27 de Dezembrode
2015 Relacionamento com Deus
O que pode prejudicar os
relacionamentos
Ausência de
relacionamentos
Relacionamento e perdão
Relacionamento
solidários
DEFINIR o
sentido
bíblico de
revelação;
COMPREENDE
R os
fundamentos
da experiência
com Deus;
VIVER a vida
no Espírito. Objetivos
Salmo 139.1-14.
1 — Senhor, tu me sondaste e me conheces.
2 — Tu conheces o meu assentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento.
3 — Cercas o meu andar e o meu deitar; e conheces todos os meus caminhos.
4 — Sem que haja uma palavra na minha língua, eis que, ó Senhor, tudo conheces.
5 — Tu me cercaste em volta e puseste sobre mim a tua mão.
6 — Tal ciência é para mim maravilhosíssima; tão alta, que não a posso atingir.
7 — Para onde me irei do teu Espírito ou para onde fugirei da tua face?
8 — Se subir ao céu, tu aí estás; se fizer no Seol a minha cama, eis que tu ali estás também;
9 — se tomar as asas da alva, se habitar nas extremidades do mar,
10 — até ali a tua mão me guiará e a tua destra me susterá.
11 — Se disser: decerto que as trevas me encobrirão; então, a noite será luz à roda de mim.
12 — Nem ainda as trevas me escondem de ti; mas a noite resplandece como o dia; as trevas e a
luz são para ti a mesma coisa.
13 — Pois possuíste o meu interior; entreteceste-me no ventre de minha mãe.
14 — Eu te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas
são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem.
As Escrituras afirmam que Deus se revelou,
deu-se a conhecer e comunicou aos homens
sua vontade e propósitos a fim de que estes
se relacionem com Ele por meio de Jesus
Cristo, seu Filho. É uma iniciativa do próprio
Senhor, mas o homem precisa responder a
esse apelo. Nesta lição estudaremos os
fundamentos do relacionamento entre Deus
e os homens.
3
I. Deus se revela ao homem
Revelação
Propósito
Alcance
Meios
Geral Especial
Revelar a justiça de Deus
na condenação do pecador
Humanidade
Criação
Consciência
Revelar a justiça de Deus
na salvação do pecador
Indivíduo
Cristo
Bíblia
O sentido bíblico da revelação
1 O hebraico bíblico possui diversas palavras que correspondem ao
termo “revelação” na língua portuguesa. Contudo, o
vocábulo galâ, “descobrir”, “revelar”, “tirar”, “manifestar”,
“aparecer” ou “revelar”, é usado em sentido reflexivo com o
significado de “desnudar-se” ou “revelar-se”, como na revelação
de Deus a Jacó (Gn 35.7; 28.10-17). O Novo Testamento emprega
a palavra apokalypsis com o sentido de “revelar”, “desvendar”,
“tirar o véu” ou “dar a conhecer” (Lc 2.32; Is 42.6; Rm 16.25). A
doutrina da revelação de Deus nas Escrituras descreve assim a
comunicação, revelação e manifestação de Deus ao homem. Ele
revela sua mensagem, vontade e propósitos.1
O conceito doutrinário de revelação
1
2
A revelação é uma ação livre e graciosa de Deus mediante a qual
Ele se dá a conhecer às criaturas e lhes transmite um
conhecimento de Si e de Sua vontade, que de outra forma o
homem jamais saberia (Ef 1.9; 3.3; Dn 2.28,47). É uma iniciativa
divina motivada pelo amor (1Tm 6.16). Essa revelação é
apresentada por meio da criação (Gn 1.1-25; Sl 19.1; 50.6; Rm
1.19,20), do homem criado “à sua imagem” (Gn 1.27), das
Escrituras, que registram em palavras e ensinos os eventos da
experiência salvífica do povo de Deus no Antigo e Novo
Testamentos (Hb 1.1; Mt 22.29) e que alcança seu clímax na vida,
pessoa e ensinos de Jesus Cristo (Mt 1.21-23) com a outorga do
bendito dom do Espírito Santo (Jo 14.16,17).
Revelação e experiência de Deus
As Escrituras apresentam a ação e revelação de Deus no âmago da
história e experiência do povo de Deus (Gn 12.1; Êx 3.14 ver Sl 105). A
comunidade judaica reunida no Templo era exortada a lembrar-se “das
maravilhas” e do “concerto” que o Senhor havia “feito, dos seus
prodígios e dos juízos” no meio da congregação (Sl 105.5-7). Ela
confiava nas experiências de Deus entre os patriarcas da nação, no
passado, como promessa da ação divina no presente, e a certeza da
presença do Senhor no futuro (Êx 3.15-18; Sl 118.6). Confiavam na
intervenção divina tanto nas questões individuais (Dn 6.26,27; At 5.17-
23), quanto nos problemas nacionais (Êx 15; Sl 23; 47). Essas
experiências de Deus com o seu povo serviram de fonte e base de
sabedoria para todo o Israel e a igreja primitiva (Sl 25.4,5; Ec 12.14).
1
3
“A unidade do Pai e do Filho permite que se
faça no Filho uma experiência de Deus.
Jesus é o único hermeneuta da nossa
experiência cristã” (Mario França).
Ponto importante
“A experiência de Deus se define não apenas como a
experiência do homem para com Deus, mas também a
experiência de Deus conosco” (J. Moltmann).
3
II. Relacionamento com Deus
Relacionamento que se realiza no mistério
2
1
Deus é mistério (Is 45.15). Isto significa que o Senhor não pode
ser plenamente conhecido (1Tm 6.16). Ele transcende a qualquer
definição obtida pela mais profunda experiência (Êx 33.11,20; Dt
34.10). Ele é um indizível mistério (Êx 33.18-23; Jo 6.46). Tanto a
Abraão quanto a Moisés, o Senhor não apontou o caminho a
seguir ou descortinou seus projetos para que eles soubessem
para onde ir ou o que fazer, porém, disse-lhes que estaria
caminhando com eles (Gn 12.1, “te mostrarei”; Êx 33.14, “irei
contigo”, ver 2Sm 7.6,7). O mistério que é Deus se descobre ao
caminhar com Ele pela fé! (Hb 11.6,8-10, 24-28).
Relacionamento que se concretiza em cristo
2
2
Jesus é a revelação absoluta de Deus e a base de toda comunhão
e relacionamento corretos com Ele (Jo 14.6). O rosto de Deus
oculto a Moisés (Êx 33.20) foi revelado ao mundo em Jesus de
Nazaré, o Cristo (Jo 1.14,18; 6.46; 14.7-11; Hb 1.1-3). “Ninguém
conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o
Filho e aquele a quem o Filho quiser revelar”! (Mt 11.27; Lc
10.22). O que Jesus afirmou não é misterioso embora envolva o
mistério de Deus no Antigo Testamento: o véu que envolve o
mistério de Deus é removido por Jesus. Ele é quem revelou o Pai
(Jo 1.18). Assim todo e qualquer conhecimento de Deus só pode
ser obtido por meio de um relacionamento concreto com Cristo
(Jo 17.20-26; 16.24-28).
3
Relacionamento que se vive no espirito
O relacionamento com Deus por meio de Cristo se
vive na vida do Espírito (Jo 3.5-8). É preciso notar
que a vida no Espírito, assim como a experiência
de Deus no Antigo Testamento, realiza-se também
no mistério (Jo 3.8). O Espírito procede do Pai, mas
é enviado por Jesus (Jo 16.7) para dar testemunho
dele (Jo 15.26,27). Ele realiza uma profunda
transformação no discípulo de Cristo para viver a
experiência de Deus em Cristo (Jo 7.37-39; At 1.8).
2
“O extraordinário do Espírito de Deus esconde-se e revela-se no
ordinário quotidiano da vida humana” (Carlos Mesters).
Ponto importante
“É o Espírito que convence, que guia, anuncia as coisas futuras
e glorifica a Jesus (Jo 16.8-14)”.
III. A vida no espirito
Do Sinai ao pentecostes
1
Três grandes e importantes eventos que marcaram a experiência
do povo de Deus na Escritura foram a revelação de Yahweh no
Sinai (Êx 19; 20), a Encarnação do Filho de Deus (Mt 1.18-25; Lc
1.35; Jo 1.14,18; Fp 2.6-11) e a descida do Espírito Santo no dia de
Pentecostes (At 2). Esta última evoca os sinais que concluíram a
Aliança no monte Sinai (At 2.2 ver Êx 19.16-18), dando a entender
que o Espírito dará início a Nova Aliança realizada por Jesus (Mt
26.26-29). O Pai revela, o Filho redime e o Espírito nos insere na
unidade trinitária (Jo 17.21-24; 1Ts 4.8).
3
Experiência do espirito e discernimento
A experiência de Deus em Cristo, por meio do
Espírito Santo é antes de tudo transformadora (Jo
7.38-39). Toda e qualquer experiência do Espírito
sempre remeterá o crente ou a comunidade a
Cristo (2Co 3.17,18). Ele é o Espírito de Jesus (Gl
4.6; Fp 1.19). Assim, Jesus é o critério para
discernir as experiências autênticas do Espírito,
pois elas levam a Cristo (1Co 12.3; 1Jo 2.22,23;
4.1-6; 5.5-9).
3
2
“Não extingais o Espírito” (1Ts 5.19).
Ponto importante
“Atos dos Apóstolos é um firme testemunho da gloriosa
experiência e realidade do Espírito na Igreja”.
É a vontade de Deus que o crente viva a vida
no Espírito com liberdade e discernimento,
sem extinguir sua presença na comunidade. O
Espírito de Cristo é o agente divino que nos
insere na comunhão trinitária: Pai, Filho e
Espírito Santo.
H O R A D A R E V I S Ã O
1. Descreva o sentido bíblico de revelação.
A comunicação, revelação e manifestação de Deus ao homem.
2. Defina o conceito doutrinário de revelação.
A revelação é uma ação livre e graciosa de Deus mediante a qual Ele se dá a conhecer às criaturas e as transmite um
conhecimento de Si e de Sua vontade.
3. O que significa afirmar que Deus é mistério?
Que o Senhor não pode ser plenamente conhecido.
4. É possível se relacionar com Deus à parte de Cristo?
Não é possível.
5. Quais são os três importantes eventos que marcaram a experiência do povo de Deus?
A revelação de Yahweh no Sinai (Êx 19; 20), a Encarnação do Filho de Deus (Mt 1.18-25) e a descida do Espírito Santo no dia de
Pentecostes (At 2).

Lição 13 relacionamentos com deus

  • 1.
    27 de Dezembrode 2015Relacionamento com Deus
  • 11.
    O que podeprejudicar os relacionamentos
  • 12.
  • 13.
  • 14.
  • 17.
    DEFINIR o sentido bíblico de revelação; COMPREENDE Ros fundamentos da experiência com Deus; VIVER a vida no Espírito. Objetivos
  • 18.
    Salmo 139.1-14. 1 —Senhor, tu me sondaste e me conheces. 2 — Tu conheces o meu assentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento. 3 — Cercas o meu andar e o meu deitar; e conheces todos os meus caminhos. 4 — Sem que haja uma palavra na minha língua, eis que, ó Senhor, tudo conheces. 5 — Tu me cercaste em volta e puseste sobre mim a tua mão. 6 — Tal ciência é para mim maravilhosíssima; tão alta, que não a posso atingir. 7 — Para onde me irei do teu Espírito ou para onde fugirei da tua face? 8 — Se subir ao céu, tu aí estás; se fizer no Seol a minha cama, eis que tu ali estás também; 9 — se tomar as asas da alva, se habitar nas extremidades do mar, 10 — até ali a tua mão me guiará e a tua destra me susterá. 11 — Se disser: decerto que as trevas me encobrirão; então, a noite será luz à roda de mim. 12 — Nem ainda as trevas me escondem de ti; mas a noite resplandece como o dia; as trevas e a luz são para ti a mesma coisa. 13 — Pois possuíste o meu interior; entreteceste-me no ventre de minha mãe. 14 — Eu te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem.
  • 19.
    As Escrituras afirmamque Deus se revelou, deu-se a conhecer e comunicou aos homens sua vontade e propósitos a fim de que estes se relacionem com Ele por meio de Jesus Cristo, seu Filho. É uma iniciativa do próprio Senhor, mas o homem precisa responder a esse apelo. Nesta lição estudaremos os fundamentos do relacionamento entre Deus e os homens.
  • 20.
    3 I. Deus serevela ao homem Revelação Propósito Alcance Meios Geral Especial Revelar a justiça de Deus na condenação do pecador Humanidade Criação Consciência Revelar a justiça de Deus na salvação do pecador Indivíduo Cristo Bíblia
  • 21.
    O sentido bíblicoda revelação 1 O hebraico bíblico possui diversas palavras que correspondem ao termo “revelação” na língua portuguesa. Contudo, o vocábulo galâ, “descobrir”, “revelar”, “tirar”, “manifestar”, “aparecer” ou “revelar”, é usado em sentido reflexivo com o significado de “desnudar-se” ou “revelar-se”, como na revelação de Deus a Jacó (Gn 35.7; 28.10-17). O Novo Testamento emprega a palavra apokalypsis com o sentido de “revelar”, “desvendar”, “tirar o véu” ou “dar a conhecer” (Lc 2.32; Is 42.6; Rm 16.25). A doutrina da revelação de Deus nas Escrituras descreve assim a comunicação, revelação e manifestação de Deus ao homem. Ele revela sua mensagem, vontade e propósitos.1
  • 22.
    O conceito doutrináriode revelação 1 2 A revelação é uma ação livre e graciosa de Deus mediante a qual Ele se dá a conhecer às criaturas e lhes transmite um conhecimento de Si e de Sua vontade, que de outra forma o homem jamais saberia (Ef 1.9; 3.3; Dn 2.28,47). É uma iniciativa divina motivada pelo amor (1Tm 6.16). Essa revelação é apresentada por meio da criação (Gn 1.1-25; Sl 19.1; 50.6; Rm 1.19,20), do homem criado “à sua imagem” (Gn 1.27), das Escrituras, que registram em palavras e ensinos os eventos da experiência salvífica do povo de Deus no Antigo e Novo Testamentos (Hb 1.1; Mt 22.29) e que alcança seu clímax na vida, pessoa e ensinos de Jesus Cristo (Mt 1.21-23) com a outorga do bendito dom do Espírito Santo (Jo 14.16,17).
  • 24.
    Revelação e experiênciade Deus As Escrituras apresentam a ação e revelação de Deus no âmago da história e experiência do povo de Deus (Gn 12.1; Êx 3.14 ver Sl 105). A comunidade judaica reunida no Templo era exortada a lembrar-se “das maravilhas” e do “concerto” que o Senhor havia “feito, dos seus prodígios e dos juízos” no meio da congregação (Sl 105.5-7). Ela confiava nas experiências de Deus entre os patriarcas da nação, no passado, como promessa da ação divina no presente, e a certeza da presença do Senhor no futuro (Êx 3.15-18; Sl 118.6). Confiavam na intervenção divina tanto nas questões individuais (Dn 6.26,27; At 5.17- 23), quanto nos problemas nacionais (Êx 15; Sl 23; 47). Essas experiências de Deus com o seu povo serviram de fonte e base de sabedoria para todo o Israel e a igreja primitiva (Sl 25.4,5; Ec 12.14). 1 3
  • 25.
    “A unidade doPai e do Filho permite que se faça no Filho uma experiência de Deus. Jesus é o único hermeneuta da nossa experiência cristã” (Mario França). Ponto importante “A experiência de Deus se define não apenas como a experiência do homem para com Deus, mas também a experiência de Deus conosco” (J. Moltmann).
  • 26.
  • 27.
    Relacionamento que serealiza no mistério 2 1 Deus é mistério (Is 45.15). Isto significa que o Senhor não pode ser plenamente conhecido (1Tm 6.16). Ele transcende a qualquer definição obtida pela mais profunda experiência (Êx 33.11,20; Dt 34.10). Ele é um indizível mistério (Êx 33.18-23; Jo 6.46). Tanto a Abraão quanto a Moisés, o Senhor não apontou o caminho a seguir ou descortinou seus projetos para que eles soubessem para onde ir ou o que fazer, porém, disse-lhes que estaria caminhando com eles (Gn 12.1, “te mostrarei”; Êx 33.14, “irei contigo”, ver 2Sm 7.6,7). O mistério que é Deus se descobre ao caminhar com Ele pela fé! (Hb 11.6,8-10, 24-28).
  • 28.
    Relacionamento que seconcretiza em cristo 2 2 Jesus é a revelação absoluta de Deus e a base de toda comunhão e relacionamento corretos com Ele (Jo 14.6). O rosto de Deus oculto a Moisés (Êx 33.20) foi revelado ao mundo em Jesus de Nazaré, o Cristo (Jo 1.14,18; 6.46; 14.7-11; Hb 1.1-3). “Ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho quiser revelar”! (Mt 11.27; Lc 10.22). O que Jesus afirmou não é misterioso embora envolva o mistério de Deus no Antigo Testamento: o véu que envolve o mistério de Deus é removido por Jesus. Ele é quem revelou o Pai (Jo 1.18). Assim todo e qualquer conhecimento de Deus só pode ser obtido por meio de um relacionamento concreto com Cristo (Jo 17.20-26; 16.24-28).
  • 29.
    3 Relacionamento que sevive no espirito O relacionamento com Deus por meio de Cristo se vive na vida do Espírito (Jo 3.5-8). É preciso notar que a vida no Espírito, assim como a experiência de Deus no Antigo Testamento, realiza-se também no mistério (Jo 3.8). O Espírito procede do Pai, mas é enviado por Jesus (Jo 16.7) para dar testemunho dele (Jo 15.26,27). Ele realiza uma profunda transformação no discípulo de Cristo para viver a experiência de Deus em Cristo (Jo 7.37-39; At 1.8). 2
  • 30.
    “O extraordinário doEspírito de Deus esconde-se e revela-se no ordinário quotidiano da vida humana” (Carlos Mesters). Ponto importante “É o Espírito que convence, que guia, anuncia as coisas futuras e glorifica a Jesus (Jo 16.8-14)”.
  • 31.
    III. A vidano espirito
  • 32.
    Do Sinai aopentecostes 1 Três grandes e importantes eventos que marcaram a experiência do povo de Deus na Escritura foram a revelação de Yahweh no Sinai (Êx 19; 20), a Encarnação do Filho de Deus (Mt 1.18-25; Lc 1.35; Jo 1.14,18; Fp 2.6-11) e a descida do Espírito Santo no dia de Pentecostes (At 2). Esta última evoca os sinais que concluíram a Aliança no monte Sinai (At 2.2 ver Êx 19.16-18), dando a entender que o Espírito dará início a Nova Aliança realizada por Jesus (Mt 26.26-29). O Pai revela, o Filho redime e o Espírito nos insere na unidade trinitária (Jo 17.21-24; 1Ts 4.8). 3
  • 33.
    Experiência do espiritoe discernimento A experiência de Deus em Cristo, por meio do Espírito Santo é antes de tudo transformadora (Jo 7.38-39). Toda e qualquer experiência do Espírito sempre remeterá o crente ou a comunidade a Cristo (2Co 3.17,18). Ele é o Espírito de Jesus (Gl 4.6; Fp 1.19). Assim, Jesus é o critério para discernir as experiências autênticas do Espírito, pois elas levam a Cristo (1Co 12.3; 1Jo 2.22,23; 4.1-6; 5.5-9). 3 2
  • 34.
    “Não extingais oEspírito” (1Ts 5.19). Ponto importante “Atos dos Apóstolos é um firme testemunho da gloriosa experiência e realidade do Espírito na Igreja”.
  • 35.
    É a vontadede Deus que o crente viva a vida no Espírito com liberdade e discernimento, sem extinguir sua presença na comunidade. O Espírito de Cristo é o agente divino que nos insere na comunhão trinitária: Pai, Filho e Espírito Santo.
  • 36.
    H O RA D A R E V I S Ã O 1. Descreva o sentido bíblico de revelação. A comunicação, revelação e manifestação de Deus ao homem. 2. Defina o conceito doutrinário de revelação. A revelação é uma ação livre e graciosa de Deus mediante a qual Ele se dá a conhecer às criaturas e as transmite um conhecimento de Si e de Sua vontade. 3. O que significa afirmar que Deus é mistério? Que o Senhor não pode ser plenamente conhecido. 4. É possível se relacionar com Deus à parte de Cristo? Não é possível. 5. Quais são os três importantes eventos que marcaram a experiência do povo de Deus? A revelação de Yahweh no Sinai (Êx 19; 20), a Encarnação do Filho de Deus (Mt 1.18-25) e a descida do Espírito Santo no dia de Pentecostes (At 2).