Concurso Literário – Vencedores
                  “Árvores de Leitura”
                                                      Junho de 2011

5º ano:

               Uma árvore me falou,
               muito bem sobre a leitura.
               Esta mensagem se revelou
               numa pequena verdura.

               Todas as árvores são úteis,
               incluindo o pinheiro.
               São importantes para a saúde,
               melhores do que o dinheiro.

               Se das árvores nascem livros,
               é porque estão a ser lidos.
               Mas se das árvores nascem flores,
               é porque têm várias cores.

               Os livros são importantes
               para quem os sabe ler,
               por isso, há as escolas
               para irmos aprender.
                                                          João
                                                   5.ºE, n.º 11
6º ano:




          Árvore



          Árvore, és verde,

          Esguia, escultural e resistente.

          És vida, abrigo e alimento,

          Conselheira e fonte de oxigénio e vida.



          Encosto-me a ti,

          Oiço os sons que atravessam as tuas folhas

          E acabo este poema, gritando:

          Obrigado, árvore!



                                    Arnaldo Leão

                                             6.ºC
7º ano:

                               A árvore de leitura


    Era uma vez dois inventores, um chamava-se Luís e o outro Miguel. Eles trabalhavam
numa empresa de invenções chamada "lnventorium".

    O Luís tinha mais e melhores ideias do que o Miguel. À conta disso, o Miguel tinha
muitos ciúmes dele, por isso começou a roubar as ideias mais geniais do Luís. Quando o Luís
se apercebeu, já o Miguel lhe tinha roubado as melhores ideias.

    O Luís foi falar de imediato com o seu chefe, mas ele não acreditou. Também não podia
começar a dizer as suas ideias ao chefe, porque só o ouviria quando ele tivesse tudo no papel.

    Apesar deste contratempo, o Luís ainda tinha uma invenção de génio, que era uma
árvore de leitura. Mas o que é que ela fazia? O que a tornava tão especial? Bem, uma pessoa
chegava perto da árvore, abraçava o tronco, inseria o nome do livro que queria, e dos veios
saía um livro novinho em folha! A pessoa sentava-se debaixo dos ramos e, desfrutando
daquela refrescante sombra, deliciava-se com as novas leituras.

    Ora, o Luís sabia que esta ideia era demasiado preciosa para a perder, por isso ele teve de
engendrar um plano, que consistia no seguinte: fazia uns planos falsos e deixava-os em cima
da secretária, para o Miguel os ir lá roubar, e guardava a sete chaves os verdadeiros. Claro
que o Miguel caiu na armadilha. Então, quando ele levou ao chefe a "sua" fantástica
invenção, a árvore não funcionava e ele não conseguia explicar o porquê. Depois, chegou o
Luís com os planos verdadeiros e, como é óbvio, a árvore funcionou às mil maravilhas.

    O Luís contou todo o estratagema ao chefe, e claro que o Miguel ficou sem resposta e foi
despedido. A ideia do Luís tornou-se um sucesso e tiveram de se fazer florestas daquelas
maravilhosas árvores, porque toda a gente passou a adorar a leitura.

                                                                                 Carina Sousa

                                                                                     7.ºB, N.º7
8º ano:

          Árvores de Leitura

          Quem me dera poder ter,
          Um enorme pomar,
          Mas que fosse diferente,
          Fora do vulgar.


          Podia ter árvores diferentes,
          Tal como eu queria,
          Árvores de gramática,
          E outras de ortografia.


          Árvores de romance,
          Ou talvez de aventura,
          la ser tão fascinante,
          Uma magia pura!


          Árvores lindas e interessantes,
          Com um misto de emoções,
          Onde me posso perder,
          Longe de preocupações.


          Um pomar tão belo,
          Cheio de árvores de leitura,
          Onde a diversão não acaba,
          E a perfeição sempre perdura.




                                     Ana Rita Rodrigues Rocha.
                                                    8.ºA, N.º4
9º ano:

                              Talvez...
Gostava de acreditar
Que cada ramo de uma árvore é um sonho,
Que mesmo quando cortado volta a nascer,
E todos os anos dá fruto.

                              Ou talvez não!

Talvez as raízes sejam avós,
Talvez o tronco os nossos pais,
E, se calhar, nós é que somos os ramos:
Ganhámos folhas que podem cair,
Temos frutos que podem ser amargos,
Mas vamos crescendo...

                              Ou talvez não!

Uma árvore pode ser apenas o que aparenta:
Tem ramos para dar folhas e flores,
Flores para dar frutos,
E frutos para os outros se saciarem.
Existe sobretudo para continuar a vida do próximo.

                              Ou talvez não!

Talvez a árvore sirva apenas para o ser humano.
Porquê?
Não estou a falar do oxigénio que produz!
Refiro-me ao papel, e, se dá papel, dá livros,
E, se dá livros, proporciona-nos prazer infinito!

A interpretação é variada:
As árvores tanto podem ser feitas de sonhos como do nosso crescimento,
Podem ser para todos ou só para alguns:
Servem para ler.
Já sei!
São árvores de leitura!!


                                                                  Sofia Coutinho
                                                                       9ºB, nº 24

Trabalhos vencedores conc_literario_2011

  • 1.
    Concurso Literário –Vencedores “Árvores de Leitura” Junho de 2011 5º ano: Uma árvore me falou, muito bem sobre a leitura. Esta mensagem se revelou numa pequena verdura. Todas as árvores são úteis, incluindo o pinheiro. São importantes para a saúde, melhores do que o dinheiro. Se das árvores nascem livros, é porque estão a ser lidos. Mas se das árvores nascem flores, é porque têm várias cores. Os livros são importantes para quem os sabe ler, por isso, há as escolas para irmos aprender. João 5.ºE, n.º 11
  • 2.
    6º ano: Árvore Árvore, és verde, Esguia, escultural e resistente. És vida, abrigo e alimento, Conselheira e fonte de oxigénio e vida. Encosto-me a ti, Oiço os sons que atravessam as tuas folhas E acabo este poema, gritando: Obrigado, árvore! Arnaldo Leão 6.ºC
  • 3.
    7º ano: A árvore de leitura Era uma vez dois inventores, um chamava-se Luís e o outro Miguel. Eles trabalhavam numa empresa de invenções chamada "lnventorium". O Luís tinha mais e melhores ideias do que o Miguel. À conta disso, o Miguel tinha muitos ciúmes dele, por isso começou a roubar as ideias mais geniais do Luís. Quando o Luís se apercebeu, já o Miguel lhe tinha roubado as melhores ideias. O Luís foi falar de imediato com o seu chefe, mas ele não acreditou. Também não podia começar a dizer as suas ideias ao chefe, porque só o ouviria quando ele tivesse tudo no papel. Apesar deste contratempo, o Luís ainda tinha uma invenção de génio, que era uma árvore de leitura. Mas o que é que ela fazia? O que a tornava tão especial? Bem, uma pessoa chegava perto da árvore, abraçava o tronco, inseria o nome do livro que queria, e dos veios saía um livro novinho em folha! A pessoa sentava-se debaixo dos ramos e, desfrutando daquela refrescante sombra, deliciava-se com as novas leituras. Ora, o Luís sabia que esta ideia era demasiado preciosa para a perder, por isso ele teve de engendrar um plano, que consistia no seguinte: fazia uns planos falsos e deixava-os em cima da secretária, para o Miguel os ir lá roubar, e guardava a sete chaves os verdadeiros. Claro que o Miguel caiu na armadilha. Então, quando ele levou ao chefe a "sua" fantástica invenção, a árvore não funcionava e ele não conseguia explicar o porquê. Depois, chegou o Luís com os planos verdadeiros e, como é óbvio, a árvore funcionou às mil maravilhas. O Luís contou todo o estratagema ao chefe, e claro que o Miguel ficou sem resposta e foi despedido. A ideia do Luís tornou-se um sucesso e tiveram de se fazer florestas daquelas maravilhosas árvores, porque toda a gente passou a adorar a leitura. Carina Sousa 7.ºB, N.º7
  • 4.
    8º ano: Árvores de Leitura Quem me dera poder ter, Um enorme pomar, Mas que fosse diferente, Fora do vulgar. Podia ter árvores diferentes, Tal como eu queria, Árvores de gramática, E outras de ortografia. Árvores de romance, Ou talvez de aventura, la ser tão fascinante, Uma magia pura! Árvores lindas e interessantes, Com um misto de emoções, Onde me posso perder, Longe de preocupações. Um pomar tão belo, Cheio de árvores de leitura, Onde a diversão não acaba, E a perfeição sempre perdura. Ana Rita Rodrigues Rocha. 8.ºA, N.º4
  • 5.
    9º ano: Talvez... Gostava de acreditar Que cada ramo de uma árvore é um sonho, Que mesmo quando cortado volta a nascer, E todos os anos dá fruto. Ou talvez não! Talvez as raízes sejam avós, Talvez o tronco os nossos pais, E, se calhar, nós é que somos os ramos: Ganhámos folhas que podem cair, Temos frutos que podem ser amargos, Mas vamos crescendo... Ou talvez não! Uma árvore pode ser apenas o que aparenta: Tem ramos para dar folhas e flores, Flores para dar frutos, E frutos para os outros se saciarem. Existe sobretudo para continuar a vida do próximo. Ou talvez não! Talvez a árvore sirva apenas para o ser humano. Porquê? Não estou a falar do oxigénio que produz! Refiro-me ao papel, e, se dá papel, dá livros, E, se dá livros, proporciona-nos prazer infinito! A interpretação é variada: As árvores tanto podem ser feitas de sonhos como do nosso crescimento, Podem ser para todos ou só para alguns: Servem para ler. Já sei! São árvores de leitura!! Sofia Coutinho 9ºB, nº 24