SlideShare uma empresa Scribd logo
PERSISTÊNCIAMIGUEL ANGEL MARDERO ARELLANOIbict/MCT
Missão institucionalPromover a competência, o desenvolvimento de recursos e a infraestrutura de informação em ciência e tecnologia para a produção, socialização e integração do conhecimento científico-tecnológico.
O trabalho do Ibict com bases de dados e redes de informaçãoCCN – Catálogo Coletivo Nacional (desde 1954)ISSN – Centro Brasileiro (desde 1975)Rede LATINDEX (desde 1995)BDTD – TEDE e MT-BR (desde 2002)Metalib– SFX Open Resolver (2005)Repositórios Institucionais (desde 2006)Diretório de Periódicos no SEER (2007)RedALYC (2011)
Portais de periódicos e eventosSOAC/OCSIBICT (desde 2005)CNENVersõesBrasilCustomização
Preservação do acessoServiços de atribuição de nomes persistentes:DOIHANDLE SYSTEMURL (PURL)ARKURNLOCAL IDENTIFIER SCHEMEN2TURLIBService do INPEDataCite
ISBN-A
Motion Pictures
Music•
Os serviços do Ibict para as Publicações Técnico Científicas	Conferir maior visibilidade à produção científica brasileira e promover processos efetivos de comunicação científica no País, por meio de criação e manutenção de publicações científicas de acesso aberto.
Comunicação Científica e Aceso Livre
Comunicação científicaA transformação...Do monopólio total da informação pelos editores, por séculos, através dos periódicos impressos; Ao surgimento da Web; Até chegar ao novo paradigma do acesso livre à informação científica.
Visão geral da publicação científico-tecnológicaConhecimento científico-tecnológico é publicado em diferentes canais e formatos, no entanto:Falta de recursos financeiros, técnicos e humanos dificulta a divulgação da produção nacional a longo prazo
Políticas não contemplam capacitação editorial
Poucos são capacitados nas atividades editorais de congressos e periódicos
Incentivo maior à publicação em periódicos internacionais
Financiamento é limitado (inclusive internacionalmente)No Brasil...	Podemos encontrar diversas ferramentas implementadas baseadas no Modelo Open Archives, tais como: repositórios digitais, periódicos eletrônicos, bibliotecas digitais de teses e dissertações, etc.OpenArchivesInitiativeProtocolofMetadataHarvesting
DOI e SEER Persistência
No Brasil...Desconhecimento de maior parte da comunidadecientífica;IBICT é o principal articulador;Sistema de comunicaçãocientíficanacionalnãocontribuipara o sucesso de estratégias;Tópicorelevante de pesquisa no Brasil.
Acesso Livre no BrasilProjeto de Lei emtramitação no parlamentobrasileiroUm RI emcadauniversidadePL 1120/2007Necessidade de integração com RI’s e periódicosPolítica de acesso abertoMandatos institucionais
A Editoração Eletrônica de Periódicos Científicos
A editoração eletrônicaDiferenças fundamentais da versão em papel:	1- Acessibilidade de qualquer lugar do planeta	2- Conteúdo gerenciado por um Banco de dados	3- Suporte integral à multimídia	4- Suporte a hiperlinks internos e externos
Os sistemas de editoração eletrônica de periódicos científicos	Surgiram como ferramentas que gerenciavam o material que estava disponível na Internet com objetivos de padronização e otimização do processo editorial, atendendo as exigências de qualidade das bases de dados indexadoras e da comunidade científica.
Os softwares de editoração eletrônica	Proporcionaram uma redução do tempo destinado à revisão dos originais, ampliando a visibilidade das publicações e diminuindo os custos com  as publicações.
Características dos principais softwares de editoração eletrônicas
Funcionalidades dos sistemas de editoração eletrônicaArmazenamento de perfis;Envio de arquivos on-line;Aceitação de arquivos em diversos formatos, com imagem e multimídia;Facilidade para envio e edição de vários tipos de relatórios;Facilidade e qualidade de composição, e adaptação a distintos requerimentos gráficos;Gestão de e-mails automatizado;Permanente atualização do sistema e suporte técnico. http://www.doi.org
O Mundo OJS
Open Journal Systems (OJS) PKPResearch Suport Tools (RST)OCS/SOACPKP Harvesterhttp://pkp.sfu.ca/ojs-journals
DOI e SEER Persistência
O trabalho do IbictDesde 2003EquipeTreinamentos presenciais e a distância (SEERAD)PortalCadastro Nacional (+ de 800 revistas)Serviços de disseminaçãoComunidades de usuáriosEventosDocumentaçãoPortais de periódicosINSEERhttp://seer.ibict.br
Memorando de entendimento Ibict - PKPFirmado em 2010Ações de cooperação envolvem, mas não se restringem a:Divulgação da tecnologiaPesquisa e feedback para melhorias do sistemaProspecção tecnológicaPesquisa e desenvolvimentoSuporte à comunidadeProdução de informação (manuais, textos, pesquisas, entre outros)Participação e patrocínio a eventos relacionados com publicação eletrônica, principalmente técnico-científica
O trabalho do IbictCursos a distância	Destinados às comunidades acadêmicas de universidades públicas brasileiras, especialmente professores e servidores que atuem na gestão de periódicos científicos e em áreas relacionadas à informação científica. 	Pode-se considerar que o público tem familiaridade com a linguagem escrita, com o uso de tecnologia e com o processo de comunicação científica.
Situação atual no IbictEvolução da tecnologia PKPDenominação muda para OxS (OJS, OCS, OHS, OMP)Ampliação e melhoria constante da tecnologia ofertadaMudança na lógica de programação, com orientação a objetos e MVCSeparação do código em módulosAmpliação dos recursos para atender a vários tipos específicos de publicações
Situação atual da comunidadeImplantação ainda é um grande gargaloPoucas instituições tem pessoal capacitado permanenteMuitos periódicos individuais, alugando serviços de hospedagem que desconhecem a tecnologiaGeram demanda de suporte que muitas vezes não pode ser resolvida desde o bictDesconhecimento das possibilidades do sistemaUsuários não possuem o conhecimento necessárioTreinamento é curto para a complexidade do sistemaDemanda de apoio informacional é muito grande e repetitivaHeterogeneidade exige “personalização” de muitas das respostas
Periódicos Brasileiros  100% eletrônicos
Estatísticas de transferência de tecnologiaCursos presenciais e alunos capacitados no uso do SEER/OJSde 2004 a 2010Fonte: Relatório de Sessões de Treinamento do Ibict, 2004 - 2010
Estatísticas de transferência de tecnologia (cont.)Periódicos por área do conhecimentoFonte: Portal do SEER – Diretório de periódicos  maio 2011
Identidade Editorial
Características do OJS/SEERÉ uma solução prática, econômica e eficiente;Promove a automação das atividades de editoração;Permite completa autonomia dentro do fluxo editorial;Dispõe de assistência e registro on-line de todas as etapas do gerenciamento da revista;Proporciona um espaço para comunicação para o autor e o editor nas etapas de submissão, avaliação e editoração.
Mecanismos disponíveis no OJS/SEERBusca por autor, título, resumo, termos de índice e texto completo para recuperação de informações em todos os números da revista;Acompanhamento do processo editorial por todos os atores envolvidos na publicação;Divulgação automatizada;Customização livre com possibilidades de melhorias e adaptações.
As pesquisas sobre o OJS/SEERAumento no número de submissões de artigos;Melhorias na busca e recuperação de artigos;O custo com a publicação diminui;Otimização na navegabilidade;O tempo da avaliação pelos pareceristas não apresentaram mudanças significativas;Adoção motivada pela facilidade no uso e pela recomendação institucional.
Motivos para usar o OJS/SEER Melhoria no processo de avaliação;Maior visibilidade da revista e da instituição;Ampliação significativa da captação de artigos;Maior interação entre usuários e registro de todos os diálogos;Transparência no processo editorial;Importância dos treinamentos; Promoção de novos; mecanismos de indexação;Exportação e importação de dados.
Redefinição de papéis no processo de publicaçãoResponsabilidades dos autores (auto-arquivamento);Atribuição de direitos autorais livre;Gerenciamento editorial abreviado ou estendido;Uso de aplicativos para disseminação e preservação de conteúdos
DOI e SEER Persistência
ModelodesagregadodepublicaçãoThe case for institutional repositories: a SPARC position paper. Raym Crow.
Critérios de Qualidade
ISSN, Latindex,  Qualis, SciELO, Redalyc, DOAJ“A editoração de um periódico científico eletrônico ainda não segue normas padronizadas”ABEC
DOI e SEER Persistência
DOI e SEER Persistência
AtendimentoCritériosDiretório do SEERComputação na NuvemRepositório de Periódicos
Critérios de qualidadeNão ser uma publicação endógena;
Conselho editorial científico composto por diversos especialistas, composição pública;
Periodicidade regular;
Ter o ícone da licença creativecommons;
Se adequar a uma norma bibliográfica;
A revista não pode acumular números em um mesmo volume.Critérios de qualidadeAtender aos critérios da área, quanto ao número de artigos por volume;
O periódico, de preferência, deve estar indexado;

Mais conteúdo relacionado

Semelhante a DOI e SEER Persistência

Seer 2003-2010
Seer 2003-2010Seer 2003-2010
O IBICT e promoção da utilização da ferramenta SEER no Brasil
O IBICT e promoção da utilização da ferramenta SEER no BrasilO IBICT e promoção da utilização da ferramenta SEER no Brasil
O IBICT e promoção da utilização da ferramenta SEER no Brasil
Miguel Angel Mardero Arellano
 
Acesso livre e Comunicação Científica: Intersecções
Acesso livre e Comunicação Científica: IntersecçõesAcesso livre e Comunicação Científica: Intersecções
Acesso livre e Comunicação Científica: Intersecções
Miguel Angel Mardero Arellano
 
Arquitetura da informação em periódicos científicos
Arquitetura da informação em periódicos científicosArquitetura da informação em periódicos científicos
Arquitetura da informação em periódicos científicos
UFSC
 
Estadísticas de uso e impacto-Tardelli
Estadísticas de uso e impacto-TardelliEstadísticas de uso e impacto-Tardelli
Estadísticas de uso e impacto-Tardelli
Latindex
 
DIRETRIZES PARA CRIAÇÃO DE PERIÓDICOS DE ACESSO LIVRE Estruturação de periódi...
DIRETRIZES PARA CRIAÇÃO DEPERIÓDICOS DE ACESSO LIVREEstruturação de periódi...DIRETRIZES PARA CRIAÇÃO DEPERIÓDICOS DE ACESSO LIVREEstruturação de periódi...
DIRETRIZES PARA CRIAÇÃO DE PERIÓDICOS DE ACESSO LIVRE Estruturação de periódi...
Miguel Arellano
 
Palestra 01_Visao PPEC
 Palestra 01_Visao PPEC Palestra 01_Visao PPEC
Palestra 01_Visao PPEC
UNICAMP - PPEC
 
Workshop CI 2004
Workshop CI 2004Workshop CI 2004
Papel bibliotecarios Portal Periodicos 2013
Papel bibliotecarios Portal Periodicos 2013Papel bibliotecarios Portal Periodicos 2013
Papel bibliotecarios Portal Periodicos 2013
Edilson Damasio
 
Sérgio Dias Cirino - GT7: Portais Institucionais de periódicos e a transição ...
Sérgio Dias Cirino - GT7: Portais Institucionais de periódicos e a transição ...Sérgio Dias Cirino - GT7: Portais Institucionais de periódicos e a transição ...
Sérgio Dias Cirino - GT7: Portais Institucionais de periódicos e a transição ...
SciELO - Scientific Electronic Library Online
 
Atualizacao cientifica
Atualizacao cientificaAtualizacao cientifica
Atualizacao cientifica
Joao P. Dubas
 
SEER e DSpace na BRCdigit@l Interativa do campus de Rio Claro, UNESP, SP, Brasil
SEER e DSpace na BRCdigit@l Interativa do campus de Rio Claro, UNESP, SP, BrasilSEER e DSpace na BRCdigit@l Interativa do campus de Rio Claro, UNESP, SP, Brasil
SEER e DSpace na BRCdigit@l Interativa do campus de Rio Claro, UNESP, SP, Brasil
Suelybcs .
 
Tecnologias para bibliotecas
Tecnologias para bibliotecasTecnologias para bibliotecas
Tecnologias para bibliotecas
Anderson Santana
 
Abel L Packer - SciELO 2019-2023: Políticas e critérios de indexação das cole...
Abel L Packer - SciELO 2019-2023: Políticas e critérios de indexação das cole...Abel L Packer - SciELO 2019-2023: Políticas e critérios de indexação das cole...
Abel L Packer - SciELO 2019-2023: Políticas e critérios de indexação das cole...
SciELO - Scientific Electronic Library Online
 
Abel L Packer - Políticas editoriais que instrumentam a transição dos periódi...
Abel L Packer - Políticas editoriais que instrumentam a transição dos periódi...Abel L Packer - Políticas editoriais que instrumentam a transição dos periódi...
Abel L Packer - Políticas editoriais que instrumentam a transição dos periódi...
SciELO - Scientific Electronic Library Online
 
Preservação da Informação na Biblioteca Digital
Preservação da Informação na Biblioteca DigitalPreservação da Informação na Biblioteca Digital
Preservação da Informação na Biblioteca Digital
gueste76474
 
Bibliotecas Digitais e Serviços de Preservação
Bibliotecas Digitais e Serviços de PreservaçãoBibliotecas Digitais e Serviços de Preservação
Bibliotecas Digitais e Serviços de Preservação
Miguel Angel Mardero Arellano
 
PORTAIS DE PERIÓDICOS OJS/SEER
PORTAIS DE PERIÓDICOS OJS/SEERPORTAIS DE PERIÓDICOS OJS/SEER
PORTAIS DE PERIÓDICOS OJS/SEER
Miguel Angel Mardero Arellano
 
Diretrizes OpenAire para repositorios
Diretrizes OpenAire para repositorios Diretrizes OpenAire para repositorios
Diretrizes OpenAire para repositorios
Conferência Luso-Brasileira de Ciência Aberta
 
Desafios e oportunidades da interoperabilidade nos repositórios de acesso aberto
Desafios e oportunidades da interoperabilidade nos repositórios de acesso abertoDesafios e oportunidades da interoperabilidade nos repositórios de acesso aberto
Desafios e oportunidades da interoperabilidade nos repositórios de acesso aberto
Conferência Luso-Brasileira de Ciência Aberta
 

Semelhante a DOI e SEER Persistência (20)

Seer 2003-2010
Seer 2003-2010Seer 2003-2010
Seer 2003-2010
 
O IBICT e promoção da utilização da ferramenta SEER no Brasil
O IBICT e promoção da utilização da ferramenta SEER no BrasilO IBICT e promoção da utilização da ferramenta SEER no Brasil
O IBICT e promoção da utilização da ferramenta SEER no Brasil
 
Acesso livre e Comunicação Científica: Intersecções
Acesso livre e Comunicação Científica: IntersecçõesAcesso livre e Comunicação Científica: Intersecções
Acesso livre e Comunicação Científica: Intersecções
 
Arquitetura da informação em periódicos científicos
Arquitetura da informação em periódicos científicosArquitetura da informação em periódicos científicos
Arquitetura da informação em periódicos científicos
 
Estadísticas de uso e impacto-Tardelli
Estadísticas de uso e impacto-TardelliEstadísticas de uso e impacto-Tardelli
Estadísticas de uso e impacto-Tardelli
 
DIRETRIZES PARA CRIAÇÃO DE PERIÓDICOS DE ACESSO LIVRE Estruturação de periódi...
DIRETRIZES PARA CRIAÇÃO DEPERIÓDICOS DE ACESSO LIVREEstruturação de periódi...DIRETRIZES PARA CRIAÇÃO DEPERIÓDICOS DE ACESSO LIVREEstruturação de periódi...
DIRETRIZES PARA CRIAÇÃO DE PERIÓDICOS DE ACESSO LIVRE Estruturação de periódi...
 
Palestra 01_Visao PPEC
 Palestra 01_Visao PPEC Palestra 01_Visao PPEC
Palestra 01_Visao PPEC
 
Workshop CI 2004
Workshop CI 2004Workshop CI 2004
Workshop CI 2004
 
Papel bibliotecarios Portal Periodicos 2013
Papel bibliotecarios Portal Periodicos 2013Papel bibliotecarios Portal Periodicos 2013
Papel bibliotecarios Portal Periodicos 2013
 
Sérgio Dias Cirino - GT7: Portais Institucionais de periódicos e a transição ...
Sérgio Dias Cirino - GT7: Portais Institucionais de periódicos e a transição ...Sérgio Dias Cirino - GT7: Portais Institucionais de periódicos e a transição ...
Sérgio Dias Cirino - GT7: Portais Institucionais de periódicos e a transição ...
 
Atualizacao cientifica
Atualizacao cientificaAtualizacao cientifica
Atualizacao cientifica
 
SEER e DSpace na BRCdigit@l Interativa do campus de Rio Claro, UNESP, SP, Brasil
SEER e DSpace na BRCdigit@l Interativa do campus de Rio Claro, UNESP, SP, BrasilSEER e DSpace na BRCdigit@l Interativa do campus de Rio Claro, UNESP, SP, Brasil
SEER e DSpace na BRCdigit@l Interativa do campus de Rio Claro, UNESP, SP, Brasil
 
Tecnologias para bibliotecas
Tecnologias para bibliotecasTecnologias para bibliotecas
Tecnologias para bibliotecas
 
Abel L Packer - SciELO 2019-2023: Políticas e critérios de indexação das cole...
Abel L Packer - SciELO 2019-2023: Políticas e critérios de indexação das cole...Abel L Packer - SciELO 2019-2023: Políticas e critérios de indexação das cole...
Abel L Packer - SciELO 2019-2023: Políticas e critérios de indexação das cole...
 
Abel L Packer - Políticas editoriais que instrumentam a transição dos periódi...
Abel L Packer - Políticas editoriais que instrumentam a transição dos periódi...Abel L Packer - Políticas editoriais que instrumentam a transição dos periódi...
Abel L Packer - Políticas editoriais que instrumentam a transição dos periódi...
 
Preservação da Informação na Biblioteca Digital
Preservação da Informação na Biblioteca DigitalPreservação da Informação na Biblioteca Digital
Preservação da Informação na Biblioteca Digital
 
Bibliotecas Digitais e Serviços de Preservação
Bibliotecas Digitais e Serviços de PreservaçãoBibliotecas Digitais e Serviços de Preservação
Bibliotecas Digitais e Serviços de Preservação
 
PORTAIS DE PERIÓDICOS OJS/SEER
PORTAIS DE PERIÓDICOS OJS/SEERPORTAIS DE PERIÓDICOS OJS/SEER
PORTAIS DE PERIÓDICOS OJS/SEER
 
Diretrizes OpenAire para repositorios
Diretrizes OpenAire para repositorios Diretrizes OpenAire para repositorios
Diretrizes OpenAire para repositorios
 
Desafios e oportunidades da interoperabilidade nos repositórios de acesso aberto
Desafios e oportunidades da interoperabilidade nos repositórios de acesso abertoDesafios e oportunidades da interoperabilidade nos repositórios de acesso aberto
Desafios e oportunidades da interoperabilidade nos repositórios de acesso aberto
 

Mais de Miguel Angel Mardero Arellano

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DE PESQUISAS NO BRASIL
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DE PESQUISAS NO BRASILSISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DE PESQUISAS NO BRASIL
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DE PESQUISAS NO BRASIL
Miguel Angel Mardero Arellano
 
Repositórios Digitais Confiáveis
Repositórios Digitais ConfiáveisRepositórios Digitais Confiáveis
Repositórios Digitais Confiáveis
Miguel Angel Mardero Arellano
 
CARINIANA
CARINIANACARINIANA
DOI e SEER Persistência
DOI e SEER PersistênciaDOI e SEER Persistência
DOI e SEER Persistência
Miguel Angel Mardero Arellano
 
Introducción al Acceso libre
Introducción al Acceso libreIntroducción al Acceso libre
Introducción al Acceso libre
Miguel Angel Mardero Arellano
 
Guia de fontes de informação para editores de periódicos científicos
Guia de fontes de informação para editores de periódicos científicosGuia de fontes de informação para editores de periódicos científicos
Guia de fontes de informação para editores de periódicos científicos
Miguel Angel Mardero Arellano
 
Conhecendo a biblioteca 2.0
Conhecendo a biblioteca 2.0Conhecendo a biblioteca 2.0
Conhecendo a biblioteca 2.0
Miguel Angel Mardero Arellano
 
Repositórios, Acesso Livre e Preservação Digital
Repositórios, Acesso Livre e Preservação DigitalRepositórios, Acesso Livre e Preservação Digital
Repositórios, Acesso Livre e Preservação Digital
Miguel Angel Mardero Arellano
 
Issn In Brazil
Issn In BrazilIssn In Brazil
QUESTÕES PRÁTICAS SOBRE PRESERVAÇÃO DIGITAL
QUESTÕES PRÁTICAS SOBRE PRESERVAÇÃO DIGITALQUESTÕES PRÁTICAS SOBRE PRESERVAÇÃO DIGITAL
QUESTÕES PRÁTICAS SOBRE PRESERVAÇÃO DIGITAL
Miguel Angel Mardero Arellano
 
Serviços de informação na web 2.0 e 3.0
Serviços de informação na web 2.0 e 3.0Serviços de informação na web 2.0 e 3.0
Serviços de informação na web 2.0 e 3.0
Miguel Angel Mardero Arellano
 
Novos Serviços de Referência Digital
Novos Serviços de Referência DigitalNovos Serviços de Referência Digital
Novos Serviços de Referência Digital
Miguel Angel Mardero Arellano
 
Apresentação da tese defesa oral
Apresentação da tese defesa oralApresentação da tese defesa oral
Apresentação da tese defesa oral
Miguel Angel Mardero Arellano
 
Preservação digital em repositórios confiáveis (PART II)
Preservação digital em repositórios confiáveis (PART II)Preservação digital em repositórios confiáveis (PART II)
Preservação digital em repositórios confiáveis (PART II)
Miguel Angel Mardero Arellano
 
Preservação digital em repositórios confiáveis (PART I)
Preservação digital em repositórios confiáveis (PART I)Preservação digital em repositórios confiáveis (PART I)
Preservação digital em repositórios confiáveis (PART I)
Miguel Angel Mardero Arellano
 
Digitalização e Preservação
Digitalização e PreservaçãoDigitalização e Preservação
Digitalização e Preservação
Miguel Angel Mardero Arellano
 
RSS - Cinform 2008
RSS - Cinform 2008RSS - Cinform 2008
RSS - Cinform 2008
Miguel Angel Mardero Arellano
 
Repositórios Institucionais em Ciência e Tecnologia: uma experiência de custo...
Repositórios Institucionais em Ciência e Tecnologia: uma experiência de custo...Repositórios Institucionais em Ciência e Tecnologia: uma experiência de custo...
Repositórios Institucionais em Ciência e Tecnologia: uma experiência de custo...
Miguel Angel Mardero Arellano
 
E-LIS Brazil
E-LIS BrazilE-LIS Brazil
Metodologias para o ensino de Bibliotecas Digitais
Metodologias para o ensino de Bibliotecas DigitaisMetodologias para o ensino de Bibliotecas Digitais
Metodologias para o ensino de Bibliotecas Digitais
Miguel Angel Mardero Arellano
 

Mais de Miguel Angel Mardero Arellano (20)

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DE PESQUISAS NO BRASIL
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DE PESQUISAS NO BRASILSISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DE PESQUISAS NO BRASIL
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DE PESQUISAS NO BRASIL
 
Repositórios Digitais Confiáveis
Repositórios Digitais ConfiáveisRepositórios Digitais Confiáveis
Repositórios Digitais Confiáveis
 
CARINIANA
CARINIANACARINIANA
CARINIANA
 
DOI e SEER Persistência
DOI e SEER PersistênciaDOI e SEER Persistência
DOI e SEER Persistência
 
Introducción al Acceso libre
Introducción al Acceso libreIntroducción al Acceso libre
Introducción al Acceso libre
 
Guia de fontes de informação para editores de periódicos científicos
Guia de fontes de informação para editores de periódicos científicosGuia de fontes de informação para editores de periódicos científicos
Guia de fontes de informação para editores de periódicos científicos
 
Conhecendo a biblioteca 2.0
Conhecendo a biblioteca 2.0Conhecendo a biblioteca 2.0
Conhecendo a biblioteca 2.0
 
Repositórios, Acesso Livre e Preservação Digital
Repositórios, Acesso Livre e Preservação DigitalRepositórios, Acesso Livre e Preservação Digital
Repositórios, Acesso Livre e Preservação Digital
 
Issn In Brazil
Issn In BrazilIssn In Brazil
Issn In Brazil
 
QUESTÕES PRÁTICAS SOBRE PRESERVAÇÃO DIGITAL
QUESTÕES PRÁTICAS SOBRE PRESERVAÇÃO DIGITALQUESTÕES PRÁTICAS SOBRE PRESERVAÇÃO DIGITAL
QUESTÕES PRÁTICAS SOBRE PRESERVAÇÃO DIGITAL
 
Serviços de informação na web 2.0 e 3.0
Serviços de informação na web 2.0 e 3.0Serviços de informação na web 2.0 e 3.0
Serviços de informação na web 2.0 e 3.0
 
Novos Serviços de Referência Digital
Novos Serviços de Referência DigitalNovos Serviços de Referência Digital
Novos Serviços de Referência Digital
 
Apresentação da tese defesa oral
Apresentação da tese defesa oralApresentação da tese defesa oral
Apresentação da tese defesa oral
 
Preservação digital em repositórios confiáveis (PART II)
Preservação digital em repositórios confiáveis (PART II)Preservação digital em repositórios confiáveis (PART II)
Preservação digital em repositórios confiáveis (PART II)
 
Preservação digital em repositórios confiáveis (PART I)
Preservação digital em repositórios confiáveis (PART I)Preservação digital em repositórios confiáveis (PART I)
Preservação digital em repositórios confiáveis (PART I)
 
Digitalização e Preservação
Digitalização e PreservaçãoDigitalização e Preservação
Digitalização e Preservação
 
RSS - Cinform 2008
RSS - Cinform 2008RSS - Cinform 2008
RSS - Cinform 2008
 
Repositórios Institucionais em Ciência e Tecnologia: uma experiência de custo...
Repositórios Institucionais em Ciência e Tecnologia: uma experiência de custo...Repositórios Institucionais em Ciência e Tecnologia: uma experiência de custo...
Repositórios Institucionais em Ciência e Tecnologia: uma experiência de custo...
 
E-LIS Brazil
E-LIS BrazilE-LIS Brazil
E-LIS Brazil
 
Metodologias para o ensino de Bibliotecas Digitais
Metodologias para o ensino de Bibliotecas DigitaisMetodologias para o ensino de Bibliotecas Digitais
Metodologias para o ensino de Bibliotecas Digitais
 

Último

Intendência da Aeronáutica. Somos um, sou você Intendência!.pdf
Intendência da Aeronáutica. Somos um, sou você Intendência!.pdfIntendência da Aeronáutica. Somos um, sou você Intendência!.pdf
Intendência da Aeronáutica. Somos um, sou você Intendência!.pdf
Falcão Brasil
 
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdfA Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
Falcão Brasil
 
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdfOs Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Falcão Brasil
 
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdfP0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
Ceiça Martins Vital
 
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdfIntrodução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
valdeci17
 
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.pptAnálise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Falcão Brasil
 
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Falcão Brasil
 
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
Manuais Formação
 
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
principeandregalli
 
Aula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdf
Aula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdfAula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdf
Aula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdf
ProfessoraSilmaraArg
 
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
Falcão Brasil
 
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdfEscola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Falcão Brasil
 
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Falcão Brasil
 
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
Falcão Brasil
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
MariaJooSilva58
 
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da TerraUma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Luiz C. da Silva
 
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptxSlides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Desafio matemático -  multiplicação e divisão.Desafio matemático -  multiplicação e divisão.
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Mary Alvarenga
 

Último (20)

Intendência da Aeronáutica. Somos um, sou você Intendência!.pdf
Intendência da Aeronáutica. Somos um, sou você Intendência!.pdfIntendência da Aeronáutica. Somos um, sou você Intendência!.pdf
Intendência da Aeronáutica. Somos um, sou você Intendência!.pdf
 
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdfA Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
 
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdfOs Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
 
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdfP0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
 
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdfIntrodução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
 
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.pptAnálise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
 
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
 
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
 
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
 
Aula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdf
Aula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdfAula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdf
Aula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdf
 
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
 
VIAGEM AO PASSADO -
VIAGEM AO PASSADO                        -VIAGEM AO PASSADO                        -
VIAGEM AO PASSADO -
 
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdfEscola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
 
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
 
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
 
Festa dos Finalistas .
Festa dos Finalistas                    .Festa dos Finalistas                    .
Festa dos Finalistas .
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
 
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da TerraUma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
 
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptxSlides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
 
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Desafio matemático -  multiplicação e divisão.Desafio matemático -  multiplicação e divisão.
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
 

DOI e SEER Persistência

  • 2. Missão institucionalPromover a competência, o desenvolvimento de recursos e a infraestrutura de informação em ciência e tecnologia para a produção, socialização e integração do conhecimento científico-tecnológico.
  • 3. O trabalho do Ibict com bases de dados e redes de informaçãoCCN – Catálogo Coletivo Nacional (desde 1954)ISSN – Centro Brasileiro (desde 1975)Rede LATINDEX (desde 1995)BDTD – TEDE e MT-BR (desde 2002)Metalib– SFX Open Resolver (2005)Repositórios Institucionais (desde 2006)Diretório de Periódicos no SEER (2007)RedALYC (2011)
  • 4. Portais de periódicos e eventosSOAC/OCSIBICT (desde 2005)CNENVersõesBrasilCustomização
  • 5. Preservação do acessoServiços de atribuição de nomes persistentes:DOIHANDLE SYSTEMURL (PURL)ARKURNLOCAL IDENTIFIER SCHEMEN2TURLIBService do INPEDataCite
  • 9. Os serviços do Ibict para as Publicações Técnico Científicas Conferir maior visibilidade à produção científica brasileira e promover processos efetivos de comunicação científica no País, por meio de criação e manutenção de publicações científicas de acesso aberto.
  • 11. Comunicação científicaA transformação...Do monopólio total da informação pelos editores, por séculos, através dos periódicos impressos; Ao surgimento da Web; Até chegar ao novo paradigma do acesso livre à informação científica.
  • 12. Visão geral da publicação científico-tecnológicaConhecimento científico-tecnológico é publicado em diferentes canais e formatos, no entanto:Falta de recursos financeiros, técnicos e humanos dificulta a divulgação da produção nacional a longo prazo
  • 13. Políticas não contemplam capacitação editorial
  • 14. Poucos são capacitados nas atividades editorais de congressos e periódicos
  • 15. Incentivo maior à publicação em periódicos internacionais
  • 16. Financiamento é limitado (inclusive internacionalmente)No Brasil... Podemos encontrar diversas ferramentas implementadas baseadas no Modelo Open Archives, tais como: repositórios digitais, periódicos eletrônicos, bibliotecas digitais de teses e dissertações, etc.OpenArchivesInitiativeProtocolofMetadataHarvesting
  • 18. No Brasil...Desconhecimento de maior parte da comunidadecientífica;IBICT é o principal articulador;Sistema de comunicaçãocientíficanacionalnãocontribuipara o sucesso de estratégias;Tópicorelevante de pesquisa no Brasil.
  • 19. Acesso Livre no BrasilProjeto de Lei emtramitação no parlamentobrasileiroUm RI emcadauniversidadePL 1120/2007Necessidade de integração com RI’s e periódicosPolítica de acesso abertoMandatos institucionais
  • 20. A Editoração Eletrônica de Periódicos Científicos
  • 21. A editoração eletrônicaDiferenças fundamentais da versão em papel: 1- Acessibilidade de qualquer lugar do planeta 2- Conteúdo gerenciado por um Banco de dados 3- Suporte integral à multimídia 4- Suporte a hiperlinks internos e externos
  • 22. Os sistemas de editoração eletrônica de periódicos científicos Surgiram como ferramentas que gerenciavam o material que estava disponível na Internet com objetivos de padronização e otimização do processo editorial, atendendo as exigências de qualidade das bases de dados indexadoras e da comunidade científica.
  • 23. Os softwares de editoração eletrônica Proporcionaram uma redução do tempo destinado à revisão dos originais, ampliando a visibilidade das publicações e diminuindo os custos com as publicações.
  • 24. Características dos principais softwares de editoração eletrônicas
  • 25. Funcionalidades dos sistemas de editoração eletrônicaArmazenamento de perfis;Envio de arquivos on-line;Aceitação de arquivos em diversos formatos, com imagem e multimídia;Facilidade para envio e edição de vários tipos de relatórios;Facilidade e qualidade de composição, e adaptação a distintos requerimentos gráficos;Gestão de e-mails automatizado;Permanente atualização do sistema e suporte técnico. http://www.doi.org
  • 27. Open Journal Systems (OJS) PKPResearch Suport Tools (RST)OCS/SOACPKP Harvesterhttp://pkp.sfu.ca/ojs-journals
  • 29. O trabalho do IbictDesde 2003EquipeTreinamentos presenciais e a distância (SEERAD)PortalCadastro Nacional (+ de 800 revistas)Serviços de disseminaçãoComunidades de usuáriosEventosDocumentaçãoPortais de periódicosINSEERhttp://seer.ibict.br
  • 30. Memorando de entendimento Ibict - PKPFirmado em 2010Ações de cooperação envolvem, mas não se restringem a:Divulgação da tecnologiaPesquisa e feedback para melhorias do sistemaProspecção tecnológicaPesquisa e desenvolvimentoSuporte à comunidadeProdução de informação (manuais, textos, pesquisas, entre outros)Participação e patrocínio a eventos relacionados com publicação eletrônica, principalmente técnico-científica
  • 31. O trabalho do IbictCursos a distância Destinados às comunidades acadêmicas de universidades públicas brasileiras, especialmente professores e servidores que atuem na gestão de periódicos científicos e em áreas relacionadas à informação científica. Pode-se considerar que o público tem familiaridade com a linguagem escrita, com o uso de tecnologia e com o processo de comunicação científica.
  • 32. Situação atual no IbictEvolução da tecnologia PKPDenominação muda para OxS (OJS, OCS, OHS, OMP)Ampliação e melhoria constante da tecnologia ofertadaMudança na lógica de programação, com orientação a objetos e MVCSeparação do código em módulosAmpliação dos recursos para atender a vários tipos específicos de publicações
  • 33. Situação atual da comunidadeImplantação ainda é um grande gargaloPoucas instituições tem pessoal capacitado permanenteMuitos periódicos individuais, alugando serviços de hospedagem que desconhecem a tecnologiaGeram demanda de suporte que muitas vezes não pode ser resolvida desde o bictDesconhecimento das possibilidades do sistemaUsuários não possuem o conhecimento necessárioTreinamento é curto para a complexidade do sistemaDemanda de apoio informacional é muito grande e repetitivaHeterogeneidade exige “personalização” de muitas das respostas
  • 34. Periódicos Brasileiros 100% eletrônicos
  • 35. Estatísticas de transferência de tecnologiaCursos presenciais e alunos capacitados no uso do SEER/OJSde 2004 a 2010Fonte: Relatório de Sessões de Treinamento do Ibict, 2004 - 2010
  • 36. Estatísticas de transferência de tecnologia (cont.)Periódicos por área do conhecimentoFonte: Portal do SEER – Diretório de periódicos maio 2011
  • 38. Características do OJS/SEERÉ uma solução prática, econômica e eficiente;Promove a automação das atividades de editoração;Permite completa autonomia dentro do fluxo editorial;Dispõe de assistência e registro on-line de todas as etapas do gerenciamento da revista;Proporciona um espaço para comunicação para o autor e o editor nas etapas de submissão, avaliação e editoração.
  • 39. Mecanismos disponíveis no OJS/SEERBusca por autor, título, resumo, termos de índice e texto completo para recuperação de informações em todos os números da revista;Acompanhamento do processo editorial por todos os atores envolvidos na publicação;Divulgação automatizada;Customização livre com possibilidades de melhorias e adaptações.
  • 40. As pesquisas sobre o OJS/SEERAumento no número de submissões de artigos;Melhorias na busca e recuperação de artigos;O custo com a publicação diminui;Otimização na navegabilidade;O tempo da avaliação pelos pareceristas não apresentaram mudanças significativas;Adoção motivada pela facilidade no uso e pela recomendação institucional.
  • 41. Motivos para usar o OJS/SEER Melhoria no processo de avaliação;Maior visibilidade da revista e da instituição;Ampliação significativa da captação de artigos;Maior interação entre usuários e registro de todos os diálogos;Transparência no processo editorial;Importância dos treinamentos; Promoção de novos; mecanismos de indexação;Exportação e importação de dados.
  • 42. Redefinição de papéis no processo de publicaçãoResponsabilidades dos autores (auto-arquivamento);Atribuição de direitos autorais livre;Gerenciamento editorial abreviado ou estendido;Uso de aplicativos para disseminação e preservação de conteúdos
  • 44. ModelodesagregadodepublicaçãoThe case for institutional repositories: a SPARC position paper. Raym Crow.
  • 46. ISSN, Latindex, Qualis, SciELO, Redalyc, DOAJ“A editoração de um periódico científico eletrônico ainda não segue normas padronizadas”ABEC
  • 49. AtendimentoCritériosDiretório do SEERComputação na NuvemRepositório de Periódicos
  • 50. Critérios de qualidadeNão ser uma publicação endógena;
  • 51. Conselho editorial científico composto por diversos especialistas, composição pública;
  • 53. Ter o ícone da licença creativecommons;
  • 54. Se adequar a uma norma bibliográfica;
  • 55. A revista não pode acumular números em um mesmo volume.Critérios de qualidadeAtender aos critérios da área, quanto ao número de artigos por volume;
  • 56. O periódico, de preferência, deve estar indexado;
  • 57. O periódico deve conter, no mínimo, sumário bilíngue;
  • 58. O periódico deve incluir, em seu expediente, a afiliação completa dos membros do corpo editorial científico/comitê editorial/conselho editorial (instituição, cidade e país).Critérios de qualidadeAtender Os artigos publicados devem incluir a afiliação completa dos autores com indicação de : instituição, cidade, país e endereço de correio eletrônico;
  • 59. O periódico deve possuir, obrigatoriamente, o número internacional normatizado para publicação seriada ISSN e E-ISSN;Critérios de qualidadeIncluir a legenda bibliográfica normalizada nas páginas dos artigos, indicando o título abreviado do (NBR 6032),local de publicação, número do volume, número do fascículo, número de páginas inicial e final do fascículo e data de edição do fascículo.O Futuro...
  • 60. Propostas de melhoria geraisMudar projeto para acomodar as outras tecnologias PKPOMP, OCS, OHSMelhorias no serviço do da incubadora (PDTI 2011-2015)Serviço integrado ao portalAumentar número de periódicos incubadosIncluir serviço de hospedagem, capacitação e serviços editoriais, manutenção de alto nívelLançamento de novo portal do SEER até 2012 (PDTI 2011- 2015)Incorporar incubadoraAmpliar documentação disponível para outros sistemasIncluir colaboração por membros da comunidade e comentários/avaliaçãoIntegrar sistema de ensino à distânciaAutomatizar inclusão de periódicos na lista para divulgação
  • 61. Propostas de melhoria(até 2015)Construção do Portal de Serviços de Apoio às Publicações Seriadas (CCN, ISSN, LATINDEX, REDALYC)Construção do Portal de Serviços de Editoração para Publicações Técnico Científicas (PKP)Construção do Portal de Soluções de Preservação de Publicações Eletrônicas (Redes de Preservação Digital)
  • 62. Requisitos para alcançar objetivos de melhoriasAmpliação de equipe técnica capacitada na tecnologiaEquipe de prospecção, pesquisa, desenvolvimento e manutenção permanenteAmpliação e melhoria da infraestrutura de hospedagem e treinamentoProdução de manuais, relatos, relatórios de problemas e sugestões de melhorias e novas necessidades por parte das equipes editorais.
  • 64. SimilaridadesSistemas abertosDesenvolvimento cooperativoUsuários são editores científicosIdentificação de conteúdos digitaisInterage com outros dados de outras fontesFacilita o gerenciamento dos dados pelos editoresProgramação em XMLProver infra-estrutura para garantir a persistência e a interoperabilidade
  • 65. Não faz mal perguntar...O DOI foi ativado primeiro em periódicos brasileiros de pequeno porte que não pertencem a grandes editoras ou publishers, existe diferenças no tratamento que o Crossref oferece?Por que não existe a possibilidade de busca no CrossRef por país?:http://www.crossref.org/guestquery/http://api.labs.crossref.org/searchQuantos Editores CrossRef existem no Brasil?A identificação persistênte associa os metadados com os objetos, existe alguma estratégia de preservação desses metadados?No SEER a suiteOxS adota o padrão CrossRef de exportação de dados , o sistema permite incluir um sufixo DOI personalizado (a partir da 2.3.4), isso permitiria usar a outro identificador que não seja do CrossRef?O nome DOI é registrado, ele pode ser usado com outros identificadores de objetos digitais?Todas as RAs pagam "centavos por DOI atribuído" ao CrossRef?As RAs são obrigadas a cobrar pelo registro de DOI mesmo que não ofereçam outros serviços adicionais?Já existe alguma instituição no Brasil associada ao DOI.org que vai oferecer o registro?
  • 66. Considerações finais “As mudanças nos processos de editoração das publicações científicas em arquivos abertos alteram aspectos de forma, aumentam o acesso, estimula a qualidade editorial, amplia a divulgação de conteúdos e melhoram a economia.” JOHN WILLINSKY
  • 67. Aguardem os próximos capítulos...