O documento descreve como a miscigenação era vista no Brasil no final do século XIX. Cientistas estrangeiros viam como um caso único de mistura de raças, porém temiam a degeneração. Intelectuais brasileiros também enxergavam o país como mestiço, mas ficavam divididos entre adotar ou não as teorias racistas da época. A raça era um tema debatido nos museus, institutos e faculdades, que tentavam entender a identidade nacional de um país tão miscigenado.