Papel do cidadão num
 regime democrático




           Aluno: Carlos Sousa nº7
              Turma: E.F.A 1S
  Disciplina de Cidadania e Profissionalidade




                                                1
Índice
Introdução . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . pág. 3




Desenvolvimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . pág. 4




Conclusão . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . pág. 7




Bibliografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .pág. 8




                  Introdução
Com este trabalho pretendo mostrar o papel do
     cidadão como elemento indispensável num regime
 democrático. Os seus direitos, responsabilidades, deveres
   perante a sociedade e ainda como pode ter influência e
     marcar a diferença na respectiva comunidade a que
                           pertence.
   Na sociedade democrática a educação para a cidadania
      está associada a três dimensões de aprendizagem:
Responsabilidade social e moral que consiste em aprender
       desde cedo a ter autoconfiança, participação na
comunidade que consiste em aprender como tornar-se útil
   na vida e nos problemas que afectam as comunidades
 respectivas e através das quais também aprende e ainda a
literacia política, que consiste na aprendizagem acerca das
   instituições, problemas e práticas da democracia e das
    formas de participar efectivamente na vida política a
  diferentes escalas, o que envolve capacidades, valores e
                        conhecimentos.




     Desenvolvimento

                                                          3
O que significam os termos “cidadão” e “cidadania”? O
cidadão é um membro de um estado ou comunidade
politicamente organizada. Tornamo-nos cidadãos pelo
nascimento, residência, família, …
A cidadania significa:
• Um estatuto político e legal (ter/obter/aplicar/recusar)
que confere direitos e responsabilidades definidos na lei
(votar, pagar impostos, ...).
• Envolvimento na vida pública, refere-se ao conjunto das
acções que vão desde votar à participação na vida pública
e outros comportamentos sociais e morais, não apenas
direitos e deveres, que as sociedades esperam dos
cidadãos. O debate acerca do que deverão ser estes
direitos, responsabilidades e comportamentos devem ser
feitos.
• Acção educativa, ou seja o processo de ajudar as pessoas
a tornarem-se cidadãos activos, informados e
responsáveis.




  O papel do                                  cidadão é o
mais importante                              de todos, pois
  é o conjunto de cidadãos que deve escolher o tipo de
sociedade em que pretende viver, determinando os papéis
        das suas principais instituições e agentes.
A globalização, uma maior escolaridade, o avanço
  tecnológico e a expansão das democracias têm vindo, e
  bem, a transformar ainda mais as nossas sociedades em
                   sociedades de cidadãos.
 No futuro, o cidadão terá cada vez mais poder para com
   autonomia e independência ser senhor do seu próprio
   destino e determinar o seu futuro, naturalmente dentro
             daquilo que está sob o seu controle.
   O papel do cidadão tem que evoluir de acordo com os
novos tempos, para que no futuro a nossa sociedade possa
 alcançar os seus objectivos últimos, propõem-se a seguir
 alguns traços fundamentais do que deverá ser o papel do
  cidadão, tendo em conta o enquadramento e desafios, o
       cidadão deve ser informado, activo, exigente e
                        participativo.




     Deve ser exigente quanto ao papel do Estado e
compreender que só tem a ganhar com um Estado forte e
 independente, menos asfixiante e mais subsidiário, com
melhor qualidade de serviço e mais eficiente. Deve ter a

                                                           5
consciência plena de que os custos do Estado também são
  seus, e ainda querer que a sociedade seja uma sociedade
     de oportunidades, mais aberta e flexível, para seu
         benefício próprio e dos seus descendentes.
 Tem cada vez mais que se responsabilizar por si próprio,
  pela sua formação e desenvolvimento de competências,
 por todos os actos e atitudes que vai tomando ao longo da
                             vida.
 Não faz sentido que um cidadão esteja sempre a queixar-
 se ou a reivindicar permanentemente benefícios para si a
  serem pagos ou disponibilizados por outros, a aposta do
  cidadão deve ser na sua valorização de forma a ter mais
oportunidades e a não depender materialmente de ninguém
      em particular. Se entende que o seu valor não é
devidamente apreciado e as contrapartidas que possui não
 são as mais adequadas, então é porque decerto disporá de
 outras alternativas melhores que necessariamente deverá
                          aproveitar.
Conclusão
   Gostei muito de realizar este trabalho, porque aprendi
  inúmeras coisas que não sabia e no fundo este trabalho
                   está muito interessante.
  Todos nós temos que ser uma sociedade que valoriza e
    responsabiliza o cidadão, que garante à partida uma
  igualdade de oportunidades assente numa educação de
      base de qualidade para todos, que está presente
 solidariamente sempre que tal for realmente necessário,
sabendo criar oportunidades para os cidadãos, por forma a
     que estes se realizem pessoal e profissionalmente.
É esta nova sociedade que os cidadãos devem exigir e para
   a qual devem contribuir através do seu próprio papel.




            Bibliografia
                                                        7
Imagens
http://verdedentro.files.wordpress.com/2009/04/post_cidadao.jpg
 http://allcool.blogsome.com/wp-admin/images/Untitled-1.jpg
 http://imgs.sapo.pt/mkmail/2007/10/CampanhaPalmelaSapo/e-
                         mailsapo.jpg




Sites
      http://pt.wikipedia.org/wiki/Cidadania#Em_Portugal




Documentos

     apei.no.sapo.pt/novo/sabados/sentidoECD.doc

Cp 2 Ra1

  • 1.
    Papel do cidadãonum regime democrático Aluno: Carlos Sousa nº7 Turma: E.F.A 1S Disciplina de Cidadania e Profissionalidade 1
  • 2.
    Índice Introdução . .. . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . pág. 3 Desenvolvimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . pág. 4 Conclusão . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . pág. 7 Bibliografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .pág. 8 Introdução
  • 3.
    Com este trabalhopretendo mostrar o papel do cidadão como elemento indispensável num regime democrático. Os seus direitos, responsabilidades, deveres perante a sociedade e ainda como pode ter influência e marcar a diferença na respectiva comunidade a que pertence. Na sociedade democrática a educação para a cidadania está associada a três dimensões de aprendizagem: Responsabilidade social e moral que consiste em aprender desde cedo a ter autoconfiança, participação na comunidade que consiste em aprender como tornar-se útil na vida e nos problemas que afectam as comunidades respectivas e através das quais também aprende e ainda a literacia política, que consiste na aprendizagem acerca das instituições, problemas e práticas da democracia e das formas de participar efectivamente na vida política a diferentes escalas, o que envolve capacidades, valores e conhecimentos. Desenvolvimento 3
  • 4.
    O que significamos termos “cidadão” e “cidadania”? O cidadão é um membro de um estado ou comunidade politicamente organizada. Tornamo-nos cidadãos pelo nascimento, residência, família, … A cidadania significa: • Um estatuto político e legal (ter/obter/aplicar/recusar) que confere direitos e responsabilidades definidos na lei (votar, pagar impostos, ...). • Envolvimento na vida pública, refere-se ao conjunto das acções que vão desde votar à participação na vida pública e outros comportamentos sociais e morais, não apenas direitos e deveres, que as sociedades esperam dos cidadãos. O debate acerca do que deverão ser estes direitos, responsabilidades e comportamentos devem ser feitos. • Acção educativa, ou seja o processo de ajudar as pessoas a tornarem-se cidadãos activos, informados e responsáveis. O papel do cidadão é o mais importante de todos, pois é o conjunto de cidadãos que deve escolher o tipo de sociedade em que pretende viver, determinando os papéis das suas principais instituições e agentes.
  • 5.
    A globalização, umamaior escolaridade, o avanço tecnológico e a expansão das democracias têm vindo, e bem, a transformar ainda mais as nossas sociedades em sociedades de cidadãos. No futuro, o cidadão terá cada vez mais poder para com autonomia e independência ser senhor do seu próprio destino e determinar o seu futuro, naturalmente dentro daquilo que está sob o seu controle. O papel do cidadão tem que evoluir de acordo com os novos tempos, para que no futuro a nossa sociedade possa alcançar os seus objectivos últimos, propõem-se a seguir alguns traços fundamentais do que deverá ser o papel do cidadão, tendo em conta o enquadramento e desafios, o cidadão deve ser informado, activo, exigente e participativo. Deve ser exigente quanto ao papel do Estado e compreender que só tem a ganhar com um Estado forte e independente, menos asfixiante e mais subsidiário, com melhor qualidade de serviço e mais eficiente. Deve ter a 5
  • 6.
    consciência plena deque os custos do Estado também são seus, e ainda querer que a sociedade seja uma sociedade de oportunidades, mais aberta e flexível, para seu benefício próprio e dos seus descendentes. Tem cada vez mais que se responsabilizar por si próprio, pela sua formação e desenvolvimento de competências, por todos os actos e atitudes que vai tomando ao longo da vida. Não faz sentido que um cidadão esteja sempre a queixar- se ou a reivindicar permanentemente benefícios para si a serem pagos ou disponibilizados por outros, a aposta do cidadão deve ser na sua valorização de forma a ter mais oportunidades e a não depender materialmente de ninguém em particular. Se entende que o seu valor não é devidamente apreciado e as contrapartidas que possui não são as mais adequadas, então é porque decerto disporá de outras alternativas melhores que necessariamente deverá aproveitar.
  • 7.
    Conclusão Gostei muito de realizar este trabalho, porque aprendi inúmeras coisas que não sabia e no fundo este trabalho está muito interessante. Todos nós temos que ser uma sociedade que valoriza e responsabiliza o cidadão, que garante à partida uma igualdade de oportunidades assente numa educação de base de qualidade para todos, que está presente solidariamente sempre que tal for realmente necessário, sabendo criar oportunidades para os cidadãos, por forma a que estes se realizem pessoal e profissionalmente. É esta nova sociedade que os cidadãos devem exigir e para a qual devem contribuir através do seu próprio papel. Bibliografia 7
  • 8.