Faculdade Pitágoras
Disciplina:Saúde coletiva
Enfermagem 4º periodo-Noturno.
Transição Demográfica na Epidemiologia
.
Transição Demográfica na Epidemiologia:
Refere-se aos efeitos que as mudanças dos
níveis de fecundidade e mortalidade provocam
sobre o ritmo de crescimento populacional e
sobre a estrutura por idade,sexo, traduzindo-se
por um envelhecimento da população (maior
proporção de idosos).
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“Transição epidemiológica”, pode
ser definida como a mudanças no
perfil das causas de morte. Na
antiguidade, imperava os óbitos
causados pelas doenças infecciosas
e parasitárias e pelas guerra.
Transição demográfica na epidemiológica
4 Fases da Transição Demográfica na
Epidemiologia
• Fase 1 - Idade da Pestilência e da Fome.
• Fase 2 - Idade da Pandemia Retrocedente.
• Fase 3 – Idade das Doenças Degenerativas e
das Doenças Criadas pelo Homem.
• Fase 4 – Idade das Doenças Degenerativas
Adiada.
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Transição demográfica na epidemiológica
As tendências atuais, caracterizadas pela
diminuição da mortalidade infantil,
deslocam o óbito para as idades mais
avançadas, aumentando as causas de
óbito relacionadas às doenças crônico-
degenerativas (aparelho circulatório e
neoplasias) [GOLDANI, 1999:28].
Doenças infecciosa ainda importantes no século
21
Malária - 800.000 mortes anuais no mundo
Febre amarela – surto Brasil 2007-2009
Tuberculose – 1,3 milhões de mortes anuais no mundo
Infecção puerperal- 3 causa de óbito materno no país
HIV/AIDS- epidemia a partir dos anos 1980
Epidemia de sobrepeso e obesidade (acúmulo excessivo de
gordura)
Surgimento das Doenças crônicas não transmissíveis:
. hipertensão
. diabetes tipo 2
. alterações no perfil lipídico;
. síndrome metabólica (alterações no metabolismo da
glicose/insulina);
. aumento na incidência de doenças cardiovasculares e de
acidentes vasculares cerebrais;
Envelhecimento com piora da qualidade de vida e redução da
longevidade.
CONSEQUÊNCIAS:
Transição demográfica na epidemiológica
É caracterizada por:
• Redução da taxa de fecundidade total e como
conseqüência redução do número absoluto de nascidos
vivos e redução das taxas de natalidade
• Redução das taxas de crescimento da população
• Aumento da participação de idosos (65 anos e mais) no
conjunto da população
• Aumento da idade média da população
Transição demográfica
Dinâmica populacional é resultante do
comportamento da:
1-Fecundidade - capacidade reprodutiva de uma
população.
 Taxa de fecundidade geral:
2- Mortalidade - risco de morrer.
 Taxa de mortalidade geral
3- Movimentos Migratórios
1,90
2,25
2,45
2,60
3,10
3,80
4,31
4,72
5,38
6,15
1960/1965
11965/1970
1970/1975
1975/1980
1980/1985
1985/1990
1990/1995
19995/2000
2000/2005
2005/2010
TAXA DE FECUNDIDADE
Nº Médio de filhos por mulher
Fonte: IBGE
Anos 0 a 14 15 a 59 60 e mais
1970 43,0 53,0 4,0
1980 39,0 55,0 6,0
1991 35,0 58,0 7,0
2000 29,6 61,9 8,5
2020 24,0 64,0 12,0
Distribuição da população (%) segundo grupos
etários, Brasil, 1970-2020
Fonte: IBGE
Fonte: IBGE
Taxa Bruta de Natalidade
Taxa de Fecundidade Geral
nº de nascidos vivos
população
X1000 det. local e ano
nº de nascidos vivos
pop. feminina idade fértil (15 - 49 anos)
X1000 det. local e ano
www.datasus.gov.br
Taxa de Fecundidade Específica
Taxa de Fecundidade Total
expressa o nº médio de filhos por mulheres
nº de nascidos vivos de mulheres 15 – 19 anos
população feminina 15 - 19 anos
X1000
(TFE x5)
1000

www.datasus.gov.br
Taxa de mortalidade geral
X 1000
nº de óbitos
população ½ período
Em determinado local e ano
www.datasus.gov.br
Tipos de populações Segundo Sundbarg
• População Progressiva
• População Estacionária
• População Regressiva
DA TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA À TRANSIÇÃO
EPIDEMIOLÓGICA
Conclusão
 A transição demográfica na epidemiologia
tem ocorrido por inúmeros fatores entre os
mais destacados doenças crônicas
degenerativas, que a tinge a população da
atualidadade, mostrando assim a
necessidade de qualidade de vida.
Referências Bibliográficas
Medronho , RA; Bloch KV; Luiz RR; Werneck
GL (eds.). Epidemiologia. Atheneu, Rio de
Janeiro, 2008, 2ª Edição.
Gordis L. Epidemiologia. Editora Revinter.
2004. 2ª Edição.
Rouquayrol ZM, Almeida-Filho N.
Epidemiologia e Saúde. Guanabara Koogan.
2009. 6ª Edição.
OBRIGADO!!!

Epimiologia

  • 1.
  • 2.
    Transição Demográfica naEpidemiologia . Transição Demográfica na Epidemiologia: Refere-se aos efeitos que as mudanças dos níveis de fecundidade e mortalidade provocam sobre o ritmo de crescimento populacional e sobre a estrutura por idade,sexo, traduzindo-se por um envelhecimento da população (maior proporção de idosos).
  • 3.
    3 “Transição epidemiológica”, pode serdefinida como a mudanças no perfil das causas de morte. Na antiguidade, imperava os óbitos causados pelas doenças infecciosas e parasitárias e pelas guerra. Transição demográfica na epidemiológica
  • 4.
    4 Fases daTransição Demográfica na Epidemiologia • Fase 1 - Idade da Pestilência e da Fome. • Fase 2 - Idade da Pandemia Retrocedente. • Fase 3 – Idade das Doenças Degenerativas e das Doenças Criadas pelo Homem. • Fase 4 – Idade das Doenças Degenerativas Adiada.
  • 5.
    5 Transição demográfica naepidemiológica As tendências atuais, caracterizadas pela diminuição da mortalidade infantil, deslocam o óbito para as idades mais avançadas, aumentando as causas de óbito relacionadas às doenças crônico- degenerativas (aparelho circulatório e neoplasias) [GOLDANI, 1999:28]. Doenças infecciosa ainda importantes no século 21 Malária - 800.000 mortes anuais no mundo Febre amarela – surto Brasil 2007-2009 Tuberculose – 1,3 milhões de mortes anuais no mundo Infecção puerperal- 3 causa de óbito materno no país HIV/AIDS- epidemia a partir dos anos 1980
  • 6.
    Epidemia de sobrepesoe obesidade (acúmulo excessivo de gordura) Surgimento das Doenças crônicas não transmissíveis: . hipertensão . diabetes tipo 2 . alterações no perfil lipídico; . síndrome metabólica (alterações no metabolismo da glicose/insulina); . aumento na incidência de doenças cardiovasculares e de acidentes vasculares cerebrais; Envelhecimento com piora da qualidade de vida e redução da longevidade. CONSEQUÊNCIAS: Transição demográfica na epidemiológica
  • 7.
    É caracterizada por: •Redução da taxa de fecundidade total e como conseqüência redução do número absoluto de nascidos vivos e redução das taxas de natalidade • Redução das taxas de crescimento da população • Aumento da participação de idosos (65 anos e mais) no conjunto da população • Aumento da idade média da população Transição demográfica
  • 8.
    Dinâmica populacional éresultante do comportamento da: 1-Fecundidade - capacidade reprodutiva de uma população.  Taxa de fecundidade geral: 2- Mortalidade - risco de morrer.  Taxa de mortalidade geral 3- Movimentos Migratórios
  • 9.
  • 10.
    Anos 0 a14 15 a 59 60 e mais 1970 43,0 53,0 4,0 1980 39,0 55,0 6,0 1991 35,0 58,0 7,0 2000 29,6 61,9 8,5 2020 24,0 64,0 12,0 Distribuição da população (%) segundo grupos etários, Brasil, 1970-2020 Fonte: IBGE
  • 11.
  • 13.
    Taxa Bruta deNatalidade Taxa de Fecundidade Geral nº de nascidos vivos população X1000 det. local e ano nº de nascidos vivos pop. feminina idade fértil (15 - 49 anos) X1000 det. local e ano www.datasus.gov.br
  • 14.
    Taxa de FecundidadeEspecífica Taxa de Fecundidade Total expressa o nº médio de filhos por mulheres nº de nascidos vivos de mulheres 15 – 19 anos população feminina 15 - 19 anos X1000 (TFE x5) 1000  www.datasus.gov.br
  • 15.
    Taxa de mortalidadegeral X 1000 nº de óbitos população ½ período Em determinado local e ano www.datasus.gov.br
  • 16.
    Tipos de populaçõesSegundo Sundbarg • População Progressiva • População Estacionária • População Regressiva
  • 17.
    DA TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICAÀ TRANSIÇÃO EPIDEMIOLÓGICA
  • 18.
    Conclusão  A transiçãodemográfica na epidemiologia tem ocorrido por inúmeros fatores entre os mais destacados doenças crônicas degenerativas, que a tinge a população da atualidadade, mostrando assim a necessidade de qualidade de vida.
  • 19.
    Referências Bibliográficas Medronho ,RA; Bloch KV; Luiz RR; Werneck GL (eds.). Epidemiologia. Atheneu, Rio de Janeiro, 2008, 2ª Edição. Gordis L. Epidemiologia. Editora Revinter. 2004. 2ª Edição. Rouquayrol ZM, Almeida-Filho N. Epidemiologia e Saúde. Guanabara Koogan. 2009. 6ª Edição.
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Notas do Editor