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T-4  POLÍTICA NACIONAL  E  ESTRATÉGIA NACIONAL
OBJETIVO CARACTERIZAR A POLÍTICA NACIONAL COMO PROCESSO GLOBAL QUE PERMITE IDENTIFICAR OS OBJETIVOS NACIONAIS E, ATRAVÉS DA POLÍTICA DE GOVERNO, ESTABELECER OBJETIVOS QUE CONTRIBUAM PARA SUA CONQUISTA. CARACTERIZAR A ESTRATÉGIA NACIONAL E SUA UTILIZAÇÃO NO PREPARO E NA APLICAÇÃO DO PODER NACIONAL, PARA CONQUISTAR E MANTER OS OBJETIVOS NACIONAIS.
SUMÁRIO 1 - INTRODUÇÃO 2 - POLÍTICA NACIONAL   - Conceitos   - Desdobramento 3 - ESTRATÉGIA NACIONAL   - Conceito    - Elementos    - Teoria dos Óbices   - Desdobramento    - Ações e Áreas Estratégicas   - Trajetória Estratégica 4 - CONCLUSÃO
CONCEITOS DE POLÍTICA (COMO PRÁXIS) A ARTE DE TORNAR POSSÍVEL O QUE É NECESSÁRIO A ARTE DE ASCENDER AO PODER A ARTE DO POSSÍVEL A ARTE DE PERSUADIR
A construção doutrinária da ESG   Milton Roberto de Almeida - Treinamento Estratégico FINS A ATINGIR:  OBJETIVOS VITAIS MEIOS A UTILIZAR:  PODER NACIONAL
Poder Nacional Poder nacional é a capacidade que tem o conjunto interagente dos homens e dos meios que constituem a Nação, atuando na conformidade da vontade nacional, de alcançar e manter os Objetivos Fundamentais. Milton Roberto de Almeida - Treinamento Estratégico ECO POL PSI MIL C&T AMEAÇAS PODER NACIONAL
POLÍTICA ARTE DE ORGANIZAR E GOVERNAR UM ESTADO E DE DIRIGIR SUAS AÇÕES, INTERNAS E EXTERNAS, EM BUSCA DO BEM COMUM. ATIVIDADE (POLITICS) - ESPAÇO - DOMÍNIO - EXECUÇÃO DE AÇÕES CONCEPÇÃO (POLICY) - PROGRAMA DE AÇÃO - SELEÇÃO DE ALTERNATIVAS POLÍTICA FATO NATURAL DA CONVIVÊNCIA HUMANA FINS (OBJETIVOS) MEIOS (PODER)
DOUTRINA DE AÇÃO POLÍTICA DA ESCOLA SUPERIOR DE GUERRA ESTRUTURA DE PLANEJAMENTO POLÍTICO-ESTRATÉGICO BEM COMUM Nação é um grupo complexo, constituído por grupos sociais distintos que, ocupando uma mesma base física, compartilham da mesma evolução histórico-cultural e dos mesmos valores e interesses (objetivos). O Bem Comum traduz-se como objetivo síntese dos  Objetivos Fundamentais.
POLÍTICA NACIONAL OBJETIVOS FUNDAMENTAIS BEM COMUM PAZ SOCIAL DEMOCRACIA SOBERANIA PROGRESSO OBJETIVOS FUNDAMENTAIS são a cristalização de necessidades, interesses e aspirações, vitais ou opcionais que, em determinada fase de sua evolução histórico-cultural, a Nação busca satisfazer. POLÍTICA NACIONAL é o conjunto de OBJETIVOS FUNDAMENTAIS, visto como orientação para as políticas definidas pelos sucessivos governos ao longo do processo histórico da Nação. INTEGRAÇÃO NACIONAL INTEGRIDADE DO PATRIMÔNIO NACIONAL POLITICA NACIONAL
DOUTRINA DE AÇÃO POLÍTICA DA ESCOLA SUPERIOR DE GUERRA ESTRUTURA DE PLANEJAMENTO POLÍTICO-ESTRATÉGICO OBJETIVOS FUNDAMENTAIS BEM COMUM OBJETIVOS DE GOVERNO POLÍTICAS DE GOVERNO Conjunto de OBJETIVOS FUNDAMENTAIS e OBJETIVOS DE GOVERNO visto como orientação ou referência para o emprego do Poder Nacional num determinado período de tempo. ESTRATÉGIAS DE GOVERNO Forma como o Governo prepara e aplica o Poder Nacional para, superando os óbices, alcançar e preservar OBJETIVOS DE GOVERNO (OF/OG), de acordo com a orientação estabelecida pela POLÍTICA DE GOVERNO. DEFESA DESENVOLVIMENTO PODER DISPONÍVEL/POTENCIAL (5 Expressões) EXTERNA INTERNA SETORIAIS REGIONAIS ESPECÍFICAS ADOTADAS PARA ATIVIDADES CONSIDERADAS DE ALTA RELEVÂNCIA PARA A SEGURANÇA E O DESENVOLVIMENTO. TÊM UMA ABORDAGEM ESPACIAL, (ÁREA GEOGRÁFICA),  ENVOLVENDO AÇÃO CONJUNTA  DE  ÓRGÃOS FEDERAIS, ESTADUAIS E MUNICIPAIS TRANSPORTES, COMUNICAÇÕES, AGRICULTURA, EDUCAÇÃO, SAÚDE, SEGURANÇA,  ETC. DEFESA DESENVOLVIMENTO PODER DISPONÍVEL/POTENCIAL (5 Expressões) AÇÕES EST. COMUNS Preparo e aplicação normal do PN AÇÕES EST. ESPECIAIS Aplicação do PN em áreas estratégicas caracterizadas pela existência de relevantes interesses nacionais ou óbices de maior vulto (HC/HCA). SETORIAIS REGIONAIS ESPECÍFICAS
ÓBICES E HIPÓTESES DE CONFLITO ÓBICES FATORES ADVERSOS ANTAGONISMOS São óbices de toda ordem, internos ou externos que, DESTITUIDOS DE SENTIDO DOLOSO, se interpõem ao alcance e a preservação dos Objetivos Nacionais.   São óbices, internos ou externos que, MANIFESTANDO ATITUDE DOLOSA, se contrapõem ao alcance e a preservação dos Objetivos Nacionais.   São obstáculos de toda ordem que DIFICULTAM ou IMPEDEM a conquista e a manutenção dos objetivos. HC e HCA OBJETIVOS FUNDAMENTAIS BEM COMUM OBJETIVOS DE GOVERNO POLÍTICAS DE GOVERNO ESTRATÉGIAS DE GOVERNO DEFESA DESENVOLVIMENTO PODER DISPONÍVEL/POTENCIAL (5 Expressões)
DECISÕES POLÍTICAS ERRADAS PODEM LEVAR À GUERRA Milton R. Almeida - Treinamento Estratégico - Tel. (11) 51834475 - E-mail:  [email_address] Começo da violência ??? ESCALADA DO CONFLITO DIFERENÇAS CRISE CONFLITO CONFLITO ARMADO G U E R R A S CRISE é um estado de tensão resultante da decisão de impedir que o adversário obtenha vantagem política ou militar, no qual se arrisca uma escalada para o conflito armado. (Participam todas as Expressões, de modo dissuasivo ou coativo) CONFLITO ARMADO é a situação que exige o emprego violento do Poder Nacional. (Prevalece a Expressão Militar) CONFLITO é uma situação, nacional ou internacional, que exige o emprego do Poder Nacional para superar PRESSÕES existentes. PRESSÕES são antagonismos que têm a capacidade de comprometer ou impedir a conquista e a preservação dos Objetivos Fundamentais.
Aconteceram 14.500 guerras durante os últimos 5.600 anos de história humana. Milton Roberto de Almeida - Treinamento Estratégico
Apenas 286 anos de paz durante os últimos 3.400 anos de história. Milton Roberto de Almeida - Treinamento Estratégico
Desde 1945 aconteceram 165 guerras... Milton Roberto de Almeida - Treinamento Estratégico 23 milhões de pessoas morreram.
12 milhões de crianças ficaram sem lar na última década.
Meio milhão de crianças africanas foram mortas, direta ou indiretamente, por guerras em 1994 .
MOTIVOS DE CONFLITO   Recursos e Interesses   (reservas de petróleo, disputas por direitos, fronteiras, terras) Políticos/Governo   (conflitos por legitimação política, direito de voto, movimentos de independência) Ideologia/Religião   (comunismo x capitalismo; cristianismo x islamismo) Identidade  (entre etnias diferentes, grupos culturais e sócio-econômicos) Milton R. Almeida - Treinamento Estratégico - Tel. (11) 51834475 - E-mail:  [email_address] Fonte: International Alert
TENSÕES NÃO SOLUCIONADAS Milton R. Almeida - Treinamento Estratégico - Tel. (11) 51834475 - E-mail:  [email_address] O CONFLITO COMO UM PROCESSO 1. MUDANÇA DEGENERATIVA Erosão ambiental Desestabilização política Estagnação econômica 2. AMEAÇA DE CONFLITO Aumento da tensão Situação desequilibrada Falhas na conciliação 3. GUERRA Forças armadas lutam Civis envolvidos Negociações impossíveis 4. PAZ FRÁGIL Acordos de paz Negociações políticas Novas instituições MELHORIA DAS CONDIÇÕES Medidas sociais, econômicas e políticas para fortalecer a sociedade civil. RESOLUÇÃO PAZ PERMANENTE CESSAR FOGO CONSTRUÇÃO DA CONFIANÇA CAUSAS ADORMECIDAS REAPARECEM CAUSAS NÃO SOLUCIONADAS FRACASSO NO RESTABELECIMENTO DA CONFIANÇA Fonte: International Alert
Eu sou eu e meu ambiente.  E se não o salvo,  não salvo a mim. Milton Roberto de Almeida - Treinamento Estratégico
11 de setembro de 2001 Milton R. Almeida - Treinamento Estratégico - Tel. (11) 51834475 - E-mail:  [email_address] Começamos a despertar para os perigos do Século 21
Milton R. Almeida - Treinamento Estratégico - Tel. (11) 51834475 - E-mail:  [email_address] A PERCEPÇÃO DOS PERIGOS Como podemos morrer? Escassez de água Violência urbana Epidemias Envelhecimento ??? Infoguerras Terrorismo ambiental Poluição ambiental Aquecimento do planeta Ameaças assimétricas Guerras nucleares Guerras biológicas Guerras químicas Ameaças podem vir de qualquer lugar...
Viver é Perigoso! Apenas nações, organizações ou pessoas com  APTIDÕES ESTRATÉGICAS  adequadas conseguirão sobreviver. Saber antecipar  os perigos e  preparar-se para reagir  corretamente a eles é o que faz a diferença entre o sucesso e o fracasso. Milton R. Almeida - Treinamento Estratégico - Tel. (11) 51834475 - E-mail:  [email_address] Todos sistemas humanos contém o bem e o mal. A convivência com a Morte torna-se inevitável. AMEAÇAS BEM COMUM
O  MAIOR ERRO  QUE PODEMOS COMETER É  NÃO NOS PREPARARMOS  PARA O  IMPREVISÍVEL. PORQUE O  IMPREVISÍVEL  ACONTECE DE REPENTE SE NÃO ENTENDERMOS  OS PROCESSOS   QUE ESTÃO EM CURSO , NÃO SABEREMOS GERENCIAR, EFETIVAMENTE, AS  POTENCIAIS AMEAÇAS. A CONDIÇÃO PARA CRESCER E EVOLUIR É  MANTER-SE ABERTO  AOS SINAIS DE FORA. MANTER A MENTE ABERTA Milton R. Almeida - Treinamento Estratégico - Tel. (11) 51834475 - E-mail:  [email_address]
ÓBICES FATORES ADVERSOS ANTAGONISMOS INTELIGÊNCIA ESTRATÉGICA PLANOS DE DESENVOLVIMENTO PLANOS DE SEGURANÇA
Ciclo de Raciocínio Estratégico C3ITW - C4ISR - OODA (Ciclo de Boyd) Milton R. Almeida - Treinamento Estratégico - Tel. (11) 51834475 - E-mail:  [email_address] Estrategistas devem ter autoconsciência sobre seus  processos de raciocínio . Devem pensar sobre  COMO  avaliam as circunstâncias, estudam possibilidades, fazem julgamentos e tomam decisões. Conhecer o  método  usado para chegar a uma decisão é mais importante que a própria decisão. “ Psychology of Intelligence Analysis”  - CIA OBSERVAR ORIENTAR DECIDIR AGIR COMANDO COMUNICAÇÃO CONTROLE INTELIGÊNCIA TEAMWORK AÇÃO!
Estrutura Processos Ambiente MISSÃO RECURSOS DOUTRINA ORGANIZAÇÃO TREINAMENTO LIDERANÇA ESTRUTURA DE DESEMPENHO Necessidades do Decisor Necessidades do Analista Influencia Relevância Progresso Adequação Impacto Sustentabilidade Precisão Colaboração Eficiencia Eficácia Colaboração entre Decisores e Analistas: Processo para o Sucesso Planejamento Quem é o usuário? O que está sendo solicitado e como será usado? Quais são os limites geográficos? Que precisão é necessária? Quais são as áreas críticas de incertezas? Que espécie de produto o usuário espera receber? Qual é o prazo final? Que método analítico utilizar? Pesquisa Assim que identificar as exigências do produto, procure informações em  todas as fontes diponíveis;  identifique as informações existentes e use todos os  recursos disponíveis  para obtê-las. Disseminação Relatórios Palestras Video, etc. REQUISITOS DE  QUALIDADE Precisão  Pontualidade Relevância  Clareza Objetividade  Confiabilidade Análise Raciocínio Crítico Multidisciplinar MERCADO CLIENTE EMPRESARIAL POLÍTICO MILITAR RELIGIOSO OUTROS SISTEMA DE INTELIGÊNCIA Inovação de Produtos - Suporte a Negociações - Retaliação de Competidores Processamento “ Se não pode medir, não pode gerenciar.” Metodologia  Análitica MUNDO MODELO ANALISTA Percepção Produtos
REALIMENTAÇÃO   MÉTODO DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO FASES O F OG FASE  POLÍTICA FASE  ESTRATÉGICA BEM COMUM FASE DE DIAGNÓSTICO ANÁLISE DO AMBIENTE LEVANTAMENTO DO PODER ELABORAÇÃO DE CENÁRIOS CONCEPÇÃO POLÍTICA CONCEPÇÃO ESTRATÉGICA PROGRAMA ÇÃO EXECUÇÃO CONTO  LE AMBIENTE INTERNO AMBIENTE EXTERNO POLÍTICAS E ESTRATÉGIAS EM VIGOR NECESSIDADES ÓBICES MEIOS DISPONÍVEIS / POTENCIAIS CENÁRIO PESSIMISTA CENÁRIO MÉDIO CENÁRIO OTIMISTA CENÁRIO DASEJADO PREMISSAS BÁSICAS CENÁRIO NORMATIVO ELABORAÇÃODE AÇÕES OPÇÃO ESTRATÉGICA  DIRETRIZES ESTRATÉ GICAS PLANOS PROGRAMAS PROJETOS ORÇAMENTO COORDENAÇÃO GERENCIAMENTO IMPLEMENTAÇÃO PARÂ METRO DE AVALIA ÇÃO ACOM  PANHA MENTO ENTRADA CENÁRIO MAIS  PROVÁVEL
ESCOLA SUPERIOR DE GUERRA Escola de Altos Estudos Estratégicos MISSÃO: “Estudar o destino do Brasil” Milton Roberto de Almeida - Treinamento Estratégico
DESENVOLVIMENTO Um processo social global, onde todas as estruturas passam por contínuas e profundas transformações.
CAMPOS DA AÇÃO DO PODER NACIONAL: SEGURANÇA & DESENVOLVIMENTO SEGURANÇA & DESENVOLVIMENTO Econômico Político Militar Psicossocial Científico & Tecnológico Elimina Vulnerabilidades Fortalece as Expressões
MUNDO: ARENA DE LUTA O lugar onde se joga o jogo estratégico Onde a caça enfrenta o caçador Onde a estratégia ofensiva enfrenta a estratégia defensiva 2 PAÍSES HOSTIS Educaremos todos! Nossa Joint Vision 2020 tem como meta a dominação de amplo espectro!
A ACELERAÇÃO DAS MUDANÇAS Alvin Toffler diz que as próximas décadas serão turbulentas e violentas. O modo de viver, trabalhar e pensar das pessoas será totalmente transformado, em todo o mundo. As velhas maneiras de fazer as coisas não funcionarão neste novo ambiente. Milton R. Almeida - Treinamento Estratégico - Tel. (11) 51834475 - E-mail:  [email_address] Caçador/coletor - 35.000 anos Agricultura - 5.000 anos Industrial - 540 anos - Prensa de Gutemberg Informação - 30 anos - Computador ?
DESENVOLVIMENTO NACIONAL (Não confundir com crescimento econômico da Nação) DESENVOLVIMENTO NACIONAL  é o processo de fortalecimento e aperfeiçoamento do Poder Nacional, particularmente de seus fundamentos (Homem, Terra e Instituições), visando à conquista e à manutenção dos Objetivos Nacionais, e à consecução do Bem Comum.
Necessidade de Desenvolvimento do Poder Nacional Milton Roberto de Almeida - Treinamento Estratégico ECO POL PSI MIL C&T AMEAÇAS PODER NACIONAL COMPETÊNCIAS NATUREZA PODER INTERESSES
 
POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO A cada período de Governo, pela natureza dos objetivos a atingir, será formulada uma Política de Desenvolvimento. POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO é o conjunto de objetivos e decisões governamentais que tem como propósito atender aos anseios de evolução e orientar e conduzir o processo global que visa à consecução do Bem Comum.
Uma POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO deve possuir, entre outras, as seguintes características: INTEGRALIDADE  - engloba as 5 Expressões do Poder Nacional REALISMO  - objetivos adequados ao Poder disponível FLEXIBILIDADE  - adapta-se às circunstâncias AUTENTICIDADE  - guarda respeito e coerência com os anseios nacionais UNIDADE DE DIREÇÃO  - orienta instituições e indivíduos em direção a objetivos definidos. SENTIDO HUMANÍSTICO  - deve  ter como referencia a valorização humana REPRESENTATIVIDADE  - procura buscar a coesão e o consenso da sociedade na decisão dos objetivos e rumos. POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO
ESTRATÉGIAS DE DESENVOLVIMENTO A Estratégia de Desenvolvimento traduz em ações as Políticas de Desenvolvimento. ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO  é o conjunto de decisões e diretrizes governamentais que, em determinada conjuntura, orientam a Nação quanto ao emprego dos meios de que dispõe para conquistar e preservar os objetivos estabelecidos pela Política de Desenvolvimento, a despeito dos fatores adversos existentes.
AS EXPRESSÕES DO PODER NACIONAL E O DESENVOLVIMENTO Para efeito de  avaliação da conjuntura , o Desenvolvimento também pode ser examinado segundo cada um dos elementos estruturais do Poder Nacional. Pragmaticamente, deve-se utilizar  INDICADORES , quantitativos ou não como meio de avaliar o estágio em que se encontra o processo. Como a maioria dos indicadores tem uma vinculação direta com as diferentes Expressões do Poder Nacional, é natural que elas se apresentem como um caminho provilegiado para avaliações voltadas para o Desenvolvimento.
PARA NÃO ESQUECER: DESENVOLVIMENTO é um  processo global , e as mudanças que permitem caracterizar sua existência devem ocorrer, de forma integrada, em  todas  as Expressões do Poder Nacional.
PLANEJAMENTO RÍGIDO Milton Roberto de Almeida - Treinamento Estratégico REALIDADE PLANEJAMENTO SISTEMA DE IDÉIAS RÍGIDO Percepções limitadas Preconceitos Paradigmas O “herói” que luta para construir a vida. Grande desacordo entre o plano e o real. SENTIMENTOS Frustração Depressão Estresse Insegurança
PLANEJAMENTO FLEXÍVEL REALIDADE PLANEJAMENTO SISTEMA DE IDÉIAS ABERTO Percepções abertas Combate os preconceitos Suspende as representações Aprendizagem contínua Aquele que vive a vida, que aceita a realidade. Harmonia  entre o plano e o real. SENTIMENTOS Realização Confiança Alegria Energia Segurança Milton Roberto de Almeida - Treinamento Estratégico
MERCOSUL ALCA NAFTA UE
A  POBREZA  NO  BRASIL PESSOAS  COM  RENDA  IGUAL, ou menor  MEIO SAL MIN =  49 MILHÕES PESSOAS  SEM  RENDA =  5  MILHÕES VIVENDO  EM  ESTADO  DE  POBREZA =  54  MILHÕES PESSOAS  QUE  VIVEM  COM  UM  SAL MIN: NORDESTE = 51% SUDESTE  = 18% 92% JOVENS ENTRE 15 A 19 ANOS DAS FAMÍLIAS POBRES COMPLETAM O 1 o  ANO, APENAS A METADE COMPLETA O 5 o  ANO FATOR RACIAL: POPULAÇÃO QUE VIVE ATÉ MEIO SAL MIN RENDA FAMILIAR: 34,8%  BRANCOS  -  77,1%  NEGROS   FONTE: ONU
NAÇÃO  DOS  EXTREMOS 20% BRASILEIROS COMPRAM TUDO O QUE É VENDIDO O BRASIL É O 82 O  EM RENDA PER CAPITA O 12 O  PAÍS COM MAIOR CONTINGENTE DE BILIONÁRIOS DOS 170 MILHÕES DE HAB APENAS 7% DECLARA RENDA 1  EM  CADA  5  PESSOAS  ESTÁ  DESEMPREGADA O  2 o  MAIOR MERCADO DAS CANETAS MONT BLANC O 9 o  COMPRADOR DE FERRARI
EXCLUSÃO  SOCIAL Indicador   1960   1980  2000 Exclusão Social (%)  49,30  42,60  47,30 Pobreza (%)  67,70  32,30  33,50 Emprego (%)  9,10  21,90  20,20 Escolaridade (anos)  1,8  3,2  6,0 Violência (hom/1000hab)  15,3  11,7  22,7  Fonte: Atlas de Exclusão Social - IBGE
PLANEJAMENTO  GOVERNAMENTAL  GOVERNO  LULA PAÍS  PRODUTOR  DE  MERCADORIAS  DE  ALTO  VALOR  AGREGADO ÊNFASE  AO  PLANEJAMENTO  REGIONAL ELABORAÇÃO  DA  “AGENDA DO FUTURO” ESTÍMULOS  AO  MERCADO  INTERNO MELHORIA  DA  COMPETITIVIDADE  DOS  PRODUTOS  BRASILEIROS SUBSTITUIÇÃO  COMPETITIVA  DE  IMPORTAÇÕES ESTUDO DA VIABILIDADE  DE  POLÍTICAS  INDUSTRIAIS  VERTICAIS REVISÃO  DA  POLÍTICA  DE  DESENVOLVIMENTO  TECNOLÓGICO DILEMA:  DESENVOLVIMENTISMO-NACIONALISTA  X  LIBELARISMO  ELABORAÇÃO  DO  ATLAS  DAS  DESIGUALDADES  SOCIAIS  E  PRODUTIVAS
OPORTUNIDADES RESERVAS ÁGUA POTÁVEL 50% DA BIODIVERSIDADE MUNDIAL 30% DAS RESERVAS FLORESTAIS VANTAGENS COMPARATIVAS SETOR PETRÓLEO POTENCIALIDADES DO MERCADO INTERNO UNIÃO COMERCIAL BRASIL x CHINA COOPERAÇÃO SUL AMERICANA FAVORABILIDADES DO BRASIL NA ERA DO TERROR BUSCA DO CRESCIMENTO SUSTENTÁVEL
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Desenvolvimento e Segurança Nacional: Políticas e Estratégias

  • 1. T-4 POLÍTICA NACIONAL E ESTRATÉGIA NACIONAL
  • 2. OBJETIVO CARACTERIZAR A POLÍTICA NACIONAL COMO PROCESSO GLOBAL QUE PERMITE IDENTIFICAR OS OBJETIVOS NACIONAIS E, ATRAVÉS DA POLÍTICA DE GOVERNO, ESTABELECER OBJETIVOS QUE CONTRIBUAM PARA SUA CONQUISTA. CARACTERIZAR A ESTRATÉGIA NACIONAL E SUA UTILIZAÇÃO NO PREPARO E NA APLICAÇÃO DO PODER NACIONAL, PARA CONQUISTAR E MANTER OS OBJETIVOS NACIONAIS.
  • 3. SUMÁRIO 1 - INTRODUÇÃO 2 - POLÍTICA NACIONAL - Conceitos - Desdobramento 3 - ESTRATÉGIA NACIONAL - Conceito - Elementos - Teoria dos Óbices - Desdobramento - Ações e Áreas Estratégicas - Trajetória Estratégica 4 - CONCLUSÃO
  • 4. CONCEITOS DE POLÍTICA (COMO PRÁXIS) A ARTE DE TORNAR POSSÍVEL O QUE É NECESSÁRIO A ARTE DE ASCENDER AO PODER A ARTE DO POSSÍVEL A ARTE DE PERSUADIR
  • 5. A construção doutrinária da ESG Milton Roberto de Almeida - Treinamento Estratégico FINS A ATINGIR: OBJETIVOS VITAIS MEIOS A UTILIZAR: PODER NACIONAL
  • 6. Poder Nacional Poder nacional é a capacidade que tem o conjunto interagente dos homens e dos meios que constituem a Nação, atuando na conformidade da vontade nacional, de alcançar e manter os Objetivos Fundamentais. Milton Roberto de Almeida - Treinamento Estratégico ECO POL PSI MIL C&T AMEAÇAS PODER NACIONAL
  • 7. POLÍTICA ARTE DE ORGANIZAR E GOVERNAR UM ESTADO E DE DIRIGIR SUAS AÇÕES, INTERNAS E EXTERNAS, EM BUSCA DO BEM COMUM. ATIVIDADE (POLITICS) - ESPAÇO - DOMÍNIO - EXECUÇÃO DE AÇÕES CONCEPÇÃO (POLICY) - PROGRAMA DE AÇÃO - SELEÇÃO DE ALTERNATIVAS POLÍTICA FATO NATURAL DA CONVIVÊNCIA HUMANA FINS (OBJETIVOS) MEIOS (PODER)
  • 8. DOUTRINA DE AÇÃO POLÍTICA DA ESCOLA SUPERIOR DE GUERRA ESTRUTURA DE PLANEJAMENTO POLÍTICO-ESTRATÉGICO BEM COMUM Nação é um grupo complexo, constituído por grupos sociais distintos que, ocupando uma mesma base física, compartilham da mesma evolução histórico-cultural e dos mesmos valores e interesses (objetivos). O Bem Comum traduz-se como objetivo síntese dos Objetivos Fundamentais.
  • 9. POLÍTICA NACIONAL OBJETIVOS FUNDAMENTAIS BEM COMUM PAZ SOCIAL DEMOCRACIA SOBERANIA PROGRESSO OBJETIVOS FUNDAMENTAIS são a cristalização de necessidades, interesses e aspirações, vitais ou opcionais que, em determinada fase de sua evolução histórico-cultural, a Nação busca satisfazer. POLÍTICA NACIONAL é o conjunto de OBJETIVOS FUNDAMENTAIS, visto como orientação para as políticas definidas pelos sucessivos governos ao longo do processo histórico da Nação. INTEGRAÇÃO NACIONAL INTEGRIDADE DO PATRIMÔNIO NACIONAL POLITICA NACIONAL
  • 10. DOUTRINA DE AÇÃO POLÍTICA DA ESCOLA SUPERIOR DE GUERRA ESTRUTURA DE PLANEJAMENTO POLÍTICO-ESTRATÉGICO OBJETIVOS FUNDAMENTAIS BEM COMUM OBJETIVOS DE GOVERNO POLÍTICAS DE GOVERNO Conjunto de OBJETIVOS FUNDAMENTAIS e OBJETIVOS DE GOVERNO visto como orientação ou referência para o emprego do Poder Nacional num determinado período de tempo. ESTRATÉGIAS DE GOVERNO Forma como o Governo prepara e aplica o Poder Nacional para, superando os óbices, alcançar e preservar OBJETIVOS DE GOVERNO (OF/OG), de acordo com a orientação estabelecida pela POLÍTICA DE GOVERNO. DEFESA DESENVOLVIMENTO PODER DISPONÍVEL/POTENCIAL (5 Expressões) EXTERNA INTERNA SETORIAIS REGIONAIS ESPECÍFICAS ADOTADAS PARA ATIVIDADES CONSIDERADAS DE ALTA RELEVÂNCIA PARA A SEGURANÇA E O DESENVOLVIMENTO. TÊM UMA ABORDAGEM ESPACIAL, (ÁREA GEOGRÁFICA), ENVOLVENDO AÇÃO CONJUNTA DE ÓRGÃOS FEDERAIS, ESTADUAIS E MUNICIPAIS TRANSPORTES, COMUNICAÇÕES, AGRICULTURA, EDUCAÇÃO, SAÚDE, SEGURANÇA, ETC. DEFESA DESENVOLVIMENTO PODER DISPONÍVEL/POTENCIAL (5 Expressões) AÇÕES EST. COMUNS Preparo e aplicação normal do PN AÇÕES EST. ESPECIAIS Aplicação do PN em áreas estratégicas caracterizadas pela existência de relevantes interesses nacionais ou óbices de maior vulto (HC/HCA). SETORIAIS REGIONAIS ESPECÍFICAS
  • 11. ÓBICES E HIPÓTESES DE CONFLITO ÓBICES FATORES ADVERSOS ANTAGONISMOS São óbices de toda ordem, internos ou externos que, DESTITUIDOS DE SENTIDO DOLOSO, se interpõem ao alcance e a preservação dos Objetivos Nacionais. São óbices, internos ou externos que, MANIFESTANDO ATITUDE DOLOSA, se contrapõem ao alcance e a preservação dos Objetivos Nacionais. São obstáculos de toda ordem que DIFICULTAM ou IMPEDEM a conquista e a manutenção dos objetivos. HC e HCA OBJETIVOS FUNDAMENTAIS BEM COMUM OBJETIVOS DE GOVERNO POLÍTICAS DE GOVERNO ESTRATÉGIAS DE GOVERNO DEFESA DESENVOLVIMENTO PODER DISPONÍVEL/POTENCIAL (5 Expressões)
  • 12. DECISÕES POLÍTICAS ERRADAS PODEM LEVAR À GUERRA Milton R. Almeida - Treinamento Estratégico - Tel. (11) 51834475 - E-mail: [email_address] Começo da violência ??? ESCALADA DO CONFLITO DIFERENÇAS CRISE CONFLITO CONFLITO ARMADO G U E R R A S CRISE é um estado de tensão resultante da decisão de impedir que o adversário obtenha vantagem política ou militar, no qual se arrisca uma escalada para o conflito armado. (Participam todas as Expressões, de modo dissuasivo ou coativo) CONFLITO ARMADO é a situação que exige o emprego violento do Poder Nacional. (Prevalece a Expressão Militar) CONFLITO é uma situação, nacional ou internacional, que exige o emprego do Poder Nacional para superar PRESSÕES existentes. PRESSÕES são antagonismos que têm a capacidade de comprometer ou impedir a conquista e a preservação dos Objetivos Fundamentais.
  • 13. Aconteceram 14.500 guerras durante os últimos 5.600 anos de história humana. Milton Roberto de Almeida - Treinamento Estratégico
  • 14. Apenas 286 anos de paz durante os últimos 3.400 anos de história. Milton Roberto de Almeida - Treinamento Estratégico
  • 15. Desde 1945 aconteceram 165 guerras... Milton Roberto de Almeida - Treinamento Estratégico 23 milhões de pessoas morreram.
  • 16. 12 milhões de crianças ficaram sem lar na última década.
  • 17. Meio milhão de crianças africanas foram mortas, direta ou indiretamente, por guerras em 1994 .
  • 18. MOTIVOS DE CONFLITO Recursos e Interesses (reservas de petróleo, disputas por direitos, fronteiras, terras) Políticos/Governo (conflitos por legitimação política, direito de voto, movimentos de independência) Ideologia/Religião (comunismo x capitalismo; cristianismo x islamismo) Identidade (entre etnias diferentes, grupos culturais e sócio-econômicos) Milton R. Almeida - Treinamento Estratégico - Tel. (11) 51834475 - E-mail: [email_address] Fonte: International Alert
  • 19. TENSÕES NÃO SOLUCIONADAS Milton R. Almeida - Treinamento Estratégico - Tel. (11) 51834475 - E-mail: [email_address] O CONFLITO COMO UM PROCESSO 1. MUDANÇA DEGENERATIVA Erosão ambiental Desestabilização política Estagnação econômica 2. AMEAÇA DE CONFLITO Aumento da tensão Situação desequilibrada Falhas na conciliação 3. GUERRA Forças armadas lutam Civis envolvidos Negociações impossíveis 4. PAZ FRÁGIL Acordos de paz Negociações políticas Novas instituições MELHORIA DAS CONDIÇÕES Medidas sociais, econômicas e políticas para fortalecer a sociedade civil. RESOLUÇÃO PAZ PERMANENTE CESSAR FOGO CONSTRUÇÃO DA CONFIANÇA CAUSAS ADORMECIDAS REAPARECEM CAUSAS NÃO SOLUCIONADAS FRACASSO NO RESTABELECIMENTO DA CONFIANÇA Fonte: International Alert
  • 20. Eu sou eu e meu ambiente. E se não o salvo, não salvo a mim. Milton Roberto de Almeida - Treinamento Estratégico
  • 21. 11 de setembro de 2001 Milton R. Almeida - Treinamento Estratégico - Tel. (11) 51834475 - E-mail: [email_address] Começamos a despertar para os perigos do Século 21
  • 22. Milton R. Almeida - Treinamento Estratégico - Tel. (11) 51834475 - E-mail: [email_address] A PERCEPÇÃO DOS PERIGOS Como podemos morrer? Escassez de água Violência urbana Epidemias Envelhecimento ??? Infoguerras Terrorismo ambiental Poluição ambiental Aquecimento do planeta Ameaças assimétricas Guerras nucleares Guerras biológicas Guerras químicas Ameaças podem vir de qualquer lugar...
  • 23. Viver é Perigoso! Apenas nações, organizações ou pessoas com APTIDÕES ESTRATÉGICAS adequadas conseguirão sobreviver. Saber antecipar os perigos e preparar-se para reagir corretamente a eles é o que faz a diferença entre o sucesso e o fracasso. Milton R. Almeida - Treinamento Estratégico - Tel. (11) 51834475 - E-mail: [email_address] Todos sistemas humanos contém o bem e o mal. A convivência com a Morte torna-se inevitável. AMEAÇAS BEM COMUM
  • 24. O MAIOR ERRO QUE PODEMOS COMETER É NÃO NOS PREPARARMOS PARA O IMPREVISÍVEL. PORQUE O IMPREVISÍVEL ACONTECE DE REPENTE SE NÃO ENTENDERMOS OS PROCESSOS QUE ESTÃO EM CURSO , NÃO SABEREMOS GERENCIAR, EFETIVAMENTE, AS POTENCIAIS AMEAÇAS. A CONDIÇÃO PARA CRESCER E EVOLUIR É MANTER-SE ABERTO AOS SINAIS DE FORA. MANTER A MENTE ABERTA Milton R. Almeida - Treinamento Estratégico - Tel. (11) 51834475 - E-mail: [email_address]
  • 25. ÓBICES FATORES ADVERSOS ANTAGONISMOS INTELIGÊNCIA ESTRATÉGICA PLANOS DE DESENVOLVIMENTO PLANOS DE SEGURANÇA
  • 26. Ciclo de Raciocínio Estratégico C3ITW - C4ISR - OODA (Ciclo de Boyd) Milton R. Almeida - Treinamento Estratégico - Tel. (11) 51834475 - E-mail: [email_address] Estrategistas devem ter autoconsciência sobre seus processos de raciocínio . Devem pensar sobre COMO avaliam as circunstâncias, estudam possibilidades, fazem julgamentos e tomam decisões. Conhecer o método usado para chegar a uma decisão é mais importante que a própria decisão. “ Psychology of Intelligence Analysis” - CIA OBSERVAR ORIENTAR DECIDIR AGIR COMANDO COMUNICAÇÃO CONTROLE INTELIGÊNCIA TEAMWORK AÇÃO!
  • 27. Estrutura Processos Ambiente MISSÃO RECURSOS DOUTRINA ORGANIZAÇÃO TREINAMENTO LIDERANÇA ESTRUTURA DE DESEMPENHO Necessidades do Decisor Necessidades do Analista Influencia Relevância Progresso Adequação Impacto Sustentabilidade Precisão Colaboração Eficiencia Eficácia Colaboração entre Decisores e Analistas: Processo para o Sucesso Planejamento Quem é o usuário? O que está sendo solicitado e como será usado? Quais são os limites geográficos? Que precisão é necessária? Quais são as áreas críticas de incertezas? Que espécie de produto o usuário espera receber? Qual é o prazo final? Que método analítico utilizar? Pesquisa Assim que identificar as exigências do produto, procure informações em todas as fontes diponíveis; identifique as informações existentes e use todos os recursos disponíveis para obtê-las. Disseminação Relatórios Palestras Video, etc. REQUISITOS DE QUALIDADE Precisão Pontualidade Relevância Clareza Objetividade Confiabilidade Análise Raciocínio Crítico Multidisciplinar MERCADO CLIENTE EMPRESARIAL POLÍTICO MILITAR RELIGIOSO OUTROS SISTEMA DE INTELIGÊNCIA Inovação de Produtos - Suporte a Negociações - Retaliação de Competidores Processamento “ Se não pode medir, não pode gerenciar.” Metodologia Análitica MUNDO MODELO ANALISTA Percepção Produtos
  • 28. REALIMENTAÇÃO MÉTODO DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO FASES O F OG FASE POLÍTICA FASE ESTRATÉGICA BEM COMUM FASE DE DIAGNÓSTICO ANÁLISE DO AMBIENTE LEVANTAMENTO DO PODER ELABORAÇÃO DE CENÁRIOS CONCEPÇÃO POLÍTICA CONCEPÇÃO ESTRATÉGICA PROGRAMA ÇÃO EXECUÇÃO CONTO LE AMBIENTE INTERNO AMBIENTE EXTERNO POLÍTICAS E ESTRATÉGIAS EM VIGOR NECESSIDADES ÓBICES MEIOS DISPONÍVEIS / POTENCIAIS CENÁRIO PESSIMISTA CENÁRIO MÉDIO CENÁRIO OTIMISTA CENÁRIO DASEJADO PREMISSAS BÁSICAS CENÁRIO NORMATIVO ELABORAÇÃODE AÇÕES OPÇÃO ESTRATÉGICA DIRETRIZES ESTRATÉ GICAS PLANOS PROGRAMAS PROJETOS ORÇAMENTO COORDENAÇÃO GERENCIAMENTO IMPLEMENTAÇÃO PARÂ METRO DE AVALIA ÇÃO ACOM PANHA MENTO ENTRADA CENÁRIO MAIS PROVÁVEL
  • 29. ESCOLA SUPERIOR DE GUERRA Escola de Altos Estudos Estratégicos MISSÃO: “Estudar o destino do Brasil” Milton Roberto de Almeida - Treinamento Estratégico
  • 30. DESENVOLVIMENTO Um processo social global, onde todas as estruturas passam por contínuas e profundas transformações.
  • 31. CAMPOS DA AÇÃO DO PODER NACIONAL: SEGURANÇA & DESENVOLVIMENTO SEGURANÇA & DESENVOLVIMENTO Econômico Político Militar Psicossocial Científico & Tecnológico Elimina Vulnerabilidades Fortalece as Expressões
  • 32. MUNDO: ARENA DE LUTA O lugar onde se joga o jogo estratégico Onde a caça enfrenta o caçador Onde a estratégia ofensiva enfrenta a estratégia defensiva 2 PAÍSES HOSTIS Educaremos todos! Nossa Joint Vision 2020 tem como meta a dominação de amplo espectro!
  • 33. A ACELERAÇÃO DAS MUDANÇAS Alvin Toffler diz que as próximas décadas serão turbulentas e violentas. O modo de viver, trabalhar e pensar das pessoas será totalmente transformado, em todo o mundo. As velhas maneiras de fazer as coisas não funcionarão neste novo ambiente. Milton R. Almeida - Treinamento Estratégico - Tel. (11) 51834475 - E-mail: [email_address] Caçador/coletor - 35.000 anos Agricultura - 5.000 anos Industrial - 540 anos - Prensa de Gutemberg Informação - 30 anos - Computador ?
  • 34. DESENVOLVIMENTO NACIONAL (Não confundir com crescimento econômico da Nação) DESENVOLVIMENTO NACIONAL é o processo de fortalecimento e aperfeiçoamento do Poder Nacional, particularmente de seus fundamentos (Homem, Terra e Instituições), visando à conquista e à manutenção dos Objetivos Nacionais, e à consecução do Bem Comum.
  • 35. Necessidade de Desenvolvimento do Poder Nacional Milton Roberto de Almeida - Treinamento Estratégico ECO POL PSI MIL C&T AMEAÇAS PODER NACIONAL COMPETÊNCIAS NATUREZA PODER INTERESSES
  • 36.  
  • 37. POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO A cada período de Governo, pela natureza dos objetivos a atingir, será formulada uma Política de Desenvolvimento. POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO é o conjunto de objetivos e decisões governamentais que tem como propósito atender aos anseios de evolução e orientar e conduzir o processo global que visa à consecução do Bem Comum.
  • 38. Uma POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO deve possuir, entre outras, as seguintes características: INTEGRALIDADE - engloba as 5 Expressões do Poder Nacional REALISMO - objetivos adequados ao Poder disponível FLEXIBILIDADE - adapta-se às circunstâncias AUTENTICIDADE - guarda respeito e coerência com os anseios nacionais UNIDADE DE DIREÇÃO - orienta instituições e indivíduos em direção a objetivos definidos. SENTIDO HUMANÍSTICO - deve ter como referencia a valorização humana REPRESENTATIVIDADE - procura buscar a coesão e o consenso da sociedade na decisão dos objetivos e rumos. POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO
  • 39. ESTRATÉGIAS DE DESENVOLVIMENTO A Estratégia de Desenvolvimento traduz em ações as Políticas de Desenvolvimento. ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO é o conjunto de decisões e diretrizes governamentais que, em determinada conjuntura, orientam a Nação quanto ao emprego dos meios de que dispõe para conquistar e preservar os objetivos estabelecidos pela Política de Desenvolvimento, a despeito dos fatores adversos existentes.
  • 40. AS EXPRESSÕES DO PODER NACIONAL E O DESENVOLVIMENTO Para efeito de avaliação da conjuntura , o Desenvolvimento também pode ser examinado segundo cada um dos elementos estruturais do Poder Nacional. Pragmaticamente, deve-se utilizar INDICADORES , quantitativos ou não como meio de avaliar o estágio em que se encontra o processo. Como a maioria dos indicadores tem uma vinculação direta com as diferentes Expressões do Poder Nacional, é natural que elas se apresentem como um caminho provilegiado para avaliações voltadas para o Desenvolvimento.
  • 41. PARA NÃO ESQUECER: DESENVOLVIMENTO é um processo global , e as mudanças que permitem caracterizar sua existência devem ocorrer, de forma integrada, em todas as Expressões do Poder Nacional.
  • 42. PLANEJAMENTO RÍGIDO Milton Roberto de Almeida - Treinamento Estratégico REALIDADE PLANEJAMENTO SISTEMA DE IDÉIAS RÍGIDO Percepções limitadas Preconceitos Paradigmas O “herói” que luta para construir a vida. Grande desacordo entre o plano e o real. SENTIMENTOS Frustração Depressão Estresse Insegurança
  • 43. PLANEJAMENTO FLEXÍVEL REALIDADE PLANEJAMENTO SISTEMA DE IDÉIAS ABERTO Percepções abertas Combate os preconceitos Suspende as representações Aprendizagem contínua Aquele que vive a vida, que aceita a realidade. Harmonia entre o plano e o real. SENTIMENTOS Realização Confiança Alegria Energia Segurança Milton Roberto de Almeida - Treinamento Estratégico
  • 45. A POBREZA NO BRASIL PESSOAS COM RENDA IGUAL, ou menor MEIO SAL MIN = 49 MILHÕES PESSOAS SEM RENDA = 5 MILHÕES VIVENDO EM ESTADO DE POBREZA = 54 MILHÕES PESSOAS QUE VIVEM COM UM SAL MIN: NORDESTE = 51% SUDESTE = 18% 92% JOVENS ENTRE 15 A 19 ANOS DAS FAMÍLIAS POBRES COMPLETAM O 1 o ANO, APENAS A METADE COMPLETA O 5 o ANO FATOR RACIAL: POPULAÇÃO QUE VIVE ATÉ MEIO SAL MIN RENDA FAMILIAR: 34,8% BRANCOS - 77,1% NEGROS FONTE: ONU
  • 46. NAÇÃO DOS EXTREMOS 20% BRASILEIROS COMPRAM TUDO O QUE É VENDIDO O BRASIL É O 82 O EM RENDA PER CAPITA O 12 O PAÍS COM MAIOR CONTINGENTE DE BILIONÁRIOS DOS 170 MILHÕES DE HAB APENAS 7% DECLARA RENDA 1 EM CADA 5 PESSOAS ESTÁ DESEMPREGADA O 2 o MAIOR MERCADO DAS CANETAS MONT BLANC O 9 o COMPRADOR DE FERRARI
  • 47. EXCLUSÃO SOCIAL Indicador 1960 1980 2000 Exclusão Social (%) 49,30 42,60 47,30 Pobreza (%) 67,70 32,30 33,50 Emprego (%) 9,10 21,90 20,20 Escolaridade (anos) 1,8 3,2 6,0 Violência (hom/1000hab) 15,3 11,7 22,7 Fonte: Atlas de Exclusão Social - IBGE
  • 48. PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL GOVERNO LULA PAÍS PRODUTOR DE MERCADORIAS DE ALTO VALOR AGREGADO ÊNFASE AO PLANEJAMENTO REGIONAL ELABORAÇÃO DA “AGENDA DO FUTURO” ESTÍMULOS AO MERCADO INTERNO MELHORIA DA COMPETITIVIDADE DOS PRODUTOS BRASILEIROS SUBSTITUIÇÃO COMPETITIVA DE IMPORTAÇÕES ESTUDO DA VIABILIDADE DE POLÍTICAS INDUSTRIAIS VERTICAIS REVISÃO DA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO DILEMA: DESENVOLVIMENTISMO-NACIONALISTA X LIBELARISMO ELABORAÇÃO DO ATLAS DAS DESIGUALDADES SOCIAIS E PRODUTIVAS
  • 49. OPORTUNIDADES RESERVAS ÁGUA POTÁVEL 50% DA BIODIVERSIDADE MUNDIAL 30% DAS RESERVAS FLORESTAIS VANTAGENS COMPARATIVAS SETOR PETRÓLEO POTENCIALIDADES DO MERCADO INTERNO UNIÃO COMERCIAL BRASIL x CHINA COOPERAÇÃO SUL AMERICANA FAVORABILIDADES DO BRASIL NA ERA DO TERROR BUSCA DO CRESCIMENTO SUSTENTÁVEL
  • 50. REALIMENTAÇÃO MÉTODO DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO FASES O F OG FASE POLÍTICA FASE ESTRATÉGICA BEM COMUM FASE DE DIAGNÓSTICO ANÁLISE DO AMBIENTE LEVANTAMENTO DO PODER ELABORAÇÃO DE CENÁRIOS CONCEPÇÃO POLÍTICA CONCEPÇÃO ESTRATÉGICA PROGRAMA ÇÃO EXECUÇÃO CONTO LE AMBIENTE INTERNO AMBIENTE EXTERNO POLÍTICAS E ESTRATÉGIAS EM VIGOR NECESSIDADES ÓBICES MEIOS DISPONÍVEIS / POTENCIAIS CENÁRIO PESSIMISTA CENÁRIO MÉDIO CENÁRIO OTIMISTA CENÁRIO DASEJADO PREMISSAS BÁSICAS CENÁRIO NORMATIVO ELABORAÇÃODE AÇÕES OPÇÃO ESTRATÉGICA DIRETRIZES ESTRATÉ GICAS PLANOS PROGRAMAS PROJETOS ORÇAMENTO COORDENAÇÃO GERENCIAMENTO IMPLEMENTAÇÃO PARÂ METRO DE AVALIA ÇÃO ACOM PANHA MENTO ENTRADA CENÁRIO MAIS PROVÁVEL