INTERFACE PARA UM AMBIENTE
                                           DE CONSUMO + PARTICIPAÇÃO
                                           um widget social para a experiência Globo.com




Paulo Coimbra             Marianne Abreu
Arquiteto da Informação   Designer
1   PANORAMA DAS
    REDE SOCIAIS NO BRASIL
Crescimento de mais de 50% no uso de redes sociais no Brasil
ComScore Brasil, 2010

“20% do tempo gasto online por brasileiros”
ComScore, 2010


3º lugar nos países que mais usam redes sociais no mundo
Nielsen, 2010


Redes sociais no top 15 de sites mais visitados no país
The 100 most-visited sites, Google, 2011
2   TWITTER
    NO BRASIL
91% dos brasileiros conhecem o Twitter
Instituto QualiBest, 2009

23,7% dos internautas brasileiros usam o Twitter
comScore, 2010


2º lugar do Twitter no mundo (8,79% dos usuários).
Em 2009, estavamos no 4º lugar, com apenas 2%.
Sysomos, 2010

                   IMPORTANTE
       NATUREZA COMO MÍDIA SOCIAL #CONTEXTUAL
3   CONSUMO +
    PARTICIPAÇÃO
WIDGET SOCIAL



                EMBAIXADA DA REDE SOCIAL

                - Participação através do ambiente
                    Globo.com
                -   Viés editorial (usuário oficial)
                -   Filtrar amigos (natureza da rede)
                -   Compartilhar ambiente (URL)
                -   Modalidades de consumo
                -   #hashtags e busca por palavras
                    customizável
WIDGET SOCIAL
WIDGET SOCIAL




                           PARTICIPAÇÃO
 CONSUMO


                CONTEXTO
WIDGET SOCIAL - JORNALISMO
WIDGET SOCIAL - JORNALISMO
WIDGET SOCIAL - ESPORTES
WIDGET SOCIAL - ESPORTES
WIDGET SOCIAL - ENTRETENIMENTO
WIDGET SOCIAL - ENTRETENIMENTO
ESTATÍSTICAS - TWITTER - MENSAGENS CAPTURADAS




   Maio, 2010
   6 meses após o lançamento
ESTATÍSTICAS - TWITTER - MENSAGENS CAPTURADAS




   Setembro, 2010
   10 meses após o lançamento
4   OUTROS REQUISITOS
    DO PRODUTO
REQUISITOS (BUILD OR BUY)


   Performance, estabilidade e segurança
   Milhares de mensagens por hora (2 a 4 mensagens por segundo). Milhões de
   acessos simultâneos às páginas.

   Tipos de experiência
   Consumo e/ou participação. Componente perene ou temporário. Customização do
   branding, formato, rede social participante.

   Métricas de cada evento
   Por assunto, tipo de conteúdo, origem dos posts. Checagem dos resultados.

   Moderação das mensagens
   Aprovação e promoção de mensagens. Modalidades ativa ou passiva. Blacklist de
   expressões.
5   CURADORIA
    DO CONTEÚDO
MOTIVOS


  Inconsistência das mensagens absorvidas
  No meio do jogo do Botafogo x Goiás, chega uma mensagem “Vou ver a minha vó
  em #botafogo”. Totalmente fora do contexto, totalmente dentro das regras

  Palavras de baixo calão e expressoes ofensivas
  Diferente da rede social, quando o consumo é contextual, você enxerga todo
  mundo que fala de um assunto. É mais libertário, é mais curioso. Porém, vem
  todo tipo de conteúdo.


  Ofensas diretas a produtos da empresa
  Críticas são bem-vindas. Mas a internet está cheia de trolls. :P
MUDANÇAS NA CURADORIA


  Soluções reativas
  Se algo muito crítico é percebido, não bloqueamos a mensagem. Conversa.
  Processo de diálogo tem sido positivo quando temos usuários oficiais no evento.

  Promoção ao invés de punição
  O editor tem a opção de gostar de um tweet/mensagem e levá-lo à aba principal.
  Premiação com o usuário e proposta de diálogo.


  A própria comunidade modera ou ignora
  Outros usuários reagem ao que é dito. A sabedoria das multidões (crowd).
6   PAPEL DO
    PROFISSIONAL DE UX
RESPONSABILIDADES


  Mais do que entregáveis, nosso foco é o produto
  Intervenção no modelo. Ir além do que é necessariamente pedido.

  Quebra de paradigmas
  Da interface, sim. Mas temos que ir além: questionar paradigmas do negócio.
  Validar as regras já formalizadas.


  Transformar positivamente a realidade do usuário
  O tamanho das mudanças não refletem necessariamente o impacto que elas
  representarão. É importante ir além do ambiente de interação.
“Stay hungry
           Stay foolish”
Obrigado!
@paulocoimbra   |   @marianneabreu

EBAI - Widget Social

  • 1.
    INTERFACE PARA UMAMBIENTE DE CONSUMO + PARTICIPAÇÃO um widget social para a experiência Globo.com Paulo Coimbra Marianne Abreu Arquiteto da Informação Designer
  • 2.
    1 PANORAMA DAS REDE SOCIAIS NO BRASIL
  • 3.
    Crescimento de maisde 50% no uso de redes sociais no Brasil ComScore Brasil, 2010 “20% do tempo gasto online por brasileiros” ComScore, 2010 3º lugar nos países que mais usam redes sociais no mundo Nielsen, 2010 Redes sociais no top 15 de sites mais visitados no país The 100 most-visited sites, Google, 2011
  • 4.
    2 TWITTER NO BRASIL
  • 5.
    91% dos brasileirosconhecem o Twitter Instituto QualiBest, 2009 23,7% dos internautas brasileiros usam o Twitter comScore, 2010 2º lugar do Twitter no mundo (8,79% dos usuários). Em 2009, estavamos no 4º lugar, com apenas 2%. Sysomos, 2010 IMPORTANTE NATUREZA COMO MÍDIA SOCIAL #CONTEXTUAL
  • 6.
    3 CONSUMO + PARTICIPAÇÃO
  • 7.
    WIDGET SOCIAL EMBAIXADA DA REDE SOCIAL - Participação através do ambiente Globo.com - Viés editorial (usuário oficial) - Filtrar amigos (natureza da rede) - Compartilhar ambiente (URL) - Modalidades de consumo - #hashtags e busca por palavras customizável
  • 8.
  • 9.
    WIDGET SOCIAL PARTICIPAÇÃO CONSUMO CONTEXTO
  • 10.
    WIDGET SOCIAL -JORNALISMO
  • 11.
    WIDGET SOCIAL -JORNALISMO
  • 12.
  • 13.
  • 14.
    WIDGET SOCIAL -ENTRETENIMENTO
  • 15.
    WIDGET SOCIAL -ENTRETENIMENTO
  • 16.
    ESTATÍSTICAS - TWITTER- MENSAGENS CAPTURADAS Maio, 2010 6 meses após o lançamento
  • 17.
    ESTATÍSTICAS - TWITTER- MENSAGENS CAPTURADAS Setembro, 2010 10 meses após o lançamento
  • 18.
    4 OUTROS REQUISITOS DO PRODUTO
  • 19.
    REQUISITOS (BUILD ORBUY) Performance, estabilidade e segurança Milhares de mensagens por hora (2 a 4 mensagens por segundo). Milhões de acessos simultâneos às páginas. Tipos de experiência Consumo e/ou participação. Componente perene ou temporário. Customização do branding, formato, rede social participante. Métricas de cada evento Por assunto, tipo de conteúdo, origem dos posts. Checagem dos resultados. Moderação das mensagens Aprovação e promoção de mensagens. Modalidades ativa ou passiva. Blacklist de expressões.
  • 20.
    5 CURADORIA DO CONTEÚDO
  • 21.
    MOTIVOS Inconsistênciadas mensagens absorvidas No meio do jogo do Botafogo x Goiás, chega uma mensagem “Vou ver a minha vó em #botafogo”. Totalmente fora do contexto, totalmente dentro das regras Palavras de baixo calão e expressoes ofensivas Diferente da rede social, quando o consumo é contextual, você enxerga todo mundo que fala de um assunto. É mais libertário, é mais curioso. Porém, vem todo tipo de conteúdo. Ofensas diretas a produtos da empresa Críticas são bem-vindas. Mas a internet está cheia de trolls. :P
  • 22.
    MUDANÇAS NA CURADORIA Soluções reativas Se algo muito crítico é percebido, não bloqueamos a mensagem. Conversa. Processo de diálogo tem sido positivo quando temos usuários oficiais no evento. Promoção ao invés de punição O editor tem a opção de gostar de um tweet/mensagem e levá-lo à aba principal. Premiação com o usuário e proposta de diálogo. A própria comunidade modera ou ignora Outros usuários reagem ao que é dito. A sabedoria das multidões (crowd).
  • 24.
    6 PAPEL DO PROFISSIONAL DE UX
  • 25.
    RESPONSABILIDADES Maisdo que entregáveis, nosso foco é o produto Intervenção no modelo. Ir além do que é necessariamente pedido. Quebra de paradigmas Da interface, sim. Mas temos que ir além: questionar paradigmas do negócio. Validar as regras já formalizadas. Transformar positivamente a realidade do usuário O tamanho das mudanças não refletem necessariamente o impacto que elas representarão. É importante ir além do ambiente de interação.
  • 26.
    “Stay hungry Stay foolish”
  • 27.
    Obrigado! @paulocoimbra | @marianneabreu