Agrupamento de Escolas de Sobreira
                          Biblioteca Escolar
                        Ano Letivo 2012 / 2013



                                   Personalidades históricas




Infante
D. Henrique



     Filho do rei D. João I e de D. Filipa de Lencastre, o
infante D. Henrique nasceu na cidade do Porto em
1394, vindo a falecer em 1460.
     Ficou conhecido por «O Navegador», mas foi-o de
terra firme. Esta designação advém da forma como
protegeu e instigou as primeiras viagens
expansionistas, ficando para sempre ligado a este
glorioso período da História de Portugal, sendo
decisiva a sua acção no norte de África e no Atlântico.
O cronista Gomes Eanes de
Zurara, na «Crónica da Guiné», traça o
seu retrato psicológico, realçando as
suas qualidades virtuosas, como a
castidade e o facto de não beber vinho.
     Segundo o seu relato, D. Henrique
era um trabalhador aplicado, que para
dedicar o tempo necessário aos seus
projetos, suprimia as horas de repouso
noturno.
     A D. Henrique devem-se feitos
como a tomada de Ceuta, em parceria
com seu pai e irmãos e o povoamento
das «descobertas» ilhas atlânticas,
particularmente notável na Madeira.


     Assim, o Infante D. Henrique
passou a ser uma das personagens de
eleição do nacionalismo português,
que dominou durante o Estado Novo,
representando    a     coragem,   o
dinamismo e o espírito empreendedor
do povo português.


                          Prof. Vítor Neves

Infante d. henrique

  • 1.
    Agrupamento de Escolasde Sobreira Biblioteca Escolar Ano Letivo 2012 / 2013 Personalidades históricas Infante D. Henrique Filho do rei D. João I e de D. Filipa de Lencastre, o infante D. Henrique nasceu na cidade do Porto em 1394, vindo a falecer em 1460. Ficou conhecido por «O Navegador», mas foi-o de terra firme. Esta designação advém da forma como protegeu e instigou as primeiras viagens expansionistas, ficando para sempre ligado a este glorioso período da História de Portugal, sendo decisiva a sua acção no norte de África e no Atlântico.
  • 2.
    O cronista GomesEanes de Zurara, na «Crónica da Guiné», traça o seu retrato psicológico, realçando as suas qualidades virtuosas, como a castidade e o facto de não beber vinho. Segundo o seu relato, D. Henrique era um trabalhador aplicado, que para dedicar o tempo necessário aos seus projetos, suprimia as horas de repouso noturno. A D. Henrique devem-se feitos como a tomada de Ceuta, em parceria com seu pai e irmãos e o povoamento das «descobertas» ilhas atlânticas, particularmente notável na Madeira. Assim, o Infante D. Henrique passou a ser uma das personagens de eleição do nacionalismo português, que dominou durante o Estado Novo, representando a coragem, o dinamismo e o espírito empreendedor do povo português. Prof. Vítor Neves