O documento discute a influência do racismo científico na construção da identidade brasileira, destacando como teorias e discursos de intelectuais promoveram a ideia de branquamento e a negação da negritude. O conceito de democracia racial foi utilizado para encobrir desigualdades raciais, enquanto a pesquisa da ONU nas décadas de 1940 e 1960 desmistificou essa noção. O renascimento do movimento negro nos anos 1970 enfatizou a valorização da identidade africana e se opôs à assimilação cultural promovida pelo Estado.