 Caracterizou-se pela fusão das culturas
grega e oriental, devida á expansão do
Império Macedônico de Alexandre, o
Grande, e depois pela conquista romana.
 Certos historiadores compartilham a ideia de
que o helenismo representou um logo
momento de decadência em relação ao
esplendor da filosofia grega clássica. No
entanto outros estudiosos desfazem a ótica
depreciativa sobre o helenismo para
identifica-lo com um novo modo de ver o
mundo e a si mesmo.
 De fato o helenismo ampliou o espaço
restrito da polis grega numa visão
cosmopolita que supõe outros tipos de
solidariedade.
“O ideal da polis é substituído pelo ideal
“cosmopolita” (o mundo inteiro é uma polis), e
o home-citadino é substituído pelo homem-
indivíduo [...]”
 Fundador – Epicuro de Samos ( 341 – 270
a.C).
 Propunha que o ser humano deve buscar o
prazer, pois, segundo ele, o prazer é o
princípio e o fim de uma vida.
 Não temer os deuses, pois eles vivem no
Intermundo e não se preocupam com os
humanos.
 Não ter medo da morte, não há vida após a
morte, quando a morte existe nós não
existimos, e quando existimos ela não
existe.
 Administração racional e equilibrada do
prazer.
1. Prazer Natural e Necessário
2. Prazer Natural e não Necessário
3. Prazer não Natural e não Necessário
 Todo prazer é bom, mas nem todos devem
ser desejados.
 O indivíduo feliz é austero, moderado e
busca os prazeres simples e virtuosos,
racionalmente escolhidos.
 A virtude mais valiosa a phonesis
(prudência), escolhe o menor pensando nas
consequências.
 Síntese de sua ética chamado
Tetrapharmacon ou quatro remédios para os
males do mundo.
1. Não ter medo dos deuses.
2. Não ter medo da morte.
3. O prazer está a disposição de todos.
4. A dor não dura initerruptamente e é
facilmente suportável.
“Aceita que doí menos”
 Corrente de maior influência.
 Fundador – Zenão de Cício (332 - 262 a.C).
 Aceitar o inevitável.
 Compreender que para ser feliz o homem
deve viver de acordo com o que a natureza
determinasse.
 Não dispomos de poderes para alterar,
substancialmente, a ordem universal do
mundo.
 A compreensão é o melhor caminho para
atingir a Ataraxia (paz interior).
 Contrapunha-se ao epicurismo por
desprezar qualquer tipo de prazer,
considerado fonte de muitos males.
 A melhor maneira de conservar o seu ser é
estar em harmonia consigo mesmo.
“Como um cão”
 Fundadores – Antístenes e Diógenes.
 O homem deve procurar a si mesmo e
desprezar todos os bens materiais.
 Buscavam um novo modo de vida que
levasse á felicidade. No entanto, foram eles
que ais próximo chegaram do afrontamento
aos costumes, devido ao desprezo pelas
riquezas, honras e convenções.
 Ataraxia era então alcançada, segundo esse
filósofos, a partir de uma vida simples e de
acordo com a natureza.
 Diógenes colocou em prática suas ideias e
vivia em um barril e alimentava-se do que
recebia das pessoas. Diziam que ele andava
com uma lanterna, á procura de alguém
honesto. E certa vez, Alexandra Magno, que
o admirava, disse-lhe para pedir o que
quisesse. Ao que Diógenes respondeu: -
Não me faças sombra. Devolve meu sol.
 Cães de rua – Não perdem a paz em busca
de comida, mas comem o que aparecer. Não
se angustiam por não ter onde morar, não
tem vergonha em satisfazer suas vontades
em frente aos outros.
 Cético – Aquele que duvida.
 Fundador – Pirro de Elida.
 Verdades únicas não existiam, sendo meras
opiniões.
 Para atingir a Ataraxia o indivíduo deveria
dirigir uma indiferença (Epokhé – suspensão
do juízo) aos costumes e aos
acontecimentos da vida.
São quatro escolas filosóficas que fazem parte
do período helenístico, todas com a
preocupação em comum de buscar a Ataraxia.
 Cínicos – A fuga dos conceitos criados pelo
homem, a fuga da sociedade pode trazer a
Ataraxia.
 Céticos – Suspensão do juízo, a indiferença,
buscam a Ataraxia.
 Epicuristas - A busca pelos prazeres do dia
a dia como fonte de alimentação da alma,
trazendo Ataraxia.
 Estoicistas – “Devemos aceitar aquilo que
não podemos modificar, e modificar aquilo
que conseguimos.”

Helenismo e suas correntes

  • 2.
     Caracterizou-se pelafusão das culturas grega e oriental, devida á expansão do Império Macedônico de Alexandre, o Grande, e depois pela conquista romana.
  • 3.
     Certos historiadorescompartilham a ideia de que o helenismo representou um logo momento de decadência em relação ao esplendor da filosofia grega clássica. No entanto outros estudiosos desfazem a ótica depreciativa sobre o helenismo para identifica-lo com um novo modo de ver o mundo e a si mesmo.
  • 4.
     De fatoo helenismo ampliou o espaço restrito da polis grega numa visão cosmopolita que supõe outros tipos de solidariedade. “O ideal da polis é substituído pelo ideal “cosmopolita” (o mundo inteiro é uma polis), e o home-citadino é substituído pelo homem- indivíduo [...]”
  • 5.
     Fundador –Epicuro de Samos ( 341 – 270 a.C).  Propunha que o ser humano deve buscar o prazer, pois, segundo ele, o prazer é o princípio e o fim de uma vida.  Não temer os deuses, pois eles vivem no Intermundo e não se preocupam com os humanos.
  • 6.
     Não termedo da morte, não há vida após a morte, quando a morte existe nós não existimos, e quando existimos ela não existe.  Administração racional e equilibrada do prazer.
  • 7.
    1. Prazer Naturale Necessário 2. Prazer Natural e não Necessário 3. Prazer não Natural e não Necessário
  • 8.
     Todo prazeré bom, mas nem todos devem ser desejados.  O indivíduo feliz é austero, moderado e busca os prazeres simples e virtuosos, racionalmente escolhidos.  A virtude mais valiosa a phonesis (prudência), escolhe o menor pensando nas consequências.
  • 9.
     Síntese desua ética chamado Tetrapharmacon ou quatro remédios para os males do mundo. 1. Não ter medo dos deuses. 2. Não ter medo da morte. 3. O prazer está a disposição de todos. 4. A dor não dura initerruptamente e é facilmente suportável.
  • 10.
    “Aceita que doímenos”  Corrente de maior influência.  Fundador – Zenão de Cício (332 - 262 a.C).  Aceitar o inevitável.  Compreender que para ser feliz o homem deve viver de acordo com o que a natureza determinasse.
  • 11.
     Não dispomosde poderes para alterar, substancialmente, a ordem universal do mundo.  A compreensão é o melhor caminho para atingir a Ataraxia (paz interior).  Contrapunha-se ao epicurismo por desprezar qualquer tipo de prazer, considerado fonte de muitos males.  A melhor maneira de conservar o seu ser é estar em harmonia consigo mesmo.
  • 12.
    “Como um cão” Fundadores – Antístenes e Diógenes.  O homem deve procurar a si mesmo e desprezar todos os bens materiais.  Buscavam um novo modo de vida que levasse á felicidade. No entanto, foram eles que ais próximo chegaram do afrontamento aos costumes, devido ao desprezo pelas riquezas, honras e convenções.
  • 13.
     Ataraxia eraentão alcançada, segundo esse filósofos, a partir de uma vida simples e de acordo com a natureza.  Diógenes colocou em prática suas ideias e vivia em um barril e alimentava-se do que recebia das pessoas. Diziam que ele andava com uma lanterna, á procura de alguém honesto. E certa vez, Alexandra Magno, que o admirava, disse-lhe para pedir o que quisesse. Ao que Diógenes respondeu: - Não me faças sombra. Devolve meu sol.
  • 14.
     Cães derua – Não perdem a paz em busca de comida, mas comem o que aparecer. Não se angustiam por não ter onde morar, não tem vergonha em satisfazer suas vontades em frente aos outros.
  • 15.
     Cético –Aquele que duvida.  Fundador – Pirro de Elida.  Verdades únicas não existiam, sendo meras opiniões.  Para atingir a Ataraxia o indivíduo deveria dirigir uma indiferença (Epokhé – suspensão do juízo) aos costumes e aos acontecimentos da vida.
  • 16.
    São quatro escolasfilosóficas que fazem parte do período helenístico, todas com a preocupação em comum de buscar a Ataraxia.  Cínicos – A fuga dos conceitos criados pelo homem, a fuga da sociedade pode trazer a Ataraxia.  Céticos – Suspensão do juízo, a indiferença, buscam a Ataraxia.
  • 17.
     Epicuristas -A busca pelos prazeres do dia a dia como fonte de alimentação da alma, trazendo Ataraxia.  Estoicistas – “Devemos aceitar aquilo que não podemos modificar, e modificar aquilo que conseguimos.”