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Século
XV
Também chamada de GRANDES
NAVEGAÇÕES, foi um movimento
que ocorreu na Europa, a partir do
séc. XV, quando países europeus –
liderados por Portugal e Espanha –
lançaram-se na conquista dos
mares
Causas
 Catequese: a Igreja Católica desejava conquistar
novos fieis para compensar as perdas na Europa.
 Tecnologias: alguns inventos, como bússola,
astrolábio e a caravela tornavam as viagens mais
seguras.
 Especiarias: temperos como canela, cravo e
pimenta-do-reino custavam caro na Europa e
foram uma das principais causas da expansão
marítima.
Motivos que levaram às
Grandes Navegações:
1. Falta de alimento para abastecer as
cidades.
2. A produção artesanal nas cidades era alta
e não encontrava consumidores na zona
rural.
3. Falta de moedas.
4. Encarecimento das especiarias.
5. Conversão ao cristianismo.
Rotas das especiarias
 As rotas mais conhecidas para buscar especiarias
eram a rota por terra ou via Mar Mediterrâneo.
 A rota por terra era dominada, geralmente, pelos
árabes. Além disso, o percurso era muito grande,
o que desestimulava a burguesia.
 A rota pelo Mar Mediterrâneo era dominada pelos
italianos – especialmente de Gênova e Veneza.
 Cabia aos portugueses buscar uma rota
alternativa. A escolha foi o Oceano Atlântico.
Principais especiarias
 Cravo da Índia
Principais especiarias
 Pimenta do reino
Principais especiarias
 Noz Moscada
Principais especiarias
 Eram especiarias também o gengibre, a
canela, o açúcar entre outras.
 Os europeus compravam outros produtos do
Oriente, como: tecidos finos,tapetes,
cristal,perfumes,porcelana e seda.
Visões de Mundo
Visões de Mundo
O Mundo Hoje
Riscos (imaginários) de
navegação
 Navegar no Oceano Atlântico não era tarefa fácil.
 Este oceano era conhecido como Mar Tenebroso,
pois havia a ideia de que era habitado por
monstros marinhos.
 Além disso, alguns acreditavam na ideia –
propagada nas escrituras bíblicas – da Terra Plana
.
 Assim, em determinado ponto da viagem, as
embarcações seriam atacadas por monstros ou
cairiam em um abismo sem fim.
Visões dos mares
Riscos (reais) de navegação
 Além das crenças e superstições da época, os
navegadores enfrentavam outras ameaças.
 Problemas como fome, sede, doenças, tédio
e tempestades ofereciam perigos reais.
 Desta forma, das embarcações que partiam,
poucas retornavam.
Pioneirismo português
 Portugal já era uma nação unificada e
independente no século XII.
 Revolução de Avis (1385) - subiu ao trono D.
João I que, apoiado pelos burgueses, tinha
grande interesse na expansão marítima.
 Boa parte da população portuguesa vivia da
pesca.
 Escola de Sagres – século XV.
 Localização privilegiada.
(Alguns) navegadores
portugueses
 Bartolomeu Dias: chegou ao sul da África em
1488, no local denominado Cabo das Tormentas.
Este local foi, futuramente, denominado Cabo da
Boa Esperança.
 Vasco da Gama: primeiro navegador a atingir a
Índia, em 1498. Trouxe um grande carregamento
de especiarias.
 Pedro Álvares Cabral: veio ao Brasil, em 1500,
antes de seguir até a Índia. A idéia predominante
hoje é que esta vinda ao Brasil foi intencional.
Expansão marítima
portuguesa
 Objetivo: alcançar o Oriente contornando o
litoral sul africano.
 Primeiras conquistas: Ceuta (1415), Ilha da
Madeira (1418-1419), Açores (1427-1428).
 1434 – o cabo do Bojador foi ultrapassado.
Expansão marítima
portuguesa
 1487-1488 – Bartolomeu Dias atravessou o Cabo das
Tormentas, chamado depois de Cabo da Boa
Esperança.European Voyages of Exploration: Winds and Routes
 1498 – Vasco da Gama chegou às Índias.
 1500 – Pedro Álvares Cabral tomou posse das terras que,
mais tarde, foram chamadas de Brasil.
 Até 1530, Portugal esteve mais interessado em explorar
as riquezas do Oriente. Apenas quando esse comércio
parou de gerar tantos lucros e a posse das terras
americanas estava ameaçada,Portugal iniciou a
colonização na América.
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 Cristóvão Colombo: era genôves, mas navegou em nome da
coroa espanhola. Propôs a chegada na Índia navegando em
sentido Oeste, mas acabou alcançando a América, em 1492.
 Fernão de Magalhães: era português, mas navegou pela
Espanha. Comandou a expedição que efetuou a primeira
circunavegação do planeta, partindo em 1519.
 Hernán Cortés: conquistou o Império Asteca, em 1519, no atual
México.
 A Espanha entrou atrasada em relação à Portugal na conquista
dos mares, pois estava expulsando os mulçumanos de seu
território, na chamada Reconquista.
Expansão Marítima Espanhola
 Enquanto Portugal se lançava ao mar, os
reinos de Castela e Aragão ainda lutavam
contra os mouros.
 1492 – Colombo chegou a América.
http://www.ucalgary.ca/applied_history/tutor/eurvoya/map.html
 1519 – Fernão de Magalhães – primeira viagem
em torno do mundo – circunavegação.
Portugal e Espanha
- diferenças -
 Portugueses: fixavam-se no litoral das terras
conquistadas.
 Espanhóis: procuravam explorar o interior.
Assim, com o trabalho forçado da população
nativa conseguiram explorar minas de ouro e
prata para enriquecer a metrópole.
 A Espanha conquistou a supremacia européia.
Portugal e Espanha
- conflitos-
 Problemas gerados pelos feitos de Colombo.
 1479 – Tratado de Alcáçovas - que garantia a
Portugal a posse de todas as ilhas do Oceano
Atlântico.
 1493 – bula Inter Coetera
 1494 – Tratado de Tordesilhas.
A divisão do mundo...
 Para dividir as terras conquistadas (Novo Mundo) entre Portugal
e Espanha, foram criados dois documentos:
 Bula Intercoetera: foi assinada em 1493, pelo papa Alexandre VI,
e dividia as novas terras através de um meridiano situado a 100
léguas da ilha de Cabo Verde. Portugal não se beneficiava com
esta divisão, e exigiu um novo documento.
 Tratado de Tordesilhas: foi assinado em 1494, por pressões de
Portugal. Estabelecia um meridiano situado a 370 léguas a partir
da ilha de Cabo Verde.
 Estes documentos foram questionados por outros países
europeus que não participaram desta divisão.
Ingleses e franceses
 Encorajados pelas conquistas dos portugueses
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 Muitas vezes, desrespeitaram o Tratado de
Tordesilhas o que gerou muitos conflitos.
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Norte, mas a importância da França e da
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Expansão maritima 4 ano

  • 2. Também chamada de GRANDES NAVEGAÇÕES, foi um movimento que ocorreu na Europa, a partir do séc. XV, quando países europeus – liderados por Portugal e Espanha – lançaram-se na conquista dos mares
  • 3. Causas  Catequese: a Igreja Católica desejava conquistar novos fieis para compensar as perdas na Europa.  Tecnologias: alguns inventos, como bússola, astrolábio e a caravela tornavam as viagens mais seguras.  Especiarias: temperos como canela, cravo e pimenta-do-reino custavam caro na Europa e foram uma das principais causas da expansão marítima.
  • 4. Motivos que levaram às Grandes Navegações: 1. Falta de alimento para abastecer as cidades. 2. A produção artesanal nas cidades era alta e não encontrava consumidores na zona rural. 3. Falta de moedas. 4. Encarecimento das especiarias. 5. Conversão ao cristianismo.
  • 5. Rotas das especiarias  As rotas mais conhecidas para buscar especiarias eram a rota por terra ou via Mar Mediterrâneo.  A rota por terra era dominada, geralmente, pelos árabes. Além disso, o percurso era muito grande, o que desestimulava a burguesia.  A rota pelo Mar Mediterrâneo era dominada pelos italianos – especialmente de Gênova e Veneza.  Cabia aos portugueses buscar uma rota alternativa. A escolha foi o Oceano Atlântico.
  • 9. Principais especiarias  Eram especiarias também o gengibre, a canela, o açúcar entre outras.  Os europeus compravam outros produtos do Oriente, como: tecidos finos,tapetes, cristal,perfumes,porcelana e seda.
  • 13. Riscos (imaginários) de navegação  Navegar no Oceano Atlântico não era tarefa fácil.  Este oceano era conhecido como Mar Tenebroso, pois havia a ideia de que era habitado por monstros marinhos.  Além disso, alguns acreditavam na ideia – propagada nas escrituras bíblicas – da Terra Plana .  Assim, em determinado ponto da viagem, as embarcações seriam atacadas por monstros ou cairiam em um abismo sem fim.
  • 15. Riscos (reais) de navegação  Além das crenças e superstições da época, os navegadores enfrentavam outras ameaças.  Problemas como fome, sede, doenças, tédio e tempestades ofereciam perigos reais.  Desta forma, das embarcações que partiam, poucas retornavam.
  • 16. Pioneirismo português  Portugal já era uma nação unificada e independente no século XII.  Revolução de Avis (1385) - subiu ao trono D. João I que, apoiado pelos burgueses, tinha grande interesse na expansão marítima.  Boa parte da população portuguesa vivia da pesca.  Escola de Sagres – século XV.  Localização privilegiada.
  • 17. (Alguns) navegadores portugueses  Bartolomeu Dias: chegou ao sul da África em 1488, no local denominado Cabo das Tormentas. Este local foi, futuramente, denominado Cabo da Boa Esperança.  Vasco da Gama: primeiro navegador a atingir a Índia, em 1498. Trouxe um grande carregamento de especiarias.  Pedro Álvares Cabral: veio ao Brasil, em 1500, antes de seguir até a Índia. A idéia predominante hoje é que esta vinda ao Brasil foi intencional.
  • 18. Expansão marítima portuguesa  Objetivo: alcançar o Oriente contornando o litoral sul africano.  Primeiras conquistas: Ceuta (1415), Ilha da Madeira (1418-1419), Açores (1427-1428).  1434 – o cabo do Bojador foi ultrapassado.
  • 19. Expansão marítima portuguesa  1487-1488 – Bartolomeu Dias atravessou o Cabo das Tormentas, chamado depois de Cabo da Boa Esperança.European Voyages of Exploration: Winds and Routes  1498 – Vasco da Gama chegou às Índias.  1500 – Pedro Álvares Cabral tomou posse das terras que, mais tarde, foram chamadas de Brasil.  Até 1530, Portugal esteve mais interessado em explorar as riquezas do Oriente. Apenas quando esse comércio parou de gerar tantos lucros e a posse das terras americanas estava ameaçada,Portugal iniciou a colonização na América.
  • 20.
  • 21. (Alguns) navegadores espanhóis  Cristóvão Colombo: era genôves, mas navegou em nome da coroa espanhola. Propôs a chegada na Índia navegando em sentido Oeste, mas acabou alcançando a América, em 1492.  Fernão de Magalhães: era português, mas navegou pela Espanha. Comandou a expedição que efetuou a primeira circunavegação do planeta, partindo em 1519.  Hernán Cortés: conquistou o Império Asteca, em 1519, no atual México.  A Espanha entrou atrasada em relação à Portugal na conquista dos mares, pois estava expulsando os mulçumanos de seu território, na chamada Reconquista.
  • 22. Expansão Marítima Espanhola  Enquanto Portugal se lançava ao mar, os reinos de Castela e Aragão ainda lutavam contra os mouros.  1492 – Colombo chegou a América. http://www.ucalgary.ca/applied_history/tutor/eurvoya/map.html  1519 – Fernão de Magalhães – primeira viagem em torno do mundo – circunavegação.
  • 23. Portugal e Espanha - diferenças -  Portugueses: fixavam-se no litoral das terras conquistadas.  Espanhóis: procuravam explorar o interior. Assim, com o trabalho forçado da população nativa conseguiram explorar minas de ouro e prata para enriquecer a metrópole.  A Espanha conquistou a supremacia européia.
  • 24. Portugal e Espanha - conflitos-  Problemas gerados pelos feitos de Colombo.  1479 – Tratado de Alcáçovas - que garantia a Portugal a posse de todas as ilhas do Oceano Atlântico.  1493 – bula Inter Coetera  1494 – Tratado de Tordesilhas.
  • 25. A divisão do mundo...  Para dividir as terras conquistadas (Novo Mundo) entre Portugal e Espanha, foram criados dois documentos:  Bula Intercoetera: foi assinada em 1493, pelo papa Alexandre VI, e dividia as novas terras através de um meridiano situado a 100 léguas da ilha de Cabo Verde. Portugal não se beneficiava com esta divisão, e exigiu um novo documento.  Tratado de Tordesilhas: foi assinado em 1494, por pressões de Portugal. Estabelecia um meridiano situado a 370 léguas a partir da ilha de Cabo Verde.  Estes documentos foram questionados por outros países europeus que não participaram desta divisão.
  • 26.
  • 27. Ingleses e franceses  Encorajados pelas conquistas dos portugueses e dos espanhóis, lançaram-se ao mar.  Muitas vezes, desrespeitaram o Tratado de Tordesilhas o que gerou muitos conflitos.  Chegaram em muitas terras da América do Norte, mas a importância da França e da Inglaterra no processo de colonização só cresceu no século XVII.