O documento aborda as teorias de Carlos Alberto Faraco e a influência dos pensadores Mikhail Bakhtin e Valentin Voloshinov na criação ideológica e no dialogismo, enfatizando que a linguagem e a ideologia são sempre sociais e historicamente situadas. Ele discute a interação entre textos e a importância do contexto social na formação dos enunciados, destacando que cada ato de fala é parte de um diálogo mais amplo. Além disso, critica abordagens positivistas e idealistas, defendendo uma visão materialista da criação ideológica.