Sistemas de Informações Geográficas  e Geoprocessamento Parte 1-  Conceitos Parte 2- Recursos de Análise e Aplicações EYMAR S.S. LOPES  -  [email_address]
PARTE 2 Consultas ao BD Geográfico Álgebra de Mapas Aplicações
Consultas a dados espaciais Mecanismos de seleção atributos descritivos “ dê-me todos os países da AL com mais de 50 milhões de habitantes” restrições espaciais “ dê-me todos os países da AL vizinhos ao Equador”
Consulta por Atributos * Tabela mostra o resultado da consulta Consulta por Expressão lógica envolvendo um ou mais atributos e visualização espacial do resultado Operadores lógicos :  =  >  <  <> AND – OR – ( )
Topológica  (toca, cruza, dentro, disjunto, etc) Direcional  (acima, a leste, ao lado, etc) Métrico  (a uma distância de, entre uma faixa de distância) Consulta Espacial
Consulta Espacial: (Topologia : Intercepta) Ex: Quais distritos interceptam a linha norte/sul do metrô ?
Consulta Espacial: (Topologia : Disjunto) Ex: Quais os polígonos disjuntos ao polígono de Vila Mariana Vila Mariana
Consulta Espacial: (Topologia : Toca) Ex: Quais os distritos vizinhos (tocam) o distrito de Vila Mariana ? Vila Mariana
Consulta Espacial: (Topologia : Dentro) Ex: Quais os municípios de Mato Grosso estão dentro da cena Landsat de órbita 224 / ponto 75 ?
Consulta Espacial: (Métrico) Ex: Quais os distritos de SP estão a uma distância de 6000 metros da linha norte-sul do metrô ?
Agrupamento por Atributo: (Renda Familiar por Passo Igual e Quantil) Agrupamento dos Distritos por Renda  Região Central: Rica Limite Central: Média Periferia Leste: Pobre Região Sul: Pobre Passo Igual Quantil
PARTE 2 Consultas ao BD Geográfico Álgebra de Mapas Aplicações
Álgebra de Mapas Geo-campos Geo-objetos Álgebra  de campos Álgebra  de objetos objetos = op (campos) campos = op (objetos)  Propriedades
Álgebra de Mapas A  partir  do  modelo  de dados foi estabelecida uma taxonomia para as diversas operações de análise geográfica: Operações sobre geo-campos, Operações sobre geo-objetos, Operações de transformação entre geo-campos e geo-objetos, Operações mistas entre geo-campos e geo-objetos.
Operações sobre : Podem ser classificadas como: Pontuais, Vizinhança ou locais, Zonais. Operações sobre Geo-campos Temático Numérico Imagem
Ponderação  Transforma  um geo-campo temático em um geo-campo numérico exemplo: mapa de solos classe peso LE 0.35 Aq 0.6 outros 0.2 Atribuição de pesos  reflete importância relativa do tema LA LV Aq LE 0.35 0.20 0.35 0.60 0.20 0.20 0.20 0.60 0.20
Fatiamento Transforma  um geo-campo numérico em um geo-campo temático A cada valor associa um tema   (inverso da ponderação) Exemplo:  Mapa de Declividade Declividade (graus) tema 0-9.0 Baixa 10.0-19.0 Média 20.0- acima Alta 5.0 8.0 3.0 20.0 5.0 10.0 15.0 12.0 10.0 Baixa Média Alta
Reclassificação Reclassificação: mudança de atributos união de classes com atributos comuns generalização do conjunto espacial exemplo: classificação do Brasil em regiões
BOOLEANAS Exemplo: Mapa de Aptidão Agrícola Operações sobre Geo-campos    OPERAÇÕES PONTUAIS PI  Temático  PI  Numérico  PI  Numérico Aptidão Agrícola  Solos  Precipitação  Declividade média mensal Boa  Latossolos  > 100mm  0 - 3.5%  Média  Podzólicos  100 - 50mm  3.5 - 12% Inapto  Litólicos  < 50mm  > 12%
MATEMÁTICAS : Exemplo: M 1  = mapa de solos ponderado M 2  = mapa de declividade onde : p   localização (ponto). l   o peso local. Operações sobre Geo-campos    OPERAÇÕES PONTUAIS M 1 M 2 M 3 0.35 0.20 0.35 0.20 0.20 0.20 0.20 0.20 0.20 3.0 8.0 5.0 10.0 15.0 5.0 12.0 20.0 10.0 0.68 0.33 0.55 0.30 0.27 0.40 0.25 0.25 0.30
Geo-campos: Operações Locais Geo-campo resultante é obtido através do valor em um ponto e mais um conjunto de pontos em uma vizinhança específica Exemplos: Mínimo, máximo, médio e moda Filtros para dados de SR Interpoladores espaciais para MNT Mapas de declividade e exposição para MNT Índices de Diversidade para Temáticos Vizinhança 3x3 Vizinhança 5x5 Vizinhança  +
São definidas sobre regiões específicas de um geo-campo de entrada, onde as restrições são fornecidas por outro geo-campo temático. Os operadores zonais incluem: média, máximo, mínimo, desvio padrão, índice de diversidade, dos valores sobre uma região especificada. Geo-campos: Operações Zonais
Exemplo: Máximo Zonal de um numérico com restrição especificada por um temático. Geo-campos: Operações Zonais Numérico Temático Numérico Restrição: mapa solos Entrada: grade de declividade Saída: máximo zonal 7.0 7.5 5.0 12.0 15.0 10.0 15.0 20.0 15.0 7.5 7.5 7.5 15.0 15.0 15.0 20.0 20.0 15.0
Operações sobre geo-campos e geo-objetos Atualização Atualização de atributos de talhões de cultura  com valores médios de níveis de cinza  de uma imagem
Operações sobre geo-campos e geo-objetos Espacialização  de atributos (nominais) Geo -Campo  Espacialização do atributo tipo de solos Geo-Objeto TABELA Atributos
Espacialização  de atributos (inteiros/reais) Operações sobre geo-campos e geo-objetos TAB. Atributos 0 - 20hab/km 2 20 - 200hab/km 2 > 200hab/km 2 Densidade Populacional Geo-Objeto Geo-Campo Temático
Operações sobre geo-campos e geo-objetos Mapas de distância gera um mapa de geo-campos contendo as distâncias de cada ponto do mapa a um(s) geo-objeto(s) de referência (representado por ponto, linha ou região) operação puramente geométrica (espacial) Exemplo: Faixas de distância ao longo de rios, estradas, lagos, etc
Mapa de distâncias Nilo Egito  Classes de distância ao rio Nilo  Determine uma faixa de  terra de 200 metros ao longo das margens da  represa de Paranaguá
Operações típicas de Geo-campos numéricos (MNT) Fatiamento do MNT Mapas de declividade e exposição Cálculo de perfis, volumes de corte e aterro Geração automática de drenagem Análise exploratória (estatística, histogramas e variogramas) Geração de superfícies por métodos determinísticos (IQD, média móvel, etc) Geração de superfície por Krigeagem
Técnicas de Interpolação  Espacial Vizinho + Próximo Inverso Distância krigeagem Média Simples Mapa Geológico
Representação de Incerteza Mapa de Teor de Argila Incerteza (max. Prob.)  Incerteza (entropia.)  0.0 0.71 0.0 1.38 Arenoso Médio Argiloso Argiloso Muito Argiloso
Inferência Geográfica Um dos aspectos mais importantes do uso dos SIG’s é em produzir novas informações a partir de um banco de dados geográficos. Tal capacidade é fundamental para aplicações como: Ordenamento territorial, Estudos de impacto ambiental, Estudos sócios-econômicos, etc . Planejamento Simulações Como combinar os dados da base de dados geográfica ?
Modelos baseados em conhecimento Dispõe de informações de entrada e de uma  metodologia a fim de encontrar zonas que satisfazem um conjunto de critérios Se os critérios são regras determinísticas o modelo aplica operadores  de lógica booleana  nos dados de entrada Dado de saída é um mapa onde cada ponto satisfaz ou não as condições do modelo Exemplo: Aptidão agrícola, depende do tipo do solo e da declividade Mapa de Aptidão Mapa de Solos Mapa de Declividade Regras ?
Inferência Booleana Combinação lógica de mapas binários através de operadores condicionais Resultado satisfaz ou não à condição, não há talvez Operadores  E  ( AND ),  OU  ( OR ), Ou EXCLUSIVO ( XOR ) e  NÃO  ( NOT ) Resultado de operadores lógicos pode ser visto através do diagrama de Venn
Inferência Booleana (voltando ao Ex.) Baixa: (Solo == Hidromorfico)  OU  (Decl == Alta)  OU ((Solo == Litossolo)  E  (Decl == Media))  OU   ((Solo == Litossolo)  E  (Decl == Baixa)), Media: ((Solo == Litossolo)  E  (Decl == MtoBaixa))  OU   ((Solo == Podzolico)  E  (Decl == Media)), Baixa: Outros casos; Sintaxe de uma operação em LEGAL Mapa de Solos Mapa de Declividade Regras
Inferência Booleana Maior vantagem da inferência booleana é a simplicidade Combinação é análoga à sobreposição de mapas Abordagem prática e fácil aplicação para limiares de corte estabelecidos por lei Na prática, normalmente não é correta a atribuição de importâncias iguais para cada critério
Média Ponderada  (voltando ao Ex.) Aptidao = 0.4 * Declividade + 0.6 * Solo Mapa de Solos Mapa de Declividade Regras Latossolo: 0.7 Podzolico: 0.5 Litossolo: 0.3 Hidromorfico: 0.1 Declividade: [0...1]
PARTE 2 Consultas ao BD Geográfico Álgebra de Mapas Aplicações
Imagens TM/Landsat na detecção de mancha de óleo na Baía da Guanabara- RJ - Brasil. X SBSR -2001
INTRODUÇÃO Detecção, controle e monitoramento dos derrames - instituições e governos - padrões de controle e legislações - Termo de Referência -IBAMA Monitoramento e gerenciamento ambiental - facilitados com  informação disponível periodicamente.  Sensoriamento remoto pode ser fonte de tais informações.  Técnicas com potencial para detecção de poluentes e parâmetros de qualidade de  água.  Visão sinóptica - informações adicionais às técnicas de medição convencionais. Objetivo: demonstrar a utilização de imagens orbitais do sensor  Thematic Mapper  (TM), Landsat-5 na detecção e estimativa da extensão da mancha de óleo decorrente do derrame ocorrido na Baía de Guanabara, RJ, em 18 de janeiro de 2000.
ÁREA DE ESTUDO A Baía de Guanabara:  Ambiente costeiro com sérios problemas ambientais: desordenados crescimentos urbano e industrial a partir da década de 50 7,3 milhões de habitantes vivendo na área de influência direta da baía (IBGE, 1991). Ambiente estuarino: vol médio de 22 bilhões de m 3  de água ao longo de seus 391 Km 2   Recebe diariamente cerca de 400 ton de efluentes orgânicos,  pequena parte recebe algum tipo de tratamento.
MATERIAIS E MÉTODOS Imagens TM/Landsat, 217/76: 21/03/99 e 19/01/00 (nível 5):  Imagem 21/03/99 - registrada com carta náutica N.º 1501 (DHN), 1:50.000 - referência para registrar imagem 19/01/00 (polinômio de primeiro grau, RMS < 0,8 pixel)  Cobertura de nuvens - área útil da imagem.
MATERIAIS E MÉTODOS
RESULTADOS A CP 1 contém a informação de brilho associada às sombras de nuvens e às variações da reflectância espectral de massas d’água opticamente diferenciáveis na Baía.  CP 1 - frente (borda) marcando o limite da mancha de óleo, desde a Ponta do Saco na parte norte da baía, passando a leste da Ilha de Paquetá e mais ao sul, aproximando-se da Ilha do Governador. CP1 CP2 CP3
RESULTADOS A CP 2 e as subseqüentes apresentam gradativamente menos contraste entre as feições presentes nas águas da baía. CP 3 - aporte de material orgânico e inorgânico para a baía, proveniente dos rios da região de Magé (parte NE).  As demais componentes contêm tipicamente menos estrutura da imagem e mais ruído que as primeiras. CP4 CP5 CP6
RESULTADOS CP 1 - segmentada por regiões e editada considerando-se as observações visuais obtidas a partir de visita à área de estudo no mesmo período.  Delimitação da  mancha de óleo Área da mancha de óleo - foi calculada equivalente a 133,45 Km 2  - Imagem 19/01/00
Antena de Cuiabá Recepção CPTEC Imagem TM/CBERS 2 Imagem NOAA/MODIS/GOES Dados Meteorológicos Tomada de Decisão IBAMA /órgãos competentes para atividades de combate RESUMO ESQUEMÁTICO DO SISTEMA PROARCO: Internet Espaço-Temporal 4.000.000 Focos +/- 10 k Focos/dia TerraLib BDQueimadas Produtos SGDB MySQL
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Experimental: Risco de Fogo no BDQueimadas Powered by
Sistema DETER DEtecção do desmaTamento em tEmpo Real na Amazônia Legal www.obt.inpe.br/deter Dr. Dalton M. Valeriano (dalton@dsr.inpe.br) Eng. Luis  E. Maurano (maurano@dpi.inpe.br) MCT/INPE/OBT
Estação recepção Cuiabá/MT Imagem MODIS mais atual possível Base do Desmatamento  anos anteriores  DETER: Estrutura Projeto PRODES Processamento SJ Campos:  SPRING – detecção dos novos desmatamentos Fiscalização: sala situação IBAMA e outras instituições Internet www.obt.inpe.br/deter OBT em SJ Campos Produtos SGDB MySQL
Desmatamentos verificados entre 21/Mai e 08/Jun/2004 Mapa do desmatamento em 13/Ago/2003 (amarelo) + desmatamento de 13/Ago/2003 até 07/Mai/2004 (vermelho) + desmatamento de 21/Mai/2004 (laranja) + desmatamento de 08/Jun/2004 (azul) Mosaico Modis de 21/Mai/2004 ATUALIZAÇÃO: uma quinzena depois...
Gráficos totalizando desmatamento  por  municípios ou estado
Tabela com atributos dos desmatamentos recentes, obtida no site
Imagem Modis de 2004-05-07 ainda sem vestígio do desmatamento
Imagem Modis de 2004-05-21, com excesso de nuvens
Imagem Modis de 2004-06-08, mostrando as primeiras marcas do desmatamento
Imagem Modis de 2004-06-22, já com desmatamento bem realçado
Imagem Modis de 2004-06-22, com polígono  do desmatamento e seus atributos
Imagem Cbers (166/106) de 2004-07-17, mostrando o desmatamento
Vai-se ao campo ...
... e pega-se o culpado!
MAPEAMENTO E DIAGNÓSTICO:  ESTUDO DE MOVIMENTOS DE MASSA EM SÃO SEBASTIÃO,  SP Coordenadores Técnicos e Científicos EDISON CREPANI - INPE JOSÉ SIMEÃO DE MEDEIROS - INPE IMAGEM SPOT SINTÉTICA COM PIXEL RESTAURADO PARA 5m DE RESOLUÇÃO (R-Raiz Quadrada, G- Equalizar Histograma, B- Logaritmo)
ÁREAS DE RISCO PARA MOVIMENTOS DE MASSA: GEOLOGIA (Litoestratigrafia) DECLIVIDADE GEOMORFOLOGIA SOLOS VEGETAÇÃO / USO DO SOLO +  CLIMA (INTENSIDADE PLUVIOMÉTRICA)
VALORES DE VULNERABILIDADE A  PARTIR  DA  ECODINÂMICA  DE  TRICART:
VALORES DE VULNERABILIDADE
VALORES DE VULNERABILIDADE
MAPA DE ÁREAS DE RISCO
e no detalhe ....
e no campo .... a constatação .
Obrigado  EYMAR LOPES  -  [email_address]

Geoprocessamento - Parte2

  • 1.
    Sistemas de InformaçõesGeográficas e Geoprocessamento Parte 1- Conceitos Parte 2- Recursos de Análise e Aplicações EYMAR S.S. LOPES - [email_address]
  • 2.
    PARTE 2 Consultasao BD Geográfico Álgebra de Mapas Aplicações
  • 3.
    Consultas a dadosespaciais Mecanismos de seleção atributos descritivos “ dê-me todos os países da AL com mais de 50 milhões de habitantes” restrições espaciais “ dê-me todos os países da AL vizinhos ao Equador”
  • 4.
    Consulta por Atributos* Tabela mostra o resultado da consulta Consulta por Expressão lógica envolvendo um ou mais atributos e visualização espacial do resultado Operadores lógicos : = > < <> AND – OR – ( )
  • 5.
    Topológica (toca,cruza, dentro, disjunto, etc) Direcional (acima, a leste, ao lado, etc) Métrico (a uma distância de, entre uma faixa de distância) Consulta Espacial
  • 6.
    Consulta Espacial: (Topologia: Intercepta) Ex: Quais distritos interceptam a linha norte/sul do metrô ?
  • 7.
    Consulta Espacial: (Topologia: Disjunto) Ex: Quais os polígonos disjuntos ao polígono de Vila Mariana Vila Mariana
  • 8.
    Consulta Espacial: (Topologia: Toca) Ex: Quais os distritos vizinhos (tocam) o distrito de Vila Mariana ? Vila Mariana
  • 9.
    Consulta Espacial: (Topologia: Dentro) Ex: Quais os municípios de Mato Grosso estão dentro da cena Landsat de órbita 224 / ponto 75 ?
  • 10.
    Consulta Espacial: (Métrico)Ex: Quais os distritos de SP estão a uma distância de 6000 metros da linha norte-sul do metrô ?
  • 11.
    Agrupamento por Atributo:(Renda Familiar por Passo Igual e Quantil) Agrupamento dos Distritos por Renda Região Central: Rica Limite Central: Média Periferia Leste: Pobre Região Sul: Pobre Passo Igual Quantil
  • 12.
    PARTE 2 Consultasao BD Geográfico Álgebra de Mapas Aplicações
  • 13.
    Álgebra de MapasGeo-campos Geo-objetos Álgebra de campos Álgebra de objetos objetos = op (campos) campos = op (objetos) Propriedades
  • 14.
    Álgebra de MapasA partir do modelo de dados foi estabelecida uma taxonomia para as diversas operações de análise geográfica: Operações sobre geo-campos, Operações sobre geo-objetos, Operações de transformação entre geo-campos e geo-objetos, Operações mistas entre geo-campos e geo-objetos.
  • 15.
    Operações sobre :Podem ser classificadas como: Pontuais, Vizinhança ou locais, Zonais. Operações sobre Geo-campos Temático Numérico Imagem
  • 16.
    Ponderação Transforma um geo-campo temático em um geo-campo numérico exemplo: mapa de solos classe peso LE 0.35 Aq 0.6 outros 0.2 Atribuição de pesos reflete importância relativa do tema LA LV Aq LE 0.35 0.20 0.35 0.60 0.20 0.20 0.20 0.60 0.20
  • 17.
    Fatiamento Transforma um geo-campo numérico em um geo-campo temático A cada valor associa um tema (inverso da ponderação) Exemplo: Mapa de Declividade Declividade (graus) tema 0-9.0 Baixa 10.0-19.0 Média 20.0- acima Alta 5.0 8.0 3.0 20.0 5.0 10.0 15.0 12.0 10.0 Baixa Média Alta
  • 18.
    Reclassificação Reclassificação: mudançade atributos união de classes com atributos comuns generalização do conjunto espacial exemplo: classificação do Brasil em regiões
  • 19.
    BOOLEANAS Exemplo: Mapade Aptidão Agrícola Operações sobre Geo-campos OPERAÇÕES PONTUAIS PI Temático PI Numérico PI Numérico Aptidão Agrícola Solos Precipitação Declividade média mensal Boa Latossolos > 100mm 0 - 3.5% Média Podzólicos 100 - 50mm 3.5 - 12% Inapto Litólicos < 50mm > 12%
  • 20.
    MATEMÁTICAS : Exemplo:M 1 = mapa de solos ponderado M 2 = mapa de declividade onde : p localização (ponto). l o peso local. Operações sobre Geo-campos OPERAÇÕES PONTUAIS M 1 M 2 M 3 0.35 0.20 0.35 0.20 0.20 0.20 0.20 0.20 0.20 3.0 8.0 5.0 10.0 15.0 5.0 12.0 20.0 10.0 0.68 0.33 0.55 0.30 0.27 0.40 0.25 0.25 0.30
  • 21.
    Geo-campos: Operações LocaisGeo-campo resultante é obtido através do valor em um ponto e mais um conjunto de pontos em uma vizinhança específica Exemplos: Mínimo, máximo, médio e moda Filtros para dados de SR Interpoladores espaciais para MNT Mapas de declividade e exposição para MNT Índices de Diversidade para Temáticos Vizinhança 3x3 Vizinhança 5x5 Vizinhança +
  • 22.
    São definidas sobreregiões específicas de um geo-campo de entrada, onde as restrições são fornecidas por outro geo-campo temático. Os operadores zonais incluem: média, máximo, mínimo, desvio padrão, índice de diversidade, dos valores sobre uma região especificada. Geo-campos: Operações Zonais
  • 23.
    Exemplo: Máximo Zonalde um numérico com restrição especificada por um temático. Geo-campos: Operações Zonais Numérico Temático Numérico Restrição: mapa solos Entrada: grade de declividade Saída: máximo zonal 7.0 7.5 5.0 12.0 15.0 10.0 15.0 20.0 15.0 7.5 7.5 7.5 15.0 15.0 15.0 20.0 20.0 15.0
  • 24.
    Operações sobre geo-campose geo-objetos Atualização Atualização de atributos de talhões de cultura com valores médios de níveis de cinza de uma imagem
  • 25.
    Operações sobre geo-campose geo-objetos Espacialização de atributos (nominais) Geo -Campo Espacialização do atributo tipo de solos Geo-Objeto TABELA Atributos
  • 26.
    Espacialização deatributos (inteiros/reais) Operações sobre geo-campos e geo-objetos TAB. Atributos 0 - 20hab/km 2 20 - 200hab/km 2 > 200hab/km 2 Densidade Populacional Geo-Objeto Geo-Campo Temático
  • 27.
    Operações sobre geo-campose geo-objetos Mapas de distância gera um mapa de geo-campos contendo as distâncias de cada ponto do mapa a um(s) geo-objeto(s) de referência (representado por ponto, linha ou região) operação puramente geométrica (espacial) Exemplo: Faixas de distância ao longo de rios, estradas, lagos, etc
  • 28.
    Mapa de distânciasNilo Egito Classes de distância ao rio Nilo Determine uma faixa de terra de 200 metros ao longo das margens da represa de Paranaguá
  • 29.
    Operações típicas deGeo-campos numéricos (MNT) Fatiamento do MNT Mapas de declividade e exposição Cálculo de perfis, volumes de corte e aterro Geração automática de drenagem Análise exploratória (estatística, histogramas e variogramas) Geração de superfícies por métodos determinísticos (IQD, média móvel, etc) Geração de superfície por Krigeagem
  • 30.
    Técnicas de Interpolação Espacial Vizinho + Próximo Inverso Distância krigeagem Média Simples Mapa Geológico
  • 31.
    Representação de IncertezaMapa de Teor de Argila Incerteza (max. Prob.) Incerteza (entropia.) 0.0 0.71 0.0 1.38 Arenoso Médio Argiloso Argiloso Muito Argiloso
  • 32.
    Inferência Geográfica Umdos aspectos mais importantes do uso dos SIG’s é em produzir novas informações a partir de um banco de dados geográficos. Tal capacidade é fundamental para aplicações como: Ordenamento territorial, Estudos de impacto ambiental, Estudos sócios-econômicos, etc . Planejamento Simulações Como combinar os dados da base de dados geográfica ?
  • 33.
    Modelos baseados emconhecimento Dispõe de informações de entrada e de uma metodologia a fim de encontrar zonas que satisfazem um conjunto de critérios Se os critérios são regras determinísticas o modelo aplica operadores de lógica booleana nos dados de entrada Dado de saída é um mapa onde cada ponto satisfaz ou não as condições do modelo Exemplo: Aptidão agrícola, depende do tipo do solo e da declividade Mapa de Aptidão Mapa de Solos Mapa de Declividade Regras ?
  • 34.
    Inferência Booleana Combinaçãológica de mapas binários através de operadores condicionais Resultado satisfaz ou não à condição, não há talvez Operadores E ( AND ), OU ( OR ), Ou EXCLUSIVO ( XOR ) e NÃO ( NOT ) Resultado de operadores lógicos pode ser visto através do diagrama de Venn
  • 35.
    Inferência Booleana (voltandoao Ex.) Baixa: (Solo == Hidromorfico) OU (Decl == Alta) OU ((Solo == Litossolo) E (Decl == Media)) OU ((Solo == Litossolo) E (Decl == Baixa)), Media: ((Solo == Litossolo) E (Decl == MtoBaixa)) OU ((Solo == Podzolico) E (Decl == Media)), Baixa: Outros casos; Sintaxe de uma operação em LEGAL Mapa de Solos Mapa de Declividade Regras
  • 36.
    Inferência Booleana Maiorvantagem da inferência booleana é a simplicidade Combinação é análoga à sobreposição de mapas Abordagem prática e fácil aplicação para limiares de corte estabelecidos por lei Na prática, normalmente não é correta a atribuição de importâncias iguais para cada critério
  • 37.
    Média Ponderada (voltando ao Ex.) Aptidao = 0.4 * Declividade + 0.6 * Solo Mapa de Solos Mapa de Declividade Regras Latossolo: 0.7 Podzolico: 0.5 Litossolo: 0.3 Hidromorfico: 0.1 Declividade: [0...1]
  • 38.
    PARTE 2 Consultasao BD Geográfico Álgebra de Mapas Aplicações
  • 39.
    Imagens TM/Landsat nadetecção de mancha de óleo na Baía da Guanabara- RJ - Brasil. X SBSR -2001
  • 40.
    INTRODUÇÃO Detecção, controlee monitoramento dos derrames - instituições e governos - padrões de controle e legislações - Termo de Referência -IBAMA Monitoramento e gerenciamento ambiental - facilitados com informação disponível periodicamente. Sensoriamento remoto pode ser fonte de tais informações. Técnicas com potencial para detecção de poluentes e parâmetros de qualidade de água. Visão sinóptica - informações adicionais às técnicas de medição convencionais. Objetivo: demonstrar a utilização de imagens orbitais do sensor Thematic Mapper (TM), Landsat-5 na detecção e estimativa da extensão da mancha de óleo decorrente do derrame ocorrido na Baía de Guanabara, RJ, em 18 de janeiro de 2000.
  • 41.
    ÁREA DE ESTUDOA Baía de Guanabara: Ambiente costeiro com sérios problemas ambientais: desordenados crescimentos urbano e industrial a partir da década de 50 7,3 milhões de habitantes vivendo na área de influência direta da baía (IBGE, 1991). Ambiente estuarino: vol médio de 22 bilhões de m 3 de água ao longo de seus 391 Km 2 Recebe diariamente cerca de 400 ton de efluentes orgânicos, pequena parte recebe algum tipo de tratamento.
  • 42.
    MATERIAIS E MÉTODOSImagens TM/Landsat, 217/76: 21/03/99 e 19/01/00 (nível 5): Imagem 21/03/99 - registrada com carta náutica N.º 1501 (DHN), 1:50.000 - referência para registrar imagem 19/01/00 (polinômio de primeiro grau, RMS < 0,8 pixel) Cobertura de nuvens - área útil da imagem.
  • 43.
  • 44.
    RESULTADOS A CP1 contém a informação de brilho associada às sombras de nuvens e às variações da reflectância espectral de massas d’água opticamente diferenciáveis na Baía. CP 1 - frente (borda) marcando o limite da mancha de óleo, desde a Ponta do Saco na parte norte da baía, passando a leste da Ilha de Paquetá e mais ao sul, aproximando-se da Ilha do Governador. CP1 CP2 CP3
  • 45.
    RESULTADOS A CP2 e as subseqüentes apresentam gradativamente menos contraste entre as feições presentes nas águas da baía. CP 3 - aporte de material orgânico e inorgânico para a baía, proveniente dos rios da região de Magé (parte NE). As demais componentes contêm tipicamente menos estrutura da imagem e mais ruído que as primeiras. CP4 CP5 CP6
  • 46.
    RESULTADOS CP 1- segmentada por regiões e editada considerando-se as observações visuais obtidas a partir de visita à área de estudo no mesmo período. Delimitação da mancha de óleo Área da mancha de óleo - foi calculada equivalente a 133,45 Km 2 - Imagem 19/01/00
  • 47.
    Antena de CuiabáRecepção CPTEC Imagem TM/CBERS 2 Imagem NOAA/MODIS/GOES Dados Meteorológicos Tomada de Decisão IBAMA /órgãos competentes para atividades de combate RESUMO ESQUEMÁTICO DO SISTEMA PROARCO: Internet Espaço-Temporal 4.000.000 Focos +/- 10 k Focos/dia TerraLib BDQueimadas Produtos SGDB MySQL
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  • 49.
    Experimental: Risco deFogo no BDQueimadas Powered by
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    Sistema DETER DEtecçãodo desmaTamento em tEmpo Real na Amazônia Legal www.obt.inpe.br/deter Dr. Dalton M. Valeriano (dalton@dsr.inpe.br) Eng. Luis E. Maurano (maurano@dpi.inpe.br) MCT/INPE/OBT
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    Estação recepção Cuiabá/MTImagem MODIS mais atual possível Base do Desmatamento anos anteriores DETER: Estrutura Projeto PRODES Processamento SJ Campos: SPRING – detecção dos novos desmatamentos Fiscalização: sala situação IBAMA e outras instituições Internet www.obt.inpe.br/deter OBT em SJ Campos Produtos SGDB MySQL
  • 52.
    Desmatamentos verificados entre21/Mai e 08/Jun/2004 Mapa do desmatamento em 13/Ago/2003 (amarelo) + desmatamento de 13/Ago/2003 até 07/Mai/2004 (vermelho) + desmatamento de 21/Mai/2004 (laranja) + desmatamento de 08/Jun/2004 (azul) Mosaico Modis de 21/Mai/2004 ATUALIZAÇÃO: uma quinzena depois...
  • 53.
    Gráficos totalizando desmatamento por municípios ou estado
  • 54.
    Tabela com atributosdos desmatamentos recentes, obtida no site
  • 55.
    Imagem Modis de2004-05-07 ainda sem vestígio do desmatamento
  • 56.
    Imagem Modis de2004-05-21, com excesso de nuvens
  • 57.
    Imagem Modis de2004-06-08, mostrando as primeiras marcas do desmatamento
  • 58.
    Imagem Modis de2004-06-22, já com desmatamento bem realçado
  • 59.
    Imagem Modis de2004-06-22, com polígono do desmatamento e seus atributos
  • 60.
    Imagem Cbers (166/106)de 2004-07-17, mostrando o desmatamento
  • 61.
  • 62.
    ... e pega-seo culpado!
  • 63.
    MAPEAMENTO E DIAGNÓSTICO: ESTUDO DE MOVIMENTOS DE MASSA EM SÃO SEBASTIÃO, SP Coordenadores Técnicos e Científicos EDISON CREPANI - INPE JOSÉ SIMEÃO DE MEDEIROS - INPE IMAGEM SPOT SINTÉTICA COM PIXEL RESTAURADO PARA 5m DE RESOLUÇÃO (R-Raiz Quadrada, G- Equalizar Histograma, B- Logaritmo)
  • 64.
    ÁREAS DE RISCOPARA MOVIMENTOS DE MASSA: GEOLOGIA (Litoestratigrafia) DECLIVIDADE GEOMORFOLOGIA SOLOS VEGETAÇÃO / USO DO SOLO + CLIMA (INTENSIDADE PLUVIOMÉTRICA)
  • 65.
    VALORES DE VULNERABILIDADEA PARTIR DA ECODINÂMICA DE TRICART:
  • 66.
  • 67.
  • 68.
  • 69.
  • 70.
    e no campo.... a constatação .
  • 71.
    Obrigado EYMARLOPES - [email_address]

Notas do Editor

  • #6 Os detalhes estão no roteiro de aula prática. Apenas alguns exemplos serão mostrados nos 2 próximos slides: Histograma e Agrupamento pelo atributo RENDA. Observe que o Histograma não ajuda muito a tirar conclusões do tipo: Onde está a maior concentração de Renda? Já o Agrupamento favorece esse tipo de análise.