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Cidades Inteligentes:
um novo espaço digital para a cidade
Palestra Cidades Inteligentes
X Congresso Mundial de Administração
Luis Borges Gouveia
Auditório da UFP – Porto, Portugal
19 de Janeiro de 2015
Resumo da apresentação
Cidades Inteligentes: um novo espaço digital para a cidade
• A importância das cidades é crescente. É nestes espaços que conflui
muita da atividade humana e se joga a qualidade de vida dos
territórios que estas representam e lideram, quer do ponto de vista
económico, quer cultural ou político. Os desafios que as questões
de sustentabilidade sejam económicos, sociais ou ambientais,
exigem o aproveitamento das plataformas digitais que assegurem
uma melhor exploração da informação e dos recursos existentes
que garantam a melhor qualidade de vida possível para a sua
população e visitantes. A apresentação introduz os desafios
emergentes das Cidades Inteligentes como mediadores das grandes
questões que se colocam e que vão definir a cidade nas próximas
décadas.
X Congresso Mundial de Administração
19 de Janeiro de 2015, 10h30, Auditório da UFP, Porto, Portugal.
A PARTILHA
Começando…
A partilha
1. O Gaia Global
2. O digital
3. Desafios
4. O território
5. As cidades
6. Ser inteligente
7. As cidades inteligentes
Ponto prévio
A apresentação está disponível para uso futuro
Gouveia, L. (2015). Cidades Inteligentes: um novo espaço digital para a cidade. Palestra Cidades
Inteligentes. X Congresso Mundial de Administração. Auditório da Universidade Fernando Pessoa.
19 de Janeiro.
A ideia de mundo
Agora…
Sociedade da Informação
• Uso intensivo de computadores e redes
(do saber usar ao saber o que fazer com eles…)
• A informação que conta é digital
(a informação já não é o que era e vale pouco…)
• A organização que conta é a rede
(as hierarquias são uma simplificação num momento…)
O que significa?
Luis Borges Gouveia
@lbgouveia
Dois aspectos essenciais
•Sustentabilidade
Como garanto a minha liberdade ou como o valor
gerado cobre o valor* absorvido
*(valor: económico, social, político e satisfação)
•Soberania
Como garanto a minha identidade** ou como posso
ser reconhecido como eu próprio e ser o que
quero/posso ser
**(marca: pessoa, empresa, nação)
Luis Borges Gouveia
@lbgouveia
Tempo e espaço
• Tempo
24/7 sempre ligado, sempre presente
MAS disponibilidade inteligente e bem gerida
AFINAL o tempo humano é limitado
• Espaço
em qualquer lugar, de qualquer forma
MAS como estar presente?
AFINAL a experiência é o memorável
Luis Borges Gouveia
@lbgouveia
Estratégias facilitadas pelo digital
• Capacidade de projecção
– Chegar aos outros e exposição global
• Diferente e dinâmico
– Ter capacidade de capturar a atenção
• Criativo e inovador
– Ter capacidade de concretizar valor
• Inclusivo e cumplice
– Perceber que a colaboração e a rede são
essenciais
Luis Borges Gouveia
@lbgouveia
O individual pode fazer a diferença…
• Tecer o digital para o global tem
muito de artesanato
– É único e diferenciado
– É memorável e criador de experiências próprias
– É humano e justifica o nosso tempo e atenção
– É identificável e agradável, porque traduz valor
• Não necessariamente económico
• Tem arte incorporada
• Tem proximidade e conhecimento
Luis Borges Gouveia
@lbgouveia
Estratégias facilitadas pelo digital
• Capacidade de projecção
– Chegar aos outros e exposição global
• Diferente e dinâmico
– Ter capacidade de capturar a atenção
• Criativo e inovador
– Ter capacidade de concretizar valor
• Inclusivo e cumplice
– Perceber que a colaboração e a rede são
essenciais
Luis Borges Gouveia
@lbgouveia
Estratégias facilitadas pelo digital
• Capacidade de projecção
– Chegar aos outros e exposição global
• Diferente e dinâmico
– Ter capacidade de capturar a atenção
• Criativo e inovador
– Ter capacidade de concretizar valor
• Inclusivo e cumplice
– Perceber que a colaboração e a rede são
essenciais
Luis Borges Gouveia
@lbgouveia
Estratégias facilitadas pelo digital
• Capacidade de projecção
– Chegar aos outros e exposição global
• Diferente e dinâmico
– Ter capacidade de capturar a atenção
• Criativo e inovador
– Ter capacidade de concretizar valor
• Inclusivo e cumplice
– Perceber que a colaboração e a rede são
essenciais
Luis Borges Gouveia
@lbgouveia
Uma viagem coletiva
Explorar o digital no território
• 1ª geração – digital presence
– Presença na Web e disponibilização de informação
• 2ª geração – local e-gov
– Governo electrónico local e integração dos níveis
serviço e informação
• 3ª geração – digital city
– Cidade digital e integração da comunidade e infra-
estrutura digital
• 4ª geração – smart city
– Cidade inteligente e federação de serviços e
informação
O GAIA GLOBAL
Um exemplo de uma iniciativa de Cidade Digital
Nota prévia
• A ligação à iniciativa de Cidades e Regiões Digitais
Gaia Global, ocorreu entre 2000 e 2005 enquanto
consultor e responsável pela inovação e projetos
• Participação ativa na conceção e esforço de
engenharia e sistemas para colocar o concelho na
Sociedade da Informação e explorar o digital a
seu favor
• O essencial do esforço de desenvolvimento
ocorreu entre 2002 e 2004 – há 10 anos!
Luis Borges Gouveia
lmbg@ufp.edu.pt
IDEIA INICIAL
No início de 2000, como proposta para o projecto cidades digitais
O Gaia Digital, organizado para o cliente /
munícipe / cidadão
A GAIA DIGITAL é composta por:
• “Praças”
portais na Internet correspondentes às principais áreas de
intervenção do projecto, pontos fulcrais de disseminação de
informação e serviços e de suporte infra-estrutural aos
projectos individuais a apoiar,
• “Edifícios”
os projectos específicos a apoiar no GAIA DIGITAL e no âmbito
das áreas de intervenção definidas, erigidos em torno das
“praças” respectivas
A GAIA DIGITAL é composta por:
• “Artérias”
infra-estruturas que permitam aos utentes circular entre as
“praças” virtuais, como é o caso das redes de fibra óptica,
tecnologias móveis, Internet, TV Interactiva, “quiosques” e
painéis multimédia, entre outros
• “Cidadãos”
habitantes de Gaia, turistas, pessoas em passagem,
empresas, instituições e demais entidades que tal como
acontece na Gaia física, são a razão da existência da GAIA
DIGITAL. Para estes serão concebidos espaços sociais, de
diálogo e de intervenção no âmbito das Praças da “nova
cidade"
FORTALECIMENTO DO CONCEITO
Simpificar e dar uma imagem visual
Criar um espaço de comunicação
que ligue todos com todos
Gaia Digital,
Um Cálice de Ideias
Conceito de cidade digital
• uma cidade que esteja a ser transformada ou reordenada com recurso à
tecnologia e ao digital
• uma representação ou reflexo virtual de alguns aspectos de uma
cidade/região
Espaço de intermediação
Sociedade da informação
Fundamenta-se
numa abordagem
orientada ao
cidadão
Não resulta de
um somatório
de projectos
Gaia
Digital
exemplo de um projecto de cidade digital
do Gaia Digital ao Gaia Global
o projecto Gaia Global
• Baseado na sociedade civil e na interacção digital
– em contraponto a uma iniciativa centrada no governo local
• Baseado nas pessoas e não na tecnologia
– o projecto considera que a mais valia de uma cidade digital
são as pessoal e a sua capacidade de interagir e criar
informação
• Baseado na facilitação do ciclo de vida da informação
– criação – produção – reutilização – abandono – destruição
– orientado ao conteúdo e à actividade em contraponto com
uma orientação ao processo
as grandes opções do Gaia Global
• Estratégia multicanal
– em contraponto a uma iniciativa centrada no Web,
recorrer a outros canais, incluindo os tradicionais
• Baseado no território
– visa o desenvolvimento e a criação de uma nova
centralidade digital em Gaia
• Inclusão e cidadania
– busca a inclusão e cidadania procurando a criação e
fomento de um mercado digital
objetivo (conceitos)
Envolver o máximo número de residentes possível,
para usar e beneficiar do digital
• Tocar pessoas e empresas com o Gaia Global
– influenciar o seu dia a dia por obra e graça da existência da infraestrutura e
iniciativa digital do Gaia Global
• Registar pessoas e empresas no âmbito do Gaia Global
– os cartões de mobilidade, os formulários multimédia, a presença em canais, o
envolvimento em serviços, projectos e iniciativas são formas de levar pessoas e
empresas a interagir e produzir informação com o Gaia Global
• Envolver pessoas e empresas no Gaia Global
– Levar pessoas e empresas a incluir o Gaia Global nas suas actividades
quotidianas ou de forma regular como suporte de interacção
Cidades Inteligentes: um novo espaço digital para a cidade
organização institucional
DA PROPOSTA DE VALOR À
CONCEÇÃO
Motor integrador
Princípios orientadores do conceito de
cidade digital para Gaia
• são defendidos três princípios base de orientação
– resultam da análise comparativa de experiências e iniciativas designadas por
cidades digitais, em Portugal e no estrangeiro
• dotar o projecto Gaia Digital das condições necessárias para se assumir
como um complemento do concelho de Gaia
– considerando a actividade económica e a sua dinâmica social, para incluir o
quotidiano da cidade e da área envolvente na infraestrutura digital
• o pretendido é mais do que uma extensão do digital (Internet) da
actividade do concelho
– desenvolver a capacidade de relação com as TICs, consistente com o próprio
modelo de desenvolvimento da região e que permita a máxima inclusão social
para uma transição harmoniosa para a SIC
Opções iniciais de concepção do projecto
de cidade digital para Gaia
• o território como referência
conceito de cidade digital que use o potencial de georeferenciar informação,
serviços e actividades com o concelho de Gaia e respectivo território. Embora
possam existir inúmeros espaços digitais, o elemento integrador é o espaço
território, que é único
• ligar o real com o virtual
assegurar que a Internet constitui apenas um entre outros canais para ligar o
cidadão / munícipe entre si e com os serviços oferecidos pelo Gaia Digital. A
transparência da tecnologia e a minimização do esforço de obtenção da
informação é essencial
• ênfase no aspecto social
o indivíduo, o grupo e a comunidade como elementos agregadores da informação
e da interacção com os diversos serviços oferecidos.
A preocupação com o social em detrimento de preocupações mais orientadas para
a tecnologia e o princípio da inclusão social
Condições para a criação de uma
infraestrutura tecnológica
• dotar o Gaia Digital com uma infraestrutura tecnológica que seja o mais
flexível possível e que permita uma grande adesão à oportunidade digital
– fomentar a troca da informação, aumentando as competências críticas
associadas ao seu tratamento e uso
• criar condições para organizar a lógica associada com o Gaia Digital, não em
torno de processos, mas em torno da informação
– propor uma aproximação semântica para a agregação de serviços e para
suportar o funcionamento do Gaia Digital
• criar condições de reprodutibilidade das infraestruturas, com orientação
para sistemas abertos e para o desenvolvimento de interfaces de
informação
– permitir efeitos de escala, diversidade de serviços e pontos de interesse
• prever restrições legais, de controlo e verificação de informação
– assegurar a credibilidade e operacionalidade do sistema
protecção de dados, direitos, liberdades e garantias e o direito à informação
A proposta de um modelo de operacionalização
para a infraestrutura
• formular um modelo integrador das funções de relação com o cliente, a
gestão e operacionalização de informação e a integração com o território
– criar as condições para o desenvolvimento da infraestrutura tecnologica
adequada ao projecto Gaia Digital
• três grandes grupos de preocupações:
– relação com o cliente – CRM,
– a gestão e operacionalização de informação – Gestão de Conteúdos (GC),
– a integração com o território – GIS.
• garantir a operacionalização e escalamento da solução:
– permitir a integração e circulação de informação entre diferentes agentes e
tomando uma perspectiva de sistema aberto, integrando CRM, GC e GIS de
diferentes plataformas e funcionalidades
– permitir o funcionamento da infraestrutura sem a presença de aplicações dos
tipos referidos, mas permitindo a ligação a produtos de igual natureza já
existentes
A proposta de um modelo de operacionalização
para a infraestrutura
• o centro integrador do modelo constitui o agente certificador do projecto
Gaia Digital e o distribuidor de funcionalidade que medeia um conjunto de
serviços básicos que o sustentam e as aplicações a que fornece a informação
– os serviços são os blocos operacionais de funcionalidade que permitem
a existência de soluções comuns
– novos serviços podem ser acrescentados à medida das necessidades
• as aplicações constituem a ligação com o funcional na perspectiva do
utilizador,
– proporcionam a resolução de problemas, pedidos de informação, tarefas
ou oferta de funções que facilitam o dia a dia do
cliente/munícipe/cidadão
A visão interna e externa do modelo de
operacionalização para a infraestrutura
• a preocupação no cruzamento de dados do indivíduo, face à legislação em
vigor que actua como restrição
– considerar uma matriz de permissões que distinga tipo de informação
por níveis de sensibilidade
• praças, edificios e infraestrutura constitui o paradigma de utilização do Gaia
Digital na óptica do cliente / munícipe / cidadão
– a infraestrutura a criar para o modelo de ligação CRM / GC / GIS
constitui a representação tecnológica do conceito de praça
– os serviços estão associados ao conceito de infraestrutura do Gaia
Digital
– as aplicações corporizam-se no conceito de edifícios
– a matriz de funcionalidade de informação está associada a ruas onde se
organizam os edificios.
Trabalho realizado
 Foi concebido um modelo robusto, independente da tecnologia e do canal,
que definiu os alicerces da Cidade Digital, assente em três pilares de
referência: CRM, SIG e GC.
A RECOLHA DE ESPECIFICAÇÕES
FUNCIONAIS
Método nvat*
Necessidades
Valor
Arquitectura
Tecnologia
Método centrado no cidadão e nas suas necessidades, que permite criar
uma abstracção de pensamento em relação a elementos redutores –
processos, garantindo uma aplicação durante todo o projecto como
elemento condutor do projecto.
Este método pode ser reproduzido noutros espaços digitais, permitindo
a identificação das reais necessidades, características dos utilizadores da
solução e condições que permitem a sua implementação.
Método
Método – NVAT*
Necessidades Valor Arquitectura Tecnologia
Inclusão de
“todos” os
cidadãos –
• amostra
representativa dos
comportamentos
dos cidadãos no
espaço de Gaia
• respostas que
permitam a
satisfação
Materialização da
proposta de valor
da solução –
• identificação dos
eixos de valor
• informação que
conduz à
satisfação das
necessidades
identificadas
Operacionalização
dos pilares da
solução –
• identificação da
estrutura de
processos e
conteúdos que
desenvolverá a
solução
PDD Empreitadas
Requisitos
tecnológicos -
• requisitos
estruturantes e
operacionais da
solução
tecnológica que
permitem a
consequente
identificação de
componentes
Resultados obtidos
Necessidades
Levantamento de uma amostra significativa das necessidades do cidadão
Outputs
• Segmentação do público alvo
– Habitante, Deficiente, Jovem,
Sénior, Trabalhador/profissional,
empresário, emigrantes, turista e 1º
emprego
• Levantamento de necessidades
– Foco no Cidadão e nas suas
necessidades
• Identificação das respostas do
sistema
– Interacções com o sistema nas
diversas fases para a satisfação das
necessidades
Acções
Resultados obtidos
Necessidades (cont.)
Análise
• Amostra
– Segmentos: 14
– Necessidades: 316
– Respostas sistema: 1012
• Identificação dos grupos sociais
de maior apetência para o Gaia
Digital
• Construção das respostas do
sistema como resolução das
necessidades identificadas
Resultados
Resultados obtidos
Valor
• Descrição Acção/Objecto
– Organização das respostas do
sistema em Acção/Objecto
– Definição dos processos para
serem detalhados no Layer #3
• Identificação dos conteúdos
– Identificação dos conteúdos
envolvidos na resposta dos
sistema
• Identificação dos parceiros
envolvidos
Enriquecimento das necessidades e respostas do sistema com a enumeração dos
processos e conteúdos, que permitiu:
•validar o método e os resultados com os pilares do Gaia Digital (CRM, GC, GIS)
•identificação do valor acrescentado dos processos e conteúdos em relação ao real
OutputsAcções
Resultados obtidos
Valor (cont.)
• Respostas do sistema
concretizadas por:
– Processos: 314
– Conteúdos: 703
• A gestão de conteúdos tem a
maior participação nas
respostas às necessidades do
cidadão.
AnáliseResultados
Resultados obtidos
Arquitectura
• Descrição dos processos
transversais
– Relação entre cidadão-Gaia
Digital-parceiro
• Identificação dos conteúdos
– Tipologia
– Origem
– Canais de disponibilização
Identificação dos processos e conteúdos que materializam a solução:
•Fluxos de processos transversais
•Modelos de colaboração na disponibilização de informação
OutputsAcções
Resultados obtidos
Arquitectura Outputs
Resultados obtidos
Arquitectura
Outputs
Resultados obtidos
Arquitectura
• Processos
– Descrição funcional dos processos
identificados
– Identificação e classificação de
módulos estruturantes
• Conteúdos
– Sistematização das interligações
entre os conteúdos e os parceiros
– Tipificação dos conteúdos
• Identificação de uma estrutura
comum
AnáliseResultados
Canais de entrada de conteúdos
(Total 1017 conteúdos - escolha múltipla)
33%
34%
15%
2%
Manual Formulário Feed automático Ligação a BD
Distribuição de processos por módulos funcionais
23%
20%
11%
9%
9%
7%
7%
4%
3% 3% 2% 2%
Gestor de Integração Autenticação Formulários Gestor de Relação (CRM)
Gestor de distribuição da Informação Catálogo Gestor de Informação (GC) Pagamento/Recebimento
Fórum Mailing List Geo-posicionamento (GIS) Chat
Resultados obtidos
Plano Director Digital
• Paralelo da cidade Real e Digital
• Identificação e caracterização das
infra-estruturas
– PDD Infra-estrutural
• Construção de uma arquitectura
para a amostra existente
– PDD Organizacional
Definição das regras a nível infra-estrutural e organizacional para o Gaia Digital.
O plano desenvolvido serve para dar resposta exclusivamente às necessidades
levantadas nesta fase, segundo o método de análise utilizado.
OutputsAcções
Resultados obtidos
Plano Director Digital
• Caracterizar módulos
• Caracterizar canais
• Infra-estruturas vs canais
• Estruturação de conteúdos e
processos
• Prioridades
• Grupos de cidadãos
• Necessidades
• Meta-necessidades
• Arquitectura de informação
AnáliseResultados
Web
Call
Center
e-
mail
Fax SMS MMS WAP GPRS UMTS
Quiosque
Painéis
iTV
tálogo X X X X X X X X
at X X X X X X
at (agenda) X X X X X X
assificados X X X X X X X X X X
mpra X X X X X X X X X X
V (gestão) X X X X
V (gestão de
ortunidades)
X X X X X X X X
earning comentar
rso
X X X X X X
earning consultar X X X X X X X X X X
earning
quentar curso
X X
earning
tão/divulgação
rso
X X X X X X X X X X X
earning inscrição
rso
X X X X X X
rum X X X X X X X
rum (opinião) X X X X X X X
crição X X X X X X X X X X
lões (comprador) X X X X X X X X X X
lões (vendedor) X X X X X X X X X
cenciamento
ompanhamento)
X X X X X X X X X X
cenciamento
quisição
X X X X X X X X
ailing List
scrição)
X X X X X X X X X X X
ailing List
odução)
X X X X X X X X X X
gamento X
clamação X X X X X X X X X X X
quisição X X X X X X X X X X X
serva X X X X X X X X X X X
deoconferência
Entrada
HabitanteTurista
História e locais
de interesse
Empresário Estudante Jovem …
Tipo de Utilizador
Localização e
transportes
…
Meta - necessidades
Escolha de
cursos e escolas
Actividades
extra-curriculares
…
Resultados obtidos
Tecnologia
Requisitos estruturantes e operacionais da solução tecnológica que permitem a
consequente identificação de componentes
Outputs
• Produção de um Plano Director
Tecnológico
– Criar uma arquitectura flexível
mas robusta
– Caracterizar os módulos
funcionais do layer 3.
• Produção do documento de
identificação das empreitadas
Acções
CRM
Gis
GC
BD
For
m
Serviços
Requisião Interfaces
Parceiros
Resultados obtidos
Tecnologia
Empreitadas
Infra-estrutura
Morfologia do Gaia Digital
Solução vertical
Infra-estrutura
Morfologia do Gaia Digital
Denominadores comuns
Infra-estrutura
Morfologia do Gaia Digital
Arquitectura Transversal
Aplicações e Serviços
O GAIA GLOBAL
O racional de produção de valor e sua concretização
Cidades Inteligentes: um novo espaço digital para a cidade
O Gaia Global
• Plataforma comum de relacionamento e
colaboração
• Promover a integração dos cidadãos
• Inovação na forma e conteúdo: orientação às
necessidades dos cidadãos e não aos
processos organizacionais
• Foco no Cidadão
Cidadão, munícipe, freguês
O Gaia Global considera a existência de três entidades/dimensões associadas a cada
indivíduo
- relação com a dimensão sociedade civil, governo central e
estado/administração pública (cidadão)
- relação com a dimensão do munícipio (câmara/empresas
municipais) e administração local (munícipe)
- relação com a junta de freguesia e comunidade local (freguês)
Notas
- que competências/responsabilidades para as instituições?
(organização politico-administrativa do território)
- o indivíduo nos seus múltiplos papeis: co-existência, sobreposição
ou complementaridade?
- o papel das juntas de freguesia
o munícipe face ao cidadão
O Gaia Global propõe um modelo de proximidade para o munícipe, com base na
oferta de informação e serviços
- levantamento das necessidades (modelo NVAT)
- informação na perspectiva do utilizador (eventos da vida)
- prover uma integração tecnologica e funcional (infra-estrutura
digital)
- prover uma integração de informação (cartão do cidadão)
Notas
- a diferença entre cidadão e munícipe
- o conceito de munícipe face ao território
- o espaço/tempo do munícipe
- a gestão da informação
NECESSIDADES DO CIDADÃO
Necessidades
•Acções
•Objectos
•Valor
Informar/Servir
•Processos
•Conteúdos
•Aplicações
Segmentos
• Perfis
• Características
• Volume
Medir/Corrigir/Melhorar
• Métricas
• Acções correctivas
• Incremento oferta
CidadãoCidadãoCidadão
O cidadão deve ser o centro de toda a actividade da Cidade Digital.
Resultados obtidos
Necessidades
Análise
• Amostra
– Segmentos: 14
– Necessidades: 316
– Respostas sistema: 1012
• Identificação dos grupos sociais de
maior apetência para o Gaia Digital
• Construção das respostas do
sistema como resolução das
necessidades identificadas
Resultados
Parceiro do Gaia Global
Cidadão
Serviço
Serviço ao Cidadão,
acompanhamento, criação de
actividades
Marketing
Divulgação dos produtos ou serviços.
Apresentação de ofertas específicas a
pessoas específicas.
Interacção/Venda
Concretização da transacção.
Venda do produto ou serviço.
Actividades facilitadas
pela estrutura e
funcionalidades do
Gaia Global
A Criação de Valor através do relacionamento
TIPOS DE PARCEIROS
CRM | GC | GIS
Parceiro
Horizontal
Parceiro
Vertical
Parceiro Vertical
Integrado
Processos de Negócio AH6
Processos de Negócio do Parceiro sobre o AH6
Integração tecnológica com
sistema do parceiro
projecto vertical
Backoffice
do
Parceiro
Portal do
Parceiro
Portal do
Parceiro
Portal do
Parceiro
CANAIS E ESTRUTURA LÓGICA
Praça Tipo
Serviços/Produtos do
Cidadão/Parceiro
Àreas comuns
Edifício I
Serviços/Produtos do
Parceiro I
Edifício II
Serviços/Produtos do
Parceiro II
Edifício III – Serviços/Produtos do
Gestor de Praça
Parceiro*
Cidadão
CRM GC GIS
Processos de Negócio do AH6
Gaia Global
Portal do
Cidadão
Call Center Cidadão/
Parceiro
* Horizontal, Vertical, Vertical Integrado
Portal do
Parceiro
Integração
de
Processos
Backoffice
de Sistema
PORTAIS WEB
Praça Comércio e Indústria
Serviços/Produtos do
Cidadão/Parceiro
Edifício II
Serviços/Produtos do
Parceiro I
Edifício III – Serviços/Produtos do
Gestor de Praça
Gestor de Praça
Parceiro chave*
Gaia Global
Parceiro*
Cidadão
Gaia Global
Cidadão/
Parceiro
•Directórios
•Leilões
•Fóruns
•Classificados
•Notícias/Eventos
•Mapas
•Trânsito
•Newsletters
•Bolsa de Emprego
•Chat
•Contactos
Conteúdos
Administrados por
Gaia Global e
Gestores de Praça
Portal do cidadão
Aplicação. do Operador
Conteúdos
Administrados por
Gestor de Praça
Portal do Parceiro
(Gestor)
Portal do Parceiro
Conteúdos e
Oferta do Parceiro
Conteúdos e
Oferta do Gestor
de Parceiros
Conteúdos e
Oferta do
Cidadão/Parceiro
Portal do cidadão
O PORTAL GAIA GLOBAL
Agregador de conteúdos e eventos da vida
Cidades Inteligentes: um novo espaço digital para a cidade
O que é o Gaia Global
Portal do Parceiro
O que é o Gaia Global
Centro de Contacto e Administração
Orientação às Necessidades
os eventos da vida
• viver
– eventos da vida
– acontecimentos
• procurar emprego
• começar um negócio
• mudar de casa
– dificuldades
• deficiências
• desemprego
• integração social
• visitar
– história e cultura
– como chegar
– onde dormir
– onde comer
– o que fazer
• aprender
– pré-primária
– escolaridade obrigatória
– formação profissional
– investigação
– alojamentos para estudantes
• negócios
– incentivos e oportunidades
– legislação e formalidades
– eventos
Cidades Inteligentes: um novo espaço digital para a cidade
Presença do portal Gaia Global
A presença do portal
Gaia Global:
- agrega a informação dos
diferentes
parceiros/fornecedores
de informação associados
- integra as questões
associadas com o registo
e identificação dos
utilizadores
- proporciona um
interface de organização
de recursos do território
orientado por eventos da
vida e com informação
localizada em mapas
www.gaiaglobal.pt
Presença institucional (projecto)
A presença institucional
do projecto Gaia Digital
veicula:
- informação técnica
- informação promocional
de eventos e actividades
- suporta uma área
reservada aos media para
informação preferencial
- suporta uma área de
trabalho colaborativo
para os membros do
projecto
www.gaiaglobal.org
CMG (presença da autarquia)
www.cm-gaia.pt
Geo Gaia (georeferenciação de conteúdos)
www.gaiaglobal.pt/mapa
O GIS
Para Gaia mais Digital
CRM
Servidor de
Conteúdos
Servidor de
Mapas Conteúdos Cartográficos
Conteúdos turísticos e de utilidade ao
cidadão
Conteúdos empresariais
INPUT’S
ÁREAS DE ABRANGÊNCIA
OUTPUT’S
2. INFORMAÇÃO AO
CIDADÃO, TURISTA E
EMPRESÁRIO
3. VENDA DE
FOTOGRAFIA AÉREA
4. TELEMÓVEIS E
PDA´S
5. PAPEL, MAPAS E
ROTEIROS
6. SITES DE
EMPRESAS
7. PARECERES
URBANÍSTICOS
8. REGIÕES 3D
1.Infraestrutura
Exemplo de Serviços no âmbito Gaia Global
Registo de
1ª e 2ª níveis
Mapa de Gaia para
PDA/Telemóveis
Site/notícias institucionais
Informação georeferênciada
Sugestões e reclamações
Participação e cidadania
Linha Gaia Global
808 20 42 42
Revisão PDM
Parceiros Gaia Global
Ribeira XXI (rede sem fios de acesso livre)
O DIGITAL
Recomeçando…
Internet como um admirável mundo novo
• Aldous Huxley (1894-1963) defendeu que um mundo
de paraíso construído em torno da tecnologia não
pode constituir uma alternativa válida para as pessoas
e as suas ligações emocionais (ele é a favor da
felicidade universal e não de uma verdade perfeita e
pura) – http://www.huxley.net/
A parte fácil…
Algumas ideias deste mundo novo…
• Altamente conetado
• Opera em ritmo acelerado
• Em constante mudança
• Espaços de trabalho em mutação constante (de recreio também?...)
• Faz agora, em qualquer local, com a tecnologia disponível, sem
tomar tempo e com eficiência de recursos
• Ação tem de ser:
– Orientada à colaboração
– Aprendizagem ao longo da vida
– Auto aprendizagem
• Estar preparado para:
– Partilhada, cocriação, ser criativo, reutilizar e estar sempre ligado e
com alta mobilidade
Desafios Digitais
Uma definição…
• Descreve um sistema baseado em dados ou eventos
descontínuos.
– Os computadores são máquinas digitais porque no seu
nível mais básico, apenas conseguem distinguir entre dois
valores: 0 e 1 ou desligado e ligado. Não existe uma forma
de representar todos os valores intermédios como 0.25
– Todos os dados que um computador processa devem ser
codificados de forma digital como uma sério de valores 0 e
1.
• O oposto do digital é o analógico.
– From http://www.webopedia.com/TERM/D/digital.html
Passar a palavra (neste caso, o bit)
• Bit: digito binário
• Primeiro o computador, depois as redes de dados
• Primeiro alguns dados, depois imensos dados
– Nos dias de hoje, quase todos os dados que importam
• Primeiro alguma informação, depois a
informação que necessitamos de acessar
– Nos dias de hoje, quase toda a informação que tem
valor
• E o conhecimento?
– Estamos a trabalhar nisso…
T. S. Eliot (1888-1965): The Rock (1934)
Where is the Life we have lost in living?
Onde está a vida que perdemos em ação
Where is the wisdom we have lost in knowledge?
Onde está a sabedoria que perdemos em conhecimento
Where is the knowledge we have
lost in information?
Onde está o conhecimento que perdemos
em informação
http://www.wisdomportal.com/Technology/TSEliot-TheRock.html
Sociedade da Informação
• Uma sociedade onde as
tecnologias de informação e
comunicação constituem o
primeiro recurso para a troca de
informação (essencialmente
digital) e que suportam a
interação de indivíduos e
organizações usando práticas e
métodos em mudança
permanente
(Gouveia and Gaio, 2004)
Era uma vez...
O computador
O computador sem rato!
O computador sem rato! ... Como o usar?
O computador sem teclado!
O computador sem teclado!... Como o
usar?
O computador sem monitor!
Mas... Onde está o computador!
Mas... Onde está o computador!
Mas... Onde está o computador!
esforço /
aprendizagem
objectos
inteligentes
dispositivos
móveis
microcomputadores
desktop, servidores
portáteis
minicomputadores
mainframes
computadores
de médio porte
supercomputadores
custo / complexidade
TEMPO
Mas... Onde está o computador!
• Escondido na rede
e
• Conetado por transações
“algures no meio de nós”
Uma ubiquidade quase
religiosa
O digital e os ambientes ricos em
informação
O analógico e os ambientes ricos em
informação
DESAFIOS
O digital proporcionada inúmeros desafios e novas realidades
Implicações…
Do mundo analógico para o mundo digital
• Aprender
– analógico: memorizar para aprender
– digital: esquecer para aprender
• Trabalhar
– analógico: tomar tempo para trabalhar
– digital: trabalhar sem tomar tempo
• Ensinar
– analógico: organizar, estruturar e transmitir
– digital: curar, contar e animar
Luis Borges Gouveia
@lbgouveia
Alguns comentários
• Com o suporte digital
– O espaço é estendido
– O tempo torna-se um recurso escasso
– Significa -> mais alcance, menos tempo
• As pessoas nas organizações
– Menos governo e governação mais sensível
– Mais governança
– Significa -> distância pode ser menos um problema que o
tempo (tempo para saber, tempo para ser, tempo para
fazer, tempo para reagir,...)
– Significa -> Redes, em vez de kiderabça (?)
Mais alguns comentários
• Novamente, o digital, o tempo e espaço e as pessoas...
– Significa -> aumento do fluxo de informação e das interações
• No final do dia
– Quem paga a conta?
– Quem controla o quê?
• Assim que tomarmos em consideração estes aspetos, como
conceber as nossas cidados* para (?)
– Diversidade
– Proximidade
– Centralidade
– Conhecimento
– Uma dada estratégia
*escolas, bibliotecas, …
Vários desafios
• Competências das pessoas
• Diferenças e brechas [social, económica, digital]
• Envolver e motivar as pessoas
• O que saber e como (sabedoria?...)
Mas também
• Sentir a presença humana
• Suporte à colaboração (não apenas partilha ou cooperação)
• Visualizar informação & representar conhecimento
• Ligar o real e o virtual (dispositivos de localização, sensores e
atuadores e excluir o baseado na Web como primeira
proposta de valor tecnológica...)
SER INTELIGENTE
As unidades de carbono servem de inspiração
Redes e sistemas complexos
(alteração das formas de organização mais comuns)
• Mais do que um caminho e múltiplas relações de cada entidade
(nodo) que estabelece relações com outras entidades (ligação)
– forma redes interligadas como o padrão das organizações, tal como da
atividade humana
• Estas redes possuem caraterísticas que proporcionam em conjunto,
a elaboração de sistemas complexos
– regras simples associadas com os constructos básicos de nodos e das
suas (inter)ligações
– permite o estabelecimento de sistemas escaláveis e flexíveis, o que os
torna muito adaptáveis
– proporciona uma gestão distribuída e auto regulada, sem entidade
central que supervisione a totalidade do sistema (sistema distribuído)
• Capaz de reagir e recompor a sua geometria por via de estímulos
externos, logo não previsível (sistema complexo)
Luis Borges Gouveia
@lbgouveia
Existe uma oportunidade para…
Turco mecânico (mechanical turk)
• Trabalho barato em micro tarefas (com baixo valor acrescentado)
– Mediação tecnológica de trabalho humano
– Divisão de processos complexos em atividades ou tarefas simples de baixo
valor acrescentado
– A rede introduz um potencial de estender estas práticas a trabalho criativo e
intelectual
http://www.utne.com/science-and-technology/amazon-mechanical-turk-zm0z13jfzlin.aspx
Luis Borges Gouveia
@lbgouveia
O excesso de informação
• Lidar com informação em quantidade
– Excessiva, pontualmente ou em absoluto (como se pode obter?
Quando e quanto custa?...)
• Lidar com informação em complexidade
– Estrutura (como se organiza? Como pode ser guardada e recuperada?
Como entender?...)
• Lidar com informação em qualidade
– Contexto (o que identifica? com que se relaciona?...)e veracidade da
informação (é a informação fiável? Completa? Atual?...)
Luis Borges Gouveia
@lbgouveia
Mas… e o digital?
• Amplificou a quantidade
de informação
• Tornou mais complexo o
seu uso
• Força a alteração de
hábitos
• Perdemos a escala humana
• Perdemos o controle dos
fluxos
• Dependemos de terceiros
http://www.examiner.com/article/warning-information-overload
http://www.educatorstechnology.com/2012/11/how-to-deal-with-
information-overload.html
A esperança do digital
(mudar processos e tornar esforço colaborativo)
• Integrar e sincronizar informação de
múltiplas origens
• Cruzar e confirmar informação de
forma mais automática
• Interagir com outros minimizando
informação e tornando esta mais fácil
de entender
• Permitir e praticar o descarte de
informação
• Reutilizar e simplificar (em especial
recorrendo a estruturas existentes e
evitando novas ou alterações destas)
• Filtrar e colaborar com terceiros para
facilitar a obtenção, confirmação e
entendimento da informação
http://nancyloderick.com/2012/08/15/the-internet-too-much-of-a-good-thing/
Luis Borges Gouveia
@lbgouveia
+digital, +inteligente
(exemplo: SMAC social, mobile, analytics, and cloud)
http://www.ukoug.org/what-we-offer/news/future-of-work-powered-by-oracle-fusion/
Notas adicionais
• “desempenho” digital
não é apenas
relacionado com
computadores e redes
• Seremos sempre
analógicos, mas as
nossas interações são
mais digitais que nunca
Luis Borges Gouveia
@lbgouveia
Notas adicionais
• Reinventar as nossas
noções de tempo e
espaço
• Reinventar a função de
processar informação
• Lidar com os desafios
da informação
Fazer isso em rede!
Luis Borges Gouveia
@lbgouveia
Notas adicionais
• Taxa de substituição de conhecimento
– Considerado um valor entre 20% e 25%
– Significa -> necessário substituir conhecimento a cada 4 a
5 anos
• Como resultado, um território deve ser organizado
com a capacidade de produzir conhecimento
– Necessita de escolas, investigação e foco
– Cuidados adicionais com a energia, a água e outros
aspetos básicos…
– …e qual é o papel da economia? …e do emprego?
Luis Borges Gouveia
@lbgouveia
Notas adicionais
• Uma alteração de uma organização orientada à oferta para
uma estratégia orientada ao cliente tem várias implicações na
forma como lidamos com a informação
– Novas formas de lidar com a descoberta da informação
• O que deve ser descoberto (lado da oferta)
• Como pode ser descoberta (lado procura)
• Qual o resultado de descobrir (lado cliente)
– Os indivíduos não podem mais depender das suas próprias
capacidades; tem de ser capazes de aproveitar as suas
relações de rede
– …mais uma vez, qual é o papel das nossos espaços e do
contexto do espaço-tempo no digital?
Luis Borges Gouveia
@lbgouveia
Isso quer dizer, na perspetiva da rede?
• Novas formas de lidar com a descoberta da
informação
– O que deve ser descoberto (lado da oferta)
• Foco no CONTROLE
– Como pode ser descoberta (lado procura)
• Foco na EFICIÊNCIA
– Qual o resultado de descobrir (lado cliente)
• Foco na EFICÁCIA
Luis Borges Gouveia
@lbgouveia
Inteligência nos negócios
(foco no valor da informação)
http://www.asranalytics.com/bi-best-practices/
Inteligência (foco na relação de informação
diferente e variada)
• Sensorial: sentir e capturar dados e informação
– De forma distribuída
– Sem aumento de custos e esforço
• Filtrar e reduzir complexidade de dados e informação
– Suporte à formação de conhecimento
– Suporte ao entendimento
– Suporte ao comando e controle
• Analisar informação
– A tempo real
– Para lidar com contingência
– Para cenários desconhecidos
Luis Borges Gouveia
@lbgouveia
O TERRITÓRIO
Começando…
Nota prévia
“Não existem
almoços grátis…”
Um contexto é
resultado de muitas
decisões anteriores que
proporcionam uma
história que é
necessário pagar…
Evolução
A evolução não é a
sobrevivência do mais
forte, ou o falhanço do
mais fraco. É apenas o
resultado das pressões
de ambiente e da
sobrevivência de quem
melhor se adapta
Marca
Centralidade
Atracção
Reconhecimento
Qualidade de vida
Segurança e defesa
Capacidade Mobilização
Mercado
Identidade
Oportunidade
Relevância económica/social/cultural
Matérias primas
Cultura
História
Demografia…
Empoderamento económico
Território (um exemplo de recurso: a água)
• A delimitação e as
novas fronteiras
– Da separação por limite
de acidente geográfico
à
– Concentração por
captura de interesses
partilhados
• Sociais
• Culturais
• Económicos
• Logísticos
• Outros?
Dimensões do Território
• Imagem/marca
• Relações externas
• Mercado de trabalho
• Governança
• Conhecimento e
competências
• Cultura e identidade
• Recursos humanos
• Recursos físicos e
matérias primas
http://ec.europa.eu/agriculture/rur/leader2/rural-en/biblio/compet/sub22.htm
AS CIDADES
Começando…
Nota prévia
• “Nos não podemos
resolver problemas
utilizando o mesmo
tipo de pensamento
que utilizamos para
os criar”
Albert Einstein
(1879 – 1955)
Locais – experiência
Cidades Inteligentes: um novo espaço digital para a cidade
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Cidades Inteligentes: um novo espaço digital para a cidade
Conhecimento & pessoas
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Cidades Inteligentes: um novo espaço digital para a cidade
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Cidades Inteligentes: um novo espaço digital para a cidade
Pensar melhor para durar
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Cidades sustentáveis
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AS CIDADES INTELIGENTES
Começando…
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dos mercados à normalização
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Juntar as peças
as sinergias e as externalidades
www.serendipidade.com/2008/12/
A condição humana
Celso Alvarez Cíccamo, 2004
(social) networking?
Networking
notWorking
!? : - ( Michael Tchong
h t t p : / / w w w . u b e r c o o l . c o m /
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O Indivíduo aumenta valor da(s) rede(s)
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FAZER MAIS +
COM MENOS –
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Colaborar, explorar e partilhar!
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desperdício,... conhecimento,...
O EXEMPLO DA MOBILIDADE
As cidades inteligentes adaptam e recriam valor
Mobilidade (questões)
• Dimensões
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– a logística (como consigo?)
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• Palavras semelhantes
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– Móbil (uma razão para…)
Mobilidade
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emprego ou de um nível social ou económico para
outro
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movimento
– … “Circular é viver”
Conceito abrangente e com impacto político
A mobilidade sustentável
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Digital (conceito)
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velhos
– Tornam imateriais muitos dos nossos problemas
físicos
• Altera as noções de espaço e tempo
– Implica diferentes tempos
– Implica diferentes espaço
– Implica sobreposição
Redefine a função logística…
Digital (aplicações)
• Tornar as atividades próximas e convenientes
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– E-government… relacionamento com poder
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documentos a distância
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modo imaterial
Molda ou afeta a mobilidade…
Dispositivos móveis
• Autonomia
• Diversidade
• Integração *
• Desafios (aprender,
manter, suportar)
* As questões do open data e o papel do poder local na sua regulação
Espaço e tempo (tradicional)
Tempo
(igual)
Tempo
(diferente)
Espaço
(igual)
Presença Troca
Espaço
(Diferente)
Reutilizar Alternativa
Espaço e tempo
(alternativos e sobrepostos)
Tempo
(igual)
Tempo
(diferente)
Espaço
(igual)
Presença Troca
Espaço
(Diferente)
Reutilizar Alternativa
O desafio do acesso
• A infra-estrutura
– Acesso à Internet
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• Ligações assimétricas/simétricas
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• Espaços culturais: museus, arquivos e bibliotecas
• Espaços públicos e equipamentos sociais
• Não lugares e deteção de não lugares
• Informação de atividade económica, política e social
O desafio maior: literacia
• O que fazer com a informação?
– Lidar com o excesso da informação
• A questão das literacias:
– Básica (ler e escrever)
– Tecnológica (lidar com o digital)
– Funcional (compreender)
– Informacional* (lidar com a informação)
– Comunicacional* (como comunicar)
– Colaboração* (como nos relacionarmos)
* ajudam na questão da mobilidade coletiva
Dimensão da mobilidade…
• O digital e a compreensão que:
– Conseguir e ter informação disponível
– Saber utilizar essa informação
– Partilhar e trocar essa e nova informação
– …e recursos (aplicações, estratégias, etc.)
Pode proporcionar uma mobilidade sustentada
• É uma questão coletiva, da comunidade
– É construída e fomentada pelo poder local, pela
escola e demais agentes
– Tem retorno social, económico e impacto na
qualidade de vida
Cidades Inteligentes: um novo espaço digital para a cidade
Uma sociedade com mobilidade tem maior
vigor económico, cultural e de conhecimento,
logo mais crítica, participada, disponível e
geradora de maior atração, capacidade
económica e sustentabilidade
– oportunidades
(elevador social)
– redes
(altera governação e aumenta a transparência)
– sustentabilidade
(gera interações de valor e atividade económica)
EPÍLOGO
Uma última nota para enaltecer o papel de uma (nova) ordem
O digital, sem GI e OT não muda nada!
(quando muito, acelera o existente…)
GI & OT?
•GI
Gestão da Informação
•OT
Organização do Trabalho
• Lidar com redes e o
digital
• Não é
– Bloquear
– Ignorar
– Conter
• Do comando e controle
à governação
Questão: quem comanda e controla?
As TICs facilitam a preguiça de não pensar em soluções
• Rupturas
• Propostas
• (milagres?)
–PRECISAM-SE
Redes & Sistemas Complexos
Cidades Inteligentes: um novo espaço digital para a cidade
http://about.me/lbgouveia
• Professor Associado com Agregação
Universidade Fernando Pessoa
Agregado em Engenharia e Gestão Industrial
Doutorado em Ciências da Computação
Mestre em Engenharia Electrotécnica e de Computadores
• Foi Diretor Técnico de Aplicações e Inovação e um dos arquitetos
do Gaia Global, a iniciativa de Cidades Digitais do município de
Vila Nova de Gaia
• Editor do livro sobre Cidades e Regiões Digitais de 2004, editado
pela Universidade Fernando Pessoa

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Cidades Inteligentes: um novo espaço digital para a cidade

  • 1. Cidades Inteligentes: um novo espaço digital para a cidade Palestra Cidades Inteligentes X Congresso Mundial de Administração Luis Borges Gouveia Auditório da UFP – Porto, Portugal 19 de Janeiro de 2015
  • 2. Resumo da apresentação Cidades Inteligentes: um novo espaço digital para a cidade • A importância das cidades é crescente. É nestes espaços que conflui muita da atividade humana e se joga a qualidade de vida dos territórios que estas representam e lideram, quer do ponto de vista económico, quer cultural ou político. Os desafios que as questões de sustentabilidade sejam económicos, sociais ou ambientais, exigem o aproveitamento das plataformas digitais que assegurem uma melhor exploração da informação e dos recursos existentes que garantam a melhor qualidade de vida possível para a sua população e visitantes. A apresentação introduz os desafios emergentes das Cidades Inteligentes como mediadores das grandes questões que se colocam e que vão definir a cidade nas próximas décadas. X Congresso Mundial de Administração 19 de Janeiro de 2015, 10h30, Auditório da UFP, Porto, Portugal.
  • 4. A partilha 1. O Gaia Global 2. O digital 3. Desafios 4. O território 5. As cidades 6. Ser inteligente 7. As cidades inteligentes
  • 5. Ponto prévio A apresentação está disponível para uso futuro Gouveia, L. (2015). Cidades Inteligentes: um novo espaço digital para a cidade. Palestra Cidades Inteligentes. X Congresso Mundial de Administração. Auditório da Universidade Fernando Pessoa. 19 de Janeiro.
  • 6. A ideia de mundo Agora… Sociedade da Informação • Uso intensivo de computadores e redes (do saber usar ao saber o que fazer com eles…) • A informação que conta é digital (a informação já não é o que era e vale pouco…) • A organização que conta é a rede (as hierarquias são uma simplificação num momento…) O que significa? Luis Borges Gouveia @lbgouveia
  • 7. Dois aspectos essenciais •Sustentabilidade Como garanto a minha liberdade ou como o valor gerado cobre o valor* absorvido *(valor: económico, social, político e satisfação) •Soberania Como garanto a minha identidade** ou como posso ser reconhecido como eu próprio e ser o que quero/posso ser **(marca: pessoa, empresa, nação) Luis Borges Gouveia @lbgouveia
  • 8. Tempo e espaço • Tempo 24/7 sempre ligado, sempre presente MAS disponibilidade inteligente e bem gerida AFINAL o tempo humano é limitado • Espaço em qualquer lugar, de qualquer forma MAS como estar presente? AFINAL a experiência é o memorável Luis Borges Gouveia @lbgouveia
  • 9. Estratégias facilitadas pelo digital • Capacidade de projecção – Chegar aos outros e exposição global • Diferente e dinâmico – Ter capacidade de capturar a atenção • Criativo e inovador – Ter capacidade de concretizar valor • Inclusivo e cumplice – Perceber que a colaboração e a rede são essenciais Luis Borges Gouveia @lbgouveia
  • 10. O individual pode fazer a diferença… • Tecer o digital para o global tem muito de artesanato – É único e diferenciado – É memorável e criador de experiências próprias – É humano e justifica o nosso tempo e atenção – É identificável e agradável, porque traduz valor • Não necessariamente económico • Tem arte incorporada • Tem proximidade e conhecimento Luis Borges Gouveia @lbgouveia
  • 11. Estratégias facilitadas pelo digital • Capacidade de projecção – Chegar aos outros e exposição global • Diferente e dinâmico – Ter capacidade de capturar a atenção • Criativo e inovador – Ter capacidade de concretizar valor • Inclusivo e cumplice – Perceber que a colaboração e a rede são essenciais Luis Borges Gouveia @lbgouveia
  • 12. Estratégias facilitadas pelo digital • Capacidade de projecção – Chegar aos outros e exposição global • Diferente e dinâmico – Ter capacidade de capturar a atenção • Criativo e inovador – Ter capacidade de concretizar valor • Inclusivo e cumplice – Perceber que a colaboração e a rede são essenciais Luis Borges Gouveia @lbgouveia
  • 13. Estratégias facilitadas pelo digital • Capacidade de projecção – Chegar aos outros e exposição global • Diferente e dinâmico – Ter capacidade de capturar a atenção • Criativo e inovador – Ter capacidade de concretizar valor • Inclusivo e cumplice – Perceber que a colaboração e a rede são essenciais Luis Borges Gouveia @lbgouveia
  • 15. Explorar o digital no território • 1ª geração – digital presence – Presença na Web e disponibilização de informação • 2ª geração – local e-gov – Governo electrónico local e integração dos níveis serviço e informação • 3ª geração – digital city – Cidade digital e integração da comunidade e infra- estrutura digital • 4ª geração – smart city – Cidade inteligente e federação de serviços e informação
  • 16. O GAIA GLOBAL Um exemplo de uma iniciativa de Cidade Digital
  • 17. Nota prévia • A ligação à iniciativa de Cidades e Regiões Digitais Gaia Global, ocorreu entre 2000 e 2005 enquanto consultor e responsável pela inovação e projetos • Participação ativa na conceção e esforço de engenharia e sistemas para colocar o concelho na Sociedade da Informação e explorar o digital a seu favor • O essencial do esforço de desenvolvimento ocorreu entre 2002 e 2004 – há 10 anos! Luis Borges Gouveia lmbg@ufp.edu.pt
  • 18. IDEIA INICIAL No início de 2000, como proposta para o projecto cidades digitais
  • 19. O Gaia Digital, organizado para o cliente / munícipe / cidadão
  • 20. A GAIA DIGITAL é composta por: • “Praças” portais na Internet correspondentes às principais áreas de intervenção do projecto, pontos fulcrais de disseminação de informação e serviços e de suporte infra-estrutural aos projectos individuais a apoiar, • “Edifícios” os projectos específicos a apoiar no GAIA DIGITAL e no âmbito das áreas de intervenção definidas, erigidos em torno das “praças” respectivas
  • 21. A GAIA DIGITAL é composta por: • “Artérias” infra-estruturas que permitam aos utentes circular entre as “praças” virtuais, como é o caso das redes de fibra óptica, tecnologias móveis, Internet, TV Interactiva, “quiosques” e painéis multimédia, entre outros • “Cidadãos” habitantes de Gaia, turistas, pessoas em passagem, empresas, instituições e demais entidades que tal como acontece na Gaia física, são a razão da existência da GAIA DIGITAL. Para estes serão concebidos espaços sociais, de diálogo e de intervenção no âmbito das Praças da “nova cidade"
  • 22. FORTALECIMENTO DO CONCEITO Simpificar e dar uma imagem visual
  • 23. Criar um espaço de comunicação que ligue todos com todos Gaia Digital, Um Cálice de Ideias
  • 24. Conceito de cidade digital • uma cidade que esteja a ser transformada ou reordenada com recurso à tecnologia e ao digital • uma representação ou reflexo virtual de alguns aspectos de uma cidade/região
  • 25. Espaço de intermediação Sociedade da informação Fundamenta-se numa abordagem orientada ao cidadão Não resulta de um somatório de projectos Gaia Digital
  • 26. exemplo de um projecto de cidade digital do Gaia Digital ao Gaia Global
  • 27. o projecto Gaia Global • Baseado na sociedade civil e na interacção digital – em contraponto a uma iniciativa centrada no governo local • Baseado nas pessoas e não na tecnologia – o projecto considera que a mais valia de uma cidade digital são as pessoal e a sua capacidade de interagir e criar informação • Baseado na facilitação do ciclo de vida da informação – criação – produção – reutilização – abandono – destruição – orientado ao conteúdo e à actividade em contraponto com uma orientação ao processo
  • 28. as grandes opções do Gaia Global • Estratégia multicanal – em contraponto a uma iniciativa centrada no Web, recorrer a outros canais, incluindo os tradicionais • Baseado no território – visa o desenvolvimento e a criação de uma nova centralidade digital em Gaia • Inclusão e cidadania – busca a inclusão e cidadania procurando a criação e fomento de um mercado digital
  • 29. objetivo (conceitos) Envolver o máximo número de residentes possível, para usar e beneficiar do digital • Tocar pessoas e empresas com o Gaia Global – influenciar o seu dia a dia por obra e graça da existência da infraestrutura e iniciativa digital do Gaia Global • Registar pessoas e empresas no âmbito do Gaia Global – os cartões de mobilidade, os formulários multimédia, a presença em canais, o envolvimento em serviços, projectos e iniciativas são formas de levar pessoas e empresas a interagir e produzir informação com o Gaia Global • Envolver pessoas e empresas no Gaia Global – Levar pessoas e empresas a incluir o Gaia Global nas suas actividades quotidianas ou de forma regular como suporte de interacção
  • 32. DA PROPOSTA DE VALOR À CONCEÇÃO Motor integrador
  • 33. Princípios orientadores do conceito de cidade digital para Gaia • são defendidos três princípios base de orientação – resultam da análise comparativa de experiências e iniciativas designadas por cidades digitais, em Portugal e no estrangeiro • dotar o projecto Gaia Digital das condições necessárias para se assumir como um complemento do concelho de Gaia – considerando a actividade económica e a sua dinâmica social, para incluir o quotidiano da cidade e da área envolvente na infraestrutura digital • o pretendido é mais do que uma extensão do digital (Internet) da actividade do concelho – desenvolver a capacidade de relação com as TICs, consistente com o próprio modelo de desenvolvimento da região e que permita a máxima inclusão social para uma transição harmoniosa para a SIC
  • 34. Opções iniciais de concepção do projecto de cidade digital para Gaia • o território como referência conceito de cidade digital que use o potencial de georeferenciar informação, serviços e actividades com o concelho de Gaia e respectivo território. Embora possam existir inúmeros espaços digitais, o elemento integrador é o espaço território, que é único • ligar o real com o virtual assegurar que a Internet constitui apenas um entre outros canais para ligar o cidadão / munícipe entre si e com os serviços oferecidos pelo Gaia Digital. A transparência da tecnologia e a minimização do esforço de obtenção da informação é essencial • ênfase no aspecto social o indivíduo, o grupo e a comunidade como elementos agregadores da informação e da interacção com os diversos serviços oferecidos. A preocupação com o social em detrimento de preocupações mais orientadas para a tecnologia e o princípio da inclusão social
  • 35. Condições para a criação de uma infraestrutura tecnológica • dotar o Gaia Digital com uma infraestrutura tecnológica que seja o mais flexível possível e que permita uma grande adesão à oportunidade digital – fomentar a troca da informação, aumentando as competências críticas associadas ao seu tratamento e uso • criar condições para organizar a lógica associada com o Gaia Digital, não em torno de processos, mas em torno da informação – propor uma aproximação semântica para a agregação de serviços e para suportar o funcionamento do Gaia Digital • criar condições de reprodutibilidade das infraestruturas, com orientação para sistemas abertos e para o desenvolvimento de interfaces de informação – permitir efeitos de escala, diversidade de serviços e pontos de interesse • prever restrições legais, de controlo e verificação de informação – assegurar a credibilidade e operacionalidade do sistema protecção de dados, direitos, liberdades e garantias e o direito à informação
  • 36. A proposta de um modelo de operacionalização para a infraestrutura • formular um modelo integrador das funções de relação com o cliente, a gestão e operacionalização de informação e a integração com o território – criar as condições para o desenvolvimento da infraestrutura tecnologica adequada ao projecto Gaia Digital • três grandes grupos de preocupações: – relação com o cliente – CRM, – a gestão e operacionalização de informação – Gestão de Conteúdos (GC), – a integração com o território – GIS. • garantir a operacionalização e escalamento da solução: – permitir a integração e circulação de informação entre diferentes agentes e tomando uma perspectiva de sistema aberto, integrando CRM, GC e GIS de diferentes plataformas e funcionalidades – permitir o funcionamento da infraestrutura sem a presença de aplicações dos tipos referidos, mas permitindo a ligação a produtos de igual natureza já existentes
  • 37. A proposta de um modelo de operacionalização para a infraestrutura • o centro integrador do modelo constitui o agente certificador do projecto Gaia Digital e o distribuidor de funcionalidade que medeia um conjunto de serviços básicos que o sustentam e as aplicações a que fornece a informação – os serviços são os blocos operacionais de funcionalidade que permitem a existência de soluções comuns – novos serviços podem ser acrescentados à medida das necessidades • as aplicações constituem a ligação com o funcional na perspectiva do utilizador, – proporcionam a resolução de problemas, pedidos de informação, tarefas ou oferta de funções que facilitam o dia a dia do cliente/munícipe/cidadão
  • 38. A visão interna e externa do modelo de operacionalização para a infraestrutura • a preocupação no cruzamento de dados do indivíduo, face à legislação em vigor que actua como restrição – considerar uma matriz de permissões que distinga tipo de informação por níveis de sensibilidade • praças, edificios e infraestrutura constitui o paradigma de utilização do Gaia Digital na óptica do cliente / munícipe / cidadão – a infraestrutura a criar para o modelo de ligação CRM / GC / GIS constitui a representação tecnológica do conceito de praça – os serviços estão associados ao conceito de infraestrutura do Gaia Digital – as aplicações corporizam-se no conceito de edifícios – a matriz de funcionalidade de informação está associada a ruas onde se organizam os edificios.
  • 39. Trabalho realizado  Foi concebido um modelo robusto, independente da tecnologia e do canal, que definiu os alicerces da Cidade Digital, assente em três pilares de referência: CRM, SIG e GC.
  • 40. A RECOLHA DE ESPECIFICAÇÕES FUNCIONAIS Método nvat*
  • 41. Necessidades Valor Arquitectura Tecnologia Método centrado no cidadão e nas suas necessidades, que permite criar uma abstracção de pensamento em relação a elementos redutores – processos, garantindo uma aplicação durante todo o projecto como elemento condutor do projecto. Este método pode ser reproduzido noutros espaços digitais, permitindo a identificação das reais necessidades, características dos utilizadores da solução e condições que permitem a sua implementação. Método
  • 42. Método – NVAT* Necessidades Valor Arquitectura Tecnologia Inclusão de “todos” os cidadãos – • amostra representativa dos comportamentos dos cidadãos no espaço de Gaia • respostas que permitam a satisfação Materialização da proposta de valor da solução – • identificação dos eixos de valor • informação que conduz à satisfação das necessidades identificadas Operacionalização dos pilares da solução – • identificação da estrutura de processos e conteúdos que desenvolverá a solução PDD Empreitadas Requisitos tecnológicos - • requisitos estruturantes e operacionais da solução tecnológica que permitem a consequente identificação de componentes
  • 43. Resultados obtidos Necessidades Levantamento de uma amostra significativa das necessidades do cidadão Outputs • Segmentação do público alvo – Habitante, Deficiente, Jovem, Sénior, Trabalhador/profissional, empresário, emigrantes, turista e 1º emprego • Levantamento de necessidades – Foco no Cidadão e nas suas necessidades • Identificação das respostas do sistema – Interacções com o sistema nas diversas fases para a satisfação das necessidades Acções
  • 44. Resultados obtidos Necessidades (cont.) Análise • Amostra – Segmentos: 14 – Necessidades: 316 – Respostas sistema: 1012 • Identificação dos grupos sociais de maior apetência para o Gaia Digital • Construção das respostas do sistema como resolução das necessidades identificadas Resultados
  • 45. Resultados obtidos Valor • Descrição Acção/Objecto – Organização das respostas do sistema em Acção/Objecto – Definição dos processos para serem detalhados no Layer #3 • Identificação dos conteúdos – Identificação dos conteúdos envolvidos na resposta dos sistema • Identificação dos parceiros envolvidos Enriquecimento das necessidades e respostas do sistema com a enumeração dos processos e conteúdos, que permitiu: •validar o método e os resultados com os pilares do Gaia Digital (CRM, GC, GIS) •identificação do valor acrescentado dos processos e conteúdos em relação ao real OutputsAcções
  • 46. Resultados obtidos Valor (cont.) • Respostas do sistema concretizadas por: – Processos: 314 – Conteúdos: 703 • A gestão de conteúdos tem a maior participação nas respostas às necessidades do cidadão. AnáliseResultados
  • 47. Resultados obtidos Arquitectura • Descrição dos processos transversais – Relação entre cidadão-Gaia Digital-parceiro • Identificação dos conteúdos – Tipologia – Origem – Canais de disponibilização Identificação dos processos e conteúdos que materializam a solução: •Fluxos de processos transversais •Modelos de colaboração na disponibilização de informação OutputsAcções
  • 50. Resultados obtidos Arquitectura • Processos – Descrição funcional dos processos identificados – Identificação e classificação de módulos estruturantes • Conteúdos – Sistematização das interligações entre os conteúdos e os parceiros – Tipificação dos conteúdos • Identificação de uma estrutura comum AnáliseResultados Canais de entrada de conteúdos (Total 1017 conteúdos - escolha múltipla) 33% 34% 15% 2% Manual Formulário Feed automático Ligação a BD Distribuição de processos por módulos funcionais 23% 20% 11% 9% 9% 7% 7% 4% 3% 3% 2% 2% Gestor de Integração Autenticação Formulários Gestor de Relação (CRM) Gestor de distribuição da Informação Catálogo Gestor de Informação (GC) Pagamento/Recebimento Fórum Mailing List Geo-posicionamento (GIS) Chat
  • 51. Resultados obtidos Plano Director Digital • Paralelo da cidade Real e Digital • Identificação e caracterização das infra-estruturas – PDD Infra-estrutural • Construção de uma arquitectura para a amostra existente – PDD Organizacional Definição das regras a nível infra-estrutural e organizacional para o Gaia Digital. O plano desenvolvido serve para dar resposta exclusivamente às necessidades levantadas nesta fase, segundo o método de análise utilizado. OutputsAcções
  • 52. Resultados obtidos Plano Director Digital • Caracterizar módulos • Caracterizar canais • Infra-estruturas vs canais • Estruturação de conteúdos e processos • Prioridades • Grupos de cidadãos • Necessidades • Meta-necessidades • Arquitectura de informação AnáliseResultados Web Call Center e- mail Fax SMS MMS WAP GPRS UMTS Quiosque Painéis iTV tálogo X X X X X X X X at X X X X X X at (agenda) X X X X X X assificados X X X X X X X X X X mpra X X X X X X X X X X V (gestão) X X X X V (gestão de ortunidades) X X X X X X X X earning comentar rso X X X X X X earning consultar X X X X X X X X X X earning quentar curso X X earning tão/divulgação rso X X X X X X X X X X X earning inscrição rso X X X X X X rum X X X X X X X rum (opinião) X X X X X X X crição X X X X X X X X X X lões (comprador) X X X X X X X X X X lões (vendedor) X X X X X X X X X cenciamento ompanhamento) X X X X X X X X X X cenciamento quisição X X X X X X X X ailing List scrição) X X X X X X X X X X X ailing List odução) X X X X X X X X X X gamento X clamação X X X X X X X X X X X quisição X X X X X X X X X X X serva X X X X X X X X X X X deoconferência Entrada HabitanteTurista História e locais de interesse Empresário Estudante Jovem … Tipo de Utilizador Localização e transportes … Meta - necessidades Escolha de cursos e escolas Actividades extra-curriculares …
  • 53. Resultados obtidos Tecnologia Requisitos estruturantes e operacionais da solução tecnológica que permitem a consequente identificação de componentes Outputs • Produção de um Plano Director Tecnológico – Criar uma arquitectura flexível mas robusta – Caracterizar os módulos funcionais do layer 3. • Produção do documento de identificação das empreitadas Acções CRM Gis GC BD For m Serviços Requisião Interfaces Parceiros
  • 55. Infra-estrutura Morfologia do Gaia Digital Solução vertical
  • 56. Infra-estrutura Morfologia do Gaia Digital Denominadores comuns
  • 57. Infra-estrutura Morfologia do Gaia Digital Arquitectura Transversal Aplicações e Serviços
  • 58. O GAIA GLOBAL O racional de produção de valor e sua concretização
  • 60. O Gaia Global • Plataforma comum de relacionamento e colaboração • Promover a integração dos cidadãos • Inovação na forma e conteúdo: orientação às necessidades dos cidadãos e não aos processos organizacionais • Foco no Cidadão
  • 61. Cidadão, munícipe, freguês O Gaia Global considera a existência de três entidades/dimensões associadas a cada indivíduo - relação com a dimensão sociedade civil, governo central e estado/administração pública (cidadão) - relação com a dimensão do munícipio (câmara/empresas municipais) e administração local (munícipe) - relação com a junta de freguesia e comunidade local (freguês) Notas - que competências/responsabilidades para as instituições? (organização politico-administrativa do território) - o indivíduo nos seus múltiplos papeis: co-existência, sobreposição ou complementaridade? - o papel das juntas de freguesia
  • 62. o munícipe face ao cidadão O Gaia Global propõe um modelo de proximidade para o munícipe, com base na oferta de informação e serviços - levantamento das necessidades (modelo NVAT) - informação na perspectiva do utilizador (eventos da vida) - prover uma integração tecnologica e funcional (infra-estrutura digital) - prover uma integração de informação (cartão do cidadão) Notas - a diferença entre cidadão e munícipe - o conceito de munícipe face ao território - o espaço/tempo do munícipe - a gestão da informação
  • 63. NECESSIDADES DO CIDADÃO Necessidades •Acções •Objectos •Valor Informar/Servir •Processos •Conteúdos •Aplicações Segmentos • Perfis • Características • Volume Medir/Corrigir/Melhorar • Métricas • Acções correctivas • Incremento oferta CidadãoCidadãoCidadão O cidadão deve ser o centro de toda a actividade da Cidade Digital.
  • 64. Resultados obtidos Necessidades Análise • Amostra – Segmentos: 14 – Necessidades: 316 – Respostas sistema: 1012 • Identificação dos grupos sociais de maior apetência para o Gaia Digital • Construção das respostas do sistema como resolução das necessidades identificadas Resultados
  • 65. Parceiro do Gaia Global Cidadão Serviço Serviço ao Cidadão, acompanhamento, criação de actividades Marketing Divulgação dos produtos ou serviços. Apresentação de ofertas específicas a pessoas específicas. Interacção/Venda Concretização da transacção. Venda do produto ou serviço. Actividades facilitadas pela estrutura e funcionalidades do Gaia Global A Criação de Valor através do relacionamento
  • 66. TIPOS DE PARCEIROS CRM | GC | GIS Parceiro Horizontal Parceiro Vertical Parceiro Vertical Integrado Processos de Negócio AH6 Processos de Negócio do Parceiro sobre o AH6 Integração tecnológica com sistema do parceiro projecto vertical Backoffice do Parceiro Portal do Parceiro Portal do Parceiro Portal do Parceiro
  • 67. CANAIS E ESTRUTURA LÓGICA Praça Tipo Serviços/Produtos do Cidadão/Parceiro Àreas comuns Edifício I Serviços/Produtos do Parceiro I Edifício II Serviços/Produtos do Parceiro II Edifício III – Serviços/Produtos do Gestor de Praça Parceiro* Cidadão CRM GC GIS Processos de Negócio do AH6 Gaia Global Portal do Cidadão Call Center Cidadão/ Parceiro * Horizontal, Vertical, Vertical Integrado Portal do Parceiro Integração de Processos Backoffice de Sistema
  • 68. PORTAIS WEB Praça Comércio e Indústria Serviços/Produtos do Cidadão/Parceiro Edifício II Serviços/Produtos do Parceiro I Edifício III – Serviços/Produtos do Gestor de Praça Gestor de Praça Parceiro chave* Gaia Global Parceiro* Cidadão Gaia Global Cidadão/ Parceiro •Directórios •Leilões •Fóruns •Classificados •Notícias/Eventos •Mapas •Trânsito •Newsletters •Bolsa de Emprego •Chat •Contactos Conteúdos Administrados por Gaia Global e Gestores de Praça Portal do cidadão Aplicação. do Operador Conteúdos Administrados por Gestor de Praça Portal do Parceiro (Gestor) Portal do Parceiro Conteúdos e Oferta do Parceiro Conteúdos e Oferta do Gestor de Parceiros Conteúdos e Oferta do Cidadão/Parceiro Portal do cidadão
  • 69. O PORTAL GAIA GLOBAL Agregador de conteúdos e eventos da vida
  • 71. O que é o Gaia Global Portal do Parceiro
  • 72. O que é o Gaia Global Centro de Contacto e Administração
  • 73. Orientação às Necessidades os eventos da vida • viver – eventos da vida – acontecimentos • procurar emprego • começar um negócio • mudar de casa – dificuldades • deficiências • desemprego • integração social • visitar – história e cultura – como chegar – onde dormir – onde comer – o que fazer • aprender – pré-primária – escolaridade obrigatória – formação profissional – investigação – alojamentos para estudantes • negócios – incentivos e oportunidades – legislação e formalidades – eventos
  • 75. Presença do portal Gaia Global A presença do portal Gaia Global: - agrega a informação dos diferentes parceiros/fornecedores de informação associados - integra as questões associadas com o registo e identificação dos utilizadores - proporciona um interface de organização de recursos do território orientado por eventos da vida e com informação localizada em mapas www.gaiaglobal.pt
  • 76. Presença institucional (projecto) A presença institucional do projecto Gaia Digital veicula: - informação técnica - informação promocional de eventos e actividades - suporta uma área reservada aos media para informação preferencial - suporta uma área de trabalho colaborativo para os membros do projecto www.gaiaglobal.org
  • 77. CMG (presença da autarquia) www.cm-gaia.pt
  • 78. Geo Gaia (georeferenciação de conteúdos) www.gaiaglobal.pt/mapa
  • 79. O GIS Para Gaia mais Digital CRM Servidor de Conteúdos Servidor de Mapas Conteúdos Cartográficos Conteúdos turísticos e de utilidade ao cidadão Conteúdos empresariais INPUT’S ÁREAS DE ABRANGÊNCIA OUTPUT’S 2. INFORMAÇÃO AO CIDADÃO, TURISTA E EMPRESÁRIO 3. VENDA DE FOTOGRAFIA AÉREA 4. TELEMÓVEIS E PDA´S 5. PAPEL, MAPAS E ROTEIROS 6. SITES DE EMPRESAS 7. PARECERES URBANÍSTICOS 8. REGIÕES 3D 1.Infraestrutura
  • 80. Exemplo de Serviços no âmbito Gaia Global Registo de 1ª e 2ª níveis Mapa de Gaia para PDA/Telemóveis Site/notícias institucionais Informação georeferênciada Sugestões e reclamações Participação e cidadania Linha Gaia Global 808 20 42 42 Revisão PDM Parceiros Gaia Global
  • 81. Ribeira XXI (rede sem fios de acesso livre)
  • 83. Internet como um admirável mundo novo • Aldous Huxley (1894-1963) defendeu que um mundo de paraíso construído em torno da tecnologia não pode constituir uma alternativa válida para as pessoas e as suas ligações emocionais (ele é a favor da felicidade universal e não de uma verdade perfeita e pura) – http://www.huxley.net/
  • 85. Algumas ideias deste mundo novo… • Altamente conetado • Opera em ritmo acelerado • Em constante mudança • Espaços de trabalho em mutação constante (de recreio também?...) • Faz agora, em qualquer local, com a tecnologia disponível, sem tomar tempo e com eficiência de recursos • Ação tem de ser: – Orientada à colaboração – Aprendizagem ao longo da vida – Auto aprendizagem • Estar preparado para: – Partilhada, cocriação, ser criativo, reutilizar e estar sempre ligado e com alta mobilidade
  • 87. Uma definição… • Descreve um sistema baseado em dados ou eventos descontínuos. – Os computadores são máquinas digitais porque no seu nível mais básico, apenas conseguem distinguir entre dois valores: 0 e 1 ou desligado e ligado. Não existe uma forma de representar todos os valores intermédios como 0.25 – Todos os dados que um computador processa devem ser codificados de forma digital como uma sério de valores 0 e 1. • O oposto do digital é o analógico. – From http://www.webopedia.com/TERM/D/digital.html
  • 88. Passar a palavra (neste caso, o bit) • Bit: digito binário • Primeiro o computador, depois as redes de dados • Primeiro alguns dados, depois imensos dados – Nos dias de hoje, quase todos os dados que importam • Primeiro alguma informação, depois a informação que necessitamos de acessar – Nos dias de hoje, quase toda a informação que tem valor • E o conhecimento? – Estamos a trabalhar nisso…
  • 89. T. S. Eliot (1888-1965): The Rock (1934) Where is the Life we have lost in living? Onde está a vida que perdemos em ação Where is the wisdom we have lost in knowledge? Onde está a sabedoria que perdemos em conhecimento Where is the knowledge we have lost in information? Onde está o conhecimento que perdemos em informação http://www.wisdomportal.com/Technology/TSEliot-TheRock.html
  • 90. Sociedade da Informação • Uma sociedade onde as tecnologias de informação e comunicação constituem o primeiro recurso para a troca de informação (essencialmente digital) e que suportam a interação de indivíduos e organizações usando práticas e métodos em mudança permanente (Gouveia and Gaio, 2004)
  • 94. O computador sem rato! ... Como o usar?
  • 95. O computador sem teclado!
  • 96. O computador sem teclado!... Como o usar?
  • 97. O computador sem monitor!
  • 98. Mas... Onde está o computador!
  • 99. Mas... Onde está o computador!
  • 100. Mas... Onde está o computador! esforço / aprendizagem objectos inteligentes dispositivos móveis microcomputadores desktop, servidores portáteis minicomputadores mainframes computadores de médio porte supercomputadores custo / complexidade TEMPO
  • 101. Mas... Onde está o computador! • Escondido na rede e • Conetado por transações “algures no meio de nós” Uma ubiquidade quase religiosa
  • 102. O digital e os ambientes ricos em informação
  • 103. O analógico e os ambientes ricos em informação
  • 104. DESAFIOS O digital proporcionada inúmeros desafios e novas realidades
  • 106. Do mundo analógico para o mundo digital • Aprender – analógico: memorizar para aprender – digital: esquecer para aprender • Trabalhar – analógico: tomar tempo para trabalhar – digital: trabalhar sem tomar tempo • Ensinar – analógico: organizar, estruturar e transmitir – digital: curar, contar e animar Luis Borges Gouveia @lbgouveia
  • 107. Alguns comentários • Com o suporte digital – O espaço é estendido – O tempo torna-se um recurso escasso – Significa -> mais alcance, menos tempo • As pessoas nas organizações – Menos governo e governação mais sensível – Mais governança – Significa -> distância pode ser menos um problema que o tempo (tempo para saber, tempo para ser, tempo para fazer, tempo para reagir,...) – Significa -> Redes, em vez de kiderabça (?)
  • 108. Mais alguns comentários • Novamente, o digital, o tempo e espaço e as pessoas... – Significa -> aumento do fluxo de informação e das interações • No final do dia – Quem paga a conta? – Quem controla o quê? • Assim que tomarmos em consideração estes aspetos, como conceber as nossas cidados* para (?) – Diversidade – Proximidade – Centralidade – Conhecimento – Uma dada estratégia *escolas, bibliotecas, …
  • 109. Vários desafios • Competências das pessoas • Diferenças e brechas [social, económica, digital] • Envolver e motivar as pessoas • O que saber e como (sabedoria?...) Mas também • Sentir a presença humana • Suporte à colaboração (não apenas partilha ou cooperação) • Visualizar informação & representar conhecimento • Ligar o real e o virtual (dispositivos de localização, sensores e atuadores e excluir o baseado na Web como primeira proposta de valor tecnológica...)
  • 110. SER INTELIGENTE As unidades de carbono servem de inspiração
  • 111. Redes e sistemas complexos (alteração das formas de organização mais comuns) • Mais do que um caminho e múltiplas relações de cada entidade (nodo) que estabelece relações com outras entidades (ligação) – forma redes interligadas como o padrão das organizações, tal como da atividade humana • Estas redes possuem caraterísticas que proporcionam em conjunto, a elaboração de sistemas complexos – regras simples associadas com os constructos básicos de nodos e das suas (inter)ligações – permite o estabelecimento de sistemas escaláveis e flexíveis, o que os torna muito adaptáveis – proporciona uma gestão distribuída e auto regulada, sem entidade central que supervisione a totalidade do sistema (sistema distribuído) • Capaz de reagir e recompor a sua geometria por via de estímulos externos, logo não previsível (sistema complexo) Luis Borges Gouveia @lbgouveia
  • 112. Existe uma oportunidade para… Turco mecânico (mechanical turk) • Trabalho barato em micro tarefas (com baixo valor acrescentado) – Mediação tecnológica de trabalho humano – Divisão de processos complexos em atividades ou tarefas simples de baixo valor acrescentado – A rede introduz um potencial de estender estas práticas a trabalho criativo e intelectual http://www.utne.com/science-and-technology/amazon-mechanical-turk-zm0z13jfzlin.aspx Luis Borges Gouveia @lbgouveia
  • 113. O excesso de informação • Lidar com informação em quantidade – Excessiva, pontualmente ou em absoluto (como se pode obter? Quando e quanto custa?...) • Lidar com informação em complexidade – Estrutura (como se organiza? Como pode ser guardada e recuperada? Como entender?...) • Lidar com informação em qualidade – Contexto (o que identifica? com que se relaciona?...)e veracidade da informação (é a informação fiável? Completa? Atual?...) Luis Borges Gouveia @lbgouveia
  • 114. Mas… e o digital? • Amplificou a quantidade de informação • Tornou mais complexo o seu uso • Força a alteração de hábitos • Perdemos a escala humana • Perdemos o controle dos fluxos • Dependemos de terceiros http://www.examiner.com/article/warning-information-overload http://www.educatorstechnology.com/2012/11/how-to-deal-with- information-overload.html
  • 115. A esperança do digital (mudar processos e tornar esforço colaborativo) • Integrar e sincronizar informação de múltiplas origens • Cruzar e confirmar informação de forma mais automática • Interagir com outros minimizando informação e tornando esta mais fácil de entender • Permitir e praticar o descarte de informação • Reutilizar e simplificar (em especial recorrendo a estruturas existentes e evitando novas ou alterações destas) • Filtrar e colaborar com terceiros para facilitar a obtenção, confirmação e entendimento da informação http://nancyloderick.com/2012/08/15/the-internet-too-much-of-a-good-thing/ Luis Borges Gouveia @lbgouveia
  • 116. +digital, +inteligente (exemplo: SMAC social, mobile, analytics, and cloud) http://www.ukoug.org/what-we-offer/news/future-of-work-powered-by-oracle-fusion/
  • 117. Notas adicionais • “desempenho” digital não é apenas relacionado com computadores e redes • Seremos sempre analógicos, mas as nossas interações são mais digitais que nunca Luis Borges Gouveia @lbgouveia
  • 118. Notas adicionais • Reinventar as nossas noções de tempo e espaço • Reinventar a função de processar informação • Lidar com os desafios da informação Fazer isso em rede! Luis Borges Gouveia @lbgouveia
  • 119. Notas adicionais • Taxa de substituição de conhecimento – Considerado um valor entre 20% e 25% – Significa -> necessário substituir conhecimento a cada 4 a 5 anos • Como resultado, um território deve ser organizado com a capacidade de produzir conhecimento – Necessita de escolas, investigação e foco – Cuidados adicionais com a energia, a água e outros aspetos básicos… – …e qual é o papel da economia? …e do emprego? Luis Borges Gouveia @lbgouveia
  • 120. Notas adicionais • Uma alteração de uma organização orientada à oferta para uma estratégia orientada ao cliente tem várias implicações na forma como lidamos com a informação – Novas formas de lidar com a descoberta da informação • O que deve ser descoberto (lado da oferta) • Como pode ser descoberta (lado procura) • Qual o resultado de descobrir (lado cliente) – Os indivíduos não podem mais depender das suas próprias capacidades; tem de ser capazes de aproveitar as suas relações de rede – …mais uma vez, qual é o papel das nossos espaços e do contexto do espaço-tempo no digital? Luis Borges Gouveia @lbgouveia
  • 121. Isso quer dizer, na perspetiva da rede? • Novas formas de lidar com a descoberta da informação – O que deve ser descoberto (lado da oferta) • Foco no CONTROLE – Como pode ser descoberta (lado procura) • Foco na EFICIÊNCIA – Qual o resultado de descobrir (lado cliente) • Foco na EFICÁCIA Luis Borges Gouveia @lbgouveia
  • 122. Inteligência nos negócios (foco no valor da informação) http://www.asranalytics.com/bi-best-practices/
  • 123. Inteligência (foco na relação de informação diferente e variada) • Sensorial: sentir e capturar dados e informação – De forma distribuída – Sem aumento de custos e esforço • Filtrar e reduzir complexidade de dados e informação – Suporte à formação de conhecimento – Suporte ao entendimento – Suporte ao comando e controle • Analisar informação – A tempo real – Para lidar com contingência – Para cenários desconhecidos Luis Borges Gouveia @lbgouveia
  • 125. Nota prévia “Não existem almoços grátis…” Um contexto é resultado de muitas decisões anteriores que proporcionam uma história que é necessário pagar…
  • 126. Evolução A evolução não é a sobrevivência do mais forte, ou o falhanço do mais fraco. É apenas o resultado das pressões de ambiente e da sobrevivência de quem melhor se adapta
  • 127. Marca Centralidade Atracção Reconhecimento Qualidade de vida Segurança e defesa Capacidade Mobilização Mercado Identidade Oportunidade Relevância económica/social/cultural Matérias primas Cultura História
  • 130. Território (um exemplo de recurso: a água) • A delimitação e as novas fronteiras – Da separação por limite de acidente geográfico à – Concentração por captura de interesses partilhados • Sociais • Culturais • Económicos • Logísticos • Outros?
  • 131. Dimensões do Território • Imagem/marca • Relações externas • Mercado de trabalho • Governança • Conhecimento e competências • Cultura e identidade • Recursos humanos • Recursos físicos e matérias primas http://ec.europa.eu/agriculture/rur/leader2/rural-en/biblio/compet/sub22.htm
  • 133. Nota prévia • “Nos não podemos resolver problemas utilizando o mesmo tipo de pensamento que utilizamos para os criar” Albert Einstein (1879 – 1955)
  • 139. Conhecimento & pessoas & ensino superior
  • 140. Ainda o território/locais: a cidade http://pollutionfree.wordpress.com/2010/12/23/planning-mobility-for-cities-in-the-future/
  • 144. Pensar melhor para durar (pensar diferente?) http://www.sp2.org.nz/about-the-project/
  • 148. Questões e desafios • Qual o parque de competências disponíveis? • Qual o conhecimento que necessito, onde se encontra e qual o esforço e tempo para o obter? • Qual o território e que centralidade para as atividades a desenvolver? • Quais as nossas redes de relacionamentos? • Como sustentar o momento seguinte?
  • 151. Complexidade das redes e complexidade à colaboração e partilha
  • 152. Juntar as peças as sinergias e as externalidades
  • 154. (social) networking? Networking notWorking !? : - ( Michael Tchong h t t p : / / w w w . u b e r c o o l . c o m /
  • 155. A importância do indivíduo A(s) rede(s) aumentam o valor do indivíduo O Indivíduo aumenta valor da(s) rede(s)
  • 156. Forças de coesão • Proximidade • Escala humana • Confiança A produção social transforma mercados e liberdade, Y. Benkler, 06
  • 157. FAZER MAIS + COM MENOS – (“informação ou se usa ou se perde...”) Colaborar, explorar e partilhar! inovação, criatividade,... desperdício,... conhecimento,...
  • 158. O EXEMPLO DA MOBILIDADE As cidades inteligentes adaptam e recriam valor
  • 159. Mobilidade (questões) • Dimensões – o espaço e o tempo (onde e quando?) – a logística (como consigo?) – o custo (quanto custa?) – os recursos (o que é necessário?) – o indivíduo (qual o esforço?) – as pessoas (como partilhar?) – A qualidade de vida (qual o impacto?) • Palavras semelhantes – Mobilização (agregar e conjugar recursos…) – Móbil (uma razão para…)
  • 160. Mobilidade • Deslocação | movimento | mudança – A qualidade de ser móvel • Fenómeno social | económico | logístico – Movimento de indivíduos de um local para outro, de emprego ou de um nível social ou económico para outro • Conceito abrangente relacionado com movimento – … “Circular é viver” Conceito abrangente e com impacto político
  • 162. Digital (conceito) • Computadores e redes – Proporcionam aplicações novas para problemas velhos – Tornam imateriais muitos dos nossos problemas físicos • Altera as noções de espaço e tempo – Implica diferentes tempos – Implica diferentes espaço – Implica sobreposição Redefine a função logística…
  • 163. Digital (aplicações) • Tornar as atividades próximas e convenientes – E-learning… ensino a distância – E-government… relacionamento com poder central e local por meios eletrónicos – E-mail… permitir a troca de mensagens e documentos a distância – E-business… suportar a prática de negócios de modo imaterial Molda ou afeta a mobilidade…
  • 164. Dispositivos móveis • Autonomia • Diversidade • Integração * • Desafios (aprender, manter, suportar) * As questões do open data e o papel do poder local na sua regulação
  • 165. Espaço e tempo (tradicional) Tempo (igual) Tempo (diferente) Espaço (igual) Presença Troca Espaço (Diferente) Reutilizar Alternativa
  • 166. Espaço e tempo (alternativos e sobrepostos) Tempo (igual) Tempo (diferente) Espaço (igual) Presença Troca Espaço (Diferente) Reutilizar Alternativa
  • 167. O desafio do acesso • A infra-estrutura – Acesso à Internet • Custos, disponibilidade • Ligações assimétricas/simétricas – Acesso à Informação (dados e conteúdos) • Espaços culturais: museus, arquivos e bibliotecas • Espaços públicos e equipamentos sociais • Não lugares e deteção de não lugares • Informação de atividade económica, política e social
  • 168. O desafio maior: literacia • O que fazer com a informação? – Lidar com o excesso da informação • A questão das literacias: – Básica (ler e escrever) – Tecnológica (lidar com o digital) – Funcional (compreender) – Informacional* (lidar com a informação) – Comunicacional* (como comunicar) – Colaboração* (como nos relacionarmos) * ajudam na questão da mobilidade coletiva
  • 169. Dimensão da mobilidade… • O digital e a compreensão que: – Conseguir e ter informação disponível – Saber utilizar essa informação – Partilhar e trocar essa e nova informação – …e recursos (aplicações, estratégias, etc.) Pode proporcionar uma mobilidade sustentada • É uma questão coletiva, da comunidade – É construída e fomentada pelo poder local, pela escola e demais agentes – Tem retorno social, económico e impacto na qualidade de vida
  • 171. Uma sociedade com mobilidade tem maior vigor económico, cultural e de conhecimento, logo mais crítica, participada, disponível e geradora de maior atração, capacidade económica e sustentabilidade – oportunidades (elevador social) – redes (altera governação e aumenta a transparência) – sustentabilidade (gera interações de valor e atividade económica)
  • 172. EPÍLOGO Uma última nota para enaltecer o papel de uma (nova) ordem
  • 173. O digital, sem GI e OT não muda nada! (quando muito, acelera o existente…)
  • 174. GI & OT? •GI Gestão da Informação •OT Organização do Trabalho
  • 175. • Lidar com redes e o digital • Não é – Bloquear – Ignorar – Conter • Do comando e controle à governação
  • 176. Questão: quem comanda e controla? As TICs facilitam a preguiça de não pensar em soluções
  • 177. • Rupturas • Propostas • (milagres?) –PRECISAM-SE
  • 178. Redes & Sistemas Complexos
  • 180. http://about.me/lbgouveia • Professor Associado com Agregação Universidade Fernando Pessoa Agregado em Engenharia e Gestão Industrial Doutorado em Ciências da Computação Mestre em Engenharia Electrotécnica e de Computadores • Foi Diretor Técnico de Aplicações e Inovação e um dos arquitetos do Gaia Global, a iniciativa de Cidades Digitais do município de Vila Nova de Gaia • Editor do livro sobre Cidades e Regiões Digitais de 2004, editado pela Universidade Fernando Pessoa