O poema "Eu, etiqueta" de Carlos Drummond de Andrade critica o consumismo e como ele leva as pessoas a perderem sua identidade, tornando-se divulgadores de marcas. Drummond descreve como as roupas e objetos que usamos passam a definir quem somos, em vez de nossa própria essência, à medida que nos tornamos "anúncios ambulantes" das marcas. O poema retrata de forma concisa como o consumismo pode alienar as pessoas e fazê-las se identificarem mais com produtos do que com sua identidade única.