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Efeito Copacabana
Causas e Desafios
Fernando Cembranelli
São Paulo, 2018.
AGENDA ➢ Introdução
➢ Objetivos e Metodologia
➢ Resultados
- Causas
- Consequências
- Propostas
➢ Conclusão
➢ Revisão Bibliográfica e Notas
• Brasil envelhecerá “de virada”, de 9% para 18% até 2025
• Bairro de Copacabana será o retrato do Brasil em 2025
• França levou 115 anos para dobrar sua população de idosos
(população acima d 60 anos)
• Países desenvolvidos ficaram ricos e depois envelheceram, Brasil
envelhecerá antes de se tornar desenvolvido
• “Há um desafio e um risco gigantesco”
Alexandre Kalache
Ex-Chefe Programa Envelhecimento e Saúde - OMS
Fonte: Kalache A.,2009¹
“The world has never seen population ageing
before. Can it cope?” The Economist
Quais os maiores desafios para a saúde ?
• Brasil, vive nos últimos 30 anos, uma transição demográfica complexa
• Três fatores importantes:
Min. Saúde José Gomes Temporão
1°) Redução da taxa de fecundidade
2°) Queda da mortalidade infantil
3°) Aumento da Expectativa de Vida ao Nascer e Envelhecimento da
População
Fonte: Temporão J.,2009²
AGENDA ➢ Introdução
➢ Objetivos e Metodologia
➢ Resultados
- Causas
- Consequências
- Propostas
➢ Conclusão
➢ Revisão Bibliográfica e Notas
Objetivos:
-Determinar as principais causas e destacar consequências do
processo de Envelhecimento Populacional no Brasil
Metodologia:
-Revisão bibliográfica da literatura
-Levantamento de base de dados
secundárias
Fonte: The Economist, Ageing Special Report ³
Efeito Copacabana
AGENDA ➢ Introdução
➢ Objetivos e Metodologia
➢ Resultados
- Causas
- Consequências
- Propostas
➢ Conclusão
➢ Revisão Bibliográfica e Notas
Brasil vive uma transição epidemiológica
• TRANSIÇÃO EPIDEMIOLÓGICA, ESTÁGIOS:
1.o Mortalidade concentrada nos primeiros anos de vida
2 .o Mortalidade decresce; taxas de crescimento aumentam ou se mantêm
elevadas (percentagem de jovens na população aumenta)
3 .o Taxas de fertilidade decrescem; mortalidade continua a cair (aumento
da percentagem de adultos jovens e aumento progressivo de pessoas
idosas)
4 .o Mortalidade em todos os grupos etários continua a cair ( aumento
constante da participação dos idos na população)
“Esta transição tira o Brasil de uma situação de alta-mortalidade,
alta-fecundidade, para a baixa-mortalidade/baixa-fecundidade,
com uma maior proporção de idosos na população”
Alexandre Kalache
Fonte: Kalache A, 1987 5
Queda da Mortalidade Infantil
- De 1980 a 2006, a taxa de mortalidade infantil caiu 64%, ao declinar de -
69,1 para 24,9 óbitos a cada mil nascidos vivos (IBGE)
Taxa de Mortalidade Infantil 2004
Fonte: Ministério da Saúde
Taxa de Mortalidade Infantil por Regiões e Brasil
Fonte: IBGE 4
Referências Bibliográficas
Abastecimento de Água e Instalações Sanitárias Domiciliar
no Brasil ( Número de domicílios por região e ano)
Fonte: IBGE - Censos Demográficos de 1991 e 2000Fonte: IBGE - Censos Demográficos de 1991 e 2000
Coleta de lixo – Brasil
Domicílios por Região segundo Coleta de lixo
Saneamento básico e coleta de lixo, dois componentes
importantes para a diminuição da mortalidade infantil têm
apresentado melhoria progressiva
- Redução das doenças infecciosas, especialmente as imunoprevíniveis
-- Melhoria das condições ambientais e nutricionais da população
- Importante redução da diarréia como causa de óbito
- Para cada 10% aumento de cobertura do PSF, mortalidade infantil caiu 5,4%
Fonte: Ministério da Saúde 6
Região
Coletado
1991
Coletado
2000 Δ 1991 - 2000
Norte 720585 1621792 125,07%
Nordeste 3736314 6907879 84,88%
Sudeste 12432986 18266171 46,92%
Sul 3856552 6019897 56,10%
C.Oeste 1415644 2577592 82,08%
Brasil 22162081 35393331 59,70%
Região 1991 2000 Δ 1991 - 2000
Região Norte 1954368 2809912 44%
Região Nordeste 9014003 11401385 26,50%
Região Sudeste 15820409 20224269 27,80%
Região Sul 5694400 7205057 26,50%
Região Centro-Oeste 2251535 3154478 40,10%
Brasil 34734715 44795101 29%
“Falar da diminuição da fecundidade no Brasil é também entrar em assunto
controverso em que os diversos contendores desqualificam, de saída, os
argumentos que contrariam suas posições” Ruth Cardoso, 1983
Taxa de Fecundidade Total (TFT) e crescimento urbano anual
Brasil e China:1950-201
0
Fonte: Population Division of the Department of Economic and Social Affairs
of the United Nations Secretariat, World Population Prospects
Fonte: IBGE – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio
PNAD 2004
Taxa de Fecundidade Total
Brasil 1940 a 2004
Thomas Malthus, pulicou “Essay on The Principle of Population” in 1798, onde previu a falta de
alimentos futura, pois a população crescia em progressão geométrica e a produção de alimentos em
produção aritmética. Estava ele errado ?
Anos de Estudo 1991 2000 2004
Sem instrução 4,8 4,1 3,6
1 a 3 3,9 3,6 3,5
4 a 7 2,8 2,9 2,9
8 2,2 2,4 2,3
9 a 11 1,7 1,6 1,6
12 ou + 1,3 1,1 1,4
Total 2,7 2,4 2,1
Taxa de Fecundidade Total, segundo anos completos de
Estudo (mulheres de 15 a 49 anos)
Fonte: BERQUO, Elza; CAVENAGHI, Suzana13
Rendimento (em salários
mínimos) 1991 2000 2004
Sem rendimento e até 1/4 5,5 4,6 4,6
1/4 e 1/2 3,1 3,2 3
1/2 a 1 2,3 2,4 2,2
1 a 2 1,8 1,8 1,7
2 a 3 1,6 1,4 1,2
3 a 5 1,5 1,3 1,2
5 ou + 1,2 1,1 1,1
Total 2,7 2,4 2,1
Fonte: BERQUO, Elza; CAVENAGHI, Suzana13
Taxa de Fecundidade Total, segundo rendimento
médio mensal
Fonte: The Economist, Falling Fertility 4
Os países que até então possuíam uma população extremamente jovem, com o
declínio da fecundidade iniciam um estreitamento da pirâmide etária,
convergindo para o envelhecimento da população
Fertilidade versus PIB per capita, 2007
Fonte: Gapminder.org
Brasil
-
Os riscos de saúde que afetam uma população mudaram com o tempo, dos riscos
para as doenças infecciosas, para aqueles das doenças crônicas não transmissíveis.
Tempo
Tabagismo
Inatividade
Física
Sobrepeso
Qualidade do
Ar
Riscos
Ocupacionais
Desnutrição
Falta de
Saneamento
Básico
Riscos
Tradicionais
Riscos
Modernos
Risco
Transição de Risco: dos Riscos Tradicionais para os Modernos
Fonte: Global Health Risks, OMS
Fonte: Global Health Risks, OMS8
Enquanto em 1940, quase metade dos óbitos decorreram das doenças transmissíveis,
em 2009, 32,01 % dos óbitos originaram-se de doenças do aparelho circulatório e
16,47% de neoplasias, enquanto as doenças infecciosas e parasitárias representaram
apenas 4,92% do total
-
%Portadores doença crônica por Região e Faixa etária
Fonte: IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - PNAD – 2004
Nota ¹
Fonte: Chaimowicks F.1987 7
Região De 0 a 13 anos 14 a 29 anos 30 a 44 anos 45 a 59 anos
60 anos
ou mais
Região Norte 8,4 16 33,9 58,1 74,9
Região Nordeste 5,9 13 31,6 55,2 71,4
Região Sudeste 10,7 16,2 34,3 57,8 76,5
Região Sul 12,8 19,9 38,6 61,1 78,5
Região Centro-
Oeste 11,3 18,9 38,4 60,9 78,7
Brasil 9,3 16 34,6 57,9 75,5
A expectativa de vida ao nascer é fortemente influenciada pela mortalidade
infantil. Aqueles que conseguem sobreviver aos primeiros anos de vida têm uma
esperança de sobrevida mais elevada nas idades que se seguem.
África do Sul
Namíbia
Botsuana
Suazilândia
PIB per capita, constante 2000 $ internacional
Fonte: OMS, The World Health Report 200825
PIB per capita e expectativa de vida ao nascer em 169 países,
1975 e 2005
Idade
Fonte: CAMARANO, Ana, 20029
Com a queda taxa de fecundidade, o país muda sua composição futura e com a manutenção
da taxa de crescimento atual, o Brasil chegará em 2050 com 290 milhões de habitantes, de
acordo com o IBGE.Caso mantivesse a taxa de crescimento de 1970 chegaria nesta data com
623 milhões
Fonte: IBGE Fonte: IBGE
AGENDA ➢ Introdução
➢ Objetivos e Metodologia
➢ Resultados
- Causas
- Consequências
- Propostas
➢ Conclusão
➢ Revisão Bibliográfica e Notas
Um mundo de Matusaléns ?
• População de idosos crescerá acentuadamente nos próximos anos
Fonte: Nações Unidas, 2009 Fonte: FMI Fonte: OCDE,2009
Fonte: The Economist, Ageing Special Report ³
• As finanças públicas estarão preparadas ?
No Brasil, em 1996, 15,8% do total de hospitalizações no âmbito do
Sistema Único de Saúde (SUS), ocorreram entre pessoas com 60 ou
mais anos de idade, com um gasto de 659 milhões de dólares.
-Em 1996, os idosos representavam 7,9% da população e 22,9% do total
gasto com internações hospitalares públicas
- Como o SUS financiará a parcela crescente de idosos na população?
Fonte: Ministério da Saúde, Sistema de Informações Hospilatares do SUS, (SIH-SUS)
Habitantes, internações hospitalares, recursos pagos e razão custo/habitante no âmbito do
Sistema Único de Saúde, segundo faixa etária, Brasil 2001
Fonte: AFRADIQUE, M. et al 10
Faixa Etária % Habitantes % Internações
% Recursos
Pagos Razão Custo/Habitante
20-59 85,7 66,5 62,3 0,7
60-69 8 14,5 17,3 2,2
70-79 4,4 12,2 13,7 3,1
80+ 1,8 6,8 6,7 3,7
De acordo com o IPEA, a renda do idoso depende principalmente dos
benefícios previdenciários, cuja contribuição tem aumentado no
tempo para ambos os sexos.
• A importância da renda proveniente da aposentadoria cresce com a idade.
Em 1997, para a população masculina, as aposentadorias contribuíram com
46% da renda dos que tinham 60 a 64 anos e 82% dos rendimentos da
população com mais de 80 anos.
• Haverá sustentabilidade para o Sistema de Previdência Pública no Brasil ?
Composição Percentual da Renda dos Homens Idosos –
1981, 1988,1998
Outros/ pensão
Aposentadoria
Trabalho
Fonte: IBGE,PNADs de 1981, 1988 e 1998.
Fonte: Camarano, A. 11
11
AGENDA ➢ Introdução
➢ Objetivos e Metodologia
➢ Resultados
- Causas
- Consequências
- Propostas
➢ Conclusão
➢ Revisão Bibliográfica e Notas
A idéia da Cidade Amiga do Idoso é baseada na matriz da OMS de
envelhecimento ativo. Este é o processo de otimizar as oportunidades
para a saúde, participação e segurança para preservar a qualidade de
vida, conforme as pessoas envelhecem
Envelhecimento
Ativo
Determinantes
de
comportamento
Saúde e
Serviços Sociais
Determinantes
econômicos
Determinantes
Sociais
Ambiente
Físico
Determinantes
Pessoais
Cultura
Sexo
Determinantes do Envelhecimento Ativo
Fonte: Cidades Amigas do Idoso, OMS22
Nas cidades amigas do idoso,
políticas, serviços, programas e
estruturas físicas permitem que as
pessoas idosas ajam ativas através do:
- Reconhecimento da grande gama de
capacidades e recursos entre as
pessoas mais velhas
- Antecipação e resposta flexível às
necessidades e preferências
relacionadas à idade
- Respeito às decisões e estilo de vida
- Proteção dos mais vulneráveis
- Promoção da inclusão e contribuição
do idoso, em todas as áreas da vida
comunitária
Fonte: Age Friendly Cities: A Guide. OMS 12
A PORTARIA Nº 2.528 DE 19 DE OUTUBRO DE 2006 do
Ministério da Saúde26, aprova a Política Nacional de Saúde da
Pessoa Idosa, a fim de responder às crescentes demandas da
população que envelhece.
Esta portaria reconhece os seguintes desafios para o cuidado da pessoa idosa:
a) a escassez de estruturas de cuidado intermediário ao idoso no SUS
b) número insuficiente de serviços de cuidado domiciliar ao idoso frágil previsto no
Estatuto do Idoso.
c) a escassez de equipes multiprofissionais e interdisciplinares com conhecimento
em envelhecimento e saúde da pessoa idosa; e
d) a implementação insuficiente ou mesmo a falta de implementação das Redes
de Assistência à Saúde do Idoso.
E promove as seguintes Diretrizes:
a) promoção do envelhecimento ativo e saudável;
b) atenção integral, integrada à saúde da pessoa idosa;
c) estímulo às ações inter setoriais, visando à integralidade da atenção
d) provimento de recursos capazes de assegurar qualidade da atenção à saúde
da pessoa idosa;
f) formação e educação permanente dos profissionais de saúde do SUS na área
.
Fonte: Portaria 2.528,MS 13
As mudanças propostas começam a acontecer...
Atenção especial aos idosos
O Ministério da Saúde lançou, em outubro, no Rio de Janeiro, o
Programa Nacional de Formação de Cuidadores de Idosos. O curso
será oferecido em 36 Escolas Técnicas do Sistema Único de Saúde,
em todo o país. Até 2011, a meta é formar 65 mil cuidadores. O
projeto, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social,
tem como intuito oferecer um olhar integral sobre o indivíduo,
qualificando a atenção prestada às pessoas idosas.
R$ 38,5 milhões – Para a criação de 125 equipes, formadas
por um médico, um enfermeiro e um auxiliar de enfermagem,
que garantirão a internação em casa dos pacientes crônicodegenerativos,
como os que sofrem com câncer, diabetes e
outras doenças. Essas equipes não se confundem com as da
estratégia Saúde da Família, que atuam na atenção básica.
Fonte: Saúde Brasil 2008, MS 14
AGENDA ➢ Introdução
➢ Objetivos e Metodologia
➢ Resultados
- Causas
- Consequências
- Propostas
➢ Conclusão
➢ Revisão Bibliográfica e Notas
O envelhecimento populacional representará um enorme desafio para a
Saúde, em especial a saúde pública . Porém, para os prestadores de serviço
universitários há a oportunidade de criarem serviços especializados aos
idosos, que poderão ser referência em assistência, ensino e pesquisa para
a terceira idade, garantindo maior visibilidade institucional
Fonte: ANS
Taxa de cobertura por planos privados de assistência médica,
segundo sexo e faixa etária Brasil, dezembro de 2007
O C.R.I. - Centro de Referencia do Idoso
da Zona Norte - é uma parceria entre o
governo do Estado de São Paulo e a
Associação Congregação de Santa
Catarina..
Somos um ambulatório de atenção
secundária, buscamos a excelência em
nossos serviços, integrando
especialidades médicas, atividades
educacionais, culturais e de lazer, sem
qualquer custo ao idoso carente e
residente na região norte de São Paulo
Fonte: Centro de Referência do Idoso 16
A partir dos 70 anos de idade, a insuficiência cardíaca passa a ser a principal
causa de internação e de custos hospitalares dos idosos brasileiros, o que
revela a oportunidade de ter serviços hospitalares especializados neste tipo
de internação
Proporção de Recursos (%) Pagos por Faixa
Etária (anos)
20-59 60+ 60-69 70-79 80+
Doenças Isquêmicas do Coração 6,4 12,9 16,4 12,6 4,7
Insuficiência Cardíaca 3,4 11,7 9,3 12,5 16,1
Bronquite/Enfisema e Outras Dças
Pulmon. 1,5 6,5 5,4 7,2 8
Doenças Cerebrovasculares 1,6 4,1 3,5 4,3 5,2
Pneumonia 2,5 3,2 2,4 3,2 5,3
Fratura do Fêmur 1 2,5 1,2 2,4 5,8
Distribuição proporcional dos recursos pagos no âmbito do Sistema Único
de Saúde, segundo a causa que justificou a internação e a faixa etária.
Brasil, 2001
Fonte: Ministério da Saúde, Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH-SUS)15
AGENDA ➢ Introdução
➢ Objetivos e Metodologia
➢ Resultados
- Causas
- Consequências
- Propostas
➢ Conclusão
➢ Revisão Bibliográfica e Notas
Referências Bibliográficas
1) KALACHE A. . Efeito Copacabana. HSM Management, São Paulo, n° 74 maio-junho 2009, pg.23-28. Entrevista concedida a Adriana
Sales Gomes
2) Temporão J. .Entrevista Ministro da Saúde,Jornal Valor Econômico, 15 de Dezembro de 2009. Entrevista concedida a Simone Goldberg
3) The Economist, Ageing Special Report, Jun 25th 2009
4) IBGE ( http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/evolucao_perspectivas_mortalidade/default.shtm)
5) KALACHE, A. et al. O envelhecimento da população mundial. Um desafio novo. Rev. Saúde públ., S. Paulo, 21:200-10, 1987
6) Ministério da Saúde (http://portal.saude.gov.br/portal/saude/gestor/visualizar_texto.cfm?idtxt=24437)
7) Global Health Risks, OMS.
8) CHAIMOWICKS, F. “A saúde dos idosos brasileiros às vésperas do século XXI: problemas, projeções e alternativas.” Rev. Saúde
Pública, 31 (2): 184-200, 1997.
9) CAMARANO,Ana.“Envelhecimento da População Brasileira: Uma Contribuição Demográfica”. IPEA, Janeiro de 2002
(http://www.ipea.gov.br/default.jsp
10) AFRADIQUE,M et al. “ Custo das internações hospitalares entre idosos brasileiros no âmbito do Sistema Único de Saúde.” Epidemiologia
e Serviços de Saúde; 13(4) : 239 – 2460,2004
11) CAMARANO,A.“Envelhecimento da População Brasileira: Uma Contribuição Demográfica”. IPEA, Janeiro de 2002
(http://www.ipea.gov.br/default.jsp)
12) Age Friendly Cities: A Guide. OMS (http://www.who.int/ageing/age_friendly_cities/en/index.html
13) PORTARIA Nº 2.528,19 DE OUTUBRO DE 2006,Ministério da Saúde.
14) Saúde Brasil, Novembro de 2008,MS (http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/saude_brasil_novembro_web.pdf.)
15) AFRADIQUE,M. et al. “ Custo das internações hospitalares entre idosos brasileiros no âmbito do Sistema Único de Saúde.”
Epidemiologia e Serviços de Saúde 13(4) : 239 – 246, 2004
16) Centro de Referência do Idoso Norte (http://www.crinorte.org.br/sobre-cri.php)
Notas
%Portadores doença crônica
• Problema crônico na coluna ou nas costas
• Artrite ou reumatismo
• Câncer
• Diabetes
• Bronquite ou asma
• Hipertensão
• Doença do coração
• Insuficiência renal crônica
• Depressão
• Tuberculose
• Tendinite ou tenossinovite
• Cirrose
Fonte: PNAD - IBGE
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Efeito Copacabana - Os efeitos do rápido envelhecimento populacional no Brasil!

  • 1. Efeito Copacabana Causas e Desafios Fernando Cembranelli São Paulo, 2018.
  • 2. AGENDA ➢ Introdução ➢ Objetivos e Metodologia ➢ Resultados - Causas - Consequências - Propostas ➢ Conclusão ➢ Revisão Bibliográfica e Notas
  • 3. • Brasil envelhecerá “de virada”, de 9% para 18% até 2025 • Bairro de Copacabana será o retrato do Brasil em 2025 • França levou 115 anos para dobrar sua população de idosos (população acima d 60 anos) • Países desenvolvidos ficaram ricos e depois envelheceram, Brasil envelhecerá antes de se tornar desenvolvido • “Há um desafio e um risco gigantesco” Alexandre Kalache Ex-Chefe Programa Envelhecimento e Saúde - OMS Fonte: Kalache A.,2009¹ “The world has never seen population ageing before. Can it cope?” The Economist
  • 4. Quais os maiores desafios para a saúde ? • Brasil, vive nos últimos 30 anos, uma transição demográfica complexa • Três fatores importantes: Min. Saúde José Gomes Temporão 1°) Redução da taxa de fecundidade 2°) Queda da mortalidade infantil 3°) Aumento da Expectativa de Vida ao Nascer e Envelhecimento da População Fonte: Temporão J.,2009²
  • 5. AGENDA ➢ Introdução ➢ Objetivos e Metodologia ➢ Resultados - Causas - Consequências - Propostas ➢ Conclusão ➢ Revisão Bibliográfica e Notas
  • 6. Objetivos: -Determinar as principais causas e destacar consequências do processo de Envelhecimento Populacional no Brasil Metodologia: -Revisão bibliográfica da literatura -Levantamento de base de dados secundárias Fonte: The Economist, Ageing Special Report ³ Efeito Copacabana
  • 7. AGENDA ➢ Introdução ➢ Objetivos e Metodologia ➢ Resultados - Causas - Consequências - Propostas ➢ Conclusão ➢ Revisão Bibliográfica e Notas
  • 8. Brasil vive uma transição epidemiológica • TRANSIÇÃO EPIDEMIOLÓGICA, ESTÁGIOS: 1.o Mortalidade concentrada nos primeiros anos de vida 2 .o Mortalidade decresce; taxas de crescimento aumentam ou se mantêm elevadas (percentagem de jovens na população aumenta) 3 .o Taxas de fertilidade decrescem; mortalidade continua a cair (aumento da percentagem de adultos jovens e aumento progressivo de pessoas idosas) 4 .o Mortalidade em todos os grupos etários continua a cair ( aumento constante da participação dos idos na população) “Esta transição tira o Brasil de uma situação de alta-mortalidade, alta-fecundidade, para a baixa-mortalidade/baixa-fecundidade, com uma maior proporção de idosos na população” Alexandre Kalache Fonte: Kalache A, 1987 5
  • 9. Queda da Mortalidade Infantil - De 1980 a 2006, a taxa de mortalidade infantil caiu 64%, ao declinar de - 69,1 para 24,9 óbitos a cada mil nascidos vivos (IBGE) Taxa de Mortalidade Infantil 2004 Fonte: Ministério da Saúde Taxa de Mortalidade Infantil por Regiões e Brasil Fonte: IBGE 4
  • 10. Referências Bibliográficas Abastecimento de Água e Instalações Sanitárias Domiciliar no Brasil ( Número de domicílios por região e ano) Fonte: IBGE - Censos Demográficos de 1991 e 2000Fonte: IBGE - Censos Demográficos de 1991 e 2000 Coleta de lixo – Brasil Domicílios por Região segundo Coleta de lixo Saneamento básico e coleta de lixo, dois componentes importantes para a diminuição da mortalidade infantil têm apresentado melhoria progressiva - Redução das doenças infecciosas, especialmente as imunoprevíniveis -- Melhoria das condições ambientais e nutricionais da população - Importante redução da diarréia como causa de óbito - Para cada 10% aumento de cobertura do PSF, mortalidade infantil caiu 5,4% Fonte: Ministério da Saúde 6 Região Coletado 1991 Coletado 2000 Δ 1991 - 2000 Norte 720585 1621792 125,07% Nordeste 3736314 6907879 84,88% Sudeste 12432986 18266171 46,92% Sul 3856552 6019897 56,10% C.Oeste 1415644 2577592 82,08% Brasil 22162081 35393331 59,70% Região 1991 2000 Δ 1991 - 2000 Região Norte 1954368 2809912 44% Região Nordeste 9014003 11401385 26,50% Região Sudeste 15820409 20224269 27,80% Região Sul 5694400 7205057 26,50% Região Centro-Oeste 2251535 3154478 40,10% Brasil 34734715 44795101 29%
  • 11. “Falar da diminuição da fecundidade no Brasil é também entrar em assunto controverso em que os diversos contendores desqualificam, de saída, os argumentos que contrariam suas posições” Ruth Cardoso, 1983 Taxa de Fecundidade Total (TFT) e crescimento urbano anual Brasil e China:1950-201 0 Fonte: Population Division of the Department of Economic and Social Affairs of the United Nations Secretariat, World Population Prospects Fonte: IBGE – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio PNAD 2004 Taxa de Fecundidade Total Brasil 1940 a 2004
  • 12. Thomas Malthus, pulicou “Essay on The Principle of Population” in 1798, onde previu a falta de alimentos futura, pois a população crescia em progressão geométrica e a produção de alimentos em produção aritmética. Estava ele errado ? Anos de Estudo 1991 2000 2004 Sem instrução 4,8 4,1 3,6 1 a 3 3,9 3,6 3,5 4 a 7 2,8 2,9 2,9 8 2,2 2,4 2,3 9 a 11 1,7 1,6 1,6 12 ou + 1,3 1,1 1,4 Total 2,7 2,4 2,1 Taxa de Fecundidade Total, segundo anos completos de Estudo (mulheres de 15 a 49 anos) Fonte: BERQUO, Elza; CAVENAGHI, Suzana13 Rendimento (em salários mínimos) 1991 2000 2004 Sem rendimento e até 1/4 5,5 4,6 4,6 1/4 e 1/2 3,1 3,2 3 1/2 a 1 2,3 2,4 2,2 1 a 2 1,8 1,8 1,7 2 a 3 1,6 1,4 1,2 3 a 5 1,5 1,3 1,2 5 ou + 1,2 1,1 1,1 Total 2,7 2,4 2,1 Fonte: BERQUO, Elza; CAVENAGHI, Suzana13 Taxa de Fecundidade Total, segundo rendimento médio mensal Fonte: The Economist, Falling Fertility 4
  • 13. Os países que até então possuíam uma população extremamente jovem, com o declínio da fecundidade iniciam um estreitamento da pirâmide etária, convergindo para o envelhecimento da população Fertilidade versus PIB per capita, 2007 Fonte: Gapminder.org Brasil -
  • 14. Os riscos de saúde que afetam uma população mudaram com o tempo, dos riscos para as doenças infecciosas, para aqueles das doenças crônicas não transmissíveis. Tempo Tabagismo Inatividade Física Sobrepeso Qualidade do Ar Riscos Ocupacionais Desnutrição Falta de Saneamento Básico Riscos Tradicionais Riscos Modernos Risco Transição de Risco: dos Riscos Tradicionais para os Modernos Fonte: Global Health Risks, OMS Fonte: Global Health Risks, OMS8
  • 15. Enquanto em 1940, quase metade dos óbitos decorreram das doenças transmissíveis, em 2009, 32,01 % dos óbitos originaram-se de doenças do aparelho circulatório e 16,47% de neoplasias, enquanto as doenças infecciosas e parasitárias representaram apenas 4,92% do total - %Portadores doença crônica por Região e Faixa etária Fonte: IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - PNAD – 2004 Nota ¹ Fonte: Chaimowicks F.1987 7 Região De 0 a 13 anos 14 a 29 anos 30 a 44 anos 45 a 59 anos 60 anos ou mais Região Norte 8,4 16 33,9 58,1 74,9 Região Nordeste 5,9 13 31,6 55,2 71,4 Região Sudeste 10,7 16,2 34,3 57,8 76,5 Região Sul 12,8 19,9 38,6 61,1 78,5 Região Centro- Oeste 11,3 18,9 38,4 60,9 78,7 Brasil 9,3 16 34,6 57,9 75,5
  • 16. A expectativa de vida ao nascer é fortemente influenciada pela mortalidade infantil. Aqueles que conseguem sobreviver aos primeiros anos de vida têm uma esperança de sobrevida mais elevada nas idades que se seguem. África do Sul Namíbia Botsuana Suazilândia PIB per capita, constante 2000 $ internacional Fonte: OMS, The World Health Report 200825 PIB per capita e expectativa de vida ao nascer em 169 países, 1975 e 2005 Idade Fonte: CAMARANO, Ana, 20029
  • 17. Com a queda taxa de fecundidade, o país muda sua composição futura e com a manutenção da taxa de crescimento atual, o Brasil chegará em 2050 com 290 milhões de habitantes, de acordo com o IBGE.Caso mantivesse a taxa de crescimento de 1970 chegaria nesta data com 623 milhões Fonte: IBGE Fonte: IBGE
  • 18. AGENDA ➢ Introdução ➢ Objetivos e Metodologia ➢ Resultados - Causas - Consequências - Propostas ➢ Conclusão ➢ Revisão Bibliográfica e Notas
  • 19. Um mundo de Matusaléns ? • População de idosos crescerá acentuadamente nos próximos anos Fonte: Nações Unidas, 2009 Fonte: FMI Fonte: OCDE,2009 Fonte: The Economist, Ageing Special Report ³ • As finanças públicas estarão preparadas ?
  • 20. No Brasil, em 1996, 15,8% do total de hospitalizações no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), ocorreram entre pessoas com 60 ou mais anos de idade, com um gasto de 659 milhões de dólares. -Em 1996, os idosos representavam 7,9% da população e 22,9% do total gasto com internações hospitalares públicas - Como o SUS financiará a parcela crescente de idosos na população? Fonte: Ministério da Saúde, Sistema de Informações Hospilatares do SUS, (SIH-SUS) Habitantes, internações hospitalares, recursos pagos e razão custo/habitante no âmbito do Sistema Único de Saúde, segundo faixa etária, Brasil 2001 Fonte: AFRADIQUE, M. et al 10 Faixa Etária % Habitantes % Internações % Recursos Pagos Razão Custo/Habitante 20-59 85,7 66,5 62,3 0,7 60-69 8 14,5 17,3 2,2 70-79 4,4 12,2 13,7 3,1 80+ 1,8 6,8 6,7 3,7
  • 21. De acordo com o IPEA, a renda do idoso depende principalmente dos benefícios previdenciários, cuja contribuição tem aumentado no tempo para ambos os sexos. • A importância da renda proveniente da aposentadoria cresce com a idade. Em 1997, para a população masculina, as aposentadorias contribuíram com 46% da renda dos que tinham 60 a 64 anos e 82% dos rendimentos da população com mais de 80 anos. • Haverá sustentabilidade para o Sistema de Previdência Pública no Brasil ? Composição Percentual da Renda dos Homens Idosos – 1981, 1988,1998 Outros/ pensão Aposentadoria Trabalho Fonte: IBGE,PNADs de 1981, 1988 e 1998. Fonte: Camarano, A. 11 11
  • 22. AGENDA ➢ Introdução ➢ Objetivos e Metodologia ➢ Resultados - Causas - Consequências - Propostas ➢ Conclusão ➢ Revisão Bibliográfica e Notas
  • 23. A idéia da Cidade Amiga do Idoso é baseada na matriz da OMS de envelhecimento ativo. Este é o processo de otimizar as oportunidades para a saúde, participação e segurança para preservar a qualidade de vida, conforme as pessoas envelhecem Envelhecimento Ativo Determinantes de comportamento Saúde e Serviços Sociais Determinantes econômicos Determinantes Sociais Ambiente Físico Determinantes Pessoais Cultura Sexo Determinantes do Envelhecimento Ativo Fonte: Cidades Amigas do Idoso, OMS22 Nas cidades amigas do idoso, políticas, serviços, programas e estruturas físicas permitem que as pessoas idosas ajam ativas através do: - Reconhecimento da grande gama de capacidades e recursos entre as pessoas mais velhas - Antecipação e resposta flexível às necessidades e preferências relacionadas à idade - Respeito às decisões e estilo de vida - Proteção dos mais vulneráveis - Promoção da inclusão e contribuição do idoso, em todas as áreas da vida comunitária Fonte: Age Friendly Cities: A Guide. OMS 12
  • 24. A PORTARIA Nº 2.528 DE 19 DE OUTUBRO DE 2006 do Ministério da Saúde26, aprova a Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa, a fim de responder às crescentes demandas da população que envelhece. Esta portaria reconhece os seguintes desafios para o cuidado da pessoa idosa: a) a escassez de estruturas de cuidado intermediário ao idoso no SUS b) número insuficiente de serviços de cuidado domiciliar ao idoso frágil previsto no Estatuto do Idoso. c) a escassez de equipes multiprofissionais e interdisciplinares com conhecimento em envelhecimento e saúde da pessoa idosa; e d) a implementação insuficiente ou mesmo a falta de implementação das Redes de Assistência à Saúde do Idoso. E promove as seguintes Diretrizes: a) promoção do envelhecimento ativo e saudável; b) atenção integral, integrada à saúde da pessoa idosa; c) estímulo às ações inter setoriais, visando à integralidade da atenção d) provimento de recursos capazes de assegurar qualidade da atenção à saúde da pessoa idosa; f) formação e educação permanente dos profissionais de saúde do SUS na área . Fonte: Portaria 2.528,MS 13
  • 25. As mudanças propostas começam a acontecer... Atenção especial aos idosos O Ministério da Saúde lançou, em outubro, no Rio de Janeiro, o Programa Nacional de Formação de Cuidadores de Idosos. O curso será oferecido em 36 Escolas Técnicas do Sistema Único de Saúde, em todo o país. Até 2011, a meta é formar 65 mil cuidadores. O projeto, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social, tem como intuito oferecer um olhar integral sobre o indivíduo, qualificando a atenção prestada às pessoas idosas. R$ 38,5 milhões – Para a criação de 125 equipes, formadas por um médico, um enfermeiro e um auxiliar de enfermagem, que garantirão a internação em casa dos pacientes crônicodegenerativos, como os que sofrem com câncer, diabetes e outras doenças. Essas equipes não se confundem com as da estratégia Saúde da Família, que atuam na atenção básica. Fonte: Saúde Brasil 2008, MS 14
  • 26. AGENDA ➢ Introdução ➢ Objetivos e Metodologia ➢ Resultados - Causas - Consequências - Propostas ➢ Conclusão ➢ Revisão Bibliográfica e Notas
  • 27. O envelhecimento populacional representará um enorme desafio para a Saúde, em especial a saúde pública . Porém, para os prestadores de serviço universitários há a oportunidade de criarem serviços especializados aos idosos, que poderão ser referência em assistência, ensino e pesquisa para a terceira idade, garantindo maior visibilidade institucional Fonte: ANS Taxa de cobertura por planos privados de assistência médica, segundo sexo e faixa etária Brasil, dezembro de 2007 O C.R.I. - Centro de Referencia do Idoso da Zona Norte - é uma parceria entre o governo do Estado de São Paulo e a Associação Congregação de Santa Catarina.. Somos um ambulatório de atenção secundária, buscamos a excelência em nossos serviços, integrando especialidades médicas, atividades educacionais, culturais e de lazer, sem qualquer custo ao idoso carente e residente na região norte de São Paulo Fonte: Centro de Referência do Idoso 16
  • 28. A partir dos 70 anos de idade, a insuficiência cardíaca passa a ser a principal causa de internação e de custos hospitalares dos idosos brasileiros, o que revela a oportunidade de ter serviços hospitalares especializados neste tipo de internação Proporção de Recursos (%) Pagos por Faixa Etária (anos) 20-59 60+ 60-69 70-79 80+ Doenças Isquêmicas do Coração 6,4 12,9 16,4 12,6 4,7 Insuficiência Cardíaca 3,4 11,7 9,3 12,5 16,1 Bronquite/Enfisema e Outras Dças Pulmon. 1,5 6,5 5,4 7,2 8 Doenças Cerebrovasculares 1,6 4,1 3,5 4,3 5,2 Pneumonia 2,5 3,2 2,4 3,2 5,3 Fratura do Fêmur 1 2,5 1,2 2,4 5,8 Distribuição proporcional dos recursos pagos no âmbito do Sistema Único de Saúde, segundo a causa que justificou a internação e a faixa etária. Brasil, 2001 Fonte: Ministério da Saúde, Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH-SUS)15
  • 29. AGENDA ➢ Introdução ➢ Objetivos e Metodologia ➢ Resultados - Causas - Consequências - Propostas ➢ Conclusão ➢ Revisão Bibliográfica e Notas
  • 30. Referências Bibliográficas 1) KALACHE A. . Efeito Copacabana. HSM Management, São Paulo, n° 74 maio-junho 2009, pg.23-28. Entrevista concedida a Adriana Sales Gomes 2) Temporão J. .Entrevista Ministro da Saúde,Jornal Valor Econômico, 15 de Dezembro de 2009. Entrevista concedida a Simone Goldberg 3) The Economist, Ageing Special Report, Jun 25th 2009 4) IBGE ( http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/evolucao_perspectivas_mortalidade/default.shtm) 5) KALACHE, A. et al. O envelhecimento da população mundial. Um desafio novo. Rev. Saúde públ., S. Paulo, 21:200-10, 1987 6) Ministério da Saúde (http://portal.saude.gov.br/portal/saude/gestor/visualizar_texto.cfm?idtxt=24437) 7) Global Health Risks, OMS. 8) CHAIMOWICKS, F. “A saúde dos idosos brasileiros às vésperas do século XXI: problemas, projeções e alternativas.” Rev. Saúde Pública, 31 (2): 184-200, 1997. 9) CAMARANO,Ana.“Envelhecimento da População Brasileira: Uma Contribuição Demográfica”. IPEA, Janeiro de 2002 (http://www.ipea.gov.br/default.jsp 10) AFRADIQUE,M et al. “ Custo das internações hospitalares entre idosos brasileiros no âmbito do Sistema Único de Saúde.” Epidemiologia e Serviços de Saúde; 13(4) : 239 – 2460,2004 11) CAMARANO,A.“Envelhecimento da População Brasileira: Uma Contribuição Demográfica”. IPEA, Janeiro de 2002 (http://www.ipea.gov.br/default.jsp) 12) Age Friendly Cities: A Guide. OMS (http://www.who.int/ageing/age_friendly_cities/en/index.html 13) PORTARIA Nº 2.528,19 DE OUTUBRO DE 2006,Ministério da Saúde. 14) Saúde Brasil, Novembro de 2008,MS (http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/saude_brasil_novembro_web.pdf.) 15) AFRADIQUE,M. et al. “ Custo das internações hospitalares entre idosos brasileiros no âmbito do Sistema Único de Saúde.” Epidemiologia e Serviços de Saúde 13(4) : 239 – 246, 2004 16) Centro de Referência do Idoso Norte (http://www.crinorte.org.br/sobre-cri.php)
  • 31. Notas %Portadores doença crônica • Problema crônico na coluna ou nas costas • Artrite ou reumatismo • Câncer • Diabetes • Bronquite ou asma • Hipertensão • Doença do coração • Insuficiência renal crônica • Depressão • Tuberculose • Tendinite ou tenossinovite • Cirrose Fonte: PNAD - IBGE 1)