O documento explora a evolução das percepções sobre a depressão, destacando a transição entre as abordagens gradualista e separatista ao longo das décadas. Ele menciona como a compreensão de depressão reativa, neurótica e psicótica se desenvolveu desde a década de 1930 até os diagnósticos contemporâneos, onde não se fazem mais distinções significativas baseadas em sintomas. Atualmente, a classificação se baseia na gravidade e na presença de características psicóticas no transtorno depressivo maior.