Tema: Superando a Ansiedade e o Medo
Texto: Filipenses 4.2-8
Versículo-chave
“...Então, Josafá teve medo, e se pôs a buscar ao
Senhor; e apregoou jejum em todo o Judá… e não
sabemos nós o que fazer; porém os nossos olhos
estão postos em ti...”
(2Cr 20.3,12).
Reflexão
• Você perceberá que todos nós estamos sujeitos a
momentos de ansiedade e medo e, como o rei Josafá,
precisamos aprender a colocar sempre os nossos
olhos em Deus.
Introdução
• Ainda que tenhamos recebido a Cristo como Salvador,
e com Ele o perdão de todos os nossos pecados (1Jo
1.7), continuamos vulneráveis em nossos sentimentos
e emoções.
• Já somos novas criaturas (2Co 5.17), mas a nossa
velha natureza ainda é suscetível às circunstâncias
que nos advêm.
• Sendo assim, não é anormal ficarmos ansiosos, com
medo, desanimados e abatidos.
Qual de nós não se sente ansioso e com medo:
• Diante de uma enfermidade.
• Do desemprego.
• De uma crise familiar.
• Da violência que nos cerca.
• Dos desafios que temos que assumir.
• Ou mesmo diante das lutas pelas quais a nossa igreja
passa?
• No texto de Filipenses 4, a partir do versículo 2,
notamos que a igreja ou alguns de seus membros
estavam em crise de relacionamento.
• Aparentemente, as irmãs Evódia e Síntique
andavam em desacordo.
• Tal desavença estava entristecendo demais os irmãos.
• Paulo, então, pediu a um obreiro amigo que
promovesse a reconciliação (v.3) e à igreja que,
resolvida a questão, voltasse a se alegrar no Senhor
(v.4).
• Vejamos, nos versículos 6 e 7, o apóstolo Paulo
ensinando o que fazer para vencer a ansiedade e o
medo.
I – IDENTIFICAR A CAUSA DO PROBLEMA.
• Talvez a dor dos irmãos e a sua ansiedade tivessem
como origem a briga das duas irmãs (v.2), e Paulo foi
direto ao ponto de tensão.
• Ou seja, descobrir a causa da ansiedade dá início à
solução do problema.
• Através da observação, reflexão, autoanálise, leitura
da Bíblia, aconselhamento, podemos descobrir o que
de fato nos preocupa.
• Às vezes, não é fácil esse exercício, mas pode nos
fazer muito bem, se feito adequadamente.
• Você sabe bem as causas da sua ansiedade quando a
sente?
• Davi, certa vez, pediu que Deus vasculhasse o seu
coração e fizesse aflorar os males que ali estavam.
• “...Ó Deus, examina-me e conhece o meu coração!
Prova-me e conhece os meus pensamentos... Vê se
há em mim algum pecado e guia-me pelo caminho
eterno...” (Sl 139.23-24).
UM EXAME DE CONSCIÊNCIA.
• Por vezes procedemos mal sem a consciência de
prejudicar-nos o próximo.
II – CONSIDERAR A AJUDA DE UM IRMÃO EM
CRISTO
• Depois de descobrirmos a causa de nossa ansiedade,
devemos atacá-la. Rm 7:17, 19 e 24)
• (17) “...De maneira que agora já não sou eu que
faço isto, mas o pecado que habita em... (19)...Pois
não faço o bem que quero, mas o mal que não
quero, esse pratico... (24)...Miserável homem que
eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?...”
• O apóstolo Paulo não teve dúvida, repreendeu as
irmãs e as admoestou a recompor-se e pensarem
concordantemente no Senhor.
• Para ajudar na resolução do conflito, pediu ajuda
de um obreiro.
• Por esse motivo a comitiva do Apóstolo Paulo era
formada por diversos ministério: O médico e
psicólogo; o copista e historiador; os que lidavam
com relacionamentos familiar; finanças e Pastoral.
• Homens e mulheres chamados e ordenados por Deus,
vocacionados e se qualificaram nas especialidades.
• Obs:
• “Não procuramos pedreiros para arrancar dentes”
• Não sabemos quem era esse “companheiro de jugo”
(v.3), mas o certo é que a sua ajuda foi muito
importante naquela hora.
• Todo crente deve ter os seus companheiros de jugo,
aquelas pessoas que, em momentos difíceis, ajudam-
no em oração e aconselhamento.
• Esse apoio fraternal é de especial significado quando
o problema é o tratamento do medo e da ansiedade.
A experiência e fé fazem a diferença:
• (Jz 6-7) “O valente Gideão, experimenta da fé seu
escudeiro o jovem Pura”.
III – ALEGRAR-SE SEMPRE NO SENHOR
• (Sl 100:2) “...Servi ao SENHOR com alegria,
apresentai-vos diante dele com cântico...”
• Possivelmente a crise de relacionamento das duas
irmãs estava tirando a alegria da igreja.
• De fato, toda divisão no corpo de Cristo traz consigo
uma tristeza imensa.
• Talvez seja por isso que Jesus orou tanto pela unidade
de Seus filhos ( Jo 17.11).
IV – CONFIAR EM DEUS EM ORAÇÃO
• Em Filipenses 4.6, está escrito que a oração é o
melhor remédio à ansiedade e ao medo.
1) A oração tem como efeito trabalhar o homem natural,
e tem como prioridade faze-lo confiar e esperar, a
ORDEM NATURAL DA SITUAÇÃO E O TEMPO DE
DEUS (Porque Deus é IMUTÁVEL).
2) Muda nossas atitudes durante uma crise existencial.
• Depois de muita conversa... Ao longo do tempo...
Corpo abatido... Perguntas da alma.... Respostas
do Espírito... Tantas Réplicas... Tantas as
Tréplicas... Que pareciam mais um DEBÁTE
POLÍTICO.
• Foi crescendo tanto em confiança em Deus que, no
final de suas provações, ele declara:
• “Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus
olhos te veem” (Jó 42.5).
3) Que a Paz proporcionada por Deus não está
vinculada a ausência de problemas e aflições, mas é
uma dependência completa do cuidado de nosso Pai
Celeste.
• Que os recursos espirituais citados neste texto nos
ajudem a vencer a ansiedade e o medo.
• Que o Espírito Santo aplique em nosso coração
Filipenses 4.2-8, o que nos fará muito bem.
• O texto de Filipenses começa relatando uma crise de
relacionamento (v.2), mas termina com uma promessa
de paz (v.7).
• É possível ter a paz de Cristo ocupando o lugar do
medo e da ansiedade em nossa mente e coração,
mesmo que as circunstâncias externas não mudem.
• 13 porque Deus é quem efetua em vós tanto o
querer como o realizar, segundo a sua boa
vontade.
• 14 Fazei tudo sem murmurações nem contendas,
• 15 para que vos torneis irrepreensíveis e sinceros,
filhos de Deus inculpáveis no meio de uma
geração pervertida e corrupta, na qual
resplandeceis como luzeiros no mundo,
• 16 preservando a palavra da vida, para que, no Dia
de Cristo, eu me glorie de que não corri em vão,
nem me esforcei inutilmente.
4) Nos traz uma promessa de CRESCIMENTO.
• O que determina a paz no barco não é a ausência
da tempestade lá fora, mas a presença de Jesus do
lado de dentro (Mt 8.23-27).
• Jesus nos prometeu uma paz que o mundo não pode
dar ( Jo 14.27), no entanto, afirmou, também, que no
mundo teríamos aflições ( Jo 16.33).
• “...Com Tua mão segura bem a minha, e pelo mundo
alegre seguirei. Mesmo onde as sombras caem mais
escuras, Teu rosto vendo, nada temerei...”

Estudos ansiedade

  • 2.
    Tema: Superando aAnsiedade e o Medo Texto: Filipenses 4.2-8
  • 3.
    Versículo-chave “...Então, Josafá tevemedo, e se pôs a buscar ao Senhor; e apregoou jejum em todo o Judá… e não sabemos nós o que fazer; porém os nossos olhos estão postos em ti...” (2Cr 20.3,12).
  • 4.
    Reflexão • Você perceberáque todos nós estamos sujeitos a momentos de ansiedade e medo e, como o rei Josafá, precisamos aprender a colocar sempre os nossos olhos em Deus.
  • 5.
    Introdução • Ainda quetenhamos recebido a Cristo como Salvador, e com Ele o perdão de todos os nossos pecados (1Jo 1.7), continuamos vulneráveis em nossos sentimentos e emoções. • Já somos novas criaturas (2Co 5.17), mas a nossa velha natureza ainda é suscetível às circunstâncias que nos advêm. • Sendo assim, não é anormal ficarmos ansiosos, com medo, desanimados e abatidos.
  • 6.
    Qual de nósnão se sente ansioso e com medo: • Diante de uma enfermidade. • Do desemprego. • De uma crise familiar. • Da violência que nos cerca. • Dos desafios que temos que assumir. • Ou mesmo diante das lutas pelas quais a nossa igreja passa?
  • 7.
    • No textode Filipenses 4, a partir do versículo 2, notamos que a igreja ou alguns de seus membros estavam em crise de relacionamento. • Aparentemente, as irmãs Evódia e Síntique andavam em desacordo. • Tal desavença estava entristecendo demais os irmãos. • Paulo, então, pediu a um obreiro amigo que promovesse a reconciliação (v.3) e à igreja que, resolvida a questão, voltasse a se alegrar no Senhor (v.4). • Vejamos, nos versículos 6 e 7, o apóstolo Paulo ensinando o que fazer para vencer a ansiedade e o medo.
  • 8.
    I – IDENTIFICARA CAUSA DO PROBLEMA. • Talvez a dor dos irmãos e a sua ansiedade tivessem como origem a briga das duas irmãs (v.2), e Paulo foi direto ao ponto de tensão. • Ou seja, descobrir a causa da ansiedade dá início à solução do problema.
  • 9.
    • Através daobservação, reflexão, autoanálise, leitura da Bíblia, aconselhamento, podemos descobrir o que de fato nos preocupa. • Às vezes, não é fácil esse exercício, mas pode nos fazer muito bem, se feito adequadamente. • Você sabe bem as causas da sua ansiedade quando a sente?
  • 10.
    • Davi, certavez, pediu que Deus vasculhasse o seu coração e fizesse aflorar os males que ali estavam. • “...Ó Deus, examina-me e conhece o meu coração! Prova-me e conhece os meus pensamentos... Vê se há em mim algum pecado e guia-me pelo caminho eterno...” (Sl 139.23-24). UM EXAME DE CONSCIÊNCIA. • Por vezes procedemos mal sem a consciência de prejudicar-nos o próximo.
  • 11.
    II – CONSIDERARA AJUDA DE UM IRMÃO EM CRISTO • Depois de descobrirmos a causa de nossa ansiedade, devemos atacá-la. Rm 7:17, 19 e 24) • (17) “...De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em... (19)...Pois não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse pratico... (24)...Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?...” • O apóstolo Paulo não teve dúvida, repreendeu as irmãs e as admoestou a recompor-se e pensarem concordantemente no Senhor.
  • 12.
    • Para ajudarna resolução do conflito, pediu ajuda de um obreiro. • Por esse motivo a comitiva do Apóstolo Paulo era formada por diversos ministério: O médico e psicólogo; o copista e historiador; os que lidavam com relacionamentos familiar; finanças e Pastoral. • Homens e mulheres chamados e ordenados por Deus, vocacionados e se qualificaram nas especialidades. • Obs: • “Não procuramos pedreiros para arrancar dentes” • Não sabemos quem era esse “companheiro de jugo” (v.3), mas o certo é que a sua ajuda foi muito importante naquela hora.
  • 13.
    • Todo crentedeve ter os seus companheiros de jugo, aquelas pessoas que, em momentos difíceis, ajudam- no em oração e aconselhamento. • Esse apoio fraternal é de especial significado quando o problema é o tratamento do medo e da ansiedade. A experiência e fé fazem a diferença: • (Jz 6-7) “O valente Gideão, experimenta da fé seu escudeiro o jovem Pura”.
  • 14.
    III – ALEGRAR-SESEMPRE NO SENHOR • (Sl 100:2) “...Servi ao SENHOR com alegria, apresentai-vos diante dele com cântico...” • Possivelmente a crise de relacionamento das duas irmãs estava tirando a alegria da igreja. • De fato, toda divisão no corpo de Cristo traz consigo uma tristeza imensa. • Talvez seja por isso que Jesus orou tanto pela unidade de Seus filhos ( Jo 17.11).
  • 15.
    IV – CONFIAREM DEUS EM ORAÇÃO • Em Filipenses 4.6, está escrito que a oração é o melhor remédio à ansiedade e ao medo. 1) A oração tem como efeito trabalhar o homem natural, e tem como prioridade faze-lo confiar e esperar, a ORDEM NATURAL DA SITUAÇÃO E O TEMPO DE DEUS (Porque Deus é IMUTÁVEL).
  • 16.
    2) Muda nossasatitudes durante uma crise existencial. • Depois de muita conversa... Ao longo do tempo... Corpo abatido... Perguntas da alma.... Respostas do Espírito... Tantas Réplicas... Tantas as Tréplicas... Que pareciam mais um DEBÁTE POLÍTICO. • Foi crescendo tanto em confiança em Deus que, no final de suas provações, ele declara: • “Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te veem” (Jó 42.5).
  • 17.
    3) Que aPaz proporcionada por Deus não está vinculada a ausência de problemas e aflições, mas é uma dependência completa do cuidado de nosso Pai Celeste. • Que os recursos espirituais citados neste texto nos ajudem a vencer a ansiedade e o medo. • Que o Espírito Santo aplique em nosso coração Filipenses 4.2-8, o que nos fará muito bem.
  • 18.
    • O textode Filipenses começa relatando uma crise de relacionamento (v.2), mas termina com uma promessa de paz (v.7). • É possível ter a paz de Cristo ocupando o lugar do medo e da ansiedade em nossa mente e coração, mesmo que as circunstâncias externas não mudem.
  • 19.
    • 13 porqueDeus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade. • 14 Fazei tudo sem murmurações nem contendas, • 15 para que vos torneis irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual resplandeceis como luzeiros no mundo, • 16 preservando a palavra da vida, para que, no Dia de Cristo, eu me glorie de que não corri em vão, nem me esforcei inutilmente.
  • 20.
    4) Nos trazuma promessa de CRESCIMENTO. • O que determina a paz no barco não é a ausência da tempestade lá fora, mas a presença de Jesus do lado de dentro (Mt 8.23-27). • Jesus nos prometeu uma paz que o mundo não pode dar ( Jo 14.27), no entanto, afirmou, também, que no mundo teríamos aflições ( Jo 16.33). • “...Com Tua mão segura bem a minha, e pelo mundo alegre seguirei. Mesmo onde as sombras caem mais escuras, Teu rosto vendo, nada temerei...”