O artigo discute como a imagem digital pode ser entendida como um dispositivo para a produção de subjetividade contemporânea. A imagem digital redefine o tempo de uma forma transitória e integrada a encontros, em vez de um tempo linear e cumulativo. A imagem digital também abre possibilidades para a imaginação através de combinações múltiplas e heterogêneas entre arte, tecnologia e ciência, estabelecendo novas interações entre sujeito e mundo. A simulação torna-se adequada para pensar a relação entre imagem digital e sub