O documento trata dos perigos do ensino progressista, que desconstrói a fé cristã e enfraquece a autoridade bíblica, promovendo a moral relativa e doutrinas que questionam valores cristãos. Destaca a necessidade da igreja em resistir a essas ideologias, reafirmando a autoridade das Escrituras e vivendo em santidade. O ensino progressista é visto como um ataque à ortodoxia cristã, distraindo os fiéis das verdades imutáveis da Bíblia.