SlideShare uma empresa Scribd logo
REVISÃO:
Estrutura e formação das palavras
Observe:
Ao analisarmos a maioria das palavras,
percebemos que elas podem ser divididas em
vários seguimentos:
cachorr – o (animal canino masculino)
cachorr – a (animal canino feminino)
cachorr – inh – a (pequeno animal canino fêmea)
cachorr – inh – o (pequeno animal canino macho)
A cada um dos elementos significativos que
formam a uma palavra dá-se o nome de elementos
mórficos ou morfemas. Morfemas, são, portanto,
unidades mínimas de caráter significativo. Chama-se
análise mórfica o processo pelo qual se divide a
palavra em seus elementos mórficos.
Atenção: existem palavras que apresentam um
único morfema e, portanto, não comportam divisão
em unidades menores:: sol, mar, hoje, luz.
Os morfemas
1. Radical
2. Desinência nominal
verbal
3. Vogal temática
4. Afixos prefixo
sufixo
1. Radical (também chamado de sentema)
E o elemento mórfico que funciona como base
do significado. Constitui o elemento comum a
palavras da mesma família:
• ferr o pedr a
• ferr eiro pedr eiro
• ferr agem pedr inha
radical radical
1.1.Famílias etimológicas
As palavras que provêm do mesmo radical são
chamadas de palavras cognatas ou famílias
etimológicas:
• agrário, agricultor, agrícola
• atrofia, distrofia, hipertrofia
• acéfalo, bicéfalo, encéfalo
1.2. Radical primário e radical secundário
• RADICAL PRIMÁRIO (radical sem afixos)
AM-ar
AM-ável
des-AM-or
JAT-o
• RADICAL SECUNDÁRIO (radical com afixos, que formam
outras palavras)
APEDREJ-ou
DESFOLH-ava
REJEIT-amos
REJEIT-asses
ENTERR-assem
2. Desinências (“extremidade”)
São elementos mórficos que se apõem ao radical para
assinalar as flexões de palavra (gênero, número, modo,
tempo, pessoa). As desinências podem ser:
a) Nominal:
menin a s (em oposição a menin-o-)
desinência desinência nominal
nominal de de numero
gênero
b) verbal:
Cant á va mos
desinência desinência
modo-temporal número-pessoal
2.a) desinências nominais – casos particulares
desinência nominal x vogal temática
Em palavras como mesa, cadeira, livro e caderno,
as vogais a e o que aparecem no final dos
vocábulos não são desinências, uma vez que não
estabelecem oposição de gênero (mesa, cadeira,
livro e caderno não se opõem a meso*, cadeiro*,
livra* ou caderna*). Já em menino, aluno, amada
e gata, as vogais a e o, que aparecem no final dos
vocábulos, são desinências, já que estabelecem a
oposição masculino/feminino (menino/menina;
aluno/aluna; amada/amado; gata/gato).
2.a) Outras formas de estabelecimento de
gênero nos nomes (substantivos)
Enquanto uma variedade de palavras na língua “conta”
com as desinências para estabelecer as oposições de
gênero, outra variedade de palavras “recorre” a outros
processos de estabelecimento de gênero, tais como:
Os substantivos uniformes...
a) epicenos: a onça (macho/fêmea)
b) Comuns de dois gêneros: o/a colega; o/a chefe; o/a
dentista
c) Sobrecomuns: a criança; o cônjuge; a criatura,
(contexto, p. ex.: “o homem é uma criatura
inteligente”)
O gênero e novas formações nos nomes
 O sufixo “ente” é acrescido a radical e forma o sentido de
nome (substantivo, adjetivo) agente ou paciente, laços
consaguíneos:
presidente, atendente, parente, vidente, tenente,
demente, escrevente...
 Essas palavras são definidas por gênero ao se colocar a
sua frente um artigo masculino ou feminino (o/a
presidente; o/a parente; o/a vidente), isto é, o
estabelecimento de gênero é feito “fora” da estrutura da
palavra;
 Contudo, existe a formação institucionalizada, quando há
uma necessidade cultural e criativa de mudar o sufixo.
Essa formação está ocorrendo com a palavra presidente,
que agora designa o gênero feminino agente como
presidenta.
2.a) desinências verbais
Indicam, nos verbos, o tempo e o modo (desinências
modo-temporais), a pessoa e o número (desinências
número-pessoais). Exemplos:
Flexões de modo e tempo:
Eu cantei (indicativo, passado perfeito)
Se eu cantasse (subjuntivo, passado imperfeito)
Cante você (imperativo, presente, positivo)
Flexões de número e pessoa:
Nós cantaremos (indicativo, 1º pessoa do plural, futuro
do presente)
Se vós cantásseis (subjuntivo, 2º pessoa do plural,
passado imperfeito)
2.a) desinências verbais
Ex.: cantar = futuro do presente do indicativo
verbo conjugado radical vt mt np
1º (eu) cantarei cant a re i
2º (tu) cantarás cant a rá s
3º (ele/a) cantará cant a rá Ø
1º (nós) cantaremos cant a re mos
2º (vós) cantareis cant a re is
3º (eles/as) cantarão cant a rã o
s
p
Desinências nas formas verbais nominais
Nas formas nominais dos verbos, as desinências vão
diferenciá-los em:
a) Forma infinitiva: cant-a-r
desinência
de infinitivo
b) Forma no gerúndio: cant-a-ndo
desinência
de gerúndio
c) Forma no particípio: cant-ado
desinência
de particípio
3. Vogal temática
É a vogal que, em alguns casos, agrega-se
ao radical, preparando-o para receber as
desinências:
 part i sse (ex. vt verbal)
radical vogal desinência modo-temporal
temática
luz e s (ex. vt nominal)
radical vogal desinência de número
temática
A vogal temática nos verbos
Nos verbos, a vogal temática indica a que conjugação
pertence: cantar (1º conjugação); vender (2º conjugação);
partir (3º conjugação).
DICA!
Para descobrir a vogal temática de um verbo conjugado em um
período, escreva-o no infinitivo e descubra seu radical. O que
vier após ele no verbo conjugado será a vogal temática (se for
diferente do verbo conjugado será vogal temática alomórfica):
“Ele cantou aquela música” = infinitivo: cant-a-r
Vogal desinência
temática verbal
cant-o-u
Vogal temática desinência
alomórfica número-pessoal
A vogal temática e o tema
O radical já acrescido da vogal temática
denomina-se tema. Podemos dizer, portanto,
que o tema é o radical pronto para receber
uma desinência ou um sufixo:
canta -va centra -l- -idade
tema desinência tema consoante sufixo
de ligação
Isto é: radical+vogal temática=tema
Onde a vogal temática não aparece
Os nomes terminados em vogal tônica não
apresentam vogal temática: maracujá, café,
dominó, saci, bambu. Considera-se que essas
vogais já fazem parte do radical e, por esse
motivo, são chamados radicais atemáticos.
Obs.: Por outro lado, a vogal temática aparece,
geralmente, em vogais finais átonas: porta,
caderno e cadeira.
4. Os afixos
São elementos que se agregam ao radical a fim
de formar palavras novas. Classificam-se em:
a) prefixos – quando vêm antes do radical:
in feliz des leal
prefixo radical prefixo radical
b) sufixos – quando vêm depois do radical:
feliz mente leal dade
radical sufixo radical sufixo
Vogais e consoantes de ligação
Além dos elementos mórficos assinalados, em certas
palavras podem aparecer vogais e consoantes de
ligação (também chamados de infixos), que,
desprovidas de significação (não sendo, pois,
morfemas), intercalam-se no vocábulo tão-
somente para facilitar a pronúncia (metafonia).
gas ô metro pau l ada
paris i ense café t eira
vogal de ligação consoante de ligação
Observações finais:
Quando os sufixos agregam-se ao radical,
podem ocorrer as seguintes mudanças:
a) elisão: porta + eiro = porteiro
b) evitar a crase: porta + aria = portaria
c) alteração fônica: cantáVAmos / cantáVEis
d) Haplogia ou braquilogia (redução):
saudade + oso = saudoso
idade + oso = idoso

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Substantivos e adjetivos
Substantivos e adjetivosSubstantivos e adjetivos
Substantivos e adjetivos
Sérgio de Castro
 
Processo de Formação das Palavras
Processo de Formação das PalavrasProcesso de Formação das Palavras
Processo de Formação das Palavras
Faell Vasconcelos
 
Vozes verbais
Vozes verbaisVozes verbais
Vozes verbais
bodaovg
 
Termos acessórios
Termos acessóriosTermos acessórios
Termos acessórios
Edson Dorneles
 
Termos integrantes-da-oracao
Termos integrantes-da-oracaoTermos integrantes-da-oracao
Termos integrantes-da-oracao
Sandra Paula
 
Semântica
SemânticaSemântica
Análise sintática dos pronomes relativos
Análise sintática dos pronomes relativosAnálise sintática dos pronomes relativos
Análise sintática dos pronomes relativos
nixsonmachado
 
Funções do pronome relativo
Funções do pronome relativoFunções do pronome relativo
Funções do pronome relativo
espacoaberto
 
Fonética fonologia
Fonética fonologiaFonética fonologia
Fonética fonologia
Maria Glalcy Fequetia Dalcim
 
Orações Coordenadas Assindéticas e Sindéticas
Orações Coordenadas Assindéticas e SindéticasOrações Coordenadas Assindéticas e Sindéticas
Orações Coordenadas Assindéticas e Sindéticas
Caroline Capellari
 
Fonética e fonologia
Fonética e fonologiaFonética e fonologia
Fonética e fonologia
Diego Prezia
 
Complementos verbais
Complementos verbaisComplementos verbais
Complementos verbais
Tatiane Morais
 
Adjunto
AdjuntoAdjunto
Adjunto
Katia Sena
 
SEMANTICA.ppt
SEMANTICA.pptSEMANTICA.ppt
SEMANTICA.ppt
JohnJeffersonAlves1
 
Oracao subordinada adverbial
Oracao subordinada adverbialOracao subordinada adverbial
Oracao subordinada adverbial
Jacqueline Hirozawa
 
Estrutura das palavras
Estrutura das palavras Estrutura das palavras
Estrutura das palavras
colveromachado
 
Vozes verbais
Vozes verbaisVozes verbais
Vozes verbais
Elaine Teixeira
 
Modo subjuntivo
Modo subjuntivoModo subjuntivo
Modo subjuntivo
Daniele Bertollo
 
A VÍRGULA NO PERÍODO SIMPLES
A VÍRGULA NO PERÍODO SIMPLESA VÍRGULA NO PERÍODO SIMPLES
A VÍRGULA NO PERÍODO SIMPLES
Elaine Teixeira
 
Predicados e predicativos
Predicados e predicativosPredicados e predicativos
Predicados e predicativos
Edson Alves
 

Mais procurados (20)

Substantivos e adjetivos
Substantivos e adjetivosSubstantivos e adjetivos
Substantivos e adjetivos
 
Processo de Formação das Palavras
Processo de Formação das PalavrasProcesso de Formação das Palavras
Processo de Formação das Palavras
 
Vozes verbais
Vozes verbaisVozes verbais
Vozes verbais
 
Termos acessórios
Termos acessóriosTermos acessórios
Termos acessórios
 
Termos integrantes-da-oracao
Termos integrantes-da-oracaoTermos integrantes-da-oracao
Termos integrantes-da-oracao
 
Semântica
SemânticaSemântica
Semântica
 
Análise sintática dos pronomes relativos
Análise sintática dos pronomes relativosAnálise sintática dos pronomes relativos
Análise sintática dos pronomes relativos
 
Funções do pronome relativo
Funções do pronome relativoFunções do pronome relativo
Funções do pronome relativo
 
Fonética fonologia
Fonética fonologiaFonética fonologia
Fonética fonologia
 
Orações Coordenadas Assindéticas e Sindéticas
Orações Coordenadas Assindéticas e SindéticasOrações Coordenadas Assindéticas e Sindéticas
Orações Coordenadas Assindéticas e Sindéticas
 
Fonética e fonologia
Fonética e fonologiaFonética e fonologia
Fonética e fonologia
 
Complementos verbais
Complementos verbaisComplementos verbais
Complementos verbais
 
Adjunto
AdjuntoAdjunto
Adjunto
 
SEMANTICA.ppt
SEMANTICA.pptSEMANTICA.ppt
SEMANTICA.ppt
 
Oracao subordinada adverbial
Oracao subordinada adverbialOracao subordinada adverbial
Oracao subordinada adverbial
 
Estrutura das palavras
Estrutura das palavras Estrutura das palavras
Estrutura das palavras
 
Vozes verbais
Vozes verbaisVozes verbais
Vozes verbais
 
Modo subjuntivo
Modo subjuntivoModo subjuntivo
Modo subjuntivo
 
A VÍRGULA NO PERÍODO SIMPLES
A VÍRGULA NO PERÍODO SIMPLESA VÍRGULA NO PERÍODO SIMPLES
A VÍRGULA NO PERÍODO SIMPLES
 
Predicados e predicativos
Predicados e predicativosPredicados e predicativos
Predicados e predicativos
 

Destaque

Estrutura das Palavras
Estrutura das PalavrasEstrutura das Palavras
Estrutura das Palavras
Gramática Normativa
 
O cortiço
O cortiço O cortiço
O cortiço
Seduc/AM
 
Powerpoint formação de palavras
Powerpoint   formação de palavrasPowerpoint   formação de palavras
Powerpoint formação de palavras
tanialazera
 
Introdução à sintaxe
Introdução à sintaxeIntrodução à sintaxe
Introdução à sintaxe
Edson Alves
 
Gramatica normativa da língua portuquesa
Gramatica normativa da língua portuquesaGramatica normativa da língua portuquesa
Gramatica normativa da língua portuquesa
Eraldofabio de Araujo
 
Verbos no modo imperativo apresentação
Verbos no modo imperativo   apresentaçãoVerbos no modo imperativo   apresentação
Verbos no modo imperativo apresentação
Ivan Barreto Dos Santos
 
1840 8
1840 81840 8
1840 8
Rejane Costa
 
www.AulasDePortuguesApoio.com - Português - Figuras de Construção ou Sintaxe
www.AulasDePortuguesApoio.com  -  Português -  Figuras de Construção ou Sintaxewww.AulasDePortuguesApoio.com  -  Português -  Figuras de Construção ou Sintaxe
www.AulasDePortuguesApoio.com - Português - Figuras de Construção ou Sintaxe
Videoaulas De Português Apoio
 
O que é gramática
O que é gramáticaO que é gramática
O que é gramática
Faell Vasconcelos
 
9ºano gramática – português
9ºano gramática – português9ºano gramática – português
9ºano gramática – português
Mariana Monteiro
 
Português – 9ºano gramática
Português – 9ºano   gramáticaPortuguês – 9ºano   gramática
Português – 9ºano gramática
Mariana Monteiro
 
58119906 slide-sintaxe-da-oracao-periodo-simples
58119906 slide-sintaxe-da-oracao-periodo-simples58119906 slide-sintaxe-da-oracao-periodo-simples
58119906 slide-sintaxe-da-oracao-periodo-simples
felipe789
 
Gramática da língua portuguesa pasquale cipro neto
Gramática da língua portuguesa   pasquale cipro netoGramática da língua portuguesa   pasquale cipro neto
Gramática da língua portuguesa pasquale cipro neto
prof.aldemir2010
 
Português aula slide - gramatica
Português   aula slide - gramaticaPortuguês   aula slide - gramatica
Português aula slide - gramatica
WALTER ALENCAR DE SOUSA
 
Gramática.Noções Básicas
Gramática.Noções BásicasGramática.Noções Básicas
Gramática.Noções Básicas
Rosalina Simão Nunes
 
Materia do 9º ano portugues
Materia do 9º ano portuguesMateria do 9º ano portugues
Materia do 9º ano portugues
Anabela Gutierres Cunha
 
Formação de Palavras: Ficha de Trabalho 2
Formação de Palavras: Ficha de Trabalho 2Formação de Palavras: Ficha de Trabalho 2
Formação de Palavras: Ficha de Trabalho 2
A. Simoes
 
Funções sintaticas
Funções sintaticasFunções sintaticas
Funções sintaticas
Ana Arminda Moreira
 
Texto narrativo
Texto narrativoTexto narrativo
Texto narrativo
A. Simoes
 

Destaque (20)

Estrutura das Palavras
Estrutura das PalavrasEstrutura das Palavras
Estrutura das Palavras
 
O cortiço
O cortiço O cortiço
O cortiço
 
Powerpoint formação de palavras
Powerpoint   formação de palavrasPowerpoint   formação de palavras
Powerpoint formação de palavras
 
Introdução à sintaxe
Introdução à sintaxeIntrodução à sintaxe
Introdução à sintaxe
 
Gramatica normativa da língua portuquesa
Gramatica normativa da língua portuquesaGramatica normativa da língua portuquesa
Gramatica normativa da língua portuquesa
 
Verbos no modo imperativo apresentação
Verbos no modo imperativo   apresentaçãoVerbos no modo imperativo   apresentação
Verbos no modo imperativo apresentação
 
1840 8
1840 81840 8
1840 8
 
www.AulasDePortuguesApoio.com - Português - Figuras de Construção ou Sintaxe
www.AulasDePortuguesApoio.com  -  Português -  Figuras de Construção ou Sintaxewww.AulasDePortuguesApoio.com  -  Português -  Figuras de Construção ou Sintaxe
www.AulasDePortuguesApoio.com - Português - Figuras de Construção ou Sintaxe
 
O que é gramática
O que é gramáticaO que é gramática
O que é gramática
 
9ºano gramática – português
9ºano gramática – português9ºano gramática – português
9ºano gramática – português
 
Português – 9ºano gramática
Português – 9ºano   gramáticaPortuguês – 9ºano   gramática
Português – 9ºano gramática
 
58119906 slide-sintaxe-da-oracao-periodo-simples
58119906 slide-sintaxe-da-oracao-periodo-simples58119906 slide-sintaxe-da-oracao-periodo-simples
58119906 slide-sintaxe-da-oracao-periodo-simples
 
Gramática da língua portuguesa pasquale cipro neto
Gramática da língua portuguesa   pasquale cipro netoGramática da língua portuguesa   pasquale cipro neto
Gramática da língua portuguesa pasquale cipro neto
 
Português aula slide - gramatica
Português   aula slide - gramaticaPortuguês   aula slide - gramatica
Português aula slide - gramatica
 
Gramática.Noções Básicas
Gramática.Noções BásicasGramática.Noções Básicas
Gramática.Noções Básicas
 
Materia do 9º ano portugues
Materia do 9º ano portuguesMateria do 9º ano portugues
Materia do 9º ano portugues
 
Cartaz outubro
Cartaz outubroCartaz outubro
Cartaz outubro
 
Formação de Palavras: Ficha de Trabalho 2
Formação de Palavras: Ficha de Trabalho 2Formação de Palavras: Ficha de Trabalho 2
Formação de Palavras: Ficha de Trabalho 2
 
Funções sintaticas
Funções sintaticasFunções sintaticas
Funções sintaticas
 
Texto narrativo
Texto narrativoTexto narrativo
Texto narrativo
 

Semelhante a Estrutura das palavras

Estrutura das palavras
Estrutura das palavrasEstrutura das palavras
Estrutura das palavras
Seduc/AM
 
Estrutura das palavras
Estrutura das palavrasEstrutura das palavras
Estrutura das palavras
colveromachado
 
Estrutura e formação das palavras
Estrutura e formação das palavrasEstrutura e formação das palavras
Estrutura e formação das palavras
Lidia Araujo
 
estrutura_e_formacao_de_palavras.ppt
estrutura_e_formacao_de_palavras.pptestrutura_e_formacao_de_palavras.ppt
estrutura_e_formacao_de_palavras.ppt
WilliamVieira65
 
Ecxcxzccxczxcxzczxcxzcxzczxczxcxzcxzcs.ppt
Ecxcxzccxczxcxzczxcxzcxzczxczxcxzcxzcs.pptEcxcxzccxczxcxzczxcxzcxzczxczxcxzcxzcs.ppt
Ecxcxzccxczxcxzczxcxzcxzczxczxcxzcxzcs.ppt
Fiscalizacaosemmade
 
Conteúdo para Prova Parcial C2 2016
Conteúdo para Prova Parcial C2 2016Conteúdo para Prova Parcial C2 2016
Conteúdo para Prova Parcial C2 2016
Roberta Savana
 
[c7s] Estrutura das palavras
[c7s] Estrutura das palavras[c7s] Estrutura das palavras
[c7s] Estrutura das palavras
7 de Setembro
 
Estrutura e formação da palavra
Estrutura e formação da palavraEstrutura e formação da palavra
Estrutura e formação da palavra
CandidoCalazans
 
Estrutura Das Palavras
Estrutura Das PalavrasEstrutura Das Palavras
Estrutura Das Palavras
guest7174ad
 
Meta linguística
Meta linguísticaMeta linguística
Meta linguística
carlinhosroxedo
 
Estrutura Das Palavras2
Estrutura Das Palavras2Estrutura Das Palavras2
Estrutura Das Palavras2
Angela Santos
 
Estrutura Das Palavras1
Estrutura Das Palavras1Estrutura Das Palavras1
Estrutura Das Palavras1
Angela Santos
 
Estrutura Das Palavras
Estrutura Das PalavrasEstrutura Das Palavras
Estrutura Das Palavras
guest0cbfe
 
Estrutura Das Palavras
Estrutura Das PalavrasEstrutura Das Palavras
Estrutura Das Palavras
guest75cb1b
 
Desinencias
DesinenciasDesinencias
Desinencias
Léo Schroeder
 
Desinencias YEEP
Desinencias YEEPDesinencias YEEP
Desinencias YEEP
Léo Schroeder
 
Aula 1 estrutura, formação e classe das palavras
Aula 1   estrutura, formação e classe das palavrasAula 1   estrutura, formação e classe das palavras
Aula 1 estrutura, formação e classe das palavras
J M
 
Fonética e Fonologia
Fonética e FonologiaFonética e Fonologia
Fonética e Fonologia
Marcos Feliciano
 
Plural dos substantivos
Plural dos substantivosPlural dos substantivos
Plural dos substantivos
Liliane França
 
Estrut form palavras
Estrut form palavrasEstrut form palavras
Estrut form palavras
sandra
 

Semelhante a Estrutura das palavras (20)

Estrutura das palavras
Estrutura das palavrasEstrutura das palavras
Estrutura das palavras
 
Estrutura das palavras
Estrutura das palavrasEstrutura das palavras
Estrutura das palavras
 
Estrutura e formação das palavras
Estrutura e formação das palavrasEstrutura e formação das palavras
Estrutura e formação das palavras
 
estrutura_e_formacao_de_palavras.ppt
estrutura_e_formacao_de_palavras.pptestrutura_e_formacao_de_palavras.ppt
estrutura_e_formacao_de_palavras.ppt
 
Ecxcxzccxczxcxzczxcxzcxzczxczxcxzcxzcs.ppt
Ecxcxzccxczxcxzczxcxzcxzczxczxcxzcxzcs.pptEcxcxzccxczxcxzczxcxzcxzczxczxcxzcxzcs.ppt
Ecxcxzccxczxcxzczxcxzcxzczxczxcxzcxzcs.ppt
 
Conteúdo para Prova Parcial C2 2016
Conteúdo para Prova Parcial C2 2016Conteúdo para Prova Parcial C2 2016
Conteúdo para Prova Parcial C2 2016
 
[c7s] Estrutura das palavras
[c7s] Estrutura das palavras[c7s] Estrutura das palavras
[c7s] Estrutura das palavras
 
Estrutura e formação da palavra
Estrutura e formação da palavraEstrutura e formação da palavra
Estrutura e formação da palavra
 
Estrutura Das Palavras
Estrutura Das PalavrasEstrutura Das Palavras
Estrutura Das Palavras
 
Meta linguística
Meta linguísticaMeta linguística
Meta linguística
 
Estrutura Das Palavras2
Estrutura Das Palavras2Estrutura Das Palavras2
Estrutura Das Palavras2
 
Estrutura Das Palavras1
Estrutura Das Palavras1Estrutura Das Palavras1
Estrutura Das Palavras1
 
Estrutura Das Palavras
Estrutura Das PalavrasEstrutura Das Palavras
Estrutura Das Palavras
 
Estrutura Das Palavras
Estrutura Das PalavrasEstrutura Das Palavras
Estrutura Das Palavras
 
Desinencias
DesinenciasDesinencias
Desinencias
 
Desinencias YEEP
Desinencias YEEPDesinencias YEEP
Desinencias YEEP
 
Aula 1 estrutura, formação e classe das palavras
Aula 1   estrutura, formação e classe das palavrasAula 1   estrutura, formação e classe das palavras
Aula 1 estrutura, formação e classe das palavras
 
Fonética e Fonologia
Fonética e FonologiaFonética e Fonologia
Fonética e Fonologia
 
Plural dos substantivos
Plural dos substantivosPlural dos substantivos
Plural dos substantivos
 
Estrut form palavras
Estrut form palavrasEstrut form palavras
Estrut form palavras
 

Mais de Seduc/AM

Como ler um poema (de Susan Wise Bauer)
Como ler um poema (de Susan Wise Bauer)Como ler um poema (de Susan Wise Bauer)
Como ler um poema (de Susan Wise Bauer)
Seduc/AM
 
Como ler livros
Como ler livrosComo ler livros
Como ler livros
Seduc/AM
 
Como ler romances
Como ler romancesComo ler romances
Como ler romances
Seduc/AM
 
O ateneu
O ateneuO ateneu
O ateneu
Seduc/AM
 
O alienista
O alienistaO alienista
O alienista
Seduc/AM
 
Linguagem do realismo
Linguagem do realismoLinguagem do realismo
Linguagem do realismo
Seduc/AM
 
Machado de assis
Machado de assisMachado de assis
Machado de assis
Seduc/AM
 
Quincas borba
Quincas borbaQuincas borba
Quincas borba
Seduc/AM
 
Dom casmurro
Dom casmurroDom casmurro
Dom casmurro
Seduc/AM
 
Memórias póstumas de brás cubas
Memórias póstumas de brás cubasMemórias póstumas de brás cubas
Memórias póstumas de brás cubas
Seduc/AM
 
Enredos das principais obras da prosa romântica
Enredos das principais obras da prosa românticaEnredos das principais obras da prosa romântica
Enredos das principais obras da prosa romântica
Seduc/AM
 
Iracema
IracemaIracema
Iracema
Seduc/AM
 
Amor de perdição
Amor de perdiçãoAmor de perdição
Amor de perdição
Seduc/AM
 
Memórias de um sargento de milícias
Memórias de um sargento de milíciasMemórias de um sargento de milícias
Memórias de um sargento de milícias
Seduc/AM
 
Prosa romântica brasileira1
Prosa romântica brasileira1Prosa romântica brasileira1
Prosa romântica brasileira1
Seduc/AM
 
Interpretação textual 2
Interpretação textual 2Interpretação textual 2
Interpretação textual 2
Seduc/AM
 
Tipos de introdução, desenvolvimento e conclusão
Tipos de introdução, desenvolvimento e conclusãoTipos de introdução, desenvolvimento e conclusão
Tipos de introdução, desenvolvimento e conclusão
Seduc/AM
 
Esquemas de organização do texto dissertativo argumentativo
Esquemas de organização do texto dissertativo argumentativoEsquemas de organização do texto dissertativo argumentativo
Esquemas de organização do texto dissertativo argumentativo
Seduc/AM
 
Critério de avaliação redação enem
Critério de avaliação redação enemCritério de avaliação redação enem
Critério de avaliação redação enem
Seduc/AM
 
Aula 1 de interpretação textual (PISA)
Aula 1 de interpretação textual (PISA)Aula 1 de interpretação textual (PISA)
Aula 1 de interpretação textual (PISA)
Seduc/AM
 

Mais de Seduc/AM (20)

Como ler um poema (de Susan Wise Bauer)
Como ler um poema (de Susan Wise Bauer)Como ler um poema (de Susan Wise Bauer)
Como ler um poema (de Susan Wise Bauer)
 
Como ler livros
Como ler livrosComo ler livros
Como ler livros
 
Como ler romances
Como ler romancesComo ler romances
Como ler romances
 
O ateneu
O ateneuO ateneu
O ateneu
 
O alienista
O alienistaO alienista
O alienista
 
Linguagem do realismo
Linguagem do realismoLinguagem do realismo
Linguagem do realismo
 
Machado de assis
Machado de assisMachado de assis
Machado de assis
 
Quincas borba
Quincas borbaQuincas borba
Quincas borba
 
Dom casmurro
Dom casmurroDom casmurro
Dom casmurro
 
Memórias póstumas de brás cubas
Memórias póstumas de brás cubasMemórias póstumas de brás cubas
Memórias póstumas de brás cubas
 
Enredos das principais obras da prosa romântica
Enredos das principais obras da prosa românticaEnredos das principais obras da prosa romântica
Enredos das principais obras da prosa romântica
 
Iracema
IracemaIracema
Iracema
 
Amor de perdição
Amor de perdiçãoAmor de perdição
Amor de perdição
 
Memórias de um sargento de milícias
Memórias de um sargento de milíciasMemórias de um sargento de milícias
Memórias de um sargento de milícias
 
Prosa romântica brasileira1
Prosa romântica brasileira1Prosa romântica brasileira1
Prosa romântica brasileira1
 
Interpretação textual 2
Interpretação textual 2Interpretação textual 2
Interpretação textual 2
 
Tipos de introdução, desenvolvimento e conclusão
Tipos de introdução, desenvolvimento e conclusãoTipos de introdução, desenvolvimento e conclusão
Tipos de introdução, desenvolvimento e conclusão
 
Esquemas de organização do texto dissertativo argumentativo
Esquemas de organização do texto dissertativo argumentativoEsquemas de organização do texto dissertativo argumentativo
Esquemas de organização do texto dissertativo argumentativo
 
Critério de avaliação redação enem
Critério de avaliação redação enemCritério de avaliação redação enem
Critério de avaliação redação enem
 
Aula 1 de interpretação textual (PISA)
Aula 1 de interpretação textual (PISA)Aula 1 de interpretação textual (PISA)
Aula 1 de interpretação textual (PISA)
 

Último

A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptxA dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
ReinaldoSouza57
 
Caça-palavras ortografia M antes de P e B.
Caça-palavras    ortografia M antes de P e B.Caça-palavras    ortografia M antes de P e B.
Caça-palavras ortografia M antes de P e B.
Mary Alvarenga
 
0002_matematica_6ano livro de matemática
0002_matematica_6ano livro de matemática0002_matematica_6ano livro de matemática
0002_matematica_6ano livro de matemática
Giovana Gomes da Silva
 
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Centro Jacques Delors
 
socialização faculdade uniasselvi 2024 matea
socialização faculdade uniasselvi 2024 mateasocialização faculdade uniasselvi 2024 matea
socialização faculdade uniasselvi 2024 matea
ILDISONRAFAELBARBOSA
 
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo FreireLivro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
WelberMerlinCardoso
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.pptEstrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
livrosjovert
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
TomasSousa7
 
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
LucianaCristina58
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
profesfrancleite
 
the_story_garden_5_SB_with_activities.pdf
the_story_garden_5_SB_with_activities.pdfthe_story_garden_5_SB_with_activities.pdf
the_story_garden_5_SB_with_activities.pdf
CarinaSoto12
 
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
Escola Municipal Jesus Cristo
 
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdfAPOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
RenanSilva991968
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
Manuais Formação
 
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmenteeducação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
DeuzinhaAzevedo
 
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
ValdineyRodriguesBez1
 
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdflivro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
cmeioctaciliabetesch
 
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
AdrianoMontagna1
 
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdfCADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
NatySousa3
 

Último (20)

A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptxA dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
 
Caça-palavras ortografia M antes de P e B.
Caça-palavras    ortografia M antes de P e B.Caça-palavras    ortografia M antes de P e B.
Caça-palavras ortografia M antes de P e B.
 
0002_matematica_6ano livro de matemática
0002_matematica_6ano livro de matemática0002_matematica_6ano livro de matemática
0002_matematica_6ano livro de matemática
 
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
 
socialização faculdade uniasselvi 2024 matea
socialização faculdade uniasselvi 2024 mateasocialização faculdade uniasselvi 2024 matea
socialização faculdade uniasselvi 2024 matea
 
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo FreireLivro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
 
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.pptEstrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
 
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
 
the_story_garden_5_SB_with_activities.pdf
the_story_garden_5_SB_with_activities.pdfthe_story_garden_5_SB_with_activities.pdf
the_story_garden_5_SB_with_activities.pdf
 
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
 
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdfAPOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
 
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmenteeducação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
 
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
 
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdflivro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
 
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
 
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdfCADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
 

Estrutura das palavras

  • 2. Observe: Ao analisarmos a maioria das palavras, percebemos que elas podem ser divididas em vários seguimentos: cachorr – o (animal canino masculino) cachorr – a (animal canino feminino) cachorr – inh – a (pequeno animal canino fêmea) cachorr – inh – o (pequeno animal canino macho)
  • 3. A cada um dos elementos significativos que formam a uma palavra dá-se o nome de elementos mórficos ou morfemas. Morfemas, são, portanto, unidades mínimas de caráter significativo. Chama-se análise mórfica o processo pelo qual se divide a palavra em seus elementos mórficos. Atenção: existem palavras que apresentam um único morfema e, portanto, não comportam divisão em unidades menores:: sol, mar, hoje, luz.
  • 4. Os morfemas 1. Radical 2. Desinência nominal verbal 3. Vogal temática 4. Afixos prefixo sufixo
  • 5. 1. Radical (também chamado de sentema) E o elemento mórfico que funciona como base do significado. Constitui o elemento comum a palavras da mesma família: • ferr o pedr a • ferr eiro pedr eiro • ferr agem pedr inha radical radical
  • 6. 1.1.Famílias etimológicas As palavras que provêm do mesmo radical são chamadas de palavras cognatas ou famílias etimológicas: • agrário, agricultor, agrícola • atrofia, distrofia, hipertrofia • acéfalo, bicéfalo, encéfalo
  • 7. 1.2. Radical primário e radical secundário • RADICAL PRIMÁRIO (radical sem afixos) AM-ar AM-ável des-AM-or JAT-o • RADICAL SECUNDÁRIO (radical com afixos, que formam outras palavras) APEDREJ-ou DESFOLH-ava REJEIT-amos REJEIT-asses ENTERR-assem
  • 8. 2. Desinências (“extremidade”) São elementos mórficos que se apõem ao radical para assinalar as flexões de palavra (gênero, número, modo, tempo, pessoa). As desinências podem ser: a) Nominal: menin a s (em oposição a menin-o-) desinência desinência nominal nominal de de numero gênero b) verbal: Cant á va mos desinência desinência modo-temporal número-pessoal
  • 9. 2.a) desinências nominais – casos particulares desinência nominal x vogal temática Em palavras como mesa, cadeira, livro e caderno, as vogais a e o que aparecem no final dos vocábulos não são desinências, uma vez que não estabelecem oposição de gênero (mesa, cadeira, livro e caderno não se opõem a meso*, cadeiro*, livra* ou caderna*). Já em menino, aluno, amada e gata, as vogais a e o, que aparecem no final dos vocábulos, são desinências, já que estabelecem a oposição masculino/feminino (menino/menina; aluno/aluna; amada/amado; gata/gato).
  • 10. 2.a) Outras formas de estabelecimento de gênero nos nomes (substantivos) Enquanto uma variedade de palavras na língua “conta” com as desinências para estabelecer as oposições de gênero, outra variedade de palavras “recorre” a outros processos de estabelecimento de gênero, tais como: Os substantivos uniformes... a) epicenos: a onça (macho/fêmea) b) Comuns de dois gêneros: o/a colega; o/a chefe; o/a dentista c) Sobrecomuns: a criança; o cônjuge; a criatura, (contexto, p. ex.: “o homem é uma criatura inteligente”)
  • 11. O gênero e novas formações nos nomes  O sufixo “ente” é acrescido a radical e forma o sentido de nome (substantivo, adjetivo) agente ou paciente, laços consaguíneos: presidente, atendente, parente, vidente, tenente, demente, escrevente...  Essas palavras são definidas por gênero ao se colocar a sua frente um artigo masculino ou feminino (o/a presidente; o/a parente; o/a vidente), isto é, o estabelecimento de gênero é feito “fora” da estrutura da palavra;  Contudo, existe a formação institucionalizada, quando há uma necessidade cultural e criativa de mudar o sufixo. Essa formação está ocorrendo com a palavra presidente, que agora designa o gênero feminino agente como presidenta.
  • 12. 2.a) desinências verbais Indicam, nos verbos, o tempo e o modo (desinências modo-temporais), a pessoa e o número (desinências número-pessoais). Exemplos: Flexões de modo e tempo: Eu cantei (indicativo, passado perfeito) Se eu cantasse (subjuntivo, passado imperfeito) Cante você (imperativo, presente, positivo) Flexões de número e pessoa: Nós cantaremos (indicativo, 1º pessoa do plural, futuro do presente) Se vós cantásseis (subjuntivo, 2º pessoa do plural, passado imperfeito)
  • 13. 2.a) desinências verbais Ex.: cantar = futuro do presente do indicativo verbo conjugado radical vt mt np 1º (eu) cantarei cant a re i 2º (tu) cantarás cant a rá s 3º (ele/a) cantará cant a rá Ø 1º (nós) cantaremos cant a re mos 2º (vós) cantareis cant a re is 3º (eles/as) cantarão cant a rã o s p
  • 14. Desinências nas formas verbais nominais Nas formas nominais dos verbos, as desinências vão diferenciá-los em: a) Forma infinitiva: cant-a-r desinência de infinitivo b) Forma no gerúndio: cant-a-ndo desinência de gerúndio c) Forma no particípio: cant-ado desinência de particípio
  • 15. 3. Vogal temática É a vogal que, em alguns casos, agrega-se ao radical, preparando-o para receber as desinências:  part i sse (ex. vt verbal) radical vogal desinência modo-temporal temática luz e s (ex. vt nominal) radical vogal desinência de número temática
  • 16. A vogal temática nos verbos Nos verbos, a vogal temática indica a que conjugação pertence: cantar (1º conjugação); vender (2º conjugação); partir (3º conjugação). DICA! Para descobrir a vogal temática de um verbo conjugado em um período, escreva-o no infinitivo e descubra seu radical. O que vier após ele no verbo conjugado será a vogal temática (se for diferente do verbo conjugado será vogal temática alomórfica): “Ele cantou aquela música” = infinitivo: cant-a-r Vogal desinência temática verbal cant-o-u Vogal temática desinência alomórfica número-pessoal
  • 17. A vogal temática e o tema O radical já acrescido da vogal temática denomina-se tema. Podemos dizer, portanto, que o tema é o radical pronto para receber uma desinência ou um sufixo: canta -va centra -l- -idade tema desinência tema consoante sufixo de ligação Isto é: radical+vogal temática=tema
  • 18. Onde a vogal temática não aparece Os nomes terminados em vogal tônica não apresentam vogal temática: maracujá, café, dominó, saci, bambu. Considera-se que essas vogais já fazem parte do radical e, por esse motivo, são chamados radicais atemáticos. Obs.: Por outro lado, a vogal temática aparece, geralmente, em vogais finais átonas: porta, caderno e cadeira.
  • 19. 4. Os afixos São elementos que se agregam ao radical a fim de formar palavras novas. Classificam-se em: a) prefixos – quando vêm antes do radical: in feliz des leal prefixo radical prefixo radical b) sufixos – quando vêm depois do radical: feliz mente leal dade radical sufixo radical sufixo
  • 20. Vogais e consoantes de ligação Além dos elementos mórficos assinalados, em certas palavras podem aparecer vogais e consoantes de ligação (também chamados de infixos), que, desprovidas de significação (não sendo, pois, morfemas), intercalam-se no vocábulo tão- somente para facilitar a pronúncia (metafonia). gas ô metro pau l ada paris i ense café t eira vogal de ligação consoante de ligação
  • 21. Observações finais: Quando os sufixos agregam-se ao radical, podem ocorrer as seguintes mudanças: a) elisão: porta + eiro = porteiro b) evitar a crase: porta + aria = portaria c) alteração fônica: cantáVAmos / cantáVEis d) Haplogia ou braquilogia (redução): saudade + oso = saudoso idade + oso = idoso