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CAMPINAS A SER IMPLANTADA NO ATERRO SANITÁRIO DELTA A
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SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO ............................................................................................................4
2 LOCALIZAÇÃO ..........................................................................................................5
3 EMPREENDEDOR......................................................................................................6
4 RESPONSÁVEIS TÉCNICOS PELO PROJETO .......................................................7
5 JUSTIFICATIVA .........................................................................................................8
6 CONCEPÇÃO ..............................................................................................................9
7 DETALHAMENTO ...................................................................................................10
7.1 SERVIÇOS INICIAIS...........................................................................................10
7.1.1 Limpeza da área..............................................................................................10
7.1.1 Locação das obras..........................................................................................10
7.2 DETALHAMENTO DO PROJETO EXECUTIVO .............................................10
7.3 FUNDAÇÕES .......................................................................................................11
7.4 EXECUÇÃO DE ESTACAS ESCAVADAS .......................................................11
7.4.1 Controle das características do concreto.........................................................12
7.4.2 Elementos a serem registrados........................................................................13
7.5 MUROS DE ARRIMO EM CONCRETO ARMADO…………………...……...14
7.6 COBERTURA METÁLICA .................................................................................15
8 APÊNDICES........................................................................................................18
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1 INTRODUÇÃO
O presente documento vem apresentar as especificações técnicas para
a execução das obras de engenharia para construção da estação de transferência e transbordo
de resíduos sólidos urbanos do Município de Campinas - SP, serviço que será contratado
através de licitação pública nos moldes da Lei 8.666/93 e alterações.
A alternativa para destinação futura dos Resíduos Sólidos Urbanos
RSU - do Município de Campinas, será a transferência para aterro sanitário externo.
Croqui esquemático
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2 LOCALIZAÇÃO
Deverá ser implantado na área atual do Aterro Sanitário Municipal Delta A,
localizado no endereço: Estrada Do Mão Branca – Caminho Municipal 331 – Bairro
Ribeirão.
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3 EMPREENDEDOR
Prefeitura Municipal de Campinas – Secretaria Municipal de Serviços Públicos
CNPJ: 51.885.242/0001-40
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Endereço: Av. Anchieta, 200 – Centro
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4 RESPONSÁVEIS TÉCNICOS PELO PROJETO
Morandir Meira Brandão
Engenheiro civil
Crea – 5060040121/SP
Hugo Cesar Mattioli Melo
Engenheiro eletricista
Crea - 060.176.113-4
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5 JUSTIFICATIVA
A instalação de uma estação de transbordo de resíduos sólidos urbanos deve-
se ao fato da necessidade de transferência dos RSU para aterro sanitário externo ao município
de campinas.
Apesar de o aterro atual possuir espaço para disposição de resíduos a intenção
da administração municipal é manter uma área estratégica, como reserva, para quaisquer
eventualidades na disposição final contratada.
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6 CONCEPÇÃO
A estação de transbordo será construída próxima à entrada do aterro sanitário,
um dos fatores importantes na concepção e na localização desta atividade é a acessibilidade
dos veículos, para a carga e descarga dos RSU.
As carretas que executarão a transferência dos resíduos são veículos grandes
e que necessitam facilidades para manobras, de preferência evitando manobras em marcha
ré e aclives acentuados quando estiverem carregados.
Os caminhões compactadores da coleta RSU devem poder circular e
manobrar para a descarga com facilidade, devendo-se evitar cruzamentos na entrada e saída,
portanto, uma pista de sentido único com portarias independentes de entrada e saída.
O conjunto estará próximo à balança existente e possuirá área que permita a
expansão, bem como, possibilitar integração com outras atividades que possam ser
implantadas.
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7 DETALHAMENTO
A seguir são apresentadas as descrições para todos os serviços
previstos, segundo a concepção e detalhamento do projeto.
Estas descrições foram concebidas para que se permita a
contratação de empresas especializadas para a realização dos serviços.
7.1 SERVIÇOS INICIAIS
7.1.1 Limpeza da área
Caberá a empresa contratada providenciar, antes da marcação das obras, retirada
de todo e qualquer material indesejável. Em caso de dúvida quanto à remoção de
qualquer elemento existente (vegetação, pedras), deverá o executante consultar
a Secretaria Municipal de Serviços Públicos – SMSP – DLU.
7.1.2 Placa de obra
Deverá ser instalada uma placa de obra conforme modelo fornecido pela PMC,
com área 4,10 m² (proporção 5:8 – 1,60x2,56m).
7.1.3 Instalações do canteiro
O local de instalação do canteiro de obra será definido pela contratada, após
aprovação da PMC e deverá atender a NR18, e demais normas vigentes de saúde
e segurança do trabalho.
7.1.3 Locação das obras
Caberá a empresa contratada providenciar a locação das obras que será feita
obedecendo ao projeto executivo aprovado pela SMSP – DLU, também os
alinhamentos servirão de partida para o novo traçado. Na hipótese de serem
constatadas incompatibilidades entre a configuração real do terreno e os
elementos do projeto e havendo necessidade de alterações no mesmo, comunicar
a Secretaria Municipal de Serviços Públicos – SMSP – DLU, para as alterações
necessárias.
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7.2 DETALHAMENTO DO PROJETO EXECUTIVO
O projeto executivo prevê todas as informações necessárias para a elaboração do
orçamento e para o pleno desenvolvimento das atividades.
7.3 FUNDAÇÕES
Esta especificação define a execução de estacas escavadas, moldadas in loco.
A escavação é processada por trado mecânico dentro das bitolas de acordo com
o especificado em projeto;
Serão utilizados concreto e aço ca-50. O concreto deve obedecer especificação
própria e possuir ainda as seguintes características:
a) Fck_ 25 mpa;
b) Consumo de cimento de 400 kgf/m³;
c) Fator água/cimento _ 0,6
d) Slump-test 20 ± 2m.
e) O aço ca-50 deverá obedecer especificação própria.
f) A executante deve prever a utilização dos seguintes
equipamentos:
g) Trado mecânico, de diâmetro compatível com as estacas
projetadas;
h) Guindastes: principal e auxiliar;
i) Caminhão betoneira.
7.3.1 EXECUÇÃO DE ESTACAS ESCAVADAS
A executante deve proceder a locação das estacas no campo de acordo com o
especificado em projeto;
As dúvidas ou problemas devem ser resolvidos com a fiscalização antes do início
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da implantação das estacas. Na implantação das estacas a executante deve
atender às profundidades de acordo com o especificado em projeto;
As possíveis alterações nas profundidades das estacas somente podem ser
processadas após autorização prévia por parte da fiscalização da obra, ouvido o
projetista.
As cabeças das estacas, caso seja necessário, devem ser cortadas com ponteiros
até que se atinja a cota de arrasamento prevista, não se admitindo qualquer outra
ferramenta para este serviço. Para tanto, ocorte do concreto deve ser efetuado com
ponteiros afiados, trabalhando horizontalmente com pequena inclinação para
cima, em camadas de pequena espessura iniciando da borda em direção ao centro
da estaca, as cabeças das estacas devem ficar normais aos seus próprios eixos. As
estacas devem penetrar no bloco de coroamento pelo menos 10 cm, salvo
especificação de projeto.
Antes da colocação da gaiola de armação, deve ser efetuada a limpeza da ponta
da estaca com a remoção dos detritos. A gaiola de armação deve ser
cuidadosamente colocada no furo, munida dos roletes espaçadores e
adequadamente fixada na camisa guia.
A concretagem da estaca deve ser executada através da utilização de tubo
tremonha colocado sempre a, no mínimo, 2,0 m do topo do concreto. Os volumes
de concreto utilizados nas estacas devem ser adequadamente monitorados,
objetivando a verificação do diâmetro médio da estaca ou de eventual consumo
excessivo por ocorrência de locas e erosão ao longo do furo.
Normalmente, o consumo de concreto é de 20% a 25% superior ao volume
escavado correspondente. Os comprimentos projetados das estacas somente
podem ser alterados após prévia aprovação da fiscalização.
As estacas devem ser concretadas com a maior brevidade possível de forma que
os prazos Limites entre o final da escavação e a concretagem não devem
ultrapassar 12 horas, salvo ocorrências excepcionais. Concluída a escavação e
atingida a cota de ponta prevista no projeto, deve-se iniciar as fases de armação
e concretagem da estaca.
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7.3.2 FÔRMA DE MADEIRA PARA ESTRUTURAS BLOCOS DE
FUNDAÇÃO E PILARES
1) Consideram-se material e mão-de-obra para fabricação, montagem (inclusive
de contraventamentos/travamentos) e desforma.
2) As chapas de madeira compensada são encontradas no mercado com as
dimensões: 2,20x1,10m, 2,44x1,22m ou 2,50x1,25m.
NORMAS TÉCNICAS
NR18 01 1950 -Condições e meio ambiente de trabalho na indústria da
construção - 18.13 - Medidas de proteção contra quedas de altura
7.3.3 CONTROLE DAS CARACTERÍSTICAS DO CONCRETO
O controle das características do concreto deve abranger:
7.3.3.1.1 slump-test conforme NBR NM 67(1), de cada caminhão
que chegar à obra, imediatamente antes do lançamento; o
material deve ser liberado para lançamento desde que o
abatimento esteja compreendido dentro da variação
especificada na dosagem do concreto;
7.3.3.1.2 moldagem de 4 corpos de prova de todo caminhão
betoneira, conforme NBR 5738(2);
7.3.3.1.3 determinação da resistência à compressão simples,
conforme NBR 5739(3), aos 7 e 28 dias de cura. Na moldagem
dos corpos-de-prova, para determinação da resistência à
compressão simples, cada amostra é constituída por dois
corpos-de-prova moldados na mesma amassada, no mesmo ato
para cada idade de rompimento, os corpos de prova devem
estar correlacionados com as estacas e o caminhão betoneira.
Toma-se como resistência daamostra, na idade de rompimento,
o maior dos dois valores obtidos no ensaio de resistência a
compressão simples.
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7.3.3.1.4 Para o controle da execução a fiscalização deve manter registro
completo da execução das estacas, em duas vias, uma destinada
a executante.
7.3.4 Elementos a serem registrados
Devendo anotar neste registro os seguintes elementos:
7.3.4.1.1 Número e a localização da estaca;
7.3.4.1.2 Dimensão da estaca
7.3.4.1.3 Data de escavação: início e fim;
7.3.4.1.4 Características da lama introduzida no furo;
7.3.4.1.5 Data de concretagem;
7.3.4.1.6 Volume de concreto consumido;
7.3.4.1.7 Cota do terreno no local da execução
7.3.4.1.8 Nível d’agua
7.3.4.1.9 Características dos equipamentos de execução
7.3.4.1.10 Duração de qualquer interrupção na execução e hora
em que ela ocorreu;
7.3.4.1.11 Cota final da ponta da estaca;
7.3.4.1.12 Cota da cabeça da estaca, antes do arrasamento;
7.3.4.1.13 Comprimento do pedaço cortado da estaca, após o
arrasamento na cota do projeto;
7.3.4.1.14 Desaprumo e desvio de locação;
7.3.4.1.15 Anormalidade de execução;
7.3.4.1.16 Comprimento real da estaca, abaixo do arrasamento. Não
são aceitas estacas que não tenham sido registradas pela
fiscalização;
Sempre que houver dúvidas sobre uma estaca, a fiscalização deve exigir a
comprovação de seu comportamento. Se essa comprovação não for julgada
suficiente e, dependendo da natureza da dúvida, a estaca pode ser substituída,
através do seu comportamento comprovado por prova de carga conforme
recomendações da NBR 6122(5).
Deve ser constante a comparação dos comprimentos encontrados na obra com os
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previstos em projeto. Os serviços são aceitos e passíveis de medição desde que
atendam, simultaneamente, às exigências de materiais e de execução
estabelecidas nesta especificação.
As tolerâncias na execução devem ser de acordo com o item 8.6 da NBR 6122,
cabendo destacar que são aceitos estações com excentricidade, em relação ao
projeto, de até 10% do diâmetro do seu fuste; e com relação ao desaprumo, devem
ser aceitos estações com até 1% de inclinação do comprimento total. Valores
superiores a estes devem ser informados ao projetista, para verificação das novas
condições.
7.4 MUROS DE ARRIMO EM CONCRETO ARMADO
O muro de arrimo é uma estrutura de concreto armado devidamente projetado
conforme Apêndice I, sendo prevista sua execução para os seguintes locais:
7.4.3 Muro de arrimo para contenção próximo a balança.
7.4.4 Muro de arrimo do acesso das carretas.
Os muros de arrimo têm a função de escorar o aterro de solo construído para criar
o pátio de carga e o muro de arrimo da balança, apresentando dimensões de 0,30
m de base menor, 0,46 m de base maior com altura de 3,0 m.
As estruturas deverão obedecer rigorosamente as especificações de projeto
contidas no Apêndice I em especial devendo ser utilizado os seguintes materiais:
a) Forma de madeira compensado resinado 10 mm
b) Aço ca-50 a - 6,3 mm a 12,5 mm
c) Aço ca-50 a - 16 mm a 25 mm
d) Concreto usinado c-40 Mpa (rigor usina)
7.5 COBERTURA METÁLICA
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O sistema de cobertura da ETT tem o objetivo de garantir a execução adequada
dos processos de transferência e transbordo dos resíduos, preservando as questões
ambientais e sanitárias do local.
O projeto prevê a implantação de cobertura metálica abrigando uma área total da
ETT de 1.473,87 m2 referente à parte do pátio de descarga incluindo a plataforma
operacional, do pátio de carga incluindo também o local do estacionamento das
carretas de transbordo, conforme mostra o Apêndice I.
Os pórticos de sustentação da cobertura serão concreto armado conforme projeto
estrutural
Os demais elementos que constituem a cobertura metálica como, tirantes, terças
e telhas estão detalhados no Apêndice I desse Projeto Executivo.
procedimentos descritos anteriormente.
8 SPDA
8.1 Normas e Determinações
As seguintes normas nortearam este projeto e devem ser seguidas durante a execução
da obra:
ABNT NBR 5419:2005 – Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas;
ABNT NBR 5410:2004 – Instalações elétricas de baixa tensão – Procedimento.
8.2 Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas – SPDA
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8.2.1 Subsistema Captor
O subsistema captor é a parte do SPDA destinada à interceptação das descargas
atmosféricas (raios).
O subsistema captor será composto da estrutura metálica de sustentação do telhado e
das telhas metálicas.
8.2.2 Subsistema de Descida
O subsistema de descida é a parte do SPDA destinada à condução da corrente elétrica
proveniente de descargas atmosféricas desde o subsistema captor até o subsistema de
aterramento.
O subsistema de descida será composto por 8 condutores de descida, distribuídos ao
longo do perímetro da edificação, conforme projeto. Estes condutores serão fixados à
estrutura metálica dos pilares, de forma que eles também farão parte do subsistema de
descida.
Cada descida será constituída por uma cordoalha de aço galvanizado a fogo com seção
transversal de 80mm².
8.2.3 Subsistema de Aterramento
O subsistema de aterramento é a parte do SPDA destinada à dispersão da corrente
elétrica proveniente de descargas atmosféricas no solo.
O subsistema de aterramento será constituído por um anel de aterramento composto
por uma cordoalha de aço galvanizado a fogo com seção transversal de 80mm²,
enterrado a no mínimo 50cm de profundidade ao longo de todo o perímetro da
edificação situado a 1m de distância da fundação e por 8 hastes de aterramento, tipo
Copperweld, 3/4” de diâmetro, 3m de comprimento, produzidos em aço e recoberto
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por uma camada de cobre eletrolítico com espessura mínima de 254 micrômetros.
As hastes de aterramento serão distribuídas ao longo do perímetro da edificação,
conforme indicações do projeto de SPDA.
As hastes de aterramento deverão ser instaladas em caixas de inspeção de aterramento
de solo, 30 centímetros de diâmetro, fabricadas em PVC e com tampa articulada em
ferro fundido reforçado.
8.2.4 Fixações e conexões do SPDA
Os condutores de descida devem ser instalados a uma distância mínima de 50cm de
portas e janelas e fixadas com a utilização de presilhas de latão a cada 1m de percurso.
O número de conexões do SPDA deve ser reduzido ao mínimo.
As conexões enterradas deverão ser obrigatoriamente do tipo solda exotérmica, já as
demais conexões poderão ser do tipo mecânica, com utilização de terminais bimetálicos
de pressão ou compressão adequados para cada situação.
9 APÊNDICES
I – Plantas
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II – Cronograma Físico-Financeiro Apêndice
III – Escopo Técnico e Preço de Referência Apêndice
IV – Planilha de Orçamento Proposto

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  • 1. PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SERVIÇOS PÚBLICOS - SMSP Av. Vereador José Diniz 3720 – Cjts 610 – CEP 04604 – 007 – Tel + 55 11 5093 6510 www.JPRBeng.com JPR B 1 de 18 JPRB ENGENHARIA MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO DE IMPLANTAÇÃO DE ESTAÇÃO DE TRANSFERÊNCIA E TRANSBORDO - ETT, DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS, DO MUNICÍPIO DE CAMPINAS A SER IMPLANTADA NO ATERRO SANITÁRIO DELTA A
  • 2. PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SERVIÇOS PÚBLICOS - SMSP Av. Vereador José Diniz 3720 – Cjts 610 – CEP 04604 – 007 – Tel + 55 11 5093 6510 www.JPRBeng.com JPR B 2 de 18 São Paulo AGOSTO / 2017
  • 3. PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SERVIÇOS PÚBLICOS - SMSP Av. Vereador José Diniz 3720 – Cjts 610 – CEP 04604 – 007 – Tel + 55 11 5093 6510 www.JPRBeng.com JPR B 3 de 18 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ............................................................................................................4 2 LOCALIZAÇÃO ..........................................................................................................5 3 EMPREENDEDOR......................................................................................................6 4 RESPONSÁVEIS TÉCNICOS PELO PROJETO .......................................................7 5 JUSTIFICATIVA .........................................................................................................8 6 CONCEPÇÃO ..............................................................................................................9 7 DETALHAMENTO ...................................................................................................10 7.1 SERVIÇOS INICIAIS...........................................................................................10 7.1.1 Limpeza da área..............................................................................................10 7.1.1 Locação das obras..........................................................................................10 7.2 DETALHAMENTO DO PROJETO EXECUTIVO .............................................10 7.3 FUNDAÇÕES .......................................................................................................11 7.4 EXECUÇÃO DE ESTACAS ESCAVADAS .......................................................11 7.4.1 Controle das características do concreto.........................................................12 7.4.2 Elementos a serem registrados........................................................................13 7.5 MUROS DE ARRIMO EM CONCRETO ARMADO…………………...……...14 7.6 COBERTURA METÁLICA .................................................................................15 8 APÊNDICES........................................................................................................18
  • 4. PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SERVIÇOS PÚBLICOS - SMSP Av. Vereador José Diniz 3720 – Cjts 610 – CEP 04604 – 007 – Tel + 55 11 5093 6510 www.JPRBeng.com JPR B 4 de 18 1 INTRODUÇÃO O presente documento vem apresentar as especificações técnicas para a execução das obras de engenharia para construção da estação de transferência e transbordo de resíduos sólidos urbanos do Município de Campinas - SP, serviço que será contratado através de licitação pública nos moldes da Lei 8.666/93 e alterações. A alternativa para destinação futura dos Resíduos Sólidos Urbanos RSU - do Município de Campinas, será a transferência para aterro sanitário externo. Croqui esquemático
  • 5. PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SERVIÇOS PÚBLICOS - SMSP Av. Vereador José Diniz 3720 – Cjts 610 – CEP 04604 – 007 – Tel + 55 11 5093 6510 www.JPRBeng.com JPR B 5 de 18 2 LOCALIZAÇÃO Deverá ser implantado na área atual do Aterro Sanitário Municipal Delta A, localizado no endereço: Estrada Do Mão Branca – Caminho Municipal 331 – Bairro Ribeirão.
  • 6. PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SERVIÇOS PÚBLICOS - SMSP Av. Vereador José Diniz 3720 – Cjts 610 – CEP 04604 – 007 – Tel + 55 11 5093 6510 www.JPRBeng.com JPR B 6 de 18 3 EMPREENDEDOR Prefeitura Municipal de Campinas – Secretaria Municipal de Serviços Públicos CNPJ: 51.885.242/0001-40
  • 7. PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SERVIÇOS PÚBLICOS - SMSP Av. Vereador José Diniz 3720 – Cjts 610 – CEP 04604 – 007 – Tel + 55 11 5093 6510 www.JPRBeng.com JPR B 7 de 18 Endereço: Av. Anchieta, 200 – Centro
  • 8. PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SERVIÇOS PÚBLICOS - SMSP Av. Vereador José Diniz 3720 – Cjts 610 – CEP 04604 – 007 – Tel + 55 11 5093 6510 www.JPRBeng.com JPR B 8 de 18 4 RESPONSÁVEIS TÉCNICOS PELO PROJETO Morandir Meira Brandão Engenheiro civil Crea – 5060040121/SP Hugo Cesar Mattioli Melo Engenheiro eletricista Crea - 060.176.113-4
  • 9. PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SERVIÇOS PÚBLICOS - SMSP Av. Vereador José Diniz 3720 – Cjts 610 – CEP 04604 – 007 – Tel + 55 11 5093 6510 www.JPRBeng.com JPR B 9 de 18 5 JUSTIFICATIVA A instalação de uma estação de transbordo de resíduos sólidos urbanos deve- se ao fato da necessidade de transferência dos RSU para aterro sanitário externo ao município de campinas. Apesar de o aterro atual possuir espaço para disposição de resíduos a intenção da administração municipal é manter uma área estratégica, como reserva, para quaisquer eventualidades na disposição final contratada.
  • 10. PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SERVIÇOS PÚBLICOS - SMSP Av. Vereador José Diniz 3720 – Cjts 610 – CEP 04604 – 007 – Tel + 55 11 5093 6510 www.JPRBeng.com JPR B 10 de 18 6 CONCEPÇÃO A estação de transbordo será construída próxima à entrada do aterro sanitário, um dos fatores importantes na concepção e na localização desta atividade é a acessibilidade dos veículos, para a carga e descarga dos RSU. As carretas que executarão a transferência dos resíduos são veículos grandes e que necessitam facilidades para manobras, de preferência evitando manobras em marcha ré e aclives acentuados quando estiverem carregados. Os caminhões compactadores da coleta RSU devem poder circular e manobrar para a descarga com facilidade, devendo-se evitar cruzamentos na entrada e saída, portanto, uma pista de sentido único com portarias independentes de entrada e saída. O conjunto estará próximo à balança existente e possuirá área que permita a expansão, bem como, possibilitar integração com outras atividades que possam ser implantadas.
  • 11. PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SERVIÇOS PÚBLICOS - SMSP 11 de 16 Av. Vereador José Diniz 3720 – Cjts 610 – CEP 04604 – 007 – Tel + 55 11 5093 6510 www.JPRBeng.com JPR B 7 DETALHAMENTO A seguir são apresentadas as descrições para todos os serviços previstos, segundo a concepção e detalhamento do projeto. Estas descrições foram concebidas para que se permita a contratação de empresas especializadas para a realização dos serviços. 7.1 SERVIÇOS INICIAIS 7.1.1 Limpeza da área Caberá a empresa contratada providenciar, antes da marcação das obras, retirada de todo e qualquer material indesejável. Em caso de dúvida quanto à remoção de qualquer elemento existente (vegetação, pedras), deverá o executante consultar a Secretaria Municipal de Serviços Públicos – SMSP – DLU. 7.1.2 Placa de obra Deverá ser instalada uma placa de obra conforme modelo fornecido pela PMC, com área 4,10 m² (proporção 5:8 – 1,60x2,56m). 7.1.3 Instalações do canteiro O local de instalação do canteiro de obra será definido pela contratada, após aprovação da PMC e deverá atender a NR18, e demais normas vigentes de saúde e segurança do trabalho. 7.1.3 Locação das obras Caberá a empresa contratada providenciar a locação das obras que será feita obedecendo ao projeto executivo aprovado pela SMSP – DLU, também os alinhamentos servirão de partida para o novo traçado. Na hipótese de serem constatadas incompatibilidades entre a configuração real do terreno e os elementos do projeto e havendo necessidade de alterações no mesmo, comunicar a Secretaria Municipal de Serviços Públicos – SMSP – DLU, para as alterações necessárias.
  • 12. PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SERVIÇOS PÚBLICOS - SMSP 12 de 16 Av. Vereador José Diniz 3720 – Cjts 610 – CEP 04604 – 007 – Tel + 55 11 5093 6510 www.JPRBeng.com JPR B 7.2 DETALHAMENTO DO PROJETO EXECUTIVO O projeto executivo prevê todas as informações necessárias para a elaboração do orçamento e para o pleno desenvolvimento das atividades. 7.3 FUNDAÇÕES Esta especificação define a execução de estacas escavadas, moldadas in loco. A escavação é processada por trado mecânico dentro das bitolas de acordo com o especificado em projeto; Serão utilizados concreto e aço ca-50. O concreto deve obedecer especificação própria e possuir ainda as seguintes características: a) Fck_ 25 mpa; b) Consumo de cimento de 400 kgf/m³; c) Fator água/cimento _ 0,6 d) Slump-test 20 ± 2m. e) O aço ca-50 deverá obedecer especificação própria. f) A executante deve prever a utilização dos seguintes equipamentos: g) Trado mecânico, de diâmetro compatível com as estacas projetadas; h) Guindastes: principal e auxiliar; i) Caminhão betoneira. 7.3.1 EXECUÇÃO DE ESTACAS ESCAVADAS A executante deve proceder a locação das estacas no campo de acordo com o especificado em projeto; As dúvidas ou problemas devem ser resolvidos com a fiscalização antes do início
  • 13. PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SERVIÇOS PÚBLICOS - SMSP 13 de 16 Av. Vereador José Diniz 3720 – Cjts 610 – CEP 04604 – 007 – Tel + 55 11 5093 6510 www.JPRBeng.com JPR B da implantação das estacas. Na implantação das estacas a executante deve atender às profundidades de acordo com o especificado em projeto; As possíveis alterações nas profundidades das estacas somente podem ser processadas após autorização prévia por parte da fiscalização da obra, ouvido o projetista. As cabeças das estacas, caso seja necessário, devem ser cortadas com ponteiros até que se atinja a cota de arrasamento prevista, não se admitindo qualquer outra ferramenta para este serviço. Para tanto, ocorte do concreto deve ser efetuado com ponteiros afiados, trabalhando horizontalmente com pequena inclinação para cima, em camadas de pequena espessura iniciando da borda em direção ao centro da estaca, as cabeças das estacas devem ficar normais aos seus próprios eixos. As estacas devem penetrar no bloco de coroamento pelo menos 10 cm, salvo especificação de projeto. Antes da colocação da gaiola de armação, deve ser efetuada a limpeza da ponta da estaca com a remoção dos detritos. A gaiola de armação deve ser cuidadosamente colocada no furo, munida dos roletes espaçadores e adequadamente fixada na camisa guia. A concretagem da estaca deve ser executada através da utilização de tubo tremonha colocado sempre a, no mínimo, 2,0 m do topo do concreto. Os volumes de concreto utilizados nas estacas devem ser adequadamente monitorados, objetivando a verificação do diâmetro médio da estaca ou de eventual consumo excessivo por ocorrência de locas e erosão ao longo do furo. Normalmente, o consumo de concreto é de 20% a 25% superior ao volume escavado correspondente. Os comprimentos projetados das estacas somente podem ser alterados após prévia aprovação da fiscalização. As estacas devem ser concretadas com a maior brevidade possível de forma que os prazos Limites entre o final da escavação e a concretagem não devem ultrapassar 12 horas, salvo ocorrências excepcionais. Concluída a escavação e atingida a cota de ponta prevista no projeto, deve-se iniciar as fases de armação e concretagem da estaca.
  • 14. PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SERVIÇOS PÚBLICOS - SMSP 14 de 16 Av. Vereador José Diniz 3720 – Cjts 610 – CEP 04604 – 007 – Tel + 55 11 5093 6510 www.JPRBeng.com JPR B 7.3.2 FÔRMA DE MADEIRA PARA ESTRUTURAS BLOCOS DE FUNDAÇÃO E PILARES 1) Consideram-se material e mão-de-obra para fabricação, montagem (inclusive de contraventamentos/travamentos) e desforma. 2) As chapas de madeira compensada são encontradas no mercado com as dimensões: 2,20x1,10m, 2,44x1,22m ou 2,50x1,25m. NORMAS TÉCNICAS NR18 01 1950 -Condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção - 18.13 - Medidas de proteção contra quedas de altura 7.3.3 CONTROLE DAS CARACTERÍSTICAS DO CONCRETO O controle das características do concreto deve abranger: 7.3.3.1.1 slump-test conforme NBR NM 67(1), de cada caminhão que chegar à obra, imediatamente antes do lançamento; o material deve ser liberado para lançamento desde que o abatimento esteja compreendido dentro da variação especificada na dosagem do concreto; 7.3.3.1.2 moldagem de 4 corpos de prova de todo caminhão betoneira, conforme NBR 5738(2); 7.3.3.1.3 determinação da resistência à compressão simples, conforme NBR 5739(3), aos 7 e 28 dias de cura. Na moldagem dos corpos-de-prova, para determinação da resistência à compressão simples, cada amostra é constituída por dois corpos-de-prova moldados na mesma amassada, no mesmo ato para cada idade de rompimento, os corpos de prova devem estar correlacionados com as estacas e o caminhão betoneira. Toma-se como resistência daamostra, na idade de rompimento, o maior dos dois valores obtidos no ensaio de resistência a compressão simples.
  • 15. PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SERVIÇOS PÚBLICOS - SMSP 15 de 16 Av. Vereador José Diniz 3720 – Cjts 610 – CEP 04604 – 007 – Tel + 55 11 5093 6510 www.JPRBeng.com JPR B 7.3.3.1.4 Para o controle da execução a fiscalização deve manter registro completo da execução das estacas, em duas vias, uma destinada a executante. 7.3.4 Elementos a serem registrados Devendo anotar neste registro os seguintes elementos: 7.3.4.1.1 Número e a localização da estaca; 7.3.4.1.2 Dimensão da estaca 7.3.4.1.3 Data de escavação: início e fim; 7.3.4.1.4 Características da lama introduzida no furo; 7.3.4.1.5 Data de concretagem; 7.3.4.1.6 Volume de concreto consumido; 7.3.4.1.7 Cota do terreno no local da execução 7.3.4.1.8 Nível d’agua 7.3.4.1.9 Características dos equipamentos de execução 7.3.4.1.10 Duração de qualquer interrupção na execução e hora em que ela ocorreu; 7.3.4.1.11 Cota final da ponta da estaca; 7.3.4.1.12 Cota da cabeça da estaca, antes do arrasamento; 7.3.4.1.13 Comprimento do pedaço cortado da estaca, após o arrasamento na cota do projeto; 7.3.4.1.14 Desaprumo e desvio de locação; 7.3.4.1.15 Anormalidade de execução; 7.3.4.1.16 Comprimento real da estaca, abaixo do arrasamento. Não são aceitas estacas que não tenham sido registradas pela fiscalização; Sempre que houver dúvidas sobre uma estaca, a fiscalização deve exigir a comprovação de seu comportamento. Se essa comprovação não for julgada suficiente e, dependendo da natureza da dúvida, a estaca pode ser substituída, através do seu comportamento comprovado por prova de carga conforme recomendações da NBR 6122(5). Deve ser constante a comparação dos comprimentos encontrados na obra com os
  • 16. PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SERVIÇOS PÚBLICOS - SMSP 16 de 16 Av. Vereador José Diniz 3720 – Cjts 610 – CEP 04604 – 007 – Tel + 55 11 5093 6510 www.JPRBeng.com JPR B previstos em projeto. Os serviços são aceitos e passíveis de medição desde que atendam, simultaneamente, às exigências de materiais e de execução estabelecidas nesta especificação. As tolerâncias na execução devem ser de acordo com o item 8.6 da NBR 6122, cabendo destacar que são aceitos estações com excentricidade, em relação ao projeto, de até 10% do diâmetro do seu fuste; e com relação ao desaprumo, devem ser aceitos estações com até 1% de inclinação do comprimento total. Valores superiores a estes devem ser informados ao projetista, para verificação das novas condições. 7.4 MUROS DE ARRIMO EM CONCRETO ARMADO O muro de arrimo é uma estrutura de concreto armado devidamente projetado conforme Apêndice I, sendo prevista sua execução para os seguintes locais: 7.4.3 Muro de arrimo para contenção próximo a balança. 7.4.4 Muro de arrimo do acesso das carretas. Os muros de arrimo têm a função de escorar o aterro de solo construído para criar o pátio de carga e o muro de arrimo da balança, apresentando dimensões de 0,30 m de base menor, 0,46 m de base maior com altura de 3,0 m. As estruturas deverão obedecer rigorosamente as especificações de projeto contidas no Apêndice I em especial devendo ser utilizado os seguintes materiais: a) Forma de madeira compensado resinado 10 mm b) Aço ca-50 a - 6,3 mm a 12,5 mm c) Aço ca-50 a - 16 mm a 25 mm d) Concreto usinado c-40 Mpa (rigor usina) 7.5 COBERTURA METÁLICA
  • 17. PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SERVIÇOS PÚBLICOS - SMSP 17 de 16 Av. Vereador José Diniz 3720 – Cjts 610 – CEP 04604 – 007 – Tel + 55 11 5093 6510 www.JPRBeng.com JPR B O sistema de cobertura da ETT tem o objetivo de garantir a execução adequada dos processos de transferência e transbordo dos resíduos, preservando as questões ambientais e sanitárias do local. O projeto prevê a implantação de cobertura metálica abrigando uma área total da ETT de 1.473,87 m2 referente à parte do pátio de descarga incluindo a plataforma operacional, do pátio de carga incluindo também o local do estacionamento das carretas de transbordo, conforme mostra o Apêndice I. Os pórticos de sustentação da cobertura serão concreto armado conforme projeto estrutural Os demais elementos que constituem a cobertura metálica como, tirantes, terças e telhas estão detalhados no Apêndice I desse Projeto Executivo. procedimentos descritos anteriormente. 8 SPDA 8.1 Normas e Determinações As seguintes normas nortearam este projeto e devem ser seguidas durante a execução da obra: ABNT NBR 5419:2005 – Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas; ABNT NBR 5410:2004 – Instalações elétricas de baixa tensão – Procedimento. 8.2 Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas – SPDA
  • 18. PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SERVIÇOS PÚBLICOS - SMSP 18 de 16 Av. Vereador José Diniz 3720 – Cjts 610 – CEP 04604 – 007 – Tel + 55 11 5093 6510 www.JPRBeng.com JPR B 8.2.1 Subsistema Captor O subsistema captor é a parte do SPDA destinada à interceptação das descargas atmosféricas (raios). O subsistema captor será composto da estrutura metálica de sustentação do telhado e das telhas metálicas. 8.2.2 Subsistema de Descida O subsistema de descida é a parte do SPDA destinada à condução da corrente elétrica proveniente de descargas atmosféricas desde o subsistema captor até o subsistema de aterramento. O subsistema de descida será composto por 8 condutores de descida, distribuídos ao longo do perímetro da edificação, conforme projeto. Estes condutores serão fixados à estrutura metálica dos pilares, de forma que eles também farão parte do subsistema de descida. Cada descida será constituída por uma cordoalha de aço galvanizado a fogo com seção transversal de 80mm². 8.2.3 Subsistema de Aterramento O subsistema de aterramento é a parte do SPDA destinada à dispersão da corrente elétrica proveniente de descargas atmosféricas no solo. O subsistema de aterramento será constituído por um anel de aterramento composto por uma cordoalha de aço galvanizado a fogo com seção transversal de 80mm², enterrado a no mínimo 50cm de profundidade ao longo de todo o perímetro da edificação situado a 1m de distância da fundação e por 8 hastes de aterramento, tipo Copperweld, 3/4” de diâmetro, 3m de comprimento, produzidos em aço e recoberto
  • 19. PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SERVIÇOS PÚBLICOS - SMSP 19 de 16 Av. Vereador José Diniz 3720 – Cjts 610 – CEP 04604 – 007 – Tel + 55 11 5093 6510 www.JPRBeng.com JPR B por uma camada de cobre eletrolítico com espessura mínima de 254 micrômetros. As hastes de aterramento serão distribuídas ao longo do perímetro da edificação, conforme indicações do projeto de SPDA. As hastes de aterramento deverão ser instaladas em caixas de inspeção de aterramento de solo, 30 centímetros de diâmetro, fabricadas em PVC e com tampa articulada em ferro fundido reforçado. 8.2.4 Fixações e conexões do SPDA Os condutores de descida devem ser instalados a uma distância mínima de 50cm de portas e janelas e fixadas com a utilização de presilhas de latão a cada 1m de percurso. O número de conexões do SPDA deve ser reduzido ao mínimo. As conexões enterradas deverão ser obrigatoriamente do tipo solda exotérmica, já as demais conexões poderão ser do tipo mecânica, com utilização de terminais bimetálicos de pressão ou compressão adequados para cada situação. 9 APÊNDICES I – Plantas
  • 20. PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SERVIÇOS PÚBLICOS - SMSP 20 de 16 Av. Vereador José Diniz 3720 – Cjts 610 – CEP 04604 – 007 – Tel + 55 11 5093 6510 www.JPRBeng.com JPR B II – Cronograma Físico-Financeiro Apêndice III – Escopo Técnico e Preço de Referência Apêndice IV – Planilha de Orçamento Proposto