(1) O documento discute um referendo proposto pela Ordem dos Advogados sobre alterar a lei para permitir que advogados escolham entre a previdência pública ou privada. (2) A autora argumenta que o referendo não terá efeito porque não há suporte legal para apenas um grupo profissional ter essa escolha. (3) Ela sugere que ao invés de perguntar sobre alterar a lei, o referendo deveria abrir discussão sobre eventualmente integrar o plano privado no sistema público e apresentar propostas concretas.