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Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS 
                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
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Informativo SCS 
 
Ano 4, nº 224 
25 de novembro de 2010 
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
Secretaria de Comércio e Serviços
Ministério do
Desenvolvimento, Indústria
e Comércio Exterior
Secretaria de Comércio e Serviços
Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS 
                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
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INFORMATIVO DA SECRETARIA DE COMÉRCIO E SERVIÇOS – SCS
Nº 224 – ANO 04 – Brasília, 25 de novembro de 2010
ÍNDICE Páginas
1. CRÉDITO E FINANCIAMENTO
Com medo da inadimplência, comércio começa a diminuir prazos para
pagamento .............................................................................................................
03
2. COMÉRCIO – VAREJO
Avon mantém foco no porta a porta e visa cliente emergente ............................... 04
3. COMÉRCIO – FRANQUIAS
MDIC assina acordo de cooperação técnica com Associação Brasileira de
Franchising .............................................................................................................
05
4. COMÉRCIO – SHOPPING CENTERS
Brookfield investe R$ 120 mi na expansão do Pátio Paulista ................................ 06
5. SERVIÇOS – BANCOS
HSBC quer "roubar" cliente descontente ............................................................... 07
6. SERVIÇOS – PLANOS DE SAÚDE
Unimed planeja compra para resistir à concorrência ............................................. 09
7. SERVIÇOS – SOFTWARE E TI
Brasil e América Latina puxam resultados globais do Google ............................... 11
8. SERVIÇOS – TELECOMUNICAÇÕES
Anatel abre mercado de TV a cabo para teles ....................................................... 13
9. SERVIÇOS – TURISMO
Em Porto Velho, projeto associa artesanato a turismo de negócios ...................... 15
10. COMÉRCIO ELETRÔNICO
Vendas de Natal pela Internet devem crescer 40% ............................................... 16
11. MICRO E PEQUENAS EMPRESAS
Sebrae vai cadastrar pequenas empresas no Sicaf .............................................. 17
12. MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL
Empreendedores individuais do Piauí terão linha de crédito ................................. 18
13. CURTAS 19
14. AGENDAS 20
15. FEIRAS 22
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1. Crédito e Financiamento
Com medo da inadimplência, comércio começa a diminuir prazos para pagamento
24 de novembro de 2010
Fonte: Correio Braziliense
Temendo uma explosão da inadimplência, as lojas de varejo já começam a reduzir o
prazo de financiamento no crediário. Na contramão da estratégia praticada pelo comércio que
usa o crédito mais elástico como arma para atrair as classes de renda menor, as lojas físicas e
virtuais do Extra e do Pontofrio.com.br, ambos do Grupo Pão de Açúcar, deverão diminuir o
número de parcelas nas vendas para aumentar o capital de giro.
“O Grupo Pão de Açúcar mantém seu compromisso em oferecer os melhores preços e
modalidades de crédito aos seus consumidores. A partir de um amplo estudo que envolve
consumo consciente associado a hábitos e comportamentos de compra, a empresa vem
adequando seus prazos de acordo com as necessidades de seus clientes”, justificou nota que
o conglomerado divulgou no fim da tarde de ontem.
As Casas Bahia, parte do complexo que o grupo está montando para dominar os
segmentos de alimentos e eletrodomésticos, informaram que continuam dando preferência
para vendas no cartão de crédito, com juros determinados pelas operadoras dos cartões. No
caso de crediários abertos no sistema de carnê, os juros podem variar de 3,5 % a 6,9 % ao
mês.
Na opinião do economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Carlos
Thadeu de Freitas Gomes, o encolhimento dos prazos pode demonstrar uma preocupação
excessiva das empresas, pois a elevação da massa real de salários e a fartura de crédito têm
estimulado o movimento. “A economia deve crescer bem em 2011 e o endividamento em
queda contribui para boas vendas de fim de ano”, emendou. Ele reconhece, porém, que o
mercado está apreensivo com as indefinições sobre os rumos da taxa de juros, pois uma
possível elevação pode encarecer o crédito e frear os negócios.
Combinação – O aumento do consumo deve-se à combinação da elevação da renda
dos brasileiros com o acesso ao crédito, sustentado pelos bancos oficiais. O presidente do
Programa de Administração de Varejo (Provar), da Fundação Instituto de Administração,
Cláudio Felizone, lembrou que os prazos médios de pagamento vinham se alongando e
alcançaram 540 dias, em lugar dos 506 dias verificados no ano passado, segundo informações
do Banco Central.
“Estranho esse anúncio (do Pão de Açúcar), porque o varejo como um todo faz
movimento de alongamento dos prazos”, afirmou Felizone. O presidente do Provar disse que o
aumento da taxa de juros não deverá provocar redução do consumo, porque em ocasiões
recentes as vendas permaneceram elevadas mesmo com aumento dos juros.
O vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração
e Contabilidade (Anefac), Miguel José Ribeiro de Oliveira, avaliou que a redução do número de
parcelas poderá gerar um impacto negativo no volume de vendas das empresas. O bom
momento econômico do país e a queda dos níveis de inadimplência para 6% até setembro
alongaram os prazos médios de pagamento e proporcionaram aumento nos lucros do varejo.
“Isso pode ser uma estratégia das empresas para antecipar as vendas de fim de ano e chamar
a atenção dos consumidores para melhores financiamentos”, completou.
http://www.varejista.com.br/noticias/2136/com-medo-da-inadimplencia-comercio-comeca-a-
diminuir-prazos-para-pagamento
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2. Comércio – Varejo
Avon mantém foco no porta a porta e visa cliente emergente
25 de novembro de 2010
Fonte: DCI
Na contramão do mercado de cosméticos e beleza, que começa a abrir lojas
conceito e ampliar o posicionamento de vendas no varejo, a Avon diz que manterá suas
raízes na venda porta a porta, e prevê crescimento para o próximo ano de maneira
orgânica e no ritmo da economia. Além disso, o foco em responsabilidade social chama a
atenção com investimentos em campanhas contra a violência doméstica e o câncer de
mama, para envolver as clientes em conceitos de saúde e bem-estar. Para abocanhar o
aumento da renda e fidelizar a clientela que também saltou da classe C para a B, a
empresa ainda se posiciona com novo layout e campanhas com cantoras e atrizes
famosas. A ação da Avon parece vir para se contrapor a uma das suas principais
concorrentes, a Natura, que também investe na captação de revendedores e mantém suas
campanhas voltadas à preservação do meio ambiente. A Natura tem aumentado o foco de
produtos com insumos da Amazônia, e recentemente passou a adotar ilhas de produtos
exclusivos da marca com prateleiras dentro de lojas nos aeroportos (Duty Free Shop), com
os itens posicionados inclusive ao lado de produtos de marcas como L'Occitane e
Victoria's Secret - tudo isso para chamar a atenção no segmento de luxo, e envolver os
turistas e consumidores da alta renda que frequentam as lojas exclusivas no trânsito das
viagens internacionais.
http://www.gsmd.com.br/port/abre_mercadoconsumo.aspx?id=8971
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3. Comércio – Franquias
MDIC assina acordo de cooperação técnica com Associação Brasileira de
Franchising
23 de novembro de 2010
Fonte: Portal MDIC
O secretário de Comércio e Serviços (SCS) do Ministério do Desenvolvimento,
Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Edson Lupatini, e o diretor-presidente da Associação
Brasileira de Franchising (ABF), Ricardo Figueiredo Bomeny, assinaram acordo de
cooperação técnica para promover o setor brasileiro de franquias e apoiar o
desenvolvimento de ações que possibilitem maior competitividade no país e no exterior. O
extrato do acordo foi publicado hoje (23/11), no Diário Oficial da União, Seção 3, página
146.
Para a realização dos objetivos instituídos, as duas partes se comprometem a
estabelecer uma agenda técnica, apoiar ações para o desenvolvimento e consolidação do
sistema brasileiro de franquias, elaborar propostas de apoio à sustentabilidade do setor,
identificar entraves administrativos e regulatórios, dentre outros compromissos. O MDIC e
a ABF ainda vão desenvolver medidas a fim de promover o comércio exterior e a
internacionalização do setor brasileiro de franquias por meio de identificação de países
alvo e de projetos de interesse comum.
Para o diretor do Departamento de Políticas de Comércio e Serviços (Decos),
Maurício do Val, esse ajuste do MDIC/SCS e da ABF formaliza o compromisso de
continuidade dos trabalhos conjuntos desenvolvidos pelas duas instituições em prol da
consolidação crescente dos negócios do franchising no Brasil e da ampliação da
internacionalização das franquias brasileiras. “Outro aspecto importante dos trabalhos em
conjuntos é a criação do cadastro nacional de franquias (franqueadoras e franqueadas),
que representará ferramenta essencial para a elaboração de políticas públicas mais
assertivas para o setor, possibilitando um conhecimento melhor do universo das empresas,
sua distribuição regional e peculiaridades de cada um dos segmentos produtivos que se
utilizam desse modelo de negócio", ressalta do Val.
O acordo possui título gratuito e não implica em compromissos financeiros ou
transferências de recursos entre os partícipes. Ele terá de vigência de 36 meses, podendo
ser prorrogado por até 60 meses.
Acordo Confea – O DOU também publicou hoje o extrato do acordo de cooperação
técnica entre o MDIC e o Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia
(Confea) para conjugar esforços a fim de realizar atividades voltadas a promover e discutir
os serviços de engenharia, arquitetura e agronomia. O acordo não envolve a transferência
de recursos financeiros e tem prazo de vigência de três anos a contar da data da sua
assinatura, podendo ser prorrogado por igual período.
http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/noticia.php?area=4&noticia=10247
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4. Comércio – Shopping Centers
Brookfield investe R$ 120 mi na expansão do Pátio Paulista
25 de novembro de 2010
Fonte: DCI
Apesar de a briga estar forte entre as empresas que estão de olho nos consumidores
emergentes, a alta renda continua nos planos das grandes empresas do varejo e é alvo dos
shopping centers. Em São Paulo, a disputa pela fidelização desses consumidores vai ganhar
mais um concorrente depois da entrada do Shopping Cidade Jardim e do Vila Olímpia no
segmento, para disputar com o Shopping Iguatemi. A Brookfield Shopping Centers anuncia a
terceira fase da expansão do Shopping Pátio Paulista, localizado nos arredores da Avenida
Paulista, com aportes médios de R$ 120 milhões, visando assim a ampliar ainda mais a
presença das classes A e B no local.
A expansão do Shopping Pátio Paulista teve início em 2007, e já houve ampliação na
área das lojas. Houve reforma da fachada, além de novo cinema para os visitantes. A terceira
fase, anunciada pouco depois do aniversário de 21 anos do empreendimento, comemorado no
dia 13 de novembro, está prevista para ser entregue no segundo trimestre de 2012 e criará
espaço para a implantação de 60 novas lojas, uma nova praça de alimentação gourmet, uma
sala de teatro para 500 pessoas e cinco novos pisos que serão construídos da rua para cima e
se juntarão aos atuais cinco do shopping. Além disso, serão feitas 500 novas vagas de
estacionamento, novos elevadores, escadas e novas entradas. Hoje, o shopping possui 231
lojas e nove salas de cinema em seus cinco pisos, além de três destinados a vagas de
estacionamento.
Ao todo, serão construídos novos 10 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL),
que se juntarão aos atuais 78,1 mil metros quadrados que o empreendimento possui. Serão
investidos R$ 120 milhões nas obras da nova fase da expansão do centro de compras, que
virão da Brookfield e de três outros sócios que atualmente comandam o Shopping Pátio
Paulista.
Uma consequência das duas fases anteriores da expansão foi uma alteração no
público-alvo do shopping. Atualmente, o Pátio Paulista recebe um fluxo de 748 mil pessoas por
mês. Destes, 78% são consumidores das classes A e B. Agora, o objetivo é consolidar o Pátio
Paulista como um shopping voltado para consumidores de alta renda. De acordo com a
superintendente do mall, Consuelo Gradim, depois da conclusão da terceira etapa da
expansão as mudanças serão para adequar as lojas ao público que visita o Pátio Paulista.
"Depois de ampliar o que já existe, vamos substituir o que não é compatível com o que o
shopping é hoje."
Com a alteração do público-alvo, o Pátio Paulista busca ser uma alternativa para
consumidores de alta renda que passam diariamente na Avenida Paulista, o principal centro
financeiro do País, além de concorrer com outros centros voltados para as classes mais altas,
como os shoppings Iguatemi, Cidade Jardim e Vila Olímpia. A Brookfield Shopping Centers,
braço do grupo de investimentos estrangeiro Brookfield Asset Management cujo CEO é Bayard
Lima, atualmente administra 16 centros de compras de médio e grande porte em São Paulo, no
Rio de Janeiro e em Minas Gerais. No Brasil, o grupo atua ainda nos setores imobiliário, de
energia renovável, agropecuário, florestal, financeiro e de corretagem de seguros.
http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=7&id_noticia=351743&editoria
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5. Serviços – Bancos
HSBC quer "roubar" cliente descontente
25 de novembro de 2010
Fonte: Valor Econômico
Varejo: Banco investe R$ 372 milhões para dobrar quadro de gerentes até 2012 e atender
a alta renda
No disputado varejo bancário brasileiro, o HSBC agora tenta ocupar brechas de
mercado para crescer. Enquanto as grandes instituições financeiras seguem o rastro da
massa de consumidores das classes C e D, o HSBC restringe seu foco de atuação na alta
renda. A ideia é "roubar" da concorrência clientes insatisfeitos, especialmente daqueles
bancos que passaram recentemente por processos de fusão.
Para que a migração da turma dos descontentes tenha êxito, o HSBC promete
aprimorar o atendimento ao público. Vai investir R$ 372 milhões na contratação 2,5 mil
gerentes de relacionamento até 2012, dobrando sua "linha de frente" para 5 mil pessoas.
O banco espera, com isso, uma redução de aproximadamente 40% do número de clientes
atendidos por gerente, para cerca de 250 - além de uma ampliação da carteira de clientes
"Premier", nesse mesmo período, de 370 mil para 500 mil.
Elaborado ao longo de 2009, o novo plano para o varejo está sendo executado pelo
argentino Sebastian Arcuri, que chegou de Cingapura há cinco meses para comandar as
operações no segmento de pessoas físicas no Brasil, em substituição a Henrique Frayha,
conforme adiantou o Valor. "Não vamos ser o maior banco, mas sim o melhor", discursa
Arcuri.
Para um banco que, no início da década, arrematou a promotora de vendas
Losango por US$ 480 milhões com o objetivo de crescer no crédito ao consumo, não deixa
de ser uma guinada e tanto. A estratégia, daqui para frente, é ater-se à alta renda, mas
investindo sobre os clientes de outros bancos para ampliar as atividades no Brasil.
"Detectamos em pesquisas de mercado uma certa insatisfação dos clientes de bancos que
passaram por processos de fusão", conta Arcuri. "Saíram do mercado 'players' que
ocupavam um espaço importante, num nicho de consumidores que é nosso foco",
acrescenta ele.
Brigar de igual para igual com Bradesco, Itaú e Banco do Brasil, de fato, está cada
vez mais difícil. Ou o HSBC parte para as compras - e o espaço para aquisições relevantes
hoje é exíguo -, ou investe pesado em expansão da rede. O banco inglês tem hoje 893
agências no Brasil que, segundo Arcuri, cobrem 97% dos municípios considerados
estratégicos para o grupo. Uma ampliação dos pontos de atendimento não está
descartada. "Vamos tratar isso até o fim de 2011", diz Arcuri. Mas a tendência é que a
abertura de agências ocorra de forma pontual.
Na avaliação de Celso Grisi, presidente do instituto de pesquisa Fractal, a presença
do HSBC no Brasil está fadada a permanecer nesse mesmo patamar "intermediário" em
que se encontra hoje. E isso não é, necessariamente, negativo. "O HSBC escolheu a Ásia
para fazer atendimento em massa", diz. "Como um banco global, precisa estar nos demais
países, mas daí prefere entrar de maneira seletiva."
A nova proposta de varejo do HSBC para o Brasil é considerada apropriada pelo
especialista, que há 23 anos produz estudos de mercado para a Federação Brasileira de
Bancos (Febraban). "O público que ele pretende atrair é sensível à proposta de oferta de
uma rede de serviços e produtos internacionais." Grisi lembra ainda que não só os
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insatisfeitos podem vir a abrir uma conta no banco inglês, mas também aquelas pessoas
que costumam trabalhar com mais de um banco e que, devido às recentes fusões, ficaram
desguarnecidas.
Até mesmo a recente criação do segmento "Advance" no HSBC, um nível
intermediário entre o varejo tradicional e o nicho Premier - no qual ficam os clientes com
renda mensal entre R$ 3,5 mil e R$ 5 mil -, atende ao propósito de se estabelecer entre
correntistas abonados. No atual cenário de rápida mobilidade social, a meta, em última
instância, é captar potenciais candidatos ao segmento Premier, público que chega a ser
quatro vezes mais rentável para o banco. Em três anos, o objetivo é que o topo da
pirâmide responda por 50% da base de clientes. Hoje, a representatividade do segmento é
de 30%, se considerados os dois milhões de correntistas com limite de crédito.
Batizado de "varejo inteligente", o novo modelo de gestão adotado pelo HSBC inclui
também investimentos em tecnologia. Estão sendo trocadas 850 máquinas de
autoatendimento. O banco lançou também uma solução que permite realizar saques em
seus caixas eletrônicos sem a necessidade de cartão, utilizando apenas o número do CPF.
A operação é autorizada via celular por meio do 'token' (aparelho eletrônico que origina
senhas).
A operação brasileira do HSBC encerrou junho com ativos totais de R$ 116,5
bilhões e lucro líquido de R$ 423,2 milhões.
http://www.fazenda.gov.br/resenhaeletronica/MostraMateria.asp?page=&cod=684548
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6. Serviços – Planos de Saúde
Unimed planeja compra para resistir à concorrência
24 de novembro de 2010
Fonte: Brasil Econômico
Companhia composta por 377 cooperativas que tem 1 milhão de beneficiários só
havia absorvido até então empresas de sua própria rede.
Aos 43 anos de vida, a Unimed prepara-se para aumentar a família. Em quase
meio século a companhia composta por 377 cooperativas só absorveu empresas de sua
própria rede, como por exemplo em 2001 quando a Central Nacional Unimed comprou a
Unimed São Paulo. Mas agora a empresa de planos de saúde quer um forasteiro.
"Estamos analisando a compra de uma empresa. Fizemos um primeiro contato", diz
Mohamad Akl, presidente da companhia, sem dar mais detalhes. Dinheiro o médico diz
não ser problema. Com um faturamento estimado em R$ 1,1 bilhão em 2010, Akl afirma
poder usar o lucro líquido - ou as sobras como se diz no sistema de cooperativas - que
deve ficar entre 3% e 4% da receita.
"Também podemos solicitar investimento dos sócios", diz.
A compra de uma nova empresa é o caminho que Unimed tem de percorrer se não
quiser ficar para trás. Próxima de ultrapassar a marca de 1 milhão de beneficiários, até o
momento a companhia mantinha-se impassível em relação ao crescimento de suas
concorrentes.
A Amil, com 5,1 milhões de usuários, é a que tem apresentado maior apetite para
as compras e está enchendo o carrinho desde 2002. Primeiro adquiriu a Amico Saúde.
Depois veio a compra das carteiras de clientes pessoas físicas da Semic e Porto Seguro.
Em 2007, a companhia levou a Blue Life, Medcard e CliniHauer, período que também abriu
seu capital em bolsa.
No ano seguinte incorporou a Ampla, Casa de Saúde Santa Lúcia e a Life System.
Em 2009 foi a vez da Medial, e, neste ano, comprou a Saúde Excelsior.
Para manter sua participação de mercado, a Unimed está disposta, inclusive, a
participar dos próximos leilões públicos que acontecerem.
Estes leilões ocorrem quando uma empresa quebra. Nestes casos, a Agência
Nacional de Saúde Suplementar (ANS) intervém e coloca a carteira de beneficários da
companhia falida à venda. Ganha quem estiver disposto a dar o maior lance. Em 2009, a
Itálica Saúde e a empresa Ana Costa assumiram a carteira de 110 mil conveniados da
Avimed através de um leilão.
Como explica Carlos Octávio Ocké-Reis, técnico de planejamento e pesquisa do
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e ex-assessor da presidência da ANS, o
momento é de concentração de mercado. "Mas não basta somente comprar empresas.
A qualidade da carteira de beneficiários é importante. Uma empresa com
predominância de usuários idosos e outra com muito jovens certamente apresentam riscos
diferentes", afirma.
Além das aquisições, a Unimed também quer impulsionar sua participação na
venda de planos para as classes populares. Chamado de Unifácil, o plano
desenvolvimento para este segmento custa cerca de R$ 70 e existe em sete cidades. A
Unimed Porto Alegre é uma das cooperadas que trabalham com a modalidade.
Para 2011, Akl espera dobrar o número de cidades atendidas pelo Unifácil. "Cada
unidade da Unimed consegue criar a opção que melhor atende sua região. Nós fazemos a
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sugestão de como deve funcionar o plano, mas cada cooperada sabe das necessidades
do mercado onde atuam", diz.
http://www.brasileconomico.com.br/noticias/unimed-planeja-compra-para-resistir-a-
concorrencia_94703.html
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7. Serviços – Software e TI
Brasil e América Latina puxam resultados globais do Google
25 de novembro de 2010
Fonte: DCI
Mais da metade da receita do Google, uma das maiores empresas de Internet no
mundo, já vem de fora dos Estados Unidos. De acordo com o diretor financeiro da
empresa para Brasil e América Latina, Edmundo Balthazar, a região tem grande
participação neste resultado. "Não falamos de dados específicos do Brasil e da América
Latina, mas posso dizer que o crescimento da região está bem alinhado ao que a
corporação vem fazendo em termos de mercado, e que essas regiões estão entre os locais
onde o Google mais cresce no mundo", afirma.
Embora apenas 30% da população tenha acesso à internet, o executivo acredita
que a estabilidade econômica tem favorecido o acesso das classes C e D a esses serviços
e à informação, por isso o cenário futuro é promissor. "Nós vemos o Brasil como um país
de alto potencial de crescimento. Hoje o tempo de navegação dos usuários brasileiros é 16
horas diárias, compatível com os países de primeiro mundo", diz.
De acordo com informações publicadas no site da empresa, no terceiro trimestre de
2010 o Google reportou lucros de US$ 7,29 bilhões, um crescimento de 23% se
comparado ao registrado no mesmo período de 2009. A receita gerada pelos sites da
empresa corresponde a 67% dos rendimentos do período, somando US$ 4,83 bilhões,
22% a mais que no terceiro trimestre de 2009.
"Quando a gente vê que o País está crescendo e as pessoas têm acesso a
computador e a internet de alta velocidade, vemos que isso vai certamente fortalecer cada
vez mais o mercado on-line. Consequentemente, o Google irá cumprir sua missão, que é
organizar cada informação na internet de forma fácil para que o usuário possa acessá-la
na hora em que precisar", diz.
A empresa iniciou suas atividades no Brasil em maio de 2005, com um escritório de
vendas e apenas dez funcionários. O objetivo era promover a expansão no País e na
América Latina. Inicialmente tratava-se de um escritório virtual para estruturar as
operações da empresa no País com foco no mercado on-line e ad works (anúncios
virtuais).
Hoje, a empresa no Brasil conta com cerca de 250 funcionários. O escritório
brasileiro acumula duas funções: ao mesmo tempo em que gerencia as operações do
País, atua como um coordenador para a América Latina como um todo. "Atingimos um
certo nível de conhecimento de mercado e a fixação de nossa presença nos produtos e
serviços que o Google oferece, e agora estamos numa fase de crescimento muito grande",
comemora o executivo.
Balthazar conta que, como estratégia para impulsionar esse crescimento, a
empresa vem investindo no desenvolvimento da inteligência local voltada para a internet.
Tanto que o Google Brasil conta com um centro de desenvolvimento e pesquisa, em Belo
Horizonte (MG), no qual engenheiros brasileiros desenvolvem soluções de produtos e
serviços para todas as plataformas que a empresa possui.
"Os engenheiros desenvolvem produtos e serviços na área de search [busca], You
Tube, Orkut, Google Maps, redes sociais, enfim, melhorias e serviços para todas as
plataformas que o Google oferece, que é tudo o que os usuários têm hoje. E as soluções
são aplicadas tanto na América Latina quanto no mercado mundial", revela.
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Os principais produtos da empresa continuam sendo o sistema de buscas e a
publicidade on-line. Para o próximo ano o foco será na difusão da plataforma Gmail e no
sistema operacional Google Chrome, além das chamadas mídias ricas - as redes sociais
como o You Tube e a publicidade para telefone celular.
Como tendência no mercado de internet, o executivo diz que o mundo está
caminhando para uma cultura wireless (internet sem fio). Por isso, ele vê com bons olhos a
popularização dos tablets, não apenas porque boa parte das marcas está optando pelo
sistema operacional Android (pertencente ao Google), mas porque o fato sinaliza que há
uma tendência de optar por soluções abertas.
"A gente vê claramente que o mundo está caminhando para um cenário de
convergência de telefonia e internet wireless. As ferramentas de Android, que roda em
smartphones, são fundamentais para que incentivar o crescimento de internet via celular",
avalia.
http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=7&id_noticia=351742&editoria
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8. Serviços – Telecomunicações
Anatel abre mercado de TV a cabo para teles
25 de novembro de 2010
Fonte: O Estado de São Paulo
Medida, prevista nos novos contratos de concessão, ainda depende porém de aprovação
de um projeto de lei pelo Senado
As concessionárias de telefonia fixa receberam o aval da Agência Nacional de
Telecomunicações (Anatel) para oferecer o serviço de TV a cabo em sua área de
concessão.
Depois de muita polêmica, a Anatel aprovou ontem a alteração dos contratos de
concessão que vão vigorar a partir de 1.º de janeiro de 2011, excluindo a cláusula que
determinava que as operadoras de telefonia fixa só poderiam explorar o serviço caso não
houvesse nenhuma outra empresa operando na mesma região.
Na prática, as teles ficaram a um passo de poder entrar de vez no mercado de TV a
cabo e oferecer o serviço em pacotes convergentes que contemplam banda larga, telefonia
fixa e telefonia móvel, faltando apenas a aprovação no Senado Federal do Projeto de Lei
Complementar 116 (PLC 116, antigo PL 29), a chamada Lei do Cabo.
O projeto de lei, já aprovado na Câmara dos Deputados, além de acabar com a
proibição de as concessionárias oferecerem serviços de TV a cabo na área de concessão,
joga por terra também a restrição do controle de operadoras de TV a cabo apenas por
grupos nacionais, além de impor cotas de conteúdo nacional.
Fontes do setor disseram ao Estado, porém, que temem que a alteração das regras
da Anatel antes da mudança da lei no Congresso incite uma forte pressão na agência para
que as novas outorgas ocorram antes mesmo da aprovação da nova Lei do Cabo. Se isso
ocorrer, alertam para a enxurrada de ações na Justiça.
Em seu voto, o conselheiro João Rezende, relator da matéria, acolheu as propostas
apresentadas pela Superintendência de Serviços Públicos da Anatel para a ampliação das
concessões, sob o argumento de que a atual configuração do mercado de TV a cabo está
"estagnado e monopolizado".
Rezende destacou também a possibilidade de ofertas convergentes e do aumento
da concorrência no setor, o que traria um efeito benéfico sobre o mercado de banda larga,
com o incremento de "redes convergentes de alta capacidade".
Tarifas – Conselho Diretor da Anatel também deliberou outras alterações
importantes nos contratos de concessão das empresas de telefonia fixa. Uma delas acaba
com o teto das tarifas de ligações de longa distância nacionais e internacionais.
O superintendente de serviços públicos da Anatel, Fernando Pádua, reconheceu
que essa mudança pode implicar aumento de preços para os usuários, mas ponderou que
qualquer alteração das tarifas terá de passar pelo crivo da Anatel.
A medida tem impacto direto para a Embratel, hoje a única prestadora de serviços
de longa distância em regime público e, por consequência, com compromisso de
continuidade do serviço. "Se ela fechar, acabou (esse compromisso)", alertou.
Pádua explicou que essa mudança é necessária porque hoje a Embratel tem
concorrentes, como a Intelig e empresas que prestam o serviço via protocolo de internet
(IP), como o Skype, que têm liberdade total tarifária e não têm compromissos de
continuidade.
Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS 
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Outra mudança relevante é a inclusão das receitas de interconexão (tarifas
oriundas de ligações entre fixos e celulares) e prestação de serviços adicionais no cálculo
da receita líquida das empresas. Do total dessas receitas, 2% são encaminhados para a
União, a cada dois anos. A mudança, segundo Pádua, eleva os atuais R$ 800 milhões
devidos para cerca de R$ 1,2 bilhão.
http://www.fazenda.gov.br/resenhaeletronica/MostraMateria.asp?page=&cod=684533
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9. Serviços – Turismo
Em Porto Velho, projeto associa artesanato a turismo de negócios
25 de novembro de 2010
Fonte: Agência Sebrae
O melhor do trabalho desenvolvido por artesãos da capital de Rondônia será reunido em
evento no Mercado Cultural dia 26
O artesanato em madeira de Porto Velho vem evoluindo nos últimos anos tanto em
criatividade como em apresentação e qualidade, com identidade histórica e cultural. Uma
prova disso será dada nesta sexta-feira, 26 de novembro, quando acontecerá mostra dos
resultados obtidos pelo Projeto Inovação no Artesanato de Porto Velho.
A exposição acontecerá no Mercado Cultural de Porto Velho, reunindo 50 peças
criadas e desenvolvidas pelos artesãos atuantes no setor de souvenir e utilitários através
de resíduo de madeira e outras matérias-primas regionais, enriquecidos com ícones
históricos de Rondônia.
São parceiras no projeto a prefeitura de Porto Velho, a Fundação Iaripuna e
também a Semdestur (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Socioeconômico e
Turismo). O horário da exposição será das 14h às 22h.
De acordo com Carolina Carneiro, técnica da Unidade de Atendimento Coletivo do
Sebrae em Rondônia e gestora do projeto, a proposta é aumentar as vendas “através da
promoção e da melhoria da qualidade dos produtos artesanais, incluindo estratégias de
mercado”. Especialmente na questão da madeira, cujo resíduo existe em abundância e
que tinha pouco aproveitamento.
Tudo começou com um projeto-piloto para estimular essa importante atividade
econômica do município, oferecendo inovação à criação de produtos e “agregando o valor
cultural e histórico da cidade”, reforça Carolina.
Futuro – Com a mostra, também estará sendo apresentada aos demais artesãos de
Porto Velho a possibilidade de mercado que eles podem explorar. “Fizemos uma pesquisa
junto às lojas que comercializam produtos artesanais e todas apontaram necessidade tanto
de diversificação das peças como melhoria da qualidade", acrescenta Carolina.
Em um futuro próximo, a intenção dos parceiros do projeto é aumentar tanto a
participação dos artesãos como a diversificação das ações de comercialização da
produção, associando-a ao turismo de negócios. “Até porque existe, em parceria do
Ministério do Turismo com o Sebrae Nacional, o projeto ‘Caminhos do Fazer – Guia de
Produtos Associados ao Turismo’, que identificou 15 destinos turísticos por meio do
artesanato. E queremos incluir Rondônia nesse projeto”, reforça Carolina Carneiro.
O passo mais importante nessa direção já foi dado: a conscientização dos artesãos
sobre a necessidade de melhoria de produtos, atendendo às exigências de mercado.
Existe tanto espaço quanto mercado para os demais artesãos que ainda não conhecem o
projeto.
http://www.agenciasebrae.com.br/noticia.kmf?cod=10984205&canal=32
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10. Comércio Eletrônico
Vendas de Natal pela Internet devem crescer 40%
24 de novembro de 2010
Fonte: Agência Sebrae
Segundo previsão da empresa e-bit, faturamento do e-commerce deve chegar a R$ 15
bilhões neste ano
As vendas na Internet, para o Natal, devem crescer 40% em relação a 2009, com
previsão de faturamento em R$ 2,2 bilhões, segundo levantamento da e-bit, empresa
especializada em informações de e-commerce. No ano passado, durante o período de 15
de novembro a 24 de dezembro, o faturamento foi de R$ 1,6 bilhão.
A pesquisa também aponta que o tíquete médio do setor deve girar em torno de R$
370,00 e que as categorias que tendem a ter melhores resultados são: Livros, Eletrônicos,
Informática e Eletrodomésticos. Para o público feminino, a e-bit estima que a maior parte
das vendas serão no segmento de Cosméticos e Beleza.
Se os números previstos forem confirmados, o comércio eletrônico deve fechar
2010 com R$ 15 bilhões de faturamento, um crescimento nominal 40% maior ante 2009,
quando o canal faturou R$ 10,6 bilhões.
De acordo com Alexandre Umberti, diretor de marketing e produtos da e-bit, o
aumento do comércio eletrônico está relacionado à comodidade do consumidor de realizar
as compras em casa ou no escritório, evitando assim filas em shoppings centers e o
trânsito característico das grandes cidades. “É uma vantagem diferencial para esses
clientes”, explica Umberti, em comunicado.
http://www.agenciasebrae.com.br/noticia.kmf?cod=10998537&canal=288
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11. Micro e Pequenas Empresas
Sebrae vai cadastrar pequenas empresas no Sicaf
23 de novembro de 2010
Fonte: Agência Sebrae
Conforme gerente da instituição Bruno Quick, isso amplia oportunidade para os pequenos
negócios participarem das compras governamentais
A partir de 2011, o Sebrae realizará o cadastramento de micro e pequenas
empresas no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores (Sicaf) do Governo
Federal. Esse cadastramento está previsto em convênio da instituição com o Ministério o
Planejamento, Orçamento e Gestão para ampliar a participação das micro e pequenas
empresas nas compras governamentais. Equipes do Sebrae começarão a ser capacitadas
com este objetivo.
“A entrada do Sebrae nesse processo amplia as possibilidades dos pequenos
negócios participarem das compras públicas, porque a instituição tem interesse no seu
crescimento, trabalha diretamente com essas empresas e conta com mais de 800 pontos
de atendimento em todo o País”, avalia o gerente de políticas públicas do Sebrae, Bruno
Quick. Só participam dos processos licitatórios do governo federal as empresas
cadastradas no Sicaf. “Quem entra no Sistema é informado das licitações até por e-mail”,
lembra o gerente, que participa em Curitiba de palestras no III Fomenta - Encontro
Nacional de Oportunidades para as Micro e Pequenas Empresas nas Compras
Governamentais.
Oportunidade – O Fomenta é promovido pelo Sebrae, em parceria com o Ministério
do Planejamento, Orçamento e Gestão, para ampliar o acesso dos pequenos negócios nas
compras públicas, um mercado que movimenta cerca de R$ 400 bilhões ao ano.
Para Bruno Quick, trata-se de oportunidade para os empresários ampliarem suas
informações e fazerem valer os benefícios que têm no acesso às compras governamentais
garantidos pelo capítulo V da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar
123/06).
“O que legitima esses benefícios é exatamente o uso deles pelos empresários”,
lembra o gerente, destacando a importância dos debates para os empresários legitimarem
as vitórias alcançadas e garantirem novas conquistas. Isso, entende, é fundamental
principalmente em virtude das mudanças nas administrações públicas que ocorrem a partir
de janeiro, quando assumem os novos governadores e a nova presidente do País, além de
novos representantes nos poderes legislativos.
“Os micro e pequenos negócios têm um reconhecimento muito grande sobre o seu
papel estratégico no desenvolvimento econômico e social do País. E as janelas de
oportunidades tendem a se abrir”, afirma Quick.
http://www.agenciasebrae.com.br/noticia.kmf?canal=32&cod=10990556
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12. Microempreendedor Individual
Empreendedores individuais do Piauí terão linha de crédito
24 de novembro de 2010
Fonte: Agência Sebrae
Convênio entre Sebrae e Piauí Fomento também garante assistência técnica aos tomadores de
recursos
O Sebrae no Piauí e a Agência de Fomento e Desenvolvimento do Estado (Piauí
Fomento) assinaram nesta semana convênio que prevê a criação de uma linha de crédito e
apoio técnico gerencial para empreendedores individuais.
A nova linha, intitulada de Piauí Fomento AcreditEI – numa referência aos
empreendedores individuais, público alvo da iniciativa – prevê recursos para financiamentos
fixos e semi-fixos e para capital de giro, com juros e taxas diferenciadas, numa forma de
incentivar o crescimento empresarial desses empreendedores.
A AcreditEI beneficiará exclusivamente os empreendedores já formalizados através do
EI. No Piauí, já são mais de cinco mil empreendedores individuais que poderão ter acesso a
essa nova linha de crédito. O convênio foi assinado na sede do Sebrae no Piauí, em Teresina.
Qualificação - “Essa parceria vem ao encontro de uma necessidade. É uma iniciativa
que vai desburocratizar e facilitar a vida dos pequenos empresários, por isso o Sebrae apóia
esse projeto. Entramos com o repasse de informação e conhecimento e a Piauí Fomento com
a assessoria financeira. Afinal, hoje não é necessário apenas emprestar, é preciso também
assessorar os empreendedores. A AcreditEI viabiliza recursos para capital de giro e para
investimentos, então temos total confiança no sucesso dessa iniciativa”, comentou o presidente
do Conselho do Sebrae no Piauí, Ulysses Moraes.
O diretor superintendente do Sebrae no Piauí, Delano Rocha, observou que a parceria
vai muito além da interlocução entre as duas instituições. “Aqui, o Sebrae assume o
compromisso de qualificar esses empreendedores. Para nós é uma enorme satisfação firmar
esse convênio, para que nós possamos facilitar a vida dos EI. A intenção é que esses
empreendedores possam se transformar em pequenos, médios e até grandes empresários”,
disse ele.
Menos burocracia - “A Piauí Fomento foi criada para possibilitar o acesso a
financiamentos de forma menos burocrática. E isso já facilita bastante o nosso contato.
Propusemos ao governo a criação de dois fundos, para atividades de investimento e para
fundo de garantias. Queremos desburocratizar o acesso ao crédito. Estamos abertos para
atender os EI e também empresários de micro e pequeno portes do Estado”, declarou o diretor
presidente da Piauí Fomento, Sérgio Breuel.
O diretor de Operações da Piauí Fomento, Francisco Coqueiro, destacou que a
AcreditEI É foi criada com base no perfil e nas necessidades dos empreendedores individuais.
"Através desse convênio, o Sebrae assume o compromisso de incentivar a formalização e a
Piauí Fomento disponibiliza linha de crédito para atender esses empreendedores. Daremos aos
EI atendimento personalizado, facilitando a regularização do crédito. Essa parceria é de grande
importância, pois o Sebrae é um órgão reconhecido em nível nacional. Somaremos esforços e
ações para o sucesso desses novos empresários”, afirmou.
http://www.agenciasebrae.com.br/noticia.kmf?cod=10996406&canal=448
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13. Curtas
25 de novembro de 2010
Fonte: GS&MD – Gouvêa de Souza
Varejo está otimista para o Natal
O varejo brasileiro deve ter o melhor final de ano desde 2007. Pesquisa realizada
com as 35 empresas associadas ao Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV)
revela a expectativa de que as vendas avancem a taxas de dois dígitos em relação ao
mesmo período do ano passado, com altas de 11,8% em novembro e 11,1% em
dezembro. Se esses números se confirmarem, o varejo deverá ter um crescimento real das
vendas de 7,8% em 2010, a maior taxa anual desde 2007 e ligeiramente acima dos 7,7%
de 2009. O crescimento deverá ser impulsionado pelos segmentos de bens duráveis, como
móveis, eletrodomésticos e materiais de construção.
Cybelar passa a fazer coleta e descarte de eletrônicos
A Cybelar, rede de varejo com 85 lojas no interior de São Paulo, oferece desde o
início do mês a coleta e descarte de produtos eletrônicos adquiridos nas lojas da rede. A
Cybelar fechou uma parceria com a Descarte Certo, empresa focada na Gestão Ambiental
especializada na coleta, logística reversa e descarte desse tipo de produto. No momento
da compra do produto, os consumidores podem adquirir o “Descarte Certo”, uma garantia
de que o produto será descartado corretamente quando não estiver mais adequado para o
uso. Para isso, o cliente deve entrar em contato com a Descarte Certo por internet ou
telefone e agendar a melhor data para a retirada do produto em sua residência. O serviço
é oferecido em duas modalidades: Descarte Presente, em que o cliente adquire o serviço
para produtos que estão sem uso na sua casa; e o Descarte Futuro, em que o cliente
compra o serviço junto com o produto novo para ter como descartá-lo corretamente
quando o produto não tiver mais uso.
Drogaria Onofre lança clube de descontos
A Drogaria Onofre, uma das principais redes de farmácias do país, criou o Plantão
Onofre, que aos sábados trará ofertas únicas e limitadas focadas nos mais de 800 mil
clientes cadastrados em seu serviço online. Os produtos serão indicados por um
profissional da área da saúde ou bem-estar e os descontos chegarão a 65%. A expectativa
da rede é gerar um aumento de 50% no tráfego do site aos sábados.
Tenco Realty quer abrir shoppings em regiões inexploradas
A Tenco Realty, incorporadora de shopping centers de Minas Gerais, pretende
crescer abrindo empreendimentos em cidades sem shoppings. A empresa lançou
recentemente dois malls, em Betim (MG) e Taubaté (SP), está construindo outro em
Macapá (AP) e já projeta mais dois no Nordeste e Sudeste. Nos três primeiros, que devem
ficar prontos em 2012, a companhia investiu R$ 575 milhões. O alvo são cidades com
população entre 300 mil e 500 mil habitantes, que comportam shoppings com média de 25
mil metros quadrados de área bruta locável.
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14. Agendas
SECRETARIA DE COMÉRCIO E SERVIÇOS
26 de novembro de 2010
Despacho Interno.
29 de novembro de 2010
Despacho Interno.
30 de novembro de 2010
Despacho Interno.
DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS DE COMÉRCIO E SERVIÇOS
26 de novembro de 2010
16:30 – Reunião com o Diretor do DNRC
Assunto: Pauta do CGSIM
29 de novembro de 2010
Reunião Extraordinária do Comitê de Comércio Exterior do Fórum das MPE
Local: Vitória - ES
Reunião do Grupo de Contratações Públicas do Mercosul
30 de novembro de 2010
09:30 – Reunião Plenária Brasil-Paraguai
10:00 – 76ª Reunião Ordinária do COFIG.
Local: MDIC
10:00 – GATT CGSIM
Local: MDIC
15:00 – Reunião do Grupo de Contratações Públicas do Mercosul
15:00 – Reunião Grupo de Serviços Brasil-Paraguai
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DEPARTAMENTO DE MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS
26 de novembro de 2010
Participar no 6º Encontro Estadual de ME E EPP do Pará
Local: Belém - PA
29 de novembro de 2010
10:00 – V Reunião da Comissão Assessora para Implementação do Fundo Mercosul de
Garantias para MPE´S.
Local: Ministério da Fazenda
30 de novembro de 2010
10:00 – V Reunião da Comissão Assessora para Implementação do Fundo Mercosul de
Garantias para MPE´S.
Local: Ministério da Fazenda
15:00 – Reunião de Apresentação do Projeto Feira de Artesanato de Caxias do Sul – Mão
da Terra. Sra. Valdirene Correia – Representante. Sra. Karine Ramera – Diretora
Local: MDIC
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15. Feiras
11/11/2010 a 30/11/2010 – 5º Salão de Negócios Imobiliários da Bahia
Setor: Construção Civil e Arquitetura
Local: Centro de Convenções da Bahia
Cidade: Salvador - BA
12/11/2010 a 17/12/2010 – 4ª Feira Natalina do Artesanato de Mato Grosso do Sul
Setor: Artesanato, Artes e Coleções
Local: Mezanino do Memorial da Cultura e Cidadania - FCMS
Cidade: Campo Grande - MS
23/11/2010 a 28/11/2010 – 21ª Feira Nacional de Artesanato
Setor: Artesanato, Artes e Coleções
Local: Expominas
Cidade: Belo Horizonte - MG
24/11/2010 a 16/03/2011 – 4ª Coletiva do Artesanato de Mato Grosso do Sul
Setor: Artesanato, Artes e Coleções
Local: Casa do Artesão de Campo Grande
Cidade: Campo Grande - MS
29/11/2010 a 30/11/2010 – ATENDIMENTO VIP DE BH
Setor: Jóias, Bijuterias, Pedras e Metais Preciosas
Local: Max Savassi Apart Service
Cidade: Belo Horizonte - MG
01/12/2010 a 03/12/2010 – EXPOSYSTEMS
Setor: Comunicação, Divulgação e Publicidade
Local: Palácio das Convenções do Anhembi
Cidade: São Paulo - SP
03/12/2010 a 12/12/2010 – FAMI
Setor: Diversos
Local: Centro de Convenções do Ceará
Cidade: Fortaleza - CE
10/12/2010 a 19/12/2010 – 4ª Multifeira Shopping da Moda
Setor: Textil, Confecção e Vestuário
Local: Centro de Convenções de Maceió
Cidade: Maceió - AL
14/01/2011 a 30/01/2011 – FEIRA DOS ESTADOS E NAÇÕES - Edição João Pessoa
Setor: Artesanato, Artes e Coleções
Local: Jangada Clube
Cidade: João Pessoa - PB
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17/01/2011 a 20/01/2011 – COUROMODA
Setor: Coureiro / Calçadista - Calçados e Artefatos, Máquinas e Componentes
Local: Pavilhão de Exposições do Parque Anhembi
Cidade: São Paulo - SP
18/01/2011 a 21/01/2011 – FIT 0/16 - Edição Outono/Inverno
Setor: Textil, Confecção e Vestuário
Local: Expo Center Norte - Pavilhão Azul
Cidade: São Paulo - SP
19/01/2011 a 20/01/2011 – PREMIÈRE BRASIL
Setor: Textil, Confecção e Vestuário
Local: Transamerica Expo Center
Cidade: São Paulo - SP
21/01/2011 a 30/01/2011 – FIART
Setor: Artesanato, Artes e Coleções
Local: Pavilhão das Dunas do Centro de Convenções
Cidade: Natal - RN
29/01/2011 a 01/02/2011 – FEIRA E CONGRESSO INTERNACIONAL DE
ODONTOLOGIA DO CENTENÁRIO
Setor: Saúde
Local: Expo Center Norte
Cidade: São Paulo - SP
02/02/2011 a 11/09/2011 – ART MUNDI - Edição Santos
Setor: Artesanato, Artes e Coleções
Local: Mendes Convention Center
Cidade: Santos - SP
03/02/2011 a 06/02/2011 – EXPO NOIVAS & FESTAS - EDIÇÃO IMIGRANTES
Setor: Diversos
Local: Centro de Exposições Imigrantes
Cidade: São Paulo - SP
07/02/2011 a 11/02/2011 – SHOW RURAL COOPAVEL
Setor: Agronegócio
Local: BR 277 Km 577
Cidade: Cascavel - PR
15/02/2011 a 17/02/2011 – NOVA SERRANA FEIRA E MODA
Setor: Coureiro / Calçadista - Calçados e Artefatos, Máquinas e Componentes
Local: Centro de Eventos
Cidade: Nova Serrana - MG
O Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras está disponível no site
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Informativo da secretaria de comércio e serviço 224

  • 2. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  2 INFORMATIVO DA SECRETARIA DE COMÉRCIO E SERVIÇOS – SCS Nº 224 – ANO 04 – Brasília, 25 de novembro de 2010 ÍNDICE Páginas 1. CRÉDITO E FINANCIAMENTO Com medo da inadimplência, comércio começa a diminuir prazos para pagamento ............................................................................................................. 03 2. COMÉRCIO – VAREJO Avon mantém foco no porta a porta e visa cliente emergente ............................... 04 3. COMÉRCIO – FRANQUIAS MDIC assina acordo de cooperação técnica com Associação Brasileira de Franchising ............................................................................................................. 05 4. COMÉRCIO – SHOPPING CENTERS Brookfield investe R$ 120 mi na expansão do Pátio Paulista ................................ 06 5. SERVIÇOS – BANCOS HSBC quer "roubar" cliente descontente ............................................................... 07 6. SERVIÇOS – PLANOS DE SAÚDE Unimed planeja compra para resistir à concorrência ............................................. 09 7. SERVIÇOS – SOFTWARE E TI Brasil e América Latina puxam resultados globais do Google ............................... 11 8. SERVIÇOS – TELECOMUNICAÇÕES Anatel abre mercado de TV a cabo para teles ....................................................... 13 9. SERVIÇOS – TURISMO Em Porto Velho, projeto associa artesanato a turismo de negócios ...................... 15 10. COMÉRCIO ELETRÔNICO Vendas de Natal pela Internet devem crescer 40% ............................................... 16 11. MICRO E PEQUENAS EMPRESAS Sebrae vai cadastrar pequenas empresas no Sicaf .............................................. 17 12. MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL Empreendedores individuais do Piauí terão linha de crédito ................................. 18 13. CURTAS 19 14. AGENDAS 20 15. FEIRAS 22
  • 3. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  3 1. Crédito e Financiamento Com medo da inadimplência, comércio começa a diminuir prazos para pagamento 24 de novembro de 2010 Fonte: Correio Braziliense Temendo uma explosão da inadimplência, as lojas de varejo já começam a reduzir o prazo de financiamento no crediário. Na contramão da estratégia praticada pelo comércio que usa o crédito mais elástico como arma para atrair as classes de renda menor, as lojas físicas e virtuais do Extra e do Pontofrio.com.br, ambos do Grupo Pão de Açúcar, deverão diminuir o número de parcelas nas vendas para aumentar o capital de giro. “O Grupo Pão de Açúcar mantém seu compromisso em oferecer os melhores preços e modalidades de crédito aos seus consumidores. A partir de um amplo estudo que envolve consumo consciente associado a hábitos e comportamentos de compra, a empresa vem adequando seus prazos de acordo com as necessidades de seus clientes”, justificou nota que o conglomerado divulgou no fim da tarde de ontem. As Casas Bahia, parte do complexo que o grupo está montando para dominar os segmentos de alimentos e eletrodomésticos, informaram que continuam dando preferência para vendas no cartão de crédito, com juros determinados pelas operadoras dos cartões. No caso de crediários abertos no sistema de carnê, os juros podem variar de 3,5 % a 6,9 % ao mês. Na opinião do economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Carlos Thadeu de Freitas Gomes, o encolhimento dos prazos pode demonstrar uma preocupação excessiva das empresas, pois a elevação da massa real de salários e a fartura de crédito têm estimulado o movimento. “A economia deve crescer bem em 2011 e o endividamento em queda contribui para boas vendas de fim de ano”, emendou. Ele reconhece, porém, que o mercado está apreensivo com as indefinições sobre os rumos da taxa de juros, pois uma possível elevação pode encarecer o crédito e frear os negócios. Combinação – O aumento do consumo deve-se à combinação da elevação da renda dos brasileiros com o acesso ao crédito, sustentado pelos bancos oficiais. O presidente do Programa de Administração de Varejo (Provar), da Fundação Instituto de Administração, Cláudio Felizone, lembrou que os prazos médios de pagamento vinham se alongando e alcançaram 540 dias, em lugar dos 506 dias verificados no ano passado, segundo informações do Banco Central. “Estranho esse anúncio (do Pão de Açúcar), porque o varejo como um todo faz movimento de alongamento dos prazos”, afirmou Felizone. O presidente do Provar disse que o aumento da taxa de juros não deverá provocar redução do consumo, porque em ocasiões recentes as vendas permaneceram elevadas mesmo com aumento dos juros. O vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel José Ribeiro de Oliveira, avaliou que a redução do número de parcelas poderá gerar um impacto negativo no volume de vendas das empresas. O bom momento econômico do país e a queda dos níveis de inadimplência para 6% até setembro alongaram os prazos médios de pagamento e proporcionaram aumento nos lucros do varejo. “Isso pode ser uma estratégia das empresas para antecipar as vendas de fim de ano e chamar a atenção dos consumidores para melhores financiamentos”, completou. http://www.varejista.com.br/noticias/2136/com-medo-da-inadimplencia-comercio-comeca-a- diminuir-prazos-para-pagamento Voltar ao Índice
  • 4. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  4 2. Comércio – Varejo Avon mantém foco no porta a porta e visa cliente emergente 25 de novembro de 2010 Fonte: DCI Na contramão do mercado de cosméticos e beleza, que começa a abrir lojas conceito e ampliar o posicionamento de vendas no varejo, a Avon diz que manterá suas raízes na venda porta a porta, e prevê crescimento para o próximo ano de maneira orgânica e no ritmo da economia. Além disso, o foco em responsabilidade social chama a atenção com investimentos em campanhas contra a violência doméstica e o câncer de mama, para envolver as clientes em conceitos de saúde e bem-estar. Para abocanhar o aumento da renda e fidelizar a clientela que também saltou da classe C para a B, a empresa ainda se posiciona com novo layout e campanhas com cantoras e atrizes famosas. A ação da Avon parece vir para se contrapor a uma das suas principais concorrentes, a Natura, que também investe na captação de revendedores e mantém suas campanhas voltadas à preservação do meio ambiente. A Natura tem aumentado o foco de produtos com insumos da Amazônia, e recentemente passou a adotar ilhas de produtos exclusivos da marca com prateleiras dentro de lojas nos aeroportos (Duty Free Shop), com os itens posicionados inclusive ao lado de produtos de marcas como L'Occitane e Victoria's Secret - tudo isso para chamar a atenção no segmento de luxo, e envolver os turistas e consumidores da alta renda que frequentam as lojas exclusivas no trânsito das viagens internacionais. http://www.gsmd.com.br/port/abre_mercadoconsumo.aspx?id=8971 Voltar ao Índice
  • 5. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  5 3. Comércio – Franquias MDIC assina acordo de cooperação técnica com Associação Brasileira de Franchising 23 de novembro de 2010 Fonte: Portal MDIC O secretário de Comércio e Serviços (SCS) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Edson Lupatini, e o diretor-presidente da Associação Brasileira de Franchising (ABF), Ricardo Figueiredo Bomeny, assinaram acordo de cooperação técnica para promover o setor brasileiro de franquias e apoiar o desenvolvimento de ações que possibilitem maior competitividade no país e no exterior. O extrato do acordo foi publicado hoje (23/11), no Diário Oficial da União, Seção 3, página 146. Para a realização dos objetivos instituídos, as duas partes se comprometem a estabelecer uma agenda técnica, apoiar ações para o desenvolvimento e consolidação do sistema brasileiro de franquias, elaborar propostas de apoio à sustentabilidade do setor, identificar entraves administrativos e regulatórios, dentre outros compromissos. O MDIC e a ABF ainda vão desenvolver medidas a fim de promover o comércio exterior e a internacionalização do setor brasileiro de franquias por meio de identificação de países alvo e de projetos de interesse comum. Para o diretor do Departamento de Políticas de Comércio e Serviços (Decos), Maurício do Val, esse ajuste do MDIC/SCS e da ABF formaliza o compromisso de continuidade dos trabalhos conjuntos desenvolvidos pelas duas instituições em prol da consolidação crescente dos negócios do franchising no Brasil e da ampliação da internacionalização das franquias brasileiras. “Outro aspecto importante dos trabalhos em conjuntos é a criação do cadastro nacional de franquias (franqueadoras e franqueadas), que representará ferramenta essencial para a elaboração de políticas públicas mais assertivas para o setor, possibilitando um conhecimento melhor do universo das empresas, sua distribuição regional e peculiaridades de cada um dos segmentos produtivos que se utilizam desse modelo de negócio", ressalta do Val. O acordo possui título gratuito e não implica em compromissos financeiros ou transferências de recursos entre os partícipes. Ele terá de vigência de 36 meses, podendo ser prorrogado por até 60 meses. Acordo Confea – O DOU também publicou hoje o extrato do acordo de cooperação técnica entre o MDIC e o Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea) para conjugar esforços a fim de realizar atividades voltadas a promover e discutir os serviços de engenharia, arquitetura e agronomia. O acordo não envolve a transferência de recursos financeiros e tem prazo de vigência de três anos a contar da data da sua assinatura, podendo ser prorrogado por igual período. http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/noticia.php?area=4&noticia=10247 Voltar ao Índice
  • 6. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  6 4. Comércio – Shopping Centers Brookfield investe R$ 120 mi na expansão do Pátio Paulista 25 de novembro de 2010 Fonte: DCI Apesar de a briga estar forte entre as empresas que estão de olho nos consumidores emergentes, a alta renda continua nos planos das grandes empresas do varejo e é alvo dos shopping centers. Em São Paulo, a disputa pela fidelização desses consumidores vai ganhar mais um concorrente depois da entrada do Shopping Cidade Jardim e do Vila Olímpia no segmento, para disputar com o Shopping Iguatemi. A Brookfield Shopping Centers anuncia a terceira fase da expansão do Shopping Pátio Paulista, localizado nos arredores da Avenida Paulista, com aportes médios de R$ 120 milhões, visando assim a ampliar ainda mais a presença das classes A e B no local. A expansão do Shopping Pátio Paulista teve início em 2007, e já houve ampliação na área das lojas. Houve reforma da fachada, além de novo cinema para os visitantes. A terceira fase, anunciada pouco depois do aniversário de 21 anos do empreendimento, comemorado no dia 13 de novembro, está prevista para ser entregue no segundo trimestre de 2012 e criará espaço para a implantação de 60 novas lojas, uma nova praça de alimentação gourmet, uma sala de teatro para 500 pessoas e cinco novos pisos que serão construídos da rua para cima e se juntarão aos atuais cinco do shopping. Além disso, serão feitas 500 novas vagas de estacionamento, novos elevadores, escadas e novas entradas. Hoje, o shopping possui 231 lojas e nove salas de cinema em seus cinco pisos, além de três destinados a vagas de estacionamento. Ao todo, serão construídos novos 10 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL), que se juntarão aos atuais 78,1 mil metros quadrados que o empreendimento possui. Serão investidos R$ 120 milhões nas obras da nova fase da expansão do centro de compras, que virão da Brookfield e de três outros sócios que atualmente comandam o Shopping Pátio Paulista. Uma consequência das duas fases anteriores da expansão foi uma alteração no público-alvo do shopping. Atualmente, o Pátio Paulista recebe um fluxo de 748 mil pessoas por mês. Destes, 78% são consumidores das classes A e B. Agora, o objetivo é consolidar o Pátio Paulista como um shopping voltado para consumidores de alta renda. De acordo com a superintendente do mall, Consuelo Gradim, depois da conclusão da terceira etapa da expansão as mudanças serão para adequar as lojas ao público que visita o Pátio Paulista. "Depois de ampliar o que já existe, vamos substituir o que não é compatível com o que o shopping é hoje." Com a alteração do público-alvo, o Pátio Paulista busca ser uma alternativa para consumidores de alta renda que passam diariamente na Avenida Paulista, o principal centro financeiro do País, além de concorrer com outros centros voltados para as classes mais altas, como os shoppings Iguatemi, Cidade Jardim e Vila Olímpia. A Brookfield Shopping Centers, braço do grupo de investimentos estrangeiro Brookfield Asset Management cujo CEO é Bayard Lima, atualmente administra 16 centros de compras de médio e grande porte em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. No Brasil, o grupo atua ainda nos setores imobiliário, de energia renovável, agropecuário, florestal, financeiro e de corretagem de seguros. http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=7&id_noticia=351743&editoria Voltar ao Índice
  • 7. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  7 5. Serviços – Bancos HSBC quer "roubar" cliente descontente 25 de novembro de 2010 Fonte: Valor Econômico Varejo: Banco investe R$ 372 milhões para dobrar quadro de gerentes até 2012 e atender a alta renda No disputado varejo bancário brasileiro, o HSBC agora tenta ocupar brechas de mercado para crescer. Enquanto as grandes instituições financeiras seguem o rastro da massa de consumidores das classes C e D, o HSBC restringe seu foco de atuação na alta renda. A ideia é "roubar" da concorrência clientes insatisfeitos, especialmente daqueles bancos que passaram recentemente por processos de fusão. Para que a migração da turma dos descontentes tenha êxito, o HSBC promete aprimorar o atendimento ao público. Vai investir R$ 372 milhões na contratação 2,5 mil gerentes de relacionamento até 2012, dobrando sua "linha de frente" para 5 mil pessoas. O banco espera, com isso, uma redução de aproximadamente 40% do número de clientes atendidos por gerente, para cerca de 250 - além de uma ampliação da carteira de clientes "Premier", nesse mesmo período, de 370 mil para 500 mil. Elaborado ao longo de 2009, o novo plano para o varejo está sendo executado pelo argentino Sebastian Arcuri, que chegou de Cingapura há cinco meses para comandar as operações no segmento de pessoas físicas no Brasil, em substituição a Henrique Frayha, conforme adiantou o Valor. "Não vamos ser o maior banco, mas sim o melhor", discursa Arcuri. Para um banco que, no início da década, arrematou a promotora de vendas Losango por US$ 480 milhões com o objetivo de crescer no crédito ao consumo, não deixa de ser uma guinada e tanto. A estratégia, daqui para frente, é ater-se à alta renda, mas investindo sobre os clientes de outros bancos para ampliar as atividades no Brasil. "Detectamos em pesquisas de mercado uma certa insatisfação dos clientes de bancos que passaram por processos de fusão", conta Arcuri. "Saíram do mercado 'players' que ocupavam um espaço importante, num nicho de consumidores que é nosso foco", acrescenta ele. Brigar de igual para igual com Bradesco, Itaú e Banco do Brasil, de fato, está cada vez mais difícil. Ou o HSBC parte para as compras - e o espaço para aquisições relevantes hoje é exíguo -, ou investe pesado em expansão da rede. O banco inglês tem hoje 893 agências no Brasil que, segundo Arcuri, cobrem 97% dos municípios considerados estratégicos para o grupo. Uma ampliação dos pontos de atendimento não está descartada. "Vamos tratar isso até o fim de 2011", diz Arcuri. Mas a tendência é que a abertura de agências ocorra de forma pontual. Na avaliação de Celso Grisi, presidente do instituto de pesquisa Fractal, a presença do HSBC no Brasil está fadada a permanecer nesse mesmo patamar "intermediário" em que se encontra hoje. E isso não é, necessariamente, negativo. "O HSBC escolheu a Ásia para fazer atendimento em massa", diz. "Como um banco global, precisa estar nos demais países, mas daí prefere entrar de maneira seletiva." A nova proposta de varejo do HSBC para o Brasil é considerada apropriada pelo especialista, que há 23 anos produz estudos de mercado para a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). "O público que ele pretende atrair é sensível à proposta de oferta de uma rede de serviços e produtos internacionais." Grisi lembra ainda que não só os
  • 8. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  8 insatisfeitos podem vir a abrir uma conta no banco inglês, mas também aquelas pessoas que costumam trabalhar com mais de um banco e que, devido às recentes fusões, ficaram desguarnecidas. Até mesmo a recente criação do segmento "Advance" no HSBC, um nível intermediário entre o varejo tradicional e o nicho Premier - no qual ficam os clientes com renda mensal entre R$ 3,5 mil e R$ 5 mil -, atende ao propósito de se estabelecer entre correntistas abonados. No atual cenário de rápida mobilidade social, a meta, em última instância, é captar potenciais candidatos ao segmento Premier, público que chega a ser quatro vezes mais rentável para o banco. Em três anos, o objetivo é que o topo da pirâmide responda por 50% da base de clientes. Hoje, a representatividade do segmento é de 30%, se considerados os dois milhões de correntistas com limite de crédito. Batizado de "varejo inteligente", o novo modelo de gestão adotado pelo HSBC inclui também investimentos em tecnologia. Estão sendo trocadas 850 máquinas de autoatendimento. O banco lançou também uma solução que permite realizar saques em seus caixas eletrônicos sem a necessidade de cartão, utilizando apenas o número do CPF. A operação é autorizada via celular por meio do 'token' (aparelho eletrônico que origina senhas). A operação brasileira do HSBC encerrou junho com ativos totais de R$ 116,5 bilhões e lucro líquido de R$ 423,2 milhões. http://www.fazenda.gov.br/resenhaeletronica/MostraMateria.asp?page=&cod=684548 Voltar ao Índice
  • 9. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  9 6. Serviços – Planos de Saúde Unimed planeja compra para resistir à concorrência 24 de novembro de 2010 Fonte: Brasil Econômico Companhia composta por 377 cooperativas que tem 1 milhão de beneficiários só havia absorvido até então empresas de sua própria rede. Aos 43 anos de vida, a Unimed prepara-se para aumentar a família. Em quase meio século a companhia composta por 377 cooperativas só absorveu empresas de sua própria rede, como por exemplo em 2001 quando a Central Nacional Unimed comprou a Unimed São Paulo. Mas agora a empresa de planos de saúde quer um forasteiro. "Estamos analisando a compra de uma empresa. Fizemos um primeiro contato", diz Mohamad Akl, presidente da companhia, sem dar mais detalhes. Dinheiro o médico diz não ser problema. Com um faturamento estimado em R$ 1,1 bilhão em 2010, Akl afirma poder usar o lucro líquido - ou as sobras como se diz no sistema de cooperativas - que deve ficar entre 3% e 4% da receita. "Também podemos solicitar investimento dos sócios", diz. A compra de uma nova empresa é o caminho que Unimed tem de percorrer se não quiser ficar para trás. Próxima de ultrapassar a marca de 1 milhão de beneficiários, até o momento a companhia mantinha-se impassível em relação ao crescimento de suas concorrentes. A Amil, com 5,1 milhões de usuários, é a que tem apresentado maior apetite para as compras e está enchendo o carrinho desde 2002. Primeiro adquiriu a Amico Saúde. Depois veio a compra das carteiras de clientes pessoas físicas da Semic e Porto Seguro. Em 2007, a companhia levou a Blue Life, Medcard e CliniHauer, período que também abriu seu capital em bolsa. No ano seguinte incorporou a Ampla, Casa de Saúde Santa Lúcia e a Life System. Em 2009 foi a vez da Medial, e, neste ano, comprou a Saúde Excelsior. Para manter sua participação de mercado, a Unimed está disposta, inclusive, a participar dos próximos leilões públicos que acontecerem. Estes leilões ocorrem quando uma empresa quebra. Nestes casos, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) intervém e coloca a carteira de beneficários da companhia falida à venda. Ganha quem estiver disposto a dar o maior lance. Em 2009, a Itálica Saúde e a empresa Ana Costa assumiram a carteira de 110 mil conveniados da Avimed através de um leilão. Como explica Carlos Octávio Ocké-Reis, técnico de planejamento e pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e ex-assessor da presidência da ANS, o momento é de concentração de mercado. "Mas não basta somente comprar empresas. A qualidade da carteira de beneficiários é importante. Uma empresa com predominância de usuários idosos e outra com muito jovens certamente apresentam riscos diferentes", afirma. Além das aquisições, a Unimed também quer impulsionar sua participação na venda de planos para as classes populares. Chamado de Unifácil, o plano desenvolvimento para este segmento custa cerca de R$ 70 e existe em sete cidades. A Unimed Porto Alegre é uma das cooperadas que trabalham com a modalidade. Para 2011, Akl espera dobrar o número de cidades atendidas pelo Unifácil. "Cada unidade da Unimed consegue criar a opção que melhor atende sua região. Nós fazemos a
  • 10. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  10 sugestão de como deve funcionar o plano, mas cada cooperada sabe das necessidades do mercado onde atuam", diz. http://www.brasileconomico.com.br/noticias/unimed-planeja-compra-para-resistir-a- concorrencia_94703.html Voltar ao Índice
  • 11. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  11 7. Serviços – Software e TI Brasil e América Latina puxam resultados globais do Google 25 de novembro de 2010 Fonte: DCI Mais da metade da receita do Google, uma das maiores empresas de Internet no mundo, já vem de fora dos Estados Unidos. De acordo com o diretor financeiro da empresa para Brasil e América Latina, Edmundo Balthazar, a região tem grande participação neste resultado. "Não falamos de dados específicos do Brasil e da América Latina, mas posso dizer que o crescimento da região está bem alinhado ao que a corporação vem fazendo em termos de mercado, e que essas regiões estão entre os locais onde o Google mais cresce no mundo", afirma. Embora apenas 30% da população tenha acesso à internet, o executivo acredita que a estabilidade econômica tem favorecido o acesso das classes C e D a esses serviços e à informação, por isso o cenário futuro é promissor. "Nós vemos o Brasil como um país de alto potencial de crescimento. Hoje o tempo de navegação dos usuários brasileiros é 16 horas diárias, compatível com os países de primeiro mundo", diz. De acordo com informações publicadas no site da empresa, no terceiro trimestre de 2010 o Google reportou lucros de US$ 7,29 bilhões, um crescimento de 23% se comparado ao registrado no mesmo período de 2009. A receita gerada pelos sites da empresa corresponde a 67% dos rendimentos do período, somando US$ 4,83 bilhões, 22% a mais que no terceiro trimestre de 2009. "Quando a gente vê que o País está crescendo e as pessoas têm acesso a computador e a internet de alta velocidade, vemos que isso vai certamente fortalecer cada vez mais o mercado on-line. Consequentemente, o Google irá cumprir sua missão, que é organizar cada informação na internet de forma fácil para que o usuário possa acessá-la na hora em que precisar", diz. A empresa iniciou suas atividades no Brasil em maio de 2005, com um escritório de vendas e apenas dez funcionários. O objetivo era promover a expansão no País e na América Latina. Inicialmente tratava-se de um escritório virtual para estruturar as operações da empresa no País com foco no mercado on-line e ad works (anúncios virtuais). Hoje, a empresa no Brasil conta com cerca de 250 funcionários. O escritório brasileiro acumula duas funções: ao mesmo tempo em que gerencia as operações do País, atua como um coordenador para a América Latina como um todo. "Atingimos um certo nível de conhecimento de mercado e a fixação de nossa presença nos produtos e serviços que o Google oferece, e agora estamos numa fase de crescimento muito grande", comemora o executivo. Balthazar conta que, como estratégia para impulsionar esse crescimento, a empresa vem investindo no desenvolvimento da inteligência local voltada para a internet. Tanto que o Google Brasil conta com um centro de desenvolvimento e pesquisa, em Belo Horizonte (MG), no qual engenheiros brasileiros desenvolvem soluções de produtos e serviços para todas as plataformas que a empresa possui. "Os engenheiros desenvolvem produtos e serviços na área de search [busca], You Tube, Orkut, Google Maps, redes sociais, enfim, melhorias e serviços para todas as plataformas que o Google oferece, que é tudo o que os usuários têm hoje. E as soluções são aplicadas tanto na América Latina quanto no mercado mundial", revela.
  • 12. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  12 Os principais produtos da empresa continuam sendo o sistema de buscas e a publicidade on-line. Para o próximo ano o foco será na difusão da plataforma Gmail e no sistema operacional Google Chrome, além das chamadas mídias ricas - as redes sociais como o You Tube e a publicidade para telefone celular. Como tendência no mercado de internet, o executivo diz que o mundo está caminhando para uma cultura wireless (internet sem fio). Por isso, ele vê com bons olhos a popularização dos tablets, não apenas porque boa parte das marcas está optando pelo sistema operacional Android (pertencente ao Google), mas porque o fato sinaliza que há uma tendência de optar por soluções abertas. "A gente vê claramente que o mundo está caminhando para um cenário de convergência de telefonia e internet wireless. As ferramentas de Android, que roda em smartphones, são fundamentais para que incentivar o crescimento de internet via celular", avalia. http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=7&id_noticia=351742&editoria Voltar ao Índice
  • 13. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  13 8. Serviços – Telecomunicações Anatel abre mercado de TV a cabo para teles 25 de novembro de 2010 Fonte: O Estado de São Paulo Medida, prevista nos novos contratos de concessão, ainda depende porém de aprovação de um projeto de lei pelo Senado As concessionárias de telefonia fixa receberam o aval da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para oferecer o serviço de TV a cabo em sua área de concessão. Depois de muita polêmica, a Anatel aprovou ontem a alteração dos contratos de concessão que vão vigorar a partir de 1.º de janeiro de 2011, excluindo a cláusula que determinava que as operadoras de telefonia fixa só poderiam explorar o serviço caso não houvesse nenhuma outra empresa operando na mesma região. Na prática, as teles ficaram a um passo de poder entrar de vez no mercado de TV a cabo e oferecer o serviço em pacotes convergentes que contemplam banda larga, telefonia fixa e telefonia móvel, faltando apenas a aprovação no Senado Federal do Projeto de Lei Complementar 116 (PLC 116, antigo PL 29), a chamada Lei do Cabo. O projeto de lei, já aprovado na Câmara dos Deputados, além de acabar com a proibição de as concessionárias oferecerem serviços de TV a cabo na área de concessão, joga por terra também a restrição do controle de operadoras de TV a cabo apenas por grupos nacionais, além de impor cotas de conteúdo nacional. Fontes do setor disseram ao Estado, porém, que temem que a alteração das regras da Anatel antes da mudança da lei no Congresso incite uma forte pressão na agência para que as novas outorgas ocorram antes mesmo da aprovação da nova Lei do Cabo. Se isso ocorrer, alertam para a enxurrada de ações na Justiça. Em seu voto, o conselheiro João Rezende, relator da matéria, acolheu as propostas apresentadas pela Superintendência de Serviços Públicos da Anatel para a ampliação das concessões, sob o argumento de que a atual configuração do mercado de TV a cabo está "estagnado e monopolizado". Rezende destacou também a possibilidade de ofertas convergentes e do aumento da concorrência no setor, o que traria um efeito benéfico sobre o mercado de banda larga, com o incremento de "redes convergentes de alta capacidade". Tarifas – Conselho Diretor da Anatel também deliberou outras alterações importantes nos contratos de concessão das empresas de telefonia fixa. Uma delas acaba com o teto das tarifas de ligações de longa distância nacionais e internacionais. O superintendente de serviços públicos da Anatel, Fernando Pádua, reconheceu que essa mudança pode implicar aumento de preços para os usuários, mas ponderou que qualquer alteração das tarifas terá de passar pelo crivo da Anatel. A medida tem impacto direto para a Embratel, hoje a única prestadora de serviços de longa distância em regime público e, por consequência, com compromisso de continuidade do serviço. "Se ela fechar, acabou (esse compromisso)", alertou. Pádua explicou que essa mudança é necessária porque hoje a Embratel tem concorrentes, como a Intelig e empresas que prestam o serviço via protocolo de internet (IP), como o Skype, que têm liberdade total tarifária e não têm compromissos de continuidade.
  • 14. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  14 Outra mudança relevante é a inclusão das receitas de interconexão (tarifas oriundas de ligações entre fixos e celulares) e prestação de serviços adicionais no cálculo da receita líquida das empresas. Do total dessas receitas, 2% são encaminhados para a União, a cada dois anos. A mudança, segundo Pádua, eleva os atuais R$ 800 milhões devidos para cerca de R$ 1,2 bilhão. http://www.fazenda.gov.br/resenhaeletronica/MostraMateria.asp?page=&cod=684533 Voltar ao Índice
  • 15. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  15 9. Serviços – Turismo Em Porto Velho, projeto associa artesanato a turismo de negócios 25 de novembro de 2010 Fonte: Agência Sebrae O melhor do trabalho desenvolvido por artesãos da capital de Rondônia será reunido em evento no Mercado Cultural dia 26 O artesanato em madeira de Porto Velho vem evoluindo nos últimos anos tanto em criatividade como em apresentação e qualidade, com identidade histórica e cultural. Uma prova disso será dada nesta sexta-feira, 26 de novembro, quando acontecerá mostra dos resultados obtidos pelo Projeto Inovação no Artesanato de Porto Velho. A exposição acontecerá no Mercado Cultural de Porto Velho, reunindo 50 peças criadas e desenvolvidas pelos artesãos atuantes no setor de souvenir e utilitários através de resíduo de madeira e outras matérias-primas regionais, enriquecidos com ícones históricos de Rondônia. São parceiras no projeto a prefeitura de Porto Velho, a Fundação Iaripuna e também a Semdestur (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Socioeconômico e Turismo). O horário da exposição será das 14h às 22h. De acordo com Carolina Carneiro, técnica da Unidade de Atendimento Coletivo do Sebrae em Rondônia e gestora do projeto, a proposta é aumentar as vendas “através da promoção e da melhoria da qualidade dos produtos artesanais, incluindo estratégias de mercado”. Especialmente na questão da madeira, cujo resíduo existe em abundância e que tinha pouco aproveitamento. Tudo começou com um projeto-piloto para estimular essa importante atividade econômica do município, oferecendo inovação à criação de produtos e “agregando o valor cultural e histórico da cidade”, reforça Carolina. Futuro – Com a mostra, também estará sendo apresentada aos demais artesãos de Porto Velho a possibilidade de mercado que eles podem explorar. “Fizemos uma pesquisa junto às lojas que comercializam produtos artesanais e todas apontaram necessidade tanto de diversificação das peças como melhoria da qualidade", acrescenta Carolina. Em um futuro próximo, a intenção dos parceiros do projeto é aumentar tanto a participação dos artesãos como a diversificação das ações de comercialização da produção, associando-a ao turismo de negócios. “Até porque existe, em parceria do Ministério do Turismo com o Sebrae Nacional, o projeto ‘Caminhos do Fazer – Guia de Produtos Associados ao Turismo’, que identificou 15 destinos turísticos por meio do artesanato. E queremos incluir Rondônia nesse projeto”, reforça Carolina Carneiro. O passo mais importante nessa direção já foi dado: a conscientização dos artesãos sobre a necessidade de melhoria de produtos, atendendo às exigências de mercado. Existe tanto espaço quanto mercado para os demais artesãos que ainda não conhecem o projeto. http://www.agenciasebrae.com.br/noticia.kmf?cod=10984205&canal=32 Voltar ao Índice
  • 16. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  16 10. Comércio Eletrônico Vendas de Natal pela Internet devem crescer 40% 24 de novembro de 2010 Fonte: Agência Sebrae Segundo previsão da empresa e-bit, faturamento do e-commerce deve chegar a R$ 15 bilhões neste ano As vendas na Internet, para o Natal, devem crescer 40% em relação a 2009, com previsão de faturamento em R$ 2,2 bilhões, segundo levantamento da e-bit, empresa especializada em informações de e-commerce. No ano passado, durante o período de 15 de novembro a 24 de dezembro, o faturamento foi de R$ 1,6 bilhão. A pesquisa também aponta que o tíquete médio do setor deve girar em torno de R$ 370,00 e que as categorias que tendem a ter melhores resultados são: Livros, Eletrônicos, Informática e Eletrodomésticos. Para o público feminino, a e-bit estima que a maior parte das vendas serão no segmento de Cosméticos e Beleza. Se os números previstos forem confirmados, o comércio eletrônico deve fechar 2010 com R$ 15 bilhões de faturamento, um crescimento nominal 40% maior ante 2009, quando o canal faturou R$ 10,6 bilhões. De acordo com Alexandre Umberti, diretor de marketing e produtos da e-bit, o aumento do comércio eletrônico está relacionado à comodidade do consumidor de realizar as compras em casa ou no escritório, evitando assim filas em shoppings centers e o trânsito característico das grandes cidades. “É uma vantagem diferencial para esses clientes”, explica Umberti, em comunicado. http://www.agenciasebrae.com.br/noticia.kmf?cod=10998537&canal=288 Voltar ao Índice
  • 17. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  17 11. Micro e Pequenas Empresas Sebrae vai cadastrar pequenas empresas no Sicaf 23 de novembro de 2010 Fonte: Agência Sebrae Conforme gerente da instituição Bruno Quick, isso amplia oportunidade para os pequenos negócios participarem das compras governamentais A partir de 2011, o Sebrae realizará o cadastramento de micro e pequenas empresas no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores (Sicaf) do Governo Federal. Esse cadastramento está previsto em convênio da instituição com o Ministério o Planejamento, Orçamento e Gestão para ampliar a participação das micro e pequenas empresas nas compras governamentais. Equipes do Sebrae começarão a ser capacitadas com este objetivo. “A entrada do Sebrae nesse processo amplia as possibilidades dos pequenos negócios participarem das compras públicas, porque a instituição tem interesse no seu crescimento, trabalha diretamente com essas empresas e conta com mais de 800 pontos de atendimento em todo o País”, avalia o gerente de políticas públicas do Sebrae, Bruno Quick. Só participam dos processos licitatórios do governo federal as empresas cadastradas no Sicaf. “Quem entra no Sistema é informado das licitações até por e-mail”, lembra o gerente, que participa em Curitiba de palestras no III Fomenta - Encontro Nacional de Oportunidades para as Micro e Pequenas Empresas nas Compras Governamentais. Oportunidade – O Fomenta é promovido pelo Sebrae, em parceria com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, para ampliar o acesso dos pequenos negócios nas compras públicas, um mercado que movimenta cerca de R$ 400 bilhões ao ano. Para Bruno Quick, trata-se de oportunidade para os empresários ampliarem suas informações e fazerem valer os benefícios que têm no acesso às compras governamentais garantidos pelo capítulo V da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar 123/06). “O que legitima esses benefícios é exatamente o uso deles pelos empresários”, lembra o gerente, destacando a importância dos debates para os empresários legitimarem as vitórias alcançadas e garantirem novas conquistas. Isso, entende, é fundamental principalmente em virtude das mudanças nas administrações públicas que ocorrem a partir de janeiro, quando assumem os novos governadores e a nova presidente do País, além de novos representantes nos poderes legislativos. “Os micro e pequenos negócios têm um reconhecimento muito grande sobre o seu papel estratégico no desenvolvimento econômico e social do País. E as janelas de oportunidades tendem a se abrir”, afirma Quick. http://www.agenciasebrae.com.br/noticia.kmf?canal=32&cod=10990556 Voltar ao Índice
  • 18. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  18 12. Microempreendedor Individual Empreendedores individuais do Piauí terão linha de crédito 24 de novembro de 2010 Fonte: Agência Sebrae Convênio entre Sebrae e Piauí Fomento também garante assistência técnica aos tomadores de recursos O Sebrae no Piauí e a Agência de Fomento e Desenvolvimento do Estado (Piauí Fomento) assinaram nesta semana convênio que prevê a criação de uma linha de crédito e apoio técnico gerencial para empreendedores individuais. A nova linha, intitulada de Piauí Fomento AcreditEI – numa referência aos empreendedores individuais, público alvo da iniciativa – prevê recursos para financiamentos fixos e semi-fixos e para capital de giro, com juros e taxas diferenciadas, numa forma de incentivar o crescimento empresarial desses empreendedores. A AcreditEI beneficiará exclusivamente os empreendedores já formalizados através do EI. No Piauí, já são mais de cinco mil empreendedores individuais que poderão ter acesso a essa nova linha de crédito. O convênio foi assinado na sede do Sebrae no Piauí, em Teresina. Qualificação - “Essa parceria vem ao encontro de uma necessidade. É uma iniciativa que vai desburocratizar e facilitar a vida dos pequenos empresários, por isso o Sebrae apóia esse projeto. Entramos com o repasse de informação e conhecimento e a Piauí Fomento com a assessoria financeira. Afinal, hoje não é necessário apenas emprestar, é preciso também assessorar os empreendedores. A AcreditEI viabiliza recursos para capital de giro e para investimentos, então temos total confiança no sucesso dessa iniciativa”, comentou o presidente do Conselho do Sebrae no Piauí, Ulysses Moraes. O diretor superintendente do Sebrae no Piauí, Delano Rocha, observou que a parceria vai muito além da interlocução entre as duas instituições. “Aqui, o Sebrae assume o compromisso de qualificar esses empreendedores. Para nós é uma enorme satisfação firmar esse convênio, para que nós possamos facilitar a vida dos EI. A intenção é que esses empreendedores possam se transformar em pequenos, médios e até grandes empresários”, disse ele. Menos burocracia - “A Piauí Fomento foi criada para possibilitar o acesso a financiamentos de forma menos burocrática. E isso já facilita bastante o nosso contato. Propusemos ao governo a criação de dois fundos, para atividades de investimento e para fundo de garantias. Queremos desburocratizar o acesso ao crédito. Estamos abertos para atender os EI e também empresários de micro e pequeno portes do Estado”, declarou o diretor presidente da Piauí Fomento, Sérgio Breuel. O diretor de Operações da Piauí Fomento, Francisco Coqueiro, destacou que a AcreditEI É foi criada com base no perfil e nas necessidades dos empreendedores individuais. "Através desse convênio, o Sebrae assume o compromisso de incentivar a formalização e a Piauí Fomento disponibiliza linha de crédito para atender esses empreendedores. Daremos aos EI atendimento personalizado, facilitando a regularização do crédito. Essa parceria é de grande importância, pois o Sebrae é um órgão reconhecido em nível nacional. Somaremos esforços e ações para o sucesso desses novos empresários”, afirmou. http://www.agenciasebrae.com.br/noticia.kmf?cod=10996406&canal=448 Voltar ao Índice
  • 19. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  19 13. Curtas 25 de novembro de 2010 Fonte: GS&MD – Gouvêa de Souza Varejo está otimista para o Natal O varejo brasileiro deve ter o melhor final de ano desde 2007. Pesquisa realizada com as 35 empresas associadas ao Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV) revela a expectativa de que as vendas avancem a taxas de dois dígitos em relação ao mesmo período do ano passado, com altas de 11,8% em novembro e 11,1% em dezembro. Se esses números se confirmarem, o varejo deverá ter um crescimento real das vendas de 7,8% em 2010, a maior taxa anual desde 2007 e ligeiramente acima dos 7,7% de 2009. O crescimento deverá ser impulsionado pelos segmentos de bens duráveis, como móveis, eletrodomésticos e materiais de construção. Cybelar passa a fazer coleta e descarte de eletrônicos A Cybelar, rede de varejo com 85 lojas no interior de São Paulo, oferece desde o início do mês a coleta e descarte de produtos eletrônicos adquiridos nas lojas da rede. A Cybelar fechou uma parceria com a Descarte Certo, empresa focada na Gestão Ambiental especializada na coleta, logística reversa e descarte desse tipo de produto. No momento da compra do produto, os consumidores podem adquirir o “Descarte Certo”, uma garantia de que o produto será descartado corretamente quando não estiver mais adequado para o uso. Para isso, o cliente deve entrar em contato com a Descarte Certo por internet ou telefone e agendar a melhor data para a retirada do produto em sua residência. O serviço é oferecido em duas modalidades: Descarte Presente, em que o cliente adquire o serviço para produtos que estão sem uso na sua casa; e o Descarte Futuro, em que o cliente compra o serviço junto com o produto novo para ter como descartá-lo corretamente quando o produto não tiver mais uso. Drogaria Onofre lança clube de descontos A Drogaria Onofre, uma das principais redes de farmácias do país, criou o Plantão Onofre, que aos sábados trará ofertas únicas e limitadas focadas nos mais de 800 mil clientes cadastrados em seu serviço online. Os produtos serão indicados por um profissional da área da saúde ou bem-estar e os descontos chegarão a 65%. A expectativa da rede é gerar um aumento de 50% no tráfego do site aos sábados. Tenco Realty quer abrir shoppings em regiões inexploradas A Tenco Realty, incorporadora de shopping centers de Minas Gerais, pretende crescer abrindo empreendimentos em cidades sem shoppings. A empresa lançou recentemente dois malls, em Betim (MG) e Taubaté (SP), está construindo outro em Macapá (AP) e já projeta mais dois no Nordeste e Sudeste. Nos três primeiros, que devem ficar prontos em 2012, a companhia investiu R$ 575 milhões. O alvo são cidades com população entre 300 mil e 500 mil habitantes, que comportam shoppings com média de 25 mil metros quadrados de área bruta locável. Voltar ao Índice
  • 20. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  20 14. Agendas SECRETARIA DE COMÉRCIO E SERVIÇOS 26 de novembro de 2010 Despacho Interno. 29 de novembro de 2010 Despacho Interno. 30 de novembro de 2010 Despacho Interno. DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS DE COMÉRCIO E SERVIÇOS 26 de novembro de 2010 16:30 – Reunião com o Diretor do DNRC Assunto: Pauta do CGSIM 29 de novembro de 2010 Reunião Extraordinária do Comitê de Comércio Exterior do Fórum das MPE Local: Vitória - ES Reunião do Grupo de Contratações Públicas do Mercosul 30 de novembro de 2010 09:30 – Reunião Plenária Brasil-Paraguai 10:00 – 76ª Reunião Ordinária do COFIG. Local: MDIC 10:00 – GATT CGSIM Local: MDIC 15:00 – Reunião do Grupo de Contratações Públicas do Mercosul 15:00 – Reunião Grupo de Serviços Brasil-Paraguai
  • 21. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  21 DEPARTAMENTO DE MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS 26 de novembro de 2010 Participar no 6º Encontro Estadual de ME E EPP do Pará Local: Belém - PA 29 de novembro de 2010 10:00 – V Reunião da Comissão Assessora para Implementação do Fundo Mercosul de Garantias para MPE´S. Local: Ministério da Fazenda 30 de novembro de 2010 10:00 – V Reunião da Comissão Assessora para Implementação do Fundo Mercosul de Garantias para MPE´S. Local: Ministério da Fazenda 15:00 – Reunião de Apresentação do Projeto Feira de Artesanato de Caxias do Sul – Mão da Terra. Sra. Valdirene Correia – Representante. Sra. Karine Ramera – Diretora Local: MDIC Voltar ao Índice
  • 22. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  22 15. Feiras 11/11/2010 a 30/11/2010 – 5º Salão de Negócios Imobiliários da Bahia Setor: Construção Civil e Arquitetura Local: Centro de Convenções da Bahia Cidade: Salvador - BA 12/11/2010 a 17/12/2010 – 4ª Feira Natalina do Artesanato de Mato Grosso do Sul Setor: Artesanato, Artes e Coleções Local: Mezanino do Memorial da Cultura e Cidadania - FCMS Cidade: Campo Grande - MS 23/11/2010 a 28/11/2010 – 21ª Feira Nacional de Artesanato Setor: Artesanato, Artes e Coleções Local: Expominas Cidade: Belo Horizonte - MG 24/11/2010 a 16/03/2011 – 4ª Coletiva do Artesanato de Mato Grosso do Sul Setor: Artesanato, Artes e Coleções Local: Casa do Artesão de Campo Grande Cidade: Campo Grande - MS 29/11/2010 a 30/11/2010 – ATENDIMENTO VIP DE BH Setor: Jóias, Bijuterias, Pedras e Metais Preciosas Local: Max Savassi Apart Service Cidade: Belo Horizonte - MG 01/12/2010 a 03/12/2010 – EXPOSYSTEMS Setor: Comunicação, Divulgação e Publicidade Local: Palácio das Convenções do Anhembi Cidade: São Paulo - SP 03/12/2010 a 12/12/2010 – FAMI Setor: Diversos Local: Centro de Convenções do Ceará Cidade: Fortaleza - CE 10/12/2010 a 19/12/2010 – 4ª Multifeira Shopping da Moda Setor: Textil, Confecção e Vestuário Local: Centro de Convenções de Maceió Cidade: Maceió - AL 14/01/2011 a 30/01/2011 – FEIRA DOS ESTADOS E NAÇÕES - Edição João Pessoa Setor: Artesanato, Artes e Coleções Local: Jangada Clube Cidade: João Pessoa - PB
  • 23. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS                      Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  23 17/01/2011 a 20/01/2011 – COUROMODA Setor: Coureiro / Calçadista - Calçados e Artefatos, Máquinas e Componentes Local: Pavilhão de Exposições do Parque Anhembi Cidade: São Paulo - SP 18/01/2011 a 21/01/2011 – FIT 0/16 - Edição Outono/Inverno Setor: Textil, Confecção e Vestuário Local: Expo Center Norte - Pavilhão Azul Cidade: São Paulo - SP 19/01/2011 a 20/01/2011 – PREMIÈRE BRASIL Setor: Textil, Confecção e Vestuário Local: Transamerica Expo Center Cidade: São Paulo - SP 21/01/2011 a 30/01/2011 – FIART Setor: Artesanato, Artes e Coleções Local: Pavilhão das Dunas do Centro de Convenções Cidade: Natal - RN 29/01/2011 a 01/02/2011 – FEIRA E CONGRESSO INTERNACIONAL DE ODONTOLOGIA DO CENTENÁRIO Setor: Saúde Local: Expo Center Norte Cidade: São Paulo - SP 02/02/2011 a 11/09/2011 – ART MUNDI - Edição Santos Setor: Artesanato, Artes e Coleções Local: Mendes Convention Center Cidade: Santos - SP 03/02/2011 a 06/02/2011 – EXPO NOIVAS & FESTAS - EDIÇÃO IMIGRANTES Setor: Diversos Local: Centro de Exposições Imigrantes Cidade: São Paulo - SP 07/02/2011 a 11/02/2011 – SHOW RURAL COOPAVEL Setor: Agronegócio Local: BR 277 Km 577 Cidade: Cascavel - PR 15/02/2011 a 17/02/2011 – NOVA SERRANA FEIRA E MODA Setor: Coureiro / Calçadista - Calçados e Artefatos, Máquinas e Componentes Local: Centro de Eventos Cidade: Nova Serrana - MG O Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras está disponível no site Voltar ao Índice