O poema explora a diferença entre a consciência humana e a existência de pedras e plantas, questionando se a consciência confere superioridade. O sujeito lírico reconhece suas capacidades de sentir e pensar, mas admite não ter certeza sobre ser superior a outros seres. A obra reflete o realismo, objetivismo e sensacionismo de Alberto Caeiro, enfatizando que cada ser tem funções próprias sem hierarquias definidas.