6.º Ano
Ana Matias
Ana Rodrigues Oliveira
Francisco Cantanhede
HGP 6
História e Geografia de Portugal
CADERNODEAPOIO
AOPROFESSOR
Planificações
Planos de aula
Testes
diferenciados
Outros
materiais
Critérios de
correção
Testes de
correção rápida
Introdução e apresentação do projeto Novo HGP6 ...................................................... 3
Articulação das Metas Curriculares com o Manual Novo HGP6 ...................................... 5
Planificações e planos de aula
Planificação a longo prazo .................................................................................................. 11
Planificação a médio prazo ................................................................................................. 14
Planos de aula
Tema 4 – Portugal, do século XVIII ao século XIX ........................................................... 37
Tema 5 – Portugal no século XX ..................................................................................... 62
Tema 6 – Portugal hoje ................................................................................................... 81
Testes de correção rápida ................................................................................................... 97
Testes diferenciados ........................................................................................................... 167
Critérios de correção ........................................................................................................... 245
Outros recursos
Guião de recursos multimédia ......................................................................................... 269
Projetos ................................................................................................................................ 285
Em encontram-se disponíveis todos os conteúdos
do Caderno de Apoio ao Professor Novo HGP6, em formato editável (Word).
Índice
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 3
Introdução e apresentação do projeto Novo HGP6
O projeto Novo HGP 6 é constituído por vários elementos que se complementam e articulam
entre si:
Para o aluno:
ͻ Manual, em dois volumes, com os conteúdos estruturados por «aulas». Cada «aula»
ocupa duas páginas, começando por se relembrar os conteúdos da aula anterior com a
leitura de um pequeno resumo e está organizada em duas áreas: em cima, as fontes
históricas (mapas, imagens, ou textos) e em baixo, o texto expositivo.
ͻ O meu Caderno e o meu Atlas, com duas tipologias de afinidade:
 16 fichas de consolidação, articuladas com o manual. Estas fichas apresentam por
vezes, na sua parte final, um ou mais «Desafios» para os alunos com melhor
desempenho.
 14 mapas e um friso cronológico desdobrável, com as respetivas atividades, para
trabalhar o espaço e o tempo.
Para o professor:
ͻ Manual do Professor, que, com o objetivo de facilitar a articulação entre todos os
elementos e propostas do projeto, inclui um espaço próprio, em banda lateral, onde se
encontram:
 tópicos de resposta;
 informação complementar;
 identificação das metas curriculares, aula a aula;
 remissões para os restantes componentes do projeto e para os recursos de
que podem ser explorados/utilizados em sala de aula.
ͻ O meu Caderno e o meu Atlas, versão do professor, que inclui propostas de resolução
para todos os exercícios.
ͻ Bloco do Professor, com 16 fichas de trabalho com adequação pedagógica para alunos
NEE. Este bloco contém 8 cópias destacáveis de cada uma das fichas.
4 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
ͻ Este Caderno de Apoio ao Professor, que constitui um apoio à utilização do projeto,
através de propostas de planificação a longo e médio prazo, planos de aula e 18 testes
diferenciados (6 + 6 + 6) acompanhados dos respetivos critérios de correção. Seis destes
testes podem ser corrigidos de forma rápida.
ͻ Um Friso cronológico de parede, articulado com o friso de O meu Caderno e o meu
Atlas, que permite rever e assinalar acontecimentos históricos, muito útil para
desenvolver a competência da temporalidade.
ͻ , a componente multimédia do projeto, que disponibiliza uma grande
quantidade e diversidade de recursos didáticos de apoio ao trabalho do professor e à
construção das aulas. Permite uma boa interatividade e personalização de muitos
materiais, incluindo a possibilidade de alterar planificações, instrumentos de avaliação e
apresentações em PowerPoint®. Neste Caderno de Apoio, apresentam-se, de forma
detalhada, as diferentes tipologias de recursos disponíveis, assim como o guia de
exploração dos recursos disponibilizados na versão de demostração.
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Fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 5
Articulação das Metas Curriculares com o manual EŽǀŽ,'WϨ
Vol. 1
Domínio
Portugal, do século XVIII
ao século XIX
Subdomínio
O Império Português, o poder absoluto,
a sociedade de ordens e a arteno século
XVIII
Objetivo geral
1. Conhecer e compreender as características
do Império Português dos séculos XVII e XVIII
Descritores
1. Conhecer a dimensão geográfica do Império Portu-
guês no século XVIII, por comparação ao império luso
do século XVI e aos restantes impérios europeus.
2. Referir a colónia do Brasil como o principal território
ultramarino português no século XVII.
3. Destacar o açúcar brasileiro como o principal produto
de exportação colonial.
4. Relacionar a quebra dos lucros do açúcar com a inten-
sificação da procura de ouro pelos bandeirantes.
5. Relacionar as fronteiras atuais do Brasil com as incur-
sões dos bandeirantes a partir dos finais do século
XVII.
6. Reconhecer a riqueza proporcionada a Portugal, na
primeira metade do século XVIII, pela descoberta de
ouro no Brasil.
7. Caracterizar a vida dos escravos, salientando as con-
dições a que eram submetidos (desde o seu resgate e
transporte do continente africano até ao seu dia-a-dia
nos engenhos de açúcar).
8. Reconhecer nas características étnicas culturais, lin-
guísticas, religiosas do Brasil atual a miscigenação
entre ameríndios, africanos e europeus.
2. Conhecer e compreender as características
do poder político no tempo de D. João V
1. Definir «monarquia absoluta».
2. Referir a concentração de poderes de D. João V.
3. Comparar a concentração de poderes de um rei
absoluto com a divisão de poderes existente no atual
regime democrático.
4. Comparar a justificação divina para o exercício do
poder absoluto com a legitimidade do poder pelo voto
na democracia atual.
5. Evidenciar o fausto da corte, as embaixadas, as ceri-
móniaspúblicaseasgrandesconstruçõescomomani-
festações do poder absoluto.
3. Conhecer a sociedade portuguesa no século XVIII
1. Reconhecer a manutenção da divisão da sociedade em
grupos e dos profundos contrastes sociais existentes.
2. Identificar nas cerimónias públicas e na lei o reflexo
da forte estratificação social da época.
3. Referir a burguesia como grupo enriquecido pelo
comércio internacional mas mantendo o seu estatuto
de não privilegiado.
4. Referir as formas de ascensão social no século XVIII.
Págs.
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5. Sublinhar o papel da Inquisição na perseguição aos
cristãos-novos, destacando a intolerância religiosa
dessa época.
4. Conhecer aspetos da arte no tempo de D. João V
1. Identificarasprincipaiscaracterísticasdaartebarroca.
2. Identificar alguns exemplos de arte barroca em Por-
tugal, especialmente ao nível do património edificado.
5. Conhecer e compreender a ação governativa
do Marquês de Pombal
1. Descrever o terramoto de 1755 e a ação imediata do
Marquês de Pombal.
2. Identificar características urbanísticas da Lisboa
Pombalina.
3. Identificar as principais medidas de desenvolvimento
económico adotadas no reinado de D. José I.
4. Relacionar a quebra das remessas de ouro do Brasil e
as elevadas importações portuguesas em meados do
século XVIII com a introdução de novas manufaturas.
5. Indicar sucintamente as reformas no ensino, o fim da
distinção entre cristão-novo e cristão-velho e a proi-
bição da escravatura na metrópole.
A Revolução Francesa de 1789 e seus
reflexos em Portugal
1. Conhecer e compreender a Revolução Francesa
e as Invasões Napoleónicas
1. Localizar no espaço e no tempo a grande revolução de
1789 e a onda revolucionária que provocou na Europa
e na América.
2. Referir os princípios políticos e sociais defendidos
pelos revolucionários franceses, destacando o fim do
absolutismo e dos privilégios do clero e da nobreza.
3. Reconhecer a construção de um império na Europa
por Napoleão Bonaparte.
4. Identificar o Bloqueio Continental como uma forma de
enfraquecer a Inglaterra.
5. Indicar os motivos que levaram Napoleão a invadir
Portugal.
6. Descrever sucintamente as três invasões napoleóni-
cas, salientando os seus episódios mais marcantes.
7. Referir a fuga da família real e da corte para o Brasil
aquando da primeira invasão.
8. Referir a resistência popular e a ajuda militar inglesa
na luta contra a ocupação francesa.
2. Conhecer e compreender a Revolução Liberal
de 1820
1. Relacionar as destruições provocadas pelas invasões,
a permanência do rei no Brasil e o domínio inglês em
Portugal com o descontentamento generalizado dos
vários grupos sociais.
2. Descrever sucintamente o triunfo de uma revolução
liberal em Portugal em 1820, destacando os seus prin-
cipais protagonistas.
3. Justificar o apoio dos burgueses aos ideais revolu-
cionários.
4. Referir a realização de eleições para as Cortes Cons-
tituintes, cujo objetivo era a elaboração de uma cons-
tituição.
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ano
5. Estabelecer uma relação entre os investimentos rea-
lizados com recurso aos mercados internacionais com
a grave crise financeira de 1890-92.
3. Conhecer e compreender o alcance das medidas
tomadas pelos liberais na educação e na justiça
1. Enumerar medidas tomadas ao nível do ensino, des-
tacando os seus objetivos e limites.
2. Indicar o pioneirismo português na abolição da pena
de morte, destacando a existência da pena capital em
vários países do mundo na atualidade.
3. Relacionar as ideias liberais com a abolição da pena de
morte,daescravaturanascolóniasedaspenascorporais.
4. Conhecer e compreender o aumento da população
e o êxodo rural verificado na segunda metade do
século XIX
1. Apontar as razões da diminuição da mortalidade e do
consequente aumento da população verificado neste
período.
2. Relacionar a mecanização da agricultura, o cresci-
mento da população e a melhoria dos transportes com
o êxodo rural e emigração verificados neste período.
3. Localizar os destinos do êxodo rural e da emigração
neste período.
5. Conhecer e compreender as características da
sociedade e a vida quotidiana nas cidades e nos
campos na segunda metade do século XIX
1. Conhecer a organização social liberal, por oposição à
sociedade do século XVIII.
2. Reconhecer o carácter eminentemente rural da eco-
nomia e sociedade portuguesa.
3. Caracterizar a modernização das cidades ocorrida
neste período, salientando preocupações que conti-
nuam a existir no urbanismo atual.
4. Referir o surgimento do proletariado como novo grupo
social, destacando as suas duras condições de vida e
de trabalho.
5. Relacionar as difíceis condições de vida do proleta-
riado com a criação das primeiras associações de
operários e as primeiras formas de luta.
6. Conhecer as características da arte da segunda
metade do século XIX
1. Reconhecer a «arquitetura do ferro» como a grande
novidade da arquitetura do século XIX.
2. Identificar as principais construções da «arquitetura
do ferro» em Portugal.
3. Identificar exemplos marcantes da arquitetura de ins-
piração em estilos do passado (revivalista).
4. Enumerar algumas figuras da literatura do século XIX.
Vol. 2
Portugal do século XX
Da Revolução Republicana de 1910
à Ditadura Militar de 1926
1. Conhecer e compreender as razões da queda da
monarquia constitucional
1. Indicar os motivos do crescente descrédito da insti-
tuição monárquica.
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5. Reconhecer a constituição como a lei fundamental
de um Estado.
3. Conhecer e compreender as consequências da
Revolução Liberal de 1820
1. Referir o princípio da separação de poderes, a igual-
dade perante a lei e o princípio da soberania nacional,
por oposição ao absolutismo.
2. Reconhecer o carácter «revolucionário» da Constitui-
ção de 1822, salientando, ainda assim, os seus limi-
tes, por referência ao voto verdadeiramente universal
atual.
3. Descrever sucintamente o processo de independência
do Brasil.
4. Conhecer o longo processo de afirmação da
monarquia Liberal
1. Justificar a oposição de largos setores da nobreza e
do clero à nova ordem política e social.
2. Descrever a solução encontrada por D. Pedro para
resolver o problema de sucessão ao trono, após a
morte de D. João VI.
3. Referir o desrespeito do regente D. Miguel pela ordem
liberal e a sua aclamação como rei absoluto, em 1828,
salientando o período de repressão que se seguiu.
4. Reconhecer a divisão da sociedade portuguesa
entre absolutistas (apoiantes de D. Miguel) e liberais
(apoiantes de D. Pedro).
5. Descrever sucintamente a Guerra Civil de 1832-
-1834, salientando episódios marcantes do triunfo de
D. Pedro e da monarquia constitucional.
Portugal na segunda metade do
século XIX
1. Conhecer e compreender o processo de
modernização das atividades produtivas
portuguesas na segunda metade do século XIX
1. Relacionar a dependência de Portugal face ao exte-
rior e a estabilidade política conseguida em meados
do século XIX com as tentativas de modernização da
economia portuguesa.
2. Referir as principais medidas tomadas pelos liberais
para a modernização da agricultura portuguesa.
3. Referir o alcance limitado do desenvolvimento indus-
trial do país, verificado neste período, destacando as
principais zonas industriais na segunda metade do
século XIX num país maioritariamente rural.
2. Conhecer o desenvolvimento das vias de
comunicação e dos meios de transporte operado
pela Regeneração e os seus efeitos
1. Referir a ausência de uma rede de transportes e comu-
nicação como um entrave ao desenvolvimento do país
até meados do século XIX.
2. Reconhecer a expansão da rede ferroviária, viária e
o desenvolvimento dos meios de comunicação na
segunda metade do século XIX.
3. Apontar o Estado como o grande impulsionador
da rede de transportes e comunicação da segunda
metade do século XIX, destacando a ação de Fontes
Pereira de Melo.
4. Referir as consequências económicas e sociais do
desenvolvimento das vias de comunicação, dos trans-
portes e dos meios de comunicação.
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ano 7
2. Relacionar os interesses das potências industriais
europeias em África com a Conferência de Berlim e
com o projeto português do Mapa Cor-de-Rosa.
3. Relacionar o projeto do Mapa Cor-de-Rosa com o Ulti-
mato Inglês.
4. Relacionar a humilhação sentida pelo povo português
face à cedência ao Ultimato Inglês com o aumento
dos apoiantes da causa republicana.
5. Referir o regicídio de 1908 como fator para a queda da
monarquia.
6. Descrever os principais episódios do 5 de Outubro de
1910, salientando o apoio popular à insurreição militar
republicana.
7. Localizar no tempo o período da I República.
2. Conhecer e compreender o funcionamento do
regime da I República e os seus símbolos
1. Diferenciar monarquia e república quanto ao chefe de
Estado, à legitimidade do seu mandato e à duração do
mesmo.
2. Conhecer os símbolos da República Portuguesa.
3. Caracterizar o regime republicano a partir da Consti-
tuição de 1911, salientando semelhanças e diferenças
relativamente à Constituição da Monarquia Constitu-
cional.
4. Indicar o Parlamento como o órgão político mais
importante na I República.
5. Reconhecer a manutenção de limitações no sufrágio
duranteaIRepública,porcomparaçãoàsituaçãoatual.
3. Conhecer as principais realizações da I República
1. Indicar as principais medidas de carácter social toma-
das durante a I República.
2. Referir medidas tomadas pela I República no sentido
de diminuir a influência da Igreja junto da população.
3. Salientar o alcance das medidas sociais e educativas
tomadas durante a I República.
4. Conhecer e compreender os motivos do fim
da I República e a instauração da Ditadura Militar
em 1926
1. Referir a instabilidade governativa e a crise econó-
mica e social como fatores decisivos para o fim da
I República.
2. Indicar os motivos da entrada de Portugal na
I Guerra Mundial.
3. Indicar os efeitos da participação de Portugal na
I Guerra Mundial e sua relação com o golpe militar do
28 de Maio de 1926.
4. Justificar a grande adesão dos militares e da popula-
ção de Lisboa ao movimento antidemocrático chefiado
pelo General Gomes da Costa.
5. Localizar no tempo o período da Ditadura Militar.
6. Reconhecer nas medidas da Ditadura Militar o fim da
liberdade política e o cercear de liberdades individuais.
O Estado Novo (1933-1974)
1. Compreender a ascensão de Salazar e a construção
do Estado Novo
1. Referir o saldo positivo das contas públicas portugue-
sas conseguido pelo ministro das Finanças António de
Oliveira Salazar.
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2. Relacionar o saldo positivo das contas públicas portu-
guesas conseguido pelo ministro das Finanças Antó-
nio de Oliveira Salazar com a sua rápida ascensão no
poder.
3. Indicar as medidas tomadas por Salazar para resolver
o problema financeiro do país.
4. Salientar na Constituição de 1933 a supremacia do
poder executivo e a existência de um partido único.
5. Reconhecer o carácter ditatorial do Estado Novo.
2. Conhecer e compreender os mecanismos de
difusão dos ideais do Estado Novo e de repressão
para com os opositores
1. Indicar os principais valores defendidos pelo Estado
Novo, salientando a máxima «Deus, Pátria e Família»
e a obediência.
2. Referir a utilização do ensino, da Mocidade Portuguesa
e da propaganda como formas de difusão dos ideais
do Estado Novo.
3. Enumerar os mecanismos de repressão do Estado
Novo.
4. Referir os objetivos e a forma de atuação da polícia
política, reconhecendo nos meios utilizados o desres-
peito pelas liberdades e garantias fundamentais dos
cidadãos.
5. Referir a existência de prisões políticas, destacando a
colónia penal do Tarrafal.
6. Reconhecer na atualidade a existência de regimes
com características ditatoriais onde diariamente são
desrespeitados os Direitos Humanos.
3. Conhecer e compreender os principais movimentos
de resistência ao Estado Novo
1. Comparar a imagem de prosperidade e paz social
dada pelo regime com as difíceis condições de vida
da grande maioria dos portugueses e com a opressão.
2. Referir a oposição à ditadura através de ações clan-
destinas e de obras artísticas, destacando alguns dos
autores mais marcantes.
3. Reconhecer a candidatura do General Humberto Del-
gado à Presidência da República (1958) como o grande
momento de oposição à ditadura, descrevendo o seu
desfecho.
4. Referir a manutenção do regime opressivo após a
substituição de Salazar por Marcelo Caetano, apesar
das expetativas de «abertura do regime».
4. Conhecer e compreender a manutenção do
colonialismo português e a Guerra Colonial
1. Referir a intransigência do Estado Novo relativamente
à sua política colonial num contexto internacional
hostil à posse de colónias.
2. Relacionar essa intransigência com a perda do Estado
Português da Índia (1960) e com o início da Guerra
Colonial em Angola (1961), Guiné (1963) e Moçam-
bique (1964).
3. Caracterizar a Guerra Colonial, salientando a guerrilha
e o apoio das populações autóctones aos movimentos
que lutavam pela independência.
4. Reconhecer os efeitos da guerra, salientando o
número de soldados mobilizados, as vítimas dos dois
lados do conflito e os problemas associados à guerra
que persistem ainda hoje.
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ano
O 25 de Abril de 1974 e o regime
democrático
1. Conhecer e compreender as causas do golpe
militar do 25 de Abril de 1974
1. Relacionar as difíceis condições de vida da maioria dos
portugueses, a opressão política e a manutenção da
Guerra Colonial com a «grande debandada» dos por-
tugueses e com o crescente descontentamento dos
militares.
2. Descrever sucintamente os acontecimentos da revo-
lução militar e os seus protagonistas.
3. Sublinhar a forte adesão popular e o carácter não vio-
lento da «Revolução dos Cravos».
2. Conhecer e compreender as consequências do 25
de Abril de 1974 ao nível da democratização do
regime e da descolonização
1. Reconhecer no programa do Movimento das Forças
Armadas, o fim da ditadura e o início da construção
da democracia.
2. Referir as eleições de 1975 como um marco funda-
mental para a construção do regime democrático.
3. Reconhecer na Constituição de 1976 a consagração
dos direitos e liberdades fundamentais.
4. Relacionar o 25 de Abril com a descolonização e com
o fim do Império.
5. Explicar os problemas verificados com a descoloniza-
ção portuguesa, destacando a questão dos «retorna-
dos» e a questão timorense.
6. Referir a transferência de soberania de Macau para a
China (1999) e a autodeterminação de Timor Lorosae
(2002) como marcos formais do fim do Império Por-
tuguês.
7. Conhecer a dimensão do território português e os
novos países surgidos após a descolonização.
3. Conhecer os órgãos de poder democráticos
1. Identificar a existência de poder central, regional e
local.
2. Indicar os órgãos de poder regional e local e as suas
funções.
3. Descrever o funcionamento dos órgãos de poder cen-
tral e as funções de cada um.
4. Destacar a efetiva separação de poderes e o sufrágio
livre e universal como conquistas de Abril.
5. Identificarformas de participação cívica e democrática
além dos atos eleitorais.
4. Analisar algumas conquistas, dificuldades e
desafios que Portugal enfrenta no nosso tempo
1. Reconhecer a democratização do país como fator de
prestígio internacional para Portugal.
2. Reconhecer a entrada de Portugal na Comunidade
Económica Europeia (CEE) como um contributo para
a consolidação da democracia portuguesa e para a
modernização do país.
3. Enumerar aspetos que comprovem a modernização
do país após a adesão à CEE.
4. Exemplificar progressos verificados nas condições
de vida dos portugueses, nomeadamente no maior
acesso à saúde e educação.
5. Constatar a maior igualdade de géneros existente na
atualidade, apesar do caminho que ainda há a per-
correr.
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6. Reconhecer outras dificuldades que Portugal enfrenta
nos nossos dias: desemprego, morosidade da justiça,
assimetrias sociais, abandono escolar, fraco envolvi-
mento cívico.
Espaços em que Portugal se integra
1. Conhecer a União Europeia (UE) como uma das
organizações internacionais em quePortugalseintegra
1. Identificar os países que constituem a UE.
2. Referir os principais objetivos que presidiram à criação
da UE.
3. Identificar os sucessivos alargamentos da UE.
4. Identificar as principais instituições europeias.
2. Conhecer outras organizações internacionais em
que Portugal se integra
1. Identificar os principais objetivos da criação da ONU.
2. Referir alguns dos estados não membros da ONU.
3. Identificar algumas das organizações que integram a
ONU (UNICEF, FAO, UNESCO…).
4. Localizar os Países Africanos de Língua Oficial Por-
tuguesa (PALOP).
5. Localizar os países da Comunidade de Países de
Língua Oficial Portuguesa (CPLP).
6. Referir alguns dos grandes objetivos dos PALOP e da
CPLP.
7. Localizar países da Organização do Tratado ao Atlân-
tico Norte (NATO).
8. Referir os principais objetivos da NATO.
Portugal hoje
A população portuguesa
1. Compreender a importância dos recenseamentos
na recolha de informação sobre a população
1. Definir recenseamento da população.
2. Referir informações que se podem consultar nos
recenseamentos da população.
3. Localizar diferentes divisões administrativas do terri-
tório nacional a diferentes escalas (distritos, NUTS II
e III, municípios).
4. Inferir sobre a importância dos recenseamentos na
gestão e ordenamento do território.
2. Conhecer a evolução da população em Portugal e
compreender a sua relação com o crescimento natural
1. Definir população total ou absoluta.
2. Caracterizar a evolução da população portuguesa
desde o primeiro recenseamento geral da população
(1864).
3. Identificar o crescimento natural como o principal
fator responsável pela evolução da população.
4. Distinguir natalidade de taxa de natalidade e mortali-
dade de taxa de mortalidade.
5. Definir crescimento natural.
6. Caracterizar a evolução da natalidade em Portugal.
7. Identificar fatores responsáveis pela diminuição da
natalidade em Portugal nas últimas décadas.
8. Caracterizar a evolução da mortalidade em Portugal.
9. Identificar fatores responsáveis pela diminuição da
mortalidade em Portugal nas últimas décadas.
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ano 9
3. Compreender o contributo do saldo migratório na
evolução da população em Portugal
1. Distinguir emigração de imigração.
2. Definir saldo migratório.
3. Caracterizar a evolução da emigração em Portugal.
4. Localizar as principais áreas de destino da emigração
portuguesa.
5. Identificar as principais causas e consequências da
emigração em Portugal.
6. Descrever a evolução da imigração em Portugal.
7. Localizar os principais países de origem da imigração
em Portugal.
4. Compreender a distribuição da população em
Portugal
1. Distinguir densidade populacional de população total.
2. Interpretar mapas com a distribuição regional da
população total/densidade populacional em meados
do século XX e na atualidade.
3. Identificar os principais fatores responsáveis pelo
acentuar de contrastes na distribuição da população
na atualidade.
5. Conhecer a evolução da população portuguesa por
grupos etários
1. Identificar os três grupos etários.
2. Caracterizar a evolução recente da população jovem,
da adulta e da idosa, tendo por base dados estatísticos.
3. Identificar fatores responsáveis pela evolução dos três
grupos etários.
6. Conhecer e compreender as consequências do
duplo envelhecimento da população em Portugal
1. Definir esperança média de vida à nascença.
2. Caracterizar a evolução da esperança média de vida à
nascença, identificando os principais fatores respon-
sáveis pelo seu incremento.
3. Referir os principais fatores que contribuem para o
duplo envelhecimento da população.
4. Localizar as área mais afetadas pelo duplo envelhe-
cimento da população e as respetivas consequências.
5. Apresentar medidas com o objetivo de subverter o
duplo envelhecimento.
Os lugares onde vivemos
1. Compreender as características da população rural
e urbana e os seus modos de vida
1. Definir povoamento.
2. Caracterizar o povoamento rural e o urbano.
3. Definir modo de vida.
4. Caracterizar os modos de vida predominantes no
espaço rural e no espaço urbano
5. Reconhecer a crescente interpenetração entre modos
de vida rurais e urbanos.
6. Reconhecer a crescente complementaridade e inter-
dependência entre o espaço rural e o espaço urbano.
2. Compreender a desigual dinâmica populacional das
áreas rurais e das áreas urbanas
1. Comparar a evolução da população rural e da popula-
ção urbana em Portugal, nas últimas décadas.
2. Definir taxa de urbanização.
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3. Definir êxodo rural.
4. Relacionar a crescente taxa de urbanização com o
êxodo rural.
5. Localizar as principais áreas urbanas em Portugal.
6. Identificar os principais problemas das áreas urbanas
e das áreas rurais em Portugal.
7. Apontar soluções para os problemas identificados nas
áreas urbanas e nas áreas rurais em Portugal.
3. Compreender a atratividade exercida pelas áreas
urbanas
1. Distinguir área atrativa de área repulsiva.
2. Interpretar a distribuição regional dos equipamentos
ligados à saúde, educação, cultura, desporto, audio-
visuais (…).
3. Justificar a atratividade das áreas urbanas pela maior
disponibilidade na oferta de emprego e concentração
de equipamento de saúde, educação, lazer (…).
Atividades que desenvolvemos
1. Conhecer a repartição das atividades económicas
por sectores
1. Definir setor de atividade económica.
2. Distinguir população ativa de população inativa.
3. Distinguir taxa de atividade de taxa de desemprego.
4. Distinguir atividades produtivas de não produtivas.
5. Comparar as atividades económicas integradas nos
setores primário, secundário e terciário.
2. Compreender a evolução da distribuição da
população por setores de atividade em Portugal
1. Caracterizar a evolução da população ativa integrada
nos três setores de atividade.
2. Enumerar fatores que explicam a diminuição da popu-
lação ativa integrada no setor primário e no setor
secundário.
3. Identificar consequências da diminuição da popu-
lação ativa integrada no setor primário e no setor
secundário.
4. Identificar fatores que explicam o aumento da popu-
lação ativa integrada no setor terciário.
5. Identificar consequências do aumento da população
ativa integrada no setor terciário.
6. Localizar as áreas onde predominam atividades liga-
das aos diferentes setores.
7. Identificar as atividades dominantes na área envol-
vente à escola.
3. Conhecer e compreender as características da
agricultura em Portugal
1. Definir agricultura.
2. Caracterizar os principais tipos de agricultura prati-
cados em Portugal.
3. Descrever as transformações recentes ocorridas na
agricultura portuguesa.
4. Localizar os principais tipos de agricultura e alguns
dos produtos cultivados.
5. Identificar os principais obstáculos à modernização da
agricultura portuguesa.
6. Identificar a atividade agrícola praticada na área de
residência.
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ano
4. Compreender a importância da floresta em
Portugal
1. Referir as principais funções das florestas.
2. Localizar a distribuição das principais espécies flores-
tais a nível nacional.
3. Identificar os principais problemas que afetam a flo-
resta.
5. Compreender a atividade piscatória em Portugal
1. Caracterizar os principais tipos de pesca praticados
em Portugal.
2. Identificar as principais áreas de pesca e os portos de
desembarque do pescado.
3. Referir alguns dos problemas que afetam a pesca por-
tuguesa e possíveis soluções.
4. Identificar aspetos positivos e negativos da aquacul-
tura.
6. Compreender a evolução da indústria em Portugal
1. Definir indústria.
2. Identificar diferentes tipos de indústria.
3. Caracterizar a evolução da indústria em Portugal.
4. Localizar as principais áreas industriais em Portugal.
5. Identificar os principais problemas associados à ativi-
dade industrial e possíveis soluções.
7. Compreender a crescente importância das energias
renováveis em Portugal
1. Referirostiposdeenergiamaisutilizadosem Portugal.
2. Distinguir energias renováveis de energias não reno-
váveis, dando ênfase aos principais impactes da sua
utilização.
3. Localizar as principais áreas de produção de energia
renovável em Portugal.
4. Enumerar os principais fatores responsáveis pela
crescente importância das energias renováveis em
Portugal.
5. Identificar práticas adequadas a uma racionalização
dos consumos energéticos.
8. Compreender o comércio em Portugal
1. Distinguir importação de exportação.
2. Descrever a evolução das importações e das expor-
tações em Portugal.
3. Caracterizar os tipos de produtos importados/expor-
tados e os parceiros comerciais.
4. Referir as consequências do desigual valor das impor-
tações e exportações em Portugal.
5. Identificar novas formas de comercializar produtos e
de pagar serviços.
9. Compreender a crescente importância dos serviços
entre as atividades económicas em Portugal
1. Definir serviços.
2. Identificar os diferentes tipos de serviços.
3. Localizar as áreas de maior oferta de serviços.
4. Explicar os contrastes regionais na oferta de serviços
(saúde, educação, cultura, desporto…).
5. Justificar a crescente importância do setor dos servi-
ços na criação de emprego.
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O mundo mais perto de nós
1. Compreender a importância dos transportes na
sociedade atual
1. Distinguir rede de transporte de modo de transporte.
2. Referir a importância das redes de transporte no
mundo atual.
3. Comparar as vantagens e as desvantagens da utiliza-
ção dos diferentes modos de transporte (rodoviário,
ferroviário, marítimo, aéreo e fluvial).
4. Caracterizar a distribuição das diferentes redes de
transporte em Portugal.
5. Relacionar a distribuição das redes de transporte com
a distribuição da população e atividades económicas.
6. Discutir os impactes do desenvolvimento da rede de
transportes.
2. Conhecer e compreender a importância das
telecomunicações na sociedade atual
1. Definir rede de telecomunicação.
2. Referir as vantagens da utilização dos serviços de
telecomunicação.
3. Associar o desenvolvimento dos serviços de teleco-
municação com o processo de globalização e apare-
cimento do conceito de «aldeia global».
4. Discutir a importância do desenvolvimento das tele-
comunicações nas atividade humanas e qualidade de
vida.
Lazer e património
1. Compreender a desigual distribuição da prática do
lazer e do turismo a nível nacional
1. Definir lazer.
2. Localizar as áreas com maior oferta de equipamento
culturais e desportivos diversos (teatros, cinemas,
museus, bibliotecas, pavilhões desportivos…)
3. Justificar a desigual oferta na distribuição de equipa-
mento culturais e desportivos.
4. Identificar o turismo como uma atividade de lazer.
5. Identificar diferentes tipos de turismo em Portugal:
balnear/de montanha/religioso/termal/em espaço
rural/de aventura/radical/histórico-cultural/de natu-
reza (…).
6. Localizar as áreas de maior atração/procura turística
em Portugal, destacando os fatores que justificam a
sua atratividade/procura.
7. Identificar atividades de lazer e turismo na região onde
reside.
2. Compreender a importância da preservação do
património
1. Identificar diferentes tipos de património.
2. Localizar diferentes áreas de proteção da natureza.
3. Explicar a importância das áreas protegidas na pre-
servação do património ambiental.
4. Identificar medidas de preservação do património.
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ano 11
Planificação a longo prazo
Número de aulas previstas
(3 x 45 minutos/semana)
1.o
período
c. 13 semanas
2.o
período
c. 12 semanas
3.o
período
c. 8 semanas
Totais
Aulas previstas
(Ano letivo 2017/2018)
39 36 24 99
Aulas
(de desenvolvimento dos conteúdos, de acordo
com a organização do manual)
22 21 17 60
Aulas de preparação e correção de avaliação 4 4 4 12
Avaliação sumativa
(dois testes de avaliação por período)
4 4 4 12
Metas curriculares
Aulas previstas
(45 minutos)
Domínio – Portugal do século XVIII ao século XIX
1.
o
período
Subdomínio – O Império Português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII
Objetivos gerais
1. Conhecer e compreender as caraterísticas do Império Português dos séculos XVII e XVIII
2. Conhecer e compreender as características do poder político no tempo de D. João V
3. Conhecer a sociedade portuguesa no século XVIII
4. Conhecer aspetos da arte no tempo de D. João V
5. Conhecer e compreender a ação governativa do Marquês de Pombal
9*
Desenvolvimento 3**
Avaliação 4
Subdomínio – A Revolução Francesa de 1789 e os seus reflexos em Portugal
Objetivos gerais
1. Conhecer e compreender a Revolução Francesa e as Invasões Napoleónicas
2. Conhecer e compreender a Revolução Liberal de 1820
3. Conhecer e compreender as consequências da Revolução Liberal de 1820
4. Conhecer o longo processo de afirmação da monarquia liberal
6*
Desenvolvimento e consolidação de conteúdos 1**
Subdomínio – Portugal na segunda metade do século XIX
Objetivos gerais
1. Conhecer e compreender o processo de modernização das atividades produtivas portuguesas na
segunda metade do século XIX
2. Conhecer o desenvolvimento das vias de comunicação e dos meios de transporte operado pela
Regeneração e os seus efeitos
3. Conhecer e compreender o alcance das medidas tomadas pelos liberais na educação e na justiça
5*
Desenvolvimento e consolidação de conteúdos 1*
* Para desenvolvimento das aprendizagens
** Para consolidação das aprendizagens
12 Editável e fotocopiável © Texto |Novo HGP 6.o
ano
Metas curriculares
Aulas previstas
(45 minutos)
Avaliação 4
2.
o
período
3. Conhecer e compreender o alcance das medidas tomadas pelos liberais na educação e na justiça
4. Conhecer e compreender o aumento da população e o êxodo rural verificado na segunda metade do
século XIX
5. Conhecer e compreender as características da sociedade e a vida quotidiana nas cidades e nos
campos na segunda metade do século XIX
6. Conhecer as características da arte da segunda metade do século XIX
5*
Desenvolvimento e consolidação de conteúdos 1**
Domínio – Portugal do século XX
Subdomínio – Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926
Objetivos gerais
1. Conhecer e compreender as razões da queda da monarquia constitucional
2. Conhecer e compreender o funcionamento do regime da I República e os seus símbolos
3. Conhecer as principais realizações da I República
4. Conhecer e compreender os motivos do fim da I República e a instauração da Ditadura Militar em 1926
6*
Desenvolvimento e consolidação de conteúdos 1**
Avaliação 4
Subdomínio – O Estado Novo (1933-1974)
Objetivos gerais
1. Compreender a ascensão de Salazar e a construção do Estado Novo
2. Conhecer e compreender os mecanismos de difusão dos ideais do Estado Novo e de repressão para
com os opositores
3. Conhecer e compreender os principais movimentos de resistência ao Estado Novo
4. Conhecer e compreender a manutenção do colonialismo português e a Guerra Colonial
6*
Desenvolvimento e consolidação de conteúdos 1**
Avaliação 4
Subdomínio – O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático
Objetivos gerais
1. Conhecer e compreender as causas do golpe militar do 25 de Abril de 1974
2. Conhecer e compreender as consequências do 25 de Abril de 1974 ao nível da democratização do
regime e da descolonização
3. Conhecer os órgãos de poder democráticos
4. Analisar algumas conquistas, dificuldades e desafios que Portugal enfrenta no nosso tempo
5*
3.
o
período
Subdomínio – Espaços em que Portugal se Integra
Objetivos gerais
1. Conhecer a União Europeia (UE) como uma das organizações internacionais em que Portugal se integra
2. Conhecer outras organizações internacionais em que Portugal se integra
2*
Desenvolvimento e consolidação de conteúdos 1**
Avaliação 4
* Para desenvolvimento das aprendizagens
** Para consolidação das aprendizagens
Editável e fotocopiável © Texto |Novo HGP 6.o
ano 13
Metas curriculares
Aulas previstas
(45 minutos)
Domínio – Portugal Hoje***
3.
o
período
Subdomínio – A população portuguesa
Objetivos gerais
1. Compreender a importância dos recenseamentos na recolha de informação sobre a população
2. Conhecer a evolução da população em Portugal e compreender a sua relação com o crescimento
natural
3. Compreender o contributo do saldo migratório na evolução da população em Portugal
4. Compreender a distribuição da população em Portugal
5. Conhecer a evolução da população portuguesa por grupos etários
6. Conhecer e compreender as consequências do duplo envelhecimento da população em Portugal
3*
Subdomínio – Os lugares onde vivemos
Objetivos gerais
1. Compreender as caraterísticas da população rural e urbana e os seus modos de vida
2. Compreender a desigual dinâmica populacional das áreas rurais e das áreas urbanas
3. Compreender a atratividade exercida pelas áreas urbanas
3*
Desenvolvimento e consolidação de conteúdos 1**
Subdomínio – As atividades que desenvolvemos
Objetivos gerais
1. Conhecer a repartição das atividades económicas por setores
2. Compreender a evolução da distribuição da população por setores de atividade em Portugal
3. Conhecer e compreender as caraterísticas da agricultura em Portugal
4. Compreender a importância da floresta em Portugal
5. Compreender a atividade piscatória em Portugal
6. Compreender a evolução da indústria em Portugal
7. Compreender a crescente importância das energias renováveis em Portugal
8. Compreender o comércio em Portugal
9. Compreender a crescente importância dos serviços entre as atividades económicas em Portugal
7*
Subdomínio – O mundo mais perto de nós
Objetivos gerais
1. Compreender a importância dos transportes na sociedade atual
2. Conhecer e compreender a importância das telecomunicações na sociedade atual
1*
Subdomínio – Lazer e Património
Objetivos gerais
1. Compreender a desigual distribuição da prática do lazer e do turismo a nível nacional
2. Compreender a importância da preservação do património
1*
Desenvolvimento e consolidação de conteúdos 1**
Avaliação 4
* Para desenvolvimento das aprendizagens
** Para consolidação das aprendizagens
*** Sugerimos aos colegas que a lecionação do domínio Portugal Hoje seja feita a partir das apresentações Powerpoint®, disponíveis em
14 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Planificação
a
médio
prazo
Domínio
–
Portugal
do
século
XVIII
ao
século
XIX
*
(15
aulas)
Subdomínio
–
O
Império
Português,
o
poder
absoluto,
a
sociedade
de
ordens
e
a
arte
no
século
XVIII
Objetivos
gerais
Descritores
de
desempenho
Experiências
de
aprendizagem
Avaliação
Calendarização
1.
Conhecer
e
compreender
as
características
do
Império
Português
dos
séculos
XVII
e
XVIII
2.
Conhecer
e
compreender
as
características
do
poder
político
no
tempo
de
D.
João
V
1.1
Conhecer
a
dimensão
geográfica
do
Império
Português
no
século
XVIII,
por
comparação
ao
império
luso
do
século
XVI
e
aos
restantes
impérios
europeus.
1.2
Referir
a
colónia
do
Brasil
como
o
principal
território
ultramarino
português
no
século
XVII.
1.3
Destacar
o
açúcar
brasileiro
como
o
principal
produto
de
exportação
colonial.
1.4
Relacionar
a
quebra
dos
lucros
do
açúcar
com
a
intensificação
da
procura
de
ouro
pelos
bandeirantes.
1.5
Relacionar
as
fronteiras
atuais
do
Brasil
com
as
incursões
dos
bandeirantes
a
partir
dos
finais
do
século
XVII.
1.6
Reconhecer
a
riqueza
proporcionada
a
Portugal,
na
primeira
metade
do
século
XVIII,
pela
descoberta
de
ouro
no
Brasil.
1.7
Caracterizar
a
vida
dos
escravos,
salientando
as
condições
a
que
eram
submetidos
(desde
o
seu
resgate
e
transporte
do
continente
africano
até
ao
seu
dia-a-dia
nos
engenhos
de
açúcar).
1.8
Reconhecer
nas
características
étnicas
culturais,
linguísticas,
religiosas
do
Brasil
atual
a
miscigenação
entre
ameríndios,
africanos
e
europeus.
2.1
Definir
«monarquia
absoluta».
2.2
Referir
a
concentração
de
poderes
de
D.
João
V.
2.3
Comparar
a
concentração
de
poderes
de
um
rei
absoluto
com
a
divisão
de
poderes
existente
no
atual
regime
democrático.
Levantamento
das
ideias
dos
alunos
e
contextualização
da
realidade
em
estudo
pela
exploração
das
páginas
18
e
19,
relativamente
ao
Império
Português
e
à
sociedade
de
ordens.
O
aluno,
através
da
resolução
das
tarefas
propostas
no
guião
de
análise
dos
documentos
das
páginas
20
e
21,
deverá
construir
o
seu
conhecimento
acerca
do
território
e
dos
recursos
do
Império
Português
no
século
XVIII,
e
das
riquezas
do
Brasil.
Convidam-se
os
alunos
À
descoberta
de
palavras,
nomeadamente
a
clarificar
o
significado
de
«bandeirantes»,
na
página
21.
O
aluno,
através
da
resolução
das
tarefas
propostas
no
guião
de
exploração
dos
documentos
das
páginas
22
a
25,
irá
construir
o
seu
conhecimento
acerca
dos
movimentos
da
população
e
do
tráfico
de
escravos.
Convidam-se
os
alunos
À
descoberta
de
palavras,
nomeadamente
a
clarificar
o
significado
de
«Engenho
de
açúcar»
e
«Tráfico
negreiro»,
na
página
23.
O
aluno,
através
da
resolução
das
tarefas
propostas
no
guião
de
exploração
das
fontes
das
páginas
24
e
25,
deverá
construir
o
seu
conhecimento
acerca
do
reinado
de
D.
João
V
e
da
vida
na
Corte.
Diagnóstica
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos
1.
o
período
*
Volume
1.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 15
3.
Conhecer
a
sociedade
portuguesa
no
século
XVIII
4.
Conhecer
aspetos
da
arte
no
tempo
de
D.
João
V
5.
Conhecer
e
compreender
a
ação
governativa
do
Marquês
de
Pombal
2.4
Comparar
a
justificação
divina
para
o
exercício
do
poder
absoluto
com
a
legitimidade
do
poder
pelo
voto
na
democracia
atual.
2.5
Evidenciar
o
fausto
da
corte,
as
embaixadas,
as
cerimónias
públicas
e
as
grandes
construções
como
manifestações
do
poder
absoluto.
3.1
Reconhecer
a
manutenção
da
divisão
da
sociedade
em
grupos
e
dos
profundos
contrastes
sociais
existentes.
3.2
Identificar
nas
cerimónias
públicas
e
na
lei
o
reflexo
da
forte
estratificação
social
da
época.
3.3
Referir
a
burguesia
como
grupo
enriquecido
pelo
comércio
internacional
mas
mantendo
o
seu
estatuto
de
não
privilegiado.
3.4
Referir
as
formas
de
ascensão
social
no
século
XVIII.
3.5
Sublinhar
o
papel
da
Inquisição
na
perseguição
aos
«cristãos-novos»,
destacando
a
intolerância
religiosa
dessa
época.
4.1
Identificar
as
principais
características
da
arte
barroca.
4.2
Identificar
alguns
exemplos
de
arte
barroca
em
Portugal,
especialmente
ao
nível
do
património
edificado.
5.1
Descrever
o
terramoto
de
1755
e
a
ação
imediata
do
Marquês
de
Pombal.
5.2
Identificar
características
urbanísticas
da
Lisboa
Pombalina.
5.3
Identificar
as
principais
medidas
de
desenvolvimento
económico
adotadas
no
reinado
de
D.
José
I.
Convidam-se
os
alunos
À
descoberta
de
palavras,
nomeadamente
a
clarificar
o
significado
de
«Monarquia»
e
«Absoluto»
e
«Monarquia
absoluta».
Propõe-se
que
o
aluno,
através
da
resolução
das
tarefas
propostas
no
guião
de
análise
cruzada
dos
documentos
das
páginas
26
e
27,
construa
o
seu
conhecimento
acerca
da
sociedade
no
tempo
de
D.
João
V.
Convidam-se
os
alunos
À
descoberta
de
palavras,
nomeadamente
a
clarificar
o
significado
de
«Cristão»,
«Católico»,
«Cristão-novo»
e
«Inquisição».
O
aluno,
através
da
resolução
das
tarefas
propostas
no
guião
de
análise
cruzada
dos
documentos
das
páginas
28
e
29
deverá
construir
o
seu
conhecimento
acerca
da
cultura
e
da
arte
no
tempo
de
D.
João
V.
Através
da
exploração
das
páginas
30
e
31,
sobre
a
escravatura
sensibiliza-se
o
aluno
para
questões
de
cidadania.
Para
a
monitorização
da
aprendizagem,
propõe-se
a
realização
das
tarefas-síntese
constantes
nas
páginas
32
a
35
(em
casa
ou
na
aula).
Levantamento
das
ideias
dos
alunos
e
contextualização
da
realidade
em
estudo
pela
resolução
das
propostas
das
páginas
38
a
43,
relativamente
ao
terramoto
de
1755,
à
Lisboa
Pombalina
e
à
ação
do
Marquês
de
Pombal.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
1.
o
período
16 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
5.4
Relacionar
a
quebra
das
remessas
de
ouro
do
Brasil
e
as
elevadas
importações
portuguesas
em
meados
do
século
XVIII
com
a
introdução
de
novas
manufaturas.
5.5
Indicar
sucintamente
as
reformas
no
ensino,
o
fim
da
distinção
entre
«cristão-novo»
e
«cristão-velho»
e
a
proibição
da
escravatura
na
metrópole.
O
aluno,
através
da
resolução
das
tarefas
propostas
no
guião
de
análise
cruzada
dos
documentos
das
páginas
38
a
43,
irá
construir
o
seu
conhecimento
acerca
do
terramoto
de
1755,
da
reconstrução
de
Lisboa,
da
situação
do
reino
após
a
morte
de
D.
João
V
e
da
ação
do
Marquês
de
Pombal.
Convidam-se
os
alunos
À
descoberta
de
palavras,
nomeadamente
a
clarificar
o
significado
de
«Baixa»,
«Pombalino»
e
«Baixa
Pombalina».
Sugere-se,
ainda,
a
Leitura
em
Família
de
O
Dia
do
Terramoto,
de
Ana
Maria
Magalhães
e
Isabel
Alçada.
Para
a
monitorização
da
aprendizagem,
propõe-se
a
realização
das
tarefas-síntese
constantes
nas
páginas
44
a
47
(em
casa
ou
na
aula).
Formativa
1.
o
período
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 17
Domínio
–
Portugal
do
século
XVIII
ao
século
XIX
*
Subdomínio
–
A
Revolução
Francesa
de
1789
e
seus
reflexos
em
Portugal
Objetivos
gerais
Descritores
de
desempenho
Experiências
de
aprendizagem
Avaliação
Calendarização
1.
Conhecer
e
compreender
a
Revolução
Francesa
e
as
invasões
napoleónicas
2.
Conhecer
e
compreender
a
Revolução
Liberal
de
1820
1.1
Localizar
no
espaço
e
no
tempo
a
grande
revolução
de
1789
e
a
onda
revolucionária
que
provocou
na
Europa
e
na
América.
1.2
Referir
os
princípios
políticos
e
sociais
defendidos
pelos
revolucionários
franceses,
destacando
o
fim
do
absolutismo
e
dos
privilégios
do
clero
e
da
nobreza.
1.3
Reconhecer
a
construção
de
um
Império
na
Europa
por
Napoleão
Bonaparte.
1.4
Identificar
o
«Bloqueio
Continental»
como
uma
forma
de
enfraquecer
a
Inglaterra.
1.5
Indicar
os
motivos
que
levaram
Napoleão
a
invadir
Portugal.
1.6
Descrever
sucintamente
as
três
invasões
napoleónicas,
salientando
os
seus
episódios
mais
marcantes.
1.7
Referir
a
fuga
da
família
real
e
da
corte
para
o
Brasil
aquando
da
primeira
invasão.
1.8
Referir
a
resistência
popular
e
a
ajuda
militar
inglesa
na
luta
contra
a
ocupação
francesa.
2.1
Relacionar
as
destruições
provocadas
pelas
invasões,
a
permanência
do
rei
no
Brasil
e
o
domínio
inglês
em
Portugal
com
o
descontentamento
generalizado
dos
vários
grupos
sociais.
2.2
Descrever
sucintamente
o
triunfo
de
uma
revolução
liberal
em
Portugal
em
1820,
destacando
os
seus
principais
protagonistas.
2.3
Justificar
o
apoio
dos
burgueses
aos
ideais
revolucionários.
2.4
Referir
a
realização
de
eleições
para
as
Cortes
Constituintes,
cujo
objetivo
era
a
elaboração
de
uma
Constituição.
2.5
Reconhecer
a
Constituição
como
a
lei
fundamental
de
um
Estado.
Levantamento
das
ideias
dos
alunos
e
contextualização
da
realidade
em
estudo
pela
resolução
das
propostas
das
páginas
48
e
49,
relativamente
à
Revolução
Francesa
de
1789
e
aos
seus
reflexos
em
Portugal.
Os
alunos,
através
da
resolução
das
tarefas
propostas
no
guião
de
análise
cruzada
dos
documentos
das
páginas
50
a
53,
construirão
o
seu
conhecimento
relativamente
à
Revolução
Francesa,
ao
Bloqueio
Continental
e
a
como
Portugal
foi
ocupado
pelos
franceses.
Convidam-se
os
alunos
À
descoberta
de
palavras,
nomeadamente
a
clarificar
o
significado
de
«Regente».
Propõe-se
que
o
aluno,
através
da
resolução
das
tarefas
propostas
no
guião
de
análise
cruzada
das
fontes
das
páginas
54
a
57,
desenvolva
o
seu
conhecimento
acerca
da
Revolução
Liberal
de
1820
e
da
ação
das
Cortes
Constituintes
–
Constituição
de
1822.
Convidam-se
os
alunos
À
descoberta
de
palavras,
nomeadamente
do
significado
de
«Conspiração»,
«Revolução»,
«Governo
provisório»,
«Constituição».
Diagnóstica
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
1.
o
período
*
Volume
1.
18 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
3.
Conhecer
e
compreender
as
consequências
da
Revolução
Liberal
de
1820
4.
Conhecer
o
longo
processo
de
afirmação
da
monarquia
liberal
3.1
Referir
o
princípio
da
separação
de
poderes,
a
igualdade
perante
a
lei
e
o
princípio
da
soberania
nacional,
por
oposição
ao
absolutismo.
3.2
Reconhecer
o
caráter
«revolucionário»
da
Constituição
de
1822,
salientando,
ainda
assim,
os
seus
limites,
por
referência
ao
voto
verdadeiramente
universal
atual.
3.3
Descrever
sucintamente
o
processo
de
Independência
do
Brasil.
4.1
Justificar
a
oposição
de
largos
setores
da
nobreza
e
do
clero
à
nova
ordem
política
e
social.
4.2
Descrever
a
solução
encontrada
por
D.
Pedro
para
resolver
o
problema
de
sucessão
ao
trono,
após
a
morte
de
D.
João
VI.
4.3
Referir
o
desrespeito
do
regente
D.
Miguel
pela
ordem
liberal
e
a
sua
aclamação
como
rei
absoluto,
em
1828,
salientando
o
período
de
repressão
que
se
seguiu.
4.4
Reconhecer
a
divisão
da
sociedade
portuguesa
entre
absolutistas
(apoiantes
de
D.
Miguel)
e
liberais
(apoiantes
de
D.
Pedro).
4.5
Descrever
sucintamente
a
Guerra
Civil
de
1832-
1834,
salientando
episódios
marcantes
do
triunfo
de
D.
Pedro
e
da
monarquia
constitucional.
Propõe-se
que
o
aluno,
através
da
resolução
das
tarefas
das
páginas
58
a
61,
conheça
como
decorreu
a
independência
do
Brasil,
a
sucessão
ao
trono
de
Portugal
e
as
lutas
entre
liberais
e
absolutistas
que
culminou
na
Guerra
Civil.
Convidam-se
os
alunos
À
descoberta
de
palavras,
nomeadamente
para
clarificar
o
significado
de
«Guerra
civil»,
na
página
61.
Sugere-se,
ainda,
a
Leitura
em
Família
de
Um
Trono
Para
Dois
Irmãos
de
Ana
Maria
Magalhães
e
Isabel
Alçada.
Para
a
monitorização
da
aprendizagem,
propõe-se
a
realização
das
tarefas-síntese
constantes
nas
páginas
62
a
65.
Proposta
de
um
momento
de
avaliação
sumativa.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa/
Sumativa
1.
o
período
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 19
Domínio
–
Portugal
do
século
XVIII
ao
século
XIX
*
Subdomínio
–
Portugal
na
segunda
metade
do
século
XIX
Objetivos
gerais
Descritores
de
desempenho
Experiências
de
aprendizagem
Avaliação
Calendarização
1.
Conhecer
e
compreender
o
processo
de
modernização
das
atividades
produtivas
portuguesas
na
segunda
metade
do
século
XIX
2.
Conhecer
o
desenvolvimento
das
vias
de
comunicação
e
dos
meios
de
transporte
operado
pela
Regeneração
e
os
seus
efeitos
1.1
Relacionar
a
dependência
de
Portugal
face
ao
exterior
e
a
estabilidade
política
conseguida
em
meados
do
século
XIX
com
as
tentativas
de
modernização
da
economia
portuguesa.
1.2
Referir
as
principais
medidas
tomadas
pelos
liberais
para
a
modernização
da
agricultura
portuguesa.
1.3
Referir
o
alcance
limitado
do
desenvolvimento
industrial
do
país,
verificado
neste
período,
destacando
as
principais
zonas
industriais
na
segunda
metade
do
século
XIX
num
país
maioritariamente
rural.
2.1
Referir
a
ausência
de
uma
rede
de
transportes
e
comunicação
como
um
entrave
ao
desenvolvimento
do
país
até
meados
do
século
XIX.
2.2
Reconhecer
a
expansão
da
rede
ferroviária,
viária
e
o
desenvolvimento
dos
meios
de
comunicação
na
segunda
metade
do
século
XIX.
2.3
Apontar
o
Estado
como
o
grande
impulsionador
da
rede
de
transportes
e
comunicação
da
segunda
metade
do
século
XIX,
destacando
a
ação
de
Fontes
Pereira
de
Melo.
2.4
Referir
as
consequências
económicas
e
sociais
do
desenvolvimento
das
vias
de
comunicação,
dos
transportes
e
dos
meios
de
comunicação.
2.5
Estabelecer
uma
relação
entre
os
investimentos
realizados
com
recurso
aos
mercados
internacionais
com
a
grave
crise
financeira
de
1890-1892.
Levantamento
das
ideias
dos
alunos
e
contextualização
da
realidade
em
estudo
pela
resolução
das
propostas
das
páginas
68
e
71,
relativamente
a
Portugal
na
segunda
metade
do
século
XIX.
Ao
longo
das
páginas
70
a
73,
as
propostas
de
trabalho
com
os
documentos
pretendem
que
o
aluno
conheça
o
estado
da
agricultura
e
da
indústria
portuguesa
na
segunda
metade
do
século
XIX.
Convidam-se
os
alunos
À
descoberta
de
palavras,
nomeadamente
a
clarificar
o
significado
de
«Regeneração»,
«Pousio»,
e
«Indústria
mecanizada»
nas
páginas
69
a
71,
respetivamente.
Propõe-se
que
o
aluno,
através
da
resolução
das
tarefas
das
páginas
72
e
73,
conheça
os
transportes
e
comunicações
da
segunda
metade
do
século
XIX.
Diagnóstica
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
1.
o
período
*
Volume
1.
20 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
3.
Conhecer
e
compreender
o
alcance
das
medidas
tomadas
pelos
liberais
na
educação
e
na
justiça
4.
Conhecer
e
compreender
o
aumento
da
população
e
o
êxodo
rural
verificado
na
segunda
metade
do
século
XIX
5.
Conhecer
e
compreender
as
características
da
sociedade
e
a
vida
quotidiana
nas
cidades
e
nos
campos
na
segunda
metade
do
século
XIX
3.1
Enumerar
medidas
tomadas
ao
nível
do
ensino,
destacando
os
seus
objetivos
e
limites.
3.2
Indicar
o
pioneirismo
português
na
abolição
da
pena
de
morte,
destacando
a
existência
da
pena
capital
em
vários
países
do
mundo
na
atualidade.
3.3
Relacionar
as
ideias
liberais
com
a
abolição
da
pena
de
morte,
da
escravatura
nas
colónias
e
das
penas
corporais.
4.1
Apontar
as
razões
da
diminuição
da
mortalidade
e
do
consequente
aumento
da
população
verificado
neste
período.
4.2
Relacionar
a
mecanização
da
agricultura,
o
crescimento
da
população
e
a
melhoria
dos
transportes
com
o
êxodo
rural
e
emigração
verificados
neste
período.
4.3
Localizar
os
destinos
do
êxodo
rural
e
da
emigração
neste
período.
5.1
Conhecer
a
organização
social
liberal,
por
oposição
à
sociedade
do
século
XVIII.
5.2
Reconhecer
o
caráter
eminentemente
rural
da
economia
e
sociedade
portuguesa.
5.3
Caracterizar
a
modernização
das
cidades
ocorrida
neste
período,
salientando
preocupações
que
continuam
a
existir
no
urbanismo
atual.
5.4
Referir
o
surgimento
do
proletariado
como
novo
grupo
social,
destacando
as
suas
duras
condições
de
vida
e
de
trabalho.
5.5
Relacionar
as
difíceis
condições
de
vida
do
proletariado
com
a
criação
das
primeiras
associações
de
operários
e
as
primeiras
formas
de
luta.
O
aluno,
através
da
resolução
das
tarefas
propostas
no
guião
de
análise
cruzada
das
fontes
das
páginas
74
e
75
irá
construir
o
seu
conhecimento
acerca
do
ensino
e
da
defesa
dos
Direitos
Humanos
em
Portugal
na
segunda
metade
do
século
XIX.
Propõe-se
que
os
alunos
atendam
à
proposta
de
«Educação
para
a
cidadania»,
nas
páginas
76
e
77
analisando
os
documentos
e
desenvolvendo
a
atividade
proposta.
Para
a
monitorização
da
aprendizagem,
propõe-se
a
realização
das
tarefas-síntese
constantes
nas
páginas
78
a
81.
Ao
longo
das
páginas
82
a
91,
as
propostas
de
trabalho
com
os
documentos
pretendem
que
o
aluno
conheça
a
organização
social,
a
vida
nos
campos,
a
vida
nas
grandes
cidades
e
o
nascimento
do
proletariado
em
Portugal,
na
segunda
metade
do
século
XIX.
Através
da
rubrica
À
descoberta
de
palavras,
os
alunos
poderão
clarificar
o
significado
de
«Proletariado»,
na
página
91.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
1.
o
período
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 21
6.
Conhecer
as
características
da
arte
da
segunda
metade
do
século
XIX
6.1
Reconhecer
a
«Arquitetura
do
Ferro»
como
a
grande
novidade
da
arquitetura
do
século
XIX.
6.2
Identificar
as
principais
construções
da
«Arquitetura
do
Ferro»
em
Portugal.
6.3
Identificar
exemplos
marcantes
da
arquitetura
de
inspiração
em
estilos
do
passado
(revivalista).
6.4
Enumerar
algumas
figuras
da
literatura
do
século
XIX.
Propõe-se
a
exploração
das
páginas
92
e
93
para
que
os
alunos
percecionem
as
interdependências
cidade-campo.
Propõe-se
que
os
alunos
conheçam
a
arte
e
a
cultura
portuguesa
na
segunda
metade
do
século
XIX,
ao
longo
da
página
91.
Para
a
monitorização
da
aprendizagem,
propõe-se
a
realização
das
tarefas-síntese
constantes
nas
páginas
92
a
95.
Proposta
de
um
momento
de
avaliação
sumativa.
Formativa/
Sumativa
1.
o
período
22 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Domínio
–
Portugal
do
século
XX
*
(19
aulas)
Subdomínio
–
Da
Revolução
Republicana
de
1910
à
Ditadura
Militar
de
1926
Objetivos
gerais
Descritores
de
desempenho
Experiências
de
aprendizagem
Avaliação
Calendarização
1.
Conhecer
e
compreender
as
razões
da
queda
da
monarquia
constitucional
2.
Conhecer
e
compreender
o
funcionamento
do
regime
da
I
República
e
os
seus
símbolos
1.1
Indicar
os
motivos
do
crescente
descrédito
da
instituição
monárquica.
1.2
Relacionar
os
interesses
das
potências
industriais
europeias
em
África
com
a
Conferência
de
Berlim
e
com
o
projeto
português
do
Mapa
Cor-de-Rosa.
1.3
Relacionar
o
projeto
do
Mapa
Cor-de-Rosa
com
o
Ultimato
Inglês.
1.4
Relacionar
a
humilhação
sentida
pelo
povo
português
face
à
cedência
ao
Ultimato
Inglês
com
o
aumento
dos
apoiantes
da
causa
republicana.
1.5
Referir
o
regicídio
de
1908
como
fator
para
a
queda
da
monarquia.
1.6
Descrever
os
principais
episódios
do
5
de
Outubro
de
1910,
salientando
o
apoio
popular
à
insurreição
militar
republicana.
1.7
Localizar
no
tempo
o
período
da
I
República.
2.1
Diferenciar
Monarquia
e
República
quanto
ao
chefe
de
Estado,
à
legitimidade
do
seu
mandato
e
à
duração
do
mesmo.
2.2
Conhecer
os
símbolos
da
República
Portuguesa.
2.3
Caracterizar
o
regime
republicano
a
partir
da
Constituição
de
1911,
salientando
semelhanças
e
diferenças
relativamente
à
Constituição
da
monarquia
constitucional.
2.4
Indicar
o
Parlamento
como
o
órgão
político
mais
importante
na
I
República.
2.5
Reconhecer
a
manutenção
de
limitações
no
sufrágio
durante
a
I
República,
por
comparação
à
situação
atual.
Levantamento
das
ideias
dos
alunos
e
contextualização
da
realidade
em
estudo
pela
resolução
das
propostas
das
páginas
4
a
7,
relativamente
à
Revolução
Republicana
de
1910
e
à
I
República.
Ao
longo
das
páginas
8
a
11,
as
propostas
de
trabalho
com
os
documentos
pretendem
que
o
aluno
desenvolva
o
seu
conhecimento
relativamente
aos
motivos
que
levaram
à
queda
da
monarquia
(formação
do
Partido
Republicano,
Ultimato
Inglês,
revolta
de
31
de
janeiro
e
regicídio)
e
ao
5
de
outubro
de
1910.
Convidam-se
os
alunos
À
descoberta
de
palavras,
nomeadamente
do
significado
de
«Ultimato»
e
«República»
na
página
9.
Ao
longo
das
páginas
12e
13,
as
propostas
de
trabalho
com
os
documentos
pretendem
que
o
aluno
construa
o
seu
conhecimento
acerca
das
primeiras
medidas
republicanas
e
da
Constituição
Republicana.
Diagnóstica
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
2.
o
período
*
Volume
2.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 23
3.
Conhecer
as
principais
realizações
da
I
República
4.
Conhecer
e
compreender
os
motivos
do
fim
da
I
República
e
a
instauração
da
Ditadura
Militar
em
1926
3.1
Indicar
as
principais
medidas
de
caráter
social
tomadas
durante
a
I
República.
3.2
Referir
medidas
tomadas
pela
I
República
no
sentido
de
diminuir
a
influência
da
Igreja
junto
da
população.
3.3
Salientar
o
alcance
das
medidas
sociais
e
educativas
tomadas
durante
a
I
República.
4.1
Referir
a
instabilidade
governativa
e
a
crise
económica
e
social
como
fatores
decisivos
para
o
fim
da
I
República.
4.2
Indicar
os
motivos
da
entrada
de
Portugal
na
I
Guerra
Mundial.
4.3
Indicar
os
efeitos
da
participação
de
Portugal
na
I
Guerra
Mundial
e
sua
relação
com
o
golpe
militar
de
28
de
maio
de
1926.
4.4
Justificar
a
grande
adesão
dos
militares
e
da
população
de
Lisboa
ao
movimento
antidemocrático
chefiado
pelo
general
Gomes
da
Costa.
4.5
Localizar
no
tempo
o
período
da
Ditadura
Militar.
4.6
Reconhecer
nas
medidas
da
Ditadura
Militar
o
fim
da
liberdade
política
e
o
cercear
de
liberdades
individuais.
Propõe-se
que
os
alunos
conheçam
as
principais
medidas
republicanas
nas
páginas
14
e
15.
No
À
Descoberta
de
Palavras,
convidam-se
os
alunos
a
clarificar
os
significados
de
«Alfabetizar»
e
«Sindicato»,
na
página
15.
As
propostas
de
trabalho
com
os
documentos
das
páginas
16
a
19
pretendem
que
o
aluno
construa
o
seu
conhecimento
acerca
da
participação
de
Portugal
na
I
Guerra
Mundial
e
acerca
do
crescente
descontentamento
português
com
a
I
República,
que
levou
à
Ditadura
Militar
e
ao
fim
da
liberdade.
No
À
Descoberta
de
Palavras
convidam-se
os
alunos,
a
clarificar
o
significado
de
«Guerra
Mundial»,
«Ditadura
Militar»
e
«Censura»
Para
a
monitorização
da
aprendizagem,
propõe-se
a
realização
das
tarefas-síntese
constantes
nas
páginas
20
a
23
(em
casa
ou
na
aula).
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
2.
o
período
24 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Domínio
–
Portugal
do
século
XX
*
Subdomínio
–
O
Estado
Novo
(1933-1974)
Objetivos
gerais
Descritores
de
desempenho
Experiências
de
aprendizagem
Avaliação
Calendarização
1.
Compreender
a
ascensão
de
Salazar
e
a
construção
do
Estado
Novo
2.
Conhecer
e
compreender
os
mecanismos
de
difusão
dos
ideais
do
Estado
Novo
e
de
repressão
para
com
os
opositores
1.1
Referir
o
saldo
positivo
das
contas
públicas
portuguesas
conseguido
pelo
ministro
das
Finanças
António
de
Oliveira
Salazar.
1.2
Relacionar
o
saldo
positivo
das
contas
públicas
portuguesas
conseguido
pelo
ministro
das
Finanças
António
de
Oliveira
Salazar
com
a
sua
rápida
ascensão
no
poder.
1.3
Indicar
as
medidas
tomadas
por
Salazar
para
resolver
o
problema
financeiro
do
país.
1.4
Salientar,
na
Constituição
de
1933,
a
supremacia
do
poder
executivo
e
a
existência
de
um
partido
único.
1.5
Reconhecer
o
caráter
ditatorial
do
Estado
Novo.
2.1
Indicar
os
principais
valores
defendidos
pelo
Estado
Novo,
salientando
a
máxima
«Deus,
Pátria
e
Família»
e
a
obediência.
2.2
Referir
a
utilização
do
ensino,
da
Mocidade
Portuguesa
e
da
propaganda
como
formas
de
difusão
dos
ideais
do
Estado
Novo.
2.3
Enumerar
os
mecanismos
de
repressão
do
Estado
Novo.
2.4
Referir
os
objetivos
e
a
forma
de
atuação
da
polícia
política,
reconhecendo
nos
meios
utilizados
o
desrespeito
pelas
liberdades
e
garantias
fundamentais
dos
cidadãos.
2.5
Referir
a
existência
de
prisões
políticas,
destacando
a
colónia
penal
do
Tarrafal.
2.6
Reconhecer
na
atualidade
a
existência
de
regimes
com
características
ditatoriais
onde
diariamente
são
desrespeitados
os
Direitos
Humanos.
Levantamento
das
ideias
dos
alunos
e
contextualização
da
realidade
em
estudo
pela
resolução
das
propostas
das
páginas
24
a
26,
relativamente
ao
Estado
Novo.
O
aluno,
através
da
resolução
das
tarefas
propostas
no
guião
de
análise
cruzada
dos
documentos
das
páginas
26
e
27
construirá
o
seu
conhecimento
acerca
do
golpe
militar
de
28
de
maio
e
da
Ditadura
Militar.
Ao
longo
das
páginas
26
e
27
as
propostas
de
trabalho
com
as
fontes
pretendem
que
o
aluno
construa
o
seu
conhecimento
relativamente
à
ascensão
política
de
Salazar
e
a
Constituição
de
1933.
No
À
Descoberta
de
Palavras
da
página
27,
convidam-
-se
os
alunos
a
clarificar
o
significado
de
«Estado
Novo».
Propõe-se
a
exploração
dos
documentos
das
páginas
30
e
31
sobre
os
perseguidos
pela
ditadura
e
os
perseguidos
na
atualidade,
no
âmbito
da
Educação
para
a
Cidadania.
Proposta
de
um
momento
de
avaliação
sumativa.
Diagnóstica
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa/
Sumativa
2.
o
período
*
Volume
2.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 25
3.
Conhecer
e
compreender
os
principais
movimentos
de
resistência
ao
Estado
Novo
4.
Conhecer
e
compreender
a
manutenção
do
colonialismo
português
e
a
Guerra
Colonial
3.1
Comparar
a
imagem
de
prosperidade
e
paz
social
dada
pelo
regime
com
as
difíceis
condições
de
vida
da
grande
maioria
dos
portugueses
e
com
a
opressão.
3.2
Referir
a
oposição
à
ditadura
através
de
ações
clandestinas
e
de
obras
artísticas,
destacando
alguns
dos
autores
mais
marcantes.
3.3
Reconhecer
a
candidatura
do
general
Humberto
Delgado
à
Presidência
da
República
(1958)
como
o
grande
momento
de
oposição
à
ditadura,
descrevendo
o
seu
desfecho.
3.4
Referir
a
manutenção
do
regime
opressivo
após
a
substituição
de
Salazar
por
Marcelo
Caetano,
apesar
das
expetativas
de
«abertura
do
regime».
4.1.
Referir
a
intransigência
do
Estado
Novo
relativamente
à
sua
política
colonial
num
contexto
internacional
hostil
à
posse
de
colónias.
4.2.
Relacionar
essa
intransigência
com
a
perda
do
Estado
Português
da
Índia
(1960)
e
com
o
início
da
Guerra
Colonial
em
Angola
(1961),
Guiné
(1963)
e
Moçambique
(1964).
4.3.
Caracterizar
a
Guerra
Colonial,
salientando
os
movimentos
que
lutavam
pela
independência.
4.4.
Reconhecer
os
efeitos
da
guerra,
salientando
o
número
de
soldados
mobilizados,
as
vítimas
dos
dois
lados
do
conflito
e
os
problemas
associados
à
guerra
que
persistem
ainda
hoje.
Ao
longo
das
páginas
32
e
33,
as
propostas
de
trabalho
com
os
documentos
pretendem
que
o
aluno
construa
o
seu
conhecimento
relativamente
às
grandes
construções
e
à
emigração
durante
o
Estado
Novo.
No
À
Descoberta
de
Palavras
da
página
33,
convidam-
-se
os
alunos
a
clarificar
o
significado
de
«Obras
públicas».
O
aluno,
através
da
resolução
das
tarefas
propostas
no
guião
de
análise
cruzada
dos
documentos
das
páginas
34
e
35,
construirá
o
seu
conhecimento
acerca
dos
meios
de
repressão
usados
no
Estado
Novo.
O
aluno,
através
da
resolução
das
tarefas
propostas
no
guião
de
análise
cruzada
dos
documentos
das
páginas
36
e
37,
construirá
o
seu
conhecimento
acerca
da
recusa
de
Salazar
relativamente
à
concessão
da
independência
das
colónias
e
acerca
da
Guerra
Colonial.
No
À
Descoberta
de
Palavras
da
página
37,
convidam-se
os
alunos
a
clarificar
o
significado
de
«Guerra
Colonial».
Propõe-se
a
exploração
das
páginas
38
e
39
sobre
as
grandes
obras
do
Estado
Novo.
Para
a
monitorização
da
aprendizagem,
propõe-se
a
realização
das
tarefas-síntese
constantes
nas
páginas
40
a
43
(em
casa
ou
na
aula).
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa
2.
o
período
26 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Domínio
–
Portugal
do
século
XX
*
Subdomínios
–
O
25
de
Abril
de
1974
e
o
regime
democrático
–
Espaços
em
que
Portugal
se
integra
Objetivos
gerais
Descritores
de
desempenho
Experiências
de
aprendizagem
Avaliação
Calendarização
1.
Conhecer
e
compreender
as
causas
do
golpe
militar
do
25
de
Abril
de
1974
2.
Conhecer
e
compreender
as
consequências
do
25
de
Abril
de
1974
ao
nível
da
democratização
do
regime
e
da
descolonização
1.1
Relacionar
as
difíceis
condições
de
vida
da
maioria
dos
portugueses,
a
opressão
política
e
a
manutenção
da
Guerra
Colonial
com
a
«grande
debandada»
dos
portugueses
e
com
o
crescente
descontentamento
dos
militares.
1.2
Descrever
sucintamente
os
acontecimentos
da
revolução
militar
e
os
seus
protagonistas.
1.3
Sublinhar
a
forte
adesão
popular
e
o
caráter
não
violento
da
«Revolução
dos
Cravos».
2.1
Reconhecer
no
programa
do
Movimento
das
Forças
Armadas,
o
fim
da
ditadura
e
o
início
da
construção
da
democracia.
2.2
Referir
as
eleições
de
1975
como
um
marco
fundamental
para
a
construção
do
Regime
Democrático.
2.3
Reconhecer
na
Constituição
de
1976
a
consagração
dos
direitos
e
liberdades
fundamentais.
2.4
Relacionar
o
25
de
Abril
com
a
descolonização
e
com
o
fim
do
Império.
2.5
Explicar
os
problemas
verificados
com
a
descolonização
portuguesa,
destacando
a
questão
«retornados»
e
a
questão
timorense.
2.6
Referir
a
transferência
de
soberania
de
Macau
para
a
China
(1999)
e
a
autodeterminação
de
Timor-Lorosae
(2002)
como
marcos
formais
do
fim
do
Império
Português.
2.7
Conhecer
a
dimensão
do
território
português
e
os
novos
países
surgidos
após
a
descolonização.
Levantamento
das
ideias
dos
alunos
e
contextualização
da
realidade
em
estudo
pela
resolução
das
propostas
das
páginas
44
e
45,
relativamente
ao
25
de
abril
de
1974
e
a
consolidação
da
democracia
portuguesa.
O
aluno,
através
da
resolução
das
tarefas
propostas
no
guião
de
análise
cruzada
dos
documentos
das
páginas
46
e
47
construirá
o
seu
conhecimento
acerca
do
fim
da
ditadura
e
o
regresso
da
liberdade
a
Portugal.
Ao
longo
das
páginas
47
a
55,
as
propostas
de
trabalho
com
os
documentos
pretendem
que
o
aluno
construa
o
seu
conhecimento
relativamente:
à
descolonização,
à
Constituição
de
1976,
às
regiões
autónomas
portuguesas
e
ao
poder
local
português.
No
À
Descoberta
de
Palavras
convidam-se
os
alunos
a
clarificar
o
significado
de
«Descolonização»,
«Direito
de
voto»,
«Democracia»,
«Poder
Central»,
«Promulgar»
e
«Região
Autónoma»,
nas
páginas
47,
49,
51,
53
e
55,
respetivamente.
Sugere-se
ainda,
a
Leitura
em
Família
de
O
25
de
abril
contado
às
crianças
e
aos
outros
de
José
Jorge
Letria.
Diagnóstica
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
alunos
3.
o
período
*
Volume
2.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 27
3.
Conhecer
os
órgãos
de
poder
democráticos
4.
Analisar
algumas
conquistas,
dificuldades
e
desafios
que
Portugal
enfrenta
no
nosso
tempo
1.
Conhecer
a
União
Europeia
(UE)
como
uma
das
organizações
internacionais
em
que
Portugal
se
integra
3.1
Identificar
a
existência
de
poder
central,
regional
e
local.
3.2
Indicar
os
órgãos
de
poder
regional
e
local
e
as
suas
funções.
3.3
Descrever
o
funcionamento
dos
órgãos
de
poder
central
e
as
funções
de
cada
um.
3.4
Destacar
a
efetiva
separação
de
poderes
e
o
sufrágio
livre
e
universal
como
conquistas
de
Abril.
3.5
Identificar
formas
de
participação
cívica
e
democrática.
1.
Reconhecer
a
democratização
do
país
como
fator
de
prestígio
internacional
para
Portugal.
2.
Reconhecer
a
entrada
de
Portugal
na
Comunidade
Económica
Europeia
(CEE)
como
um
contributo
para
a
consolidação
da
democracia
portuguesa
e
para
a
modernização
do
país.
3.
Enumerar
aspetos
que
comprovem
a
modernização
do
país
após
a
adesão
à
CEE.
4.5
Constatar
a
maior
igualdade
de
géneros
existente
na
atualidade,
apesar
do
caminho
que
ainda
há
a
percorrer.
4.6
Reconhecer
outras
dificuldades
que
Portugal
enfrenta
nos
nossos
dias:
desemprego,
morosidade
da
justiça,
assimetrias
sociais,
abandono
escolar,
fraco
envolvimento
cívico.
1.1Identificar
os
países
que
constituem
a
UE.
1.2
Referir
os
principais
objetivos
que
presidiram
à
criação
da
UE.
1.3
Identificar
os
sucessivos
alargamentos
da
UE.
1.4
Identificar
as
principais
instituições
europeias.
Propõe-se
que
o
aluno
com
a
resolução
das
tarefas
das
páginas
56
a
59
construa
o
seu
conhecimento
acerca
das
organizações
internacionais
em
que
Portugal
se
integra
e
como
a
democracia
se
consolida
atualmente.
3.
o
período
28 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
2.
Conhecer
outras
organizações
internacionais
em
que
Portugal
se
integra
2.1
Identificar
os
principais
objetivos
da
criação
da
ONU.
2.2
Referir
alguns
dos
estados
não
membros
da
ONU.
2.3
Identificar
algumas
das
organizações
que
integram
a
ONU
(UNICEF,
FAO,
UNESCO…).
2.4
Localizar
os
Países
Africanos
de
Língua
Oficial
Portuguesa
(PALOP).
2.5
Localizar
os
países
da
Comunidade
de
Países
de
Língua
Oficial
Portuguesa
(CPLP).
2.6
Referir
alguns
dos
grandes
objetivos
dos
PALOP
e
da
CPLP.
2.7
Localizar
países
da
Organização
do
Tratado
ao
Atlântico
Norte
(NATO).
2.8
Referir
os
principais
objetivos
da
NATO.
Para
a
monitorização
da
aprendizagem,
propõe-se
a
realização
das
tarefas-síntese
constantes
nas
páginas
60
a
63
(em
casa
ou
na
aula).
Proposta
de
um
momento
de
avaliação
sumativa.
Formativa/
Sumativa
3.
o
período
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 29
Domínio
–
Portugal
Hoje
*
(15
aulas)
Subdomínio
–
A
população
Portuguesa
Objetivos
gerais
Descritores
de
desempenho
Experiências
de
aprendizagem
Avaliação
Calendarização
1.
Compreender
a
importância
dos
recenseamentos
na
recolha
de
informação
sobre
a
população
2.
Conhecer
a
evolução
da
população
em
Portugal
e
compreender
a
sua
relação
com
o
crescimento
natural
3.
Compreender
o
contributo
do
saldo
migratório
na
evolução
da
população
em
Portugal
1.1
Definir
recenseamento
da
população.
1.2
Referir
informações
que
se
podem
consultar
nos
recenseamentos
da
população.
1.3
Localizar
diferentes
divisões
administrativas
do
território
nacional
a
diferentes
escalas
(Distritos,
NUTS
II
e
III,
municípios).
1.4
Inferir
sobre
a
importância
dos
recenseamentos
na
gestão
e
ordenamento
do
território.
2.1
Definir
população
total
ou
absoluta.
2.2
Caracterizar
a
evolução
da
população
portuguesa
desde
o
primeiro
recenseamento
geral
da
população
(1864).
2.3
Identificar
o
crescimento
natural
como
o
principal
fator
responsável
pela
evolução
da
população.
2.4
Distinguir
natalidade
de
taxa
de
natalidade
e
mortalidade
de
taxa
de
mortalidade.
2.5
Definir
crescimento
natural.
2.6
Caraterizar
a
evolução
da
natalidade
em
Portugal.
2.7
Identificar
fatores
responsáveis
pela
diminuição
da
natalidade
em
Portugal
nas
últimas
décadas.
2.8
Caraterizar
a
evolução
da
mortalidade
em
Portugal.
2.9
Identificar
fatores
responsáveis
pela
diminuição
da
mortalidade
em
Portugal
nas
últimas
décadas.
3.1
Distinguir
emigração
de
imigração.
3.2
Definir
saldo
migratório.
3.3
Caracterizar
a
evolução
da
emigração
em
Portugal.
3.4
Localizar
as
principais
áreas
de
destino
da
emigração
portuguesa.
3.5
Identificar
as
principais
causas
e
consequências
da
emigração
em
Portugal.
Levantamento
das
ideias
dos
alunos
e
contextualização
da
realidade
em
estudo
pela
resolução
das
propostas
das
páginas
64
a
67,
relativamente
a
Portugal
hoje:
população
portuguesa
e
os
lugares
onde
vivemos.
O
aluno,
através
da
resolução
das
tarefas
propostas
no
guião
de
análise
cruzada
dos
documentos
das
páginas
68
e
69
construirá
o
seu
conhecimento
acerca
da
população
portuguesa
na
atualidade
e
da
sua
evolução.
No
À
Descoberta
de
Palavras
da
página
69
convidam-se
os
alunos
a
clarificar
os
significados
de
«População
total
ou
absoluta»,
«Natalidade»
e
«Mortalidade».
Propõe-se
que
o
aluno
explore
os
documentos
das
páginas
70
e
71
sobre
as
NUTS
–
Nomenclatura
das
Unidades
Territoriais
para
fins
Estatísticos.
Propõe-se
que
o
aluno,
com
a
resolução
das
tarefas
das
páginas
72
e
73,
construa
o
seu
conhecimento
acerca
da
mobilidade
da
população
portuguesa.
No
À
Descoberta
de
Palavras
da
página
73
convidam-se
os
alunos
a
clarificar
o
significado
de
«Emigração»,
«Imigração»
e
«Saldo
migratório».
Diagnóstica
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
3.
o
período
*
Volume
2.
30 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
4.
Compreender
a
distribuição
da
população
em
Portugal
5.
Conhecer
a
evolução
da
população
portuguesa
por
grupos
etários
6.
Conhecer
e
compreender
as
consequências
do
duplo
envelhecimento
da
população
em
Portugal
3.6
Descrever
a
evolução
da
imigração
em
Portugal.
3.7
Localizar
os
principais
países
de
origem
da
imigração
em
Portugal.
4.1
Distinguir
densidade
populacional
de
população
total.
4.2
Interpretar
mapas
com
a
distribuição
regional
da
população
total/densidade
populacional
em
meados
do
século
XX
e
na
atualidade.
4.3
Identificar
os
principais
fatores
responsáveis
pelo
acentuar
de
contrastes
na
distribuição
da
população
na
atualidade.
5.1
Identificar
os
três
grupos
etários.
5.2
Caracterizar
a
evolução
recente
da
população
jovem,
da
adulta
e
da
idosa,
tendo
por
base
dados
estatísticos.
5.3
Identificar
fatores
responsáveis
pela
evolução
dos
três
grupos
etários.
6.1
Definir
esperança
média
de
vida
à
nascença.
6.2
Caraterizar
a
evolução
da
esperança
média
de
vida
à
nascença,
identificando
os
principais
fatores
responsáveis
pelo
seu
incremento.
6.3
Referir
os
principais
fatores
que
contribuem
para
o
duplo
envelhecimento
da
população.
6.4
Localizar
as
área
mais
afetadas
pelo
duplo
envelhecimento
da
população
e
as
respetivas
consequências.
6.5
Apresentar
medidas
com
o
objetivo
de
subverter
o
duplo
envelhecimento.
O
aluno,
através
da
resolução
das
tarefas
propostas
no
guião
de
análise
cruzada
dos
documentos
das
páginas
74
e
75,
construirá
o
seu
conhecimento
acerca
das
características
da
população
portuguesa
e
da
sua
repartição
espacial
atualmente.
No
À
Descoberta
de
Palavras
da
página
75,
convidam-
-se
os
alunos
a
clarificar
os
significados
de
«Grupo
etário»,
«Esperança
média
de
vida»,
«Região
atrativa»,
«Região
repulsiva»
e
«Densidade
populacional».
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
3.
o
período
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 31
Domínio
–
Portugal
Hoje
*
Subdomínio
–
Os
lugares
onde
vivemos
Objetivos
gerais
Descritores
de
desempenho
Experiências
de
aprendizagem
Avaliação
Calendarização
1.
Compreender
as
características
da
população
rural
e
urbana
e
os
seus
modos
de
vida
2.
Compreender
a
desigual
dinâmica
populacional
das
áreas
rurais
e
das
áreas
urbanas
3.
Compreender
a
atratividade
exercida
pelas
áreas
urbanas
1.1
Definir
povoamento.
1.2
Caraterizar
o
povoamento
rural
e
o
povoamento
urbano.
1.3
Definir
modo
de
vida.
1.4
Caraterizar
os
modos
de
vida
predominantes
no
espaço
rural
e
no
espaço
urbano.
1.5
Reconhecer
a
crescente
interpenetração
entre
modos
de
vida
rurais
e
urbanos.
1.6
Reconhecer
a
crescente
complementaridade
e
interdependência
entre
o
espaço
rural
e
o
espaço
urbano.
2.1
Comparar
a
evolução
da
população
rural
e
da
população
urbana
em
Portugal,
nas
últimas
décadas.
2.2
Definir
taxa
de
urbanização.
2.3
Definir
êxodo
rural.
2.4
Relacionar
a
crescente
taxa
de
urbanização
com
o
êxodo
rural.
2.5
Localizar
as
principais
áreas
urbanas
em
Portugal.
2.6
Identificar
os
principais
problemas
das
áreas
urbanas
e
das
áreas
rurais
em
Portugal.
2.7
Apontar
soluções
para
os
problemas
identificados
nas
áreas
urbanas
e
nas
áreas
rurais
em
Portugal.
3.1
Distinguir
área
atrativa
de
área
repulsiva.
3.2
Interpretar
a
distribuição
regional
dos
equipamentos
ligados
à
saúde,
educação,
cultura,
desporto,
audiovisuais
(…).
3.3
Justificar
a
atratividade
das
áreas
urbanas
pela
maior
disponibilidade
na
oferta
de
emprego
e
concentração
de
equipamento
de
saúde,
educação,
lazer
(…).
Ao
longo
das
páginas
76
a
81,
o
aluno
compreenderá
as
formas
de
povoamento,
as
condições
de
vida
no
campo,
os
centros
urbanos
e
os
problemas
quotidianos
portugueses
na
atualidade.
No
À
Descoberta
de
Palavras
convidam-se
os
alunos
a
clarificar
o
significado
de:
«Taxa
de
urbanização»,
«Centro
urbano»,
«Distância-tempo»,
na
página
79,
«Saneamento
básico»,
«Nível
de
conforto»,
na
página
81.
Para
a
monitorização
da
aprendizagem,
propõe-se
a
realização
das
tarefas-síntese
constantes
nas
páginas
82
a
85
(em
casa
ou
na
aula).
Diagnóstica
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
3.
o
período
*
Volume
2.
32 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Domínio
–
Portugal
Hoje
*
Subdomínio
–
Atividades
que
desenvolvemos
Objetivos
gerais
Descritores
de
desempenho
Experiências
de
aprendizagem
Avaliação
Calendarização
1.
Conhecer
a
repartição
das
atividades
económicas
por
setores
2.
Compreender
a
evolução
da
distribuição
da
população
por
setores
de
atividade
em
Portugal
3.
Conhecer
e
compreender
as
características
da
agricultura
em
Portugal
1.1
Definir
setor
de
atividade
económica.
1.2
Distinguir
população
ativa
de
população
inativa.
1.3
Distinguir
taxa
de
atividade
de
taxa
de
desemprego.
1.4
Distinguir
atividades
produtivas
de
não
produtivas.
1.5
Comparar
as
atividades
económicas
integradas
nos
setores
primário,
secundário
e
terciário.
2.1
Caraterizar
a
evolução
da
população
ativa
integrada
nos
três
setores
de
atividade.
2.2
Enumerar
fatores
que
explicam
a
diminuição
da
população
ativa
integrada
no
setor
primário
e
no
setor
secundário.
2.3
Identificar
consequências
da
diminuição
da
população
ativa
integrada
no
setor
primário
e
no
setor
secundário.
2.4
Identificar
fatores
que
explicam
o
aumento
da
população
ativa
integrada
no
setor
terciário.
2.5
Identificar
consequências
do
aumento
da
população
ativa
integrada
no
setor
terciário.
2.6
Localizar
as
áreas
onde
predominam
atividades
ligadas
aos
diferentes
setores.
2.7
Identificar
as
atividades
dominantes
na
área
envolvente
à
escola.
3.1
Definir
agricultura.
3.2
Caraterizar
os
principais
tipos
de
agricultura
praticados
em
Portugal.
3.3
Descrever
as
transformações
recentes
ocorridas
na
agricultura
portuguesa.
3.4
Localizar
os
principais
tipos
de
agricultura
e
alguns
dos
produtos
cultivados.
Levantamento
das
ideias
dos
alunos
e
contextualização
da
realidade
em
estudo
pela
resolução
das
propostas
das
páginas
86
e
87,
relativamente
a
Portugal
hoje:
atividades
que
desenvolvemos,
o
mundo
mais
perto
de
nós
e
lazer
e
património.
Propõe-se
que
o
aluno
com
a
resolução
das
tarefas
das
páginas
88
e
89
construa
o
seu
conhecimento
acerca
do
mundo
de
trabalho
em
Portugal,
na
atualidade.
No
À
Descoberta
de
Palavras
da
página
89,
convidam-
-se
os
alunos
a
clarificar
os
significados
de
«Setor
primário»,
«Setor
secundário»
e
«Setor
terciário».
Com
as
tarefas
propostas
nas
páginas
90
a
93,
os
alunos
conhecerão
o
setor
primário
português
na
atualidade.
No
À
Descoberta
de
Palavras,
da
página
91,
convidam-se
os
alunos
a
clarificar
o
significado
de
«Agricultura»
e
«Silvicultura»
e
da
página
93,
«Zona
Económica
Exclusiva»
(ZEE)
e
«Aquacultura».
Diagnóstica
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
3.
o
período
*
Volume
2.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 33
4.
Compreender
a
importância
da
floresta
em
Portugal
5.
Compreender
a
atividade
piscatória
em
Portugal
6.
Compreender
a
evolução
da
indústria
em
Portugal
7.
Compreender
a
crescente
importância
das
energias
renováveis
em
Portugal
3.5
Identificar
os
principais
obstáculos
à
modernização
da
agricultura
portuguesa.
3.6
Identificar
a
atividade
agrícola
praticada
na
área
de
residência.
4.1
Referir
as
principais
funções
das
florestas.
4.2
Localizar
a
distribuição
das
principais
espécies
florestais
a
nível
nacional.
4.3
Identificar
os
principais
problemas
que
afetam
a
floresta
5.1
Caraterizar
os
principais
tipos
de
pesca
praticados
em
Portugal.
5.2
Identificar
as
principais
áreas
de
pesca
e
os
portos
de
desembarque
do
pescado.
5.3
Referir
alguns
dos
problemas
que
afetam
a
pesca
portuguesa
e
possíveis
soluções.
5.4
Identificar
aspetos
positivos
e
negativos
da
aquacultura.
6.1
Definir
indústria.
6.2
Identificar
diferentes
tipos
de
indústria.
6.3
Caraterizar
a
evolução
da
indústria
em
Portugal.
6.4
Localizar
as
principais
áreas
industriais
em
Portugal.
6.5
Identificar
os
principais
problemas
associados
à
atividade
industrial
e
possíveis
soluções.
7.1
Referir
os
tipos
de
energia
mais
utilizados
em
Portugal.
7.2
Distinguir
energias
renováveis
de
energias
não
renováveis,
dando
ênfase
aos
principais
impactes
da
sua
utilização.
7.3
Localizar
as
principais
áreas
de
produção
de
energia
renovável
em
Portugal.
7.4
Enumerar
os
principais
fatores
responsáveis
pela
crescente
importância
das
energias
renováveis
em
Portugal.
7.5
Identificar
práticas
adequadas
a
uma
racionalização
dos
consumos
energéticos.
Propõe-se
que
o
aluno,
com
a
resolução
das
tarefas
das
páginas
94
a
97,
construa
o
seu
conhecimento
acerca
do
setor
secundário
português
na
atualidade.
No
À
Descoberta
de
Palavras
da
página
191
convidam-
-se
os
alunos
a
clarificar
o
significado
de
«Indústria»
e
da
página
193,
«Energias
não
renováveis»
e
«Energias
renováveis»
.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
3.
o
período
34 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
8.
Compreender
o
comércio
em
Portugal
9.
Compreender
a
crescente
importância
dos
serviços
entre
as
atividades
económicas
em
Portugal
8.1
Distinguir
importação
de
exportação.
8.2
Descrever
a
evolução
das
importações
e
das
exportações
em
Portugal.
8.3
Caracterizar
os
tipos
de
produtos
importados/exportados
e
os
parceiros
comerciais.
8.4
Referir
as
consequências
do
desigual
valor
das
importações
e
exportações
em
Portugal.
8.5
Identificar
novas
formas
de
comercializar
produtos
e
de
pagar
serviços.
9.1
Definir
serviços.
9.2
Identificar
os
diferentes
tipos
de
serviços.
9.3
Localizar
as
áreas
de
maior
oferta
de
serviços.
9.4
Explicar
os
contrastes
regionais
na
oferta
de
serviços
(saúde,
educação,
cultura,
desporto…).
9.5
Justificar
a
crescente
importância
do
setor
dos
serviços
na
criação
de
emprego.
Ao
longo
das
páginas
98
e
99,
o
aluno
compreenderá
a
composição
do
setor
terciário
português
na
atualidade.
No
À
Descoberta
de
Palavras
da
página
99
convidam-se
os
alunos
a
clarificar
os
significados
de
«Atividades
produtivas»,
«Atividades
não
produtivas»,
«Importações»
e
«Exportações».
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
3.
o
período
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 35
Domínio
–
Portugal
Hoje
*
Subdomínios
–
O
mundo
mais
perto
de
nós
–
Lazer
e
Património
Objetivos
gerais
Descritores
de
desempenho
Experiências
de
aprendizagem
Avaliação
Calendarização
1.
Compreender
a
importância
dos
transportes
na
sociedade
atual
2.
Conhecer
e
compreender
a
importância
das
telecomunicações
na
sociedade
atual
1.
Compreender
a
desigual
distribuição
da
prática
do
lazer
e
do
turismo
a
nível
nacional
1.1
Distinguir
rede
de
transporte
de
modo
de
transporte.
1.2
Referir
a
importância
das
redes
de
transporte
no
mundo
atual.
1.3
Comparar
as
vantagens
e
as
desvantagens
da
utilização
dos
diferentes
modos
de
transporte
(rodoviário,
ferroviário,
marítimo,
aéreo
e
fluvial).
1.4
Caracterizar
a
distribuição
das
diferentes
redes
de
transporte
em
Portugal.
1.5
Relacionar
a
distribuição
das
redes
de
transporte
com
a
distribuição
da
população
e
atividades
económicas.
1.6
Discutir
os
impactes
do
desenvolvimento
da
rede
de
transportes.
2.1
Definir
rede
de
telecomunicação.
2.2
Referir
as
vantagens
da
utilização
dos
serviços
de
telecomunicação.
2.3
Associar
o
desenvolvimento
dos
serviços
de
telecomunicação
com
o
processo
de
globalização
e
aparecimento
do
conceito
de
«aldeia
global».
2.4
Discutir
a
importância
do
desenvolvimento
das
telecomunicações
nas
atividade
humanas
e
qualidade
de
vida.
1.1
Definir
lazer.
1.2
Localizar
as
áreas
com
maior
oferta
de
equipamento
culturais
e
desportivos
diversos
(teatros,
cinemas,
museus,
bibliotecas,
pavilhões
desportivos…)
1.3
Justificar
a
desigual
oferta
na
distribuição
de
equipamento
culturais
e
desportivos.
1.4
Identificar
o
turismo
como
uma
atividade
de
lazer.
Ao
longo
das
páginas
100
a
103,
o
aluno
compreenderá
o
papel
das
telecomunicações
e
dos
transportes
em
Portugal,
na
atualidade.
No
À
Descoberta
de
Palavras,
convidam-se
os
alunos
a
clarificar
os
significados
de:
«Serviços»,
«Meio
de
transporte»
e
«Rede
de
transporte»,
nas
páginas
101
e
103.
na
atualidade.
Ao
longo
das
páginas
104
a
105,
o
aluno
compreenderá
o
papel
das
telecomunicações
e
dos
transportes
em
Portugal,
na
atualidade.
No
À
Descoberta
de
Palavras,
convidam-se
os
alunos
a
clarificar
os
significados
de:
«Lazer»,
«Turismo»
e
«Reserva
natural»,
na
página
105.
Diagnóstica
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
Formativa
Registo
da
participação
(oral,
escrita
ou
digital)
dos
alunos.
3.
o
período
*
Volume
2.
36 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
2.
Compreender
a
importância
da
preservação
do
património
1.5
Identificar
diferentes
tipos
de
turismo
em
Portugal:
balnear/
de
montanha/religioso/termal/
em
espaço
rural/de
aventura/radical/
histórico-cultural/
de
natureza
(…).
1.6
Localizar
as
áreas
de
maior
atração/procura
turística
em
Portugal,
destacando
os
fatores
que
justificam
a
sua
atratividade/procura.
1.7
Identificar
atividades
de
lazer
e
turismo
na
região
onde
reside.
2.1
Identificar
diferentes
tipos
de
património.
2.2
Localizar
diferentes
áreas
de
proteção
da
natureza.
2.3
Explicar
a
importância
das
áreas
protegidas
na
preservação
do
património
ambiental.
2.4
Identificar
medidas
de
preservação
do
património.
Para
a
monitorização
da
aprendizagem,
propõe-se
a
realização
das
tarefas-síntese
constantes
nas
páginas
106
a
109
(em
casa
ou
na
aula).
Proposta
de
um
momento
de
avaliação
sumativa
Formativa/
Sumativa
3.
o
período
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 37
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: O Império Português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII
Meta(s): 1. Conhecer e compreender as características do Império Português dos séculos XVII e XVIII
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
1.1 Conhecer a dimensão geográfica do Império Português no século XVIII, por
comparação ao império luso do século XVI e aos restantes impérios europeus.
1.2 Referir a colónia do Brasil como o principal território ultramarino português no
século XVII.
1.3 Destacar o açúcar brasileiro como o principal produto de exportação colonial.
1.4 Relacionar a quebra dos lucros do açúcar com a intensificação da procura de
ouro pelos bandeirantes.
1.5 Relacionar as fronteiras atuais do Brasil com as incursões dos bandeirantes a
partir dos finais do século XVII.
1.6 Reconhecer a riqueza proporcionada a Portugal, na primeira metade do século
XVIII, pela descoberta de ouro no Brasil.
ͻ O território e os recursos naturais
ͻ As riquezas do Brasil
 Bandeirantes
Recursos
ͻ Manual (vol. 1) – págs. 18 a 21
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 1
ͻ
Apresentação PowerPoint® – O século XVIII
Animação – A colónia do Brasil nos séculos
XVII e XVIII
Filme (excerto) – O Caçador de Esmeraldas
Tudo isto é História (QR Code) – Ir para o
quinto dos infernos
Momento 1
A) Levantamento das ideias prévias dos alunos sobre o espaço e o tempo em que decorrem os acontecimentos abordados nos
conteúdos a trabalhar.
B) Exploração do «Relembra…», pág. 20, para contextualizar, no espaço e no tempo, os conteúdos do subdomínio.
Desenvolvimento
Os alunos exploram as páginas 18 e 19 para contextualizar o subtema no espaço e no tempo e identificar conteúdos a trabalhar a partir
de pequenas questões (apresentadas na página 19) e também levar o aluno a conhecer a metodologia do trabalho do historiador
através da exploração e comparação das fontes com a reconstituição histórica.
Os alunos respondem ao guião de exploração dos documentos proposto nas páginas 20 e 21, individualmente, a pares ou em grupo.
As questões estão direcionadas para trabalhar diversas movimentações populacionais em diferentes espaços e as alterações
fisionómicas resultantes do encontro de diferentes povos.
Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta,
nomeadamente Bandeirantes.
Síntese
Realizar a atividade «Agora…» da página 25 do vol. 1 do Manual, através da qual os alunos são convidados a refletir acerca dos ganhos
e perdas decorrentes da realidade estudada (atividade a realizar em aula ou em casa).
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos estudantes, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a
progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
1 45 min.
38 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XVIII
Subdomínio: O Império Português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII
Meta(s): 1. Conhecer e compreender as características do Império Português dos séculos XVII e XVIII
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
1.7 Caracterizar a vida dos escravos, salientando as condições a que eram
submetidos (desde o seu resgate e transporte do continente africano até ao seu
dia-a-dia nos engenhos de açúcar).
1.8 Reconhecer nas características étnicas culturais, linguísticas e religiosas do
Brasil atual a miscigenação entre ameríndios, africanos e europeus.
ͻ Os movimentos da população
ͻ O tráfico de escravos
 Engenho de açúcar
 Tráfico negreiro
Recursos
ͻ Manual (vol. 1) – págs. 22 e 23
ͻ Atlas – Mapa da Ficha 1
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 1
ͻ
Filme (excerto) – A Missão
Filme (excerto) – Amistad
Áudio ilustrado – Canto das três raças
Áudio ilustrado – O navio negreiro
Áudio ilustrado – Retirantes
Atividade Interativa – Puzzle 1
Vídeo – O comércio atlântico de escravos
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou com NEE.
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...» para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos nas páginas 22 e 23, seguindo o guia orientador de questões, que devem ser
respondidas, individualmente, a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos trabalhem conceitos relacionados com a interação entre povos, nomeadamente no que respeita à
construção de relações de diálogo/conflito e multiperspetiva.
Síntese
Sugere-se que os alunos resolvam o «Agora…» da página 23 e repensem o conceito de Tráfico negreiro, de modo a que confrontem as
suas primeiras ideias com as novas ideias construídas.
Individualmente, os alunos são convidados a refletir acerca das implicações dos contactos entre povos, no contexto específico e global,
e ainda acerca de como estas relações podem ter influenciado o modo de perspetivar as relações humanas (atividade a realizar em
aula ou em casa).
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos estudantes, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a
progressão das ideias.
Plano de aula n.o
2 45 min.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 39
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: O Império Português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII
Meta(s): 2. Conhecer e compreender as características do poder político no tempo de D. João V
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
2.1 Definir «Monarquia absoluta».
2.2 Referir a concentração de poderes de D. João V.
2.3 Comparar a concentração de poderes de um rei absoluto com a divisão de
poderes existente no atual regime democrático.
2.4 Comparar a justificação divina para o exercício do poder absoluto com a
legitimidade do poder pelo voto na democracia atual.
2.5 Evidenciar o fausto da corte, as embaixadas, as cerimónias públicas e as grandes
construções como manifestações do poder absoluto.
ͻ D. João V, um rei absoluto
ͻ A vida na Corte
 Monarquia
 Absoluto
 Monarquia absoluta
Recursos
ͻ Manual (vol. 1) – págs. 24 e 25
ͻ Atividade Final – Ficha 1
ͻ Bloco NEE* – Ficha 1
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou com NEE.
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», página 24, para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos trabalhem conceitos relacionados com a inferência de informação e no cruzamento de fontes de suporte
diverso.
Síntese
Individualmente, os alunos são convidados a refletir acerca das relações entre as várias dimensões da realidade histórica e essa
reflexão deve ser comunicada através de formas várias (atividade a realizar em aula ou em casa).
Resolução do «Agora...» para que os alunos repensem os conceitos de Monarquia e Absoluto, de modo a definirem de forma mais
complexa o conceito de Monarquia absoluta.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos estudantes, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a
progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
3 45 min.
40 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: O Império Português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII
Meta(s): 3. Conhecer a sociedade portuguesa no século XVIII
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
3.1 Reconhecer a manutenção da divisão da sociedade em grupos e dos profundos
contrastes sociais existentes.
3.2 Identificar nas cerimónias públicas e na lei o reflexo da forte estratificação
social da época.
3.3 Referir a burguesia como grupo enriquecido pelo comércio internacional mas
mantendo o seu estatuto de não privilegiado.
3.4 Referir as formas de ascensão social no século XVIII.
3.5 Sublinhar o papel da Inquisição na perseguição aos cristãos-novos, destacando a
intolerância religiosa dessa época.
ͻ A sociedade no tempo de D. João V
 Cristão
 Católico
 Cristão-novo
 Inquisição
Recursos
ͻ Manual (vol. 1) – págs. 26 e 27
ͻ Bloco NEE – Ficha 2
ͻ
Tudo isto é História (QR Code) – Uma
«elegante» do século XVIII
Animação – A sociedade do século XVIII
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou com NEE.
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a
pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos trabalhem conceitos relacionados com o tempo histórico, nomeadamente mudanças e continuidades na
sociedade.
Síntese
Individualmente, os alunos são convidados a refletir acerca do modo como os privilégios se mantêm ou não entre os diferentes grupos
sociais ao longo do tempo (atividade a realizar em aula ou em casa).
Resolução do «Agora...» para que os alunos repensem os conceitos de Cristão-novo e Inquisição, de modo a definirem estes conceitos
de forma mais complexa.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos estudantes, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a
progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
4 45 min.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 41
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: O Império Português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII
Meta(s): 4. Conhecer aspetos da arte no tempo de D. João V
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
4.1 Identificar as principais características da arte barroca.
4.2 Identificar alguns exemplos de arte barroca em Portugal, especialmente ao nível
do património edificado.
ͻ A cultura e a arte
Recursos
ͻ Manual (vol. 1) – págs. 28 a 35
ͻ Atividade Final – Ficha 2
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 1
ͻ
Vídeo – A arte barroca
Áudio – Música barroca
Teste interativo – O Império Português no
século XVIII
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou com NEE.
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente ou em grupo.
Pretende-se que os alunos trabalhem conceitos relacionados com a inferência de informação, com base em fontes históricas de
suporte diversificado.
Resolução do «Sou capaz de...» das páginas 32 e 33.
Síntese
Individualmente, os alunos são convidados a fazer uma síntese, com base nos documentos apresentados como modo de promoção de
comunicação histórica em formas diversas (atividade a realizar em aula ou em casa).
Resolução da atividade proposta no «Agora...», através da qual, os alunos poderão realizar um trabalho de pesquisa traçando a relação
entre História nacional e local e comunicar através das TIC.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos estudantes, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a
progressão de ideias percecionada.
Sumativa – no final deste subdomínio os alunos podem, com a realização da ficha de trabalho «Agora faço a minha autoavaliação»
(páginas 34 e 35), aferir o seu grau de aprendizagem.
Plano de aula n.o
5 45 min.
42 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XVIII
Subdomínio: O Império Português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII
Meta(s): 1. Conhecer e compreender as características do Império Português dos séculos XVII e XVIII
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
1.7 Caracterizar a vida dos escravos, salientando as condições a que eram
submetidos (desde o seu resgate e transporte do continente africano até ao seu
dia-a-dia nos engenhos de açúcar).
1.8 Reconhecer nas características étnicas culturais, linguísticas, religiosas do Brasil
atual a miscigenação entre ameríndios, africanos e europeus.
ͻ Educação para a cidadania
ͻ A escravatura no século XVIII
ͻ A escravatura na atualidade
Recursos
ͻ Manual (vol. 1) – págs. 30 e 35
Momento 1
Exploração do «Relembra...» das páginas 22 e 26, para articulação das aprendizagens adquiridas em aulas anteriores sobre os
movimentos da população, o tráfico negreiro e a escravatura no século XVIII.
Diálogo sobre a situação de tráfico de seres humanos e exploração dos mesmos na atualidade.
Desenvolvimento
Os alunos exploram os documentos das páginas 32 e 33, sobre a escravatura no século XVIII e na atualidade, numa perspetiva de
educação para a cidadania, e refletem sobre o artigo 4.
o
da Declaração Universal dos Direitos Humanos, 1948.
Promover, depois, um debate onde são tratadas as questões relacionadas com o tráfico de seres humanos na atualidade: motivações,
intervenientes, espaços onde ocorrem...
Sugere-se a solicitação da participação de um elemento da Amnistia Internacional ou de outra organização que desenvolva a sua
atividade neste âmbito
Pretende-se que os alunos ao comparem as situações relatadas, ocorridas em tempo e espaço tão diferentes, tomem posição
relativamente a esta temática e se tornem cidadãos conscientes e atuantes, promotores do respeito pela dignidade humana.
Síntese
Individualmente os alunos são convidados a produzir um texto de opinião – na aula ou em casa – sobre esta temática, o qual poderá
ser publicado no site da escola ou noutros meios de divulgação.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos estudantes, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a
progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
5A 45 min.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 43
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: Lisboa Pombalina e a ação do Marquês de Pombal
Meta(s): 5. Conhecer e compreender a ação governativa do Marquês de Pombal
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
5.1 Descrever o terramoto de 1755 e a ação imediata do Marquês de Pombal.
5.2 Identificar características urbanísticas da Lisboa Pombalina.
ͻ O terramoto de 1755
ͻ A reconstrução de Lisboa
 Baixa
 Pombalino
 Baixa Pombalina
Recursos
ͻ Manual (vol. 1) – págs. 36 a 39
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 2
ͻ Friso Cronológico – Atividade 1
ͻ
Vídeo – O terramoto de 1755.
Tudo isto é História (QR Code) – Cair o Carmo
e a Trindade
Atividade Interativa – Puzzle 3
Momento 1
A) Exploração da questão introdutora/problematizadora do subdomínio (página 38), a qual servirá de linha orientadora/integradora no
trabalho de metas curriculares selecionadas.
B) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas com os novos conteúdos.
C) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos, de forma cruzada, seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou em grupo, para contextualizar o subtema no espaço e no tempo e identificar conteúdos a trabalhar a partir
de pequenas questões.
Pretende-se que os alunos trabalhem conceitos relacionados com a inferência de informação, com base em fontes históricas, e acerca
do espaço e do modo como este foi apropriado ao longo do tempo, referindo-se diferenças e continuidades.
Pretende-se também levar os alunos a conhecer a metodologia do trabalho do historiador através da comparação das fontes com a
reconstituição histórica.
Síntese
Individualmente, os alunos são convidados a fazer uma síntese através da adjetivação da Baixa Pombalina e das mudanças e
continuidades no tempo em termos de apropriação do espaço (atividade a realizar em aula ou em casa).
Resolução do «Agora...», através do qual os alunos poderão refletir acerca do conceito de Baixa Pombalina.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a
progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
6 45 min.
44 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: Lisboa Pombalina e a ação do Marquês de Pombal
Meta(s): 5. Conhecer e compreender a ação governativa do Marquês de Pombal.
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
5.3 Identificar as principais medidas de desenvolvimento económico adotadas no
reinado de D. José I.
5.4 Relacionar a quebra das remessas de ouro do Brasil e as elevadas importações
portuguesas em meados do século XVIII com a introdução de novas manufaturas.
5.5 Indicar sucintamente as reformas no ensino, o fim da distinção entre cristão-
-novo e cristão-velho e a proibição da escravatura na metrópole.
ͻ A situação do reino
ͻ A ação do Marquês de Pombal
Recursos
ͻ Manual (vol. 1) – págs. 40 e 41
ͻ Atlas – Mapa da Ficha 2
ͻ
Animação – As reformas económicas do
Marquês de Pombal
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada, seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou em grupo.
As questões estão direcionadas para o trabalho de conceitos relacionados com o modo como as diferentes dimensões da realidade
histórica se vão alterando ao longo do tempo.
Síntese
Individualmente, os alunos são convidados a proceder à resolução do «Agora...» no sentido de refletirem acerca das alterações
observadas nas diferentes dimensões da realidade histórica (atividade a realizar em aula ou em casa).
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a
progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
7 45 min. 45 min.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 45
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: Lisboa Pombalina e a ação do Marquês de Pombal
Meta(s): 5. Conhecer e compreender a ação governativa do Marquês de Pombal.
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
5.4 Relacionar a quebra das remessas de ouro do Brasil e as elevadas importações
portuguesas em meados do século XVIII com a introdução de novas manufaturas.
5.5 Indicar sucintamente as reformas no ensino, o fim da distinção entre cristão-
-novo e cristão-velho e a proibição da escravatura na metrópole.
ͻ Reformas sociais, políticas e no ensino
ͻ A ação do Marquês de Pombal
Recursos
ͻ Manual (vol. 1) – págs. 42 e 43
ͻ Atividade Final – Ficha 3
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 3
ͻ Bloco NEE* – Ficha 3
ͻ Caderno de Apoio ao Professor – Teste 2
ͻ
Vídeo – A execução dos Távoras
Tudo isto é História (QR Code) – Azar dos
Távoras
Teste Interativo – Lisboa Pombalina e a ação
do Marquês de Pombal
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou com NEE.
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...» da aula anterior.
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada, seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou em grupo.
As questões estão direcionadas para o trabalho de conceitos relacionados com o modo como as diferentes dimensões da realidade
histórica se vão alterando ao longo do tempo.
Resolução do «Sou capaz de...» (páginas 44 e 45)
Síntese
Individualmente, os alunos são convidados a proceder à resolução do «Agora...» no sentido de refletirem acerca das alterações
observadas nas diferentes dimensões da realidade histórica (atividade a realizar em aula ou em casa).
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a
progressão de ideias percecionada.
Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos podem, com a realização da ficha de trabalho «Agora faço a minha
autoavaliação» (páginas 46 e 47), aferir o seu grau de aprendizagem.
Plano de aula n.o
8 45 min.
46 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: A Revolução Francesa de 1789 e seus reflexos em Portugal
Meta(s): 1. Conhecer e compreender a Revolução Francesa e as Invasões Napoléonicas
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
1.1 Localizar no espaço e no tempo a grande revolução de 1789 e a onda
revolucionária que provocou na Europa e na América.
1.2 Referir os princípios políticos e sociais defendidos pelos revolucionários
franceses, destacando o fim do absolutismo e dos privilégios do clero e da nobreza.
1.3 Reconhecer a construção de um Império na Europa por Napoleão Bonaparte.
1.4 Identificar o «Bloqueio Continental» como uma forma de enfraquecer a
Inglaterra.
1.5 Indicar os motivos que levaram Napoleão a invadir Portugal.
1.7 Referir a fuga da família real e da corte para o Brasil aquando da primeira
invasão.
ͻ A Revolução Francesa
 Regente
Recursos
ͻ Manual (vol. 1) – págs. 48 a 51
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 3
ͻ
Apresentação PowerPoint® – A Revolução
Francesa de 1789 e os seus reflexos em
Portugal
Vídeo – A Revolução Francesa
Áudio – A Marselhesa
Animação – As Invasões Napoleónicas
Tudo isto é História (QR Code) – Despedir-se
à francesa!
Momento 1
A) Exploração das questões introdutórias do subdomínio (página 48), que servirão de linha orientadora/integradora no trabalho de
metas curriculares selecionadas.
B) Exploração do «Relembra...», para contextualizar, no espaço e no tempo, os conteúdos do subdomínio.
C) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos exploram o mapa e o friso cronológico da página 48 de forma a procederem à contextualização dos acontecimentos a tratar,
no espaço e no tempo.
Exploração dos documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos
alunos, individualmente, a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos contextualizem situações históricas e compreendam as suas causas e consequências em várias dimensões.
Síntese
Os alunos são convidados a refletir acerca do Bloqueio Continental de modo a compreender como a sua ideia foi construída.
Resolução do «Agora...».
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a
progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
9 45 min.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 47
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: A Revolução Francesa de 1789 e seus reflexos em Portugal
Meta(s): 1. Conhecer e compreender a Revolução Francesa e as Invasões Napoléonicas
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
1.6 Descrever sucintamente as três invasões napoléonicas, salientando os seus
episódios mais marcantes.
1.8 Referir a resistência popular e a ajuda militar inglesa na luta contra a ocupação
francesa.
ͻ A primeira invasão
ͻ A segunda invasão
ͻ A terceira invasão
Recursos
ͻ Manual (vol. 1) – págs. 52 e 53
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 3
ͻ Atlas – Mapa 1 da Ficha 3
ͻ Friso Cronológico – Atividade 2
ͻ Bloco NEE* – Ficha 4
ͻ
Atividade Interativa – Os soldados das
Invasões Napoléonicas
Tudo isto é História (QR Code) – À grande e à
francesa
Filme (excerto) – As Linhas de Wellington
Atividade Interativa – Puzzle 5
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou com NEE.
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a
pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos conheçam e compreendam as movimentações e interação com outros povos (Franceses e Ingleses), e que
consequências daí decorreram em diferentes dimensões.
Síntese
Individualmente, os alunos são convidados a fazer uma síntese acerca dos contactos com outros povos (atividade a realizar em aula ou
em casa).
Resolução do «Agora...».
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a
progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
10 45 min.
48 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Domínio - Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: A Revolução Francesa de 1789 e seus reflexos em Portugal
Meta(s): Conhecer e compreender a Revolução Liberal de 1820
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
2.1 Relacionar as destruições provocadas pelas invasões, a permanência do rei no
Brasil e o domínio inglês em Portugal com o descontentamento generalizado dos
vários grupos sociais.
2.2 Descrever sucintamente o triunfo de uma revolução liberal em Portugal em
1820, destacando os seus principais protagonistas.
2.3 Justificar o apoio dos burgueses aos ideais revolucionários.
ͻ O descontentamento dos Portugueses
ͻ A Revolução de 1820
 Conspiração
 Revolução
 Governo provisório
Recursos
ͻ Manual (vol. 1) – págs. 54 e 55
ͻ Atividade Final – Ficha 4
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 3
ͻ Atlas – Mapa 2 da Ficha 3
ͻ
Animação – A Revolução Liberal de 1820.
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a
pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos façam inferência de informações acerca da realidade histórica com base em fontes diversas.
Síntese
Os alunos são convidados a fazer uma biografia de determinados agentes históricos da época (atividade a realizar na aula ou em casa).
Resolução do «Agora...».
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a
progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
11 45 min.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 49
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: A Revolução Francesa de 1789 e seus reflexos em Portugal
Meta(s): 2. Conhecer e compreender a Revolução Liberal de 1820
3. Conhecer e compreender as consequências da Revolução Liberal de 1820
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
2.4 Referir a realização de eleições para as Cortes Constituintes, cujo objetivo era a
elaboração de uma Constituição.
2.5 Reconhecer a Constituição como a lei fundamental de um Estado.
3.1 Referir o princípio da separação de poderes, a igualdade perante a lei e o
princípio da soberania nacional, por oposição ao absolutismo.
3.2 Reconhecer o caráter «revolucionário» da Constituição de 1822, salientando,
ainda assim, os seus limites, por referência ao voto verdadeiramente universal
atual.
ͻ A Constituição de 1822
 Constituição
 Monarquia liberal ou constitucional
Recursos
ͻ Manual (vol. 1) – págs. 56-57
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 4
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a
realidade anteriormente estudada e o novo momento da História.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente
ou em grupo.
Pretende-se que os alunos reflitam sobre as mudanças/continuidades verificadas em termos políticos e sociais, trabalhando-se
implicitamente progresso e estagnação.
Síntese
Os alunos são convidados a refletir acerca dos conceitos de Constituição e de Monarquia liberal ou constitucional.
Resolução do «Agora...».
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a
progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
12 45 min.
50 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: A Revolução Francesa de 1789 e seus reflexos em Portugal
Meta(s): 3. Conhecer e compreender as consequências da Revolução Liberal de 1820
4. Conhecer o longo processo de afirmação da monarquia liberal
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
3.3 Descrever sucintamente o processo de Independência do Brasil.
4.1 Justificar a oposição de largos setores da nobreza e do clero à nova ordem
política e social.
4.2 Descrever a solução encontrada por D. Pedro para resolver o problema de
sucessão ao trono, após a morte de D. João VI.
ͻ D. Pedro, imperador do Brasil
ͻ A sucessão ao trono de Portugal
 Exílio
Recursos
ͻ Manual (vol. 1) – págs. 58 e 59
ͻ Friso Cronológico – atividade 3
ͻ
Vídeo – A independência do Brasil
Áudio ilustrado – Hino da Carta
Constitucional
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos, de forma cruzada, seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente ou em grupo.
Pretende-se que os alunos reflitam sobre o papel de diferentes protagonistas individuais em termos políticos, e de diferentes grupos,
nacionais e brasileiros, em termos económicos e culturais.
Síntese
Individualmente, os alunos são convidados a partilhar a sua opinião relativamente à ação de D. Pedro.
Resolução do «Agora...».
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a
progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
13 45 min.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 51
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: A Revolução Francesa de 1789 e seus reflexos em Portugal
Meta(s): 4. Conhecer o longo processo de afirmação da monarquia liberal
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
4.3 Referir o desrespeito do regente D. Miguel pela ordem liberal e a sua
aclamação como rei absoluto, em 1828, salientando o período de repressão
que se seguiu.
4.4 Reconhecer a divisão da sociedade portuguesa entre absolutistas
(apoiantes de D. Miguel) e liberais (apoiantes de D. Pedro).
4.5 Descrever sucintamente a Guerra Civil de 1832-1834, salientando
episódios marcantes do triunfo de D. Pedro e da monarquia constitucional.
ͻ Antecedentes da Guerra Civil
ͻ A Guerra Civil
 Guerra Civil
Recursos
ͻ Manual (vol. 1) – págs. 60 a 65
ͻ Atividade Final – Ficha 5
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 4
ͻ Atlas – Mapa da Ficha 5
ͻ Friso Cronológico – Atividade 4
ͻ Bloco NEE* – Ficha 5
ͻ Caderno de Apoio ao Professor – Teste 2
ͻ
Teste interativo – A Revolução Francesa de 1789 e os
seus reflexos em Portugal
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou com NEE.
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos descrevam os momentos marcantes da Guerra Civil de 1832-1834 e compreendam as razões apresentadas
pelos dois grupos em confronto.
Resolução do «Sou capaz de...» (páginas 62 e 63) e do «Agora faço a minha autoavaliação».
Síntese
Propõe-se que os alunos complexifiquem as suas ideias relativamente ao conceito de Guerra Civil, e reflitam acerca das consequências
deste tipo de conflito.
Realização do «Agora...», para os alunos compreenderem as consequências de uma guerra civil a todos os níveis.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a
progressão de ideias percecionada.
Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos podem, com a realização da ficha de trabalho «Agora faço a minha
autoavaliação» (páginas 64 e 65), aferir o seu grau de aprendizagem.
Plano de aula n.o
14 45 min.
52 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX
Meta(s): 1. Conhecer e compreender o processo de modernização das atividades produtivas portuguesas na segunda
metade do século XIX
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
1.1 Relacionar a dependência de Portugal face ao exterior e a estabilidade política
conseguida em meados do século XIX com as tentativas de modernização da
economia portuguesa.
1.2 Referir as principais medidas tomadas pelos liberais para a modernização da
agricultura portuguesa.
ͻ Os recursos naturais
 Regeneração
 Pousio
Recursos
ͻ Manual (vol. 1) – págs. 66 a 69
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 5
ͻ
Apresentação PowerPoint® – Portugal na
segunda metade do século XIX.
Momento 1
Exploração das questões introdutórias do subtema (página 66) e da página 67, para contextualizar o subtema no espaço e no tempo,
identificar conteúdos a trabalhar a partir de pequenas questões e também levar o aluno a conhecer a metodologia do trabalho do
historiador através da comparação das fontes com a reconstituição histórica.
Exploração do «Relembra...» da página 68, para contextualizar, no espaço e no tempo, os conteúdos a lecionar.
Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos reflitam acerca das mudanças tecnológicas na agricultura.
Síntese
Os alunos devem realizar uma síntese através da atribuição de títulos a textos (atividade a realizar em aula ou em casa).
Realização do «Agora...», para que os alunos comparem e compreendam a evolução da agricultura da primeira para a segunda metade
do século XIX.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a
progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
15 45 min.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 53
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX
Meta(s): 1. Conhecer e compreender o processo de modernização das atividades produtivas portuguesas na segunda
metade do século XIX.
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
1.3 Referir o alcance limitado do desenvolvimento industrial do país, verificado
neste período, destacando as principais zonas industriais na segunda metade do
século XIX num país maioritariamente rural.
ͻ A indústria
 Indústria mecanizada
Recursos
ͻ Manual (vol. 1) – págs. 70 e 71
ͻ Atividade Final – Ficha 6
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 5
ͻ Atlas – Mapa da Ficha 5
ͻ Bloco NEE* – Ficha 6
ͻ
Vídeo – A máquina a vapor
Filme (excerto) – Tempos Modernos
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, ou em grupo.
Pretende-se que os alunos façam inferências de informações acerca das realidades históricas em estudo, relativamente às várias
dimensões históricas.
Síntese
Os alunos são convidados a elaborar um pequeno texto em que constem algumas das expressões facultadas, e ainda, a referir o
significado de indústria à luz da época em estudo.
Resolução do «Agora...» para os alunos perceberem vantagens e desvantagens da utilização da máquina a vapor.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a
progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
16 45 min.
54 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX
Meta(s): 2. Conhecer o desenvolvimento das vias de comunicação e dos meios de transporte operado pela Regeneração
e os seus efeitos
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
2.1 Referir a ausência de uma rede de transportes e comunicação como um entrave
ao desenvolvimento do país até meados do século XIX.
2.2 Reconhecer a expansão da rede ferroviária, viária e o desenvolvimento dos
meios de comunicação na segunda metade do século XIX.
2.3 Apontar o Estado como o grande impulsionador da rede de transportes e
comunicação da segunda metade do século XIX, destacando a ação de Fontes
Pereira de Melo.
2.4 Referir as consequências económicas e sociais do desenvolvimento das vias de
comunicação, dos transportes e dos meios de comunicação.
2.5 Estabelecer uma relação entre os investimentos realizados com recurso aos
mercados internacionais com a grave crise financeira de 1890-1892.
ͻ Transportes e comunicações
 Mobilidade
Recursos
ͻ Manual (vol. 1) – págs. 72 e 73
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 6
ͻ Atlas – Mapa da Ficha 7
ͻ
Animação – A Regeneração: transportes e
comunicações
Tudo isto é História (QR Code) – O caminho-
-de-ferro em Portugal
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas em grupo ou
individualmente.
As questões estão direcionadas para a inferência de informações acerca das realidades históricas em estudo, relativamente às várias
dimensões históricas, nomeadamente o lazer.
Síntese
Os alunos são convidados a referir a inovação que consideram mais relevante; a partilhar a sua opinião acerca do progresso nos meios
de transporte da sua região, e ainda, referir o meio de comunicação que consideram ser o mais inovador (atividade a realizar em aula
ou em casa).
Realização do «Agora...», para conhecerem melhor o papel de Fontes Pereira de Melo, efetuando uma pesquisa sobre o mesmo.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a
progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
17 45 min.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 55
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX
Meta(s): 3. Conhecer e compreender o alcance das medidas tomadas pelos liberais na educação e na justiça
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
3.1 Enumerar medidas tomadas ao nível do ensino, destacando os seus objetivos
e limites.
3.2 Indicar o pioneirismo português na abolição da pena de morte, destacando
a existência da pena capital em vários países do mundo na atualidade.
3.3 Relacionar as ideias liberais com a abolição da pena de morte, da escravatura
nas colónias e das penas corporais.
ͻ O desenvolvimento do ensino e da justiça
ͻ A defesa dos Direitos Humanos
 Analfabeto
 Penas corporais
Recursos
ͻ Manual (vol. 1) – págs. 74 a 81
ͻ Atividade Final – Ficha 7
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 6
ͻ Bloco NEE* – Ficha 7
ͻ
Tudo isto é História (QR Code) – Queimar as
pestanas
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou com NEE.
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou em grupo.
As questões estão direcionadas para a reflexão acerca das mudanças no ensino e nos direitos humanos, nomeadamente o fim da pena
de morte e da escravatura.
Resolução do «Sou capaz de...», das páginas 78 e 79.
Síntese
Individualmente, os alunos devem realizar uma pesquisa na internet (na aula ou em casa) acerca dos países que ainda hoje mantêm a
pena de morte e depois debater esta situação.
Realização do «Agora...», através do qual se pretende que os alunos reflitam sobre a persistência da situação de analfabetismo, da
violência e pena de morte (em alguns países) nos nossos dias.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a
progressão de ideias percecionada.
Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos podem, com a realização da ficha de trabalho «Agora faço a minha
autoavaliação» (páginas 80 e 81), aferir o seu grau de aprendizagem.
Plano de aula n.o
18 45 min.
56 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX
Meta(s): 3. Conhecer e compreender o alcance das medidas tomadas pelos liberais na educação e na justiça
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
3.1 Enumerar medidas tomadas ao nível do ensino, destacando os seus objetivos e
limites.
3.2 Indicar o pioneirismo português na abolição da pena de morte, destacando a
existência da pena capital em vários países do mundo na atualidade.
3.3 Relacionar as ideias liberais com a abolição da pena de morte, da escravatura
nas colónias e das penas corporais.
ͻ Educação para a cidadania.
ͻ O trabalho infantil no século XVIII
ͻ O trabalho infantil na atualidade
Recursos
ͻ Manual (vol. 1) – págs. 76 e 77
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos nas páginas 76 e 77, individualmente, a pares ou em grupo.
Propõe-se a realização de um debate sobre o trabalho infantil na segunda metade do século XIX e na atualidade, que poderá contar
com a participação de algum convidado, conhecedor do assunto.
Síntese
Individualmente, os alunos devem realizar uma pesquisa na internet acerca do trabalho infantil na atualidade e produzir um texto de
opinião a divulgar no site da escola ou noutros meios de comunicação.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a
progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
18A 45 min.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 57
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX
Meta(s): 4. Conhecer e compreender o aumento da população e o êxodo rural verificado na segunda metade
do século XIX
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
4.1 Apontar as razões da diminuição da mortalidade e do consequente aumento da
população verificado neste período.
4.2 Relacionar a mecanização da agricultura, o crescimento da população e a
melhoria dos transportes com o êxodo rural e emigração verificados neste período.
4.3 Localizar os destinos do êxodo rural e da emigração neste período.
ͻ O crescimento da população
ͻ O êxodo rural e a emigração
 Êxodo rural
 Emigração
 Crescimento da população
Recursos
ͻ Manual (vol. 1) – págs. 82 e 83
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 7
ͻ Atlas – Mapas da ficha 7
ͻ
Atividade Interativa – Puzzle 6
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos percebam e reflitam sobre a importância da contagem da população e do crescimento populacional em
meados do século XIX, e as suas consequências.
Síntese
Individualmente, os alunos deverão aplicar as suas novas ideias acerca dos conceitos desenvolvidos: Êxodo rural, Emigração e
Crescimento da população.
Realização do «Agora...», para que os alunos compreendam o que leva as pessoas a emigrar.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a
progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
19 45 min.
58 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX
Meta(s): 5. Conhecer e compreender as características da sociedade e a vida quotidiana nas cidades e nos campos na
segunda metade do século XIX
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
5.1 Conhecer a organização social liberal, por oposição à sociedade do século XVIII.
5.2 Reconhecer o caráter eminentemente rural da economia e sociedade
portuguesa.
ͻ A organização social
ͻ A vida nos campos
Recursos
ͻ Manual (vol. 1) – págs. 84 e 85
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 7
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos reflitam sobre a nova organização social portuguesa e sobre a vida nos campos.
Síntese
Individualmente, os alunos devem realizar uma síntese através da elaboração de um texto sobre os conteúdos trabalhados, relativos à
vida quotidiana no campo, resolvendo a atividade proposta no «Agora...». (atividade a realizar em aula ou em casa).
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a
progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
20 45 min.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 59
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX
Meta(s): 5. Conhecer e compreender as características da sociedade e a vida quotidiana nas cidade e nos campos na
segunda metade do século XIX
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
5.3 Caracterizar a modernização das cidades ocorrida neste período, salientando
preocupações que continuam a existir no urbanismo atual.
ͻ A modernização das principais cidades
ͻ As atividades
Recursos
ͻ Manual (vol. 1) – págs. 86 e 87
ͻ Atividade Final – Ficha 8
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 7
ͻ
Animação – Portugal no passado e no
presente
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a
pares ou em grupo.
As questões estão direcionadas para a inferência de informação com base em fontes de suporte diverso, sendo também
implicitamente trabalhadas ideias ao nível da diversidade de estatutos das fontes.
Síntese
Individualmente, os alunos devem completar um texto lacunar sobre a modernização da vida nas cidades, através da resolução da
atividade proposta no «Agora...».
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a
progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
21 45 min.
60 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX / A vida quotidiana nas cidades
Meta(s): 5. Conhecer e compreender as características da sociedade e a vida quotidiana nas cidades e nos campos na
segunda metade do século XIX
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
5.3 Caracterizar a modernização das cidades ocorrida neste período, salientando
preocupações que continuam a existir no urbanismo atual.
ͻ A vida nas grandes cidades
Recursos
ͻ Manual (vol. 1) – págs. 88 e 89
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 8
ͻ Bloco NEE* – Ficha 8
ͻ
Animação – A vida quotidiana na segunda
metade do século XIX
Áudio – Fado choradinho
Áudio – A Serrana
Tudo isto é História (QR Code) – Tirar o
cavalo da chuva
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou com NEE.
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou em grupo.
As questões estão direcionadas para a inferência de informações acerca da realidade histórica em estudo, no que à vida na cidade diz
respeito, nomeadamente habitação e divertimentos.
Síntese
Os alunos são convidados a imaginar que são burgueses e vivem na época em estudo; depois são convidados a escrever um texto sobre
o seu quotidiano.
Resolução do «Agora...» da página 89.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a
progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
22 45 min.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 61
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX
Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX
Meta(s): 5. Conhecer e compreender as características da sociedade e a vida quotidiana nas cidades e nos campos na
segunda metade do século XIX
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
5.3 Caracterizar a modernização das cidades ocorrida neste período, salientando
preocupações que continuam a existir no urbanismo atual.
ͻ A vida nas grandes cidades (continuação)
ͻ A «arquitetura do ferro» e a literatura
 Proletariado
Recursos
ͻ Manual (vol. 1) – págs. 90 e 95
ͻ Atividade Final – Ficha 9
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 8
ͻ Friso Cronológico – Atividade 5
ͻ
Vídeo – A «arquitetura do ferro»
Jogo – Quem quer ser historiador? (Tema 4)
Teste Interativo – Portugal na segunda
metade do século XIX
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...» da aula anterior.
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos, através das respostas às questões formuladas, de forma implícita pensem acerca das alterações
e das continuidades que se podem perscrutar em diferentes contextos históricos.
Os alunos exploram as imagens das páginas 92 e 93 para comparar a vida no campo e a vida na cidade.
Síntese
Resolução do «Agora...» da página 91 – Os alunos são convidados a fazer uma entrevista a um operário, inquirindo-o sobre horário,
condições de trabalho, se trabalha com mulheres, se tem sindicato… depois, devem comparar as respostas obtidas com as situações
vividas pelos operários do século XIX.
Resolução do «Sou capaz de...» da página 94.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos podem, com a realização da ficha de trabalho «Agora faço a minha
autoavaliação» (página 95), aferir o seu grau de aprendizagem.
Plano de aula n.o
23 45 min.
62 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926
Meta(s): 1. Conhecer e compreender as razões da queda da monarquia constitucional
2. Conhecer e compreender o funcionamento do regime da I República e os seus símbolos
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
1.1 Indicar os motivos do crescente descrédito da instituição monárquica.
1.2 Relacionar os interesses das potências industriais europeias em África
com a Conferência de Berlim e com o projeto português do Mapa Cor-de-Rosa.
1.3 Relacionar o projeto do Mapa Cor-de-Rosa com o Ultimato Inglês.
1.4 Relacionar a humilhação sentida pelo povo português face à cedência
ao Ultimato Inglês com o aumento dos apoiantes da causa republicana.
2.1 Diferenciar monarquia e república quanto ao chefe de Estado, à legitimidade
do seu mandato e à duração do mesmo.
ͻ A formação do Partido Republicano
ͻ A disputa por territórios africanos
 Ultimato
 República
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 6 a 9
ͻ Atlas – Mapa da Ficha 10
ͻ
Apresentação PowerPoint® – A Revolução
Republicana de 1910 e a Ditadura Militar de
1926
Atividade Interativa – Puzzle 7
Vídeo – O Ultimato de 1890
Momento 1
A) Exploração das páginas 6 e 7 para contextualizar o subtema no espaço e no tempo e identificar conteúdos a trabalhar e também
levar o aluno a conhecer a metodologia do trabalho do historiador, através da comparação das fontes com a reconstituição histórica.
B) Contextualização da realidade proposta para estudo, através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o
novo momento da História explorando o «Relembra...» da pág. 8.
C) Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta,
nomeadamente Ultimato e República.
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou em grupo.
As questões têm, de forma implícita, a intenção de fazer os alunos pensar acerca da mudança / continuidade das condições de vida dos
grupos sociais, bem como acerca das alterações propostas em termos de mapa político e emergência de novas ideias políticas.
Síntese
Os alunos são convidados a explicar se hoje vivemos numa república ou numa monarquia, e ainda, com qual dos documentos das duas
páginas relacionam o conceito de Ultimato.
Resolução do «Agora...» da página 9, identificando a personalidade mais importante na monarquia e na república.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a
progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
24 45 min.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 63
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926
Meta(s): 1. Conhecer e compreender as razões da queda da monarquia constitucional
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
1.5 Referir o regicídio de 1908 como fator para a queda da monarquia.
1.6 Descrever os principais episódios do 5 de Outubro de 1910, salientando
o apoio popular à insurreição militar republicana.
1.7 Localizar no tempo o período da I República.
ͻ O 31 de Janeiro de 1891 e o regicídio
ͻ O 5 de Outubro de 1910
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 10 e 11
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 9
ͻ
Tudo isto é História (QR Code) – O regicídio
visto por João Franco
Áudio – A Pátria
Vídeo – A queda da monarquia constitucional
Vídeo – A Revolução Republicana de 1910
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente ou em grupo.
As questões têm, de forma implícita, a intenção de trabalhar a inferência de informação com base em fontes de suporte diverso.
Síntese
Os alunos são convidados a realizar uma síntese através da realização de um quadro que aborde as temáticas estudadas
(atividades a realizar em aula ou em casa).
Resolução do «Agora...» da página 11 no qual os alunos localizam os acontecimentos no tempo.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
25 45 min.
64 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926
Meta(s): 2. Conhecer e compreender o funcionamento do regime da I República e os seus símbolos
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
2.1 Diferenciar Monarquia e República quanto ao chefe de Estado, à legitimidade
do seu mandato e à duração do mesmo.
2.2 Conhecer os símbolos da República Portuguesa.
2.3 Caracterizar o regime republicano a partir da Constituição de 1911, salientando
semelhanças e diferenças relativamente à Constituição da Monarquia
Constitucional.
2.4 Indicar o Parlamento como o órgão político mais importante na I República.
2.5 Reconhecer a manutenção de limitações no sufrágio durante a I República, por
comparação à situação atual.
ͻ As principais medidas republicanas
ͻ A Constituição Republicana
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 12 e 13
ͻ Atividade Final – Ficha 10
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 9
ͻ Bloco NEE* – Ficha 9
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou com NEE.
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos sejam capazes de selecionar informação relevante e relatar momentos/medidas marcantes
para a História de Portugal.
Síntese
Os alunos são convidados a refletir acerca da igualdade de direito de voto com base na Constituição Republicana.
Resolução do «Agora...», acerca de quem detém os poderes.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
26 45 min.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 65
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926
Meta(s): 3. Conhecer as principais realizações da I República
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
3.1 Indicar as principais medidas de caráter social tomadas durante a I República.
3.2 Referir medidas tomadas pela I República no sentido de diminuir a influência
da Igreja junto da população.
3.3 Salientar o alcance das medidas sociais e educativas tomadas durante
a I República.
ͻ As primeiras medidas republicanas
 Sindicato
 Alfabetizar
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 14 e 15
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 10
ͻ Friso Cronológico – Atividade 6
ͻ
Animação – As reformas da I República
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos infiram informação através da interpretação de fontes de suporte e estatuto diverso.
Síntese
Os alunos são convidados a sintetizar a realidade histórica através da seleção de medidas que consideram mais relevantes
para os trabalhadores e para melhorar o ensino, através da resolução do «Agora...» da página 15.
Paralelamente, propõe-se que os alunos reflitam acerca de conceitos como Alfabetizar e Sindicato.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
27 45 min.
66 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926
Meta(s): 4. Conhecer e compreender os motivos do fim da I República e a instauração da Ditadura Militar em 1926
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
4.1 Referir a instabilidade governativa e a crise económica e social como fatores
decisivos para o fim da I República.
4.2 Indicar os motivos da entrada de Portugal na I Guerra Mundial.
4.3 Indicar os efeitos da participação de Portugal na I Guerra Mundial
e a sua relação com o golpe militar de 28 de maio de 1926.
4.4 Justificar a grande adesão dos militares e da população de Lisboa
ao movimento antidemocrático chefiado pelo general Gomes da Costa.
4.5 Localizar no tempo o período da Ditadura Militar.
4.6 Reconhecer nas medidas da Ditadura Militar o fim da liberdade política
e o cercear de liberdades individuais.
ͻ Portugal e a I Guerra Mundial
ͻ O crescente descontentamento
 Guerra Mundial
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 16 e 17
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 10
ͻ
Vídeo – Soldados portugueses na I Guerra
Mundial
Filme (excerto) – A Oeste, Nada de Novo
Tudo isto é História (QR Code) – Ir aos
arames
Áudio – Fado das Trincheiras
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente,
a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos, com base em fontes várias, relatem as causas e consequências das decisões de Portugal em termos
nacionais e mundiais.
Síntese
Propõe-se que os alunos complexifiquem as suas ideias relativamente ao conceito de Guerra Mundial, e reflitam acerca
das consequências deste tipo de conflito.
Resolução do «Agora...» da página 17.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
28 45 min.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 67
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926
Meta(s): 4. Conhecer e compreender os motivos do fim da I República e a instauração da Ditadura Militar em 1926
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
4.1 Referir a instabilidade governativa e a crise económica e social como fatores
decisivos para o fim da I República.
4.2 Indicar os motivos da entrada de Portugal na I Guerra Mundial.
4.3 Indicar os efeitos da participação de Portugal na I Guerra Mundial e sua relação
com o golpe militar de 28 de maio de 1926.
4.4 Justificar a grande adesão dos militares e da população de Lisboa ao movimento
antidemocrático chefiado pelo general Gomes da Costa.
4.5 Localizar no tempo o período da Ditadura Militar.
4.6 Reconhecer nas medidas da Ditadura Militar o fim da liberdade política
e o cercear de liberdades individuais.
ͻ A queda da I República
ͻ A Ditadura Militar
 Ditadura Militar
 Censura
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 18 a 23
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 10
ͻ Bloco NEE* – Ficha 10
ͻ
Vídeo – O fim da I República e a Ditadura
Militar
Vídeo – O desfile do general Gomes da Costa
em Lisboa
Teste Interativo – Da Revolução Republicana
de 1910 à Ditadura Militar de 1926
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou com NEE.
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos, com base em fontes variadas em termos de suporte e estatuto, infiram as informações relevantes
para a realidade em estudo.
Síntese
Os alunos são convidados a sintetizar a realidade histórica através da construção de um texto sobre a censura, resolvendo o «Agora...»
da página 19.
Resolução do «Sou capaz de...» das páginas 20 e 21.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos podem, com a realização da ficha de trabalho «Agora faço a minha
autoavaliação» (páginas 22 e 23), aferir o seu grau de aprendizagem.
Plano de aula n.o
29 45 min.
68 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: O Estado Novo (1933-1974)
Meta(s): 1. Compreender a ascensão de Salazar e a construção do Estado Novo
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
1.1 Referir o saldo positivo das contas públicas portuguesas conseguido
pelo ministro das Finanças António de Oliveira Salazar.
1.2 Relacionar o saldo positivo das contas públicas portuguesas conseguido
pelo ministro das finanças António de Oliveira Salazar com a sua rápida ascensão
no poder.
1.3 Indicar as medidas tomadas por Salazar para resolver o problema financeiro
do país.
1.4 Salientar na Constituição de 1933 a supremacia do poder executivo
e a existência de um partido único.
1.5 Reconhecer o carácter ditatorial do Estado Novo.
ͻ Ascensão política de Salazar
ͻ A Constituição de 1933
ͻ Estado Novo
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 24 a 27
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 11
ͻ Friso Cronológico – Atividade 7
ͻ
Apresentação PowerPoint® – O Estado Novo
(1933-1974).
Atividade Interativa – Puzzle 8
Tudo isto é História (QR Code) – Corta-fitas
Momento 1
A) Exploração das páginas 24 e 25, para contextualizar o subtema no espaço e no tempo, identificar conteúdos a trabalhar e também
levar o aluno a conhecer a metodologia do trabalho do historiador através da comparação das fontes com a reconstituição histórica.
B) Exploração do «Relembra...» da página 26, para contextualizar, no espaço e no tempo, os conteúdos do subdomínio.
C) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos, com base em fontes variadas em termos de suporte e estatuto, infiram as informações relevantes
para a realidade em estudo.
Síntese
Os alunos são convidados a sintetizar a realidade histórica relativamente à ação de Salazar em termos políticos e económicos,
refletindo acerca das intenções das fontes apresentadas.
Resolução do «Agora...» da página 27.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
30 45 min.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 69
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: O Estado Novo (1933-1974)
Meta(s): 2. Conhecer e compreender os mecanismos de difusão das ideias do Estado Novo e de repressão para com os
opositores
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
2.1 Indicar os principais valores defendidos pelo Estado Novo, salientando
a máxima «Deus, Pátria e Família» e a obediência.
2.2 Referir a utilização do ensino, da Mocidade Portuguesa e da propaganda
como formas de difusão dos ideais do Estado Novo.
2.3 Enumerar os mecanismos de repressão do Estado Novo.
2.4 Referir os objetivos e a forma de atuação da polícia política, reconhecendo
nos meios utilizados o desrespeito pelas liberdades e garantias fundamentais
dos cidadãos.
ͻ Os suportes da ditadura salazarista
 Liberdade de expressão
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 28 e 29
ͻ Atividade Final – Ficha 11
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 11
ͻ
Vídeo – Os ideais do Estado Novo (discurso
de Salazar)
Vídeo – A Mocidade Portuguesa
Tudo isto é História (QR Code) – Dar a mão à
palmatória
Tudo isto é História (QR Code) – Bota de
elástico
Áudio – Hino da Mocidade Portuguesa
Animação – A construção e os suportes do
Estado Novo
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou em grupo.
Pretendem que os alunos reflitam acerca das medidas de repressão que foram marcantes neste período da História de Portugal.
Síntese
Os alunos são convidados a sintetizar a realidade histórica, criando em grupo notícias de jornal que serão censuradas em cruzamento.
É solicitada a aplicação do conceito de Liberdade de expressão.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a
progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
31 45 min.
70 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: O Estado Novo (1933-1974)
Meta(s): 2. Conhecer e compreender os mecanismos de difusão das ideias do Estado Novo e de repressão para com os
opositores
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
2.3 Enumerar os mecanismos de repressão do Estado Novo.
2.4 Referir os objetivos e a forma de atuação da polícia política, reconhecendo
nos meios utilizados o desrespeito pelas liberdades e garantias fundamentais
dos cidadãos.
ͻ Educação para a cidadania
ͻ Perseguidos pela ditadura salazarista
ͻ Perseguidos na atualidade
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 30 e 31
Momento 1
A) Relembrar as aprendizagens adquiridas na aula anterior.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, sobre perseguidos durante a ditadura salazarista e na atualidade, através da troca
de impressões sobre o assunto.
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os materiais apresentados nas páginas 30 e 31, a pares ou em grupo.
Propõe-se que, a partir da exploração desses materiais, se organize um debate sobre a repressão e as perseguições durante
a ditadura salazarista e sobre situações de perseguidos na atualidade.
Pretende-se que os alunos reflitam acerca das situações analisadas e que pensem em formas de atuação tendentes a minorar este tipo
de situação na atualidade e a promover o respeito pela dignidade, pela diferença e pela liberdade de expressão.
Síntese
Os alunos são convidados a efetuar uma pesquisa / levantamento de situações de perseguições na atualidade, de forma a identificar
as causas da mesma.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
31A 45 min.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 71
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: O Estado Novo (1933-1974)
Meta(s): 2. Conhecer e compreender os mecanismos de difusão das ideias do Estado Novo e de repressão para com os
opositores
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
2.1 Indicar os principais valores defendidos pelo Estado Novo, salientando a
máxima «Deus, Pátria e Família» e a obediência.
2.2 Referir a utilização do ensino, da Mocidade Portuguesa e da propaganda como
formas de difusão dos ideais do Estado Novo.
2.3 Enumerar os mecanismos de repressão do Estado Novo.
2.4 Referir os objetivos e a forma de atuação da polícia política, reconhecendo nos
meios utilizados o desrespeito pelas liberdades e garantias fundamentais dos
cidadãos.
2.5 Referir a existência de prisões políticas, destacando a colónia penal do Tarrafal.
2.6 Reconhecer na atualidade a existência de regimes com características ditatoriais
onde diariamente são desrespeitados os Direitos Humanos.
ͻ Grandes construções
ͻ Emigração
 Obras públicas
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 32 e 33
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 11
ͻ Friso Cronológico – Atividade 8
ͻ Bloco NEE* – Ficha 11
ͻ
Vídeo – As difíceis condições de vida da
população
Áudio – Cantar da Emigração
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou com NEE.
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos reflitam acerca das alterações verificadas ao nível da realidade portuguesa em várias dimensões,
nomeadamente das obras públicas, da educação e da sociedade.
Síntese
Os alunos são convidados a sintetizar a realidade histórica, comunicando as suas conclusões à turma através das TIC.
Resolução do «Agora...» para levar os alunos a refletir sobre se o desenvolvimento de Portugal no tempo de Salazar permitiu a
melhoria das condições de vida de todos os portugueses (atividade a realizar na aula ou em casa).
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a
progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
32 45 min.
72 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: O Estado Novo (1933-1974)
Meta(s): 3. Conhecer e compreender os principais movimentos de resistência ao Estado Novo
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
3.2 Referir a oposição à ditadura através de ações clandestinas e de obras artísticas,
destacando alguns dos autores mais marcantes.
3.3 Reconhecer a candidatura do general Humberto Delgado à Presidência
da República (1958) como o grande momento de oposição à ditadura, descrevendo
o seu desfecho.
3.4 Referir a manutenção do regime opressivo após a substituição de Salazar
por Marcelo Caetano, apesar das expetativas de «abertura do regime».
ͻ Acontecimentos e personalidades
ͻ A candidatura de Humberto Delgado
 Oposição política
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 34 e 35
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 12
ͻ Bloco NEE* – Ficha 12
ͻ
Vídeo – A resistência do Estado Novo
Filme (excerto) – Até Amanhã, Camaradas
Áudio – Trova do Vento que Passa
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou com NEE.
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos infiram informações acerca da realidade histórica em estudo, com base em fontes de suporte e estatuto
diversificado.
Síntese
Os alunos são convidados a partilhar a sua opinião sobre as razões que poderão estar na base de Humberto Delgado ser conhecido
como «O general sem medo».
Resolução do «Agora...» para que os alunos opinem se os documentos destas duas páginas estão de acordo com o título
«Eleições sem liberdade».
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
33 45 min.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 73
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: O Estado Novo (1933-1974)
Meta(s): 4. Conhecer e compreender a manutenção do colonialismo português e a Guerra Colonial
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
4.1 Referir a intransigência do Estado Novo relativamente à sua política colonial
num contexto internacional hostil à posse de colónias.
4.2 Relacionar essa intransigência com a perda do Estado Português da Índia (1960)
e com o início da Guerra Colonial em Angola (1961), Guiné (1963) e Moçambique
(1964).
4.3 Caracterizar a guerra colonial, salientando a guerrilha e o apoio das populações
autóctones aos movimentos que lutavam pela independência.
4.4 Reconhecer os efeitos da guerra, salientando o número de soldados
mobilizados, as vítimas dos dois lados do conflito e os problemas associados
à guerra que persistem ainda hoje.
ͻ Salazar recusa a independência das colónias
ͻ A Guerra Colonial
 Guerra Colonial
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 36 a 43
ͻ Atividade Final – Ficha 12
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 12
ͻ Atlas – Mapa da Ficha 11
ͻ
Vídeo – A Guerra Colonial.
Áudio – Menina dos Olhos Tristes
Teste Interativo – O Estado Novo
(1933-1974)
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos identifiquem os locais, modos, reivindicações e consequências desta situação de conflito.
Sugere-se que os alunos explorem as páginas 38 e 39 sobre as realizações do Estado Novo ao nível das obras públicas e sobre
a situação da população portuguesa.
Resolução do «Sou capaz de...» das páginas 40 e 41.
Síntese
Os alunos realizam o «Agora...» da página 37 sobre a definição de Salazar para território português. (a realizar na aula ou em casa)
Paralelamente propõe-se como síntese a realização de uma entrevista a um ex-combatente da Guerra Colonial e sugere-se que os
alunos pensem acerca do conceito de Guerra Colonial, comparando-o com outros conceitos de guerra (mundial e civil).
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos podem, com a realização da ficha de trabalho «Agora faço a minha
autoavaliação» (páginas 42 e 43), aferir o seu grau de aprendizagem.
Plano de aula n.o
34 45 min.
74 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático
Meta(s): 1. Conhecer e compreender as causas do golpe militar do 25 de Abril de 1974
2. Conhecer e compreender as consequências do 25 de Abril de 1974 ao nível da democratização do regime
e da descolonização
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
1.1 Relacionar as difíceis condições de vida da maioria dos portugueses, a opressão
política e a manutenção da Guerra Colonial com a «grande debandada»
dos portugueses e com o crescente descontentamento dos militares.
1.2 Descrever sucintamente os acontecimentos da revolução militar
e os seus protagonistas.
1.3 Sublinhar a forte adesão popular e o caráter não violento da «Revolução
dos Cravos».
2.1 Reconhecer no programa do Movimento das Forças Armadas, o fim da ditadura
e o início da construção da democracia.
ͻ O fim da ditadura
ͻ O regresso da liberdade
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 44 a 47
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 13
ͻ
Apresentação PowerPoint® – O 25 de abril de
1974 e os espaços em que Portugal se integra
Animação – O 25 de Abril de 1974
Vídeo – O 25 de Abril
Filme (excerto) – Capitães de Abril
Tudo isto é História (QR Code) – Histórias do
25 de Abril: os cravos
Tudo isto é História (QR Code) – Primeiro
comunicado do MFA
Áudio Ilustrado – Marcha do MFA
Áudio Ilustrado – Grândola, Vila Morena
Áudio Ilustrado – E Depois do Adeus
Atividade Interativa – Puzzle 10
Momento 1
A) Exploração das questões introdutórias (página 44) e da página 45 para contextualizar o subtema no espaço e no tempo e identificar
conteúdos a trabalhar e também levar o aluno a conhecer a metodologia do trabalho do historiador através da comparação das fontes
com a reconstituição histórica.
B) Exploração do «Relembra...» (página 46), para contextualizar, no espaço e no tempo, os conteúdos do subdomínio.
C) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos seguindo o guia orientador de questões, que devem ser individualmente, a pares
ou em grupo.
Pretende-se que os alunos situem no tempo o processo do fim do Estado Novo bem como os passos tomados de seguida.
Síntese
Propõe-se, como síntese, que os alunos elaborem uma biografia ou uma banda desenhada, de modo a recriar a situação histórica
estudada, com utilização ou não das TIC.
Resolução do «Agora...», ordenando cronologicamente alguns acontecimentos relacionados com o golpe militar
de 25 de abril de 1974.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
35 45 min.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 75
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático
Meta(s): 2. Conhecer e compreender as consequências do 25 de Abril de 1974 ao nível da democratização do regime e da
descolonização
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
2.4 Relacionar o 25 de Abril com a descolonização e com o fim do Império.
2.5 Explicar os problemas verificados com a descolonização portuguesa, destacando
a questão dos «retornados» e a questão timorense.
2.6 Referir a transferência de soberania de Macau para a China (1999)
e a autodeterminação de Timor Lorosae (2002) como marcos formais do fim
do Império português.
2.7 Conhecer a dimensão do território português e os novos países surgidos após
a descolonização.
ͻ A descolonização
 Descolonização
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 48 e 49
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 13
ͻ Atlas – Mapa da Ficha 12
ͻ Bloco NEE* – Ficha 13
ͻ
Vídeo – A descolonização
* Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou com NEE.
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos tentem compreender diferentes formas de dar sentido e significado devido às vivências e experiências,
diversas.
Síntese
Propõe-se aos alunos que construam slogans adequados às especificidades culturais e de vivências dos povos / culturas / pessoas
envolvidas na situação histórica estudada.
Realização do «Agora...», da página 49 para interiorização de conceitos relacionados com os conteúdos estudados, nomeadamente
de Descolonização de forma a aplicá-lo numa nova situação.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
36 45 min.
76 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático
Meta(s): 2. Conhecer e compreender as consequências do 25 de Abril de 1974 ao nível da democratização do regime
e da descolonização
3. Conhecer os órgãos de poder democráticos
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
2.2 Referir as eleições de 1975 como um marco fundamental para a construção
do Regime Democrático.
2.3 Reconhecer na Constituição de 1976 a consagração dos direitos e liberdades
fundamentais.
3.1 Identificar a existência de poder central, regional e local.
3.3 Descrever o funcionamento dos órgãos de poder central e as funções
de cada um.
3.4 Destacar a efetiva separação de poderes e o sufrágio livre e universal
como conquistas de Abril.
ͻ A Constituição de 1976
 Direito de voto
 Democracia
 Poder Central
 Promulgar
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 50 e 51
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 13
ͻ Friso Cronológico – Atividade 9
ͻ
Animação – Os órgãos de poder
democráticos
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente,
a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos, com base em fontes históricas, construam um relato acerca das alterações constitucionais e de como estas
foram marcantes para a História de Portugal.
Síntese
Propõe-se que os alunos reflitam sobre os conceitos de Direito de voto, Democracia, Poder Central e Promulgar aplicando-os
a uma nova situação.
Resolução do «Agora...», para destacar conceitos relacionados com a Democracia.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
37 45 min.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 77
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático
Meta(s): 3. Conhecer os órgãos de poder democráticos
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
3.1 Identificar a existência de poder central, regional e local.
3.2 Indicar os órgãos de poder regional e local e as suas funções.
ͻ As regiões autónomas
 Região Autónoma
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 52 e 53
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos, com base em fontes históricas, construam um relato acerca da organização constitucional das Regiões
Autónomas.
Síntese
Propõe-se que os alunos pensem acerca do papel da autonomia da Madeira e dos Açores, utilizando o conceito de Região Autónoma.
Resolução do «Agora...» da página 53 para consolidação dos conteúdos lecionados.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
38 45 min.
78 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático
Meta(s): 3. Conhecer os órgãos de poder democráticos
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
3.1 Identificar a existência de poder central, regional e local.
3.2 Indicar os órgãos de poder regional e local e as suas funções.
3.5 Identificar formas de participação cívica e democrática além dos atos eleitorais.
ͻ O poder local
 Poder local
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 54 e 55
ͻ Atividade Final – Ficha 13
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 14
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos, com base em fontes históricas, construam um relato acerca da organização constitucional das autarquias
locais.
Síntese
Propõe-se aos alunos que elaborem um cartaz em que reivindiquem a solução de um problema que esteja a afetar a sua freguesia
ou concelho.
Resolução do «Agora...» sobre os órgãos do poder local.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
39 45 min.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 79
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal do século XX
Subdomínio: Espaços em que Portugal se integra
Meta(s): 1. Conhecer a União Europeia (UE) como uma das organizações internacionais em que Portugal se integra
2. Conhecer outras organizações internacionais em que Portugal se integra
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
1.1 Identificar os países que constituem a UE.
1.2 Referir os principais objetivos que presidiram à criação da UE.
1.3 Identificar os sucessivos alargamentos da UE.
1.4 Identificar as principais instituições europeias.
2.1 Identificar os principais objetivos da criação da ONU.
2.2 Referir alguns dos estados não membros da ONU.
2.3 Identificar algumas das organizações que integram a ONU (UNICEF, FAO,
UNESCO…).
2.4 Localizar os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).
2.5 Localizar os países da Comunidade de Países de Língua Oficial Portuguesa
(CPLP).
2.6 Referir alguns dos grandes objetivos dos PALOP e da CPLP.
2.7 Localizar países da Organização do Tratado ao Atlântico Norte (NATO).
2.8 Referir os principais objetivos da NATO.
ͻ A União Europeia e a integração de Portugal
na Europa
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 56 e 57
ͻ Atividade Final – Ficha 14
ͻ Atlas – Mapa 13
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 14
ͻ Atlas – Mapa da Ficha 14
ͻ
Vídeo – A União Europeia
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos, com base em fontes diversas, construam o seu pensamento histórico-geográfico e reflitam acerca do modo
como Portugal se articula com outros territórios no mundo.
Síntese
Propõe-se que os alunos, como síntese, procurem notícias de modo a refletirem acerca do papel interventivo de várias organizações
em territórios e dimensões diversificadas.
Resolução do «Agora...» da página 57
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
40 45 min.
80 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal no século XX
Subdomínio: Espaços em que Portugal se integra
Meta(s): 4. Analisar algumas conquistas, dificuldades e desafios que Portugal enfrenta no nosso tempo
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
4.1 Reconhecer a democratização do país como fator de prestígio internacional
para Portugal.
4.2 Reconhecer a entrada de Portugal na Comunidade Económica Europeia
(CEE) como um contributo para a consolidação da democracia portuguesa
e para a modernização do país.
4.3 Enumerar aspetos que comprovem a modernização do país após a adesão
à CEE.
4.4 Exemplificar progressos verificados nas condições de vida dos portugueses,
nomeadamente no maior acesso à saúde e educação.
4.5 Constatar a maior igualdade de géneros existente na atualidade, apesar
do caminho que ainda há a percorrer.
4.6 Reconhecer outras dificuldades que Portugal enfrenta nos nossos dias:
desemprego, morosidade da justiça, assimetrias sociais, abandono escolar,
fraco envolvimento cívico
ͻ Dificuldades do país e organizações
internacionais de que faz parte:
ͻ A ONU
ͻ A CPLP
ͻ Os PALOP
ͻ A NATO
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 58 a 63
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 14
ͻ
Jogo «Quem quer ser Historiador?» (Tema 5)
Teste interativo – O 25 de Abril e os órgãos
de poder democráticos
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...» da aula anterior.
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos, construam o seu conhecimento acerca dos desafios que o Portugal democrático enfrentou após
a democratização.
Síntese
Resolução do «Agora...» da página 59.
Propõe-se ainda que o aluno resolva o «Sou capaz de...», das páginas 60 e 61 (na aula ou em casa).
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos podem, com a realização da ficha de trabalho «Agora faço a minha
autoavaliação» (páginas 62 e 63), aferir o seu grau de aprendizagem.
Plano de aula n.o
41 45 min. 45 min.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 81
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal hoje
Subdomínio: A população portuguesa
Meta(s): 1. Compreender a importância dos recenseamentos na recolha de informação sobre a população.
2. Conhecer a evolução da população em Portugal e compreender a sua relação com o crescimento natural
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
1.1 Definir recenseamento da população.
1.2 Referir informações que se podem consultar nos recenseamentos da população.
1.3 Localizar diferentes divisões administrativas do território nacional a diferentes
escalas (Distritos, NUTS II e III, municípios).
1.4 Inferir sobre a importância dos recenseamentos na gestão e ordenamento
do território.
2.1 Definir população total ou absoluta.
2.2 Caracterizar a evolução da população portuguesa desde o primeiro
recenseamento geral da população (1864).
2.3 Identificar o crescimento natural como o principal fator responsável
pela evolução da população.
2.4 Distinguir natalidade de taxa de natalidade e mortalidade de taxa
de mortalidade.
2.5 Definir crescimento natural.
2.6 Caracterizar a evolução da natalidade em Portugal.
2.7 Identificar fatores responsáveis pela diminuição da natalidade em Portugal
nas últimas décadas.
2.8 Caracterizar a evolução da mortalidade em Portugal.
2.9 Identificar fatores responsáveis pela diminuição da mortalidade em Portugal
nas últimas décadas.
ͻ O recenseamento
ͻ A evolução da população
 População total ou absoluta
 Natalidade
 Mortalidade
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 66 a 69
ͻ
Apresentação PowerPoint® – Portugal hoje
Momento 1
A) Resolução das questões introdutórias da página 66 e exploração da página 67, para contextualização da realidade proposta para
estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História-Geografia.
B) Exploração do «Relembra...» (página 68), para contextualizar, no espaço e no tempo, os conteúdos a lecionar.
C) Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade proposta.
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente,
a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos, com base em fontes diversas, construam o seu pensamento histórico-geográfico num relato acerca
da evolução da população, atendendo à natalidade e à mortalidade.
Exploração das páginas 68 e 69.
Síntese
Propõe-se que o aluno reflita acerca das alterações verificadas ao nível da natalidade ao longo do tempo, bem como acerca do que entende
por População absoluta, Natalidade e Mortalidade, apropriando-se também dos conceitos para a análise da realidade do seu distrito.
Resolução do «Agora...» para interiorização dos conceitos de recenseamento, natalidade e mortalidade.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Nota: Em alternativa aos planos de aula sugeridos para os conteúdos dos subdomínios 6.1 e 6.2, propomos a exploração da apresentação PowerPoint® – Portugal hoje para
assegurar o cumprimento do Programa.
Plano de aula n.o
42 45 min.
82 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal hoje
Subdomínio: A população portuguesa
Meta(s): 3. Compreender o contributo do saldo migratório na evolução da população em Portugal
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
3.1 Distinguir emigração de imigração.
3.2 Definir saldo migratório.
3.3 Caracterizar a evolução da emigração em Portugal.
3.4 Localizar as principais áreas de destino da emigração portuguesa.
3.5 Identificar as principais causas e consequências da emigração em Portugal.
3.6 Descrever a evolução da imigração em Portugal.
3.7 Localizar os principais países de origem da imigração em Portugal.
ͻ A mobilidade da população
 Emigração
 Imigração
 Saldo migratório
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 72 e 73
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 15
ͻ
Tudo isto é História (QR Code) – Testemunho
de um jovem emigrante
Áudio – Parva que sou
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente,
a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos, com base em fontes diversas, construam o seu pensamento histórico-geográfico acerca da mobilidade
da população, da emigração e da imigração, enquanto respostas a questões associadas às realidades político-económico-sociais.
Síntese
Resolução do «Agora...» de modo a que os alunos expliquem a relação entre o saldo migratório e a população absoluta.
Propõe-se que os alunos reflitam acerca dos desafios que têm de ser ultrapassados, quer por emigrantes, quer por imigrantes,
aplicando os conceitos de emigração e imigração.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
43 45 min.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 83
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal hoje
Subdomínio: A população portuguesa
Meta(s): 4. Compreender a distribuição da população em Portugal
5. Conhecer a evolução da população portuguesa por grupos etários
6. Conhecer e compreender as consequências do duplo envelhecimento da população em Portugal
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
4.1 Distinguir densidade populacional de população total.
4.2 Interpretar mapas com a distribuição regional da população total/densidade
populacional em meados do século XX e na atualidade.
4.3 Identificar os principais fatores responsáveis pelo acentuar de contrastes
na distribuição da população na atualidade.
5.1 Identificar os três grupos etários.
5.2 Caracterizar a evolução recente da população jovem, da adulta e da idosa,
tendo por base dados estatísticos.
5.3 Identificar fatores responsáveis pela evolução dos três grupos etários.
6.1 Definir esperança média de vida à nascença.
6.2 Caracterizar a evolução da esperança média de vida à nascença, identificando
os principais fatores responsáveis pelo seu incremento.
6.3 Referir os principais fatores que contribuem para o duplo envelhecimento
da população.
6.4 Localizar as áreas mais afetadas pelo duplo envelhecimento da população
e as respetivas consequências.
6.5 Apresentar medidas com o objetivo de subverter o duplo envelhecimento.
ͻ Características da população
ͻ Repartição espacial da população
 Grupo etário
 Esperança média de vida
 Região atrativa
 Região repulsiva
 Densidade populacional
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 74 e 75
ͻ Atividade Final – Ficha 15
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 15
ͻ Atlas – Mapa da Ficha 15
ͻ
Vídeo – O envelhecimento da população
portuguesa
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente,
a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos, com base em fontes diversas, construam o seu pensamento histórico-geográfico acerca de grupo etário,
densidade populacional, área atrativa, área repulsiva e esperança média de vida no litoral e interior.
Síntese
Propõe-se que os alunos expliquem se eles, os seus pais e os seus avós pertencem ao mesmo ou a grupos etários diferentes, através da
resolução do «Agora...».
Propõe-se ainda que procurem saber se a região onde vivem faz parte de uma região atrativa ou uma área repulsiva; e ainda,
que identifiquem um documento onde se defina densidade populacional.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
44 45 min.
84 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal hoje
Subdomínio: Os lugares onde vivemos
Meta(s): 1. Compreender as características da população rural e urbana e os seus modos de vida
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
1.1 Definir povoamento.
1.2 Caraterizar o povoamento rural e o urbano.
ͻ O povoamento rural
ͻ Os modos de vida no campo
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 76 e 77
ͻ
Atividade Interativa – Puzzle 11
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para contextualizar, no espaço e no tempo, os conteúdos seguintes.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos, com base em fontes diversas, construam o seu pensamento histórico-geográfico acerca da distribuição
e organização do espaço em termos de povoamento ao nível nacional.
Síntese
Propõe-se que os alunos reflitam acerca da sua vivência pessoal em termos de modo de organização e distribuição de espaço,
através da resolução do «Agora...» da página 77.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
45 45 min.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 85
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal hoje
Subdomínio: Os lugares onde vivemos
Meta(s): 1. Compreender as características da população rural e urbana e os seus modos de vida
2. Compreender a desigual dinâmica populacional das áreas rurais e das áreas urbanas
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
1.3 Definir modo de vida.
1.4 Caraterizar os modos de vida predominantes no espaço rural e no espaço
urbano
1.5 Reconhecer a crescente interpenetração entre modos de vida rurais e urbanos.
1.6 Reconhecer a crescente complementaridade e interdependência entre o espaço
rural e o espaço urbano.
2.6 Identificar os principais problemas das áreas urbanas e das áreas rurais em
Portugal.
2.7 Apontar soluções para os problemas identificados nas áreas urbanas e nas áreas
rurais em Portugal.
ͻ Povoamento urbano
ͻ O modo de vida nas cidades
 Taxa de urbanização
 Centro urbano
 Distância-tempo
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 78 e 79
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 15
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos, com base em fontes diversas, construam o seu pensamento histórico-geográfico acerca dos diferentes
tipos de construções e condições de vida nas cidades.
Síntese
Propõe-se que os alunos, como síntese, reflitam acerca da vida no espaço urbano, através da resolução do «Agora...»
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a
progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
46 45 min.
86 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal hoje
Subdomínio: Os lugares onde vivemos
Meta(s): 3. Compreender a atratividade exercida pelas áreas urbanas
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
3.1 Distinguir área atrativa de área repulsiva.
3.2 Interpretar a distribuição regional dos equipamentos ligados à saúde, educação,
cultura, desporto, audiovisuais (…).
3.3 Justificar a atratividade das áreas urbanas pela maior disponibilidade na oferta
de emprego e concentração de equipamento de saúde, educação, lazer (…).
ͻ Os centros urbanos
 Saneamento básico
 Nível de conforto
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 80 a 85
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 15
ͻ
Teste Interativo – Portugal, hoje (6.1 e 6.2)
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...» da aula anterior.
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos, com base em fontes diversas, construam o seu pensamento histórico-geográfico pensando na localização,
distribuição e organização dos centros urbanos, bem como acerca das vantagens e desvantagens desse local para viver.
Os alunos realizam o «Sou capaz de...», das páginas 82 e 83.
Síntese
Propõe-se que os alunos, como síntese, escrevam um texto sobre um problema que afete a população do local onde vivem e
apresentem propostas para o resolver, tendo em conta a preservação do ambiente.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos podem, com a realização da ficha de trabalho «Agora faço a minha
autoavaliação» (páginas 84 e 85), aferir o seu grau de aprendizagem.
Plano de aula n.o
47 45 min.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 87
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal hoje
Subdomínio: Atividades que desenvolvemos
Meta(s): 1. Conhecer a repartição das atividades económicas por setores
2. Compreender a evolução da distribuição da população por setores de atividade em Portugal
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
1.1 Definir setor de atividade económica.
1.2 Distinguir população ativa de população inativa.
1.3 Distinguir taxa de atividade de taxa de desemprego.
1.4 Distinguir atividades produtivas de não produtivas.
1.5 Comparar as atividades económicas integradas nos setores primário,
secundário e terciário.
2.1 Caracterizar a evolução da população ativa integrada nos três setores
de atividade.
2.2 Enumerar fatores que explicam a diminuição da população ativa integrada
no setor primário e no setor secundário.
2.3 Identificar consequências da diminuição da população ativa integrada no setor
primário e no setor secundário.
2.4 Identificar fatores que explicam o aumento da população ativa integrada
no setor terciário.
2.5 Identificar consequências do aumento da população ativa integrada no setor
terciário.
2.6 Localizar as áreas onde predominam atividades ligadas aos diferentes setores.
2.7 Identificar as atividades dominantes na área envolvente à escola.
ͻ O mundo do trabalho
 Setor primário
 Setor secundário
 Setor terciário
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 86 a 89
ͻ
Apresentação PowerPoint® – Portugal hoje *
Animação – As atividades económicas
Momento 1
A) Exploração das páginas 86 e 87 para contextualizar e identificar conteúdos a trabalhar e também levar o aluno a conhecer a
metodologia do trabalho do historiador através da comparação das fontes com a reconstituição histórica.
B) Exploração do «Relembra...» da página 88, para contextualizar, no espaço e no tempo, os conteúdos do tema.
C) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou, sob proposta do professor, em grande grupo-turma.
Pretende-se que os alunos, com base em fontes diversas, construam o seu pensamento histórico-geográfico pensando na distribuição
da população ativa e do desemprego, por setor económico e no território nacional.
Síntese
Propõe-se que o aluno, como síntese, realize o «Agora...» e que reflita sobre os conceitos de setor primário, secundário e terciário
aplicando-os ao seu meio familiar.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Nota: Em alternativa aos planos de aula sugeridos para os subdomínios 6.3, 6,4 e 6.5, propomos a exploração da apresentação PowerPoint® – Portugal hoje para assegurar
o cumprimento do Programa.
Plano de aula n.o
48 45 min.
88 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal hoje
Subdomínio: Atividades que desenvolvemos
Meta(s): 3. Conhecer e compreender as características da agricultura em Portugal
4. Compreender a importância da floresta em Portugal
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
3.1 Definir agricultura.
3.2 Caraterizar os principais tipos de agricultura praticados em Portugal.
3.3 Descrever as transformações recentes ocorridas na agricultura portuguesa.
3.4 Localizar os principais tipos de agricultura e alguns dos produtos cultivados.
3.5 Identificar os principais obstáculos à modernização da agricultura portuguesa.
3.6 Identificar a atividade agrícola praticada na área de residência.
4.1 Referir as principais funções das florestas.
4.2 Localizar a distribuição das principais espécies florestais a nível nacional.
4.3 Identificar os principais problemas que afetam a floresta.
ͻ O setor primário: agricultura e a floresta
 Agricultura
 Silvicultura
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 90 e 91
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos, com base em fontes diversas, construam o seu pensamento histórico-geográfico relativamente
à distribuição e organização da agricultura, pecuária e silvicultura nacional, bem como acerca de consequências
de determinadas ações nocivas ao meio.
Síntese
Propõe-se aos alunos que identifiquem o tipo de agricultura da região onde vivem e a floresta existente, através da resolução
do «Agora...».
Sugere-se ainda que refiram duas melhorias introduzidas na agricultura e na pecuária.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
49 45 min.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 89
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal hoje
Subdomínio: Atividades que desenvolvemos
Meta(s): 5. Compreender a atividade piscatória em Portugal
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
5.1 Caraterizar os principais tipos de pesca praticados em Portugal.
5.2 Identificar as principais áreas de pesca e os portos de desembarque do pescado.
5.3 Referir alguns dos problemas que afetam a pesca portuguesa e possíveis
soluções.
5.4 Identificar aspetos positivos e negativos da aquacultura.
ͻ O setor primário: a pesca, a proteção das
espécies e a aquacultura
 Zona Económica Exclusiva (ZEE)
 Aquacultura
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 92 e 93
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada, seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos, com base em fontes diversas, construam o seu pensamento histórico-geográfico relativamente
à distribuição e organização da Zona Económica Exclusiva (ZEE) portuguesa, em termos de pesca, e o conceito de aquacultura.
Síntese
Propõe-se aos alunos que resolvam o «Agora...» da página 93 (na aula ou em casa) identificando um aspeto positivo e um aspeto
negativo da aquacultura.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
50 45 min.
90 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal hoje
Subdomínio: Atividades que desenvolvemos
Meta(s): 6. Compreender a evolução da indústria em Portugal
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
6.1 Definir indústria.
6.2 Identificar diferentes tipos de indústria.
6.3 Caracterizar a evolução da indústria em Portugal.
6.4 Localizar as principais áreas industriais em Portugal.
6.5 Identificar os principais problemas associados à atividade industrial
e possíveis soluções.
ͻ O setor secundário – a indústria: tipos,
evolução, distribuição e problemas
 Indústria
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 94 e 95
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente,
a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos, com base em fontes diversas, construam o seu pensamento histórico-geográfico relativamente à
distribuição, organização e produção industrial em termos nacionais.
Síntese
Propõe-se aos alunos que resolvam o «Agora...» da página 95, indicando um tipo de indústria existente na sua região e um exemplo
da sua produção.
Sugere-se ainda que expliquem as vantagens e desvantagens da sua região no que respeita às possibilidades de emprego.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
51 45 min.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 91
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal hoje
Subdomínio: Atividades que desenvolvemos
Meta(s): 7. Compreender crescente importância das energias renováveis em Portugal
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
7.1 Referir os tipos de energia mais utilizados em Portugal.
7.2 Distinguir energias renováveis de energias não renováveis, dando ênfase
aos principais impactes da sua utilização.
7.3 Localizar as principais áreas de produção de energia renovável em Portugal.
7.4 Enumerar os principais fatores responsáveis pela crescente importância
das energias renováveis em Portugal.
7.5 Identificar práticas adequadas a uma racionalização dos consumos energéticos.
ͻ A produção de energia e o impacto
ambiental do setor secundário
 Energias não renováveis
 Energias renováveis
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 96 e 97
ͻ
Vídeo – Os problemas ambientais
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...»
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente,
a pares ou, sob proposta do professor, em grande grupo-turma.
Pretende-se que os alunos, com base em fontes diversas, construam o seu pensamento histórico-geográfico, atendendo às alterações
provocadas no espaço pelos diferentes tipos de energia e pelos usos industriais e habitacionais do espaço / paisagem.
Síntese
Propõe-se que, como síntese, os alunos debatam as questões relacionadas com a alteração do espaço por ação humana,
nomeadamente ao nível da poluição na sua região.
Propõe-se também a realização do «Agora...» da página 97 para que os alunos apresentem propostas tendentes à poupança
de energia.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
52 45 min.
92 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal hoje
Subdomínio: Atividades que desenvolvemos
Meta(s): 8. Compreender o comércio em Portugal
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
8.1 Distinguir importação de exportação.
8.2 Descrever a evolução das importações e das exportações em Portugal.
8.3 Caracterizar os tipos de produtos importados/exportados e os parceiros
comerciais.
8.4 Referir as consequências do desigual valor das importações e exportações
em Portugal.
8.5 Identificar novas formas de comercializar produtos e de pagar serviços.
ͻ O setor terciário: comércio
 Atividades produtivas
 Atividades não produtivas
 Importações
 Exportações
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 98 e 99
ͻ Atividade Final – Ficha 16
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 16
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos, com base em fontes diversas, construam o seu pensamento histórico-geográfico atendendo
às relações de diferenciação, interdependência e complementaridade entre o espaço urbano e rural, bem como
no território nacional e internacional.
Síntese
Propõe-se que os alunos realizem o «Agora...», aplicando vários conceitos relacionados com o comércio e trabalhados nas aulas.
Sugere-se ainda que construam um quadro com os produtos que possuam em casa identificando os que são produzidos em territórios
nacionais e noutros territórios. (trabalho a realizar em casa)
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
53 45 min.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 93
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal hoje
Subdomínio: Atividades que desenvolvemos / O mundo mais perto de nós
Meta(s): 9. Compreender a crescente importância dos serviços entre as atividades económicas em Portugal
2. Conhecer e compreender a importância das telecomunicações na sociedade atual
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
9.1 Definir serviços.
9.2 Identificar os diferentes tipos de serviços.
9.3 Localizar as áreas de maior oferta de serviços.
9.4 Explicar os contrastes regionais na oferta de serviços (saúde, educação, cultura,
desporto…).
9.5 Justificar a crescente importância do setor dos serviços na criação de emprego.
2.1 Definir rede de telecomunicação.
2.2 Referir as vantagens da utilização dos serviços de telecomunicação.
2.3 Associar o desenvolvimento dos serviços de telecomunicação com o processo
de globalização e aparecimento do conceito de «aldeia global».
2.4 Discutir a importância do desenvolvimento das telecomunicações nas atividade
humanas e qualidade de vida.
ͻ O setor terciário: os serviços e as
telecomunicações
 Serviços
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 100 e 101
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou, sob proposta do professor, em grande grupo-turma.
Pretende-se que os alunos com base em fontes diversas construam o seu pensamento histórico-geográfico atendendo à distribuição
de emprego pelos diferentes setores de atividade e especialmente ao setor terciário, bem como reflitam acerca do papel das
telecomunicações para a formação de identidade em diálogo com vários territórios.
Síntese
Propõe-se aos alunos que implementem o «Agora...» da página 101, organizando e concretizando um debate sobre as vantagens
e desvantagens do uso das telecomunicações.
Sugere-se também que os alunos indiquem dois serviços que utilizam regularmente.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
54 45 min.
94 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal hoje
Subdomínio: O mundo mais perto de nós
Meta(s): 1. Compreender a importância dos transportes na sociedade atual
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
1.1 Distinguir rede de transporte de modo de transporte.
1.2 Referir a importância das redes de transporte no mundo atual.
1.3 Comparar as vantagens e as desvantagens da utilização dos diferentes modos
de transporte (rodoviário, ferroviário, marítimo, aéreo e fluvial).
1.4 Caracterizar a distribuição das diferentes redes de transporte em Portugal.
1.5 Relacionar a distribuição das redes de transporte com a distribuição
da população e atividades económicas.
1.6 Discutir os impactes do desenvolvimento da rede de transportes.
ͻ Os transportes
 Meio de transporte
 Rede de transporte
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 102 e 103
ͻ Caderno de Atividades – Ficha 16
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...».
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente,
a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos construam o seu conhecimento acerca das vantagens e das desvantagens associadas aos transportes.
Síntese
Propõe-se aos alunos a resolução do «Agora...» onde devem referir vantagens e desvantagens do meio de transporte
habitualmente utilizado.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Plano de aula n.o
55 45 min.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 95
Escola ________________________________________________________________________________________________________
Turma __________________ Aula n.o
_______________ Data ______ /________/ ________
Domínio: Portugal hoje
Subdomínio: Lazer e Património
Meta(s): 1. Compreender a desigual distribuição da prática do lazer e do turismo a nível nacional
2. Compreender a importância da preservação do património
Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s)
1.1 Definir lazer.
1.2 Localizar as áreas com maior oferta de equipamento culturais e desportivos
diversos (teatros, cinemas, museus, bibliotecas, pavilhões desportivos…)
1.3 Justificar a desigual oferta na distribuição de equipamento culturais
e desportivos.
1.4 Identificar o turismo como uma atividade de lazer.
1.5 Identificar diferentes tipos de turismo em Portugal: balnear
/ de montanha/religioso/ termal/ em espaço rural/de aventura/radical
/ histórico-cultural/de natureza (…).
1.6 Localizar as áreas de maior atração/procura turística em Portugal, destacando
os fatores que justificam a sua atratividade/procura.
1.7 Identificar atividades de lazer e turismo na região onde reside.
2.1 Identificar diferentes tipos de património.
2.2 Localizar diferentes áreas de proteção da natureza.
2.3 Explicar a importância das áreas protegidas na preservação do património
ambiental.
2.4 Identificar medidas de preservação do património.
ͻ O lazer e o património
 Lazer
 Turismo
 Reservas naturais
Recursos
ͻ Manual (vol. 2) – págs. 104 a 109
ͻ
Atividade Interativa – Puzzle 12
Jogo «Quem quer ser Historiador» (Tema 6)
Teste Interativo – Portugal, hoje (6.3,6. 4, e
6.5)
Momento 1
A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos.
B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...» da aula anterior.
Desenvolvimento
Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas
individualmente, a pares ou em grupo.
Pretende-se que os alunos, com base em fontes diversas, construam o seu pensamento histórico-geográfico relativamente
às diferenças entre as atividades de lazer no meio rural e urbano, bem como acerca do turismo e das reservas naturais
para o desenvolvimento nacional.
Síntese
Propõe-se que os alunos resolvam o «Agora...» identificando duas atividades turísticas e de lazer existentes na sua região.
Propõe-se ainda a resolução do «Sou capaz de...» das páginas 106 e 107 onde aplica os diferentes conceitos desenvolvidos.
Avaliação
Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa
e a progressão de ideias percecionada.
Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos podem, com a realização de uma ficha de trabalho «Agora faço
a minha autoavaliação» (páginas 108 e 109), aferir o seu grau de aprendizagem.
Plano de aula n.o
56 45 min.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
97
Apresentamos aos colegas várias propostas de avaliação.
Diagnóstica:
— Um Teste de Diagnóstico a entregar aos alunos.
— Em alternativa a este teste, sugerimos também uma proposta mais dinâmica. O professor projeta
as imagens da apresentação PowerPoint®
Avaliação Diagnóstica, disponível em , e vai
fazendo as perguntas (escolhendo as que entender), oralmente, à turma, ou direcionadas a alunos
específicos.
Os resultados serão depois registados numa das grelhas, à escolha, sendo que:
— a Grelha A é mais global e as perguntas são dirigidas à turma. Neste caso, o professor pode conta-
bilizar as respostas e registar na grelha:
– se a maior parte dos alunos sabe responder;
– se poucos alunos sabem responder;
– se os alunos desconhecem o assunto.
— a Grelha B é mais específica, pois tem o número dos alunos da turma. A pergunta é feita a um aluno
e o professor regista na grelha:
– se a resposta estiver correta;
– se a resposta estiver errada;
– se não responder.
Sumativa:
— Um bloco com seis propostas de Testes de Correção Rápida, constituídos por perguntas de escolha
múltipla. Em estão disponíveis folhas de resposta, com grelhas de preenchimento,
para cada um destes testes.
— Dois blocos de seis Testes Diferenciados, com diversas tipologias de itens e com dois níveis de difi-
culdade:
– Testes A: com grau de dificuldade normal;
– Testes B: com grau de dificuldade inferior.
AVALIAÇÃO – PROPOSTAS
98
TESTE DIAGNÓSTICO
4000
0 km
N
1
DOC.
1 Observa o documento 1.
1.1 Escreve no mapa, no local correto,
o nome dos oceanos e dos
continentes.
1.2 Indica o oceano que banha:
a) a costa ocidental de África;
b) a costa oriental de África;
c) a costa ocidental da América;
d) a costa oriental da América.
2 Observa os documentos seguintes 2, 3, 4, 5 e 6.
2.1 Legenda-os com a seguinte informação:
O reino de Portugal, à morte de D. Afonso Henriques O Império Romano
O Império Português no século XVI O Império Muçulmano
Povos do Mediterrâneo contactaram com povos peninsulares
2.2 Ordena-os cronologicamente numerando-os de 1 a 5. O número 1 corresponde ao mais antigo.
2000
0 km
Lisboa
Goa
Macau
Malaca
Timor
Ceuta CHINA
ÍNDIA
JAPÃO
ANGOLA
MINA
MOÇAMBIQUE
OCEANO
ATLÂNTICO
OCEANO
PACÍFICO
OCEANO
ÍNDICO
EUROPA
AMÉRICA
ÁSIA
ÁFRICA
OCEÂNIA
N
Domínios portugueses
Rotas portuguesas
BRASIL
5
DOC.
km 50
0
N
Faro
Tavira
Cacela
Braga
Guimarães
Porto
Coimbra
Castelo
Branco
Montalvão
Amieira
Belver
Abrantes
Leiria
Santarém
Alcácer do Sal
Palmela
Almada
Lisboa
Alenquer
Sintra
Elvas
Évora
Badajoz
Beja
Aljustrel
Silves
Albufeira
Alvor
Serpa
Moura
Mértola
Almourol
Tomar
OCEANO
ATLÂNTICO
6
DOC.
km
0 1000
OCEANO
ATLÂNTICO
OCEANO
ÍNDICO
ÁSIA
EUROPA
PENÍNSULA
DA ARÁBIA
ÁFRICA
N
Roma
Veneza
Marselha
Granada
Córdova
Ceuta
Cartago
Tripoli
Alexandria
Cairo
Medina
Meca
Jerusalém
Damasco
Bagdade
Constantinopla
Baçorá
Golfo
Pérsico
Mar Mediterrâneo
Mar Verm
elho
Rota da seda da China
Rota das
especiarias
da Índia
Escravos
Marfim Ouro
4
DOC.
Mar Mediterrâneo
Mar Vermelho
Mar Negro
Golfo Pérsico
Mar
Cáspio
OCEANO
ATLÂNTICO
Mar do
Norte
N
HISPÂNIA
GÁLIA
Roma
MACEDÓNIA
DÁCIA
ÁSIA MENOR
NUMÍDIA
MAURITÂNIA
JUDEIA
EGITO
GRÉCIA
Cartago
EUROPA
ÁSIA
ÁFRICA
Rota da seda da China
Rota das
especiarias
da Índia
1000
0 km
3
DOC.
Marfim
Tecidos
Tecidos
Perfume
Vidro
Mar Mediterrâneo
Mar Negro
OCEANO
ATLÂNTICO
CELTAS
IBEROS
Cartago
Grécia
Fenícia
CELTIBEROS
LUSITANOS
500
0 km
N
Fenícios: chegaram à
Península Ibérica há
cerca de 2900 anos
Ouro
Prata
Cobre
Vinho
Trigo
Azeite
Cerâmica
Gregos: chegaram à
Península Ibérica há
cerca de 2700 anos
Cartagineses: chegaram à
Península Ibérica há cerca
de 2600 anos
2
DOC.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
99
TESTE DIAGNÓSTICO
3 Observa os documentos 7 a 12.
3.1 Completa o quadro seguinte com o número do documento que corresponde a cada grupo social.
4.1 Associa os documentos 13, 14 e 15 (coluna A) ao excerto do documento escrito que lhes corresponde
(coluna B). Escreve no espaço em branco da coluna A a letra correta.
7
DOC.
8
DOC.
9
DOC.
10
DOC.
11
DOC.
12
DOC.
4 Observa os documentos 13, 14 e 15 e lê o documento 16.
Oradores são aqueles que rezam por nós junto de Deus. Defensores são os que defendem as nossas terras
combatendo pelas armas o inimigo invasor. Trabalhadores são os que fornecem a subsistência, os que culti-
vam com a charrua e os que trabalham com as próprias mãos.
Adalbéron de Laon, bispo francês, século XI (adaptado)
16
DOC.
A B
a) Doc. 13 A. «Oradores são aqueles que rezam por nós junto de Deus.»
b) Doc. 14
B. «Defensores são os que defendem as nossas terras combatendo
pelas armas os inimigos invasores.»
c) Doc. 15
C. «Trabalhadores são os que fornecem a subsistência, os que cultivam
com a charrua e os que trabalham com as próprias mãos.»
Clero Nobreza Povo
a) Doc.
b) Doc.
c) Doc.
d) Doc.
e) Doc.
f) Doc.
13
DOC.
14
DOC.
15
DOC.
100
TESTE DIAGNÓSTICO
1000
0 km
N
Foz do Zaire
Arquipélago
de Cabo Verde
1485 - Diogo Cão
Ceuta
Cabo Bojador
Arguim
Cabo Verde
Serra Leoa
Mina Cabo
de Santa Catarina
Serra Parda Sofala
Calecute
OCEANO
ÍNDICO
OCEANO
ATLÂNTICO
Açores
Madeira
EUROPA
ÁSIA
ÁFRICA
AMÉRICA
Brasil
Cabo da Boa Esperança
1488 - Bartolomeu Dias
São Tomé e Príncipe
5 Completa a cronologia com a seguinte informação:
Tratado de Salvaterra de Magos Batalha de Aljubarrota Cortes de Coimbra Cerco de Lisboa
a) 1383
b) 1384
c) 1385 (abril)
d) 1385 (agosto)
6 Observa o documento 17.
6.1 Associa a informação do
documento 1 (coluna A) aos
acontecimentos (coluna B).
Escreve a letra correta no espaço
em branco da coluna A.
6.2 Refere o século a que correspondem os acontecimentos do quadro.
A B
1. Ceuta – 1415
A. Local atingido pelos navegadores portugueses à
morte do Infante D. Henrique.
2. Cabo Bojador – 1434 B. Primeira conquista portuguesa no Norte de África.
3. Serra Leoa – 1460 C. Dobrado por Gil Eanes.
4. Cabo de Santa Catarina – 1474
D. A partir deste cabo, as descobertas ao longo da costa
africana foram da responsabilidade de D. João II.
5. Cabo da Boa Esperança – 1488
E. Cidade onde chegou a armada comandada por Vasco
da Gama.
6. Calecute, Índia – 1498 F. Dobrado por Bartolomeu Dias.
7. Terra de Vera Cruz (Brasil)
– 1500
G. Terra encontrada pela armada comandada por Pedro
Álvares Cabral.
17
DOC.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
101
TESTE DIAGNÓSTICO
7 Faz corresponder cada conceito da coluna A à respetiva definição. Escreve o número correto no
espaço em branco da coluna B.
A B
a) Império
1. Grande território, habitado por muitos povos e controlado por um só povo.
O seu chefe máximo é o imperador.
b) Islão
2. Todas as atividades que garantem a alimentação, o vestuário e a habitação
das populações.
c) Reino
3. Forma de governo em que o monarca (rei ou rainha) é a autoridade máxima.
Quando o monarca morria, sucedia-lhe o filho masculino mais velho. Se não
existisse herdeiro masculino, sucedia-lhe a filha mais velha.
d) Monarquia
4. Território independente governado por um rei. O rei é a autoridade máxima
no reino.
e) Atividades
económicas
5. Religião monoteísta que foi criada por Maomé.
f) Comércio
externo
6. Assembleia convocada e dirigida pelo rei para ouvir a opinião dos
representantes do clero, da nobreza e do povo sobre assuntos importantes,
como decidir da paz ou da guerra.
g) Regente 7. É aquele que governa temporariamente um reino, em nome do rei.
h) Cortes 8. Compra e venda de produtos entre dois países.
i) Expansão
9. Exploração económica das terras descobertas através de acordos ou da
força das armas. O povo colonizador passa a explorar as riquezas dessas
terras. O povo colonizado é submetido.
j) Colonização
10. Alargamento do território português para outros continentes, através de
conquistas ou de descobertas marítimas.
k) Missionação
11. Ação dos missionários, membros do clero, com vista a converter os povos
não cristãos ao cristianismo.
102
TESTE DIAGNÓSTICO
8 Lê o documento 18.
O primeiro contacto entre os Portugueses e os habitantes do Brasil
Um deles olhou o colar do capitão e acenou com a mão para terra, e depois para o colar, como se quisesse
dizer-nos que havia ouro na terra. [...] Mostra¬ram-lhes um papagaio que o capitão tinha; tomaram-no logo e
acenaram para a terra, como se os houvesse ali.
[...] Mostraram-lhes uma g¬linha; quase tiveram medo dela [...]. Eles não lavram nem criam. E não comem
senão [...] dessas sementes e frutos que a terra e as árvores dão.
Pero Vaz de Caminha (escrivão da armada de Pedro Álvares Cabral), Carta a El-Rei D. Manuel, 1500 (adaptado)
8.1 Escreve um texto sobre os contactos entre povos diferentes. Também podes incluir exemplos da
herança romana e da herança muçulmana na Península Ibérica.
18
DOC.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
103
P8?.;9827É„AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
SLIDE QUESTIONÁRIO DE EXPLORAÇÃO DO POWERPOINT®*
AVALIAÇÃO
OBS
A B C
2
1. Quais as formas de representação da Terra?
2. Qual é a forma de representar a Terra que é mais parecida com a
sua forma real?
3. Como se chama a Península onde Portugal se situa?
4. Identifica os continentes.
5. A que continente pertence a Península Ibérica?
6. Identifica os oceanos.
3
7. Quais os limites da Península Ibérica?
8. Indica os elementos que ajudam a compreender um mapa.
4
9. O que é o relevo?
10. Quais as formas de relevo que conheces?
11. Qual é a montanha mais alta de Portugal?
12. Refere dois rios ibéricos.
13. Refere dois rios portugueses.
5
14. O que entendes por estado do tempo?
15. Qual a região climática onde se localiza a Península Ibérica?
16. Achas que o clima é igual em todo o país? Justifica
6
17. O que entendes por vegetação natural?
18. Qual a vegetação predominante na tua região?
19. Refere alguns problemas que afetam a vegetação.
20. Apresenta propostas para preservar a Natureza.
7
21. O que é um arquipélago?
22. Quais os arquipélagos que integram o território português?
23. Onde se localizam os arquipélagos da Madeira e dos Açores?
8
24. As primeiras comunidades humanas eram recoletoras.
Explica porquê.
25. O que é a arte rupestre?
9
26. O que é uma comunidade agropastoril?
27. O que são monumentos megalíticos? Dá exemplos.
10
28. Quais os povos mediterrâneos que vieram à Península Ibérica
para fazer comércio?
29. Refere a importância do contacto entre os povos ibéricos e os
povos do Mediterrâneo.
11
30. Quem são os romanos?
31. Como era o exército romano?
* Apresentação PowerPoint® disponível em
Professor(a): _____________________
Turma: __________________________
Data: ____/____/____
A – A maior parte dos alunos sabe responder B – Poucos alunos sabem responder C – Desconhecem
104
SLIDE QUESTIONÁRIO DE EXPLORAÇÃO DO POWERPOINT®*
AVALIAÇÃO
OBS
A B C
12
32. Qual o povo que ofereceu mais resistência aos romanos?
33. Quem foi Viriato?
13
34. O que entendes por romanização?
35. Indica alguns exemplos de romanização.
14
36. Qual o acontecimento que marca o início da era cristã?
37. O que é o Cristianismo?
15
38. O que é o Islão?
39. Define árabe, muçulmano e mouro.
16
40. Em que século chegaram os muçulmanos à Península Ibérica?
41. Onde se refugiaram os cristãos visigodos após a conquista
muçulmana?
42. Identifica as construções militares ligadas à Reconquista no atual
território português.
43. Como era a convivência entre cristãos e muçulmanos?
44. Indica vestígios da presença muçulmana na Península Ibérica.
17
45. Quem foram os cruzados que vieram à Península Ibérica ajudar
Afonso VI na luta contra os mouros?
46. A qual deles foi doado o Condado Portucalense?
47. Entre quem foi assinado o Tratado de Zamora?
48. Quem foi o primeiro rei de Portugal?
18
49. O que é a Bula Manifestis Probatum?
50. Qual o tratado que estabelece as fronteiras portuguesas?
19 51. Quais eram as principais atividades económicas no séc XIII?
20
52. Refere os dois tipos de comércio que se praticava.
53. O que eram feiras francas?
54. Define importações e exportações.
21
55. Quais os grupos que constituíam a sociedade portuguesa?
56. Qual a principal função do clero e da nobreza?
57. Quem são os burgueses?
58. Qual é o grupo social não privilegiado?
22
59. O que é uma Carta de Foral?
60. Quais são os símbolos dos concelhos?
61. Se vivesses no século XIII, preferias viver num concelho ou num
senhorio? Justifica.
23
62. O que entendes por cultura cortesã?
63. O que entendes por cultura popular?
P8?.;9827É„AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
* Apresentação PowerPoint® disponível em
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
105
SLIDE QUESTIONÁRIO DE EXPLORAÇÃO DO POWERPOINT®*
AVALIAÇÃO
OBS
A B C
24
64. Indica algumas características do estilo românico.
65. Indica algumas características do estilo gótico.
25
66. Quais os três flagelos do século XIV, na Europa?
67. Em Portugal, além da crise económica, houve também uma crise
de sucessão. Explica porquê.
68. Quem foi o último rei da primeira dinastia?
26
69. Quem foi aclamado rei de Portugal, nas Cortes de Coimbra?
70. Entre quem se travou a Batalha de Aljubarrota?
71. Qual foi o exército que saiu vencedor?
72. Quem foi o primeiro rei da segunda dinastia?
27
73. Qual foi o acontecimento que marcou o início da Expansão
Portuguesa?
74. A conquista de Ceuta resolveu os problemas de Portugal? Justifica.
28
75. Qual foi o navegador português que dobrou o Cabo Bojador?
76. Quais as embarcações utilizadas pelos portugueses?
77. Refere alguns instrumentos náuticos.
78. Qual foi o navegador português que dobrou o Cabo das
Tormentas / Boa Esperança?
29
79. Quem descobriu a América? Fê-lo ao serviço de quem?
80. Essa descoberta provocou desentendimentos entre os dois países
ibéricos. Como se resolveu essa situação?
81. O que determinava o Tratado de Tordesilhas?
82. Quem descobriu o caminho marítimo para a Índia?
83. Quem descobriu o Brasil?
30 84. Que produtos iam os portugueses buscar ao Oriente?
31
85. Achas que o papel dos missionários foi importante na colonização
do Brasil? Justifica.
86. Quem foram os bandeirantes?
87. Como foram os contactos entre os portugueses e os povos
descobertos / colonizados (africanos, asiáticos e ameríndios).
88. Achas que o contributo dos portugueses foi importante para
uma maior ligação entre as várias zonas do mundo descobertas?
Justifica.
32
89. Refere algumas alterações ocorridas na cidade de Lisboa.
90. Explica porque é que se diz que Lisboa era uma cidade de
contrastes.
P8?.;9827É„AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
* Apresentação PowerPoint® disponível em
106
SLIDE QUESTIONÁRIO DE EXPLORAÇÃO DO POWERPOINT®*
AVALIAÇÃO
OBS
A B C
33
91. Explica como é que os Descobrimentos influenciaram a literatura.
92. Refere algumas características do estilo manuelino.
93. Menciona construções de estilo manuelino.
34
94. Quem foi D. Sebastião?
95. Onde e quando morreu D. Sebastião?
96. Quais os candidatos ao trono, após a morte de D. Sebastião?
97. Quem lhe sucedeu no trono de Portugal?
98. Quando teve início a União Ibérica?
99. O que aconteceu no 1.o
de Dezembro de 1640?
100. Quem foi o primeiro rei da quarta dinastia / dinastia de Bragança?
101. O que foi a «Guerra da Restauração»?
35 Separador do 6.o
ano
36
102. O que está representado em cada mapa?
103. Qual o território do Império Português que mais aumentou?
104. Refere produtos que vinham do Brasil para Portugal.
37
105. A corte de D. João V era muito luxuosa. De onde vinha o dinheiro?
106. Refere uma construção mandada edificar por D. João V.
38
107. Quando aconteceu o terramoto que vês na imagem?
108. Qual a planta que representa Lisboa antes do terramoto?
109. Qual é a planta que representa Lisboa depois do terramoto?
110. O que representa a última imagem?
39
111. Quem está representado na imagem?
112. Qual é a cidade representada na imagem?
113. O que estará representado nos papéis espalhados?
114. Além da reconstrução da cidade de Lisboa, que outras medidas
tomou o Marquês de Pombal?
40
115. Porque é que Napoleão Bonaparte mandou invadir Portugal?
116. Quantas invasões napoleónicas se registaram?
117. Quando ocorreram as invasões?
118. Quem comandou essas invasões?
119. Em qual das invasões se travou uma batalha no Sabugal?
120. Quem ajudou o exército português?
41
121. O que aconteceu em Portugal em 1820?
122. Parece-te que este acontecimento está relacionado com as
invasões napoleónicas? Justifica.
123. O poder passou a estar tripartido. Porque é que na monarquia
absoluta surgem três coroas?
124. Quem exercia os três poderes na monarquia absoluta?
125. E na atualidade?
P8?.;9827É„AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
* Apresentação PowerPoint® disponível em
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
107
SLIDE QUESTIONÁRIO DE EXPLORAÇÃO DO POWERPOINT®*
AVALIAÇÃO
OBS
A B C
42
126. O que aconteceu em Portugal, entre 1832 e 1834?
127. Quem comandava os grupos em confronto?
128. O que defendia D. Pedro?
129. O que defendia D. Miguel?
130. Quem saiu vencedor?
131. O que é uma guerra civil?
43
132. A agricultura continuava a ser a principal atividade económica.
Qual das imagens corresponde à segunda metade do século XIX?
Justifica.
133. Compara as duas imagens.
44
134. Com que outros aspetos da vida no século XIX relacionas as
imagens?
45
135. As crianças que vês nas imagens frequentariam a escola? Justifica.
136. O que vês nestas imagens poderia acontecer, hoje, em Portugal?
Porquê?
137. Parece-te que, na atualidade, todas as crianças têm os seus
direitos protegidos? Justifica.
46
138. Qual o acontecimento que ocorreu a 5 de outubro de 1910 que
mudou a bandeira de Portugal?
139. O que aconteceu em 1926?
140. O que aconteceu em 1933?
141. Qual o acontecimento que marca o fim do Estado Novo?
47
142. Qual o regime político que terminou em 1910?
143. Qual o regime político que teve início em 1910?
144. Distingue Monarquia de República.
145. Qual é a principal figura da República?
146. Como é que o Presidente da República chega ao poder?
48
147. A que período da História de Portugal do século XX pertencem
as imagens que vês?
148. Porque é que ao Estado Novo também é conhecido como ditadura
salazarista?
149. Escolhe uma imagem e fala sobre o que retrata.
150. O que é uma ditadura?
49
151. A Guerra Colonial, marcou o século XX em Portugal.
Conheces alguém que tenha estado nessa guerra?
152. Onde ocorreu a Guerra Colonial?
153. Refere algumas consequências da Guerra Colonial.
P8?.;9827É„AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
* Apresentação PowerPoint® disponível em
108
SLIDE QUESTIONÁRIO DE EXPLORAÇÃO DO POWERPOINT®*
AVALIAÇÃO
OBS
A B C
50
154. Qual o acontecimento retratado nas imagens?
155. Quando aconteceu esta revolução?
156. Quem fez a revolução? Justifica.
157. Qual o regime político que teve início?
158. Como reagiram os populares à ação dos militares?
51
159. Uma das consequências do 25 de Abril foi a independência das
colónias. Quais foram os novos países que surgiram?
160. Em que continente se localizam?
52
161. Quais os territórios que, hoje, fazem parte de Portugal?
162. Quais são as regiões autónomas?
163. Em que consiste a autonomia dos arquipélagos?
53
164. Atualmente, Portugal faz parte de várias organizações internacio-
nais. Identifica as que estão nas imagens.
165. Quem faz parte da União Europeia?
166. Quais são os países que constituem a CPLP?
54
167. Alguns problemas da atualidade. Identifica-os.
168. Quais os destinos da emigração?
169. Refere a origem dos imigrantes que vivem em Portugal.
170. O que são áreas atrativas?
171. O que são áreas repulsivas?
55
172. Quais os setores de atividade?
173. Fala sobre as energias renováveis e não renováveis.
P8?.;9827É„AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
* Apresentação PowerPoint® disponível em
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
109
POWERPOINT® AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
Grelha de avaliação da turma
SLIDE
ALUNOS
QUESTIONÁRIO
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25
26
27
28
29
30
2
1.
Quais
as
formas
de
representação
da
Terra?
2.
Qual
é
a
forma
de
representar
a
Terra
que
é
mais
parecida
com
a
sua
forma
real?
3.
Como
se
chama
a
Península
onde
Portugal
se
situa?
4.
Identifica
os
continentes.
5.
A
que
continente
pertence
a
Península
Ibérica?
6.
Identifica
os
oceanos.
3
7.
Quais
os
limites
da
Península
Ibérica?
8.
Indica
os
elementos
que
ajudam
a
compreender
um
mapa.
4
9.
O
que
é
o
relevo?
10.
Quais
as
formas
de
relevo
que
conheces?
11.
Qual
é
a
montanha
mais
alta
de
Portugal?
12.
Refere
dois
rios
ibéricos.
13.
Refere
dois
rios
portugueses.
5
14.
O
que
entendes
por
estado
do
tempo?
15.
Qual
a
região
climática
onde
se
localiza
a
Península
Ibérica?
16.
Achas
que
o
clima
é
igual
em
todo
o
país?
Justifica
110
POWERPOINT® AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
Grelha de avaliação da turma
SLIDE
ALUNOS
QUESTIONÁRIO
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22
23
24
25
26
27
28
29
30
6
17.
O
que
entendes
por
vegetação
natural?
18.
Qual
a
vegetação
predominante
na
tua
região?
19.
Refere
alguns
problemas
que
afetam
a
vegetação.
20.
Apresenta
propostas
para
preservar
a
Natureza.
7
21.
O
que
é
um
arquipélago?
22.
Quais
os
arquipélagos
que
integram
o
território
português?
23.
Onde
se
localizam
os
arquipélagos
da
Madeira
e
dos
Açores?
8
24.
As
primeiras
comunidades
humanas
eram
recoletoras.
Explica
porquê.
25.
O
que
é
a
arte
rupestre?
9
26.
O
que
é
uma
comunidade
agropastoril?
27.
O
que
são
monumentos
megalíticos?
Dá
exemplos.
10
28.
Quais
os
povos
mediterrâneos
que
vieram
à
Península
Ibérica
para
fazer
comércio?
29.
Refere
a
importância
do
contacto
entre
os
povos
ibéricos
e
os
povos
do
Mediterrâneo.
11
30.
Quem
são
os
romanos?
31.
Como
era
o
exército
romano?
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
111
SLIDE
ALUNOS
QUESTIONÁRIO
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22
23
24
25
26
27
28
29
30
12
32.
Qual
o
povo
que
ofereceu
mais
resistência
aos
romanos?
33.
Quem
foi
Viriato?
13
34.
O
que
entendes
por
romanização?
35.
Indica
alguns
exemplos
de
romanização.
14
36.
Qual
o
acontecimento
que
marca
o
início
da
era
cristã?
37.
O
que
é
o
Cristianismo?
15
38.
O
que
é
o
Islão?
39.
Define
árabe,
muçulmano
e
mouro.
16
40.
Em
que
século
chegaram
os
muçulmanos
à
Península
Ibérica?
41.
Onde
se
refugiaram
os
cristãos
visigodos
após
a
conquista
muçulmana?
42.
Identifica
as
construções
militares
ligadas
à
Reconquista
no
atual
território
português.
43.
Como
era
a
convivência
entre
cristãos
e
muçulmanos?
44.
Indica
vestígios
da
presença
muçulmana
na
Península
Ibérica.
17
45.
Quem
foram
os
cruzados
que
vieram
à
Península
Ibérica
ajudar
Afonso
VI
na
luta
contra
os
mouros?
46.
A
qual
deles
foi
doado
o
Condado
Portucalense?
POWERPOINT® AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
Grelha de avaliação da turma
112
SLIDE
ALUNOS
QUESTIONÁRIO
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22
23
24
25
26
27
28
29
30
17
47.
Entre
quem
foi
assinado
o
Tratado
de
Zamora?
48.
Quem
foi
o
primeiro
rei
de
Portugal?
18
49.
O
que
é
a
Bula
Manifestis
Probatum?
50.
Qual
o
Tratado
que
estabelece
as
fronteiras
portuguesas?
19
51.
Quais
eram
as
principais
atividades
económicas
no
século
XIII?
20
52.
Refere
os
dois
tipos
de
comércio
que
se
praticava.
53.
O
que
eram
feiras
francas?
54.
Define
importações
e
exportações.
21
55.
Quais
os
grupos
que
constituíam
a
sociedade
portuguesa?
56.
Qual
a
principal
função
do
clero
e
da
nobreza?
57.
Quem
são
os
burgueses?
58.
Qual
é
o
grupo
social
não
privilegiado?
22
59.
O
que
é
uma
Carta
de
Foral?
60.
Quais
são
os
símbolos
dos
concelhos?
61.
Se
vivesses
no
século
XIII,
preferias
viver
num
concelho
ou
num
senhorio?
Justifica.
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CAP
·
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6.º
ano
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QUESTIONÁRIO
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19
20
22
23
24
25
26
27
28
29
30
23
62.
O
que
entendes
por
cultura
cortesã?
63.
O
que
entendes
por
cultura
popular?
24
64.
Indica
algumas
características
do
estilo
românico.
65.
Indica
algumas
características
do
estilo
gótico.
25
66.
Quais
os
três
flagelos
do
século
XIV,
na
Europa?
67.
Em
Portugal,
além
da
crise
económica,
houve
também
uma
crise
de
sucessão.
Explica
porquê.
68.
Quem
foi
o
último
rei
da
primeira
dinastia?
26
69.
Quem
foi
aclamado
rei
de
Portugal,
nas
Cortes
de
Coimbra?
70.
Entre
quem
se
travou
a
Batalha
de
Aljubarrota?
71.
Qual
foi
o
exército
que
saiu
vencedor?
72.
Quem
foi
o
primeiro
rei
da
segunda
dinastia?
27
73.
Qual
foi
o
acontecimento
que
marcou
o
início
da
Expansão
Portuguesa?
74.
A
conquista
de
Ceuta
resolveu
os
problemas
de
Portugal?
Justifica.
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QUESTIONÁRIO
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19
20
22
23
24
25
26
27
28
29
30
28
75.
Qual
foi
o
navegador
português
que
dobrou
o
Cabo
Bojador?
76.
Quais
as
embarcações
utilizadas
pelos
portugueses?
77.
Refere
alguns
instrumentos
náuticos.
78.
Qual
foi
o
navegador
português
que
dobrou
o
Cabo
das
Tormentas
/
Boa
Esperança?
29
79.
Quem
descobriu
a
América?
Fê-lo
ao
serviço
de
quem?
80.
Essa
descoberta
provocou
desentendimentos
entre
os
dois
países
ibéricos.
Como
se
resolveu
essa
situação?
81.
O
que
determinava
o
Tratado
de
Tordesilhas?
82.
Quem
descobriu
o
caminho
marítimo
para
a
Índia?
83.
Quem
descobriu
o
Brasil?
30
84.
Que
produtos
iam
os
portugueses
buscar
ao
Oriente?
31
85.
Achas
que
o
papel
dos
missionários
foi
importante
na
colonização
do
Brasil?
Justifica.
86.
Quem
foram
os
bandeirantes?
87.
Como
foram
os
contactos
entre
os
portugueses
e
os
povos
descobertos
/
colonizados
(africanos,
asiáticos
e
ameríndios).
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6.º
ano
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20
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
88.
Achas
que
o
contributo
dos
portugueses
foi
importante
para
uma
maior
ligação
entre
as
várias
zonas
do
mundo
descobertas?
Justifica.
32
89.
Refere
algumas
alterações
ocorridas
na
cidade
de
Lisboa.
90.
Explica
porque
é
que
se
diz
que
Lisboa
era
uma
cidade
de
contrastes.
33
91.
Explica
como
é
que
os
Descobrimentos
influenciaram
a
literatura.
92.
Refere
algumas
características
do
estilo
manuelino.
93.
Menciona
construções
de
estilo
manuelino.
34
94.
Quem
foi
D.
Sebastião?
95.
Onde
e
quando
morreu
D.
Sebastião?
96.
Quais
os
candidatos
ao
trono,
após
a
morte
de
D.
Sebastião?
97.
Quem
lhe
sucedeu
no
trono
de
Portugal?
98.
Quando
teve
início
a
União
Ibérica?
99.
O
que
aconteceu
no
1.
o
de
Dezembro
de
1640?
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QUESTIONÁRIO
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19
20
22
23
24
25
26
27
28
29
30
34
100.
Quem
foi
o
primeiro
rei
da
quarta
dinastia
/
dinastia
de
Bragança?
101.
O
que
foi
a
«Guerra
da
Restauração»?
35
Separador
do
6.
o
ano
36
102.
O
que
está
representado
em
cada
mapa?
103.
Qual
o
território
do
Império
Português
que
mais
aumentou?
104.
Refere
produtos
que
vinham
do
Brasil
para
Portugal.
37
105.
A
corte
de
D.
João
V
era
muito
luxuosa.
De
onde
vinha
o
dinheiro?
106.
Refere
uma
construção
mandada
edificar
por
D.
João
V
38
107.
Quando
aconteceu
o
terramoto
que
vês
na
imagem?
108.
Qual
a
planta
que
representa
Lisboa
antes
do
terramoto?
109.
Qual
é
a
planta
que
representa
Lisboa
depois
do
terramoto?
110.
O
que
representa
a
última
imagem?
39
111.
Quem
está
representado
na
imagem?
112.
Qual
é
a
cidade
representada
na
imagem?
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CAP
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Novo
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6.º
ano
117
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20
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23
24
25
26
27
28
29
30
39
113.
O
que
estará
representado
nos
papéis
espalhados?
114.
Além
da
reconstrução
da
cidade
de
Lisboa,
que
outras
medidas
tomou
o
Marquês
de
Pombal?
40
115.
Porque
é
que
Napoleão
Bonaparte
mandou
invadir
Portugal?
116.
Quantas
invasões
napoleónicas
se
registaram?
117.
Quando
ocorreram
as
invasões?
118.
Quem
comandou
essas
invasões?
119.
Em
qual
das
invasões
se
travou
uma
batalha
no
Sabugal?
120.
Quem
ajudou
o
exército
português?
41
121.
O
que
aconteceu
em
Portugal
em
1820?
122.
Parece-te
que
este
acontecimento
está
relacionado
com
as
invasões
napoleónicas?
Justifica.
123.
O
poder
passou
a
estar
tripartido.
Porque
é
que
na
monarquia
absoluta
surgem
três
coroas?
124.
Quem
exercia
os
três
poderes
na
monarquia
absoluta?
125.
E
na
atualidade?
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20
22
23
24
25
26
27
28
29
30
42
126.
O
que
aconteceu
em
Portugal,
entre
1832
e
1834?
127.
Quem
comandava
os
grupos
em
confronto?
128.
O
que
defendia
D.
Pedro?
129.
O
que
defendia
D.
Miguel?
130.
Quem
saiu
vencedor?
131.
O
que
é
uma
guerra
civil?
43
132.
A
agricultura
continuava
a
ser
a
principal
atividade
económica.
Qual
das
imagens
corresponde
à
segunda
metade
do
século
XIX?
Justifica.
133.
Compara
as
duas
imagens.
44
134.
Com
que
outros
aspetos
da
vida
no
século
XIX
relacionas
as
imagens?
45
135.
As
crianças
que
vês
nas
imagens
frequentariam
a
escola?
Justifica.
136.
O
que
vês
nestas
imagens
poderia
acontecer,
hoje,
em
Portugal?
Porquê?
137.
Parece-te
que,
na
atualidade,
todas
as
crianças
têm
os
seus
direitos
protegidos?
Justifica.
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CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
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20
22
23
24
25
26
27
28
29
30
46
138.
Qual
o
acontecimento
que
ocorreu
a
5
de
outubro
de
1910
que
mudou
a
bandeira
de
Portugal?
46
139.
O
que
aconteceu
em
1926?
140.
O
que
aconteceu
em
1933?
141.
Qual
o
acontecimento
que
marca
o
fim
do
Estado
Novo?
142.
Qual
o
regime
político
que
terminou
em
1910?
47
143.
Qual
o
regime
político
que
teve
início
em
1910?
144.
Distingue
Monarquia
de
República.
145.
Qual
é
a
principal
figura
da
República?
146.
Como
é
que
o
Presidente
da
República
chega
ao
poder?
147.
A
que
período
da
História
de
Portugal
do
século
XX
pertencem
as
imagens
que
vês?
48
148.
Porque
é
que
ao
Estado
Novo
também
é
conhecido
como
ditadura
salazarista?
149.
Escolhe
uma
imagem
e
fala
sobre
o
que
retrata.
150.
O
que
é
uma
ditadura?
151.
A
Guerra
Colonial,
marcou
o
século
XX
em
Portugal.
Conheces
alguém
que
tenha
estado
nessa
guerra?
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120
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QUESTIONÁRIO
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22
23
24
25
26
27
28
29
30
49
152.
Onde
ocorreu
a
Guerra
Colonial?
153.
Refere
algumas
consequências
da
Guerra
Colonial.
154.
Qual
o
acontecimento
retratado
nas
imagens?
50
155.
Quando
aconteceu
esta
revolução?
156.
Quem
fez
a
revolução?
Justifica.
157.
Qual
o
regime
político
que
teve
início?
158.
Como
reagiram
os
populares
à
ação
dos
militares?
159.
Uma
das
consequências
do
25
de
Abril
foi
a
independência
das
colónias.
Quais
foram
os
novos
países
que
surgiram?
51
160.
Em
que
continente
se
localizam?
161.
Quais
os
territórios
que,
hoje,
fazem
parte
de
Portugal?
52
162.
Quais
são
as
regiões
autónomas?
163.
Em
que
consiste
a
autonomia
dos
arquipélagos?
164.
Atualmente,
Portugal
faz
parte
de
várias
organizações
internacionais.
Identifica
as
que
estão
nas
imagens.
53
165.
Quem
faz
parte
da
União
Europeia?
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·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
121
SLIDE
ALUNOS
QUESTIONÁRIO
1
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20
22
23
24
25
26
27
28
29
30
53
166.
Quais
são
os
países
que
constituem
a
CPLP?
167.
Alguns
problemas
da
atualidade.
Identifica-os.
54
168.
Quais
os
destinos
da
emigração?
169.
Refere
a
origem
dos
imigrantes
que
vivem
em
Portugal.
170.
O
que
são
áreas
atrativas?
171.
O
que
são
áreas
repulsivas?
55
172.
Quais
os
setores
de
atividade?
173.
Fala
sobre
as
energias
renováveis
e
não
renováveis.
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Grelha de avaliação da turma
122
Avaliação/Observação
__________________________________
Professor(a): ______________________
Nome: __________________________________________________________ N.O
: ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____
122
TESTE 1
I
O Império Português no século XVIII
1 Entre os séculos XVI e XVIII, o espaço geográfico abrangido pelo Império Português alterou-se.
Observa atentamente os seguintes documentos.
1.1 Assinala a resposta que apenas refere produtos provenientes do continente africano.
A. Escravos, marfim e malagueta.
B. Ouro, açúcar e diamantes.
C. Porcelanas e especiarias.
D. Marfim, açúcar e especiarias.
N
5000 km
0
CHINA
ÍNDIA
JAPÃO
Angola
Mina
Brasil
Cabo
Verde
São Tomé
e Principe
Moçambique
OCEANO
ATLÂNTICO
OCEANO
ÍNDICO
EUROPA
AMÉRICA
ÁSIA
ÁFRICA
Lisboa Sevilha
Goa
Ormuz
Macau
Malaca
Timor
Ceuta
N
2000 km
0
OCEANO
ATLÂNTICO
OCEANO ÍNDICO
Lisboa
Açores
Madeira
Cabo Verde Guiné
Diu
Macau
Timor
Damão
Goa
São Tomé
e Príncipe
Angola
AMÉRICA
Moçambique
Brasil
1
DOC.
2
DOC.
O Império Português no século XVIII.
O Império Português no século XVI.
Ouro
Café
Escravos
Porcelanas
Algodão
Marfim
Especiarias
Malagueta
Açúcar
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
123
TESTE 1
1.2 Assinala o principal «produto» que era levado de Angola para o Brasil.
A. Porcelanas.
B. Escravos.
C. Especiarias.
D. Marfim.
1.3 Assinala o continente onde mais aumentou a área do Império Português.
A. Europa.
B. Ásia.
C. África.
D. América.
1.4 Assinala a opção que explica a principal causa dessa alteração.
A. A viagem era mais difícil.
B. A América tinha muitas especiarias e porcelanas.
C. Os habitantes da América eram mais simpáticos.
D. A descoberta de minas de ouro no Brasil.
1.5 Assinala a letra que corresponde aos dois produtos brasileiros que, no século XVIII, deram mais lucros
a Portugal.
A. Açúcar e ouro.
B. Ouro e escravos.
C. Açúcar e pimenta.
D. Sal e escravos.
2 Observa agora os documentos 3 e 4.
1000
km
0
OCEANO
ATLÂNTICO
N
Linha do Tratado
de Tordesilhas
Fronteira atual
BRASIL
Percurso dos
bandeirantes
Captura de índios
para escravizar
Expedições contra
índios que se revoltavam
Procura de ouro
Principais áreas
mineiras
Rio de Janeiro
São Paulo
Baía
Recife
Belém
OCEANO
ATLÂNTICO
OCEANO
ÍNDICO
OCEANO
PACÍFICO
Lisboa
Madeira
Cabo Verde
Guiné
São Tomé e Príncipe
Angola
Moçambique
Brasil
C
o
l
o
n
o
s
e
m
issionários
Escravos
N
2000 km
0
3
DOC.
4
DOC.
124
TESTE 1
2.1 Risca as palavras erradas no texto seguinte. Depois, assinala a resposta correta.
A produção de açúcar e a descoberta de ouro no Brasil levaram muitos colonos/missionários a
partirem de Portugal na esperança de enriquecerem. De África foram levados milhares de escravos/
índiosparatrabalharem,essencialmente,nosengenhosdeaçúcarenasminas.Oscolonos/missionários
foram para o Brasil para cristianizarem os índios e os protegerem da escravatura. Os bandeirantes/
missionários eram grupos de colonos que rompiam por entre a densa vegetação, à procura de ouro,
pedras preciosas e índios para trabalharem como escravos.
A. Missionários/índios/colonos/missionários.
B. Colonos/escravos/missionários/missionários.
C. Missionários/escravos/missionários/missionários.
D. Colonos/índios/colonos/missionários.
3 Lê o documento seguinte.
A vida dos escravos
E (…) imensas gentes que da África vão para a América; entra uma nau de Angola e
deixa no mesmo dia quinhentos, seiscentos e, talvez, mil escravos. Depois de chegados
olhamosparaestesmiseráveiseparaosquechamamseussenhores.Ossenhores,poucos,
os escravos, muitos; os senhores vestindo ricamente, os escravos nus; os senhores ban-
queteando, os escravos morrendoàfome;ossenhoresnadandoemouroeprata,osescra-
vos carregados de ferros; os senhores tratando-os como brutos, os escravos temendo-os
como deuses. Estes homens não são filhos da mesma Eva e do mesmo Adão?
Padre António Vieira, Sermão do Rosário, XXVII (adaptado)
5
DOC.
3.1 Liga as frases da coluna A, às que se lhes opõem, na coluna B e assinala a resposta com as
correspondências corretas.
A B
a) «Os senhores vestindo ricamente» 1. «os escravos temendo-os como deuses»
b) «Os senhores banqueteando» 2. «os escravos nus»
c) «Os senhores nadando em ouro e prata» 3. «os escravos morrendo à fome»
d) «Os senhores tratando-os como brutos» 4. «os escravos carregados de ferros»
A. a) 1; b) 2; c) 3; d) 4.
B. a) 2; b) 3; c) 1; d) 4.
C. a) 4; b) 1; c) 4; d) 3.
D. a) 2; b) 3; c) 4; d) 1.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
125
TESTE 1
II
O poder absoluto
1 Observa o documento 1, sobre as reuniões de Cortes no século XVIII.
D. João IV ________ 7
D. Afonso VI ______ 3
D. Pedro II _______ 2
D. João V ________ 0
1
DOC.
1.1 O que podes concluir sobre o poder de D. João V?
A. D. João V não reuniu Cortes porque governou como rei absoluto.
B. D. João V reuniu Cortes sete vezes.
C. D. João V era um rei liberal e reuniu as Cortes.
D. D. João V não reuniu Cortes porque não teve tempo para isso.
2 Lê o documento 2 e observa o documento 3.
3
DOC.
As embaixadas de D. João V a Viena, a Roma e a
Paris espantaram a Europa pelo luxo dos seus coches
e pelas jóias e vestuário luxuoso dos seus ministros.
Até os costumes da corte alterou: a ópera italiana,
oteatrofrancêseamodadeParisbemcedochegaram
ao Reino.
José Augusto França, Lisboa Pombalina
e o Iluminismo (adaptado).
2
DOC.
2.1 Assinala as afirmações verdadeiras e falsas e
seleciona a resposta correta.
¤A corte de D. João V era das mais ricas da Europa.
¤Os costumes da corte não se alteraram.
¤O vestuário dos ministros era muito simples.
¤O vestuário do rei e da sua corte era muito luxuoso.
¤No vestuário, seguia-se a moda de Roma e Milão.
¤Os divertimentos da corte foram influenciados por outros países.
A. F-F-V-F-F-V
B. V-F-F-V-F-V
C. V-F-F-V-V-F
D. F-V-V-F-V-F
126
TESTE 1
III
A sociedade de ordens
1 Lê os textos seguintes e observa as imagens.
1
DOC.
2
DOC.
3
DOC.
4
DOC.
1.1 Escreve, junto de cada texto, o número da imagem que lhe corresponde. Depois, assinala a resposta correta.
A. A – doc. 2; B – doc. 4; C – doc. 3; D – doc. 1.
B. A – doc. 1; B – doc. 3; C – doc. 2; D – doc. 4.
C. A – doc. 3; B – doc. 1; C – doc. 4; D – doc. 2.
D. A – doc. 3; B – doc. 2; C – doc. 1; D – doc. 4.
A nobreza imitava a
vida na Corte. Vestia-se
de acordo com a moda
francesa. Participava
em banquetes, bailes,
assistia a espetáculos de
teatro, ópera e poesia.
A burguesia dedi-
cava-se ao artesanato
e ao comércio. Os co-
merciantes mais ricos
reuniam-se em clubes e
cafés. Muitos foram per-
seguidos pelo Tribunal
da Inquisição.
O clero era responsá-
velpeloserviçoreligioso,
pelo ensino, assistência
aos doentes e pobres.
Membros do Clero tam-
bém dirigiam o Tribunal
daInquisição.Estetribu-
nal perseguia, torturava
epodiacondenaràmorte
os supeitos de não segui-
rem a religião católica ou
de defenderem as novas
ideias.
O povo abrangia os
camponeses,vendedores
ambulantes, trabalhado-
res domésticos e carre-
gadores. Continuavam a
viver com grandes difi-
culdades.
A B C D
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
127
IV
A arte no século XVIII
1 O reinado de D. João V ficou marcado pela construção de obras monumentais.
1.1 Assinala a letra que corresponde aos monumentos representados nos documentos 1 e 2.
1
DOC.
2
DOC.
A. Doc. 1 – Mosteiro dos Jerónimos. Doc. 2 – Aqueduto das Águas Livres.
B. Doc. 1 – Aqueduto das Águas Livres. Doc. 2 – Palácio-convento de Mafra.
C. Doc. 1 – Palácio-convento de Mafra. Doc. 2 – Aqueduto das Águas Livres.
D. Doc. 1 – Mosteiro da Batalha. Doc. 2 – Aqueduto das Águas Livres.
1.2 Assinala o estilo de construção do edifício representado no documento 1.
A. Estilo românico.
B. Estilo gótico.
C. Estilo manuelino.
D. Estilo barroco.
1.3 Assinala a letra que corresponde a três características do estilo referido na resposta anterior.
A. Azulejo, linhas curvas e talha dourada.
B. Azulejo, linhas direitas e talha prateada.
C. Azulejo, linhas direitas e talha dourada.
D. Azulejo, linhas curvas e talha prateada.
TESTE 1
128
V
Lisboa Pombalina e a ação do Marquês de Pombal
1 Observa os documentos seguintes.
1.1 Assinala a letra que identifica o acontecimento que observas no documento 1.
A. Terramoto de 1777. C. Tsunami de 1756.
B. Incêndio do Chiado. D. Terramoto de 1755.
1.2 Assinala a letra que corresponde ao nome do principal responsável pela reconstrução de Lisboa (doc. 2).
A. Marquês de Pombeiro. C. Marquês de Pombal.
B. Marquês de Marialva. D. Marquês de Fronteira.
2 Observa agora a imagem de Lisboa reconstruída (doc. 3).
1
DOC.
2
DOC.
2.1 Assinala a letra que corresponde a três caracte-
rísticas das ruas da nova Lisboa.
A. Largas, com traçado geométrico
e passeios calcetados.
B. Estreitas, com traçado geométrico
e passeios calcetados.
C. Largas, com traçado geométrico
e passeios alcatroados.
D. Estreitas, com traçado geométrico
e passeios empedrados.
3
DOC.
TESTE 1
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
129
VI
1 Ordena cronologicamente os seguintes acontecimentos, numerando-os de 1 a 6. Depois, assinala a
resposta correta:
¤ D. José I torna-se rei de Portugal.
¤ Terramoto que destruiu a cidade de Lisboa.
¤ Construção do palácio e convento de Mafra.
¤ O futuro Marquês de Pombal é nomeado ministro.
¤ Descoberta de ouro no Brasil.
¤ D. João V torna-se rei de Portugal.
FIM
A. 4-6-3-5-1-2
B. 4-6-5-3-1-2
C. 4-3-6-5-2-1
D. 1-2-5-4-3-6
Este teste correu-me muito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e
estudei em casa.
Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na
realização das atividades e estudei pouco em casa.
Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das
atividades e não estudei em casa.
Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto
dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades.
Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei
que terei de mudar a minha atitude.
Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor
corresponde ao teu trabalho nas aulas e em casa.
TESTE 1
Avaliação/Observação
__________________________________
Professor(a): ______________________
Nome: __________________________________________________________ N.O
: ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____
130
TESTE 2
I
A Revolução Francesa de 1789 e os seus reflexos em Portugal
1 Lê com muita atenção o documento 1 e depois responde.
Em França, nos finais do século XVIII, havia um grande descontentamento por parte da burguesia e do
povo, não só pelos muitos impostos que pagavam, mas também pelos privilégios que a nobreza e o clero pos-
suíam e pelo poder absoluto que o rei detinha.
Assim, em 1789, uma revolução pôs fim à monarquia absoluta em França. Os revolucionários, na maior
parte pertencentes à burguesia e ao povo, defendiam novas ideias, como a igualdade de todos os cidadãos pe-
rante a lei, (…) e a liberdade. Defendiam ainda a separação dos poderes que, na monarquia absoluta estavam
concentrados numa só pessoa, o rei.
HGP 6, Texto Editores, 2011.
1
DOC.
1.1 Assinala a letra que corresponde aos grupos sociais que estavam descontentes.
A. Nobreza e clero.
B. Clero e povo.
C. Nobreza e povo.
D. Burguesia e povo.
1.2 Assinala a letra que corresponde às causas do descontentamento em França.
A. Os impostos, os privilégios do clero e da nobreza e o poder absoluto do rei.
B. Os privilégios da burguesia e do clero, o poder do rei e os impostos.
C. O poder absoluto do rei, os impostos e os privilégios da nobreza e do povo.
D. Os privilégios da nobreza e do clero e os impostos.
1.3 Assinala a letra que corresponde ao que aconteceu em França, em 1789.
A. O fim da monarquia liberal, através de uma revolução.
B. O fim da monarquia absoluta através de uma revolução.
C. Os revolucionários queriam que ficasse tudo igual.
D. A maior parte dos revolucionários pertencia ao clero e à nobreza.
1.4 Assinala a letra que corresponde às ideias que os revolucionários defendiam.
A. Liberdade, igualdade e poder absoluto.
B. liberdade, igualdade e separação dos poderes.
C. Separação dos poderes e privilégios da nobreza e do clero.
D. Liberdade, igualdade e impostos cada vez maiores sobre o povo e a burguesia.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
131
2 Observa atentamente os documentos 2 e 3.
2.1 Risca as palavras inadequadas de modo a obteres um texto correto.
Depois, assinala a resposta certa.
No documento 2 o clero/povo e a burguesia/nobreza carregam o
clero/povo às costas. No documento 3, o clero/povo e a burguesia/
/nobreza são carregados pelo clero/povo. Assim, podemos concluir
que o documento 3 corresponde a antes/depois da Revolução Fran-
cesa e o documento 2 a antes/depois da mesma revolução.
A. clero; nobreza; povo; clero; nobreza; povo; antes; depois.
B. povo; burguesia; clero; povo; burguesia; clero; depois; antes.
C. clero; nobreza; povo; clero; nobreza; povo; depois; antes.
D. povo; nobreza; povo; clero; nobreza; povo; antes; depois.
2
DOC.
3
DOC.
3 Observa os documentos 4, 5 e 6.
TESTE 2
6
DOC.
OCEANO
ATLÂNTICO
Braga
Chaves
Orense
Porto
Buçaco
Redinha
Lavos
Castelo Branco
Abrantes
Roliça
Caldas da Rainha
Vimeiro
LISBOA
Ciudad
Rodrigo
Sabugal
Celorico
da Beira
N
50 km
0
Mar Mediterrâneo
OCEANO
ATLÂNTICO
IMPÉRIO
FRANCÊS
HOLANDA
ESPANHA
PORTUGAL
SUÍÇA
REINO
DA ITÁLIA
REINO DE
NÁPOLES
Lisboa
Roma
Elba
Córsega
Sardenha
Viena
Paris
Londres
Amiens
N
2000 km
0
Terceira invasão Massena (1810-1811)
Segunda invasão Soult (1809)
Primeira invasão Junot (1807-1808)
Percurso do exército inglês
que veio ajudar Portugal
Linhas de Torres Vedras
Batalhas
3.1 No texto seguinte, risca as palavras/expressões inadequadas.
Depois assinala a resposta correta.
Após a Revolução Francesa, vários reis absolutos da Europa
uniram-se e declararam guerra à França. Foram derrotados por
Napoleão Bonaparte/Wellington, comandante das tropas
francesas. Só a Grécia/Inglaterra continuou a resistir.
Napoleão decretou, então, o Bloqueio Continental/Terrestre.
4
DOC.
5
DOC.
Império Francês
Países dependentes
de França
Bloqueio Continental,
ordenado por Napoleão
Bonaparte, imperador
dos Franceses.
132
Como Espanha/Portugal hesitou em obdecer, foi invadido pelo exército francês.
A primeira invasão foi comandada por Junot/Soult que ocupou a cidade de Leiria/Lisboa. O exército
inglês/italiano veio em auxílio dos Portugueses. Os Franceses foram derrotados.
Na segunda invasão, os Franceses ocuparam a cidade do Porto/Faro. Foram de novo derrotados.
Na terceira invasão, os Franceses foram detidos nas Linhas de Torres que protegiam a cidade de Lis-
boa. Novamente derrotados, os Ingleses/Franceses abandonaram Portugal.
A. Wellington; Grécia; Terrestre; Espanha; Soult; Leiria: italiano; Faro; Franceses.
B. Wellington; Grécia; Terrestre; Espanha; Soult; Leiria: italiano; Faro; Ingleses.
C. Wellington; Grécia; Terrestre; Portugal; Soult; Leiria: italiano; Faro; Ingleses.
D. Napoleão Bonaparte; Grécia; Terrestre; Espanha; Soult; Leiria: italiano; Faro; Ingleses.
II
A Revolução Liberal de 1820
1 Uma das consequências das Invasões Napoleónicas foi a
ida da família real para o Brasil. Observa o documento 1 e
lê a cronologia.
OCEANO ATLÂNTICO
BRASIL
Lisboa
Madeira
Açores
Cabo Verde
Rota comercial dos
produtos brasileiros
antes de 1808
Nova rota comercial dos
produtos brasileiros a partir
de 1808
N
2000 km
0
1.1 Assinala a letra que corresponde à alteração ocorrida no comércio brasileiro, a partir de 1808.
A. Abertura dos portos brasileiros ao comércio com outros países.
B. Abertura dos portos portugueses ao comércio com a Austrália.
C. Os portos brasileiros foram fechados ao comércio com países africanos.
D. Os portos brasileiros foram fechados ao comércio com Portugal.
1.2 Assinala a letra que corresponde ao nome do reino que foi prejudicado com essa alteração.
TESTE 2
1807 Ida da família real para o Brasil.
1808
Abertura dos portos brasileiros ao comércio com
outros países.
1810
Assinaturas de tratados de comércio entre Portu-
gal e a Grã-Bretanha, o que prejudicou o comér-
cio e a indústria portugueses.
A. Inglaterra.
B. Portugal.
C. Brasil.
D. Austrália.
1
DOC.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
133
2 Observa o documento 2 e lê atentamente a informação que se encontra nos balões de fala.
Querem acabar com
os direitos do clero
e da nobreza!
Depois dos
Franceses se irem
embora, ficaram os
Ingleses a mandar em
Portugal…
Exigimos que
D. João VI volte a
Portugal!
Viva o
Absolutismo!
Viva a Revolução!
Acabou a monarquia
absoluta!
2.1 Assinala a letra que corresponde aos motivos do descontentamento dos Portugueses.
A. O rei estava em Portugal e os Ingleses é que estavam a mandar.
B. Os Franceses continuavam em Portugal.
C. O rei estava no Brasil e os Ingleses é que estavam a mandar em Portugal.
D. O rei estava no Brasil e os Franceses é que estavam a mandar em Portugal.
2.2 Assinala a letra que corresponde ao que teve início na cidade do Porto.
A. Uma revolução que pôs fim à república.
B. Uma revolução que pôs fim à monarquia liberal.
C. Uma revolução que pôs fim à democracia.
D. Uma revolução que pôs fim à monarquia absoluta.
TESTE 2
2
DOC.
134
3.1 Assinala a letra que corresponde ao artigo que pôs fim à existência de grupos sociais privilegiados.
A. Artigo 9.o
B. Artigo 26.o
C. Artigo 29.o
D. Artigo 30.o
3.2 Assinala a letra que corresponde ao artigo que refere a nova forma de governo.
A. Artigo 9.o
B. Artigo 26.o
C. Artigo 29.o
D. Artigo 30.o
4 Completa o quadro seguinte. Depois, assinala a opção que corresponde ao seu preenchimento correto.
A. a) Deputados nas Cortes; b) Ministros; c) Rei e ministros; d) Rei.
B. a) Deputados nas Cortes; b) Juízes; c) Rei e ministros; d) Rei.
C. a) Deputados nas Cortes; b) Rei; c) Rei e ministros; d) Rei.
D. a) Deputados nas Cortes; b) Ministros; c) Juízes; d) Rei.
3 Lê o documento 3, que contém alguns artigos da Constituição de 1822.
A primeira Constituição Portuguesa
Art.o
9.0
– A lei é igual para todos (…).
Art.o
26.0
– A soberania reside na Nação. Não pode ser exercida senão pelos seus representantes legalmente
eleitos (…).
Art.o
29.0
– O governo da Nação Portuguesa é a Monarquia constitucional hereditária (…).
Art.o
30.0
– [Os três] poderes são: legislativo, executivo e judicial.
O primeiro reside nas cortes (…). O segundo está no rei e nos secretários de Estado (…). O terceiro está nos
juízes.
Constituição de 1822 (excertos adaptados).
3
DOC.
Poderes
Quem detém os poderes?
Monarquia absoluta Monarquia liberal ou constitucional
Legislativo Rei a)
Executivo b) c)
Judicial d) Juízes
TESTE 2
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
135
5 Analisa cuidadosamente o documento 4, sobre a descendência de D. João VI.
4
DOC.
D. João VI.
D. Carlota Joaquina
D. João VI
D. Leopoldina
D. Pedro IV
– filho mais velho
D. Adelaide
D. Miguel
D. Maria II D. Fernando D. Pedro
5.1 Qual era o grau de parentesco entre D. Pedro e D. Miguel?
A. Eram pai e filho.
B. Eram irmãos.
C. Eram avô e neto.
D. Eram tio e sobrinho.
5.2 Quem eram os pais de D. Maria II?
A. D. Miguel e D. Adelaide.
B. D. João VI e D. Carlota Joaquina.
C. D. Pedro IV e D. Leopoldina.
D. D. Fernando e D. Maria.
5.3 Quem deveria suceder ao trono, após a morte de D. João VI?
A. D. Miguel, porque era filho.
B. D. Maria, porque era neta.
C. D. Fernando, porque era marido de D. Maria.
D. D. Pedro IV, porque era o filho mais velho.
TESTE 2
136
6 Liga, através de setas, as afirmações às imagens e depois assinala a opção que corresponde à
resposta correta.
a) Defensor da monarquia liberal.
b) Apoiado pelo clero, pela nobreza e por alguns populares.
c) Deu a independência ao Brasil.
d) Defensor da monarquia absoluta.
e) Fez-se aclamar rei e dissolveu as Cortes.
f) O seu exército ocupou a cidade do Porto.
g) O seu exército cercou a cidade do Porto.
h) Foi derrotado na Guerra Civil, tendo partido para o exílio.
D. Pedro IV
D. Miguel
A. D. Pedro IV: a) – c) – g). D. Miguel: b) – d) – e) – f) – h).
B. D. Pedro IV: a) – c) – f). D. Miguel: b) – d) – e) – g) – h).
C. D. Pedro IV: a) – d) – g). D. Miguel: b) – c) – e) – f) – h).
D. D. Pedro IV: b) – c) – g). D. Miguel: a) – d) – e) – f) – h).
7 Ordena cronologicamente os seguintes acontecimentos, numerando-os de 1 a 6 e depois assinala a
opção que corresponde à resposta correta.
¤
Terramoto de 1755.
¤
D. José I nomeia Sebastião José de Carvalho e Melo para ministro do Reino.
¤
Saída da família real para o Brasil.
¤
Primeira invasão napoleónica.
¤
Revolução Francesa.
¤
Guerra civil entre liberais e absolutistas.
A. 1-2-4-3-6-4
B. 4-3-2-5-1-6
C. 2-3-4-5-6-1
D. 2-1-5-4-3-6
FIM
TESTE 2
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
137
Este teste correu-me muito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e
estudei em casa.
Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na
realização das atividades e estudei pouco em casa.
Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das
atividades e não estudei em casa.
Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto
dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades.
Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei
que terei de mudar a minha atitude.
Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor
corresponde ao teu trabalho nas aulas e em casa.
TESTE 2
Avaliação/Observação
__________________________________
Professor(a): ______________________
Nome: __________________________________________________________ N.O
: ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____
138
TESTE 3
I
Portugal na segunda metade do século XIX
1 Observa o documento 1. Depois, assinala a letra que corresponde às respostas corretas.
1.1 No século XIX, a principal atividade económica continuava a ser:
A. O comércio. C. A agricultura.
B. A indústria. D. A pecuária.
1.2 A frase «Antigamente esta terra estava em pousio!» significa que:
A. A terra produzia muito.
B. A terra tinha que ficar por cultivar para recuperar os nutrientes.
C. A terra era pouco produtiva pois não havia adubos.
D. O mau tempo destruía as colheitas.
1.3 Assinala duas das novas técnicas que passaram a ser utilizadas na agricultura.
A. A não utilização de máquinas agrícolas e culturas tradicionais.
B. O fim do pousio e a utilização de máquinas agrícolas.
C. A rotação de culturas e o uso de instrumentos agrícolas rudimentares.
D. A diminuição da área de cultivo e a seleção de sementes.
1
DOC.
Antigamente esta terra
estava em pousio!
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
139
TESTE 3
2 Observa os documentos 2 e 3.
2.1 Liga, através de setas, as frases à imagem que lhe correspondente e depois assinala a resposta correta.
a) A produção é elevada e feita em menos tempo.
b) O preço dos produtos é mais alto.
c) Os produtos são todos diferentes.
d) O trabalho é feito em casa ou em pequenas oficinas.
e) Os produtos são todos iguais.
f) Muitos trabalhadores.
g) Os trabalhadores são especializados.
h) Poucos trabalhadores.
i) Artesão.
j) Operário.
2
DOC.
3
DOC.
A. Doc. 2: b) – c) – e) – h) – i). Doc. 3: a) – d) – f) – g) – j).
B. Doc. 2: b) – c) – f) – h) – i). Doc. 3: a) – e) – d) – g) – j).
C. Doc. 2: b) – c) – d) – i) – i). Doc. 3: a) – e) – f) – g) – h).
D. Doc. 2: b) – c) – d) – h) – i). Doc. 3: a) – e) – f) – g) – j).
3 Lê os documentos 4 e 5. Depois, assinala a letra que corresponde à resposta correta.
Nada consome quando não trabalha; nunca
se cansa nem precisa de dormir; não está sujeita a
doenças se é bem construída; só recusa trabalhar
quando está gasta pela idade; trabalha em tudo: é
mineira, marinheira, tecedeira, ferreira, moleira;
numa palavra, faz todos os ofícios.
O Panorama (revista do século XIX), 1839 (adaptado)
4
DOC.
Os trabalhadores receberam mal este in-
vento [a máquina a vapor], e sítios há em que se
têm oposto ao trabalho das máquinas (…)
As máquinas, com dois homens (…) fazem o
trabalho de 45 a 50 bons trabalhadores.
Arquivo Rural, vol. I, 1858 (adaptado)
5
DOC.
140
TESTE 3
3.1 Assinala o assunto referido nos dois documentos.
A. A utilização de máquinas.
B. A utilização de mão de obra na indústria.
C. A oposição dos trabalhadores à utilização de máquinas.
D. A aceitação das máquinas na indústria.
3.2 Consulta o documento 4.
3.2.1 Quais são três das vantagens da utilização da máquina?
A. Consome quando não trabalha, nunca se cansa, nem precisa de dormir.
B. Não consome quando não trabalha, nunca se cansa, nem precisa de dormir.
C. Consome quando não trabalha, nunca se cansa, mas precisa de dormir.
D. Não consome quando não trabalha, cansa-se muito e precisa de dormir.
3.2.2 Por que razão se afirma que a máquina «… faz todos os ofícios»?
A. Pode ser utilizada em todas as atividades.
B. Só pode ser utilizada em algumas atividades.
C. Só se utiliza na indústria.
D. Só é utilizada na agricultura e nos transportes.
3.3 Consulta o documento 5.
3.3.1 Quem se opõe ao «invento»?
A. Os patrões.
B. Os administradores.
C. Os trabalhadores.
D. Os patrões e os trabalhadores.
3.3.2 Por que razão os trabalhadores estavam descontentes?
A. As máquinas substituiem o patrão.
B. As máquinas provocam desemprego.
C. Os trabalhadores têm medo de trabalhar com as máquinas.
D. As máquinas são feias e más.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
141
TESTE 3
4 Observa atentamente os documentos seguintes. Depois, assinala a letra correta em cada uma das
respostas.
6
DOC.
7
DOC.
4.1 Quais são as ocupações das crianças que observas?
A. Vender jornais, ir para a escola, varrer a rua e passear com os pais.
B. Saltar à corda, regressar da escola e passear com os pais.
C. Vender jornais, regressar da escola e jogar numa consola portátil.
D. Vender jornais, brincar na rua e passear com os pais.
4.2 Que meios de transporte estão representados?
A. Comboio, elétrico e navio.
B. Comboio, automóvel e avião.
C. Comboio, «americano» e navio.
D. Comboio, «americano» e submarino.
4.3 O comboio está a partir para o campo ou a chegar à cidade?
A. Está a partir para o campo, porque as pessoas vão a correr na sua direção.
B. Está a chegar à cidade, porque estão a descarregar produtos do campo e as pessoas
estão a sair.
C. Está a chegar, porque estão a retirar pipas de vinho e de sumo e as pessoas estão a sair.
D. Está a partir para o campo, porque as pessoas da cidade estão a fugir com medo.
4.4 Os governos liberais da segunda metade do século XIX preocuparam-se com o ensino?
A. Não, porque nem todas as crianças iam à escola.
B. Não, porque se preocuparam só com os transportes.
C. Sim, porque foram construídas escolas.
D. Sim, porque o analfabetismo deixou de existir.
142
5 Observa agora os gráficos seguintes. Depois, assinala a letra que corresponde à resposta correta.
5.1 O que aconteceu à população de Lisboa e do Porto?
A. A população de Lisboa aumentou e a do Porto diminuiu.
B. A população do Porto aumentou e a de Lisboa diminuiu.
C. A população de Lisboa e do Porto diminuiu.
D. A população de Lisboa e do Porto aumentou.
5.2 Por que razão havia tantas pessoas nestas duas cidades?
A. Era aí que se localizava grande parte das fábricas,
para onde iam trabalhar pessoas de todo o país.
B. Tinham habitações com rendas muito baratas.
C. Possuíam muitos centros comerciais onde as
pessoas gostavam de ir passear.
D. Tinham bairros com escolas para todas as crianças.
6 Observa os documentos seguintes.
6.1 Completa o quadro seguinte, colocando o número dos documentos no local correspondente.
Depois, assinala a letra que corresponde à resposta correta.
A. Cidade: docs. 10 e 11. Campo: docs. 12, 13 e 14. C. Cidade: docs. 13 e 14. Campo: 10, 11 e 12.
B. Cidade: docs. 12 e 13. Campo: docs. 10, 11 e 14. D. Cidade: docs. 11 e 12. Campo: 10, 13 e 14.
1840 1860 1880 1900
N.° de habitantes de Lisboa
0
100 000
200 000
300 000
400 000
1840 1860 1880 1900
N.° de habitantes do Porto
0
100 000
200 000
300 000
400 000
8
DOC.
9
DOC.
Vida quotidiana Documentos
Na cidade
No campo
TESTE 3
10
DOC.
11
DOC.
12
DOC.
13
DOC.
14
DOC.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
143
8 Observa o documento seguinte.
8.1 Por que nome ficou conhecido o tipo de arqui-
tetura representada no documento?
A. «Arquitetura do betão».
B. «Arquitetura da pedra».
C. «Arquitetura do cimento».
D. «Arquitetura do ferro».
8.2 Risca as palavras / expressões de modo a obteres um texto correto.
Depois, assinala a letra que corresponde à resposta.
Esta arquitetura caracteriza-se por usar o ferro/cimento e o vidro/pedra. A utilização do ferro/
/arame permitia a construção de estruturas sólidas/frágeis e leves/pesadas e a utilização do vidro/
/plástico permitia/não permitia a entrada da luz natural.
A. cimento / pedra / arame / frágeis / pesadas / plástico / não permitia.
B. ferro / pedra / arame / frágeis / pesadas / plástico / não permitia.
C. cimento / pedra / arame / frágeis / pesadas / plástico / permitia.
D. cimento / pedra / arame / frágeis / pesadas / vidro / não permitia.
FIM
15
DOC.
TESTE 3
7 Com o desenvolvimento da indústria surge o proletariado.
7.1 Risca as expressões que não dizem respeito ao proletariado. Depois, assinala a resposta correta.
a) Baixos salários b) Horários muito longos c) Só trabalhavam os homens
d) Tinham proteção na doença e) Fizeram-se as primeiras greves
A. alínea a) e alínea c)
B. alínea a) e alínea d)
C. alínea c) e alínea d)
D. alínea d) e alínea a)
144
TESTE 3
Este teste correu-me muito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e
estudei em casa.
Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na
realização das atividades e estudei pouco em casa.
Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das
atividades e não estudei em casa.
Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto
dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades.
Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei
que terei de mudar a minha atitude.
Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor corresponde
ao teu trabalho nas aulas e em casa.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
145
TESTE 4
I
A Revolução Republicana de 1910 e a Ditadura Militar de 1926
1 Lêatentamenteacronologia.Depois,completaoesquemaseguintecomosacontecimentosrespetivos.
1886 Mapa Cor-de-Rosa: Portugal pretende os territórios entre Angola e Moçambique.
1891 Primeira revolta contra a monarquia.
1910 Revolução republicana. Direito à greve.
1911
Aprovação da Constituição republicana.
Descanso semanal obrigatório para todos os trabalhadores.
Causas Consequências
1910
Implantação
da República
1.1 Assinala a resposta que contém as datas que correspondem a:
a) causas da Revolução Republicana; b) consequências da Revolução Republicana.
1.2 Assinala duas medidas favoráveis aos trabalhadores, tomadas pelos governos republicanos.
A. Direito à greve e aprovação da Constituição.
B. Descanso semanal obrigatório para todos os trabalhadores e direito à greve.
C. Direito à greve e primeira revolta contra a monarquia.
D. Descanso semanal obrigatório para todos os trabalhadores e aprovação da Constituição.
2 Lê o documento seguinte.
A. 1886 e 1910 C. 1886 e 1891
B. 1891 e 1911 D. 1910 e 1911
A. 1886 e 1910 C. 1886 e 1891
B. 1891 e 1911 D. 1910 e 1911
Poder legislativo Poder judicial
Poder executivo
Congresso ou
Parlamento
Deputados eleitos
(fazem as leis)
Presidente da
República
Eleito por 4 anos
Juízes
(julgam quem não
cumpre as leis)
Governo
(governa
o país)
Elege e demite Escolhe
146
TESTE 4
2.1 Assinala a resposta que completa a frase seguinte:
«O Parlamento era o órgão com maior poder na I República porque…
A. … os deputados faziam as leis.»
B. … os deputados elegiam e demitiam o Presidente da República.»
C. … os deputados faziam as leis e elegiam e demitiam o Presidente da República.»
D. … os deputados faziam as leis e escolhiam o Governo.»
3 Lê a cronologia. A seguir, completa o texto com o ano que corresponde a cada espaço em branco.
A I Guerra Mundial decorreu entre e . Portugal entrou no conflito em
. A participação de Portugal na guerra agravou alguns dos problemas do país: a falta
de alimentos, , e o seu aumento, ; a instabilidade social, , e
instabilidade política, . Muitos portugueses estavam descontentes, o que contribuiu para o
fim da I República, .
3.1 Assinala a resposta que corresponde ao preenchimento dos espaços em branco, no texto.
A. 1914 - 1918 - 1917 - 1918 - 1920 - 1919 - 1920 - 1926
B. 1914 - 1918 - 1917 - 1918 - 1920 - 1919 - 1925 - 1926
C. 1914 - 1918 - 1915 - 1918 - 1920 - 1919 - 1925 - 1926
D. 1914 - 1918 - 1917 - 1918 - 1920 - 1919 - 1920 - 1925
4 Ordena cronologicamente os seguintes acontecimentos, numerando-os de 1 a
4.1 Assinala a resposta que corresponde à ordem cronológica dos acontecimentos referidos.
A. 1-2-5-4-6-3 B. 4-1-3-6-5-2 C. 4-1-6-3-2-5 D. 4-1-3-5-2-6
a) Fim da monarquia
b) Terramoto de 1755
c) Guerra Civil entre liberais e absolutistas
d) I Guerra Mundial
e) Invasões Napoleónicas
f) Fim da I República
1914 Início da I Guerra Mundial.
1917
Militares portugueses partem para
França.
1918
Racionamento de produtos
alimentares. Fim da I Guerra
Mundial.
1919 Várias greves.
1920
Aumento do preço
do pão; assalto a
padarias.
Greve dos
ferroviários
1925
Tentativas de golpe
de Estado.
Duas mudanças de
governo.
1926
Golpe militar põe
fim à I República.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
147
TESTE 4
II
O Estado Novo (1933-1974)
1 Completa, com as palavras/expressões seguintes, o texto sobre Salazar. Depois, assinala a opção
correspondente à resposta correta.
a) despesas b) receitas c) Governo d) ministro das Finanças
e) aumento f) presidente da República g) redução h) ditadura
i) presidente do Conselho de Ministros j) Assembleia Nacional
Em 1928, Salazar aceitou o cargo de ___________________________________. Logo no primeiro
ano do seu mandato, conseguiu que o valor das ______________ do Estado fosse superior ao valor das
______________, através do _______________ das receitas e da ________________ das despesas.
Em 1932, foi nomeado ___________________________________. A sua longa permanência na chefia
do _____________ permitiu-lhe ir-se apoderando dos poderes do ________________________________
e controlar a ação da _______________________________, governando, assim, em __________________
A. d) – b) – a) – e) – g) – i) – c) – f) – j) – h)
B. d) – a) – b) – e) – g) – i) – c) – f) – j) – h)
C. d) – b) – a) – g) – e) – c) – i) – f) – j) – h)
D. b) – d) – a) – e) – g) – i) – c) – f) – h) – j)
2 Observa o documento 1 e lê, com muita atenção, o documento 2.
1
DOC.
Sei muito bem o que quero e para onde
vou, mas não se me exija que chegue ao
fim em poucos meses. No mais, que o país
estude, represente, reclame, discuta; mas
que obedeça, quando chegar a altura de
mandar.
Discurso da tomada de posse de Salazar (27 de
abril de 1928)
2
DOC.
António de Oliveira Salazar.
148
2.1 Assinala a expressão do texto que mostra a intenção de Salazar, de governar em ditadura.
A. «Sei muito bem o que quero (…).»
B. «(…) não se me exija que chegue ao fim em poucos meses.»
C. «No mais, que o país estude, represente (…)»
D. «(…) mas que obedeça, quando chegar a hora de mandar.»
3 Assinala os dois opositores ao regime.
A. Mário Soares e José Afonso.
B. José Malhoa e Marcelo Caetano.
C. Marcelo Caetano e Humberto Delgado.
D. Álvaro Cunhal e Américo Tomás.
4 Lê o documento 3 e observa o documento 4.
4.1 Assinala os que perseguiam, prendiam e torturavam aqueles que criticavam a política de Salazar.
A. Elementos da Marinha.
B. Elementos da Força Aérea.
C. Agentes da PIDE.
D. Soldados das Forças Armadas.
4.2 Identifica dois tipos de tortura referidos no documento, a que podiam estar sujeitos os presos.
A. Posição de estátua e pontapés.
B. Ser pontapeado e ficar sentado.
C. Tortura do sono e posição de estátua.
D. Bater com a cabeça do preso na parede e tortura do sono.
Isolado durante dias e dias, sem comunicar com ninguém,
exceto o carcereiro nas horas em que as refeições eram distribuí-
das, o preso não podia fumar, nem receber livros ou jornais, cor-
respondência ou visitas (...)
Quando era posto, finalmente nas salas do interrogatório era
submetido à posição de estátua durante horas. Havia a estátua sim-
ples e a estátua tipo-Cristo – de pé, voltado para a parede, sem a
tocar e de braços estendidos. O inchaço dos pés, as dores por todo o
corpo,opesodacabeçacomosefosseestoirar,nãotardava.Quando
o preso se deixava cair, os pontapés atingiam-no em todas as partes
do corpo. De vez em quando, os agentes pegavam na cabeça do
preso e batiam-na como se fosse madeira contra a parede...
«Dossier da PIDE», in História de Portugal,
de A. H. de Oliveira Marques (Adaptado)
3
DOC.
4
DOC.
TESTE 4
Caricatura de João Abel Manta.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
149
5 Lê com muita atenção o
documento 5.
[O salazarismo] esmagou com impostos a população, reali-
zou as obras públicas para propaganda, como fazem sempre as
ditaduras, estabeleceu uma apertada censura à imprensa e uma
polícia política e acabou com os sindicatos livres.
António Sérgio (adaptado)
5
DOC.
Afirmações V F
O autor do texto era apoiante das medidas tomadas por Salazar.
A propaganda apoiava a política do Estado Novo.
A censura à imprensa impedia a liberdade de expressão.
De acordo com o autor do texto, Salazar realizou as obras públicas para propaganda.
A. F – V – V – V B. F – V – V – F C. V – F – V – F D. F – F – V – V
5.2 Assinala os suportes do salazarismo referidos no documento.
A. Obras públicas, propaganda, censura.
B. Obras públicas, propaganda, censura e polícia política.
C. Obras públicas, censura e polícia política.
D. Propaganda, censura e polícia política.
6 Faz corresponder os documentos 6, 7, 8, e 9 à frase correspondente.
6
DOC.
7
DOC.
8
DOC.
9
DOC.
a) Organização política apoiante de Salazar.
b) Organização juvenil que desenvolvia o culto do chefe e o espírito militar.
c) Evitava críticas ao Estado Novo «cortando» o que não deveria ser divulgado.
d) Polícia que prendia e torturava os que se atreviam a criticar a política de Salazar.
TESTE 4
5.1 Assinala as afirmações verdadeiras com um V e as falsas com um F. Depois, seleciona a letra que
corresponde à resposta correta.
150
A. Doc. 6 – d); Doc. 7 – c); Doc. 8 – a); Doc. 9 – b)
B. Doc. 6 – c); Doc. 7 – d); Doc. 8 – a); Doc. 9 – b)
C. Doc. 6 – d); Doc. 8 – a); Doc. 7 – c); Doc. 9 – b)
D. Doc. 6 – d); Doc. 9 – b); Doc. 8 – a); Doc. 7 – c)
7 Lê atentamente o texto seguinte e completa as frases assinalando a opção correta para cada uma.
Durante o Estado Novo, ou salazarismo, as eleições não eram verdadeiramente livres. A oposição não
podia fazer campanha livremente nem controlar a contagem dos votos. Em 1958, a candidatura de Hum-
berto Delgado às eleições presidenciais, com o apoio de toda a oposição, conseguiu grande apoio popular.
Contudo, Américo Tomás, candidato apoiado por Salazar, foi declarado vencedor.
HGP6, Texto Editores, 2011.
10
DOC.
7.1 «As eleições não eram verdadeiramente livres» porque…
A. A oposição não podia fazer campanha nem controlar as contagens dos votos.
B. A oposição podia fazer campanha, mas não controlava as contagens dos votos.
C. A oposição controlava as contagens dos votos, mas não podia fazer campanha.
D. Não havia oposição.
7.2 O candidato da oposição às eleições presidenciais de 1958 foi…
A. O general Norton de Matos.
B. O general Humberto Delgado.
C. O almirante Américo Tomás.
D. O general António de Spínola.
7.3 O candidato apoiado por Salazar foi…
A. O general Norton de Matos.
B. O general Humberto Delgado.
C. O almirante Américo Tomás.
D. O general António de Spínola.
7.4 O candidato declarado vencedor foi…
A. O general Norton de Matos.
B. O general Humberto Delgado.
C. O almirante Américo Tomás.
D. O general António de Spínola.
TESTE 4
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
151
8 Após o fim da II Guerra Mundial, Salazar continuou a manter colónias em África, ao contrário dos
outros países europeus, o que levou ao surgimento dos movimentos de independência. A guerra
apenas terminou em 1974. Observa o documento 11.
Angola
Cabo Verde
Madeira
Açores
Guiné
S. Tomé e Príncipe
Moçambique
Diu
Damão
Goa
Macau
Timor
EUROPA
ÁSIA
ÁFRICA
OCEANO
ATLÂNTICO
OCEANO
PACÍFICO
OCEANO
ÍNDICO
1961
1961
1963
1964
Conflito armado
N
2000 km
0
11
DOC.
8.1 Assinala as colónias onde se deu a Guerra Colonial.
A. Guiné, Angola e Moçambique. C. Angola, Moçambique e Macau.
B. Guiné, Cabo Verde e Angola. D. Moçambique, São Tomé e Príncipe e Guiné.
8.2 Refere o continente onde se localizam essas colónias.
A. Europeu B. Americano. C. Asiático. D. Africano.
8.3 Localiza no tempo, a duração da Guerra Colonial.
A. 1960-1974 B. 1961-1974 C. 1961-1975 D. 1962-1966
9 Escreve o ano correto no espaço em branco de cada alínea. Depois, assinala a resposta correta.
a) Fim do Estado Novo c) Salazar, presidente do Conselho de Ministros
b) Início da Guerra Colonial d) Aprovação da Constituição do Estado Novo
A. 1932 – c); 1933 – a); 1961 – b); 1974 – d) C. 1932 – c); 1933 – b); 1961 – a); 1974 – d)
B. 1932 – c); 1933 – b); 1961 – d); 1974 – a) D. 1932 – c); 1933 – d); 1961 – b); 1974 – a)
Séc. XIX Séc. XXI
Séc. XX
1900 2000
1933
1932
1926 1968 1974
1961
TESTE 4
152
Este teste correu-me muito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e
estudei em casa.
Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na
realização das atividades e estudei pouco em casa.
Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das
atividades e não estudei em casa.
Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto
dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades.
Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei
que terei de mudar a minha atitude.
Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor corresponde
ao teu trabalho nas aulas e em casa.
TESTE 4
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
Avaliação/Observação
__________________________________
Professor(a): ______________________
Nome: __________________________________________________________ N.O
: ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____
153
TESTE 5
I
O 25 de abril de 1974 e o regime democrático
1 Lê o texto seguinte.
No início da década de 1970, o descontentamento da população era cada vez maior, não só devido à
falta de liberdade e ao aumento do custo de vida, mas também devido à Guerra Colonial, onde se gastava
muito dinheiro e muitos jovens continuavam a morrer.
HGP6, Texto Editores, 2011
1
DOC.
1.1 O regime que existiu em Portugal, entre 1933 e 1974, chamava-se:
A. Estado Velho. B. Estado Médio. C. Estado Novo. D. Estado de Sítio.
1.2 Assinala três causas que levaram à Revolução do 25 de Abril, referidas no documento.
A. A existência de liberdade, o aumento do custo de vida e a Guerra Colonial.
B. A liberdade a mais, o aumento do custo de vida e a Guerra Colonial.
C. A falta de liberdade, a diminuição do custo de vida e a Guerra Colonial.
D. A falta de liberdade, a aumento do custo de vida e a Guerra Colonial.
2 Observa as imagens e lê atentamente a cronologia.
24 de abril de 1974
22h55 – A canção E Depois do Adeus é transmi-
tida na rádio. É o início da ação militar.
25 de abril de 1974
00h20 – A canção Grândola Vila Morena é transmi-
tida na rádio. É a confirmação da ação dos militares.
01h00 – Início das movimentações militares.
03h00 – São ocupados os estúdios da RTP, da
Emissora Nacional e do Rádio Clube Português.
12h30 – O capitão Salgueiro Maia cerca o quartel da
GNRnolargodoCarmo,ondeestavaMarceloCaetano.
19h30 – Marcelo Caetano é preso.
O capitão Salgueiro Maia comandou as tropas revolucionárias
que acabaram com a ditadura.
2
DOC.
3
DOC.
154
2.1 Identifica o movimento que restituiu aos Portugueses as liberdades perdidas durante a ditadura.
A. Movimento das Forças Republicanas. C. Movimento das Forças Absolutistas.
B. Movimento das Forças Armadas. D. Movimento das Forças Liberais.
2.2 Assinala as afirmações verdadeiras (V) e falsas (F). Depois, assinala a opção de resposta correta.
Afirmações V F
As tropas revolucionárias que acabaram com a ditadura eram comandadas pelo
capitão Salgueiro Maia.
O início da ação militar foi marcado pela transmissão da canção E depois do adeus.
A canção Grândola, Vila Morena foi uma das senhas da Revolução.
Os militares do 25 de Abril não tiveram o apoio dos populares.
O quartel do Carmo foi ocupado pelas tropas comandadas por Vasco Lourenço.
Marcelo Caetano foi o último chefe do governo da ditadura.
A. V – V – V – F – F – V
B. F – V – F – V – V – F
C. V – V – F – F – V – V
D. V – V – V – F – V – F
3 Completa a frase, assinalando a opção correta:
3.1 O governo do país, imediatamente a seguir ao 25 de abril, foi entregue a uma Junta de Salvação Nacio-
nal presidida pelo:
A. Capitão Salgueiro Maia. C. General Humberto Delgado.
B. General António de Spínola. D. General Gomes da Costa.
4 Observa atentamente os documentos e risca, no texto, as informações incorretas. Depois, assinala a
resposta adequada.
TESTE 5
4
DOC.
5
DOC.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
155
A manifestação do 1.o
de Maio/1.o
de Abril, ocorreu em 1970/1974 e contou com enorme/fraca
participação dos Portugueses/Espanhóis.
Destacam-se as bandeiras de Portugal/União Europeia e os cartazes exaltando a conquista/
/perda da liberdade.
A. 1.o
de Abril; 1974; enorme; Portugueses; Portugal; conquista.
B. 1.o
de Abril; 1970; fraca; Espanhóis; União Europeia; perda.
C. 1.o
de Maio; 1970; fraca; Espanhóis; União Europeia; perda.
D. 1.o
de Maio; 1970; fraca; Espanhóis; Portugal; perda.
5 Lê o documento 6.
1 – No prazo máximo de três semanas após a conquista do poder, a Junta de Salvação Nacional esco-
lherá, de entre os seus membros, o que exercerá as funções de Presidente da República (...)
5 – O Governo Provisório (…) obrigar-se-á a promover imediatamente: (…)
b) A liberdade de reunião e associação (…).
c) A liberdade de expressão e de pensamento sob qualquer forma.
6 – O Governo Provisório lançará os fundamentos de:
a) Uma nova política económica posta ao serviço do Povo Português, em particular das camadas
da população até agora mais desfavorecidas (...).
8 – A política ultramarina do governo (...) orientar-se-á pelos seguintes princípios:
a) Reconhecimento de que a solução das guerras no Ultramar é política e não militar;
b) Criaçãodecondiçõesparaumdebatefrancoeaberto,anívelnacional,doproblemaUltramarino(...)
Excertos do Programa do MFA, 1974 (adaptado)
6
DOC.
5.1 Assinala a opção que refere, três liberdades recuperadas pelos portugueses após o 25 de Abril.
A. Liberdade de reunião e de associação, liberdade de expressão.
B. Liberdade de censurar, de expressão e de pensamento.
C. Liberdade de reprimir, de reunião e de associação.
D. Liberdade de trabalhar ou não, de associação e de pensamento.
5.2 Refere o que aconteceu às colónias portuguesas de África.
A. Tornaram-se independentes.
B. Continuou a Guerra Colonial, porque Portugal não aceitou a independência.
C. Tornaram-se independentes, mas continuaram na dependência de Portugal.
D. Ficou tudo na mesma.
5.3 Menciona o regime político que se iniciou com o 25 de abril de 1974.
A. Antidemocrático.
B. Ditadura democrática.
C. Estado Novo.
D. Democracia.
TESTE 5
156
6 A Constituição de 1976 contém os direitos e deveres dos portugueses e a forma como se organiza o
poder político. Lê com muita atenção o documento 7.
A Constituição de 1976
Parte I – Direitos e deveres fundamentais
Art.º 13.º – 1. Todos os cidadãos (...) são iguais perante a lei.
Art.º 26.º – 2. Ninguém pode ser submetido a tortura, nem a maus tratos ou penas cruéis (…).
Art.º 37.º – 1. Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela
palavra, pela imagem (...) bem como o direito de se informar.
Art.º 45.º – 1. Os cidadãos têm o direito de se reunir pacificamente (…).
Art.º 59.º – É garantido o direito à greve.
Art.º 73.º – Todos têm direito à educação e cultura (…).
Parte III – Organização do poder político
Art.º 113.º – São órgãos de soberania (...) e os tribunais.
Constituição de 1976 (excertos adaptados)
7
DOC.
6.1 Identifica os artigos:
a) que proíbem a existência da censura.
A. Artigo 13.o
.
B. Artigo 26.o
.
C. Artigo 37.o
.
D. Artigo 45.o
.
b) que referem o direito à educação.
A. Artigo 37.o
.
B. Artigo 45.o
.
C. Artigo 73.o
.
D. Artigo 113.o
.
6.2 Liga, através de setas, os órgãos de soberania às respetivas funções/competências. Depois, assinala a
resposta correta.
1. Presidente da República. a) Julgar quem não cumpre as leis.
2. Governo. b) Fazer as leis.
3. Assembleia da República. c) Nomear e demitir o primeiro-ministro.
4. Tribunais. d) Governar o país.
A. 1.a); 2.b); 3.d); 4.c)
B. 1.c); 2.d); 3.b); 4.a)
C. 1.a); 2.c); 3.b); 4.d)
D. 1.c); 2.b); 3.a); 4.d)
TESTE 5
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
157
7 Completa o quadro com as seguintes palavras ou expressões. Depois, assinala as respostas corretas
relativamente a cada tipo de poder.
Governo Assembleia de Freguesia Câmara Municipal Tribunais Presidente da República
Assembleia da República Assembleia Municipal Junta de Freguesia
Órgãos do poder central Órgãos do poder local
đ đ
đ đ
đ đ
đ đ
7.1 Órgãos do poder central:
A. Governo, Presidente da República e Assembleia da República.
B. Governo, Presidente da República, Assembleia da República e Tribunais.
C. Governo, Presidente da República, Junta de Freguesia.
D. Assembleia da República, Assembleia Municipal e Tribunais.
7.2 Órgãos do poder local:
A. Câmara Municipal, Junta de Freguesia, Assembleia da República e Assembleia Municipal.
B. Junta de Freguesia, Tribunais, Governo, Assembleia de Freguesia.
C. Assembleia da República, Assembleia Municipal, Junta de Freguesia e Tribunais.
D. Câmara Municipal, Assembleia Municipal, Junta de Freguesia e Assembleia de Freguesia.
II
Espaços em que Portugal se Integra
1 Assinala com V as afirmações verdadeiras e com F as afirmações faltas, sobre a União Europeia.
Depois, assinala a resposta correta.
Afirmações V F
A Comunidade Económica Europeia (CEE) foi fundada em 1957, por seis países, entre
os quais a França.
A UE começou por se chamar Zona Económica Europeia (ZEE).
Portugal só se tornou membro da UE com a sua adesão, em 1986.
O alargamento da UE, em 2004, foi o maior de todos – entraram mais 12 países.
Atualmente o número de países que fazem parte da UE é de 37.
A moeda adotada desde 1 de janeiro de 2002 é o euro.
TESTE 5
158
A. V – F – V – F – F – V
B. V – V – F – F – V – V
C. F – F – F – V – V – F
D. V – V – F – F – V – F
2 Completa as afirmações seguintes, de modo a obteres os principais objetivos da Organização das
Nações Unidas (ONU). Depois, assinala a resposta correta.
¤
Resolver pacificamente os __________________internacionais para manter a ______ no mundo.
¤
Desenvolver a ____________________internacional a nível económico, social, cultural e humanitário.
¤
Promover o respeito pelos ________________ _______________ em todo o mundo.
A. Conflitos / paz /cooperação /direitos dos animais.
B. Conflitos / paz / cooperação / Direitos Humanos.
C. Conflitos / liberdade / cooperação / Direitos das Crianças.
D. Conflitos / igualdade / cooperação / Direitos Humanos.
3 Analisa atentamente o mapa seguinte e completa as frases.
OCEANO
ATLÂNTICO
OCEANO ÍNDICO
PORTUGAL
km 2000
0
Angola
Brasil
Cabo Verde
Moçambique
Timor-Leste
Guiné-Bissau
Guiné Equatorial
São Tomé e Príncipe
N
3.1 Neste planisfério estão identificados os países cuja língua oficial é o:
A. Inglês.
B. Francês.
C. Espanhol.
D. Português.
3.2 Os países assinalados fazem parte da CPLP, que significa:
A. Comunidade do Pão, Leite e Presunto.
B. Comunidade de Países de Língua Polaca.
C. Comunidade de Países de Língua Portuguesa.
D. Comunidade de Países de Língua Principal.
TESTE 5
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
159
3.3 A CPLP é formada pelos seguintes países:
A. Portugal, Brasil, Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique,
Timor e Guiné Equatorial.
B. Portugal, Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique, Timor,
Senegal e Guiné Equatorial.
C. Portugal, Brasil, Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Moçambique, Marrocos
e Timor.
D. Portugal, Brasil, Cabo Verde, Gabão, Peru, São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique,
Timor e Guiné Equatorial.
FIM
Este teste correu-me muito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e
estudei em casa.
Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na
realização das atividades e estudei pouco em casa.
Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das
atividades e não estudei em casa.
Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto
dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades.
Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei
que terei de mudar a minha atitude.
Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor corresponde
ao teu trabalho nas aulas e em casa.
TESTE 5
Avaliação/Observação
__________________________________
Professor(a): ______________________
Nome: __________________________________________________________ N.O
: ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____
160
1.1 Refere três informações fornecidas pelos censos.
A. Quantos somos, onde vivemos e onde trabalhamos.
B. Quantos somos, onde estudamos e o que bebemos.
C. Onde vivemos, quantos somos e para onde viajamos.
D. Onde trabalhamos, quantos somos e o que lemos.
1.2 Refere a importância da realização periódica de censos.
A. Permite conhecer o país.
B. Permite planear a construção de infraestruturas necessárias à população.
C. Permite tomar decisões sobre as finanças das autarquias.
D. Permite tomar medidas sobre as relações com outros países.
2 Analisa atentamente o gráfico seguinte.
TESTE 6
I
A população portuguesa
1 Observa os documentos 1 e 2.
1
DOC.
2
DOC.
N.° total de habitantes (milhões)
0
3
6
9
12
2015
2010
1991
1970
1950
1930
1911
1870
10,4
4,5
Anos
6,0
6,8
8,5
8,9 8,7
9,9
10,6
3
DOC.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
161
Anos População
(milhões)
1870 a.
b. 6,0
1950 c.
1970 d.
1991 e.
2010 f.
TESTE 6
A. 1. Natalidade; 2. Mortalidade; 3. Imigração; 4. Emigração.
B. 1. Natalidade; 2. Mortalidade; 3. Emigração; 4. Imigração.
C. 1. Crescimento; 2. Mortalidade; 3. Imigração; 4. Emigração.
D. 1. Natalidade; 2. Mortalidade; 3. Recuperação; 4. Emigração.
4 Observa a ilustração seguinte, que mostra uma família de imigrantes em Portugal.
5
DOC.
2.
Entrada Saída
1.
4.
3.
2.1 Completa o quadro e depois assinala a resposta correta.
A. a. 4,5; b. 1930; c. 7,8; d. 8,7; e. 9,9; f. 10,6
B. a. 4,5; b. 1930; c. 8,5; d. 8,7; e. 9,9; f. 10,6
C. a. 4,5; b. 1911; c. 8,5; d. 8,7; e. 9,9; f. 10,6
D. a. 4,5; b. 1930; c. 7,8; d. 8,7; e. 9,9; f. 10,6
2.2 A partir de que ano se deu o maior aumento da população?
A. ano 1870.
B. ano 1930.
C. ano 1970.
D. ano 1991.
3 Identifica os fatores que fazem variar a população escrevendo os respetivos nomes nos lugares certos
e depois assinala a resposta correta.
4
DOC.
162
4.1 Indica a possível origem da família representada nas imagens.
A. Americana.
B. Europeia.
C. Australiana.
D. Africana.
4.2 A imigração pode influenciar a estrutura etária da população portuguesa, pois…
A. … normalmente são famílias com muitos filhos, aumentando o número de crianças.
B. … são famílias com poucos filhos, aumentando o número de idosos.
C. … as famílias não têm filhos.
D. … vêm muitas famílias, mas ficam pouco tempo.
5 Observa o documento 6, sobre a evolução da estrutura etária da população, em Portugal e por regiões
(2001-2016).
Portugal
Norte
Centro
Lisboa V. Tejo
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
2001 2016
0 - 14 15 - 64 65 e + anos
0 20 40 60 80 100 % 0 20 40 60 80 100 %
5.1 Assinala com V as afirmações verdadeiras e com F as falsas. Depois, assinala a resposta correta.
Afirmações V F
O grupo etário que mais tem crescido é o grupo dos idosos.
O grupo etário que mais tem diminuído é o grupo dos jovens.
A região onde se verifica maior aumento da população idosa é a de Lisboa.
A região onde se encontra mais população jovem é no Alentejo.
A. V – V – F – V
B. V – F – V – F
C. V – V – V – F
D. V – V – F – F
6
DOC.
TESTE 6
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
163
6 Observa o documento 7.
6.1 Com base no documento 7, assinala a opção que define densidade populacional.
A. Número de habitantes por metro quadrado.
B. Número de indivíduos por município.
C. Número de elementos da comunidade.
D. Número de habitantes por quilómetro quadrado.
6.2 Assinala:
a) as duas cidades com maior densidade populacional.
A. Lisboa e Porto.
B. Funchal e Guarda.
C. Aveiro e Leiria.
D. Castelo Branco e Faro.
b) a cidade com menor densidade populacional.
A. Guarda.
B. Vila Real.
C. Bragança.
D. Portalegre.
Porto
Caminha Bragança
Braga
Guimarães
Aveiro Viseu
Lisboa
 1000
451 - 1000
180 - 450
100 - 179
30 - 99
 30
Hab./km2
População total:
10 401 100
Território:
91 946 km2
Densidade
populacional:
113,1 habitantes/ km2
N
Faro
Beja
Évora
Setúbal
AÇORES
Corvo
Flores
Faial
Pico
São Jorge
Graciosa
Terceira
Ponta Delgada
São Miguel
Santa Maria
40 km
0
MADEIRA
Porto Santo
Funchal 40 km
0
40 km
0
TESTE 6
7
DOC.
164
II
Os lugares onde vivemos
1 Observa os documentos seguintes.
1
DOC.
2
DOC.
1.1 Assinala os dois tipos de povoamento que observas nos documentos.
A. Povoamento rural e campestre.
B. Povoamento urbano e citadino.
C. Povoamento rural e urbano.
D. Povoamento urbano e nacional.
1.2 Qual deles tem maior densidade populacional?
A. É o povoamento urbano porque nas cidades há melhores condições de vida.
B. É o povoamento rural porque há muitos empregos.
C. É o povoamento urbano porque nas cidades há poluição.
D. É o povoamento rural porque tem melhores condições de vida.
2 Liga, através de setas, as frases seguintes à imagem que lhes corresponde e depois responde às
questões.
Área atrativa
Área repulsiva
Falta de emprego
Maior densidade populacional
Maior facilidade em encontrar emprego
3
DOC.
4
DOC.
TESTE 6
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
165
2.1 Ao espaço representado no documento 3 associo:
A. Área atrativa; Menor densidade populacional; Maior facilidade em encontrar emprego.
B. Área atrativa; Maior densidade populacional; Maior facilidade em encontrar emprego.
C. Área atrativa; Maior facilidade em encontrar emprego.
D. Maior densidade populacional; Maior facilidade em encontrar emprego.
2.2 Ao espaço representado no documento 4 associo:
A. Área repulsiva; Falta de emprego; Maior densidade populacional.
B. Área repulsiva; Maior densidade populacional.
C. Área atrativa; Falta de emprego.
D. Área repulsiva; Falta de emprego.
III
As atividades que desenvolvemos
1 A partir da observação do documento 1, assinala a região onde tem maior importância o setor:
Setor terciário
Setor secundário
Setor primário
N
AÇORES
40 km
0
MADEIRA
40 km
0
40 km
0
Norte
Centro
Lisboa
e Vale do Tejo
Alentejo
Algarve
1
DOC.
1.1 Primário:
A. Norte. B. Lisboa e Vale do Tejo. C. Centro. D. Algarve.
TESTE 6
166
1.2 Secundário:
A. Alentejo. B. Madeira. C. Açores. D. Norte.
1.3 Terciário:
A. Lisboa e Vale do Tejo. B. Algarve. C. Madeira. D. Açores.
2 Assinala a resposta correta.
2.1 São atividades do setor primário:
A. A agricultura, pecuária, silvicultura, pesca, salicultura, construção civil e caça.
B. A agricultura, pecuária, administração, pesca, salicultura, extração mineira e caça.
C. A agricultura, pecuária, silvicultura, pesca, salicultura, extração mineira e caça.
D. A agricultura, comércio, silvicultura, pesca, salicultura, extração mineira e caça.
2.2 São atividades do setor secundário:
A. A indústria transformadora, produção de energia, construção civil e caça.
B. A indústria transformadora, produção de energia, construção civil.
C. A indústria transformadora, produção de energia, comunicações e construção civil.
D. A indústria transformadora, produção de energia, construção civil e educação.
FIM
Este teste correu-me muito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e
estudei em casa.
Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na
realização das atividades e estudei pouco em casa.
Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das
atividades e não estudei em casa.
Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto
dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades.
Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei
que terei de mudar a minha atitude.
Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor corresponde
ao teu trabalho nas aulas e em casa.
TESTE 6
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
Avaliação/Observação
__________________________________
Professor(a): ______________________
Nome: __________________________________________________________ N.O
: ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____
167
N
5000 km
0
CHINA
ÍNDIA
JAPÃO
Angola
Mina
Brasil
Cabo
Verde
São Tomé
e Principe
Moçambique
OCEANO
ATLÂNTICO
OCEANO
ÍNDICO
EUROPA
AMÉRICA
ÁSIA
ÁFRICA
Lisboa Sevilha
Goa
Ormuz
Macau
Malaca
Timor
Ceuta
TESTE 1A
I
O Império Português no século XVIII
1 Entre os séculos XVI e XVIII, o espaço geográfico abrangido pelo Império Português alterou-se.
Observa atentamente os seguintes documentos.
1.1 Completa o quadro seguinte com dois produtos provenientes de cada um dos continentes.
1.2 Identifica a principal alteração, dizendo em que continente aumentou a área do Império Português.
África Ásia América
đ
đ
đ
đ
đ
đ
N
2000 km
0
OCEANO
ATLÂNTICO
OCEANO ÍNDICO
Lisboa
Açores
Madeira
Cabo Verde Guiné
Diu
Macau
Timor
Damão
Goa
São Tomé
e Príncipe
Angola
AMÉRICA
Moçambique
Brasil
1
DOC.
2
DOC.
O Império Português no século XVIII.
O Império Português no século XVI.
Ouro
Café
Escravos
Porcelanas
Algodão
Marfim
Especiarias
Malagueta
Açúcar
168
TESTE 1A
1.3 Explica a principal causa dessa alteração.
1.4 Identifica os dois produtos brasileiros que, no século XVIII, deram mais lucros a Portugal.
2 Observa agora os documentos 3 e 4.
2.1 Com base no documento 3, assinala com um X a afirmação correta:
a) Os bandeirantes eram militares que foram para o Brasil combater os índios.
b) Os bandeirantes eram grupos de colonos que rompiam por entre a densa vegetação,
à procura de ouro, pedras preciosas e índios para trabalharem como escravos.
c) Os bandeirantes penetraram pelo interior do Brasil para construírem aldeamentos,
onde protegeram os índios da escravatura.
d) Os bandeirantes foram escravizados, tendo de trabalhar nos engenhos de açúcar
e nas minas.
2.2 Com base no documento 4, risca as palavras erradas do texto seguinte.
A produção de açúcar e a descoberta de ouro no Brasil levaram muitos colonos/missionários a par-
tir de Portugal na esperança de enriquecer.
De África foram levados milhares de escravos/índios para trabalharem, essencialmente, nos enge-
nhos de açúcar e nas minas.
Os colonos/missionários foram para o Brasil para cristianizarem os índios e para os protegerem da
escravatura.
1000
km
0
OCEANO
ATLÂNTICO
N
Linha do Tratado
de Tordesilhas
Fronteira atual
BRASIL
Percurso dos
bandeirantes
Captura de índios
para escravizar
Expedições contra
índios que se revoltavam
Procura de ouro
Principais áreas
mineiras
Rio de Janeiro
São Paulo
Baía
Recife
Belém
OCEANO
ATLÂNTICO
OCEANO
ÍNDICO
OCEANO
PACÍFICO
Lisboa
Madeira
Cabo Verde
Guiné
São Tomé e Príncipe
Angola
Moçambique
Brasil
C
o
l
o
n
o
s
e
m
issionários
Escravos
N
2000 km
0
3
DOC.
4
DOC.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
169
3.1 Transcreve do documento as expressões que se opõem a:
a) «Os senhores vestindo ricamente» /
b) «Os senhores banqueteando» /
c) «Os senhores nadando em ouro e prata» /
d) «Os senhores tratando-os como brutos» /
3.2 Parece-te que, naquele tempo, a maioria das pessoas estaria de acordo com o autor do documento? Justifica.
3.3 Qual a tua opinião sobre o assunto?
II
O poder absoluto
1 Observa o documento 1, sobre as reuniões de Cortes no século XVIII.
1.1 O que podes concluir sobre o poder de D. João V? Justifica a tua opinião.
TESTE 1A
3 Lê o documento seguinte.
A vida dos escravos
E (…) imensas gentes que da África vão para a América; entra uma nau de Angola e deixa no mesmo dia
quinhentos, seiscentos e, talvez, mil escravos. Depois de chegados olhamos para estes miseráveis e para os
que chamam seus senhores. Os senhores, poucos, os escravos, muitos; os senhores vestindo ricamente, os es-
cravos nus; os senhores banqueteando, os escravos morrendo à fome; os senhores nadando em ouro e prata,
osescravoscarregadosdeferros;ossenhorestratando-oscomobrutos,osescravostemendo-oscomodeuses.
Estes homens não são filhos da mesma Eva e do mesmo Adão?
Padre António Vieira, Sermão do Rosário, XXVII (adaptado
5
DOC.
D. João IV ______ 7
D. Afonso VI _____ 3
D. Pedro II ______ 2
D. João V _______ 0
1
DOC.
170
TESTE 1A
2 No documento 2 está representado D. João V e a sua corte.
2.1 Explica como era:
a) a habitação:
b) o vestuário da nobreza;
III
A sociedade de ordens
1 Lê os textos seguintes e observa as imagens.
1.1 Escreve, junto de cada texto, o número da imagem que lhe corresponde.
2
DOC.
1
DOC.
2
DOC.
3
DOC.
4
DOC.
A nobreza imitava a
vida na Corte. Vestia-se
de acordo com a moda
francesa. Participava em
banquetes,bailes,assistia
a espetáculos de teatro,
óperaepoesia.
A burguesia dedi-
cava-se ao artesanato
e ao comércio. Os co-
merciantes mais ricos
reuniam-se em clubes e
cafés. Muitos foram per-
seguidos pelo Tribunal
da Inquisição.
O clero era responsá-
velpeloserviçoreligioso,
pelo ensino, assistência
aos doentes e pobres.
Membros do Clero tam-
bém dirigiam o Tribunal
da Inquisição. Este tri-
bunal perseguia, tortu-
rava e podia condenar
à morte os suspeitos de
não seguirem a religião
católica.
O povo abrangia os
camponeses,vendedores
ambulantes, trabalhado-
res domésticos e carre-
gadores. Continuavam a
viver com grandes difi-
culdades.
A B C D
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
171
TESTE 1A
IV
A arte no século XVIII
1 O reinado de D. João V ficou marcado pela construção de obras monumentais.
1.1 Faz a legenda dos documentos 1 e 2.
1.2 Identifica o estilo de construção do edifício representado no documento 1.
1.3 Refere três características do estilo referido na resposta anterior.
2
DOC.
1
DOC.
172
TESTE 1A
1.1 Identifica o acontecimento que observas no documento 1.
1.2 Refere o nome do principal responsável pela reconstrução de Lisboa (documento 2).
2 Observa agora a imagem de Lisboa reconstruída (documento 3).
V
Lisboa Pombalina e a ação do Marquês de Pombal
1 Observa os documentos seguintes.
1
DOC.
2
DOC.
2.1 Indica três características da Baixa Pombalina.
3
DOC.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
173
TESTE 1A
3 Completa o texto, preenchendo os espaços em branco com as seguintes palavras ou expressões.
Jesuítas nobreza rei indústrias laboratórios escravatura escolas primárias burguesia
O Marquês de Pombal também tomou medidas para desenvolver o país: criou novas
e apoiou as já existentes; no ensino, criou
para se aprender a ler, escrever e contar e na Universidade
de Coimbra. Expulsou os por, entre outras razões, se oporem à modernização do
ensino.
O Marquês de Pombal perseguiu parte da . Por exemplo, a família Távora foi
condenada à morte para servir de exemplo a todos os que se atrevessem a criticar o . Protegeu,
por outro lado, a portuguesa, criando, por exemplo, companhias de comércio
monopolistas, passando o seu comércio a ser feito apenas por comerciantes portugueses.
O Marquês de Pombal também acabou com a em Portugal.
VI
1 Ordena cronologicamente os seguintes acontecimentos, numerando-os de 1 a 6.
a) D. José I torna-se rei de Portugal.
b) Terramoto que destruiu parte da cidade de Lisboa.
c) Construção do Palácio-convento de Mafra.
d) O futuro Marquês de Pombal é nomeado ministro do Reino.
e) Descoberta de ouro no Brasil.
f) D. João V torna-se rei de Portugal.
2 Faz corresponder cada conceito da coluna A à respetiva definição. Escreve o número correto no
espaço em branco da coluna B.
A B
1. A parte de Lisboa que foi mandada reconstruir pelo Marquês de
Pombal, após o terramoto de 1755.
a) Engenho de açúcar
2. Grande propriedade produtora de açúcar. b) Tráfico negreiro
3. Transporte forçado de negros africanos para o Brasil, para
trabalharem como escravos.
c) Baixa Pombalina
4. Forma de governo em que o rei tem todos os poderes, ou seja,
manda em tudo e em todos, governando sem consultar ninguém.
d) Cristão-novo
5. Judeu que passou a ser católico. e) Inquisição
6. Tribunal onde se julgavam os que eram acusados de crimes de
heresia, ou seja, de não respeitarem ou ofenderem a fé católica.
f) Monarquia Absoluta
174
TESTE 1A
Este teste correu-me muito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e
estudei em casa.
Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na
realização das atividades e estudei pouco em casa.
Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das
atividades e não estudei em casa.
Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto
dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades.
Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei
que terei de mudar a minha atitude.
Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor
corresponde ao teu trabalho nas aulas e em casa.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
Avaliação/Observação
__________________________________
Professor(a): ______________________
Nome: __________________________________________________________ N.O
: ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____
175
TESTE 2A
I
A Revolução Francesa de 1789 e os seus reflexos em Portugal
1 Lê com muita atenção o documento 1.
Em França, nos finais do século XVIII, havia um grande descontentamento por parte da
burguesia e do povo, não só pelos muitos impostos que pagavam, mas também pelos privilégios
que a nobreza e o clero possuíam e pelo poder absoluto que o rei detinha.
Assim, em 1789, uma revolução pôs fim à monarquia absoluta em França. Os revolucionários,
na maior parte pertencentes à burguesia e ao povo, defendiam novas ideias, como a igualdade de
todos os cidadãos perante a lei, (…) e a liberdade. Defendiam ainda a separação dos poderes que,
na monarquia absoluta estavam concentrados numa só pessoa, o rei.
HGP 6, Texto Editores, 2011.
1
DOC.
1.1 Identifica os grupos sociais que estavam descontentes.
1.2 Explica porque é que, em França, havia grande descontentamento.
1.3 Indica o que aconteceu em 1789.
1.4 Menciona as ideias que os revolucionários defendiam.
2 Observa atentamente os documentos 2 e 3.
2.1 Completa o texto seguinte:
No documento 2, o e a
carregam o às costas.
No documento 3, é o que leva
o e a às costas.
Assim, posso concluir que o documento 3
corresponde ao período à
Revolução Francesa e o documento 2 ao período
à mesma revolução.
2
DOC.
3
DOC.
176
TESTE 2A
3 Observa os documentos 4, 5 e 6. Depois, completa o texto seguinte.
Após a Revolução Francesa, vários reis absolutos da Europa uniram-se e declararam guerra à
França. Foram derrotados pelo general , comandante das tropas francesas.
Só a continuou a resistir. Napoleão decretou, então o
.
Como hesitou em obedecer, foi invadido pelo exército francês.
A foi comandada por Junot que ocupou a cidade de .
O exército veio em auxílio dos Portugueses. Os foram
derrotados.
Na segunda invasão, os Franceses ocuparam a cidade do . Foram de novo
derrotados.
Na terceira invasão, os Franceses foram detidos nas que protegiam a
cidade de Lisboa. Novamente derrotados, os abandonaram Portugal.
OCEANO
ATLÂNTICO
Braga
Chaves
Orense
Porto
Buçaco
Redinha
Lavos
Castelo Branco
Abrantes
Roliça
Caldas da Rainha
Vimeiro
LISBOA
Ciudad
Rodrigo
Sabugal
Celorico
da Beira
N
50 km
0
Mar Mediterrâneo
OCEANO
ATLÂNTICO
IMPÉRIO
FRANCÊS
HOLANDA
ESPANHA
PORTUGAL
SUÍÇA
REINO
DA ITÁLIA
REINO DE
NÁPOLES
Lisboa
Roma
Elba
Córsega
Sardenha
Viena
Paris
Londres
Amiens
N
2000 km
0
4
DOC.
5
DOC.
6
DOC.
Terceira invasão – Massena (1810-1811)
Segunda invasão – Soult (1809)
Primeira invasão – Junot (1807-1808)
Percurso do exército inglês
que veio ajudar Portugal
Linhas de Torres Vedras
Batalhas
Império Francês
Países dependentes
de França
Bloqueio Continental,
ordenado por Napoleão
Bonaparte, imperador
dos Franceses.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
177
TESTE 2A
II
A Revolução Liberal de 1820
1 Uma das consequências das Invasões Napoleónicas foi a ida da família real para o Brasil. Observa o
documento 1 e lê a cronologia.
1.1 Identifica a alteração do comércio com o Brasil, a partir de 1808.
1.2 Indica quem saiu prejudicado com essa alteração. Justifica a tua resposta.
1.3 Refere qual foi o reino que mais beneficiou com a abertura dos portos brasileiros ao comércio
internacional.
1.4 Relaciona o acontecimento de 1810 com as Invasões Napoleónicas.
OCEANO ATLÂNTICO
BRASIL
Lisboa
Madeira
Açores
Cabo Verde
Rota comercial dos
produtos brasileiros
antes de 1808
Nova rota comercial dos
produtos brasileiros a partir
de 1808
N
2000 km
0
1
DOC.
1807 Ida da família real para o Brasil.
1808
Abertura dos portos brasileiros ao comércio com
outros países.
1810
Assinaturas de tratados de comércio entre
Portugal e a Grã-Bretanha, o que prejudicou o
comércio e a indústria portugueses.
178
TESTE 2A
2 Observa o documento 2 e lê atentamente a informação que se encontra nos balões de fala.
Querem acabar com
os direitos do clero
e da nobreza!
Depois de
os Franceses se irem
embora, ficaram os
Ingleses a mandar em
Portugal!
Exigimos que
D. João VI volte a
Portugal!
Viva o
Absolutismo!
Viva a Revolução!
Acabou a monarquia
absoluta!
2.1 Refere dois motivos para o descontentamento dos Portugueses.
2.2 Indica o que aconteceu na cidade do Porto.
2.3 Menciona os grupos sociais que não concordavam com o que se estava a passar. Justifica essa oposição.
3 Lê o documento 3, que contém alguns artigos da Constituição de 1822.
A primeira Constituição Portuguesa
Art.o
9.0
– A lei é igual para todos (…).
Art.o
26.0
– A soberania reside na Nação. Não pode ser exercida senão pelos seus representantes legalmente
eleitos (…).
Art.o
29.0
– O governo da Nação Portuguesa é a Monarquia constitucional hereditária (…).
Art.o
30.0
– [Os três] poderes são: legislativo, executivo e judicial.
O primeiro reside nas cortes (…). O segundo está no rei e nos secretários de Estado (…). O terceiro está nos
juízes.
Constituição de 1822 (excertos adaptados).
3
DOC.
2
DOC.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
179
TESTE 2A
3.1 Identifica o artigo da Constituição que:
a) pôs fim à existência de grupos sociais privilegiados; _______________________________________
b) refere a nova forma de governo. ________________________________________________________
4 Completa o quadro seguinte.
Poderes
Quem detém os poderes?
Monarquia absoluta Monarquia liberal ou constitucional
Legislativo
Executivo
Judicial
4
DOC.
5.1 Qual era o grau de parentesco entre D. Pedro e D. Miguel?
5.2 Quem eram os pais de D. Maria II?
5.3 Quem deveria suceder ao trono, após a morte de D. João VI?
5 Analisa cuidadosamente o documento 4, sobre a descendência de D. João VI.
D. Carlota Joaquina
(n. 1775 – m. 1830)
D. João VI
(reinado – 1816-1826)
D. Pedro IV
– filho mais velho
(reinado – 1826)
D. Leopoldina
(n. 1797 – m. 1826)
D. Adelaide
(n. 1831 - m. 1909)
D. Miguel
(reinado – 1828-1834)
D. Maria II
(reinado – 1826-1853)
D. Fernando
(n. 1816 – m. 1885)
D. Pedro
(n. – 1825-1891)
180
TESTE 2A
6 Liga, através de setas, as afirmações às imagens.
Defensor da monarquia liberal.
Apoiado pelo clero, pela nobreza e por alguns populares.
Deu a independência ao Brasil.
Defensor da monarquia absoluta..
Fez-se aclamar rei e dissolveu as Cortes.
O seu exército ocupou a cidade do Porto.
O seu exército cercou a cidade do Porto
Foi derrotado na Guerra Civil, tendo partido para o exílio.
D. Pedro IV
D. Miguel
III
1 Ordena cronologicamente os seguintes acontecimentos, numerando-os de 1 a 6.
a) Terramoto de 1755.
b) D. José I nomeia Sebastião José de Carvalho e Melo para ministro do Reino.
c) Saída da família real para o Brasil.
d) Primeira invasão napoleónica.
e) Revolução Francesa.
f) Guerra civil entre liberais e absolutistas.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
181
TESTE 2A
2 Faz corresponder cada conceito da coluna A à respetiva definição. Escreve o número correto no
espaço em branco da coluna B.
FIM
A B
1. Lei principal de um país, onde constam a forma de governo e os
direitos e os deveres dos cidadãos. Todas as outras leis têm de
estar de acordo com a Constituição.
a) Regente
2. Guerra, dentro de um país, entre grupos de habitantes desse
mesmo país.
b) Conspiração
3. Forma de governo em que o rei, ou monarca, governa
respeitando a Constituição, elaborada de acordo com as ideias
liberais, sendo por isso também chamada monarquia liberal.
c) Revolução
4. Revolta que provoca grandes mudanças num país, no modo de o
governar, na economia e na sociedade.
d) Constituição
5. Revolta contra o governo, preparada secretamente. e) Monarquia liberal
ou constitucional
6. Governo nomeado após uma revolução e que deve governar
até ser aprovada uma Constituição ou formado um governo
constitucional.
f) Governo provisório
7. O que governa em nome do rei ou da rainha. g) Guerra Civil
182
TESTE 2A
Este teste correu-me muito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e
estudei em casa.
Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na
realização das atividades e estudei pouco em casa.
Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das
atividades e não estudei em casa.
Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto
dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades.
Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei
que terei de mudar a minha atitude.
Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor corresponde
ao teu trabalho nas aulas e em casa.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
Avaliação/Observação
__________________________________
Professor(a): ______________________
Nome: __________________________________________________________ N.O
: ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____
183
TESTE 3A
I
Portugal na segunda metade do século XIX
1 Observa os documentos 1 e 2.
1.1 Completa o seguinte crucigrama, sobre as alterações na agricultura na segunda metade do século XIX.
1 M
2 O
3 D
4 E
5 R
6 N
7 I
8 Z
9 A
10 C
11 A
A G R I C O L A
1
DOC.
2
DOC.
Tanto trabalho e tão
pouca produção…
Com estas mudanças já
conseguimos produzir mais!
1. Acabou-se com esse direito.
2. Parte das terras deste grupo social foram
vendidas.
3. Começaram a ser utilizados para fertilizar os
terrenos.
4. A… de sementes passou a ser feita.
5. Cereal que passou a ser cultivado em maior
quantidade.
6. Período de paz e estabilidade política que
permitiu algum desenvolvimento económico.
7. Produto agrícola.
8. Foi introduzida nas grandes propriedades do
sul de Portugal.
9. Terrenos incultos que eram utilizados por
toda a população para pasto do gado.
10. No pousio a terra ficava a…
11. Outro produto agrícola.
184
TESTE 3A
2 Observa os documentos 3 e 4 sobre produção artesanal e produção mecanizada.
2.1 Liga, através de setas, as frases à imagem que lhe correspondente.
3 Lê os documentos 5 e 6.
a) A produção é elevada e feita em menos tempo.
b) O preço dos produtos é mais alto.
c) Os produtos são todos diferentes.
d) O trabalho é feito em casa ou em pequenas oficinas.
e) Os produtos são todos iguais.
f) Muitos trabalhadores.
g) Os trabalhadores são especializados.
h) Poucos trabalhadores.
i) Artesão.
j) Operário.
Nada consome quando não trabalha; nunca
se cansa nem precisa de dormir; não está sujeita a
doenças se é bem construída; só recusa trabalhar
quando está gasta pela idade; trabalha em tudo: é
mineira, marinheira, tecedeira, ferreira, moleira;
numa palavra, faz todos os ofícios.
O Panorama (revista do século XIX), 1839, (adaptado)
5
DOC.
Os trabalhadores receberam mal este in-
vento [a máquina a vapor], e sítios há em que se
têm oposto ao trabalho das máquinas (…)
As máquinas, com dois homens (…) fazem o
trabalho de 45 a 50 bons trabalhadores.
Arquivo Rural, vol. I, 1858 (adaptado)
6
DOC.
4
DOC.
3
DOC.
3.1 Identifica o assunto tratado nos dois documentos.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
185
TESTE 3A
3.2 Relativamente ao documento 5:
a) indica três vantagens dessa máquina;
b) justifica a expressão «… faz todos os ofícios».
3.3 Em relação ao documento 6:
a) indica quem se opõe ao «invento»;
b) explica o descontentamento dos trabalhadores.
4 Observa atentamente os documentos seguintes.
7
DOC.
8
DOC.
4.1 Identifica três ocupações das crianças que observas.
4.2 Parece-te que o comboio está a partir para o campo ou a chegar à cidade? Justifica.
186
TESTE 3A
5 Observa agora os gráficos seguintes.
5.1 Refere o que aconteceu à população
de Lisboa e do Porto.
5.2 Explica por que razão havia tantas pessoas nestas duas cidades.
1840 1860 1880 1900
N.° de habitantes de Lisboa
0
100 000
200 000
300 000
400 000
1840 1860 1880 1900
N.° de habitantes do Porto
0
100 000
200 000
300 000
400 000
6 Observa os documentos seguintes.
11
DOC.
12
DOC.
13
DOC.
14
DOC.
15
DOC.
6.1 Completa o quadro seguinte, escrevendo os números no local correto.
4.3 Tendo em conta o que observas nos documentos, explica se os governos liberais da segunda metade
do século XIX se preocuparam com:
a) o ensino;
b) o desenvolvimento dos transportes.
Vida quotidiana Documentos
Na cidade
No campo
9
DOC.
10
DOC.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
187
Quando surgiu em Portugal
Quem o constituía
Condições de vida
Como conseguiu melhorar
as suas condições de vida
8 Com o desenvolvimento da indústria surge o proletariado. Completa o quadro seguinte.
7 Faz corresponder cada uma das frases seguintes ao respetivo documento, escrevendo junto de cada
uma o número correto.
1. Os grandes jardins, como o Passeio Público, em Lisboa e o Jardim de São Lázaro, no Porto,
eram locais onde se convivia e se passeava.
2. Os burgueses e os nobres encontravam-se em festas, bailes, cafés e jantares.
3. O povo das cidades gostava de fazer passeios no campo.
16
DOC.
18
DOC.
17
DOC.
TESTE 3A
9 Observa o documento seguinte.
9.1 Indica o nome por que ficou conhecido este tipo de
arquitetura.
9.2 Refere os materiais utilizados.
19
DOC.
188
TESTE 3A
10 Faz corresponder cada conceito da coluna A à respetiva definição. Escreve a letra correta no espaço
em branco da coluna B.
FIM
Este teste correu-me muito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e
estudei em casa.
Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na
realização das atividades e estudei pouco em casa.
Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das
atividades e não estudei em casa.
Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto
dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades.
Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei
que terei de mudar a minha atitude.
Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor corresponde
ao teu trabalho nas aulas e em casa.
A B
a) Regeneração 1. Período entre 1851 e 1868 (data de uma revolta popular),
caracterizado por uma situação de paz, estabilidade política
e algum desenvolvimento económico.
b) Êxodo rural 2. A terra não é trabalhada para que se possa renovar e voltar
a dar boas colheitas.
c) Penas corporais 3. Conjunto das atividades de produção e transformação de
matérias-primas, utilizando máquinas.
d) Analfabeto 4. Facilidade de deslocação de pessoas de um lado para outro.
e) Mobilidade 5. O que não sabe ler nem escrever.
f) Indústria mecanizada 6. Saída de muitas pessoas do campo para a cidade, à procura
de uma vida melhor.
g) Pousio 7. Penas, como açoites e corte de membros, que provocam dor
física e sofrimento.
h) Crescimento da população 8. Aumento do número de habitantes de um país ou de uma região.
No século XIX, esse aumento deveu-se à diminuição do número
de mortes.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
Avaliação/Observação
__________________________________
Professor(a): ______________________
Nome: __________________________________________________________ N.O
: ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____
189
TESTE 4A
I
Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926
3
DOC.
1
DOC.
1 Observa as imagens e lê com atenção, antes de responderes.
1.1 Identifica quem é o chefe de Estado na monarquia e
na república.
1.2 Refere qual deles é escolhido pelos cidadãos.
2 Observa o documento 1 e lê os documentos 2 e 3.
P
 ;). Ď 5 '-)+) () =$(5
até morrer.
P
´354$;:.$Ď-);)(.=ė;.$Z
ou seja, quando o rei morre,
sucede-lhe o filho mais ve-
lho.
P
8;).()4=)($)8ù1.'$Ď
o chefe de Estado e governa
durante um período de tem-
po imposto por lei.
P
ĩ)1).=58)15'.($(ē5)1).-
tores.
O Governo de Sua Majestade deseja (…)
que todas e quaisquer forças militares portu-
guesas (…) se retirem. Mr. Petre [o embaixador
inglês] ver-se-á obrigado (…) a deixar imedia-
tamente Lisboa, com todos os membros da sua
legação, se uma resposta satisfatória à prece-
dente intimação não for por ele recebida esta
tarde; e o navio de Sua Majestade, Enchantress,
está em Vigo esperando as suas ordens.
Texto do Ultimato Inglês, 11 de janeiro de 1890
(adaptado)
2
DOC.
190
TESTE 4A
2.1 Completa o quadro seguinte sobre a Revolução Republicana.
Dois acontecimentos que contribuíram
para a queda da monarquia
¤
¤
Quem apoiou os militares revoltosos
O que fez a família real
Regime que terminou e regime que se iniciou ¤ Terminou – ¤ Ano –
¤ Iniciou – ¤ Século –
3 Lê o documento seguinte com muita atenção.
Os alimentos estão cada vez
mais caros!
Nada funciona neste país!
Está tudo em greve!
Os governantes estão
sempre a mudar!
Portugal nunca devia ter
entrado na Grande Guerra!
3.1 Completa o texto seguinte com o número do balão correto.
A instabilidade política (balão ), o elevado número de greves (balão ), o elevado
preço dos produtos e a sua escassez (balão ) e a participação de Portugal no primeiro conflito
mundial (balão ), provocaram o descontentamento de muitos portugueses.
3.2 Refere o período que durou a I República.
3
4
2
1
4
DOC.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
191
TESTE 4A
4 Liga, através de setas, as datas aos acontecimentos.
a) 1820 1. Implantação da República
2. Regicídio
3. Início da Revolução Liberal
4. Tentativa fracassada de implantação da República
5. Revolta militar. Fim da I República
b) 1891
c) 1908
d) 1910
e) 1926
5 Lê os documentos 5 e 6.
1911
Descanso semanal obrigatório para
todos os assalariados.
1919
Horário de 8 horas de trabalho.
Seguro obrigatório contra acidentes de
trabalho, doença ou velhice.
Em 1911, foi publicada legislação estabele-
cendo a instrução para todas as crianças aos níveis
infantil e primário e a escolaridade obrigatória
entre as idades de 7 e 10 anos. (…) Relativamente
à instrução secundária, construiu-se um liceu e
aumentou-se o número de professores. O ensino
técnico foi melhorado, tendo sido inauguradas
escolas agrícolas, comerciais e industriais. Foram
criadas as universidades de Lisboa e do Porto.
A. H. de Oliveira Marques, História de Portugal,
vol. III (adaptado)
5
DOC.
6
DOC.
5.1 Completa o quadro seguinte com as medidas republicanas referidas no documento.
Medidas Finalidades
Na educação
¤
¤
¤
¤
Combater o analfabetismo.
¤
Preparar pessoas para trabalharem
nas principais atividades económicas.
¤
Garantir que mais estudantes
pudessem fazer o ensino superior.
No trabalho
¤
¤
¤
Melhorar as condições de vida dos
trabalhadores.
192
TESTE 4A
7 Faz corresponder cada conceito da coluna A à respetiva definição. Escreve o número correto no
espaço em branco da coluna B.
6 Observa com muita atenção o seguinte documento.
6.1 Refere a consequência do descontentamento de muitos portugueses.
Muitos portugueses estavam descontentes.
Revolta militar de 28 de maio de 1926
7
DOC.
A B
1. República a) Nome dado a uma exigência que um país apresenta a outro e
que, caso não seja aceite, pode conduzir à guerra.
2. Ultimato b) Regime em que o mais alto representante do país, o presidente
da República, é escolhido, direta ou indiretamente, pelo povo.
Só pode exercer o seu mandato durante um certo tempo.
3. Alfabetizar c) Associação de trabalhadores, com a mesma profissão, que luta
pelos interesses dos seus associados.
4. Guerra Mundial d) Conflito armado em que participam vários países, de diferentes
continentes.
5. Sindicato e) Ensinar a ler, escrever e contar.
6. Censura f) Forma de governo, imposta pela força militar ou policial, em
que o poder é exercido por uma só pessoa ou por um grupo, não
sendo respeitadas as liberdades dos cidadãos.
7. Ditadura militar g) Controlo da liberdade de opinião, escrita ou falada, por decisão
daqueles que governam o país.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
193
TESTE 4A
1 Completa a seguinte cronologia.
II
O Estado Novo (1933-1974)
2 Observa os documentos seguintes. Depois, completa o texto com o número do documento correto.
1
DOC.
2
DOC.
3
DOC.
Salazar mandou construir muitas obras públicas, por exemplo, para produzir mais energia elétrica
(Doc.__) e para melhorar a assistência médica (Doc.__) e o ensino (Doc.__).
Por outro lado, os opositores foram perseguidos (Doc .__): especialmente pela polícia política
(Doc.__), só permitiu a existência de uma organização política apoiante da ditadura (Doc.__), aperfeiçoou
a censura (Doc.__) e criou a Mocidade Portuguesa, onde os jovens aprendiam a obedecer e a admirar
Salazar.
4
DOC.
5
DOC.
6
DOC.
7
DOC.
1928
1929 Salazar consegue equilibrar as contas do Estado.
1932
1933 Aprovação
194
4 Após o fim da II Guerra Mundial, Salazar continuou a manter colónias em África, ao contrário dos
outros países europeus, o que levou ao surgimento dos movimentos de independência. Observa o
documento 9.
TESTE 4A
3.1 Explica porque é que se afirma que «as eleições não eram verdadeiramente livres».
3.2 Quem foi o candidato:
a) da oposição;
b) da ditadura;
c) declarado vencedor.
Angola
Cabo Verde
Madeira
Açores
Guiné
São Tomé e Príncipe
Moçambique
Diu
Damão
Goa
Macau
Timor
EUROPA
ÁSIA
ÁFRICA
OCEANO
ATLÂNTICO
OCEANO
PACÍFICO
OCEANO
ÍNDICO
1961
1961
1963
1964
Conflito armado
N
2000 km
0
4.1 Identifica as colónias onde surgiram conflitos armados.
4.2 Refere o continente onde se deu a Guerra Colonial.
3 Lê atentamente o texto seguinte.
Durante o Estado Novo, ou salazarismo, as eleições não eram verdadeiramente livres. A oposição não
podia fazer campanha livremente nem controlar a contagem dos votos. Em 1958, a candidatura de Hum-
berto Delgado às eleições presidenciais, com o apoio de toda a oposição, conseguiu grande apoio popular.
Contudo, Américo Tomás, candidato apoiado por Salazar, foi declarado vencedor.
HGP6, Texto Editores, 2011.
8
DOC.
9
DOC.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
195
TESTE 4A
4.3 Localiza, no tempo, o início da Guerra Colonial.
4.4Enuncia duas consequências da Guerra Colonial.
5 Faz corresponder cada alínea ao ano respetivo.
a) Fim do Estado Novo. d) Salazar, presidente do Conselho de Ministros.
b) Início da Ditadura Militar. e) Aprovação da Constituição do Estado Novo.
c) Início da Guerra Colonial.
Séc. XIX Séc. XXI
Séc. XX
1900 2000
1933
1932
1926 1968 1974
1961
____ ____ ____ ____ ____
6 Faz corresponder cada conceito da coluna A à respetiva definição. Escreve o número correto no
espaço em branco da coluna B.
A B
1. Estado Novo a) Edifícios, pontes, estradas… para uso público, pagos com o
dinheiro do Estado.
2. Liberdade de expressão b). Período ditatorial que vai de 1933 a 1974.
3. Obras públicas c) Conflito armado nas colónias, iniciado por naturais desses
territórios contra o país que as domina, com vista a obterem
a sua independência.
4. Oposição política d) Todos os que se opõem às medidas tomadas pelo governo.
Nas ditaduras, os opositores são perseguidos porque não há
liberdade de expressão.
5. Guerra Colonial e) Direito que as pessoas têm de poder dizer, defender e escrever
livremente as suas ideias.
FIM
196
TESTE 4A
Este teste correu-me muito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e
estudei em casa.
Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na
realização das atividades e estudei pouco em casa.
Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das
atividades e não estudei em casa.
Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto
dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades.
Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei
que terei de mudar a minha atitude.
Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor corresponde
ao teu trabalho nas aulas e em casa.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
Avaliação/Observação
__________________________________
Professor(a): ______________________
Nome: __________________________________________________________ N.O
: ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____
197
TESTE 5A
I
O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático
1 A partir de 1933 instaurou-se em Portugal um novo regime a que se deu o nome de Estado Novo e
que durou cerca de 40 anos (1933-1974). Lê o texto seguinte.
No início da década de 1970, o descontentamento da população
era cada vez maior, não só devido à falta de liberdade e ao aumento do
custo de vida, mas também devido à Guerra Colonial, onde se gastava
muito dinheiro e muitos jovens continuavam a morrer.
HGP6, Texto Editores, 2011.
1
DOC.
1.1 Refere as causas que levaram ao descontentamento da população.
2 Identifica o movimento militar que restituiu aos Portugueses as liberdades perdidas durante o Estado Novo.
3 Observa atentamente as imagens.
3.1 Escreve um pequeno texto a partir dos documentos. Deves referir o que se comemora, se a manifestação se
realizou antes ou depois do 25 de Abril de 1974 e justificar.
2
DOC.
3
DOC.
198
TESTE 5A
4 Lê o documento 4.
4.1 Indica a alínea que:
a) corresponde à liberdade para formar partidos políticos;
b) garante o fim da censura.
4.2 O que aconteceu às colónias portuguesas em África, como resultado do 25 de Abril de 1974?
4.3 Menciona a forma de governo que se iniciou com o 25 de Abril de 1974.
5 A Constituição de 1976 contém os direitos e deveres dos portugueses e a forma como se organiza o
poder político. Lê com muita atenção o documento 5.
A Constituição de 1976
Parte I - Direitos e deveres fundamentais
Art.o
13.o
- 1. Todos os cidadãos (...) são iguais perante a lei.
Art.o
26.o
- 2. Ninguém pode ser submetido a tortura, nem a maus tratos ou penas cruéis (…).
Art.o
37.o
- 1. Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela
imagem (...) bem como o direito de se informar.
Art.o
45.o
- 1. Os cidadãos têm o direito de se reunir pacificamente (…).
Art.o
59.o
- É garantido o direito à greve.
Art.o
73.o
- Todos têm direito à educação e cultura (…).
Parte III - Organização do poder político
Art.º 113.o
- São órgãos de soberania o preseidente da República, a Assembleia da República, o governo
e os tribunais.
Constituição de 1976 (excertos adaptados)
5
DOC.
Medidas a curto prazo
1 – No prazo máximo de três semanas após a conquista do poder, a Junta de Salvação Nacional escolherá,
de entre os seus membros, o que exercerá as funções de Presidente da República Portuguesa (...)
5 – O Governo Provisório (…) obrigar-se-á a promover imediatamente: (…)
b) A liberdade de reunião e associação (…).
c) A liberdade de expressão e de pensamento sob qualquer forma.
6 – O Governo Provisório lançará os fundamentos de:
a) Uma nova política económica posta ao serviço do Povo Português, em particular das camadas da
população até agora mais desfavorecidas (...).
8 – A política ultramarina do governo (...) orientar-se-á pelos seguintes princípios:
a) Reconhecimento de que a solução das guerras no Ultramar é política e não militar;
b) Criação de condições para um debate franco e aberto, a nível nacional, do problema Ultramarino (...).
Excertos do Programa do MFA, 1974 (adaptado)
4
DOC.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
199
TESTE 5A
5.1 Identifica o artigo que:
a) impede a existência da censura;
b) impede a violência usada pela PIDE;
c) garante o direito à greve;
d) garante o direito à educação.
5.2 O poder político divide-se em poder central e local.
a) Em que parte da Constituição é referida a organização do poder político?
6 Indica os órgãos de soberania (poder central) que são diretamente eleitos pelos cidadãos eleitores.
c) Liga, através de setas, os órgãos de soberania às respetivas funções/competências.
1. Presidente da República. A. Julgar quem não cumpre as leis.
2. Governo. B. Fazer as leis.
3. Assembleia da República. C. Nomear e demitir o primeiro-ministro.
4. Tribunais. D. Governar o país.
7 Escreve, no espaço do órgão de poder adequado, cada uma das seguintes obrigações:
¤ Conservação das árvores existentes nas ruas.
¤ Construção de esgotos.
¤ Construção de uma autoestrada.
¤ Construção de uma escola primária (para o 1.o
ciclo).
¤ Construção de um hospital.
¤ Desratização de uma rua.
Governo Câmara Municipal Junta de Freguesia
200
TESTE 5A
II
Espaços em que Portugal se integra
1 Assinala com V as afirmações verdadeiras e com F as afirmações falsas, sobre a União Europeia.
a) A Comunidade Económica Europeia (CEE) foi fundada em 1957, por seis países, entre
os quais a França.
b) A UE começou por se chamar Comunidade Económica Europeia (CEE).
c) Portugal só se tornou membro da UE em 1986.
d) O alargamento da UE, em 2004, foi o maior de todos – entraram mais 21 países.
e) O euro é a moeda única que circula em alguns países da União Europeia.
2 Completa as afirmações seguintes com os principais objetivos da Organização das Nações Unidas
(ONU).
a) Manter a _______________ no mundo.
b) Desenvolver a _______________ internacional a nível económico, social, cultural e humanitário.
c) Promover o respeito pelos _______________ _______________ em todo o mundo.
OCEANO
ATLÂNTICO
OCEANO ÍNDICO
PORTUGAL
km 2000
0
Angola
Brasil
Cabo Verde
Moçambique
Timor-Leste
Guiné-Bissau
Guiné Equatorial
São Tomé e Príncipe
N
3.1 Completa o texto.
Neste planisfério estão assinalados os países onde o é a língua oficial.
A CPLP ( ), fundada em 1996, é cons-
tituída pelos seguintes países: , , , ,
, , , e .
1
DOC.
3 Analisa atentamente o mapa seguinte.
FIM
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
Avaliação/Observação
__________________________________
Professor(a): ______________________
Nome: __________________________________________________________ N.O
: ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____
201
1.1 Dá três exemplos da informação que se obtém através dos censos.
1.2 Refere a importância da realização periódica de censos.
2 Analisa atentamente o documento 3.
2.1 Completa o quadro ao lado com a informação do gráfico.
TESTE 6A
I
A população portuguesa
1 Observa os documentos 1 e 2.
2
DOC.
1
DOC.
N.° total de habitantes (milhões)
0
3
6
9
12
2015
2010
1991
1970
1950
1930
1911
1870
10,4
4,5
Anos
6,0
6,8
8,5
8,9 8,7
9,9
10,6
Anos
População
(milhões)
1870 a)
b) 6,0
1930 c)
1950 d)
e) 8,7
1991 f)
2010 g)
3
DOC.
202
TESTE 6A
2.2 Em que ano se deu o maior aumento da população?
2.3 Que conclusão retiras quanto à evolução da população portuguesa durante o século XX?
3 Identifica os fatores que fazem variar a população escrevendo os respetivos nomes nos lugares
certos.
4 Observa a ilustração seguinte (doc. 4), que mostra uma família de imigrantes em Portugal.
4.1 Indica uma das possíveis origens da família representada nas imagens.
4.2 Explica, a partir das imagens, como é que a imigração pode influenciar a população absoluta.
Entrada Saída
1.
4.
3.
4
DOC.
2.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
203
TESTE 6A
5 Observa o documento 5, sobre a evolução da estrutura etária da população, em Portugal e por regiões
(2001-2016).
5.1 Refere:
a) o grupo etário que mais tem crescido;
b) o grupo etário que mais tem diminuído;
c) a região onde se verifica maior aumento da população idosa;
d) a região onde se encontra mais população jovem.
6 Observa o documento 6.
6.1 Com base no documento 6, explica o que é densidade populacional.
6.2 Identifica:
a) as duas cidades com maior densidade populacional;
b) a cidade com menor densidade populacional.
5
DOC.
Portugal
Norte
Centro
Lisboa V. Tejo
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
2001 2016
0 - 14 15 - 64 65 e + anos
0 20 40 60 80 100 % 0 20 40 60 80 100 %
Porto
Caminha Bragança
Braga
Guimarães
Aveiro Viseu
Lisboa
 1000
451 - 1000
180 - 450
100 - 179
30 - 99
 30
Hab./km2
População total:
10 401 100
Território:
91 946 km2
Densidade
populacional:
113,1 habitantes/ km2
N
Faro
Beja
Évora
Setúbal
AÇORES
Corvo
Flores
Faial
Pico
São Jorge
Graciosa
Terceira
Ponta Delgada
São Miguel
Santa Maria
40 km
0
MADEIRA
Porto Santo
Funchal 40 km
0
40 km
0
6
DOC.
204
6.3 A densidade populacional é maior no litoral ou no interior? Justifica com duas razões que levam a
população a preferir viver nessas regiões.
1.1 Identifica os dois tipos de povoamento, a partir das imagens.
1.2 Qual deles tem maior densidade populacional?
2 Liga, através de setas, as frases seguintes à imagem que lhes corresponde.
TESTE 6A
II
Os lugares onde vivemos
1 Observa os documentos 1 e 2.
Área atrativa
Área repulsiva
Falta de emprego
Maior densidade populacional
Maior facilidade em encontrar emprego
Menor densidade populacional
1
DOC.
2
DOC.
Parque das
Nações
– Lisboa.
Sortelha
– Sabugal.
3
DOC.
4
DOC.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
205
Setor terciário
Setor secundário
Setor primário
N
AÇORES
40 km
0
MADEIRA
40 km
0
40 km
0
Norte
Centro
Lisboa
e Vale do Tejo
Alentejo
Algarve
1.1 primário;
1.2 secundário;
1.3 terciário.
2 Preenche o quadro com as palavras/expressões seguintes.
Comércio Agricultura Indústria transformadora Pecuária
Comunicações Administração Produção de energia Construção civil Estração mineira
TESTE 6A
III
As atividades que desenvolvemos
1 A partir da observação do documento 1, indica a região onde tem maior importância o setor:
População ativa, por setores de atividade, nas diferentes regiões do país.
Setor primário Setor secundário Setor terciário
FIM
1
DOC.
206
TESTE 6A
Este teste correu-me muito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e
estudei em casa.
Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na
realização das atividades e estudei pouco em casa.
Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das
atividades e não estudei em casa.
Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto
dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades.
Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei
que terei de mudar a minha atitude.
Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor corresponde
ao teu trabalho nas aulas e em casa.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
Avaliação/Observação
__________________________________
Professor(a): ______________________
Nome: __________________________________________________________ N.O
: ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____
207
N
5000 km
0
CHINA
ÍNDIA
JAPÃO
Angola
Mina
Brasil
Cabo
Verde
São Tomé
e Principe
Moçambique
OCEANO
ATLÂNTICO
OCEANO
ÍNDICO
EUROPA
AMÉRICA
ÁSIA
ÁFRICA
Lisboa Sevilha
Goa
Ormuz
Macau
Malaca
Timor
Ceuta
TESTE 1B
I
O Império Português no século XVIII
1 Entre os séculos XVI e XVIII, o espaço geográfico abrangido pelo Império Português alterou-se.
Observa atentamente o seguinte documento.
1.1 Completa o quadro com as palavras/expressões seguintes:
Goa Angola Timor Cabo Verde Brasil Diu
São Tomé e Príncipe Guiné Damão Moçambique
1.2 Identifica:
a) o território de maior extensão; _________________________________________________________
b) o continente em que esse território se localiza. ___________________________________________
Constituição do Império Português no século XVIII
Ásia
África
América
O Império Português no século XVIII.
Ouro
Café
Escravos
Porcelanas
Algodão
Marfim
Especiarias
Malagueta
Açúcar
1
DOC.
208
OCEANO
ATLÂNTICO
N
Linha do Tratado
de Tordesilhas
BRASIL
Percurso dos
bandeirantes
Captura de índios
para escravizar
Expedições contra
índios que se revoltavam
Procura de ouro
Principais áreas
mineiras
Rio de Janeiro
São Paulo
Baía
Recife
Belém
TESTE 1B
2 Observa agora os documentos 2 e 3.
OCEANO
ATLÂNTICO
OCEANO
ÍNDICO
OCEANO
PACÍFICO
Lisboa
Madeira
Cabo Verde
Guiné
São Tomé e Príncipe
Angola
Moçambique
Brasil
C
o
l
o
n
o
s
e
m
issionários
Escravos
N
2000 km
0
2
DOC.
3
DOC.
2.1 Com base no documento 2, assinala as afirmações verdadeiras (V) e falsas (F).
Afirmações V F
a) Os bandeirantes eram militares que foram para o Brasil combater os índios.
b) Os bandeirantes eram colonos que se dirigiam para África para capturar escravos.
c) Os bandeirantes eram grupos de colonos que rompiam por entre a densa vegeta-
ção, à procura de ouro, pedras preciosas e índios para trabalharem como escravos.
d) Os bandeirantes conseguiram descobrir importantes minas de ouro.
e) Os bandeirantes penetraram pelo interior do Brasil para construírem aldeamentos,
onde protegerem os índios da escravatura.
f) Os bandeirantes foram escravizados, tendo de trabalhar nos engenhos de açúcar e
nas minas.
2.2 Com base no documento 3, risca as palavras erradas no texto seguinte.
A produção de açúcar/canela e a descoberta de ouro no Brasil, levaram muitos colonos/missionários
a partirem de Portugal/Angola na esperança de enriquecerem. De África foram levados milhares de
escravos/índios para trabalharem, essencialmente, nos engenhos de açúcar e nas minas. Os colonos/
missionários foram para o Brasil para cristianizarem os índios e para os protegerem da escravatura.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
209
TESTE 1B
3 Lê o documento seguinte.
A vida dos escravos
E (…) imensas gentes que da África vão para a América; entra uma nau de Angola e deixa no mesmo dia
quinhentos, seiscentos e, talvez, mil escravos. Depois de chegados olhamos para estes miseráveis e para
os que chamam seus senhores. Os senhores, poucos, os escravos, muitos; os senhores vestindo ricamente,
os escravos nus; os senhores banqueteando, os escravos morrendo à fome; os senhores nadando em ouro
e prata, os escravos carregados de ferros; os senhores tratando-os como brutos, os escravos temendo-os
como deuses. Estes homens não são filhos da mesma Eva e do mesmo Adão?
Padre António Vieira, Sermão do Rosário, XXVII (adaptado)
4
DOC.
3.1 Escreve junto de cada alínea a palavra «senhor» ou «escravo».
a) – Vestia-se ricamente. c) – Tinha muito ouro e prata.
b) – Era mal alimentado. d) – Era preso com ferros.
3.2 Assinala a resposta correta.
O autor do documento, o padre António Vieira, defende:
a) Os escravos. c) O rei.
b) Os senhores. d) Os missionários.
II
O poder absoluto
1 Observa os documentos 1 a 3 e lê o documento 4.
D. João IV ___________ 7
D. Afonso VI __________ 3
D. Pedro II ___________ 2
D. João V ____________ 0
2
DOC.
0
5 000
10 000
15 000
20 000
25 000
1722
1720
1715
1714
1713
1712
1705
1701
1699
775 1785
4350
14 500
7250
9000
14 400
25 000
11 500
Kg de ouro
1
DOC.
210
O poder de D. João V
O aumento dos impostos
e o ouro do Brasil deram a D.
João V os meios de controlar a
nobreza, através de pensões e
dádivas, reforçando a sua au-
toridade acima de todos.
A.H. Oliveira Marques, História
de Portugal, vol. II (adaptado)
4
DOC.
1.1 Agora completa o texto seguinte com o número do documento correto.
D. João V tornou-se um monarca muito rico (Doc.__), graças ao ouro vindo do Brasil (Doc.__). Parte
desse ouro serviu para D. João V controlar a nobreza (Doc.__). Foi um rei com poder absoluto, pois todos
lhe obedeciam e nunca reuniu as cortes (Doc.__). Era ele que detinha os poderes legislativo, executivo e
judicial.
III
A sociedade de ordens
1 Lê os textos A, B e C. Depois identifica o grupo social retratado em cada um.
2 Completa a frase:
O e a eram grupos sociais
porque tinham direitos que o povo não tinha. O povo era o grupo social , pois
era o único grupo que pagava impostos e vivia com muitas dificuldades. Alguns ,
apesar de pertencerem ao povo, eram ricos e cultos
TESTE 1B
Era considerado o grupo
social que estava mais perto
de Deus, sendo, por isso, muito
respeitado e tendo muitos
poderes.
Era constituído por dois
grandes grupos: pessoas cul-
tas, ricas e com muito prestí-
gio e camponeses, vendedores
ambulantes, carregadores,
mendigos, que não tinham
qualquer prestígio.
Era o grupo social mais
próximo do rei pois parte dos
seus elementos tinha como
principal função defender o
território através da guerra.
A C
B
Coche de D. João V.
3
DOC.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
211
IV
A arte no século XVIII
1 O reinado de D. João V ficou marcado pela construção de obras monumentais. Observa o documento
seguinte.
1
DOC.
1.1 A partir da observação do documento, refere duas características do estilo barroco.
V
Lisboa Pombalina e a ação do Marquês de Pombal
1 Observa os documentos 1 e 2. Depois, completa o texto seguinte.
1
DOC.
2
DOC.
TESTE 1B
212
1.1 No dia 1 de novembro de , Lisboa sofreu um violento ,
seguido de um maremoto e vários incêndios. Muitas casas, palácios e igrejas foram
e milhares de pessoas. O rei , incumbiu o seu ministro,
Sebastião José de Carvalho e Melo, mais conhecido por , da
reconstrução da parte da cidade de que foi destruída.
A Baixa Pombalina passou a ter retilíneas, calcetados e
uma grande .
2 Observa os documentos 3 e 4 e compara-os.
2.1 Identifica o que corresponde ao «antes» e ao «depois» do terramoto, legendando as imagens.
3 Lê a seguinte cronologia.
3
DOC.
4
DOC.
TESTE 1B
1755 1756 1759 1761 1772
đƫFundação da
Companhia do
Comércio do Grão
Pará e Maranhão,
no Brasil. Os
comerciantes
portugueses eram
os únicos a poder
fazer comércio
nestas regiões.
đƫCriação da
Companhia Geral
da Agricultura
das Vinhas do
Alto Douro.
đƫO Marquês de
Pombal expulsa
os Jesuítas.
đƫO duque de
Aveiro e a família
Távora são
acusados de
estar envolvidos
num atentado
contra o rei e
condenados à
morte.
đƫProibição da
escravatura em
Portugal.
đƫPublicação da lei
que contempla
a criação de
escolas primárias
por todo o reino.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
213
3.1 Completa as alíneas seguintes com o ano da cronologia que corresponde a cada uma.
a) Desenvolvimento da agricultura –
b) Submissão do clero e da nobreza –
c) Proteção da burguesia portuguesa –
d) Melhoria no ensino –
e) Proibição da escravatura –
TESTE 1B
VI
1 Ordena cronologicamente os seguintes acontecimentos, numerando-os de 1 a 6:
a) D. José I torna-se rei de Portugal.
b) Terramoto que destruiu parte da cidade de Lisboa.
c) Construção do Palácio-convento de Mafra.
d) O Marquês de Pombal é nomeado ministro do Reino.
e) Descoberta de ouro no Brasil.
f) D. João V torna-se rei de Portugal.
FIM
Este teste correu-me muito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e
estudei em casa.
Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na
realização das atividades e estudei pouco em casa.
Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das
atividades e não estudei em casa.
Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto
dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades.
Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei
que terei de mudar a minha atitude.
Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor
corresponde ao teu trabalho nas aulas e em casa.
Avaliação/Observação
__________________________________
Professor(a): ______________________
Nome: __________________________________________________________ N.O
: ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____
214
TESTE 2B
I
A Revolução Francesa de 1789 e os seus reflexos em Portugal
1 Observa, com muita atenção, o documento seguinte. Depois, indica:
1.1 o acontecimento referido;
1.2 data em que ocorreu;
1.3 as ideias defendidas pelos revolucionários.
2 Observa agora o documento 2.
2.1 Refere quem decretou o Bloqueio Continental.
2.2 Explica por que é que o tracejado que circunda a Europa é interrompido em Portugal.
Mar Mediterrâneo
OCEANO
ATLÂNTICO
IMPÉRIO
FRANCÊS
HOLANDA
ESPANHA
PORTUGAL
SUÍÇA
REINO
DA ITÁLIA
REINO DE
NÁPOLES
Lisboa
Roma
Elba
Córsega
Sardenha
Viena
Paris
Londres
Amiens
N
2000 km
0
2
DOC.
A Revolução Francesa: «Liberdade,
Igualdade e Fraternidade».
Império Francês
Países dependentes
de França
Bloqueio Continental,
ordenado por Napoleão
Bonaparte, imperador
dos Franceses.
1
DOC.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
215
TESTE 2B
3 Observa o mapa das invasões napoleónicas (documento 3). Com base na informação fornecida,
completa o quadro seguinte.
4 Lê o texto seguinte e observa atentamente a imagem.
4.1 Em qual das três invasões napoleónicas terá ocorrido o episódio relatado? Justifica a tua resposta.
4.2 Assinala, no documento 3, o sítio onde ocorreu a batalha referida.
4.3 Menciona o que aconteceu aos batalhões franceses.
Invasões Anos
Comandante
francês
Nas três invasões,
os Franceses foram
expulsos pelo
1.a
2.a
3.a
OCEANO
ATLÂNTICO
Braga
Chaves
Orense
Porto
Buçaco
Redinha
Lavos
Castelo Branco
Abrantes
Roliça
Caldas da Rainha
Vimeiro
LISBOA
Ciudad
Rodrigo
Sabugal
Celorico
da Beira
N
50 km
0
Estamos a 3 de abril de 1811, as tropas de Mas-
sena, depois de levantado o intenso nevoeiro são
surpreendidas pelas tropas anglo-lusas que atra-
vessando a vau (com profundidade de cerca de
1/2 metro) o rio Côa na zona das Pladas (…) atacam
pela retaguarda desbaratando por completo os ba-
talhões franceses em fuga [batalha do Gravato –
Sabugal].
http://ozendoarco.blogspot.pt (consultado a 07.03.2017)
4
DOC.
3
DOC.
5
DOC.
Terceira invasão – Massena (1810-1811)
Segunda invasão – Soult (1809)
Primeira invasão – Junot (1807-1808)
Percurso do exército inglês
que veio ajudar Portugal
Linhas de Torres Vedras
Batalhas
Sabugal.
216
TESTE 2B
II
A Revolução Liberal de 1820
1 As ideias defendidas pelos revolucionários franceses espalharam-se pela Europa e também chegaram
a Portugal.
1.1 Ordena as frases seguintes de modo a obteres um pequeno texto sobre o assunto.
1.2 Completa o esquema seguinte, com as frases da questão anterior.
1.3 Explica porque é que se chama monarquia liberal ou constitucional à nova forma de governo.
1.4 Em 1822 foi aprovada a primeira Constituição portuguesa. Refere o que é uma «Constituição».
A A monarquia liberal ou constitucional passou a ser a forma de governo.
B O Sinédrio era uma sociedade secreta que preparou a revolução.
C Em 1820 deu-se a revolução que pôs fim à monarquia absoluta.
D Os Ingleses controlavam o governo e o exército de Portugal.
Revolução
Liberal
de 1820
Causas Consequências
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
217
As leis são feitas pelos
deputados nas Cortes
O rei e os secretários de Estado
governam, aplicando as leis
Os juízes julgam quem não
cumpre as leis
2 Com o triunfo da monarquia liberal, o poder deixou de estar concentrado no rei e passou a ser exercido
por outros órgãos. Observa o documento 1.
2.1 Liga, através de setas, cada poder da monarquia liberal ou constitucional à respetiva função:
2.2 Assinala as afirmações verdadeiras (V) e falsas (F). Depois, corrige as falsas.
Monarquia absoluta Monarquia constitucional
TESTE 2B
Poder
Legislativo
Poder
Executivo
Poder
Judicial
O rei é o juiz supremo
O rei governa,
aplicando as leis
O rei faz as leis
Afirmações V F
A. Na monarquia absoluta o rei não detém todos os poderes.
B. Na monarquia liberal, o poder é tripartido: legislativo, executivo e judicial.
C. O poder judicial é exercido pelos juízes, na monarquia absoluta.
D. O poder executivo é exercido pelo rei, na monarquia absoluta.
E. O poder legislativo pertence ao Parlamento, na monarquia liberal.
F. O poder judicial é exercido pelos juízes, nos tribunais, na monarquia liberal.
1. Julgar quem não cumpre as leis
2. Fazer as leis
3. Governação do país
a) Poder legislativo
c) Poder judicial
b) Poder executivo
1
DOC.
218
TESTE 2B
D. Pedro IV D. Miguel
3.1 Completa o texto seguinte:
D. era de D. Miguel e filho de D. Carlota Joaquina e de
D. . Quando D. João VI morreu, D. foi aclamado rei de Portugal, pois
era o filho mais . Os pais de D. eram D.
e D. Leopoldina .
4 Observa os documentos 3 e 4.
É bom não esquecer que esta guerra teve a particu-
laridade de ser uma guerra civil, ou seja, opôs um grupo
de Portugueses a outro grupo de Portugueses só porque
tinham ideias diferentes. Sendo assim, no lado de lá do
campo de batalha, não estavam desconhecidos. Estavam
irmãos, primos, amigos de infância.
Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, Um Trono para Dois Irmãos,
Lisboa, Editorial Caminho (adaptado).
4
DOC.
3
DOC.
4.1 Risca as palavras incorretas existentes nas afirmações seguintes.
a) Os grupos em confronto eram comandados por D. Pedro/D. João e por D. Duarte/D. Miguel.
b) Os absolutistas eram comandados por D. Pedro/D. Miguel e os liberais por D. Pedro/D. Miguel.
c) Este conflito chamou-se guerra civil/mundial, porque lutaram entre si grupos de habitantes
do mesmo país.
d) Esta guerra decorreu entre 1832 e 1834 e terminou com a vitória dos liberais/absolutistas.
4.2 Refere o tipo de monarquia defendido, respetivamente, por D. Pedro e por D. Miguel.
3 Analisa cuidadosamente o documento 2, sobre a
descendência de D. João VI.
D. Carlota Joaquina
(n. 1775 – m. 1830)
D. João VI
(reinado – 1816-1826)
D. Pedro IV
– filho mais velho
(reinado – 1826)
D. Leopoldina
(n. 1797 – m. 1826)
D. Adelaide
(n. 1831 - m. 1909)
D. Miguel
(reinado – 1828-1834)
D. Maria II
(reinado – 1826-1853)
D. Fernando
(n. 1816 – m. 1885)
D. Pedro
(n. – 1825-1891)
2
DOC.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
219
TESTE 2B
5 5.Ordena cronologicamente os seguintes acontecimentos, numerando-os de 1 a 4.
Saída da família real para o Brasil.
Primeira invasão napoleónica.
Revolução francesa.
Guerra Civil entre liberais e absolutistas.
Este teste correu-me muito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e
estudei em casa.
Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na
realização das atividades e estudei pouco em casa.
Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das
atividades e não estudei em casa.
Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto
dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades.
Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei
que terei de mudar a minha atitude.
Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor
corresponde ao teu trabalho nas aulas e em casa.
FIM
Avaliação/Observação
__________________________________
Professor(a): ______________________
Nome: __________________________________________________________ N.O
: ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____
220
TESTE 3B
I
Portugal na segunda metade do século XIX
1 Na segunda metade do século XIX, ocorreram grandes alterações na economia e na sociedade
portuguesa. Observa os documentos 1 e 2.
1
DOC.
2
DOC.
1.1 Completa o texto seguinte com o número da palavra ou expressão correta.
1. cultivadas 2. árvores 3. século XIX 4. animais
5. gado 6. agricultura 7. batata 8. máquinas 9. baldios
Até meados do ___, havia muitas terras que não eram ___. Havia terras cobertas de ___, outras
serviam de pastagem para o ___. Utilizavam-se instrumentos antiquados puxados por ___. Na segunda
metade do século XIX, os governos liberais tomaram medidas para modernizar a ___. Passou a utilizar-se
___, muitos ___ foram divididos e entregues a camponeses que os passaram a cultivar, desenvolveram-
-se culturas como o milho, a vinha e a ___.
2 A introdução da máquina na agricultura, na indústria e nos transportes provocou grandes alterações.
Lê os documentos 3 e 4.
Nada consome quando não trabalha; nunca
se cansa nem precisa de dormir; não está sujeita a
doenças se é bem construída; só recusa trabalhar
quando está gasta pela idade; trabalha em tudo: é
mineira, marinheira, tecedeira, ferreira, moleira;
numa palavra, faz todos os ofícios.
O Panorama (revista do século XIX), 1839 (adaptado)
3
DOC.
Os trabalhadores receberam mal este invento
[a máquina a vapor], e sítios há em que se têm
oposto ao trabalho das máquinas (…)
As máquinas, com dois homens (…) fazem o tra-
balho de 45 a 50 bons trabalhadores.
Arquivo Rural, vol. I, 1858 (adaptado)
4
DOC.
Tanto trabalho e tão
pouca produção…
Com estas mudanças já
conseguimos produzir mais!
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
221
1821 Introdução da máquina a vapor na indústria em Portugal.
1823 Primeira carreira Lisboa-Porto em barco a vapor.
1856 Inauguração da primeira linha férrea, que ligava Lisboa ao Carregado.
4.1 Identifica a grande inovação introduzida em Portugal no século XIX.
4.2 Que meios de transporte beneficiaram com essa inovação?
Produção artesanal Produção mecanizada
Oficina
Operário
Poucos trabalhadores
Menos tempo gasto na produção
Poucos produtos
Produtos todos iguais
3.1 Refere o tipo de produção que fez baixar os preços.
4 Lê atentamente a seguinte cronologia.
TESTE 3B
2.1 Lê atentamente o texto. Depois risca as palavras/expressões incorretas.
O assunto abordado nos dois documentos é a utilização/não utilização da máquina em diversas ati-
vidades. A máquina tem muitas vantagens/desvantagens: não se cansa/precisa dormir e trabalha em
tudo/em algumas atividades, por isso, se refere que faz todos os/alguns ofícios.
Uma vez que a máquina «faz todos os ofícios», os trabalhadores receberam-na bem/mal, tendo-se
oposto à/apoiado a utilização da mesma, pois temiam perder os empregos.
3 A indústria sofreu uma grande evolução. Completa o quadro seguinte, que compara a produção arte-
sanal com a produção mecanizada.
222
7.1 Completa o quadro seguinte, escrevendo o número dos documentos no local correto.
TESTE 3B
5 Lê os documentos 5 e 6.
5.1 Risca as palavras erradas no texto seguinte:
Na segunda metade do século XVIII/XIX, a população portuguesa diminuiu/aumentou. Lisboa teve
maior/menor crescimento do que o Porto.
5.2 Refere duas razões que levavam tantas pessoas a preferir viver nestas duas cidades.
1840 1860 1880 1900
N.° de habitantes de Lisboa
0
100 000
200 000
300 000
400 000
1840 1860 1880 1900
N.° de habitantes do Porto
0
100 000
200 000
300 000
400 000
7
DOC.
8
DOC.
9
DOC.
10
DOC.
11
DOC.
Vida quotidiana Documentos
Na cidade
No campo
7 Observa os documentos seguintes.
6 Dá dois exemplos que mostrem que a seguinte frase é verdadeira: «Os governos liberais preocuparam-
-se com os Direitos Humanos».
5
DOC.
6
DOC.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
223
TESTE 3B
8 Completa o texto, preenchendo os espaços em branco com as seguintes palavras ou expressões.
batata região difícil pão festas religiosas materiais
criação de gado bailes agricultura procisões clima
As principais atividades das pessoas do campo continuavam a ser a e a
. Embora tivesse havido muitas melhorias na agricultura, a vida destas pessoas
continuava a ser . Alimentavam-se com os produtos que produziam, como por
exemplo , arroz, e gordura de porco. O seu vestuário era simples
e variava conforme a , o e os trabalhos que realizavam. Também
o tipo de casa variava conforme a localização, o clima e os existentes na região.
Os divertimentos das pessoas do campo estavam muito ligados aos trabalhos agrícolas e às
como era o caso das . Feiras e eram outra forma
de diversão.
1872 Primeiro grande
movimento de greves
(29).
1880 Fundação de 30
novas fábricas.
1886 Greves dos operários
metalúrgicos.
1890 Primeira
comemoração do dia
1 de Maio, em Lisboa.
1891 Decreto
regulamentando o
trabalho das mulheres
e dos menores nas
fábricas.
9 Com o desenvolvimento da indústria surge o operariado. Observa os documentos 12 e 13 e lê a
cronologia (documento 14).
1852
N.° de operários (em milhares)
0
5
10
15
20
25
30
35
40
45
50
1881
12,5
45
Fábrica (finais do século XIX).
Número de operários em Portugal.
12
DOC.
13
DOC.
14
DOC.
9.1 Completa o texto seguinte com o número do documento correto.
Com o desenvolvimento da indústria aumentou muito o número de trabalhadores nas fábricas
(Doc. ). Foi surgindo um novo grupo social, o operariado, que incluía homens, crianças e mulheres
(Doc. ). O operariado formou associações de operários, que organizaram diversas greves (Doc.
) para lutarem por melhores salários e por melhores condições de trabalho.
Os governos liberais fizeram algumas leis sobre o trabalho das mulheres e das crianças
(Doc. ).
CRONOLOGIA
224
Este teste correu-me muito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e
estudei em casa.
Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na
realização das atividades e estudei pouco em casa.
Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das
atividades e não estudei em casa.
Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto
dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades.
Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei
que terei de mudar a minha atitude.
Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor
corresponde ao teu trabalho nas aulas e em casa.
TESTE 3B
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
Avaliação/Observação
__________________________________
Professor(a): ______________________
Nome: __________________________________________________________ N.O
: ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____
225
TESTE 4B
I
Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926
1 Observa o documento 1. Depois completa o texto seguinte:
Rio
Congo
OCEANO
ÍNDICO
OCEANO
ATLÂNTICO
Sofala
Lourenço
Marques
Luanda
2000 km
0
Rio Zambeze
Lago Niassa
A Grã-Bretanha, a França e a Alemanha pretendiam ocupar
territórios em , para se apoderarem das suas
riquezas.
Em 1884-1885 realizou-se a Conferência de , tendo
ficado decidido que os eram de quem os
efetivamente, não importando quem os tivesse
. Esta decisão prejudicou , que
procurou ocupar alguns territórios entre Angola e .
O governo português apresentou o , onde
assinalava os territórios a que se achava com direito.
2 Observa o documento 2.
2.1 Identifica o acontecimento a que se refere o documento.
2.2 Refere:
a) quem levou a cabo esse acontecimento;
b) o que aconteceu à família real.
2.3 Menciona:
a) a forma de governo que terminou;
b) a forma de governo que se iniciou.
1
DOC.
2
DOC.
226
TESTE 4B
3 Assinala com uma cruz (X) as imagens referentes às primeiras medidas republicanas.
4 Lê o documento 8.
P
;).Ď5'-)+)()=$(5$=Ď35;;);Y
P
´354$;:.$Ď-);)(.=ė;.$Z5)/$Z:$4(5
o rei morre, sucede-lhe o filho mais velho.
P
8;).()4=)($)8ù1.'$Ď5'-)+)()=$(5)
governa durante um período de tempo imposto
por lei.
P
ĩ)1).=58)15'.($(ē5)1).=5;)Y
8
DOC.
3
DOC.
4
DOC.
6
DOC.
7
DOC.
5
DOC.
4.1 Assinala com uma cruz (X) as afirmações verdadeiras (V) e falsas (F). Depois, corrige as que estiverem
erradas.
Afirmações V F
a) Na monarquia, o chefe do Estado é o rei, até morrer.
b) O presidente da República exerce o cargo durante o período de tempo previsto na lei.
c) A monarquia era hereditária, pois ao rei não sucedia o filho.
d) O presidente da República é eleito pelos cidadãos eleitores ou pelos deputados eleitos
por eles.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
227
5 Completa o esquema com a seguinte informação.
TESTE 4B
đ Um dia de descanso semanal e oito horas
de trabalho diário.
đ Criação dos primeiros jardins de infância.
đ Seguro obrigatório para doença, velhice
e acidentes de trabalho.
đ Criação de escolas primárias.
đ Ensino.
đ Direito à greve.
đ Trabalho.
đ Combate ao analfabetismo.
đ
đ
đ
đ
đ
đ
đ
đ
Medidas
republicanas
6 Observa o documento 9 com muita atenção.
Os alimentos estão cada vez
mais caros!
Nada funciona neste país!
Está tudo em greve!
Os governantes estão
sempre a mudar!
Portugal nunca devia ter
entrado na Grande Guerra!
1
3
2
4
9
DOC.
6.1 Completa o texto seguinte com o número do balão correto.
A instabilidade política (balão____), o elevado número de grevistas (balão____), o elevado preço
dos produtos e a sua escassez (balão____) e a participação de Portugal no primeiro conflito mundial
(balão____), provocaram o descontentamento de muitos portugueses.
6.2 Refere o ano em que se iniciou e o ano em que terminou a I República.
228
TESTE 4B
7 Observa com muita atenção o esquema seguinte.
đ Aumento do preço dos
produtos alimentares.
đ Redução do poder de
compra.
đ Muitas greves.
đ Atentados à bomba.
Crise social Crise política
đ Despesas do Estado
superiores às receitas
đ Empréstimos ao
estrangeiro
– crescimento da dívida
externa.
đ Mudanças sucessivas
de Governo.
đ Desentendimento entre
os partidos políticos.
Crise financeira
8 Observa os documentos 10 e 11. Depois, legenda-os com a seguinte informação:
Caricatura sobre a censura Encerramento do Parlamento por ordem dos militares
As leis deixaram de ser feitas pelos deputados Acabou a liberdade de expressão
10
DOC.
11
DOC.
7.1 Identifica o que conduziu ao golpe militar de 1926.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
229
II
O Estado Novo (1933-1974)
TESTE 4B
1 Assinala a alínea que completa corretamente a seguinte afirmação: «Salazar governou em ditadura,
pois…
a) … respeitou a Constituição de 1933 que garantia a eleição do presidente da República pelos cidadãos
eleitores.»
b) … o governo governava, a Assembleia Nacional, eleita pelos cidadãos eleitores, fazia as leis e os juízes
julgavam os que não as cumpriam.»
c) … progressivamente, foi-se apoderando dos poderes do presidente da República, a Assembleia Nacional
praticamenteapenasaprovavaasleisqueSalazarqueria,mandavaemtudoetodostinhamdelheobedecer.»
d) … discordou dos militares que acabaram com a I República.»
9 Completa o quadro com a informação seguinte, colocando o número de cada afirmação no local que
lhe corresponde.
1. Iniciou-se a 28 de maio de 1926, com o golpe militar chefiado pelo general Gomes da Costa.
2. Iniciou-se em 5 de outubro de 1910 e terminou em 1926.
3. O Parlamento foi encerrado.
4. Os deputados ao Parlamento eram eleitos pelos cidadãos.
5. O governo era escolhido pelo presidente da República.
6. O governo era escolhido pelos militares.
7. Foi proibido o direito à greve.
8. Foi concedido o direito à greve.
9. As mudanças de governo eram frequentes.
10. O valor das despesas do Estado era muito superior ao das receitas.
A I República A Ditadura Militar
2 Completa a seguinte cronologia com os acontecimentos que correspondem a cada ano.
1928
1932
1933
230
TESTE 4B
4 Lê atentamente o texto seguinte.
4.1 Completa o quadro seguinte sobre as eleições presidenciais de:
Durante o Estado Novo, ou salazarismo, as eleições não eram verdadeiramente livres. A oposição não
podia fazer campanha livremente nem controlar a contagem dos votos. Em 1958, a candidatura de Hum-
berto Delgado às eleições presidenciais, com o apoio de toda a oposição, conseguiu grande apoio popular.
Contudo, Américo Tomás, candidato apoiado por Salazar, foi declarado vencedor.
HGP6, Texto Editores, 2011.
8
DOC.
Candidato apoiado pela
ditadura
Candidato apoiado pela
oposição
Candidato declarado
vencedor
Conclusão: As eleições no tempo do Estado Novo não eram
3 Observaosdocumentosseguintes.Depois,completaasalíneascomonúmerodosdocumentoscorretos.
1
DOC.
2
DOC.
3
DOC.
4
DOC.
5
DOC.
6
DOC.
7
DOC.
a) Obras públicas –
b) Partido único –
c) Falta de liberdade –
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
231
5 Após o fim da II Guerra Mundial, Portugal
continuou a manter colónias em África, ao
contrário dos outros países europeus, o
que levou ao surgimento dos movimentos
de independência.
Observa o documento 9.
5.1 Identifica o continente onde se deu a Guerra Colonial.
5.2 Refere duas consequências da Guerra Colonial.
6 Ordena cronologicamente os seguintes acontecimento, numerando-os de 1 a 4.
a) Início da Ditadura Militar c) Salazar, presidente do Conselho de Ministros
b) Início da Guerra Colonial d) Aprovação da Constituição do Estado Novo.
Angola
Cabo Verde
Madeira
Açores
Guiné
São Tomé e Príncipe
Moçambique
Diu
Damão
Goa
Macau
Timor
EUROPA
ÁSIA
ÁFRICA
OCEANO
ATLÂNTICO
OCEANO
PACÍFICO
OCEANO
ÍNDICO
1961
1961
1963
1964
Conflito armado
N
2000 km
0
9
DOC.
TESTE 4B
Este teste correu-me muito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e
estudei em casa.
Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na
realização das atividades e estudei pouco em casa.
Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das
atividades e não estudei em casa.
Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto
dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades.
Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei
que terei de mudar a minha atitude.
Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor corresponde
ao teu trabalho nas aulas e em casa.
FIM
Avaliação/Observação
__________________________________
Professor(a): ______________________
Nome: __________________________________________________________ N.O
: ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____
232
TESTE 5B
I
O 25 de abril de 1974 e o regime democrático
1 Em 1933, começou o Estado Novo, período em que Portugal viveu em ditadura. Observa o documento 1.
1.1 Identifica as imagens que correspondem:
a) ao período anterior ao 25 de Abril;
b) ao 25 de Abril;
c) ao apoio do povo ao MFA.
a)
b)
c)
1
DOC.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
233
2 Observa atentamente os documentos e assinala a resposta correta.
3 Lê o documento 4.
Medidas a curto prazo
1. No prazo máximo de três semanas após a conquista do poder, a Junta de Salvação Nacional escolherá,
de entre os seus membros, o que exercerá as funções de Presidente da República Portuguesa (...)
5. O Governo Provisório (…) obrigar-se-á a promover imediatamente: (…)
b) A liberdade de reunião e associação (…).
c) A liberdade de expressão e de pensamento sob qualquer forma.
6. O Governo Provisório lançará os fundamentos de:
a) Uma nova política económica posta ao serviço do Povo Português, em particular das camadas da
população até agora mais desfavorecidas (...).
8. A política ultramarina do governo (...) orientar-se-á pelos seguintes princípios:
a) Reconhecimento de que a solução das guerras no Ultramar é política e não militar;
b)Criaçãodecondiçõesparaumdebatefrancoeaberto,anívelnacional,doproblemaUltramarino(...).
Excertos do Programa do MFA, 1974 (adaptado)
4
DOC.
TESTE 5B
a) Os manifestantes aplaudem Salazar.
b) Os manifestantes festejam o 1.o
de Maio, Dia do Trabalhador, mas estão a ser perseguidos
pela polícia política.
c) Os manifestantes festejam o primeiro 1.o
de Maio em liberdade, após o 25 de Abril.
d) Os manifestantes são contra a liberdade e contra o 1.o
de Maio.
2
DOC.
3
DOC.
3.1. Risca, nas frases seguintes, as palavras/expressões incorretas, de modo a obteres afirmações verdadeiras.
a) O programa do MFA defende/proíbe a liberdade para formar partidos políticos.
b)ĩ,$;$4=.(5o fim/o início da censura e a proibição/liberdade de associação.
c) A nova política económica terá como principal preocupação as camadas da população
mais/menos desfavorecidas.
d) A solução da guerra do Ultramar é política/militar.
234
3.2 Menciona a forma de governo que se iniciou com o 25 de Abril de 1974.
4 A Constituição de 1976 contém os direitos e deveres dos portugueses e a forma como se organiza o
poder político. Lê com muita atenção o documento 5.
A Constituição de 1976
Parte I – Direitos e deveres fundamentais
Art.º 13.º – 1. Todos os cidadãos (...) são iguais perante a lei.
Art.º 26.º – 2. Ninguém pode ser submetido a tortura, nem a maus
tratos ou penas cruéis (…).
Art.º 37.º – 1. Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o
seu pensamento pela palavra, pela imagem (...) bem como o
direito de se informar.
Art.º 45.º – 1. Os cidadãos têm o direito de se reunir pacificamente (…).
Art.º 59.º – É garantido o direito à greve.
Art.º 73.º – Todos têm direito à educação e cultura (…).
Parte III – Organização do poder político
Art.º 113.º – São órgãos de soberania (...) e os tribunais.
Constituição de 1976 (excertos adaptados)
5
DOC.
4.1 Liga, através de setas, os artigos ao direito que lhes corresponde.
a) Art.o
13.o
1. Garante o direito à greve.
2. Garante a igualdade perante a lei
3. Impede a existência da censura.
4. Impede a violência usada pela PIDE.
5. Garante o direito à educação.
6. Refere os órgãos do poder central.
7. Direito de reunião.
b) Art.o
26.o
c) Art.o
37.o
d) Art.o
45.o
e) Art.o
59.o
f) Art.o
73.o
g) Art.o
113.o
TESTE 5B
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
235
5 Completa o quadro com as seguintes palavras ou expressões.
Governo Assembleia de Freguesia Câmara Municipal Assembleia Regional Tribunais
Presidente da Republica Assembleia Municipal Assembleia da República
Junta de Freguesia Governo Regional
Órgãos de poder central Órgãos de poder local Órgãos de poder regional
¤ ¤
·
¤ ¤
¤ ¤
·
¤ ¤
II
Espaços em que Portugal se integra
1 Assinala com V as afirmações verdadeiras e com F as afirmações falsas, sobre a União Europeia.
A União Europeia (UE) foi fundada em 1957, por seis países, entre os quais a
França.
A UE começou por se chamar Comunidade Económica Europeia (CEE).
Portugal só se tornou membro da CEE em 1986.
O alargamento da UE, em 2004, foi o maior de todos – entraram mais 20
países.
A moeda única, adotada desde 1 de janeiro de 2002, é o euro.
A moeda que circula em Portugal é o escudo.
TESTE 5B
6 Completa as alíneas seguintes com o órgão de poder correto.
a) ___________________________ – Faz as leis para todo o país.
b) ___________________________ – Faz as leis apenas para as regiões autónomas.
c) ___________________________ – Resolve os problemas do concelho.
d) ___________________________Vĩ;)854ė?)1Z85;)A)3815Z8)1$3$4=)4Đē5(5/$;(.4($+;),).$Y
236
2 Completa as afirmações seguintes com os principais objetivos da Organização das Nações Unidas
(ONU).
¤ Manter a ______ no mundo.
¤ Desenvolver a ____________________ internacional a nível económico, social, cultural e humanitário.
¤ Promover o respeito pelos ________________ _______________ em todo o mundo.
3 Analisa atentamente o documento 1.
OCEANO
ATLÂNTICO
OCEANO ÍNDICO
PORTUGAL
km 2000
0
Angola
Brasil
Cabo Verde
Moçambique
Timor-Leste
Guiné-Bissau
Guiné Equatorial
São Tomé e Príncipe
N
3.1. Refere a língua falada nos países assinalados no mapa.
3.2. Completa a seguinte frase:
P.,4.+.'$
3.3. Identifica os países que fazem parte da CPLP.
TESTE 5B
FIM
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
237
Este teste correu-me muito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e
estudei em casa.
Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na
realização das atividades e estudei pouco em casa.
Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das
atividades e não estudei em casa.
Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto
dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades.
Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei
que terei de mudar a minha atitude.
Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor corresponde
ao teu trabalho nas aulas e em casa.
TESTE 5B
Avaliação/Observação
__________________________________
Professor(a): ______________________
Nome: __________________________________________________________ N.O
: ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____
238
TESTE 6B
I
A população portuguesa
1 Lê o documento 1.
História dos censos em Portugal
Em 1864, realizou-se o primeiro Recenseamento Geral da População Portu-
guesa, o qual foi o primeiro a reger-se pelas orientações internacionais.
Embora estas orientações já indicassem que os recenseamentos deveriam ser
realizados de 10 em 10 anos o censo seguinte apenas se realizou em 1878, ao qual se
seguiria o de 1890. A partir de então os recenseamentos da população têm vindo a
realizar-se, com algumas exceções, em intervalos regulares de 10 anos.
Em 1910 a turbulência vivida com a implantação da República motivou a não
realização do censo, o qual teve lugar em 1911. Após a criação do INE em 1935, os
recenseamentos passaram a ser realizados por este Instituto, o primeiro dos quais
em 1940.
Outro marco importante na história dos censos ocorreu em 1970, quando em
simultâneo com o Recenseamento da População se realizou o I Recenseamento da
Habitação. Mais recentemente, com o objetivo de harmonizar o calendário censi-
tário da União Europeia (UE), o recenseamento de 1980 foi transferido para 1981.
O último censo realizado em Portugal teve lugar em 2011.
Instituto Nacional de Estatística, 2011 (adaptado)
1
DOC.
1.1 Completa as frases seguintes, de acordo com o texto, assinalando a letra correta.
a) O primeiro recenseamento realizou-se em:
A. 1864.
B. 1911.
C. 1935.
b) Os censos realizam-se, normalmente:
A. De 5 em 5 anos.
B. De 10 em 10 anos.
C. De 12 em 12 anos.
c) O Instituto Nacional de Estatística (INE), foi criado em:
A. 1910.
B. 1935.
C. 1940.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
239
TESTE 6B
d) Em simultâneo com o Recenseamento da População, em 1970 realizou-se também:
A. O I Recenseamento da Habitação.
B. O II Recenseamento da Habitação.
C. O X Recenseamento da População.
e) O último recenseamento em Portugal realizou-se em:
A. 2001.
B. 2011.
C. 2016.
1.2 Refere a importância da realização periódica de censos.
2 Lê atentamente a seguinte notícia (doc. 2).
Portugal tem a segunda taxa de natalidade mais baixa da União
Europeia
No ano passado, a taxa de natalidade em Portugal foi de 8,3%, a segunda
mais baixa da União Europeia. É uma percentagem que combinada com a taxa
de mortalidade de 10,3% leva o país a apresentar um saldo negativo de –2,2%
na substituição de gerações, mostram os números do Eurostat divulgados esta
sexta-feira.
Os dados sobre a população do Gabinete de Estatística da União Europeia
confirmam,também,queopaísviuonúmeroderesidentescair3,2%emtermos
absolutos. Em janeiro último, tinha 10,341 milhões de habitantes, contra 10,374
milhões um ano antes.
Jornal Expresso, 08.02.2016 (adaptado)
2
DOC.
2.1 Tendo por base a informação da notícia anterior, risca as palavras/expressões que não estão corretas, de
forma a obteres afirmações verdadeiras.
a) A natalidade é/não é um dos fatores que faz variar a população absoluta.
b) A taxa de natalidade em Portugal é uma das mais altas/baixas da União Europeia.
c) O número de residentes em Portugal diminuiu/aumentou.
d) Em janeiro de 2016 Portugal tinha mais/menos residentes que um ano antes.
e) A natalidade e a mortalidade são/não são fatores que fazem variar a população absoluta.
240
TESTE 6B
3 Observa o documento 4, sobre a evolução da estrutura etária da população, em Portugal e por regiões
(2001-2016).
2.2 Além da natalidade e da mortalidade, outros fatores fazem variar a população. Identifica-os, escrevendo os
respetivos nomes nos lugares certos.
3
DOC.
Portugal
Norte
Centro
Lisboa V. Tejo
Alentejo
Algarve
Açores
Madeira
2001 2016
0 - 14 15 - 64 65 e + anos
0 20 40 60 80 100 % 0 20 40 60 80 100 %
4
DOC.
3.1 Assinala as afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F). Depois corrige as afirmações falsas.
Afirmações V F
a) O grupo etário que mais cresceu é o dos 65 e + anos.
b) O grupo etário que mais tem diminuído é o dos 15-64 anos.
c) A região onde se verifica maior aumento da população idosa é a Madeira.
d) A região onde se encontra mais população jovem é os Açores.
Entrada Saída
2.
1.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
241
TESTE 6B
4 Observa o documento 5.
Porto
Caminha Bragança
Braga
Guimarães
Aveiro Viseu
Lisboa
 1000
451 - 1000
180 - 450
100 - 179
30 - 99
 30
Hab./km2
População total:
10 401 100
Território:
91 946 km2
Densidade
populacional:
113,1 habitantes/ km2
N
Faro
Beja
Évora
Setúbal
AÇORES
Corvo
Flores
Faial
Pico
São Jorge
Graciosa
Terceira
Ponta Delgada
São Miguel
Santa Maria
40 km
0
MADEIRA
Porto Santo
Funchal 40 km
0
40 km
0
5
DOC.
4.1 Com base no documento 5, define densidade populacional.
4.2 Liga, através de setas, as cidades da coluna A à expressão correspondente, na coluna B.
4.3 A densidade populacional é maior no litoral ou no interior?.
Guarda
¤ Densidade
populacional baixa
¤ Densidade
populacional elevada
Lisboa
Funchal
Portalegre
Bragança
A B
242
TESTE 6B
1.2 Refere o espaço com maior densidade populacional. Justifica com duas razões da preferência da popu-
lação por esse espaço.
1.1 Completa o quadro seguinte.
II
Os lugares onde vivemos
1 Observa os documentos seguintes.
2 Observa atentamente os documentos.
1
DOC.
2
DOC.
4
DOC.
3
DOC.
Espaço Documentos
¤ Rural
¤ Urbano
Urgueira, Sabugal, em outubro. Urgueira, Sabugal, em agosto quando muitos emigrantes
regressam.
5
DOC.
6
DOC.
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
243
TESTE 6B
2.1 Identifica o problema que afeta as regiões do interior do país que as imagens mostram.
2.2 Refere duas causas da situação identificada na resposta anterior.
3 Completa o texto com as palavras/expressões seguintes.
reciclagem espaços verdes cuidados médicos litoral
tráfego transportes poluição
Nas zonas rurais persistem a falta de e de ; nas cidades o
é intenso provocando perda de tempo e , há insegurança e falta
de .
Na defesa do ambiente, é importante a e o tratamento de águas residuais. Os
níveis de conforto são mais elevados nas regiões do .
III
As atividades que desenvolvemos
1 A partir da observação do documento 1, indica a região onde tem maior importância o setor:
1
DOC.
Setor terciário
Setor secundário
Setor primário
N
AÇORES
40 km
0
MADEIRA
40 km
0
40 km
0
Norte
Centro
Lisboa
e Vale do Tejo
Alentejo
Algarve
1.1 primário;
244
TESTE 6B
1.2 secundário;
1.3 terciário.
2 Preenche o quadro com as palavras/expressões seguintes.
Comércio Agricultura Indústria transformadora Pecuária
Comunicações Administração Produção de energia Construção civil Estração mineira
Setor primário Setor secundário Setor terciário
Este teste correu-me muito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e
estudei em casa.
Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na
realização das atividades e estudei pouco em casa.
Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das
atividades e não estudei em casa.
Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto
dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades.
Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei
que terei de mudar a minha atitude.
Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor corresponde
ao teu trabalho nas aulas e em casa.
FIM
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
245
TESTE 1
GRUPOS QUESTÃO SOLUÇÃO COTAÇÃO*
I
1.1 A 4
1.2 B 4
1.3 D 5
1.4 D 8
1.5 A 5
2.1 A 8
3.1 D 8
II
1.1 A 5
2.1 B 8
III 1.1 B 8
IV
1.1 C 5
1.2 D 4
1.3 A 6
V
1.1 D 5
1.2 C 5
2.1 A 6
VI 1. A 6
TESTE 2
GRUPOS QUESTÃO SOLUÇÃO COTAÇÃO
I
1.1 D 5
1.2 A 5
1.3 B 5
1.4 B 5
2.1 B 8
3.1 B 10
II
1.1 A 5
1.2 B 6
2.1 C 5
2.2 D 5
3.1 A 4
3.2 C 4
4. C 8
5.1 B 4
5.2 C 4
5.3 D 4
6. A 8
7. D 5
TESTE 3
GRUPOS QUESTÃO SOLUÇÃO COTAÇÃO
I
1.1 C 5
1.2 B 5
1.3 B 5
2.1 D 8
3.1 A 5
3.2.1 B 5
3.2.2 A 5
3.3.1 C 5
3.3.2 B 5
4.1 A 5
4.2 C 5
4.3 B 5
4.4 C 5
5.1 D 5
5.2 A 5
6.1. C 7
7.1 C 5
8.1 D 5
8.2 A 5
CRITÉRIOS DE CORREÇÃO – TESTES DE CORREÇÃO RÁPIDA
TESTE 4
GRUPOS QUESTÃO SOLUÇÃO COTAÇÃO
I
1.1 a) C 5
1.1 b) D 5
1.2 B 5
2.1 C 5
3.1 B 6
4.1 D 6
II
1.1 A 6
2.1 D 4
3. A 4
4.1 C 4
4.2 D 4
5.1 A 5
5.2 D 6
6. A 6
7.1 A 4
7.2 B 3
7.3 C 3
7.4 C 3
8.1 A 4
8.2 D 3
8.3 B 4
9. D 5
* Em pontos percentuais
246
CRITÉRIOS DE CORREÇÃO – TESTES DE CORREÇÃO RÁPIDA
TESTE 5
GRUPOS QUESTÃO SOLUÇÃO COTAÇÃO
I
1.1 C 5
1.2 D 5
2.1 B 4
2.2 A 6
3.1 B 5
4. B 6
5.1 A 5
5.2 A 5
5.3 D 5
6.1 a) C 4
6.1 b) C 4
6.2 B 6
7.1 B 6
7.2 D 6
II
1. A 6
2. B 6
3.1 D 5
3.2 C 5
3.3 A 6
TESTE 6
GRUPOS QUESTÃO SOLUÇÃO COTAÇÃO
I
1.1 A 5
1.2 B 5
2.1 C 5
2.2 B 5
3. A 7
4.1 D 4
4.2 A 6
5.1 D 6
6.1 D 5
6.2 a) A 4
6.2 b) C 4
II
1.1 C 5
1.2 A 5
2.1 B 6
2.2 D 6
III
1.1 C 4
1.2 D 4
1.3 B 4
2.1 C 5
2.2 D 5
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
247
CRITÉRIOS DE CORREÇÃO – TESTE 1A
GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO
I
1.1
África Ásia América
• Escravos,
marfim,
algodão
• Porcelanas,
especiarias
• Ouro, cacau,
Café, açúcar
6
Refere corretamente de três a cinco produtos. 3
Dá outra resposta. 0
1.2
R: O aumento da área do império no continente americano e a cada vez
maior importância do Brasil.
4
Refere a importância crescente do Brasil. 2
Dá outra resposta. 0
1.3
R: A concorrência de outros países no comércio das especiarias; a riqueza
do Brasil.
4
Refere apenas um aspeto. 2
Dá outra resposta. 0
1.4
R: Açúcar e ouro. 4
Refere um produto. 2
Dá outra resposta. 0
2.1
R: b) 4
Dá outra resposta. 0
2.2
R: Risca as palavras seguintes: missionários; índios; colonos. 3
Risca corretamente duas palavras. 2
Dá outra resposta. 0
3.1
a) «Os senhores vestindo ricamente» / «os escravos nus».
b) «Os senhores banqueteando» / «os escravos morrendo à fome».
c) «Os senhores nadando em ouro e prata» / «os escravos carregados
de ferro».
d) «Os senhores tratando-os como brutos» / «os escravos temendo-os
como deuses».
4
Transcreve corretamente duas ou três expressões. 2
Dá outra resposta. 0
3.2
R: A maioria das pessoas não estaria de acordo com o autor, pois a
escravatura era uma prática corrente e normal, ou equivalente.
5
Dá outra resposta. 0
3.3
R: Resposta pessoal, devidamente fundamentada. 5
Resposta pessoal, mas sem fundamentação. 0
II
1.1
R: D. João V foi um rei absoluto e, por isso, nunca reuniu Cortes. 5
Refere o tipo de poder, mas não relaciona com o documento. 3
Dá outra resposta. 0
2.1 a)
R: Habitação ricamente decorada, com carpetes, cadeiras… 3
Refere um ou dois aspetos. 2
Dá outra resposta. 0
248
GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO
2.1 b)
R: Vestuário luxuoso seguindo a moda francesa. 3
Refere apenas um aspeto. 2
Dá outra resposta. 0
III 1.1
R: Imagem 1/ Doc. A; Imagem 2/Doc. C; Imagem 3/Doc. B;
Imagem 4/ Doc. D.
4
Escreve corretamente dois ou três números. 2
Dá outra resposta. 0
IV
1.1
R: Doc. 1 - Palácio-convento de Mafra; Doc. 2 - Aqueduto das Águas Livres. 4
Legenda corretamente uma imagem. 2
Dá outra resposta. 0
1.2
R: Estilo barroco. 3
Dá outra resposta. 0
1.3
R: Abundância de decoração; uso de linhas curvas; revestimento a talha
dourada e azulejo.
6
Refere duas características. 4
Dá outra resposta. 0
V
1.1
R: Terramoto de 1755. 4
Dá outra resposta. 0
1.2
R: O Marquês de Pombal. 4
Dá outra resposta. 0
2.1
R: Ruas largas, com traçado geométrico e passeios calcetados; prédios
com a mesma altura; rede de esgotos.
6
Refere uma ou duas características. 3
Dá outra resposta. 0
3.
R: Completa escrevendo as palavras pela ordem seguinte: indústrias; esco-
las primárias; laboratórios; jesuítas; nobreza; rei; burguesia; escravatura.
8
Completa corretamente de seis ou sete espaços. 6
Completa corretamente de quatro ou cinco espaços. 4
Dá outra resposta. 0
VI
1.
R: Ordena: 4-6-3-5-1-2. 5
Dá outra resposta. 0
2.
R: a) 2; b) 3; c) 1; d) 5; e) 6; f) 4. 6
Liga corretamente de três a cinco conceitos. 3
Dá outra resposta. 0
CRITÉRIOS DE CORREÇÃO – TESTE 1A
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
249
CRITÉRIOS DE CORREÇÃO – TESTE 1B
GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO
I
1.1
Constituição do Império Português no século XVIII
Ásia Goa, Diu, Damão, Timor
África Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné, Angola, Moçambique
América Brasil
10
Completa corretamente de cinco a nove palavras/expressões. 5
Dá outra resposta. 0
1.2
R: a) Brasil. b) América / Americano. 6
Responde corretamente a uma alínea. 3
Dá outra resposta. 0
2.1
R: F-F-V-V-F-F. 6
Classifica corretamente de três a cinco afirmações. 3
Dá outra resposta. 0
2.2
R. Risca: canela-missionários-Angola-índios-colonos. 6
Risca corretamente três ou quatro palavras. 3
Dá outra resposta. 0
3.1
a) senhor. b) escravo. c) senhor. d) escravo. 8
Transcreve corretamente de dois a três espaços. 4
Dá outra resposta. 0
3.2
R: a) Os escravos. 5
Dá outra resposta. 0
II 1.1
R: Doc. 3; Doc. 1; Doc. 4; Doc. 2. 6
Escreve corretamente o número de dois ou três documentos. 3
Dá outra resposta. 0
III
1.
R: A – Clero B – Nobreza C – Povo 6
Identifica corretamente um grupo social. 3
Dá outra resposta. 0
2.
R: Completa com: clero – nobreza – privilegiados – não privilegiado – burgueses. 8
Completa corretamente três ou quatro espaços. 4
Dá outra resposta. 0
IV 1.1
R: Azulejos e talha dourada. 6
Refere duas características. 3
Dá outra resposta. 0
V
1.1
R: Completa com: 1755 – terramoto – destruídos – morreram – D. José I –
Marquês de Pombal – Lisboa – ruas – passeios – praça.
8
Completa corretamente de sete a nove espaços. 4
Dá outra resposta. 0
2.1
R: Doc. 3 – Depois do terramoto. Doc. 4 – Antes do terramoto. 5
Dá outra resposta. 0
3.
a) 1756; b) 1759; c) 1755; d) 1772; e) 1761. 10
Completa corretamente quatro ou cinco espaços. 5
Dá outra resposta. 0
VI 1.
R: Ordena: 4-6-3-5-1-2 10
Dá outra resposta. 0
250
GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO
I
1.1
R: Burguesia e povo. 4
Indica apenas um grupo. 2
Dá outra resposta. 0
1.2
R: Pagavam muitos impostos; a nobreza e o clero tinham muitos privilé-
gios; o rei tinha poder absoluto.
5
Refere dois motivos do descontentamento. 3
Refere um motivo. 1
Dá outra resposta. 0
1.3
R: Uma revolução que pôs fim à monarquia absoluta em França. 4
Resposta incompleta. 2
Dá outra resposta. 0
1.4
R: Defendiam a igualdade, a liberdade e a separação dos poderes; 5
Refere duas ideias. 3
Dá outra resposta. 0
2.1
R: Completa com: clero; nobreza; povo; povo; clero; nobreza; anterior;
a seguir.
5
Preenche corretamente de quatro a sete espaços. 3
Dá outra resposta. 0
3.
R: Napoleão; Inglaterra; Bloqueio Continental; Portugal; 1.a
invasão; Lisboa;
inglês; Franceses; Porto; Linhas de Torres; Franceses.
8
Preenche corretamente de oito a dez espaços. 6
Preenche corretamente de cinco a sete espaços. 4
Dá outra resposta. 0
II
1.1
R: O Brasil deixou de fazer comércio apenas com Portugal, passando a
fazê-lo também com outros países.
4
Refere a alteração sem relacionar com a cronologia. 2
Dá outra resposta. 0
1.2
Foi Portugal, porque deixou de controlar esse comércio que era muito
lucrativo, ou equivalente.
4
Dá outra resposta. 0
1.3
R: Inglaterra. 5
Dá outra resposta. 0
1.4
R: Como os Ingleses vieram ajudar a combater os Franceses, Portugal fez
tratados de comércio com a Inglaterra que beneficiaram os Ingleses.
5
Dá outra resposta. 0
2.1
R: A continuação da presença dos Ingleses em Portugal a mandar,
e a continuação da família real no Brasil.
4
Refere apenas um motivo. 2
Dá outra resposta. 0
2.2
R: Uma revolução, feita pelos liberais, que pôs fim à monarquia absoluta
em Portugal.
4
Escreve apenas «Uma revolução». 2
Dá outra resposta. 0
2.3
R: O clero e a nobreza, porque perdiam os privilégios, ou equivalente. 4
Refere apenas um grupo social, ou, referindo os dois, não justifica. 2
Dá outra resposta. 0
CRITÉRIOS DE CORREÇÃO – TESTE 2A
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
251
CRITÉRIOS DE CORREÇÃO – TESTE 2A
• Defensor da monarquia liberal.
• Apoiado pelo clero, pela nobreza e
por alguns populares.
• Deu a independência ao Brasil.
• Defensor da monarquia absoluta.
• Fez-se aclamar rei e dissolveu as Cortes.
• O seu exército ocupou a cidade do Porto.
• O seu exército cercou a cidade do Porto.
• Foi derrotado na Guerra Civil, tendo
partido para o exílio.
GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO
II
3.1
R: a) Art.o
. 9.o
; b) Art.o
29.o
4
Responde corretamente a uma alínea. 2
Dá outra resposta. 0
4.
Poderes Quem detém os poderes
Monarquia Absoluta Monarquia Liberal ou Constitucional
Legislativo Rei Cortes
Executivo Rei Rei e secretários de Estado.
Judicial Rei Juízes /Tribunais
6
Completa corretamente três a cinco espaços. 4
Dá outra resposta. 0
5.1
R: D. Pedro e D. Miguel eram irmãos. 3
Dá outra resposta. 0
5.2
R: Eram D. Pedro e D. Leopoldina. 3
Dá outra resposta. 0
5.3
R: D. Pedro IV 3
Dá outra resposta. 0
6.
R:
D. Pedro IV
D. Miguel
6
Liga corretamente seis ou sete afirmações. 4
Liga corretamente quatro ou cinco afirmações. 2
Dá outra resposta. 0
III
1.
R: a) 2; b) 1; c) 5; d) 4; e) 3; f) 6. 6
Dá outra resposta. 0
2.
R: a) 7; b) 5; c) 4; d) 1; e) 3; f) 6; g) 2. 8
Liga corretamente de quatro a seis conceitos. 4
Dá outra resposta. 0
252
GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO
I
1.1
R: Revolução Francesa. 4
Dá outra resposta. 0
1.2
R: 1789. 6
Responde a uma parte da questão. 3
Dá outra resposta. 0
1.3
R: Liberdade, igualdade e fraternidade. 5
Refere duas ideias. 3
Dá outra resposta. 0
2.1
R: Napoleão Bonaparte. 5
Dá outra resposta. 0
2.2
R: Porque Portugal hesitou em obedecer ao Bloqueio Continental
e Napoleão ordenou a invasão do reino, ou equivalente.
6
Dá outra resposta. 0
3.
8
Completa corretamente de três a seis espaços. 4
Dá outra resposta. 0
4.1
R: Na terceira, porque a zona referida encontra-se no percurso de retirada
dos Franceses, na última invasão, ou equivalente.
5
Dá outra resposta. 0
4.2
R: Assinala no sítio certo. 4
Dá outra resposta. 0
4.3
R: Foram desbaratados e fugiram, ou equivalente. 5
Dá outra resposta. 0
II
1.1
R: A – 4; B – 2; C – 3; D – 1. 4
Ordena corretamente de duas a três frases. 2
Dá outra resposta. 0
1.2
R: Causas – frases B e D.
Consequências – frase A.
6
Completa corretamente dois ou três espaços. 3
Dá outra resposta. 0
1.3
R: Porque o rei governa respeitando a Constituição, que contempla ideias
liberais, ou equivalente.
5
Dá outra resposta. 0
1.4
R: Lei principal de um país, onde constam os direitos e os deveres dos
cidadãos. Todas as outras leis têm de estar de acordo com a Constituição.
5
Refere apenas um aspeto. 3
Dá outra resposta. 0
CRITÉRIOS DE CORREÇÃO – TESTE 2B
Invasões Anos
Comandante
francês Nas três invasões,
os Franceses foram
expulsos pelo exército
anglo-português.
1.a
1807-1808 Junot
2.a
1809 Soult
3.a
1810-1811 Massena
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
253
GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO
II
2.1
R: Poder legislativo – Fazer as leis.
Poder executivo – Governação do país.
Poder judicial – Julgar quem não cumpre as leis.
6
Liga corretamente um poder. 3
Dá outra resposta. 0
2.2
R: Verdadeiras – B, D, E, F.
Falsas – A, C.
A. Na monarquia absoluta o rei detém todos os poderes.
C. O poder executivo é exercido pelo rei, na monarquia absoluta.
6
Assinala corretamente três a cinco afirmações e corrige uma errada. 4
Assinala de três a cinco afirmações mas não corrige. 2
Dá outra resposta. 0
3.1
R: D. Pedro – irmão – D. Pedro – D. Maria – D. Pedro IV – D. Leopoldina. 5
Completa corretamente de quatro a seis espaços. 3
Dá outra resposta. 0
4.1
R: Risca – D. João; D. Duarte; D. Pedro; D. Miguel; mundial; absolutistas. 5
Risca corretamente de três a cinco palavras. 3
Dá outra resposta. 0
4.2
R: D. Pedro – Monarquia liberal. D. Miguel – Monarquia absoluta 5
Dá outra resposta. 0
5.
R: 3 – 2 – 1 – 4 5
Dá outra resposta. 0
CRITÉRIOS DE CORREÇÃO – TESTE 2B
254
CRITÉRIOS DE CORREÇÃO – TESTE 3A
GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO
I
1.1
1 – Morgadio 5 – Arroz 9 – Baldios
2 – Nobreza 6 – Regeneração 10 – Descansar
3 – Adubos 7 – Milho 11 – Batata
4 – Seleção 8 – Mecanização
8
Completa corretamente oito a dez espaços. 6
Completa corretamente cinco a sete espaços. 4
Dá outra resposta. 0
2.1
R: Liga à imagem do artesão:
• Poucos trabalhadores.
• Artesão.
• O preço dos produtos é mais alto.
• Os produtos são todos diferentes.
• O trabalho é feito em casa ou em pequenas oficinas.
Liga à imagem da produção mecanizada:
• A produção é elevada e feita em menos tempo.
• Os produtos são todos iguais.
• Muitos trabalhadores.
• Os trabalhadores são especializados.
• Operário.
6
Liga corretamente sete a nove afirmações. 4
Liga corretamente quatro a seis afirmações 2
Dá outra resposta. 0
3.1
R; Introdução da máquina a vapor ou equivalente. 4
Dá outra resposta. 0
3.2 a)
R: Referir três entre as várias vantagens referidas no documento. 4
Refere duas vantagens. 2
Dá outra resposta. 0
3.2 b)
R: A máquina é utilizada em muitas atividades, ou equivalente. 4
Dá outra resposta. 0
3.3 a)
R: Os trabalhadores. 4
Dá outra resposta. 0
3.3 b)
R: A máquina faz as tarefas dos trabalhadores, levando-os ao desemprego,
ou equivalente.
4
Dá outra resposta. 0
4.1
R: Vender jornais, varrer as ruas, ir à escola e passear. 5
Refere duas ocupações. 3
Dá outra resposta. 0
4.2
R: Está a chegar à cidade, porque estão a descarregar produtos do campo,
ou equivalente.
5
Responde que está a chegar à cidade mas não justifica. 3
Dá outra resposta. 0
4.3 a)
R: Os governos liberais preocuparam-se com o ensino, pois mandaram
construir escolas primárias, entre outras medidas, ou equivalente.
5
Responde afirmativamente, mas não justifica. 3
Dá outra resposta. 0
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
255
CRITÉRIOS DE CORREÇÃO – TESTE 3A
GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO
I
4.3 b)
R: Os governos liberais preocuparam-se com os transportes, pois nas ima-
gens vemos o comboio, barcos e um «americano», ou equivalente.
5
Dá outra resposta. 0
5.1
R: Aumentou. 5
Dá outra resposta. 0
5.2
R: Iam à procura de emprego e de melhores condições de vida, ou equivalente. 6
Dá outra resposta. 0
6.1
R:
Vida quotidiana: Documentos:
Na cidade 14 e 15
No campo 11, 12 e 13
5
Preenche corretamente três ou quatro documentos. 3
Dá outra resposta. 0
7.
R: Frase 1 – Doc. 16; Frase 2 – Doc. 17; Frase 3 – Doc. 18. 6
Liga corretamente duas ou três frases. 3
Dá outra resposta. 0
8.
R:
Quando surgiu em Portugal Na segunda metade do século XIX.
Quem o constituía Operários
Condições de vida
Más, trabalhando muito e ganhando
pouco.
Como conseguiram melhorar
as condições de vida
Uniram-se, formaram associações/
sindicatos e recorreram à greve.
6
Completa corretamente duas ou três linhas. 3
Dá outra resposta. 0
9.1
R: «Arquitetura do ferro». 5
Dá outra resposta. 0
9.2
R: Ferro e vidro. 5
Dá outra resposta. 0
10.
R: 1. a); 2. g); 3. f); 4. e); 5. d); 6. b); 7. c); 8. h) 8
Faz de quatro a seis correspondências corretas. 4
Dá outra resposta. 0
256
CRITÉRIOS DE CORREÇÃO – TESTE 3B
GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO
I
1.1
R: 3. século XIX; 1. cultivadas; 2. árvores: 5. gado; 4. animais; 6. agricultura:
8. máquinas; 9. baldios; 7. batata.
9
Completa corretamente de quatro a sete espaços. 5
Dá outra resposta. 0
2.1
R: Risca não utilização – desvantagens – precisa dormir – em algumas ati-
vidades – alguns – bem – apoiado.
7
Risca corretamente de quatro a seis palavras / expressões. 4
Dá outra resposta. 0
3.
R: Produção artesanal – Artesão; Mais tempo gasto na produção; Produtos
todos diferentes.
Produção mecanizada – Fábrica; Muitos trabalhadores; Muitos produtos.
8
Completa corretamente de oito a dez espaços. 6
Completa corretamente de cinco a sete espaços. 4
Dá outra resposta. 0
3.1
R: Produção mecanizada. 8
Dá outra resposta. 0
4.1
R.: A máquina a vapor. 6
Dá outra resposta. 0
4.2
R: Barcos e comboio. 6
Refere um. 3
Dá outra resposta. 0
5.1
R: Risca XVIII; diminuiu; menor. 6
Risca corretamente duas palavras. 3
Dá outra resposta. 0
5.2
R: Porque nas cidades havia mais empregos e melhores condições de vida,
ou equivalente.
10
Refere um aspeto. 5
Dá outra resposta. 0
6.
R: A abolição da pena de morte para crimes civis (1867) e a abolição da
escravatura em todos os territórios portugueses (1869).
10
Refere um exemplo. 5
Dá outra resposta. 0
7.1
R: Nas cidades – docs. 10 e 11. No campo – docs. 7, 8 e 9. 10
Associa corretamente três ou quatro documentos. 5
Dá outra resposta. 0
8.
R: agricultura - criação de gado – difícil – batata – pão – região – clima -
materiais - festas religiosas – procissões - bailes.
10
Completa corretamente de sete a dez espaços. 8
Completa corretamente de quatro a seis espaços. 6
Dá outra resposta. 0
9.1
R: Doc. 12; Doc. 13; Doc. 14; Doc. 14. 10
Completa corretamente dois a três documentos 5
Dá outra resposta. 0
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
257
CRITÉRIOS DE CORREÇÃO – TESTE 4A
GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO
I
1.1
R: Na monarquia – Rei.
Na república – Presidente da República.
4
Refere corretamente um aspeto. 2
Dá outra resposta. 0
1.2
R: É o presidente da República, que é eleito pelos cidadãos por um perío-
do de tempo limitado.
4
Responde corretamente mas não justifica. 2
Dá outra resposta. 0
2.1
R:
Dois acontecimentos que
contribuíram para a queda
da monarquia.
• O Ultimato Inglês.
• O regicídio.
Quem apoiou os militares
revoltosos.
• O povo
O que fez a família real • Fugiu
Regime que terminou
e regime que se iniciou
• Terminou – Monarquia • Ano – 1910
• Iniciou – República • Século – XX
6
Completa corretamente quatro ou cinco espaços. 3
Dá outra resposta. 0
3.1
R: Balão 2; Balão 4; Balão 3; Balão 4
Completa corretamente com o número de dois ou três balões. 2
Dá outra resposta. 0
3.2
R: De 1910 a 1926. 4
Dá outra resposta. 0
4.
R: a) 3; b) 4; c) 2; d) 1; e) 5. 5
Liga corretamente duas ou três datas. 3
Dá outra resposta. 0
5.1
Na eduçação:
Medidas – Instrução obrigatória dos 7 aos 10 anos; Foi melhorado o ensino
técnico e criadas escolas agrícolas, comerciais e industriais; Foram criadas as
Universidades de Lisboa e do Porto.
Finalidades – Combater o analfabetismo; Preparar pessoas para trabalharem
nas principais atividades económicas; Garantir que mais estudantes pudessem
fazer o ensino superior
No trabalho:
Medidas – Horário de 8 horas de trabalho; Direito à greve; Seguro obrigatório
contra acidentes de trabalho, doença ou velhice; Descanso semanal obrigatório;
Finalidades – Melhorar as condições de vida dos trabalhadores
6
Refere três ou quatro medidas. 4
Dá outra resposta. 0
6.1
R: Revolta militar de 28 de maio de 1926. 5
Dá outra resposta. 0
7.
R: a) 2; b) 1; c) 5; d) 4; e) 3; f) 7; g) 6. 8
Liga corretamente de três a seis alíneas. 4
Dá outra resposta. 0
258
CRITÉRIOS DE CORREÇÃO – TESTE 4A
GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO
II
1.
R: 1928 – Salazar, ministro das Finanças.
1929 – Salazar consegue equilibrar as contas do Estado.
1932 – Salazar é nomeado presidente do Conselho de Ministros.
1933 – Aprovação da Constituição.
4
2.
R: Doc. 1; Doc. 2; Doc. 6; Doc. 3; Doc. 7; Doc. 5; Doc. 4. 6
Dá outra resposta. 0
3.1
As eleições não eram verdadeiramente livres, porque a oposição não podia
fazer campanha, nem controlar as contagens dos votos, ou equivalente.
6
Refere apenas um aspeto. 3
Dá outra resposta. 0
3.2
a) Humberto Delgado. b) Américo Tomás. c) Américo Tomás. 6
Identifica corretamente dois elementos. 3
Identifica corretamente um elemento.
Dá outra resposta. 0
4.1
R: Guiné, Angola e Moçambique. 5
Refere duas colónias corretamente. 3
Dá outra resposta. 0
4.2
R: Continente africano / África. 4
Dá outra resposta. 0
4.3
R: em 1961. 4
Dá outra resposta. 0
4.4
R: Muitos mortos e feridos portugueses e africanos; gastos em dinheiro
enormes.
6
Refere uma consequência. 3
Dá outra resposta. 0
5.
R: Início da Ditadura Militar – 1926.
Salazar, presidente do Conselho de Ministros – 1932.
Aprovação da Constituição do Estado Novo – 1933.
Início da Guerra Colonial – 1961.
Fim do Estado Novo – 1974.
5
Completa corretamente três ou quatro espaços. 3
Dá outra resposta. 0
6.
R: a) 3; b) 1; c) 5; d) 4; e) 2. 8
Dá outra resposta. 0
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
259
CRITÉRIOS DE CORREÇÃO – TESTE 4B
GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO
I
1.
R: África – Berlim – territórios – ocupasse – descoberto – Portugal
– Moçambique – Mapa Cor-de-Rosa
5
Preenche corretamente de quatro a sete espaços.. 3
Dá outra resposta. 0
2.1
R: À implantação da República, ou equivalente. 4
Dá outra resposta. 0
2.2 a)
R: Exército, marinha e povo. 4
Dá outra resposta. 0
2.2 b)
R: Pôs-se em fuga. 5
Dá outra resposta. 0
2.3 a)
R: Monarquia. 3
Dá outra resposta. 0
2.3 b)
R: República. 3
Dá outra resposta. 0
3.
R: Documentos 4, 5 e 7. 6
Refere corretamente dois ou três documentos. 3
Dá outra resposta. 0
4.1
R: Verdadeiras: a); b); d). Falsa: c).
A monarquia era hereditária, pois ao rei sucedia o filho.
5
Assinala corretamente duas frases e corrige. 3
Dá outra resposta. 0
5.
R: Trabalho – Um dia de descanso semanal e oito horas de trabalho diário;
Seguro obrigatório para doença, velhice e acidentes de trabalho; Direito à
greve.
Ensino – Criação dos primeiros jardins-de-infância; Criação de escolas pri-
márias; Combate ao analfabetismo.
8
Coloca corretamente de sete a oito pontos. 6
Coloca corretamente de cinco ou seis pontos. 4
Dá outra resposta. 0
6.1
R: Balão 2; Balão 3; Balão 1; Balão 4. 4
Completa corretamente dois ou três balões. 2
Dá outra resposta. 0
6.2
R: 1910-1926. 4
Dá outra resposta. 0
7.1
R: A crise social, financeira e política. 4
Dá outra resposta. 0
8.
R: Doc. 10 – Encerramento do Parlamento por ordem dos militares; as leis
deixaram de ser feitas pelos deputados.
Doc. 11 – Caricatura sobre a censura; acabou a liberdade de expressão.
6
Legenda corretamente um documento ou escreve corretamente duas frases. 3
Dá outra resposta. 0
260
CRITÉRIOS DE CORREÇÃO – TESTE 4B
GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO
I 9.
R: I República: 2; 4; 5; 8; 9; 10
Ditadura Militar: 1; 3; 6; 7; 9; 10
6
Coloca corretamente oito ou nove frases. 4
Coloca corretamente de cinco a sete frases. 2
Dá outra resposta. 0
II
1.
R: c) … pois, progressivamente, foi-se apoderando dos poderes do presiden-
te da República, a Assembleia Nacional praticamente apenas aprovava as
leis que Salazar queria, mandava em tudo e todos tinham de lhe obedecer.»
5
Dá outra resposta. 0
2.
R: 1928 – Salazar é nomeado ministro das Finanças.
1932 – Salazar é nomeado presidente do Conselho de Ministros.
1933 – É aprovada a Constituição do Estado Novo.
6
Completa corretamente duas datas. 4
Dá outra resposta. 0
3.
R: a) – Docs. 1, 2 e 6
b) – Doc. 5
c) – Docs. 3,4 e 7
5
Dá outra resposta. 0
4.1
Apoiado pela ditadura – Américo Tomás
Apoiado pela oposição – Humberto Delgado
Vencedor – Américo Tomás
Conclusão – (…) livres
6
Preenche corretamente dois espaços. 4
Dá outra resposta. 0
5.1
R: África / continente africano. 3
Dá outra resposta. 0
5.2
R: Muitas pessoas incapacitadas, muitos mortos dos dois lados; despesas
elevadas (duas).
4
Refere uma consequência. 2
Dá outra resposta. 0
6.
R: a) 1; b) 4; c) 2; d) 3. 4
Dá outra resposta. 0
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
261
CRITÉRIOS DE CORREÇÃO – TESTE 5A
GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO
I
1.1
R: A falta de liberdade, o aumento do custo de vida e a Guerra Colonial. 8
Refere um aspeto. 4
Dá outra resposta. 0
2.
R: Movimento das Forças Armadas – MFA. 6
Dá outra resposta. 0
3.1
R: Comemora-se o 1.o
de Maio. A manifestação realizou-se depois do 25 de
Abril, já que, na ditadura, as pessoas estavam proibidas de se manifestar
livremente.
8
Refere um dos acontecimentos. 6
Dá outra resposta. 0
4.1
R: a) alínea b. b) alínea c. 6
Indica a resposta correta a uma alínea. 3
Dá outra resposta. 0
4.2
R: A independência das colónias. 6
Dá outra resposta. 0
4.3
R: Democracia. 6
Dá outra resposta. 0
5.1
R: a) art.o
37.o
b) art.o
26.o
c) art.o
59.o
d) art.o
73.o
8
Identifica corretamente dois ou três artigos. 4
Dá outra resposta. 0
5.2 a)
R: Parte III – Organização do poder político. 6
Dá outra resposta. 0
5.2 b)
R: Presidente da República e Assembleia da República. 6
Indica corretamente um órgão. 3
Dá outra resposta. 0
6.
Presidente da República
Governo
Assembleia da República
Tribunais
Julgar quem não cumpre as leis.
Fazer as leis.
Nomear e demitir o primeiro ministro.
Governou o país.
10
Liga corretamente dois ou três órgãos de soberania às respetivas funções. 5
Dá outra resposta. 0
7.
Governo Cãmara Municipal Junta de Freguesia
• Construção de uma
autoestrada
• Construção de um
hospital
• Construção de
esgotos
• Construção de uma
escola primária (para
o 1.o
ciclo)
• Conservação das
árvores existentes
nas ruas
• Desratização de uma
rua
8
Escreve no sítio certo quatro ou cinco obrigações. 4
Dá outra resposta. 0
262
CRITÉRIOS DE CORREÇÃO – TESTE 5A
GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO
II
1.
R: V-V-V-F-V 6
Dá outra resposta. 0
2.
R: Completa com: paz – cooperação – direitos humanos 6
Completa corretamente dois espaços. 3
Dá outra resposta. 0
3.1
R: Completa com: português – Comunidade de Países de Língua Portuguesa –
Portugal – Cabo Verde – Guiné – Brasil – São Tomé e Príncipe – Angola
– Moçambique – Timor – Guiné Equatorial.
10
Completa corretamente de nove a onze espaços. 7
Completa corretamente de cinco a oito espaços. 5
Dá outra resposta. 0
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
263
GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO
I
1.1 a)
R: A imagem a). 4
Dá outra resposta. 0
1.1 b)
R: A imagem b). 4
Dá outra resposta. 0
1.1 c)
R: A imagem c). 4
Dá outra resposta. 0
2.
R: c) Os manifestantes festejam o 1.º de Maio em liberdade, após o 25 de Abril. 8
Dá outra resposta. 0
3.1
R: a) proíbe. b) o início – proibição. c) menos. d) militar. 8
Risca corretamente de duas a quatro palavras/expressões. 4
Dá outra resposta. 0
3.2
R: Democracia. 5
Dá outra resposta. 0
4.1
R: a) 2. b) 4. c) 3. d) 7. e) 1. f) 5. g) 6. 10
Liga corretamente cinco ou seis artigos. 7
Liga corretamente três ou quatro artigos. 5
Dá outra resposta. 0
5.
Órgãos de poder central Órgãos de poder local Órgão de poder regional
• Governo
• Assembleia
da República
• Presidente
da República
• Tribunais
• Câmara Municipal
• Assembleia Municipal
• Junta de Freguesia
• Assembleia de
Freguesia
• Governo Regional
• Assembleia Regional
10
Completa corretamente seis ou sete espaços. 7
Completa corretamente quatro ou cinco espaços. 5
Dá outra resposta. 0
6.
R: a) Assembleia da República. c) Câmara Municipal.
b) Assembleia Regional. d) Junta de Freguesia.
8
Completa corretamente duas ou três alíneas. 4
Dá outra resposta. 0
II
1.
R: F – V – V – F – V – F 6
Assinala corretamente de três a cinco afirmações. 3
Dá outra resposta. 0
2.
R: paz – cooperação – Direitos Humanos 9
Completa corretamente dois espaços. 6
Completa corretamente um espaço. 3
Dá outra resposta. 0
3.1
R: É o Português. 6
Dá outra resposta. 0
3.2
R: CPLP – Comunidade de Países de Língua Portuguesa. 8
Dá outra resposta. 0
3.3
R: Portugal, Brasil, Cabo Verde, Guiné, São Tomé e Príncipe, Angola,
Moçambique, Timor e Guiné Equatorial.
10
Indica corretamente seis ou oito países. 8
Indica corretamente quatro ou cinco países. 5
Dá outra resposta. 0
CRITÉRIOS DE CORREÇÃO – TESTE 5B
264
CRITÉRIOS DE CORREÇÃO – TESTE 6A
GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO
I
1.1
R: Onde vivemos, onde trabalhamos, quantos somos, que estudos temos. 6
Dá dois exemplos 4
Dá outra resposta. 0
1.2
R: A partir desses dados é possível, por exemplo, tomar decisões e planear
a construção de escolas ou hospitais em determinado local, ou equivalente.
6
Dá outra resposta. 0
2.1
a) 4,5; b) 1911; c) 6,8; d) 8,5; e) 1970; f) 9,9; g) 10,6 6
Preenche corretamente de três a seis espaços. 3
Dá outra resposta. 0
2.2
R: A partir de 1930. 4
Dá outra resposta. 0
2.3
R: A população esteve em constante aumento, com exceção da década de
1960, quando se deu uma diminuição, e 2015, ou equivalente.
5
Dá outra resposta. 0
3.
R: Natalidade, mortalidade, imigração e emigração. 8
Refere dois ou três fatores. 5
Dá outra resposta. 0
4.1
R: O continente africano. 5
Dá outra resposta. 0
4.2
R: A chegada de emigrantes e a fixação das famílias faz aumentar a popu-
lação, ou equivalente.
5
Dá outra resposta. 0
5.1
R: a) 65 e + b) 0 aos 14 c) Alentejo d) Açores 4
Responde corretamente a duas ou três alíneas. 2
Dá outra resposta. 0
6.1
R: É o número de habitantes por quilómetro quadrado, ou equivalente. 5
Dá outra resposta. 0
6.2
R: a) Por exemplo Lisboa e Funchal b) Por exemplo Bragança 6
Responde corretamente a uma alínea. 3
Dá outra resposta. 0
6.3
R: É maior no litoral, já que é aí que se concentra a população, pois há
mais empregos e melhores condições de vida, ou equivalente.
6
Dá outra resposta. 0
II
1.1
Doc. 1 – Povoamento rural. Doc. 2 – Povoamento urbano. 4
Identifica corretamente um tipo de povoamento. 2
Dá outra resposta. 0
1.2
R: No povoamento urbano. 5
Dá outra resposta. 0
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
265
CRITÉRIOS DE CORREÇÃO – TESTE 6A
GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO
II 2.
R:
8
Liga corretamente seis ou sete afirmações 6
Liga corretamente quatro ou cinco afirmações. 4
Dá outra resposta. 0
III
1.1
R: Na Região Centro. 3
Dá outra resposta. 0
1.2
R: Na Região Norte. 3
Dá outra resposta. 0
1.3
Na Região do Algarve. 3
Dá outra resposta. 0
2.
R:
8
Preenche corretamente seis a oito elementos. 6
Preenche corretamente quatro a cinco elementos. 4
Dá outra resposta. 0
Doc. 3 (povoamento urbano) Doc. 4 (povoamento rural)
• Área atrativa
• Maior densidade populacional
• Maior facilidade em encontrar
emprego
• Área repulsiva
• Falta de emprego
• Menor densidade populacional
Setor primário Setor secundário Setor terciário
• Agricultura
• Pecuária
• Extração mineira
• Indústria transformadora
• Produção de energia
• Construção civil
• Comércio
• Comunicações
• Administração
266
CRITÉRIOS DE CORREÇÃO – TESTE 6B
GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO
I
1.1 a)
R: A. 1864. 3
Dá outra resposta. 0
1.1 b)
R: B. De 10 em 10 anos. 3
Dá outra resposta. 0
1.1 c)
R: B. 1935. 3
Dá outra resposta. 0
1.1 d)
R: I Recenseamento da Habitação. 3
Dá outra resposta. 0
1.1 e)
R: 2011. 3
Dá outra resposta. 0
1.2
R: A realização de censos é importante para que os governantes
conheçam a situação do país e possam propor e implementar medidas
importantes para a população, como, por exemplo, a construção de
escolas e hospitais, ou resposta equivalente.
6
Dá outra resposta. 0
2.1
R: a) não é; b) altas; c) aumentou; d) mais; e) não são. 6
Risca corretamente duas ou três palavras/expressões. 3
Dá outra resposta. 0
2.2
R: Imigração. Emigração. 5
Preenche corretamente um espaço. 3
Dá outra resposta. 0
3.1
R: V – F – F – V
O grupo etário que mais tem diminuído é o dos 0-14 anos.
A região onde se verifica maior aumento da população idosa é o Alentejo.
6
Corrige corretamente uma afirmação. 4
Dá outra resposta. 0
4.1
R: Densidade populacional é o número de habitantes por quilómetro quadrado. 5
Dá outra resposta. 0
4.2
R: Densidade populacional baixa: Guarda, Portalegre e Bragança.
Densidade populacional elevada: Lisboa e Funchal.
5
Liga corretamente três ou quatro cidades. 3
Dá outra resposta. 0
4.3
R: No litoral. 6
Dá outra resposta. 0
II 1.1
Espaço Documentos
• Rural 3 e 4
• Urbano 1 e 2
6
Completa corretamente dois ou três espaços. 3
Dá outra resposta. 0
·
CAP
·
Novo
HGP
·
6.º
ano
267
CRITÉRIOS DE CORREÇÃO – TESTE 6B
GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO
II
1.2
R: É no espaço urbano que há maior densidade populacional, porque é onde
há melhores condições de vida e mais empregos, ou resposta equivalente.
6
Dá outra resposta. 0
2.1
R: É o despovoamento. 5
Dá outra resposta. 0
2.2
R: Por exemplo, não há empregos, as escolas são longe das aldeias e os
hospitais também estão distantes, ou equivalente.
6
Dá outra resposta. 0
3.
R: cuidados médicos – transportes – tráfego – poluição – espaços verdes –
reciclagem – litoral
6
Completa corretamente cinco os seis espaços. 4
Completa corretamente três ou quatro espaços. 3
Dá outra resposta. 0
III
1.1
R: Centro. 3
Dá outra resposta. 0
1.2
R: Norte. 3
Dá outra resposta. 0
1.3
R: Algarve. 3
Dá outra resposta. 0
2.
R: Setor primário: Agricultura, pecuária, extração mineira.
Setor secundário: Indústria transformadora, produção de energia, construção
civil.
Setor terciário: Comércio, comunicações, administração.
8
Preenche corretamente seis a oito palavras/expressões. 6
Preenche corretamente quatro ou cinco palavras/expressões. 4
Dá outra resposta. 0
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 269
Guia de exploração
de recursos multimédia
Novo HGP 6
é uma ferramenta inovadora que possibilita, em sala de aula, a fácil exploração do projeto
Novo HGP 6 através das novas tecnologias. Permite o acesso a um vasto conjunto de recursos digitais
associados ao manual:
Apresentações em PowerPoint®
(subdomínio)
As apresentações em PowerPoint® contemplam todos os conteúdos abordados no Manual.
Nesse sentido, proporcionam uma solução pedagógica alternativa, podendo o professor
apresentar a matéria através deste recurso. Por outro lado, constituem uma ferramenta de
síntese e de consolidação, uma vez que contemplam sempre perguntas e atividades
(acompanhadas de resolução) sobre os respetivos temas.
Total de apresentações em PowerPoint® (com as respetivas sugestões de exploração) disponíveis no
projeto Novo HGP 6: 9 (uma na versão de demonstração).
Animações
Recursos multimédia que apresentam, de forma precisa e sintética, diversos conteúdos de
cada subdomínio das Metas Curriculares. A animação gráfica é baseada numa grande
diversidade e riqueza de fontes, nomeadamente ilustrações, mapas e imagens da época.
A existência, em todas as animações, de um menu simples e acessível permite navegar
facilmente dentro do próprio recurso. As animações finalizam com uma atividade de consolidação de
conhecimentos. Em suma, um recurso que permite ao professor estruturar a aula em conformidade com
os conteúdos do manual Novo HGP 6.
Total de animações (com as respetivas sugestões de exploração) disponíveis no projeto Novo HGP 6: 14
(quatro na versão de demonstração)
Animações iniciais de domínio
Partindo das ilustrações de abertura de cada domínio e conjugando-as com registos
audiovisuais das respetivas épocas, estes recursos apresentam aos alunos os principais
conteúdos e motivam-nos para a sua aprendizagem.
Total de animações iniciais (com as respetivas sugestões de exploração) disponíveis no projeto Novo
HGP 6: 3 (uma na versão de demonstração)
270 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Vídeos
Recursos que, em poucos minutos, introduzem ou sintetizam conteúdos relevantes de
aprendizagem. Constituem elementos privilegiados de motivação para os alunos (neste
caso, através de filmagens de época, excertos de documentários…).
O professor pode sugerir aos alunos que visionem o vídeo em casa, para posteriormente ser
analisado na sala de aula (o que permitirá ao professor lecionar os conteúdos em menos tempo).
Total de vídeos (com as respetivas sugestões de exploração) disponíveis no projeto Novo HGP 6: 25 (cinco na
versão de demonstração)
Áudio e áudios ilustrados «Tudo isto é História» (QR Codes)
A rubrica «Tudo isto é História» (acessível também através de QR Codes) é composta por
áudios e áudios ilustrados que explicam a origem de uma expressão com História ou de uma
curiosidade histórica, contextualizando-a na forma de um pequeno resumo dos tópicos
associados. Permitem despertar a curiosidade dos alunos.
Total de áudios e áudios ilustrados (com as respetivas sugestões de exploração) disponíveis no projeto
Novo HGP 6: 17 (três na versão de demonstração)
Filmes (excertos)
Seleção de excertos de filmes que, retratando várias épocas históricas trabalhadas no 6.o
ano de escolaridade, permitem ao professor despertar mais facilmente o interesse e a
curiosidade dos alunos relativamente aos conteúdos do programa.
Total de filmes (excertos) disponíveis no projeto Novo HGP 6: 8 (um na demo)
Músicas (excertos)
Conjunto alargado de excertos musicais de época que constituem um recurso-fonte
privilegiado de motivação dos alunos, para além de servirem de momentos lúdicos da
aula.
Total de músicas (excertos) disponíveis no projeto Novo HGP 6: 20 (quatro na versão de demonstração)
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 271
Atividades de composição de puzzles
As atividades de composição de puzzles permitem aos alunos conhecer ou reforçar o
conhecimento de imagens da época e ilustrações significativas dos conteúdos
abordados.
Total de atividades de composição de puzzles disponíveis no projeto Novo HGP 6: 12 (duas na versão de
demonstração)
Jogos «Quem quer ser historiador?»
Os jogos «Quem quer ser historiador?», com questões de diferente nível de dificuldade,
permitem aos alunos testarem os seus conhecimentos. Por sua vez, o professor pode utilizar
o recurso numa aula de revisões ou como momento lúdico no final da aula.
Total de jogos disponíveis no projeto Novo HGP 6: 3 (um na versão de demonstração)
Testes interativos
Os testes interativos contemplam a totalidade dos conteúdos abordados.
No final de cada teste é fornecido um relatório com a indicação das questões que
acertou/falhou, sendo possível fazer a comparação entre as respostas dadas e as respetivas
soluções. A área dos testes interativos disponibiliza ainda várias funcionalidades como a
criação dos próprios testes/questões e a sua exportação para word.
Total de testes interativos disponíveis no projeto Novo HGP 6: 18 (dois na versão de demonstração).
Identificam-se em seguida todos os recursos digitais disponíveis no projeto Novo HGP 6, organizados por
domínio e subdomínio. Adicionalmente, em , disponibilizam-se todos os conteúdos deste
Caderno de Apoio ao Professor em formato editável.
272 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Volume
1
Domínio/
Subdomínio
APRESENTAÇÕES
(em
PowerPoint®)
ANIMAÇÕES
VÍDEOS
«TUDO
ISTO
É
HISTÓRIA»
ATIVIDADES/
JOGOS
FILMES
(excertos)
MÚSICAS
(excertos)
TESTES
INTERATIVOS
Tema
4
–
Portugal,
do
século
XVIII
ao
século
XIX
Animação
inicial
(tema
4)
(p.
18)
Quem
quer
ser
historiador?
(tema
4)
(p.
98)
Subtema
4.1
–
O
Império
Português,
o
poder
absoluto,
a
sociedade
de
ordens
e
a
arte
no
século
XVIII
O
século
XVIII
(p.
8)
A
colónia
do
Brasil
nos
séculos
XVII
e
XVIII
(p.
21)
A
sociedade
do
século
XVIII
(p.
26)
O
comércio
atlântico
de
escravos
(p.
23)
A
arte
barroca
(p.
29)
Ir
para
o
quinto
dos
infernos
(p.
11)
Uma
elegante
do
século
XVIII
(p.
26)
Puzzle
1
(p.
23)
Puzzle
2
(p.
28)
O
Caçador
de
Esmeraldas
(p.
21)
A
Missão
(p.
22)
Amistad
(p.
23)
Canto
das
três
raças
(Clara
Nunes)
(p.
22)
O
navio
negreiro
(Caetano
Veloso)
(p.
23)
Retirantes
(Dorival
Caymmi)
(p.
23)
Música
barroca
(p.
29)
O
Império
Português
no
século
XVIII
(p.
34)
O
Império
Português
no
século
XVIII
(professor)
(p.
34)
Subtema
4.2
–
Lisboa
Pombalina
e
a
ação
do
Marquês
de
Pombal
O
século
XVIII
(p.
8)
As
reformas
económicas
do
Marquês
de
Pombal
(p.
41)
O
terramoto
de
1755
(p.
38)
A
execução
dos
Távoras
(p.
42)
Cair
o
Carmo
e
a
Trindade
(p.
38)
Azar
dos
Távoras
(p.
42)
Puzzle
3
(p.
39)
Lisboa
Pombalina
e
a
ação
do
Marquês
de
Pombal
(p.
46)
Lisboa
Pombalina
e
a
ação
do
Marquês
de
Pombal
(professor)
(p.
46)
Subtema
4.3
–
A
Revolução
Francesa
de
1789
e
os
seus
reflexos
em
Portugal
A
Revolução
Francesa
de
1789
e
os
seus
reflexos
em
Portugal
(p.
76)
As
Invasões
Napoleónicas
(p.
51)
(demo)
Os
soldados
das
Invasões
Napoleónicas
(p.
54)
(demo)
A
Revolução
Liberal
de
1820
(p.
55)
A
Revolução
Francesa
(p.
50)
A
independência
do
Brasil
(p.
58)
Despedir-se
à
francesa!
(p.
51)
À
grande
e
à
francesa
(p.
52)
Puzzle
4
(p.
53)
Puzzle
5
(p.
58)
As
Linhas
de
Wellington
(p.
53)
(demo)
A
Marselhesa
(p.
50)
Hino
da
Carta
(hino
nacional
entre
1826-1910)
(p.
59)
A
Revolução
Francesa
de
1789
e
os
seus
reflexos
em
Portugal
(p.
64)
A
Revolução
Francesa
de
1789
e
os
seus
reflexos
em
Portugal
(professor)
(p.
64)
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 273
Domínio/
Subdomínio
APRESENTAÇÕES
(em
PowerPoint®)
ANIMAÇÕES
VÍDEOS
«TUDO
ISTO
É
HISTÓRIA»
ATIVIDADES/
JOGOS
FILMES
(excertos)
MÚSICAS
(excertos)
TESTES
INTERATIVOS
Subtema
4.4
–
Portugal
na
segunda
metade
do
século
XIX
Portugal
na
segunda
metade
do
século
XIX
(p.
66)
A
Regeneração:
transportes
e
comunicações
(p.
72)
A
vida
quotidiana
na
segunda
metade
do
século
XIX
(p.
80)
Portugal
no
passado
e
no
presente
(p.
86)
(demo)
A
máquina
a
vapor
(p.
70)
A
«arquitetura
do
ferro»
(p.
91)
O
caminho
de
ferro
em
Portugal
(p.
72)
Queimar
as
pestanas
(p.
74)
Tirar
o
cavalo
da
chuva
(p.
94)
Puzzle
6
(p.
92)
Tempos
Modernos
(p.
70)
Fado
choradinho
(Alexandre
Rey
Colaço)
(p.
88)
A
Serrana
(Alfredo
Keil)
(p.
81)
Portugal
na
segunda
metade
do
século
XIX
(p.
96)
Portugal
na
segunda
metade
do
século
XIX
(professor)
(p.
96)
Volume
2
Domínio/
Subdomínio
APRESENTAÇÕES
(em
PowerPoint®)
ANIMAÇÕES
VÍDEOS
«TUDO
ISTO
É
HISTÓRIA»
ATIVIDADES/
JOGOS
FILMES
(excertos)
MÚSICAS
(excertos)
TESTES
INTERATIVOS
Tema
5
–
Portugal
no
século
XX
Animação
inicial
(tema
5)
(demo)
(p.
4)
Quem
quer
ser
historiador?
(tema
5)
(p.
158)
(demo)
Subtema
5.1
–
A
Revolução
Republicana
de
1910
e
a
Ditadura
Militar
de
1926
A
Revolução
Republicana
de
1910
e
a
Ditadura
Militar
de
1926
(p.
6)
As
reformas
da
I
República
(p.
19)
O
Ultimato
de
1890
(p.
9)
A
queda
da
monarquia
constitucional
(p.
11)
A
Revolução
Republicana
de
1910
(p.
11)
O
regicídio
visto
por
João
Franco
(p.
10)
Ir
aos
arames
(p.
16)
Puzzle
7
(p.
7)
A
Oeste
Nada
de
Novo
(p.
16)
À
Pátria
(José
Vianna
da
Mota)
(p.
10)
Fado
das
Trincheiras
(Fernando
Farinha)
(p.
16)
Da
Revolução
Republicana
de
1910
à
Ditadura
Militar
de
1926
(p.
22)
Da
Revolução
Republicana
de
1910
à
Ditadura
Militar
de
1926
(professor)
(p.
22)
274 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Domínio/
Subdomínio
APRESENTAÇÕES
(em
PowerPoint®)
ANIMAÇÕES
VÍDEOS
«TUDO
ISTO
É
HISTÓRIA»
ATIVIDADES/
JOGOS
FILMES
(excertos)
MÚSICAS
(excertos)
TESTES
INTERATIVOS
Soldados
portugueses
na
I
Guerra
Mundial
(p.
16)
O
fim
da
I
República
e
a
Ditadura
Militar
(p.
18)
O
desfile
do
general
Gomes
da
Costa
em
Lisboa
(p.
18)
Subtema
5.2
–
O
Estado
Novo
(1933-
1974)
O
Estado
Novo
(1933-1974)
(demo)
(p.
24)
A
construção
e
os
suportes
do
Estado
Novo
(demo)
(p.
27)
Os
ideais
do
Estado
Novo
(discurso
de
Salazar)
(demo)
(p.
29)
A
Mocidade
Portuguesa
(p.
29)
(demo)
A
PIDE
e
a
tortura
(p.
30)
(demo)
As
difíceis
condições
de
vida
da
população
(p.
33)
(demo)
A
resistência
ao
Estado
Novo
(p.
34)
(demo)
A
Guerra
Colonial
(p.
36)
(demo)
Corta-fitas
(p.
27)
(demo)
Dar
a
mão
à
palmatória
(p.
29)
(demo)
Bota-de-elástico
(p.
29)
(demo)
Puzzle
8
(p.
26)
(demo)
Puzzle
9
(p.
27)
(demo)
Até
amanhã,
camaradas
(p.
34)
(demo)
Hino
da
Mocidade
Portuguesa
(p.
29)
(demo)
Cantar
de
Emigração
(Adriano
Correia
de
Oliveira)
(p.
33)
(demo)
Trova
do
Vento
que
Passa
(Adriano
Correia
de
Oliveira)
(p.
34)
(demo)
Menina
dos
olhos
tristes
(Zeca
Afonso)
(p.
36)
(demo)
O
Estado
Novo
(1933-1974)
(p.
42)
(demo)
O
Estado
Novo
(1933-1974)
(professor)
(p.
42)
(demo)
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 275
Domínio/
Subdomínio
APRESENTAÇÕES
(em
PowerPoint®)
ANIMAÇÕES
VÍDEOS
«TUDO
ISTO
É
HISTÓRIA»
ATIVIDADES/
JOGOS
FILMES
(excertos)
MÚSICAS
(excertos)
TESTES
INTERATIVOS
Subtema
5.3
–
O
25
de
Abril
de
1974
e
o
regime
democrático
O
25
de
Abril
de
1974
e
os
espaços
em
que
Portugal
se
integra
(p.
140)
O
25
de
Abril
de
1974
(p.
142)
Os
órgãos
de
poder
democráticos
(p.
147)
O
25
de
Abril
(p.
46)
A
descolonização
(p.
48)
Histórias
do
25
de
Abril
–
os
Cravos
(p.
46)
Primeiro
comunicado
do
MFA
(p.
47)
Puzzle
10
(p.
47)
Capitães
de
Abril
(p.
46)
Grândola,
Vila
Morena
(Zeca
Afonso)
(p.
46)
E
depois
do
Adeus
(Paulo
de
Carvalho)
(p.
46)
Marcha
do
MFA
(p.
47)
O
25
de
abril
de
1974.
Espaços
em
que
Portugal
se
integra
(p.
62)
O
25
de
abril
de
1974.
Espaços
em
que
Portugal
se
integra
(professor)
(p.
62)
Subtema
5.4
–
Espaços
em
que
Portugal
se
integra
O
25
de
Abril
de
1974
e
os
espaços
em
que
Portugal
se
integra
(p.
44)
A
União
Europeia
(p.
56)
O
25
de
abril
de
1974.
Espaços
em
que
Portugal
se
integra
(p.
62)
O
25
de
abril
de
1974.
Espaços
em
que
Portugal
se
integra
(professor)
(p.
62)
Tema
6
–
Portugal
hoje
Portugal
hoje
(6.1
e
6.2)
(p.
162)
Portugal
hoje
(6.3,
6.4
e
6.5)
(p.
182)
Portugal
hoje
(apresentação
suplementar)
Animação
inicial
(tema
6)
(p.
160)
As
atividades
económicas
(p.
185)
Parva
que
Sou
(Deolinda)
(p.
72)
Puzzle
11
(p.
76)
Puzzle
12
(p.
105)
Quem
quer
ser
historiador?
(tema
6)
(p.
108)
Portugal
hoje
(6.1
e
6.2)
(p.
89)
Portugal
hoje
(6.1
e
6.2)
(professor)
(p.
89)
Portugal
hoje
(6.3,
6.4
e
6.5)
(p.
108)
Portugal
hoje
(6.3,
6.4
e
6.5)
(professor)
(p.
108)
276 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Proposta
de
exploração
dos
conteúdos
multimédia
presentes
na
versão
de
demonstração
A
versão
de
demonstração
inclui
os
recursos
referentes
ao
subdomínio
5.2
–
O
Estado
Novo
(1933-1974),
bem
como
os
seguintes
recursos:
x
Subdomínio
4.3
–
A
Revolução
Francesa
de
1789
e
os
seus
reflexos
em
Portugal:
–
Animação
«As
Invasões
Napoleónicas»;
–
Animação
«Os
soldados
das
Invasões
Napoleónicas».
x
Subdomínio
4.4
–
Portugal
na
segunda
metade
do
século
XIX:
–
Animação
«Portugal
no
Passado
e
no
Presente».
Em
seguida,
apresentamos
uma
proposta
de
exploração
de
alguns
desses
recursos,
com
indicação
das
respetivas
metas
e
sugestões
de
exploração.
Páginas
Recurso
Metas
Sugestões
de
exploração
51
As
Invasões
Napoleónicas
Animação
que
apresenta,
com
base
em
fontes
diversas
(ilustrações,
pinturas
e
mapas),
as
razões
do
Bloqueio
Continental,
as
três
invasões
napoleónicas
e
as
consequências
dessas
invasões
A
Revolução
Francesa
de
1789
e
os
seus
reflexos
em
Portugal
1.
Conhecer
e
compreender
a
Revolução
Francesa
e
as
Invasões
Napoleónicas.
1.3
Reconhecer
a
construção
de
um
Império
na
Europa
por
Napoleão
Bonaparte.
1.4
Identificar
o
«Bloqueio
Continental»
como
uma
forma
de
enfraquecer
a
Inglaterra.
1.5
Indicar
os
motivos
que
levaram
Napoleão
a
invadir
Portugal.
1.6
Descrever
sucintamente
as
três
invasões
napoleónicas,
salientando
os
seus
episódios
mais
marcantes.
1.7
Referir
a
fuga
da
família
real
e
da
corte
para
o
Brasil
aquando
da
primeira
invasão.
1.8
Referir
a
resistência
popular
e
a
ajuda
militar
inglesa
na
luta
contra
a
ocupação
francesa.
Momento
pré-exploração
do
recurso
Visualizar
excerto
do
filme
«Linhas
de
Wellington»
.
Exploração
do
recurso
Apresentar,
com
base
no
mapa
animado
da
primeira
secção,
as
razões
do
Bloqueio
Continental
e
das
três
invasões
napoleónicas.
Explorar
o
mapa
interativo
da
segunda
secção
de
modo
a
identificar
os
principais
intervenientes
e
acontecimentos
das
três
invasões
napoleónicas.
Apresentar,
com
base
na
animação
da
terceira
secção,
as
principais
consequências
das
invasões
napoleónicas.
Realizar
as
atividades
finais
do
recurso
de
modo
a
consolidar
os
conhecimentos
adquiridos.
Momento
pós-exploração
do
recurso
Propor
aos
alunos
que
assumam
o
papel
de
um
soldado
português
durante
as
Invasões
Napoleónicas
e
redijam
uma
página
(cerca
de
seis
linhas)
do
seu
diário.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 277
Página
Recurso
Metas
Sugestões
de
exploração
54
Os
soldados
das
Invasões
Napoleónicas
Animação
infográfica
que
compara
três
soldados
(português,
francês
e
inglês)
da
época
das
Invasões
Napoleónicas.
A
Revolução
Francesa
de
1789
e
os
seus
reflexos
em
Portugal
1.
Conhecer
e
compreender
a
Revolução
Francesa
e
as
Invasões
Napoleónicas.
Exploração
do
recurso
Utilizar
as
ilustrações
presentes
no
recurso
para
apresentar
as
principais
forças
militares
em
confronto
em
Portugal
durante
as
Invasões
Napoleónicas.
Apresentar
exemplos
da
dimensão
prática
(mochila,
cantil)
do
típico
uniforme
e
equipamento
de
um
soldado
do
século
XVIII.
Apresentar
exemplos
do
armamento
e
do
equipamento
militar
(mosquete,
cartucheira)
de
um
soldado
do
século
XVIII.
Apresentar
exemplos
da
dimensão
simbólica
presente
nos
uniformes
dos
soldados
do
século
XVIII,
como
a
águia
imperial
(símbolo
do
exército
napoleónico).
88
Portugal
no
Passado
e
no
Presente
Animação
que
permite
comparar
algumas
imagens
(fotografias
ou
ilustrações)
de
cidades
portuguesas
no
passado
e
no
presente.
Exploração
do
recurso
Utilizar
o
recurso
como
forma
de
despertar
a
curiosidade
dos
alunos
para
o
conhecimento
da
História
local.
Utilizar
as
imagens
presentes
no
recurso,
propondo
aos
alunos
que
identifiquem
as
principais
diferenças
entre
as
imagens
do
passado
e
as
imagens
atuais.
Momento
pós-exploração
do
recurso
Propor
aos
alunos
que
tentem
encontrar
duas
imagens
de
um
ponto
do
seu
concelho:
uma
imagem
da
segunda
metade
do
século
XIX/início
do
século
XX
e
uma
imagem
atual.
278 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Página
Recurso
Metas
Sugestões
de
exploração
100
Animação
inicial
(domínio
5)
Partindo
da
ilustração
das
páginas
4
e
5
do
volume
2,
esta
animação
introduz,
de
forma
dinâmica,
os
principais
conteúdos
a
trabalhar
no
domínio
5
«Portugal
do
século
XX».
Portugal
do
século
XX
Da
Revolução
Republicana
de
1910
à
Ditadura
Militar
de
1926
O
Estado
Novo
(1933-1974)
O
25
de
Abril
de
1974
e
o
regime
democrático
Espaços
em
que
Portugal
se
Integra
Exploração
do
recurso
Utilizar
o
recurso
como
forma
de
introduzir
e
motivar
os
alunos
para
o
estudo
do
domínio
5.
120
O
Estado
Novo
(1933-1974)
Apresentação
em
PowerPoint®
que
sintetiza
os
conteúdos
do
subdomínio
5.2.
O
Estado
Novo
(1933-1974)
1.
Compreender
a
ascensão
de
Salazar
e
a
construção
do
Estado
Novo.
2.
Conhecer
e
compreender
os
mecanismos
de
difusão
dos
ideais
do
Estado
Novo
e
de
repressão
para
com
os
opositores.
3.
Conhecer
e
compreender
os
principais
movimentos
de
resistência
ao
Estado
Novo.
4.
Conhecer
e
compreender
a
manutenção
do
colonialismo
português
e
a
Guerra
Colonial.
Exploração
do
recurso
Utilizar
o
recurso
como
meio
de
lecionar
os
conteúdos
do
subdomínio
5.2.
Utilizar
o
recurso
como
instrumento
de
síntese,
parti-
cularmente
útil,
por
exemplo,
numa
aula
de
revisões.
Definir
«Estado
Novo»
com
base
nos
cartazes
de
propaganda
presentes
no
recurso.
Produzir,
a
partir
do
mapa
presente
no
último
slide,
um
texto
(cerca
de
oito
linhas)
sobre
a
Guerra
Colonial.
Sugerir
aos
alunos
que
realizem
as
várias
atividades
disponíveis
na
apresentação.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 279
Página
Recurso
Metas
Sugestões
de
exploração
122
Puzzle:
Salazar,
de
ministro
das
Finanças
a
ditador
O
Estado
Novo
(1933-1974)
1.
Compreender
a
ascensão
de
Salazar
e
a
construção
do
Estado
Novo.
Exploração
do
recurso
A
composição
do
puzzle
permite
ao
aluno
reforçar,
de
forma
lúdica,
o
conhecimento
de
imagens
significativas
dos
conteúdos
lecionados.
123
A
construção
e
os
suportes
do
Estado
Novo
Animação,
baseada
em
fotografias
e
cartazes
da
época,
que
descreve
a
ascensão
de
Salazar
ao
poder,
a
formação
do
Estado
Novo
e
os
principais
suportes
do
regime.
O
Estado
Novo
(1933-1974)
1.
Compreender
a
ascensão
de
Salazar
e
a
construção
do
Estado
Novo.
1.1
Referir
o
saldo
positivo
das
contas
públicas
portuguesas
conseguido
pelo
Ministro
das
Finanças
António
de
Oliveira
Salazar.
1.2
Relacionar
o
saldo
positivo
das
contas
públicas
portuguesas
conseguido
pelo
ministro
das
finanças
António
de
Oliveira
Salazar
com
a
sua
rápida
ascensão
no
poder.
1.3
Indicar
as
medidas
tomadas
por
Salazar
para
resolver
o
problema
financeiro
do
país.
1.4
Salientar
na
Constituição
de
1933
a
supremacia
do
poder
executivo
e
a
existência
de
um
partido
único.
1.5
Reconhecer
o
carácter
ditatorial
do
Estado
Novo.
Momento
pré-exploração
do
recurso
Visualizar
o
vídeo
motivacional
«Os
ideais
do
Estado
Novo»
em
.
Exploração
do
recurso
Apresentar
o
processo
de
ascensão
no
poder
de
Salazar.
Identificar
os
principais
valores
defendidos
pelo
Estado
Novo.
Apresentar
os
organismos
repressivos
criados
pelo
Estado
Novo,
com
destaque
para
a
polícia
política
e
para
a
censura.
Distinguir
as
funções
da
Mocidade
Portuguesa,
da
Legião
Portuguesa
e
do
Secretariado
de
Propaganda
Nacional.
Realizar
a
atividade
final
do
recurso
de
modo
a
consolidar
os
conhecimentos
adquiridos.
280 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Página
Recurso
Metas
Sugestões
de
exploração
2.
Conhecer
e
compreender
os
mecanismos
de
difusão
dos
ideais
do
Estado
Novo
e
de
repressão
para
com
os
opositores.
2.1
Indicar
os
principais
valores
defendidos
pelo
Estado
Novo,
salientando
a
máxima
«Deus,
Pátria
e
Família»
e
a
obediência.
2.2
Referir
a
utilização
do
ensino,
da
Mocidade
Portuguesa
e
da
propaganda
como
formas
de
difusão
dos
ideais
do
Estado
Novo.
2.3
Enumerar
os
mecanismos
de
repressão
do
Estado
Novo.
2.4
Referir
os
objetivos
e
a
forma
de
atuação
da
polícia
política,
reconhecendo
nos
meios
utilizados
o
desrespeito
pelas
liberdades
e
garantias
fundamentais
dos
cidadãos.
2.5
Referir
a
existência
de
prisões
políticas,
destacando
a
colónia
penal
do
Tarrafal.
Momento
pós-exploração
do
recurso
Encenar
uma
entrevista
em
que
um
aluno
interpreta
o
papel
de
Salazar
e
a
restante
turma
deve
colocar-lhe
questões
sobre
a
sua
política.
e/ou
Propor,
para
trabalho
de
pares,
a
redação
de
um
texto
(cerca
de
seis
linhas)
que
inclua
as
seguintes
palavras:
Salazar,
Constituição
de
1933,
ditadura
e
Estado
Novo.
e/ou
Propor
que
os
alunos
componham
um
cartaz
com
notícias
atuais
de
desrespeito
dos
Direitos
Humanos.
123
Tudo
isto
é
História
–
«Corta-fitas»
Áudio
que
explica
a
origem
da
expressão
«Corta-fitas»
e
faz
um
resumo
do
contexto
histórico
em
que
surgiu.
O
Estado
Novo
(1933-1974)
1.
Compreender
a
ascensão
de
Salazar
e
a
construção
do
Estado
Novo.
1.4
Salientar
na
Constituição
de
1933
a
supremacia
do
poder
executivo
e
a
existência
de
um
partido
único.
Exploração
do
recurso
Apresentar
o
recurso
como
forma
de
despertar
a
curiosidade
dos
alunos
para
o
conhecimento
do
Estado
Novo.
O
enquadramento
histórico
da
expressão
«Corta-
fitas»
permite
explicar
a
concentração
de
poderes
nas
mãos
de
Salazar.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 281
Página
Recurso
Metas
Sugestões
de
exploração
125
Tudo
isto
é
História
–
«Dar
a
mão
à
palmatória»
Áudio
ilustrado
que
explica
a
origem
da
expressão
«Dar
a
mão
à
palmatória»
e
faz
um
resumo
do
contexto
histórico
em
que
surgiu.
O
Estado
Novo
(1933-1974)
2.
Conhecer
e
compreender
os
mecanismos
de
difusão
dos
ideais
do
Estado
Novo
e
de
repressão
para
com
os
opositores.
2.1
Indicar
os
principais
valores
defendidos
pelo
Estado
Novo,
salientando
a
máxima
«Deus,
Pátria
e
Família»
e
a
obediência.
2.2
Referir
a
utilização
do
ensino,
da
Mocidade
Portuguesa
e
da
propaganda
como
formas
de
difusão
dos
ideais
do
Estado
Novo.
Exploração
do
recurso
Apresentar
o
recurso
como
forma
de
despertar
a
curiosidade
dos
alunos
para
o
conhecimento
do
Estado
Novo.
O
enquadramento
histórico
da
expressão
«Dar
a
mão
à
palmatória»
permite:
–
explicar
os
princípios
da
obediência
e
da
autoridade,
defendidos
pelo
Estado
Novo.
–
descrever
a
prática
frequente
de
castigos
físicos
nas
escolas
do
Estado
Novo.
125
Tudo
isto
é
História
–
«Bota
de
elástico»
Áudio
que
explica
a
origem
da
expressão
«Bota
de
elástico»
e
faz
um
resumo
do
contexto
histórico
em
que
surgiu.
O
Estado
Novo
(1933-1974)
2.
Conhecer
e
compreender
os
mecanismos
de
difusão
dos
ideais
do
Estado
Novo
e
de
repressão
para
com
os
opositores.
Exploração
do
recurso
Apresentar
o
recurso
como
forma
de
despertar
a
curiosidade
dos
alunos
para
o
conhecimento
do
Estado
Novo.
O
enquadramento
histórico
da
expressão
«Bota
de
elástico»
descreve,
com
exemplos,
o
conservadorismo
de
Salazar
e
do
Estado
Novo.
282 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Página
Recurso
Metas
Sugestões
de
exploração
125
Puzzle:
«Deus,
Pátria,
Família»
O
Estado
Novo
(1933-1974)
2.
Conhecer
e
compreender
os
mecanismos
de
difusão
dos
ideais
do
Estado
Novo
e
de
repressão
para
com
os
opositores.
2.1
Indicar
os
principais
valores
defendidos
pelo
Estado
Novo,
salientando
a
máxima
«Deus,
Pátria
e
Família»
e
a
obediência.
Exploração
do
recurso
A
composição
do
puzzle
permite
ao
aluno
reforçar,
de
forma
lúdica,
o
conhecimento
de
imagens
significativas
dos
conteúdos
lecionados.
130
A
oposição
ao
Estado
Novo
Vídeo
que
apresenta
os
principais
momentos
e
figuras
da
oposição
ao
Estado
Novo.
O
Estado
Novo
(1933-1974)
3.
Conhecer
e
compreender
os
principais
movimentos
de
resistência
ao
Estado
Novo.
3.1
Comparar
a
imagem
de
prosperidade
e
paz
social
dada
pelo
regime
com
as
difíceis
condições
de
vida
da
grande
maioria
dos
portugueses
e
com
a
opressão.
3.2
Referir
a
oposição
à
ditadura
através
de
ações
clandestinas
e
de
obras
artísticas,
destacando
alguns
dos
autores
mais
marcantes.
3.3
Reconhecer
a
candidatura
do
General
Humberto
Delgado
à
Presidência
da
República
(1958)
como
o
grande
momento
de
oposição
à
ditadura,
descrevendo
o
seu
desfecho.
3.4
Referir
a
manutenção
do
regime
opressivo
após
a
substituição
de
Salazar
por
Marcelo
Caetano,
apesar
das
expectativas
de
«abertura
do
regime».
Momento
pré-exploração
do
recurso
Ouvir
a
música
de
intervenção
«Mudam-se
os
tempos,
mudam-se
as
vontades»,
de
José
Mário
Branco
em
.
Colocar
a
questão:
Como
se
combateu
a
ditadura
salazarista?
Exploração
do
recurso
Utilizar
o
vídeo
como
instrumento
de
síntese
das
principais
formas
de
oposição
ao
Estado
Novo.
Identificar
a
criação
do
MUD
e
as
eleições
presidenciais
de
1958
como
momentos
fundamentais
da
oposição
política
ao
Estado
Novo.
Destacar
a
ação
do
general
Humberto
Delgado
e
o
impacto
que
causou
na
sociedade
portuguesa.
Destacar
a
crise
académica
de
1962
como
o
acon-
tecimento
que
marcou
a
intervenção
política
dos
estudantes
universitários.
Salientar
o
papel
da
música
de
intervenção
no
combate
ao
«Estado
Novo»,
utilizando
os
excertos
presentes
no
recurso.
Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano 283
Página
Recurso
Metas
Sugestões
de
exploração
Momento
pós-exploração
do
recurso
Propor
aos
alunos
que,
em
conjunto
com
a
disciplina
de
Educação
Musical,
criem
uma
possível
letra
para
uma
música
de
intervenção.
e/ou
Propor
aos
alunos
que
elaborem
uma
barra
cronológica
com
os
principais
momentos
de
oposição
ao
Estado
Novo.
132
A
Guerra
Colonial
Vídeo
baseado
em
filmagens
da
época
que
sintetiza
as
causas,
características
e
consequências
da
Guerra
Colonial
portuguesa
(1961-1974).
O
Estado
Novo
(1933-1974)
4.
Conhecer
e
compreender
a
manutenção
do
colonialismo
português
e
a
Guerra
Colonial.
4.1
Referir
a
intransigência
do
Estado
Novo
relativamente
à
sua
política
colonial
num
contexto
internacional
hostil
à
posse
de
colónias.
4.2
Relacionar
essa
intransigência
com
a
perda
do
Estado
Português
da
Índia
(1960)
e
com
o
início
da
Guerra
Colonial
em
Angola
(1961),
Guiné
(1963)
e
Moçambique
(1964).
4.3
Caracterizar
a
Guerra
Colonial,
salientando
a
guerrilha
e
o
apoio
das
populações
autóctones
aos
movimentos
que
lutavam
pela
independência.
4.4
Reconhecer
os
efeitos
da
guerra,
salientando
o
número
de
soldados
mobilizados,
as
vítimas
dos
dois
lados
do
conflito
e
os
problemas
associados
à
guerra
que
persistem
ainda
hoje.
Momento
pré-exploração
do
recurso
Ouvir
a
música
«Menina
dos
Olhos
Tristes»,
de
José
Afonso
em
,
motivando
os
alunos
a
expressarem
as
sensações
que
a
música
lhes
transmite.
Exploração
do
recurso
Distinguir,
com
base
nos
exemplos
presentes
no
vídeo,
a
política
colonial
do
Estado
Novo
da
política
colonial
seguida
por
vários
países
europeus,
como
a
Inglaterra,
que
reconheceram
a
independência
da
maioria
das
suas
colónias.
Apresentar,
com
base
em
filmagens
da
época,
a
perda
do
Estado
Português
da
Índia
em
1960.
Utilizar
o
mapa
presente
no
recurso
para
identificar
os
espaços
e
cronologia
da
Guerra
Colonial.
Apresentar
uma
rara
filmagem
de
uma
emboscada
a
tropas
portuguesas,
salientando
a
guerra
de
guerrilha
como
principal
forma
de
combate
dos
movimentos
africanos.
Destacar
as
consequências
da
Guerra
Colonial
a
nível
humano
e
e
a
nível
financeiro.
284 Editável e fotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o
ano
Página
Recurso
Metas
Sugestões
de
exploração
Momento
pós-exploração
do
recurso
Propor
aos
alunos
que
componham
uma
entrevista
(cinco
questões)
a
um
soldado
da
Guerra
Colonial
e,
se
possível,
façam
essa
entrevista
a
um
familiar
que
tenha
participado
no
conflito.
Quem
quer
ser
historiador?
(Tema
5)
Jogo
com
questões
de
diferentes
níveis
de
dificuldade
relativas
ao
Tema
5.
O
aluno
tem
de
responder
corretamente
a
doze
questões
para
ganhar
o
jogo.
Portugal
do
século
XX
Da
Revolução
Republicana
de
1910
à
Ditadura
Militar
de
1926
O
Estado
Novo
(1933-1974)
O
25
de
Abril
de
1974
e
o
regime
democrático
Espaços
em
que
Portugal
se
Integra
Exploração
do
recurso
Este
recurso
pode
ser
utilizado
pelo
professor
numa
aula
de
revisões
ou
como
momento
lúdico
no
final
da
aula.
Permite
aos
alunos
testarem,
em
qualquer
momento,
os
seus
conhecimentos.
Editável e fotocopiável © Texto |Novo HGP 6.o
ano 285
Educação para a Cidadania
em HGP
Proposta 1
Tema O terramoto de 1755 / Desastres naturais / Cooperação e Solidariedade Nacional e Internacional
Objetivos
Sensibilizar para a importância da cooperação e solidariedade após um desastre natural,
recorrendo ao terramoto de 1755, em Lisboa, e ao de 2015, no Nepal.
Conteúdo de HGP
O Império Português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII
5. Conhecer e compreender a ação governativa do Marquês de Pombal
5.1 Descrever o terramoto de 1755 e a ação imediata do Marquês de Pombal
Aula passo a passo
Atividades Duração Descrição Materiais
1
Motivação e
introdução à
Unidade
Didática
15’ භ Mostrar à turma as duas fotografias e perguntar a que
poderão referir-se. (Dois terramotos – Lisboa, 1755 e Nepal,
2015).
භ Verificar as semelhanças e diferenças entre as imagens e as
razões. A título de exemplo:
Semelhanças Diferenças
Imagem de um
desastre natural
Edifícios destruídos
Lisboa Nepal
Época do acontecimento
- 1755
Época do acontecimento -
-2015
Imagem a preto e
branco
Imagem a cores
Prédios altos, igrejas e
outros monumentos
Casas baixas, de fraca
estrutura, degradadas e
humildes
Caravela e ondas
enormes (O terramoto
foi seguido de
maremoto/ tsunami)
País interior, sem costa
marítima
භ Constatar que se trata de dois desastres naturais e explicar o
sentido desta designação. Perguntar se conhecem outros
casos.
Imagem do terramoto
de 1755, em Lisboa:
Imagem do terramoto
de 2001, no Nepal:
2
Jogo do
«Concordo
ou
Discordo»
20’ භ Dispor as carteiras da sala de aula em «U». Cada aluno tem na
mão dois cartões: um verde (Concordo) e um vermelho
(Discordo).
භ No centro da sala, à vez, vai estando um aluno, que lê, em voz
alta, uma das oito afirmações. Quando ele a enuncia, os
colegas levantam o cartão, sinalizando a concordância ou
discordância. O professor vai contabilizando as respostas, no
quadro.
භ Promover o debate, em redor das justificações dos alunos,
informando que cada um pode mudar de opinião, depois de
ouvir os argumentos dos outros. No final, serão tiradas
conclusões.
Cartões verdes e vermelhos
para distribuir aos alunos.
Documento com as
afirmações.
3
Desastres
naturais em
Portugal: o
terramoto
de 1755 em
Lisboa
25’ භ Suscitar o interesse da turma pelo terramoto de Lisboa e
indagar os conhecimentos que os alunos têm sobre ele.
භ Visionar o vídeo Conte-me História: Terramoto de 1755 (ver
desde 1’ 32’’ até 10’). Informar que é um documentário muito
engraçado, pois os acontecimentos são recontados, em tom de
brincadeira, por um comediante e um historiador.
Disponível em:
https://www.youtube.com/
watch?v=kBnB7AQuPyo
Nota: Estes planos de aula de projetos, em formato mais desenvolvido e com os respetivos materiais, podem ser consultados no Manual de Educação para a Cidadania
Global e no site www.educarparacooperar.pt, da AIDGLOBAL (Consultado a 08.03.2017).
286 Editável e fotocopiável © Texto |Novo HGP 6.o
ano
Sugestão:
Em alternativa, podem-se explorar os materiais apresentados nas
páginas 38 e 39 do volume 1 do manual, adaptando as questões
seguintes:
– Qual foi a passagem do vídeo que mais vos marcou?
– E a qual acharam mais graça?
– O terramoto de 1755 foi o único desastre natural que destruiu
Lisboa no dia em que ocorreu? Qual foi o outro?
– Também se podem classificar os incêndios após o terramoto como
um desastre natural? Porquê?
– Depois desta catástrofe, como ficou a população que habitava a
cidade?
භ Perguntar aos alunos se sabem quem foi o responsável pela
reconstrução da cidade (o secretário de Estado do rei D. José I, futuro
Marquês de Pombal).
4
A
importância
da ajuda
humanitária
nos desastres
naturais
(20’) භ O Marquês de Pombal, na altura, proferiu a seguinte frase:
«Enterrem-se os mortos e cuide-se dos vivos». Teria agido sozinho?
භ Reforçar a importância da ajuda humanitária e da cooperação após a
ocorrência dos desastres naturais, para minimizar os impactos
causados nas populações atingidas.
භ Pedir aos alunos para expressarem quais deveriam ser as primeiras
ajudas a prestar numa localidade devastada por um terramoto.
Registar no quadro as ideias.
භ Passar da realidade do terramoto de 1755, em Lisboa, para a do
Nepal, em 2015, fazendo-se a leitura da notícia com o título: «Quase
um milhão de crianças nepalesas precisa de ajuda humanitária
urgente.»
භ Confrontar as ações referidas no texto com as que foram
apresentadas pelos alunos e refletir sobre as diferenças, ressaltando
a importância de atender primeiramente as populações mais
vulneráveis.
Disponível em:
http://www.sol.pt/no
ticia/388579
5
Elaboração
de um plano
de ajuda
humanitária,
em trabalho
de grupo
45’ භ Lançar a questão: «Se vocês estivessem lá, exatamente logo após o
terramoto de 1755 e constituíssem uma equipa de ajuda
humanitária, como agiriam?».
භ Os alunos terão de elaborar um plano de auxílio à população e de
reconstrução da cidade de Lisboa, considerando os recursos que
temos hoje em dia. Cada grupo disporá de um orçamento de 500 mil
euros, que foram doados a Portugal por organizações sem fins
lucrativos de todo o mundo. Devem ser tidas em conta e registadas,
numa tabela, as seguintes áreas de intervenção:
1. Alimentação; 2. Alojamento; 3. Apoio médico; e 4. Infraestruturas.
භ Solicitar a cada grupo a apresentação do seu plano de Ajuda
Humanitária para a reconstrução de Lisboa. O professor aponta, no
quadro, o valor orçamentado por cada grupo, assim como as ações
prioritárias elencadas.
භ Promover uma assembleia entre todos os grupos para debaterem as
várias propostas com vista a delinearem uma ação conjunta, tendo
em conta o orçamento limite. Este debate pode ser orientado pelas
seguintes questões:
– Quais as prioridades que foram consideradas pelos diferentes
grupos?
– De que forma o orçamento pode limitar a definição das prioridades
de ação?
භ Salientar os pontos fortes de cada plano de ação.
භ Voltar a elaborar um novo plano colaborativo a partir dos aspetos
mais relevantes identificados nos planos dos grupos.
Folha A4 com modelo
a fornecer aos grupos
sobre a distribuição
das verbas
6
Síntese da
Unidade
Didática
5’ භ Concluir, com os alunos, que, ao longo destas aulas, comprovaram a
importância da cooperação e solidariedade nacional e internacional,
após um desastre natural, recorrendo aos casos do terramoto de
1755, em Lisboa, e ao de 2015, no Nepal. Terão também verificado
que é importante planificar ações e recursos, tendo em vista os
gastos essenciais e a ajuda humanitária disponibilizada.
Editável e fotocopiável © Texto |Novo HGP 6.o
ano 287
Proposta 2
Tema As mulheres na I República / Igualdade de género
Objetivos Sensibilizar para a Igualdade de Género a partir das histórias de vida de mulheres
da I República e da atualidade e suas lutas pelo direito à igualdade
Conteúdo de HGP
Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926
3. Conhecer as principais realizações da I República
Aula passo a passo
Atividades Duração Descrição Materiais
1
Motivação e
introdução à
Unidade
Didática
10’ භ Perguntar se sabem quem é a atriz que interpreta Hermione
Granger, dos filmes de Harry Potter. Apresentar uma imagem da
atriz Emma Watson.
භ Explicar que, para além de atriz, Emma Watson é uma ativista pela
Igualdade de Género, tendo sido nomeada, em 2015, Embaixadora
da Boa Vontade por Mlambo-Ngcuka, secretária-geral e diretora
executiva da ONU Mulheres. A ONU acredita que a inteligência e a
paixão de Emma permitirão tocar o coração e a mente de jovens de
todo o mundo para que se envolvam na promoção da Igualdade de
Género, no século XXI.
භ Perguntar aos alunos porque é preciso, nos dias de hoje, promover
a igualdade entre mulheres e homens.
Imagem de Emma
Watson
2
Os direitos
das
mulheres
ontem e
hoje: chuva
de ideias
15’ භ Lançar as questões:
– Acham que, atualmente, as mulheres e os homens têm os
mesmos direitos?
– Como era no tempo das vossas bisavós?
– Será que elas tinham os mesmos direitos que as vossas avós e
mães têm hoje?
භ Ir registando as ideias no quadro, organizando-as em duas colunas:
«Hoje» e «Antigamente» e, no final, comparar e refletir sobre as
diferenças, semelhanças e progressos, ao longo dos tempos.
භ Perguntar se acham que, em Portugal, também tem havido
mulheres que lutaram ou lutam pela Igualdade de Género.
3
As mulheres
da I
República e
os direitos
das
mulheres
20’ භ Questionar se os seguintes nomes dizem alguma coisa aos alunos:
Adelaide Cabete, Alice Moderno, Amélia Santos, Ana de Castro
Osório, Angelina Vidal, Carolina Beatriz Ângelo, Carolina Michaëlis,
Maria Amália Vaz de Carvalho, Maria Veleda…
භ Informar que são personalidades da I República que lutaram pelos
Direitos das Mulheres, em Portugal, sendo estas as mais
conhecidas pois, em sua homenagem, os seus nomes foram dados
a ruas, escolas, hospitais e outras instituições.
Apresentar pequenas
biografias
Vídeo, onde podem ser
vistas outras ativistas
reivindicadoras da
igualdade entre
mulheres e homens,
durante a
I República (5’ 18’).
Disponível em:
https://www.youtube.c
om/watch?v=|9ptJiaC
MZA
288 Editável e fotocopiável © Texto |Novo HGP 6.o
ano
4
Ativistas dos
tempos
modernos
25’ භ Lançar e debater a questão: «Será que as mulheres de Portugal e
de outros países conseguiram a Igualdade de Género? Ainda se luta
por essa causa no século XXI?»
භ Complementar, perguntando se já ouviram falar de Malala Yousfzai
e da sua luta.
භ Destacar o percurso de Malala Yousfzai, Prémio Nobel da Paz 2014,
visionando um vídeo sobre a sua vida, que ilustra a luta pelo direito
das jovens mulheres à educação, o que, ainda hoje, é negado em
alguns países. MALALA (8’19’’).
භ Confrontar as respostas dos alunos com as situações retratadas no
vídeo. Refletir sobre os fatores que influenciam estas situações,
nomeadamente religiões fundamentalistas, sistemas políticos
rígidos, existência de conflitos e guerras, falta de cultura cívica,
falta de investimento em educação…
භ Apresentar o ranking mundial Global Gender Gap, do Fórum
Económico Mundial (2014). Este ranking tem como objetivo
chamar a atenção para a situação da mulher na atualidade, em 142
países. Identificar a posição de Portugal (39.
0
) e explorar as razões
pelas quais o nosso país se encontra nesta posição.
Imagem de Malala
Yousfzai
Disponível em:
http://www.youtube.c
om/watch?v=T2u39aIs
K9U
Disponível em:
http://reports.weforu
m.org/global-gender-
-gap-report-
-2014/rankings/
5
Desigualdad
e de
Género:
trabalho de
grupo
20’ භ Identificar, algumas das razões que estão na base da Desigualdade
de Género, a partir de um documento contendo frases sobre as
causas relacionadas com a privação de direitos das mulheres.
භ Pedir para cada grupo selecionar as três afirmações que considere
mais relevantes. Um elemento ficará responsável por anotar os
pontos em discussão e apresentá-los à turma, no final, relatando
aspetos importantes que tenham surgido.
Ficha orientadora do
trabalho de grupo
6
Os homens
e os direitos
das
mulheres
20’ භ Mostrar/projetar a reportagem «Emma Watson quer que os
homens defendam os direitos das mulheres» e fazer a leitura em
cadeia da reportagem.
භ Perguntar que desafio lançou a atriz aos homens.
භ Questionar se acham que o Harry Potter também lutaria por estes
direitos (confirmar que Daniel Radcliffe, o ator que o interpreta, se
tem empenhado muito nesta luta).
Disponível em
http://lifestyle.publico.
pt/noticias/339340_em
ma-watson-quer-que-
-os-homens-defendam-
-os-direitos-das-
-mulheres
7
Somos
todos
ativistas dos
direitos da
mulher
20’ භ Mostrar o que é o Movimento de Solidariedade pela Igualdade de
Género, visualizando: HeForShe (ElesPorElas).
භ Pedir aos alunos que escrevam mensagens positivas de igualdade
de género e as distribuam pelos colegas da escola, principalmente
aos rapazes e homens, inspirando-se neste movimento solidário.
Disponível em:
http://www.heforshe.o
rg/pt
8
Síntese da
Unidade
Didática
5’ භ Fazer a síntese da Unidade Didática, problematizando os dados
nela abordados e concluindo que a defesa dos Direitos das
Mulheres e da Igualdade de Género é um problema comum a todas
as classes sociais e, sobretudo, um problema de mulheres e
homens conscientes e lutadores. Está longe de ser resolvido, pois
ainda há muita injustiça no mundo, mas é indispensável que
importantes figuras mundiais alertem e lutem lado a lado pela
melhoria das condições de vida das mulheres, onde quer que elas
vivam, porque «os feminismos não são a luta contra os homens.
São a luta contra as instâncias e as instituições que não querem
atribuir às mulheres os mesmos direitos» (Jornal Expresso, 31-05-
-2008).
www.leya.com www.texto.pt
978-111-11-4376-3
9 7 8 1 1 1 1 1 4 3 7 6 3
De acordo com o artigo 21.o
da Lei n.o
47/2006, de 28 de agosto, este
exemplar destina-se ao órgão da escola competente para a adoção de
manuais escolares.
AMOSTRA NÃO COMERCIALIZÁVEL

Caderno de-apoio-ao-professor-hgp-6

  • 1.
    6.º Ano Ana Matias AnaRodrigues Oliveira Francisco Cantanhede HGP 6 História e Geografia de Portugal CADERNODEAPOIO AOPROFESSOR Planificações Planos de aula Testes diferenciados Outros materiais Critérios de correção Testes de correção rápida
  • 2.
    Introdução e apresentaçãodo projeto Novo HGP6 ...................................................... 3 Articulação das Metas Curriculares com o Manual Novo HGP6 ...................................... 5 Planificações e planos de aula Planificação a longo prazo .................................................................................................. 11 Planificação a médio prazo ................................................................................................. 14 Planos de aula Tema 4 – Portugal, do século XVIII ao século XIX ........................................................... 37 Tema 5 – Portugal no século XX ..................................................................................... 62 Tema 6 – Portugal hoje ................................................................................................... 81 Testes de correção rápida ................................................................................................... 97 Testes diferenciados ........................................................................................................... 167 Critérios de correção ........................................................................................................... 245 Outros recursos Guião de recursos multimédia ......................................................................................... 269 Projetos ................................................................................................................................ 285 Em encontram-se disponíveis todos os conteúdos do Caderno de Apoio ao Professor Novo HGP6, em formato editável (Word). Índice
  • 4.
    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 3 Introdução e apresentação do projeto Novo HGP6 O projeto Novo HGP 6 é constituído por vários elementos que se complementam e articulam entre si: Para o aluno: ͻ Manual, em dois volumes, com os conteúdos estruturados por «aulas». Cada «aula» ocupa duas páginas, começando por se relembrar os conteúdos da aula anterior com a leitura de um pequeno resumo e está organizada em duas áreas: em cima, as fontes históricas (mapas, imagens, ou textos) e em baixo, o texto expositivo. ͻ O meu Caderno e o meu Atlas, com duas tipologias de afinidade: 16 fichas de consolidação, articuladas com o manual. Estas fichas apresentam por vezes, na sua parte final, um ou mais «Desafios» para os alunos com melhor desempenho. 14 mapas e um friso cronológico desdobrável, com as respetivas atividades, para trabalhar o espaço e o tempo. Para o professor: ͻ Manual do Professor, que, com o objetivo de facilitar a articulação entre todos os elementos e propostas do projeto, inclui um espaço próprio, em banda lateral, onde se encontram: tópicos de resposta; informação complementar; identificação das metas curriculares, aula a aula; remissões para os restantes componentes do projeto e para os recursos de que podem ser explorados/utilizados em sala de aula. ͻ O meu Caderno e o meu Atlas, versão do professor, que inclui propostas de resolução para todos os exercícios. ͻ Bloco do Professor, com 16 fichas de trabalho com adequação pedagógica para alunos NEE. Este bloco contém 8 cópias destacáveis de cada uma das fichas.
  • 5.
    4 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano ͻ Este Caderno de Apoio ao Professor, que constitui um apoio à utilização do projeto, através de propostas de planificação a longo e médio prazo, planos de aula e 18 testes diferenciados (6 + 6 + 6) acompanhados dos respetivos critérios de correção. Seis destes testes podem ser corrigidos de forma rápida. ͻ Um Friso cronológico de parede, articulado com o friso de O meu Caderno e o meu Atlas, que permite rever e assinalar acontecimentos históricos, muito útil para desenvolver a competência da temporalidade. ͻ , a componente multimédia do projeto, que disponibiliza uma grande quantidade e diversidade de recursos didáticos de apoio ao trabalho do professor e à construção das aulas. Permite uma boa interatividade e personalização de muitos materiais, incluindo a possibilidade de alterar planificações, instrumentos de avaliação e apresentações em PowerPoint®. Neste Caderno de Apoio, apresentam-se, de forma detalhada, as diferentes tipologias de recursos disponíveis, assim como o guia de exploração dos recursos disponibilizados na versão de demostração. , ,
  • 6.
    Fotocopiável © Texto| Novo HGP 6.o ano 5 Articulação das Metas Curriculares com o manual EŽǀŽ,'WϨ Vol. 1 Domínio Portugal, do século XVIII ao século XIX Subdomínio O Império Português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arteno século XVIII Objetivo geral 1. Conhecer e compreender as características do Império Português dos séculos XVII e XVIII Descritores 1. Conhecer a dimensão geográfica do Império Portu- guês no século XVIII, por comparação ao império luso do século XVI e aos restantes impérios europeus. 2. Referir a colónia do Brasil como o principal território ultramarino português no século XVII. 3. Destacar o açúcar brasileiro como o principal produto de exportação colonial. 4. Relacionar a quebra dos lucros do açúcar com a inten- sificação da procura de ouro pelos bandeirantes. 5. Relacionar as fronteiras atuais do Brasil com as incur- sões dos bandeirantes a partir dos finais do século XVII. 6. Reconhecer a riqueza proporcionada a Portugal, na primeira metade do século XVIII, pela descoberta de ouro no Brasil. 7. Caracterizar a vida dos escravos, salientando as con- dições a que eram submetidos (desde o seu resgate e transporte do continente africano até ao seu dia-a-dia nos engenhos de açúcar). 8. Reconhecer nas características étnicas culturais, lin- guísticas, religiosas do Brasil atual a miscigenação entre ameríndios, africanos e europeus. 2. Conhecer e compreender as características do poder político no tempo de D. João V 1. Definir «monarquia absoluta». 2. Referir a concentração de poderes de D. João V. 3. Comparar a concentração de poderes de um rei absoluto com a divisão de poderes existente no atual regime democrático. 4. Comparar a justificação divina para o exercício do poder absoluto com a legitimidade do poder pelo voto na democracia atual. 5. Evidenciar o fausto da corte, as embaixadas, as ceri- móniaspúblicaseasgrandesconstruçõescomomani- festações do poder absoluto. 3. Conhecer a sociedade portuguesa no século XVIII 1. Reconhecer a manutenção da divisão da sociedade em grupos e dos profundos contrastes sociais existentes. 2. Identificar nas cerimónias públicas e na lei o reflexo da forte estratificação social da época. 3. Referir a burguesia como grupo enriquecido pelo comércio internacional mas mantendo o seu estatuto de não privilegiado. 4. Referir as formas de ascensão social no século XVIII. Págs. 20-21 20-21 20-21 20-21 20-21 20-21 22-23 30-31 22-23 24-25 24-25 24-25 24-25 24-25 26-27 26-27 26-27 5. Sublinhar o papel da Inquisição na perseguição aos cristãos-novos, destacando a intolerância religiosa dessa época. 4. Conhecer aspetos da arte no tempo de D. João V 1. Identificarasprincipaiscaracterísticasdaartebarroca. 2. Identificar alguns exemplos de arte barroca em Por- tugal, especialmente ao nível do património edificado. 5. Conhecer e compreender a ação governativa do Marquês de Pombal 1. Descrever o terramoto de 1755 e a ação imediata do Marquês de Pombal. 2. Identificar características urbanísticas da Lisboa Pombalina. 3. Identificar as principais medidas de desenvolvimento económico adotadas no reinado de D. José I. 4. Relacionar a quebra das remessas de ouro do Brasil e as elevadas importações portuguesas em meados do século XVIII com a introdução de novas manufaturas. 5. Indicar sucintamente as reformas no ensino, o fim da distinção entre cristão-novo e cristão-velho e a proi- bição da escravatura na metrópole. A Revolução Francesa de 1789 e seus reflexos em Portugal 1. Conhecer e compreender a Revolução Francesa e as Invasões Napoleónicas 1. Localizar no espaço e no tempo a grande revolução de 1789 e a onda revolucionária que provocou na Europa e na América. 2. Referir os princípios políticos e sociais defendidos pelos revolucionários franceses, destacando o fim do absolutismo e dos privilégios do clero e da nobreza. 3. Reconhecer a construção de um império na Europa por Napoleão Bonaparte. 4. Identificar o Bloqueio Continental como uma forma de enfraquecer a Inglaterra. 5. Indicar os motivos que levaram Napoleão a invadir Portugal. 6. Descrever sucintamente as três invasões napoleóni- cas, salientando os seus episódios mais marcantes. 7. Referir a fuga da família real e da corte para o Brasil aquando da primeira invasão. 8. Referir a resistência popular e a ajuda militar inglesa na luta contra a ocupação francesa. 2. Conhecer e compreender a Revolução Liberal de 1820 1. Relacionar as destruições provocadas pelas invasões, a permanência do rei no Brasil e o domínio inglês em Portugal com o descontentamento generalizado dos vários grupos sociais. 2. Descrever sucintamente o triunfo de uma revolução liberal em Portugal em 1820, destacando os seus prin- cipais protagonistas. 3. Justificar o apoio dos burgueses aos ideais revolu- cionários. 4. Referir a realização de eleições para as Cortes Cons- tituintes, cujo objetivo era a elaboração de uma cons- tituição. 26-27 26-27 28-29 38-39 38-39 40-41 40-41 42-43 50-51 50-51 50-51 50-51 50-51 52-53 50-51 52-53 54-55 54-55 54-55 56-57
  • 7.
    6 Fotocopiável ©Texto | Novo HGP 6.o ano 5. Estabelecer uma relação entre os investimentos rea- lizados com recurso aos mercados internacionais com a grave crise financeira de 1890-92. 3. Conhecer e compreender o alcance das medidas tomadas pelos liberais na educação e na justiça 1. Enumerar medidas tomadas ao nível do ensino, des- tacando os seus objetivos e limites. 2. Indicar o pioneirismo português na abolição da pena de morte, destacando a existência da pena capital em vários países do mundo na atualidade. 3. Relacionar as ideias liberais com a abolição da pena de morte,daescravaturanascolóniasedaspenascorporais. 4. Conhecer e compreender o aumento da população e o êxodo rural verificado na segunda metade do século XIX 1. Apontar as razões da diminuição da mortalidade e do consequente aumento da população verificado neste período. 2. Relacionar a mecanização da agricultura, o cresci- mento da população e a melhoria dos transportes com o êxodo rural e emigração verificados neste período. 3. Localizar os destinos do êxodo rural e da emigração neste período. 5. Conhecer e compreender as características da sociedade e a vida quotidiana nas cidades e nos campos na segunda metade do século XIX 1. Conhecer a organização social liberal, por oposição à sociedade do século XVIII. 2. Reconhecer o carácter eminentemente rural da eco- nomia e sociedade portuguesa. 3. Caracterizar a modernização das cidades ocorrida neste período, salientando preocupações que conti- nuam a existir no urbanismo atual. 4. Referir o surgimento do proletariado como novo grupo social, destacando as suas duras condições de vida e de trabalho. 5. Relacionar as difíceis condições de vida do proleta- riado com a criação das primeiras associações de operários e as primeiras formas de luta. 6. Conhecer as características da arte da segunda metade do século XIX 1. Reconhecer a «arquitetura do ferro» como a grande novidade da arquitetura do século XIX. 2. Identificar as principais construções da «arquitetura do ferro» em Portugal. 3. Identificar exemplos marcantes da arquitetura de ins- piração em estilos do passado (revivalista). 4. Enumerar algumas figuras da literatura do século XIX. Vol. 2 Portugal do século XX Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926 1. Conhecer e compreender as razões da queda da monarquia constitucional 1. Indicar os motivos do crescente descrédito da insti- tuição monárquica. 72-73 74-75 74-75 74-75 82-83 82-83 82-83 84-85 84-85 86-89 90-91 90-91 90-91 90-91 90-91 90-91 8-9 5. Reconhecer a constituição como a lei fundamental de um Estado. 3. Conhecer e compreender as consequências da Revolução Liberal de 1820 1. Referir o princípio da separação de poderes, a igual- dade perante a lei e o princípio da soberania nacional, por oposição ao absolutismo. 2. Reconhecer o carácter «revolucionário» da Constitui- ção de 1822, salientando, ainda assim, os seus limi- tes, por referência ao voto verdadeiramente universal atual. 3. Descrever sucintamente o processo de independência do Brasil. 4. Conhecer o longo processo de afirmação da monarquia Liberal 1. Justificar a oposição de largos setores da nobreza e do clero à nova ordem política e social. 2. Descrever a solução encontrada por D. Pedro para resolver o problema de sucessão ao trono, após a morte de D. João VI. 3. Referir o desrespeito do regente D. Miguel pela ordem liberal e a sua aclamação como rei absoluto, em 1828, salientando o período de repressão que se seguiu. 4. Reconhecer a divisão da sociedade portuguesa entre absolutistas (apoiantes de D. Miguel) e liberais (apoiantes de D. Pedro). 5. Descrever sucintamente a Guerra Civil de 1832- -1834, salientando episódios marcantes do triunfo de D. Pedro e da monarquia constitucional. Portugal na segunda metade do século XIX 1. Conhecer e compreender o processo de modernização das atividades produtivas portuguesas na segunda metade do século XIX 1. Relacionar a dependência de Portugal face ao exte- rior e a estabilidade política conseguida em meados do século XIX com as tentativas de modernização da economia portuguesa. 2. Referir as principais medidas tomadas pelos liberais para a modernização da agricultura portuguesa. 3. Referir o alcance limitado do desenvolvimento indus- trial do país, verificado neste período, destacando as principais zonas industriais na segunda metade do século XIX num país maioritariamente rural. 2. Conhecer o desenvolvimento das vias de comunicação e dos meios de transporte operado pela Regeneração e os seus efeitos 1. Referir a ausência de uma rede de transportes e comu- nicação como um entrave ao desenvolvimento do país até meados do século XIX. 2. Reconhecer a expansão da rede ferroviária, viária e o desenvolvimento dos meios de comunicação na segunda metade do século XIX. 3. Apontar o Estado como o grande impulsionador da rede de transportes e comunicação da segunda metade do século XIX, destacando a ação de Fontes Pereira de Melo. 4. Referir as consequências económicas e sociais do desenvolvimento das vias de comunicação, dos trans- portes e dos meios de comunicação. 56-57 56-57 56-57 58-59 58-59 58-59 60-61 60-61 60-61 68-69 68-69 70-71 72-73 72-73 72-73 72-73
  • 8.
    Fotocopiável © Texto| Novo HGP 6.o ano 7 2. Relacionar os interesses das potências industriais europeias em África com a Conferência de Berlim e com o projeto português do Mapa Cor-de-Rosa. 3. Relacionar o projeto do Mapa Cor-de-Rosa com o Ulti- mato Inglês. 4. Relacionar a humilhação sentida pelo povo português face à cedência ao Ultimato Inglês com o aumento dos apoiantes da causa republicana. 5. Referir o regicídio de 1908 como fator para a queda da monarquia. 6. Descrever os principais episódios do 5 de Outubro de 1910, salientando o apoio popular à insurreição militar republicana. 7. Localizar no tempo o período da I República. 2. Conhecer e compreender o funcionamento do regime da I República e os seus símbolos 1. Diferenciar monarquia e república quanto ao chefe de Estado, à legitimidade do seu mandato e à duração do mesmo. 2. Conhecer os símbolos da República Portuguesa. 3. Caracterizar o regime republicano a partir da Consti- tuição de 1911, salientando semelhanças e diferenças relativamente à Constituição da Monarquia Constitu- cional. 4. Indicar o Parlamento como o órgão político mais importante na I República. 5. Reconhecer a manutenção de limitações no sufrágio duranteaIRepública,porcomparaçãoàsituaçãoatual. 3. Conhecer as principais realizações da I República 1. Indicar as principais medidas de carácter social toma- das durante a I República. 2. Referir medidas tomadas pela I República no sentido de diminuir a influência da Igreja junto da população. 3. Salientar o alcance das medidas sociais e educativas tomadas durante a I República. 4. Conhecer e compreender os motivos do fim da I República e a instauração da Ditadura Militar em 1926 1. Referir a instabilidade governativa e a crise econó- mica e social como fatores decisivos para o fim da I República. 2. Indicar os motivos da entrada de Portugal na I Guerra Mundial. 3. Indicar os efeitos da participação de Portugal na I Guerra Mundial e sua relação com o golpe militar do 28 de Maio de 1926. 4. Justificar a grande adesão dos militares e da popula- ção de Lisboa ao movimento antidemocrático chefiado pelo General Gomes da Costa. 5. Localizar no tempo o período da Ditadura Militar. 6. Reconhecer nas medidas da Ditadura Militar o fim da liberdade política e o cercear de liberdades individuais. O Estado Novo (1933-1974) 1. Compreender a ascensão de Salazar e a construção do Estado Novo 1. Referir o saldo positivo das contas públicas portugue- sas conseguido pelo ministro das Finanças António de Oliveira Salazar. 8-9 8-9 8-9 10-11 10-11 12-13 12-13 12-13 12-13 12-13 12-13 14-15 14-15 14-15 16-19 16-19 16-19 18-19 18-19 18-19 26-27 2. Relacionar o saldo positivo das contas públicas portu- guesas conseguido pelo ministro das Finanças Antó- nio de Oliveira Salazar com a sua rápida ascensão no poder. 3. Indicar as medidas tomadas por Salazar para resolver o problema financeiro do país. 4. Salientar na Constituição de 1933 a supremacia do poder executivo e a existência de um partido único. 5. Reconhecer o carácter ditatorial do Estado Novo. 2. Conhecer e compreender os mecanismos de difusão dos ideais do Estado Novo e de repressão para com os opositores 1. Indicar os principais valores defendidos pelo Estado Novo, salientando a máxima «Deus, Pátria e Família» e a obediência. 2. Referir a utilização do ensino, da Mocidade Portuguesa e da propaganda como formas de difusão dos ideais do Estado Novo. 3. Enumerar os mecanismos de repressão do Estado Novo. 4. Referir os objetivos e a forma de atuação da polícia política, reconhecendo nos meios utilizados o desres- peito pelas liberdades e garantias fundamentais dos cidadãos. 5. Referir a existência de prisões políticas, destacando a colónia penal do Tarrafal. 6. Reconhecer na atualidade a existência de regimes com características ditatoriais onde diariamente são desrespeitados os Direitos Humanos. 3. Conhecer e compreender os principais movimentos de resistência ao Estado Novo 1. Comparar a imagem de prosperidade e paz social dada pelo regime com as difíceis condições de vida da grande maioria dos portugueses e com a opressão. 2. Referir a oposição à ditadura através de ações clan- destinas e de obras artísticas, destacando alguns dos autores mais marcantes. 3. Reconhecer a candidatura do General Humberto Del- gado à Presidência da República (1958) como o grande momento de oposição à ditadura, descrevendo o seu desfecho. 4. Referir a manutenção do regime opressivo após a substituição de Salazar por Marcelo Caetano, apesar das expetativas de «abertura do regime». 4. Conhecer e compreender a manutenção do colonialismo português e a Guerra Colonial 1. Referir a intransigência do Estado Novo relativamente à sua política colonial num contexto internacional hostil à posse de colónias. 2. Relacionar essa intransigência com a perda do Estado Português da Índia (1960) e com o início da Guerra Colonial em Angola (1961), Guiné (1963) e Moçam- bique (1964). 3. Caracterizar a Guerra Colonial, salientando a guerrilha e o apoio das populações autóctones aos movimentos que lutavam pela independência. 4. Reconhecer os efeitos da guerra, salientando o número de soldados mobilizados, as vítimas dos dois lados do conflito e os problemas associados à guerra que persistem ainda hoje. 26-27 26-27 26-29 26-27 28-29 28-29 28-29 28-31 28-31 28-31 32-31 30-31 34-35 34-35 36-37 36-37 36-37 36-37
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    8 Fotocopiável ©Texto | Novo HGP 6.o ano O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático 1. Conhecer e compreender as causas do golpe militar do 25 de Abril de 1974 1. Relacionar as difíceis condições de vida da maioria dos portugueses, a opressão política e a manutenção da Guerra Colonial com a «grande debandada» dos por- tugueses e com o crescente descontentamento dos militares. 2. Descrever sucintamente os acontecimentos da revo- lução militar e os seus protagonistas. 3. Sublinhar a forte adesão popular e o carácter não vio- lento da «Revolução dos Cravos». 2. Conhecer e compreender as consequências do 25 de Abril de 1974 ao nível da democratização do regime e da descolonização 1. Reconhecer no programa do Movimento das Forças Armadas, o fim da ditadura e o início da construção da democracia. 2. Referir as eleições de 1975 como um marco funda- mental para a construção do regime democrático. 3. Reconhecer na Constituição de 1976 a consagração dos direitos e liberdades fundamentais. 4. Relacionar o 25 de Abril com a descolonização e com o fim do Império. 5. Explicar os problemas verificados com a descoloniza- ção portuguesa, destacando a questão dos «retorna- dos» e a questão timorense. 6. Referir a transferência de soberania de Macau para a China (1999) e a autodeterminação de Timor Lorosae (2002) como marcos formais do fim do Império Por- tuguês. 7. Conhecer a dimensão do território português e os novos países surgidos após a descolonização. 3. Conhecer os órgãos de poder democráticos 1. Identificar a existência de poder central, regional e local. 2. Indicar os órgãos de poder regional e local e as suas funções. 3. Descrever o funcionamento dos órgãos de poder cen- tral e as funções de cada um. 4. Destacar a efetiva separação de poderes e o sufrágio livre e universal como conquistas de Abril. 5. Identificarformas de participação cívica e democrática além dos atos eleitorais. 4. Analisar algumas conquistas, dificuldades e desafios que Portugal enfrenta no nosso tempo 1. Reconhecer a democratização do país como fator de prestígio internacional para Portugal. 2. Reconhecer a entrada de Portugal na Comunidade Económica Europeia (CEE) como um contributo para a consolidação da democracia portuguesa e para a modernização do país. 3. Enumerar aspetos que comprovem a modernização do país após a adesão à CEE. 4. Exemplificar progressos verificados nas condições de vida dos portugueses, nomeadamente no maior acesso à saúde e educação. 5. Constatar a maior igualdade de géneros existente na atualidade, apesar do caminho que ainda há a per- correr. 46-47 46-47 46-47 46-47 50-51 50-51 48-49 48-49 48-49 48-49 50-51 52-55 50-51 50-51 54-55 56-57 56-57 56-57 56-57 56-57 6. Reconhecer outras dificuldades que Portugal enfrenta nos nossos dias: desemprego, morosidade da justiça, assimetrias sociais, abandono escolar, fraco envolvi- mento cívico. Espaços em que Portugal se integra 1. Conhecer a União Europeia (UE) como uma das organizações internacionais em quePortugalseintegra 1. Identificar os países que constituem a UE. 2. Referir os principais objetivos que presidiram à criação da UE. 3. Identificar os sucessivos alargamentos da UE. 4. Identificar as principais instituições europeias. 2. Conhecer outras organizações internacionais em que Portugal se integra 1. Identificar os principais objetivos da criação da ONU. 2. Referir alguns dos estados não membros da ONU. 3. Identificar algumas das organizações que integram a ONU (UNICEF, FAO, UNESCO…). 4. Localizar os Países Africanos de Língua Oficial Por- tuguesa (PALOP). 5. Localizar os países da Comunidade de Países de Língua Oficial Portuguesa (CPLP). 6. Referir alguns dos grandes objetivos dos PALOP e da CPLP. 7. Localizar países da Organização do Tratado ao Atlân- tico Norte (NATO). 8. Referir os principais objetivos da NATO. Portugal hoje A população portuguesa 1. Compreender a importância dos recenseamentos na recolha de informação sobre a população 1. Definir recenseamento da população. 2. Referir informações que se podem consultar nos recenseamentos da população. 3. Localizar diferentes divisões administrativas do terri- tório nacional a diferentes escalas (distritos, NUTS II e III, municípios). 4. Inferir sobre a importância dos recenseamentos na gestão e ordenamento do território. 2. Conhecer a evolução da população em Portugal e compreender a sua relação com o crescimento natural 1. Definir população total ou absoluta. 2. Caracterizar a evolução da população portuguesa desde o primeiro recenseamento geral da população (1864). 3. Identificar o crescimento natural como o principal fator responsável pela evolução da população. 4. Distinguir natalidade de taxa de natalidade e mortali- dade de taxa de mortalidade. 5. Definir crescimento natural. 6. Caracterizar a evolução da natalidade em Portugal. 7. Identificar fatores responsáveis pela diminuição da natalidade em Portugal nas últimas décadas. 8. Caracterizar a evolução da mortalidade em Portugal. 9. Identificar fatores responsáveis pela diminuição da mortalidade em Portugal nas últimas décadas. 58-59 56-57 56-57 56-57 56-57 58-59 58-59 58-59 58-59 58-59 58-59 58-59 58-59 68-69 68-69 68-71 68-69 68-69 68-69 68-69 68-69 68-69 68-69 68-69 68-69 68-69
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    Fotocopiável © Texto| Novo HGP 6.o ano 9 3. Compreender o contributo do saldo migratório na evolução da população em Portugal 1. Distinguir emigração de imigração. 2. Definir saldo migratório. 3. Caracterizar a evolução da emigração em Portugal. 4. Localizar as principais áreas de destino da emigração portuguesa. 5. Identificar as principais causas e consequências da emigração em Portugal. 6. Descrever a evolução da imigração em Portugal. 7. Localizar os principais países de origem da imigração em Portugal. 4. Compreender a distribuição da população em Portugal 1. Distinguir densidade populacional de população total. 2. Interpretar mapas com a distribuição regional da população total/densidade populacional em meados do século XX e na atualidade. 3. Identificar os principais fatores responsáveis pelo acentuar de contrastes na distribuição da população na atualidade. 5. Conhecer a evolução da população portuguesa por grupos etários 1. Identificar os três grupos etários. 2. Caracterizar a evolução recente da população jovem, da adulta e da idosa, tendo por base dados estatísticos. 3. Identificar fatores responsáveis pela evolução dos três grupos etários. 6. Conhecer e compreender as consequências do duplo envelhecimento da população em Portugal 1. Definir esperança média de vida à nascença. 2. Caracterizar a evolução da esperança média de vida à nascença, identificando os principais fatores respon- sáveis pelo seu incremento. 3. Referir os principais fatores que contribuem para o duplo envelhecimento da população. 4. Localizar as área mais afetadas pelo duplo envelhe- cimento da população e as respetivas consequências. 5. Apresentar medidas com o objetivo de subverter o duplo envelhecimento. Os lugares onde vivemos 1. Compreender as características da população rural e urbana e os seus modos de vida 1. Definir povoamento. 2. Caracterizar o povoamento rural e o urbano. 3. Definir modo de vida. 4. Caracterizar os modos de vida predominantes no espaço rural e no espaço urbano 5. Reconhecer a crescente interpenetração entre modos de vida rurais e urbanos. 6. Reconhecer a crescente complementaridade e inter- dependência entre o espaço rural e o espaço urbano. 2. Compreender a desigual dinâmica populacional das áreas rurais e das áreas urbanas 1. Comparar a evolução da população rural e da popula- ção urbana em Portugal, nas últimas décadas. 2. Definir taxa de urbanização. 72-73 72-73 72-73 72-73 72-73 72-73 72-73 74-75 74-75 74-75 74-75 74-75 74-75 74-75 74-75 74-75 74-75 74-75 76-77 76-79 76-77 76-79 76-79 76-79 78-79 78-79 3. Definir êxodo rural. 4. Relacionar a crescente taxa de urbanização com o êxodo rural. 5. Localizar as principais áreas urbanas em Portugal. 6. Identificar os principais problemas das áreas urbanas e das áreas rurais em Portugal. 7. Apontar soluções para os problemas identificados nas áreas urbanas e nas áreas rurais em Portugal. 3. Compreender a atratividade exercida pelas áreas urbanas 1. Distinguir área atrativa de área repulsiva. 2. Interpretar a distribuição regional dos equipamentos ligados à saúde, educação, cultura, desporto, audio- visuais (…). 3. Justificar a atratividade das áreas urbanas pela maior disponibilidade na oferta de emprego e concentração de equipamento de saúde, educação, lazer (…). Atividades que desenvolvemos 1. Conhecer a repartição das atividades económicas por sectores 1. Definir setor de atividade económica. 2. Distinguir população ativa de população inativa. 3. Distinguir taxa de atividade de taxa de desemprego. 4. Distinguir atividades produtivas de não produtivas. 5. Comparar as atividades económicas integradas nos setores primário, secundário e terciário. 2. Compreender a evolução da distribuição da população por setores de atividade em Portugal 1. Caracterizar a evolução da população ativa integrada nos três setores de atividade. 2. Enumerar fatores que explicam a diminuição da popu- lação ativa integrada no setor primário e no setor secundário. 3. Identificar consequências da diminuição da popu- lação ativa integrada no setor primário e no setor secundário. 4. Identificar fatores que explicam o aumento da popu- lação ativa integrada no setor terciário. 5. Identificar consequências do aumento da população ativa integrada no setor terciário. 6. Localizar as áreas onde predominam atividades liga- das aos diferentes setores. 7. Identificar as atividades dominantes na área envol- vente à escola. 3. Conhecer e compreender as características da agricultura em Portugal 1. Definir agricultura. 2. Caracterizar os principais tipos de agricultura prati- cados em Portugal. 3. Descrever as transformações recentes ocorridas na agricultura portuguesa. 4. Localizar os principais tipos de agricultura e alguns dos produtos cultivados. 5. Identificar os principais obstáculos à modernização da agricultura portuguesa. 6. Identificar a atividade agrícola praticada na área de residência. 78-79 78-79 78-79 80-81 80-81 74-75 80-81 80-81 88-89 88-89 88-89 88-89 88-89 88-89 88-89 88-89 88-89 88-89 88-89 88-89 90-91 90-91 90-91 90-91 90-91 90-91
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    10 Fotocopiável ©Texto | Novo HGP 6.o ano 4. Compreender a importância da floresta em Portugal 1. Referir as principais funções das florestas. 2. Localizar a distribuição das principais espécies flores- tais a nível nacional. 3. Identificar os principais problemas que afetam a flo- resta. 5. Compreender a atividade piscatória em Portugal 1. Caracterizar os principais tipos de pesca praticados em Portugal. 2. Identificar as principais áreas de pesca e os portos de desembarque do pescado. 3. Referir alguns dos problemas que afetam a pesca por- tuguesa e possíveis soluções. 4. Identificar aspetos positivos e negativos da aquacul- tura. 6. Compreender a evolução da indústria em Portugal 1. Definir indústria. 2. Identificar diferentes tipos de indústria. 3. Caracterizar a evolução da indústria em Portugal. 4. Localizar as principais áreas industriais em Portugal. 5. Identificar os principais problemas associados à ativi- dade industrial e possíveis soluções. 7. Compreender a crescente importância das energias renováveis em Portugal 1. Referirostiposdeenergiamaisutilizadosem Portugal. 2. Distinguir energias renováveis de energias não reno- váveis, dando ênfase aos principais impactes da sua utilização. 3. Localizar as principais áreas de produção de energia renovável em Portugal. 4. Enumerar os principais fatores responsáveis pela crescente importância das energias renováveis em Portugal. 5. Identificar práticas adequadas a uma racionalização dos consumos energéticos. 8. Compreender o comércio em Portugal 1. Distinguir importação de exportação. 2. Descrever a evolução das importações e das expor- tações em Portugal. 3. Caracterizar os tipos de produtos importados/expor- tados e os parceiros comerciais. 4. Referir as consequências do desigual valor das impor- tações e exportações em Portugal. 5. Identificar novas formas de comercializar produtos e de pagar serviços. 9. Compreender a crescente importância dos serviços entre as atividades económicas em Portugal 1. Definir serviços. 2. Identificar os diferentes tipos de serviços. 3. Localizar as áreas de maior oferta de serviços. 4. Explicar os contrastes regionais na oferta de serviços (saúde, educação, cultura, desporto…). 5. Justificar a crescente importância do setor dos servi- ços na criação de emprego. 90-91 90-91 90-91 92-93 92-93 92-93 92-93 94-95 94-95 94-95 94-95 94-95 96-97 96-97 96-97 96-97 96-97 98-99 98-99 98-99 98-99 98-99 100-101 100-101 100-101 100-101 100-101 O mundo mais perto de nós 1. Compreender a importância dos transportes na sociedade atual 1. Distinguir rede de transporte de modo de transporte. 2. Referir a importância das redes de transporte no mundo atual. 3. Comparar as vantagens e as desvantagens da utiliza- ção dos diferentes modos de transporte (rodoviário, ferroviário, marítimo, aéreo e fluvial). 4. Caracterizar a distribuição das diferentes redes de transporte em Portugal. 5. Relacionar a distribuição das redes de transporte com a distribuição da população e atividades económicas. 6. Discutir os impactes do desenvolvimento da rede de transportes. 2. Conhecer e compreender a importância das telecomunicações na sociedade atual 1. Definir rede de telecomunicação. 2. Referir as vantagens da utilização dos serviços de telecomunicação. 3. Associar o desenvolvimento dos serviços de teleco- municação com o processo de globalização e apare- cimento do conceito de «aldeia global». 4. Discutir a importância do desenvolvimento das tele- comunicações nas atividade humanas e qualidade de vida. Lazer e património 1. Compreender a desigual distribuição da prática do lazer e do turismo a nível nacional 1. Definir lazer. 2. Localizar as áreas com maior oferta de equipamento culturais e desportivos diversos (teatros, cinemas, museus, bibliotecas, pavilhões desportivos…) 3. Justificar a desigual oferta na distribuição de equipa- mento culturais e desportivos. 4. Identificar o turismo como uma atividade de lazer. 5. Identificar diferentes tipos de turismo em Portugal: balnear/de montanha/religioso/termal/em espaço rural/de aventura/radical/histórico-cultural/de natu- reza (…). 6. Localizar as áreas de maior atração/procura turística em Portugal, destacando os fatores que justificam a sua atratividade/procura. 7. Identificar atividades de lazer e turismo na região onde reside. 2. Compreender a importância da preservação do património 1. Identificar diferentes tipos de património. 2. Localizar diferentes áreas de proteção da natureza. 3. Explicar a importância das áreas protegidas na pre- servação do património ambiental. 4. Identificar medidas de preservação do património. 102-103 102-103 102-103 102-103 102-103 102-103 100-101 100-101 100-101 100-101 104-105 104-105 104-105 104-105 104-105 104-105 104-105 104-105 104-105 104-105 104-105
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    Editável e fotocopiável© Texto |Novo HGP 6.o ano 11 Planificação a longo prazo Número de aulas previstas (3 x 45 minutos/semana) 1.o período c. 13 semanas 2.o período c. 12 semanas 3.o período c. 8 semanas Totais Aulas previstas (Ano letivo 2017/2018) 39 36 24 99 Aulas (de desenvolvimento dos conteúdos, de acordo com a organização do manual) 22 21 17 60 Aulas de preparação e correção de avaliação 4 4 4 12 Avaliação sumativa (dois testes de avaliação por período) 4 4 4 12 Metas curriculares Aulas previstas (45 minutos) Domínio – Portugal do século XVIII ao século XIX 1. o período Subdomínio – O Império Português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII Objetivos gerais 1. Conhecer e compreender as caraterísticas do Império Português dos séculos XVII e XVIII 2. Conhecer e compreender as características do poder político no tempo de D. João V 3. Conhecer a sociedade portuguesa no século XVIII 4. Conhecer aspetos da arte no tempo de D. João V 5. Conhecer e compreender a ação governativa do Marquês de Pombal 9* Desenvolvimento 3** Avaliação 4 Subdomínio – A Revolução Francesa de 1789 e os seus reflexos em Portugal Objetivos gerais 1. Conhecer e compreender a Revolução Francesa e as Invasões Napoleónicas 2. Conhecer e compreender a Revolução Liberal de 1820 3. Conhecer e compreender as consequências da Revolução Liberal de 1820 4. Conhecer o longo processo de afirmação da monarquia liberal 6* Desenvolvimento e consolidação de conteúdos 1** Subdomínio – Portugal na segunda metade do século XIX Objetivos gerais 1. Conhecer e compreender o processo de modernização das atividades produtivas portuguesas na segunda metade do século XIX 2. Conhecer o desenvolvimento das vias de comunicação e dos meios de transporte operado pela Regeneração e os seus efeitos 3. Conhecer e compreender o alcance das medidas tomadas pelos liberais na educação e na justiça 5* Desenvolvimento e consolidação de conteúdos 1* * Para desenvolvimento das aprendizagens ** Para consolidação das aprendizagens
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    12 Editável efotocopiável © Texto |Novo HGP 6.o ano Metas curriculares Aulas previstas (45 minutos) Avaliação 4 2. o período 3. Conhecer e compreender o alcance das medidas tomadas pelos liberais na educação e na justiça 4. Conhecer e compreender o aumento da população e o êxodo rural verificado na segunda metade do século XIX 5. Conhecer e compreender as características da sociedade e a vida quotidiana nas cidades e nos campos na segunda metade do século XIX 6. Conhecer as características da arte da segunda metade do século XIX 5* Desenvolvimento e consolidação de conteúdos 1** Domínio – Portugal do século XX Subdomínio – Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926 Objetivos gerais 1. Conhecer e compreender as razões da queda da monarquia constitucional 2. Conhecer e compreender o funcionamento do regime da I República e os seus símbolos 3. Conhecer as principais realizações da I República 4. Conhecer e compreender os motivos do fim da I República e a instauração da Ditadura Militar em 1926 6* Desenvolvimento e consolidação de conteúdos 1** Avaliação 4 Subdomínio – O Estado Novo (1933-1974) Objetivos gerais 1. Compreender a ascensão de Salazar e a construção do Estado Novo 2. Conhecer e compreender os mecanismos de difusão dos ideais do Estado Novo e de repressão para com os opositores 3. Conhecer e compreender os principais movimentos de resistência ao Estado Novo 4. Conhecer e compreender a manutenção do colonialismo português e a Guerra Colonial 6* Desenvolvimento e consolidação de conteúdos 1** Avaliação 4 Subdomínio – O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático Objetivos gerais 1. Conhecer e compreender as causas do golpe militar do 25 de Abril de 1974 2. Conhecer e compreender as consequências do 25 de Abril de 1974 ao nível da democratização do regime e da descolonização 3. Conhecer os órgãos de poder democráticos 4. Analisar algumas conquistas, dificuldades e desafios que Portugal enfrenta no nosso tempo 5* 3. o período Subdomínio – Espaços em que Portugal se Integra Objetivos gerais 1. Conhecer a União Europeia (UE) como uma das organizações internacionais em que Portugal se integra 2. Conhecer outras organizações internacionais em que Portugal se integra 2* Desenvolvimento e consolidação de conteúdos 1** Avaliação 4 * Para desenvolvimento das aprendizagens ** Para consolidação das aprendizagens
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    Editável e fotocopiável© Texto |Novo HGP 6.o ano 13 Metas curriculares Aulas previstas (45 minutos) Domínio – Portugal Hoje*** 3. o período Subdomínio – A população portuguesa Objetivos gerais 1. Compreender a importância dos recenseamentos na recolha de informação sobre a população 2. Conhecer a evolução da população em Portugal e compreender a sua relação com o crescimento natural 3. Compreender o contributo do saldo migratório na evolução da população em Portugal 4. Compreender a distribuição da população em Portugal 5. Conhecer a evolução da população portuguesa por grupos etários 6. Conhecer e compreender as consequências do duplo envelhecimento da população em Portugal 3* Subdomínio – Os lugares onde vivemos Objetivos gerais 1. Compreender as caraterísticas da população rural e urbana e os seus modos de vida 2. Compreender a desigual dinâmica populacional das áreas rurais e das áreas urbanas 3. Compreender a atratividade exercida pelas áreas urbanas 3* Desenvolvimento e consolidação de conteúdos 1** Subdomínio – As atividades que desenvolvemos Objetivos gerais 1. Conhecer a repartição das atividades económicas por setores 2. Compreender a evolução da distribuição da população por setores de atividade em Portugal 3. Conhecer e compreender as caraterísticas da agricultura em Portugal 4. Compreender a importância da floresta em Portugal 5. Compreender a atividade piscatória em Portugal 6. Compreender a evolução da indústria em Portugal 7. Compreender a crescente importância das energias renováveis em Portugal 8. Compreender o comércio em Portugal 9. Compreender a crescente importância dos serviços entre as atividades económicas em Portugal 7* Subdomínio – O mundo mais perto de nós Objetivos gerais 1. Compreender a importância dos transportes na sociedade atual 2. Conhecer e compreender a importância das telecomunicações na sociedade atual 1* Subdomínio – Lazer e Património Objetivos gerais 1. Compreender a desigual distribuição da prática do lazer e do turismo a nível nacional 2. Compreender a importância da preservação do património 1* Desenvolvimento e consolidação de conteúdos 1** Avaliação 4 * Para desenvolvimento das aprendizagens ** Para consolidação das aprendizagens *** Sugerimos aos colegas que a lecionação do domínio Portugal Hoje seja feita a partir das apresentações Powerpoint®, disponíveis em
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    14 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Planificação a médio prazo Domínio – Portugal do século XVIII ao século XIX * (15 aulas) Subdomínio – O Império Português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII Objetivos gerais Descritores de desempenho Experiências de aprendizagem Avaliação Calendarização 1. Conhecer e compreender as características do Império Português dos séculos XVII e XVIII 2. Conhecer e compreender as características do poder político no tempo de D. João V 1.1 Conhecer a dimensão geográfica do Império Português no século XVIII, por comparação ao império luso do século XVI e aos restantes impérios europeus. 1.2 Referir a colónia do Brasil como o principal território ultramarino português no século XVII. 1.3 Destacar o açúcar brasileiro como o principal produto de exportação colonial. 1.4 Relacionar a quebra dos lucros do açúcar com a intensificação da procura de ouro pelos bandeirantes. 1.5 Relacionar as fronteiras atuais do Brasil com as incursões dos bandeirantes a partir dos finais do século XVII. 1.6 Reconhecer a riqueza proporcionada a Portugal, na primeira metade do século XVIII, pela descoberta de ouro no Brasil. 1.7 Caracterizar a vida dos escravos, salientando as condições a que eram submetidos (desde o seu resgate e transporte do continente africano até ao seu dia-a-dia nos engenhos de açúcar). 1.8 Reconhecer nas características étnicas culturais, linguísticas, religiosas do Brasil atual a miscigenação entre ameríndios, africanos e europeus. 2.1 Definir «monarquia absoluta». 2.2 Referir a concentração de poderes de D. João V. 2.3 Comparar a concentração de poderes de um rei absoluto com a divisão de poderes existente no atual regime democrático. Levantamento das ideias dos alunos e contextualização da realidade em estudo pela exploração das páginas 18 e 19, relativamente ao Império Português e à sociedade de ordens. O aluno, através da resolução das tarefas propostas no guião de análise dos documentos das páginas 20 e 21, deverá construir o seu conhecimento acerca do território e dos recursos do Império Português no século XVIII, e das riquezas do Brasil. Convidam-se os alunos À descoberta de palavras, nomeadamente a clarificar o significado de «bandeirantes», na página 21. O aluno, através da resolução das tarefas propostas no guião de exploração dos documentos das páginas 22 a 25, irá construir o seu conhecimento acerca dos movimentos da população e do tráfico de escravos. Convidam-se os alunos À descoberta de palavras, nomeadamente a clarificar o significado de «Engenho de açúcar» e «Tráfico negreiro», na página 23. O aluno, através da resolução das tarefas propostas no guião de exploração das fontes das páginas 24 e 25, deverá construir o seu conhecimento acerca do reinado de D. João V e da vida na Corte. Diagnóstica Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos 1. o período * Volume 1.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 15 3. Conhecer a sociedade portuguesa no século XVIII 4. Conhecer aspetos da arte no tempo de D. João V 5. Conhecer e compreender a ação governativa do Marquês de Pombal 2.4 Comparar a justificação divina para o exercício do poder absoluto com a legitimidade do poder pelo voto na democracia atual. 2.5 Evidenciar o fausto da corte, as embaixadas, as cerimónias públicas e as grandes construções como manifestações do poder absoluto. 3.1 Reconhecer a manutenção da divisão da sociedade em grupos e dos profundos contrastes sociais existentes. 3.2 Identificar nas cerimónias públicas e na lei o reflexo da forte estratificação social da época. 3.3 Referir a burguesia como grupo enriquecido pelo comércio internacional mas mantendo o seu estatuto de não privilegiado. 3.4 Referir as formas de ascensão social no século XVIII. 3.5 Sublinhar o papel da Inquisição na perseguição aos «cristãos-novos», destacando a intolerância religiosa dessa época. 4.1 Identificar as principais características da arte barroca. 4.2 Identificar alguns exemplos de arte barroca em Portugal, especialmente ao nível do património edificado. 5.1 Descrever o terramoto de 1755 e a ação imediata do Marquês de Pombal. 5.2 Identificar características urbanísticas da Lisboa Pombalina. 5.3 Identificar as principais medidas de desenvolvimento económico adotadas no reinado de D. José I. Convidam-se os alunos À descoberta de palavras, nomeadamente a clarificar o significado de «Monarquia» e «Absoluto» e «Monarquia absoluta». Propõe-se que o aluno, através da resolução das tarefas propostas no guião de análise cruzada dos documentos das páginas 26 e 27, construa o seu conhecimento acerca da sociedade no tempo de D. João V. Convidam-se os alunos À descoberta de palavras, nomeadamente a clarificar o significado de «Cristão», «Católico», «Cristão-novo» e «Inquisição». O aluno, através da resolução das tarefas propostas no guião de análise cruzada dos documentos das páginas 28 e 29 deverá construir o seu conhecimento acerca da cultura e da arte no tempo de D. João V. Através da exploração das páginas 30 e 31, sobre a escravatura sensibiliza-se o aluno para questões de cidadania. Para a monitorização da aprendizagem, propõe-se a realização das tarefas-síntese constantes nas páginas 32 a 35 (em casa ou na aula). Levantamento das ideias dos alunos e contextualização da realidade em estudo pela resolução das propostas das páginas 38 a 43, relativamente ao terramoto de 1755, à Lisboa Pombalina e à ação do Marquês de Pombal. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. 1. o período
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    16 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano 5.4 Relacionar a quebra das remessas de ouro do Brasil e as elevadas importações portuguesas em meados do século XVIII com a introdução de novas manufaturas. 5.5 Indicar sucintamente as reformas no ensino, o fim da distinção entre «cristão-novo» e «cristão-velho» e a proibição da escravatura na metrópole. O aluno, através da resolução das tarefas propostas no guião de análise cruzada dos documentos das páginas 38 a 43, irá construir o seu conhecimento acerca do terramoto de 1755, da reconstrução de Lisboa, da situação do reino após a morte de D. João V e da ação do Marquês de Pombal. Convidam-se os alunos À descoberta de palavras, nomeadamente a clarificar o significado de «Baixa», «Pombalino» e «Baixa Pombalina». Sugere-se, ainda, a Leitura em Família de O Dia do Terramoto, de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada. Para a monitorização da aprendizagem, propõe-se a realização das tarefas-síntese constantes nas páginas 44 a 47 (em casa ou na aula). Formativa 1. o período
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 17 Domínio – Portugal do século XVIII ao século XIX * Subdomínio – A Revolução Francesa de 1789 e seus reflexos em Portugal Objetivos gerais Descritores de desempenho Experiências de aprendizagem Avaliação Calendarização 1. Conhecer e compreender a Revolução Francesa e as invasões napoleónicas 2. Conhecer e compreender a Revolução Liberal de 1820 1.1 Localizar no espaço e no tempo a grande revolução de 1789 e a onda revolucionária que provocou na Europa e na América. 1.2 Referir os princípios políticos e sociais defendidos pelos revolucionários franceses, destacando o fim do absolutismo e dos privilégios do clero e da nobreza. 1.3 Reconhecer a construção de um Império na Europa por Napoleão Bonaparte. 1.4 Identificar o «Bloqueio Continental» como uma forma de enfraquecer a Inglaterra. 1.5 Indicar os motivos que levaram Napoleão a invadir Portugal. 1.6 Descrever sucintamente as três invasões napoleónicas, salientando os seus episódios mais marcantes. 1.7 Referir a fuga da família real e da corte para o Brasil aquando da primeira invasão. 1.8 Referir a resistência popular e a ajuda militar inglesa na luta contra a ocupação francesa. 2.1 Relacionar as destruições provocadas pelas invasões, a permanência do rei no Brasil e o domínio inglês em Portugal com o descontentamento generalizado dos vários grupos sociais. 2.2 Descrever sucintamente o triunfo de uma revolução liberal em Portugal em 1820, destacando os seus principais protagonistas. 2.3 Justificar o apoio dos burgueses aos ideais revolucionários. 2.4 Referir a realização de eleições para as Cortes Constituintes, cujo objetivo era a elaboração de uma Constituição. 2.5 Reconhecer a Constituição como a lei fundamental de um Estado. Levantamento das ideias dos alunos e contextualização da realidade em estudo pela resolução das propostas das páginas 48 e 49, relativamente à Revolução Francesa de 1789 e aos seus reflexos em Portugal. Os alunos, através da resolução das tarefas propostas no guião de análise cruzada dos documentos das páginas 50 a 53, construirão o seu conhecimento relativamente à Revolução Francesa, ao Bloqueio Continental e a como Portugal foi ocupado pelos franceses. Convidam-se os alunos À descoberta de palavras, nomeadamente a clarificar o significado de «Regente». Propõe-se que o aluno, através da resolução das tarefas propostas no guião de análise cruzada das fontes das páginas 54 a 57, desenvolva o seu conhecimento acerca da Revolução Liberal de 1820 e da ação das Cortes Constituintes – Constituição de 1822. Convidam-se os alunos À descoberta de palavras, nomeadamente do significado de «Conspiração», «Revolução», «Governo provisório», «Constituição». Diagnóstica Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. 1. o período * Volume 1.
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    18 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano 3. Conhecer e compreender as consequências da Revolução Liberal de 1820 4. Conhecer o longo processo de afirmação da monarquia liberal 3.1 Referir o princípio da separação de poderes, a igualdade perante a lei e o princípio da soberania nacional, por oposição ao absolutismo. 3.2 Reconhecer o caráter «revolucionário» da Constituição de 1822, salientando, ainda assim, os seus limites, por referência ao voto verdadeiramente universal atual. 3.3 Descrever sucintamente o processo de Independência do Brasil. 4.1 Justificar a oposição de largos setores da nobreza e do clero à nova ordem política e social. 4.2 Descrever a solução encontrada por D. Pedro para resolver o problema de sucessão ao trono, após a morte de D. João VI. 4.3 Referir o desrespeito do regente D. Miguel pela ordem liberal e a sua aclamação como rei absoluto, em 1828, salientando o período de repressão que se seguiu. 4.4 Reconhecer a divisão da sociedade portuguesa entre absolutistas (apoiantes de D. Miguel) e liberais (apoiantes de D. Pedro). 4.5 Descrever sucintamente a Guerra Civil de 1832- 1834, salientando episódios marcantes do triunfo de D. Pedro e da monarquia constitucional. Propõe-se que o aluno, através da resolução das tarefas das páginas 58 a 61, conheça como decorreu a independência do Brasil, a sucessão ao trono de Portugal e as lutas entre liberais e absolutistas que culminou na Guerra Civil. Convidam-se os alunos À descoberta de palavras, nomeadamente para clarificar o significado de «Guerra civil», na página 61. Sugere-se, ainda, a Leitura em Família de Um Trono Para Dois Irmãos de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada. Para a monitorização da aprendizagem, propõe-se a realização das tarefas-síntese constantes nas páginas 62 a 65. Proposta de um momento de avaliação sumativa. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa/ Sumativa 1. o período
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 19 Domínio – Portugal do século XVIII ao século XIX * Subdomínio – Portugal na segunda metade do século XIX Objetivos gerais Descritores de desempenho Experiências de aprendizagem Avaliação Calendarização 1. Conhecer e compreender o processo de modernização das atividades produtivas portuguesas na segunda metade do século XIX 2. Conhecer o desenvolvimento das vias de comunicação e dos meios de transporte operado pela Regeneração e os seus efeitos 1.1 Relacionar a dependência de Portugal face ao exterior e a estabilidade política conseguida em meados do século XIX com as tentativas de modernização da economia portuguesa. 1.2 Referir as principais medidas tomadas pelos liberais para a modernização da agricultura portuguesa. 1.3 Referir o alcance limitado do desenvolvimento industrial do país, verificado neste período, destacando as principais zonas industriais na segunda metade do século XIX num país maioritariamente rural. 2.1 Referir a ausência de uma rede de transportes e comunicação como um entrave ao desenvolvimento do país até meados do século XIX. 2.2 Reconhecer a expansão da rede ferroviária, viária e o desenvolvimento dos meios de comunicação na segunda metade do século XIX. 2.3 Apontar o Estado como o grande impulsionador da rede de transportes e comunicação da segunda metade do século XIX, destacando a ação de Fontes Pereira de Melo. 2.4 Referir as consequências económicas e sociais do desenvolvimento das vias de comunicação, dos transportes e dos meios de comunicação. 2.5 Estabelecer uma relação entre os investimentos realizados com recurso aos mercados internacionais com a grave crise financeira de 1890-1892. Levantamento das ideias dos alunos e contextualização da realidade em estudo pela resolução das propostas das páginas 68 e 71, relativamente a Portugal na segunda metade do século XIX. Ao longo das páginas 70 a 73, as propostas de trabalho com os documentos pretendem que o aluno conheça o estado da agricultura e da indústria portuguesa na segunda metade do século XIX. Convidam-se os alunos À descoberta de palavras, nomeadamente a clarificar o significado de «Regeneração», «Pousio», e «Indústria mecanizada» nas páginas 69 a 71, respetivamente. Propõe-se que o aluno, através da resolução das tarefas das páginas 72 e 73, conheça os transportes e comunicações da segunda metade do século XIX. Diagnóstica Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. 1. o período * Volume 1.
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    20 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano 3. Conhecer e compreender o alcance das medidas tomadas pelos liberais na educação e na justiça 4. Conhecer e compreender o aumento da população e o êxodo rural verificado na segunda metade do século XIX 5. Conhecer e compreender as características da sociedade e a vida quotidiana nas cidades e nos campos na segunda metade do século XIX 3.1 Enumerar medidas tomadas ao nível do ensino, destacando os seus objetivos e limites. 3.2 Indicar o pioneirismo português na abolição da pena de morte, destacando a existência da pena capital em vários países do mundo na atualidade. 3.3 Relacionar as ideias liberais com a abolição da pena de morte, da escravatura nas colónias e das penas corporais. 4.1 Apontar as razões da diminuição da mortalidade e do consequente aumento da população verificado neste período. 4.2 Relacionar a mecanização da agricultura, o crescimento da população e a melhoria dos transportes com o êxodo rural e emigração verificados neste período. 4.3 Localizar os destinos do êxodo rural e da emigração neste período. 5.1 Conhecer a organização social liberal, por oposição à sociedade do século XVIII. 5.2 Reconhecer o caráter eminentemente rural da economia e sociedade portuguesa. 5.3 Caracterizar a modernização das cidades ocorrida neste período, salientando preocupações que continuam a existir no urbanismo atual. 5.4 Referir o surgimento do proletariado como novo grupo social, destacando as suas duras condições de vida e de trabalho. 5.5 Relacionar as difíceis condições de vida do proletariado com a criação das primeiras associações de operários e as primeiras formas de luta. O aluno, através da resolução das tarefas propostas no guião de análise cruzada das fontes das páginas 74 e 75 irá construir o seu conhecimento acerca do ensino e da defesa dos Direitos Humanos em Portugal na segunda metade do século XIX. Propõe-se que os alunos atendam à proposta de «Educação para a cidadania», nas páginas 76 e 77 analisando os documentos e desenvolvendo a atividade proposta. Para a monitorização da aprendizagem, propõe-se a realização das tarefas-síntese constantes nas páginas 78 a 81. Ao longo das páginas 82 a 91, as propostas de trabalho com os documentos pretendem que o aluno conheça a organização social, a vida nos campos, a vida nas grandes cidades e o nascimento do proletariado em Portugal, na segunda metade do século XIX. Através da rubrica À descoberta de palavras, os alunos poderão clarificar o significado de «Proletariado», na página 91. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. 1. o período
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 21 6. Conhecer as características da arte da segunda metade do século XIX 6.1 Reconhecer a «Arquitetura do Ferro» como a grande novidade da arquitetura do século XIX. 6.2 Identificar as principais construções da «Arquitetura do Ferro» em Portugal. 6.3 Identificar exemplos marcantes da arquitetura de inspiração em estilos do passado (revivalista). 6.4 Enumerar algumas figuras da literatura do século XIX. Propõe-se a exploração das páginas 92 e 93 para que os alunos percecionem as interdependências cidade-campo. Propõe-se que os alunos conheçam a arte e a cultura portuguesa na segunda metade do século XIX, ao longo da página 91. Para a monitorização da aprendizagem, propõe-se a realização das tarefas-síntese constantes nas páginas 92 a 95. Proposta de um momento de avaliação sumativa. Formativa/ Sumativa 1. o período
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    22 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Domínio – Portugal do século XX * (19 aulas) Subdomínio – Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926 Objetivos gerais Descritores de desempenho Experiências de aprendizagem Avaliação Calendarização 1. Conhecer e compreender as razões da queda da monarquia constitucional 2. Conhecer e compreender o funcionamento do regime da I República e os seus símbolos 1.1 Indicar os motivos do crescente descrédito da instituição monárquica. 1.2 Relacionar os interesses das potências industriais europeias em África com a Conferência de Berlim e com o projeto português do Mapa Cor-de-Rosa. 1.3 Relacionar o projeto do Mapa Cor-de-Rosa com o Ultimato Inglês. 1.4 Relacionar a humilhação sentida pelo povo português face à cedência ao Ultimato Inglês com o aumento dos apoiantes da causa republicana. 1.5 Referir o regicídio de 1908 como fator para a queda da monarquia. 1.6 Descrever os principais episódios do 5 de Outubro de 1910, salientando o apoio popular à insurreição militar republicana. 1.7 Localizar no tempo o período da I República. 2.1 Diferenciar Monarquia e República quanto ao chefe de Estado, à legitimidade do seu mandato e à duração do mesmo. 2.2 Conhecer os símbolos da República Portuguesa. 2.3 Caracterizar o regime republicano a partir da Constituição de 1911, salientando semelhanças e diferenças relativamente à Constituição da monarquia constitucional. 2.4 Indicar o Parlamento como o órgão político mais importante na I República. 2.5 Reconhecer a manutenção de limitações no sufrágio durante a I República, por comparação à situação atual. Levantamento das ideias dos alunos e contextualização da realidade em estudo pela resolução das propostas das páginas 4 a 7, relativamente à Revolução Republicana de 1910 e à I República. Ao longo das páginas 8 a 11, as propostas de trabalho com os documentos pretendem que o aluno desenvolva o seu conhecimento relativamente aos motivos que levaram à queda da monarquia (formação do Partido Republicano, Ultimato Inglês, revolta de 31 de janeiro e regicídio) e ao 5 de outubro de 1910. Convidam-se os alunos À descoberta de palavras, nomeadamente do significado de «Ultimato» e «República» na página 9. Ao longo das páginas 12e 13, as propostas de trabalho com os documentos pretendem que o aluno construa o seu conhecimento acerca das primeiras medidas republicanas e da Constituição Republicana. Diagnóstica Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. 2. o período * Volume 2.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 23 3. Conhecer as principais realizações da I República 4. Conhecer e compreender os motivos do fim da I República e a instauração da Ditadura Militar em 1926 3.1 Indicar as principais medidas de caráter social tomadas durante a I República. 3.2 Referir medidas tomadas pela I República no sentido de diminuir a influência da Igreja junto da população. 3.3 Salientar o alcance das medidas sociais e educativas tomadas durante a I República. 4.1 Referir a instabilidade governativa e a crise económica e social como fatores decisivos para o fim da I República. 4.2 Indicar os motivos da entrada de Portugal na I Guerra Mundial. 4.3 Indicar os efeitos da participação de Portugal na I Guerra Mundial e sua relação com o golpe militar de 28 de maio de 1926. 4.4 Justificar a grande adesão dos militares e da população de Lisboa ao movimento antidemocrático chefiado pelo general Gomes da Costa. 4.5 Localizar no tempo o período da Ditadura Militar. 4.6 Reconhecer nas medidas da Ditadura Militar o fim da liberdade política e o cercear de liberdades individuais. Propõe-se que os alunos conheçam as principais medidas republicanas nas páginas 14 e 15. No À Descoberta de Palavras, convidam-se os alunos a clarificar os significados de «Alfabetizar» e «Sindicato», na página 15. As propostas de trabalho com os documentos das páginas 16 a 19 pretendem que o aluno construa o seu conhecimento acerca da participação de Portugal na I Guerra Mundial e acerca do crescente descontentamento português com a I República, que levou à Ditadura Militar e ao fim da liberdade. No À Descoberta de Palavras convidam-se os alunos, a clarificar o significado de «Guerra Mundial», «Ditadura Militar» e «Censura» Para a monitorização da aprendizagem, propõe-se a realização das tarefas-síntese constantes nas páginas 20 a 23 (em casa ou na aula). Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. 2. o período
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    24 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Domínio – Portugal do século XX * Subdomínio – O Estado Novo (1933-1974) Objetivos gerais Descritores de desempenho Experiências de aprendizagem Avaliação Calendarização 1. Compreender a ascensão de Salazar e a construção do Estado Novo 2. Conhecer e compreender os mecanismos de difusão dos ideais do Estado Novo e de repressão para com os opositores 1.1 Referir o saldo positivo das contas públicas portuguesas conseguido pelo ministro das Finanças António de Oliveira Salazar. 1.2 Relacionar o saldo positivo das contas públicas portuguesas conseguido pelo ministro das Finanças António de Oliveira Salazar com a sua rápida ascensão no poder. 1.3 Indicar as medidas tomadas por Salazar para resolver o problema financeiro do país. 1.4 Salientar, na Constituição de 1933, a supremacia do poder executivo e a existência de um partido único. 1.5 Reconhecer o caráter ditatorial do Estado Novo. 2.1 Indicar os principais valores defendidos pelo Estado Novo, salientando a máxima «Deus, Pátria e Família» e a obediência. 2.2 Referir a utilização do ensino, da Mocidade Portuguesa e da propaganda como formas de difusão dos ideais do Estado Novo. 2.3 Enumerar os mecanismos de repressão do Estado Novo. 2.4 Referir os objetivos e a forma de atuação da polícia política, reconhecendo nos meios utilizados o desrespeito pelas liberdades e garantias fundamentais dos cidadãos. 2.5 Referir a existência de prisões políticas, destacando a colónia penal do Tarrafal. 2.6 Reconhecer na atualidade a existência de regimes com características ditatoriais onde diariamente são desrespeitados os Direitos Humanos. Levantamento das ideias dos alunos e contextualização da realidade em estudo pela resolução das propostas das páginas 24 a 26, relativamente ao Estado Novo. O aluno, através da resolução das tarefas propostas no guião de análise cruzada dos documentos das páginas 26 e 27 construirá o seu conhecimento acerca do golpe militar de 28 de maio e da Ditadura Militar. Ao longo das páginas 26 e 27 as propostas de trabalho com as fontes pretendem que o aluno construa o seu conhecimento relativamente à ascensão política de Salazar e a Constituição de 1933. No À Descoberta de Palavras da página 27, convidam- -se os alunos a clarificar o significado de «Estado Novo». Propõe-se a exploração dos documentos das páginas 30 e 31 sobre os perseguidos pela ditadura e os perseguidos na atualidade, no âmbito da Educação para a Cidadania. Proposta de um momento de avaliação sumativa. Diagnóstica Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa/ Sumativa 2. o período * Volume 2.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 25 3. Conhecer e compreender os principais movimentos de resistência ao Estado Novo 4. Conhecer e compreender a manutenção do colonialismo português e a Guerra Colonial 3.1 Comparar a imagem de prosperidade e paz social dada pelo regime com as difíceis condições de vida da grande maioria dos portugueses e com a opressão. 3.2 Referir a oposição à ditadura através de ações clandestinas e de obras artísticas, destacando alguns dos autores mais marcantes. 3.3 Reconhecer a candidatura do general Humberto Delgado à Presidência da República (1958) como o grande momento de oposição à ditadura, descrevendo o seu desfecho. 3.4 Referir a manutenção do regime opressivo após a substituição de Salazar por Marcelo Caetano, apesar das expetativas de «abertura do regime». 4.1. Referir a intransigência do Estado Novo relativamente à sua política colonial num contexto internacional hostil à posse de colónias. 4.2. Relacionar essa intransigência com a perda do Estado Português da Índia (1960) e com o início da Guerra Colonial em Angola (1961), Guiné (1963) e Moçambique (1964). 4.3. Caracterizar a Guerra Colonial, salientando os movimentos que lutavam pela independência. 4.4. Reconhecer os efeitos da guerra, salientando o número de soldados mobilizados, as vítimas dos dois lados do conflito e os problemas associados à guerra que persistem ainda hoje. Ao longo das páginas 32 e 33, as propostas de trabalho com os documentos pretendem que o aluno construa o seu conhecimento relativamente às grandes construções e à emigração durante o Estado Novo. No À Descoberta de Palavras da página 33, convidam- -se os alunos a clarificar o significado de «Obras públicas». O aluno, através da resolução das tarefas propostas no guião de análise cruzada dos documentos das páginas 34 e 35, construirá o seu conhecimento acerca dos meios de repressão usados no Estado Novo. O aluno, através da resolução das tarefas propostas no guião de análise cruzada dos documentos das páginas 36 e 37, construirá o seu conhecimento acerca da recusa de Salazar relativamente à concessão da independência das colónias e acerca da Guerra Colonial. No À Descoberta de Palavras da página 37, convidam-se os alunos a clarificar o significado de «Guerra Colonial». Propõe-se a exploração das páginas 38 e 39 sobre as grandes obras do Estado Novo. Para a monitorização da aprendizagem, propõe-se a realização das tarefas-síntese constantes nas páginas 40 a 43 (em casa ou na aula). Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa 2. o período
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    26 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Domínio – Portugal do século XX * Subdomínios – O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático – Espaços em que Portugal se integra Objetivos gerais Descritores de desempenho Experiências de aprendizagem Avaliação Calendarização 1. Conhecer e compreender as causas do golpe militar do 25 de Abril de 1974 2. Conhecer e compreender as consequências do 25 de Abril de 1974 ao nível da democratização do regime e da descolonização 1.1 Relacionar as difíceis condições de vida da maioria dos portugueses, a opressão política e a manutenção da Guerra Colonial com a «grande debandada» dos portugueses e com o crescente descontentamento dos militares. 1.2 Descrever sucintamente os acontecimentos da revolução militar e os seus protagonistas. 1.3 Sublinhar a forte adesão popular e o caráter não violento da «Revolução dos Cravos». 2.1 Reconhecer no programa do Movimento das Forças Armadas, o fim da ditadura e o início da construção da democracia. 2.2 Referir as eleições de 1975 como um marco fundamental para a construção do Regime Democrático. 2.3 Reconhecer na Constituição de 1976 a consagração dos direitos e liberdades fundamentais. 2.4 Relacionar o 25 de Abril com a descolonização e com o fim do Império. 2.5 Explicar os problemas verificados com a descolonização portuguesa, destacando a questão «retornados» e a questão timorense. 2.6 Referir a transferência de soberania de Macau para a China (1999) e a autodeterminação de Timor-Lorosae (2002) como marcos formais do fim do Império Português. 2.7 Conhecer a dimensão do território português e os novos países surgidos após a descolonização. Levantamento das ideias dos alunos e contextualização da realidade em estudo pela resolução das propostas das páginas 44 e 45, relativamente ao 25 de abril de 1974 e a consolidação da democracia portuguesa. O aluno, através da resolução das tarefas propostas no guião de análise cruzada dos documentos das páginas 46 e 47 construirá o seu conhecimento acerca do fim da ditadura e o regresso da liberdade a Portugal. Ao longo das páginas 47 a 55, as propostas de trabalho com os documentos pretendem que o aluno construa o seu conhecimento relativamente: à descolonização, à Constituição de 1976, às regiões autónomas portuguesas e ao poder local português. No À Descoberta de Palavras convidam-se os alunos a clarificar o significado de «Descolonização», «Direito de voto», «Democracia», «Poder Central», «Promulgar» e «Região Autónoma», nas páginas 47, 49, 51, 53 e 55, respetivamente. Sugere-se ainda, a Leitura em Família de O 25 de abril contado às crianças e aos outros de José Jorge Letria. Diagnóstica Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) alunos 3. o período * Volume 2.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 27 3. Conhecer os órgãos de poder democráticos 4. Analisar algumas conquistas, dificuldades e desafios que Portugal enfrenta no nosso tempo 1. Conhecer a União Europeia (UE) como uma das organizações internacionais em que Portugal se integra 3.1 Identificar a existência de poder central, regional e local. 3.2 Indicar os órgãos de poder regional e local e as suas funções. 3.3 Descrever o funcionamento dos órgãos de poder central e as funções de cada um. 3.4 Destacar a efetiva separação de poderes e o sufrágio livre e universal como conquistas de Abril. 3.5 Identificar formas de participação cívica e democrática. 1. Reconhecer a democratização do país como fator de prestígio internacional para Portugal. 2. Reconhecer a entrada de Portugal na Comunidade Económica Europeia (CEE) como um contributo para a consolidação da democracia portuguesa e para a modernização do país. 3. Enumerar aspetos que comprovem a modernização do país após a adesão à CEE. 4.5 Constatar a maior igualdade de géneros existente na atualidade, apesar do caminho que ainda há a percorrer. 4.6 Reconhecer outras dificuldades que Portugal enfrenta nos nossos dias: desemprego, morosidade da justiça, assimetrias sociais, abandono escolar, fraco envolvimento cívico. 1.1Identificar os países que constituem a UE. 1.2 Referir os principais objetivos que presidiram à criação da UE. 1.3 Identificar os sucessivos alargamentos da UE. 1.4 Identificar as principais instituições europeias. Propõe-se que o aluno com a resolução das tarefas das páginas 56 a 59 construa o seu conhecimento acerca das organizações internacionais em que Portugal se integra e como a democracia se consolida atualmente. 3. o período
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    28 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano 2. Conhecer outras organizações internacionais em que Portugal se integra 2.1 Identificar os principais objetivos da criação da ONU. 2.2 Referir alguns dos estados não membros da ONU. 2.3 Identificar algumas das organizações que integram a ONU (UNICEF, FAO, UNESCO…). 2.4 Localizar os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP). 2.5 Localizar os países da Comunidade de Países de Língua Oficial Portuguesa (CPLP). 2.6 Referir alguns dos grandes objetivos dos PALOP e da CPLP. 2.7 Localizar países da Organização do Tratado ao Atlântico Norte (NATO). 2.8 Referir os principais objetivos da NATO. Para a monitorização da aprendizagem, propõe-se a realização das tarefas-síntese constantes nas páginas 60 a 63 (em casa ou na aula). Proposta de um momento de avaliação sumativa. Formativa/ Sumativa 3. o período
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 29 Domínio – Portugal Hoje * (15 aulas) Subdomínio – A população Portuguesa Objetivos gerais Descritores de desempenho Experiências de aprendizagem Avaliação Calendarização 1. Compreender a importância dos recenseamentos na recolha de informação sobre a população 2. Conhecer a evolução da população em Portugal e compreender a sua relação com o crescimento natural 3. Compreender o contributo do saldo migratório na evolução da população em Portugal 1.1 Definir recenseamento da população. 1.2 Referir informações que se podem consultar nos recenseamentos da população. 1.3 Localizar diferentes divisões administrativas do território nacional a diferentes escalas (Distritos, NUTS II e III, municípios). 1.4 Inferir sobre a importância dos recenseamentos na gestão e ordenamento do território. 2.1 Definir população total ou absoluta. 2.2 Caracterizar a evolução da população portuguesa desde o primeiro recenseamento geral da população (1864). 2.3 Identificar o crescimento natural como o principal fator responsável pela evolução da população. 2.4 Distinguir natalidade de taxa de natalidade e mortalidade de taxa de mortalidade. 2.5 Definir crescimento natural. 2.6 Caraterizar a evolução da natalidade em Portugal. 2.7 Identificar fatores responsáveis pela diminuição da natalidade em Portugal nas últimas décadas. 2.8 Caraterizar a evolução da mortalidade em Portugal. 2.9 Identificar fatores responsáveis pela diminuição da mortalidade em Portugal nas últimas décadas. 3.1 Distinguir emigração de imigração. 3.2 Definir saldo migratório. 3.3 Caracterizar a evolução da emigração em Portugal. 3.4 Localizar as principais áreas de destino da emigração portuguesa. 3.5 Identificar as principais causas e consequências da emigração em Portugal. Levantamento das ideias dos alunos e contextualização da realidade em estudo pela resolução das propostas das páginas 64 a 67, relativamente a Portugal hoje: população portuguesa e os lugares onde vivemos. O aluno, através da resolução das tarefas propostas no guião de análise cruzada dos documentos das páginas 68 e 69 construirá o seu conhecimento acerca da população portuguesa na atualidade e da sua evolução. No À Descoberta de Palavras da página 69 convidam-se os alunos a clarificar os significados de «População total ou absoluta», «Natalidade» e «Mortalidade». Propõe-se que o aluno explore os documentos das páginas 70 e 71 sobre as NUTS – Nomenclatura das Unidades Territoriais para fins Estatísticos. Propõe-se que o aluno, com a resolução das tarefas das páginas 72 e 73, construa o seu conhecimento acerca da mobilidade da população portuguesa. No À Descoberta de Palavras da página 73 convidam-se os alunos a clarificar o significado de «Emigração», «Imigração» e «Saldo migratório». Diagnóstica Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. 3. o período * Volume 2.
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    30 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano 4. Compreender a distribuição da população em Portugal 5. Conhecer a evolução da população portuguesa por grupos etários 6. Conhecer e compreender as consequências do duplo envelhecimento da população em Portugal 3.6 Descrever a evolução da imigração em Portugal. 3.7 Localizar os principais países de origem da imigração em Portugal. 4.1 Distinguir densidade populacional de população total. 4.2 Interpretar mapas com a distribuição regional da população total/densidade populacional em meados do século XX e na atualidade. 4.3 Identificar os principais fatores responsáveis pelo acentuar de contrastes na distribuição da população na atualidade. 5.1 Identificar os três grupos etários. 5.2 Caracterizar a evolução recente da população jovem, da adulta e da idosa, tendo por base dados estatísticos. 5.3 Identificar fatores responsáveis pela evolução dos três grupos etários. 6.1 Definir esperança média de vida à nascença. 6.2 Caraterizar a evolução da esperança média de vida à nascença, identificando os principais fatores responsáveis pelo seu incremento. 6.3 Referir os principais fatores que contribuem para o duplo envelhecimento da população. 6.4 Localizar as área mais afetadas pelo duplo envelhecimento da população e as respetivas consequências. 6.5 Apresentar medidas com o objetivo de subverter o duplo envelhecimento. O aluno, através da resolução das tarefas propostas no guião de análise cruzada dos documentos das páginas 74 e 75, construirá o seu conhecimento acerca das características da população portuguesa e da sua repartição espacial atualmente. No À Descoberta de Palavras da página 75, convidam- -se os alunos a clarificar os significados de «Grupo etário», «Esperança média de vida», «Região atrativa», «Região repulsiva» e «Densidade populacional». Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. 3. o período
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 31 Domínio – Portugal Hoje * Subdomínio – Os lugares onde vivemos Objetivos gerais Descritores de desempenho Experiências de aprendizagem Avaliação Calendarização 1. Compreender as características da população rural e urbana e os seus modos de vida 2. Compreender a desigual dinâmica populacional das áreas rurais e das áreas urbanas 3. Compreender a atratividade exercida pelas áreas urbanas 1.1 Definir povoamento. 1.2 Caraterizar o povoamento rural e o povoamento urbano. 1.3 Definir modo de vida. 1.4 Caraterizar os modos de vida predominantes no espaço rural e no espaço urbano. 1.5 Reconhecer a crescente interpenetração entre modos de vida rurais e urbanos. 1.6 Reconhecer a crescente complementaridade e interdependência entre o espaço rural e o espaço urbano. 2.1 Comparar a evolução da população rural e da população urbana em Portugal, nas últimas décadas. 2.2 Definir taxa de urbanização. 2.3 Definir êxodo rural. 2.4 Relacionar a crescente taxa de urbanização com o êxodo rural. 2.5 Localizar as principais áreas urbanas em Portugal. 2.6 Identificar os principais problemas das áreas urbanas e das áreas rurais em Portugal. 2.7 Apontar soluções para os problemas identificados nas áreas urbanas e nas áreas rurais em Portugal. 3.1 Distinguir área atrativa de área repulsiva. 3.2 Interpretar a distribuição regional dos equipamentos ligados à saúde, educação, cultura, desporto, audiovisuais (…). 3.3 Justificar a atratividade das áreas urbanas pela maior disponibilidade na oferta de emprego e concentração de equipamento de saúde, educação, lazer (…). Ao longo das páginas 76 a 81, o aluno compreenderá as formas de povoamento, as condições de vida no campo, os centros urbanos e os problemas quotidianos portugueses na atualidade. No À Descoberta de Palavras convidam-se os alunos a clarificar o significado de: «Taxa de urbanização», «Centro urbano», «Distância-tempo», na página 79, «Saneamento básico», «Nível de conforto», na página 81. Para a monitorização da aprendizagem, propõe-se a realização das tarefas-síntese constantes nas páginas 82 a 85 (em casa ou na aula). Diagnóstica Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. 3. o período * Volume 2.
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    32 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Domínio – Portugal Hoje * Subdomínio – Atividades que desenvolvemos Objetivos gerais Descritores de desempenho Experiências de aprendizagem Avaliação Calendarização 1. Conhecer a repartição das atividades económicas por setores 2. Compreender a evolução da distribuição da população por setores de atividade em Portugal 3. Conhecer e compreender as características da agricultura em Portugal 1.1 Definir setor de atividade económica. 1.2 Distinguir população ativa de população inativa. 1.3 Distinguir taxa de atividade de taxa de desemprego. 1.4 Distinguir atividades produtivas de não produtivas. 1.5 Comparar as atividades económicas integradas nos setores primário, secundário e terciário. 2.1 Caraterizar a evolução da população ativa integrada nos três setores de atividade. 2.2 Enumerar fatores que explicam a diminuição da população ativa integrada no setor primário e no setor secundário. 2.3 Identificar consequências da diminuição da população ativa integrada no setor primário e no setor secundário. 2.4 Identificar fatores que explicam o aumento da população ativa integrada no setor terciário. 2.5 Identificar consequências do aumento da população ativa integrada no setor terciário. 2.6 Localizar as áreas onde predominam atividades ligadas aos diferentes setores. 2.7 Identificar as atividades dominantes na área envolvente à escola. 3.1 Definir agricultura. 3.2 Caraterizar os principais tipos de agricultura praticados em Portugal. 3.3 Descrever as transformações recentes ocorridas na agricultura portuguesa. 3.4 Localizar os principais tipos de agricultura e alguns dos produtos cultivados. Levantamento das ideias dos alunos e contextualização da realidade em estudo pela resolução das propostas das páginas 86 e 87, relativamente a Portugal hoje: atividades que desenvolvemos, o mundo mais perto de nós e lazer e património. Propõe-se que o aluno com a resolução das tarefas das páginas 88 e 89 construa o seu conhecimento acerca do mundo de trabalho em Portugal, na atualidade. No À Descoberta de Palavras da página 89, convidam- -se os alunos a clarificar os significados de «Setor primário», «Setor secundário» e «Setor terciário». Com as tarefas propostas nas páginas 90 a 93, os alunos conhecerão o setor primário português na atualidade. No À Descoberta de Palavras, da página 91, convidam-se os alunos a clarificar o significado de «Agricultura» e «Silvicultura» e da página 93, «Zona Económica Exclusiva» (ZEE) e «Aquacultura». Diagnóstica Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. 3. o período * Volume 2.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 33 4. Compreender a importância da floresta em Portugal 5. Compreender a atividade piscatória em Portugal 6. Compreender a evolução da indústria em Portugal 7. Compreender a crescente importância das energias renováveis em Portugal 3.5 Identificar os principais obstáculos à modernização da agricultura portuguesa. 3.6 Identificar a atividade agrícola praticada na área de residência. 4.1 Referir as principais funções das florestas. 4.2 Localizar a distribuição das principais espécies florestais a nível nacional. 4.3 Identificar os principais problemas que afetam a floresta 5.1 Caraterizar os principais tipos de pesca praticados em Portugal. 5.2 Identificar as principais áreas de pesca e os portos de desembarque do pescado. 5.3 Referir alguns dos problemas que afetam a pesca portuguesa e possíveis soluções. 5.4 Identificar aspetos positivos e negativos da aquacultura. 6.1 Definir indústria. 6.2 Identificar diferentes tipos de indústria. 6.3 Caraterizar a evolução da indústria em Portugal. 6.4 Localizar as principais áreas industriais em Portugal. 6.5 Identificar os principais problemas associados à atividade industrial e possíveis soluções. 7.1 Referir os tipos de energia mais utilizados em Portugal. 7.2 Distinguir energias renováveis de energias não renováveis, dando ênfase aos principais impactes da sua utilização. 7.3 Localizar as principais áreas de produção de energia renovável em Portugal. 7.4 Enumerar os principais fatores responsáveis pela crescente importância das energias renováveis em Portugal. 7.5 Identificar práticas adequadas a uma racionalização dos consumos energéticos. Propõe-se que o aluno, com a resolução das tarefas das páginas 94 a 97, construa o seu conhecimento acerca do setor secundário português na atualidade. No À Descoberta de Palavras da página 191 convidam- -se os alunos a clarificar o significado de «Indústria» e da página 193, «Energias não renováveis» e «Energias renováveis» . Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. 3. o período
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    34 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano 8. Compreender o comércio em Portugal 9. Compreender a crescente importância dos serviços entre as atividades económicas em Portugal 8.1 Distinguir importação de exportação. 8.2 Descrever a evolução das importações e das exportações em Portugal. 8.3 Caracterizar os tipos de produtos importados/exportados e os parceiros comerciais. 8.4 Referir as consequências do desigual valor das importações e exportações em Portugal. 8.5 Identificar novas formas de comercializar produtos e de pagar serviços. 9.1 Definir serviços. 9.2 Identificar os diferentes tipos de serviços. 9.3 Localizar as áreas de maior oferta de serviços. 9.4 Explicar os contrastes regionais na oferta de serviços (saúde, educação, cultura, desporto…). 9.5 Justificar a crescente importância do setor dos serviços na criação de emprego. Ao longo das páginas 98 e 99, o aluno compreenderá a composição do setor terciário português na atualidade. No À Descoberta de Palavras da página 99 convidam-se os alunos a clarificar os significados de «Atividades produtivas», «Atividades não produtivas», «Importações» e «Exportações». Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. 3. o período
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 35 Domínio – Portugal Hoje * Subdomínios – O mundo mais perto de nós – Lazer e Património Objetivos gerais Descritores de desempenho Experiências de aprendizagem Avaliação Calendarização 1. Compreender a importância dos transportes na sociedade atual 2. Conhecer e compreender a importância das telecomunicações na sociedade atual 1. Compreender a desigual distribuição da prática do lazer e do turismo a nível nacional 1.1 Distinguir rede de transporte de modo de transporte. 1.2 Referir a importância das redes de transporte no mundo atual. 1.3 Comparar as vantagens e as desvantagens da utilização dos diferentes modos de transporte (rodoviário, ferroviário, marítimo, aéreo e fluvial). 1.4 Caracterizar a distribuição das diferentes redes de transporte em Portugal. 1.5 Relacionar a distribuição das redes de transporte com a distribuição da população e atividades económicas. 1.6 Discutir os impactes do desenvolvimento da rede de transportes. 2.1 Definir rede de telecomunicação. 2.2 Referir as vantagens da utilização dos serviços de telecomunicação. 2.3 Associar o desenvolvimento dos serviços de telecomunicação com o processo de globalização e aparecimento do conceito de «aldeia global». 2.4 Discutir a importância do desenvolvimento das telecomunicações nas atividade humanas e qualidade de vida. 1.1 Definir lazer. 1.2 Localizar as áreas com maior oferta de equipamento culturais e desportivos diversos (teatros, cinemas, museus, bibliotecas, pavilhões desportivos…) 1.3 Justificar a desigual oferta na distribuição de equipamento culturais e desportivos. 1.4 Identificar o turismo como uma atividade de lazer. Ao longo das páginas 100 a 103, o aluno compreenderá o papel das telecomunicações e dos transportes em Portugal, na atualidade. No À Descoberta de Palavras, convidam-se os alunos a clarificar os significados de: «Serviços», «Meio de transporte» e «Rede de transporte», nas páginas 101 e 103. na atualidade. Ao longo das páginas 104 a 105, o aluno compreenderá o papel das telecomunicações e dos transportes em Portugal, na atualidade. No À Descoberta de Palavras, convidam-se os alunos a clarificar os significados de: «Lazer», «Turismo» e «Reserva natural», na página 105. Diagnóstica Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. Formativa Registo da participação (oral, escrita ou digital) dos alunos. 3. o período * Volume 2.
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    36 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano 2. Compreender a importância da preservação do património 1.5 Identificar diferentes tipos de turismo em Portugal: balnear/ de montanha/religioso/termal/ em espaço rural/de aventura/radical/ histórico-cultural/ de natureza (…). 1.6 Localizar as áreas de maior atração/procura turística em Portugal, destacando os fatores que justificam a sua atratividade/procura. 1.7 Identificar atividades de lazer e turismo na região onde reside. 2.1 Identificar diferentes tipos de património. 2.2 Localizar diferentes áreas de proteção da natureza. 2.3 Explicar a importância das áreas protegidas na preservação do património ambiental. 2.4 Identificar medidas de preservação do património. Para a monitorização da aprendizagem, propõe-se a realização das tarefas-síntese constantes nas páginas 106 a 109 (em casa ou na aula). Proposta de um momento de avaliação sumativa Formativa/ Sumativa 3. o período
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 37 Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: O Império Português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII Meta(s): 1. Conhecer e compreender as características do Império Português dos séculos XVII e XVIII Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 1.1 Conhecer a dimensão geográfica do Império Português no século XVIII, por comparação ao império luso do século XVI e aos restantes impérios europeus. 1.2 Referir a colónia do Brasil como o principal território ultramarino português no século XVII. 1.3 Destacar o açúcar brasileiro como o principal produto de exportação colonial. 1.4 Relacionar a quebra dos lucros do açúcar com a intensificação da procura de ouro pelos bandeirantes. 1.5 Relacionar as fronteiras atuais do Brasil com as incursões dos bandeirantes a partir dos finais do século XVII. 1.6 Reconhecer a riqueza proporcionada a Portugal, na primeira metade do século XVIII, pela descoberta de ouro no Brasil. ͻ O território e os recursos naturais ͻ As riquezas do Brasil Bandeirantes Recursos ͻ Manual (vol. 1) – págs. 18 a 21 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 1 ͻ Apresentação PowerPoint® – O século XVIII Animação – A colónia do Brasil nos séculos XVII e XVIII Filme (excerto) – O Caçador de Esmeraldas Tudo isto é História (QR Code) – Ir para o quinto dos infernos Momento 1 A) Levantamento das ideias prévias dos alunos sobre o espaço e o tempo em que decorrem os acontecimentos abordados nos conteúdos a trabalhar. B) Exploração do «Relembra…», pág. 20, para contextualizar, no espaço e no tempo, os conteúdos do subdomínio. Desenvolvimento Os alunos exploram as páginas 18 e 19 para contextualizar o subtema no espaço e no tempo e identificar conteúdos a trabalhar a partir de pequenas questões (apresentadas na página 19) e também levar o aluno a conhecer a metodologia do trabalho do historiador através da exploração e comparação das fontes com a reconstituição histórica. Os alunos respondem ao guião de exploração dos documentos proposto nas páginas 20 e 21, individualmente, a pares ou em grupo. As questões estão direcionadas para trabalhar diversas movimentações populacionais em diferentes espaços e as alterações fisionómicas resultantes do encontro de diferentes povos. Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta, nomeadamente Bandeirantes. Síntese Realizar a atividade «Agora…» da página 25 do vol. 1 do Manual, através da qual os alunos são convidados a refletir acerca dos ganhos e perdas decorrentes da realidade estudada (atividade a realizar em aula ou em casa). Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos estudantes, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 1 45 min.
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    38 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XVIII Subdomínio: O Império Português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII Meta(s): 1. Conhecer e compreender as características do Império Português dos séculos XVII e XVIII Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 1.7 Caracterizar a vida dos escravos, salientando as condições a que eram submetidos (desde o seu resgate e transporte do continente africano até ao seu dia-a-dia nos engenhos de açúcar). 1.8 Reconhecer nas características étnicas culturais, linguísticas e religiosas do Brasil atual a miscigenação entre ameríndios, africanos e europeus. ͻ Os movimentos da população ͻ O tráfico de escravos Engenho de açúcar Tráfico negreiro Recursos ͻ Manual (vol. 1) – págs. 22 e 23 ͻ Atlas – Mapa da Ficha 1 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 1 ͻ Filme (excerto) – A Missão Filme (excerto) – Amistad Áudio ilustrado – Canto das três raças Áudio ilustrado – O navio negreiro Áudio ilustrado – Retirantes Atividade Interativa – Puzzle 1 Vídeo – O comércio atlântico de escravos * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou com NEE. Momento 1 A) Exploração do «Relembra...» para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos nas páginas 22 e 23, seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas, individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos trabalhem conceitos relacionados com a interação entre povos, nomeadamente no que respeita à construção de relações de diálogo/conflito e multiperspetiva. Síntese Sugere-se que os alunos resolvam o «Agora…» da página 23 e repensem o conceito de Tráfico negreiro, de modo a que confrontem as suas primeiras ideias com as novas ideias construídas. Individualmente, os alunos são convidados a refletir acerca das implicações dos contactos entre povos, no contexto específico e global, e ainda acerca de como estas relações podem ter influenciado o modo de perspetivar as relações humanas (atividade a realizar em aula ou em casa). Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos estudantes, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão das ideias. Plano de aula n.o 2 45 min.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 39 Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: O Império Português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII Meta(s): 2. Conhecer e compreender as características do poder político no tempo de D. João V Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 2.1 Definir «Monarquia absoluta». 2.2 Referir a concentração de poderes de D. João V. 2.3 Comparar a concentração de poderes de um rei absoluto com a divisão de poderes existente no atual regime democrático. 2.4 Comparar a justificação divina para o exercício do poder absoluto com a legitimidade do poder pelo voto na democracia atual. 2.5 Evidenciar o fausto da corte, as embaixadas, as cerimónias públicas e as grandes construções como manifestações do poder absoluto. ͻ D. João V, um rei absoluto ͻ A vida na Corte Monarquia Absoluto Monarquia absoluta Recursos ͻ Manual (vol. 1) – págs. 24 e 25 ͻ Atividade Final – Ficha 1 ͻ Bloco NEE* – Ficha 1 * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou com NEE. Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», página 24, para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos trabalhem conceitos relacionados com a inferência de informação e no cruzamento de fontes de suporte diverso. Síntese Individualmente, os alunos são convidados a refletir acerca das relações entre as várias dimensões da realidade histórica e essa reflexão deve ser comunicada através de formas várias (atividade a realizar em aula ou em casa). Resolução do «Agora...» para que os alunos repensem os conceitos de Monarquia e Absoluto, de modo a definirem de forma mais complexa o conceito de Monarquia absoluta. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos estudantes, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 3 45 min.
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    40 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: O Império Português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII Meta(s): 3. Conhecer a sociedade portuguesa no século XVIII Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 3.1 Reconhecer a manutenção da divisão da sociedade em grupos e dos profundos contrastes sociais existentes. 3.2 Identificar nas cerimónias públicas e na lei o reflexo da forte estratificação social da época. 3.3 Referir a burguesia como grupo enriquecido pelo comércio internacional mas mantendo o seu estatuto de não privilegiado. 3.4 Referir as formas de ascensão social no século XVIII. 3.5 Sublinhar o papel da Inquisição na perseguição aos cristãos-novos, destacando a intolerância religiosa dessa época. ͻ A sociedade no tempo de D. João V Cristão Católico Cristão-novo Inquisição Recursos ͻ Manual (vol. 1) – págs. 26 e 27 ͻ Bloco NEE – Ficha 2 ͻ Tudo isto é História (QR Code) – Uma «elegante» do século XVIII Animação – A sociedade do século XVIII * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou com NEE. Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos trabalhem conceitos relacionados com o tempo histórico, nomeadamente mudanças e continuidades na sociedade. Síntese Individualmente, os alunos são convidados a refletir acerca do modo como os privilégios se mantêm ou não entre os diferentes grupos sociais ao longo do tempo (atividade a realizar em aula ou em casa). Resolução do «Agora...» para que os alunos repensem os conceitos de Cristão-novo e Inquisição, de modo a definirem estes conceitos de forma mais complexa. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos estudantes, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 4 45 min.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 41 Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: O Império Português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII Meta(s): 4. Conhecer aspetos da arte no tempo de D. João V Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 4.1 Identificar as principais características da arte barroca. 4.2 Identificar alguns exemplos de arte barroca em Portugal, especialmente ao nível do património edificado. ͻ A cultura e a arte Recursos ͻ Manual (vol. 1) – págs. 28 a 35 ͻ Atividade Final – Ficha 2 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 1 ͻ Vídeo – A arte barroca Áudio – Música barroca Teste interativo – O Império Português no século XVIII * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou com NEE. Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente ou em grupo. Pretende-se que os alunos trabalhem conceitos relacionados com a inferência de informação, com base em fontes históricas de suporte diversificado. Resolução do «Sou capaz de...» das páginas 32 e 33. Síntese Individualmente, os alunos são convidados a fazer uma síntese, com base nos documentos apresentados como modo de promoção de comunicação histórica em formas diversas (atividade a realizar em aula ou em casa). Resolução da atividade proposta no «Agora...», através da qual, os alunos poderão realizar um trabalho de pesquisa traçando a relação entre História nacional e local e comunicar através das TIC. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos estudantes, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Sumativa – no final deste subdomínio os alunos podem, com a realização da ficha de trabalho «Agora faço a minha autoavaliação» (páginas 34 e 35), aferir o seu grau de aprendizagem. Plano de aula n.o 5 45 min.
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    42 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XVIII Subdomínio: O Império Português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII Meta(s): 1. Conhecer e compreender as características do Império Português dos séculos XVII e XVIII Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 1.7 Caracterizar a vida dos escravos, salientando as condições a que eram submetidos (desde o seu resgate e transporte do continente africano até ao seu dia-a-dia nos engenhos de açúcar). 1.8 Reconhecer nas características étnicas culturais, linguísticas, religiosas do Brasil atual a miscigenação entre ameríndios, africanos e europeus. ͻ Educação para a cidadania ͻ A escravatura no século XVIII ͻ A escravatura na atualidade Recursos ͻ Manual (vol. 1) – págs. 30 e 35 Momento 1 Exploração do «Relembra...» das páginas 22 e 26, para articulação das aprendizagens adquiridas em aulas anteriores sobre os movimentos da população, o tráfico negreiro e a escravatura no século XVIII. Diálogo sobre a situação de tráfico de seres humanos e exploração dos mesmos na atualidade. Desenvolvimento Os alunos exploram os documentos das páginas 32 e 33, sobre a escravatura no século XVIII e na atualidade, numa perspetiva de educação para a cidadania, e refletem sobre o artigo 4. o da Declaração Universal dos Direitos Humanos, 1948. Promover, depois, um debate onde são tratadas as questões relacionadas com o tráfico de seres humanos na atualidade: motivações, intervenientes, espaços onde ocorrem... Sugere-se a solicitação da participação de um elemento da Amnistia Internacional ou de outra organização que desenvolva a sua atividade neste âmbito Pretende-se que os alunos ao comparem as situações relatadas, ocorridas em tempo e espaço tão diferentes, tomem posição relativamente a esta temática e se tornem cidadãos conscientes e atuantes, promotores do respeito pela dignidade humana. Síntese Individualmente os alunos são convidados a produzir um texto de opinião – na aula ou em casa – sobre esta temática, o qual poderá ser publicado no site da escola ou noutros meios de divulgação. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos estudantes, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 5A 45 min.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 43 Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: Lisboa Pombalina e a ação do Marquês de Pombal Meta(s): 5. Conhecer e compreender a ação governativa do Marquês de Pombal Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 5.1 Descrever o terramoto de 1755 e a ação imediata do Marquês de Pombal. 5.2 Identificar características urbanísticas da Lisboa Pombalina. ͻ O terramoto de 1755 ͻ A reconstrução de Lisboa Baixa Pombalino Baixa Pombalina Recursos ͻ Manual (vol. 1) – págs. 36 a 39 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 2 ͻ Friso Cronológico – Atividade 1 ͻ Vídeo – O terramoto de 1755. Tudo isto é História (QR Code) – Cair o Carmo e a Trindade Atividade Interativa – Puzzle 3 Momento 1 A) Exploração da questão introdutora/problematizadora do subdomínio (página 38), a qual servirá de linha orientadora/integradora no trabalho de metas curriculares selecionadas. B) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas com os novos conteúdos. C) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos, de forma cruzada, seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo, para contextualizar o subtema no espaço e no tempo e identificar conteúdos a trabalhar a partir de pequenas questões. Pretende-se que os alunos trabalhem conceitos relacionados com a inferência de informação, com base em fontes históricas, e acerca do espaço e do modo como este foi apropriado ao longo do tempo, referindo-se diferenças e continuidades. Pretende-se também levar os alunos a conhecer a metodologia do trabalho do historiador através da comparação das fontes com a reconstituição histórica. Síntese Individualmente, os alunos são convidados a fazer uma síntese através da adjetivação da Baixa Pombalina e das mudanças e continuidades no tempo em termos de apropriação do espaço (atividade a realizar em aula ou em casa). Resolução do «Agora...», através do qual os alunos poderão refletir acerca do conceito de Baixa Pombalina. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 6 45 min.
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    44 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: Lisboa Pombalina e a ação do Marquês de Pombal Meta(s): 5. Conhecer e compreender a ação governativa do Marquês de Pombal. Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 5.3 Identificar as principais medidas de desenvolvimento económico adotadas no reinado de D. José I. 5.4 Relacionar a quebra das remessas de ouro do Brasil e as elevadas importações portuguesas em meados do século XVIII com a introdução de novas manufaturas. 5.5 Indicar sucintamente as reformas no ensino, o fim da distinção entre cristão- -novo e cristão-velho e a proibição da escravatura na metrópole. ͻ A situação do reino ͻ A ação do Marquês de Pombal Recursos ͻ Manual (vol. 1) – págs. 40 e 41 ͻ Atlas – Mapa da Ficha 2 ͻ Animação – As reformas económicas do Marquês de Pombal Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada, seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. As questões estão direcionadas para o trabalho de conceitos relacionados com o modo como as diferentes dimensões da realidade histórica se vão alterando ao longo do tempo. Síntese Individualmente, os alunos são convidados a proceder à resolução do «Agora...» no sentido de refletirem acerca das alterações observadas nas diferentes dimensões da realidade histórica (atividade a realizar em aula ou em casa). Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 7 45 min. 45 min.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 45 Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: Lisboa Pombalina e a ação do Marquês de Pombal Meta(s): 5. Conhecer e compreender a ação governativa do Marquês de Pombal. Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 5.4 Relacionar a quebra das remessas de ouro do Brasil e as elevadas importações portuguesas em meados do século XVIII com a introdução de novas manufaturas. 5.5 Indicar sucintamente as reformas no ensino, o fim da distinção entre cristão- -novo e cristão-velho e a proibição da escravatura na metrópole. ͻ Reformas sociais, políticas e no ensino ͻ A ação do Marquês de Pombal Recursos ͻ Manual (vol. 1) – págs. 42 e 43 ͻ Atividade Final – Ficha 3 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 3 ͻ Bloco NEE* – Ficha 3 ͻ Caderno de Apoio ao Professor – Teste 2 ͻ Vídeo – A execução dos Távoras Tudo isto é História (QR Code) – Azar dos Távoras Teste Interativo – Lisboa Pombalina e a ação do Marquês de Pombal * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou com NEE. Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...» da aula anterior. Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada, seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. As questões estão direcionadas para o trabalho de conceitos relacionados com o modo como as diferentes dimensões da realidade histórica se vão alterando ao longo do tempo. Resolução do «Sou capaz de...» (páginas 44 e 45) Síntese Individualmente, os alunos são convidados a proceder à resolução do «Agora...» no sentido de refletirem acerca das alterações observadas nas diferentes dimensões da realidade histórica (atividade a realizar em aula ou em casa). Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos podem, com a realização da ficha de trabalho «Agora faço a minha autoavaliação» (páginas 46 e 47), aferir o seu grau de aprendizagem. Plano de aula n.o 8 45 min.
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    46 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: A Revolução Francesa de 1789 e seus reflexos em Portugal Meta(s): 1. Conhecer e compreender a Revolução Francesa e as Invasões Napoléonicas Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 1.1 Localizar no espaço e no tempo a grande revolução de 1789 e a onda revolucionária que provocou na Europa e na América. 1.2 Referir os princípios políticos e sociais defendidos pelos revolucionários franceses, destacando o fim do absolutismo e dos privilégios do clero e da nobreza. 1.3 Reconhecer a construção de um Império na Europa por Napoleão Bonaparte. 1.4 Identificar o «Bloqueio Continental» como uma forma de enfraquecer a Inglaterra. 1.5 Indicar os motivos que levaram Napoleão a invadir Portugal. 1.7 Referir a fuga da família real e da corte para o Brasil aquando da primeira invasão. ͻ A Revolução Francesa Regente Recursos ͻ Manual (vol. 1) – págs. 48 a 51 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 3 ͻ Apresentação PowerPoint® – A Revolução Francesa de 1789 e os seus reflexos em Portugal Vídeo – A Revolução Francesa Áudio – A Marselhesa Animação – As Invasões Napoleónicas Tudo isto é História (QR Code) – Despedir-se à francesa! Momento 1 A) Exploração das questões introdutórias do subdomínio (página 48), que servirão de linha orientadora/integradora no trabalho de metas curriculares selecionadas. B) Exploração do «Relembra...», para contextualizar, no espaço e no tempo, os conteúdos do subdomínio. C) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos exploram o mapa e o friso cronológico da página 48 de forma a procederem à contextualização dos acontecimentos a tratar, no espaço e no tempo. Exploração dos documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas pelos alunos, individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos contextualizem situações históricas e compreendam as suas causas e consequências em várias dimensões. Síntese Os alunos são convidados a refletir acerca do Bloqueio Continental de modo a compreender como a sua ideia foi construída. Resolução do «Agora...». Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 9 45 min.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 47 Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: A Revolução Francesa de 1789 e seus reflexos em Portugal Meta(s): 1. Conhecer e compreender a Revolução Francesa e as Invasões Napoléonicas Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 1.6 Descrever sucintamente as três invasões napoléonicas, salientando os seus episódios mais marcantes. 1.8 Referir a resistência popular e a ajuda militar inglesa na luta contra a ocupação francesa. ͻ A primeira invasão ͻ A segunda invasão ͻ A terceira invasão Recursos ͻ Manual (vol. 1) – págs. 52 e 53 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 3 ͻ Atlas – Mapa 1 da Ficha 3 ͻ Friso Cronológico – Atividade 2 ͻ Bloco NEE* – Ficha 4 ͻ Atividade Interativa – Os soldados das Invasões Napoléonicas Tudo isto é História (QR Code) – À grande e à francesa Filme (excerto) – As Linhas de Wellington Atividade Interativa – Puzzle 5 * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou com NEE. Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos conheçam e compreendam as movimentações e interação com outros povos (Franceses e Ingleses), e que consequências daí decorreram em diferentes dimensões. Síntese Individualmente, os alunos são convidados a fazer uma síntese acerca dos contactos com outros povos (atividade a realizar em aula ou em casa). Resolução do «Agora...». Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 10 45 min.
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    48 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Domínio - Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: A Revolução Francesa de 1789 e seus reflexos em Portugal Meta(s): Conhecer e compreender a Revolução Liberal de 1820 Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 2.1 Relacionar as destruições provocadas pelas invasões, a permanência do rei no Brasil e o domínio inglês em Portugal com o descontentamento generalizado dos vários grupos sociais. 2.2 Descrever sucintamente o triunfo de uma revolução liberal em Portugal em 1820, destacando os seus principais protagonistas. 2.3 Justificar o apoio dos burgueses aos ideais revolucionários. ͻ O descontentamento dos Portugueses ͻ A Revolução de 1820 Conspiração Revolução Governo provisório Recursos ͻ Manual (vol. 1) – págs. 54 e 55 ͻ Atividade Final – Ficha 4 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 3 ͻ Atlas – Mapa 2 da Ficha 3 ͻ Animação – A Revolução Liberal de 1820. Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos façam inferência de informações acerca da realidade histórica com base em fontes diversas. Síntese Os alunos são convidados a fazer uma biografia de determinados agentes históricos da época (atividade a realizar na aula ou em casa). Resolução do «Agora...». Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 11 45 min.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 49 Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: A Revolução Francesa de 1789 e seus reflexos em Portugal Meta(s): 2. Conhecer e compreender a Revolução Liberal de 1820 3. Conhecer e compreender as consequências da Revolução Liberal de 1820 Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 2.4 Referir a realização de eleições para as Cortes Constituintes, cujo objetivo era a elaboração de uma Constituição. 2.5 Reconhecer a Constituição como a lei fundamental de um Estado. 3.1 Referir o princípio da separação de poderes, a igualdade perante a lei e o princípio da soberania nacional, por oposição ao absolutismo. 3.2 Reconhecer o caráter «revolucionário» da Constituição de 1822, salientando, ainda assim, os seus limites, por referência ao voto verdadeiramente universal atual. ͻ A Constituição de 1822 Constituição Monarquia liberal ou constitucional Recursos ͻ Manual (vol. 1) – págs. 56-57 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 4 Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente ou em grupo. Pretende-se que os alunos reflitam sobre as mudanças/continuidades verificadas em termos políticos e sociais, trabalhando-se implicitamente progresso e estagnação. Síntese Os alunos são convidados a refletir acerca dos conceitos de Constituição e de Monarquia liberal ou constitucional. Resolução do «Agora...». Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 12 45 min.
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    50 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: A Revolução Francesa de 1789 e seus reflexos em Portugal Meta(s): 3. Conhecer e compreender as consequências da Revolução Liberal de 1820 4. Conhecer o longo processo de afirmação da monarquia liberal Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 3.3 Descrever sucintamente o processo de Independência do Brasil. 4.1 Justificar a oposição de largos setores da nobreza e do clero à nova ordem política e social. 4.2 Descrever a solução encontrada por D. Pedro para resolver o problema de sucessão ao trono, após a morte de D. João VI. ͻ D. Pedro, imperador do Brasil ͻ A sucessão ao trono de Portugal Exílio Recursos ͻ Manual (vol. 1) – págs. 58 e 59 ͻ Friso Cronológico – atividade 3 ͻ Vídeo – A independência do Brasil Áudio ilustrado – Hino da Carta Constitucional Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos, de forma cruzada, seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente ou em grupo. Pretende-se que os alunos reflitam sobre o papel de diferentes protagonistas individuais em termos políticos, e de diferentes grupos, nacionais e brasileiros, em termos económicos e culturais. Síntese Individualmente, os alunos são convidados a partilhar a sua opinião relativamente à ação de D. Pedro. Resolução do «Agora...». Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 13 45 min.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 51 Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: A Revolução Francesa de 1789 e seus reflexos em Portugal Meta(s): 4. Conhecer o longo processo de afirmação da monarquia liberal Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 4.3 Referir o desrespeito do regente D. Miguel pela ordem liberal e a sua aclamação como rei absoluto, em 1828, salientando o período de repressão que se seguiu. 4.4 Reconhecer a divisão da sociedade portuguesa entre absolutistas (apoiantes de D. Miguel) e liberais (apoiantes de D. Pedro). 4.5 Descrever sucintamente a Guerra Civil de 1832-1834, salientando episódios marcantes do triunfo de D. Pedro e da monarquia constitucional. ͻ Antecedentes da Guerra Civil ͻ A Guerra Civil Guerra Civil Recursos ͻ Manual (vol. 1) – págs. 60 a 65 ͻ Atividade Final – Ficha 5 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 4 ͻ Atlas – Mapa da Ficha 5 ͻ Friso Cronológico – Atividade 4 ͻ Bloco NEE* – Ficha 5 ͻ Caderno de Apoio ao Professor – Teste 2 ͻ Teste interativo – A Revolução Francesa de 1789 e os seus reflexos em Portugal * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou com NEE. Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos descrevam os momentos marcantes da Guerra Civil de 1832-1834 e compreendam as razões apresentadas pelos dois grupos em confronto. Resolução do «Sou capaz de...» (páginas 62 e 63) e do «Agora faço a minha autoavaliação». Síntese Propõe-se que os alunos complexifiquem as suas ideias relativamente ao conceito de Guerra Civil, e reflitam acerca das consequências deste tipo de conflito. Realização do «Agora...», para os alunos compreenderem as consequências de uma guerra civil a todos os níveis. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos podem, com a realização da ficha de trabalho «Agora faço a minha autoavaliação» (páginas 64 e 65), aferir o seu grau de aprendizagem. Plano de aula n.o 14 45 min.
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    52 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX Meta(s): 1. Conhecer e compreender o processo de modernização das atividades produtivas portuguesas na segunda metade do século XIX Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 1.1 Relacionar a dependência de Portugal face ao exterior e a estabilidade política conseguida em meados do século XIX com as tentativas de modernização da economia portuguesa. 1.2 Referir as principais medidas tomadas pelos liberais para a modernização da agricultura portuguesa. ͻ Os recursos naturais Regeneração Pousio Recursos ͻ Manual (vol. 1) – págs. 66 a 69 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 5 ͻ Apresentação PowerPoint® – Portugal na segunda metade do século XIX. Momento 1 Exploração das questões introdutórias do subtema (página 66) e da página 67, para contextualizar o subtema no espaço e no tempo, identificar conteúdos a trabalhar a partir de pequenas questões e também levar o aluno a conhecer a metodologia do trabalho do historiador através da comparação das fontes com a reconstituição histórica. Exploração do «Relembra...» da página 68, para contextualizar, no espaço e no tempo, os conteúdos a lecionar. Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos reflitam acerca das mudanças tecnológicas na agricultura. Síntese Os alunos devem realizar uma síntese através da atribuição de títulos a textos (atividade a realizar em aula ou em casa). Realização do «Agora...», para que os alunos comparem e compreendam a evolução da agricultura da primeira para a segunda metade do século XIX. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 15 45 min.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 53 Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX Meta(s): 1. Conhecer e compreender o processo de modernização das atividades produtivas portuguesas na segunda metade do século XIX. Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 1.3 Referir o alcance limitado do desenvolvimento industrial do país, verificado neste período, destacando as principais zonas industriais na segunda metade do século XIX num país maioritariamente rural. ͻ A indústria Indústria mecanizada Recursos ͻ Manual (vol. 1) – págs. 70 e 71 ͻ Atividade Final – Ficha 6 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 5 ͻ Atlas – Mapa da Ficha 5 ͻ Bloco NEE* – Ficha 6 ͻ Vídeo – A máquina a vapor Filme (excerto) – Tempos Modernos Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, ou em grupo. Pretende-se que os alunos façam inferências de informações acerca das realidades históricas em estudo, relativamente às várias dimensões históricas. Síntese Os alunos são convidados a elaborar um pequeno texto em que constem algumas das expressões facultadas, e ainda, a referir o significado de indústria à luz da época em estudo. Resolução do «Agora...» para os alunos perceberem vantagens e desvantagens da utilização da máquina a vapor. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 16 45 min.
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    54 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX Meta(s): 2. Conhecer o desenvolvimento das vias de comunicação e dos meios de transporte operado pela Regeneração e os seus efeitos Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 2.1 Referir a ausência de uma rede de transportes e comunicação como um entrave ao desenvolvimento do país até meados do século XIX. 2.2 Reconhecer a expansão da rede ferroviária, viária e o desenvolvimento dos meios de comunicação na segunda metade do século XIX. 2.3 Apontar o Estado como o grande impulsionador da rede de transportes e comunicação da segunda metade do século XIX, destacando a ação de Fontes Pereira de Melo. 2.4 Referir as consequências económicas e sociais do desenvolvimento das vias de comunicação, dos transportes e dos meios de comunicação. 2.5 Estabelecer uma relação entre os investimentos realizados com recurso aos mercados internacionais com a grave crise financeira de 1890-1892. ͻ Transportes e comunicações Mobilidade Recursos ͻ Manual (vol. 1) – págs. 72 e 73 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 6 ͻ Atlas – Mapa da Ficha 7 ͻ Animação – A Regeneração: transportes e comunicações Tudo isto é História (QR Code) – O caminho- -de-ferro em Portugal Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas em grupo ou individualmente. As questões estão direcionadas para a inferência de informações acerca das realidades históricas em estudo, relativamente às várias dimensões históricas, nomeadamente o lazer. Síntese Os alunos são convidados a referir a inovação que consideram mais relevante; a partilhar a sua opinião acerca do progresso nos meios de transporte da sua região, e ainda, referir o meio de comunicação que consideram ser o mais inovador (atividade a realizar em aula ou em casa). Realização do «Agora...», para conhecerem melhor o papel de Fontes Pereira de Melo, efetuando uma pesquisa sobre o mesmo. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 17 45 min.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 55 Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX Meta(s): 3. Conhecer e compreender o alcance das medidas tomadas pelos liberais na educação e na justiça Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 3.1 Enumerar medidas tomadas ao nível do ensino, destacando os seus objetivos e limites. 3.2 Indicar o pioneirismo português na abolição da pena de morte, destacando a existência da pena capital em vários países do mundo na atualidade. 3.3 Relacionar as ideias liberais com a abolição da pena de morte, da escravatura nas colónias e das penas corporais. ͻ O desenvolvimento do ensino e da justiça ͻ A defesa dos Direitos Humanos Analfabeto Penas corporais Recursos ͻ Manual (vol. 1) – págs. 74 a 81 ͻ Atividade Final – Ficha 7 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 6 ͻ Bloco NEE* – Ficha 7 ͻ Tudo isto é História (QR Code) – Queimar as pestanas * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou com NEE. Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. As questões estão direcionadas para a reflexão acerca das mudanças no ensino e nos direitos humanos, nomeadamente o fim da pena de morte e da escravatura. Resolução do «Sou capaz de...», das páginas 78 e 79. Síntese Individualmente, os alunos devem realizar uma pesquisa na internet (na aula ou em casa) acerca dos países que ainda hoje mantêm a pena de morte e depois debater esta situação. Realização do «Agora...», através do qual se pretende que os alunos reflitam sobre a persistência da situação de analfabetismo, da violência e pena de morte (em alguns países) nos nossos dias. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos podem, com a realização da ficha de trabalho «Agora faço a minha autoavaliação» (páginas 80 e 81), aferir o seu grau de aprendizagem. Plano de aula n.o 18 45 min.
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    56 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX Meta(s): 3. Conhecer e compreender o alcance das medidas tomadas pelos liberais na educação e na justiça Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 3.1 Enumerar medidas tomadas ao nível do ensino, destacando os seus objetivos e limites. 3.2 Indicar o pioneirismo português na abolição da pena de morte, destacando a existência da pena capital em vários países do mundo na atualidade. 3.3 Relacionar as ideias liberais com a abolição da pena de morte, da escravatura nas colónias e das penas corporais. ͻ Educação para a cidadania. ͻ O trabalho infantil no século XVIII ͻ O trabalho infantil na atualidade Recursos ͻ Manual (vol. 1) – págs. 76 e 77 Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos nas páginas 76 e 77, individualmente, a pares ou em grupo. Propõe-se a realização de um debate sobre o trabalho infantil na segunda metade do século XIX e na atualidade, que poderá contar com a participação de algum convidado, conhecedor do assunto. Síntese Individualmente, os alunos devem realizar uma pesquisa na internet acerca do trabalho infantil na atualidade e produzir um texto de opinião a divulgar no site da escola ou noutros meios de comunicação. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 18A 45 min.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 57 Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX Meta(s): 4. Conhecer e compreender o aumento da população e o êxodo rural verificado na segunda metade do século XIX Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 4.1 Apontar as razões da diminuição da mortalidade e do consequente aumento da população verificado neste período. 4.2 Relacionar a mecanização da agricultura, o crescimento da população e a melhoria dos transportes com o êxodo rural e emigração verificados neste período. 4.3 Localizar os destinos do êxodo rural e da emigração neste período. ͻ O crescimento da população ͻ O êxodo rural e a emigração Êxodo rural Emigração Crescimento da população Recursos ͻ Manual (vol. 1) – págs. 82 e 83 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 7 ͻ Atlas – Mapas da ficha 7 ͻ Atividade Interativa – Puzzle 6 Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos percebam e reflitam sobre a importância da contagem da população e do crescimento populacional em meados do século XIX, e as suas consequências. Síntese Individualmente, os alunos deverão aplicar as suas novas ideias acerca dos conceitos desenvolvidos: Êxodo rural, Emigração e Crescimento da população. Realização do «Agora...», para que os alunos compreendam o que leva as pessoas a emigrar. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 19 45 min.
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    58 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX Meta(s): 5. Conhecer e compreender as características da sociedade e a vida quotidiana nas cidades e nos campos na segunda metade do século XIX Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 5.1 Conhecer a organização social liberal, por oposição à sociedade do século XVIII. 5.2 Reconhecer o caráter eminentemente rural da economia e sociedade portuguesa. ͻ A organização social ͻ A vida nos campos Recursos ͻ Manual (vol. 1) – págs. 84 e 85 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 7 Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos reflitam sobre a nova organização social portuguesa e sobre a vida nos campos. Síntese Individualmente, os alunos devem realizar uma síntese através da elaboração de um texto sobre os conteúdos trabalhados, relativos à vida quotidiana no campo, resolvendo a atividade proposta no «Agora...». (atividade a realizar em aula ou em casa). Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 20 45 min.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 59 Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX Meta(s): 5. Conhecer e compreender as características da sociedade e a vida quotidiana nas cidade e nos campos na segunda metade do século XIX Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 5.3 Caracterizar a modernização das cidades ocorrida neste período, salientando preocupações que continuam a existir no urbanismo atual. ͻ A modernização das principais cidades ͻ As atividades Recursos ͻ Manual (vol. 1) – págs. 86 e 87 ͻ Atividade Final – Ficha 8 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 7 ͻ Animação – Portugal no passado e no presente Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. As questões estão direcionadas para a inferência de informação com base em fontes de suporte diverso, sendo também implicitamente trabalhadas ideias ao nível da diversidade de estatutos das fontes. Síntese Individualmente, os alunos devem completar um texto lacunar sobre a modernização da vida nas cidades, através da resolução da atividade proposta no «Agora...». Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 21 45 min.
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    60 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX / A vida quotidiana nas cidades Meta(s): 5. Conhecer e compreender as características da sociedade e a vida quotidiana nas cidades e nos campos na segunda metade do século XIX Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 5.3 Caracterizar a modernização das cidades ocorrida neste período, salientando preocupações que continuam a existir no urbanismo atual. ͻ A vida nas grandes cidades Recursos ͻ Manual (vol. 1) – págs. 88 e 89 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 8 ͻ Bloco NEE* – Ficha 8 ͻ Animação – A vida quotidiana na segunda metade do século XIX Áudio – Fado choradinho Áudio – A Serrana Tudo isto é História (QR Code) – Tirar o cavalo da chuva * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou com NEE. Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. As questões estão direcionadas para a inferência de informações acerca da realidade histórica em estudo, no que à vida na cidade diz respeito, nomeadamente habitação e divertimentos. Síntese Os alunos são convidados a imaginar que são burgueses e vivem na época em estudo; depois são convidados a escrever um texto sobre o seu quotidiano. Resolução do «Agora...» da página 89. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 22 45 min.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 61 Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XVIII ao século XIX Subdomínio: Portugal na segunda metade do século XIX Meta(s): 5. Conhecer e compreender as características da sociedade e a vida quotidiana nas cidades e nos campos na segunda metade do século XIX Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 5.3 Caracterizar a modernização das cidades ocorrida neste período, salientando preocupações que continuam a existir no urbanismo atual. ͻ A vida nas grandes cidades (continuação) ͻ A «arquitetura do ferro» e a literatura Proletariado Recursos ͻ Manual (vol. 1) – págs. 90 e 95 ͻ Atividade Final – Ficha 9 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 8 ͻ Friso Cronológico – Atividade 5 ͻ Vídeo – A «arquitetura do ferro» Jogo – Quem quer ser historiador? (Tema 4) Teste Interativo – Portugal na segunda metade do século XIX Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...» da aula anterior. Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos, através das respostas às questões formuladas, de forma implícita pensem acerca das alterações e das continuidades que se podem perscrutar em diferentes contextos históricos. Os alunos exploram as imagens das páginas 92 e 93 para comparar a vida no campo e a vida na cidade. Síntese Resolução do «Agora...» da página 91 – Os alunos são convidados a fazer uma entrevista a um operário, inquirindo-o sobre horário, condições de trabalho, se trabalha com mulheres, se tem sindicato… depois, devem comparar as respostas obtidas com as situações vividas pelos operários do século XIX. Resolução do «Sou capaz de...» da página 94. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos podem, com a realização da ficha de trabalho «Agora faço a minha autoavaliação» (página 95), aferir o seu grau de aprendizagem. Plano de aula n.o 23 45 min.
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    62 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926 Meta(s): 1. Conhecer e compreender as razões da queda da monarquia constitucional 2. Conhecer e compreender o funcionamento do regime da I República e os seus símbolos Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 1.1 Indicar os motivos do crescente descrédito da instituição monárquica. 1.2 Relacionar os interesses das potências industriais europeias em África com a Conferência de Berlim e com o projeto português do Mapa Cor-de-Rosa. 1.3 Relacionar o projeto do Mapa Cor-de-Rosa com o Ultimato Inglês. 1.4 Relacionar a humilhação sentida pelo povo português face à cedência ao Ultimato Inglês com o aumento dos apoiantes da causa republicana. 2.1 Diferenciar monarquia e república quanto ao chefe de Estado, à legitimidade do seu mandato e à duração do mesmo. ͻ A formação do Partido Republicano ͻ A disputa por territórios africanos Ultimato República Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 6 a 9 ͻ Atlas – Mapa da Ficha 10 ͻ Apresentação PowerPoint® – A Revolução Republicana de 1910 e a Ditadura Militar de 1926 Atividade Interativa – Puzzle 7 Vídeo – O Ultimato de 1890 Momento 1 A) Exploração das páginas 6 e 7 para contextualizar o subtema no espaço e no tempo e identificar conteúdos a trabalhar e também levar o aluno a conhecer a metodologia do trabalho do historiador, através da comparação das fontes com a reconstituição histórica. B) Contextualização da realidade proposta para estudo, através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História explorando o «Relembra...» da pág. 8. C) Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade histórica proposta, nomeadamente Ultimato e República. Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. As questões têm, de forma implícita, a intenção de fazer os alunos pensar acerca da mudança / continuidade das condições de vida dos grupos sociais, bem como acerca das alterações propostas em termos de mapa político e emergência de novas ideias políticas. Síntese Os alunos são convidados a explicar se hoje vivemos numa república ou numa monarquia, e ainda, com qual dos documentos das duas páginas relacionam o conceito de Ultimato. Resolução do «Agora...» da página 9, identificando a personalidade mais importante na monarquia e na república. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 24 45 min.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 63 Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926 Meta(s): 1. Conhecer e compreender as razões da queda da monarquia constitucional Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 1.5 Referir o regicídio de 1908 como fator para a queda da monarquia. 1.6 Descrever os principais episódios do 5 de Outubro de 1910, salientando o apoio popular à insurreição militar republicana. 1.7 Localizar no tempo o período da I República. ͻ O 31 de Janeiro de 1891 e o regicídio ͻ O 5 de Outubro de 1910 Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 10 e 11 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 9 ͻ Tudo isto é História (QR Code) – O regicídio visto por João Franco Áudio – A Pátria Vídeo – A queda da monarquia constitucional Vídeo – A Revolução Republicana de 1910 Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente ou em grupo. As questões têm, de forma implícita, a intenção de trabalhar a inferência de informação com base em fontes de suporte diverso. Síntese Os alunos são convidados a realizar uma síntese através da realização de um quadro que aborde as temáticas estudadas (atividades a realizar em aula ou em casa). Resolução do «Agora...» da página 11 no qual os alunos localizam os acontecimentos no tempo. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 25 45 min.
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    64 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926 Meta(s): 2. Conhecer e compreender o funcionamento do regime da I República e os seus símbolos Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 2.1 Diferenciar Monarquia e República quanto ao chefe de Estado, à legitimidade do seu mandato e à duração do mesmo. 2.2 Conhecer os símbolos da República Portuguesa. 2.3 Caracterizar o regime republicano a partir da Constituição de 1911, salientando semelhanças e diferenças relativamente à Constituição da Monarquia Constitucional. 2.4 Indicar o Parlamento como o órgão político mais importante na I República. 2.5 Reconhecer a manutenção de limitações no sufrágio durante a I República, por comparação à situação atual. ͻ As principais medidas republicanas ͻ A Constituição Republicana Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 12 e 13 ͻ Atividade Final – Ficha 10 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 9 ͻ Bloco NEE* – Ficha 9 * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou com NEE. Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos sejam capazes de selecionar informação relevante e relatar momentos/medidas marcantes para a História de Portugal. Síntese Os alunos são convidados a refletir acerca da igualdade de direito de voto com base na Constituição Republicana. Resolução do «Agora...», acerca de quem detém os poderes. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 26 45 min.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 65 Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926 Meta(s): 3. Conhecer as principais realizações da I República Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 3.1 Indicar as principais medidas de caráter social tomadas durante a I República. 3.2 Referir medidas tomadas pela I República no sentido de diminuir a influência da Igreja junto da população. 3.3 Salientar o alcance das medidas sociais e educativas tomadas durante a I República. ͻ As primeiras medidas republicanas Sindicato Alfabetizar Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 14 e 15 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 10 ͻ Friso Cronológico – Atividade 6 ͻ Animação – As reformas da I República Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos infiram informação através da interpretação de fontes de suporte e estatuto diverso. Síntese Os alunos são convidados a sintetizar a realidade histórica através da seleção de medidas que consideram mais relevantes para os trabalhadores e para melhorar o ensino, através da resolução do «Agora...» da página 15. Paralelamente, propõe-se que os alunos reflitam acerca de conceitos como Alfabetizar e Sindicato. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 27 45 min.
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    66 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926 Meta(s): 4. Conhecer e compreender os motivos do fim da I República e a instauração da Ditadura Militar em 1926 Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 4.1 Referir a instabilidade governativa e a crise económica e social como fatores decisivos para o fim da I República. 4.2 Indicar os motivos da entrada de Portugal na I Guerra Mundial. 4.3 Indicar os efeitos da participação de Portugal na I Guerra Mundial e a sua relação com o golpe militar de 28 de maio de 1926. 4.4 Justificar a grande adesão dos militares e da população de Lisboa ao movimento antidemocrático chefiado pelo general Gomes da Costa. 4.5 Localizar no tempo o período da Ditadura Militar. 4.6 Reconhecer nas medidas da Ditadura Militar o fim da liberdade política e o cercear de liberdades individuais. ͻ Portugal e a I Guerra Mundial ͻ O crescente descontentamento Guerra Mundial Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 16 e 17 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 10 ͻ Vídeo – Soldados portugueses na I Guerra Mundial Filme (excerto) – A Oeste, Nada de Novo Tudo isto é História (QR Code) – Ir aos arames Áudio – Fado das Trincheiras Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos, com base em fontes várias, relatem as causas e consequências das decisões de Portugal em termos nacionais e mundiais. Síntese Propõe-se que os alunos complexifiquem as suas ideias relativamente ao conceito de Guerra Mundial, e reflitam acerca das consequências deste tipo de conflito. Resolução do «Agora...» da página 17. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 28 45 min.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 67 Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926 Meta(s): 4. Conhecer e compreender os motivos do fim da I República e a instauração da Ditadura Militar em 1926 Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 4.1 Referir a instabilidade governativa e a crise económica e social como fatores decisivos para o fim da I República. 4.2 Indicar os motivos da entrada de Portugal na I Guerra Mundial. 4.3 Indicar os efeitos da participação de Portugal na I Guerra Mundial e sua relação com o golpe militar de 28 de maio de 1926. 4.4 Justificar a grande adesão dos militares e da população de Lisboa ao movimento antidemocrático chefiado pelo general Gomes da Costa. 4.5 Localizar no tempo o período da Ditadura Militar. 4.6 Reconhecer nas medidas da Ditadura Militar o fim da liberdade política e o cercear de liberdades individuais. ͻ A queda da I República ͻ A Ditadura Militar Ditadura Militar Censura Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 18 a 23 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 10 ͻ Bloco NEE* – Ficha 10 ͻ Vídeo – O fim da I República e a Ditadura Militar Vídeo – O desfile do general Gomes da Costa em Lisboa Teste Interativo – Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926 * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou com NEE. Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos, com base em fontes variadas em termos de suporte e estatuto, infiram as informações relevantes para a realidade em estudo. Síntese Os alunos são convidados a sintetizar a realidade histórica através da construção de um texto sobre a censura, resolvendo o «Agora...» da página 19. Resolução do «Sou capaz de...» das páginas 20 e 21. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos podem, com a realização da ficha de trabalho «Agora faço a minha autoavaliação» (páginas 22 e 23), aferir o seu grau de aprendizagem. Plano de aula n.o 29 45 min.
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    68 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: O Estado Novo (1933-1974) Meta(s): 1. Compreender a ascensão de Salazar e a construção do Estado Novo Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 1.1 Referir o saldo positivo das contas públicas portuguesas conseguido pelo ministro das Finanças António de Oliveira Salazar. 1.2 Relacionar o saldo positivo das contas públicas portuguesas conseguido pelo ministro das finanças António de Oliveira Salazar com a sua rápida ascensão no poder. 1.3 Indicar as medidas tomadas por Salazar para resolver o problema financeiro do país. 1.4 Salientar na Constituição de 1933 a supremacia do poder executivo e a existência de um partido único. 1.5 Reconhecer o carácter ditatorial do Estado Novo. ͻ Ascensão política de Salazar ͻ A Constituição de 1933 ͻ Estado Novo Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 24 a 27 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 11 ͻ Friso Cronológico – Atividade 7 ͻ Apresentação PowerPoint® – O Estado Novo (1933-1974). Atividade Interativa – Puzzle 8 Tudo isto é História (QR Code) – Corta-fitas Momento 1 A) Exploração das páginas 24 e 25, para contextualizar o subtema no espaço e no tempo, identificar conteúdos a trabalhar e também levar o aluno a conhecer a metodologia do trabalho do historiador através da comparação das fontes com a reconstituição histórica. B) Exploração do «Relembra...» da página 26, para contextualizar, no espaço e no tempo, os conteúdos do subdomínio. C) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos, com base em fontes variadas em termos de suporte e estatuto, infiram as informações relevantes para a realidade em estudo. Síntese Os alunos são convidados a sintetizar a realidade histórica relativamente à ação de Salazar em termos políticos e económicos, refletindo acerca das intenções das fontes apresentadas. Resolução do «Agora...» da página 27. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 30 45 min.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 69 Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: O Estado Novo (1933-1974) Meta(s): 2. Conhecer e compreender os mecanismos de difusão das ideias do Estado Novo e de repressão para com os opositores Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 2.1 Indicar os principais valores defendidos pelo Estado Novo, salientando a máxima «Deus, Pátria e Família» e a obediência. 2.2 Referir a utilização do ensino, da Mocidade Portuguesa e da propaganda como formas de difusão dos ideais do Estado Novo. 2.3 Enumerar os mecanismos de repressão do Estado Novo. 2.4 Referir os objetivos e a forma de atuação da polícia política, reconhecendo nos meios utilizados o desrespeito pelas liberdades e garantias fundamentais dos cidadãos. ͻ Os suportes da ditadura salazarista Liberdade de expressão Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 28 e 29 ͻ Atividade Final – Ficha 11 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 11 ͻ Vídeo – Os ideais do Estado Novo (discurso de Salazar) Vídeo – A Mocidade Portuguesa Tudo isto é História (QR Code) – Dar a mão à palmatória Tudo isto é História (QR Code) – Bota de elástico Áudio – Hino da Mocidade Portuguesa Animação – A construção e os suportes do Estado Novo Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretendem que os alunos reflitam acerca das medidas de repressão que foram marcantes neste período da História de Portugal. Síntese Os alunos são convidados a sintetizar a realidade histórica, criando em grupo notícias de jornal que serão censuradas em cruzamento. É solicitada a aplicação do conceito de Liberdade de expressão. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 31 45 min.
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    70 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: O Estado Novo (1933-1974) Meta(s): 2. Conhecer e compreender os mecanismos de difusão das ideias do Estado Novo e de repressão para com os opositores Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 2.3 Enumerar os mecanismos de repressão do Estado Novo. 2.4 Referir os objetivos e a forma de atuação da polícia política, reconhecendo nos meios utilizados o desrespeito pelas liberdades e garantias fundamentais dos cidadãos. ͻ Educação para a cidadania ͻ Perseguidos pela ditadura salazarista ͻ Perseguidos na atualidade Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 30 e 31 Momento 1 A) Relembrar as aprendizagens adquiridas na aula anterior. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, sobre perseguidos durante a ditadura salazarista e na atualidade, através da troca de impressões sobre o assunto. Desenvolvimento Os alunos trabalham os materiais apresentados nas páginas 30 e 31, a pares ou em grupo. Propõe-se que, a partir da exploração desses materiais, se organize um debate sobre a repressão e as perseguições durante a ditadura salazarista e sobre situações de perseguidos na atualidade. Pretende-se que os alunos reflitam acerca das situações analisadas e que pensem em formas de atuação tendentes a minorar este tipo de situação na atualidade e a promover o respeito pela dignidade, pela diferença e pela liberdade de expressão. Síntese Os alunos são convidados a efetuar uma pesquisa / levantamento de situações de perseguições na atualidade, de forma a identificar as causas da mesma. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 31A 45 min.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 71 Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: O Estado Novo (1933-1974) Meta(s): 2. Conhecer e compreender os mecanismos de difusão das ideias do Estado Novo e de repressão para com os opositores Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 2.1 Indicar os principais valores defendidos pelo Estado Novo, salientando a máxima «Deus, Pátria e Família» e a obediência. 2.2 Referir a utilização do ensino, da Mocidade Portuguesa e da propaganda como formas de difusão dos ideais do Estado Novo. 2.3 Enumerar os mecanismos de repressão do Estado Novo. 2.4 Referir os objetivos e a forma de atuação da polícia política, reconhecendo nos meios utilizados o desrespeito pelas liberdades e garantias fundamentais dos cidadãos. 2.5 Referir a existência de prisões políticas, destacando a colónia penal do Tarrafal. 2.6 Reconhecer na atualidade a existência de regimes com características ditatoriais onde diariamente são desrespeitados os Direitos Humanos. ͻ Grandes construções ͻ Emigração Obras públicas Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 32 e 33 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 11 ͻ Friso Cronológico – Atividade 8 ͻ Bloco NEE* – Ficha 11 ͻ Vídeo – As difíceis condições de vida da população Áudio – Cantar da Emigração * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou com NEE. Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos reflitam acerca das alterações verificadas ao nível da realidade portuguesa em várias dimensões, nomeadamente das obras públicas, da educação e da sociedade. Síntese Os alunos são convidados a sintetizar a realidade histórica, comunicando as suas conclusões à turma através das TIC. Resolução do «Agora...» para levar os alunos a refletir sobre se o desenvolvimento de Portugal no tempo de Salazar permitiu a melhoria das condições de vida de todos os portugueses (atividade a realizar na aula ou em casa). Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 32 45 min.
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    72 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: O Estado Novo (1933-1974) Meta(s): 3. Conhecer e compreender os principais movimentos de resistência ao Estado Novo Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 3.2 Referir a oposição à ditadura através de ações clandestinas e de obras artísticas, destacando alguns dos autores mais marcantes. 3.3 Reconhecer a candidatura do general Humberto Delgado à Presidência da República (1958) como o grande momento de oposição à ditadura, descrevendo o seu desfecho. 3.4 Referir a manutenção do regime opressivo após a substituição de Salazar por Marcelo Caetano, apesar das expetativas de «abertura do regime». ͻ Acontecimentos e personalidades ͻ A candidatura de Humberto Delgado Oposição política Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 34 e 35 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 12 ͻ Bloco NEE* – Ficha 12 ͻ Vídeo – A resistência do Estado Novo Filme (excerto) – Até Amanhã, Camaradas Áudio – Trova do Vento que Passa * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou com NEE. Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos infiram informações acerca da realidade histórica em estudo, com base em fontes de suporte e estatuto diversificado. Síntese Os alunos são convidados a partilhar a sua opinião sobre as razões que poderão estar na base de Humberto Delgado ser conhecido como «O general sem medo». Resolução do «Agora...» para que os alunos opinem se os documentos destas duas páginas estão de acordo com o título «Eleições sem liberdade». Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 33 45 min.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 73 Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: O Estado Novo (1933-1974) Meta(s): 4. Conhecer e compreender a manutenção do colonialismo português e a Guerra Colonial Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 4.1 Referir a intransigência do Estado Novo relativamente à sua política colonial num contexto internacional hostil à posse de colónias. 4.2 Relacionar essa intransigência com a perda do Estado Português da Índia (1960) e com o início da Guerra Colonial em Angola (1961), Guiné (1963) e Moçambique (1964). 4.3 Caracterizar a guerra colonial, salientando a guerrilha e o apoio das populações autóctones aos movimentos que lutavam pela independência. 4.4 Reconhecer os efeitos da guerra, salientando o número de soldados mobilizados, as vítimas dos dois lados do conflito e os problemas associados à guerra que persistem ainda hoje. ͻ Salazar recusa a independência das colónias ͻ A Guerra Colonial Guerra Colonial Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 36 a 43 ͻ Atividade Final – Ficha 12 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 12 ͻ Atlas – Mapa da Ficha 11 ͻ Vídeo – A Guerra Colonial. Áudio – Menina dos Olhos Tristes Teste Interativo – O Estado Novo (1933-1974) Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos identifiquem os locais, modos, reivindicações e consequências desta situação de conflito. Sugere-se que os alunos explorem as páginas 38 e 39 sobre as realizações do Estado Novo ao nível das obras públicas e sobre a situação da população portuguesa. Resolução do «Sou capaz de...» das páginas 40 e 41. Síntese Os alunos realizam o «Agora...» da página 37 sobre a definição de Salazar para território português. (a realizar na aula ou em casa) Paralelamente propõe-se como síntese a realização de uma entrevista a um ex-combatente da Guerra Colonial e sugere-se que os alunos pensem acerca do conceito de Guerra Colonial, comparando-o com outros conceitos de guerra (mundial e civil). Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos podem, com a realização da ficha de trabalho «Agora faço a minha autoavaliação» (páginas 42 e 43), aferir o seu grau de aprendizagem. Plano de aula n.o 34 45 min.
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    74 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático Meta(s): 1. Conhecer e compreender as causas do golpe militar do 25 de Abril de 1974 2. Conhecer e compreender as consequências do 25 de Abril de 1974 ao nível da democratização do regime e da descolonização Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 1.1 Relacionar as difíceis condições de vida da maioria dos portugueses, a opressão política e a manutenção da Guerra Colonial com a «grande debandada» dos portugueses e com o crescente descontentamento dos militares. 1.2 Descrever sucintamente os acontecimentos da revolução militar e os seus protagonistas. 1.3 Sublinhar a forte adesão popular e o caráter não violento da «Revolução dos Cravos». 2.1 Reconhecer no programa do Movimento das Forças Armadas, o fim da ditadura e o início da construção da democracia. ͻ O fim da ditadura ͻ O regresso da liberdade Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 44 a 47 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 13 ͻ Apresentação PowerPoint® – O 25 de abril de 1974 e os espaços em que Portugal se integra Animação – O 25 de Abril de 1974 Vídeo – O 25 de Abril Filme (excerto) – Capitães de Abril Tudo isto é História (QR Code) – Histórias do 25 de Abril: os cravos Tudo isto é História (QR Code) – Primeiro comunicado do MFA Áudio Ilustrado – Marcha do MFA Áudio Ilustrado – Grândola, Vila Morena Áudio Ilustrado – E Depois do Adeus Atividade Interativa – Puzzle 10 Momento 1 A) Exploração das questões introdutórias (página 44) e da página 45 para contextualizar o subtema no espaço e no tempo e identificar conteúdos a trabalhar e também levar o aluno a conhecer a metodologia do trabalho do historiador através da comparação das fontes com a reconstituição histórica. B) Exploração do «Relembra...» (página 46), para contextualizar, no espaço e no tempo, os conteúdos do subdomínio. C) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos seguindo o guia orientador de questões, que devem ser individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos situem no tempo o processo do fim do Estado Novo bem como os passos tomados de seguida. Síntese Propõe-se, como síntese, que os alunos elaborem uma biografia ou uma banda desenhada, de modo a recriar a situação histórica estudada, com utilização ou não das TIC. Resolução do «Agora...», ordenando cronologicamente alguns acontecimentos relacionados com o golpe militar de 25 de abril de 1974. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 35 45 min.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 75 Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático Meta(s): 2. Conhecer e compreender as consequências do 25 de Abril de 1974 ao nível da democratização do regime e da descolonização Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 2.4 Relacionar o 25 de Abril com a descolonização e com o fim do Império. 2.5 Explicar os problemas verificados com a descolonização portuguesa, destacando a questão dos «retornados» e a questão timorense. 2.6 Referir a transferência de soberania de Macau para a China (1999) e a autodeterminação de Timor Lorosae (2002) como marcos formais do fim do Império português. 2.7 Conhecer a dimensão do território português e os novos países surgidos após a descolonização. ͻ A descolonização Descolonização Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 48 e 49 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 13 ͻ Atlas – Mapa da Ficha 12 ͻ Bloco NEE* – Ficha 13 ͻ Vídeo – A descolonização * Para alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou com NEE. Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos tentem compreender diferentes formas de dar sentido e significado devido às vivências e experiências, diversas. Síntese Propõe-se aos alunos que construam slogans adequados às especificidades culturais e de vivências dos povos / culturas / pessoas envolvidas na situação histórica estudada. Realização do «Agora...», da página 49 para interiorização de conceitos relacionados com os conteúdos estudados, nomeadamente de Descolonização de forma a aplicá-lo numa nova situação. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 36 45 min.
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    76 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático Meta(s): 2. Conhecer e compreender as consequências do 25 de Abril de 1974 ao nível da democratização do regime e da descolonização 3. Conhecer os órgãos de poder democráticos Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 2.2 Referir as eleições de 1975 como um marco fundamental para a construção do Regime Democrático. 2.3 Reconhecer na Constituição de 1976 a consagração dos direitos e liberdades fundamentais. 3.1 Identificar a existência de poder central, regional e local. 3.3 Descrever o funcionamento dos órgãos de poder central e as funções de cada um. 3.4 Destacar a efetiva separação de poderes e o sufrágio livre e universal como conquistas de Abril. ͻ A Constituição de 1976 Direito de voto Democracia Poder Central Promulgar Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 50 e 51 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 13 ͻ Friso Cronológico – Atividade 9 ͻ Animação – Os órgãos de poder democráticos Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos, com base em fontes históricas, construam um relato acerca das alterações constitucionais e de como estas foram marcantes para a História de Portugal. Síntese Propõe-se que os alunos reflitam sobre os conceitos de Direito de voto, Democracia, Poder Central e Promulgar aplicando-os a uma nova situação. Resolução do «Agora...», para destacar conceitos relacionados com a Democracia. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 37 45 min.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 77 Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático Meta(s): 3. Conhecer os órgãos de poder democráticos Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 3.1 Identificar a existência de poder central, regional e local. 3.2 Indicar os órgãos de poder regional e local e as suas funções. ͻ As regiões autónomas Região Autónoma Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 52 e 53 Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos, com base em fontes históricas, construam um relato acerca da organização constitucional das Regiões Autónomas. Síntese Propõe-se que os alunos pensem acerca do papel da autonomia da Madeira e dos Açores, utilizando o conceito de Região Autónoma. Resolução do «Agora...» da página 53 para consolidação dos conteúdos lecionados. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 38 45 min.
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    78 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático Meta(s): 3. Conhecer os órgãos de poder democráticos Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 3.1 Identificar a existência de poder central, regional e local. 3.2 Indicar os órgãos de poder regional e local e as suas funções. 3.5 Identificar formas de participação cívica e democrática além dos atos eleitorais. ͻ O poder local Poder local Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 54 e 55 ͻ Atividade Final – Ficha 13 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 14 Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos, com base em fontes históricas, construam um relato acerca da organização constitucional das autarquias locais. Síntese Propõe-se aos alunos que elaborem um cartaz em que reivindiquem a solução de um problema que esteja a afetar a sua freguesia ou concelho. Resolução do «Agora...» sobre os órgãos do poder local. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 39 45 min.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 79 Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal do século XX Subdomínio: Espaços em que Portugal se integra Meta(s): 1. Conhecer a União Europeia (UE) como uma das organizações internacionais em que Portugal se integra 2. Conhecer outras organizações internacionais em que Portugal se integra Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 1.1 Identificar os países que constituem a UE. 1.2 Referir os principais objetivos que presidiram à criação da UE. 1.3 Identificar os sucessivos alargamentos da UE. 1.4 Identificar as principais instituições europeias. 2.1 Identificar os principais objetivos da criação da ONU. 2.2 Referir alguns dos estados não membros da ONU. 2.3 Identificar algumas das organizações que integram a ONU (UNICEF, FAO, UNESCO…). 2.4 Localizar os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP). 2.5 Localizar os países da Comunidade de Países de Língua Oficial Portuguesa (CPLP). 2.6 Referir alguns dos grandes objetivos dos PALOP e da CPLP. 2.7 Localizar países da Organização do Tratado ao Atlântico Norte (NATO). 2.8 Referir os principais objetivos da NATO. ͻ A União Europeia e a integração de Portugal na Europa Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 56 e 57 ͻ Atividade Final – Ficha 14 ͻ Atlas – Mapa 13 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 14 ͻ Atlas – Mapa da Ficha 14 ͻ Vídeo – A União Europeia Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos, com base em fontes diversas, construam o seu pensamento histórico-geográfico e reflitam acerca do modo como Portugal se articula com outros territórios no mundo. Síntese Propõe-se que os alunos, como síntese, procurem notícias de modo a refletirem acerca do papel interventivo de várias organizações em territórios e dimensões diversificadas. Resolução do «Agora...» da página 57 Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 40 45 min.
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    80 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal no século XX Subdomínio: Espaços em que Portugal se integra Meta(s): 4. Analisar algumas conquistas, dificuldades e desafios que Portugal enfrenta no nosso tempo Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 4.1 Reconhecer a democratização do país como fator de prestígio internacional para Portugal. 4.2 Reconhecer a entrada de Portugal na Comunidade Económica Europeia (CEE) como um contributo para a consolidação da democracia portuguesa e para a modernização do país. 4.3 Enumerar aspetos que comprovem a modernização do país após a adesão à CEE. 4.4 Exemplificar progressos verificados nas condições de vida dos portugueses, nomeadamente no maior acesso à saúde e educação. 4.5 Constatar a maior igualdade de géneros existente na atualidade, apesar do caminho que ainda há a percorrer. 4.6 Reconhecer outras dificuldades que Portugal enfrenta nos nossos dias: desemprego, morosidade da justiça, assimetrias sociais, abandono escolar, fraco envolvimento cívico ͻ Dificuldades do país e organizações internacionais de que faz parte: ͻ A ONU ͻ A CPLP ͻ Os PALOP ͻ A NATO Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 58 a 63 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 14 ͻ Jogo «Quem quer ser Historiador?» (Tema 5) Teste interativo – O 25 de Abril e os órgãos de poder democráticos Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...» da aula anterior. Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos, construam o seu conhecimento acerca dos desafios que o Portugal democrático enfrentou após a democratização. Síntese Resolução do «Agora...» da página 59. Propõe-se ainda que o aluno resolva o «Sou capaz de...», das páginas 60 e 61 (na aula ou em casa). Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos podem, com a realização da ficha de trabalho «Agora faço a minha autoavaliação» (páginas 62 e 63), aferir o seu grau de aprendizagem. Plano de aula n.o 41 45 min. 45 min.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 81 Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal hoje Subdomínio: A população portuguesa Meta(s): 1. Compreender a importância dos recenseamentos na recolha de informação sobre a população. 2. Conhecer a evolução da população em Portugal e compreender a sua relação com o crescimento natural Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 1.1 Definir recenseamento da população. 1.2 Referir informações que se podem consultar nos recenseamentos da população. 1.3 Localizar diferentes divisões administrativas do território nacional a diferentes escalas (Distritos, NUTS II e III, municípios). 1.4 Inferir sobre a importância dos recenseamentos na gestão e ordenamento do território. 2.1 Definir população total ou absoluta. 2.2 Caracterizar a evolução da população portuguesa desde o primeiro recenseamento geral da população (1864). 2.3 Identificar o crescimento natural como o principal fator responsável pela evolução da população. 2.4 Distinguir natalidade de taxa de natalidade e mortalidade de taxa de mortalidade. 2.5 Definir crescimento natural. 2.6 Caracterizar a evolução da natalidade em Portugal. 2.7 Identificar fatores responsáveis pela diminuição da natalidade em Portugal nas últimas décadas. 2.8 Caracterizar a evolução da mortalidade em Portugal. 2.9 Identificar fatores responsáveis pela diminuição da mortalidade em Portugal nas últimas décadas. ͻ O recenseamento ͻ A evolução da população População total ou absoluta Natalidade Mortalidade Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 66 a 69 ͻ Apresentação PowerPoint® – Portugal hoje Momento 1 A) Resolução das questões introdutórias da página 66 e exploração da página 67, para contextualização da realidade proposta para estudo através do traçar de relações entre a realidade anteriormente estudada e o novo momento da História-Geografia. B) Exploração do «Relembra...» (página 68), para contextualizar, no espaço e no tempo, os conteúdos a lecionar. C) Definição/Levantamento de ideias acerca de conceitos que se consideram relevantes para o estudo da realidade proposta. Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos, com base em fontes diversas, construam o seu pensamento histórico-geográfico num relato acerca da evolução da população, atendendo à natalidade e à mortalidade. Exploração das páginas 68 e 69. Síntese Propõe-se que o aluno reflita acerca das alterações verificadas ao nível da natalidade ao longo do tempo, bem como acerca do que entende por População absoluta, Natalidade e Mortalidade, apropriando-se também dos conceitos para a análise da realidade do seu distrito. Resolução do «Agora...» para interiorização dos conceitos de recenseamento, natalidade e mortalidade. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Nota: Em alternativa aos planos de aula sugeridos para os conteúdos dos subdomínios 6.1 e 6.2, propomos a exploração da apresentação PowerPoint® – Portugal hoje para assegurar o cumprimento do Programa. Plano de aula n.o 42 45 min.
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    82 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal hoje Subdomínio: A população portuguesa Meta(s): 3. Compreender o contributo do saldo migratório na evolução da população em Portugal Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 3.1 Distinguir emigração de imigração. 3.2 Definir saldo migratório. 3.3 Caracterizar a evolução da emigração em Portugal. 3.4 Localizar as principais áreas de destino da emigração portuguesa. 3.5 Identificar as principais causas e consequências da emigração em Portugal. 3.6 Descrever a evolução da imigração em Portugal. 3.7 Localizar os principais países de origem da imigração em Portugal. ͻ A mobilidade da população Emigração Imigração Saldo migratório Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 72 e 73 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 15 ͻ Tudo isto é História (QR Code) – Testemunho de um jovem emigrante Áudio – Parva que sou Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos, com base em fontes diversas, construam o seu pensamento histórico-geográfico acerca da mobilidade da população, da emigração e da imigração, enquanto respostas a questões associadas às realidades político-económico-sociais. Síntese Resolução do «Agora...» de modo a que os alunos expliquem a relação entre o saldo migratório e a população absoluta. Propõe-se que os alunos reflitam acerca dos desafios que têm de ser ultrapassados, quer por emigrantes, quer por imigrantes, aplicando os conceitos de emigração e imigração. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 43 45 min.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 83 Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal hoje Subdomínio: A população portuguesa Meta(s): 4. Compreender a distribuição da população em Portugal 5. Conhecer a evolução da população portuguesa por grupos etários 6. Conhecer e compreender as consequências do duplo envelhecimento da população em Portugal Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 4.1 Distinguir densidade populacional de população total. 4.2 Interpretar mapas com a distribuição regional da população total/densidade populacional em meados do século XX e na atualidade. 4.3 Identificar os principais fatores responsáveis pelo acentuar de contrastes na distribuição da população na atualidade. 5.1 Identificar os três grupos etários. 5.2 Caracterizar a evolução recente da população jovem, da adulta e da idosa, tendo por base dados estatísticos. 5.3 Identificar fatores responsáveis pela evolução dos três grupos etários. 6.1 Definir esperança média de vida à nascença. 6.2 Caracterizar a evolução da esperança média de vida à nascença, identificando os principais fatores responsáveis pelo seu incremento. 6.3 Referir os principais fatores que contribuem para o duplo envelhecimento da população. 6.4 Localizar as áreas mais afetadas pelo duplo envelhecimento da população e as respetivas consequências. 6.5 Apresentar medidas com o objetivo de subverter o duplo envelhecimento. ͻ Características da população ͻ Repartição espacial da população Grupo etário Esperança média de vida Região atrativa Região repulsiva Densidade populacional Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 74 e 75 ͻ Atividade Final – Ficha 15 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 15 ͻ Atlas – Mapa da Ficha 15 ͻ Vídeo – O envelhecimento da população portuguesa Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos, com base em fontes diversas, construam o seu pensamento histórico-geográfico acerca de grupo etário, densidade populacional, área atrativa, área repulsiva e esperança média de vida no litoral e interior. Síntese Propõe-se que os alunos expliquem se eles, os seus pais e os seus avós pertencem ao mesmo ou a grupos etários diferentes, através da resolução do «Agora...». Propõe-se ainda que procurem saber se a região onde vivem faz parte de uma região atrativa ou uma área repulsiva; e ainda, que identifiquem um documento onde se defina densidade populacional. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 44 45 min.
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    84 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal hoje Subdomínio: Os lugares onde vivemos Meta(s): 1. Compreender as características da população rural e urbana e os seus modos de vida Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 1.1 Definir povoamento. 1.2 Caraterizar o povoamento rural e o urbano. ͻ O povoamento rural ͻ Os modos de vida no campo Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 76 e 77 ͻ Atividade Interativa – Puzzle 11 Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para contextualizar, no espaço e no tempo, os conteúdos seguintes. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos, com base em fontes diversas, construam o seu pensamento histórico-geográfico acerca da distribuição e organização do espaço em termos de povoamento ao nível nacional. Síntese Propõe-se que os alunos reflitam acerca da sua vivência pessoal em termos de modo de organização e distribuição de espaço, através da resolução do «Agora...» da página 77. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 45 45 min.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 85 Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal hoje Subdomínio: Os lugares onde vivemos Meta(s): 1. Compreender as características da população rural e urbana e os seus modos de vida 2. Compreender a desigual dinâmica populacional das áreas rurais e das áreas urbanas Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 1.3 Definir modo de vida. 1.4 Caraterizar os modos de vida predominantes no espaço rural e no espaço urbano 1.5 Reconhecer a crescente interpenetração entre modos de vida rurais e urbanos. 1.6 Reconhecer a crescente complementaridade e interdependência entre o espaço rural e o espaço urbano. 2.6 Identificar os principais problemas das áreas urbanas e das áreas rurais em Portugal. 2.7 Apontar soluções para os problemas identificados nas áreas urbanas e nas áreas rurais em Portugal. ͻ Povoamento urbano ͻ O modo de vida nas cidades Taxa de urbanização Centro urbano Distância-tempo Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 78 e 79 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 15 Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos, com base em fontes diversas, construam o seu pensamento histórico-geográfico acerca dos diferentes tipos de construções e condições de vida nas cidades. Síntese Propõe-se que os alunos, como síntese, reflitam acerca da vida no espaço urbano, através da resolução do «Agora...» Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 46 45 min.
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    86 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal hoje Subdomínio: Os lugares onde vivemos Meta(s): 3. Compreender a atratividade exercida pelas áreas urbanas Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 3.1 Distinguir área atrativa de área repulsiva. 3.2 Interpretar a distribuição regional dos equipamentos ligados à saúde, educação, cultura, desporto, audiovisuais (…). 3.3 Justificar a atratividade das áreas urbanas pela maior disponibilidade na oferta de emprego e concentração de equipamento de saúde, educação, lazer (…). ͻ Os centros urbanos Saneamento básico Nível de conforto Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 80 a 85 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 15 ͻ Teste Interativo – Portugal, hoje (6.1 e 6.2) Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...» da aula anterior. Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos, com base em fontes diversas, construam o seu pensamento histórico-geográfico pensando na localização, distribuição e organização dos centros urbanos, bem como acerca das vantagens e desvantagens desse local para viver. Os alunos realizam o «Sou capaz de...», das páginas 82 e 83. Síntese Propõe-se que os alunos, como síntese, escrevam um texto sobre um problema que afete a população do local onde vivem e apresentem propostas para o resolver, tendo em conta a preservação do ambiente. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos podem, com a realização da ficha de trabalho «Agora faço a minha autoavaliação» (páginas 84 e 85), aferir o seu grau de aprendizagem. Plano de aula n.o 47 45 min.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 87 Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal hoje Subdomínio: Atividades que desenvolvemos Meta(s): 1. Conhecer a repartição das atividades económicas por setores 2. Compreender a evolução da distribuição da população por setores de atividade em Portugal Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 1.1 Definir setor de atividade económica. 1.2 Distinguir população ativa de população inativa. 1.3 Distinguir taxa de atividade de taxa de desemprego. 1.4 Distinguir atividades produtivas de não produtivas. 1.5 Comparar as atividades económicas integradas nos setores primário, secundário e terciário. 2.1 Caracterizar a evolução da população ativa integrada nos três setores de atividade. 2.2 Enumerar fatores que explicam a diminuição da população ativa integrada no setor primário e no setor secundário. 2.3 Identificar consequências da diminuição da população ativa integrada no setor primário e no setor secundário. 2.4 Identificar fatores que explicam o aumento da população ativa integrada no setor terciário. 2.5 Identificar consequências do aumento da população ativa integrada no setor terciário. 2.6 Localizar as áreas onde predominam atividades ligadas aos diferentes setores. 2.7 Identificar as atividades dominantes na área envolvente à escola. ͻ O mundo do trabalho Setor primário Setor secundário Setor terciário Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 86 a 89 ͻ Apresentação PowerPoint® – Portugal hoje * Animação – As atividades económicas Momento 1 A) Exploração das páginas 86 e 87 para contextualizar e identificar conteúdos a trabalhar e também levar o aluno a conhecer a metodologia do trabalho do historiador através da comparação das fontes com a reconstituição histórica. B) Exploração do «Relembra...» da página 88, para contextualizar, no espaço e no tempo, os conteúdos do tema. C) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou, sob proposta do professor, em grande grupo-turma. Pretende-se que os alunos, com base em fontes diversas, construam o seu pensamento histórico-geográfico pensando na distribuição da população ativa e do desemprego, por setor económico e no território nacional. Síntese Propõe-se que o aluno, como síntese, realize o «Agora...» e que reflita sobre os conceitos de setor primário, secundário e terciário aplicando-os ao seu meio familiar. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Nota: Em alternativa aos planos de aula sugeridos para os subdomínios 6.3, 6,4 e 6.5, propomos a exploração da apresentação PowerPoint® – Portugal hoje para assegurar o cumprimento do Programa. Plano de aula n.o 48 45 min.
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    88 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal hoje Subdomínio: Atividades que desenvolvemos Meta(s): 3. Conhecer e compreender as características da agricultura em Portugal 4. Compreender a importância da floresta em Portugal Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 3.1 Definir agricultura. 3.2 Caraterizar os principais tipos de agricultura praticados em Portugal. 3.3 Descrever as transformações recentes ocorridas na agricultura portuguesa. 3.4 Localizar os principais tipos de agricultura e alguns dos produtos cultivados. 3.5 Identificar os principais obstáculos à modernização da agricultura portuguesa. 3.6 Identificar a atividade agrícola praticada na área de residência. 4.1 Referir as principais funções das florestas. 4.2 Localizar a distribuição das principais espécies florestais a nível nacional. 4.3 Identificar os principais problemas que afetam a floresta. ͻ O setor primário: agricultura e a floresta Agricultura Silvicultura Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 90 e 91 Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos, com base em fontes diversas, construam o seu pensamento histórico-geográfico relativamente à distribuição e organização da agricultura, pecuária e silvicultura nacional, bem como acerca de consequências de determinadas ações nocivas ao meio. Síntese Propõe-se aos alunos que identifiquem o tipo de agricultura da região onde vivem e a floresta existente, através da resolução do «Agora...». Sugere-se ainda que refiram duas melhorias introduzidas na agricultura e na pecuária. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 49 45 min.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 89 Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal hoje Subdomínio: Atividades que desenvolvemos Meta(s): 5. Compreender a atividade piscatória em Portugal Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 5.1 Caraterizar os principais tipos de pesca praticados em Portugal. 5.2 Identificar as principais áreas de pesca e os portos de desembarque do pescado. 5.3 Referir alguns dos problemas que afetam a pesca portuguesa e possíveis soluções. 5.4 Identificar aspetos positivos e negativos da aquacultura. ͻ O setor primário: a pesca, a proteção das espécies e a aquacultura Zona Económica Exclusiva (ZEE) Aquacultura Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 92 e 93 Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada, seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos, com base em fontes diversas, construam o seu pensamento histórico-geográfico relativamente à distribuição e organização da Zona Económica Exclusiva (ZEE) portuguesa, em termos de pesca, e o conceito de aquacultura. Síntese Propõe-se aos alunos que resolvam o «Agora...» da página 93 (na aula ou em casa) identificando um aspeto positivo e um aspeto negativo da aquacultura. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 50 45 min.
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    90 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal hoje Subdomínio: Atividades que desenvolvemos Meta(s): 6. Compreender a evolução da indústria em Portugal Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 6.1 Definir indústria. 6.2 Identificar diferentes tipos de indústria. 6.3 Caracterizar a evolução da indústria em Portugal. 6.4 Localizar as principais áreas industriais em Portugal. 6.5 Identificar os principais problemas associados à atividade industrial e possíveis soluções. ͻ O setor secundário – a indústria: tipos, evolução, distribuição e problemas Indústria Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 94 e 95 Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos, com base em fontes diversas, construam o seu pensamento histórico-geográfico relativamente à distribuição, organização e produção industrial em termos nacionais. Síntese Propõe-se aos alunos que resolvam o «Agora...» da página 95, indicando um tipo de indústria existente na sua região e um exemplo da sua produção. Sugere-se ainda que expliquem as vantagens e desvantagens da sua região no que respeita às possibilidades de emprego. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 51 45 min.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 91 Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal hoje Subdomínio: Atividades que desenvolvemos Meta(s): 7. Compreender crescente importância das energias renováveis em Portugal Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 7.1 Referir os tipos de energia mais utilizados em Portugal. 7.2 Distinguir energias renováveis de energias não renováveis, dando ênfase aos principais impactes da sua utilização. 7.3 Localizar as principais áreas de produção de energia renovável em Portugal. 7.4 Enumerar os principais fatores responsáveis pela crescente importância das energias renováveis em Portugal. 7.5 Identificar práticas adequadas a uma racionalização dos consumos energéticos. ͻ A produção de energia e o impacto ambiental do setor secundário Energias não renováveis Energias renováveis Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 96 e 97 ͻ Vídeo – Os problemas ambientais Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...» Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou, sob proposta do professor, em grande grupo-turma. Pretende-se que os alunos, com base em fontes diversas, construam o seu pensamento histórico-geográfico, atendendo às alterações provocadas no espaço pelos diferentes tipos de energia e pelos usos industriais e habitacionais do espaço / paisagem. Síntese Propõe-se que, como síntese, os alunos debatam as questões relacionadas com a alteração do espaço por ação humana, nomeadamente ao nível da poluição na sua região. Propõe-se também a realização do «Agora...» da página 97 para que os alunos apresentem propostas tendentes à poupança de energia. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 52 45 min.
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    92 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal hoje Subdomínio: Atividades que desenvolvemos Meta(s): 8. Compreender o comércio em Portugal Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 8.1 Distinguir importação de exportação. 8.2 Descrever a evolução das importações e das exportações em Portugal. 8.3 Caracterizar os tipos de produtos importados/exportados e os parceiros comerciais. 8.4 Referir as consequências do desigual valor das importações e exportações em Portugal. 8.5 Identificar novas formas de comercializar produtos e de pagar serviços. ͻ O setor terciário: comércio Atividades produtivas Atividades não produtivas Importações Exportações Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 98 e 99 ͻ Atividade Final – Ficha 16 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 16 Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos, com base em fontes diversas, construam o seu pensamento histórico-geográfico atendendo às relações de diferenciação, interdependência e complementaridade entre o espaço urbano e rural, bem como no território nacional e internacional. Síntese Propõe-se que os alunos realizem o «Agora...», aplicando vários conceitos relacionados com o comércio e trabalhados nas aulas. Sugere-se ainda que construam um quadro com os produtos que possuam em casa identificando os que são produzidos em territórios nacionais e noutros territórios. (trabalho a realizar em casa) Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 53 45 min.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 93 Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal hoje Subdomínio: Atividades que desenvolvemos / O mundo mais perto de nós Meta(s): 9. Compreender a crescente importância dos serviços entre as atividades económicas em Portugal 2. Conhecer e compreender a importância das telecomunicações na sociedade atual Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 9.1 Definir serviços. 9.2 Identificar os diferentes tipos de serviços. 9.3 Localizar as áreas de maior oferta de serviços. 9.4 Explicar os contrastes regionais na oferta de serviços (saúde, educação, cultura, desporto…). 9.5 Justificar a crescente importância do setor dos serviços na criação de emprego. 2.1 Definir rede de telecomunicação. 2.2 Referir as vantagens da utilização dos serviços de telecomunicação. 2.3 Associar o desenvolvimento dos serviços de telecomunicação com o processo de globalização e aparecimento do conceito de «aldeia global». 2.4 Discutir a importância do desenvolvimento das telecomunicações nas atividade humanas e qualidade de vida. ͻ O setor terciário: os serviços e as telecomunicações Serviços Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 100 e 101 Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou, sob proposta do professor, em grande grupo-turma. Pretende-se que os alunos com base em fontes diversas construam o seu pensamento histórico-geográfico atendendo à distribuição de emprego pelos diferentes setores de atividade e especialmente ao setor terciário, bem como reflitam acerca do papel das telecomunicações para a formação de identidade em diálogo com vários territórios. Síntese Propõe-se aos alunos que implementem o «Agora...» da página 101, organizando e concretizando um debate sobre as vantagens e desvantagens do uso das telecomunicações. Sugere-se também que os alunos indiquem dois serviços que utilizam regularmente. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 54 45 min.
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    94 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal hoje Subdomínio: O mundo mais perto de nós Meta(s): 1. Compreender a importância dos transportes na sociedade atual Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 1.1 Distinguir rede de transporte de modo de transporte. 1.2 Referir a importância das redes de transporte no mundo atual. 1.3 Comparar as vantagens e as desvantagens da utilização dos diferentes modos de transporte (rodoviário, ferroviário, marítimo, aéreo e fluvial). 1.4 Caracterizar a distribuição das diferentes redes de transporte em Portugal. 1.5 Relacionar a distribuição das redes de transporte com a distribuição da população e atividades económicas. 1.6 Discutir os impactes do desenvolvimento da rede de transportes. ͻ Os transportes Meio de transporte Rede de transporte Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 102 e 103 ͻ Caderno de Atividades – Ficha 16 Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...». Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos construam o seu conhecimento acerca das vantagens e das desvantagens associadas aos transportes. Síntese Propõe-se aos alunos a resolução do «Agora...» onde devem referir vantagens e desvantagens do meio de transporte habitualmente utilizado. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Plano de aula n.o 55 45 min.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 95 Escola ________________________________________________________________________________________________________ Turma __________________ Aula n.o _______________ Data ______ /________/ ________ Domínio: Portugal hoje Subdomínio: Lazer e Património Meta(s): 1. Compreender a desigual distribuição da prática do lazer e do turismo a nível nacional 2. Compreender a importância da preservação do património Descritores das aprendizagens desejadas Conteúdos / conceito(s) 1.1 Definir lazer. 1.2 Localizar as áreas com maior oferta de equipamento culturais e desportivos diversos (teatros, cinemas, museus, bibliotecas, pavilhões desportivos…) 1.3 Justificar a desigual oferta na distribuição de equipamento culturais e desportivos. 1.4 Identificar o turismo como uma atividade de lazer. 1.5 Identificar diferentes tipos de turismo em Portugal: balnear / de montanha/religioso/ termal/ em espaço rural/de aventura/radical / histórico-cultural/de natureza (…). 1.6 Localizar as áreas de maior atração/procura turística em Portugal, destacando os fatores que justificam a sua atratividade/procura. 1.7 Identificar atividades de lazer e turismo na região onde reside. 2.1 Identificar diferentes tipos de património. 2.2 Localizar diferentes áreas de proteção da natureza. 2.3 Explicar a importância das áreas protegidas na preservação do património ambiental. 2.4 Identificar medidas de preservação do património. ͻ O lazer e o património Lazer Turismo Reservas naturais Recursos ͻ Manual (vol. 2) – págs. 104 a 109 ͻ Atividade Interativa – Puzzle 12 Jogo «Quem quer ser Historiador» (Tema 6) Teste Interativo – Portugal, hoje (6.3,6. 4, e 6.5) Momento 1 A) Exploração do «Relembra...», para articulação das aprendizagens adquiridas na aula anterior com os novos conteúdos. B) Levantamento de ideias prévias dos alunos, com a realização da atividade «Para a próxima aula...» da aula anterior. Desenvolvimento Os alunos trabalham os documentos propostos de forma cruzada seguindo o guia orientador de questões, que devem ser respondidas individualmente, a pares ou em grupo. Pretende-se que os alunos, com base em fontes diversas, construam o seu pensamento histórico-geográfico relativamente às diferenças entre as atividades de lazer no meio rural e urbano, bem como acerca do turismo e das reservas naturais para o desenvolvimento nacional. Síntese Propõe-se que os alunos resolvam o «Agora...» identificando duas atividades turísticas e de lazer existentes na sua região. Propõe-se ainda a resolução do «Sou capaz de...» das páginas 106 e 107 onde aplica os diferentes conceitos desenvolvidos. Avaliação Formativa – todos os materiais produzidos pelos alunos, as suas respostas às tarefas realizadas, o possível trabalho de casa e a progressão de ideias percecionada. Sumativa – no final do estudo das temáticas propostas, os alunos podem, com a realização de uma ficha de trabalho «Agora faço a minha autoavaliação» (páginas 108 e 109), aferir o seu grau de aprendizagem. Plano de aula n.o 56 45 min.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 97 Apresentamos aos colegasvárias propostas de avaliação. Diagnóstica: — Um Teste de Diagnóstico a entregar aos alunos. — Em alternativa a este teste, sugerimos também uma proposta mais dinâmica. O professor projeta as imagens da apresentação PowerPoint® Avaliação Diagnóstica, disponível em , e vai fazendo as perguntas (escolhendo as que entender), oralmente, à turma, ou direcionadas a alunos específicos. Os resultados serão depois registados numa das grelhas, à escolha, sendo que: — a Grelha A é mais global e as perguntas são dirigidas à turma. Neste caso, o professor pode conta- bilizar as respostas e registar na grelha: – se a maior parte dos alunos sabe responder; – se poucos alunos sabem responder; – se os alunos desconhecem o assunto. — a Grelha B é mais específica, pois tem o número dos alunos da turma. A pergunta é feita a um aluno e o professor regista na grelha: – se a resposta estiver correta; – se a resposta estiver errada; – se não responder. Sumativa: — Um bloco com seis propostas de Testes de Correção Rápida, constituídos por perguntas de escolha múltipla. Em estão disponíveis folhas de resposta, com grelhas de preenchimento, para cada um destes testes. — Dois blocos de seis Testes Diferenciados, com diversas tipologias de itens e com dois níveis de difi- culdade: – Testes A: com grau de dificuldade normal; – Testes B: com grau de dificuldade inferior. AVALIAÇÃO – PROPOSTAS
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    98 TESTE DIAGNÓSTICO 4000 0 km N 1 DOC. 1Observa o documento 1. 1.1 Escreve no mapa, no local correto, o nome dos oceanos e dos continentes. 1.2 Indica o oceano que banha: a) a costa ocidental de África; b) a costa oriental de África; c) a costa ocidental da América; d) a costa oriental da América. 2 Observa os documentos seguintes 2, 3, 4, 5 e 6. 2.1 Legenda-os com a seguinte informação: O reino de Portugal, à morte de D. Afonso Henriques O Império Romano O Império Português no século XVI O Império Muçulmano Povos do Mediterrâneo contactaram com povos peninsulares 2.2 Ordena-os cronologicamente numerando-os de 1 a 5. O número 1 corresponde ao mais antigo. 2000 0 km Lisboa Goa Macau Malaca Timor Ceuta CHINA ÍNDIA JAPÃO ANGOLA MINA MOÇAMBIQUE OCEANO ATLÂNTICO OCEANO PACÍFICO OCEANO ÍNDICO EUROPA AMÉRICA ÁSIA ÁFRICA OCEÂNIA N Domínios portugueses Rotas portuguesas BRASIL 5 DOC. km 50 0 N Faro Tavira Cacela Braga Guimarães Porto Coimbra Castelo Branco Montalvão Amieira Belver Abrantes Leiria Santarém Alcácer do Sal Palmela Almada Lisboa Alenquer Sintra Elvas Évora Badajoz Beja Aljustrel Silves Albufeira Alvor Serpa Moura Mértola Almourol Tomar OCEANO ATLÂNTICO 6 DOC. km 0 1000 OCEANO ATLÂNTICO OCEANO ÍNDICO ÁSIA EUROPA PENÍNSULA DA ARÁBIA ÁFRICA N Roma Veneza Marselha Granada Córdova Ceuta Cartago Tripoli Alexandria Cairo Medina Meca Jerusalém Damasco Bagdade Constantinopla Baçorá Golfo Pérsico Mar Mediterrâneo Mar Verm elho Rota da seda da China Rota das especiarias da Índia Escravos Marfim Ouro 4 DOC. Mar Mediterrâneo Mar Vermelho Mar Negro Golfo Pérsico Mar Cáspio OCEANO ATLÂNTICO Mar do Norte N HISPÂNIA GÁLIA Roma MACEDÓNIA DÁCIA ÁSIA MENOR NUMÍDIA MAURITÂNIA JUDEIA EGITO GRÉCIA Cartago EUROPA ÁSIA ÁFRICA Rota da seda da China Rota das especiarias da Índia 1000 0 km 3 DOC. Marfim Tecidos Tecidos Perfume Vidro Mar Mediterrâneo Mar Negro OCEANO ATLÂNTICO CELTAS IBEROS Cartago Grécia Fenícia CELTIBEROS LUSITANOS 500 0 km N Fenícios: chegaram à Península Ibérica há cerca de 2900 anos Ouro Prata Cobre Vinho Trigo Azeite Cerâmica Gregos: chegaram à Península Ibérica há cerca de 2700 anos Cartagineses: chegaram à Península Ibérica há cerca de 2600 anos 2 DOC.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 99 TESTE DIAGNÓSTICO 3 Observaos documentos 7 a 12. 3.1 Completa o quadro seguinte com o número do documento que corresponde a cada grupo social. 4.1 Associa os documentos 13, 14 e 15 (coluna A) ao excerto do documento escrito que lhes corresponde (coluna B). Escreve no espaço em branco da coluna A a letra correta. 7 DOC. 8 DOC. 9 DOC. 10 DOC. 11 DOC. 12 DOC. 4 Observa os documentos 13, 14 e 15 e lê o documento 16. Oradores são aqueles que rezam por nós junto de Deus. Defensores são os que defendem as nossas terras combatendo pelas armas o inimigo invasor. Trabalhadores são os que fornecem a subsistência, os que culti- vam com a charrua e os que trabalham com as próprias mãos. Adalbéron de Laon, bispo francês, século XI (adaptado) 16 DOC. A B a) Doc. 13 A. «Oradores são aqueles que rezam por nós junto de Deus.» b) Doc. 14 B. «Defensores são os que defendem as nossas terras combatendo pelas armas os inimigos invasores.» c) Doc. 15 C. «Trabalhadores são os que fornecem a subsistência, os que cultivam com a charrua e os que trabalham com as próprias mãos.» Clero Nobreza Povo a) Doc. b) Doc. c) Doc. d) Doc. e) Doc. f) Doc. 13 DOC. 14 DOC. 15 DOC.
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    100 TESTE DIAGNÓSTICO 1000 0 km N Fozdo Zaire Arquipélago de Cabo Verde 1485 - Diogo Cão Ceuta Cabo Bojador Arguim Cabo Verde Serra Leoa Mina Cabo de Santa Catarina Serra Parda Sofala Calecute OCEANO ÍNDICO OCEANO ATLÂNTICO Açores Madeira EUROPA ÁSIA ÁFRICA AMÉRICA Brasil Cabo da Boa Esperança 1488 - Bartolomeu Dias São Tomé e Príncipe 5 Completa a cronologia com a seguinte informação: Tratado de Salvaterra de Magos Batalha de Aljubarrota Cortes de Coimbra Cerco de Lisboa a) 1383 b) 1384 c) 1385 (abril) d) 1385 (agosto) 6 Observa o documento 17. 6.1 Associa a informação do documento 1 (coluna A) aos acontecimentos (coluna B). Escreve a letra correta no espaço em branco da coluna A. 6.2 Refere o século a que correspondem os acontecimentos do quadro. A B 1. Ceuta – 1415 A. Local atingido pelos navegadores portugueses à morte do Infante D. Henrique. 2. Cabo Bojador – 1434 B. Primeira conquista portuguesa no Norte de África. 3. Serra Leoa – 1460 C. Dobrado por Gil Eanes. 4. Cabo de Santa Catarina – 1474 D. A partir deste cabo, as descobertas ao longo da costa africana foram da responsabilidade de D. João II. 5. Cabo da Boa Esperança – 1488 E. Cidade onde chegou a armada comandada por Vasco da Gama. 6. Calecute, Índia – 1498 F. Dobrado por Bartolomeu Dias. 7. Terra de Vera Cruz (Brasil) – 1500 G. Terra encontrada pela armada comandada por Pedro Álvares Cabral. 17 DOC.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 101 TESTE DIAGNÓSTICO 7 Fazcorresponder cada conceito da coluna A à respetiva definição. Escreve o número correto no espaço em branco da coluna B. A B a) Império 1. Grande território, habitado por muitos povos e controlado por um só povo. O seu chefe máximo é o imperador. b) Islão 2. Todas as atividades que garantem a alimentação, o vestuário e a habitação das populações. c) Reino 3. Forma de governo em que o monarca (rei ou rainha) é a autoridade máxima. Quando o monarca morria, sucedia-lhe o filho masculino mais velho. Se não existisse herdeiro masculino, sucedia-lhe a filha mais velha. d) Monarquia 4. Território independente governado por um rei. O rei é a autoridade máxima no reino. e) Atividades económicas 5. Religião monoteísta que foi criada por Maomé. f) Comércio externo 6. Assembleia convocada e dirigida pelo rei para ouvir a opinião dos representantes do clero, da nobreza e do povo sobre assuntos importantes, como decidir da paz ou da guerra. g) Regente 7. É aquele que governa temporariamente um reino, em nome do rei. h) Cortes 8. Compra e venda de produtos entre dois países. i) Expansão 9. Exploração económica das terras descobertas através de acordos ou da força das armas. O povo colonizador passa a explorar as riquezas dessas terras. O povo colonizado é submetido. j) Colonização 10. Alargamento do território português para outros continentes, através de conquistas ou de descobertas marítimas. k) Missionação 11. Ação dos missionários, membros do clero, com vista a converter os povos não cristãos ao cristianismo.
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    102 TESTE DIAGNÓSTICO 8 Lêo documento 18. O primeiro contacto entre os Portugueses e os habitantes do Brasil Um deles olhou o colar do capitão e acenou com a mão para terra, e depois para o colar, como se quisesse dizer-nos que havia ouro na terra. [...] Mostra¬ram-lhes um papagaio que o capitão tinha; tomaram-no logo e acenaram para a terra, como se os houvesse ali. [...] Mostraram-lhes uma g¬linha; quase tiveram medo dela [...]. Eles não lavram nem criam. E não comem senão [...] dessas sementes e frutos que a terra e as árvores dão. Pero Vaz de Caminha (escrivão da armada de Pedro Álvares Cabral), Carta a El-Rei D. Manuel, 1500 (adaptado) 8.1 Escreve um texto sobre os contactos entre povos diferentes. Também podes incluir exemplos da herança romana e da herança muçulmana na Península Ibérica. 18 DOC.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 103 P8?.;9827É„AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA SLIDE QUESTIONÁRIODE EXPLORAÇÃO DO POWERPOINT®* AVALIAÇÃO OBS A B C 2 1. Quais as formas de representação da Terra? 2. Qual é a forma de representar a Terra que é mais parecida com a sua forma real? 3. Como se chama a Península onde Portugal se situa? 4. Identifica os continentes. 5. A que continente pertence a Península Ibérica? 6. Identifica os oceanos. 3 7. Quais os limites da Península Ibérica? 8. Indica os elementos que ajudam a compreender um mapa. 4 9. O que é o relevo? 10. Quais as formas de relevo que conheces? 11. Qual é a montanha mais alta de Portugal? 12. Refere dois rios ibéricos. 13. Refere dois rios portugueses. 5 14. O que entendes por estado do tempo? 15. Qual a região climática onde se localiza a Península Ibérica? 16. Achas que o clima é igual em todo o país? Justifica 6 17. O que entendes por vegetação natural? 18. Qual a vegetação predominante na tua região? 19. Refere alguns problemas que afetam a vegetação. 20. Apresenta propostas para preservar a Natureza. 7 21. O que é um arquipélago? 22. Quais os arquipélagos que integram o território português? 23. Onde se localizam os arquipélagos da Madeira e dos Açores? 8 24. As primeiras comunidades humanas eram recoletoras. Explica porquê. 25. O que é a arte rupestre? 9 26. O que é uma comunidade agropastoril? 27. O que são monumentos megalíticos? Dá exemplos. 10 28. Quais os povos mediterrâneos que vieram à Península Ibérica para fazer comércio? 29. Refere a importância do contacto entre os povos ibéricos e os povos do Mediterrâneo. 11 30. Quem são os romanos? 31. Como era o exército romano? * Apresentação PowerPoint® disponível em Professor(a): _____________________ Turma: __________________________ Data: ____/____/____ A – A maior parte dos alunos sabe responder B – Poucos alunos sabem responder C – Desconhecem
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    104 SLIDE QUESTIONÁRIO DEEXPLORAÇÃO DO POWERPOINT®* AVALIAÇÃO OBS A B C 12 32. Qual o povo que ofereceu mais resistência aos romanos? 33. Quem foi Viriato? 13 34. O que entendes por romanização? 35. Indica alguns exemplos de romanização. 14 36. Qual o acontecimento que marca o início da era cristã? 37. O que é o Cristianismo? 15 38. O que é o Islão? 39. Define árabe, muçulmano e mouro. 16 40. Em que século chegaram os muçulmanos à Península Ibérica? 41. Onde se refugiaram os cristãos visigodos após a conquista muçulmana? 42. Identifica as construções militares ligadas à Reconquista no atual território português. 43. Como era a convivência entre cristãos e muçulmanos? 44. Indica vestígios da presença muçulmana na Península Ibérica. 17 45. Quem foram os cruzados que vieram à Península Ibérica ajudar Afonso VI na luta contra os mouros? 46. A qual deles foi doado o Condado Portucalense? 47. Entre quem foi assinado o Tratado de Zamora? 48. Quem foi o primeiro rei de Portugal? 18 49. O que é a Bula Manifestis Probatum? 50. Qual o tratado que estabelece as fronteiras portuguesas? 19 51. Quais eram as principais atividades económicas no séc XIII? 20 52. Refere os dois tipos de comércio que se praticava. 53. O que eram feiras francas? 54. Define importações e exportações. 21 55. Quais os grupos que constituíam a sociedade portuguesa? 56. Qual a principal função do clero e da nobreza? 57. Quem são os burgueses? 58. Qual é o grupo social não privilegiado? 22 59. O que é uma Carta de Foral? 60. Quais são os símbolos dos concelhos? 61. Se vivesses no século XIII, preferias viver num concelho ou num senhorio? Justifica. 23 62. O que entendes por cultura cortesã? 63. O que entendes por cultura popular? P8?.;9827É„AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA * Apresentação PowerPoint® disponível em
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 105 SLIDE QUESTIONÁRIO DEEXPLORAÇÃO DO POWERPOINT®* AVALIAÇÃO OBS A B C 24 64. Indica algumas características do estilo românico. 65. Indica algumas características do estilo gótico. 25 66. Quais os três flagelos do século XIV, na Europa? 67. Em Portugal, além da crise económica, houve também uma crise de sucessão. Explica porquê. 68. Quem foi o último rei da primeira dinastia? 26 69. Quem foi aclamado rei de Portugal, nas Cortes de Coimbra? 70. Entre quem se travou a Batalha de Aljubarrota? 71. Qual foi o exército que saiu vencedor? 72. Quem foi o primeiro rei da segunda dinastia? 27 73. Qual foi o acontecimento que marcou o início da Expansão Portuguesa? 74. A conquista de Ceuta resolveu os problemas de Portugal? Justifica. 28 75. Qual foi o navegador português que dobrou o Cabo Bojador? 76. Quais as embarcações utilizadas pelos portugueses? 77. Refere alguns instrumentos náuticos. 78. Qual foi o navegador português que dobrou o Cabo das Tormentas / Boa Esperança? 29 79. Quem descobriu a América? Fê-lo ao serviço de quem? 80. Essa descoberta provocou desentendimentos entre os dois países ibéricos. Como se resolveu essa situação? 81. O que determinava o Tratado de Tordesilhas? 82. Quem descobriu o caminho marítimo para a Índia? 83. Quem descobriu o Brasil? 30 84. Que produtos iam os portugueses buscar ao Oriente? 31 85. Achas que o papel dos missionários foi importante na colonização do Brasil? Justifica. 86. Quem foram os bandeirantes? 87. Como foram os contactos entre os portugueses e os povos descobertos / colonizados (africanos, asiáticos e ameríndios). 88. Achas que o contributo dos portugueses foi importante para uma maior ligação entre as várias zonas do mundo descobertas? Justifica. 32 89. Refere algumas alterações ocorridas na cidade de Lisboa. 90. Explica porque é que se diz que Lisboa era uma cidade de contrastes. P8?.;9827É„AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA * Apresentação PowerPoint® disponível em
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    106 SLIDE QUESTIONÁRIO DEEXPLORAÇÃO DO POWERPOINT®* AVALIAÇÃO OBS A B C 33 91. Explica como é que os Descobrimentos influenciaram a literatura. 92. Refere algumas características do estilo manuelino. 93. Menciona construções de estilo manuelino. 34 94. Quem foi D. Sebastião? 95. Onde e quando morreu D. Sebastião? 96. Quais os candidatos ao trono, após a morte de D. Sebastião? 97. Quem lhe sucedeu no trono de Portugal? 98. Quando teve início a União Ibérica? 99. O que aconteceu no 1.o de Dezembro de 1640? 100. Quem foi o primeiro rei da quarta dinastia / dinastia de Bragança? 101. O que foi a «Guerra da Restauração»? 35 Separador do 6.o ano 36 102. O que está representado em cada mapa? 103. Qual o território do Império Português que mais aumentou? 104. Refere produtos que vinham do Brasil para Portugal. 37 105. A corte de D. João V era muito luxuosa. De onde vinha o dinheiro? 106. Refere uma construção mandada edificar por D. João V. 38 107. Quando aconteceu o terramoto que vês na imagem? 108. Qual a planta que representa Lisboa antes do terramoto? 109. Qual é a planta que representa Lisboa depois do terramoto? 110. O que representa a última imagem? 39 111. Quem está representado na imagem? 112. Qual é a cidade representada na imagem? 113. O que estará representado nos papéis espalhados? 114. Além da reconstrução da cidade de Lisboa, que outras medidas tomou o Marquês de Pombal? 40 115. Porque é que Napoleão Bonaparte mandou invadir Portugal? 116. Quantas invasões napoleónicas se registaram? 117. Quando ocorreram as invasões? 118. Quem comandou essas invasões? 119. Em qual das invasões se travou uma batalha no Sabugal? 120. Quem ajudou o exército português? 41 121. O que aconteceu em Portugal em 1820? 122. Parece-te que este acontecimento está relacionado com as invasões napoleónicas? Justifica. 123. O poder passou a estar tripartido. Porque é que na monarquia absoluta surgem três coroas? 124. Quem exercia os três poderes na monarquia absoluta? 125. E na atualidade? P8?.;9827É„AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA * Apresentação PowerPoint® disponível em
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 107 SLIDE QUESTIONÁRIO DEEXPLORAÇÃO DO POWERPOINT®* AVALIAÇÃO OBS A B C 42 126. O que aconteceu em Portugal, entre 1832 e 1834? 127. Quem comandava os grupos em confronto? 128. O que defendia D. Pedro? 129. O que defendia D. Miguel? 130. Quem saiu vencedor? 131. O que é uma guerra civil? 43 132. A agricultura continuava a ser a principal atividade económica. Qual das imagens corresponde à segunda metade do século XIX? Justifica. 133. Compara as duas imagens. 44 134. Com que outros aspetos da vida no século XIX relacionas as imagens? 45 135. As crianças que vês nas imagens frequentariam a escola? Justifica. 136. O que vês nestas imagens poderia acontecer, hoje, em Portugal? Porquê? 137. Parece-te que, na atualidade, todas as crianças têm os seus direitos protegidos? Justifica. 46 138. Qual o acontecimento que ocorreu a 5 de outubro de 1910 que mudou a bandeira de Portugal? 139. O que aconteceu em 1926? 140. O que aconteceu em 1933? 141. Qual o acontecimento que marca o fim do Estado Novo? 47 142. Qual o regime político que terminou em 1910? 143. Qual o regime político que teve início em 1910? 144. Distingue Monarquia de República. 145. Qual é a principal figura da República? 146. Como é que o Presidente da República chega ao poder? 48 147. A que período da História de Portugal do século XX pertencem as imagens que vês? 148. Porque é que ao Estado Novo também é conhecido como ditadura salazarista? 149. Escolhe uma imagem e fala sobre o que retrata. 150. O que é uma ditadura? 49 151. A Guerra Colonial, marcou o século XX em Portugal. Conheces alguém que tenha estado nessa guerra? 152. Onde ocorreu a Guerra Colonial? 153. Refere algumas consequências da Guerra Colonial. P8?.;9827É„AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA * Apresentação PowerPoint® disponível em
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    108 SLIDE QUESTIONÁRIO DEEXPLORAÇÃO DO POWERPOINT®* AVALIAÇÃO OBS A B C 50 154. Qual o acontecimento retratado nas imagens? 155. Quando aconteceu esta revolução? 156. Quem fez a revolução? Justifica. 157. Qual o regime político que teve início? 158. Como reagiram os populares à ação dos militares? 51 159. Uma das consequências do 25 de Abril foi a independência das colónias. Quais foram os novos países que surgiram? 160. Em que continente se localizam? 52 161. Quais os territórios que, hoje, fazem parte de Portugal? 162. Quais são as regiões autónomas? 163. Em que consiste a autonomia dos arquipélagos? 53 164. Atualmente, Portugal faz parte de várias organizações internacio- nais. Identifica as que estão nas imagens. 165. Quem faz parte da União Europeia? 166. Quais são os países que constituem a CPLP? 54 167. Alguns problemas da atualidade. Identifica-os. 168. Quais os destinos da emigração? 169. Refere a origem dos imigrantes que vivem em Portugal. 170. O que são áreas atrativas? 171. O que são áreas repulsivas? 55 172. Quais os setores de atividade? 173. Fala sobre as energias renováveis e não renováveis. P8?.;9827É„AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA * Apresentação PowerPoint® disponível em
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 109 POWERPOINT® AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA Grelhade avaliação da turma SLIDE ALUNOS QUESTIONÁRIO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 22 23 24 25 26 27 28 29 30 2 1. Quais as formas de representação da Terra? 2. Qual é a forma de representar a Terra que é mais parecida com a sua forma real? 3. Como se chama a Península onde Portugal se situa? 4. Identifica os continentes. 5. A que continente pertence a Península Ibérica? 6. Identifica os oceanos. 3 7. Quais os limites da Península Ibérica? 8. Indica os elementos que ajudam a compreender um mapa. 4 9. O que é o relevo? 10. Quais as formas de relevo que conheces? 11. Qual é a montanha mais alta de Portugal? 12. Refere dois rios ibéricos. 13. Refere dois rios portugueses. 5 14. O que entendes por estado do tempo? 15. Qual a região climática onde se localiza a Península Ibérica? 16. Achas que o clima é igual em todo o país? Justifica
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    110 POWERPOINT® AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA Grelhade avaliação da turma SLIDE ALUNOS QUESTIONÁRIO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 22 23 24 25 26 27 28 29 30 6 17. O que entendes por vegetação natural? 18. Qual a vegetação predominante na tua região? 19. Refere alguns problemas que afetam a vegetação. 20. Apresenta propostas para preservar a Natureza. 7 21. O que é um arquipélago? 22. Quais os arquipélagos que integram o território português? 23. Onde se localizam os arquipélagos da Madeira e dos Açores? 8 24. As primeiras comunidades humanas eram recoletoras. Explica porquê. 25. O que é a arte rupestre? 9 26. O que é uma comunidade agropastoril? 27. O que são monumentos megalíticos? Dá exemplos. 10 28. Quais os povos mediterrâneos que vieram à Península Ibérica para fazer comércio? 29. Refere a importância do contacto entre os povos ibéricos e os povos do Mediterrâneo. 11 30. Quem são os romanos? 31. Como era o exército romano?
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 111 SLIDE ALUNOS QUESTIONÁRIO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 22 23 24 25 26 27 28 29 30 12 32. Qual o povo que ofereceu mais resistência aos romanos? 33. Quem foi Viriato? 13 34. O que entendes por romanização? 35. Indica alguns exemplos de romanização. 14 36. Qual o acontecimento que marca o início da era cristã? 37. O que é o Cristianismo? 15 38. O que é o Islão? 39. Define árabe, muçulmano e mouro. 16 40. Em que século chegaram os muçulmanos à Península Ibérica? 41. Onde se refugiaram os cristãos visigodos após a conquista muçulmana? 42. Identifica as construções militares ligadas à Reconquista no atual território português. 43. Como era a convivência entre cristãos e muçulmanos? 44. Indica vestígios da presença muçulmana na Península Ibérica. 17 45. Quem foram os cruzados que vieram à Península Ibérica ajudar Afonso VI na luta contra os mouros? 46. A qual deles foi doado o Condado Portucalense? POWERPOINT® AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA Grelhade avaliação da turma
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    112 SLIDE ALUNOS QUESTIONÁRIO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 22 23 24 25 26 27 28 29 30 17 47. Entre quem foi assinado o Tratado de Zamora? 48. Quem foi o primeiro rei de Portugal? 18 49. O que é a Bula Manifestis Probatum? 50. Qual o Tratado que estabelece as fronteiras portuguesas? 19 51. Quais eram as principais atividades económicas no século XIII? 20 52. Refere os dois tipos de comércio que se praticava. 53. O que eram feiras francas? 54. Define importações e exportações. 21 55. Quais os grupos que constituíam a sociedade portuguesa? 56. Qual a principal função do clero e da nobreza? 57. Quem são os burgueses? 58. Qual é o grupo social não privilegiado? 22 59. O que é uma Carta de Foral? 60. Quais são os símbolos dos concelhos? 61. Se vivesses no século XIII, preferias viver num concelho ou num senhorio? Justifica. POWERPOINT® AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA Grelhade avaliação da turma
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 113 SLIDE ALUNOS QUESTIONÁRIO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 22 23 24 25 26 27 28 29 30 23 62. O que entendes por cultura cortesã? 63. O que entendes por cultura popular? 24 64. Indica algumas características do estilo românico. 65. Indica algumas características do estilo gótico. 25 66. Quais os três flagelos do século XIV, na Europa? 67. Em Portugal, além da crise económica, houve também uma crise de sucessão. Explica porquê. 68. Quem foi o último rei da primeira dinastia? 26 69. Quem foi aclamado rei de Portugal, nas Cortes de Coimbra? 70. Entre quem se travou a Batalha de Aljubarrota? 71. Qual foi o exército que saiu vencedor? 72. Quem foi o primeiro rei da segunda dinastia? 27 73. Qual foi o acontecimento que marcou o início da Expansão Portuguesa? 74. A conquista de Ceuta resolveu os problemas de Portugal? Justifica. POWERPOINT® AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA Grelhade avaliação da turma
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    114 SLIDE ALUNOS QUESTIONÁRIO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 22 23 24 25 26 27 28 29 30 28 75. Qual foi o navegador português que dobrou o Cabo Bojador? 76. Quais as embarcações utilizadas pelos portugueses? 77. Refere alguns instrumentos náuticos. 78. Qual foi o navegador português que dobrou o Cabo das Tormentas / Boa Esperança? 29 79. Quem descobriu a América? Fê-lo ao serviço de quem? 80. Essa descoberta provocou desentendimentos entre os dois países ibéricos. Como se resolveu essa situação? 81. O que determinava o Tratado de Tordesilhas? 82. Quem descobriu o caminho marítimo para a Índia? 83. Quem descobriu o Brasil? 30 84. Que produtos iam os portugueses buscar ao Oriente? 31 85. Achas que o papel dos missionários foi importante na colonização do Brasil? Justifica. 86. Quem foram os bandeirantes? 87. Como foram os contactos entre os portugueses e os povos descobertos / colonizados (africanos, asiáticos e ameríndios). POWERPOINT® AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA Grelhade avaliação da turma
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 115 SLIDE ALUNOS QUESTIONÁRIO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 88. Achas que o contributo dos portugueses foi importante para uma maior ligação entre as várias zonas do mundo descobertas? Justifica. 32 89. Refere algumas alterações ocorridas na cidade de Lisboa. 90. Explica porque é que se diz que Lisboa era uma cidade de contrastes. 33 91. Explica como é que os Descobrimentos influenciaram a literatura. 92. Refere algumas características do estilo manuelino. 93. Menciona construções de estilo manuelino. 34 94. Quem foi D. Sebastião? 95. Onde e quando morreu D. Sebastião? 96. Quais os candidatos ao trono, após a morte de D. Sebastião? 97. Quem lhe sucedeu no trono de Portugal? 98. Quando teve início a União Ibérica? 99. O que aconteceu no 1. o de Dezembro de 1640? POWERPOINT® AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA Grelhade avaliação da turma
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    116 SLIDE ALUNOS QUESTIONÁRIO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 22 23 24 25 26 27 28 29 30 34 100. Quem foi o primeiro rei da quarta dinastia / dinastia de Bragança? 101. O que foi a «Guerra da Restauração»? 35 Separador do 6. o ano 36 102. O que está representado em cada mapa? 103. Qual o território do Império Português que mais aumentou? 104. Refere produtos que vinham do Brasil para Portugal. 37 105. A corte de D. João V era muito luxuosa. De onde vinha o dinheiro? 106. Refere uma construção mandada edificar por D. João V 38 107. Quando aconteceu o terramoto que vês na imagem? 108. Qual a planta que representa Lisboa antes do terramoto? 109. Qual é a planta que representa Lisboa depois do terramoto? 110. O que representa a última imagem? 39 111. Quem está representado na imagem? 112. Qual é a cidade representada na imagem? POWERPOINT® AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA Grelhade avaliação da turma
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 117 SLIDE ALUNOS QUESTIONÁRIO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 22 23 24 25 26 27 28 29 30 39 113. O que estará representado nos papéis espalhados? 114. Além da reconstrução da cidade de Lisboa, que outras medidas tomou o Marquês de Pombal? 40 115. Porque é que Napoleão Bonaparte mandou invadir Portugal? 116. Quantas invasões napoleónicas se registaram? 117. Quando ocorreram as invasões? 118. Quem comandou essas invasões? 119. Em qual das invasões se travou uma batalha no Sabugal? 120. Quem ajudou o exército português? 41 121. O que aconteceu em Portugal em 1820? 122. Parece-te que este acontecimento está relacionado com as invasões napoleónicas? Justifica. 123. O poder passou a estar tripartido. Porque é que na monarquia absoluta surgem três coroas? 124. Quem exercia os três poderes na monarquia absoluta? 125. E na atualidade? POWERPOINT® AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA Grelhade avaliação da turma
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    118 SLIDE ALUNOS QUESTIONÁRIO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 22 23 24 25 26 27 28 29 30 42 126. O que aconteceu em Portugal, entre 1832 e 1834? 127. Quem comandava os grupos em confronto? 128. O que defendia D. Pedro? 129. O que defendia D. Miguel? 130. Quem saiu vencedor? 131. O que é uma guerra civil? 43 132. A agricultura continuava a ser a principal atividade económica. Qual das imagens corresponde à segunda metade do século XIX? Justifica. 133. Compara as duas imagens. 44 134. Com que outros aspetos da vida no século XIX relacionas as imagens? 45 135. As crianças que vês nas imagens frequentariam a escola? Justifica. 136. O que vês nestas imagens poderia acontecer, hoje, em Portugal? Porquê? 137. Parece-te que, na atualidade, todas as crianças têm os seus direitos protegidos? Justifica. POWERPOINT® AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA Grelhade avaliação da turma
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 119 SLIDE ALUNOS QUESTIONÁRIO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 22 23 24 25 26 27 28 29 30 46 138. Qual o acontecimento que ocorreu a 5 de outubro de 1910 que mudou a bandeira de Portugal? 46 139. O que aconteceu em 1926? 140. O que aconteceu em 1933? 141. Qual o acontecimento que marca o fim do Estado Novo? 142. Qual o regime político que terminou em 1910? 47 143. Qual o regime político que teve início em 1910? 144. Distingue Monarquia de República. 145. Qual é a principal figura da República? 146. Como é que o Presidente da República chega ao poder? 147. A que período da História de Portugal do século XX pertencem as imagens que vês? 48 148. Porque é que ao Estado Novo também é conhecido como ditadura salazarista? 149. Escolhe uma imagem e fala sobre o que retrata. 150. O que é uma ditadura? 151. A Guerra Colonial, marcou o século XX em Portugal. Conheces alguém que tenha estado nessa guerra? POWERPOINT® AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA Grelhade avaliação da turma
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    120 SLIDE ALUNOS QUESTIONÁRIO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 22 23 24 25 26 27 28 29 30 49 152. Onde ocorreu a Guerra Colonial? 153. Refere algumas consequências da Guerra Colonial. 154. Qual o acontecimento retratado nas imagens? 50 155. Quando aconteceu esta revolução? 156. Quem fez a revolução? Justifica. 157. Qual o regime político que teve início? 158. Como reagiram os populares à ação dos militares? 159. Uma das consequências do 25 de Abril foi a independência das colónias. Quais foram os novos países que surgiram? 51 160. Em que continente se localizam? 161. Quais os territórios que, hoje, fazem parte de Portugal? 52 162. Quais são as regiões autónomas? 163. Em que consiste a autonomia dos arquipélagos? 164. Atualmente, Portugal faz parte de várias organizações internacionais. Identifica as que estão nas imagens. 53 165. Quem faz parte da União Europeia? POWERPOINT® AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA Grelhade avaliação da turma
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    122 Avaliação/Observação __________________________________ Professor(a): ______________________ Nome: __________________________________________________________N.O : ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____ 122 TESTE 1 I O Império Português no século XVIII 1 Entre os séculos XVI e XVIII, o espaço geográfico abrangido pelo Império Português alterou-se. Observa atentamente os seguintes documentos. 1.1 Assinala a resposta que apenas refere produtos provenientes do continente africano. A. Escravos, marfim e malagueta. B. Ouro, açúcar e diamantes. C. Porcelanas e especiarias. D. Marfim, açúcar e especiarias. N 5000 km 0 CHINA ÍNDIA JAPÃO Angola Mina Brasil Cabo Verde São Tomé e Principe Moçambique OCEANO ATLÂNTICO OCEANO ÍNDICO EUROPA AMÉRICA ÁSIA ÁFRICA Lisboa Sevilha Goa Ormuz Macau Malaca Timor Ceuta N 2000 km 0 OCEANO ATLÂNTICO OCEANO ÍNDICO Lisboa Açores Madeira Cabo Verde Guiné Diu Macau Timor Damão Goa São Tomé e Príncipe Angola AMÉRICA Moçambique Brasil 1 DOC. 2 DOC. O Império Português no século XVIII. O Império Português no século XVI. Ouro Café Escravos Porcelanas Algodão Marfim Especiarias Malagueta Açúcar
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 123 TESTE 1 1.2 Assinalao principal «produto» que era levado de Angola para o Brasil. A. Porcelanas. B. Escravos. C. Especiarias. D. Marfim. 1.3 Assinala o continente onde mais aumentou a área do Império Português. A. Europa. B. Ásia. C. África. D. América. 1.4 Assinala a opção que explica a principal causa dessa alteração. A. A viagem era mais difícil. B. A América tinha muitas especiarias e porcelanas. C. Os habitantes da América eram mais simpáticos. D. A descoberta de minas de ouro no Brasil. 1.5 Assinala a letra que corresponde aos dois produtos brasileiros que, no século XVIII, deram mais lucros a Portugal. A. Açúcar e ouro. B. Ouro e escravos. C. Açúcar e pimenta. D. Sal e escravos. 2 Observa agora os documentos 3 e 4. 1000 km 0 OCEANO ATLÂNTICO N Linha do Tratado de Tordesilhas Fronteira atual BRASIL Percurso dos bandeirantes Captura de índios para escravizar Expedições contra índios que se revoltavam Procura de ouro Principais áreas mineiras Rio de Janeiro São Paulo Baía Recife Belém OCEANO ATLÂNTICO OCEANO ÍNDICO OCEANO PACÍFICO Lisboa Madeira Cabo Verde Guiné São Tomé e Príncipe Angola Moçambique Brasil C o l o n o s e m issionários Escravos N 2000 km 0 3 DOC. 4 DOC.
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    124 TESTE 1 2.1 Riscaas palavras erradas no texto seguinte. Depois, assinala a resposta correta. A produção de açúcar e a descoberta de ouro no Brasil levaram muitos colonos/missionários a partirem de Portugal na esperança de enriquecerem. De África foram levados milhares de escravos/ índiosparatrabalharem,essencialmente,nosengenhosdeaçúcarenasminas.Oscolonos/missionários foram para o Brasil para cristianizarem os índios e os protegerem da escravatura. Os bandeirantes/ missionários eram grupos de colonos que rompiam por entre a densa vegetação, à procura de ouro, pedras preciosas e índios para trabalharem como escravos. A. Missionários/índios/colonos/missionários. B. Colonos/escravos/missionários/missionários. C. Missionários/escravos/missionários/missionários. D. Colonos/índios/colonos/missionários. 3 Lê o documento seguinte. A vida dos escravos E (…) imensas gentes que da África vão para a América; entra uma nau de Angola e deixa no mesmo dia quinhentos, seiscentos e, talvez, mil escravos. Depois de chegados olhamosparaestesmiseráveiseparaosquechamamseussenhores.Ossenhores,poucos, os escravos, muitos; os senhores vestindo ricamente, os escravos nus; os senhores ban- queteando, os escravos morrendoàfome;ossenhoresnadandoemouroeprata,osescra- vos carregados de ferros; os senhores tratando-os como brutos, os escravos temendo-os como deuses. Estes homens não são filhos da mesma Eva e do mesmo Adão? Padre António Vieira, Sermão do Rosário, XXVII (adaptado) 5 DOC. 3.1 Liga as frases da coluna A, às que se lhes opõem, na coluna B e assinala a resposta com as correspondências corretas. A B a) «Os senhores vestindo ricamente» 1. «os escravos temendo-os como deuses» b) «Os senhores banqueteando» 2. «os escravos nus» c) «Os senhores nadando em ouro e prata» 3. «os escravos morrendo à fome» d) «Os senhores tratando-os como brutos» 4. «os escravos carregados de ferros» A. a) 1; b) 2; c) 3; d) 4. B. a) 2; b) 3; c) 1; d) 4. C. a) 4; b) 1; c) 4; d) 3. D. a) 2; b) 3; c) 4; d) 1.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 125 TESTE 1 II O poderabsoluto 1 Observa o documento 1, sobre as reuniões de Cortes no século XVIII. D. João IV ________ 7 D. Afonso VI ______ 3 D. Pedro II _______ 2 D. João V ________ 0 1 DOC. 1.1 O que podes concluir sobre o poder de D. João V? A. D. João V não reuniu Cortes porque governou como rei absoluto. B. D. João V reuniu Cortes sete vezes. C. D. João V era um rei liberal e reuniu as Cortes. D. D. João V não reuniu Cortes porque não teve tempo para isso. 2 Lê o documento 2 e observa o documento 3. 3 DOC. As embaixadas de D. João V a Viena, a Roma e a Paris espantaram a Europa pelo luxo dos seus coches e pelas jóias e vestuário luxuoso dos seus ministros. Até os costumes da corte alterou: a ópera italiana, oteatrofrancêseamodadeParisbemcedochegaram ao Reino. José Augusto França, Lisboa Pombalina e o Iluminismo (adaptado). 2 DOC. 2.1 Assinala as afirmações verdadeiras e falsas e seleciona a resposta correta. ¤A corte de D. João V era das mais ricas da Europa. ¤Os costumes da corte não se alteraram. ¤O vestuário dos ministros era muito simples. ¤O vestuário do rei e da sua corte era muito luxuoso. ¤No vestuário, seguia-se a moda de Roma e Milão. ¤Os divertimentos da corte foram influenciados por outros países. A. F-F-V-F-F-V B. V-F-F-V-F-V C. V-F-F-V-V-F D. F-V-V-F-V-F
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    126 TESTE 1 III A sociedadede ordens 1 Lê os textos seguintes e observa as imagens. 1 DOC. 2 DOC. 3 DOC. 4 DOC. 1.1 Escreve, junto de cada texto, o número da imagem que lhe corresponde. Depois, assinala a resposta correta. A. A – doc. 2; B – doc. 4; C – doc. 3; D – doc. 1. B. A – doc. 1; B – doc. 3; C – doc. 2; D – doc. 4. C. A – doc. 3; B – doc. 1; C – doc. 4; D – doc. 2. D. A – doc. 3; B – doc. 2; C – doc. 1; D – doc. 4. A nobreza imitava a vida na Corte. Vestia-se de acordo com a moda francesa. Participava em banquetes, bailes, assistia a espetáculos de teatro, ópera e poesia. A burguesia dedi- cava-se ao artesanato e ao comércio. Os co- merciantes mais ricos reuniam-se em clubes e cafés. Muitos foram per- seguidos pelo Tribunal da Inquisição. O clero era responsá- velpeloserviçoreligioso, pelo ensino, assistência aos doentes e pobres. Membros do Clero tam- bém dirigiam o Tribunal daInquisição.Estetribu- nal perseguia, torturava epodiacondenaràmorte os supeitos de não segui- rem a religião católica ou de defenderem as novas ideias. O povo abrangia os camponeses,vendedores ambulantes, trabalhado- res domésticos e carre- gadores. Continuavam a viver com grandes difi- culdades. A B C D
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 127 IV A arte noséculo XVIII 1 O reinado de D. João V ficou marcado pela construção de obras monumentais. 1.1 Assinala a letra que corresponde aos monumentos representados nos documentos 1 e 2. 1 DOC. 2 DOC. A. Doc. 1 – Mosteiro dos Jerónimos. Doc. 2 – Aqueduto das Águas Livres. B. Doc. 1 – Aqueduto das Águas Livres. Doc. 2 – Palácio-convento de Mafra. C. Doc. 1 – Palácio-convento de Mafra. Doc. 2 – Aqueduto das Águas Livres. D. Doc. 1 – Mosteiro da Batalha. Doc. 2 – Aqueduto das Águas Livres. 1.2 Assinala o estilo de construção do edifício representado no documento 1. A. Estilo românico. B. Estilo gótico. C. Estilo manuelino. D. Estilo barroco. 1.3 Assinala a letra que corresponde a três características do estilo referido na resposta anterior. A. Azulejo, linhas curvas e talha dourada. B. Azulejo, linhas direitas e talha prateada. C. Azulejo, linhas direitas e talha dourada. D. Azulejo, linhas curvas e talha prateada. TESTE 1
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    128 V Lisboa Pombalina ea ação do Marquês de Pombal 1 Observa os documentos seguintes. 1.1 Assinala a letra que identifica o acontecimento que observas no documento 1. A. Terramoto de 1777. C. Tsunami de 1756. B. Incêndio do Chiado. D. Terramoto de 1755. 1.2 Assinala a letra que corresponde ao nome do principal responsável pela reconstrução de Lisboa (doc. 2). A. Marquês de Pombeiro. C. Marquês de Pombal. B. Marquês de Marialva. D. Marquês de Fronteira. 2 Observa agora a imagem de Lisboa reconstruída (doc. 3). 1 DOC. 2 DOC. 2.1 Assinala a letra que corresponde a três caracte- rísticas das ruas da nova Lisboa. A. Largas, com traçado geométrico e passeios calcetados. B. Estreitas, com traçado geométrico e passeios calcetados. C. Largas, com traçado geométrico e passeios alcatroados. D. Estreitas, com traçado geométrico e passeios empedrados. 3 DOC. TESTE 1
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 129 VI 1 Ordena cronologicamenteos seguintes acontecimentos, numerando-os de 1 a 6. Depois, assinala a resposta correta: ¤ D. José I torna-se rei de Portugal. ¤ Terramoto que destruiu a cidade de Lisboa. ¤ Construção do palácio e convento de Mafra. ¤ O futuro Marquês de Pombal é nomeado ministro. ¤ Descoberta de ouro no Brasil. ¤ D. João V torna-se rei de Portugal. FIM A. 4-6-3-5-1-2 B. 4-6-5-3-1-2 C. 4-3-6-5-2-1 D. 1-2-5-4-3-6 Este teste correu-me muito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e estudei em casa. Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na realização das atividades e estudei pouco em casa. Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das atividades e não estudei em casa. Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades. Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei que terei de mudar a minha atitude. Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor corresponde ao teu trabalho nas aulas e em casa. TESTE 1
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    Avaliação/Observação __________________________________ Professor(a): ______________________ Nome: __________________________________________________________N.O : ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____ 130 TESTE 2 I A Revolução Francesa de 1789 e os seus reflexos em Portugal 1 Lê com muita atenção o documento 1 e depois responde. Em França, nos finais do século XVIII, havia um grande descontentamento por parte da burguesia e do povo, não só pelos muitos impostos que pagavam, mas também pelos privilégios que a nobreza e o clero pos- suíam e pelo poder absoluto que o rei detinha. Assim, em 1789, uma revolução pôs fim à monarquia absoluta em França. Os revolucionários, na maior parte pertencentes à burguesia e ao povo, defendiam novas ideias, como a igualdade de todos os cidadãos pe- rante a lei, (…) e a liberdade. Defendiam ainda a separação dos poderes que, na monarquia absoluta estavam concentrados numa só pessoa, o rei. HGP 6, Texto Editores, 2011. 1 DOC. 1.1 Assinala a letra que corresponde aos grupos sociais que estavam descontentes. A. Nobreza e clero. B. Clero e povo. C. Nobreza e povo. D. Burguesia e povo. 1.2 Assinala a letra que corresponde às causas do descontentamento em França. A. Os impostos, os privilégios do clero e da nobreza e o poder absoluto do rei. B. Os privilégios da burguesia e do clero, o poder do rei e os impostos. C. O poder absoluto do rei, os impostos e os privilégios da nobreza e do povo. D. Os privilégios da nobreza e do clero e os impostos. 1.3 Assinala a letra que corresponde ao que aconteceu em França, em 1789. A. O fim da monarquia liberal, através de uma revolução. B. O fim da monarquia absoluta através de uma revolução. C. Os revolucionários queriam que ficasse tudo igual. D. A maior parte dos revolucionários pertencia ao clero e à nobreza. 1.4 Assinala a letra que corresponde às ideias que os revolucionários defendiam. A. Liberdade, igualdade e poder absoluto. B. liberdade, igualdade e separação dos poderes. C. Separação dos poderes e privilégios da nobreza e do clero. D. Liberdade, igualdade e impostos cada vez maiores sobre o povo e a burguesia.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 131 2 Observa atentamenteos documentos 2 e 3. 2.1 Risca as palavras inadequadas de modo a obteres um texto correto. Depois, assinala a resposta certa. No documento 2 o clero/povo e a burguesia/nobreza carregam o clero/povo às costas. No documento 3, o clero/povo e a burguesia/ /nobreza são carregados pelo clero/povo. Assim, podemos concluir que o documento 3 corresponde a antes/depois da Revolução Fran- cesa e o documento 2 a antes/depois da mesma revolução. A. clero; nobreza; povo; clero; nobreza; povo; antes; depois. B. povo; burguesia; clero; povo; burguesia; clero; depois; antes. C. clero; nobreza; povo; clero; nobreza; povo; depois; antes. D. povo; nobreza; povo; clero; nobreza; povo; antes; depois. 2 DOC. 3 DOC. 3 Observa os documentos 4, 5 e 6. TESTE 2 6 DOC. OCEANO ATLÂNTICO Braga Chaves Orense Porto Buçaco Redinha Lavos Castelo Branco Abrantes Roliça Caldas da Rainha Vimeiro LISBOA Ciudad Rodrigo Sabugal Celorico da Beira N 50 km 0 Mar Mediterrâneo OCEANO ATLÂNTICO IMPÉRIO FRANCÊS HOLANDA ESPANHA PORTUGAL SUÍÇA REINO DA ITÁLIA REINO DE NÁPOLES Lisboa Roma Elba Córsega Sardenha Viena Paris Londres Amiens N 2000 km 0 Terceira invasão Massena (1810-1811) Segunda invasão Soult (1809) Primeira invasão Junot (1807-1808) Percurso do exército inglês que veio ajudar Portugal Linhas de Torres Vedras Batalhas 3.1 No texto seguinte, risca as palavras/expressões inadequadas. Depois assinala a resposta correta. Após a Revolução Francesa, vários reis absolutos da Europa uniram-se e declararam guerra à França. Foram derrotados por Napoleão Bonaparte/Wellington, comandante das tropas francesas. Só a Grécia/Inglaterra continuou a resistir. Napoleão decretou, então, o Bloqueio Continental/Terrestre. 4 DOC. 5 DOC. Império Francês Países dependentes de França Bloqueio Continental, ordenado por Napoleão Bonaparte, imperador dos Franceses.
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    132 Como Espanha/Portugal hesitouem obdecer, foi invadido pelo exército francês. A primeira invasão foi comandada por Junot/Soult que ocupou a cidade de Leiria/Lisboa. O exército inglês/italiano veio em auxílio dos Portugueses. Os Franceses foram derrotados. Na segunda invasão, os Franceses ocuparam a cidade do Porto/Faro. Foram de novo derrotados. Na terceira invasão, os Franceses foram detidos nas Linhas de Torres que protegiam a cidade de Lis- boa. Novamente derrotados, os Ingleses/Franceses abandonaram Portugal. A. Wellington; Grécia; Terrestre; Espanha; Soult; Leiria: italiano; Faro; Franceses. B. Wellington; Grécia; Terrestre; Espanha; Soult; Leiria: italiano; Faro; Ingleses. C. Wellington; Grécia; Terrestre; Portugal; Soult; Leiria: italiano; Faro; Ingleses. D. Napoleão Bonaparte; Grécia; Terrestre; Espanha; Soult; Leiria: italiano; Faro; Ingleses. II A Revolução Liberal de 1820 1 Uma das consequências das Invasões Napoleónicas foi a ida da família real para o Brasil. Observa o documento 1 e lê a cronologia. OCEANO ATLÂNTICO BRASIL Lisboa Madeira Açores Cabo Verde Rota comercial dos produtos brasileiros antes de 1808 Nova rota comercial dos produtos brasileiros a partir de 1808 N 2000 km 0 1.1 Assinala a letra que corresponde à alteração ocorrida no comércio brasileiro, a partir de 1808. A. Abertura dos portos brasileiros ao comércio com outros países. B. Abertura dos portos portugueses ao comércio com a Austrália. C. Os portos brasileiros foram fechados ao comércio com países africanos. D. Os portos brasileiros foram fechados ao comércio com Portugal. 1.2 Assinala a letra que corresponde ao nome do reino que foi prejudicado com essa alteração. TESTE 2 1807 Ida da família real para o Brasil. 1808 Abertura dos portos brasileiros ao comércio com outros países. 1810 Assinaturas de tratados de comércio entre Portu- gal e a Grã-Bretanha, o que prejudicou o comér- cio e a indústria portugueses. A. Inglaterra. B. Portugal. C. Brasil. D. Austrália. 1 DOC.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 133 2 Observa odocumento 2 e lê atentamente a informação que se encontra nos balões de fala. Querem acabar com os direitos do clero e da nobreza! Depois dos Franceses se irem embora, ficaram os Ingleses a mandar em Portugal… Exigimos que D. João VI volte a Portugal! Viva o Absolutismo! Viva a Revolução! Acabou a monarquia absoluta! 2.1 Assinala a letra que corresponde aos motivos do descontentamento dos Portugueses. A. O rei estava em Portugal e os Ingleses é que estavam a mandar. B. Os Franceses continuavam em Portugal. C. O rei estava no Brasil e os Ingleses é que estavam a mandar em Portugal. D. O rei estava no Brasil e os Franceses é que estavam a mandar em Portugal. 2.2 Assinala a letra que corresponde ao que teve início na cidade do Porto. A. Uma revolução que pôs fim à república. B. Uma revolução que pôs fim à monarquia liberal. C. Uma revolução que pôs fim à democracia. D. Uma revolução que pôs fim à monarquia absoluta. TESTE 2 2 DOC.
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    134 3.1 Assinala aletra que corresponde ao artigo que pôs fim à existência de grupos sociais privilegiados. A. Artigo 9.o B. Artigo 26.o C. Artigo 29.o D. Artigo 30.o 3.2 Assinala a letra que corresponde ao artigo que refere a nova forma de governo. A. Artigo 9.o B. Artigo 26.o C. Artigo 29.o D. Artigo 30.o 4 Completa o quadro seguinte. Depois, assinala a opção que corresponde ao seu preenchimento correto. A. a) Deputados nas Cortes; b) Ministros; c) Rei e ministros; d) Rei. B. a) Deputados nas Cortes; b) Juízes; c) Rei e ministros; d) Rei. C. a) Deputados nas Cortes; b) Rei; c) Rei e ministros; d) Rei. D. a) Deputados nas Cortes; b) Ministros; c) Juízes; d) Rei. 3 Lê o documento 3, que contém alguns artigos da Constituição de 1822. A primeira Constituição Portuguesa Art.o 9.0 – A lei é igual para todos (…). Art.o 26.0 – A soberania reside na Nação. Não pode ser exercida senão pelos seus representantes legalmente eleitos (…). Art.o 29.0 – O governo da Nação Portuguesa é a Monarquia constitucional hereditária (…). Art.o 30.0 – [Os três] poderes são: legislativo, executivo e judicial. O primeiro reside nas cortes (…). O segundo está no rei e nos secretários de Estado (…). O terceiro está nos juízes. Constituição de 1822 (excertos adaptados). 3 DOC. Poderes Quem detém os poderes? Monarquia absoluta Monarquia liberal ou constitucional Legislativo Rei a) Executivo b) c) Judicial d) Juízes TESTE 2
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 135 5 Analisa cuidadosamenteo documento 4, sobre a descendência de D. João VI. 4 DOC. D. João VI. D. Carlota Joaquina D. João VI D. Leopoldina D. Pedro IV – filho mais velho D. Adelaide D. Miguel D. Maria II D. Fernando D. Pedro 5.1 Qual era o grau de parentesco entre D. Pedro e D. Miguel? A. Eram pai e filho. B. Eram irmãos. C. Eram avô e neto. D. Eram tio e sobrinho. 5.2 Quem eram os pais de D. Maria II? A. D. Miguel e D. Adelaide. B. D. João VI e D. Carlota Joaquina. C. D. Pedro IV e D. Leopoldina. D. D. Fernando e D. Maria. 5.3 Quem deveria suceder ao trono, após a morte de D. João VI? A. D. Miguel, porque era filho. B. D. Maria, porque era neta. C. D. Fernando, porque era marido de D. Maria. D. D. Pedro IV, porque era o filho mais velho. TESTE 2
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    136 6 Liga, atravésde setas, as afirmações às imagens e depois assinala a opção que corresponde à resposta correta. a) Defensor da monarquia liberal. b) Apoiado pelo clero, pela nobreza e por alguns populares. c) Deu a independência ao Brasil. d) Defensor da monarquia absoluta. e) Fez-se aclamar rei e dissolveu as Cortes. f) O seu exército ocupou a cidade do Porto. g) O seu exército cercou a cidade do Porto. h) Foi derrotado na Guerra Civil, tendo partido para o exílio. D. Pedro IV D. Miguel A. D. Pedro IV: a) – c) – g). D. Miguel: b) – d) – e) – f) – h). B. D. Pedro IV: a) – c) – f). D. Miguel: b) – d) – e) – g) – h). C. D. Pedro IV: a) – d) – g). D. Miguel: b) – c) – e) – f) – h). D. D. Pedro IV: b) – c) – g). D. Miguel: a) – d) – e) – f) – h). 7 Ordena cronologicamente os seguintes acontecimentos, numerando-os de 1 a 6 e depois assinala a opção que corresponde à resposta correta. ¤ Terramoto de 1755. ¤ D. José I nomeia Sebastião José de Carvalho e Melo para ministro do Reino. ¤ Saída da família real para o Brasil. ¤ Primeira invasão napoleónica. ¤ Revolução Francesa. ¤ Guerra civil entre liberais e absolutistas. A. 1-2-4-3-6-4 B. 4-3-2-5-1-6 C. 2-3-4-5-6-1 D. 2-1-5-4-3-6 FIM TESTE 2
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 137 Este teste correu-memuito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e estudei em casa. Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na realização das atividades e estudei pouco em casa. Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das atividades e não estudei em casa. Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades. Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei que terei de mudar a minha atitude. Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor corresponde ao teu trabalho nas aulas e em casa. TESTE 2
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    Avaliação/Observação __________________________________ Professor(a): ______________________ Nome: __________________________________________________________N.O : ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____ 138 TESTE 3 I Portugal na segunda metade do século XIX 1 Observa o documento 1. Depois, assinala a letra que corresponde às respostas corretas. 1.1 No século XIX, a principal atividade económica continuava a ser: A. O comércio. C. A agricultura. B. A indústria. D. A pecuária. 1.2 A frase «Antigamente esta terra estava em pousio!» significa que: A. A terra produzia muito. B. A terra tinha que ficar por cultivar para recuperar os nutrientes. C. A terra era pouco produtiva pois não havia adubos. D. O mau tempo destruía as colheitas. 1.3 Assinala duas das novas técnicas que passaram a ser utilizadas na agricultura. A. A não utilização de máquinas agrícolas e culturas tradicionais. B. O fim do pousio e a utilização de máquinas agrícolas. C. A rotação de culturas e o uso de instrumentos agrícolas rudimentares. D. A diminuição da área de cultivo e a seleção de sementes. 1 DOC. Antigamente esta terra estava em pousio!
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 139 TESTE 3 2 Observaos documentos 2 e 3. 2.1 Liga, através de setas, as frases à imagem que lhe correspondente e depois assinala a resposta correta. a) A produção é elevada e feita em menos tempo. b) O preço dos produtos é mais alto. c) Os produtos são todos diferentes. d) O trabalho é feito em casa ou em pequenas oficinas. e) Os produtos são todos iguais. f) Muitos trabalhadores. g) Os trabalhadores são especializados. h) Poucos trabalhadores. i) Artesão. j) Operário. 2 DOC. 3 DOC. A. Doc. 2: b) – c) – e) – h) – i). Doc. 3: a) – d) – f) – g) – j). B. Doc. 2: b) – c) – f) – h) – i). Doc. 3: a) – e) – d) – g) – j). C. Doc. 2: b) – c) – d) – i) – i). Doc. 3: a) – e) – f) – g) – h). D. Doc. 2: b) – c) – d) – h) – i). Doc. 3: a) – e) – f) – g) – j). 3 Lê os documentos 4 e 5. Depois, assinala a letra que corresponde à resposta correta. Nada consome quando não trabalha; nunca se cansa nem precisa de dormir; não está sujeita a doenças se é bem construída; só recusa trabalhar quando está gasta pela idade; trabalha em tudo: é mineira, marinheira, tecedeira, ferreira, moleira; numa palavra, faz todos os ofícios. O Panorama (revista do século XIX), 1839 (adaptado) 4 DOC. Os trabalhadores receberam mal este in- vento [a máquina a vapor], e sítios há em que se têm oposto ao trabalho das máquinas (…) As máquinas, com dois homens (…) fazem o trabalho de 45 a 50 bons trabalhadores. Arquivo Rural, vol. I, 1858 (adaptado) 5 DOC.
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    140 TESTE 3 3.1 Assinalao assunto referido nos dois documentos. A. A utilização de máquinas. B. A utilização de mão de obra na indústria. C. A oposição dos trabalhadores à utilização de máquinas. D. A aceitação das máquinas na indústria. 3.2 Consulta o documento 4. 3.2.1 Quais são três das vantagens da utilização da máquina? A. Consome quando não trabalha, nunca se cansa, nem precisa de dormir. B. Não consome quando não trabalha, nunca se cansa, nem precisa de dormir. C. Consome quando não trabalha, nunca se cansa, mas precisa de dormir. D. Não consome quando não trabalha, cansa-se muito e precisa de dormir. 3.2.2 Por que razão se afirma que a máquina «… faz todos os ofícios»? A. Pode ser utilizada em todas as atividades. B. Só pode ser utilizada em algumas atividades. C. Só se utiliza na indústria. D. Só é utilizada na agricultura e nos transportes. 3.3 Consulta o documento 5. 3.3.1 Quem se opõe ao «invento»? A. Os patrões. B. Os administradores. C. Os trabalhadores. D. Os patrões e os trabalhadores. 3.3.2 Por que razão os trabalhadores estavam descontentes? A. As máquinas substituiem o patrão. B. As máquinas provocam desemprego. C. Os trabalhadores têm medo de trabalhar com as máquinas. D. As máquinas são feias e más.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 141 TESTE 3 4 Observaatentamente os documentos seguintes. Depois, assinala a letra correta em cada uma das respostas. 6 DOC. 7 DOC. 4.1 Quais são as ocupações das crianças que observas? A. Vender jornais, ir para a escola, varrer a rua e passear com os pais. B. Saltar à corda, regressar da escola e passear com os pais. C. Vender jornais, regressar da escola e jogar numa consola portátil. D. Vender jornais, brincar na rua e passear com os pais. 4.2 Que meios de transporte estão representados? A. Comboio, elétrico e navio. B. Comboio, automóvel e avião. C. Comboio, «americano» e navio. D. Comboio, «americano» e submarino. 4.3 O comboio está a partir para o campo ou a chegar à cidade? A. Está a partir para o campo, porque as pessoas vão a correr na sua direção. B. Está a chegar à cidade, porque estão a descarregar produtos do campo e as pessoas estão a sair. C. Está a chegar, porque estão a retirar pipas de vinho e de sumo e as pessoas estão a sair. D. Está a partir para o campo, porque as pessoas da cidade estão a fugir com medo. 4.4 Os governos liberais da segunda metade do século XIX preocuparam-se com o ensino? A. Não, porque nem todas as crianças iam à escola. B. Não, porque se preocuparam só com os transportes. C. Sim, porque foram construídas escolas. D. Sim, porque o analfabetismo deixou de existir.
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    142 5 Observa agoraos gráficos seguintes. Depois, assinala a letra que corresponde à resposta correta. 5.1 O que aconteceu à população de Lisboa e do Porto? A. A população de Lisboa aumentou e a do Porto diminuiu. B. A população do Porto aumentou e a de Lisboa diminuiu. C. A população de Lisboa e do Porto diminuiu. D. A população de Lisboa e do Porto aumentou. 5.2 Por que razão havia tantas pessoas nestas duas cidades? A. Era aí que se localizava grande parte das fábricas, para onde iam trabalhar pessoas de todo o país. B. Tinham habitações com rendas muito baratas. C. Possuíam muitos centros comerciais onde as pessoas gostavam de ir passear. D. Tinham bairros com escolas para todas as crianças. 6 Observa os documentos seguintes. 6.1 Completa o quadro seguinte, colocando o número dos documentos no local correspondente. Depois, assinala a letra que corresponde à resposta correta. A. Cidade: docs. 10 e 11. Campo: docs. 12, 13 e 14. C. Cidade: docs. 13 e 14. Campo: 10, 11 e 12. B. Cidade: docs. 12 e 13. Campo: docs. 10, 11 e 14. D. Cidade: docs. 11 e 12. Campo: 10, 13 e 14. 1840 1860 1880 1900 N.° de habitantes de Lisboa 0 100 000 200 000 300 000 400 000 1840 1860 1880 1900 N.° de habitantes do Porto 0 100 000 200 000 300 000 400 000 8 DOC. 9 DOC. Vida quotidiana Documentos Na cidade No campo TESTE 3 10 DOC. 11 DOC. 12 DOC. 13 DOC. 14 DOC.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 143 8 Observa odocumento seguinte. 8.1 Por que nome ficou conhecido o tipo de arqui- tetura representada no documento? A. «Arquitetura do betão». B. «Arquitetura da pedra». C. «Arquitetura do cimento». D. «Arquitetura do ferro». 8.2 Risca as palavras / expressões de modo a obteres um texto correto. Depois, assinala a letra que corresponde à resposta. Esta arquitetura caracteriza-se por usar o ferro/cimento e o vidro/pedra. A utilização do ferro/ /arame permitia a construção de estruturas sólidas/frágeis e leves/pesadas e a utilização do vidro/ /plástico permitia/não permitia a entrada da luz natural. A. cimento / pedra / arame / frágeis / pesadas / plástico / não permitia. B. ferro / pedra / arame / frágeis / pesadas / plástico / não permitia. C. cimento / pedra / arame / frágeis / pesadas / plástico / permitia. D. cimento / pedra / arame / frágeis / pesadas / vidro / não permitia. FIM 15 DOC. TESTE 3 7 Com o desenvolvimento da indústria surge o proletariado. 7.1 Risca as expressões que não dizem respeito ao proletariado. Depois, assinala a resposta correta. a) Baixos salários b) Horários muito longos c) Só trabalhavam os homens d) Tinham proteção na doença e) Fizeram-se as primeiras greves A. alínea a) e alínea c) B. alínea a) e alínea d) C. alínea c) e alínea d) D. alínea d) e alínea a)
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    144 TESTE 3 Este testecorreu-me muito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e estudei em casa. Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na realização das atividades e estudei pouco em casa. Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das atividades e não estudei em casa. Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades. Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei que terei de mudar a minha atitude. Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor corresponde ao teu trabalho nas aulas e em casa.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 145 TESTE 4 I A RevoluçãoRepublicana de 1910 e a Ditadura Militar de 1926 1 Lêatentamenteacronologia.Depois,completaoesquemaseguintecomosacontecimentosrespetivos. 1886 Mapa Cor-de-Rosa: Portugal pretende os territórios entre Angola e Moçambique. 1891 Primeira revolta contra a monarquia. 1910 Revolução republicana. Direito à greve. 1911 Aprovação da Constituição republicana. Descanso semanal obrigatório para todos os trabalhadores. Causas Consequências 1910 Implantação da República 1.1 Assinala a resposta que contém as datas que correspondem a: a) causas da Revolução Republicana; b) consequências da Revolução Republicana. 1.2 Assinala duas medidas favoráveis aos trabalhadores, tomadas pelos governos republicanos. A. Direito à greve e aprovação da Constituição. B. Descanso semanal obrigatório para todos os trabalhadores e direito à greve. C. Direito à greve e primeira revolta contra a monarquia. D. Descanso semanal obrigatório para todos os trabalhadores e aprovação da Constituição. 2 Lê o documento seguinte. A. 1886 e 1910 C. 1886 e 1891 B. 1891 e 1911 D. 1910 e 1911 A. 1886 e 1910 C. 1886 e 1891 B. 1891 e 1911 D. 1910 e 1911 Poder legislativo Poder judicial Poder executivo Congresso ou Parlamento Deputados eleitos (fazem as leis) Presidente da República Eleito por 4 anos Juízes (julgam quem não cumpre as leis) Governo (governa o país) Elege e demite Escolhe
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    146 TESTE 4 2.1 Assinalaa resposta que completa a frase seguinte: «O Parlamento era o órgão com maior poder na I República porque… A. … os deputados faziam as leis.» B. … os deputados elegiam e demitiam o Presidente da República.» C. … os deputados faziam as leis e elegiam e demitiam o Presidente da República.» D. … os deputados faziam as leis e escolhiam o Governo.» 3 Lê a cronologia. A seguir, completa o texto com o ano que corresponde a cada espaço em branco. A I Guerra Mundial decorreu entre e . Portugal entrou no conflito em . A participação de Portugal na guerra agravou alguns dos problemas do país: a falta de alimentos, , e o seu aumento, ; a instabilidade social, , e instabilidade política, . Muitos portugueses estavam descontentes, o que contribuiu para o fim da I República, . 3.1 Assinala a resposta que corresponde ao preenchimento dos espaços em branco, no texto. A. 1914 - 1918 - 1917 - 1918 - 1920 - 1919 - 1920 - 1926 B. 1914 - 1918 - 1917 - 1918 - 1920 - 1919 - 1925 - 1926 C. 1914 - 1918 - 1915 - 1918 - 1920 - 1919 - 1925 - 1926 D. 1914 - 1918 - 1917 - 1918 - 1920 - 1919 - 1920 - 1925 4 Ordena cronologicamente os seguintes acontecimentos, numerando-os de 1 a 4.1 Assinala a resposta que corresponde à ordem cronológica dos acontecimentos referidos. A. 1-2-5-4-6-3 B. 4-1-3-6-5-2 C. 4-1-6-3-2-5 D. 4-1-3-5-2-6 a) Fim da monarquia b) Terramoto de 1755 c) Guerra Civil entre liberais e absolutistas d) I Guerra Mundial e) Invasões Napoleónicas f) Fim da I República 1914 Início da I Guerra Mundial. 1917 Militares portugueses partem para França. 1918 Racionamento de produtos alimentares. Fim da I Guerra Mundial. 1919 Várias greves. 1920 Aumento do preço do pão; assalto a padarias. Greve dos ferroviários 1925 Tentativas de golpe de Estado. Duas mudanças de governo. 1926 Golpe militar põe fim à I República.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 147 TESTE 4 II O EstadoNovo (1933-1974) 1 Completa, com as palavras/expressões seguintes, o texto sobre Salazar. Depois, assinala a opção correspondente à resposta correta. a) despesas b) receitas c) Governo d) ministro das Finanças e) aumento f) presidente da República g) redução h) ditadura i) presidente do Conselho de Ministros j) Assembleia Nacional Em 1928, Salazar aceitou o cargo de ___________________________________. Logo no primeiro ano do seu mandato, conseguiu que o valor das ______________ do Estado fosse superior ao valor das ______________, através do _______________ das receitas e da ________________ das despesas. Em 1932, foi nomeado ___________________________________. A sua longa permanência na chefia do _____________ permitiu-lhe ir-se apoderando dos poderes do ________________________________ e controlar a ação da _______________________________, governando, assim, em __________________ A. d) – b) – a) – e) – g) – i) – c) – f) – j) – h) B. d) – a) – b) – e) – g) – i) – c) – f) – j) – h) C. d) – b) – a) – g) – e) – c) – i) – f) – j) – h) D. b) – d) – a) – e) – g) – i) – c) – f) – h) – j) 2 Observa o documento 1 e lê, com muita atenção, o documento 2. 1 DOC. Sei muito bem o que quero e para onde vou, mas não se me exija que chegue ao fim em poucos meses. No mais, que o país estude, represente, reclame, discuta; mas que obedeça, quando chegar a altura de mandar. Discurso da tomada de posse de Salazar (27 de abril de 1928) 2 DOC. António de Oliveira Salazar.
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    148 2.1 Assinala aexpressão do texto que mostra a intenção de Salazar, de governar em ditadura. A. «Sei muito bem o que quero (…).» B. «(…) não se me exija que chegue ao fim em poucos meses.» C. «No mais, que o país estude, represente (…)» D. «(…) mas que obedeça, quando chegar a hora de mandar.» 3 Assinala os dois opositores ao regime. A. Mário Soares e José Afonso. B. José Malhoa e Marcelo Caetano. C. Marcelo Caetano e Humberto Delgado. D. Álvaro Cunhal e Américo Tomás. 4 Lê o documento 3 e observa o documento 4. 4.1 Assinala os que perseguiam, prendiam e torturavam aqueles que criticavam a política de Salazar. A. Elementos da Marinha. B. Elementos da Força Aérea. C. Agentes da PIDE. D. Soldados das Forças Armadas. 4.2 Identifica dois tipos de tortura referidos no documento, a que podiam estar sujeitos os presos. A. Posição de estátua e pontapés. B. Ser pontapeado e ficar sentado. C. Tortura do sono e posição de estátua. D. Bater com a cabeça do preso na parede e tortura do sono. Isolado durante dias e dias, sem comunicar com ninguém, exceto o carcereiro nas horas em que as refeições eram distribuí- das, o preso não podia fumar, nem receber livros ou jornais, cor- respondência ou visitas (...) Quando era posto, finalmente nas salas do interrogatório era submetido à posição de estátua durante horas. Havia a estátua sim- ples e a estátua tipo-Cristo – de pé, voltado para a parede, sem a tocar e de braços estendidos. O inchaço dos pés, as dores por todo o corpo,opesodacabeçacomosefosseestoirar,nãotardava.Quando o preso se deixava cair, os pontapés atingiam-no em todas as partes do corpo. De vez em quando, os agentes pegavam na cabeça do preso e batiam-na como se fosse madeira contra a parede... «Dossier da PIDE», in História de Portugal, de A. H. de Oliveira Marques (Adaptado) 3 DOC. 4 DOC. TESTE 4 Caricatura de João Abel Manta.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 149 5 Lê commuita atenção o documento 5. [O salazarismo] esmagou com impostos a população, reali- zou as obras públicas para propaganda, como fazem sempre as ditaduras, estabeleceu uma apertada censura à imprensa e uma polícia política e acabou com os sindicatos livres. António Sérgio (adaptado) 5 DOC. Afirmações V F O autor do texto era apoiante das medidas tomadas por Salazar. A propaganda apoiava a política do Estado Novo. A censura à imprensa impedia a liberdade de expressão. De acordo com o autor do texto, Salazar realizou as obras públicas para propaganda. A. F – V – V – V B. F – V – V – F C. V – F – V – F D. F – F – V – V 5.2 Assinala os suportes do salazarismo referidos no documento. A. Obras públicas, propaganda, censura. B. Obras públicas, propaganda, censura e polícia política. C. Obras públicas, censura e polícia política. D. Propaganda, censura e polícia política. 6 Faz corresponder os documentos 6, 7, 8, e 9 à frase correspondente. 6 DOC. 7 DOC. 8 DOC. 9 DOC. a) Organização política apoiante de Salazar. b) Organização juvenil que desenvolvia o culto do chefe e o espírito militar. c) Evitava críticas ao Estado Novo «cortando» o que não deveria ser divulgado. d) Polícia que prendia e torturava os que se atreviam a criticar a política de Salazar. TESTE 4 5.1 Assinala as afirmações verdadeiras com um V e as falsas com um F. Depois, seleciona a letra que corresponde à resposta correta.
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    150 A. Doc. 6– d); Doc. 7 – c); Doc. 8 – a); Doc. 9 – b) B. Doc. 6 – c); Doc. 7 – d); Doc. 8 – a); Doc. 9 – b) C. Doc. 6 – d); Doc. 8 – a); Doc. 7 – c); Doc. 9 – b) D. Doc. 6 – d); Doc. 9 – b); Doc. 8 – a); Doc. 7 – c) 7 Lê atentamente o texto seguinte e completa as frases assinalando a opção correta para cada uma. Durante o Estado Novo, ou salazarismo, as eleições não eram verdadeiramente livres. A oposição não podia fazer campanha livremente nem controlar a contagem dos votos. Em 1958, a candidatura de Hum- berto Delgado às eleições presidenciais, com o apoio de toda a oposição, conseguiu grande apoio popular. Contudo, Américo Tomás, candidato apoiado por Salazar, foi declarado vencedor. HGP6, Texto Editores, 2011. 10 DOC. 7.1 «As eleições não eram verdadeiramente livres» porque… A. A oposição não podia fazer campanha nem controlar as contagens dos votos. B. A oposição podia fazer campanha, mas não controlava as contagens dos votos. C. A oposição controlava as contagens dos votos, mas não podia fazer campanha. D. Não havia oposição. 7.2 O candidato da oposição às eleições presidenciais de 1958 foi… A. O general Norton de Matos. B. O general Humberto Delgado. C. O almirante Américo Tomás. D. O general António de Spínola. 7.3 O candidato apoiado por Salazar foi… A. O general Norton de Matos. B. O general Humberto Delgado. C. O almirante Américo Tomás. D. O general António de Spínola. 7.4 O candidato declarado vencedor foi… A. O general Norton de Matos. B. O general Humberto Delgado. C. O almirante Américo Tomás. D. O general António de Spínola. TESTE 4
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 151 8 Após ofim da II Guerra Mundial, Salazar continuou a manter colónias em África, ao contrário dos outros países europeus, o que levou ao surgimento dos movimentos de independência. A guerra apenas terminou em 1974. Observa o documento 11. Angola Cabo Verde Madeira Açores Guiné S. Tomé e Príncipe Moçambique Diu Damão Goa Macau Timor EUROPA ÁSIA ÁFRICA OCEANO ATLÂNTICO OCEANO PACÍFICO OCEANO ÍNDICO 1961 1961 1963 1964 Conflito armado N 2000 km 0 11 DOC. 8.1 Assinala as colónias onde se deu a Guerra Colonial. A. Guiné, Angola e Moçambique. C. Angola, Moçambique e Macau. B. Guiné, Cabo Verde e Angola. D. Moçambique, São Tomé e Príncipe e Guiné. 8.2 Refere o continente onde se localizam essas colónias. A. Europeu B. Americano. C. Asiático. D. Africano. 8.3 Localiza no tempo, a duração da Guerra Colonial. A. 1960-1974 B. 1961-1974 C. 1961-1975 D. 1962-1966 9 Escreve o ano correto no espaço em branco de cada alínea. Depois, assinala a resposta correta. a) Fim do Estado Novo c) Salazar, presidente do Conselho de Ministros b) Início da Guerra Colonial d) Aprovação da Constituição do Estado Novo A. 1932 – c); 1933 – a); 1961 – b); 1974 – d) C. 1932 – c); 1933 – b); 1961 – a); 1974 – d) B. 1932 – c); 1933 – b); 1961 – d); 1974 – a) D. 1932 – c); 1933 – d); 1961 – b); 1974 – a) Séc. XIX Séc. XXI Séc. XX 1900 2000 1933 1932 1926 1968 1974 1961 TESTE 4
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    152 Este teste correu-memuito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e estudei em casa. Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na realização das atividades e estudei pouco em casa. Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das atividades e não estudei em casa. Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades. Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei que terei de mudar a minha atitude. Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor corresponde ao teu trabalho nas aulas e em casa. TESTE 4
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano Avaliação/Observação __________________________________ Professor(a): ______________________ Nome: __________________________________________________________N.O : ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____ 153 TESTE 5 I O 25 de abril de 1974 e o regime democrático 1 Lê o texto seguinte. No início da década de 1970, o descontentamento da população era cada vez maior, não só devido à falta de liberdade e ao aumento do custo de vida, mas também devido à Guerra Colonial, onde se gastava muito dinheiro e muitos jovens continuavam a morrer. HGP6, Texto Editores, 2011 1 DOC. 1.1 O regime que existiu em Portugal, entre 1933 e 1974, chamava-se: A. Estado Velho. B. Estado Médio. C. Estado Novo. D. Estado de Sítio. 1.2 Assinala três causas que levaram à Revolução do 25 de Abril, referidas no documento. A. A existência de liberdade, o aumento do custo de vida e a Guerra Colonial. B. A liberdade a mais, o aumento do custo de vida e a Guerra Colonial. C. A falta de liberdade, a diminuição do custo de vida e a Guerra Colonial. D. A falta de liberdade, a aumento do custo de vida e a Guerra Colonial. 2 Observa as imagens e lê atentamente a cronologia. 24 de abril de 1974 22h55 – A canção E Depois do Adeus é transmi- tida na rádio. É o início da ação militar. 25 de abril de 1974 00h20 – A canção Grândola Vila Morena é transmi- tida na rádio. É a confirmação da ação dos militares. 01h00 – Início das movimentações militares. 03h00 – São ocupados os estúdios da RTP, da Emissora Nacional e do Rádio Clube Português. 12h30 – O capitão Salgueiro Maia cerca o quartel da GNRnolargodoCarmo,ondeestavaMarceloCaetano. 19h30 – Marcelo Caetano é preso. O capitão Salgueiro Maia comandou as tropas revolucionárias que acabaram com a ditadura. 2 DOC. 3 DOC.
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    154 2.1 Identifica omovimento que restituiu aos Portugueses as liberdades perdidas durante a ditadura. A. Movimento das Forças Republicanas. C. Movimento das Forças Absolutistas. B. Movimento das Forças Armadas. D. Movimento das Forças Liberais. 2.2 Assinala as afirmações verdadeiras (V) e falsas (F). Depois, assinala a opção de resposta correta. Afirmações V F As tropas revolucionárias que acabaram com a ditadura eram comandadas pelo capitão Salgueiro Maia. O início da ação militar foi marcado pela transmissão da canção E depois do adeus. A canção Grândola, Vila Morena foi uma das senhas da Revolução. Os militares do 25 de Abril não tiveram o apoio dos populares. O quartel do Carmo foi ocupado pelas tropas comandadas por Vasco Lourenço. Marcelo Caetano foi o último chefe do governo da ditadura. A. V – V – V – F – F – V B. F – V – F – V – V – F C. V – V – F – F – V – V D. V – V – V – F – V – F 3 Completa a frase, assinalando a opção correta: 3.1 O governo do país, imediatamente a seguir ao 25 de abril, foi entregue a uma Junta de Salvação Nacio- nal presidida pelo: A. Capitão Salgueiro Maia. C. General Humberto Delgado. B. General António de Spínola. D. General Gomes da Costa. 4 Observa atentamente os documentos e risca, no texto, as informações incorretas. Depois, assinala a resposta adequada. TESTE 5 4 DOC. 5 DOC.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 155 A manifestação do1.o de Maio/1.o de Abril, ocorreu em 1970/1974 e contou com enorme/fraca participação dos Portugueses/Espanhóis. Destacam-se as bandeiras de Portugal/União Europeia e os cartazes exaltando a conquista/ /perda da liberdade. A. 1.o de Abril; 1974; enorme; Portugueses; Portugal; conquista. B. 1.o de Abril; 1970; fraca; Espanhóis; União Europeia; perda. C. 1.o de Maio; 1970; fraca; Espanhóis; União Europeia; perda. D. 1.o de Maio; 1970; fraca; Espanhóis; Portugal; perda. 5 Lê o documento 6. 1 – No prazo máximo de três semanas após a conquista do poder, a Junta de Salvação Nacional esco- lherá, de entre os seus membros, o que exercerá as funções de Presidente da República (...) 5 – O Governo Provisório (…) obrigar-se-á a promover imediatamente: (…) b) A liberdade de reunião e associação (…). c) A liberdade de expressão e de pensamento sob qualquer forma. 6 – O Governo Provisório lançará os fundamentos de: a) Uma nova política económica posta ao serviço do Povo Português, em particular das camadas da população até agora mais desfavorecidas (...). 8 – A política ultramarina do governo (...) orientar-se-á pelos seguintes princípios: a) Reconhecimento de que a solução das guerras no Ultramar é política e não militar; b) Criaçãodecondiçõesparaumdebatefrancoeaberto,anívelnacional,doproblemaUltramarino(...) Excertos do Programa do MFA, 1974 (adaptado) 6 DOC. 5.1 Assinala a opção que refere, três liberdades recuperadas pelos portugueses após o 25 de Abril. A. Liberdade de reunião e de associação, liberdade de expressão. B. Liberdade de censurar, de expressão e de pensamento. C. Liberdade de reprimir, de reunião e de associação. D. Liberdade de trabalhar ou não, de associação e de pensamento. 5.2 Refere o que aconteceu às colónias portuguesas de África. A. Tornaram-se independentes. B. Continuou a Guerra Colonial, porque Portugal não aceitou a independência. C. Tornaram-se independentes, mas continuaram na dependência de Portugal. D. Ficou tudo na mesma. 5.3 Menciona o regime político que se iniciou com o 25 de abril de 1974. A. Antidemocrático. B. Ditadura democrática. C. Estado Novo. D. Democracia. TESTE 5
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    156 6 A Constituiçãode 1976 contém os direitos e deveres dos portugueses e a forma como se organiza o poder político. Lê com muita atenção o documento 7. A Constituição de 1976 Parte I – Direitos e deveres fundamentais Art.º 13.º – 1. Todos os cidadãos (...) são iguais perante a lei. Art.º 26.º – 2. Ninguém pode ser submetido a tortura, nem a maus tratos ou penas cruéis (…). Art.º 37.º – 1. Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem (...) bem como o direito de se informar. Art.º 45.º – 1. Os cidadãos têm o direito de se reunir pacificamente (…). Art.º 59.º – É garantido o direito à greve. Art.º 73.º – Todos têm direito à educação e cultura (…). Parte III – Organização do poder político Art.º 113.º – São órgãos de soberania (...) e os tribunais. Constituição de 1976 (excertos adaptados) 7 DOC. 6.1 Identifica os artigos: a) que proíbem a existência da censura. A. Artigo 13.o . B. Artigo 26.o . C. Artigo 37.o . D. Artigo 45.o . b) que referem o direito à educação. A. Artigo 37.o . B. Artigo 45.o . C. Artigo 73.o . D. Artigo 113.o . 6.2 Liga, através de setas, os órgãos de soberania às respetivas funções/competências. Depois, assinala a resposta correta. 1. Presidente da República. a) Julgar quem não cumpre as leis. 2. Governo. b) Fazer as leis. 3. Assembleia da República. c) Nomear e demitir o primeiro-ministro. 4. Tribunais. d) Governar o país. A. 1.a); 2.b); 3.d); 4.c) B. 1.c); 2.d); 3.b); 4.a) C. 1.a); 2.c); 3.b); 4.d) D. 1.c); 2.b); 3.a); 4.d) TESTE 5
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 157 7 Completa oquadro com as seguintes palavras ou expressões. Depois, assinala as respostas corretas relativamente a cada tipo de poder. Governo Assembleia de Freguesia Câmara Municipal Tribunais Presidente da República Assembleia da República Assembleia Municipal Junta de Freguesia Órgãos do poder central Órgãos do poder local đ đ đ đ đ đ đ đ 7.1 Órgãos do poder central: A. Governo, Presidente da República e Assembleia da República. B. Governo, Presidente da República, Assembleia da República e Tribunais. C. Governo, Presidente da República, Junta de Freguesia. D. Assembleia da República, Assembleia Municipal e Tribunais. 7.2 Órgãos do poder local: A. Câmara Municipal, Junta de Freguesia, Assembleia da República e Assembleia Municipal. B. Junta de Freguesia, Tribunais, Governo, Assembleia de Freguesia. C. Assembleia da República, Assembleia Municipal, Junta de Freguesia e Tribunais. D. Câmara Municipal, Assembleia Municipal, Junta de Freguesia e Assembleia de Freguesia. II Espaços em que Portugal se Integra 1 Assinala com V as afirmações verdadeiras e com F as afirmações faltas, sobre a União Europeia. Depois, assinala a resposta correta. Afirmações V F A Comunidade Económica Europeia (CEE) foi fundada em 1957, por seis países, entre os quais a França. A UE começou por se chamar Zona Económica Europeia (ZEE). Portugal só se tornou membro da UE com a sua adesão, em 1986. O alargamento da UE, em 2004, foi o maior de todos – entraram mais 12 países. Atualmente o número de países que fazem parte da UE é de 37. A moeda adotada desde 1 de janeiro de 2002 é o euro. TESTE 5
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    158 A. V –F – V – F – F – V B. V – V – F – F – V – V C. F – F – F – V – V – F D. V – V – F – F – V – F 2 Completa as afirmações seguintes, de modo a obteres os principais objetivos da Organização das Nações Unidas (ONU). Depois, assinala a resposta correta. ¤ Resolver pacificamente os __________________internacionais para manter a ______ no mundo. ¤ Desenvolver a ____________________internacional a nível económico, social, cultural e humanitário. ¤ Promover o respeito pelos ________________ _______________ em todo o mundo. A. Conflitos / paz /cooperação /direitos dos animais. B. Conflitos / paz / cooperação / Direitos Humanos. C. Conflitos / liberdade / cooperação / Direitos das Crianças. D. Conflitos / igualdade / cooperação / Direitos Humanos. 3 Analisa atentamente o mapa seguinte e completa as frases. OCEANO ATLÂNTICO OCEANO ÍNDICO PORTUGAL km 2000 0 Angola Brasil Cabo Verde Moçambique Timor-Leste Guiné-Bissau Guiné Equatorial São Tomé e Príncipe N 3.1 Neste planisfério estão identificados os países cuja língua oficial é o: A. Inglês. B. Francês. C. Espanhol. D. Português. 3.2 Os países assinalados fazem parte da CPLP, que significa: A. Comunidade do Pão, Leite e Presunto. B. Comunidade de Países de Língua Polaca. C. Comunidade de Países de Língua Portuguesa. D. Comunidade de Países de Língua Principal. TESTE 5
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 159 3.3 A CPLPé formada pelos seguintes países: A. Portugal, Brasil, Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique, Timor e Guiné Equatorial. B. Portugal, Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique, Timor, Senegal e Guiné Equatorial. C. Portugal, Brasil, Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Moçambique, Marrocos e Timor. D. Portugal, Brasil, Cabo Verde, Gabão, Peru, São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique, Timor e Guiné Equatorial. FIM Este teste correu-me muito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e estudei em casa. Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na realização das atividades e estudei pouco em casa. Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das atividades e não estudei em casa. Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades. Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei que terei de mudar a minha atitude. Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor corresponde ao teu trabalho nas aulas e em casa. TESTE 5
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    Avaliação/Observação __________________________________ Professor(a): ______________________ Nome: __________________________________________________________N.O : ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____ 160 1.1 Refere três informações fornecidas pelos censos. A. Quantos somos, onde vivemos e onde trabalhamos. B. Quantos somos, onde estudamos e o que bebemos. C. Onde vivemos, quantos somos e para onde viajamos. D. Onde trabalhamos, quantos somos e o que lemos. 1.2 Refere a importância da realização periódica de censos. A. Permite conhecer o país. B. Permite planear a construção de infraestruturas necessárias à população. C. Permite tomar decisões sobre as finanças das autarquias. D. Permite tomar medidas sobre as relações com outros países. 2 Analisa atentamente o gráfico seguinte. TESTE 6 I A população portuguesa 1 Observa os documentos 1 e 2. 1 DOC. 2 DOC. N.° total de habitantes (milhões) 0 3 6 9 12 2015 2010 1991 1970 1950 1930 1911 1870 10,4 4,5 Anos 6,0 6,8 8,5 8,9 8,7 9,9 10,6 3 DOC.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 161 Anos População (milhões) 1870 a. b.6,0 1950 c. 1970 d. 1991 e. 2010 f. TESTE 6 A. 1. Natalidade; 2. Mortalidade; 3. Imigração; 4. Emigração. B. 1. Natalidade; 2. Mortalidade; 3. Emigração; 4. Imigração. C. 1. Crescimento; 2. Mortalidade; 3. Imigração; 4. Emigração. D. 1. Natalidade; 2. Mortalidade; 3. Recuperação; 4. Emigração. 4 Observa a ilustração seguinte, que mostra uma família de imigrantes em Portugal. 5 DOC. 2. Entrada Saída 1. 4. 3. 2.1 Completa o quadro e depois assinala a resposta correta. A. a. 4,5; b. 1930; c. 7,8; d. 8,7; e. 9,9; f. 10,6 B. a. 4,5; b. 1930; c. 8,5; d. 8,7; e. 9,9; f. 10,6 C. a. 4,5; b. 1911; c. 8,5; d. 8,7; e. 9,9; f. 10,6 D. a. 4,5; b. 1930; c. 7,8; d. 8,7; e. 9,9; f. 10,6 2.2 A partir de que ano se deu o maior aumento da população? A. ano 1870. B. ano 1930. C. ano 1970. D. ano 1991. 3 Identifica os fatores que fazem variar a população escrevendo os respetivos nomes nos lugares certos e depois assinala a resposta correta. 4 DOC.
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    162 4.1 Indica apossível origem da família representada nas imagens. A. Americana. B. Europeia. C. Australiana. D. Africana. 4.2 A imigração pode influenciar a estrutura etária da população portuguesa, pois… A. … normalmente são famílias com muitos filhos, aumentando o número de crianças. B. … são famílias com poucos filhos, aumentando o número de idosos. C. … as famílias não têm filhos. D. … vêm muitas famílias, mas ficam pouco tempo. 5 Observa o documento 6, sobre a evolução da estrutura etária da população, em Portugal e por regiões (2001-2016). Portugal Norte Centro Lisboa V. Tejo Alentejo Algarve Açores Madeira 2001 2016 0 - 14 15 - 64 65 e + anos 0 20 40 60 80 100 % 0 20 40 60 80 100 % 5.1 Assinala com V as afirmações verdadeiras e com F as falsas. Depois, assinala a resposta correta. Afirmações V F O grupo etário que mais tem crescido é o grupo dos idosos. O grupo etário que mais tem diminuído é o grupo dos jovens. A região onde se verifica maior aumento da população idosa é a de Lisboa. A região onde se encontra mais população jovem é no Alentejo. A. V – V – F – V B. V – F – V – F C. V – V – V – F D. V – V – F – F 6 DOC. TESTE 6
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 163 6 Observa odocumento 7. 6.1 Com base no documento 7, assinala a opção que define densidade populacional. A. Número de habitantes por metro quadrado. B. Número de indivíduos por município. C. Número de elementos da comunidade. D. Número de habitantes por quilómetro quadrado. 6.2 Assinala: a) as duas cidades com maior densidade populacional. A. Lisboa e Porto. B. Funchal e Guarda. C. Aveiro e Leiria. D. Castelo Branco e Faro. b) a cidade com menor densidade populacional. A. Guarda. B. Vila Real. C. Bragança. D. Portalegre. Porto Caminha Bragança Braga Guimarães Aveiro Viseu Lisboa 1000 451 - 1000 180 - 450 100 - 179 30 - 99 30 Hab./km2 População total: 10 401 100 Território: 91 946 km2 Densidade populacional: 113,1 habitantes/ km2 N Faro Beja Évora Setúbal AÇORES Corvo Flores Faial Pico São Jorge Graciosa Terceira Ponta Delgada São Miguel Santa Maria 40 km 0 MADEIRA Porto Santo Funchal 40 km 0 40 km 0 TESTE 6 7 DOC.
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    164 II Os lugares ondevivemos 1 Observa os documentos seguintes. 1 DOC. 2 DOC. 1.1 Assinala os dois tipos de povoamento que observas nos documentos. A. Povoamento rural e campestre. B. Povoamento urbano e citadino. C. Povoamento rural e urbano. D. Povoamento urbano e nacional. 1.2 Qual deles tem maior densidade populacional? A. É o povoamento urbano porque nas cidades há melhores condições de vida. B. É o povoamento rural porque há muitos empregos. C. É o povoamento urbano porque nas cidades há poluição. D. É o povoamento rural porque tem melhores condições de vida. 2 Liga, através de setas, as frases seguintes à imagem que lhes corresponde e depois responde às questões. Área atrativa Área repulsiva Falta de emprego Maior densidade populacional Maior facilidade em encontrar emprego 3 DOC. 4 DOC. TESTE 6
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 165 2.1 Ao espaçorepresentado no documento 3 associo: A. Área atrativa; Menor densidade populacional; Maior facilidade em encontrar emprego. B. Área atrativa; Maior densidade populacional; Maior facilidade em encontrar emprego. C. Área atrativa; Maior facilidade em encontrar emprego. D. Maior densidade populacional; Maior facilidade em encontrar emprego. 2.2 Ao espaço representado no documento 4 associo: A. Área repulsiva; Falta de emprego; Maior densidade populacional. B. Área repulsiva; Maior densidade populacional. C. Área atrativa; Falta de emprego. D. Área repulsiva; Falta de emprego. III As atividades que desenvolvemos 1 A partir da observação do documento 1, assinala a região onde tem maior importância o setor: Setor terciário Setor secundário Setor primário N AÇORES 40 km 0 MADEIRA 40 km 0 40 km 0 Norte Centro Lisboa e Vale do Tejo Alentejo Algarve 1 DOC. 1.1 Primário: A. Norte. B. Lisboa e Vale do Tejo. C. Centro. D. Algarve. TESTE 6
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    166 1.2 Secundário: A. Alentejo.B. Madeira. C. Açores. D. Norte. 1.3 Terciário: A. Lisboa e Vale do Tejo. B. Algarve. C. Madeira. D. Açores. 2 Assinala a resposta correta. 2.1 São atividades do setor primário: A. A agricultura, pecuária, silvicultura, pesca, salicultura, construção civil e caça. B. A agricultura, pecuária, administração, pesca, salicultura, extração mineira e caça. C. A agricultura, pecuária, silvicultura, pesca, salicultura, extração mineira e caça. D. A agricultura, comércio, silvicultura, pesca, salicultura, extração mineira e caça. 2.2 São atividades do setor secundário: A. A indústria transformadora, produção de energia, construção civil e caça. B. A indústria transformadora, produção de energia, construção civil. C. A indústria transformadora, produção de energia, comunicações e construção civil. D. A indústria transformadora, produção de energia, construção civil e educação. FIM Este teste correu-me muito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e estudei em casa. Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na realização das atividades e estudei pouco em casa. Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das atividades e não estudei em casa. Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades. Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei que terei de mudar a minha atitude. Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor corresponde ao teu trabalho nas aulas e em casa. TESTE 6
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano Avaliação/Observação __________________________________ Professor(a): ______________________ Nome: __________________________________________________________N.O : ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____ 167 N 5000 km 0 CHINA ÍNDIA JAPÃO Angola Mina Brasil Cabo Verde São Tomé e Principe Moçambique OCEANO ATLÂNTICO OCEANO ÍNDICO EUROPA AMÉRICA ÁSIA ÁFRICA Lisboa Sevilha Goa Ormuz Macau Malaca Timor Ceuta TESTE 1A I O Império Português no século XVIII 1 Entre os séculos XVI e XVIII, o espaço geográfico abrangido pelo Império Português alterou-se. Observa atentamente os seguintes documentos. 1.1 Completa o quadro seguinte com dois produtos provenientes de cada um dos continentes. 1.2 Identifica a principal alteração, dizendo em que continente aumentou a área do Império Português. África Ásia América đ đ đ đ đ đ N 2000 km 0 OCEANO ATLÂNTICO OCEANO ÍNDICO Lisboa Açores Madeira Cabo Verde Guiné Diu Macau Timor Damão Goa São Tomé e Príncipe Angola AMÉRICA Moçambique Brasil 1 DOC. 2 DOC. O Império Português no século XVIII. O Império Português no século XVI. Ouro Café Escravos Porcelanas Algodão Marfim Especiarias Malagueta Açúcar
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    168 TESTE 1A 1.3 Explicaa principal causa dessa alteração. 1.4 Identifica os dois produtos brasileiros que, no século XVIII, deram mais lucros a Portugal. 2 Observa agora os documentos 3 e 4. 2.1 Com base no documento 3, assinala com um X a afirmação correta: a) Os bandeirantes eram militares que foram para o Brasil combater os índios. b) Os bandeirantes eram grupos de colonos que rompiam por entre a densa vegetação, à procura de ouro, pedras preciosas e índios para trabalharem como escravos. c) Os bandeirantes penetraram pelo interior do Brasil para construírem aldeamentos, onde protegeram os índios da escravatura. d) Os bandeirantes foram escravizados, tendo de trabalhar nos engenhos de açúcar e nas minas. 2.2 Com base no documento 4, risca as palavras erradas do texto seguinte. A produção de açúcar e a descoberta de ouro no Brasil levaram muitos colonos/missionários a par- tir de Portugal na esperança de enriquecer. De África foram levados milhares de escravos/índios para trabalharem, essencialmente, nos enge- nhos de açúcar e nas minas. Os colonos/missionários foram para o Brasil para cristianizarem os índios e para os protegerem da escravatura. 1000 km 0 OCEANO ATLÂNTICO N Linha do Tratado de Tordesilhas Fronteira atual BRASIL Percurso dos bandeirantes Captura de índios para escravizar Expedições contra índios que se revoltavam Procura de ouro Principais áreas mineiras Rio de Janeiro São Paulo Baía Recife Belém OCEANO ATLÂNTICO OCEANO ÍNDICO OCEANO PACÍFICO Lisboa Madeira Cabo Verde Guiné São Tomé e Príncipe Angola Moçambique Brasil C o l o n o s e m issionários Escravos N 2000 km 0 3 DOC. 4 DOC.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 169 3.1 Transcreve dodocumento as expressões que se opõem a: a) «Os senhores vestindo ricamente» / b) «Os senhores banqueteando» / c) «Os senhores nadando em ouro e prata» / d) «Os senhores tratando-os como brutos» / 3.2 Parece-te que, naquele tempo, a maioria das pessoas estaria de acordo com o autor do documento? Justifica. 3.3 Qual a tua opinião sobre o assunto? II O poder absoluto 1 Observa o documento 1, sobre as reuniões de Cortes no século XVIII. 1.1 O que podes concluir sobre o poder de D. João V? Justifica a tua opinião. TESTE 1A 3 Lê o documento seguinte. A vida dos escravos E (…) imensas gentes que da África vão para a América; entra uma nau de Angola e deixa no mesmo dia quinhentos, seiscentos e, talvez, mil escravos. Depois de chegados olhamos para estes miseráveis e para os que chamam seus senhores. Os senhores, poucos, os escravos, muitos; os senhores vestindo ricamente, os es- cravos nus; os senhores banqueteando, os escravos morrendo à fome; os senhores nadando em ouro e prata, osescravoscarregadosdeferros;ossenhorestratando-oscomobrutos,osescravostemendo-oscomodeuses. Estes homens não são filhos da mesma Eva e do mesmo Adão? Padre António Vieira, Sermão do Rosário, XXVII (adaptado 5 DOC. D. João IV ______ 7 D. Afonso VI _____ 3 D. Pedro II ______ 2 D. João V _______ 0 1 DOC.
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    170 TESTE 1A 2 Nodocumento 2 está representado D. João V e a sua corte. 2.1 Explica como era: a) a habitação: b) o vestuário da nobreza; III A sociedade de ordens 1 Lê os textos seguintes e observa as imagens. 1.1 Escreve, junto de cada texto, o número da imagem que lhe corresponde. 2 DOC. 1 DOC. 2 DOC. 3 DOC. 4 DOC. A nobreza imitava a vida na Corte. Vestia-se de acordo com a moda francesa. Participava em banquetes,bailes,assistia a espetáculos de teatro, óperaepoesia. A burguesia dedi- cava-se ao artesanato e ao comércio. Os co- merciantes mais ricos reuniam-se em clubes e cafés. Muitos foram per- seguidos pelo Tribunal da Inquisição. O clero era responsá- velpeloserviçoreligioso, pelo ensino, assistência aos doentes e pobres. Membros do Clero tam- bém dirigiam o Tribunal da Inquisição. Este tri- bunal perseguia, tortu- rava e podia condenar à morte os suspeitos de não seguirem a religião católica. O povo abrangia os camponeses,vendedores ambulantes, trabalhado- res domésticos e carre- gadores. Continuavam a viver com grandes difi- culdades. A B C D
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 171 TESTE 1A IV A arteno século XVIII 1 O reinado de D. João V ficou marcado pela construção de obras monumentais. 1.1 Faz a legenda dos documentos 1 e 2. 1.2 Identifica o estilo de construção do edifício representado no documento 1. 1.3 Refere três características do estilo referido na resposta anterior. 2 DOC. 1 DOC.
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    172 TESTE 1A 1.1 Identificao acontecimento que observas no documento 1. 1.2 Refere o nome do principal responsável pela reconstrução de Lisboa (documento 2). 2 Observa agora a imagem de Lisboa reconstruída (documento 3). V Lisboa Pombalina e a ação do Marquês de Pombal 1 Observa os documentos seguintes. 1 DOC. 2 DOC. 2.1 Indica três características da Baixa Pombalina. 3 DOC.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 173 TESTE 1A 3 Completao texto, preenchendo os espaços em branco com as seguintes palavras ou expressões. Jesuítas nobreza rei indústrias laboratórios escravatura escolas primárias burguesia O Marquês de Pombal também tomou medidas para desenvolver o país: criou novas e apoiou as já existentes; no ensino, criou para se aprender a ler, escrever e contar e na Universidade de Coimbra. Expulsou os por, entre outras razões, se oporem à modernização do ensino. O Marquês de Pombal perseguiu parte da . Por exemplo, a família Távora foi condenada à morte para servir de exemplo a todos os que se atrevessem a criticar o . Protegeu, por outro lado, a portuguesa, criando, por exemplo, companhias de comércio monopolistas, passando o seu comércio a ser feito apenas por comerciantes portugueses. O Marquês de Pombal também acabou com a em Portugal. VI 1 Ordena cronologicamente os seguintes acontecimentos, numerando-os de 1 a 6. a) D. José I torna-se rei de Portugal. b) Terramoto que destruiu parte da cidade de Lisboa. c) Construção do Palácio-convento de Mafra. d) O futuro Marquês de Pombal é nomeado ministro do Reino. e) Descoberta de ouro no Brasil. f) D. João V torna-se rei de Portugal. 2 Faz corresponder cada conceito da coluna A à respetiva definição. Escreve o número correto no espaço em branco da coluna B. A B 1. A parte de Lisboa que foi mandada reconstruir pelo Marquês de Pombal, após o terramoto de 1755. a) Engenho de açúcar 2. Grande propriedade produtora de açúcar. b) Tráfico negreiro 3. Transporte forçado de negros africanos para o Brasil, para trabalharem como escravos. c) Baixa Pombalina 4. Forma de governo em que o rei tem todos os poderes, ou seja, manda em tudo e em todos, governando sem consultar ninguém. d) Cristão-novo 5. Judeu que passou a ser católico. e) Inquisição 6. Tribunal onde se julgavam os que eram acusados de crimes de heresia, ou seja, de não respeitarem ou ofenderem a fé católica. f) Monarquia Absoluta
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    174 TESTE 1A Este testecorreu-me muito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e estudei em casa. Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na realização das atividades e estudei pouco em casa. Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das atividades e não estudei em casa. Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades. Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei que terei de mudar a minha atitude. Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor corresponde ao teu trabalho nas aulas e em casa.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano Avaliação/Observação __________________________________ Professor(a): ______________________ Nome: __________________________________________________________N.O : ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____ 175 TESTE 2A I A Revolução Francesa de 1789 e os seus reflexos em Portugal 1 Lê com muita atenção o documento 1. Em França, nos finais do século XVIII, havia um grande descontentamento por parte da burguesia e do povo, não só pelos muitos impostos que pagavam, mas também pelos privilégios que a nobreza e o clero possuíam e pelo poder absoluto que o rei detinha. Assim, em 1789, uma revolução pôs fim à monarquia absoluta em França. Os revolucionários, na maior parte pertencentes à burguesia e ao povo, defendiam novas ideias, como a igualdade de todos os cidadãos perante a lei, (…) e a liberdade. Defendiam ainda a separação dos poderes que, na monarquia absoluta estavam concentrados numa só pessoa, o rei. HGP 6, Texto Editores, 2011. 1 DOC. 1.1 Identifica os grupos sociais que estavam descontentes. 1.2 Explica porque é que, em França, havia grande descontentamento. 1.3 Indica o que aconteceu em 1789. 1.4 Menciona as ideias que os revolucionários defendiam. 2 Observa atentamente os documentos 2 e 3. 2.1 Completa o texto seguinte: No documento 2, o e a carregam o às costas. No documento 3, é o que leva o e a às costas. Assim, posso concluir que o documento 3 corresponde ao período à Revolução Francesa e o documento 2 ao período à mesma revolução. 2 DOC. 3 DOC.
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    176 TESTE 2A 3 Observaos documentos 4, 5 e 6. Depois, completa o texto seguinte. Após a Revolução Francesa, vários reis absolutos da Europa uniram-se e declararam guerra à França. Foram derrotados pelo general , comandante das tropas francesas. Só a continuou a resistir. Napoleão decretou, então o . Como hesitou em obedecer, foi invadido pelo exército francês. A foi comandada por Junot que ocupou a cidade de . O exército veio em auxílio dos Portugueses. Os foram derrotados. Na segunda invasão, os Franceses ocuparam a cidade do . Foram de novo derrotados. Na terceira invasão, os Franceses foram detidos nas que protegiam a cidade de Lisboa. Novamente derrotados, os abandonaram Portugal. OCEANO ATLÂNTICO Braga Chaves Orense Porto Buçaco Redinha Lavos Castelo Branco Abrantes Roliça Caldas da Rainha Vimeiro LISBOA Ciudad Rodrigo Sabugal Celorico da Beira N 50 km 0 Mar Mediterrâneo OCEANO ATLÂNTICO IMPÉRIO FRANCÊS HOLANDA ESPANHA PORTUGAL SUÍÇA REINO DA ITÁLIA REINO DE NÁPOLES Lisboa Roma Elba Córsega Sardenha Viena Paris Londres Amiens N 2000 km 0 4 DOC. 5 DOC. 6 DOC. Terceira invasão – Massena (1810-1811) Segunda invasão – Soult (1809) Primeira invasão – Junot (1807-1808) Percurso do exército inglês que veio ajudar Portugal Linhas de Torres Vedras Batalhas Império Francês Países dependentes de França Bloqueio Continental, ordenado por Napoleão Bonaparte, imperador dos Franceses.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 177 TESTE 2A II A RevoluçãoLiberal de 1820 1 Uma das consequências das Invasões Napoleónicas foi a ida da família real para o Brasil. Observa o documento 1 e lê a cronologia. 1.1 Identifica a alteração do comércio com o Brasil, a partir de 1808. 1.2 Indica quem saiu prejudicado com essa alteração. Justifica a tua resposta. 1.3 Refere qual foi o reino que mais beneficiou com a abertura dos portos brasileiros ao comércio internacional. 1.4 Relaciona o acontecimento de 1810 com as Invasões Napoleónicas. OCEANO ATLÂNTICO BRASIL Lisboa Madeira Açores Cabo Verde Rota comercial dos produtos brasileiros antes de 1808 Nova rota comercial dos produtos brasileiros a partir de 1808 N 2000 km 0 1 DOC. 1807 Ida da família real para o Brasil. 1808 Abertura dos portos brasileiros ao comércio com outros países. 1810 Assinaturas de tratados de comércio entre Portugal e a Grã-Bretanha, o que prejudicou o comércio e a indústria portugueses.
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    178 TESTE 2A 2 Observao documento 2 e lê atentamente a informação que se encontra nos balões de fala. Querem acabar com os direitos do clero e da nobreza! Depois de os Franceses se irem embora, ficaram os Ingleses a mandar em Portugal! Exigimos que D. João VI volte a Portugal! Viva o Absolutismo! Viva a Revolução! Acabou a monarquia absoluta! 2.1 Refere dois motivos para o descontentamento dos Portugueses. 2.2 Indica o que aconteceu na cidade do Porto. 2.3 Menciona os grupos sociais que não concordavam com o que se estava a passar. Justifica essa oposição. 3 Lê o documento 3, que contém alguns artigos da Constituição de 1822. A primeira Constituição Portuguesa Art.o 9.0 – A lei é igual para todos (…). Art.o 26.0 – A soberania reside na Nação. Não pode ser exercida senão pelos seus representantes legalmente eleitos (…). Art.o 29.0 – O governo da Nação Portuguesa é a Monarquia constitucional hereditária (…). Art.o 30.0 – [Os três] poderes são: legislativo, executivo e judicial. O primeiro reside nas cortes (…). O segundo está no rei e nos secretários de Estado (…). O terceiro está nos juízes. Constituição de 1822 (excertos adaptados). 3 DOC. 2 DOC.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 179 TESTE 2A 3.1 Identificao artigo da Constituição que: a) pôs fim à existência de grupos sociais privilegiados; _______________________________________ b) refere a nova forma de governo. ________________________________________________________ 4 Completa o quadro seguinte. Poderes Quem detém os poderes? Monarquia absoluta Monarquia liberal ou constitucional Legislativo Executivo Judicial 4 DOC. 5.1 Qual era o grau de parentesco entre D. Pedro e D. Miguel? 5.2 Quem eram os pais de D. Maria II? 5.3 Quem deveria suceder ao trono, após a morte de D. João VI? 5 Analisa cuidadosamente o documento 4, sobre a descendência de D. João VI. D. Carlota Joaquina (n. 1775 – m. 1830) D. João VI (reinado – 1816-1826) D. Pedro IV – filho mais velho (reinado – 1826) D. Leopoldina (n. 1797 – m. 1826) D. Adelaide (n. 1831 - m. 1909) D. Miguel (reinado – 1828-1834) D. Maria II (reinado – 1826-1853) D. Fernando (n. 1816 – m. 1885) D. Pedro (n. – 1825-1891)
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    180 TESTE 2A 6 Liga,através de setas, as afirmações às imagens. Defensor da monarquia liberal. Apoiado pelo clero, pela nobreza e por alguns populares. Deu a independência ao Brasil. Defensor da monarquia absoluta.. Fez-se aclamar rei e dissolveu as Cortes. O seu exército ocupou a cidade do Porto. O seu exército cercou a cidade do Porto Foi derrotado na Guerra Civil, tendo partido para o exílio. D. Pedro IV D. Miguel III 1 Ordena cronologicamente os seguintes acontecimentos, numerando-os de 1 a 6. a) Terramoto de 1755. b) D. José I nomeia Sebastião José de Carvalho e Melo para ministro do Reino. c) Saída da família real para o Brasil. d) Primeira invasão napoleónica. e) Revolução Francesa. f) Guerra civil entre liberais e absolutistas.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 181 TESTE 2A 2 Fazcorresponder cada conceito da coluna A à respetiva definição. Escreve o número correto no espaço em branco da coluna B. FIM A B 1. Lei principal de um país, onde constam a forma de governo e os direitos e os deveres dos cidadãos. Todas as outras leis têm de estar de acordo com a Constituição. a) Regente 2. Guerra, dentro de um país, entre grupos de habitantes desse mesmo país. b) Conspiração 3. Forma de governo em que o rei, ou monarca, governa respeitando a Constituição, elaborada de acordo com as ideias liberais, sendo por isso também chamada monarquia liberal. c) Revolução 4. Revolta que provoca grandes mudanças num país, no modo de o governar, na economia e na sociedade. d) Constituição 5. Revolta contra o governo, preparada secretamente. e) Monarquia liberal ou constitucional 6. Governo nomeado após uma revolução e que deve governar até ser aprovada uma Constituição ou formado um governo constitucional. f) Governo provisório 7. O que governa em nome do rei ou da rainha. g) Guerra Civil
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    182 TESTE 2A Este testecorreu-me muito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e estudei em casa. Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na realização das atividades e estudei pouco em casa. Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das atividades e não estudei em casa. Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades. Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei que terei de mudar a minha atitude. Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor corresponde ao teu trabalho nas aulas e em casa.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano Avaliação/Observação __________________________________ Professor(a): ______________________ Nome: __________________________________________________________N.O : ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____ 183 TESTE 3A I Portugal na segunda metade do século XIX 1 Observa os documentos 1 e 2. 1.1 Completa o seguinte crucigrama, sobre as alterações na agricultura na segunda metade do século XIX. 1 M 2 O 3 D 4 E 5 R 6 N 7 I 8 Z 9 A 10 C 11 A A G R I C O L A 1 DOC. 2 DOC. Tanto trabalho e tão pouca produção… Com estas mudanças já conseguimos produzir mais! 1. Acabou-se com esse direito. 2. Parte das terras deste grupo social foram vendidas. 3. Começaram a ser utilizados para fertilizar os terrenos. 4. A… de sementes passou a ser feita. 5. Cereal que passou a ser cultivado em maior quantidade. 6. Período de paz e estabilidade política que permitiu algum desenvolvimento económico. 7. Produto agrícola. 8. Foi introduzida nas grandes propriedades do sul de Portugal. 9. Terrenos incultos que eram utilizados por toda a população para pasto do gado. 10. No pousio a terra ficava a… 11. Outro produto agrícola.
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    184 TESTE 3A 2 Observaos documentos 3 e 4 sobre produção artesanal e produção mecanizada. 2.1 Liga, através de setas, as frases à imagem que lhe correspondente. 3 Lê os documentos 5 e 6. a) A produção é elevada e feita em menos tempo. b) O preço dos produtos é mais alto. c) Os produtos são todos diferentes. d) O trabalho é feito em casa ou em pequenas oficinas. e) Os produtos são todos iguais. f) Muitos trabalhadores. g) Os trabalhadores são especializados. h) Poucos trabalhadores. i) Artesão. j) Operário. Nada consome quando não trabalha; nunca se cansa nem precisa de dormir; não está sujeita a doenças se é bem construída; só recusa trabalhar quando está gasta pela idade; trabalha em tudo: é mineira, marinheira, tecedeira, ferreira, moleira; numa palavra, faz todos os ofícios. O Panorama (revista do século XIX), 1839, (adaptado) 5 DOC. Os trabalhadores receberam mal este in- vento [a máquina a vapor], e sítios há em que se têm oposto ao trabalho das máquinas (…) As máquinas, com dois homens (…) fazem o trabalho de 45 a 50 bons trabalhadores. Arquivo Rural, vol. I, 1858 (adaptado) 6 DOC. 4 DOC. 3 DOC. 3.1 Identifica o assunto tratado nos dois documentos.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 185 TESTE 3A 3.2 Relativamenteao documento 5: a) indica três vantagens dessa máquina; b) justifica a expressão «… faz todos os ofícios». 3.3 Em relação ao documento 6: a) indica quem se opõe ao «invento»; b) explica o descontentamento dos trabalhadores. 4 Observa atentamente os documentos seguintes. 7 DOC. 8 DOC. 4.1 Identifica três ocupações das crianças que observas. 4.2 Parece-te que o comboio está a partir para o campo ou a chegar à cidade? Justifica.
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    186 TESTE 3A 5 Observaagora os gráficos seguintes. 5.1 Refere o que aconteceu à população de Lisboa e do Porto. 5.2 Explica por que razão havia tantas pessoas nestas duas cidades. 1840 1860 1880 1900 N.° de habitantes de Lisboa 0 100 000 200 000 300 000 400 000 1840 1860 1880 1900 N.° de habitantes do Porto 0 100 000 200 000 300 000 400 000 6 Observa os documentos seguintes. 11 DOC. 12 DOC. 13 DOC. 14 DOC. 15 DOC. 6.1 Completa o quadro seguinte, escrevendo os números no local correto. 4.3 Tendo em conta o que observas nos documentos, explica se os governos liberais da segunda metade do século XIX se preocuparam com: a) o ensino; b) o desenvolvimento dos transportes. Vida quotidiana Documentos Na cidade No campo 9 DOC. 10 DOC.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 187 Quando surgiu emPortugal Quem o constituía Condições de vida Como conseguiu melhorar as suas condições de vida 8 Com o desenvolvimento da indústria surge o proletariado. Completa o quadro seguinte. 7 Faz corresponder cada uma das frases seguintes ao respetivo documento, escrevendo junto de cada uma o número correto. 1. Os grandes jardins, como o Passeio Público, em Lisboa e o Jardim de São Lázaro, no Porto, eram locais onde se convivia e se passeava. 2. Os burgueses e os nobres encontravam-se em festas, bailes, cafés e jantares. 3. O povo das cidades gostava de fazer passeios no campo. 16 DOC. 18 DOC. 17 DOC. TESTE 3A 9 Observa o documento seguinte. 9.1 Indica o nome por que ficou conhecido este tipo de arquitetura. 9.2 Refere os materiais utilizados. 19 DOC.
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    188 TESTE 3A 10 Fazcorresponder cada conceito da coluna A à respetiva definição. Escreve a letra correta no espaço em branco da coluna B. FIM Este teste correu-me muito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e estudei em casa. Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na realização das atividades e estudei pouco em casa. Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das atividades e não estudei em casa. Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades. Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei que terei de mudar a minha atitude. Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor corresponde ao teu trabalho nas aulas e em casa. A B a) Regeneração 1. Período entre 1851 e 1868 (data de uma revolta popular), caracterizado por uma situação de paz, estabilidade política e algum desenvolvimento económico. b) Êxodo rural 2. A terra não é trabalhada para que se possa renovar e voltar a dar boas colheitas. c) Penas corporais 3. Conjunto das atividades de produção e transformação de matérias-primas, utilizando máquinas. d) Analfabeto 4. Facilidade de deslocação de pessoas de um lado para outro. e) Mobilidade 5. O que não sabe ler nem escrever. f) Indústria mecanizada 6. Saída de muitas pessoas do campo para a cidade, à procura de uma vida melhor. g) Pousio 7. Penas, como açoites e corte de membros, que provocam dor física e sofrimento. h) Crescimento da população 8. Aumento do número de habitantes de um país ou de uma região. No século XIX, esse aumento deveu-se à diminuição do número de mortes.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano Avaliação/Observação __________________________________ Professor(a): ______________________ Nome: __________________________________________________________N.O : ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____ 189 TESTE 4A I Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926 3 DOC. 1 DOC. 1 Observa as imagens e lê com atenção, antes de responderes. 1.1 Identifica quem é o chefe de Estado na monarquia e na república. 1.2 Refere qual deles é escolhido pelos cidadãos. 2 Observa o documento 1 e lê os documentos 2 e 3. P ;). Ď 5 '-)+) () =$(5 até morrer. P ´354$;:.$Ď-);)(.=ė;.$Z ou seja, quando o rei morre, sucede-lhe o filho mais ve- lho. P 8;).()4=)($)8ù1.'$Ď o chefe de Estado e governa durante um período de tem- po imposto por lei. P ĩ)1).=58)15'.($(ē5)1).- tores. O Governo de Sua Majestade deseja (…) que todas e quaisquer forças militares portu- guesas (…) se retirem. Mr. Petre [o embaixador inglês] ver-se-á obrigado (…) a deixar imedia- tamente Lisboa, com todos os membros da sua legação, se uma resposta satisfatória à prece- dente intimação não for por ele recebida esta tarde; e o navio de Sua Majestade, Enchantress, está em Vigo esperando as suas ordens. Texto do Ultimato Inglês, 11 de janeiro de 1890 (adaptado) 2 DOC.
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    190 TESTE 4A 2.1 Completao quadro seguinte sobre a Revolução Republicana. Dois acontecimentos que contribuíram para a queda da monarquia ¤ ¤ Quem apoiou os militares revoltosos O que fez a família real Regime que terminou e regime que se iniciou ¤ Terminou – ¤ Ano – ¤ Iniciou – ¤ Século – 3 Lê o documento seguinte com muita atenção. Os alimentos estão cada vez mais caros! Nada funciona neste país! Está tudo em greve! Os governantes estão sempre a mudar! Portugal nunca devia ter entrado na Grande Guerra! 3.1 Completa o texto seguinte com o número do balão correto. A instabilidade política (balão ), o elevado número de greves (balão ), o elevado preço dos produtos e a sua escassez (balão ) e a participação de Portugal no primeiro conflito mundial (balão ), provocaram o descontentamento de muitos portugueses. 3.2 Refere o período que durou a I República. 3 4 2 1 4 DOC.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 191 TESTE 4A 4 Liga,através de setas, as datas aos acontecimentos. a) 1820 1. Implantação da República 2. Regicídio 3. Início da Revolução Liberal 4. Tentativa fracassada de implantação da República 5. Revolta militar. Fim da I República b) 1891 c) 1908 d) 1910 e) 1926 5 Lê os documentos 5 e 6. 1911 Descanso semanal obrigatório para todos os assalariados. 1919 Horário de 8 horas de trabalho. Seguro obrigatório contra acidentes de trabalho, doença ou velhice. Em 1911, foi publicada legislação estabele- cendo a instrução para todas as crianças aos níveis infantil e primário e a escolaridade obrigatória entre as idades de 7 e 10 anos. (…) Relativamente à instrução secundária, construiu-se um liceu e aumentou-se o número de professores. O ensino técnico foi melhorado, tendo sido inauguradas escolas agrícolas, comerciais e industriais. Foram criadas as universidades de Lisboa e do Porto. A. H. de Oliveira Marques, História de Portugal, vol. III (adaptado) 5 DOC. 6 DOC. 5.1 Completa o quadro seguinte com as medidas republicanas referidas no documento. Medidas Finalidades Na educação ¤ ¤ ¤ ¤ Combater o analfabetismo. ¤ Preparar pessoas para trabalharem nas principais atividades económicas. ¤ Garantir que mais estudantes pudessem fazer o ensino superior. No trabalho ¤ ¤ ¤ Melhorar as condições de vida dos trabalhadores.
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    192 TESTE 4A 7 Fazcorresponder cada conceito da coluna A à respetiva definição. Escreve o número correto no espaço em branco da coluna B. 6 Observa com muita atenção o seguinte documento. 6.1 Refere a consequência do descontentamento de muitos portugueses. Muitos portugueses estavam descontentes. Revolta militar de 28 de maio de 1926 7 DOC. A B 1. República a) Nome dado a uma exigência que um país apresenta a outro e que, caso não seja aceite, pode conduzir à guerra. 2. Ultimato b) Regime em que o mais alto representante do país, o presidente da República, é escolhido, direta ou indiretamente, pelo povo. Só pode exercer o seu mandato durante um certo tempo. 3. Alfabetizar c) Associação de trabalhadores, com a mesma profissão, que luta pelos interesses dos seus associados. 4. Guerra Mundial d) Conflito armado em que participam vários países, de diferentes continentes. 5. Sindicato e) Ensinar a ler, escrever e contar. 6. Censura f) Forma de governo, imposta pela força militar ou policial, em que o poder é exercido por uma só pessoa ou por um grupo, não sendo respeitadas as liberdades dos cidadãos. 7. Ditadura militar g) Controlo da liberdade de opinião, escrita ou falada, por decisão daqueles que governam o país.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 193 TESTE 4A 1 Completaa seguinte cronologia. II O Estado Novo (1933-1974) 2 Observa os documentos seguintes. Depois, completa o texto com o número do documento correto. 1 DOC. 2 DOC. 3 DOC. Salazar mandou construir muitas obras públicas, por exemplo, para produzir mais energia elétrica (Doc.__) e para melhorar a assistência médica (Doc.__) e o ensino (Doc.__). Por outro lado, os opositores foram perseguidos (Doc .__): especialmente pela polícia política (Doc.__), só permitiu a existência de uma organização política apoiante da ditadura (Doc.__), aperfeiçoou a censura (Doc.__) e criou a Mocidade Portuguesa, onde os jovens aprendiam a obedecer e a admirar Salazar. 4 DOC. 5 DOC. 6 DOC. 7 DOC. 1928 1929 Salazar consegue equilibrar as contas do Estado. 1932 1933 Aprovação
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    194 4 Após ofim da II Guerra Mundial, Salazar continuou a manter colónias em África, ao contrário dos outros países europeus, o que levou ao surgimento dos movimentos de independência. Observa o documento 9. TESTE 4A 3.1 Explica porque é que se afirma que «as eleições não eram verdadeiramente livres». 3.2 Quem foi o candidato: a) da oposição; b) da ditadura; c) declarado vencedor. Angola Cabo Verde Madeira Açores Guiné São Tomé e Príncipe Moçambique Diu Damão Goa Macau Timor EUROPA ÁSIA ÁFRICA OCEANO ATLÂNTICO OCEANO PACÍFICO OCEANO ÍNDICO 1961 1961 1963 1964 Conflito armado N 2000 km 0 4.1 Identifica as colónias onde surgiram conflitos armados. 4.2 Refere o continente onde se deu a Guerra Colonial. 3 Lê atentamente o texto seguinte. Durante o Estado Novo, ou salazarismo, as eleições não eram verdadeiramente livres. A oposição não podia fazer campanha livremente nem controlar a contagem dos votos. Em 1958, a candidatura de Hum- berto Delgado às eleições presidenciais, com o apoio de toda a oposição, conseguiu grande apoio popular. Contudo, Américo Tomás, candidato apoiado por Salazar, foi declarado vencedor. HGP6, Texto Editores, 2011. 8 DOC. 9 DOC.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 195 TESTE 4A 4.3 Localiza,no tempo, o início da Guerra Colonial. 4.4Enuncia duas consequências da Guerra Colonial. 5 Faz corresponder cada alínea ao ano respetivo. a) Fim do Estado Novo. d) Salazar, presidente do Conselho de Ministros. b) Início da Ditadura Militar. e) Aprovação da Constituição do Estado Novo. c) Início da Guerra Colonial. Séc. XIX Séc. XXI Séc. XX 1900 2000 1933 1932 1926 1968 1974 1961 ____ ____ ____ ____ ____ 6 Faz corresponder cada conceito da coluna A à respetiva definição. Escreve o número correto no espaço em branco da coluna B. A B 1. Estado Novo a) Edifícios, pontes, estradas… para uso público, pagos com o dinheiro do Estado. 2. Liberdade de expressão b). Período ditatorial que vai de 1933 a 1974. 3. Obras públicas c) Conflito armado nas colónias, iniciado por naturais desses territórios contra o país que as domina, com vista a obterem a sua independência. 4. Oposição política d) Todos os que se opõem às medidas tomadas pelo governo. Nas ditaduras, os opositores são perseguidos porque não há liberdade de expressão. 5. Guerra Colonial e) Direito que as pessoas têm de poder dizer, defender e escrever livremente as suas ideias. FIM
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    196 TESTE 4A Este testecorreu-me muito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e estudei em casa. Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na realização das atividades e estudei pouco em casa. Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das atividades e não estudei em casa. Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades. Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei que terei de mudar a minha atitude. Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor corresponde ao teu trabalho nas aulas e em casa.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano Avaliação/Observação __________________________________ Professor(a): ______________________ Nome: __________________________________________________________N.O : ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____ 197 TESTE 5A I O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático 1 A partir de 1933 instaurou-se em Portugal um novo regime a que se deu o nome de Estado Novo e que durou cerca de 40 anos (1933-1974). Lê o texto seguinte. No início da década de 1970, o descontentamento da população era cada vez maior, não só devido à falta de liberdade e ao aumento do custo de vida, mas também devido à Guerra Colonial, onde se gastava muito dinheiro e muitos jovens continuavam a morrer. HGP6, Texto Editores, 2011. 1 DOC. 1.1 Refere as causas que levaram ao descontentamento da população. 2 Identifica o movimento militar que restituiu aos Portugueses as liberdades perdidas durante o Estado Novo. 3 Observa atentamente as imagens. 3.1 Escreve um pequeno texto a partir dos documentos. Deves referir o que se comemora, se a manifestação se realizou antes ou depois do 25 de Abril de 1974 e justificar. 2 DOC. 3 DOC.
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    198 TESTE 5A 4 Lêo documento 4. 4.1 Indica a alínea que: a) corresponde à liberdade para formar partidos políticos; b) garante o fim da censura. 4.2 O que aconteceu às colónias portuguesas em África, como resultado do 25 de Abril de 1974? 4.3 Menciona a forma de governo que se iniciou com o 25 de Abril de 1974. 5 A Constituição de 1976 contém os direitos e deveres dos portugueses e a forma como se organiza o poder político. Lê com muita atenção o documento 5. A Constituição de 1976 Parte I - Direitos e deveres fundamentais Art.o 13.o - 1. Todos os cidadãos (...) são iguais perante a lei. Art.o 26.o - 2. Ninguém pode ser submetido a tortura, nem a maus tratos ou penas cruéis (…). Art.o 37.o - 1. Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem (...) bem como o direito de se informar. Art.o 45.o - 1. Os cidadãos têm o direito de se reunir pacificamente (…). Art.o 59.o - É garantido o direito à greve. Art.o 73.o - Todos têm direito à educação e cultura (…). Parte III - Organização do poder político Art.º 113.o - São órgãos de soberania o preseidente da República, a Assembleia da República, o governo e os tribunais. Constituição de 1976 (excertos adaptados) 5 DOC. Medidas a curto prazo 1 – No prazo máximo de três semanas após a conquista do poder, a Junta de Salvação Nacional escolherá, de entre os seus membros, o que exercerá as funções de Presidente da República Portuguesa (...) 5 – O Governo Provisório (…) obrigar-se-á a promover imediatamente: (…) b) A liberdade de reunião e associação (…). c) A liberdade de expressão e de pensamento sob qualquer forma. 6 – O Governo Provisório lançará os fundamentos de: a) Uma nova política económica posta ao serviço do Povo Português, em particular das camadas da população até agora mais desfavorecidas (...). 8 – A política ultramarina do governo (...) orientar-se-á pelos seguintes princípios: a) Reconhecimento de que a solução das guerras no Ultramar é política e não militar; b) Criação de condições para um debate franco e aberto, a nível nacional, do problema Ultramarino (...). Excertos do Programa do MFA, 1974 (adaptado) 4 DOC.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 199 TESTE 5A 5.1 Identificao artigo que: a) impede a existência da censura; b) impede a violência usada pela PIDE; c) garante o direito à greve; d) garante o direito à educação. 5.2 O poder político divide-se em poder central e local. a) Em que parte da Constituição é referida a organização do poder político? 6 Indica os órgãos de soberania (poder central) que são diretamente eleitos pelos cidadãos eleitores. c) Liga, através de setas, os órgãos de soberania às respetivas funções/competências. 1. Presidente da República. A. Julgar quem não cumpre as leis. 2. Governo. B. Fazer as leis. 3. Assembleia da República. C. Nomear e demitir o primeiro-ministro. 4. Tribunais. D. Governar o país. 7 Escreve, no espaço do órgão de poder adequado, cada uma das seguintes obrigações: ¤ Conservação das árvores existentes nas ruas. ¤ Construção de esgotos. ¤ Construção de uma autoestrada. ¤ Construção de uma escola primária (para o 1.o ciclo). ¤ Construção de um hospital. ¤ Desratização de uma rua. Governo Câmara Municipal Junta de Freguesia
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    200 TESTE 5A II Espaços emque Portugal se integra 1 Assinala com V as afirmações verdadeiras e com F as afirmações falsas, sobre a União Europeia. a) A Comunidade Económica Europeia (CEE) foi fundada em 1957, por seis países, entre os quais a França. b) A UE começou por se chamar Comunidade Económica Europeia (CEE). c) Portugal só se tornou membro da UE em 1986. d) O alargamento da UE, em 2004, foi o maior de todos – entraram mais 21 países. e) O euro é a moeda única que circula em alguns países da União Europeia. 2 Completa as afirmações seguintes com os principais objetivos da Organização das Nações Unidas (ONU). a) Manter a _______________ no mundo. b) Desenvolver a _______________ internacional a nível económico, social, cultural e humanitário. c) Promover o respeito pelos _______________ _______________ em todo o mundo. OCEANO ATLÂNTICO OCEANO ÍNDICO PORTUGAL km 2000 0 Angola Brasil Cabo Verde Moçambique Timor-Leste Guiné-Bissau Guiné Equatorial São Tomé e Príncipe N 3.1 Completa o texto. Neste planisfério estão assinalados os países onde o é a língua oficial. A CPLP ( ), fundada em 1996, é cons- tituída pelos seguintes países: , , , , , , , e . 1 DOC. 3 Analisa atentamente o mapa seguinte. FIM
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano Avaliação/Observação __________________________________ Professor(a): ______________________ Nome: __________________________________________________________N.O : ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____ 201 1.1 Dá três exemplos da informação que se obtém através dos censos. 1.2 Refere a importância da realização periódica de censos. 2 Analisa atentamente o documento 3. 2.1 Completa o quadro ao lado com a informação do gráfico. TESTE 6A I A população portuguesa 1 Observa os documentos 1 e 2. 2 DOC. 1 DOC. N.° total de habitantes (milhões) 0 3 6 9 12 2015 2010 1991 1970 1950 1930 1911 1870 10,4 4,5 Anos 6,0 6,8 8,5 8,9 8,7 9,9 10,6 Anos População (milhões) 1870 a) b) 6,0 1930 c) 1950 d) e) 8,7 1991 f) 2010 g) 3 DOC.
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    202 TESTE 6A 2.2 Emque ano se deu o maior aumento da população? 2.3 Que conclusão retiras quanto à evolução da população portuguesa durante o século XX? 3 Identifica os fatores que fazem variar a população escrevendo os respetivos nomes nos lugares certos. 4 Observa a ilustração seguinte (doc. 4), que mostra uma família de imigrantes em Portugal. 4.1 Indica uma das possíveis origens da família representada nas imagens. 4.2 Explica, a partir das imagens, como é que a imigração pode influenciar a população absoluta. Entrada Saída 1. 4. 3. 4 DOC. 2.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 203 TESTE 6A 5 Observao documento 5, sobre a evolução da estrutura etária da população, em Portugal e por regiões (2001-2016). 5.1 Refere: a) o grupo etário que mais tem crescido; b) o grupo etário que mais tem diminuído; c) a região onde se verifica maior aumento da população idosa; d) a região onde se encontra mais população jovem. 6 Observa o documento 6. 6.1 Com base no documento 6, explica o que é densidade populacional. 6.2 Identifica: a) as duas cidades com maior densidade populacional; b) a cidade com menor densidade populacional. 5 DOC. Portugal Norte Centro Lisboa V. Tejo Alentejo Algarve Açores Madeira 2001 2016 0 - 14 15 - 64 65 e + anos 0 20 40 60 80 100 % 0 20 40 60 80 100 % Porto Caminha Bragança Braga Guimarães Aveiro Viseu Lisboa 1000 451 - 1000 180 - 450 100 - 179 30 - 99 30 Hab./km2 População total: 10 401 100 Território: 91 946 km2 Densidade populacional: 113,1 habitantes/ km2 N Faro Beja Évora Setúbal AÇORES Corvo Flores Faial Pico São Jorge Graciosa Terceira Ponta Delgada São Miguel Santa Maria 40 km 0 MADEIRA Porto Santo Funchal 40 km 0 40 km 0 6 DOC.
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    204 6.3 A densidadepopulacional é maior no litoral ou no interior? Justifica com duas razões que levam a população a preferir viver nessas regiões. 1.1 Identifica os dois tipos de povoamento, a partir das imagens. 1.2 Qual deles tem maior densidade populacional? 2 Liga, através de setas, as frases seguintes à imagem que lhes corresponde. TESTE 6A II Os lugares onde vivemos 1 Observa os documentos 1 e 2. Área atrativa Área repulsiva Falta de emprego Maior densidade populacional Maior facilidade em encontrar emprego Menor densidade populacional 1 DOC. 2 DOC. Parque das Nações – Lisboa. Sortelha – Sabugal. 3 DOC. 4 DOC.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 205 Setor terciário Setor secundário Setorprimário N AÇORES 40 km 0 MADEIRA 40 km 0 40 km 0 Norte Centro Lisboa e Vale do Tejo Alentejo Algarve 1.1 primário; 1.2 secundário; 1.3 terciário. 2 Preenche o quadro com as palavras/expressões seguintes. Comércio Agricultura Indústria transformadora Pecuária Comunicações Administração Produção de energia Construção civil Estração mineira TESTE 6A III As atividades que desenvolvemos 1 A partir da observação do documento 1, indica a região onde tem maior importância o setor: População ativa, por setores de atividade, nas diferentes regiões do país. Setor primário Setor secundário Setor terciário FIM 1 DOC.
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    206 TESTE 6A Este testecorreu-me muito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e estudei em casa. Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na realização das atividades e estudei pouco em casa. Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das atividades e não estudei em casa. Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades. Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei que terei de mudar a minha atitude. Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor corresponde ao teu trabalho nas aulas e em casa.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano Avaliação/Observação __________________________________ Professor(a): ______________________ Nome: __________________________________________________________N.O : ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____ 207 N 5000 km 0 CHINA ÍNDIA JAPÃO Angola Mina Brasil Cabo Verde São Tomé e Principe Moçambique OCEANO ATLÂNTICO OCEANO ÍNDICO EUROPA AMÉRICA ÁSIA ÁFRICA Lisboa Sevilha Goa Ormuz Macau Malaca Timor Ceuta TESTE 1B I O Império Português no século XVIII 1 Entre os séculos XVI e XVIII, o espaço geográfico abrangido pelo Império Português alterou-se. Observa atentamente o seguinte documento. 1.1 Completa o quadro com as palavras/expressões seguintes: Goa Angola Timor Cabo Verde Brasil Diu São Tomé e Príncipe Guiné Damão Moçambique 1.2 Identifica: a) o território de maior extensão; _________________________________________________________ b) o continente em que esse território se localiza. ___________________________________________ Constituição do Império Português no século XVIII Ásia África América O Império Português no século XVIII. Ouro Café Escravos Porcelanas Algodão Marfim Especiarias Malagueta Açúcar 1 DOC.
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    208 OCEANO ATLÂNTICO N Linha do Tratado deTordesilhas BRASIL Percurso dos bandeirantes Captura de índios para escravizar Expedições contra índios que se revoltavam Procura de ouro Principais áreas mineiras Rio de Janeiro São Paulo Baía Recife Belém TESTE 1B 2 Observa agora os documentos 2 e 3. OCEANO ATLÂNTICO OCEANO ÍNDICO OCEANO PACÍFICO Lisboa Madeira Cabo Verde Guiné São Tomé e Príncipe Angola Moçambique Brasil C o l o n o s e m issionários Escravos N 2000 km 0 2 DOC. 3 DOC. 2.1 Com base no documento 2, assinala as afirmações verdadeiras (V) e falsas (F). Afirmações V F a) Os bandeirantes eram militares que foram para o Brasil combater os índios. b) Os bandeirantes eram colonos que se dirigiam para África para capturar escravos. c) Os bandeirantes eram grupos de colonos que rompiam por entre a densa vegeta- ção, à procura de ouro, pedras preciosas e índios para trabalharem como escravos. d) Os bandeirantes conseguiram descobrir importantes minas de ouro. e) Os bandeirantes penetraram pelo interior do Brasil para construírem aldeamentos, onde protegerem os índios da escravatura. f) Os bandeirantes foram escravizados, tendo de trabalhar nos engenhos de açúcar e nas minas. 2.2 Com base no documento 3, risca as palavras erradas no texto seguinte. A produção de açúcar/canela e a descoberta de ouro no Brasil, levaram muitos colonos/missionários a partirem de Portugal/Angola na esperança de enriquecerem. De África foram levados milhares de escravos/índios para trabalharem, essencialmente, nos engenhos de açúcar e nas minas. Os colonos/ missionários foram para o Brasil para cristianizarem os índios e para os protegerem da escravatura.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 209 TESTE 1B 3 Lêo documento seguinte. A vida dos escravos E (…) imensas gentes que da África vão para a América; entra uma nau de Angola e deixa no mesmo dia quinhentos, seiscentos e, talvez, mil escravos. Depois de chegados olhamos para estes miseráveis e para os que chamam seus senhores. Os senhores, poucos, os escravos, muitos; os senhores vestindo ricamente, os escravos nus; os senhores banqueteando, os escravos morrendo à fome; os senhores nadando em ouro e prata, os escravos carregados de ferros; os senhores tratando-os como brutos, os escravos temendo-os como deuses. Estes homens não são filhos da mesma Eva e do mesmo Adão? Padre António Vieira, Sermão do Rosário, XXVII (adaptado) 4 DOC. 3.1 Escreve junto de cada alínea a palavra «senhor» ou «escravo». a) – Vestia-se ricamente. c) – Tinha muito ouro e prata. b) – Era mal alimentado. d) – Era preso com ferros. 3.2 Assinala a resposta correta. O autor do documento, o padre António Vieira, defende: a) Os escravos. c) O rei. b) Os senhores. d) Os missionários. II O poder absoluto 1 Observa os documentos 1 a 3 e lê o documento 4. D. João IV ___________ 7 D. Afonso VI __________ 3 D. Pedro II ___________ 2 D. João V ____________ 0 2 DOC. 0 5 000 10 000 15 000 20 000 25 000 1722 1720 1715 1714 1713 1712 1705 1701 1699 775 1785 4350 14 500 7250 9000 14 400 25 000 11 500 Kg de ouro 1 DOC.
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    210 O poder deD. João V O aumento dos impostos e o ouro do Brasil deram a D. João V os meios de controlar a nobreza, através de pensões e dádivas, reforçando a sua au- toridade acima de todos. A.H. Oliveira Marques, História de Portugal, vol. II (adaptado) 4 DOC. 1.1 Agora completa o texto seguinte com o número do documento correto. D. João V tornou-se um monarca muito rico (Doc.__), graças ao ouro vindo do Brasil (Doc.__). Parte desse ouro serviu para D. João V controlar a nobreza (Doc.__). Foi um rei com poder absoluto, pois todos lhe obedeciam e nunca reuniu as cortes (Doc.__). Era ele que detinha os poderes legislativo, executivo e judicial. III A sociedade de ordens 1 Lê os textos A, B e C. Depois identifica o grupo social retratado em cada um. 2 Completa a frase: O e a eram grupos sociais porque tinham direitos que o povo não tinha. O povo era o grupo social , pois era o único grupo que pagava impostos e vivia com muitas dificuldades. Alguns , apesar de pertencerem ao povo, eram ricos e cultos TESTE 1B Era considerado o grupo social que estava mais perto de Deus, sendo, por isso, muito respeitado e tendo muitos poderes. Era constituído por dois grandes grupos: pessoas cul- tas, ricas e com muito prestí- gio e camponeses, vendedores ambulantes, carregadores, mendigos, que não tinham qualquer prestígio. Era o grupo social mais próximo do rei pois parte dos seus elementos tinha como principal função defender o território através da guerra. A C B Coche de D. João V. 3 DOC.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 211 IV A arte noséculo XVIII 1 O reinado de D. João V ficou marcado pela construção de obras monumentais. Observa o documento seguinte. 1 DOC. 1.1 A partir da observação do documento, refere duas características do estilo barroco. V Lisboa Pombalina e a ação do Marquês de Pombal 1 Observa os documentos 1 e 2. Depois, completa o texto seguinte. 1 DOC. 2 DOC. TESTE 1B
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    212 1.1 No dia1 de novembro de , Lisboa sofreu um violento , seguido de um maremoto e vários incêndios. Muitas casas, palácios e igrejas foram e milhares de pessoas. O rei , incumbiu o seu ministro, Sebastião José de Carvalho e Melo, mais conhecido por , da reconstrução da parte da cidade de que foi destruída. A Baixa Pombalina passou a ter retilíneas, calcetados e uma grande . 2 Observa os documentos 3 e 4 e compara-os. 2.1 Identifica o que corresponde ao «antes» e ao «depois» do terramoto, legendando as imagens. 3 Lê a seguinte cronologia. 3 DOC. 4 DOC. TESTE 1B 1755 1756 1759 1761 1772 đƫFundação da Companhia do Comércio do Grão Pará e Maranhão, no Brasil. Os comerciantes portugueses eram os únicos a poder fazer comércio nestas regiões. đƫCriação da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro. đƫO Marquês de Pombal expulsa os Jesuítas. đƫO duque de Aveiro e a família Távora são acusados de estar envolvidos num atentado contra o rei e condenados à morte. đƫProibição da escravatura em Portugal. đƫPublicação da lei que contempla a criação de escolas primárias por todo o reino.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 213 3.1 Completa asalíneas seguintes com o ano da cronologia que corresponde a cada uma. a) Desenvolvimento da agricultura – b) Submissão do clero e da nobreza – c) Proteção da burguesia portuguesa – d) Melhoria no ensino – e) Proibição da escravatura – TESTE 1B VI 1 Ordena cronologicamente os seguintes acontecimentos, numerando-os de 1 a 6: a) D. José I torna-se rei de Portugal. b) Terramoto que destruiu parte da cidade de Lisboa. c) Construção do Palácio-convento de Mafra. d) O Marquês de Pombal é nomeado ministro do Reino. e) Descoberta de ouro no Brasil. f) D. João V torna-se rei de Portugal. FIM Este teste correu-me muito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e estudei em casa. Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na realização das atividades e estudei pouco em casa. Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das atividades e não estudei em casa. Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades. Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei que terei de mudar a minha atitude. Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor corresponde ao teu trabalho nas aulas e em casa.
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    Avaliação/Observação __________________________________ Professor(a): ______________________ Nome: __________________________________________________________N.O : ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____ 214 TESTE 2B I A Revolução Francesa de 1789 e os seus reflexos em Portugal 1 Observa, com muita atenção, o documento seguinte. Depois, indica: 1.1 o acontecimento referido; 1.2 data em que ocorreu; 1.3 as ideias defendidas pelos revolucionários. 2 Observa agora o documento 2. 2.1 Refere quem decretou o Bloqueio Continental. 2.2 Explica por que é que o tracejado que circunda a Europa é interrompido em Portugal. Mar Mediterrâneo OCEANO ATLÂNTICO IMPÉRIO FRANCÊS HOLANDA ESPANHA PORTUGAL SUÍÇA REINO DA ITÁLIA REINO DE NÁPOLES Lisboa Roma Elba Córsega Sardenha Viena Paris Londres Amiens N 2000 km 0 2 DOC. A Revolução Francesa: «Liberdade, Igualdade e Fraternidade». Império Francês Países dependentes de França Bloqueio Continental, ordenado por Napoleão Bonaparte, imperador dos Franceses. 1 DOC.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 215 TESTE 2B 3 Observao mapa das invasões napoleónicas (documento 3). Com base na informação fornecida, completa o quadro seguinte. 4 Lê o texto seguinte e observa atentamente a imagem. 4.1 Em qual das três invasões napoleónicas terá ocorrido o episódio relatado? Justifica a tua resposta. 4.2 Assinala, no documento 3, o sítio onde ocorreu a batalha referida. 4.3 Menciona o que aconteceu aos batalhões franceses. Invasões Anos Comandante francês Nas três invasões, os Franceses foram expulsos pelo 1.a 2.a 3.a OCEANO ATLÂNTICO Braga Chaves Orense Porto Buçaco Redinha Lavos Castelo Branco Abrantes Roliça Caldas da Rainha Vimeiro LISBOA Ciudad Rodrigo Sabugal Celorico da Beira N 50 km 0 Estamos a 3 de abril de 1811, as tropas de Mas- sena, depois de levantado o intenso nevoeiro são surpreendidas pelas tropas anglo-lusas que atra- vessando a vau (com profundidade de cerca de 1/2 metro) o rio Côa na zona das Pladas (…) atacam pela retaguarda desbaratando por completo os ba- talhões franceses em fuga [batalha do Gravato – Sabugal]. http://ozendoarco.blogspot.pt (consultado a 07.03.2017) 4 DOC. 3 DOC. 5 DOC. Terceira invasão – Massena (1810-1811) Segunda invasão – Soult (1809) Primeira invasão – Junot (1807-1808) Percurso do exército inglês que veio ajudar Portugal Linhas de Torres Vedras Batalhas Sabugal.
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    216 TESTE 2B II A RevoluçãoLiberal de 1820 1 As ideias defendidas pelos revolucionários franceses espalharam-se pela Europa e também chegaram a Portugal. 1.1 Ordena as frases seguintes de modo a obteres um pequeno texto sobre o assunto. 1.2 Completa o esquema seguinte, com as frases da questão anterior. 1.3 Explica porque é que se chama monarquia liberal ou constitucional à nova forma de governo. 1.4 Em 1822 foi aprovada a primeira Constituição portuguesa. Refere o que é uma «Constituição». A A monarquia liberal ou constitucional passou a ser a forma de governo. B O Sinédrio era uma sociedade secreta que preparou a revolução. C Em 1820 deu-se a revolução que pôs fim à monarquia absoluta. D Os Ingleses controlavam o governo e o exército de Portugal. Revolução Liberal de 1820 Causas Consequências
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 217 As leis sãofeitas pelos deputados nas Cortes O rei e os secretários de Estado governam, aplicando as leis Os juízes julgam quem não cumpre as leis 2 Com o triunfo da monarquia liberal, o poder deixou de estar concentrado no rei e passou a ser exercido por outros órgãos. Observa o documento 1. 2.1 Liga, através de setas, cada poder da monarquia liberal ou constitucional à respetiva função: 2.2 Assinala as afirmações verdadeiras (V) e falsas (F). Depois, corrige as falsas. Monarquia absoluta Monarquia constitucional TESTE 2B Poder Legislativo Poder Executivo Poder Judicial O rei é o juiz supremo O rei governa, aplicando as leis O rei faz as leis Afirmações V F A. Na monarquia absoluta o rei não detém todos os poderes. B. Na monarquia liberal, o poder é tripartido: legislativo, executivo e judicial. C. O poder judicial é exercido pelos juízes, na monarquia absoluta. D. O poder executivo é exercido pelo rei, na monarquia absoluta. E. O poder legislativo pertence ao Parlamento, na monarquia liberal. F. O poder judicial é exercido pelos juízes, nos tribunais, na monarquia liberal. 1. Julgar quem não cumpre as leis 2. Fazer as leis 3. Governação do país a) Poder legislativo c) Poder judicial b) Poder executivo 1 DOC.
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    218 TESTE 2B D. PedroIV D. Miguel 3.1 Completa o texto seguinte: D. era de D. Miguel e filho de D. Carlota Joaquina e de D. . Quando D. João VI morreu, D. foi aclamado rei de Portugal, pois era o filho mais . Os pais de D. eram D. e D. Leopoldina . 4 Observa os documentos 3 e 4. É bom não esquecer que esta guerra teve a particu- laridade de ser uma guerra civil, ou seja, opôs um grupo de Portugueses a outro grupo de Portugueses só porque tinham ideias diferentes. Sendo assim, no lado de lá do campo de batalha, não estavam desconhecidos. Estavam irmãos, primos, amigos de infância. Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, Um Trono para Dois Irmãos, Lisboa, Editorial Caminho (adaptado). 4 DOC. 3 DOC. 4.1 Risca as palavras incorretas existentes nas afirmações seguintes. a) Os grupos em confronto eram comandados por D. Pedro/D. João e por D. Duarte/D. Miguel. b) Os absolutistas eram comandados por D. Pedro/D. Miguel e os liberais por D. Pedro/D. Miguel. c) Este conflito chamou-se guerra civil/mundial, porque lutaram entre si grupos de habitantes do mesmo país. d) Esta guerra decorreu entre 1832 e 1834 e terminou com a vitória dos liberais/absolutistas. 4.2 Refere o tipo de monarquia defendido, respetivamente, por D. Pedro e por D. Miguel. 3 Analisa cuidadosamente o documento 2, sobre a descendência de D. João VI. D. Carlota Joaquina (n. 1775 – m. 1830) D. João VI (reinado – 1816-1826) D. Pedro IV – filho mais velho (reinado – 1826) D. Leopoldina (n. 1797 – m. 1826) D. Adelaide (n. 1831 - m. 1909) D. Miguel (reinado – 1828-1834) D. Maria II (reinado – 1826-1853) D. Fernando (n. 1816 – m. 1885) D. Pedro (n. – 1825-1891) 2 DOC.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 219 TESTE 2B 5 5.Ordenacronologicamente os seguintes acontecimentos, numerando-os de 1 a 4. Saída da família real para o Brasil. Primeira invasão napoleónica. Revolução francesa. Guerra Civil entre liberais e absolutistas. Este teste correu-me muito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e estudei em casa. Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na realização das atividades e estudei pouco em casa. Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das atividades e não estudei em casa. Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades. Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei que terei de mudar a minha atitude. Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor corresponde ao teu trabalho nas aulas e em casa. FIM
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    Avaliação/Observação __________________________________ Professor(a): ______________________ Nome: __________________________________________________________N.O : ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____ 220 TESTE 3B I Portugal na segunda metade do século XIX 1 Na segunda metade do século XIX, ocorreram grandes alterações na economia e na sociedade portuguesa. Observa os documentos 1 e 2. 1 DOC. 2 DOC. 1.1 Completa o texto seguinte com o número da palavra ou expressão correta. 1. cultivadas 2. árvores 3. século XIX 4. animais 5. gado 6. agricultura 7. batata 8. máquinas 9. baldios Até meados do ___, havia muitas terras que não eram ___. Havia terras cobertas de ___, outras serviam de pastagem para o ___. Utilizavam-se instrumentos antiquados puxados por ___. Na segunda metade do século XIX, os governos liberais tomaram medidas para modernizar a ___. Passou a utilizar-se ___, muitos ___ foram divididos e entregues a camponeses que os passaram a cultivar, desenvolveram- -se culturas como o milho, a vinha e a ___. 2 A introdução da máquina na agricultura, na indústria e nos transportes provocou grandes alterações. Lê os documentos 3 e 4. Nada consome quando não trabalha; nunca se cansa nem precisa de dormir; não está sujeita a doenças se é bem construída; só recusa trabalhar quando está gasta pela idade; trabalha em tudo: é mineira, marinheira, tecedeira, ferreira, moleira; numa palavra, faz todos os ofícios. O Panorama (revista do século XIX), 1839 (adaptado) 3 DOC. Os trabalhadores receberam mal este invento [a máquina a vapor], e sítios há em que se têm oposto ao trabalho das máquinas (…) As máquinas, com dois homens (…) fazem o tra- balho de 45 a 50 bons trabalhadores. Arquivo Rural, vol. I, 1858 (adaptado) 4 DOC. Tanto trabalho e tão pouca produção… Com estas mudanças já conseguimos produzir mais!
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 221 1821 Introdução damáquina a vapor na indústria em Portugal. 1823 Primeira carreira Lisboa-Porto em barco a vapor. 1856 Inauguração da primeira linha férrea, que ligava Lisboa ao Carregado. 4.1 Identifica a grande inovação introduzida em Portugal no século XIX. 4.2 Que meios de transporte beneficiaram com essa inovação? Produção artesanal Produção mecanizada Oficina Operário Poucos trabalhadores Menos tempo gasto na produção Poucos produtos Produtos todos iguais 3.1 Refere o tipo de produção que fez baixar os preços. 4 Lê atentamente a seguinte cronologia. TESTE 3B 2.1 Lê atentamente o texto. Depois risca as palavras/expressões incorretas. O assunto abordado nos dois documentos é a utilização/não utilização da máquina em diversas ati- vidades. A máquina tem muitas vantagens/desvantagens: não se cansa/precisa dormir e trabalha em tudo/em algumas atividades, por isso, se refere que faz todos os/alguns ofícios. Uma vez que a máquina «faz todos os ofícios», os trabalhadores receberam-na bem/mal, tendo-se oposto à/apoiado a utilização da mesma, pois temiam perder os empregos. 3 A indústria sofreu uma grande evolução. Completa o quadro seguinte, que compara a produção arte- sanal com a produção mecanizada.
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    222 7.1 Completa oquadro seguinte, escrevendo o número dos documentos no local correto. TESTE 3B 5 Lê os documentos 5 e 6. 5.1 Risca as palavras erradas no texto seguinte: Na segunda metade do século XVIII/XIX, a população portuguesa diminuiu/aumentou. Lisboa teve maior/menor crescimento do que o Porto. 5.2 Refere duas razões que levavam tantas pessoas a preferir viver nestas duas cidades. 1840 1860 1880 1900 N.° de habitantes de Lisboa 0 100 000 200 000 300 000 400 000 1840 1860 1880 1900 N.° de habitantes do Porto 0 100 000 200 000 300 000 400 000 7 DOC. 8 DOC. 9 DOC. 10 DOC. 11 DOC. Vida quotidiana Documentos Na cidade No campo 7 Observa os documentos seguintes. 6 Dá dois exemplos que mostrem que a seguinte frase é verdadeira: «Os governos liberais preocuparam- -se com os Direitos Humanos». 5 DOC. 6 DOC.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 223 TESTE 3B 8 Completao texto, preenchendo os espaços em branco com as seguintes palavras ou expressões. batata região difícil pão festas religiosas materiais criação de gado bailes agricultura procisões clima As principais atividades das pessoas do campo continuavam a ser a e a . Embora tivesse havido muitas melhorias na agricultura, a vida destas pessoas continuava a ser . Alimentavam-se com os produtos que produziam, como por exemplo , arroz, e gordura de porco. O seu vestuário era simples e variava conforme a , o e os trabalhos que realizavam. Também o tipo de casa variava conforme a localização, o clima e os existentes na região. Os divertimentos das pessoas do campo estavam muito ligados aos trabalhos agrícolas e às como era o caso das . Feiras e eram outra forma de diversão. 1872 Primeiro grande movimento de greves (29). 1880 Fundação de 30 novas fábricas. 1886 Greves dos operários metalúrgicos. 1890 Primeira comemoração do dia 1 de Maio, em Lisboa. 1891 Decreto regulamentando o trabalho das mulheres e dos menores nas fábricas. 9 Com o desenvolvimento da indústria surge o operariado. Observa os documentos 12 e 13 e lê a cronologia (documento 14). 1852 N.° de operários (em milhares) 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 1881 12,5 45 Fábrica (finais do século XIX). Número de operários em Portugal. 12 DOC. 13 DOC. 14 DOC. 9.1 Completa o texto seguinte com o número do documento correto. Com o desenvolvimento da indústria aumentou muito o número de trabalhadores nas fábricas (Doc. ). Foi surgindo um novo grupo social, o operariado, que incluía homens, crianças e mulheres (Doc. ). O operariado formou associações de operários, que organizaram diversas greves (Doc. ) para lutarem por melhores salários e por melhores condições de trabalho. Os governos liberais fizeram algumas leis sobre o trabalho das mulheres e das crianças (Doc. ). CRONOLOGIA
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    224 Este teste correu-memuito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e estudei em casa. Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na realização das atividades e estudei pouco em casa. Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das atividades e não estudei em casa. Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades. Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei que terei de mudar a minha atitude. Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor corresponde ao teu trabalho nas aulas e em casa. TESTE 3B
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano Avaliação/Observação __________________________________ Professor(a): ______________________ Nome: __________________________________________________________N.O : ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____ 225 TESTE 4B I Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926 1 Observa o documento 1. Depois completa o texto seguinte: Rio Congo OCEANO ÍNDICO OCEANO ATLÂNTICO Sofala Lourenço Marques Luanda 2000 km 0 Rio Zambeze Lago Niassa A Grã-Bretanha, a França e a Alemanha pretendiam ocupar territórios em , para se apoderarem das suas riquezas. Em 1884-1885 realizou-se a Conferência de , tendo ficado decidido que os eram de quem os efetivamente, não importando quem os tivesse . Esta decisão prejudicou , que procurou ocupar alguns territórios entre Angola e . O governo português apresentou o , onde assinalava os territórios a que se achava com direito. 2 Observa o documento 2. 2.1 Identifica o acontecimento a que se refere o documento. 2.2 Refere: a) quem levou a cabo esse acontecimento; b) o que aconteceu à família real. 2.3 Menciona: a) a forma de governo que terminou; b) a forma de governo que se iniciou. 1 DOC. 2 DOC.
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    226 TESTE 4B 3 Assinalacom uma cruz (X) as imagens referentes às primeiras medidas republicanas. 4 Lê o documento 8. P ;).Ď5'-)+)()=$(5$=Ď35;;);Y P ´354$;:.$Ď-);)(.=ė;.$Z5)/$Z:$4(5 o rei morre, sucede-lhe o filho mais velho. P 8;).()4=)($)8ù1.'$Ď5'-)+)()=$(5) governa durante um período de tempo imposto por lei. P ĩ)1).=58)15'.($(ē5)1).=5;)Y 8 DOC. 3 DOC. 4 DOC. 6 DOC. 7 DOC. 5 DOC. 4.1 Assinala com uma cruz (X) as afirmações verdadeiras (V) e falsas (F). Depois, corrige as que estiverem erradas. Afirmações V F a) Na monarquia, o chefe do Estado é o rei, até morrer. b) O presidente da República exerce o cargo durante o período de tempo previsto na lei. c) A monarquia era hereditária, pois ao rei não sucedia o filho. d) O presidente da República é eleito pelos cidadãos eleitores ou pelos deputados eleitos por eles.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 227 5 Completa oesquema com a seguinte informação. TESTE 4B đ Um dia de descanso semanal e oito horas de trabalho diário. đ Criação dos primeiros jardins de infância. đ Seguro obrigatório para doença, velhice e acidentes de trabalho. đ Criação de escolas primárias. đ Ensino. đ Direito à greve. đ Trabalho. đ Combate ao analfabetismo. đ đ đ đ đ đ đ đ Medidas republicanas 6 Observa o documento 9 com muita atenção. Os alimentos estão cada vez mais caros! Nada funciona neste país! Está tudo em greve! Os governantes estão sempre a mudar! Portugal nunca devia ter entrado na Grande Guerra! 1 3 2 4 9 DOC. 6.1 Completa o texto seguinte com o número do balão correto. A instabilidade política (balão____), o elevado número de grevistas (balão____), o elevado preço dos produtos e a sua escassez (balão____) e a participação de Portugal no primeiro conflito mundial (balão____), provocaram o descontentamento de muitos portugueses. 6.2 Refere o ano em que se iniciou e o ano em que terminou a I República.
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    228 TESTE 4B 7 Observacom muita atenção o esquema seguinte. đ Aumento do preço dos produtos alimentares. đ Redução do poder de compra. đ Muitas greves. đ Atentados à bomba. Crise social Crise política đ Despesas do Estado superiores às receitas đ Empréstimos ao estrangeiro – crescimento da dívida externa. đ Mudanças sucessivas de Governo. đ Desentendimento entre os partidos políticos. Crise financeira 8 Observa os documentos 10 e 11. Depois, legenda-os com a seguinte informação: Caricatura sobre a censura Encerramento do Parlamento por ordem dos militares As leis deixaram de ser feitas pelos deputados Acabou a liberdade de expressão 10 DOC. 11 DOC. 7.1 Identifica o que conduziu ao golpe militar de 1926.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 229 II O Estado Novo(1933-1974) TESTE 4B 1 Assinala a alínea que completa corretamente a seguinte afirmação: «Salazar governou em ditadura, pois… a) … respeitou a Constituição de 1933 que garantia a eleição do presidente da República pelos cidadãos eleitores.» b) … o governo governava, a Assembleia Nacional, eleita pelos cidadãos eleitores, fazia as leis e os juízes julgavam os que não as cumpriam.» c) … progressivamente, foi-se apoderando dos poderes do presidente da República, a Assembleia Nacional praticamenteapenasaprovavaasleisqueSalazarqueria,mandavaemtudoetodostinhamdelheobedecer.» d) … discordou dos militares que acabaram com a I República.» 9 Completa o quadro com a informação seguinte, colocando o número de cada afirmação no local que lhe corresponde. 1. Iniciou-se a 28 de maio de 1926, com o golpe militar chefiado pelo general Gomes da Costa. 2. Iniciou-se em 5 de outubro de 1910 e terminou em 1926. 3. O Parlamento foi encerrado. 4. Os deputados ao Parlamento eram eleitos pelos cidadãos. 5. O governo era escolhido pelo presidente da República. 6. O governo era escolhido pelos militares. 7. Foi proibido o direito à greve. 8. Foi concedido o direito à greve. 9. As mudanças de governo eram frequentes. 10. O valor das despesas do Estado era muito superior ao das receitas. A I República A Ditadura Militar 2 Completa a seguinte cronologia com os acontecimentos que correspondem a cada ano. 1928 1932 1933
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    230 TESTE 4B 4 Lêatentamente o texto seguinte. 4.1 Completa o quadro seguinte sobre as eleições presidenciais de: Durante o Estado Novo, ou salazarismo, as eleições não eram verdadeiramente livres. A oposição não podia fazer campanha livremente nem controlar a contagem dos votos. Em 1958, a candidatura de Hum- berto Delgado às eleições presidenciais, com o apoio de toda a oposição, conseguiu grande apoio popular. Contudo, Américo Tomás, candidato apoiado por Salazar, foi declarado vencedor. HGP6, Texto Editores, 2011. 8 DOC. Candidato apoiado pela ditadura Candidato apoiado pela oposição Candidato declarado vencedor Conclusão: As eleições no tempo do Estado Novo não eram 3 Observaosdocumentosseguintes.Depois,completaasalíneascomonúmerodosdocumentoscorretos. 1 DOC. 2 DOC. 3 DOC. 4 DOC. 5 DOC. 6 DOC. 7 DOC. a) Obras públicas – b) Partido único – c) Falta de liberdade –
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 231 5 Após ofim da II Guerra Mundial, Portugal continuou a manter colónias em África, ao contrário dos outros países europeus, o que levou ao surgimento dos movimentos de independência. Observa o documento 9. 5.1 Identifica o continente onde se deu a Guerra Colonial. 5.2 Refere duas consequências da Guerra Colonial. 6 Ordena cronologicamente os seguintes acontecimento, numerando-os de 1 a 4. a) Início da Ditadura Militar c) Salazar, presidente do Conselho de Ministros b) Início da Guerra Colonial d) Aprovação da Constituição do Estado Novo. Angola Cabo Verde Madeira Açores Guiné São Tomé e Príncipe Moçambique Diu Damão Goa Macau Timor EUROPA ÁSIA ÁFRICA OCEANO ATLÂNTICO OCEANO PACÍFICO OCEANO ÍNDICO 1961 1961 1963 1964 Conflito armado N 2000 km 0 9 DOC. TESTE 4B Este teste correu-me muito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e estudei em casa. Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na realização das atividades e estudei pouco em casa. Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das atividades e não estudei em casa. Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades. Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei que terei de mudar a minha atitude. Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor corresponde ao teu trabalho nas aulas e em casa. FIM
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    Avaliação/Observação __________________________________ Professor(a): ______________________ Nome: __________________________________________________________N.O : ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____ 232 TESTE 5B I O 25 de abril de 1974 e o regime democrático 1 Em 1933, começou o Estado Novo, período em que Portugal viveu em ditadura. Observa o documento 1. 1.1 Identifica as imagens que correspondem: a) ao período anterior ao 25 de Abril; b) ao 25 de Abril; c) ao apoio do povo ao MFA. a) b) c) 1 DOC.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 233 2 Observa atentamenteos documentos e assinala a resposta correta. 3 Lê o documento 4. Medidas a curto prazo 1. No prazo máximo de três semanas após a conquista do poder, a Junta de Salvação Nacional escolherá, de entre os seus membros, o que exercerá as funções de Presidente da República Portuguesa (...) 5. O Governo Provisório (…) obrigar-se-á a promover imediatamente: (…) b) A liberdade de reunião e associação (…). c) A liberdade de expressão e de pensamento sob qualquer forma. 6. O Governo Provisório lançará os fundamentos de: a) Uma nova política económica posta ao serviço do Povo Português, em particular das camadas da população até agora mais desfavorecidas (...). 8. A política ultramarina do governo (...) orientar-se-á pelos seguintes princípios: a) Reconhecimento de que a solução das guerras no Ultramar é política e não militar; b)Criaçãodecondiçõesparaumdebatefrancoeaberto,anívelnacional,doproblemaUltramarino(...). Excertos do Programa do MFA, 1974 (adaptado) 4 DOC. TESTE 5B a) Os manifestantes aplaudem Salazar. b) Os manifestantes festejam o 1.o de Maio, Dia do Trabalhador, mas estão a ser perseguidos pela polícia política. c) Os manifestantes festejam o primeiro 1.o de Maio em liberdade, após o 25 de Abril. d) Os manifestantes são contra a liberdade e contra o 1.o de Maio. 2 DOC. 3 DOC. 3.1. Risca, nas frases seguintes, as palavras/expressões incorretas, de modo a obteres afirmações verdadeiras. a) O programa do MFA defende/proíbe a liberdade para formar partidos políticos. b)ĩ,$;$4=.(5o fim/o início da censura e a proibição/liberdade de associação. c) A nova política económica terá como principal preocupação as camadas da população mais/menos desfavorecidas. d) A solução da guerra do Ultramar é política/militar.
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    234 3.2 Menciona aforma de governo que se iniciou com o 25 de Abril de 1974. 4 A Constituição de 1976 contém os direitos e deveres dos portugueses e a forma como se organiza o poder político. Lê com muita atenção o documento 5. A Constituição de 1976 Parte I – Direitos e deveres fundamentais Art.º 13.º – 1. Todos os cidadãos (...) são iguais perante a lei. Art.º 26.º – 2. Ninguém pode ser submetido a tortura, nem a maus tratos ou penas cruéis (…). Art.º 37.º – 1. Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem (...) bem como o direito de se informar. Art.º 45.º – 1. Os cidadãos têm o direito de se reunir pacificamente (…). Art.º 59.º – É garantido o direito à greve. Art.º 73.º – Todos têm direito à educação e cultura (…). Parte III – Organização do poder político Art.º 113.º – São órgãos de soberania (...) e os tribunais. Constituição de 1976 (excertos adaptados) 5 DOC. 4.1 Liga, através de setas, os artigos ao direito que lhes corresponde. a) Art.o 13.o 1. Garante o direito à greve. 2. Garante a igualdade perante a lei 3. Impede a existência da censura. 4. Impede a violência usada pela PIDE. 5. Garante o direito à educação. 6. Refere os órgãos do poder central. 7. Direito de reunião. b) Art.o 26.o c) Art.o 37.o d) Art.o 45.o e) Art.o 59.o f) Art.o 73.o g) Art.o 113.o TESTE 5B
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 235 5 Completa oquadro com as seguintes palavras ou expressões. Governo Assembleia de Freguesia Câmara Municipal Assembleia Regional Tribunais Presidente da Republica Assembleia Municipal Assembleia da República Junta de Freguesia Governo Regional Órgãos de poder central Órgãos de poder local Órgãos de poder regional ¤ ¤ · ¤ ¤ ¤ ¤ · ¤ ¤ II Espaços em que Portugal se integra 1 Assinala com V as afirmações verdadeiras e com F as afirmações falsas, sobre a União Europeia. A União Europeia (UE) foi fundada em 1957, por seis países, entre os quais a França. A UE começou por se chamar Comunidade Económica Europeia (CEE). Portugal só se tornou membro da CEE em 1986. O alargamento da UE, em 2004, foi o maior de todos – entraram mais 20 países. A moeda única, adotada desde 1 de janeiro de 2002, é o euro. A moeda que circula em Portugal é o escudo. TESTE 5B 6 Completa as alíneas seguintes com o órgão de poder correto. a) ___________________________ – Faz as leis para todo o país. b) ___________________________ – Faz as leis apenas para as regiões autónomas. c) ___________________________ – Resolve os problemas do concelho. d) ___________________________Vĩ;)854ė?)1Z85;)A)3815Z8)1$3$4=)4Đē5(5/$;(.4($+;),).$Y
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    236 2 Completa asafirmações seguintes com os principais objetivos da Organização das Nações Unidas (ONU). ¤ Manter a ______ no mundo. ¤ Desenvolver a ____________________ internacional a nível económico, social, cultural e humanitário. ¤ Promover o respeito pelos ________________ _______________ em todo o mundo. 3 Analisa atentamente o documento 1. OCEANO ATLÂNTICO OCEANO ÍNDICO PORTUGAL km 2000 0 Angola Brasil Cabo Verde Moçambique Timor-Leste Guiné-Bissau Guiné Equatorial São Tomé e Príncipe N 3.1. Refere a língua falada nos países assinalados no mapa. 3.2. Completa a seguinte frase: P.,4.+.'$ 3.3. Identifica os países que fazem parte da CPLP. TESTE 5B FIM
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 237 Este teste correu-memuito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e estudei em casa. Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na realização das atividades e estudei pouco em casa. Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das atividades e não estudei em casa. Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades. Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei que terei de mudar a minha atitude. Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor corresponde ao teu trabalho nas aulas e em casa. TESTE 5B
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    Avaliação/Observação __________________________________ Professor(a): ______________________ Nome: __________________________________________________________N.O : ______Turma: ______ EE: ___________ Data: ____/____/____ 238 TESTE 6B I A população portuguesa 1 Lê o documento 1. História dos censos em Portugal Em 1864, realizou-se o primeiro Recenseamento Geral da População Portu- guesa, o qual foi o primeiro a reger-se pelas orientações internacionais. Embora estas orientações já indicassem que os recenseamentos deveriam ser realizados de 10 em 10 anos o censo seguinte apenas se realizou em 1878, ao qual se seguiria o de 1890. A partir de então os recenseamentos da população têm vindo a realizar-se, com algumas exceções, em intervalos regulares de 10 anos. Em 1910 a turbulência vivida com a implantação da República motivou a não realização do censo, o qual teve lugar em 1911. Após a criação do INE em 1935, os recenseamentos passaram a ser realizados por este Instituto, o primeiro dos quais em 1940. Outro marco importante na história dos censos ocorreu em 1970, quando em simultâneo com o Recenseamento da População se realizou o I Recenseamento da Habitação. Mais recentemente, com o objetivo de harmonizar o calendário censi- tário da União Europeia (UE), o recenseamento de 1980 foi transferido para 1981. O último censo realizado em Portugal teve lugar em 2011. Instituto Nacional de Estatística, 2011 (adaptado) 1 DOC. 1.1 Completa as frases seguintes, de acordo com o texto, assinalando a letra correta. a) O primeiro recenseamento realizou-se em: A. 1864. B. 1911. C. 1935. b) Os censos realizam-se, normalmente: A. De 5 em 5 anos. B. De 10 em 10 anos. C. De 12 em 12 anos. c) O Instituto Nacional de Estatística (INE), foi criado em: A. 1910. B. 1935. C. 1940.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 239 TESTE 6B d) Emsimultâneo com o Recenseamento da População, em 1970 realizou-se também: A. O I Recenseamento da Habitação. B. O II Recenseamento da Habitação. C. O X Recenseamento da População. e) O último recenseamento em Portugal realizou-se em: A. 2001. B. 2011. C. 2016. 1.2 Refere a importância da realização periódica de censos. 2 Lê atentamente a seguinte notícia (doc. 2). Portugal tem a segunda taxa de natalidade mais baixa da União Europeia No ano passado, a taxa de natalidade em Portugal foi de 8,3%, a segunda mais baixa da União Europeia. É uma percentagem que combinada com a taxa de mortalidade de 10,3% leva o país a apresentar um saldo negativo de –2,2% na substituição de gerações, mostram os números do Eurostat divulgados esta sexta-feira. Os dados sobre a população do Gabinete de Estatística da União Europeia confirmam,também,queopaísviuonúmeroderesidentescair3,2%emtermos absolutos. Em janeiro último, tinha 10,341 milhões de habitantes, contra 10,374 milhões um ano antes. Jornal Expresso, 08.02.2016 (adaptado) 2 DOC. 2.1 Tendo por base a informação da notícia anterior, risca as palavras/expressões que não estão corretas, de forma a obteres afirmações verdadeiras. a) A natalidade é/não é um dos fatores que faz variar a população absoluta. b) A taxa de natalidade em Portugal é uma das mais altas/baixas da União Europeia. c) O número de residentes em Portugal diminuiu/aumentou. d) Em janeiro de 2016 Portugal tinha mais/menos residentes que um ano antes. e) A natalidade e a mortalidade são/não são fatores que fazem variar a população absoluta.
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    240 TESTE 6B 3 Observao documento 4, sobre a evolução da estrutura etária da população, em Portugal e por regiões (2001-2016). 2.2 Além da natalidade e da mortalidade, outros fatores fazem variar a população. Identifica-os, escrevendo os respetivos nomes nos lugares certos. 3 DOC. Portugal Norte Centro Lisboa V. Tejo Alentejo Algarve Açores Madeira 2001 2016 0 - 14 15 - 64 65 e + anos 0 20 40 60 80 100 % 0 20 40 60 80 100 % 4 DOC. 3.1 Assinala as afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F). Depois corrige as afirmações falsas. Afirmações V F a) O grupo etário que mais cresceu é o dos 65 e + anos. b) O grupo etário que mais tem diminuído é o dos 15-64 anos. c) A região onde se verifica maior aumento da população idosa é a Madeira. d) A região onde se encontra mais população jovem é os Açores. Entrada Saída 2. 1.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 241 TESTE 6B 4 Observao documento 5. Porto Caminha Bragança Braga Guimarães Aveiro Viseu Lisboa 1000 451 - 1000 180 - 450 100 - 179 30 - 99 30 Hab./km2 População total: 10 401 100 Território: 91 946 km2 Densidade populacional: 113,1 habitantes/ km2 N Faro Beja Évora Setúbal AÇORES Corvo Flores Faial Pico São Jorge Graciosa Terceira Ponta Delgada São Miguel Santa Maria 40 km 0 MADEIRA Porto Santo Funchal 40 km 0 40 km 0 5 DOC. 4.1 Com base no documento 5, define densidade populacional. 4.2 Liga, através de setas, as cidades da coluna A à expressão correspondente, na coluna B. 4.3 A densidade populacional é maior no litoral ou no interior?. Guarda ¤ Densidade populacional baixa ¤ Densidade populacional elevada Lisboa Funchal Portalegre Bragança A B
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    242 TESTE 6B 1.2 Refereo espaço com maior densidade populacional. Justifica com duas razões da preferência da popu- lação por esse espaço. 1.1 Completa o quadro seguinte. II Os lugares onde vivemos 1 Observa os documentos seguintes. 2 Observa atentamente os documentos. 1 DOC. 2 DOC. 4 DOC. 3 DOC. Espaço Documentos ¤ Rural ¤ Urbano Urgueira, Sabugal, em outubro. Urgueira, Sabugal, em agosto quando muitos emigrantes regressam. 5 DOC. 6 DOC.
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 243 TESTE 6B 2.1 Identificao problema que afeta as regiões do interior do país que as imagens mostram. 2.2 Refere duas causas da situação identificada na resposta anterior. 3 Completa o texto com as palavras/expressões seguintes. reciclagem espaços verdes cuidados médicos litoral tráfego transportes poluição Nas zonas rurais persistem a falta de e de ; nas cidades o é intenso provocando perda de tempo e , há insegurança e falta de . Na defesa do ambiente, é importante a e o tratamento de águas residuais. Os níveis de conforto são mais elevados nas regiões do . III As atividades que desenvolvemos 1 A partir da observação do documento 1, indica a região onde tem maior importância o setor: 1 DOC. Setor terciário Setor secundário Setor primário N AÇORES 40 km 0 MADEIRA 40 km 0 40 km 0 Norte Centro Lisboa e Vale do Tejo Alentejo Algarve 1.1 primário;
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    244 TESTE 6B 1.2 secundário; 1.3terciário. 2 Preenche o quadro com as palavras/expressões seguintes. Comércio Agricultura Indústria transformadora Pecuária Comunicações Administração Produção de energia Construção civil Estração mineira Setor primário Setor secundário Setor terciário Este teste correu-me muito bem porque estive atento/a nas aulas, participei na realização das atividades e estudei em casa. Este teste não me correu muito bem porque nem sempre estive atento/a nas aulas nem sempre participei na realização das atividades e estudei pouco em casa. Este teste não me correu nada bem porque não estive atento nas aulas, não participei na realização das atividades e não estudei em casa. Este teste correu-me muito mal porque, apesar de estar atento e trabalhar nas aulas e em casa, sinto dificuldades nesta disciplina. Vou esforçar-me mais para ultrapassar as minhas dificuldades. Este teste correu-me muito mal porque perturbo as aulas e não trabalho nem nas aulas nem em casa. Sei que terei de mudar a minha atitude. Agora que já resolveste o teu teste, lê atentamente as frases que se seguem e assinala (com um X) a que melhor corresponde ao teu trabalho nas aulas e em casa. FIM
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 245 TESTE 1 GRUPOS QUESTÃOSOLUÇÃO COTAÇÃO* I 1.1 A 4 1.2 B 4 1.3 D 5 1.4 D 8 1.5 A 5 2.1 A 8 3.1 D 8 II 1.1 A 5 2.1 B 8 III 1.1 B 8 IV 1.1 C 5 1.2 D 4 1.3 A 6 V 1.1 D 5 1.2 C 5 2.1 A 6 VI 1. A 6 TESTE 2 GRUPOS QUESTÃO SOLUÇÃO COTAÇÃO I 1.1 D 5 1.2 A 5 1.3 B 5 1.4 B 5 2.1 B 8 3.1 B 10 II 1.1 A 5 1.2 B 6 2.1 C 5 2.2 D 5 3.1 A 4 3.2 C 4 4. C 8 5.1 B 4 5.2 C 4 5.3 D 4 6. A 8 7. D 5 TESTE 3 GRUPOS QUESTÃO SOLUÇÃO COTAÇÃO I 1.1 C 5 1.2 B 5 1.3 B 5 2.1 D 8 3.1 A 5 3.2.1 B 5 3.2.2 A 5 3.3.1 C 5 3.3.2 B 5 4.1 A 5 4.2 C 5 4.3 B 5 4.4 C 5 5.1 D 5 5.2 A 5 6.1. C 7 7.1 C 5 8.1 D 5 8.2 A 5 CRITÉRIOS DE CORREÇÃO – TESTES DE CORREÇÃO RÁPIDA TESTE 4 GRUPOS QUESTÃO SOLUÇÃO COTAÇÃO I 1.1 a) C 5 1.1 b) D 5 1.2 B 5 2.1 C 5 3.1 B 6 4.1 D 6 II 1.1 A 6 2.1 D 4 3. A 4 4.1 C 4 4.2 D 4 5.1 A 5 5.2 D 6 6. A 6 7.1 A 4 7.2 B 3 7.3 C 3 7.4 C 3 8.1 A 4 8.2 D 3 8.3 B 4 9. D 5 * Em pontos percentuais
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    246 CRITÉRIOS DE CORREÇÃO– TESTES DE CORREÇÃO RÁPIDA TESTE 5 GRUPOS QUESTÃO SOLUÇÃO COTAÇÃO I 1.1 C 5 1.2 D 5 2.1 B 4 2.2 A 6 3.1 B 5 4. B 6 5.1 A 5 5.2 A 5 5.3 D 5 6.1 a) C 4 6.1 b) C 4 6.2 B 6 7.1 B 6 7.2 D 6 II 1. A 6 2. B 6 3.1 D 5 3.2 C 5 3.3 A 6 TESTE 6 GRUPOS QUESTÃO SOLUÇÃO COTAÇÃO I 1.1 A 5 1.2 B 5 2.1 C 5 2.2 B 5 3. A 7 4.1 D 4 4.2 A 6 5.1 D 6 6.1 D 5 6.2 a) A 4 6.2 b) C 4 II 1.1 C 5 1.2 A 5 2.1 B 6 2.2 D 6 III 1.1 C 4 1.2 D 4 1.3 B 4 2.1 C 5 2.2 D 5
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 247 CRITÉRIOS DE CORREÇÃO– TESTE 1A GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO I 1.1 África Ásia América • Escravos, marfim, algodão • Porcelanas, especiarias • Ouro, cacau, Café, açúcar 6 Refere corretamente de três a cinco produtos. 3 Dá outra resposta. 0 1.2 R: O aumento da área do império no continente americano e a cada vez maior importância do Brasil. 4 Refere a importância crescente do Brasil. 2 Dá outra resposta. 0 1.3 R: A concorrência de outros países no comércio das especiarias; a riqueza do Brasil. 4 Refere apenas um aspeto. 2 Dá outra resposta. 0 1.4 R: Açúcar e ouro. 4 Refere um produto. 2 Dá outra resposta. 0 2.1 R: b) 4 Dá outra resposta. 0 2.2 R: Risca as palavras seguintes: missionários; índios; colonos. 3 Risca corretamente duas palavras. 2 Dá outra resposta. 0 3.1 a) «Os senhores vestindo ricamente» / «os escravos nus». b) «Os senhores banqueteando» / «os escravos morrendo à fome». c) «Os senhores nadando em ouro e prata» / «os escravos carregados de ferro». d) «Os senhores tratando-os como brutos» / «os escravos temendo-os como deuses». 4 Transcreve corretamente duas ou três expressões. 2 Dá outra resposta. 0 3.2 R: A maioria das pessoas não estaria de acordo com o autor, pois a escravatura era uma prática corrente e normal, ou equivalente. 5 Dá outra resposta. 0 3.3 R: Resposta pessoal, devidamente fundamentada. 5 Resposta pessoal, mas sem fundamentação. 0 II 1.1 R: D. João V foi um rei absoluto e, por isso, nunca reuniu Cortes. 5 Refere o tipo de poder, mas não relaciona com o documento. 3 Dá outra resposta. 0 2.1 a) R: Habitação ricamente decorada, com carpetes, cadeiras… 3 Refere um ou dois aspetos. 2 Dá outra resposta. 0
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    248 GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOSCOTAÇÃO 2.1 b) R: Vestuário luxuoso seguindo a moda francesa. 3 Refere apenas um aspeto. 2 Dá outra resposta. 0 III 1.1 R: Imagem 1/ Doc. A; Imagem 2/Doc. C; Imagem 3/Doc. B; Imagem 4/ Doc. D. 4 Escreve corretamente dois ou três números. 2 Dá outra resposta. 0 IV 1.1 R: Doc. 1 - Palácio-convento de Mafra; Doc. 2 - Aqueduto das Águas Livres. 4 Legenda corretamente uma imagem. 2 Dá outra resposta. 0 1.2 R: Estilo barroco. 3 Dá outra resposta. 0 1.3 R: Abundância de decoração; uso de linhas curvas; revestimento a talha dourada e azulejo. 6 Refere duas características. 4 Dá outra resposta. 0 V 1.1 R: Terramoto de 1755. 4 Dá outra resposta. 0 1.2 R: O Marquês de Pombal. 4 Dá outra resposta. 0 2.1 R: Ruas largas, com traçado geométrico e passeios calcetados; prédios com a mesma altura; rede de esgotos. 6 Refere uma ou duas características. 3 Dá outra resposta. 0 3. R: Completa escrevendo as palavras pela ordem seguinte: indústrias; esco- las primárias; laboratórios; jesuítas; nobreza; rei; burguesia; escravatura. 8 Completa corretamente de seis ou sete espaços. 6 Completa corretamente de quatro ou cinco espaços. 4 Dá outra resposta. 0 VI 1. R: Ordena: 4-6-3-5-1-2. 5 Dá outra resposta. 0 2. R: a) 2; b) 3; c) 1; d) 5; e) 6; f) 4. 6 Liga corretamente de três a cinco conceitos. 3 Dá outra resposta. 0 CRITÉRIOS DE CORREÇÃO – TESTE 1A
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 249 CRITÉRIOS DE CORREÇÃO– TESTE 1B GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO I 1.1 Constituição do Império Português no século XVIII Ásia Goa, Diu, Damão, Timor África Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné, Angola, Moçambique América Brasil 10 Completa corretamente de cinco a nove palavras/expressões. 5 Dá outra resposta. 0 1.2 R: a) Brasil. b) América / Americano. 6 Responde corretamente a uma alínea. 3 Dá outra resposta. 0 2.1 R: F-F-V-V-F-F. 6 Classifica corretamente de três a cinco afirmações. 3 Dá outra resposta. 0 2.2 R. Risca: canela-missionários-Angola-índios-colonos. 6 Risca corretamente três ou quatro palavras. 3 Dá outra resposta. 0 3.1 a) senhor. b) escravo. c) senhor. d) escravo. 8 Transcreve corretamente de dois a três espaços. 4 Dá outra resposta. 0 3.2 R: a) Os escravos. 5 Dá outra resposta. 0 II 1.1 R: Doc. 3; Doc. 1; Doc. 4; Doc. 2. 6 Escreve corretamente o número de dois ou três documentos. 3 Dá outra resposta. 0 III 1. R: A – Clero B – Nobreza C – Povo 6 Identifica corretamente um grupo social. 3 Dá outra resposta. 0 2. R: Completa com: clero – nobreza – privilegiados – não privilegiado – burgueses. 8 Completa corretamente três ou quatro espaços. 4 Dá outra resposta. 0 IV 1.1 R: Azulejos e talha dourada. 6 Refere duas características. 3 Dá outra resposta. 0 V 1.1 R: Completa com: 1755 – terramoto – destruídos – morreram – D. José I – Marquês de Pombal – Lisboa – ruas – passeios – praça. 8 Completa corretamente de sete a nove espaços. 4 Dá outra resposta. 0 2.1 R: Doc. 3 – Depois do terramoto. Doc. 4 – Antes do terramoto. 5 Dá outra resposta. 0 3. a) 1756; b) 1759; c) 1755; d) 1772; e) 1761. 10 Completa corretamente quatro ou cinco espaços. 5 Dá outra resposta. 0 VI 1. R: Ordena: 4-6-3-5-1-2 10 Dá outra resposta. 0
  • 251.
    250 GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOSCOTAÇÃO I 1.1 R: Burguesia e povo. 4 Indica apenas um grupo. 2 Dá outra resposta. 0 1.2 R: Pagavam muitos impostos; a nobreza e o clero tinham muitos privilé- gios; o rei tinha poder absoluto. 5 Refere dois motivos do descontentamento. 3 Refere um motivo. 1 Dá outra resposta. 0 1.3 R: Uma revolução que pôs fim à monarquia absoluta em França. 4 Resposta incompleta. 2 Dá outra resposta. 0 1.4 R: Defendiam a igualdade, a liberdade e a separação dos poderes; 5 Refere duas ideias. 3 Dá outra resposta. 0 2.1 R: Completa com: clero; nobreza; povo; povo; clero; nobreza; anterior; a seguir. 5 Preenche corretamente de quatro a sete espaços. 3 Dá outra resposta. 0 3. R: Napoleão; Inglaterra; Bloqueio Continental; Portugal; 1.a invasão; Lisboa; inglês; Franceses; Porto; Linhas de Torres; Franceses. 8 Preenche corretamente de oito a dez espaços. 6 Preenche corretamente de cinco a sete espaços. 4 Dá outra resposta. 0 II 1.1 R: O Brasil deixou de fazer comércio apenas com Portugal, passando a fazê-lo também com outros países. 4 Refere a alteração sem relacionar com a cronologia. 2 Dá outra resposta. 0 1.2 Foi Portugal, porque deixou de controlar esse comércio que era muito lucrativo, ou equivalente. 4 Dá outra resposta. 0 1.3 R: Inglaterra. 5 Dá outra resposta. 0 1.4 R: Como os Ingleses vieram ajudar a combater os Franceses, Portugal fez tratados de comércio com a Inglaterra que beneficiaram os Ingleses. 5 Dá outra resposta. 0 2.1 R: A continuação da presença dos Ingleses em Portugal a mandar, e a continuação da família real no Brasil. 4 Refere apenas um motivo. 2 Dá outra resposta. 0 2.2 R: Uma revolução, feita pelos liberais, que pôs fim à monarquia absoluta em Portugal. 4 Escreve apenas «Uma revolução». 2 Dá outra resposta. 0 2.3 R: O clero e a nobreza, porque perdiam os privilégios, ou equivalente. 4 Refere apenas um grupo social, ou, referindo os dois, não justifica. 2 Dá outra resposta. 0 CRITÉRIOS DE CORREÇÃO – TESTE 2A
  • 252.
    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 251 CRITÉRIOS DE CORREÇÃO– TESTE 2A • Defensor da monarquia liberal. • Apoiado pelo clero, pela nobreza e por alguns populares. • Deu a independência ao Brasil. • Defensor da monarquia absoluta. • Fez-se aclamar rei e dissolveu as Cortes. • O seu exército ocupou a cidade do Porto. • O seu exército cercou a cidade do Porto. • Foi derrotado na Guerra Civil, tendo partido para o exílio. GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO II 3.1 R: a) Art.o . 9.o ; b) Art.o 29.o 4 Responde corretamente a uma alínea. 2 Dá outra resposta. 0 4. Poderes Quem detém os poderes Monarquia Absoluta Monarquia Liberal ou Constitucional Legislativo Rei Cortes Executivo Rei Rei e secretários de Estado. Judicial Rei Juízes /Tribunais 6 Completa corretamente três a cinco espaços. 4 Dá outra resposta. 0 5.1 R: D. Pedro e D. Miguel eram irmãos. 3 Dá outra resposta. 0 5.2 R: Eram D. Pedro e D. Leopoldina. 3 Dá outra resposta. 0 5.3 R: D. Pedro IV 3 Dá outra resposta. 0 6. R: D. Pedro IV D. Miguel 6 Liga corretamente seis ou sete afirmações. 4 Liga corretamente quatro ou cinco afirmações. 2 Dá outra resposta. 0 III 1. R: a) 2; b) 1; c) 5; d) 4; e) 3; f) 6. 6 Dá outra resposta. 0 2. R: a) 7; b) 5; c) 4; d) 1; e) 3; f) 6; g) 2. 8 Liga corretamente de quatro a seis conceitos. 4 Dá outra resposta. 0
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    252 GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOSCOTAÇÃO I 1.1 R: Revolução Francesa. 4 Dá outra resposta. 0 1.2 R: 1789. 6 Responde a uma parte da questão. 3 Dá outra resposta. 0 1.3 R: Liberdade, igualdade e fraternidade. 5 Refere duas ideias. 3 Dá outra resposta. 0 2.1 R: Napoleão Bonaparte. 5 Dá outra resposta. 0 2.2 R: Porque Portugal hesitou em obedecer ao Bloqueio Continental e Napoleão ordenou a invasão do reino, ou equivalente. 6 Dá outra resposta. 0 3. 8 Completa corretamente de três a seis espaços. 4 Dá outra resposta. 0 4.1 R: Na terceira, porque a zona referida encontra-se no percurso de retirada dos Franceses, na última invasão, ou equivalente. 5 Dá outra resposta. 0 4.2 R: Assinala no sítio certo. 4 Dá outra resposta. 0 4.3 R: Foram desbaratados e fugiram, ou equivalente. 5 Dá outra resposta. 0 II 1.1 R: A – 4; B – 2; C – 3; D – 1. 4 Ordena corretamente de duas a três frases. 2 Dá outra resposta. 0 1.2 R: Causas – frases B e D. Consequências – frase A. 6 Completa corretamente dois ou três espaços. 3 Dá outra resposta. 0 1.3 R: Porque o rei governa respeitando a Constituição, que contempla ideias liberais, ou equivalente. 5 Dá outra resposta. 0 1.4 R: Lei principal de um país, onde constam os direitos e os deveres dos cidadãos. Todas as outras leis têm de estar de acordo com a Constituição. 5 Refere apenas um aspeto. 3 Dá outra resposta. 0 CRITÉRIOS DE CORREÇÃO – TESTE 2B Invasões Anos Comandante francês Nas três invasões, os Franceses foram expulsos pelo exército anglo-português. 1.a 1807-1808 Junot 2.a 1809 Soult 3.a 1810-1811 Massena
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 253 GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOSCOTAÇÃO II 2.1 R: Poder legislativo – Fazer as leis. Poder executivo – Governação do país. Poder judicial – Julgar quem não cumpre as leis. 6 Liga corretamente um poder. 3 Dá outra resposta. 0 2.2 R: Verdadeiras – B, D, E, F. Falsas – A, C. A. Na monarquia absoluta o rei detém todos os poderes. C. O poder executivo é exercido pelo rei, na monarquia absoluta. 6 Assinala corretamente três a cinco afirmações e corrige uma errada. 4 Assinala de três a cinco afirmações mas não corrige. 2 Dá outra resposta. 0 3.1 R: D. Pedro – irmão – D. Pedro – D. Maria – D. Pedro IV – D. Leopoldina. 5 Completa corretamente de quatro a seis espaços. 3 Dá outra resposta. 0 4.1 R: Risca – D. João; D. Duarte; D. Pedro; D. Miguel; mundial; absolutistas. 5 Risca corretamente de três a cinco palavras. 3 Dá outra resposta. 0 4.2 R: D. Pedro – Monarquia liberal. D. Miguel – Monarquia absoluta 5 Dá outra resposta. 0 5. R: 3 – 2 – 1 – 4 5 Dá outra resposta. 0 CRITÉRIOS DE CORREÇÃO – TESTE 2B
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    254 CRITÉRIOS DE CORREÇÃO– TESTE 3A GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO I 1.1 1 – Morgadio 5 – Arroz 9 – Baldios 2 – Nobreza 6 – Regeneração 10 – Descansar 3 – Adubos 7 – Milho 11 – Batata 4 – Seleção 8 – Mecanização 8 Completa corretamente oito a dez espaços. 6 Completa corretamente cinco a sete espaços. 4 Dá outra resposta. 0 2.1 R: Liga à imagem do artesão: • Poucos trabalhadores. • Artesão. • O preço dos produtos é mais alto. • Os produtos são todos diferentes. • O trabalho é feito em casa ou em pequenas oficinas. Liga à imagem da produção mecanizada: • A produção é elevada e feita em menos tempo. • Os produtos são todos iguais. • Muitos trabalhadores. • Os trabalhadores são especializados. • Operário. 6 Liga corretamente sete a nove afirmações. 4 Liga corretamente quatro a seis afirmações 2 Dá outra resposta. 0 3.1 R; Introdução da máquina a vapor ou equivalente. 4 Dá outra resposta. 0 3.2 a) R: Referir três entre as várias vantagens referidas no documento. 4 Refere duas vantagens. 2 Dá outra resposta. 0 3.2 b) R: A máquina é utilizada em muitas atividades, ou equivalente. 4 Dá outra resposta. 0 3.3 a) R: Os trabalhadores. 4 Dá outra resposta. 0 3.3 b) R: A máquina faz as tarefas dos trabalhadores, levando-os ao desemprego, ou equivalente. 4 Dá outra resposta. 0 4.1 R: Vender jornais, varrer as ruas, ir à escola e passear. 5 Refere duas ocupações. 3 Dá outra resposta. 0 4.2 R: Está a chegar à cidade, porque estão a descarregar produtos do campo, ou equivalente. 5 Responde que está a chegar à cidade mas não justifica. 3 Dá outra resposta. 0 4.3 a) R: Os governos liberais preocuparam-se com o ensino, pois mandaram construir escolas primárias, entre outras medidas, ou equivalente. 5 Responde afirmativamente, mas não justifica. 3 Dá outra resposta. 0
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 255 CRITÉRIOS DE CORREÇÃO– TESTE 3A GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO I 4.3 b) R: Os governos liberais preocuparam-se com os transportes, pois nas ima- gens vemos o comboio, barcos e um «americano», ou equivalente. 5 Dá outra resposta. 0 5.1 R: Aumentou. 5 Dá outra resposta. 0 5.2 R: Iam à procura de emprego e de melhores condições de vida, ou equivalente. 6 Dá outra resposta. 0 6.1 R: Vida quotidiana: Documentos: Na cidade 14 e 15 No campo 11, 12 e 13 5 Preenche corretamente três ou quatro documentos. 3 Dá outra resposta. 0 7. R: Frase 1 – Doc. 16; Frase 2 – Doc. 17; Frase 3 – Doc. 18. 6 Liga corretamente duas ou três frases. 3 Dá outra resposta. 0 8. R: Quando surgiu em Portugal Na segunda metade do século XIX. Quem o constituía Operários Condições de vida Más, trabalhando muito e ganhando pouco. Como conseguiram melhorar as condições de vida Uniram-se, formaram associações/ sindicatos e recorreram à greve. 6 Completa corretamente duas ou três linhas. 3 Dá outra resposta. 0 9.1 R: «Arquitetura do ferro». 5 Dá outra resposta. 0 9.2 R: Ferro e vidro. 5 Dá outra resposta. 0 10. R: 1. a); 2. g); 3. f); 4. e); 5. d); 6. b); 7. c); 8. h) 8 Faz de quatro a seis correspondências corretas. 4 Dá outra resposta. 0
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    256 CRITÉRIOS DE CORREÇÃO– TESTE 3B GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO I 1.1 R: 3. século XIX; 1. cultivadas; 2. árvores: 5. gado; 4. animais; 6. agricultura: 8. máquinas; 9. baldios; 7. batata. 9 Completa corretamente de quatro a sete espaços. 5 Dá outra resposta. 0 2.1 R: Risca não utilização – desvantagens – precisa dormir – em algumas ati- vidades – alguns – bem – apoiado. 7 Risca corretamente de quatro a seis palavras / expressões. 4 Dá outra resposta. 0 3. R: Produção artesanal – Artesão; Mais tempo gasto na produção; Produtos todos diferentes. Produção mecanizada – Fábrica; Muitos trabalhadores; Muitos produtos. 8 Completa corretamente de oito a dez espaços. 6 Completa corretamente de cinco a sete espaços. 4 Dá outra resposta. 0 3.1 R: Produção mecanizada. 8 Dá outra resposta. 0 4.1 R.: A máquina a vapor. 6 Dá outra resposta. 0 4.2 R: Barcos e comboio. 6 Refere um. 3 Dá outra resposta. 0 5.1 R: Risca XVIII; diminuiu; menor. 6 Risca corretamente duas palavras. 3 Dá outra resposta. 0 5.2 R: Porque nas cidades havia mais empregos e melhores condições de vida, ou equivalente. 10 Refere um aspeto. 5 Dá outra resposta. 0 6. R: A abolição da pena de morte para crimes civis (1867) e a abolição da escravatura em todos os territórios portugueses (1869). 10 Refere um exemplo. 5 Dá outra resposta. 0 7.1 R: Nas cidades – docs. 10 e 11. No campo – docs. 7, 8 e 9. 10 Associa corretamente três ou quatro documentos. 5 Dá outra resposta. 0 8. R: agricultura - criação de gado – difícil – batata – pão – região – clima - materiais - festas religiosas – procissões - bailes. 10 Completa corretamente de sete a dez espaços. 8 Completa corretamente de quatro a seis espaços. 6 Dá outra resposta. 0 9.1 R: Doc. 12; Doc. 13; Doc. 14; Doc. 14. 10 Completa corretamente dois a três documentos 5 Dá outra resposta. 0
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 257 CRITÉRIOS DE CORREÇÃO– TESTE 4A GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO I 1.1 R: Na monarquia – Rei. Na república – Presidente da República. 4 Refere corretamente um aspeto. 2 Dá outra resposta. 0 1.2 R: É o presidente da República, que é eleito pelos cidadãos por um perío- do de tempo limitado. 4 Responde corretamente mas não justifica. 2 Dá outra resposta. 0 2.1 R: Dois acontecimentos que contribuíram para a queda da monarquia. • O Ultimato Inglês. • O regicídio. Quem apoiou os militares revoltosos. • O povo O que fez a família real • Fugiu Regime que terminou e regime que se iniciou • Terminou – Monarquia • Ano – 1910 • Iniciou – República • Século – XX 6 Completa corretamente quatro ou cinco espaços. 3 Dá outra resposta. 0 3.1 R: Balão 2; Balão 4; Balão 3; Balão 4 Completa corretamente com o número de dois ou três balões. 2 Dá outra resposta. 0 3.2 R: De 1910 a 1926. 4 Dá outra resposta. 0 4. R: a) 3; b) 4; c) 2; d) 1; e) 5. 5 Liga corretamente duas ou três datas. 3 Dá outra resposta. 0 5.1 Na eduçação: Medidas – Instrução obrigatória dos 7 aos 10 anos; Foi melhorado o ensino técnico e criadas escolas agrícolas, comerciais e industriais; Foram criadas as Universidades de Lisboa e do Porto. Finalidades – Combater o analfabetismo; Preparar pessoas para trabalharem nas principais atividades económicas; Garantir que mais estudantes pudessem fazer o ensino superior No trabalho: Medidas – Horário de 8 horas de trabalho; Direito à greve; Seguro obrigatório contra acidentes de trabalho, doença ou velhice; Descanso semanal obrigatório; Finalidades – Melhorar as condições de vida dos trabalhadores 6 Refere três ou quatro medidas. 4 Dá outra resposta. 0 6.1 R: Revolta militar de 28 de maio de 1926. 5 Dá outra resposta. 0 7. R: a) 2; b) 1; c) 5; d) 4; e) 3; f) 7; g) 6. 8 Liga corretamente de três a seis alíneas. 4 Dá outra resposta. 0
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    258 CRITÉRIOS DE CORREÇÃO– TESTE 4A GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO II 1. R: 1928 – Salazar, ministro das Finanças. 1929 – Salazar consegue equilibrar as contas do Estado. 1932 – Salazar é nomeado presidente do Conselho de Ministros. 1933 – Aprovação da Constituição. 4 2. R: Doc. 1; Doc. 2; Doc. 6; Doc. 3; Doc. 7; Doc. 5; Doc. 4. 6 Dá outra resposta. 0 3.1 As eleições não eram verdadeiramente livres, porque a oposição não podia fazer campanha, nem controlar as contagens dos votos, ou equivalente. 6 Refere apenas um aspeto. 3 Dá outra resposta. 0 3.2 a) Humberto Delgado. b) Américo Tomás. c) Américo Tomás. 6 Identifica corretamente dois elementos. 3 Identifica corretamente um elemento. Dá outra resposta. 0 4.1 R: Guiné, Angola e Moçambique. 5 Refere duas colónias corretamente. 3 Dá outra resposta. 0 4.2 R: Continente africano / África. 4 Dá outra resposta. 0 4.3 R: em 1961. 4 Dá outra resposta. 0 4.4 R: Muitos mortos e feridos portugueses e africanos; gastos em dinheiro enormes. 6 Refere uma consequência. 3 Dá outra resposta. 0 5. R: Início da Ditadura Militar – 1926. Salazar, presidente do Conselho de Ministros – 1932. Aprovação da Constituição do Estado Novo – 1933. Início da Guerra Colonial – 1961. Fim do Estado Novo – 1974. 5 Completa corretamente três ou quatro espaços. 3 Dá outra resposta. 0 6. R: a) 3; b) 1; c) 5; d) 4; e) 2. 8 Dá outra resposta. 0
  • 260.
    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 259 CRITÉRIOS DE CORREÇÃO– TESTE 4B GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO I 1. R: África – Berlim – territórios – ocupasse – descoberto – Portugal – Moçambique – Mapa Cor-de-Rosa 5 Preenche corretamente de quatro a sete espaços.. 3 Dá outra resposta. 0 2.1 R: À implantação da República, ou equivalente. 4 Dá outra resposta. 0 2.2 a) R: Exército, marinha e povo. 4 Dá outra resposta. 0 2.2 b) R: Pôs-se em fuga. 5 Dá outra resposta. 0 2.3 a) R: Monarquia. 3 Dá outra resposta. 0 2.3 b) R: República. 3 Dá outra resposta. 0 3. R: Documentos 4, 5 e 7. 6 Refere corretamente dois ou três documentos. 3 Dá outra resposta. 0 4.1 R: Verdadeiras: a); b); d). Falsa: c). A monarquia era hereditária, pois ao rei sucedia o filho. 5 Assinala corretamente duas frases e corrige. 3 Dá outra resposta. 0 5. R: Trabalho – Um dia de descanso semanal e oito horas de trabalho diário; Seguro obrigatório para doença, velhice e acidentes de trabalho; Direito à greve. Ensino – Criação dos primeiros jardins-de-infância; Criação de escolas pri- márias; Combate ao analfabetismo. 8 Coloca corretamente de sete a oito pontos. 6 Coloca corretamente de cinco ou seis pontos. 4 Dá outra resposta. 0 6.1 R: Balão 2; Balão 3; Balão 1; Balão 4. 4 Completa corretamente dois ou três balões. 2 Dá outra resposta. 0 6.2 R: 1910-1926. 4 Dá outra resposta. 0 7.1 R: A crise social, financeira e política. 4 Dá outra resposta. 0 8. R: Doc. 10 – Encerramento do Parlamento por ordem dos militares; as leis deixaram de ser feitas pelos deputados. Doc. 11 – Caricatura sobre a censura; acabou a liberdade de expressão. 6 Legenda corretamente um documento ou escreve corretamente duas frases. 3 Dá outra resposta. 0
  • 261.
    260 CRITÉRIOS DE CORREÇÃO– TESTE 4B GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO I 9. R: I República: 2; 4; 5; 8; 9; 10 Ditadura Militar: 1; 3; 6; 7; 9; 10 6 Coloca corretamente oito ou nove frases. 4 Coloca corretamente de cinco a sete frases. 2 Dá outra resposta. 0 II 1. R: c) … pois, progressivamente, foi-se apoderando dos poderes do presiden- te da República, a Assembleia Nacional praticamente apenas aprovava as leis que Salazar queria, mandava em tudo e todos tinham de lhe obedecer.» 5 Dá outra resposta. 0 2. R: 1928 – Salazar é nomeado ministro das Finanças. 1932 – Salazar é nomeado presidente do Conselho de Ministros. 1933 – É aprovada a Constituição do Estado Novo. 6 Completa corretamente duas datas. 4 Dá outra resposta. 0 3. R: a) – Docs. 1, 2 e 6 b) – Doc. 5 c) – Docs. 3,4 e 7 5 Dá outra resposta. 0 4.1 Apoiado pela ditadura – Américo Tomás Apoiado pela oposição – Humberto Delgado Vencedor – Américo Tomás Conclusão – (…) livres 6 Preenche corretamente dois espaços. 4 Dá outra resposta. 0 5.1 R: África / continente africano. 3 Dá outra resposta. 0 5.2 R: Muitas pessoas incapacitadas, muitos mortos dos dois lados; despesas elevadas (duas). 4 Refere uma consequência. 2 Dá outra resposta. 0 6. R: a) 1; b) 4; c) 2; d) 3. 4 Dá outra resposta. 0
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 261 CRITÉRIOS DE CORREÇÃO– TESTE 5A GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO I 1.1 R: A falta de liberdade, o aumento do custo de vida e a Guerra Colonial. 8 Refere um aspeto. 4 Dá outra resposta. 0 2. R: Movimento das Forças Armadas – MFA. 6 Dá outra resposta. 0 3.1 R: Comemora-se o 1.o de Maio. A manifestação realizou-se depois do 25 de Abril, já que, na ditadura, as pessoas estavam proibidas de se manifestar livremente. 8 Refere um dos acontecimentos. 6 Dá outra resposta. 0 4.1 R: a) alínea b. b) alínea c. 6 Indica a resposta correta a uma alínea. 3 Dá outra resposta. 0 4.2 R: A independência das colónias. 6 Dá outra resposta. 0 4.3 R: Democracia. 6 Dá outra resposta. 0 5.1 R: a) art.o 37.o b) art.o 26.o c) art.o 59.o d) art.o 73.o 8 Identifica corretamente dois ou três artigos. 4 Dá outra resposta. 0 5.2 a) R: Parte III – Organização do poder político. 6 Dá outra resposta. 0 5.2 b) R: Presidente da República e Assembleia da República. 6 Indica corretamente um órgão. 3 Dá outra resposta. 0 6. Presidente da República Governo Assembleia da República Tribunais Julgar quem não cumpre as leis. Fazer as leis. Nomear e demitir o primeiro ministro. Governou o país. 10 Liga corretamente dois ou três órgãos de soberania às respetivas funções. 5 Dá outra resposta. 0 7. Governo Cãmara Municipal Junta de Freguesia • Construção de uma autoestrada • Construção de um hospital • Construção de esgotos • Construção de uma escola primária (para o 1.o ciclo) • Conservação das árvores existentes nas ruas • Desratização de uma rua 8 Escreve no sítio certo quatro ou cinco obrigações. 4 Dá outra resposta. 0
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    262 CRITÉRIOS DE CORREÇÃO– TESTE 5A GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO II 1. R: V-V-V-F-V 6 Dá outra resposta. 0 2. R: Completa com: paz – cooperação – direitos humanos 6 Completa corretamente dois espaços. 3 Dá outra resposta. 0 3.1 R: Completa com: português – Comunidade de Países de Língua Portuguesa – Portugal – Cabo Verde – Guiné – Brasil – São Tomé e Príncipe – Angola – Moçambique – Timor – Guiné Equatorial. 10 Completa corretamente de nove a onze espaços. 7 Completa corretamente de cinco a oito espaços. 5 Dá outra resposta. 0
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 263 GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOSCOTAÇÃO I 1.1 a) R: A imagem a). 4 Dá outra resposta. 0 1.1 b) R: A imagem b). 4 Dá outra resposta. 0 1.1 c) R: A imagem c). 4 Dá outra resposta. 0 2. R: c) Os manifestantes festejam o 1.º de Maio em liberdade, após o 25 de Abril. 8 Dá outra resposta. 0 3.1 R: a) proíbe. b) o início – proibição. c) menos. d) militar. 8 Risca corretamente de duas a quatro palavras/expressões. 4 Dá outra resposta. 0 3.2 R: Democracia. 5 Dá outra resposta. 0 4.1 R: a) 2. b) 4. c) 3. d) 7. e) 1. f) 5. g) 6. 10 Liga corretamente cinco ou seis artigos. 7 Liga corretamente três ou quatro artigos. 5 Dá outra resposta. 0 5. Órgãos de poder central Órgãos de poder local Órgão de poder regional • Governo • Assembleia da República • Presidente da República • Tribunais • Câmara Municipal • Assembleia Municipal • Junta de Freguesia • Assembleia de Freguesia • Governo Regional • Assembleia Regional 10 Completa corretamente seis ou sete espaços. 7 Completa corretamente quatro ou cinco espaços. 5 Dá outra resposta. 0 6. R: a) Assembleia da República. c) Câmara Municipal. b) Assembleia Regional. d) Junta de Freguesia. 8 Completa corretamente duas ou três alíneas. 4 Dá outra resposta. 0 II 1. R: F – V – V – F – V – F 6 Assinala corretamente de três a cinco afirmações. 3 Dá outra resposta. 0 2. R: paz – cooperação – Direitos Humanos 9 Completa corretamente dois espaços. 6 Completa corretamente um espaço. 3 Dá outra resposta. 0 3.1 R: É o Português. 6 Dá outra resposta. 0 3.2 R: CPLP – Comunidade de Países de Língua Portuguesa. 8 Dá outra resposta. 0 3.3 R: Portugal, Brasil, Cabo Verde, Guiné, São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique, Timor e Guiné Equatorial. 10 Indica corretamente seis ou oito países. 8 Indica corretamente quatro ou cinco países. 5 Dá outra resposta. 0 CRITÉRIOS DE CORREÇÃO – TESTE 5B
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    264 CRITÉRIOS DE CORREÇÃO– TESTE 6A GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO I 1.1 R: Onde vivemos, onde trabalhamos, quantos somos, que estudos temos. 6 Dá dois exemplos 4 Dá outra resposta. 0 1.2 R: A partir desses dados é possível, por exemplo, tomar decisões e planear a construção de escolas ou hospitais em determinado local, ou equivalente. 6 Dá outra resposta. 0 2.1 a) 4,5; b) 1911; c) 6,8; d) 8,5; e) 1970; f) 9,9; g) 10,6 6 Preenche corretamente de três a seis espaços. 3 Dá outra resposta. 0 2.2 R: A partir de 1930. 4 Dá outra resposta. 0 2.3 R: A população esteve em constante aumento, com exceção da década de 1960, quando se deu uma diminuição, e 2015, ou equivalente. 5 Dá outra resposta. 0 3. R: Natalidade, mortalidade, imigração e emigração. 8 Refere dois ou três fatores. 5 Dá outra resposta. 0 4.1 R: O continente africano. 5 Dá outra resposta. 0 4.2 R: A chegada de emigrantes e a fixação das famílias faz aumentar a popu- lação, ou equivalente. 5 Dá outra resposta. 0 5.1 R: a) 65 e + b) 0 aos 14 c) Alentejo d) Açores 4 Responde corretamente a duas ou três alíneas. 2 Dá outra resposta. 0 6.1 R: É o número de habitantes por quilómetro quadrado, ou equivalente. 5 Dá outra resposta. 0 6.2 R: a) Por exemplo Lisboa e Funchal b) Por exemplo Bragança 6 Responde corretamente a uma alínea. 3 Dá outra resposta. 0 6.3 R: É maior no litoral, já que é aí que se concentra a população, pois há mais empregos e melhores condições de vida, ou equivalente. 6 Dá outra resposta. 0 II 1.1 Doc. 1 – Povoamento rural. Doc. 2 – Povoamento urbano. 4 Identifica corretamente um tipo de povoamento. 2 Dá outra resposta. 0 1.2 R: No povoamento urbano. 5 Dá outra resposta. 0
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 265 CRITÉRIOS DE CORREÇÃO– TESTE 6A GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO II 2. R: 8 Liga corretamente seis ou sete afirmações 6 Liga corretamente quatro ou cinco afirmações. 4 Dá outra resposta. 0 III 1.1 R: Na Região Centro. 3 Dá outra resposta. 0 1.2 R: Na Região Norte. 3 Dá outra resposta. 0 1.3 Na Região do Algarve. 3 Dá outra resposta. 0 2. R: 8 Preenche corretamente seis a oito elementos. 6 Preenche corretamente quatro a cinco elementos. 4 Dá outra resposta. 0 Doc. 3 (povoamento urbano) Doc. 4 (povoamento rural) • Área atrativa • Maior densidade populacional • Maior facilidade em encontrar emprego • Área repulsiva • Falta de emprego • Menor densidade populacional Setor primário Setor secundário Setor terciário • Agricultura • Pecuária • Extração mineira • Indústria transformadora • Produção de energia • Construção civil • Comércio • Comunicações • Administração
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    266 CRITÉRIOS DE CORREÇÃO– TESTE 6B GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO I 1.1 a) R: A. 1864. 3 Dá outra resposta. 0 1.1 b) R: B. De 10 em 10 anos. 3 Dá outra resposta. 0 1.1 c) R: B. 1935. 3 Dá outra resposta. 0 1.1 d) R: I Recenseamento da Habitação. 3 Dá outra resposta. 0 1.1 e) R: 2011. 3 Dá outra resposta. 0 1.2 R: A realização de censos é importante para que os governantes conheçam a situação do país e possam propor e implementar medidas importantes para a população, como, por exemplo, a construção de escolas e hospitais, ou resposta equivalente. 6 Dá outra resposta. 0 2.1 R: a) não é; b) altas; c) aumentou; d) mais; e) não são. 6 Risca corretamente duas ou três palavras/expressões. 3 Dá outra resposta. 0 2.2 R: Imigração. Emigração. 5 Preenche corretamente um espaço. 3 Dá outra resposta. 0 3.1 R: V – F – F – V O grupo etário que mais tem diminuído é o dos 0-14 anos. A região onde se verifica maior aumento da população idosa é o Alentejo. 6 Corrige corretamente uma afirmação. 4 Dá outra resposta. 0 4.1 R: Densidade populacional é o número de habitantes por quilómetro quadrado. 5 Dá outra resposta. 0 4.2 R: Densidade populacional baixa: Guarda, Portalegre e Bragança. Densidade populacional elevada: Lisboa e Funchal. 5 Liga corretamente três ou quatro cidades. 3 Dá outra resposta. 0 4.3 R: No litoral. 6 Dá outra resposta. 0 II 1.1 Espaço Documentos • Rural 3 e 4 • Urbano 1 e 2 6 Completa corretamente dois ou três espaços. 3 Dá outra resposta. 0
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    · CAP · Novo HGP · 6.º ano 267 CRITÉRIOS DE CORREÇÃO– TESTE 6B GRUPOS QUESTÃO CRITÉRIOS COTAÇÃO II 1.2 R: É no espaço urbano que há maior densidade populacional, porque é onde há melhores condições de vida e mais empregos, ou resposta equivalente. 6 Dá outra resposta. 0 2.1 R: É o despovoamento. 5 Dá outra resposta. 0 2.2 R: Por exemplo, não há empregos, as escolas são longe das aldeias e os hospitais também estão distantes, ou equivalente. 6 Dá outra resposta. 0 3. R: cuidados médicos – transportes – tráfego – poluição – espaços verdes – reciclagem – litoral 6 Completa corretamente cinco os seis espaços. 4 Completa corretamente três ou quatro espaços. 3 Dá outra resposta. 0 III 1.1 R: Centro. 3 Dá outra resposta. 0 1.2 R: Norte. 3 Dá outra resposta. 0 1.3 R: Algarve. 3 Dá outra resposta. 0 2. R: Setor primário: Agricultura, pecuária, extração mineira. Setor secundário: Indústria transformadora, produção de energia, construção civil. Setor terciário: Comércio, comunicações, administração. 8 Preenche corretamente seis a oito palavras/expressões. 6 Preenche corretamente quatro ou cinco palavras/expressões. 4 Dá outra resposta. 0
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 269 Guia de exploração de recursos multimédia Novo HGP 6 é uma ferramenta inovadora que possibilita, em sala de aula, a fácil exploração do projeto Novo HGP 6 através das novas tecnologias. Permite o acesso a um vasto conjunto de recursos digitais associados ao manual: Apresentações em PowerPoint® (subdomínio) As apresentações em PowerPoint® contemplam todos os conteúdos abordados no Manual. Nesse sentido, proporcionam uma solução pedagógica alternativa, podendo o professor apresentar a matéria através deste recurso. Por outro lado, constituem uma ferramenta de síntese e de consolidação, uma vez que contemplam sempre perguntas e atividades (acompanhadas de resolução) sobre os respetivos temas. Total de apresentações em PowerPoint® (com as respetivas sugestões de exploração) disponíveis no projeto Novo HGP 6: 9 (uma na versão de demonstração). Animações Recursos multimédia que apresentam, de forma precisa e sintética, diversos conteúdos de cada subdomínio das Metas Curriculares. A animação gráfica é baseada numa grande diversidade e riqueza de fontes, nomeadamente ilustrações, mapas e imagens da época. A existência, em todas as animações, de um menu simples e acessível permite navegar facilmente dentro do próprio recurso. As animações finalizam com uma atividade de consolidação de conhecimentos. Em suma, um recurso que permite ao professor estruturar a aula em conformidade com os conteúdos do manual Novo HGP 6. Total de animações (com as respetivas sugestões de exploração) disponíveis no projeto Novo HGP 6: 14 (quatro na versão de demonstração) Animações iniciais de domínio Partindo das ilustrações de abertura de cada domínio e conjugando-as com registos audiovisuais das respetivas épocas, estes recursos apresentam aos alunos os principais conteúdos e motivam-nos para a sua aprendizagem. Total de animações iniciais (com as respetivas sugestões de exploração) disponíveis no projeto Novo HGP 6: 3 (uma na versão de demonstração)
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    270 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Vídeos Recursos que, em poucos minutos, introduzem ou sintetizam conteúdos relevantes de aprendizagem. Constituem elementos privilegiados de motivação para os alunos (neste caso, através de filmagens de época, excertos de documentários…). O professor pode sugerir aos alunos que visionem o vídeo em casa, para posteriormente ser analisado na sala de aula (o que permitirá ao professor lecionar os conteúdos em menos tempo). Total de vídeos (com as respetivas sugestões de exploração) disponíveis no projeto Novo HGP 6: 25 (cinco na versão de demonstração) Áudio e áudios ilustrados «Tudo isto é História» (QR Codes) A rubrica «Tudo isto é História» (acessível também através de QR Codes) é composta por áudios e áudios ilustrados que explicam a origem de uma expressão com História ou de uma curiosidade histórica, contextualizando-a na forma de um pequeno resumo dos tópicos associados. Permitem despertar a curiosidade dos alunos. Total de áudios e áudios ilustrados (com as respetivas sugestões de exploração) disponíveis no projeto Novo HGP 6: 17 (três na versão de demonstração) Filmes (excertos) Seleção de excertos de filmes que, retratando várias épocas históricas trabalhadas no 6.o ano de escolaridade, permitem ao professor despertar mais facilmente o interesse e a curiosidade dos alunos relativamente aos conteúdos do programa. Total de filmes (excertos) disponíveis no projeto Novo HGP 6: 8 (um na demo) Músicas (excertos) Conjunto alargado de excertos musicais de época que constituem um recurso-fonte privilegiado de motivação dos alunos, para além de servirem de momentos lúdicos da aula. Total de músicas (excertos) disponíveis no projeto Novo HGP 6: 20 (quatro na versão de demonstração)
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 271 Atividades de composição de puzzles As atividades de composição de puzzles permitem aos alunos conhecer ou reforçar o conhecimento de imagens da época e ilustrações significativas dos conteúdos abordados. Total de atividades de composição de puzzles disponíveis no projeto Novo HGP 6: 12 (duas na versão de demonstração) Jogos «Quem quer ser historiador?» Os jogos «Quem quer ser historiador?», com questões de diferente nível de dificuldade, permitem aos alunos testarem os seus conhecimentos. Por sua vez, o professor pode utilizar o recurso numa aula de revisões ou como momento lúdico no final da aula. Total de jogos disponíveis no projeto Novo HGP 6: 3 (um na versão de demonstração) Testes interativos Os testes interativos contemplam a totalidade dos conteúdos abordados. No final de cada teste é fornecido um relatório com a indicação das questões que acertou/falhou, sendo possível fazer a comparação entre as respostas dadas e as respetivas soluções. A área dos testes interativos disponibiliza ainda várias funcionalidades como a criação dos próprios testes/questões e a sua exportação para word. Total de testes interativos disponíveis no projeto Novo HGP 6: 18 (dois na versão de demonstração). Identificam-se em seguida todos os recursos digitais disponíveis no projeto Novo HGP 6, organizados por domínio e subdomínio. Adicionalmente, em , disponibilizam-se todos os conteúdos deste Caderno de Apoio ao Professor em formato editável.
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    272 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Volume 1 Domínio/ Subdomínio APRESENTAÇÕES (em PowerPoint®) ANIMAÇÕES VÍDEOS «TUDO ISTO É HISTÓRIA» ATIVIDADES/ JOGOS FILMES (excertos) MÚSICAS (excertos) TESTES INTERATIVOS Tema 4 – Portugal, do século XVIII ao século XIX Animação inicial (tema 4) (p. 18) Quem quer ser historiador? (tema 4) (p. 98) Subtema 4.1 – O Império Português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII O século XVIII (p. 8) A colónia do Brasil nos séculos XVII e XVIII (p. 21) A sociedade do século XVIII (p. 26) O comércio atlântico de escravos (p. 23) A arte barroca (p. 29) Ir para o quinto dos infernos (p. 11) Uma elegante do século XVIII (p. 26) Puzzle 1 (p. 23) Puzzle 2 (p. 28) O Caçador de Esmeraldas (p. 21) A Missão (p. 22) Amistad (p. 23) Canto das três raças (Clara Nunes) (p. 22) O navio negreiro (Caetano Veloso) (p. 23) Retirantes (Dorival Caymmi) (p. 23) Música barroca (p. 29) O Império Português no século XVIII (p. 34) O Império Português no século XVIII (professor) (p. 34) Subtema 4.2 – Lisboa Pombalina e a ação do Marquês de Pombal O século XVIII (p. 8) As reformas económicas do Marquês de Pombal (p. 41) O terramoto de 1755 (p. 38) A execução dos Távoras (p. 42) Cair o Carmo e a Trindade (p. 38) Azar dos Távoras (p. 42) Puzzle 3 (p. 39) Lisboa Pombalina e a ação do Marquês de Pombal (p. 46) Lisboa Pombalina e a ação do Marquês de Pombal (professor) (p. 46) Subtema 4.3 – A Revolução Francesa de 1789 e os seus reflexos em Portugal A Revolução Francesa de 1789 e os seus reflexos em Portugal (p. 76) As Invasões Napoleónicas (p. 51) (demo) Os soldados das Invasões Napoleónicas (p. 54) (demo) A Revolução Liberal de 1820 (p. 55) A Revolução Francesa (p. 50) A independência do Brasil (p. 58) Despedir-se à francesa! (p. 51) À grande e à francesa (p. 52) Puzzle 4 (p. 53) Puzzle 5 (p. 58) As Linhas de Wellington (p. 53) (demo) A Marselhesa (p. 50) Hino da Carta (hino nacional entre 1826-1910) (p. 59) A Revolução Francesa de 1789 e os seus reflexos em Portugal (p. 64) A Revolução Francesa de 1789 e os seus reflexos em Portugal (professor) (p. 64)
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 273 Domínio/ Subdomínio APRESENTAÇÕES (em PowerPoint®) ANIMAÇÕES VÍDEOS «TUDO ISTO É HISTÓRIA» ATIVIDADES/ JOGOS FILMES (excertos) MÚSICAS (excertos) TESTES INTERATIVOS Subtema 4.4 – Portugal na segunda metade do século XIX Portugal na segunda metade do século XIX (p. 66) A Regeneração: transportes e comunicações (p. 72) A vida quotidiana na segunda metade do século XIX (p. 80) Portugal no passado e no presente (p. 86) (demo) A máquina a vapor (p. 70) A «arquitetura do ferro» (p. 91) O caminho de ferro em Portugal (p. 72) Queimar as pestanas (p. 74) Tirar o cavalo da chuva (p. 94) Puzzle 6 (p. 92) Tempos Modernos (p. 70) Fado choradinho (Alexandre Rey Colaço) (p. 88) A Serrana (Alfredo Keil) (p. 81) Portugal na segunda metade do século XIX (p. 96) Portugal na segunda metade do século XIX (professor) (p. 96) Volume 2 Domínio/ Subdomínio APRESENTAÇÕES (em PowerPoint®) ANIMAÇÕES VÍDEOS «TUDO ISTO É HISTÓRIA» ATIVIDADES/ JOGOS FILMES (excertos) MÚSICAS (excertos) TESTES INTERATIVOS Tema 5 – Portugal no século XX Animação inicial (tema 5) (demo) (p. 4) Quem quer ser historiador? (tema 5) (p. 158) (demo) Subtema 5.1 – A Revolução Republicana de 1910 e a Ditadura Militar de 1926 A Revolução Republicana de 1910 e a Ditadura Militar de 1926 (p. 6) As reformas da I República (p. 19) O Ultimato de 1890 (p. 9) A queda da monarquia constitucional (p. 11) A Revolução Republicana de 1910 (p. 11) O regicídio visto por João Franco (p. 10) Ir aos arames (p. 16) Puzzle 7 (p. 7) A Oeste Nada de Novo (p. 16) À Pátria (José Vianna da Mota) (p. 10) Fado das Trincheiras (Fernando Farinha) (p. 16) Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926 (p. 22) Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926 (professor) (p. 22)
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    274 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Domínio/ Subdomínio APRESENTAÇÕES (em PowerPoint®) ANIMAÇÕES VÍDEOS «TUDO ISTO É HISTÓRIA» ATIVIDADES/ JOGOS FILMES (excertos) MÚSICAS (excertos) TESTES INTERATIVOS Soldados portugueses na I Guerra Mundial (p. 16) O fim da I República e a Ditadura Militar (p. 18) O desfile do general Gomes da Costa em Lisboa (p. 18) Subtema 5.2 – O Estado Novo (1933- 1974) O Estado Novo (1933-1974) (demo) (p. 24) A construção e os suportes do Estado Novo (demo) (p. 27) Os ideais do Estado Novo (discurso de Salazar) (demo) (p. 29) A Mocidade Portuguesa (p. 29) (demo) A PIDE e a tortura (p. 30) (demo) As difíceis condições de vida da população (p. 33) (demo) A resistência ao Estado Novo (p. 34) (demo) A Guerra Colonial (p. 36) (demo) Corta-fitas (p. 27) (demo) Dar a mão à palmatória (p. 29) (demo) Bota-de-elástico (p. 29) (demo) Puzzle 8 (p. 26) (demo) Puzzle 9 (p. 27) (demo) Até amanhã, camaradas (p. 34) (demo) Hino da Mocidade Portuguesa (p. 29) (demo) Cantar de Emigração (Adriano Correia de Oliveira) (p. 33) (demo) Trova do Vento que Passa (Adriano Correia de Oliveira) (p. 34) (demo) Menina dos olhos tristes (Zeca Afonso) (p. 36) (demo) O Estado Novo (1933-1974) (p. 42) (demo) O Estado Novo (1933-1974) (professor) (p. 42) (demo)
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 275 Domínio/ Subdomínio APRESENTAÇÕES (em PowerPoint®) ANIMAÇÕES VÍDEOS «TUDO ISTO É HISTÓRIA» ATIVIDADES/ JOGOS FILMES (excertos) MÚSICAS (excertos) TESTES INTERATIVOS Subtema 5.3 – O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático O 25 de Abril de 1974 e os espaços em que Portugal se integra (p. 140) O 25 de Abril de 1974 (p. 142) Os órgãos de poder democráticos (p. 147) O 25 de Abril (p. 46) A descolonização (p. 48) Histórias do 25 de Abril – os Cravos (p. 46) Primeiro comunicado do MFA (p. 47) Puzzle 10 (p. 47) Capitães de Abril (p. 46) Grândola, Vila Morena (Zeca Afonso) (p. 46) E depois do Adeus (Paulo de Carvalho) (p. 46) Marcha do MFA (p. 47) O 25 de abril de 1974. Espaços em que Portugal se integra (p. 62) O 25 de abril de 1974. Espaços em que Portugal se integra (professor) (p. 62) Subtema 5.4 – Espaços em que Portugal se integra O 25 de Abril de 1974 e os espaços em que Portugal se integra (p. 44) A União Europeia (p. 56) O 25 de abril de 1974. Espaços em que Portugal se integra (p. 62) O 25 de abril de 1974. Espaços em que Portugal se integra (professor) (p. 62) Tema 6 – Portugal hoje Portugal hoje (6.1 e 6.2) (p. 162) Portugal hoje (6.3, 6.4 e 6.5) (p. 182) Portugal hoje (apresentação suplementar) Animação inicial (tema 6) (p. 160) As atividades económicas (p. 185) Parva que Sou (Deolinda) (p. 72) Puzzle 11 (p. 76) Puzzle 12 (p. 105) Quem quer ser historiador? (tema 6) (p. 108) Portugal hoje (6.1 e 6.2) (p. 89) Portugal hoje (6.1 e 6.2) (professor) (p. 89) Portugal hoje (6.3, 6.4 e 6.5) (p. 108) Portugal hoje (6.3, 6.4 e 6.5) (professor) (p. 108)
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    276 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Proposta de exploração dos conteúdos multimédia presentes na versão de demonstração A versão de demonstração inclui os recursos referentes ao subdomínio 5.2 – O Estado Novo (1933-1974), bem como os seguintes recursos: x Subdomínio 4.3 – A Revolução Francesa de 1789 e os seus reflexos em Portugal: – Animação «As Invasões Napoleónicas»; – Animação «Os soldados das Invasões Napoleónicas». x Subdomínio 4.4 – Portugal na segunda metade do século XIX: – Animação «Portugal no Passado e no Presente». Em seguida, apresentamos uma proposta de exploração de alguns desses recursos, com indicação das respetivas metas e sugestões de exploração. Páginas Recurso Metas Sugestões de exploração 51 As Invasões Napoleónicas Animação que apresenta, com base em fontes diversas (ilustrações, pinturas e mapas), as razões do Bloqueio Continental, as três invasões napoleónicas e as consequências dessas invasões A Revolução Francesa de 1789 e os seus reflexos em Portugal 1. Conhecer e compreender a Revolução Francesa e as Invasões Napoleónicas. 1.3 Reconhecer a construção de um Império na Europa por Napoleão Bonaparte. 1.4 Identificar o «Bloqueio Continental» como uma forma de enfraquecer a Inglaterra. 1.5 Indicar os motivos que levaram Napoleão a invadir Portugal. 1.6 Descrever sucintamente as três invasões napoleónicas, salientando os seus episódios mais marcantes. 1.7 Referir a fuga da família real e da corte para o Brasil aquando da primeira invasão. 1.8 Referir a resistência popular e a ajuda militar inglesa na luta contra a ocupação francesa. Momento pré-exploração do recurso Visualizar excerto do filme «Linhas de Wellington» . Exploração do recurso Apresentar, com base no mapa animado da primeira secção, as razões do Bloqueio Continental e das três invasões napoleónicas. Explorar o mapa interativo da segunda secção de modo a identificar os principais intervenientes e acontecimentos das três invasões napoleónicas. Apresentar, com base na animação da terceira secção, as principais consequências das invasões napoleónicas. Realizar as atividades finais do recurso de modo a consolidar os conhecimentos adquiridos. Momento pós-exploração do recurso Propor aos alunos que assumam o papel de um soldado português durante as Invasões Napoleónicas e redijam uma página (cerca de seis linhas) do seu diário.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 277 Página Recurso Metas Sugestões de exploração 54 Os soldados das Invasões Napoleónicas Animação infográfica que compara três soldados (português, francês e inglês) da época das Invasões Napoleónicas. A Revolução Francesa de 1789 e os seus reflexos em Portugal 1. Conhecer e compreender a Revolução Francesa e as Invasões Napoleónicas. Exploração do recurso Utilizar as ilustrações presentes no recurso para apresentar as principais forças militares em confronto em Portugal durante as Invasões Napoleónicas. Apresentar exemplos da dimensão prática (mochila, cantil) do típico uniforme e equipamento de um soldado do século XVIII. Apresentar exemplos do armamento e do equipamento militar (mosquete, cartucheira) de um soldado do século XVIII. Apresentar exemplos da dimensão simbólica presente nos uniformes dos soldados do século XVIII, como a águia imperial (símbolo do exército napoleónico). 88 Portugal no Passado e no Presente Animação que permite comparar algumas imagens (fotografias ou ilustrações) de cidades portuguesas no passado e no presente. Exploração do recurso Utilizar o recurso como forma de despertar a curiosidade dos alunos para o conhecimento da História local. Utilizar as imagens presentes no recurso, propondo aos alunos que identifiquem as principais diferenças entre as imagens do passado e as imagens atuais. Momento pós-exploração do recurso Propor aos alunos que tentem encontrar duas imagens de um ponto do seu concelho: uma imagem da segunda metade do século XIX/início do século XX e uma imagem atual.
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    278 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Página Recurso Metas Sugestões de exploração 100 Animação inicial (domínio 5) Partindo da ilustração das páginas 4 e 5 do volume 2, esta animação introduz, de forma dinâmica, os principais conteúdos a trabalhar no domínio 5 «Portugal do século XX». Portugal do século XX Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926 O Estado Novo (1933-1974) O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático Espaços em que Portugal se Integra Exploração do recurso Utilizar o recurso como forma de introduzir e motivar os alunos para o estudo do domínio 5. 120 O Estado Novo (1933-1974) Apresentação em PowerPoint® que sintetiza os conteúdos do subdomínio 5.2. O Estado Novo (1933-1974) 1. Compreender a ascensão de Salazar e a construção do Estado Novo. 2. Conhecer e compreender os mecanismos de difusão dos ideais do Estado Novo e de repressão para com os opositores. 3. Conhecer e compreender os principais movimentos de resistência ao Estado Novo. 4. Conhecer e compreender a manutenção do colonialismo português e a Guerra Colonial. Exploração do recurso Utilizar o recurso como meio de lecionar os conteúdos do subdomínio 5.2. Utilizar o recurso como instrumento de síntese, parti- cularmente útil, por exemplo, numa aula de revisões. Definir «Estado Novo» com base nos cartazes de propaganda presentes no recurso. Produzir, a partir do mapa presente no último slide, um texto (cerca de oito linhas) sobre a Guerra Colonial. Sugerir aos alunos que realizem as várias atividades disponíveis na apresentação.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 279 Página Recurso Metas Sugestões de exploração 122 Puzzle: Salazar, de ministro das Finanças a ditador O Estado Novo (1933-1974) 1. Compreender a ascensão de Salazar e a construção do Estado Novo. Exploração do recurso A composição do puzzle permite ao aluno reforçar, de forma lúdica, o conhecimento de imagens significativas dos conteúdos lecionados. 123 A construção e os suportes do Estado Novo Animação, baseada em fotografias e cartazes da época, que descreve a ascensão de Salazar ao poder, a formação do Estado Novo e os principais suportes do regime. O Estado Novo (1933-1974) 1. Compreender a ascensão de Salazar e a construção do Estado Novo. 1.1 Referir o saldo positivo das contas públicas portuguesas conseguido pelo Ministro das Finanças António de Oliveira Salazar. 1.2 Relacionar o saldo positivo das contas públicas portuguesas conseguido pelo ministro das finanças António de Oliveira Salazar com a sua rápida ascensão no poder. 1.3 Indicar as medidas tomadas por Salazar para resolver o problema financeiro do país. 1.4 Salientar na Constituição de 1933 a supremacia do poder executivo e a existência de um partido único. 1.5 Reconhecer o carácter ditatorial do Estado Novo. Momento pré-exploração do recurso Visualizar o vídeo motivacional «Os ideais do Estado Novo» em . Exploração do recurso Apresentar o processo de ascensão no poder de Salazar. Identificar os principais valores defendidos pelo Estado Novo. Apresentar os organismos repressivos criados pelo Estado Novo, com destaque para a polícia política e para a censura. Distinguir as funções da Mocidade Portuguesa, da Legião Portuguesa e do Secretariado de Propaganda Nacional. Realizar a atividade final do recurso de modo a consolidar os conhecimentos adquiridos.
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    280 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Página Recurso Metas Sugestões de exploração 2. Conhecer e compreender os mecanismos de difusão dos ideais do Estado Novo e de repressão para com os opositores. 2.1 Indicar os principais valores defendidos pelo Estado Novo, salientando a máxima «Deus, Pátria e Família» e a obediência. 2.2 Referir a utilização do ensino, da Mocidade Portuguesa e da propaganda como formas de difusão dos ideais do Estado Novo. 2.3 Enumerar os mecanismos de repressão do Estado Novo. 2.4 Referir os objetivos e a forma de atuação da polícia política, reconhecendo nos meios utilizados o desrespeito pelas liberdades e garantias fundamentais dos cidadãos. 2.5 Referir a existência de prisões políticas, destacando a colónia penal do Tarrafal. Momento pós-exploração do recurso Encenar uma entrevista em que um aluno interpreta o papel de Salazar e a restante turma deve colocar-lhe questões sobre a sua política. e/ou Propor, para trabalho de pares, a redação de um texto (cerca de seis linhas) que inclua as seguintes palavras: Salazar, Constituição de 1933, ditadura e Estado Novo. e/ou Propor que os alunos componham um cartaz com notícias atuais de desrespeito dos Direitos Humanos. 123 Tudo isto é História – «Corta-fitas» Áudio que explica a origem da expressão «Corta-fitas» e faz um resumo do contexto histórico em que surgiu. O Estado Novo (1933-1974) 1. Compreender a ascensão de Salazar e a construção do Estado Novo. 1.4 Salientar na Constituição de 1933 a supremacia do poder executivo e a existência de um partido único. Exploração do recurso Apresentar o recurso como forma de despertar a curiosidade dos alunos para o conhecimento do Estado Novo. O enquadramento histórico da expressão «Corta- fitas» permite explicar a concentração de poderes nas mãos de Salazar.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 281 Página Recurso Metas Sugestões de exploração 125 Tudo isto é História – «Dar a mão à palmatória» Áudio ilustrado que explica a origem da expressão «Dar a mão à palmatória» e faz um resumo do contexto histórico em que surgiu. O Estado Novo (1933-1974) 2. Conhecer e compreender os mecanismos de difusão dos ideais do Estado Novo e de repressão para com os opositores. 2.1 Indicar os principais valores defendidos pelo Estado Novo, salientando a máxima «Deus, Pátria e Família» e a obediência. 2.2 Referir a utilização do ensino, da Mocidade Portuguesa e da propaganda como formas de difusão dos ideais do Estado Novo. Exploração do recurso Apresentar o recurso como forma de despertar a curiosidade dos alunos para o conhecimento do Estado Novo. O enquadramento histórico da expressão «Dar a mão à palmatória» permite: – explicar os princípios da obediência e da autoridade, defendidos pelo Estado Novo. – descrever a prática frequente de castigos físicos nas escolas do Estado Novo. 125 Tudo isto é História – «Bota de elástico» Áudio que explica a origem da expressão «Bota de elástico» e faz um resumo do contexto histórico em que surgiu. O Estado Novo (1933-1974) 2. Conhecer e compreender os mecanismos de difusão dos ideais do Estado Novo e de repressão para com os opositores. Exploração do recurso Apresentar o recurso como forma de despertar a curiosidade dos alunos para o conhecimento do Estado Novo. O enquadramento histórico da expressão «Bota de elástico» descreve, com exemplos, o conservadorismo de Salazar e do Estado Novo.
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    282 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Página Recurso Metas Sugestões de exploração 125 Puzzle: «Deus, Pátria, Família» O Estado Novo (1933-1974) 2. Conhecer e compreender os mecanismos de difusão dos ideais do Estado Novo e de repressão para com os opositores. 2.1 Indicar os principais valores defendidos pelo Estado Novo, salientando a máxima «Deus, Pátria e Família» e a obediência. Exploração do recurso A composição do puzzle permite ao aluno reforçar, de forma lúdica, o conhecimento de imagens significativas dos conteúdos lecionados. 130 A oposição ao Estado Novo Vídeo que apresenta os principais momentos e figuras da oposição ao Estado Novo. O Estado Novo (1933-1974) 3. Conhecer e compreender os principais movimentos de resistência ao Estado Novo. 3.1 Comparar a imagem de prosperidade e paz social dada pelo regime com as difíceis condições de vida da grande maioria dos portugueses e com a opressão. 3.2 Referir a oposição à ditadura através de ações clandestinas e de obras artísticas, destacando alguns dos autores mais marcantes. 3.3 Reconhecer a candidatura do General Humberto Delgado à Presidência da República (1958) como o grande momento de oposição à ditadura, descrevendo o seu desfecho. 3.4 Referir a manutenção do regime opressivo após a substituição de Salazar por Marcelo Caetano, apesar das expectativas de «abertura do regime». Momento pré-exploração do recurso Ouvir a música de intervenção «Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades», de José Mário Branco em . Colocar a questão: Como se combateu a ditadura salazarista? Exploração do recurso Utilizar o vídeo como instrumento de síntese das principais formas de oposição ao Estado Novo. Identificar a criação do MUD e as eleições presidenciais de 1958 como momentos fundamentais da oposição política ao Estado Novo. Destacar a ação do general Humberto Delgado e o impacto que causou na sociedade portuguesa. Destacar a crise académica de 1962 como o acon- tecimento que marcou a intervenção política dos estudantes universitários. Salientar o papel da música de intervenção no combate ao «Estado Novo», utilizando os excertos presentes no recurso.
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    Editável e fotocopiável© Texto | Novo HGP 6.o ano 283 Página Recurso Metas Sugestões de exploração Momento pós-exploração do recurso Propor aos alunos que, em conjunto com a disciplina de Educação Musical, criem uma possível letra para uma música de intervenção. e/ou Propor aos alunos que elaborem uma barra cronológica com os principais momentos de oposição ao Estado Novo. 132 A Guerra Colonial Vídeo baseado em filmagens da época que sintetiza as causas, características e consequências da Guerra Colonial portuguesa (1961-1974). O Estado Novo (1933-1974) 4. Conhecer e compreender a manutenção do colonialismo português e a Guerra Colonial. 4.1 Referir a intransigência do Estado Novo relativamente à sua política colonial num contexto internacional hostil à posse de colónias. 4.2 Relacionar essa intransigência com a perda do Estado Português da Índia (1960) e com o início da Guerra Colonial em Angola (1961), Guiné (1963) e Moçambique (1964). 4.3 Caracterizar a Guerra Colonial, salientando a guerrilha e o apoio das populações autóctones aos movimentos que lutavam pela independência. 4.4 Reconhecer os efeitos da guerra, salientando o número de soldados mobilizados, as vítimas dos dois lados do conflito e os problemas associados à guerra que persistem ainda hoje. Momento pré-exploração do recurso Ouvir a música «Menina dos Olhos Tristes», de José Afonso em , motivando os alunos a expressarem as sensações que a música lhes transmite. Exploração do recurso Distinguir, com base nos exemplos presentes no vídeo, a política colonial do Estado Novo da política colonial seguida por vários países europeus, como a Inglaterra, que reconheceram a independência da maioria das suas colónias. Apresentar, com base em filmagens da época, a perda do Estado Português da Índia em 1960. Utilizar o mapa presente no recurso para identificar os espaços e cronologia da Guerra Colonial. Apresentar uma rara filmagem de uma emboscada a tropas portuguesas, salientando a guerra de guerrilha como principal forma de combate dos movimentos africanos. Destacar as consequências da Guerra Colonial a nível humano e e a nível financeiro.
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    284 Editável efotocopiável © Texto | Novo HGP 6.o ano Página Recurso Metas Sugestões de exploração Momento pós-exploração do recurso Propor aos alunos que componham uma entrevista (cinco questões) a um soldado da Guerra Colonial e, se possível, façam essa entrevista a um familiar que tenha participado no conflito. Quem quer ser historiador? (Tema 5) Jogo com questões de diferentes níveis de dificuldade relativas ao Tema 5. O aluno tem de responder corretamente a doze questões para ganhar o jogo. Portugal do século XX Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926 O Estado Novo (1933-1974) O 25 de Abril de 1974 e o regime democrático Espaços em que Portugal se Integra Exploração do recurso Este recurso pode ser utilizado pelo professor numa aula de revisões ou como momento lúdico no final da aula. Permite aos alunos testarem, em qualquer momento, os seus conhecimentos.
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    Editável e fotocopiável© Texto |Novo HGP 6.o ano 285 Educação para a Cidadania em HGP Proposta 1 Tema O terramoto de 1755 / Desastres naturais / Cooperação e Solidariedade Nacional e Internacional Objetivos Sensibilizar para a importância da cooperação e solidariedade após um desastre natural, recorrendo ao terramoto de 1755, em Lisboa, e ao de 2015, no Nepal. Conteúdo de HGP O Império Português, o poder absoluto, a sociedade de ordens e a arte no século XVIII 5. Conhecer e compreender a ação governativa do Marquês de Pombal 5.1 Descrever o terramoto de 1755 e a ação imediata do Marquês de Pombal Aula passo a passo Atividades Duração Descrição Materiais 1 Motivação e introdução à Unidade Didática 15’ භ Mostrar à turma as duas fotografias e perguntar a que poderão referir-se. (Dois terramotos – Lisboa, 1755 e Nepal, 2015). භ Verificar as semelhanças e diferenças entre as imagens e as razões. A título de exemplo: Semelhanças Diferenças Imagem de um desastre natural Edifícios destruídos Lisboa Nepal Época do acontecimento - 1755 Época do acontecimento - -2015 Imagem a preto e branco Imagem a cores Prédios altos, igrejas e outros monumentos Casas baixas, de fraca estrutura, degradadas e humildes Caravela e ondas enormes (O terramoto foi seguido de maremoto/ tsunami) País interior, sem costa marítima භ Constatar que se trata de dois desastres naturais e explicar o sentido desta designação. Perguntar se conhecem outros casos. Imagem do terramoto de 1755, em Lisboa: Imagem do terramoto de 2001, no Nepal: 2 Jogo do «Concordo ou Discordo» 20’ භ Dispor as carteiras da sala de aula em «U». Cada aluno tem na mão dois cartões: um verde (Concordo) e um vermelho (Discordo). භ No centro da sala, à vez, vai estando um aluno, que lê, em voz alta, uma das oito afirmações. Quando ele a enuncia, os colegas levantam o cartão, sinalizando a concordância ou discordância. O professor vai contabilizando as respostas, no quadro. භ Promover o debate, em redor das justificações dos alunos, informando que cada um pode mudar de opinião, depois de ouvir os argumentos dos outros. No final, serão tiradas conclusões. Cartões verdes e vermelhos para distribuir aos alunos. Documento com as afirmações. 3 Desastres naturais em Portugal: o terramoto de 1755 em Lisboa 25’ භ Suscitar o interesse da turma pelo terramoto de Lisboa e indagar os conhecimentos que os alunos têm sobre ele. භ Visionar o vídeo Conte-me História: Terramoto de 1755 (ver desde 1’ 32’’ até 10’). Informar que é um documentário muito engraçado, pois os acontecimentos são recontados, em tom de brincadeira, por um comediante e um historiador. Disponível em: https://www.youtube.com/ watch?v=kBnB7AQuPyo Nota: Estes planos de aula de projetos, em formato mais desenvolvido e com os respetivos materiais, podem ser consultados no Manual de Educação para a Cidadania Global e no site www.educarparacooperar.pt, da AIDGLOBAL (Consultado a 08.03.2017).
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    286 Editável efotocopiável © Texto |Novo HGP 6.o ano Sugestão: Em alternativa, podem-se explorar os materiais apresentados nas páginas 38 e 39 do volume 1 do manual, adaptando as questões seguintes: – Qual foi a passagem do vídeo que mais vos marcou? – E a qual acharam mais graça? – O terramoto de 1755 foi o único desastre natural que destruiu Lisboa no dia em que ocorreu? Qual foi o outro? – Também se podem classificar os incêndios após o terramoto como um desastre natural? Porquê? – Depois desta catástrofe, como ficou a população que habitava a cidade? භ Perguntar aos alunos se sabem quem foi o responsável pela reconstrução da cidade (o secretário de Estado do rei D. José I, futuro Marquês de Pombal). 4 A importância da ajuda humanitária nos desastres naturais (20’) භ O Marquês de Pombal, na altura, proferiu a seguinte frase: «Enterrem-se os mortos e cuide-se dos vivos». Teria agido sozinho? භ Reforçar a importância da ajuda humanitária e da cooperação após a ocorrência dos desastres naturais, para minimizar os impactos causados nas populações atingidas. භ Pedir aos alunos para expressarem quais deveriam ser as primeiras ajudas a prestar numa localidade devastada por um terramoto. Registar no quadro as ideias. භ Passar da realidade do terramoto de 1755, em Lisboa, para a do Nepal, em 2015, fazendo-se a leitura da notícia com o título: «Quase um milhão de crianças nepalesas precisa de ajuda humanitária urgente.» භ Confrontar as ações referidas no texto com as que foram apresentadas pelos alunos e refletir sobre as diferenças, ressaltando a importância de atender primeiramente as populações mais vulneráveis. Disponível em: http://www.sol.pt/no ticia/388579 5 Elaboração de um plano de ajuda humanitária, em trabalho de grupo 45’ භ Lançar a questão: «Se vocês estivessem lá, exatamente logo após o terramoto de 1755 e constituíssem uma equipa de ajuda humanitária, como agiriam?». භ Os alunos terão de elaborar um plano de auxílio à população e de reconstrução da cidade de Lisboa, considerando os recursos que temos hoje em dia. Cada grupo disporá de um orçamento de 500 mil euros, que foram doados a Portugal por organizações sem fins lucrativos de todo o mundo. Devem ser tidas em conta e registadas, numa tabela, as seguintes áreas de intervenção: 1. Alimentação; 2. Alojamento; 3. Apoio médico; e 4. Infraestruturas. භ Solicitar a cada grupo a apresentação do seu plano de Ajuda Humanitária para a reconstrução de Lisboa. O professor aponta, no quadro, o valor orçamentado por cada grupo, assim como as ações prioritárias elencadas. භ Promover uma assembleia entre todos os grupos para debaterem as várias propostas com vista a delinearem uma ação conjunta, tendo em conta o orçamento limite. Este debate pode ser orientado pelas seguintes questões: – Quais as prioridades que foram consideradas pelos diferentes grupos? – De que forma o orçamento pode limitar a definição das prioridades de ação? භ Salientar os pontos fortes de cada plano de ação. භ Voltar a elaborar um novo plano colaborativo a partir dos aspetos mais relevantes identificados nos planos dos grupos. Folha A4 com modelo a fornecer aos grupos sobre a distribuição das verbas 6 Síntese da Unidade Didática 5’ භ Concluir, com os alunos, que, ao longo destas aulas, comprovaram a importância da cooperação e solidariedade nacional e internacional, após um desastre natural, recorrendo aos casos do terramoto de 1755, em Lisboa, e ao de 2015, no Nepal. Terão também verificado que é importante planificar ações e recursos, tendo em vista os gastos essenciais e a ajuda humanitária disponibilizada.
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    Editável e fotocopiável© Texto |Novo HGP 6.o ano 287 Proposta 2 Tema As mulheres na I República / Igualdade de género Objetivos Sensibilizar para a Igualdade de Género a partir das histórias de vida de mulheres da I República e da atualidade e suas lutas pelo direito à igualdade Conteúdo de HGP Da Revolução Republicana de 1910 à Ditadura Militar de 1926 3. Conhecer as principais realizações da I República Aula passo a passo Atividades Duração Descrição Materiais 1 Motivação e introdução à Unidade Didática 10’ භ Perguntar se sabem quem é a atriz que interpreta Hermione Granger, dos filmes de Harry Potter. Apresentar uma imagem da atriz Emma Watson. භ Explicar que, para além de atriz, Emma Watson é uma ativista pela Igualdade de Género, tendo sido nomeada, em 2015, Embaixadora da Boa Vontade por Mlambo-Ngcuka, secretária-geral e diretora executiva da ONU Mulheres. A ONU acredita que a inteligência e a paixão de Emma permitirão tocar o coração e a mente de jovens de todo o mundo para que se envolvam na promoção da Igualdade de Género, no século XXI. භ Perguntar aos alunos porque é preciso, nos dias de hoje, promover a igualdade entre mulheres e homens. Imagem de Emma Watson 2 Os direitos das mulheres ontem e hoje: chuva de ideias 15’ භ Lançar as questões: – Acham que, atualmente, as mulheres e os homens têm os mesmos direitos? – Como era no tempo das vossas bisavós? – Será que elas tinham os mesmos direitos que as vossas avós e mães têm hoje? භ Ir registando as ideias no quadro, organizando-as em duas colunas: «Hoje» e «Antigamente» e, no final, comparar e refletir sobre as diferenças, semelhanças e progressos, ao longo dos tempos. භ Perguntar se acham que, em Portugal, também tem havido mulheres que lutaram ou lutam pela Igualdade de Género. 3 As mulheres da I República e os direitos das mulheres 20’ භ Questionar se os seguintes nomes dizem alguma coisa aos alunos: Adelaide Cabete, Alice Moderno, Amélia Santos, Ana de Castro Osório, Angelina Vidal, Carolina Beatriz Ângelo, Carolina Michaëlis, Maria Amália Vaz de Carvalho, Maria Veleda… භ Informar que são personalidades da I República que lutaram pelos Direitos das Mulheres, em Portugal, sendo estas as mais conhecidas pois, em sua homenagem, os seus nomes foram dados a ruas, escolas, hospitais e outras instituições. Apresentar pequenas biografias Vídeo, onde podem ser vistas outras ativistas reivindicadoras da igualdade entre mulheres e homens, durante a I República (5’ 18’). Disponível em: https://www.youtube.c om/watch?v=|9ptJiaC MZA
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    288 Editável efotocopiável © Texto |Novo HGP 6.o ano 4 Ativistas dos tempos modernos 25’ භ Lançar e debater a questão: «Será que as mulheres de Portugal e de outros países conseguiram a Igualdade de Género? Ainda se luta por essa causa no século XXI?» භ Complementar, perguntando se já ouviram falar de Malala Yousfzai e da sua luta. භ Destacar o percurso de Malala Yousfzai, Prémio Nobel da Paz 2014, visionando um vídeo sobre a sua vida, que ilustra a luta pelo direito das jovens mulheres à educação, o que, ainda hoje, é negado em alguns países. MALALA (8’19’’). භ Confrontar as respostas dos alunos com as situações retratadas no vídeo. Refletir sobre os fatores que influenciam estas situações, nomeadamente religiões fundamentalistas, sistemas políticos rígidos, existência de conflitos e guerras, falta de cultura cívica, falta de investimento em educação… භ Apresentar o ranking mundial Global Gender Gap, do Fórum Económico Mundial (2014). Este ranking tem como objetivo chamar a atenção para a situação da mulher na atualidade, em 142 países. Identificar a posição de Portugal (39. 0 ) e explorar as razões pelas quais o nosso país se encontra nesta posição. Imagem de Malala Yousfzai Disponível em: http://www.youtube.c om/watch?v=T2u39aIs K9U Disponível em: http://reports.weforu m.org/global-gender- -gap-report- -2014/rankings/ 5 Desigualdad e de Género: trabalho de grupo 20’ භ Identificar, algumas das razões que estão na base da Desigualdade de Género, a partir de um documento contendo frases sobre as causas relacionadas com a privação de direitos das mulheres. භ Pedir para cada grupo selecionar as três afirmações que considere mais relevantes. Um elemento ficará responsável por anotar os pontos em discussão e apresentá-los à turma, no final, relatando aspetos importantes que tenham surgido. Ficha orientadora do trabalho de grupo 6 Os homens e os direitos das mulheres 20’ භ Mostrar/projetar a reportagem «Emma Watson quer que os homens defendam os direitos das mulheres» e fazer a leitura em cadeia da reportagem. භ Perguntar que desafio lançou a atriz aos homens. භ Questionar se acham que o Harry Potter também lutaria por estes direitos (confirmar que Daniel Radcliffe, o ator que o interpreta, se tem empenhado muito nesta luta). Disponível em http://lifestyle.publico. pt/noticias/339340_em ma-watson-quer-que- -os-homens-defendam- -os-direitos-das- -mulheres 7 Somos todos ativistas dos direitos da mulher 20’ භ Mostrar o que é o Movimento de Solidariedade pela Igualdade de Género, visualizando: HeForShe (ElesPorElas). භ Pedir aos alunos que escrevam mensagens positivas de igualdade de género e as distribuam pelos colegas da escola, principalmente aos rapazes e homens, inspirando-se neste movimento solidário. Disponível em: http://www.heforshe.o rg/pt 8 Síntese da Unidade Didática 5’ භ Fazer a síntese da Unidade Didática, problematizando os dados nela abordados e concluindo que a defesa dos Direitos das Mulheres e da Igualdade de Género é um problema comum a todas as classes sociais e, sobretudo, um problema de mulheres e homens conscientes e lutadores. Está longe de ser resolvido, pois ainda há muita injustiça no mundo, mas é indispensável que importantes figuras mundiais alertem e lutem lado a lado pela melhoria das condições de vida das mulheres, onde quer que elas vivam, porque «os feminismos não são a luta contra os homens. São a luta contra as instâncias e as instituições que não querem atribuir às mulheres os mesmos direitos» (Jornal Expresso, 31-05- -2008).
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    www.leya.com www.texto.pt 978-111-11-4376-3 9 78 1 1 1 1 1 4 3 7 6 3 De acordo com o artigo 21.o da Lei n.o 47/2006, de 28 de agosto, este exemplar destina-se ao órgão da escola competente para a adoção de manuais escolares. AMOSTRA NÃO COMERCIALIZÁVEL