Flora/Fauna
Katiuscia Gonçalves
Fotografia Ambiental e cientifica
Professor: Fernando Pires
2016/2
Bromélia
(Bromeliaceae)
Bromeliaceae Juss: é uma família de monocotiledôneas, conhecidas por bromélia, que
segundo a classificação filogenética AGP III (2009) pertence à ordem dos Poales, com plantas
terrestres, rupícolas ou, principalmente epífitas possui 3.172 espécies, distribuídas em
58 gênero, sendo dividida em três subfamílias.
Etimologia: Conhecidas como karatas pelos nativos das Antilhas, onde foram descobertas, elas
foram renomeadas no fim do século XVII pelo explorador e botânico francês Charles Plumier,
que chamou-as de bromélias em homenagem ao botânico sueco Olof Bromelius. Desde então,
apesar de diferentes estudos científicos serem desenvolvidos por Universidades e Centros de
Pesquisa, muitas perguntas e curiosidades sobre a ecologia, fisiologia e história de vida das
espécies desta família ainda estão sem respostas.
Hábito: as espécies de Bromeliaceae apresentam de modo geral hábito herbáceo, porém, pode
ocorrer raramente o hábito lenhoso em espécies andinas do gênero Puya. As espécies pertencentes
a esse gênero como Puya raimondii, chegam a ultrapassar os 10 metros de altura. Visto que,
prevalecem na família as plantas de pequeno a médio porte.
Raízes
Raizes: As raízes das Bromeliaceae tem a finalidade
apenas de fixação nas espécies atmosféricas,
ocorrendo em espécies de Tillandsia. Nestes
representantes a absorção de água e nutrientes é
realizada por meio de escamas absorventes, em um
mecanismo de osmose. Dessa forma, as escamas em
Bromeliaceae exercem importante papel eco-
fisiológico.
Folhas As folhas se apresentam em espiral e de característica imbricada formando uma roseta, que
diverge amplamente quanto a morfologia, algumas vezes tubulares até amplamente abertas. Pela
aparência da roseta e condição imbricada das bainhas é constante a elaboração de um recipiente que
concede o acúmulo de água e nutrientes, possibilitando a formação de uma flora e fauna neste micro-
habitat. Pode ocasionar também espécies com folhas dísticas, geralmente no gênero Tillandsia,
nestes casos sem apresentação de roseta e recipiente. As folhas podem exibir margens lisas a
espinescentes, propriedades importantes no reconhecimento das subfamílias e gêneros.
Miniatura.
Flor: As flores são trímeras, com perianto distinguindo o cálice e a corola; hermafroditas ou raramente
funcionalmente pistiladas ou estaminadas; actinomorfas a zigomorfas. Apresentam sépalas livres ou
concrescidas na base, simétricas a fortemente assimétricas; pétalas livres ou parcialmente soldadas,
por vezes providas de um par de apêndices membranáceos na face interna;
Fonte / Bibliografia
http://www.jardimdeflores.com.br/floresefolhas/a11bromelia.html
https://pt.wikipedia.org/wiki/Bromeliaceae
http://www.bromelia.org.br
(Acessado em 30/10/2016)
Fotografia : Katiuscia Gonçalves
Bromeliaceae encontradas na fundação zoobotânica de Porto
Alegre (Jardim Botânico Poa)
Mutum-de-penacho
(Crax fasciolata)
Características: Mede cerca de 83 cm de comprimento e pesa 2,7 kg. O macho é preto com a
região da barriga branca e a fêmea tem a plumagem preta listrada de branco, cabeça e
pescoço preto, peito canela e barriga bege.
Alimentação: Alimenta-se de frutos, folhas e brotos de plantas. Caça também caramujos, gafanhotos,
pererecas, lagartixas e outros pequenos animais.
Reprodução: Faz o ninho sobre árvores, onde a fêmea põe de 2 a 3 ovos brancos com a casca bastante
áspera, que choca durante 30 dias. Os filhotes já nascem espertos e de olhos abertos. Nos primeiros dias
de vida, movimentam-se sobre a cauda da mãe e logo entre a galhada, sempre dormindo sob as asas da
mãe. Acompanham os pais ainda durante alguns meses.
Hábitos: Habita o chão de florestas de galeria e bordas de florestas densas. Vive aos pares ou em
pequenos grupos familiares. Embora passe a maior parte do tempo no chão, empoleira-se para dormir.
Procura sempre o mesmo poleiro para dormir, mas em noites enluaradas fica muito inquieto,
abandonando o ponto tradicional e procurando outro local próximo. Trai seu nervosismo por movimentos
de abrir e fechar da cauda. Outros tiques nervosos são os movimentos súbitos de sacudir a cabeça
lateralmente e eriçar o penacho.
Distribuição Geográfica
Presente ao sul do Rio Amazonas, na região compreendida entre o Rio Tapajós e o Maranhão, do Brasil central
até o oeste de São Paulo, Paraná e Minas Gerais. Encontrado também na Bolívia, Paraguai e Argentina. As
populações da Amazônia, pertencentes à subespécie Crax fasciolata pinima, encontram-se ameaçadas de
extinção, sobretudo em conseqüência da caça.
Fonte / Bibliografia
http://www.wikiaves.com.br/mutum-de-penacho (Acessado em 30/10/2016)
Fotografia : Katiuscia Gonçalves
O Mutum pertence a fauna do Zoo de Gramado / RS

Fauna e flora

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    Flora/Fauna Katiuscia Gonçalves Fotografia Ambientale cientifica Professor: Fernando Pires 2016/2
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    Bromeliaceae Juss: éuma família de monocotiledôneas, conhecidas por bromélia, que segundo a classificação filogenética AGP III (2009) pertence à ordem dos Poales, com plantas terrestres, rupícolas ou, principalmente epífitas possui 3.172 espécies, distribuídas em 58 gênero, sendo dividida em três subfamílias.
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    Etimologia: Conhecidas comokaratas pelos nativos das Antilhas, onde foram descobertas, elas foram renomeadas no fim do século XVII pelo explorador e botânico francês Charles Plumier, que chamou-as de bromélias em homenagem ao botânico sueco Olof Bromelius. Desde então, apesar de diferentes estudos científicos serem desenvolvidos por Universidades e Centros de Pesquisa, muitas perguntas e curiosidades sobre a ecologia, fisiologia e história de vida das espécies desta família ainda estão sem respostas.
  • 5.
    Hábito: as espéciesde Bromeliaceae apresentam de modo geral hábito herbáceo, porém, pode ocorrer raramente o hábito lenhoso em espécies andinas do gênero Puya. As espécies pertencentes a esse gênero como Puya raimondii, chegam a ultrapassar os 10 metros de altura. Visto que, prevalecem na família as plantas de pequeno a médio porte.
  • 6.
    Raízes Raizes: As raízesdas Bromeliaceae tem a finalidade apenas de fixação nas espécies atmosféricas, ocorrendo em espécies de Tillandsia. Nestes representantes a absorção de água e nutrientes é realizada por meio de escamas absorventes, em um mecanismo de osmose. Dessa forma, as escamas em Bromeliaceae exercem importante papel eco- fisiológico.
  • 7.
    Folhas As folhasse apresentam em espiral e de característica imbricada formando uma roseta, que diverge amplamente quanto a morfologia, algumas vezes tubulares até amplamente abertas. Pela aparência da roseta e condição imbricada das bainhas é constante a elaboração de um recipiente que concede o acúmulo de água e nutrientes, possibilitando a formação de uma flora e fauna neste micro- habitat. Pode ocasionar também espécies com folhas dísticas, geralmente no gênero Tillandsia, nestes casos sem apresentação de roseta e recipiente. As folhas podem exibir margens lisas a espinescentes, propriedades importantes no reconhecimento das subfamílias e gêneros.
  • 8.
    Miniatura. Flor: As floressão trímeras, com perianto distinguindo o cálice e a corola; hermafroditas ou raramente funcionalmente pistiladas ou estaminadas; actinomorfas a zigomorfas. Apresentam sépalas livres ou concrescidas na base, simétricas a fortemente assimétricas; pétalas livres ou parcialmente soldadas, por vezes providas de um par de apêndices membranáceos na face interna;
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    Fonte / Bibliografia http://www.jardimdeflores.com.br/floresefolhas/a11bromelia.html https://pt.wikipedia.org/wiki/Bromeliaceae http://www.bromelia.org.br (Acessadoem 30/10/2016) Fotografia : Katiuscia Gonçalves Bromeliaceae encontradas na fundação zoobotânica de Porto Alegre (Jardim Botânico Poa)
  • 14.
  • 15.
    Características: Mede cercade 83 cm de comprimento e pesa 2,7 kg. O macho é preto com a região da barriga branca e a fêmea tem a plumagem preta listrada de branco, cabeça e pescoço preto, peito canela e barriga bege. Alimentação: Alimenta-se de frutos, folhas e brotos de plantas. Caça também caramujos, gafanhotos, pererecas, lagartixas e outros pequenos animais. Reprodução: Faz o ninho sobre árvores, onde a fêmea põe de 2 a 3 ovos brancos com a casca bastante áspera, que choca durante 30 dias. Os filhotes já nascem espertos e de olhos abertos. Nos primeiros dias de vida, movimentam-se sobre a cauda da mãe e logo entre a galhada, sempre dormindo sob as asas da mãe. Acompanham os pais ainda durante alguns meses. Hábitos: Habita o chão de florestas de galeria e bordas de florestas densas. Vive aos pares ou em pequenos grupos familiares. Embora passe a maior parte do tempo no chão, empoleira-se para dormir. Procura sempre o mesmo poleiro para dormir, mas em noites enluaradas fica muito inquieto, abandonando o ponto tradicional e procurando outro local próximo. Trai seu nervosismo por movimentos de abrir e fechar da cauda. Outros tiques nervosos são os movimentos súbitos de sacudir a cabeça lateralmente e eriçar o penacho.
  • 16.
    Distribuição Geográfica Presente aosul do Rio Amazonas, na região compreendida entre o Rio Tapajós e o Maranhão, do Brasil central até o oeste de São Paulo, Paraná e Minas Gerais. Encontrado também na Bolívia, Paraguai e Argentina. As populações da Amazônia, pertencentes à subespécie Crax fasciolata pinima, encontram-se ameaçadas de extinção, sobretudo em conseqüência da caça.
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    Fonte / Bibliografia http://www.wikiaves.com.br/mutum-de-penacho(Acessado em 30/10/2016) Fotografia : Katiuscia Gonçalves O Mutum pertence a fauna do Zoo de Gramado / RS