O documento descreve o massacre de 111 presos na Casa de Detenção de São Paulo (Carandiru) em 1992, quando a polícia invadiu a prisão após uma rebelião. Embora 74 policiais tenham sido condenados, nenhum cumpriu pena na prisão. O documento também discute a superlotação crônica da prisão, que abrigava mais do que o dobro de sua capacidade.