O texto discute o trabalho da antropóloga Catherine Lutz sobre as emoções entre os habitantes da ilha Ifaluk. Lutz questionou as concepções ocidentais de que as emoções são irracionais e femininas. Suas pesquisas entre os Ifaluk, que possuem maior igualdade de gênero, desafiaram essas noções e ligaram as emoções à política e às relações de poder.