Presidente da Delegação de Cascais da Ordem dos
Advogados
Pilares da Justiça
Nós, advogados, somos um dos variados pilares do Edifício da
Justiça.
Temos assim como mister “primus” a obrigação de lutarmos para
que a Justiça seja uma realidade na nossa sociedade.
Subjacentes à Justiça estão os princípios da liberdade, da
equidade, da retidão, do equilíbrio e da verdade, essenciais à
boa vivência em sociedade.
Temos pois também a obrigação de pugnarmos por estes
princípios.
Tempos se advinham em que teremos de estar particularmente
atentos para que estes princípios e a própria Justiça, não sejam
esquecidos.
Disso foi alerta o facto do tema da Justiça (que, como é publico,
padece de muitos males e atrasos, não só procedimentais, como
até civilizacionais, por manifesta desadequação ao que são as
reais e atuais necessidades) não ter sequer merecido antena em
nenhum dos debates políticos a que recentemente assistimos.
Ora, todos sabemos, e há anos se fala, da urgente necessidade
de uma Reforma da Justiça.
Mas, para essa Reforma, são indispensáveis os contributos de
todos quantos por ela labutam todos os dias, em conjunto com
entidades da sociedade civil e forças políticas .
I S A B E L M A G A L H Ã E S
Só assim se poderá, com eficácia e menor margem de erro,
reformar-se o Edifício da Justiça.
Neste momento estão reunidas excecionais condições politicas
para que verdadeiras Reformas sejam levadas a cabo, restando
tão somente que a sociedade civil e profissionais se envolvam
proactivamente na Reforma da Justiça para que a mesma possa
vir a ser uma eficiente realidade.
Chegou, pois, a hora de todos os profissionais da Justiça se
unirem, debaterem, proporem e pugnarem, conjuntamente com
instituições da sociedade civil, por uma Reforma que torne a
Justiça mais célere , moderna e eficaz .

Editorial - Pilares da Justiça

  • 1.
    Presidente da Delegaçãode Cascais da Ordem dos Advogados Pilares da Justiça Nós, advogados, somos um dos variados pilares do Edifício da Justiça. Temos assim como mister “primus” a obrigação de lutarmos para que a Justiça seja uma realidade na nossa sociedade. Subjacentes à Justiça estão os princípios da liberdade, da equidade, da retidão, do equilíbrio e da verdade, essenciais à boa vivência em sociedade. Temos pois também a obrigação de pugnarmos por estes princípios. Tempos se advinham em que teremos de estar particularmente atentos para que estes princípios e a própria Justiça, não sejam esquecidos. Disso foi alerta o facto do tema da Justiça (que, como é publico, padece de muitos males e atrasos, não só procedimentais, como até civilizacionais, por manifesta desadequação ao que são as reais e atuais necessidades) não ter sequer merecido antena em nenhum dos debates políticos a que recentemente assistimos. Ora, todos sabemos, e há anos se fala, da urgente necessidade de uma Reforma da Justiça. Mas, para essa Reforma, são indispensáveis os contributos de todos quantos por ela labutam todos os dias, em conjunto com entidades da sociedade civil e forças políticas . I S A B E L M A G A L H Ã E S
  • 2.
    Só assim sepoderá, com eficácia e menor margem de erro, reformar-se o Edifício da Justiça. Neste momento estão reunidas excecionais condições politicas para que verdadeiras Reformas sejam levadas a cabo, restando tão somente que a sociedade civil e profissionais se envolvam proactivamente na Reforma da Justiça para que a mesma possa vir a ser uma eficiente realidade. Chegou, pois, a hora de todos os profissionais da Justiça se unirem, debaterem, proporem e pugnarem, conjuntamente com instituições da sociedade civil, por uma Reforma que torne a Justiça mais célere , moderna e eficaz .