foram caros na Terra? Muito mais do que podeis supor. 3
  • 4. Allan Kardec - O livro dos espíritos q. 320 - Capítulo VI Se são felizes, esse fato lhes aumenta a felicidade. Se são desgraçados, serve-lhes de lenitivo. 4
  • 5. Allan Kardec - O livro dos espíritos q. 321 - Capítulo VI 321. O dia da comemoração dos mortos é, para os Espíritos, mais solene do que os outros dias? Apraz-lhes ir ao encontro dos que vão orar nos cemitérios sobre seus túmulos? “Os Espíritos acodem nesse dia ao chamado dos que da Terra lhes dirigem seus pensamentos, como o fazem noutro dia qualquer.” 5
  • 6. Allan Kardec - O livro dos espíritos q. 321a - Capítulo VI 321a) - Mas o de finados é, para eles, um dia especial de reunião junto de suas sepulturas? Nesse dia, em maior número se reúnem nas necrópoles, porque então também é maior, em tais lugares, o das pessoas que os chamam pelo pensamento. Porém, cada Espírito vai lá somente pelos seus amigos e não pela multidão dos indiferentes. 6
  • 7. Allan Kardec - O livro dos espíritos q. 321b - Capítulo VI 321b) - Sob que forma aí “Sob a que tinham comparecem e quando como os veríamos, encarnados.” se pudessem tornar-se visíveis? 7
  • 8. Allan Kardec - O livro dos espíritos q. 322 - Capítulo VI 322. Quando o espírito não é lembrado por ninguém, pouco se lhes importa estar lá. Só ficam presos à Terra pelo coração. 8
  • 9. Allan Kardec - O livro dos espíritos q. 323 - Capítulo VI 323. A visita que se faz ao túmulo não causa maior contentamento ao espírito, do que a lembrança e a prece feita de coração. 9
  • 10. Allan Kardec - O livro dos espíritos q. 324 - Capítulo VI 324. Os Espíritos das pessoas a “Muitos comparecem a tais quem se erigem estátuas ou solenidades, quando podem; monumentos assistem porém, menos os sensibiliza a à inauguração de umas e outros homenagem que lhes prestam e experimentam algum prazer do que a lembrança que deles nisso? guardam os homens.” 10
  • 11. Allan Kardec - O livro dos espíritos q. 325 - Capítulo VI 325. O interesse de alguns espíritos por serem enterrados em determinado lugar, vem da simpatia que tem pelo local. 11
  • 12. Allan Kardec - O livro dos espíritos q. 325 - Capítulo VI 325. a. A reunião dos despojos mortais dos membros de uma família não é futilidade mas um testemunho de simpatia. Essa reunião pouco importa aos Espíritos, mas é útil aos homens: as lembranças ficam concentradas num só lugar. 12
  • 13. Allan Kardec - O livro dos espíritos q. 326 - Capítulo VI 326. Depende da evolução do espírito a sua comoção ou não com as honras que lhe prestem aos despojos. 13
  • 14. Allan Kardec - O livro dos espíritos q. 327e 327a - Capítulo VI 327. O espírito 327. a. A frequência de frequentemente assiste ao muitas pessoas ao enterro seu enterro, mas pode lisonjear mais ou normalmente perturbado, menos o espírito, depende nem percebe o que se passa. de sua elevação. 14
  • 15. Allan Kardec - O livro dos espíritos q. 328 e 329 - Capítulo VI 329. O instintivo 328. Quase sempre o respeito que o espírito assiste a reunião de homem consagra seus herdeiros pela partilha aos mortos é efeito de seus bens. da intuição que têm da vida futura. 15
  • 16. "O livro dos médiuns”- Capítulo IX A lembrança das pessoas Eles não ligam que lhes são — O corpo mais para o caras é a não era mais envoltório que os única coisa a 8. Os Espíritos que uma fez sofrer do que o que dão visitam de veste. prisioneiro para preferência os valor. as algemas. túmulos em que repousam os seus corpos? 16
  • 17. Há diferença capital entre morrer e desligar-se: a morte é física, mas o desligamento é puramente espiritual. Allan Kardec ensina-nos que o corpo espiritual e o corpo físico estão aderidos um ao outro - do ponto de vista magnético, átomo a átomo e molécula a molécula. (Fonte: IDE-JF instituto de difusão espírita de juiz de fora - MG) 17
  • 18. O desligamento, portanto, consiste na separação mais ou menos lenta que se verifica entre eles. (Fonte: IDE-JF instituto de difusão espírita de juiz de fora - MG) 18
  • 19. “A causa principal da maior ou menor facilidade de desprendimento é o estado moral da alma.” O céu e o inferno - Allan Kardec - O passamento 19
  • 20. O posicionamento mental dos Pensamentos de revolta e desespero familiares ante o desencarne será o atingem como dardos mentais de de fundamental importância na dor e angústia, dificultando a sua recuperação do Espírito. recuperação. (Fonte: IDE-JF instituto de difusão espírita de juiz de fora - MG) 20
  • 21. André Luiz mostra que a atitude inconformista da família pode criar “teias de retenção”, prendendo o Espírito ao seu corpo. (Fonte: IDE-JF instituto de difusão espírita de juiz de fora - MG) 21
  • 22. Os pensamentos de amor e caridade, as “Ajudam-no a vibrações dos Léon Denis soltar-se dos corações afetuosos examinando a últimos laços que brilham para os questão diz: a acorrentam à desencarnados Terra.” como raios na névoa que, por vezes, o envolve. (Fonte: IDE-JF instituto de difusão espírita de juiz de fora - MG) 22
  • 23. Allan Kardec afirma que o melhor presente que podemos dar a um ente querido que partiu é orarmos sinceramente em seu benefício: (Fonte: IDE-JF instituto de difusão espírita de juiz de fora - MG) 23
  • 24. “As preces pelos Espíritos que acabam de deixar a Terra têm por fim, não apenas proporcionar-lhes uma prova de simpatia, mas também ajudá-los a se libertarem das ligações terrenas, abreviando a perturbação que segue sempre à separação do corpo, e tornando mais calmo o seu despertar.” [ESE - cap. XXVIII it 59] (Fonte: IDE-JF instituto de difusão espírita de juiz de fora - MG) 24
  • 25. O Livro dos Espíritos - Allan Kardec O Céu e o Inferno - Allan Kardec A Gênese - Allan Kardec IDE-JF Instituto de Difusão Espírita de Juiz de Fora – MG Resumo de O Livro dos Espíritos (32ª. edição da FEB) Responsável : Américo Luís Sucena de Almeida Grupo Espírita Allan Kardec 25 www.luzdoespiritismo.com