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POLO DE NOVA IGUAÇU – RJ
Curso- Administração
Professor Presencial- Anderson Sampaio
Professor EAD- Renata
ATPS
Desenvolvimento econômico
ALUNOS
Gisele Ribeiro Rolon Nunes RA: 1299183619
Neandro Santos RA: 390579
Jean Michel Soares da Silva RA: 391437
RIO DE JANEIRO-RJ
2014
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO
DESENVOLVIMENTO
ETAPA 01
ETAPA 02
ETAPA 03
ETAPA 04
CONCLUSÃO
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
DESENVOLVIMENTO – ETAPA 01
Durante o primeiro plano econômico, conseguiu-se o rápido desenvolvimento da
indústria pesada, mas alguns meses depois da implantação do segundo plano econômico
de cinco anos (1958-1962), que estava baseado nas mesmas diretrizes do primeiro
plano, a política do "Grande Salto Adiante" foi anunciada. Na agricultura, isto envolvia
a formação de comunas populares, a extinção de fúndios (terras) privadas, e o aumento
da produção por meio da maior cooperação e do esforço físico. A construção de grandes
fábricas foi continuada, e juntamente com isso, existia a iniciativa de criar uma grande
rede auxiliar de indústrias pequenas e simples, e da formação de novas fábricas, que
foram construídas e gerenciadas localmente. Porém, os camponeses chineses não
estavam preparados para o regime comunal, e logo em seguida, ocorreu uma profunda
queda da produção. Concorrentemente, os métodos de produção irregulares e
desorganizados falharam em atingir os objetivos pretendidos, já que enormes
quantidades de produtos caros e de baixa qualidade foram produzidos. O mais
notável produto nesta categoria foi o aço produzido de ferro de baixa qualidade, que não
é utilizável em construções. Durante aquela época, estas falhas foram agravadas,
juntamente com outros aspectos, pela ruptura sino-soviética, que causou o cancelamento
da assistência soviética, que tinha fornecido técnicos e projetos. Como consequência, o
país estava na eminência de um desastre econômico e humanitário durante o final da
década de1960. Mao Tse-tung auto exilou-se e afastou-se da política chinesa, e foi
sucedido por Liu Shaoqi, que fez uma revolução política no país.
A China lançou o seu plano de estímulo econômico para lidar especificamente com a
crise econômica de 2008-2009. O plano de estímulo econômico focou primariamente
em estabilizar os recursos domésticos, facilitando as restrições de crédito para hipotecas
e para pequenas e médias empresas. Além disso, o plano abaixou impostos para vendas
e para mercadorias do estado, e com isso, realizando mais investimentos públicos para o
desenvolvimento da infra-estrutura, tal como a melhora no sistema de ferrovias, de
rodovias e de portos. A partir de diversas referências históricas busca-se confrontar
algumas interpretações sobre a relação entre instituições e desenvolvimento econômico.
Argumenta-se que as relações entre base material e sociedade e entre mercado e estado
como as sugeridas pelos economistas políticos clássicos constituem um campo
explicativo alternativo ao reducionismo econômico típico das novas abordagens
institucionalistas.
ETAPA 02
Entre os Brics, a China foi a única a melhorar sua posição no ranking, subindo duas
posições para o 27.º lugar (4,84 pontos). A Índia caiu duas posições, de 49.º para 51.º,
mas com uma pequena melhoria na pontuação (4,33). A Rússia, por sua vez, ficou em
63.º lugar, com 4,24 pontos.
O Brasil caiu duas posições no ranking de competitividade elaborado pelo Fórum
Econômico Mundial, ficando acima do Chile e do México e abaixo da China e da Índia.
O estudo foi divulgado na quinta-feira (9/9).
Do 56.º, o País caiu para o 58.º, com 4,28 pontos. Para o Fórum, no entanto, o país
permaneceu estável por causa da queda de 0,02 pontos na nota, que foi considerada
leve.
A divulgação do ranking é feita quatro dias antes da Reunião Anual de Novos
Campeões 2010, em Tianjin (China). A reunião, que é chamada de "Davos de verão",
terá início em 13 de setembro.
A economia da República Popular da China é a segunda maior do mundo, sendo a
primeira a economia dos Estados Unidos da América, quando é considerada a Paridade
de Poder de Compra (PPC), com um PIB de 7,8 trilhões de dólares americanos (valores
de 2008). Considerando-se o PIB nominal é a terceira maior, ficando atrás da americana
e da japonesa, com um PIB nominal de 4,3 trilhões de dólares (valores de 2008),
quando é baseada na taxa de câmbio. [3] O Banco Central chinês, porém, anunciou ter
superado o Japão em 30 de julho de 2010. A China é a nação com o maior crescimento
econômico dos últimos 25 anos no mundo, com a média do crescimento do PIB em
torno de 10% por ano.[5] A renda per capita da China tem crescido cerca de 8% ao ano
em média nos últimos 30 anos e mais 15 em média aos 25 anos de exportação, que
reduziu drasticamente a pobreza no país, mas este rápido crescimento trouxe grandes
desigualdades na distribuição de renda.A renda per capita do país está classificada como
mediana a baixa, se comparada com os padrões mundiais, e está em cerca de 3.180
dólares por pessoa(nominal, 104º numa lista de 178 países/economias), e em 5.943
dólares por pessoa (PPP, 97º numa lista com 178 países/economias) em 2008, de acordo
com o Fundo Monetário Internacional (FMI).
Apesar do tamanho da China,grande e um pouco cabresto cabe bem de sua abundância
de recursos naturais, e de ter cerca de 20% da população mundial vivendo dentro de
suas fronteiras, o seu papel dentro da economia mundial foi relativamente pequeno por
mais de um século, começando em 1890. Porém, desde final da década de 1970, o
governo chinês reformou a economia do país, que passou de uma economia planificada
centralizada com base soviética, que era bastante fechada ao comércio internacional,
para uma economia de mercado, que tem um setor privado em rápido crescimento e que
desempenha um papel fundamental na economia global. Desde que foram introduzidas,
estas reformas ajudaram milhões de pessoas a saírem da pobreza, cujo índice encolheu
de 53% em 1981, para apenas 8% em 2001. O governo chinês chama o seu sistema
econômico de "socialismo com características chinesas", mas o que isso realmente
significa é disputado. Alguns o consideram como uma economia mista, outros o
consideram como capitalismo. [8] Embora alguns tenham dito que apenas um terço da
economia é controlado pelo estado, os setores que são estatalmente controlados são as
maiores e mais importantes indústrias. As estimativas variam sobre a porcentagem da
composição do setor privado no PIB. Segundo a OECD, o setor privado chinês domina
59,9%do PIB. [9] O setor público é dominado por 159 empresas estatais sob o controle
do governo central, em setores importantes, tais como o setor de utilidade pública,
indústrias pesadas e recursos energéticos. Estas empresas estatais possuem e controlam
dezenas de milhar de empresas subordinadas. Governos de cidades, de comunidades e
de pequenas povoações também controlam empresas estatais ou coletivas ao seu nível
local
ETAPA 03
O Brasil é uma das maiores economias do mundo, mas é ainda um país em
desenvolvimento, oferecendo grandes oportunidades de investimentos, parcerias e
comércio. Como um país em crescimento que naturalmente, enfrenta algumas
dificuldades. No entanto, estas não reduzem a sua atratividade no mercado.
A experiência tem demonstrado que os capitais estrangeiros investidos lá renderam
compensatórios retorna mesmo quando a economia não apresenta grande dinamismo. O
quinto maior país em extensão territorial, que abrange uma área superior a 8,5 milhões
de km2 e sua população tem atingiu 180 milhões de habitantes. O Produto Interno Bruto
(PIB) na área de EUA $ 500 mil lugares a sua economia entre as maiores do mundo,
principalmente quando sua produção é medida pelo PPP (Purchasing Power Parity) -
que reflete o poder de compra da mesma moeda em diferentes países. Nesta base de
comparação, a economia brasileira está dentro da dez maiores do mundo.
O investimento estrangeiro tem desempenhado um papel importante no
desenvolvimento do país desde a inicio do século passado. Inicialmente, foi concentrada
no setor de infra-estrutura, principalmente nos combustíveis e áreas de transporte e, a
partir de meados do século em diante, ele dirigiu-se à fabricação, ajudando a dinamizar
o surgimento processo de industrialização do Brasil. Nos últimos anos, o serviço sector
tem vindo a absorver a maior fatia desses investimentos, incentivou em grande medida
por programas de privatização nos setores de telecomunicações, energia e transportes.
As normas jurídicas que regem as atividades de negócios no Brasil são basicamente
previsto no federal legislação. No entanto, a Constituição permite que os Governos
Federais, dos Estados e do Distrito Federal legislem concorrentemente sobre
determinadas questões relacionadas com as atividades empresariais, tais como fiscal,
financeira e econômica, a responsabilidade por danos ambientais e de consumidores,
entre os outros. Neste caso, o Governo Federal, o poder é limitado à edição de normas
gerais sobre essas questões, que os Estados e o Distrito Federal têm competência para
legislar sobre uma complementar base, de acordo com as regras gerais previstas na
legislação federal. O Brasil oferece inúmeras oportunidades de negócios para
investidores nacionais ou estrangeiros, em virtude da sua um enorme potencial
econômico, a sua economia diversificada, e sua enorme mercado interno, agora
expandido consideravelmente, como resultado de vários acordos de comércio
internacional firmado com blocos econômicos e países em todo o mundo.
ETAPA 04
A incrível velocidade do crescimento econômico da China impressiona. O país mais
populoso do planeta é, também, o campeão no recebimento de investimentos externos.
Em 2003, conseguiu atrair 52,7 bilhões de dólares e desbancou os Estados Unidos no
ranking mundial dos países que mais receberam investimentos estrangeiros. Um dos
setores mais prestigiados é o automobilístico. Em outubro, a Ford anunciou um reforço
de um bilhão de dólares nos seus investimentos no país para os próximos anos. Apesar
do acelerado crescimento econômico, o maior desafio dos chineses, ainda é a
desigualdade social: dois terços dos chineses vivem em áreas rurais extremamente
pobres e a renda per capita é compatível com as piores do terceiro mundo. Nos centros
urbanos da China, o salário varia de 30 a 80 dólares mensais e a renda per capita é de
760 dólares anuais. No campo, onde vivem 900 milhões de chineses, se ganha menos de
250 dólares por ano. O país começou a se preparar para a abertura econômica em 1978,
quando o então líder Deng Xiaoping trocou os dogmas de Karl Marx pelos de Adam
Smith e deu uma guinada, que incluía abertura de zonas comerciais nas províncias
costeiras, o aumento de investimentos estrangeiros e a liberalização do comércio e do
mercado agrícola, tendo como ingredientes fartos subsídios, mão-de-obra barata e
repressão brutal à oposição. Foi quando sob o bordão “Enriquecer é glorioso”, que o
então país de Mao começou a experimentar os desafios e prazeres da livre iniciativa na
economia. O princípio básico do comunismo, a propriedade estatal, começou a cair por
terra em 1997, quando o Congresso chinês anunciou um gigantesco programa de
privatização. Dois anos depois, os chineses comemoraram cinqüenta anos de
comunismo ao mesmo tempo em que realizava uma manobra histórica: depois de treze
anos de negociações, fecharam um acordo para a esperada abertura de sua economia à
globalização. Foi quando em menos de uma década o país se transformou numa das
maiores economias do mundo.
Em 2001, a China oficializou sua entrada no mundo da globalização, ao ingressar de
forma definitiva na Organização Mundial do Comércio (OMC). Com um fabuloso
mercado potencial de mais de um bilhão de consumidores, o gigante oriental
representava um dos mais tentadores e difíceis mercados internacionais, mas enfim
abriu suas portas para o mundo. Com a economia globalizada, a China precisa
atualmente criar 80 milhões de empregos e, ao mesmo tempo, assimilar o golpe que
deverá arrasar setores inteiros defasados em relação à concorrência externa, como a
indústria automobilística. Já as indústrias têxteis, de calçados e de brinquedos, deverão
aumentar as exportações em 200%. A mão-de-obra barata é o grande chamariz para a
entrada de capital externo. Na maioria das regiões da China, o salário, por exemplo, na
linha de montagem é de menos de dois reais por hora. Um operário brasileiro ganho
quatro vezes mais. Um mexicano, seis vezes. Uma americana não pega no batente por
menos de um salário vinte vezes maior. Nessas condições, montar bases para exportar é
um ótimo negócio.
A China já responde por metade da produção mundial de máquinas fotográficas. Três
em cada dez aparelhos de ar condicionado e de TV produzidos são feitos lá. Mais de
25% das máquinas de lavar e 20% das geladeiras no mundo levam o selo "Made in
China”.
Há trinta anos, durante o governo Geisel, o Brasil estabeleceu relações diplomáticas
com a República Popular da China e, devido à aceitação internacional do princípio da
existência de uma só China, rompeu relações com a República da China (também
conhecida pelo nome da única província chinesa a exercer a soberania: Formosa ou
Taiwan). Era uma aposta no futuro, pois a China ainda vivia os últimos dias da era Mão
Tse-Tung, que viria a morrer em 1976. Em 1978 a China iniciou seu programa de
reformas que em um quarto de século mudou a face do país (industrialização intensiva e
um crescimento de 10% ao ano), e iniciaram a mudar o equilíbrio de forças no planeta.
Muitos pensavam nas oportunidades comerciais, cada dia maiores (a China hoje
consome 55% do cimento e 36% do aço do mundo, além de importar imensas
quantidades de alimentos e matérias primas), mas outros apostavam mais numa Parceria
Estratégica, que significa cooperação e apoio mútuo para o desenvolvimento
econômico-social, tecnológico e a construção de um mundo pacífico e multipolar. Uma
associação entre o maior país em desenvolvimento do hemisfério Norte e o maior do
Sul. Nem todos os governos souberam aproveitar a oportunidade, mas as relações foram
intensas, com os presidentes Figueiredo, Sarney, Cardoso e Lula tendo visitado a China,
que enviou vários presidentes e primeiros-ministros ao Brasil. O Brasil exportou
produtos primários como soja e ferro, além de aço, em quantidades cada vez maiores,
importando bens de consumo popular e equipamentos eletrônicos e máquinas, com uma
balança comercial favorável. Mas ao mesmo tempo, houve cooperação mútua em infra-
estrutura, com empresas brasileiras participando da construção da hidrelétrica de Três
Gargantas (a maior do mundo) e os chineses na construção de ferrovias no Brasil, por
exemplo. O projeto de satélites de sensoriamento remoto e a parceria tecnológica em
áreas de ponta, como a nuclear, são exemplos avançados de cooperação Sul-Sul (entre
países em desenvolvimento). A busca de investimentos recíprocos é um processo que
está apenas no começo.
Igualmente importante é a dimensão político-diplomática da relação bilateral. Além do
apoio chinês à candidatura do Brasil ao CS da ONU, ambos os países cooperam na
construção de um sistema mundial multipolar, que revalorize o papel da ONU, dentro
do espírito dos chamados Cinco Princípios da Coexistência Pacífica. Além disso, o
estabelecimento do G-20 (com a participação dos dois países), visando fortalecer a
posição dos países em desenvolvimento da OMC, foi um sucesso. A cooperação
bilateral é de grande vantagem, se o Brasil encarar com seriedade a parceria estratégica
e não concentrar a agenda apenas em aspectos comerciais, adotando um projeto de
desenvolvimento mais ousado.
CONCLUSÃO
Tabela 5 - Principais mercadorias da pauta de exportação brasileira para a China
NCM – DESCRIÇÃO US$ mil FOB PART. (%)
12- Sementes e frutos oleaginosos. 822.595 32,81
1201- Soja, mesmo triturada. 822.363 32,80
26 – Minérios. 605.39724,15
2601 - Minérios de ferro e seus concentrados 593.608 23,68
72 - Ferro fundido, ferro e aço 139.495 5,56
7209 – Laminados planos de ferro ou aços não ligados. 41.928 1,67
7207 - Semimanufaturados de ferro ou aços não ligados. 23.285 0,93
7210 – Laminados planos de ferro ou aços não ligados 20.525 0,82
7219 – Laminados planos de aços inoxidáveis 16.979 0,68
7202 – Ferro ligas 16.315 0,65
15 – Gorduras, óleos e ceras de origem animal ou vegetal 125.756 5,02
1507 - Óleo de soja. 124.156 4,95
SUBTOTAL 1.693.244 67,53
DEMAIS 814.013 32,47
TOTAL
Principais firmas que exportaram para a China em ordem alfabética
ADM Exportadora e Importadora AS
Bunge Alimentos AS
Cargill Agrícola SA
Cia. Vale do Rio Doce
Minerações Brasileiras Reunidas AS
Samarco Mineração AS
Principais mercadorias da pauta de importação brasileira originária da China
NCM – DESCRIÇÃO US$ mil FOB PART. (%)
85- Máquinas, aparelhos e materiais elétricos 455.037 29,29
8529 – Partes de aparelhos de reprodução e gravação de som e imagem 96.712 6,23
8522 – Partes de aparelhos de transmissão e recepção de som e imagem 44.690 2,88
27 – Combustíveis minerais 225.606 14,52
2704 – Coques 102.688 6,61
2701 – Hulhas 98.449 6,34
SUBTOTAL 680.643 43,82
DEMAIS 872.787 56,18
TOTAL 1.553.430 100,00
7219 – Laminados planos de aços inoxidáveis 16.979 0,68
7202 – Ferro ligas 16.315 0,65
15 – Gorduras, óleos e ceras de origem animal ou vegetal 125.756 5,02
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SUBTOTAL 1.693.244 67,53
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Cargill Agrícola SA
Cia. Vale do Rio Doce
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Principais mercadorias da pauta de importação brasileira originária da China
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Atps desenvolvimento economico

  • 1. POLO DE NOVA IGUAÇU – RJ Curso- Administração Professor Presencial- Anderson Sampaio Professor EAD- Renata ATPS Desenvolvimento econômico ALUNOS Gisele Ribeiro Rolon Nunes RA: 1299183619 Neandro Santos RA: 390579 Jean Michel Soares da Silva RA: 391437 RIO DE JANEIRO-RJ 2014
  • 2. SUMÁRIO INTRODUÇÃO DESENVOLVIMENTO ETAPA 01 ETAPA 02 ETAPA 03 ETAPA 04 CONCLUSÃO REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS DESENVOLVIMENTO – ETAPA 01 Durante o primeiro plano econômico, conseguiu-se o rápido desenvolvimento da indústria pesada, mas alguns meses depois da implantação do segundo plano econômico de cinco anos (1958-1962), que estava baseado nas mesmas diretrizes do primeiro plano, a política do "Grande Salto Adiante" foi anunciada. Na agricultura, isto envolvia a formação de comunas populares, a extinção de fúndios (terras) privadas, e o aumento da produção por meio da maior cooperação e do esforço físico. A construção de grandes fábricas foi continuada, e juntamente com isso, existia a iniciativa de criar uma grande rede auxiliar de indústrias pequenas e simples, e da formação de novas fábricas, que foram construídas e gerenciadas localmente. Porém, os camponeses chineses não estavam preparados para o regime comunal, e logo em seguida, ocorreu uma profunda queda da produção. Concorrentemente, os métodos de produção irregulares e
  • 3. desorganizados falharam em atingir os objetivos pretendidos, já que enormes quantidades de produtos caros e de baixa qualidade foram produzidos. O mais notável produto nesta categoria foi o aço produzido de ferro de baixa qualidade, que não é utilizável em construções. Durante aquela época, estas falhas foram agravadas, juntamente com outros aspectos, pela ruptura sino-soviética, que causou o cancelamento da assistência soviética, que tinha fornecido técnicos e projetos. Como consequência, o país estava na eminência de um desastre econômico e humanitário durante o final da década de1960. Mao Tse-tung auto exilou-se e afastou-se da política chinesa, e foi sucedido por Liu Shaoqi, que fez uma revolução política no país. A China lançou o seu plano de estímulo econômico para lidar especificamente com a crise econômica de 2008-2009. O plano de estímulo econômico focou primariamente em estabilizar os recursos domésticos, facilitando as restrições de crédito para hipotecas e para pequenas e médias empresas. Além disso, o plano abaixou impostos para vendas e para mercadorias do estado, e com isso, realizando mais investimentos públicos para o desenvolvimento da infra-estrutura, tal como a melhora no sistema de ferrovias, de rodovias e de portos. A partir de diversas referências históricas busca-se confrontar algumas interpretações sobre a relação entre instituições e desenvolvimento econômico. Argumenta-se que as relações entre base material e sociedade e entre mercado e estado como as sugeridas pelos economistas políticos clássicos constituem um campo explicativo alternativo ao reducionismo econômico típico das novas abordagens institucionalistas. ETAPA 02 Entre os Brics, a China foi a única a melhorar sua posição no ranking, subindo duas posições para o 27.º lugar (4,84 pontos). A Índia caiu duas posições, de 49.º para 51.º, mas com uma pequena melhoria na pontuação (4,33). A Rússia, por sua vez, ficou em 63.º lugar, com 4,24 pontos. O Brasil caiu duas posições no ranking de competitividade elaborado pelo Fórum Econômico Mundial, ficando acima do Chile e do México e abaixo da China e da Índia. O estudo foi divulgado na quinta-feira (9/9). Do 56.º, o País caiu para o 58.º, com 4,28 pontos. Para o Fórum, no entanto, o país permaneceu estável por causa da queda de 0,02 pontos na nota, que foi considerada leve.
  • 4. A divulgação do ranking é feita quatro dias antes da Reunião Anual de Novos Campeões 2010, em Tianjin (China). A reunião, que é chamada de "Davos de verão", terá início em 13 de setembro. A economia da República Popular da China é a segunda maior do mundo, sendo a primeira a economia dos Estados Unidos da América, quando é considerada a Paridade de Poder de Compra (PPC), com um PIB de 7,8 trilhões de dólares americanos (valores de 2008). Considerando-se o PIB nominal é a terceira maior, ficando atrás da americana e da japonesa, com um PIB nominal de 4,3 trilhões de dólares (valores de 2008), quando é baseada na taxa de câmbio. [3] O Banco Central chinês, porém, anunciou ter superado o Japão em 30 de julho de 2010. A China é a nação com o maior crescimento econômico dos últimos 25 anos no mundo, com a média do crescimento do PIB em torno de 10% por ano.[5] A renda per capita da China tem crescido cerca de 8% ao ano em média nos últimos 30 anos e mais 15 em média aos 25 anos de exportação, que reduziu drasticamente a pobreza no país, mas este rápido crescimento trouxe grandes desigualdades na distribuição de renda.A renda per capita do país está classificada como mediana a baixa, se comparada com os padrões mundiais, e está em cerca de 3.180 dólares por pessoa(nominal, 104º numa lista de 178 países/economias), e em 5.943 dólares por pessoa (PPP, 97º numa lista com 178 países/economias) em 2008, de acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI). Apesar do tamanho da China,grande e um pouco cabresto cabe bem de sua abundância de recursos naturais, e de ter cerca de 20% da população mundial vivendo dentro de suas fronteiras, o seu papel dentro da economia mundial foi relativamente pequeno por mais de um século, começando em 1890. Porém, desde final da década de 1970, o governo chinês reformou a economia do país, que passou de uma economia planificada centralizada com base soviética, que era bastante fechada ao comércio internacional, para uma economia de mercado, que tem um setor privado em rápido crescimento e que desempenha um papel fundamental na economia global. Desde que foram introduzidas, estas reformas ajudaram milhões de pessoas a saírem da pobreza, cujo índice encolheu de 53% em 1981, para apenas 8% em 2001. O governo chinês chama o seu sistema econômico de "socialismo com características chinesas", mas o que isso realmente significa é disputado. Alguns o consideram como uma economia mista, outros o consideram como capitalismo. [8] Embora alguns tenham dito que apenas um terço da economia é controlado pelo estado, os setores que são estatalmente controlados são as maiores e mais importantes indústrias. As estimativas variam sobre a porcentagem da
  • 5. composição do setor privado no PIB. Segundo a OECD, o setor privado chinês domina 59,9%do PIB. [9] O setor público é dominado por 159 empresas estatais sob o controle do governo central, em setores importantes, tais como o setor de utilidade pública, indústrias pesadas e recursos energéticos. Estas empresas estatais possuem e controlam dezenas de milhar de empresas subordinadas. Governos de cidades, de comunidades e de pequenas povoações também controlam empresas estatais ou coletivas ao seu nível local ETAPA 03 O Brasil é uma das maiores economias do mundo, mas é ainda um país em desenvolvimento, oferecendo grandes oportunidades de investimentos, parcerias e comércio. Como um país em crescimento que naturalmente, enfrenta algumas dificuldades. No entanto, estas não reduzem a sua atratividade no mercado. A experiência tem demonstrado que os capitais estrangeiros investidos lá renderam compensatórios retorna mesmo quando a economia não apresenta grande dinamismo. O quinto maior país em extensão territorial, que abrange uma área superior a 8,5 milhões de km2 e sua população tem atingiu 180 milhões de habitantes. O Produto Interno Bruto (PIB) na área de EUA $ 500 mil lugares a sua economia entre as maiores do mundo, principalmente quando sua produção é medida pelo PPP (Purchasing Power Parity) - que reflete o poder de compra da mesma moeda em diferentes países. Nesta base de comparação, a economia brasileira está dentro da dez maiores do mundo. O investimento estrangeiro tem desempenhado um papel importante no desenvolvimento do país desde a inicio do século passado. Inicialmente, foi concentrada no setor de infra-estrutura, principalmente nos combustíveis e áreas de transporte e, a partir de meados do século em diante, ele dirigiu-se à fabricação, ajudando a dinamizar o surgimento processo de industrialização do Brasil. Nos últimos anos, o serviço sector tem vindo a absorver a maior fatia desses investimentos, incentivou em grande medida por programas de privatização nos setores de telecomunicações, energia e transportes. As normas jurídicas que regem as atividades de negócios no Brasil são basicamente previsto no federal legislação. No entanto, a Constituição permite que os Governos Federais, dos Estados e do Distrito Federal legislem concorrentemente sobre determinadas questões relacionadas com as atividades empresariais, tais como fiscal, financeira e econômica, a responsabilidade por danos ambientais e de consumidores, entre os outros. Neste caso, o Governo Federal, o poder é limitado à edição de normas
  • 6. gerais sobre essas questões, que os Estados e o Distrito Federal têm competência para legislar sobre uma complementar base, de acordo com as regras gerais previstas na legislação federal. O Brasil oferece inúmeras oportunidades de negócios para investidores nacionais ou estrangeiros, em virtude da sua um enorme potencial econômico, a sua economia diversificada, e sua enorme mercado interno, agora expandido consideravelmente, como resultado de vários acordos de comércio internacional firmado com blocos econômicos e países em todo o mundo. ETAPA 04 A incrível velocidade do crescimento econômico da China impressiona. O país mais populoso do planeta é, também, o campeão no recebimento de investimentos externos. Em 2003, conseguiu atrair 52,7 bilhões de dólares e desbancou os Estados Unidos no ranking mundial dos países que mais receberam investimentos estrangeiros. Um dos setores mais prestigiados é o automobilístico. Em outubro, a Ford anunciou um reforço de um bilhão de dólares nos seus investimentos no país para os próximos anos. Apesar do acelerado crescimento econômico, o maior desafio dos chineses, ainda é a desigualdade social: dois terços dos chineses vivem em áreas rurais extremamente pobres e a renda per capita é compatível com as piores do terceiro mundo. Nos centros urbanos da China, o salário varia de 30 a 80 dólares mensais e a renda per capita é de 760 dólares anuais. No campo, onde vivem 900 milhões de chineses, se ganha menos de 250 dólares por ano. O país começou a se preparar para a abertura econômica em 1978, quando o então líder Deng Xiaoping trocou os dogmas de Karl Marx pelos de Adam Smith e deu uma guinada, que incluía abertura de zonas comerciais nas províncias costeiras, o aumento de investimentos estrangeiros e a liberalização do comércio e do mercado agrícola, tendo como ingredientes fartos subsídios, mão-de-obra barata e repressão brutal à oposição. Foi quando sob o bordão “Enriquecer é glorioso”, que o então país de Mao começou a experimentar os desafios e prazeres da livre iniciativa na economia. O princípio básico do comunismo, a propriedade estatal, começou a cair por terra em 1997, quando o Congresso chinês anunciou um gigantesco programa de privatização. Dois anos depois, os chineses comemoraram cinqüenta anos de comunismo ao mesmo tempo em que realizava uma manobra histórica: depois de treze anos de negociações, fecharam um acordo para a esperada abertura de sua economia à globalização. Foi quando em menos de uma década o país se transformou numa das maiores economias do mundo.
  • 7. Em 2001, a China oficializou sua entrada no mundo da globalização, ao ingressar de forma definitiva na Organização Mundial do Comércio (OMC). Com um fabuloso mercado potencial de mais de um bilhão de consumidores, o gigante oriental representava um dos mais tentadores e difíceis mercados internacionais, mas enfim abriu suas portas para o mundo. Com a economia globalizada, a China precisa atualmente criar 80 milhões de empregos e, ao mesmo tempo, assimilar o golpe que deverá arrasar setores inteiros defasados em relação à concorrência externa, como a indústria automobilística. Já as indústrias têxteis, de calçados e de brinquedos, deverão aumentar as exportações em 200%. A mão-de-obra barata é o grande chamariz para a entrada de capital externo. Na maioria das regiões da China, o salário, por exemplo, na linha de montagem é de menos de dois reais por hora. Um operário brasileiro ganho quatro vezes mais. Um mexicano, seis vezes. Uma americana não pega no batente por menos de um salário vinte vezes maior. Nessas condições, montar bases para exportar é um ótimo negócio. A China já responde por metade da produção mundial de máquinas fotográficas. Três em cada dez aparelhos de ar condicionado e de TV produzidos são feitos lá. Mais de 25% das máquinas de lavar e 20% das geladeiras no mundo levam o selo "Made in China”. Há trinta anos, durante o governo Geisel, o Brasil estabeleceu relações diplomáticas com a República Popular da China e, devido à aceitação internacional do princípio da existência de uma só China, rompeu relações com a República da China (também conhecida pelo nome da única província chinesa a exercer a soberania: Formosa ou Taiwan). Era uma aposta no futuro, pois a China ainda vivia os últimos dias da era Mão Tse-Tung, que viria a morrer em 1976. Em 1978 a China iniciou seu programa de reformas que em um quarto de século mudou a face do país (industrialização intensiva e um crescimento de 10% ao ano), e iniciaram a mudar o equilíbrio de forças no planeta. Muitos pensavam nas oportunidades comerciais, cada dia maiores (a China hoje consome 55% do cimento e 36% do aço do mundo, além de importar imensas quantidades de alimentos e matérias primas), mas outros apostavam mais numa Parceria Estratégica, que significa cooperação e apoio mútuo para o desenvolvimento econômico-social, tecnológico e a construção de um mundo pacífico e multipolar. Uma associação entre o maior país em desenvolvimento do hemisfério Norte e o maior do
  • 8. Sul. Nem todos os governos souberam aproveitar a oportunidade, mas as relações foram intensas, com os presidentes Figueiredo, Sarney, Cardoso e Lula tendo visitado a China, que enviou vários presidentes e primeiros-ministros ao Brasil. O Brasil exportou produtos primários como soja e ferro, além de aço, em quantidades cada vez maiores, importando bens de consumo popular e equipamentos eletrônicos e máquinas, com uma balança comercial favorável. Mas ao mesmo tempo, houve cooperação mútua em infra- estrutura, com empresas brasileiras participando da construção da hidrelétrica de Três Gargantas (a maior do mundo) e os chineses na construção de ferrovias no Brasil, por exemplo. O projeto de satélites de sensoriamento remoto e a parceria tecnológica em áreas de ponta, como a nuclear, são exemplos avançados de cooperação Sul-Sul (entre países em desenvolvimento). A busca de investimentos recíprocos é um processo que está apenas no começo. Igualmente importante é a dimensão político-diplomática da relação bilateral. Além do apoio chinês à candidatura do Brasil ao CS da ONU, ambos os países cooperam na construção de um sistema mundial multipolar, que revalorize o papel da ONU, dentro do espírito dos chamados Cinco Princípios da Coexistência Pacífica. Além disso, o estabelecimento do G-20 (com a participação dos dois países), visando fortalecer a posição dos países em desenvolvimento da OMC, foi um sucesso. A cooperação bilateral é de grande vantagem, se o Brasil encarar com seriedade a parceria estratégica e não concentrar a agenda apenas em aspectos comerciais, adotando um projeto de desenvolvimento mais ousado. CONCLUSÃO Tabela 5 - Principais mercadorias da pauta de exportação brasileira para a China NCM – DESCRIÇÃO US$ mil FOB PART. (%) 12- Sementes e frutos oleaginosos. 822.595 32,81 1201- Soja, mesmo triturada. 822.363 32,80 26 – Minérios. 605.39724,15 2601 - Minérios de ferro e seus concentrados 593.608 23,68 72 - Ferro fundido, ferro e aço 139.495 5,56 7209 – Laminados planos de ferro ou aços não ligados. 41.928 1,67 7207 - Semimanufaturados de ferro ou aços não ligados. 23.285 0,93 7210 – Laminados planos de ferro ou aços não ligados 20.525 0,82
  • 9. 7219 – Laminados planos de aços inoxidáveis 16.979 0,68 7202 – Ferro ligas 16.315 0,65 15 – Gorduras, óleos e ceras de origem animal ou vegetal 125.756 5,02 1507 - Óleo de soja. 124.156 4,95 SUBTOTAL 1.693.244 67,53 DEMAIS 814.013 32,47 TOTAL Principais firmas que exportaram para a China em ordem alfabética ADM Exportadora e Importadora AS Bunge Alimentos AS Cargill Agrícola SA Cia. Vale do Rio Doce Minerações Brasileiras Reunidas AS Samarco Mineração AS Principais mercadorias da pauta de importação brasileira originária da China NCM – DESCRIÇÃO US$ mil FOB PART. (%) 85- Máquinas, aparelhos e materiais elétricos 455.037 29,29 8529 – Partes de aparelhos de reprodução e gravação de som e imagem 96.712 6,23 8522 – Partes de aparelhos de transmissão e recepção de som e imagem 44.690 2,88 27 – Combustíveis minerais 225.606 14,52 2704 – Coques 102.688 6,61 2701 – Hulhas 98.449 6,34 SUBTOTAL 680.643 43,82 DEMAIS 872.787 56,18 TOTAL 1.553.430 100,00
  • 10. 7219 – Laminados planos de aços inoxidáveis 16.979 0,68 7202 – Ferro ligas 16.315 0,65 15 – Gorduras, óleos e ceras de origem animal ou vegetal 125.756 5,02 1507 - Óleo de soja. 124.156 4,95 SUBTOTAL 1.693.244 67,53 DEMAIS 814.013 32,47 TOTAL Principais firmas que exportaram para a China em ordem alfabética ADM Exportadora e Importadora AS Bunge Alimentos AS Cargill Agrícola SA Cia. Vale do Rio Doce Minerações Brasileiras Reunidas AS Samarco Mineração AS Principais mercadorias da pauta de importação brasileira originária da China NCM – DESCRIÇÃO US$ mil FOB PART. (%) 85- Máquinas, aparelhos e materiais elétricos 455.037 29,29 8529 – Partes de aparelhos de reprodução e gravação de som e imagem 96.712 6,23 8522 – Partes de aparelhos de transmissão e recepção de som e imagem 44.690 2,88 27 – Combustíveis minerais 225.606 14,52 2704 – Coques 102.688 6,61 2701 – Hulhas 98.449 6,34 SUBTOTAL 680.643 43,82 DEMAIS 872.787 56,18 TOTAL 1.553.430 100,00