O texto discute a resolução de conflitos como parte natural das relações humanas e importante para a formação ética e moral dos estudantes. Aponta que as assembléias escolares podem ser um espaço para dialogar sobre conflitos e buscar soluções participativas, ao invés de reprimi-los. Defende que a escola deve compreender os conflitos como conteúdo essencial para o desenvolvimento dos estudantes e incorporá-los nas atividades, em vez de condená-los.