Homo religiosus

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Fala sobre a questão antropológica do homem, dentro do aspecto religioso, demonstrando que o homem sempre tende para um lado religioso. O Homo Religiosus.

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Homo religiosus

  1. 1. O HOMEM E A RELIGIÃO
  2. 2. A RELIGIÃO É UMA MANIFESTAÇÃO TIPICA DO HOMEM. ELA NÃO ESTÁ PRESENTE NOS OUTROS SERES VIVOS, SÓ NO HOMEM. O FENÔMENO RELIGIOSO
  3. 3. O HOMEM ALÉM DE SOMATICUS, VIVENS, SAPIENS, VOLENS, LOQUENS, SOCIALIS, CULTURALIS, FABER, LUDEN É TAMBÉM RELIGIOSUS O FENÔMENO RELIGIOSO
  4. 4. O problema religioso no passado, mas sobretudo durante o nosso século, esteve no centro da atenção dos cultores das seguintes disciplinas: • Filosofia; • Teologia; • Crítica Histórica; • Fenomenologia; • Sociologia; PROBLEMA RELIGIOSO
  5. 5. A CRÍTICA FILOSÓFICA
  6. 6. As questões religiosas estiveram sempre presente nas fases mais importantes da história da filosofia. No período antigo se interessaram por ela Xenófanes, Protágoras, Platão, Aristóteles, Lucrécio e Plotino; na Idade Media Avicena, Averroés, Maimônides, S. Tomás, Occan; na época Moderna, Giordano Bruno, Campanella, Spinoza, Hobbes, Locke. Mas foi a partir de Humes e de Kant que a questão religiosa se tornou um dos pontos centrais da reflexão filosófica. A Crítica Filosófica
  7. 7. Os filósofos modernos perfilaram-se em duas fileiras opostas. De uma parte, alguns procuram mostrar que a religião é privada de qualquer fundamento objetivo. De outra parte, outros defendem o valor objetivo da religião, porquanto ela se fundaria em uma relação conatural do homem com a “realidade ultima”. A Crítica Filosófica
  8. 8. Feuerbach à negação da realidade religiosa e à afirmação do ateísmo. Deus é só uma ideia excogitada pelo homem com o escopo de conseguir a plena realização de si mesmo, ou seja, a realidade suprema não é Deus, mas o homem. Para Marx, a religião é um instrumento de evasão para os oprimidos e de justificação para os opressores. Ela é o ópio do povo. Segundo Comte, pai do positivismo, todo o universo procede da matéria por meio da evolução. Com o seu aparecimento tem inicio à historia, cujas fases históricas são três: religiosas, metafisicas e cientificas. A Crítica Filosófica
  9. 9. • Na época religiosa, o homem concebe uma explicação mítica dos fenômenos naturais excogitando causas sobrenaturais; • Na época metafisica, ele obtém uma explicação dos fenômenos recorrendo a princípios recônditos, tais quais substancias, acidentes, ser, etc.; • Na época positiva, enfim, ele elabora uma explicação racional cientifica das coisas por meio das leis naturais, as quais bastam sozinhas para explicar todos os fenômenos que nós constatamos. Todas as atividades e todos os ramos do conhecimento passam por esses três estágios. A Crítica Filosófica
  10. 10. Para Frederico Nietzsche “Deus morreu”. Para o autor em Assim falou Zaratustra a religião é uma engenhosa invenção dos homens, porem não dos fortes para manter sob o jugo os fracos como queria Marx, mas dos fracos para pôr um freio na potencia dos fortes. Para Sigmund Freud, mediante a psicanálise, a falta de fundamentos religiosos é dada como certa, porquanto, a seu juízo, é coisa óbvia que fora do mundo e do homem não existe outro ser. Freud conclui fazendo derivar a religião do complexo de Édipo, ou seja, da tendência natural do filho homem para possuir a mãe e eliminar o pai. A religião – como a arte, a moral, a politica – entra no processo geral de sublimação do instinto da libido por obra do superego. A Crítica Filosófica
  11. 11. Heidegger, em Sein und Zeit, a filosofia não pode dar senão um juízo negativo no que concerne à ideia de Deus. Sartre vê na ideia de Deus uma impossível tentativa de hipostatização da identificação da consciência com o ser pour-soi com l’em-soi. O seu juízo, o sujeito (o pour-soi) tende ao ideal de uma coisa que seja, com a pura consciência de si mesmo, também fundamento do seu próprio ser em si. Esse ideal é o que se pode chamar de Deus. Toda realidade humana é uma paixão, porquanto ela aponta para perder-se, para fundar o ser e para constituir de uma vez o Ser em si que foge a contingência para ser o seu próprio fundamento. Mas a ideia de Deus é contraditória e nós nos perdemos em vão: o homem é uma paixão inútil. A Crítica Filosófica
  12. 12. Rudolf Carnap, o define assim: “uma afirmação que não é traduzível em proposições de caráter empírico não é de fato uma afirmação, não diz nada; não é senão uma série de palavras vazias; e simplesmente sem sentido”. Kierkegaard proclama que a religião não pode ser reduzida a um momento lógico de um sistema geral de pensamento, porque ela pertence á esfera da existência, da vida. Ao estágio religioso não se alcança através da intuição, mas mediante a fé. O encontro com Deus não se dá na mediação da visão, mas nas trevas da fé. “A adoração é a máxima expressão da relação com Deus de um ser humano. O significado de adoração é que Deus é absolutamente tudo para quem o adora”. A Crítica Filosófica
  13. 13. Bergson, através das experiências dos místicos ele chega à existência de Deus. É preciso crer nos místicos sobre essas coisas assim como cremos nos médicos e engenheiros quando se trata de problemas relacionados com suas especialidades: uns e outros são peritos; outros sabem o que dizem. Alma e corpo, espirito e matéria, razão e intuição são inseparáveis, sendo aspectos complementares de uma mesma e única realidade. Blondel põe em relevo a importância capital com relação à filosofia, da religião. Para ele, não se dá autentica filosofia prescindindo da religião, antes, mais exatamente, prescindindo do cristianismo: verdadeira filosofia é somente a filosofia cristã, porque sem o auxilio do cristianismo nenhuma filosofia está em condições de fornecer uma solução satisfatória para os três problemas que mais preocupam os filósofos: o ser, o conhecer e o agir. A insatisfação que vibra no coração do homem postula não só a existência de um Ser absoluto, mas também a existência da ordem sobrenatural da graça. A Crítica Filosófica
  14. 14. Willian James, não crê que seja possível transformar a religião em um sistema de proposições cientificas demonstráveis apoditicamente: “A pretensão da filosofia é que a religião possa ser transformada em uma ciência apta a convencer universalmente. O fato é que a nenhuma filosofia religiosa convenceu efetivamente a massa de pensadores”. O fundamento da religião não é a religião, mas a fé. Max Scheler, reduziu a religião a um momento transitório do desenvolvimento progressivo da história humana. Em particular ele critica as tentativas de fundar a verdade da religião recorrendo a critérios extra-religiosos, como a metafisica, a moral, a cultura e concluiu com uma proclamação para procurar o fundamento da verdade da religião no próprio fenômeno religioso. A Crítica Filosófica
  15. 15. A CRÍTICA TEOLOGICA
  16. 16. Defronte à religião, também os teólogos se enfileiraram em duas alas. Como os filósofos, os teólogos católicos assumiram uma postura positiva, vendo a religião um vinculo natural, legítimo e obrigatório do homem para com o seu criador. Já os teólogos protestantes assumiram uma postura crítica, de refutação e de condenação, considerando a religião como a aberração mais grave e perniciosa da mente e do coração do homem, expressão mais clara da sua soberba. “Si quis dixerit, Deum unm et verum, creatorem et dominum nostrum per ea quae facta sunt, naturali retionis humanae lumine certo cognosci non posse, anathema sit.” A Crítica Teológica
  17. 17. A tese do valor negativo da religião e da teologia natural, que também é uma das teses centrais dos Reformadores (Lutero e Calvino), foi reproposta por Karl Barth. Deus não é e não pode nunca ser objeto das faculdades humanas cognoscitivas e da experiência humana, da intuição e do sentimento, mas é o sujeito soberanamente livre de cada desenvolvimento humano. A religião é o esforço vão que fazem os hipócritas para se criar uma verdade sem ajuda da graça. Todo vem da fé e a fé vem de Deus; nada vem do homem, porque o homem é pecador, é cego. Todas as praticas de piedade com que se transforma a fé em religião são abominações aos olhos de Deus. A Crítica Teológica
  18. 18. Rudolf Bultmann, faz apelo a razões de ordem filosófica. Como Comte, ele considera a religião um resultado da mentalidade ingênua, imatura da humanidade antiga, a qual, ignorando a causa verdadeira, autentica das coisas, excogitou toda série de seres sobrenaturais. Tarefa da demitização é justamente separar o elemento mítico-metafisico do conteúdo salvífico do Evangelho. Para Bonhoeffer, o que caracteriza o Cristo de modo inequívoco e que pode garantir um seguro fundamento par a nossa fé não é a divindade mas a caridade, a submissão total, o seu completo “ser-para-os-outros”. O “cristianismo” foi sempre uma forma (talvez a verdadeira forma) da “religião”. A Crítica Teológica
  19. 19. A Crítica Histórica, a Análise Fenomenológica e a Pesquisa Sociológica
  20. 20. O grande esquadrão dos historiadores da religião are-se com Edward B. Tylor (1832-1917) sustenta que pode aplicar o principio da evolução também às religiões e explicar com ele as suas origens e desenvolvimentos. Para ele, no campo religioso, as coisas caminharam do mesmo modo que no campo biológico, ou seja, primeiro se apresentaram as formas mais simples e imperfeitas e depois as mais complexas e perfeitas. Andrew Lang aduziu o argumento da presença de uma fé em um Deus Supremo existente junto a povos muito primitivos, como os Australianos e os Andamaneses. Ele sustentava que semelhante crença não podia absolutamente ser original e que a ideia de Deus provinha de crenças nos espíritos da natureza e do culto das almas dos antepassados. A Crítica Histórica, a Análise Fenomenológica e a Pesquisa Sociológica
  21. 21. Wilhelm Schimdt, impressionados com as descobertas de Lang, buscou corroborá-las fazendo uso de um método histórico-crítico mais rigoroso e seguro do que o do estudioso anglo-saxão. O seu método consistia em distinguir e esclarecer as estratificações históricas nas assim chamadas culturas primitivas. Raffaele Pettazzoni considera a religião como um fenômeno puramente histórico, mas ao invés de procurar a suas origens e naturezas em algumas tribos primitivas, ele busca a sua explicação no estudo das religiões em geral. Quanto à origem da religião, a seu juízo não teve lugar através de uma revelação primitiva, mas através da observação dos fenômenos da natureza: o nascimento do sol, a chuva, a aparição das estrelas, a mutação do céu, etc... A Crítica Histórica, a Análise Fenomenológica e a Pesquisa Sociológica
  22. 22. Ruldoff Otto, uma parte considerável de seus estudos é efetivamente, de índole histórica. Ele descreve com agudeza extraordinária as diferentes modalidades da experiência religiosa. Ela se configura sobretudo como sentimento do numinoso. O numinoso é uma categoria que faz parte da categoria mais complexa do “sagrado”. É uma categoria completamente inacessível à compreensão conceptual (sui generis), e constitui um arreton, algo de indefinível, inefável, exatamente como o “belo” num outro plano. Ela pertence ao domínio do “irracional” e representa o elemento mais íntimo que pertence a todas as religiões. A Crítica Histórica, a Análise Fenomenológica e a Pesquisa Sociológica
  23. 23. O numinoso, assumi dois aspectos: • Mysterium tremendum: constitui o aspecto repulsivo do numinoso; • Mysterium fascinans: constitui o aspecto atrativo ou facinante do numinoso. Porém o sagrado, além de um aspecto irracional, representado pela categoria do numinoso, reveste-se também de um aspecto racional, ele acha expressão sobretudo nos símbolos e nos dogmas. A Crítica Histórica, a Análise Fenomenológica e a Pesquisa Sociológica
  24. 24. Van der Leeuw levou a fenomenologia a método exclusivo para o estudo da natureza e essência da religião, de que procurou aprender a “intencionalidade” mediante uma descrição pormenorizada e penetrante dos dados religiosos. Ele demonstrou à irredutibilidade das representações religiosas, as funções sociais, psicológicas, ou racionais e refutou os preconceitos racionalistas que procuram explicar a religião através de algo de diferentes. A tarefa principal da fenomenologia da religião é o de explicar as estruturas internas dos fenômenos religiosos. A Crítica Histórica, a Análise Fenomenológica e a Pesquisa Sociológica
  25. 25. Mircea Eliade é um dos mais ousados estudiosos do fenômeno religioso em todos os seus múltiplos aspectos. Ele põe o principio de que a ordenação cria o fenômeno. Isso significa que, para ser entendido e interpretado corretamente, um fenômeno deve ser colocado e examinado segundo a escala que lhe é própria. Chega à conclusão cientifica de que o sagrado é um elemento estrutural da consciência e não um estágio da história e, por isso, não poderá nunca ser esquecido. Também na sociedade moderna saturada de secularização, afloram em toda parte fenômenos de redescobertas do sagrado: esse não compreende só os fenômenos que tem claramente um caráter religioso, mas também outros fenômenos que pretendem a recuperação das dimensões religiosas de uma autentica e significativa existência humana do universo. A Crítica Histórica, a Análise Fenomenológica e a Pesquisa Sociológica
  26. 26. Emile Durkhein, fez um importante estudo sociológico da religião no inicio do século. Tendo por base pesquisas sociológicas, ele havia concluído que a religião é uma projeção da experiência social. A Crítica Histórica, a Análise Fenomenológica e a Pesquisa Sociológica
  27. 27. Thomas Luckmann, quatros são as conclusões principais das suas pesquisas: A religião não é algo secundário, pelo contrario, ela constitui o núcleo primário e fundamental da interpretação que tal estrutura dá a realidade. A religião “é a forma interior da concepção do mundo de uma sociedade”. Existem duas formas de religião: A religião Elementar: é a ordem significativa, que regula a existência humana social; A religião especializada: consiste nas cristalizações históricas da forma absoluta da religião. A Crítica Histórica, a Análise Fenomenológica e a Pesquisa Sociológica
  28. 28. Nas sociedades arcaicas, as representações religiosas penetram em instituições como o parentesco, a divisão do trabalho e a regulamentação e exercício do poder. Nelas não há nada – inclusive a economia, a ecologia e os sistemas de conhecimento – se possa entender plenamente sem se referir à religião. A crise das religiões especializadas tradicionais deu origem a novas interpretações religiosas da realidade. Segundo ele, o conteúdo fundamental de todas as novas interpretações é a “autonomia do individuo”. Essa interpretações nascem na esfera privada e são “dramatizações do individuo subjetivamente autônomo em busca de realização e afirmação de si mesmo”. A Crítica Histórica, a Análise Fenomenológica e a Pesquisa Sociológica
  29. 29. “Todos os que se ocupam da ciência da religião, todos os que pretendem favorecer o desenvolvimento da religião, todos os que a querem extirpar oferecem uma definição da sua essência”. “A religião é o conjunto de conhecimento, de ações e de estruturas com que o homem exprime reconhecimento, dependência, veneração com relação ao Sagrado”. A definição, compreende dois elementos, um a respeito do sujeito e outro a respeitodo objeto. Quanto ao sujeito, ela indica a postura que o homem assume quando se exprime religiosamente. Nem toda relação com o Sagrado são atividades “religiosas”. DEFINIÇÃO DE RELIGIÃO
  30. 30. No interior da esfera religiosa o Sagrado assume características próprias, que permitem descreve-lo de modo inequívoco: a numinosidade, a misteriosidade, a majestade e o fascínio. Mas uma característica importante é a objetividade. A transcendência: se não é colocado fora do mundo, o Sagrado é sempre considerado algo que supera infinitamente o próprio mundo e tudo o que no mundo está compreendido. A axiologia assume também o papel de característica importante: o Sagrado representa o valor supremo ao qual se subordinam todos outros valores. A personalidade: o homem religioso não trata como um objeto, mas como um Tu. “Eu experimento um Tu. E eu imagino para mim sob forma de um demônio e de um deus”. DEFINIÇÃO DE RELIGIÃO
  31. 31. Determinada desse modo a essência da religião, torna-se evidente que ela se distingue da filosofia, da arte e da moral. O que a distingue da filosofia é sobretudo o elemento subjetivo. A filosofia procede abstratamente e com finalidade puramente especulativas, enquanto a religião “é uma tomada de posição pessoal que vai além do simples conhecimento da verdade; é a postura na qual todo eu se recolhe na sua singularidade”. O que distingue a religião da arte é, o elemento objetivo; a religião tem por objeto o real; a arte o ideal. Enfim religião e moral; “a primeira é encontro com Deus [...] a segunda cabe ao cuidado e a realização dos valores humanos [...]”. DEFINIÇÃO DE RELIGIÃO
  32. 32. Quanto a esse ultimo problema apontamos brevemente as quatros principais soluções que foram propostas: 1. Hipostatização das necessidades dos ideais dos homens (a solução do humanismo ateu); 2. Expressão da soberba e da vanidade da mente humana contagiada pelo pecado original (solução da teologia protestante); 3. Expressão de uma mentalidade pré-científica, própria de uma humanidade não ainda suficiente adulta (é a solução aventada por numerosos partidários da secularização); 4. Exigência fundamental do homem (solução apoiada por muitos autores espiritualistas). RELIGIÃO E ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA
  33. 33. O homem é naturalmente religioso não só de fato mas também de direito: como ele não é homem se é carente de inteligência, de vontade, de cultura, de linguagem, assim também ele não é homem se é carente de religião. “A religião tem a sua base na diferença essencial entre o homem e o animal – os animais não têm religião”. O homem tomando consciência de que ele é religioso de direito, o homem abre-se espontaneamente a um ser Superior. Em seguida ele pode adquirir conhecimento seguro através de muitos indícios , em particular o da ordem do universo. Uma vez reconhecida a existência de tal Ser, eles entram em contato com ele. RELIGIÃO E ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA
  34. 34. As implicações mais importantes são: 1. O homem é dotado de inteligência, de reflexão: é na reflexão que ele toma consciência da existência do Sagrado; 2. É dotado de liberdade: ante ao Sagrado pode responder sim ou não, pode aceita-lo ou refuta-lo. 3. Na religião, mais ainda que em qualquer outra atividade do homem, vem à luz o seu aspecto de autotranscedência. Algum autor a partir do fenômeno religioso extrai também uma outra verdade fundamental do ser do homem: ele não poderia colocar-se em relação com o sagrado se não devesse a ele a sua origem e não fosse para ele voltado como para o fim ultimo. RELIGIÃO E ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA
  35. 35. HOMO RELIGIOSUS FIM SILAS BRUNO MPS O HOMEM QUEM É ELE? BATISTA MONDINI ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA

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