Índice Geral
Projeto A Par e Passo e Documentos Orientadores........ 3
Apresentação do Projeto A Par e Passo ....................... 5
Cumprimento dos Documentos Legais de 7.o
ano........ 13
Tabelas Comparativas por Domínios (por anos/ciclos). 17
Aprendizagens Essenciais de 7.o
ano no Manual
A Par e Passo ........................................................ 27
Planificações e Planos de Aula...................................... 37
Planificação Anual......................................................... 39
Planificações de Unidade.............................................. 43
Planos de Aula (versão amostral).................................. 49
Ensino Digit@l.............................................................. 59
Ensino Digit@l (por Carlos Pinheiro)............................. 61
Roteiro Aula Digit@l...................................................... 73
Guia de Recurso Multimédia do Manual
A Par e Passo.............................................................. 87
Fichas de Trabalho ....................................................... 101
Fichas de Compreensão do Oral ................................... 103
Fichas de Leitura .......................................................... 109
Fichas de Educação Literária......................................... 119
Fichas de Escrita............................................................ 137
Fichas de Gramática...................................................... 143
Revisão de conteúdos – 2.o
Ciclo
Consolidação de conteúdos – 7.o
ano
Soluções ....................................................................... 201
Testes de Avaliação...................................................... 209
Teste de Avaliação 1
Unidade 1 – Texto não literário
Versão A ................................................................ 210
Versão B................................................................. 219
Teste de Avaliação 2
Unidade 2 – Texto narrativo: O Cavaleiro
da Dinamarca
Versão A ................................................................ 231
Versão B................................................................. 239
Teste de Avaliação 3
Unidade 2 – Texto narrativo: “Avó e neto
contra vento e areia”
Versão A ................................................................ 251
Versão B................................................................. 259
Teste de Avaliação 4
Unidade 3 – Texto dramático: Leandro,
Rei da Helíria
Versão A ................................................................ 271
Versão B................................................................. 279
Teste de Avaliação 5
Unidade 4 – Texto poético
Versão A ................................................................ 291
Versão B................................................................. 299
Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação.. 311
Questões de Aula................................................... 313
Leitura...................................................................... 313
Educação Literária ................................................... 323
Escrita....................................................................... 333
Gramática ................................................................ 341
Soluções................................................................... 354
Grelha-modelo de cotação e correção .................... 358
Testes de Verificação de Leitura.............................. 359
O Cavaleiro da Dinamarca ...................................... 361
História de uma gaivota e do gato que a ensinou
a voar..................................................................... 365
Leandro, Rei da Helíria............................................. 368
Soluções................................................................... 374
Grelhas de Apoio à Avaliação.................................. 375
Projetos e Outros Materiais.......................................... 385
Projeto de Leitura .................................................. 387
Projeto de Leitura – Sugestões
de desenvolvimento.............................................. 388
Planificação do Projeto de Leitura
(documento-modelo)............................................ 390
Propostas de planificação para o Projeto
de Leitura............................................................... 391
Projetos do domínio da Articulação Curricular ........ 397
“Em torno da sustentabilidade ecológica” .............. 398
“À volta do mundo: Terras, Gentes,
Culturas”................................................................ 399
“Heróis da ficção e da realidade” ............................ 401
Transcrições dos Documentos de Apoio.................. 403
Disponível em formato editável em
Projeto
A Par e Passo
Documentos
Orientadores
Projeto
A
Par
e
Passo
Doc.
Orientadores
PASSO
Projeto A Par e Passo
e Documentos Orientadores
Apresentação do Projeto A Par e Passo..................... 5
Cumprimento dos Documentos Legais do 7.o
ano..... 13
Tabelas Comparativas dos Domínios
(por anos/ciclos)...................................................... 17
Aprendizagens Essenciais de 7.o
ano
no Manual A Par e Passo......................................... 27
Apresentação do Projeto
A Par e Passo
Apresentação do Projeto A Par e Passo
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projeto e Documentos Orientadores x ASA 7
O PROJETO A PAR E PASSO É COMPOSTO POR…
MANUAL
O Manual A Par e Passo cumpre o documento Aprendizagens Essenciais (AE) –
Ensino Básico. Apresenta:
x 4 narrativas de autores de língua portugueses* + 1 conto tradicional + 2
narrativas de autor estrangeiro + 1 texto de autor de língua oficial portuguesa +
outros textos do PNL.
x 1 texto dramático* + 1 excerto de texto dramático.
x 11 poemas* de 9 autores diferentes.
*AE Educação Literária: Ler integralmente obras literárias narrativas,
líricas e dramáticas (no mínimo, nove poemas de oito autores diferentes,
duas narrativas de autores de língua portuguesa e um texto dramático).
x Atividades de Oralidade, Leitura e Escrita orientadas para desenvolver
competências.
x Fichas formativas para autoavaliação.
x Apêndice de Géneros Textuais para consolidação dos géneros tratados nos
domínios da Leitura e da Escrita.
x Apêndice Gramatical que consolida todos os conteúdos introduzidos no 7.
o
ano e
revê todos os conteúdos dos ciclos anteriores (com exercícios de aplicação).
x Pistas para… bem falar e bem escrever.
x 12 propostas de livros para o Projeto de Leitura.
x 13 Tira-dúvidas e 16 Expressões Enigmáticas da língua portuguesa.
x Miniglossário com o significado dos verbos que introduzem as questões.
CADERNO
DE
ATIVIDADES
x 25 fichas de Gramática organizadas por conteúdos.
x 12 fichas de Leitura e Escrita.
x 3 excertos textuais e 1 Guião de Leitura da obra História de uma gaivota e do gato
que a ensinou a voar, de Luis Sepúlveda.
x 13 fichas de Tira-dúvidas.
x Jogos de palavras… e muito mais (charadas, trava-línguas, crucigramas, sopa de
letras, palavras cruzadas associadas a questões de Gramática e de Educação
Literária).
DOSSIÊ DO
PROFESSOR
Conjunto de materiais destinados a auxiliar o Professor na sua prática didática, que
contempla as seguintes áreas:
x Apresentação de Documentos legais e articulação com o projeto A Par e Passo.
x Preparação das atividades letivas e planificações (anual, de unidade, planos de aula).
x Materiais para revisão, consolidação e avaliação de conhecimentos e capacidades
(Fichas de Trabalho, Testes, Questões de Aula…).
x Materiais adaptados a alunos com Medidas de Suporte à Aprendizagem e Inclusão
(Fichas de Trabalho e Testes).
x Materiais/documentos para preparação e desenvolvimento do Projeto de Leitura.
x Propostas de Projetos de Articulação Curricular, contemplando o Perfil do Aluno.
AULA
DIGITAL
A é uma plataforma digital que possibilita a fácil exploração do projeto
A Par e Passo. Permite o acesso a um vasto conjunto de conteúdos multimédia:
വ Vídeos
വ Áudios
വ Animações
വ Apresentações em PowerPoint
വ Quiz
വ Gramáticas interativas
വ Testes interativos
വ Links
8 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projeto e Documentos Orientadores x ASA
O MANUAL E AS SUAS UNIDADES
O Manual inicia com a Unidade 0 – Primeiros Passos. Aí apresenta-se um conjunto de pistas para
desafiar o aluno a bem escrever e a bem falar e um conjunto de propostas para o Projeto de Leitura,
que será desenvolvido ao longo do ano letivo, em articulação com os textos das diferentes unidades
do Manual. Esta unidade apresenta ainda atividades de verificação das aprendizagens adquiridas em
anos anteriores.
As várias unidades do Manual estruturam-se de acordo com os diferentes domínios – Educação
Literária, Leitura, Oralidade, Escrita e Gramática.
A Unidade 1 desenvolve-se em torno dos diferentes géneros textuais convocados pelas
Aprendizagens Essenciais (AE) para o 7.o
ano. As unidades 2, 3 e 4 organizam-se com base nos textos
literários previstos nas AE, em textos do Plano Nacional de Leitura (PNL), e recuperam os géneros
textuais apresentados na Unidade 1.
As unidades 2 e 4 apresentam um conjunto textos que permitem ao Professor uma seleção textual
ajustada à realidade das turmas que leciona. Apresentam quatro obras de autores portugueses
(devendo os alunos ler, no mínimo, duas) e 11 poemas de nove autores diferentes (devendo os
alunos ler, no mínimo, nove poemas de oito autores diferentes).
Unidade 0
Pistas para… bem escrever… / bem falar…
Projeto de Leitura 12 obras propostas, associadas às unidades, com sugestões de trabalho
Primeiros Passos Verificação de aprendizagens do ciclo anterior
Unidade 1 Texto não literário Biografia, Publicidade, Artigo de opinião, Crítica
UNIDADE
2
Unidade 2.1
Texto narrativo
e
Texto não literário
O Cavaleiro da Dinamarca
Conto popular “A Cara de Boi”
A volta ao mundo em 80 dias
Crítica
Unidade 2.2
“Mestre Finezas”
História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar
Sexta-feira ou a vida selvagem
Artigo de opinião
Unidade 2.3
“Avó e neto contra vento e areia”
“Ladino”
“Havia muito sol”
Matilda
Artigo de opinião
Unidade 3
Texto dramático
e
Texto não literário
Leandro, Rei da Helíria
O Bojador
Biografia
Unidade 4
Texto poético
e
Texto não literário
Florbela Espanca, “Ser poeta”, “Amar”
Eugénio de Andrade, “As Palavras”, “Urgentemente”
António Ramos Rosa, “Não posso adiar o amor”
António Gedeão, “Lágrima de Preta”
Sebastião da Gama, “O sonho”
Miguel Torga, “Segredo”
David Mourão-Ferreira, “Maria Lisboa”
Alexandre O’Neill, “Gaivota”
Manuel da Fonseca, “O vagabundo do mar”
Publicidade
Apêndice
Géneros textuais
Texto de opinião, Comentário, Texto expositivo, Biografia, Resumo,
Crítica, Publicidade, Texto narrativo
Gramatical Toda a gramática do 7.
o
ano e recuperação dos ciclos anteriores
Recursos expressivos | Miniglossário
Apresentação do Projeto A Par e Passo
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projeto e Documentos Orientadores x ASA 9
AS RUBRICAS DAS UNIDADES
භ Bem-vindos ao mundo… (da comunicação social, da narrativa, do teatro, da poesia)
വ 5 razões para... (ler um jornal, ler um livro, ir ao teatro, ler poesia)
വ vídeo de motivação
භ Galeria de personagens… ou de poetas
භ Textos ou excertos textuais
വ de leitura obrigatória (estipulados pelas Aprendizagens Essenciais)
വ outros textos literários (propostos pelo PNL)
വ texto não literário (convocado pelas Aprendizagens Essenciais)
භ Entre textos (atividades de síntese e de ligação da ação entre excertos de obras de maior
dimensão)
භ Guião de Leitura de obras de leitura integral (Unidades 2.1 e 3.)
භ Toma Nota (definições e explicações essenciais, para o aluno registar no caderno diário)
භ Tira-dúvidas ou Expressões Enigmáticas (atividades de fecho de aula)
භ Ficha(s) de Gramática (de conteúdos novos indicados pelas Aprendizagens Essenciais)
භ Atividade(s) de Escrita de textos de curta e longa extensão (com orientação ou planificação)
භ Segue os passos (respostas orientadas de questões de interpretação)
භ Atividade(s) de Oralidade – Compreensão e Expressão
භ Para ir mais além… (atividades de extensão tematicamente relacionadas com as unidades)
භ O que devo saber… e Verifico o que sei… (lista de conteúdos que auxiliam o estudo)
භ Ficha Formativa
OS RECURSOS MULTIMÉDIA DO MANUAL
Os recursos multimédia articulam-se com as propostas de atividades e com os conteúdos do
Manual, servindo como suporte a algumas atividades ou permitindo a realização de exercícios de
aplicação, de sistematização, de consolidação, de extensão ou de avaliação.
Tipologia de recursos Exemplos de atividades
Vídeo
excertos de filmes, séries, curtas-metragens,
reportagens, publicidades, tutoriais, discursos…
Motivação para:
വ atividades de Oralidade e de Escrita
വ desenvolvimento de atividades/projetos
Animação
Motivação para a leitura de obras de leitura obrigatória
Sistematização das características de géneros textuais, das
características do texto narrativo, dramático e poético
Consolidação dos recursos expressivos
Leitura expressiva de poemas (com animação)
Apresentação Sistematização e aplicação de conteúdos gramaticais
Quiz
Aplicação de conteúdos gramaticais
Revisão/consolidação das características de géneros
textuais, das características do texto narrativo,
dramático, poético
Questionação sobre obras de leitura ou poemas
Revisão de recursos expressivos
Consolidação de conteúdos gramaticais
Gramática interativa Sistematização e aplicação de conteúdos gramaticais
Kahoot Verificação de leitura de obras de leitura integral
Testes interativos:
diversificados ou específicos por domínio
Avaliação de conteúdos
10 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projeto e Documentos Orientadores x ASA
CADERNO DE ATIVIDADES
O Caderno de Atividades é constituído por um conjunto de propostas de trabalho associadas aos
conteúdos dos domínios das Aprendizagens Essenciais e contempladas no Manual. Esta publicação
tem uma forte componente lúdica, e pretende estimular a autonomia do aluno.
O Caderno de Atividades é composto por:
ͻ Fichas de Gramática organizadas por conteúdos (21 fichas de conteúdo + 4 fichas globais)
ͻ Fichas de Escrita (Texto expositivo, Texto de opinião, Biografia, Resumo, Texto narrativo,
Comentário, Crítica)
ͻ Fichas de Leitura (Texto expositivo, Artigo de opinião, Biografia, Texto narrativo, Publicidade)
ͻ Educação Literária: proposta de trabalho da obra História de uma gaivota e do gato que a
ensinou a voar, de Luis Sepúlveda (excertos textuais, acompanhados de Entre textos +
Guião de Leitura)
ͻ Atividades associadas aos Tira-dúvidas do Manual + 1 ficha global
ͻ Jogos de palavras… e muito mais:
വ Destrava-línguas, Adivinhas/Charadas e Provérbios
വ Crucigramas associados aos textos da Educação Literária (O Cavaleiro da Dinamarca,
“Mestre Finezas”, História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, “Ladino”, “Avó e
neto contra vento e areia”, Leandro, Rei da Helíria
വ Sopa de letras (características dos textos narrativo, lírico e dramático)
വ Palavras cruzadas (conjugação verbal)
വ Crucigramas (alargamento de vocabulário)
ͻ Propostas de solução para todas as atividades
Apresentação do Projeto A Par e Passo
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projeto e Documentos Orientadores x ASA 11
DOSSIÊ DO PROFESSOR
O Dossiê do Professor apresenta um conjunto de materiais destinadas a auxiliar o Professor na
sua prática didática, organizados da seguinte forma:
ͻ Documentos Orientadores
വ Cumprimento dos documentos legais por parte do projeto A Par e Passo
വ Tabelas comparativas dos domínios (por anos/ciclos)
വ Aprendizagens Essenciais do 7.o
ano no Manual A Par e Passo
ͻ Planificações
വ Planificação Anual
വ Planificações por Unidade
വ Planos de Aula – versão amostral (os restantes estão disponíveis em )
ͻ Exploração dos Recursos Multimédia
ͻ Fichas de Trabalho dos diferentes domínios
വ Oralidade – Compreensão (5 fichas)
വ Educação Literária (8 fichas)
വ Escrita (4 fichas)
വ Gramática
᩸ 11 fichas de revisão de conteúdos do 2.o
CEB + 11 fichas de revisão de conteúdos do
2.o
CEB, adaptadas para alunos com Medidas de Suporte à Aprendizagem e Inclusão
᩸ 17 fichas de consolidação de conteúdos do 7.o
ano + 17 fichas de consolidação de
conteúdos do 7.o
ano, adaptadas para alunos com Medidas de Suporte à
Aprendizagem e Inclusão
വ Leitura (4 fichas)
ͻ Testes de Avaliação: 5 testes + 5 testes adaptados e respetivas matrizes
ͻ Questões de Aula
വ Leitura (4 fichas)
വ Educação Literária (5 fichas)
വ Escrita (7 fichas)
വ Gramática (7 fichas + 3 fichas globais)
ͻ Testes de Verificação de Leitura
വ O Cavaleiro da Dinamarca
വ História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar
വ Leandro, Rei da Helíria
ͻ Grelhas de apoio à avaliação
ͻ Projeto de Leitura (sugestões de desenvolvimento de diferentes projetos)
ͻ Projetos do Domínio da Articulação Curricular e de desenvolvimento do Perfil do Aluno
വ Projeto 1: “Em torno da sustentabilidade ecológica”
വ Projeto 2: “À volta do mundo: Terras, Gentes, Culturas”
വ Projeto 3: “Heróis da ficção e da realidade”
ͻ Transcrições de Documentos de Apoio
Cumprimento dos Documentos Legais
de 7.o
ano
Cumprimento
dos
documentos
legais
15
PĞƌĮůĚŽůƵŶŽ
Manual
PensamentŽĐƌşƟco
e
criaƟvo
^ĞŶƐŝďŝůŝĚĂĚĞ
estéƟca
e
Ăƌơ
st
i
ca
RĞůĂĐŝŽŶĂŵĞnto
intĞƌƉĞƐƐŽĂů
Ƶtonomia
e
desenvŽůǀŝŵĞnto
ƉĞƐƐŽĂů
Bem-estar,
saúde
e
ambiente
Linguagens
e
textos
Informação
e
comunicação
ƉŽŝŽă
vĂůŝĂção
•
Manual
(6
ĮĐŚĂƐ
f
ormat
i
vas)
•
ŝĐŚĂƐĚĞvĞƌŝĮcação
de
leitura
/
•
Dossiê
do
Professor
(29
que
stões
de
aula;
5
testes
com
Compreen-
são
do
Oral;
49
ĮĐŚĂƐĚĞƚrĂďĂůŚŽ
de
diferentes
domínios;
grĞůŚĂƐ
de
registo
•
Manual
digital
(testes
intera-
Ɵvas
e
muito
mais)
Educação
para
a
Cidadania
•
Manual
•
Dossiê
do
Professor
WůĂŶŽEĂĐŝŽŶĂů
de
Cinema
•
Manual
•
Dossiê
do
Professor
WůĂŶŽEĂĐŝŽŶĂů
de
Leitura
•
Manual
•
Dossiê
do
Professor
Educação
Literária
•
Manual
•
•
Caderno
de
AƟǀŝĚĂĚĞƐ
•
Dossiê
do
Professor
•
Manual
Digital
Leitura
•
Manual
•
Apêndice
•
Caderno
de
AƟǀŝĚĂĚĞƐ
•
Dossiê
do
Professor
•
Manual
Digital
•
Miniglossário
(Manual)
ƌƟĐƵůĂção
ĐƵƌƌŝĐƵůĂƌ/
ůedžŝďŝůŝĚĂĚĞ
•
Manual
•
Dossiê
do
Professor
GramáƟca
•
Manual
•
Apêndice
do
Manual
•
Caderno
de
AƟǀŝĚĂĚĞƐ
•
Dossiê
do
Professor
•
Manual
Digital
OrĂůŝĚĂĚĞ
•
Manual
•
Pistas
para
falar
bem...
(Manual)
•
Dossiê
do
Professor
•
Manual
Digital
Escrita
•
Manual
•
Segue
os
passos
(Manual)
•
Pistas
para
escrever
bem
(Manual)
•
Apêndice
•
Caderno
de
AƟǀŝĚĂĚĞƐ
•
Miniglossário
(Manual)
gital
ĞƐ
OrĂůŝĚĂĚĞ
•
•
•
•
Ɖrendizagens
Essenciais
Recursos
ŵŽƟvadores
•
Entre
textos
•
Galeria
de
personagens
•
•
Segue
os
passos
•
Expressões
EŶŝŐŵĄƟcas
•
Tira-dúvidas
(Manual
e
Caderno
de
AƟǀŝĚĂĚĞƐ)
•
Palavras
cruzadas,
sopa
de
letras,
crucigramas
(Caderno
de
AƟǀŝĚĂĚĞƐ)
ƉŽŝŽă
Ɖ
rendizagem
Ğă/ŶĐůƵƐĆŽ
•
Manual
(questões
organizadas
por
grĂƵĚĞĚŝĮĐƵůĚĂĚĞ)
•
Dossiê
do
Professor
(materiais
adaptados:
49
ĮĐŚĂƐĚĞĚŝ
f
erentes
domínios;
5
testes)
Projeto
de
Leitura
•
Manual
•
Dossiê
do
Professor
Dossiê
do
P
rofessor
O
projeto
A
Par
e
Passo
–
Português
7
dá
resposta
aos
documentos
oficiais
e
às
necessidades
reais
dos
alunos
e
da
escola.
Tabelas Comparativas por Domínios
(por anos/ciclos)
Tabelas
comparativas
dos
domínios
por
(anos/ciclos)
18
Compreensão
do
Oral
5.
o
ano
6.
o
ano
7.
o
ano
Tipos
de
textos
ͻ
Compreender
textos
orais
identificando
assunto,
tema
e
intenção
comunicativa
(expor,
informar,
narrar,
descrever,
expressar
sentimentos,
persuadir),
com
base
em
inferências.
Seleção
de
informação
ͻ
Selecionar
informação
relevante
em
função
dos
objetivos
de
escuta
e
registá-la
por
meio
de
técnicas
diversas.
Seleção
de
informação
ͻ
Destacar
o
essencial
de
um
texto
audiovisual,
tendo
em
conta
o
objetivo
da
audição/visionamento.
Organização
da
informação
ͻ
Organizar
a
informação
do
texto
e
registá-la,
por
meio
de
técnicas
diversas.
Organização
da
informação
ͻ
Sintetizar
a
informação
recebida
pela
tomada
de
notas
das
ideias-chave.
Interpretação
da
informação
ͻ
Explicitar,
com
fundamentação
adequada,
sentidos
implícitos.
ͻ
Distinguir
factos
de
opiniões
na
explicitação
de
argumentos.
Processualidades
ͻ
Controlar
a
produção
discursiva
a
partir
do
feedback
dos
interlocutores.
Tabelas
comparativas
dos
domínios
por
(anos/ciclos)
19
Expressão
Oral
5.
o
ano
6.
o
ano
7.
o
ano
Géneros
do
oral
/
Processualidades
ͻ
Planificar
e
produzir
textos
orais
com
diferentes
finalidades.
ͻ
Preparar
apresentações
orais
(exposição,
reconto,
tomada
de
posição)
individualmente
ou
após
discussão
de
diferentes
pontos
de
vista.
Géneros
do
oral
/
Processualidades
ͻ
Planificar,
produzir
e
avaliar
textos
orais
(relato,
descrição,
apreciação
crítica),
com
definição
de
tema
e
sequência
lógica
de
tópicos
(organização
do
discurso,
correção
gramatical),
individualmente
ou
em
grupo.
ͻ
Fazer
uma
apresentação
oral,
devidamente
estruturada,
sobre
um
tema.
ͻ
Comunicar,
em
contexto
formal,
informação
essencial
(paráfrase,
resumo)
e
opiniões
fundamentadas.
Géneros
do
oral
/
Processualidades
ͻ
Planificar
textos
orais
tendo
em
conta
os
destinatários
e
os
objetivos
de
comunicação.
ͻ
Usar
a
palavra
com
fluência,
correção
e
naturalidade
em
situações
de
intervenção
formal,
para
expressar
pontos
de
vista
e
opiniões
e
fazer
a
exposição
oral
de
um
tema.
ͻ
Respeitar
as
convenções
que
regulam
a
interação
discursiva,
em
situações
com
diferentes
graus
de
formalidade.
ͻ
Usar
mecanismos
de
controlo
da
produção
discursiva
a
partir
do
feedback
dos
interlocutores.
ͻ
Avaliar
o
seu
próprio
discurso
a
partir
de
critérios
previamente
acordados
com
o
professor.
Interação
verbal
ͻ
Intervir,
com
dúvidas
e
questões,
em
interações
com
diversos
graus
de
formalidade,
com
respeito
pelas
regras
de
uso
da
palavra.
Não
verbal
ͻ
Captar
e
manter
a
atenção
da
audiência
(postura
corporal,
expressão
facial,
clareza,
volume
e
tom
de
voz).
Não
verbal
ͻ
Captar
e
manter
a
atenção
da
audiência
(olhar,
gesto,
recurso
eventual
a
suportes
digitais).
Coesão
e
coerência
ͻ
Produzir
um
discurso
com
elementos
de
coesão
adequados
(concordância,
tempos
verbais,
advérbios,
variação
das
anáforas,
uso
de
conectores
frásicos
e
textuais
mais
frequentes).
Coesão
e
coerência
ͻ
Utilizar,
de
modo
intencional
e
sistemático,
processos
de
coesão
textual:
anáforas
lexicais
e
pronominais,
frases
complexas,
expressões
adverbiais,
tempos
e
modos
verbais,
conectores
frásicos.
Tabelas
comparativas
dos
domínios
por
(anos/ciclos)
20
Leitura
5.
o
ano
6.
o
ano
7.
o
ano
Tipos
e
géneros
textuais
ͻ
Ler
textos
com
características
narrativas
e
expositivas,
associados
a
finalidades
lúdicas,
estéticas
e
informativas.
ͻ
Analisar
textos
em
função
do
género
textual
a
que
pertencem
(estruturação
e
finalidade):
verbete
de
enciclopédia,
entrevista,
anúncio
publicitário,
notícia
e
carta
formal
(em
diversos
suportes).
Tipos
e
géneros
textuais
ͻ
Ler
textos
com
características
narrativas
e
expositivas
de
maior
complexidade,
associados
a
finalidades
várias
(lúdicas,
estéticas,
publicitárias
e
informativas)
e
em
suportes
variados.
ͻ
Distinguir
nos
textos
características
da
notícia,
da
entrevista,
do
anúncio
publicitário
e
do
roteiro
(estruturação
e
finalidade).
ͻ
Conhecer
os
objetivos
e
as
formas
de
publicidade
na
sociedade
atual.
Tipos
e
géneros
textuais
ͻ
Ler
em
suportes
variados
textos
dos
géneros
seguintes:
biografia,
textos
de
géneros
jornalísticos
de
opinião
(artigo
de
opinião,
crítica),
textos
publicitários.
Compreensão/Interpretação
ͻ
Explicitar
o
sentido
global
de
um
texto.
ͻ
Fazer
inferências,
justificando-as.
ͻ
Identificar
tema(s),
ideias
principais
e
pontos
de
vista.
ͻ
Reconhecer
a
forma
como
o
texto
está
estruturado
(partes
e
subpartes).
ͻ
Compreender
a
utilização
de
recursos
expressivos
para
a
construção
de
sentido
do
texto.
Compreensão/Interpretação
ͻ
Explicitar
o
sentido
global
de
um
texto.
ͻ
Fazer
inferências,
justificando-as.
ͻ
Identificar
tema(s),
ideias
principais
e
pontos
de
vista.
ͻ
Reconhecer
a
forma
como
o
texto
está
estruturado
(partes
e
subpartes).
ͻ
Compreender
a
utilização
de
recursos
expressivos
para
a
construção
de
sentido
do
texto.
Compreensão/Interpretação
ͻ
Explicitar
o
sentido
global
de
um
texto.
ͻ
Fazer
inferências
devidamente
justificadas.
ͻ
Identificar
tema(s),
ideias
principais,
pontos
de
vista,
causas
e
efeitos,
factos,
opiniões.
ͻ
Reconhecer
a
forma
como
o
texto
está
estruturado
(partes
e
subpartes).
ͻ
Compreender
a
utilização
de
recursos
expressivos
para
a
construção
de
sentido
do
texto.
ͻ
Identificar,
nas
mensagens
publicitárias,
a
intenção
persuasiva,
os
valores
e
modelos
projetados.
Tipos
de
leitura
ͻ
Realizar
leitura
em
voz
alta,
silenciosa
e
autónoma.
Tipos
de
leitura
ͻ
Realizar
leitura
em
voz
alta,
silenciosa
e
autónoma.
Tipos
de
leitura
ͻ
Realizar
leitura
em
voz
alta,
silenciosa
e
autónoma,
não
contínua
e
de
pesquisa.
Tratamento
da
informação
ͻ
Utilizar
procedimentos
de
registo
e
tratamento
de
informação.
Tratamento
da
informação
ͻ
Utilizar
procedimentos
de
registo
e
tratamento
de
informação.
Tratamento
da
informação
ͻ
Utilizar
procedimentos
de
registo
e
tratamento
da
informação.
Reação
ao
texto
ͻ
Expressar,
com
fundamentação,
pontos
de
vista
e
apreciações
críticas
suscitadas
pelos
textos
lidos.
Tabelas
comparativas
dos
domínios
por
(anos/ciclos)
21
Educação
Literária
5.
o
ano
6.
o
ano
7.
o
ano
Textos
literários
ͻ
Ler
integralmente
textos
literários
de
natureza
narrativa,
lírica
e
dramática
(no
mínimo,
um
livro
infantojuvenil,
quatro
poemas,
duas
lendas,
três
contos
de
autor
e
um
texto
dramático
–
selecionados
da
literatura
para
a
infância,
de
adaptações
de
clássicos
e
da
tradição
popular).
Textos
literários
ͻ
Ler
integralmente
obras
literárias
narrativas,
poéticas
e
dramáticas
(no
mínimo,
quatro
poemas
de
autores
portugueses,
quatro
poemas
de
autores
lusófonos,
um
poema
do
Romanceiro
de
Almeida
Garrett,
dois
contos
de
Grimm,
três
narrativas
extensas
de
autor,
um
texto
dramático,
da
literatura
para
a
infância,
de
adaptações
de
clássicos
e
da
tradição
popular).
Textos
literários
ͻ
Ler
integralmente
obras
literárias
narrativas,
líricas
e
dramáticas
(no
mínimo,
nove
poemas
de
oito
autores
diferentes,
duas
narrativas
de
autores
de
língua
portuguesa
e
um
texto
dramático).
Compreensão
/
Interpretação
ͻ
Interpretar
o
texto
em
função
do
género
literário.
ͻ
Inferir
o
sentido
conotativo
de
palavras
e
expressões.
ͻ
Reconhecer
a
estrutura
e
os
elementos
constitutivos
do
texto
narrativo:
personagens,
narrador,
contexto
temporal
e
espacial,
ação.
ͻ
Explicar
recursos
expressivos
utilizados
na
construção
dos
textos
literários
(designadamente
personificação
e
comparação).
Compreensão
/
Interpretação
ͻ
Interpretar
adequadamente
os
textos
de
acordo
com
o
género
literário.
ͻ
Analisar
o
sentido
conotativo
de
palavras
e
expressões.
ͻ
Reconhecer,
na
organização
do
texto
dramático,
ato,
cena,
fala
e
indicações
cénicas.
ͻ
Identificar
marcas
formais
do
texto
poético:
estrofe,
rima,
esquema
rimático
e
métrica
(redondilha).
ͻ
Explicar
recursos
expressivos
utilizados
na
construção
de
textos
literários
(designadamente
anáfora
e
metáfora).
Compreensão
/
Interpretação
ͻ
Interpretar
os
textos
em
função
do
género
literário.
ͻ
Reconhecer,
na
organização
do
texto
dramático,
ato,
cena,
fala
e
indicações
cénicas.
ͻ
Identificar
marcas
formais
do
texto
poético:
estrofe,
rima,
esquema
rimático
e
métrica
(redondilha
maior
e
menor).
ͻ
Explicar
recursos
expressivos
utilizados
na
construção
do
sentido
(enumeração,
pleonasmo
e
hipérbole).
Relação
do
texto
com
outros
domínios
ͻ
Analisar
o
modo
como
os
temas,
as
experiências
e
os
valores
são
representados
nas
obras
lidas
e
compará-lo
com
outras
manifestações
artísticas
(música,
pintura,
escultura,
cinema,
etc.).
ͻ
Valorizar
a
diversidade
cultural
patente
nos
textos.
Relação
do
texto
com
outros
domínios
ͻ
Analisar
o
modo
como
os
temas,
as
experiências
e
os
valores
são
representados.
ͻ
Valorizar
a
diversidade
de
culturas,
de
vivências
e
de
mundivisões
presente
nos
textos.
Relação
do
texto
com
outros
domínios
ͻ
Analisar
o
modo
como
os
temas,
as
experiências
e
os
valores
são
representados
na
obra
e
compará-lo
com
outras
manifestações
artísticas
(música,
pintura,
escultura,
cinema,
etc.).
Tabelas
comparativas
dos
domínios
por
(anos/ciclos)
22
5.
o
ano
6.
o
ano
7.
o
ano
Partilha
de
leituras
ͻ
Fazer
declamações
e
representações
teatrais.
Partilha
de
leituras
ͻ
Expressar
reações
aos
livros
lidos
e
partilhar
leituras
através
de
declamações,
representações
teatrais,
escrita
criativa,
apresentações
orais.
Partilha
de
leituras
ͻ
Exprimir
ideias
pessoais
sobre
textos
lidos
e
ouvidos
com
recurso
a
suportes
variados.
Projeto
de
leitura
ͻ
Desenvolver
um
projeto
de
leitura
que
integre
explicitação
de
objetivos
de
leitura
pessoais
e
comparação
de
temas
comuns
em
livros,
em
géneros
e
em
manifestações
artísticas
diferentes
(obras
escolhidas
em
contrato
de
leitura
com
o(a)
professor(a)).
Projeto
de
leitura
ͻ
Desenvolver
um
projeto
de
leitura
que
integre
explicitação
de
objetivos
de
leitura
pessoais
e
comparação
de
temas
comuns
em
obras,
em
géneros
e
em
manifestações
artísticas
diferentes
(obras
escolhidas
em
contrato
de
leitura
com
o(a)
professor(a)).
Projeto
de
leitura
ͻ
Desenvolver
um
projeto
de
leitura
que
integre
objetivos
pessoais
do
leitor
e
comparação
de
diferentes
textos
(obras
escolhidas
em
contrato
de
leitura
com
o(a)
professor(a)).
Tabelas
comparativas
dos
domínios
por
(anos/ciclos)
23
Escrita
5.
o
ano
6.
o
ano
7.
o
ano
Tipos
e
géneros
de
texto
ͻ
Descrever
pessoas,
objetos
e
paisagens
em
função
de
diferentes
finalidades
e
géneros
textuais.
ͻ
Escrever
textos
de
natureza
narrativa
integrando
os
elementos
que
circunscrevem
o
acontecimento,
o
tempo
e
o
lugar,
o
desencadear
da
ação,
o
desenvolvimento
e
a
conclusão,
com
recurso
a
vários
conectores
de
tempo,
de
causa,
de
explicação
e
de
contraste.
ͻ
Escrever
textos
em
que
se
defenda
uma
posição
com
argumentos
e
conclusão
coerentes,
individualmente
ou
após
discussão
de
diferentes
pontos
de
vista.
Tipos
e
géneros
de
texto
ͻ
Escrever
textos
de
caráter
narrativo,
integrando
o
diálogo
e
a
descrição.
ͻ
Redigir
textos
de
âmbito
escolar,
como
a
exposição
e
o
resumo.
ͻ
Produzir
textos
de
opinião
com
juízos
de
valor
sobre
situações
vividas
e
sobre
leituras
feitas.
Tipos
e
géneros
de
texto
ͻ
Elaborar
textos
que
cumpram
objetivos
explícitos
quanto
ao
destinatário
e
à
finalidade
(informativa
ou
argumentativa)
no
âmbito
de
géneros
como:
resumo,
exposição,
opinião,
comentário,
biografia
e
resposta
a
questões
de
leitura.
Processualidades/Planos
de
escrita
ͻ
Planificar
a
escrita
por
meio
do
registo
de
ideias
e
da
sua
hierarquização.
ͻ
Aperfeiçoar
o
texto
depois
de
redigido.
ͻ
Escrever
textos
organizados
em
parágrafos,
de
acordo
com
o
género
textual
que
convém
à
finalidade
comunicativa.
ͻ
Escrever
com
respeito
pelas
regras
de
ortografia
e
de
pontuação.
Processualidades/Planos
de
escrita
ͻ
Utilizar
sistematicamente
processos
de
planificação,
textualização
e
revisão
de
textos.
Processualidades/Planos
de
escrita
ͻ
Planificar
a
escrita
de
textos
com
finalidades
informativas,
assegurando
distribuição
de
informação
por
parágrafos.
ͻ
Ordenar
e
hierarquizar
a
informação,
tendo
em
vista
a
continuidade
de
sentido,
a
progressão
temática
e
a
coerência
global
do
texto.
ͻ
Redigir
textos
com
processos
lexicais
e
gramaticais
de
correferência
e
de
conexão
interfrásica
mais
complexos,
com
a
adequada
introdução
de
novas
informações,
evitando
repetições
e
contradições.
ͻ
Escrever
com
propriedade
vocabular
e
com
respeito
pelas
regras
de
ortografia
e
de
pontuação.
ͻ
Avaliar
a
correção
do
texto
escrito
individualmente
e
com
discussão
de
diversos
pontos
de
vista.
Tabelas
comparativas
dos
domínios
por
(anos/ciclos)
24
5.
o
ano
6.
o
ano
7.
o
ano
Divulgação
e
processamento
de
texto
ͻ
Utilizar
processadores
de
texto
e
recursos
da
Web
para
a
escrita,
revisão
e
partilha
de
textos.
ͻ
Intervir
em
blogues
e
em
fóruns,
por
meio
de
textos
adequados
ao
género
e
à
situação
de
comunicação.
Citação
de
fontes
ͻ
Respeitar
os
princípios
do
trabalho
intelectual,
quanto
à
identificação
das
fontes.
Tabelas
comparativas
dos
domínios
por
(anos/ciclos)
25
Gramática
1.
o
CEB
5.
o
ano
6.
o
ano
7.
o
ano
Classes
de
palavras
ͻ
Identificar
a
classe
das
palavras:
determinante
(possessivo
e
demonstrativo),
quantificador
numeral
e
advérbio.
ͻ
Identificar
a
classe
das
palavras:
determinante
(interrogativo),
preposição,
pronome
(pessoal,
nas
suas
formas
tónica
e
átonas,
possessivo
e
demonstrativo).
Classes
de
palavras
ͻ
Identificar
a
classe
das
palavras:
verbo
principal
(transitivo
e
intransitivo)
e
verbo
auxiliar,
advérbio
e
conjunção.
Classes
de
palavras
ͻ
Identificar
a
classe
de
palavras:
verbo
copulativo
e
auxiliar
(da
passiva
e
tempos
compostos);
conjunção
e
locução
conjuncional
(coordenativa
copulativa
e
adversativa;
subordinativa
temporal
e
causal),
determinante
indefinido,
pronome
indefinido;
quantificador.
Classes
de
palavras
ͻ
Identificar
a
classe
de
palavras:
determinante
relativo,
pronome
relativo,
advérbio
relativo;
conjunção
e
locução
conjuncional
coordenativa
disjuntiva,
conclusiva
e
explicativa
e
subordinativa
final,
condicional
e
completiva;
locução
prepositiva.
Flexão
em
género,
número
e
grau
ͻ
Reconhecer
diferentes
processos
para
formar
o
feminino
dos
nomes
e
adjetivos.
ͻ
Reconhecer
a
flexão
nominal
e
adjetival
quanto
ao
número
e
grau.
Flexão
em
género
e
número
ͻ
Sistematizar
processos
de
formação
do
feminino
dos
nomes
e
adjetivos.
ͻ
Sistematizar
a
flexão
nominal
e
adjetival
quanto
ao
número.
Flexão
verbal
ͻ
Conjugar
verbos
regulares
e
irregulares
no
pretérito
imperfeito
do
modo
indicativo
e
no
modo
imperativo.
Flexão
verbal
ͻ
Conjugar
verbos
regulares
e
irregulares
no
pretérito
mais-que-perfeito
(simples
e
composto)
do
modo
indicativo.
ͻ
Identificar
o
particípio
passado
e
o
gerúndio
dos
verbos.
Flexão
verbal
ͻ
Conjugar
verbos
regulares
e
irregulares
no
presente,
no
pretérito
imperfeito
e
no
futuro
do
modo
conjuntivo,
no
condicional.
ͻ
Empregar
adequadamente
o
modo
conjuntivo
como
forma
supletiva
do
imperativo.
ͻ
Utilizar
apropriadamente
os
tempos
verbais
na
construção
de
frases
complexas
e
de
textos.
Flexão
verbal
ͻ
Conjugar
verbos
regulares
e
irregulares
em
todos
os
tempos
e
modos.
ͻ
Empregar
corretamente
o
modo
conjuntivo
em
contextos
de
uso
obrigatório
em
frases
complexas.
Funções
sintáticas
ͻ
Identificar
os
constituintes
da
frase
com
as
seguintes
funções
sintáticas:
sujeito
(simples
e
composto),
vocativo,
predicado;
complemento
(direto
e
indireto).
Funções
sintáticas
ͻ
Identificar
funções
sintáticas:
predicativo
do
sujeito,
complementos
(oblíquo
e
agente
da
passiva)
e
modificador
(do
grupo
verbal).
Funções
sintáticas
ͻ
Identificar
a
função
sintática
de
modificador
(de
nome
e
de
grupo
verbal).
Tabelas
comparativas
dos
domínios
por
(anos/ciclos)
26
1.
o
CEB
5.
o
ano
6.
o
ano
7.
o
ano
Orações
ͻ
Distinguir
frases
simples
de
frases
complexas.
Orações
ͻ
Compreender
a
ligação
de
orações
por
coordenação
e
por
subordinação.
ͻ
Classificar
orações
coordenadas
copulativas
e
adversativas
e
orações
subordinadas
adverbiais
temporais
e
causais.
Orações
ͻ
Classificar
orações
subordinadas:
adverbiais
finais,
condicionais;
substantivas
completivas
(selecionadas
por
verbo)
e
adjetivas
relativas
(restritiva
e
explicativa).
Colocação
do
pronome
átono
ͻ
Aplicar
formas
átonas
do
pronome
pessoal
em
frases
afirmativas,
em
frases
com
negação
e
com
advérbios
pré-verbais.
Colocação
do
pronome
átono
ͻ
Colocar
corretamente
as
formas
átonas
do
pronome
pessoal
adjacentes
ao
verbo
(próclise,
ênclise
e
mesóclise).
Colocação
do
pronome
átono
ͻ
Utilizar
corretamente
o
pronome
pessoal
átono
(verbos
antecedidos
de
determinados
pronomes
e
advérbios).
Formação
de
palavras
(estrutura)
ͻ
Inferir
o
significado
de
palavras
desconhecidas
a
partir
da
análise
da
sua
estrutura
interna
(base,
radical
e
afixos).
ͻ
Compreender
regras
de
derivação
das
palavras
e
formas
de
organização
do
léxico
(famílias
de
palavras).
Formação
de
palavras
ͻ
Compreender
a
composição
como
processo
de
formação
de
palavras.
ͻ
Analisar
palavras
a
partir
dos
seus
elementos
constitutivos
(base,
radical
e
afixos),
com
diversas
finalidades
(deduzir
significados,
integrar
na
classe
gramatical,
formar
famílias
de
palavras).
Formação
de
palavras
ͻ
Distinguir
os
processos
de
derivação
e
de
composição
na
formação
regular
de
palavras.
Pontuação
ͻ
Explicitar
regras
de
utilização
dos
sinais
de
pontuação.
Pontuação
ͻ
Explicar
sinais
de
pontuação
em
função
da
construção
da
frase.
Variação
linguística
ͻ
Reconhecer
traços
da
variação
da
língua
portuguesa
de
natureza
geográfica.
Frase
ativa/passiva
Discurso
direto/indireto
ͻ
Transformar
a
frase
ativa
em
frase
passiva
(e
vice-versa)
e
o
discurso
direto
em
discurso
indireto
(e
vice-versa).
Coesão
ͻ
Recorrer,
de
modo
intencional
e
adequado,
a
conectores
diversificados,
em
textos
orais
e
escritos.
Coesão
ͻ
Empregar,
de
modo
intencional
e
adequado,
conectores
com
valor
de
tempo,
de
causa,
de
explicação
e
de
contraste.
Adequação
linguística
ͻ
Mobilizar
formas
de
tratamento
mais
usuais
no
relacionamento
interpessoal,
em
diversos
contextos
de
formalidade.
Aprendizagens Essenciais de 7.o
ano
no Manual A Par e Passo
Aprendizagens
Essenciais
de
7.
o
ano
no
Manual
A
Par
e
Passo
29
Aprendizagens
Essenciais
7.
o
ano
-
Descritores
Unidade
1
Unidade
2.1
Unidade
2.2
Unidade
2.3
Unidade
3
Unidade
4
ORALIDADE
Compreensão
Compreender
textos
orais
identificando
assunto,
tema
e
intenção
comunicativa
(expor,
informar,
narrar,
descrever,
expressar
sentimentos,
persuadir),
com
base
em
inferências.
Publicidade
comercial
(p.
29)
Publicidade
institucional
(p.
31)
Lenda
de
Sigurd
(p.
56)
Documentário
sobre
Luis
Sepúlveda
(p.
94)
Entrevista
ao
realizador
Gabriel
Abrantes
(p.
127)
Texto
informativo
(p.
156)
Curta-metragem
–
Os
olhos
do
farol
(p.
183)
Exposição
“Conhecer-
se
através
do
ADN”
(p.
191)
“Tu
és
mais
forte”,
Boss
AC
(p.
193)
Destacar
o
essencial
de
um
texto
audiovisual,
tendo
em
conta
o
objetivo
da
audição/visionamento.
Como
se
faz
um
jornal
(p.
24)
Discurso
de
Greta
Thunberg
(p.
36)
PNC,
Romeu
e
Julieta
(excerto)
(p.
63)
Os
fantásticos
livros
voadores
do
Senhor
Morris
Lessmore
(p.
50)
Trem
bala
–
música
Características
do
português
do
Brasil
(p.
104)
Texto
informativo
(p.
156)
Matilda,
uma
vista
aos
bastidores
(p.
136)
Curta-metragem
–
História
trágica
com
final
feliz
(p.
144)
Poema
E
por
vezes,
de
David
Mourão-Ferreira
(p.
178)
Sintetizar
a
informação
recebida
pela
tomada
de
notas
das
ideias-chave.
Discurso
de
Greta
Thunberg
(p.
36)
“O
regresso
do
Cavaleiro”
(p.
66)
Curta-metragem
–
Herman
(p.
91)
Texto
informativo
(p.
156)
Francisco
Lufinha
(p.
199)
Publicidade
–
Pó?
Sabes
o
que
é?
(p.
203)
Aprendizagens
Essenciais
de
7.
o
ano
no
Manual
A
Par
e
Passo
30
Aprendizagens
Essenciais
7.
o
ano
-
Descritores
Unidade
1
Unidade
2.1
Unidade
2.2
Unidade
2.3
Unidade
3
Unidade
4
ORALIDADE
Expressão
Planificar
textos
orais
tendo
em
conta
os
destinatários
e
os
objetivos
de
comunicação.
Opinião
(p.
36)
Descrição
(p.
63)
Opinião
(p.
139)
Opinião
(pp.
156,
168,
181)
Usar
a
palavra
com
fluência,
correção
e
naturalidade
em
situações
de
intervenção
formal,
para
expressar
pontos
de
vista
e
opiniões
e
fazer
a
exposição
oral
de
um
tema.
Opinião
(p.
36)
Descrição
(autocaracterização)
(p.
65)
Opinião
(p.
125)
Opinião
(pp.
144,
169)
Pontos
de
vista
(pp.
183,
191)
Respeitar
as
convenções
que
regulam
a
interação
discursiva,
em
situações
com
diferentes
graus
de
formalidade.
Opinião
(p.
36)
Pontos
de
vista
(pp.
183,
191)
Usar
mecanismos
de
controlo
da
produção
discursiva
a
partir
do
feedback
dos
interlocutores.
Opinião
(p.
125)
Avaliar
o
seu
próprio
discurso
a
partir
de
critérios
previamente
acordados
com
o
professor.
Opinião
(p.
36)
Descrição
(p.
65)
Opinião
(p.
144)
Aprendizagens
Essenciais
de
7.
o
ano
no
Manual
A
Par
e
Passo
31
Aprendizagens
Essenciais
7.
o
ano
-
Descritores
Unidade
1
Unidade
2.1
Unidade
2.2
Unidade
2.3
Unidade
3
Unidade
4
LEITURA
Ler
em
suportes
variados
textos
dos
géneros
seguintes:
biografia,
textos
de
géneros
jornalísticos
de
opinião
(artigo
de
opinião,
crítica),
textos
publicitários.
Biografia
(p.
26)
Publicidade
comercial
(p.
28)
Publicidade
institucional
(p.
30)
Artigo
de
opinião
(p.
34)
Crítica
(p.
40)
Crítica
(pp.
82-83)
Artigo
de
opinião
(pp.
102)
Crítica
(pp.
126)
Biografia
(pp.
168)
Publicidade
(pp.
202-203)
Realizar
leitura
em
voz
alta,
silenciosa
e
autónoma,
não
contínua
e
de
pesquisa.
O
Cavaleiro
da
Dinamarca
(excertos)
(pp.
52-53)
“Mestre
Finezas”,
(pp.
86-89)
História
de
uma
gaivota
e
do
gato
que
a
ensinou
a
voar
(pp.
95-96)
Biografia
(pp.
168)
Compreender
a
utilização
de
recursos
expressivos
para
a
construção
de
sentido
do
texto.
Metáfora
(p.
55)
Enumeração
(p.
60)
Comparação
(p.
90)
Enumeração
(p.
101)
Comparação
(p.
112)
Enumeração
(p.
117)
Comparação
(p.
118)
Hipérbole
(p.
143)
Enumeração
(p.
148)
Pleonasmo,
hipérbole
(p.
181)
Anáfora
(p.
185)
Metáfora
(pp.
181,
183,
187,
197,
201)
Identificar,
nas
mensagens
publicitárias,
a
intenção
persuasiva,
os
valores
e
modelos
projetados.
Publicidade
(pp.
28,
30,
202)
Publicidade
–
“Vai
mais
ao
livro”
(p.
202)
Expressar,
com
fundamentação,
pontos
de
vista
e
apreciações
críticas
suscitadas
pelos
textos
lidos.
O
Cavaleiro
da
Dinamarca,
(excertos)
(p.
55)
“Mestre
Finezas”,
(p.
91)
Avó
e
neto
contra
vento
e
areia
(p.
113)
Ladino
(p.
118)
Havia
muito
sol
do
outro
lado
(p.
122)
Leandro,
Rei
da
Helíria
(p.
155)
Ser
poeta
(p.
181)
Segredo
(p.
195)
Utilizar
procedimentos
de
registo
e
tratamento
da
informação.
Resumo
(p.
120)
Biografia
(pp.
168-169)
Aprendizagens
Essenciais
de
7.
o
ano
no
Manual
A
Par
e
Passo
32
Aprendizagens
Essenciais
7.
o
ano
-
Descritores
Unidade
1
Unidade
2.1
Unidade
2.2
Unidade
2.3
Unidade
3
Unidade
4
EDUCAÇÃO
LITERÁRIA
Ler
integralmente
obras
literárias
narrativas,
líricas
e
dramáticas
(no
mínimo,
nove
poemas
de
oito
autores
diferentes,
duas
narrativas
de
autores
de
língua
portuguesa
e
um
texto
dramático).
O
Cavaleiro
da
Dinamarca
(excertos)
(pp.
52-53;
57-60;
65-
66)
“Mestre
Finezas”
(pp.
88-91)
“Avó
e
neto
contra
vento
e
areia”
(pp.
108-112)
“Ladino”
(pp.
114-118)
Leandro,
Rei
da
Helíria
(pp.
139-143;
146-
149)
“Ser
poeta”
(p.
180)
“As
palavras”
(p.
182)
“Urgentemente”
(p.
184)
“Não
posso
adiar
o
amor”
(p.
186)
“Amar!”
(p.
188)
“Lágrima
de
preta”
(p.
190)
“O
Sonho”
(p.
192)
“Segredo”
(p.
194)
“Maria
Lisboa”
(p.
196)
“Gaivota”
(p.
198)
“Vagabundo
do
mar”
(p.
200)
Interpretar
os
textos
em
função
do
género
literário.
O
Cavaleiro
da
Dinamarca
(excertos)
(pp.
58-62)
A
Cara
de
Boi
(pp.
72-74)
Sexta-Feira
ou
a
vida
selvagem
(excerto)
(pp.
100-101)
“Avó
e
neto
contra
vento
e
areia”
(pp.
108-112)
“Havia
muito
sol
do
outro
lado”,
(pp.
121-122)
O
Bojador,
Sophia
de
M.
B.
Andresen
(excerto)
(p.
162)
“Amar!”
(p.
188)
“Gaivota”
(p.
198)
Identificar
marcas
formais
do
texto
poético:
estrofe,
rima,
esquema
rimático
e
métrica
(redondilha
maior
e
menor).
“Ser
poeta”
(p.
181)
“Amar!”
(p.
189)
“Lágrima
de
preta”
–
redondilha
maior
e
menor
(p.
191)
“O
Sonho”
(p.
193)
Maria
Lisboa
(p.
197)
Gaivota
(p.
199)
Reconhecer,
na
organização
do
texto
dramático,
ato,
cena,
fala
e
indicações
cénicas.
Leandro,
Rei
da
Helíria
(pp.
137-149)
Aprendizagens
Essenciais
de
7.
o
ano
no
Manual
A
Par
e
Passo
33
Aprendizagens
Essenciais
7.
o
ano
-
Descritores
Unidade
1
Unidade
2.1
Unidade
2.2
Unidade
2.3
Unidade
3
Unidade
4
EDUCAÇÃO
LITERÁRIA
Analisar
o
modo
como
os
temas,
as
experiências
e
os
valores
são
representados
na
obra
e
compará-lo
com
outras
manifestações
artísticas
(música,
pintura,
escultura,
cinema,
etc.).
PNC,
Romeu
e
Julieta
(excerto)
(p.
63)
O
Cavaleiro
da
Dinamarca
(p.
62))
Curta-metragem
–
Herman
(p.
91)
Explicar
recursos
expressivos
utilizados
na
construção
do
sentido
(enumeração,
pleonasmo
e
hipérbole).
Enumeração
(p.
60)
Comparação
(p.
90)
Enumeração
(p.
108)
Comparação
(pp.
112,
118)
Hipérbole
(p.
143)
Enumeração
(p.
148)
Metáfora
(p.
154)
Pleonasmo,
hipérbole,
metáfora
(p.
181)
Metáfora
(pp.
181,
183.
187,
197,
201)
Enumeração
(p.
189)
Anáfora
(p.
185)
Comparação
(p.
183)
Exprimir
ideias
pessoais
sobre
textos
lidos
e
ouvidos
com
recurso
a
suportes
variados.
O
Cavaleiro
da
Dinamarca
(excertos)
“Cara
de
Boi”
(p.
74)
“Mestre
Finezas”
(p.
91)
Ladino
(p.
104)
“Havia
muito
sol
do
outro
lado”
(p.
122)
Leandro,
Rei
da
Helíria
(p.
155)
Segredo
(p.
195)
Desenvolver
um
projeto
de
leitura
que
integre
objetivos
pessoais
do
leitor
e
comparação
de
diferentes
textos
(obras
escolhidas
em
contrato
de
leitura
com
o(a)
professor(a)).
Projeto
de
Leitura
(pp.
14-17)
Aprendizagens
Essenciais
de
7.
o
ano
no
Manual
A
Par
e
Passo
34
ESCRITA
Elaborar
textos
que
cumpram
objetivos
explícitos
quanto
ao
destinatário
e
à
finalidade
(informativa
ou
argumentativa)
no
âmbito
de
géneros
como:
resumo,
exposição,
opinião,
comentário,
biografia
e
resposta
a
questões
de
leitura.
Resposta
a
questões
de
leitura
(p.
27)
Texto
argumentativo
(p.
31)
Texto
de
opinião
(p.
37)
Resposta
a
questões
de
leitura
(pp.
54,
62)
Biografia
(p.
64)
Descrição
(p.
55)
Texto
narrativo
(p.
75)
Comentário
(p.
91)
Resposta
a
questões
de
leitura
(p.
90)
Resposta
a
questões
de
leitura
(pp.
112,
118)
Comentário
(p.
113)
Resumo
(p.
120)
Resposta
a
questões
de
leitura
(pp.
143,
155,
164)
Texto
expositivo
(p.
157)
Descrição
(p.
165)
Resposta
a
questões
de
leitura
(pp.
181,
183,
195,
202)
Biografia
(p.
199)
Texto
de
opinião
(p.
187)
Texto
narrativo
(p.
201)
Planificar
a
escrita
de
textos
com
finalidades
informativas,
assegurando
distribuição
de
informação
por
parágrafos.
Texto
de
opinião
(p.
37)
Descrição
(p.
55)
Biografia
(p.
64)
Texto
narrativo
(p.
75)
Comentário
(p.
91)
Comentário
(p.
113)
Resumo
(p.
120)
Texto
expositivo
(p.
157)
Descrição
(p.
165)
Texto
de
opinião
(p.
187)
Biografia
(p.
199)
Ordenar
e
hierarquizar
a
informação,
tendo
em
vista
a
continuidade
de
sentido,
a
progressão
temática
e
a
coerência
global
do
texto.
Texto
de
opinião
(p.
37)
Texto
narrativo
(p.
75)
Texto
expositivo
(p.
157)
Texto
de
opinião
(p.
187)
Biografia
(p.
199)
Redigir
textos
com
processos
lexicais
e
gramaticais
de
correferência
e
de
conexão
interfrásica
mais
complexos
com
adequada
introdução
de
novas
informações,
evitando
repetições
e
contradições.
Texto
de
opinião
(p.
37)
Biografia
(p.
64)
Comentário
(p.
91)
Comentário
(p.
113)
Texto
expositivo
(p.
157)
Texto
de
opinião
(p.
187)
Biografia
(p.
199)
Escrever
com
propriedade
vocabular
e
com
respeito
pelas
regras
de
ortografia
e
de
pontuação.
Texto
de
opinião
(p.
37)
Biografia
(p.
64)
Texto
narrativo
(p.
75)
Comentário
(p.
91)
Comentário
(p.
113)
Descrição
(p.
165)
Texto
de
opinião
(p.
187)
Avaliar
a
correção
do
texto
escrito
individualmente
e
com
discussão
de
diversos
pontos
de
vista.
Texto
de
opinião
(p.
37)
Biografia
(p.
64)
Descrição
(p.
165)
Biografia
(p.
199)
Aprendizagens
Essenciais
de
7.
o
ano
no
Manual
A
Par
e
Passo
35
Aprendizagens
Essenciais
7.
o
ano
-
Descritores
Unidade
1
Unidade
2.1
Unidade
2.2
Unidade
2.3
Unidade
3
Unidade
4
GRAMÁTICA
Identificar
a
classe
de
palavras:
determinante
relativo,
pronome
relativo,
advérbio
relativo;
conjunção
e
locução
conjuncional
coordenativa
disjuntiva,
conclusiva
e
explicativa
e
subordinativa
final,
condicional
e
completiva;
locução
prepositiva.
Determinante
(pp.
29,
35)
Nome
(pp.
29,
35)
Adjetivo
(p.
29)
Verbo
(pp.
29,
32-33,
41)
Pronome
(p.
29)
Quantificador
(p.
35)
Advérbio
e
locução
adverbial
(pp.
38-39,
41)
Preposição
(pp.
29,
35)
Advérbio
(p.
63)
Quantificador
(p.
75)
Preposição
e
locução
prepositiva
(pp.
80-81,
83)
Nome
(p.
77)
Conjunções
e
locuções
conjuncionais
coordenativas
(pp.
92-93,
97)
Conjunções
e
locuções
conjuncionais
subordinativas
(p.
112)
Preposição
(p.
113)
Conjunções
e
locuções
conjuncionais
subordinativas
(pp.
119,
133)
Adjetivo
(p.
113)
Advérbio
(p.
113)
Conjunção
coordenativa
(p.
113)
Adjetivo
(p.
149)
Verbo
copulativo
(p.
149)
Determinante
(p.
149)
Preposição
contraída
(p.
149)
Conjunções
e
locuções
coordenativas
(p.
155)
Conjunções
e
locuções
subordinativas
(p.
155)
Determinante
relativo,
advérbio
relativo,
pronome
relativo
(pp.
160-161)
Determinante
(pp.
185,
195,
197)
Pronome
(pp.
185,
197)
Advérbio
(pp.
195)
Adjetivo
(pp.
195,
197)
Quantificador
(p.
195)
Nome
(p.
197)
Verbo
(p.
197)
Conjugar
verbos
regulares
e
irregulares
em
todos
os
tempos
e
modos.
(pp.
32-33,
35,
41)
(p.
83)
(pp.
119,
123)
(p.
189)
Utilizar
corretamente
o
pronome
pessoal
átono
(verbos
antecedidos
de
determinados
pronomes
e
advérbios).
Formas
dos
pronomes
pessoais
tónicos
(pp.
166-167)
Colocação
do
pronome
pessoal
átono
(pp.
166-167)
Colocação
do
pronome
pessoal
átono
(p.
183)
Empregar
corretamente
o
modo
conjuntivo
em
contextos
de
uso
obrigatório
em
frases
complexas.
(p.
133)
(p.
189)
Identificar
a
função
sintática
de
modificador
(de
nome
e
de
grupo
verbal).
(pp.
70-71,
75,
83)
Outras
funções:
–
complemento
direto
(p.
62)
–
complemento
oblíquo
(pp.
62,
75,
83)
–
complemento
agente
da
passiva
(p.
83)
(p.
123)
Outras
funções:
–
predicativo
do
sujeito
(p.
123)
–
sujeito
(p.
123),
–
complemento
indireto
(p.
123)
–
complemento
oblíquo
(p.
123),
–
complemento
direto
(p.
123)
(p.
165)
Outras
funções:
–
sujeito
(p.
165)
–
complemento
oblíquo
(p.
165)
Outras
funções:
–
complemento
oblíquo
(p.185,
189);
–
sujeito
(p.
185)
Aprendizagens
Essenciais
de
7.
o
ano
no
Manual
A
Par
e
Passo
36
Aprendizagens
Essenciais
7.
o
ano
-
Descritores
Unidade
1
Unidade
2.1
Unidade
2.2
Unidade
2.3
Unidade
3
Unidade
4
GRAMÁTICA
Classificar
orações
subordinadas:
adverbiais
finais,
condicionais;
substantivas
completivas
(selecionadas
por
verbo)
e
adjetivas
relativas
(restritiva
e
explicativa).
Orações
subordinadas
adverbiais
e
substantivas
completivas
(pp.
98-99)
Orações
coordenadas
(pp.
92-93,
97)
Orações
subordinadas
substantivas
completivas
(p.
113)
Orações
Subordinadas
Adverbiais
(pp.
119,
123)
Orações
subordinadas
adjetivas
relativas
(restritivas
e
explicativas
(pp.
160-161,
165)
Orações
subordinadas
adverbiais
(p.
149,
165)
Orações
coordenadas
(p.
155)
Orações
subordinadas
adverbiais
(p.
189)
Orações
subordinadas
completivas
(p.
189)
Orações
coordenadas
(p.
197)
Distinguir
os
processos
de
derivação
e
de
composição
na
formação
regular
de
palavras.
(pp.
76-77)
Derivação
e
composição
(p.
183)
Reconhecer
traços
da
variação
da
língua
portuguesa
de
natureza
geográfica.
Variação
geográfica
(pp.
103,
104,
105)
Explicar
sinais
de
pontuação
em
função
da
construção
da
frase.
(p.
98)
(p.
197)
Planificações*
• Anual
• de Unidade
Planos de Aula*
(versão de demonstração)
Planificações
Planos
de
Aula
* Disponível em formato editável em
Versão integral dos Planos de Aula,
em formato editável, disponível
a partir de julho de 2021 em
PASSO
Planificações
e Planos de Aula
Planificação Anual ............................................................ 39
Planificações de Unidade ................................................. 43
Planos de Aula (versão amostral) ..................................... 49
Disponível em formato editável em
Planificação Anual
Planificação
Anual
–
Projeto
A
Par
e
Passo
40
Escola:
____________________________________________________________________________________________________
Turma:
_________
Ano
letivo:
_________
1.
o
Período
Perfil
do
Aluno:
Educação
literária
Leitura
Escrita
Oralidade
Gramática
(consolidação)
Gramática
(nova)
AE
Aulas
previstas:
52
Apresentação
do
projeto
A
Par
e
Passo:
manual,
rubricas,
textos,
Caderno
de
Atividades,
Aula
Digital
Primeiros
Passos:
Atividades
formativas
e
de
revisão
Projeto
de
Leitura
(PL)
Unidade
0
8
aulas
TEXTO
NÃO
LITERÁRIO
Biografia
Publicidade
(comercial
e
não
comercial)
Artigo
de
opinião
Crítica
Resposta
a
questões
de
leitura
Texto
criativo
Manipulação
de
texto
Texto
de
opinião
Compreensão:
-
persuasão
-
visionamento
de
documento
audiovisual
-
tomada
de
notas
das
ideias-chave
Expressão:
-
opinião/pontos
de
vista
Classes
de
palavras
Modos
e
tempos
verbais
Verbo
-
subclasses
-
modos
e
tempos
verbais
-
paradigmas
flexionais
dos
verbos
regulares
da
1.
a
,
da
2.
a
e
da
3.
a
conjugação
-
verbos
irregulares
Advérbio
Pontuação
Unidade
1
14
aulas
NARRATIVA
DE
AUTOR
PORTUGUÊS
E
OUTROS
(Viagens
e
aventuras)
-
O
Cavaleiro
da
Dinamarca,
de
Sophia
de
Mello
Breyner
Andresen
-
Conto
popular
“A
Cara
de
Boi”
-
A
volta
ao
mundo
em
80
dias,
de
Júlio
Verne
(PNL/PL)
-
Género
literário
(texto
narrativo)
Crítica
Recursos
expressivos
Resposta
a
questões
de
leitura
Biografia
Texto
criativo
Texto
narrativo
Descrição
Expressão:
-
descrição
Compreensão:
-
narração
e
descrição
Funções
sintáticas
Modos
e
tempos
verbais
Classes
de
palavras
Funções
sintáticas
-
modificador
de
nome
(restritivo
e
apositivo)
-
modificador
de
grupo
verbal
Pontuação
Formação
de
palavras
-
derivação
-
composição
Preposição
e
locução
prepositiva
Unidade
2.1
19
aulas
Momentos
de
avaliação
oral
e
escrita
|
Domínios
de
Articulação
Curricular
|
Cidadania
e
Desenvolvimento
|
Projeto
de
Leitura
(PL)
11
aulas
Planificação
Anual
–
Projeto
A
Par
e
Passo
41
Escola:
____________________________________________________________________________________________________
Turma:
_________
Ano
letivo:
_________
2.
o
Período
Perfil
do
Aluno:
Educação
literária
Leitura
Escrita
Oralidade
Gramática
(consolidação)
Gramática
(nova)
AE
Aulas
previstas:
45
NARRATIVA
DE
AUTOR
PORTUGUÊS
E
OUTROS
(Heróis)
-
“Mestre
Finezas”,
de
Manuel
da
Fonseca
-
História
de
uma
gaivota
e
do
gato
que
a
ensinou
a
voar,
de
Luis
Sepúlveda
-
Sexta-feira
ou
a
vida
selvagem,
de
Michel
Tournier
(PNL/PL)
-
Género
literário
(texto
narrativo)
Artigo
de
opinião
Crítica
Recursos
expressivos
Resposta
a
questões
de
leitura
Comentário
Manipulação
de
textos
Texto
criativo
Texto
expositivo
Texto
de
opinião
Resumo
Descrição
Compreensão:
-
exposição
-
informação
Expressão:
-
opinião
Plural
dos
nomes
compostos
Classes
de
palavras
Funções
sintáticas
Tempos
e
modos
verbais
Coordenação:
-
conjunções
-
orações
coordenadas
Subordinação:
-
conjunções
-
orações
subordinadas
(adverbiais
e
substantivas)
Variação
geográfica
Oração
subordinada
adjetiva
relativa
(restritiva
e
explicativa)
Palavras
relativas
Pontuação
Colocação
do
pronome
pessoal
Unidade
2.2
19
aulas
TEXTO
DRAMÁTICO
-
Leandro,
Rei
da
Helíria,
de
Alice
Vieira
-
O
Bojador,
de
Sophia
de
Mello
Breyner
Andresen
(PNL)
-
Género
literário
(texto
dramático:
ato,
cena,
falas,
indicações
cénicas)
Artigo
de
opinião
Biografia
Recursos
expressivos
Unidade
3
13
aulas
Momentos
de
avaliação
oral
e
escrita
Domínios
de
Articulação
Curricular
Cidadania
e
Desenvolvimento
Projeto
de
Leitura
(PL)
13
aulas
Planificação
Anual
–
Projeto
A
Par
e
Passo
42
Escola:
____________________________________________________________________________________________________
Turma:
_________
Ano
letivo:
_________
3.
o
Período
Perfil
do
Aluno:
Educação
literária
Leitura
Escrita
Oralidade
Gramática
(consolidação)
Gramática
(nova)
AE
Aulas
previstas:
32
POESIA
(Palavras)
-
Florbela
Espanca,
“Ser
poeta”
-
Eugénio
de
Andrade,
“As
palavras”
(Sentimentos)
-
Eugénio
de
Andrade,
“Urgentemente”
-
António
Ramos
Rosa,
“Não
posso
adiar
o
amor
para
outro
século”
-
Florbela
Espanca,
“Amar!”
-
António
Gedeão,
“Lágrima
de
preta”
(Sonhos
e
segredos)
-
Sebastião
da
Gama,
“O
sonho”
-
Miguel
Torga,
“Segredo”
(Viagens)
-
David
Mourão-Ferreira,
“Maria
Lisboa”
-
Alexandre
O’Neill,
“Gaivota”
-
Manuel
da
Fonseca,
“O
vagabundo
do
mar”
–
Género
literário
(texto
poético:
estrofe,
rima,
esquema
rimático,
métrica
–
redondilha
menor
e
maior)
Publicidade
Recursos
expressivos
Resposta
a
questões
de
leitura
Manipulação
de
texto
Texto
de
opinião
Biografia
Texto
narrativo
Expressão:
-
pontos
de
vista
Expressão:
-
exposição
Compreensão:
-
expressão
de
sentimentos
Funções
sintáticas
Modos
e
tempos
verbais
Classes
de
palavras
Formação
de
palavras
Colocação
do
pronome
pessoal
átono
Modificador
do
grupo
verbal
Modificador
do
nome
(restritivo
e
apositivo)
Uso
do
conjuntivo
Orações
subordinadas
(adverbiais,
substantivas
e
adjetivas)
Pontuação
Unidade
4
13
aulas
Momentos
de
avaliação
oral
e
escrita
|
Domínios
de
Articulação
Curricular
|
Cidadania
e
Desenvolvimento
19
aulas
Planificações de Unidade
Planificação
de
Unidade
–
Projeto
A
Par
e
Passo
44
Unidade
1:
Texto
não
literário
–
Um
planeta
para
salvar
Tempo:
14
aulas
(não
inclui
os
momentos
de
avaliação)
Planificação
de
Unidade
–
Projeto
A
Par
e
Passo
45
Unidade
2.1:
Texto
Narrativo
–
Viagens
e
aventuras
•
O
Cavaleiro
da
Dinamarca
e
outros
textos
Tempo:
19
aulas
(não
inclui
os
momentos
de
avaliação)
Planificação
de
Unidade
–
Projeto
A
Par
e
Passo
46
Unidade
2.2:
Texto
narrativo
–
Heróis
•
“Mestre
Finezas”
e
outros
textos
Tempo:
19
aulas
(não
inclui
os
momentos
de
avaliação)
Planificação
de
Unidade
–
Projeto
A
Par
e
Passo
47
Unidade
3:
Texto
Dramático
–
Leandro,
Rei
da
Helíria
e
outros
textos
Tempo:
13
aulas
(não
inclui
os
momentos
de
avaliação)
Planificação
de
Unidade
–
Projeto
A
Par
e
Passo
48
Unidade
4:
Texto
Poético
–
Palavras,
Sentimentos,
Sonhos
e
Segredos,
Viagens
Tempo:
13
aulas
(não
inclui
os
momentos
de
avaliação)
Planos de Aula
Versão de demonstração (Unidades 0 e 1)
A versão integral dos Planos de Aula está disponível, para os Professores utilizadores
do projeto A Par e Passo, na plataforma .
Planos de Aula
50 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Planificações e Planos de Aula x ASA
Plano de aula n.o
1 e 2 100 min.
Sumário Perfil do aluno
Atividades de apresentação de conteúdos e análise da organização do manual
escolar.
APRENDIZAGENS ESSENCIAIS CONTEÚDOS/ATIVIDADES RECURSOS
ͻ Análise do índice e dos separadores
das diferentes unidades.
ͻ Consulta das páginas iniciais
relativas às Pistas para… escrever
bem e falar bem…
(pp. 12 e 13).
ͻ Contacto com a estrutura do
manual: unidades, fichas formativas
e Apêndice Gramatical, O que devo
saber, Verifico o que sei.
ͻ Conversa com os alunos sobre
conteúdos, avaliação, atividades
e outros.
Manual
TPC Obs.
Plano de aula n.o
3 e 4 100 min.
Unidade: 0 – Projeto de Leitura
Sumário Perfil do aluno
Análise das propostas para o Projeto de Leitura.
APRENDIZAGENS ESSENCIAIS CONTEÚDOS/ATIVIDADES RECURSOS
Leitura
ͻ Desenvolver um projeto de leitura
que integre objetivos pessoais do
leitor e comparação de diferentes
textos (obras escolhidas em contrato
de leitura com o(a) professor(a)).
ͻ Análise da proposta do documento
Guião (em quatro passos) para
o teu Projeto de Leitura.
ͻ Diálogo com os alunos sobre as
propostas de leitura, associando-as
a cada unidade do manual.
ͻ Leitura de alguns excertos dos livros
que suscitarem mais curiosidade.
ͻ Definição dos critérios de escolha
e orientação das leituras de acordo
com a planificação feita.
Manual, pp. 14 a 17
Dossiê do Professor (Projeto de Leitura,
p. 387)
TPC Obs.
Consultar as páginas relativas ao Projeto de Leitura e ler as sinopses dos livros
propostos.
No Dossiê do Professor estão
disponíveis propostas de projetos
que envolvem obras selecionadas
para o Projeto de Leitura em
articulação com o Perfil do Aluno
e com os Domínios de Articulação
Curricular.
Planos de Aula
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Planificações e Planos de Aula x ASA 51
Plano de aula n.o
5 e 6 100 min.
Unidade: 0 – Primeiros Passos
Sumário Perfil do aluno
Primeiros Passos: Oralidade.
APRENDIZAGENS ESSENCIAIS CONTEÚDOS/ATIVIDADES RECURSOS
AE: Oralidade
ͻ Comunicar informação essencial
e opiniões fundamentais.
ͻ Audição do programa radiofónico
Eu é que sei – o mundo visto pelas
crianças.
ͻ Preparação de uma atividade de
expressão oral.
ͻ Apresentação oral sobre o tema
“A minha opinião sobre os motivos
para ir à escola”.
Manual, p. 18
x Áudio: Eu é que sei – o mundo visto
pelas crianças
TPC Obs.
Plano de aula n.o
7 a 9 150 min.
Unidade: 0 – Primeiros Passos
Sumário Perfil do aluno
Primeiros Passos: Leitura, Educação Literária, Gramática e Escrita.
APRENDIZAGENS ESSENCIAIS CONTEÚDOS/ATIVIDADES RECURSOS
Leitura (6.
o
ano)
ͻExplicitar o sentido global de um texto.
ͻĂnjĞƌŝŶĨĞƌġŶĐŝĂƐ͕ũƵƐƚŝĨŝĐĂŶĚŽ-as.
ͻ/ĚĞŶƚŝĨŝĐĂƌƚĞŵĂ;ƐͿ͕ŝĚĞŝĂƐƉƌŝŶĐŝƉĂŝƐ
e pontos de vista.
ͻZĞĐŽŶŚĞĐĞƌĂĨŽƌŵĂĐŽŵŽŽtexto
está estruturado (partes e subpartes).
Escrita (6.
o
ano)
ͻWƌŽĚƵnjŝƌƚĞdžƚŽƐĚĞŽƉŝŶŝĆŽĐŽŵ
ũƵşnjŽƐĚĞǀĂůŽƌƐŽďƌĞƐŝƚƵĂĕƁĞƐ
vividas e sobre leituras feitas.
Educação Literária (6.
o
ano)
ͻŶĂůŝƐĂƌŽƐĞŶƚŝĚŽĐŽŶŽƚĂƚŝǀŽĚĞ
palavras e expressões.
ͻŶĂůŝƐĂƌŽŵŽĚŽĐŽŵŽŽƐƚĞŵĂƐ͕
ĂƐĞdžƉĞƌŝġŶĐŝĂƐĞŽƐǀĂůŽƌĞƐƐĆŽ
representados.
ͻdžƉůŝĐĂƌƌĞĐƵƌƐŽƐĞdžƉƌĞƐƐŝǀŽƐ
ƵƚŝůŝnjĂĚŽƐŶĂĐŽŶƐƚƌƵĕĆŽĚĞƚĞdžƚŽƐ
literários (anáfora e metáfora).
Gramática (6.
o
ano)
ͻ/ĚĞŶƚŝĨŝĐĂƌĂĐůĂƐƐĞĚĞƉĂůĂǀƌĂƐ͘
ͻ/ĚĞŶƚŝĨŝĐĂƌĨƵŶĕões sintáticas.
ͻůĂƐƐŝĨŝĐĂƌŽƌĂĕƁĞƐĐŽŽƌĚĞŶĂĚĂƐ
copulativas e adversativas e orações
subordinadas adverbiais temporais e
causais.
ͻ Leitura do texto “Porque é que eu
tenho de ir à escola?” e resolução
do questionário.
ͻ Produção de um pequeno texto de
opinião sobre o tema “Porque que
é que tenho de ir à escola?”
ͻ Leitura do texto “Como tudo
começou” e resolução do
questionário.
ͻ Resolução dos exercícios
gramaticais.
ͻ Conversa em torno da Expressão
Enigmática “Onde Judas perdeu
as botas”.
Manual, pp. 18 a 21
TPC Obs.
Planos de Aula
52 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Planificações e Planos de Aula x ASA
Plano de aula n.o
10 50 min.
Unidade: 1 – Texto não literário
Sumário Perfil do aluno
O mundo do jornalismo: vantagens de ler um jornal e textos típicos da
comunicação social.
APRENDIZAGENS ESSENCIAIS CONTEÚDOS/ATIVIDADES RECURSOS
Oralidade
ͻ Destacar o essencial de um texto
ĂƵĚŝŽǀŝƐƵĂů͕ƚĞŶĚŽĞŵĐŽŶƚĂŽ
objetivo da audição/ visionamento.
Leitura
ͻ Ler em suportes variados texto
de diferentes géneros jornalísticos.
ͻ Diálogo em torno das razões para
ler um jornal.
ͻ Visionamento do documento “Como
se faz um jornal”.
ͻ Identificação de uma nova razão
para ler jornal / revista.
ͻ Identificação das secções de uma
primeira página de jornal.
ͻ Géneros jornalísticos.
Manual, pp. 24 e 25
x Vídeo: ŽŵŽƐĞĨĂnjƵŵũŽƌŶĂů
TPC Obs.
Plano de aula n.o
11 e 12 100 min.
Unidade: 1 – Texto não literário
Sumário Perfil do aluno
A biografia – características do género.
Interpretação do texto “Stan Smith: o homem que também é um sapato”.
APRENDIZAGENS ESSENCIAIS CONTEÚDOS/ATIVIDADES RECURSOS
Leitura
ͻ Ler em suportes variados textos dos
géneros seguintes: biografia […].
Escrita
ͻ Elaborar textos que cumpram
objetivos explícitos: resposta
a questões de leitura.
ͻ Diálogo em torno das razões para
escrever uma biografia.
ͻ Leitura do texto “Stan Smith: o
homem que também é um sapato”.
ͻ Resolução do questionário em
trabalho de grupo.
ͻ Atividade ^ĞŐƵĞŽƐWĂƐƐŽƐ͕
orientada pelo professor.
ͻ Registo do Toma Nota no caderno
diário: as características da
biografia.
ͻ Diálogo centrado na Expressão
Enigmática “Pendurar as botas”.
Manual, pp. 26 e 27
Manual – Apêndice de Géneros –
p. 214 (Biografia)
x Vídeo: Como escrever uma
biografia
x Apresentação: Segue os Passos
TPC Obs.
Planos de Aula
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Planificações e Planos de Aula x ASA 53
Plano de aula n.o
13 e 14 100 min.
Unidade: 1 – Texto não literário
Sumário Perfil do aluno
Publicidade comercial: EDP – Geração Zero. Áreas de competência: linguagens e
textos; informação e comunicação;
bem-estar, saúde e ambiente.
APRENDIZAGENS ESSENCIAIS CONTEÚDOS/ATIVIDADES RECURSOS
Leitura
ͻ Ler em suportes variados textos
publicitários.
ͻ Explicitar o sentido global de um
texto.
ͻ ĂnjĞƌŝŶĨĞƌġŶĐŝĂƐĚĞǀŝĚĂŵĞŶƚĞ
justificadas.
ͻ /ĚĞŶƚŝĨŝĐĂƌŝĚĞŝĂƐƉƌŝŶĐŝƉĂŝƐ͕ pontos
de vista.
ͻ /ĚĞŶƚŝĨŝĐĂƌ͕ŶĂƐŵĞŶƐĂŐĞŶƐ
ƉƵďůŝĐŝƚĄƌŝĂƐ͕ĂŝŶƚĞŶĕĆŽƉĞƌƐƵĂƐŝǀĂ͕
os valores e modelos projetados.
Oralidade
ͻ Compreender textos orais
identificando assunto e intenção
ĐŽŵƵŶŝĐĂƚŝǀĂ;ƉĞƌƐƵĂĚŝƌͿ͕ĐŽŵďĂƐĞ
ĞŵŝŶĨĞƌġŶĐŝĂƐ͘
ͻ Destacar o essencial de um texto
ĂƵĚŝŽǀŝƐƵĂů͕ƚĞŶĚŽĞŵĐŽŶƚĂŽ
objetivo do visionamento.
Gramática
ͻ /ĚĞŶƚŝĨŝĐĂƌĂƐĐůĂƐƐĞƐĚĞƉĂůĂǀƌĂƐ.
ͻ Observação e análise da publicidade
comercial “EDP - Geração Zero”:
slogan, imagem, texto
argumentativo, persuasão.
ͻ Registo do Toma Nota no caderno
diário: característica da publicidade,
publicidade comercial.
ͻ Consulta da sistematização do
Apêndice de géneros.
ͻ Visionamento da publicidade “EDP –
Geração Zero” e interpretação de
aspetos multimodais.
ͻ Resolução de exercícios gramaticais
(revisão).
Manual, pp. 28 e 29
Manual – Apêndice de Géneros –
p. 217 (Publicidade)
x Vídeo: EDP – Geração Zero
x Animação: O que é um texto
publicitário?
Dossiê do Professor – Projetos do
domínio da Articulação Curricular,
p. 398
TPC Obs.
A temática da aula serve de
lançamento do projeto “Em torno
da sustentabilidade ecológica” (ver
Dossiê do Professor – Projetos do
domínio da Articulação Curricular,
p. 398)
Planos de Aula
54 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Planificações e Planos de Aula x ASA
Plano de aula n.o
15 e 16 100 min.
Unidade: 1 – Texto não literário
Sumário Perfil do aluno
Publicidade institucional: Campanha Ponto verde – “Transforme ideais em
gestos reais” e “Numa hora”.
Áreas de competência: linguagens e
textos; informação e comunicação;
bem-estar, saúde e ambiente.
APRENDIZAGENS ESSENCIAIS CONTEÚDOS/ATIVIDADES RECURSOS
Leitura
ͻLer em suportes variados textos
publicitários.
ͻ /ĚĞŶƚŝĨŝĐĂƌ͕ŶĂƐŵĞŶƐĂŐĞŶƐ
ƉƵďůŝĐŝƚĄƌŝĂƐ͕ĂŝŶƚĞŶĕĆŽƉĞƌƐƵĂƐŝǀĂ͕
os valores e modelos projetados.
Oralidade
ͻCompreender textos orais
identificando assunto e intenção
ĐŽŵƵŶŝĐĂƚŝǀĂ;ƉĞƌƐƵĂĚŝƌͿ͕ĐŽŵďĂƐĞ
ĞŵŝŶĨĞƌġŶĐŝĂƐ͘
ͻ Destacar o essencial de um texto
ĂƵĚŝŽǀŝƐƵĂů͕ƚĞŶĚŽĞŵĐŽŶƚĂŽ
objetivo do visionamento.
Escrita
ͻ Elaborar textos que cumpram
objetivos explícitos quanto ao
destinatário e à finalidade
(informativa ou argumentativa).
ͻ Observação de um cartaz de
publicidade institucional: slogan,
imagem, texto argumentativo.
ͻ Registo do Toma Nota no caderno
diário: as características da
publicidade institucional.
ͻ Visionamento e análise do anúncio
publicitário “Numa hora” – aspetos
multimodais.
ͻ Produção em grupo de uma
publicidade sobre um produto
original.
ͻ Diálogo centrado no Tira-dúvidas
“Hora ou ora?”
Manual, pp. 30 e 31
x Vídeo: Numa hora
Dossiê do Professor – Projetos do
domínio da Articulação Curricular,
p. 398
TPC Obs.
Projeto “Em torno da sustentabilidade
ecológica” (ver Dossiê do Professor,
p. 398)
Planos de Aula
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Planificações e Planos de Aula x ASA 55
Plano de aula n.o
17 50 min.
Unidade: 1 – Texto não literário
Sumário Perfil do aluno
Verbo: conjugações, flexão e subclasses.
APRENDIZAGENS ESSENCIAIS CONTEÚDOS/ATIVIDADES RECURSOS
Gramática
ͻConjugar verbos regulares e
irregulares em todos os tempos
e modos.
ͻ Revisão/sistematização dos
conteúdos:
– conjugações verbais;
– flexão verbal (verbos regulares
e irregulares);
– subclasses dos verbos.
ͻ Realização de exercícios de
aplicação.
ͻ Sistematização do modo conjuntivo.
Manual, pp. 32 e 33
Manual – Apêndice Gramatical –
pp. 232; 270-275 (verbos)
Caderno de Atividades, pp. 9-10
x Apresentação: ǀĞƌďŽƐ͕
ĐŽŶũƵŐĂĕƁĞƐ͕ĨůĞdžĆŽĞƐƵďĐůĂƐƐĞƐ
TPC Obs.
Exercícios do Caderno de Atividades, pp.9-10, do Apêndice Gramatical, p. 233,
e Quiz: Verbos regulares e irregulares.
Plano de aula n.o
18 50 min.
Unidade: 1 – Texto não literário
Sumário Perfil do aluno
O artigo de opinião: características e estrutura. Áreas de competência: linguagens
e textos; informação e comunicação;
bem-estar, saúde e ambiente
APRENDIZAGENS ESSENCIAIS CONTEÚDOS/ATIVIDADES RECURSOS
Leitura
ͻ Ler em suportes variados textos dos
géneros jornalísticos de opinião
(artigo de opinião).
ͻ ĂnjĞƌŝŶĨĞƌġŶĐŝĂƐĚĞǀŝĚĂŵĞŶƚĞ
justificadas.
ͻ /ĚĞŶƚŝĨŝĐĂƌƚĞŵĂƐ͕ŝĚĞŝĂƐƉƌŝŶĐŝƉĂŝƐ͕
ƉŽŶƚŽƐĚĞǀŝƐƚĂ͕ĐĂƵƐĂƐ͕ĞĨĞŝƚŽƐ͕
ĨĂĐƚŽƐ͕ŽƉŝŶŝƁĞƐ.
Gramática
ͻ Conjugar verbos regulares e
irregulares em todos os tempos
e modos.
ͻ /ĚĞŶƚŝĨŝĐĂƌĂƐĐůĂƐƐĞƐĚĞƉĂůĂǀƌĂƐ͘
ͻ Leitura do texto “O verbo
é substituir”.
ͻ Resolução, em grupo,
do questionário.
ͻ Registo do Toma Nota no caderno
diário: as características do artigo
de opinião.
ͻ Revisão gramatical: subclasse
de palavras; flexão verbal.
ͻ Discussão em torno das Expressões
Enigmáticas “Hora H” e “Dia D”.
Manual, pp. 34 e 35
Manual – Apêndice de Géneros –
p. 212 (Texto de opinião)
x Vídeo: Como escrever um texto
de opinião?
x Vídeo: Como expressar pontos de
vista e opiniões?
Dossiê do Professor – Projetos do
domínio da Articulação Curricular,
p. 398
TPC Obs.
Teste interativo: Verbos: conjugações, flexão e subclasses.
Projeto “Em torno da sustentabilidade
ecológica” (ver Dossiê do Professor,
p. 398)
Planos de Aula
56 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Planificações e Planos de Aula x ASA
Plano de aula n.o
19 e 20 100 min.
Unidade: 1 – Texto não literário
Sumário Perfil do aluno
Preparação da atividade de expressão oral. Áreas de competência: linguagens
e textos; informação e comunicação;
bem-estar, saúde e ambiente
APRENDIZAGENS ESSENCIAIS CONTEÚDOS/ATIVIDADES RECURSOS
Oralidade
ͻ Planificar textos orais tendo em
conta os destinatários e os objetivos
de comunicação.
ͻ hƐĂƌĂƉĂůĂǀƌĂĐŽŵĨůƵġŶĐŝĂ͕
correção e naturalidade em
ƐŝƚƵĂĕƁĞƐĚĞŝŶƚĞƌǀĞŶĕĆŽĨŽƌŵĂů͕
para expressar pontos de vista e
opiniões.
ͻ Avaliar o seu próprio discurso a
partir de critérios previamente
acordados com o professor.
ͻ Visionamento do vídeo com
discurso de Greta Thunberg.
ͻ Identificação dos aspetos essenciais
a reter.
ͻ Visionamento da curta-metragem
Aquametragem (opcional).
ͻ Planificação da apresentação oral
com consulta de Pistas… para
escrever bem e falar bem… e do
vídeo “Como expressar pontos de
vista e opiniões”.
ͻ Apresentação do texto de opinião
oral.
ͻ Avaliação dos textos.
Manual, p. 36
Manual, p. 13 (Pistas para bem falar)
x Vídeo: Discurso de Greta Thunberg
x Vídeo: ƋƵĂŵĞƚƌĂŐĞŵ͕ĚĞDĂƌŝĂ
Lobo
x Vídeo: Como expressar pontos de
vista e opiniões
Dossiê do Professor – Projetos do
domínio da Articulação Curricular,
p. 398
TPC Obs.
A apresentação dos textos orais
poderá decorrer noutra altura,
de forma a permitir espaço de
preparação do texto pelo aluno.
Projeto “Em torno da sustentabilidade
ecológica” (ver Dossiê do Professor,
p. 398)
Planos de Aula
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Planificações e Planos de Aula x ASA 57
Plano de aula n.o
21 50 min.
Unidade: 1 – Texto não literário
Sumário Perfil do aluno
O texto de opinião: atividade de escrita. Áreas de competência: linguagens
e textos; informação e comunicação;
bem-estar, saúde e ambiente
APRENDIZAGENS ESSENCIAIS CONTEÚDOS/ATIVIDADES RECURSOS
Escrita
ͻ Elaborar textos que cumpram
objetivos explícitos quanto ao
destinatário e à finalidade
(argumentativa) no âmbito
de géneros como: opinião.
ͻ WůĂŶŝĨŝĐĂƌĂĞƐĐƌŝƚĂĚĞƚĞdžƚŽƐ͕
assegurando a distribuição
de informação por parágrafos.
ͻ KƌĚĞŶĂƌĞŚŝĞƌĂƌƋƵŝnjĂƌĂ
ŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽ͕ƚĞŶĚŽĞŵǀŝƐƚĂ
ĂĐŽŶƚŝŶƵŝĚĂĚĞĚĞƐĞŶƚŝĚŽ͕
ĂƉƌŽŐƌĞƐƐĆŽƚĞŵĄƚŝĐĂĞĂĐŽĞƌġŶĐŝĂ
global do texto.
ͻ Escrever com propriedade vocabular
e com respeito pelas regras
de ortografia e de pontuação.
ͻ Avaliar a correção do texto escrito.
ͻ Planificação do texto (em grande
grupo) com recurso à visualização
do vídeo – Opinião –, como forma
de sistematização e consulta do
Apêndice de Géneros – Texto
de opinião.
ͻ Textualização individual.
ͻ Hetero e autocorreção.
ͻ Aperfeiçoamento do texto.
Manual, p. 37
Manual – Pistas para… escrever bem –
p. 13
Manual – Apêndice de Géneros –
p. 212 (Texto de opinião)
x Vídeo: Texto de opinião
Dossiê do Professor – Projetos do
domínio da Articulação Curricular,
p. 398
TPC Obs.
Projeto “Em torno da sustentabilidade
ecológica” (ver Dossiê do Professor,
p. 398)
Plano de aula n.o
22 50 min.
Unidade: 1 – Texto não literário
Sumário Perfil do aluno
Advérbio e locução adverbial.
APRENDIZAGENS ESSENCIAIS CONTEÚDOS/ATIVIDADES RECURSOS
Gramática
ͻ /ĚĞŶƚŝĨŝĐĂƌĂĐůĂƐƐĞĚĞƉĂůĂǀƌĂƐ͗
ĚĞƚĞƌŵŝŶĂŶƚĞƌĞůĂƚŝǀŽ͕ƉƌŽŶŽŵĞ
ƌĞůĂƚŝǀŽ͕ĂĚǀĠƌďŝŽƌĞůĂƚŝǀŽ.
ͻ Revisão/sistematização dos
conteúdos:
– advérbio (valores e funções);
– locução adverbial.
ͻ Realização de exercícios
de aplicação.
Manual, pp. 38 e 39
Manual – Apêndice Gramatical, p. 234
x Apresentação: Advérbio e locução
adverbial
TPC Obs.
Exercícios do Caderno de Atividades (pp. 11-12) e do Apêndice Gramatical
(p. 235)
Quiz: Advérbio
Planos de Aula
58 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Planificações e Planos de Aula x ASA
Plano de aula n.o
23 50 min.
Unidade: 1 – Texto não literário
Sumário Perfil do aluno
A crítica: características e estrutura.
APRENDIZAGENS ESSENCIAIS CONTEÚDOS/ATIVIDADES RECURSOS
Leitura
ͻ Ler em suportes variados textos dos
géneros seguintes: textos de
géneros jornalísticos de opinião
(crítica).
ͻ Leitura do texto “Homem-aranha:
longe de casa”.
ͻ Resolução, em grupo,
do questionário.
ͻ Consulta da sistematização
do apêndice de géneros.
ͻ Visualização do vídeo de
sistematização – Crítica.
ͻ Registo do Toma Nota no caderno
diário: as características da crítica
ͻ Revisão gramatical: advérbio; flexão
verbal.
Manual, pp. 40 e 41
Manual – Apêndice de Géneros –
p. 216 (Crítica)
x Animação: O que é uma crítica?
TPC Obs.
Ler as pp. 42-43 “O que devo saber...”
Plano de aula n.o
24 e 25 100 min.
Unidade: 1 – Texto não literário
Sumário Perfil do aluno
Projeto de turma.
APRENDIZAGENS ESSENCIAIS CONTEÚDOS/ATIVIDADES RECURSOS
ͻ Exploração das sugestões presentes
em Para ir mais além…
ͻ Outros documentos
Manual, pp. 42 e 43
Dossiê do Professor – Projetos do
domínio da Articulação Curricular,
p. 398
TPC Obs.
Realização da Ficha Formativa (pp. 46-47) Dossiê do Professor: Projeto “Em
torno da sustentabilidade ecológica”,
p. 398
Ensino
Digit@l
Ensino Digit@l
• Ensino Digit@l(por Carlos Pinheiro)
• Roteiro
• Guia de Recursos Multimédia
PASSO
Ensino Digit@l
Ensino Digit@l (por Carlos Pinheiro) ................................ 61
Roteiro Aula Digit@l ......................................................... 73
Guia de Recursos Multimédia
do Manual A Par e Passo .................................................. 87
61
Projeto A Par e PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^
Ensino Digit@l (por Carlos Pinheiro)
Projeto A Par e PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^
62
Ensino digital | Carlos Pinheiro
A crise pandémica obrigou as escolas a transfor-
ŵĂƌĞŵĂƐƐƵĂƐƉƌĄƟĐĂƐ͕ĂĚĂƉƚĂŶĚŽͲĂƐĂƵŵĐŽŶƚĞdžƚŽ
ĚĞĞŶƐŝŶŽĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĂĚŝƐƚąŶĐŝĂ͕ŶƵŵĂŵďŝĞŶƚĞ
totalmente virtual e mediado por tecnologias que a
ŵĂŝŽƌŝĂĚŽƐĚŽĐĞŶƚĞƐĞĂůƵŶŽƐŶĆŽĚŽŵŝŶĂǀĂ͕ŵĂƐĚĞ
que muito rapidamente se apropriaram.
KƌĞŐƌĞƐƐŽĂŽĞŶƐŝŶŽƉƌĞƐĞŶĐŝĂů͕ŶŽŝŶşĐŝŽĚŽĂŶŽ
ůĞƟǀŽ ϮϬϮϬͲϮϭ͕ƐĞ ƉŽƌ Ƶŵ ůĂĚŽ ĮĐŽƵ ŵĂƌĐĂĚŽ ƉĞůĂ
eventual necessidade de recorrer de novo a mode-
ůŽƐĚĞĞŶƐŝŶŽĂĚŝƐƚąŶĐŝĂŽƵŵŝƐƚŽ͕ƚŽƌŶŽƵ
ƚĂŵďĠŵ ĞǀŝĚĞŶƚĞ ƋƵĞ͕ ŵĞƐŵŽ ƉƌĞƐĞŶ-
ĐŝĂůŵĞŶƚĞ͕ĠƉŽƐƐşǀĞůŵŽďŝůŝnjĂƌƌĞĐƵƌƐŽƐĞ
plataformas digitais para a construção de
novos cenários de ensino e de aprendiza-
ŐĞŵ͕ŶƵŵŵŽĚĞůŽĚĞĞŶƐŝŶŽŚşďƌŝĚŽ͘
K ĐŽŶĐĞŝƚŽ ĚĞ ĞŶƐŝŶŽ ŚşďƌŝĚŽ͕ ŽƵ
blended learning, resulta da combinação
da aprendizagem presencial com ambien-
tes online͕ ƉƌŽŵŽǀĞŶĚŽ ƵŵĂ ĚŝĨĞƌĞŶĐŝĂ-
ĕĆŽĚŽƐƚĞŵƉŽƐ͕ĚŽƐůƵŐĂƌĞƐ͕ĚŽƐŵŽĚŽƐĞ
ĚŽƐƌŝƚŵŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ƉĂƌĂƋƵĞŽƐ
ĂůƵŶŽƐĂƉƌĞŶĚĂŵŵĂŝƐĞŵĞůŚŽƌ͘
As sugestões que aqui apresentamos
ǀŝƐĂŵ͕ ĂƐƐŝŵ͕ ŶĆŽ Ɛſ ĂƵdžŝůŝĂƌ ŽƐ ĚŽĐĞŶ-
tes na eventual transição para modelos
ĚĞΛŽƵŵŝƐƚŽƐ͕ŵĂƐƚĂŵďĠŵƉŽƚĞŶĐŝĂƌĂŝŶŽǀĂ-
ĕĆŽƐƵƐƚĞŶƚĂĚĂĞĂŇĞdžŝďŝůŝĚĂĚĞŶŽŵŽĚĞůŽƉƌĞƐĞŶĐŝĂů͕
ƟƌĂŶĚŽƉĂƌƟĚŽĚŽƵƐŽĚĂƐƚĞĐŶŽůŽŐŝĂƐĚŝŐŝƚĂŝƐƉĂƌĂ
ĂŵĞůŚŽƌŝĂĚŽƉƌŽĐĞƐƐŽĚĞĞŶƐŝŶŽĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕
aliando com sucesso as vantagens da sala de aula
İƐŝĐĂĂŽƐďĞŶĞİĐŝŽƐĚĂĞĚƵĐĂĕĆŽĚŝŐŝƚĂů͘
WůĂŶŝĮĐĂƌ
KƋƵĞƐĆŽĂŵďŝĞŶƚĞƐŚşďƌŝĚŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ
ĞƋƵĂŝƐĂƐƐƵĂƐǀĂŶƚĂŐĞŶƐ͍
KƐ ĂŵďŝĞŶƚĞƐ ŚşďƌŝĚŽƐ ĚĞ ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ ŵƵŝ-
ƚĂƐǀĞnjĞƐĚĞƐŝŐŶĂĚŽƐƉĞůĂĞdžƉƌĞƐƐĆŽŝŶŐůĞƐĂblended
learning͕ ƐĆŽ Ƶŵ ŵŽĚĞůŽ ŇĞdžşǀĞů ƋƵĞ ĐŽŵďŝŶĂ
ĂŵďŝĞŶƚĞƐ İƐŝĐŽƐ Ğ ǀŝƌƚƵĂŝƐ ĚĞ ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ ŶŽ
ĚĞƐĞŶǀŽůǀŝŵĞŶƚŽĚĞƉƌŽũĞƚŽƐŽƵĚĞŽƵƚƌĂƐĂƟǀŝĚĂĚĞƐ
ĚĞĞŶƐŝŶŽͲĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ƐĞŵŚĂǀĞƌŶĞĐĞƐƐŝĚĂĚĞĚĞ
ƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞƐ Ğ ĂůƵŶŽƐ ƉĂƌƟůŚĂƌĞŵ Ž ŵĞƐŵŽ ĞƐƉĂĕŽ
İƐŝĐŽĞŽƐŵĞƐŵŽƐƚĞŵƉŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͘dƌĂƚĂͲƐĞ
ĚĞƵŵŵŽĚĞůŽƋƵĞĞdžŝŐĞƵŵĂĐƵŝĚĂĚŽƐĂƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽ
ƉĞĚĂŐſŐŝĐĂƐŽďƌĞĐŽŵŽĞƋƵĂŶĚŽƵƐĂƌŽƐĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐ
ĂŵďŝĞŶƚĞƐ͕İƐŝĐŽƐĞĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ƉĂƌĂĂƟǀŝĚĂĚĞƐƉƌĞƐĞŶ-
ĐŝĂŝƐ ŽƵ Ă ĚŝƐƚąŶĐŝĂ͕ ƚƌĂďĂůŚŽ ĂƵƚſŶŽŵŽ ŽƵ ĐŽůĂďŽ-
ƌĂƟǀŽ͕ŝŶƚĞƌĂĕĆŽƐŽĐŝĂůĞĂƉůŝĐĂĕĆŽƉƌĄƟĐĂ͕ƚĞŶĚŽĞŵ
ǀŝƐƚĂƉƌŽƉŽƌĐŝŽŶĂƌĂŽƐĂůƵŶŽƐĐŽŶƚĞdžƚŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂ-
ŐĞŵŵĂŝƐƌŝĐŽƐ͕ĚŝǀĞƌƐŝĮĐĂĚŽƐĞĂĚĂƉƚĂĚŽƐĂŽƐƌŝƚŵŽƐ
ĞĐĂƌĂĐƚĞƌşƐƟĐĂƐĚĞĐĂĚĂĂƉƌĞŶĚĞŶƚĞ͘
ZĞůĂƟǀĂŵĞŶƚĞ ă ƐƵĂ ĞƐƚƌƵƚƵƌĂ͕ ŽƐ ĂŵďŝĞŶƚĞƐ
ŚşďƌŝĚŽƐ ĐŽŵƉƌĞĞŶĚĞŵ ƵŵĂ ĐŽŵƉŽŶĞŶƚĞ ŚƵŵĂŶĂ
;ƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞƐ Ğ ĂůƵŶŽƐ͕ ĞǀĞŶƚƵĂůŵĞŶƚĞ ĞƐƉĞĐŝĂůŝƐƚĂƐ
ĐŽŶǀŝĚĂĚŽƐĞĞŶĐĂƌƌĞŐĂĚŽƐĚĞĞĚƵĐĂĕĆŽͿ͕
ĐŽŶƚĞƷĚŽƐƉĞĚĂŐſŐŝĐŽƐ;ƌĞĐƵƌƐŽƐ͕ŽƐƚƌĂ-
ĚŝĐŝŽŶĂŝƐ͕ŵĂƐĞƐƉĞĐŝĂůŵĞŶƚĞŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐͿ͕
ƵŵĂŵďŝĞŶƚĞĨşƐŝĐŽ;ĂƐĂůĂĚĞĂƵůĂͿĞĚŝŐŝ-
ƚĂů;ĂƐƉůĂƚĂĨŽƌŵĂƐƚĞĐŶŽůſŐŝĐĂƐͿĞĂƐŝŶƚĞ-
rações entre eles.
 ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ ŚşďƌŝĚĂ ĂƉƌĞƐĞŶƚĂ
inúmeras vantagens.WŽƌƵŵůĂĚŽ͕ĂƐƐĞŶƚĂ
ŶĂŝĚĞŝĂĚĞƋƵĞŽƐĂůƵŶŽƐĚĞŝdžĂŵĚĞƐĞƌ
ƌĞĐĞƚŽƌĞƐƉĂƐƐŝǀŽƐĚĞĐŽŶŚĞĐŝŵĞŶƚŽĞĚĞ
que o professor já não é a única fonte de
informação. Combinar o ensino presencial
ŶĂĞƐĐŽůĂĐŽŵĂƟǀŝĚĂĚĞƐƌĞĂůŝnjĂĚĂƐăĚŝƐ-
ƚąŶĐŝĂ͕ĞŵĂŵďŝĞŶƚĞƐonline͕ƉůĂŶŝĮĐĂĚĂƐ
ĞĂƉŽŝĂĚĂƐƉĞůŽƐƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞƐ͕ĚĞƐĞŶǀŽůǀĞ
ĂĐĂƉĂĐŝĚĂĚĞĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĂƵƚſŶŽŵĂ
ĞĂƵƚŽƌƌĞŐƵůĂĚĂ͕ƉŽƚĞŶĐŝĂĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĂŽůŽŶŐŽ
da vida e oferece instrumentos que facilitam a per-
sonalização e a diferenciação. Ao usar ambientes e
recursos online͕ĞƐƚĄͲƐĞƐŝŵƵůƚĂŶĞĂŵĞŶƚĞĂĂƉŽŝĂƌŽ
desenvolvimento das competências digitais dos alu-
ŶŽƐ͕ĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐŝŶĚŝƐƉĞŶƐĄǀĞŝƐƉĂƌĂŽĞdžĞƌĐşĐŝŽĚĞ
ƵŵĂĐŝĚĂĚĂŶŝĂƉůĞŶĂ͕ĂƟǀĂĞĐƌŝĂƟǀĂŶĂƐŽĐŝĞĚĂĚĞĚĂ
ŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽĞĚŽĐŽŶŚĞĐŝŵĞŶƚŽĞŵƋƵĞĞƐƚĂŵŽƐŝŶƐĞ-
ridos.
ƐĂƟǀŝĚĂĚĞƐůĞƟǀĂƐƉƌĞƐĞŶĐŝĂŝƐƐĆŽŝŶĚŝƐƉĞŶƐĄǀĞŝƐ
para o desenvolvimento das competências sociais dos
ĂůƵŶŽƐ͕ƉĂƌĂŽďĞŵͲĞƐƚĂƌƉĞƐƐŽĂů͕ƉĂƌĂŽƐĞŶƟĚŽĚĞ
ƉĞƌƚĞŶĕĂăĐŽŵƵŶŝĚĂĚĞĞƉĂƌĂĂƌĞůĂĕĆŽƉĞĚĂŐſŐŝĐĂ
ƉƌŽĨĞƐƐŽƌͬĂůƵŶŽ͕ ƚĆŽ ŝŵƉŽƌƚĂŶƚĞ ƉĂƌĂ Ž ƐƵĐĞƐƐŽ ĚĂ
aprendizagem no caso de crianças e jovens. A abor-
dagem ŚşďƌŝĚĂ, sem prescindir dessa componente
ĨƵŶĚĂŵĞŶƚĂů ĚĞ ŝŶƚĞƌĂĕĆŽ ƉĞĚĂŐſŐŝĐĂ Ğŵ ƐĂůĂ ĚĞ
aula, permite ao professor propor novas soluções de
ĞŶƐŝŶŽĞĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ŚĂďŝƚƵĂůŵĞŶƚĞďĂƐĞĂĚĂƐ
ŶŽƵƐŽĚĞƚĞĐŶŽůŽŐŝĂƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ĐŽŵƉƌŽĐĞƐƐŽƐŵĂŝƐ
ĐĞŶƚƌĂĚŽƐŶŽĂůƵŶŽ͕ŶŽĚĞƐĞŶǀŽůǀŝŵĞŶƚŽĚĞĐŽŵƉĞ-
ƚġŶĐŝĂƐƚƌĂŶƐǀĞƌƐĂŝƐĞŶĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵƉŽƌƉƌŽũĞƚŽƐ͕
O conceito de ensino
ŚşďƌŝĚŽƌĞƐƵůƚĂĚĂ
combinação da
aprendizagem presencial
com ambientes online͕
promovendo uma
diferenciação dos
ƚĞŵƉŽƐ͕ĚŽƐůƵŐĂƌĞƐ͕
dos modos e dos ritmos
ĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ƉĂƌĂ
que os alunos aprendam
ŵĂŝƐĞŵĞůŚŽƌ͘
63
Projeto A Par e PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^
ƋƵĞǀĂůŽƌŝnjĞŵŽƉĞŶƐĂŵĞŶƚŽĐƌşƟĐŽĞĐƌŝĂƟǀŽ͕ŽƚƌĂ-
ďĂůŚŽ ĐŽůĂďŽƌĂƟǀŽ Ğ ĂƐ ĐĂƉĂĐŝĚĂĚĞƐ ĚĞ ĐŽŵƵŶŝĐĂ-
ĕĆŽ͘EĞƐƚĞƐĞŶƟĚŽ͕ĠƵŵĂĂďŽƌĚĂŐĞŵƋƵĞƉŽĚĞƐĞƌ
ŝŵƉůĞŵĞŶƚĂĚĂĚĞĨŽƌŵĂĞĮĐĂnjƚĂŶƚŽŶŽĞŶƐŝŶŽďĄƐŝĐŽ
ĐŽŵŽŶŽƐĞĐƵŶĚĄƌŝŽ͕ĚĞƐĚĞƋƵĞŶĂĐŽŵƵŶŝĚĂĚĞĞƐĐŽ-
ůĂƌŚĂũĂƵŵĂĐŽŵƉƌĞĞŶƐĆŽĐůĂƌĂĚĂƐƐƵĂƐǀĂŶƚĂŐĞŶƐ
e seja precedida de organização e planeamento. Na
ŽƉŝŶŝĆŽ ĚĞ DŽƌĞŝƌĂ͕ :͘ ͕͘ Θ ,ŽƌƚĂ͕ϭ
uma das gran-
ĚĞƐǀĂŶƚĂŐĞŶƐĚĞƐƚĞŵŽĚĞůŽĠĂƐƵĂŇĞdžŝďŝůŝĚĂĚĞͨŶĂ
ĨŽƌŵĂĐŽŵŽƐĞŐĞƌĞŽƚĞŵƉŽ͕ĐŽŵŽŽƐĐŽŶƚĞƷĚŽƐƐĆŽ
ŵŝŶŝƐƚƌĂĚŽƐ͕ĐŽŵŽŽƐĂůƵŶŽƐŝŶƚĞƌĂŐĞŵĐŽŵŽƐƌĞĐƵƌ-
ƐŽƐ͕ĐŽŵŽƐƐĞƵƐƉĂƌĞƐĞĐŽŵŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌ͘ŶƋƵĂŶƚŽ
no ambiente online ĞİƐŝĐŽ͕ŽĨŽƌŵĂƚŽĠĞƐĐŽůŚŝĚŽĞ
ƵƐĂĚŽ Ğŵ ĞdžĐůƵƐŝǀŝĚĂĚĞ Ğ͕ ƉŽƌƚĂŶƚŽ͕ ƐĞŵ ŽƐ ďĞŶĞ-
İĐŝŽƐĚŽŽƵƚƌŽ͕Žblended learning pode oferecer o
ŵĞůŚŽƌ ĚĞ ĂŵďĂƐ ĂƐ ƌĞĂůŝĚĂĚĞƐ͕ Ž ŵĞůŚŽƌ ĚĞƐƐĞƐ
ŵƵŶĚŽƐ͕ŶƵŵĂĞdžƉĞƌŝġŶĐŝĂŝŶƚĞŐƌĂĚĂĞƷŶŝĐĂͩ͘
YƵĞƉůĂƚĂĨŽƌŵĂƐĚĞǀŽƉƌŝǀŝůĞŐŝĂƌ͍
ĞƐĐŽůŚĂĚĂƉůĂƚĂĨŽƌŵĂĚĞƐƵƉŽƌƚĞĂŽƐĂŵďŝĞŶƚĞƐ
ŚşďƌŝĚŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĠƵŵĂĚĂƐĚĞĐŝƐƁĞƐŵĂŝƐ
ŝŵƉŽƌƚĂŶƚĞƐŶŽƉƌŽĐĞƐƐŽĚĞƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽ͘KƐŵŽĚĞůŽƐ
mais comuns são os sistemas de gestão de aprendiza-
gem (LMS – Learning Management Systems) ou siste-
mas de gestão de conteúdos de aprendizagem (LCMS
ʹĞĂƌŶŝŶŐŽŶƚĞŶƚDĂŶĂŐĞŵĞŶƚ^LJƐƚĞŵƐͿ͕ƉŽĚĞŶĚŽ
ƚĂŵďĠŵƵƐĂƌͲƐĞŽƵƚƌŽƟƉŽĚĞĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐĚĞĐŽůĂ-
ďŽƌĂĕĆŽĞĚŝƐĐƵƐƐĆŽ͕ĐŽŵďŝŶĂĚĂƐĐŽŵĞůĞŵĞŶƚŽƐĚĞ
ƐƵƉŽƌƚĞ͕ŽƌŝĞŶƚĂĕĆŽĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ͘ŵĂŝŽƌŝĂĚĂƐƉůĂƚĂ-
ĨŽƌŵĂƐŵĂŝƐƵƐĂĚĂƐ;DŽŽĚůĞ͕'ŽŽŐůĞůĂƐƐƌŽŽŵŽƵ
DŝĐƌŽƐŽŌdĞĂŵƐͿĚŝƐƉŽŶŝďŝůŝnjĂŽĞƐƐĞŶĐŝĂůĚĂƐĂƟǀŝĚĂ-
des relacionadas com a gestão do processo de ensino
Ğ ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ Ğŵ ĂŵďŝĞŶƚĞƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ ŶŽŵĞĂĚĂ-
ŵĞŶƚĞ ĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐ ĚĞ ĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽ͕ ĚĞ ŐĞƐƚĆŽ ĚĞ
ĐŽŶƚĞƷĚŽƐĞĂƟǀŝĚĂĚĞƐĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ͘
K ŝĚĞĂů ƐĞƌĄ ƋƵĞ Ă ƉƌſƉƌŝĂ ĞƐĐŽůĂ ĐŽŶƚƌĂƚƵĂůŝnjĞ͕
ŽƌŐĂŶŝnjĞ Ğ ĚŝƐƉŽŶŝďŝůŝnjĞ ă ĐŽŵƵŶŝĚĂĚĞ ĞƐĐŽůĂƌ ƵŵĂ
plataforma adequada ao modelo de ensino que pre-
ƚĞŶĚĞĂĚŽƚĂƌ͕ĞƋƵĞĞƐƐĂƉůĂƚĂĨŽƌŵĂƐĞũĂƵƐĂĚĂƉŽƌ
ƚŽĚŽƐŽƐƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞƐ͘/ƐƐŽ͕ĐŽŶƚƵĚŽ͕ŶĆŽƐŝŐŶŝĨŝĐĂƋƵĞ
ĂůƵŶŽƐĞĚŽĐĞŶƚĞƐĮƋƵĞŵůŝŵŝƚĂĚŽƐĂŽƐƌĞĐƵƌƐŽƐŽĨĞ-
ƌĞĐŝĚŽƐ ƉŽƌ ĞƐƐĂ ƉůĂƚĂĨŽƌŵĂ͕ ƐĞŶĚŽ ƉĞůŽ ĐŽŶƚƌĄƌŝŽ
ϭ
DŽƌĞŝƌĂ͕:͕͘͘Θ,ŽƌƚĂ͕D͘:͘;ϮϬϮϬͿ͘ĚƵĐĂĕĆŽĞĂŵďŝĞŶƚĞƐ
ŚşďƌŝĚŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͘hŵƉƌŽĐĞƐƐŽĚĞŝŶŽǀĂĕĆŽƐƵƐƚĞŶ-
tada. Revista UFG͕20;ϮϲͿ͘Online͘ŝƐƉŽŶşǀĞůĞŵŚƩƉƐ͗ͬͬĚŽŝ͘
ŽƌŐͬϭϬ͘ϱϮϭϲͬƌĞǀƵĨŐ͘ǀϮϬ͘ϲϲϬϮϳ͘ŽŶƐƵůƚĂĚŽĞŵϮϵͲϭϭͲϮϬϮϬ
ĚĞƐĞũĄǀĞůƋƵĞƐĞĚŝǀĞƌƐŝĮƋƵĞĂƵƟůŝnjĂĕĆŽĚĞĐŽŶƚĞƷ-
ĚŽƐĞĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ƐĞƉŽƐƐşǀĞůŝŶƚĞŐƌĂŶĚŽͲŽƐ
ŶĂ ƉƌſƉƌŝĂ ƉůĂƚĂĨŽƌŵĂ͕ Ğ ƐĂůǀĂŐƵĂƌĚĂŶĚŽ͕ ŶĂƚƵƌĂů-
ŵĞŶƚĞ͕ĂƐƋƵĞƐƚƁĞƐĚĞƉƌŝǀĂĐŝĚĂĚĞĞƐĞŐƵƌĂŶĕĂĚŽƐ
ĂůƵŶŽƐ͕ ŶŽ ƌĞƐƉĞŝƚŽ ƉĞůŽ ĚŝƐƉŽƐƚŽ ŶŽ ZĞŐƵůĂŵĞŶƚŽ
'ĞƌĂůƐŽďƌĞĂWƌŽƚĞĕĆŽĚĞĂĚŽƐ͘
Para a implementação de um modelo de ensino
ŚşďƌŝĚŽďĂƐĞĂĚŽĞŵƚĞĐŶŽůŽŐŝĂƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ƐĞƌĄĞƐƐĞŶ-
ĐŝĂůƋƵĞĂƉůĂƚĂĨŽƌŵĂ͕ĚŽƉŽŶƚŽĚĞǀŝƐƚĂĚŽĚŽĐĞŶƚĞ͕
ƉĞƌŵŝƚĂ͕ĚĞĨŽƌŵĂĨĄĐŝů͕ŝŶĐŽƌƉŽƌĂƌĞŐĞƌŝƌĂƟǀŝĚĂĚĞƐ
de comunicação de um para um e de um para mui-
ƚŽƐ͕ĚĞĨŽƌŵĂƐşŶĐƌŽŶĂĞĂƐƐşŶĐƌŽŶĂ͕ĂĚŝƐƚƌŝďƵŝĕĆŽĞ
ŵŽŶŝƚŽƌŝnjĂĕĆŽĚĞĂƟǀŝĚĂĚĞƐĞƚĂƌĞĨĂƐ͕ĂĂǀĂůŝĂĕĆŽĚĂƐ
aprendizagens e formas rápidas de feedback.
ŽƉŽŶƚŽĚĞǀŝƐƚĂĚŽƐĂƉƌĞŶĚĞŶƚĞƐ͕ĂƐƉůĂƚĂĨŽƌŵĂƐ
ĚĞǀĞƌĆŽ ĨĂǀŽƌĞĐĞƌ Ă ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ ĂƵƚŽƌƌĞŐƵůĂĚĂ͕
ƉĞƌŵŝƟŶĚŽƋƵĞŽƐĂůƵŶŽƐŽƌŐĂŶŝnjĞŵ͕ƉƌŽĐĞƐƐĞŵ͕ĂŶĂ-
ůŝƐĞŵĞŝŶƚĞƌƉƌĞƚĞŵŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽ͕ƋƵĞƉůĂŶĞŝĞŵ͕ŵŽŶŝ-
ƚŽƌŝnjĞŵĞƌĞŇŝƚĂŵƐŽďƌĞĂƐƵĂƉƌſƉƌŝĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕
ƋƵĞĨŽƌŶĞĕĂŵĞǀŝĚġŶĐŝĂƐĚŽƉƌŽŐƌĞƐƐŽ͕ƋƵĞƉĂƌƟůŚĞŵ
ŝĚĞŝĂƐĞĞŶĐŽŶƚƌĞŵƐŽůƵĕƁĞƐĐƌŝĂƟǀĂƐ͘ĞǀĞƌĆŽĂŝŶĚĂ
ŽĨĞƌĞĐĞƌ Ă ŽƉŽƌƚƵŶŝĚĂĚĞ ĚĞ ƚƌĂďĂůŚĂƌ ĐŽůĂďŽƌĂƟǀĂ-
ŵĞŶƚĞ͕ĚĞĂƉƌĞƐĞŶƚĂƌͬĞŶǀŝĂƌŽƚƌĂďĂůŚŽĂŽĚŽĐĞŶƚĞĞ
de receber rápido feedback. É ainda importante que
as plataformas contemplem procedimentos de auten-
ƟĐĂĕĆŽƋƵĞĐŽŵƉƌŽǀĞŵĂŝĚĞŶƟĚĂĚĞĚŽƐĂůƵŶŽƐ͕ĚĞ
ĨŽƌŵĂĂĞǀŝƚĂƌͲƐĞĂĞdžŝƐƚġŶĐŝĂĚĞĚƷǀŝĚĂƐƐŽďƌĞĂĂƵƚŽ-
ƌŝĂĚĂƐĂƟǀŝĚĂĚĞƐƌĞĂůŝnjĂĚĂƐ͘
YƵĞŵŽĚĞůŽƐĚĞƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽĞdžŝƐƚĞŵĞĐŽŵŽ
ƉůĂŶŝĮĐĂƌ͍
A escola deverá dispor de um Plano de Ação para
ŽĞƐĞŶǀŽůǀŝŵĞŶƚŽŝŐŝƚĂů;WͿ͕ŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽĨƵŶ-
damental para o desenvolvimento digital da escola.
ƐƚĞ W ŝŵƉůŝĐĂ Ă ŝĚĞŶƟĮĐĂĕĆŽ ĚĂƐ ŝŶĨƌĂĞƐƚƌƵ-
ƚƵƌĂƐ͕ ĐŽŶĞĐƟǀŝĚĂĚĞ Ğ ĞƋƵŝƉĂŵĞŶƚŽ ĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ Ƶŵ
ƉůĂŶĞĂŵĞŶƚŽĞ ĚĞƐĞŶǀŽůǀŝŵĞŶƚŽĞĮĐĂnjĞƐ ĚĂĐĂƉĂ-
ĐŝĚĂĚĞ ĚŝŐŝƚĂů͕ ŝŶĐůƵŝŶĚŽ ĐĂƉĂĐŝĚĂĚĞƐ ŽƌŐĂŶŝnjĂƟǀĂƐ
ĂƚƵĂůŝnjĂĚĂƐ͕ĂŝĚĞŶƟĮĐĂĕĆŽĚŽŶşǀĞůĚĞƉƌŽĮĐŝġŶĐŝĂ
digital e formas de capacitação dos professores e
o acesso a conteúdos de aprendizagem de elevada
qualidade e a plataformas seguras que respeitem
ĂƉƌŝǀĂĐŝĚĂĚĞĞĂƐŶŽƌŵĂƐĠƟĐĂƐ͘ĞƐĞũĂǀĞůŵĞŶƚĞ͕
esse plano deverá também incluir a referência a
ŵŽĚĞůŽƐĚĞƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽ͘
ƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽĚĞŵŽĚĞůŽƐŚşďƌŝĚŽƐĚĞĞĚƵĐĂĕĆŽ
ĚĞǀĞƌĄĚĂƌƉƌĞĨĞƌġŶĐŝĂĂĂƟǀŝĚĂĚĞƐƋƵĞĨĂǀŽƌĞĕĂŵŽ
Projeto A Par e PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^
64
Ensino digital | Carlos Pinheiro
desenvolvimento de competências trans-
versais e interdisciplinares de forma inte-
ŐƌĂĚĂĞĂƌƟĐƵůĂĚĂ͕ŝŶĐůƵŝŶĚŽĂĚƵĐĂĕĆŽ
ƉĂƌĂ Ă ŝĚĂĚĂŶŝĂ͕ ƉĞůŽ ƋƵĞ ĚĞƐĞũĂǀĞů-
ŵĞŶƚĞƌĞĂůŝnjĂƌͲƐĞͲĄŶŽĐŽŶƚĞdžƚŽĚŽŽŶƐĞ-
ůŚŽĚĞdƵƌŵĂ͕ĞŵĂƌƟĐƵůĂĕĆŽĐŽŵŽWůĂŶŽ
ĚĞdƌĂďĂůŚŽĚĞdƵƌŵĂĞĂŶƚĞƐĚŽŝŶşĐŝŽĚĂƐ
ĂƟǀŝĚĂĚĞƐ ůĞƟǀĂƐ͘ K ƚƌĂďĂůŚŽ ĐŽůĂďŽƌĂ-
ƟǀŽĚŽƐĚŽĐĞŶƚĞƐƐĞƌĄŝŵƉŽƌƚĂŶƚĞŶĆŽƐſ
ŶĞƐƚĂĨĂƐĞĚĞƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽ͕ĐŽŵŽĂŽůŽŶŐŽ
de todo o processo.
^ƵŐĞƌĞͲƐĞ ƵŵĂ ĚŝǀĞƌƐŝĮĐĂĕĆŽ ĚĂƐ
ŵŽĚĂůŝĚĂĚĞƐ ĚĞ ƚƌĂďĂůŚŽ͕ ƉƌŝǀŝůĞŐŝĂŶĚŽ͕
ĐŽŶƚƵĚŽ͕ ĂƐ ŵŽĚĂůŝĚĂĚĞƐ ĚĞ ƚƌĂďĂůŚŽ
ĐŽůĂďŽƌĂƟǀŽ͕ĞŵƉĂƌĞƐŽƵĞŵŐƌƵƉŽƐŵĂŝƐĂůĂƌŐĂĚŽƐ͕
usandoastecnologiasdigitaisparapromoveroenvolvi-
ŵĞŶƚŽĂƟǀŽĞĐƌŝĂƟǀŽĚŽƐĂůƵŶŽƐŶĂĐŽŶƐƚƌƵĕĆŽĚŽƐĞƵ
ƉƌſƉƌŝŽ ĐŽŶŚĞĐŝŵĞŶƚŽ͘ ƐƚƌĂƚĠŐŝĂƐ ƉĞĚĂŐſŐŝĐĂƐ ƋƵĞ
ĨŽŵĞŶƚĞŵĂƐĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂƐƚƌĂŶƐǀĞƌƐĂŝƐĚŽƐĂůƵŶŽƐ͕Ă
ƌĞŇĞdžĆŽĞĂĞdžƉƌĞƐƐĆŽĐƌŝĂƟǀĂ͕ĚĞĨŽƌŵĂƚƌĂŶƐĚŝƐĐŝƉůŝ-
ŶĂƌ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ŶŽąŵďŝƚŽĚĞƵŵϮ
Ϳ͕ĐŽŶĚƵnjĞŵ
ŚĂďŝƚƵĂůŵĞŶƚĞăƌĞĂůŝnjĂĕĆŽĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŶƐŵĂŝƐƐŝŐ-
ŶŝĮĐĂƟǀĂƐ͘ďƌŝƌĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĂƉƌŽďůĞŵĄƟĐĂƐĚĂ
ǀŝĚĂĂƚƵĂů͕ĞŶǀŽůǀĞŶĚŽŽƐĂůƵŶŽƐĞŵĂƟǀŝĚĂĚĞƐƉƌĄƟ-
ĐĂƐ͕ŶĂŝŶǀĞƐƟŐĂĕĆŽĐŝĞŶơĮĐĂŽƵŶĂƌĞƐŽůƵĕĆŽĚĞƉƌŽ-
ďůĞŵĂƐĐŽŶĐƌĞƚŽƐ͕ƋƵĞƐĞƚƌĂĚƵnjĂŵ͕ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ŶĂ
ƌĞĂůŝnjĂĕĆŽĚĞƚĂƌĞĨĂƐƋƵĞƉĞƌŵŝƚĂŵĂŽƐĂůƵŶŽƐĞdžƉƌĞƐ-
ƐĂƌͲƐĞĂƚƌĂǀĠƐĚĞŵĞŝŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ŵŽĚŝĮĐĂŶĚŽĞĐƌŝĂŶĚŽ
ĐŽŶƚĞƷĚŽĚŝŐŝƚĂů;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ǀşĚĞŽƐ͕ĄƵĚŝŽƐ͕ĨŽƚŽƐ͕
ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕƁĞƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ ďůŽŐƵĞƐ͕ ƉĄŐŝŶĂƐ web͕ wikis͕
ĞͲƉŽƌƚĞĨſůŝŽƐ͕ĚŝĄƌŝŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͘͘͘ͿƐĞƌĄ
ƵŵĨĂƚŽƌĚĞŵŽƟǀĂĕĆŽĂĚŝĐŝŽŶĂůĞĐŽŵƌĞƐƵůƚĂĚŽƐƐĞŵ-
ƉƌĞƐƵƌƉƌĞĞŶĚĞŶƚĞƐ͘ĨƵŶĚĂŵĞŶƚĂů͕ŶĞƐƚĞƐĐĂƐŽƐ͕ƚƌĂ-
ďĂůŚĂƌŽƚĞŵĂĚŽƐĚŝƌĞŝƚŽƐĚĞĂƵƚŽƌĞĚĂƐůŝĐĞŶĕĂƐƋƵĞ
ƐĞĂƉůŝĐĂŵĂŽƐĐŽŶƚĞƷĚŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ďĞŵĐŽŵŽĂĨŽƌŵĂ
ĚĞƌĞĨĞƌĞŶĐŝĂƌĨŽŶƚĞƐĞĂƚƌŝďƵŝƌůŝĐĞŶĕĂƐ͕ĞĐĂƉĂĐŝƚĂƌŽƐ
alunos para gerir riscos e usar tecnologias digitais de
forma segura e responsável.
^ĞƌĄƚĂŵďĠŵŝŵƉŽƌƚĂŶƚĞƋƵĞĂƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽĐŽŶƐŝ-
dere oportunidades de aprendizagem personalizada
ŶŽąŵďŝƚŽĚĂĚŝĨĞƌĞŶĐŝĂĕĆŽƉĞĚĂŐſŐŝĐĂ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕
Ϯ
KƐʹĚŽŵşŶŝŽƐĚĞĂƵƚŽŶŽŵŝĂĐƵƌƌŝĐƵůĂƌʹĐŽŶƐƟƚƵĞŵ
ƵŵĂŽƉĕĆŽĐƵƌƌŝĐƵůĂƌĚĞƚƌĂďĂůŚŽŝŶƚĞƌĚŝƐĐŝƉůŝŶĂƌĞŽƵĂƌƟĐƵůĂ-
ção curricular,ĐƵũĂƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽĚĞǀĞŝĚĞŶƟĮĐĂƌĂƐĚŝƐĐŝƉůŝŶĂƐ
envolvidas e a forma de organização. (Decreto-Lei n.o
ϱϱͬϮϬϭϴ
ʹƌƟŐŽϵ͘o
)
dar a diferentes alunos diferentes tarefas
digitais para atender a necessidades indi-
ǀŝĚƵĂŝƐ ĚĞ ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ ƉƌĞĨĞƌġŶĐŝĂƐ Ğ
ŝŶƚĞƌĞƐƐĞƐͿ Ğ ƚĞƌ Ğŵ ůŝŶŚĂ ĚĞ ĐŽŶƚĂ ƋƵĞ͕
Ğŵ ƉĂƌƟĐƵůĂƌ ŶĂƐ ĂƟǀŝĚĂĚĞƐ ƌĞĂůŝnjĂĚĂƐ Ă
ĚŝƐƚąŶĐŝĂ͕ƉŽĚĞƌĆŽƐƵƌŐŝƌĚŝĮĐƵůĚĂĚĞƐƉƌĄ-
ƟĐĂƐ ŽƵ ƚĠĐŶŝĐĂƐ ;ƉŽƌ ĞdžĞŵƉůŽ͕ ĂĐĞƐƐŽ Ă
ĚŝƐƉŽƐŝƟǀŽƐĞƌĞĐƵƌƐŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐŽƵĨĂůƚĂĚĞ
ĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐͿ͕ ĚĞǀĞŶĚŽ ƉŽƌ ŝƐƐŽ
prever-se formas de apoio para os alunos
que necessitem.
džŝƐƚĞŵǀĄƌŝŽƐŵŽĚĞůŽƐĚĞƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽ
ĚĞĂŵďŝĞŶƚĞƐŚşďƌŝĚŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕
como o dos cenários de aprendizagem da
ƵƌŽƉĞĂŶ ^ĐŚŽŽůŶĞƚ3
(ŚƩƉƐ͗ͬͬĨĐů͘ĞƵŶ͘ŽƌŐͬƚŽŽůƐĞƚϯ)
ou os do ůĂLJƚŽŶŚƌŝƐƚĞŶƐĞŶ/ŶƐƟƚƵƚĞ4
. Seja qual for
Ž ŵŽĚĞůŽ ĂĚŽƚĂĚŽ͕ Ă ƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽ ĚĞǀĞƌĄ ƉƌĞǀĞƌ ĂƐ
ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŶƐ Ă ƌĞĂůŝnjĂƌ Ğ Ă ƐƵĂ ĐĂůĞŶĚĂƌŝnjĂĕĆŽ͕ ŽƐ
ƌĞĐƵƌƐŽƐŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽƐ͕ĂĚĞƐĐƌŝĕĆŽĐůĂƌĂĚĂƐƚĂƌĞĨĂƐĞ
ĚĂĨŽƌŵĂĐŽŵŽŽƐƌĞĐƵƌƐŽƐŝƌĆŽƐĞƌƵƐĂĚŽƐ͕ĂĂǀĂůŝĂ-
ção e o papel dos alunos e do(s) professor(es) em cada
ƵŵĂĚĂƐĞƚĂƉĂƐ͘DĂŝƐăĨƌĞŶƚĞ͕ŵŽƐƚƌĂƌĞŵŽƐĐŽŵŽĂ
ĐŽŶĐĞĕĆŽ ĚĞ ĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞƐ ƐĞ ĐŽŶĐƌĞƟnjĂ ŵĞĚŝĂŶƚĞ Ă
aplicação destes modelos.
^ĞůĞĐŝŽŶĂƌĞĐƌŝĂƌƌĞĐƵƌƐŽƐĞĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞƐ
KƋƵĞƐĆŽďŽŶƐƌĞĐƵƌƐŽƐƉĂƌĂĞĚƵĐĂĕĆŽĚŝŐŝƚĂů
ĞŽŶĚĞĞŶĐŽŶƚƌĄͲůŽƐ͍
 ĞƐƐĞŶĐŝĂů ƋƵĞ Ž ĚŽĐĞŶƚĞ ĚŝƐƉŽŶŚĂ ĚĂƐ
ĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂƐŶĞĐĞƐƐĄƌŝĂƐƉĂƌĂƵƐĂƌ͕ĐƌŝĂƌ͕ƉĂƌƟůŚĂƌ
ĞƉůĂŶŝĮĐĂƌĂƵƟůŝnjĂĕĆŽĚĞƌĞĐƵƌƐŽƐĞĚƵĐĂƟǀŽƐĚŝŐŝ-
ƚĂŝƐ ĚĞ ĨŽƌŵĂ ĞĨĞƟǀĂ Ğ ƌĞƐƉŽŶƐĄǀĞů͘ ŵ ĂŵďŝĞŶƚĞƐ
online͕ŽƐƌĞĐƵƌƐŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐƐĆŽĂƉƌŝŶĐŝƉĂůĨŽƌŵĂĚĞ
ĐŽŶƚĂĐƚŽĚŽƐĂůƵŶŽƐĐŽŵŽƐĐŽŶƚĞƷĚŽƐĐƵƌƌŝĐƵůĂƌĞƐ͕
pelo que uma cuidadosa seleção é fundamental para
o sucesso da aprendizagem esperada.EĂƚƵƌĂůŵĞŶƚĞ͕
a avaliação e seleção de recursos deverá estar sempre
ŽƌŝĞŶƚĂĚĂƉĂƌĂŽŽďũĞƟǀŽĞƐƉĞĐşĮĐŽĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ
ĞƚĞƌĞŵĐŽŶƚĂŽĐŽŶƚĞdžƚŽ͕ĂĂďŽƌĚĂŐĞŵƉĞĚĂŐſŐŝĐĂĞ
ŽŶşǀĞůĚĞĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂĚŽƐĂůƵŶŽƐ͘
3
sĞƌĞdžĞŵƉůŽƐĞŵƉŽƌƚƵŐƵġƐĞŵŚƩƉƐ͗ͬͬĨĐů͘ĞƵŶ͘ŽƌŐͬƉƚͺWdͬ
ƚŽŽůϯƉϭ
4
 ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĐŚƌŝƐƚĞŶƐĞŶŝŶƐƟƚƵƚĞ͘ŽƌŐͬǁƉͲĐŽŶƚĞŶƚͬƵƉůŽĂĚƐͬ
ϮϬϭϯͬϬϰͬůĂƐƐŝĨLJŝŶŐͲͲϭϮͲďůĞŶĚĞĚͲůĞĂƌŶŝŶŐ͘ƉĚĨ
ƐƚƌĂƚĠŐŝĂƐƉĞĚĂŐſŐŝĐĂƐ
que fomentem
as competências
transversais dos
ĂůƵŶŽƐ͕ĂƌĞŇĞdžĆŽĞĂ
ĞdžƉƌĞƐƐĆŽĐƌŝĂƟǀĂ͕ĚĞ
forma transdisciplinar
conduzem
ŚĂďŝƚƵĂůŵĞŶƚĞ
ăƌĞĂůŝnjĂĕĆŽĚĞ
aprendizagens mais
ƐŝŐŶŝĮĐĂƟǀĂƐ͘
65
Projeto A Par e PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^
No Quadro Europeu de Competência Digital para
Educadores – DigCompEduϱ
͕ĂĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂĚŽƐƉƌŽ-
fessores para avaliar recursos é destacada em dife-
ƌĞŶƚĞƐŶşǀĞŝƐĚĞĐŽŵƉůĞdžŝĚĂĚĞ͗ĂǀĂůŝĂƌĂƋƵĂůŝĚĂĚĞĚĞ
recursos digitais – em termos gerais e com base em
ĐƌŝƚĠƌŝŽƐďĄƐŝĐŽƐ͕ĐŽŵŽƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ůŽĐĂůĚĞƉƵďůŝ-
ĐĂĕĆŽ͕ ĂƵƚŽƌŝĂ͕ ĐŽŵĞŶƚĄƌŝŽƐ ĚĞ ŽƵƚƌŽƐ ƵƟůŝnjĂĚŽƌĞƐ͘
ƵŵŶşǀĞůŝŶƚĞƌŵĠĚŝŽ͕ŵĂƐĚĞŵĂŝŽƌĞdžŝŐġŶĐŝĂ͕ƉĞĚĞͲ
ͲƐĞĂŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌƋƵĞƐĞũĂĐĂƉĂnjĚĞĂǀĂůŝĂƌĂĮĂďŝůŝĚĂĚĞ
de recursos digitais e a sua adequação para o grupo
ĚĞĂƉƌĞŶĚĞŶƚĞƐĞŽďũĞƟǀŽĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĞƐƉĞĐş-
ĮĐŽ͘ŝŶĂůŵĞŶƚĞĂƵŵŶşǀĞůŵĂŝƐĞůĞǀĂĚŽĚĞĞdžŝŐġŶĐŝĂ
ƉĞĚĞͲƐĞĂŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌƉĂƌĂĂǀĂůŝĂƌĂĮĂďŝůŝĚĂĚĞĞĂĚĞ-
quação do conteúdo com base numa combinação de
ĐƌŝƚĠƌŝŽƐ͕ǀĞƌŝĮĐĂŶĚŽƚĂŵďĠŵĂƐƵĂƉƌĞĐŝƐĆŽĞŶĞƵ-
tralidade.
A Internet oferece um manancial imensurável
ĚĞ ƌĞĐƵƌƐŽƐ ĞĚƵĐĂƟǀŽƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ ĚĞƐĚĞ ĨŽƚŽŐƌĂĮĂƐ͕
ĚŽĐƵŵĞŶƚĂĕĆŽ ĞƐĐƌŝƚĂ ƐŽď Ă ĨŽƌŵĂ ĚĞ ƚĞdžƚŽƐ͕ ƋƵĞ
ƉŽĚĞŵƐĞƌĐŽŵďŝŶĂĚŽƐĐŽŵŐƌĄĮĐŽƐ͕ŇƵdžŽŐƌĂŵĂƐ͕
ĚŝĂŐƌĂŵĂƐ͕ ƚĂďĞůĂƐ͕ ďĂƐĞƐ ĚĞ ĚĂĚŽƐ͕ ŚŝƐƚſƌŝĂƐ ĚŝŐŝ-
ƚĂŝƐ͕ ĂŶŝŵĂĕƁĞƐ͕ ǀşĚĞŽƐ͕ ŽďũĞƚŽƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐ ƚƌŝĚŝŵĞŶ-
ƐŝŽŶĂŝƐ Ğ ƌĞƉƌĞƐĞŶƚĂĕƁĞƐ ĞƐƉĂĐŝĂŝƐ͕ ƌĞƉƌĞƐĞŶƚĂĕƁĞƐ
ĚĞ ƌĞĂůŝĚĂĚĞ ǀŝƌƚƵĂů ŽƵ ĂƵŵĞŶƚĂĚĂ͕ ƐŝŵƵůĂĕƁĞƐ͕
ŵĂŶƵĂŝƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ ũŽŐŽƐ͕ ĂŵďŝĞŶƚĞƐ ǀŝƌƚƵĂŝƐ͕ ƌĞĐƵƌ-
ƐŽƐĞĚƵĐĂƟǀŽƐĂďĞƌƚŽƐ͕ebooks͕ǀŝĚĞŽũŽŐŽƐƐĠƌŝŽƐŽƵ
ĐŽŵĞƌĐŝĂŝƐĐŽŵĮŶĂůŝĚĂĚĞƐĞĚƵĐĂƟǀĂƐ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕
DŝŶĞĐƌĂŌͿ͕ƌĞƉŽƐŝƚſƌŝŽƐĚĞƌĞĐƵƌƐŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐĞŽƵƚƌĂƐ
plataformas de conteúdos e recursos. Em Portugal
ƚĞŵŽƐ ĞdžĐĞůĞŶƚĞƐ ƉůĂƚĂĨŽƌŵĂƐ ĚĞ ƌĞĐƵƌƐŽƐ ůŝǀƌĞƐ͕
ĐŽŵŽ Ă ĂƐĂ ĚĂƐ ŝġŶĐŝĂƐ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĐĂƐĂĚĂƐ-
ĐŝĞŶĐŝĂƐ͘ŽƌŐͿ͕ĂZdWŶƐŝŶĂ;ŚƩƉƐ͗ͬͬĞŶƐŝŶĂ͘ƌƚƉ͘ƉƚͿ͕Ž
Portal Pordata (ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ƉŽƌĚĂƚĂ͘ƉƚͿŽƵĂŚĂŶ
Academy (ŚƩƉƐ͗ͬͬƉƚͲƉƚ͘ŬŚĂŶĂĐĂĚĞŵLJ͘ŽƌŐͿ͕ Ğ ƐŽůƵ-
ĕƁĞƐĐŽŵĞƌĐŝĂƐĚĞŵƵŝƚŽďŽĂƋƵĂůŝĚĂĚĞ͕ĚĞƋƵĞƐĆŽ
ĞdžĞŵƉůŽĂƐƉůĂƚĂĨŽƌŵĂƐĚĂƐĞĚŝƚŽƌĂƐĞƐĐŽůĂƌĞƐ͕ĐŽŵŽ
a Aula Digital da Leya (ŚƩƉƐ͗ͬͬĂƵůĂĚŝŐŝƚĂů͘ůĞLJĂ͘ĐŽŵ).
^ĞŶĚŽƉƌŽĚƵnjŝĚŽƐƉŽƌĞƋƵŝƉĂƐĚĞƉƌŽĮƐƐŝŽŶĂŝƐƋƵĞ
ĂƐƐĞŐƵƌĂŵŽƌŝŐŽƌ͕ĂĚŝǀĞƌƐŝĚĂĚĞĞĂĐŽŶƐŝƐƚġŶĐŝĂĚŽƐ
ƌĞĐƵƌƐŽƐ͕ŽƐĐŽŶƚĞƷĚŽƐĚĂƵůĂŝŐŝƚĂů oferecem um
ŐƌĂƵĚĞĐŽŶĮĂŶĕĂĞǀĂůŽƌĂĐƌĞƐĐŝĚŽƐƌĞůĂƟǀĂŵĞŶƚĞ
ĂŽƐ ƌĞĐƵƌƐŽƐ ůŝǀƌĞƐ ĚĂ /ŶƚĞƌŶĞƚ͕ Ğ ĞƐƚĆŽ ĂůŝŶŚĂĚŽƐ
ĐŽŵŽĐƵƌƌşĐƵůŽĞŽƌŝĞŶƚĂĚŽƐƉĂƌĂŽďũĞƟǀŽƐĞƐƚƌŝƚĂ-
ŵĞŶƚĞƉĞĚĂŐſŐŝĐŽƐ͘ƵůĂŝŐŝƚĂůĨŽƌŶĞĐĞƚĂŵďĠŵ
ƐƵƉŽƌƚĞĞŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽƐĚĞĂƉŽŝŽăĞdžƉůŽƌĂĕĆŽĚŽƐ
ϱ
ŚƩƉ͗ͬͬĂƌĞĂ͘ĚŐĞ͘ŵĞĐ͘ƉƚͬĚŽǁŶůŽĂĚͬŝŐŽŵƉĚƵͺϮϬϭϴ͘ƉĚĨ
ƉƌſƉƌŝŽƐƌĞĐƵƌƐŽƐ͕ĨĂĐŝůŝƚĂŶĚŽƐŽďƌĞŵĂŶĞŝƌĂŽƚƌĂďĂ-
ůŚŽĚŽĚŽĐĞŶƚĞ͘
Mas como selecionar os recursos mais adequados
no meio de tanta diversidade?
 dϲ
͕ ƵŵĂ ĂŐġŶĐŝĂ ŐŽǀĞƌŶĂŵĞŶƚĂů ďƌŝƚąŶŝĐĂ
ƉĂƌĂĂƐƚĞĐŶŽůŽŐŝĂƐŶĂĞĚƵĐĂĕĆŽ͕ŝĚĞŶƟĮĐĂƵŵĐŽŶ-
ũƵŶƚŽĚĞƉƌŝŶĐşƉŝŽƐĚĞƋƵĂůŝĚĂĚĞĚŽƐƌĞĐƵƌƐŽƐĞĚƵĐĂ-
ƟǀŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͗
ͻŽƌĞĐƵƌƐŽĨĂǀŽƌĞĐĞĂŝŶĐůƵƐĆŽĞŽĂĐĞƐƐŽ͖
ͻ
ŽƌĞĐƵƌƐŽĠĚĞƐĂĮĂŶƚĞĞŵŽƟǀĂĚŽƌĞƉŽƚĞŶĐŝĂŽ
ĞŶǀŽůǀŝŵĞŶƚŽĚŽƐĂůƵŶŽƐŶĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͖
ͻ
ŽƌĞĐƵƌƐŽƚĞŵƉŽƚĞŶĐŝĂůƉĂƌĂƵŵĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ
ĞĨĞƟǀĂĞĞĮĐĂnj͖
ͻ
ŽƌĞĐƵƌƐŽƉƌŽƉŝĐŝĂƵŵĂĂǀĂůŝĂĕĆŽĨŽƌŵĂƟǀĂĞŽƌŝĞŶ-
ƚĂĚĂƉĂƌĂĂƉŽŝĂƌŽƉƌŽŐƌĞƐƐŽŶĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͖
ͻ
ŽƌĞĐƵƌƐŽĨĂǀŽƌĞĐĞƵŵĂƌŝŐŽƌŽƐĂĂǀĂůŝĂĕĆŽƐƵŵĂ-
ƟǀĂ͖
ͻ
Ž ƌĞĐƵƌƐŽ Ġ ŝŶŽǀĂĚŽƌ Ğ ƉƌŽƉŝĐŝĂ ĂďŽƌĚĂŐĞŶƐ
ƉĞĚĂŐſŐŝĐĂƐŝŶŽǀĂĚŽƌĂƐ͖
ͻ
ŽƌĞĐƵƌƐŽĠĨĄĐŝůĚĞƵƐĂƌƉĞůŽƐĂůƵŶŽƐ͖
ͻ
ŽƌĞĐƵƌƐŽƚĞŵƵŵĂĞůĞǀĂĚĂĐŽŶǀĞƌŐġŶĐŝĂĐƵƌƌŝ-
cular.
ǀŝĚĞŶƚĞŵĞŶƚĞ͕ĞƐƚĞƉƌŽĐĞƐƐŽĞdžŝŐĞƚĞŵƉŽĞĞdžƉĞ-
ƌŝġŶĐŝĂ͕ƉĞůŽƋƵĞƚĂŵďĠŵĂƋƵŝŽƚƌĂďĂůŚŽĐŽůĂďŽƌĂƟǀŽ
ĚĞĚŽĐĞŶƚĞƐĠĨƵŶĚĂŵĞŶƚĂů͕ĞĞdžŝƐƚĞŵĐŽŵƵŶŝĚĂĚĞƐ
onlineŵƵŝƚŽĂƟǀĂƐ͕ŽŶĚĞŵŝůŚĂƌĞƐĚĞƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞƐƉĂƌ-
ƟůŚĂŵ ĂƐ ƐƵĂƐ ĞdžƉĞƌŝġŶĐŝĂƐ ĚĞ ƐƵĐĞƐƐŽ Ğŵ ĂŵďŝĞŶ-
tes digitais e esclarecem as dúvidas mais comuns. Em
ĞŶƐŝŶŽ ŚşďƌŝĚŽ͕ ĚĞǀĞŵŽƐ ƉƌŝǀŝůĞŐŝĂƌ Ă ĚŝǀĞƌƐŝĚĂĚĞ ĚĞ
ƌĞĐƵƌƐŽƐ͕ƟƌĂŶĚŽƉĂƌƟĚŽĚŽŵƵůƟŵĠĚŝĂƋƵĞŽƐĂŵďŝĞŶ-
ƚĞƐĚŝŐŝƚĂŝƐŽĨĞƌĞĐĞŵ͕Ğ͕ƐŽďƌĞƚƵĚŽ͕ĞǀŝƚĂƌĂƚĞŶƚĂĕĆŽ
de usar apenas os mesmos materiais usados nas aulas
presenciais (o que funciona bem em regime presencial
ŶĆŽƐĞƌĄŶĞĐĞƐƐĂƌŝĂŵĞŶƚĞĞĮĐĂnjƋƵĂŶĚŽŽĂůƵŶŽŶĆŽ
está na presença do professor). Deve-se também veri-
ĮĐĂƌƐĞŽƐƌĞĐƵƌƐŽƐƵƐĂŵƵŵĂůŝŶŐƵĂŐĞŵĐůĂƌĂĞŽďũĞ-
ƟǀĂĞƋƵĞƐĞũĂĞŶƚĞŶĚŝĚĂƉĞůŽƐĂůƵŶŽƐŶƵŵĂƵƟůŝnjĂĕĆŽ
ĂƵƚſŶŽŵĂ͕͘ĮŶĂůŵĞŶƚĞ͕ƉŽŶĚĞƌĂƌƉŽƐƐşǀĞŝƐƌĞƐƚƌŝĕƁĞƐ
ƉĂƌĂ Ă ƵƟůŝnjĂĕĆŽ ŽƵ ƌĞƵƟůŝnjĂĕĆŽ ĚĞ ƌĞĐƵƌƐŽƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐ
;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ĚŝƌĞŝƚŽƐĚĞĂƵƚŽƌ͕ƟƉŽĚĞĮĐŚĞŝƌŽ͕ƌĞƋƵŝ-
ƐŝƚŽƐƚĠĐŶŝĐŽƐ͕ĚŝƐƉŽƐŝĕƁĞƐůĞŐĂŝƐ͕ĂĐĞƐƐŝďŝůŝĚĂĚĞͿ͘
ϲ
d;ϮϬϬϳͿYƵĂůŝƚLJWƌŝŶĐŝƉůĞƐĨŽƌĚŝŐŝƚĂůůĞĂƌŶŝŶŐƌĞƐŽƵƌĐĞƐ͘
^ƵŵŵĂƌLJ/ŶĨŽƌŵĂƟŽŶ. Online͘ŝƐƉŽŶşǀĞůĞŵŚƩƉƐ͗ͬͬůĂĞƌĞŵŝ-
ĚĚĞů͘ĚŬͬǁƉͲĐŽŶƚĞŶƚͬƵƉůŽĂĚƐͬϮϬϭϮͬϬϳͬYƵĂůŝƚLJͺƉƌŝŶĐŝƉůĞƐ͘ƉĚĨ.
ŽŶƐƵůƚĂĚŽĞŵϮϵͲϭϭͲϮϬϮϬ͘
Projeto A Par e PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^
66
Ensino digital | Carlos Pinheiro
KĚŽĐĞŶƚĞƉŽĚĞƌĄƚĂŵďĠŵĚĞƐĞŶǀŽůǀĞƌĂƟǀŝĚĂĚĞƐ
de ĐƵƌĂĚŽƌŝĂĚĞƌĞĐƵƌƐŽƐ͕ƉƌŽĐĞĚĞŶĚŽ͕ĚĞĨŽƌŵĂƐŝƐƚĞ-
ŵĄƟĐĂ͕ăŝĚĞŶƟĮĐĂĕĆŽ͕ǀĂůŝĚĂĕĆŽ͕ĚĞƐĐƌŝĕĆŽĞĚŝƐƉŽŶŝ-
bilização de recursos digitais de forma organizada (por
ĞdžĞŵƉůŽ͕ĚĞĂĐŽƌĚŽĐŽŵƚĞŵĂƐĚŽĐƵƌƌşĐƵůŽͿ͘džŝƐƚĞŵ
ĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐĚŝŐŝƚĂŝƐƋƵĞĨĂĐŝůŝƚĂŵĞƐƐĞƉƌŽĐĞƐƐŽ͕ĐŽŵŽ
o tĂŬĞůĞƚ ŚƩƉƐ͗ͬͬǁĂŬĞůĞƚ͘ĐŽŵͿ͕ŽůŝƉďŽĂƌĚŚƩƉƐ͗ͬͬ
ŇŝƉďŽĂƌĚ͘ĐŽŵͿ͕ Ž Symbaloo ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ƐLJŵďĂůŽŽ͘
com) e o Diigo (ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĚŝŝŐŽ͘ĐŽŵͿ͘ƐƚĞƟƉŽĚĞ
ĂƟǀŝĚĂĚĞĂƐƐĞŐƵƌĂƌĄĂŽĚŽĐĞŶƚĞƵŵďĂŶĐŽĚĞƌĞĐƵƌ-
ƐŽƐƋƵĂŶĚŽƟǀĞƌĚĞƐĞůĞĐŝŽŶĂƌŵĂƚĞƌŝĂŝƐƉĂƌĂĂĐŽŶ-
ĐĞĕĆŽĚĂƐĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞƐĞƉŽĚĞƌĄƐĞƌŝŐƵĂůŵĞŶƚĞƵŵ
ƉƌĞĐŝŽƐŽ ĂƵdžşůŝŽ ŶĂƐ ĂƟǀŝĚĂĚĞƐ ĚĞ ŝŶǀĞƐƟŐĂĕĆŽ ĚŽƐ
alunos.
ŽŵŽĐƌŝĂƌƌĞĐƵƌƐŽƐƉĂƌĂĞŶƐŝŶŽĚŝŐŝƚĂů͍
ŽŶƐƟƚƵŝŶĚŽ ƵŵĂ ĂƟǀŝĚĂĚĞ ďĂƐƚĂŶƚĞ ĞdžŝŐĞŶƚĞ Ğ
ĐŽŵƉůĞdžĂ͕ĨƌĞƋƵĞŶƚĞŵĞŶƚĞĂĐĂƌŐŽĚĞĞƋƵŝƉĂƐŵƵů-
ƟĚŝƐĐŝƉůŝŶĂƌĞƐ;ĞƐƉĞĐŝĂůŝƐƚĂƐĚĞĐŽŶƚĞƷĚŽ͕ĞƐƉĞĐŝĂůŝƐ-
tas em designĚĞŵĂƚĞƌŝĂŝƐ͕ĞƐƉĞĐŝĂůŝƐƚĂƐĞŵdesign
ŐƌĄĮĐŽĞĚĞŝŶƚĞƌĨĂĐĞ͕ƉƌŽŐƌĂŵĂĚŽƌĞƐ͕ŐĞƐƚŽƌĚĞƉƌŽ-
ũĞƚŽ͕ĞƚĐ͘Ϳ͕ĂƉƌŽĚƵĕĆŽĚĞƌĞĐƵƌƐŽƐĞĚƵĐĂƟǀŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐ
ĚĞĞůĞǀĂĚĂĐŽŵƉůĞdžŝĚĂĚĞ;ĂŶŝŵĂĕƁĞƐ͕ŝŶƚĞƌĂƟǀŝĚĂĚĞ͕
ƐŝŵƵůĂĕƁĞƐ͕ŐĂŵŝĮĐĂĕĆŽ͕ƌĞĂůŝĚĂĚĞǀŝƌƚƵĂů͕ŐĞƐƚĆŽĚĞ
bases de dados) não está ao alcance do comum dos
ĚŽĐĞŶƚĞƐ͘ ŽŶƚƵĚŽ͕ Ă ŵĂŝŽƌŝĂ ĚŽƐ ƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞƐ ƉŽƐ-
ƐƵŝĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂƐƋƵĞ͕ĚĞĨŽƌŵĂƐŝŵƉůĞƐ͕ůŚĞƉĞƌŵŝ-
ƚĞŵĐƌŝĂƌĞŽƵĂĚĂƉƚĂƌƌĞĐƵƌƐŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕
ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕƁĞƐ͕ƉĂƌƟůŚĂĚĂƐŶŽ^ůŝĚĞƐŚĂƌĞ͕ŶƵŵƐĞƌǀŝĕŽ
ŶĂ ŶƵǀĞŵ ŽƵ ŶĂ ƉůĂƚĂĨŽƌŵĂ ĚĂ ĞƐĐŽůĂͿ͕ ŝŶƚĞŐƌĂŶĚŽ
ĂŶŝŵĂĕƁĞƐ͕links͕ŵƵůƟŵĠĚŝĂŽƵĞůĞŵĞŶƚŽƐŝŶƚĞƌĂƟ-
ǀŽƐ͕ƋƵĞƉĞƌŵŝƚĞŵƟƌĂƌƉĂƌƟĚŽĚĂƐǀĂŶƚĂŐĞŶƐĚĞƵŵ
ƌĞĐƵƌƐŽ ĚŝŐŝƚĂů͘ ĂnjĞƌ ŵŽĚŝĮĐĂĕƁĞƐ ďĄƐŝĐĂƐ Ă ƌĞĐƵƌ-
ƐŽƐ ĞĚƵĐĂƟǀŽƐ ĂďĞƌƚŽƐ͕ ƌĞƐƉĞŝƚĂŶĚŽ ŽƐ ƚĞƌŵŽƐ ĚĞ
ůŝĐĞŶĐŝĂŵĞŶƚŽĚŽƐŵĞƐŵŽƐ͕ƉĂƌĂŽƐĂĚĞƋƵĂƌĂŽƐĞƵ
ĐŽŶƚĞdžƚŽĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ĞĚŝĕĆŽŽƵ
ĞdžĐůƵƐĆŽĚĞĞůĞŵĞŶƚŽƐ͕ĂĚĂƉƚĂĕĆŽĚĂƐĐŽŶĮŐƵƌĂĕƁĞƐ
gerais ou combinação de diferentes recursos) é tam-
bém uma forma de criar recursos. A simples gravação
ĚĞƵŵǀşĚĞŽ;ĐŽŵŽƉƌſƉƌŝŽƚĞůĞŵſǀĞůͿĐŽŵŽĚŽĐĞŶƚĞ
ĂĞdžƉůŝĐĂƌƵŵĐŽŶƚĞƷĚŽŵĂŝƐĐŽŵƉůĞdžŽŽƵĂĚĞŵŽŶƐ-
ƚƌĂƌƵŵƉƌŽĐĞĚŝŵĞŶƚŽ͕ĞĂƐƵĂƉƵďůŝĐĂĕĆŽŶƵŵĂƉůĂ-
ƚĂĨŽƌŵĂ ĚĞ ƉĂƌƟůŚĂ ĚĞ ǀşĚĞŽƐ ŽƵ ŶĂ ƉůĂƚĂĨŽƌŵĂ ĚĂ
ĞƐĐŽůĂ͕ĠŽƵƚƌŽĞdžĐĞůĞŶƚĞĞdžĞŵƉůŽĨĄĐŝůĚĞĞdžĞĐƵƚĂƌ͘
ƐƚĂƐ ƐĆŽ ĂĕƁĞƐ ƌŽƟŶĞŝƌĂƐ ƋƵĞ ƌĞƋƵĞƌĞŵ ƉŽƵĐŽ
ƉůĂŶĞĂŵĞŶƚŽĞĐƌŝĂƟǀŝĚĂĚĞ͕ŵĂƐ͕ĐĂĚĂǀĞnjŵĂŝƐ͕ĂƐ
plataformasonlineŽĨĞƌĞĐĞŵ͕ŵĞƐŵŽŶĂƐƐƵĂƐǀĞƌƐƁĞƐ
ŐƌĂƚƵŝƚĂƐ͕ŽƉŽƌƚƵŶŝĚĂĚĞƐĚĞĐƌŝĂƌƌĞĐƵƌƐŽƐĞĚƵĐĂƟǀŽƐ
ĚŝŐŝƚĂŝƐĚĞƋƵĂůŝĚĂĚĞƋƵĞĐŽŶƐƟƚƵĞŵĞdžĐĞůĞŶƚĞƐŽƉŽƌ-
tunidades de aprendizagem e avaliação em ensino
ŚşďƌŝĚŽ͘
ĞƐƚĂĐĂŵŽƐĂƋƵŝĂůŐƵŵĂƐ͗
ͻ
ĐƌŝĂĕĆŽ ĚĞ ƉĄŐŝŶĂƐ web͗ tĞďŶŽĚĞ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬ
ǁǁǁ͘ǁĞďŶŽĚĞ͘ƉƚͿ͕ 'ŽŽŐůĞ ^ŝƚĞƐ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬƐŝƚĞƐ͘
google.comͿ͕tŝdž;ŚƩƉƐ͗ͬͬƉƚ͘ǁŝdž͘ĐŽŵͿ͖
ͻ
ĐƌŝĂĕĆŽ ĚĞ ƵŵĂ ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕĆŽ͗ WƌĞnjŝ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬ
prezi.comͿ͕DŝĐƌŽƐŽŌ^ǁĂLJ;ŚƩƉƐ͗ͬͬƐǁĂLJ͘ŽĸĐĞ͘
comͿ͕ EĞĂƌƉŽĚ  ;ŚƩƉƐ͗ͬͬŶĞĂƌƉŽĚ͘ĐŽŵ ͕ ^ůŝĚŽ
(ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘Ɛůŝ͘ĚŽͿ͕ ĚŽďĞ ^ƉĂƌŬ  ;ŚƩƉƐ͗ͬͬ
ƐƉĂƌŬ͘ĂĚŽďĞ͘ĐŽŵͬƉƚͲZͿ͖
ͻ
ĐƌŝĂĕĆŽĚĞƚĞƐƚĞƐĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽĨŽƌŵĂƟǀĂ͗ĂŚŽŽƚ
(ŚƩƉƐ͗ͬͬŬĂŚŽŽƚ͘ĐŽŵͬͿ͕ YƵŝnjŝnjnj ;ŚƩƉƐ͗ͬͬƋƵŝnjŝnjnj͘
comͿ͕^ŽĐƌĂƟǀĞ;ŚƩƉƐ͗ͬͬƐŽĐƌĂƟǀĞ͘ĐŽŵͿ͕'ŽŽŐůĞ
ŽƌŵƐ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ŐŽŽŐůĞ͘ĐŽŵͬĨŽƌŵƐͿ͕ tŽƌ-
ĚǁĂůů;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁŽƌĚǁĂůů͘ŶĞƚͬƉƚͿ͖
ͻ
ĐƌŝĂĕĆŽĚĞƉĞƋƵĞŶŽƐǀşĚĞŽƐƐŽďƌĞƚĞŵĂƐĚŽĐƵƌƌş-
ĐƵůŽ͗WŽǁƚŽŽŶ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ƉŽǁƚŽŽŶ͘ĐŽŵͿ͕ŝƚĞĂ-
ble (ŚƩƉƐ͗ͬͬďŝƚĞĂďůĞ͘ĐŽŵͿ͕ ŝnjŽĂ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘
ŬŝnjŽĂ͘ĐŽŵͿ͕DŽŽǀůLJ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ŵŽŽǀůLJ͘ĐŽŵ)͖
ͻ
ĐƌŝĂĕĆŽĚĞŝŶĨŽŐƌĄĮĐŽƐƐŽďƌĞƚĞŵĂƐĚŽĐƵƌƌşĐƵůŽ͗
WŝŬƚŽĐŚĂƌƚ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬƉŝŬƚŽĐŚĂƌƚ͘ĐŽŵͿ͕ 'ĞŶŝĂů͘ůLJ
(ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ŐĞŶŝĂů͘ůLJͬĞŶͿ͕ /ŶĨŽŐƌĂŵ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬ
infogram.com/ptͿ͕ ĂŶǀĂ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĐĂŶǀĂ͘
ĐŽŵͬƉƚͺƉƚͬĐƌŝĂƌͬŝŶĨŽŐƌĂĮĐŽͿ͕ sŝƐŵĞ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬ
ǁǁǁ͘ǀŝƐŵĞ͘ĐŽͿ͖
ͻ
ĐƌŝĂĕĆŽĚĞƵŵŵĂƉĂŵĞŶƚĂůŽƵŵƵƌĂůĚŝŐŝƚĂůƉĂƌĂ
ĂƉƌĞƐĞŶƚĂƌ ŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽ ĚĞ ĨŽƌŵĂ ŽƌŐĂŶŝnjĂĚĂ͗
Mindomo (ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ŵŝŶĚŽŵŽ͘ĐŽŵͬƉƚͿ͕
Padlet (ŚƩƉƐ͗ͬͬƉĂĚůĞƚ͘ĐŽŵͿ͕ WŽƉƉůĞƚ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬ
popplet.com).
^ĞƌĄĂĐŽŶƐĞůŚĄǀĞůĐŽŵĞĕĂƌĐŽŵƌĞĐƵƌƐŽƐĨĄĐĞŝƐĚĞ
produzir e de disponibilizar online͕ŶƵŵĂůŝŶŐƵĂŐĞŵ
ĐůĂƌĂĞĂĐĞƐƐşǀĞůƉĂƌĂŽƐĂůƵŶŽƐ͕ĞĞdžƉĞƌŝŵĞŶƚĂƌĚŝĨĞ-
ƌĞŶƚĞƐąŶŐƵůŽƐĚĞĂďŽƌĚĂŐĞŵ;Ă/ŶƚĞƌŶĞƚĞƐƚĄĐŚĞŝĂ
ĚĞĐŽŶƚĞƷĚŽƐƐŽďƌĞƚŽĚŽƐŽƐĂƐƐƵŶƚŽƐ͕ƉĞůŽƋƵĞĂŽƌŝ-
ginalidade é muito valorizada pelos alunos). Se neces-
ƐĄƌŝŽ͕ ƉŽĚĞƌĄ ƉĞĚŝƌͲƐĞ ĂũƵĚĂ ŶĂ ĞƐĐŽůĂ ĂŽƐ ĐŽůĞŐĂƐ
ŵĂŝƐĞdžƉĞƌŝĞŶƚĞƐ͘
^ĞũĂ ƋƵĂů ĨŽƌ Ž ƟƉŽ ĚĞ ƌĞĐƵƌƐŽ ƉƌŽĚƵnjŝĚŽ ŽƵ
ĂĚĂƉƚĂĚŽ͕ Ġ ĞƐƐĞŶĐŝĂů Ž ƌĞƐƉĞŝƚŽ ƉĞůŽƐ ĚŝƌĞŝƚŽƐ ĚĞ
ĂƵƚŽƌ;ŽƐĚŝƌĞŝƚŽƐĚĞĂƵƚŽƌƚġŵĞdžĐĞĕƁĞƐƉĂƌĂĮŶĂ-
ůŝĚĂĚĞƐĞĚƵĐĂƟǀĂƐ͕ŵĂƐĚĞǀĞƌĆŽƌĞƐƉĞŝƚĂƌͲƐĞĞƐƐĂƐ
67
Projeto A Par e PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^
ĞdžĐĞĕƁĞƐĞŝĚĞŶƟĮĐĂƌƐĞŵƉƌĞŽƐĂƵƚŽƌĞƐͿ͘EŽĐĂƐŽ
ĚĞƐĞƉƌŽĚƵnjŝƌĞŵĐŽŶƚĞƷĚŽƐƉƌſƉƌŝŽƐ͕ĚĞǀĞͲƐĞĐŽŶ-
ƐŝĚĞƌĂƌĂƐƵĂƉĂƌƟůŚĂĞƉŽƐƐŝďŝůŝĚĂĚĞĚĞƌĞƵƟůŝnjĂĕĆŽ͕
ĂƚƌŝďƵŝŶĚŽͲůŚĞƐ͕ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ƵŵĂůŝĐĞŶĕĂƌĞĂƟǀĞ
Commonsϳ
.
ŽŵŽĐƌŝĂƌĂƟǀŝĚĂĚĞƐƉĂƌĂĞŶƐŝŶŽĚŝŐŝƚĂů͍
A operacionalização dos modelos de ensino e
ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ ŚşďƌŝĚŽƐ ĐŽŶĐƌĞƟnjĂͲƐĞ ŶĂ ĐƌŝĂĕĆŽ Ğ
ĚŝƐƉŽŶŝďŝůŝnjĂĕĆŽ ĂŽƐ ĂůƵŶŽƐ ĚĞ ĞͲĂƟǀŝ-
ĚĂĚĞƐ͕ ƋƵĞ ƉŽĚĞŵ ĐŽŵďŝŶĂƌ ƚƌĂďĂůŚŽ
ƌĞĂůŝnjĂĚŽĞŵƐĂůĂĂƵůĂĐŽŵƚƌĂďĂůŚŽĂĚŝƐ-
tância em plataformas digitais. A conce-
ĕĆŽĚĞĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞƐĚĞǀĞƌĄƐĞƌĂƌƟĐƵůĂĚĂ
ĞŵĐŽŶƐĞůŚŽĚĞƚƵƌŵĂ͕ŶƵŵĂƉĞƌƐƉĞƟǀĂ
ŝŶƚĞƌĚŝƐĐŝƉůŝŶĂƌ͕ ƉŽŶĚĞƌĂŶĚŽ Ă ĐĂƌŐĂ ĚĞ
ƚƌĂďĂůŚŽƉĞĚŝĚĂĂŽƐĂůƵŶŽƐ͕ŽƟƉŽĚĞĨĞƌ-
ƌĂŵĞŶƚĂƐĂƵƟůŝnjĂƌĞĂĐĂůĞŶĚĂƌŝnjĂĕĆŽĚĂƐ
ĂƟǀŝĚĂĚĞƐ͕ƉĂƌĂĞǀŝƚĂƌƐŽďƌĞĐĂƌŐĂĚĞƚƌĂ-
ďĂůŚŽ͘ĞǀĞƚĞƌͲƐĞĞŵĐŽŶƚĂƋƵĞƚĂƌĞĨĂƐ
Ğ ĞdžĞƌĐşĐŝŽƐ Ă ĚŝƐƚąŶĐŝĂ ĚĞŵŽƌĂŵ ŵĂŝƐ
tempo a concluir em casa devido a dife-
rentes fatores.
hŵĂĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞĚĞǀĞŝĚĞŶƟĮĐĂƌĐůĂƌĂ-
ŵĞŶƚĞŽƐŽďũĞƟǀŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĞĚĂƌ
ŝŶƐƚƌƵĕƁĞƐĐůĂƌĂƐ͕ƐƵĐŝŶƚĂƐĞĚĞĨĄĐŝůůĞŝƚƵƌĂ
ƉĂƌĂĂƚĂƌĞĨĂƉĞĚŝĚĂ͕ĂĮŵĚĞĞǀŝƚĂƌŝŶƚĞƌ-
ƉƌĞƚĂĕƁĞƐĞƌƌĂĚĂƐ͘KƐƌĞĐƵƌƐŽƐ͕ƚĂŶƚŽŽƐ
İƐŝĐŽƐĐŽŵŽŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ĚĞǀĞƌĆŽĞƐƚĂƌĐŽƌ-
ƌĞƚĂŵĞŶƚĞŝĚĞŶƟĮĐĂĚŽƐ͕ĞĚĞǀĞŵŽƐĂƐƐĞŐƵƌĂƌͲŶŽƐĚĞ
que os mesmos são facilmente acedidos e entendidos
por todos os alunos.
 ĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞ ĚĞǀĞ ƚĂŵďĠŵ ĐůĂƌŝĮĐĂƌ Ž ƟƉŽ ĚĞ
ƉĂƌƟĐŝƉĂĕĆŽĞƐƉĞƌĂĚĂĚŽƐĂůƵŶŽƐĞŵĐĂĚĂƵŵĂĚĂƐ
tarefas e indicar o tempo previsto para a sua realiza-
ĕĆŽ͕ďĞŵĐŽŵŽĂĨŽƌŵĂĚĞĚĞǀŽůƵĕĆŽĂŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌ
ĞĂĚĂƚĂůŝŵŝƚĞƉĂƌĂĂĐŽŶĐůƵƐĆŽ͘KĞƋƵŝůşďƌŝŽĞŶƚƌĞ
ŽƚĞŵƉŽĂƚƌŝďƵşĚŽƉĂƌĂĚĞƐĞŶǀŽůǀĞƌĂƐĂƟǀŝĚĂĚĞƐĞ
ĂƐƵĂĐŽŵƉůĞdžŝĚĂĚĞĠĨƵŶĚĂŵĞŶƚĂůƉĂƌĂĂƐƐĞŐƵƌĂƌŽ
ƐƵĐĞƐƐŽĚĂƐŵĞƐŵĂƐ͘ĞǀĞƌĄƐĞƌƚĂŵďĠŵŇĞdžşǀĞů͕ŝƐƚŽ
Ġ͕ƉĂƐƐşǀĞůĚĞƐĞŝƌĂĚĂƉƚĂŶĚŽĞŵĨƵŶĕĆŽĚŽfeedback
ƌĞĐŽůŚŝĚŽ͕ĞƐĞƌĂĐŽŵƉĂŶŚĂĚĂĚĞƵŵĂƌƵďƌŝĐĂĚĞĂǀĂ-
ůŝĂĕĆŽ͕ĚĞƋƵĞĨĂůĂƌĞŵŽƐĂĚŝĂŶƚĞ͘
ϳ
ŚƩƉƐ͗ͬͬĐƌĞĂƟǀĞĐŽŵŵŽŶƐ͘ŽƌŐ͘
ŽŵŽ ƐĞ ĚŝƐƐĞ Ă ƉƌŽƉſƐŝƚŽ ĚĂ ƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽ͕ ŶŽ
ĚĞƐĞŶŚŽĚĂƐĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞƐĚĞǀĞͲƐĞƉƌŝǀŝůĞŐŝĂƌŽƚƌĂ-
ďĂůŚŽĐŽůĂďŽƌĂƟǀŽĞĂƐŵĞƚŽĚŽůŽŐŝĂƐĚĞƚƌĂďĂůŚŽĚĞ
ƉƌŽũĞƚŽĞ͕ĞŵĨƵŶĕĆŽĚŽƟƉŽĚĞĂƟǀŝĚĂĚĞ͕ƉŽĚĞƌĆŽ
ƉƌĞǀĞƌͲƐĞĂƟǀŝĚĂĚĞƐƐşŶĐƌŽŶĂƐĂĚŝƐƚąŶĐŝĂ͕ŽƌŐĂŶŝnjĂ-
ĚĂƐĞĚŝŶĂŵŝnjĂĚĂƐƉĞůŽƐƉƌſƉƌŝŽƐĂůƵŶŽƐ͕ŵĂƐƉƌĞ-
ferencialmente com a supervisão do professor. As
ĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞƐ͕ ŶĂƐ ŵŽĚĂůŝĚĂĚĞƐ ĚĞ ĞŶƐŝŶŽ ŚşďƌŝĚŽ͕
ƚġŵĐŽŵŽƉƌŝŶĐŝƉĂůŽďũĞƟǀŽĂũƵĚĂƌŽĂůƵŶŽĂĐŽŶƐ-
ƚƌƵŝƌŽƐĞƵƉƌſƉƌŝŽĐŽŶŚĞĐŝŵĞŶƚŽ͕ĂƉĂƌƟƌĚĂŝŶƚĞ-
ƌĂĕĆŽĐŽŵŽƐĐŽůĞŐĂƐ͕ĐŽŵŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞ
ĐŽŵŽƐƌĞĐƵƌƐŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ǀĂůŽƌŝnjĂŶĚŽƉŽƌ
ŝƐƐŽĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĂƵƚſŶŽŵĂĞĂƵƚŽƌ-
ƌĞŐƵůĂĚĂ͘hŵĂĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞďĞŵĞƐƚƌƵƚƵ-
ƌĂĚĂƚĞŵĚĞƐĞƌŵŽƟǀĂĚŽƌĂ͕ĞŶǀŽůǀĞŶƚĞ
Ğ ŝŶƚĞŶĐŝŽŶĂů͕ ƉƌŽŵŽǀĞƌ ƵŵĂ ĂƉƌĞŶ-
ĚŝnjĂŐĞŵ ĂƟǀĂ Ğ ƵŵĂ ĨŽƌƚĞ ŝŶƚĞƌĂĕĆŽ Ğ
ĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽ͕ Ğ ĞƐƚĂƌ ĂƐƐŽĐŝĂĚĂ Ă ƵŵĂ
ĂǀĂůŝĂĕĆŽĂĚĞƋƵĂĚĂƋƵĞǀĞƌŝĮƋƵĞƐĞŽƐ
ŽďũĞƟǀŽƐ ĞƐƚĆŽ Ă ƐĞƌ ĐƵŵƉƌŝĚŽƐ͕ ƉƌĞƐ-
ƐƵƉŽŶĚŽƉŽƌŝƐƐŽƵŵĂĐŽŵƉĂŶŚĂŵĞŶƚŽ
regular da parte do professor.
Ɛ ƚĞĐŶŽůŽŐŝĂƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐ ƐĆŽ ĞdžĐĞůĞŶ-
ƚĞƐĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐŶŽĂƉŽŝŽăĚŝĨĞƌĞŶĐŝĂĕĆŽ
ƉĞĚĂŐſŐŝĐĂĞăĞĚƵĐĂĕĆŽƉĞƌƐŽŶĂůŝnjĂĚĂ͕
algo a ter em conta na conceção de
ĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞ͕ƋƵĞĚĞǀĞƌĄĚĂƌƌĞƐƉŽƐƚĂăƐ
ĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐĞdžƉĞĐƚĂƟǀĂƐĞĐĂƉĂĐŝĚĂĚĞƐĚĞ
ĐĂĚĂĂůƵŶŽ͘EŽĐĂƐŽĚĞĂƟǀŝĚĂĚĞƐĐŽůĂ-
ďŽƌĂƟǀĂƐ͕ĚĞǀĞƌĆŽĂĚŽƚĂƌͲƐĞĞƐƚƌĂƚĠŐŝĂƐ
ŝŶĐůƵƐŝǀĂƐ ƋƵĞ ƉƌŽŵŽǀĂŵ Ă ƉĂƌƟĐŝƉĂĕĆŽ ĚĞ ƚŽĚŽƐ
ŽƐŵĞŵďƌŽƐĚŽŐƌƵƉŽ͕ŝŶĐĞŶƟǀĂŶĚŽ͕ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕Ă
ŝŶƚĞƌĂũƵĚĂĞŶƚƌĞĂůƵŶŽƐ͕ƋƵĞƌĂŽŶşǀĞůĚĂƌĞĂůŝnjĂĕĆŽ
ĚĂƐ ƚĂƌĞĨĂƐ ƋƵĞƌ ĂŽ ŶşǀĞů ĚĂ ƌĞŐƵůĂĕĆŽ ŝŶƚĞƌƉĂƌĞƐ͘
WŽĚĞƌĆŽƐĞƌĂƚƌŝďƵşĚĂƐĨƵŶĕƁĞƐĞƐƉĞĐşĮĐĂƐĂŽƐĂůƵ-
ŶŽƐĚĞƵŵĂƚƵƌŵĂ͕ŵĞĚŝĂŶƚĞĂƐƐƵĂƐĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂƐ͕
ĐŽŵŽ͕ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ƚƵƚŽƌĞƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ƋƵĞĂũƵĚĂŵŽƐ
ĐŽůĞŐĂƐ ŶĂ ƵƟůŝnjĂĕĆŽ ĚĂƐ ƚĞĐŶŽůŽŐŝĂƐ͖ ĚĞůĞŐĂĚŽ ĚĞ
ƚƵƌŵĂ͕ƋƵĞĨŽŵĞŶƚĂĂƉĂƌƟĐŝƉĂĕĆŽĚŽƐĐŽůĞŐĂƐŶĂ
ĞdžĞĐƵĕĆŽĚĂƐƚĂƌĞĨĂƐƉƌŽƉŽƐƚĂƐĞĂũƵĚĂĂŵŽŶŝƚŽƌŝ-
njĄͲůĂƐ͖ŵŽĚĞƌĂĚŽƌĞƐŶĂƐĂƟǀŝĚĂĚĞƐĚĞĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽ͕
entre outros.
WĂƌĂůĞůĂŵĞŶƚĞ͕ĚĞǀĞƌĞŵŽƐĞƐƚĂƌĂƚĞŶƚŽƐĂŽďĞŵͲ
-estar emocional dos alunos e a situações de can-
ƐĂĕŽİƐŝĐŽŽƵƉƐŝĐŽůſŐŝĐŽ͕ƐŽůŝĐŝƚĂŶĚŽĐŽŵĨƌĞƋƵġŶĐŝĂ
feedbackƐŽďƌĞĂĐĂƌŐĂĚĞƚƌĂďĂůŚŽ͕ŽĞƐƚĂĚŽĞŵŽĐŝŽ-
nal e as preferências e ritmos de aprendizagem.
EŽĚĞƐĞŶŚŽĚĂƐ
ĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞƐĚĞǀĞͲƐĞ
ƉƌŝǀŝůĞŐŝĂƌŽƚƌĂďĂůŚŽ
ĐŽůĂďŽƌĂƟǀŽĞĂƐ
metodologias de
ƚƌĂďĂůŚŽĚĞƉƌŽũĞƚŽ
Ğ͕ĞŵĨƵŶĕĆŽĚŽƟƉŽ
ĚĞĂƟǀŝĚĂĚĞ͕ƉŽĚĞƌĆŽ
ƉƌĞǀĞƌͲƐĞĂƟǀŝĚĂĚĞƐ
ƐşŶĐƌŽŶĂƐĂĚŝƐƚąŶĐŝĂ͕
organizadas
e dinamizadas pelos
ƉƌſƉƌŝŽƐĂůƵŶŽƐ͕ŵĂƐ
preferencialmente
com a supervisão do
professor.
Projeto A Par e PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^
68
Ensino digital | Carlos Pinheiro
'ĞƐƚĆŽĚĂĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽĞĚĂƐŝŶƚĞƌĂĕƁĞƐ
YƵĞƌĞŐƌĂƐĞƐƚĂďĞůĞĐĞƌƉĂƌĂƵŵĂĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽĐůĂƌĂ
ĞĞĮĐĂnj͍
KƐŵŽĚĞůŽƐĚĞĞŶŝŶŽŚşďƌŝĚŽĞŽƵƐŽĚĞƉůĂƚĂĨŽƌ-
mas digitais incluem frequentemente espaços de inte-
ração e o estabelecimento de comunicações regulares
ĞŶƚƌĞ ƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞƐ Ğ ĂůƵŶŽƐ Ğ ĞŶƚƌĞ ĂůƵŶŽƐ͕ ƵƐĂŶĚŽ
ĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐƋƵĞƐĞƌĞŐĞŵƉŽƌĐſĚŝŐŽƐĞĨŽƌŵĂƐĚĞ
ĐŽŶĚƵƚĂƉƌſƉƌŝĂƐ͘ƉŽƌŝƐƐŽŝŵƉŽƌƚĂŶƚĞĚĞĮŶŝƌƉƌĞ-
ǀŝĂŵĞŶƚĞ͕ĞĚĞƉƌĞĨĞƌġŶĐŝĂĞŵĐŽŶũƵŶƚŽĐŽŵŽƐĂůƵ-
ŶŽƐ͕ƌĞŐƌĂƐĐůĂƌĂƐĚĞĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽĞŶĞƟƋƵĞƚĂĞŶƚƌĞ
ĂůƵŶŽͬƉƌŽĨĞƐƐŽƌ͕ĞŶƚƌĞĂůƵŶŽͬĂůƵŶŽĞĞŶƚƌĞƉƌŽĨĞƐƐŽƌͬ
pais/encarregados de educação.
ƋƵŝĮĐĂŵĂůŐƵŵĂƐƐƵŐĞƐƚƁĞƐƉĂƌĂĂĞůĂďŽƌĂĕĆŽ
ĚĞƵŵĐſĚŝŐŽĚĞĐŽŶĚƵƚĂ͗
ͻ
ƐĞƌĞŵƉĄƟĐŽ͕ĐŽƌĚŝĂůĞĐŽŶƐƚƌƵƟǀŽŶĂƐŝŶƚĞƌĂ-
ĕƁĞƐĐŽŵŽƐĂůƵŶŽƐĞŝŶĐĞŶƟǀĂƌĂĂĚŽĕĆŽĚĞƐƐĞƐ
ƉƌŝŶĐşƉŝŽƐŶĂŝŶƚĞƌĂĕĆŽĞŶƚƌĞƉĂƌĞƐ͖
ͻ
ŐĞƌŝƌ ĂƐ ĞdžƉĞĐƚĂƟǀĂƐ ĚĞ ŝŶƚĞƌĂĕĆŽ ;ĚĞĮŶŝƌ Ž
ƉƌĂnjŽŵĄdžŝŵŽĚĞƌĞƐƉŽƐƚĂĂŽƐĂůƵŶŽƐͿ͗ŶĆŽƐĞ
ĚĞǀĞƌĞƐƉŽŶĚĞƌŶĂŚŽƌĂĂƋƵĂůƋƵĞƌŵĞŶƐĂŐĞŵ
ŽƵĚƷǀŝĚĂĚĞĂůƵŶŽ͕ŵĞƐŵŽĨŽƌĂĚŽŚŽƌĄƌŝŽĚĞ
ƚƌĂďĂůŚŽ;ĂŵĞŶŽƐƋƵĞƐĞũĂƵƌŐĞŶƚĞ͕ĚĞǀĞŝŶƚĞ-
ƌĂŐŝƌͲƐĞĂƉĞŶĂƐĚƵƌĂŶƚĞŽŚŽƌĄƌŝŽůĂďŽƌĂůͿ͖
ͻ
ƚĞƌĞŵĐŽŶƚĂŽĐŽŶƚĞdžƚŽĚĞĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽĂƐƐşŶ-
crona (a ausência de linguagem não verbal pode
ŐĞƌĂƌĂŵďŝŐƵŝĚĂĚĞĞͬŽƵŝŶƚĞƌƉƌĞƚĂĕƁĞƐĞƌƌĂĚĂƐ͗
ƉŽŶĚĞƌĂƌŽƵƐŽĚĂĐƌşƟĐĂĚĞŵĂƐŝĂĚŽĚƵƌĂ͕ĚĂ
ŝƌŽŶŝĂĞĚŽŚƵŵŽƌͿ͖
ͻ
ĞŵĐĂŶĂŝƐŐĞƌŝĚŽƐƉŽƌĂůƵŶŽƐ͕ŶŽŵĞĂƌŽƵĞůĞŐĞƌ
ƵŵŵŽĚĞƌĂĚŽƌ͖
ͻ
ŵŽŶŝƚŽƌŝnjĂƌĐŽŵƌĞŐƵůĂƌŝĚĂĚĞĂƐĐŽŵƵŶŝĐĂĕƁĞƐ
ĞŶƚƌĞƉĂƌĞƐĞŵĂŵďŝĞŶƚĞĂďĞƌƚŽ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕
ŶŽƐĨſƌƵŶƐͿĞŝŶƚĞƌǀŝƌƋƵĂŶĚŽŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ͘
YƵĂŝƐĂƐĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐĚĞĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽŵĂŝƐ
ĂĚĞƋƵĂĚĂƐĂĐĂĚĂĐŽŶƚĞdžƚŽ͍
ĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽƉĞĚĂŐſŐŝĐĂĂĚŝƐƚąŶĐŝĂŽĐŽƌƌĞĞŵ
ĨŽƌŵĂƚŽ ƐşŶĐƌŽŶŽ Ğ ĂƐƐşŶĐƌŽŶŽ͘ džĐĞƚŽ Ğŵ ĐĂƐŽƐ ĚĞ
ŝŶƚĞƌƌƵƉĕĆŽ ĚĞ ĞŶƐŝŶŽ ƉƌĞƐĞŶĐŝĂů͕ ĐŽŵŽ ŶĂ ƌĞĐĞŶƚĞ
ƐŝƚƵĂĕĆŽƉĂŶĚĠŵŝĐĂ͕ĚĞǀĞƌĆŽƉƌŝǀŝůĞŐŝĂƌͲƐĞ͕ŶĂƐŵŽĚĂ-
ůŝĚĂĚĞƐĚĞĞŶƐŝŶŽŚşďƌŝĚŽ͕ĂƐĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐĚĞĐŽŵƵŶŝĐĂ-
ĕĆŽĂƐƐşŶĐƌŽŶĂ͘
Em termos de ĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽ ƐşŶĐƌŽŶĂ͕ ĂƐ ĨĞƌƌĂ-
ŵĞŶƚĂƐĚŝƐƉŽŶşǀĞŝƐƐĆŽŽchat͕ĂĂƵĚŝŽĐŽŶĨĞƌġŶĐŝĂĞĂ
videoconferência. Estas ferramentas permitem o con-
ƚĂĐƚŽĚŝƌĞƚŽĞŶƚƌĞĂůƵŶŽ;ƐͿĞƉƌŽĨĞƐƐŽƌ͕ŽƵĞŶƚƌĞĂůƵŶŽƐ͕
simulandooambientedesaladeaulaeproporcionando
um feedbackŝŵĞĚŝĂƚŽ͖ƉƌŽŵŽǀĞŵƚĂŵďĠŵĂĞƐƉŽŶƚĂ-
ŶĞŝĚĂĚĞ͕ŽƋƵĞƉŽĚĞƐĞƌĨƵŶĚĂŵĞŶƚĂůĞŵĚĞƚĞƌŵŝŶĂ-
ĚĂƐĐŝƌĐƵŶƐƚąŶĐŝĂƐ͘ŵĂŵďŝĞŶƚĞƐĚĞĞŶƐŝŶŽŚşďƌŝĚŽ͕Ă
ƐƵĂƵƟůŝnjĂĕĆŽƉŽĚĞƌĄũƵƐƟĮĐĂƌͲƐĞŶŽĐĂƐŽĚĞƚƌĂďĂůŚŽƐ
ĚĞŐƌƵƉŽ͕ƉĞƌŵŝƟŶĚŽƋƵĞĂůƵŶŽƐĐŽŵƵŶŝƋƵĞŵĞŶƚƌĞƐŝ
ƉĂƌĂŽƌŐĂŶŝnjĂĕĆŽĚŽƚƌĂďĂůŚŽ͕ƉĂƌĂĞƐĐůĂƌĞĐŝŵĞŶƚŽĚĞ
ĚƷǀŝĚĂƐƐƵƐĐŝƚĂĚĂƐƉĞůĂƐĂƟǀŝĚĂĚĞƐĞƉĂƌĂƐĞƐƐƁĞƐĚĞ
ďƌĂŝŶƐƚŽƌŵŝŶŐ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽĚĞƉƌĞƉĂƌĂĕĆŽƉĂƌĂĂƌĞĂ-
ůŝnjĂĕĆŽĚĞĂƟǀŝĚĂĚĞƐĞƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽĚĞƚĂƌĞĨĂƐͿ͘
Entre as ferramentas de ĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽĂƐƐşŶĐƌŽŶĂ͕
encontram-se o ĞŵĂŝů (que pode ser usado como lista
ĚĞĚŝƐƚƌŝďƵŝĕĆŽͿĞŽƐĨſƌƵŶƐĚĞĚŝƐĐƵƐƐĆŽ;ƋƵĞƉŽĚĞŵ
ĂƐƐƵŵŝƌ ĨŽƌŵĂƐ ĚŝƐƟŶƚĂƐ Ğŵ ĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐ ƉůĂƚĂĨŽƌŵĂƐ
ou aplicações). Embora as ferramentas de comunica-
ĕĆŽ ĂƐƐşŶĐƌŽŶĂƉŽƐƐĂŵ ƐĞƌƵƐĂĚĂƐ ĂƵƚŽŶŽŵĂŵĞŶƚĞ
pelos alunos (no respeito pelas regras de comunica-
ĕĆŽĞƐƚĂďĞůĞĐŝĚĂƐͿ͕ĞůĂƐĚĞǀĞŵƐĞƌƐĞŵƉƌĞ͕ƐŽďƌĞƚƵĚŽ
ĞŵĂŵďŝĞŶƚĞƐĂďĞƌƚŽƐĐŽŵŽ͕ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ŶŽĐĂƐŽĚĞ
ĨſƌƵŶƐĚĂƚƵƌŵĂ͕ƐƵƉĞƌǀŝƐŝŽŶĂĚĂƐƉĞůŽĚŽĐĞŶƚĞ͘
ĞƉĞŶĚĞŶĚŽ ĚŽ ƟƉŽ ĚĞ ĂƟǀŝĚĂĚĞ͕ Ă ĂĕĆŽ ĚŽ
ĚŽĐĞŶƚĞƉŽĚĞŝŶĐŝĚŝƌƐŽďƌĞ͗
ͻ
ŵĞŶƐĂŐĞŶƐŽƵƉĞƌŐƵŶƚĂƐƉĂƌĂĨŽŵĞŶƚĂƌĂĚŝƐ-
ĐƵƐƐĆŽ͖
ͻ
ĞůĂďŽƌĂĕĆŽĚĞƵŵĂƐşŶƚĞƐĞĚĂĚŝƐĐƵƐƐĆŽ͖
ͻ
ŵĞŶƐĂŐĞŶƐƌĞůĂĐŝŽŶĂĚĂƐĐŽŵŽĐŽŶƚĞƷĚŽĚĂƐĂƟ-
vidades (recursos ou esclarecimentos adicionais
ƐŽďƌĞŽƚĞŵĂĚĂĂƟǀŝĚĂĚĞŽƵĂƚĂƌĞĨĂĂƌĞĂůŝnjĂƌͿ͖
ͻ
ŵĞŶƐĂŐĞŶƐƌĞůĂĐŝŽŶĂĚĂƐĐŽŵŽƉƌŽĐĞƐƐŽ;ĞƐĐůĂ-
recimento de dúvidas no uso das tecnologias
ĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ ĐůĂƌŝĮĐĂĕĆŽ ĚĞ ƉƌŽĐĞĚŝŵĞŶƚŽƐ ƐŽďƌĞ
ĂƌĞĂůŝnjĂĕĆŽĞŽĞŶǀŝŽĚĞƚƌĂďĂůŚŽƐ͕ĚŝƐĐƵƐƐĆŽ
ƐŽďƌĞĂƐĞƚĂƉĂƐĚŽƚƌĂďĂůŚŽͿ͖
ͻ
ŽƌŝĞŶƚĂĕƁĞƐƐŽďƌĞĞƟƋƵĞƚĂ͗ĐſĚŝŐŽĚĞĐŽŶĚƵƚĂ͕
ĚĞĐŝƐƁĞƐƐŽďƌĞƉůĄŐŝŽ͕ŶĞƟƋƵĞƚĂ͕ƚŽŵĚĂƐĚŝƐ-
ĐƵƐƐƁĞƐ͖
ͻ
ƌĞƐƉŽƐƚĂĂƉĞƌŐƵŶƚĂƐŽƵĚƷǀŝĚĂƐĚŽƐĂůƵŶŽƐĞ
feedbackĂŽƐƚƌĂďĂůŚŽƐ͘
ŽŵŽƵƐĂƌĂƐĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐĚĞĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽ
ĂŽƐĞƌǀŝĕŽĚĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĞĚĂĂǀĂůŝĂĕĆŽ͍
ŶƋƵĂŶƚŽ ŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽ ĚĂ ĂĕĆŽ ƉĞĚĂŐſŐŝĐĂ͕ ĂƐ
ĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐ ĚĞ ĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽ ƐĆŽ͕ ƉĞƌ ƐĞ͕ valiosos
recursos ao serviço da aprendizagem e da avaliação.
69
Projeto A Par e PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^
KƉĞƌĮůĚŽƐĂůƵŶŽƐăƐĂşĚĂĚĂĞƐĐŽůĂƌŝĚĂĚĞ
ŽďƌŝŐĂƚſƌŝĂ ƉƌĞĐŽŶŝnjĂ͕ ŶĂƐ ĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂƐ
ĚĂĄƌĞĂĚĞ/ŶĨŽƌŵĂĕĆŽĞĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽ͕ƋƵĞ
ŽƐĂůƵŶŽƐƐĞũĂŵĐĂƉĂnjĞƐĚĞͨĐŽůĂďŽƌĂƌĞŵ
ĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐ ĐŽŶƚĞdžƚŽƐ ĐŽŵƵŶŝĐĂƟǀŽƐ͕ ĚĞ
ĨŽƌŵĂĂĚĞƋƵĂĚĂĞƐĞŐƵƌĂ͕ƵƟůŝnjĂŶĚŽĚŝĨĞ-
ƌĞŶƚĞƐƟƉŽƐĚĞĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐ;ĂŶĂůſŐŝĐĂƐĞ
ĚŝŐŝƚĂŝƐͿ͕ĐŽŵďĂƐĞŶĂƐƌĞŐƌĂƐĚĞĐŽŶĚƵƚĂ
ƉƌſƉƌŝĂƐĚĞĐĂĚĂĂŵďŝĞŶƚĞͩ͘ϴ
É por isso importante que o uso
das ferramentas de comunicação seja
ĐƵŝĚĂĚŽƐĂŵĞŶƚĞ ƉůĂŶŝĨŝĐĂĚŽ͕ ĂƐƐŽĐŝĂĚŽ Ă
ŽďũĞƟǀŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĞŽďũĞƚŽĚĞĂǀĂ-
ůŝĂĕĆŽ͕ƐĞũĂƋƵĂůĨŽƌĂĄƌĞĂĐƵƌƌŝĐƵůĂƌ͕ƉŽƌ
ĞdžĞŵƉůŽ͕ŵĞĚŝĂŶƚĞŽƵƐŽĚĞƵŵĂƌƵďƌŝĐĂĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ͘
EŽĐĂƐŽĚĂƐŵĞŶƐĂŐĞŶƐĞŵĨſƌƵŶƐ͕ĂƐŵĂŝƐƌŝĐĂƐ
ĚŽƉŽŶƚŽĚĞǀŝƐƚĂƉĞĚĂŐſŐŝĐŽ͕ŽĚŽĐĞŶƚĞĚĞǀĞŝŶĨŽƌ-
ŵĂƌƉƌĞǀŝĂŵĞŶƚĞŽƐĂůƵŶŽƐĚĞƋƵĞĂƐƐƵĂƐƉĂƌƟĐŝƉĂ-
ções serão objeto de avaliação e divulgar os critérios
ĚĞ ĂǀĂůŝĂĕĆŽ ĚĞ ĐĂĚĂ ŵĞŶƐĂŐĞŵ ;ƋƵĞ ƉŽĚĞƌĆŽ ƐĞƌ͕
ƉŽƌ ĞdžĞŵƉůŽ͕ Ă ĚŝŵĞŶƐĆŽ͕ Ž ĂĐƌĞƐĐĞŶƚĂƌ ǀĂůŽƌ ĂŽ
ĚĞďĂƚĞ͕ĞƐĞƌĞŵƐƵƉŽƌƚĂĚĂƐĞŵĐŝƚĂĕƁĞƐĐƌŝƚĞƌŝŽƐĂƐĞͬ
ŽƵƚĞƌĞŵĂŶĞdžŽƐƐŝŐŶŝĮĐĂƟǀŽƐ͘WŽĚĞŵ͕ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕
ƵƐĂƌͲƐĞĐŝŶĐŽŶşǀĞŝƐĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ͗ϬʹƐĞŵƋƵĂůƋƵĞƌ
ŝŶƚĞƌĞƐƐĞ͖ϭʹĐŽŵĂůŐƵŵŝŶƚĞƌĞƐƐĞ͖ϮʹĐŽŵŝŶƚĞƌĞƐƐĞ͖
ϯʹĐŽŵŵƵŝƚŽŝŶƚĞƌĞƐƐĞ͖ϰʹĐŽŵŝŶƚĞƌĞƐƐĞĞdžĐĞĐŝŽ-
ŶĂů͘EŽĮŶĂů͕ŽĚŽĐĞŶƚĞĚĞǀĞƌĄƐŝŶƚĞƟnjĂƌŽĐŽŶƚĞƷĚŽ
ĞĂƐĞǀĞŶƚƵĂŝƐĐŽŶĐůƵƐƁĞƐĚĂĚŝƐĐƵƐƐĆŽ͕ŽƵ͕ĞŵĂůƚĞƌ-
ŶĂƟǀĂ͕ƐŽůŝĐŝƚĂƌĂƵŵŽƵŵĂŝƐĂůƵŶŽƐƋƵĞƌĞĂůŝnjĞŵƵŵ
ƚĞdžƚŽƐşŶƚĞƐĞĚŽƐĐŽŶƚƌŝďƵƚŽƐĚŽƐĐŽůĞŐĂƐ͘
FeedbackĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ
YƵĞŵŽĚĂůŝĚĂĚĞƐ͕ŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽƐĞƚĠĐŶŝĐĂƐ
ĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽĚĞǀŽƉƌŝǀŝůĞŐŝĂƌ͍
 ĂǀĂůŝĂĕĆŽ ĐŽŶƐƟƚƵŝ Ƶŵ ƉƌŽĐĞƐƐŽ ƌĞŐƵůĂĚŽƌ ĚŽ
ĞŶƐŝŶŽĞĚĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ƋƵĞŽƌŝĞŶƚĂŽƉĞƌĐƵƌƐŽĞƐĐŽ-
ůĂƌĚŽƐĂůƵŶŽƐĞĐĞƌƟĮĐĂĂƐĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŶƐĚĞƐĞŶǀŽůǀŝ-
ĚĂƐ͕ĞƋƵĞƚĞŵƉŽƌŽďũĞƟǀŽĐĞŶƚƌĂůĂŵĞůŚŽƌŝĂĚŽĞŶƐŝŶŽ
ĞĚĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͘ĂƐĞŝĂͲƐĞŶƵŵƉƌŽĐĞƐƐŽĐŽŶơŶƵŽĚĞ
ŝŶƚĞƌǀĞŶĕĆŽƉĞĚĂŐſŐŝĐĂƋƵĞĐŽŵƉƌĞĞŶĚĞĂƐƐĞŐƵŝŶƚĞƐ
ϴ
D/E/^dZ/KhK;ϮϬϭϲͿ͘WĞƌĮůĚŽƐůƵŶŽƐă^ĂşĚĂ
da Escolaridade Obrigatória. Online͘ŝƐƉŽŶşǀĞůĞŵ͗ŚƩƉƐ͗ͬͬ
ǁǁǁ͘ĚŐĞ͘ŵĞĐ͘ƉƚͬƐŝƚĞƐͬĚĞĨĂƵůƚͬĮůĞƐͬƵƌƌŝĐƵůŽͬWƌŽũĞƚŽͺƵƚŽ-
ŶŽŵŝĂͺĞͺůĞdžŝďŝůŝĚĂĚĞͬƉĞƌĮůͺĚŽƐͺĂůƵŶŽƐ͘ƉĚĨ. Consultado em
ϯϬͲϭϭͲϮϬϮϬ͕ƉĄŐ͘ϮϮ͘
ŵŽĚĂůŝĚĂĚĞƐĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ͗ĚŝĂŐŶſƐƟĐĂ͕ĨŽƌ-
ŵĂƟǀĂĞƐƵŵĂƟǀĂ͘
A ĂǀĂůŝĂĕĆŽ ĚŝĂŐŶſƐƟĐĂ realiza-se
ƐĞŵƉƌĞ ƋƵĞ ƐĞũĂ ĐŽŶƐŝĚĞƌĂĚŽ ŽƉŽƌƚƵŶŽ͕
ƐĞŶĚŽĞƐƐĞŶĐŝĂůƉĂƌĂĨƵŶĚĂŵĞŶƚĂƌĂĚĞĮ-
ŶŝĕĆŽĚĂƐĂƟǀŝĚĂĚĞƐ͕ƉĂƌĂĂĂĚĞƋƵĂĕĆŽĚĞ
ŵĞƚŽĚŽůŽŐŝĂƐ͕ ĚĞ ĐŽŶƚĞƷĚŽƐ Ğ ŽďũĞƟǀŽƐ
ĞĚŽƐƉƌſƉƌŝŽƐŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽƐĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ͘
É igualmente um instrumento importante
ƉĂƌĂĂĚĞĮŶŝĕĆŽĚĞĞƐƚƌĂƚĠŐŝĂƐĚĞĚŝĨĞƌĞŶ-
ĐŝĂĕĆŽƉĞĚĂŐſŐŝĐĂĞƉŽĚĞƌĄƚĂŵďĠŵƐĞƌƷƟů
ƉĂƌĂĂĐŽŶƐƟƚƵŝĕĆŽĚĞŐƌƵƉŽƐĚĞƚƌĂďĂůŚŽ͘
EĂƐ ŵŽĚĂůŝĚĂĚĞƐ ĚĞ ĞŶƐŝŶŽ ĚŝŐŝƚĂů͕
ĐŽŵŽ Ğŵ ƚŽĚĂƐ ĂƐ ĂƟǀŝĚĂĚĞƐ ƉĞĚĂŐſŐŝ-
ĐĂƐ͕ĚĞǀĞƉƌŝǀŝůĞŐŝĂƌͲƐĞĂĂǀĂůŝĂĕĆŽĨŽƌŵĂƟǀĂ͕ƌĞĐŽƌ-
ƌĞŶĚŽĂƵŵĂǀĂƌŝĞĚĂĚĞĚĞŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽƐĚĞƌĞĐŽůŚĂ
ĚĞŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽĂĚĞƋƵĂĚŽƐăĚŝǀĞƌƐŝĚĂĚĞĚĂƐĂƉƌĞŶ-
ĚŝnjĂŐĞŶƐ Ğ ăƐ ĐŝƌĐƵŶƐƚąŶĐŝĂƐ Ğŵ ƋƵĞ ŽĐŽƌƌĞŵ͘ ƐƚĞ
ƟƉŽĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ͕ĚĞĐĂƌĄƚĞƌĐŽŶơŶƵŽĞƐŝƐƚĞŵĄƟĐŽ͕
ƉĞƌŵŝƚĞĂŽƐƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞƐ͕ĂŽƐĂůƵŶŽƐĞĂŽƐĞŶĐĂƌƌĞŐĂ-
dos de educação obter informação atualizada sobre
Ž ĚĞƐĞŶǀŽůǀŝŵĞŶƚŽ ĚŽ ĞŶƐŝŶŽ Ğ ĚĂ ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕
com vista ao ajustamento de processos e estratégias
(autorregulação do processo e da aprendizagem).
As plataformas e ferramentas digitais oferecem
um conjunto de vantagens que ajudam a transformar
ĂĂǀĂůŝĂĕĆŽĨŽƌŵĂƟǀĂŶƵŵŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽĂƟǀŽĞĐŽŶơ-
ŶƵŽĚĞŵĞůŚŽƌŝĂĚĂƐĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŶƐ͕ƚŽƌŶĂŶĚŽŽƐƉƌŽ-
ĐĞƐƐŽƐŵĂŝƐƌĄƉŝĚŽƐ͕ƚƌĂŶƐƉĂƌĞŶƚĞƐĞĞĮĐĂnjĞƐ͘:ĂŶĞƚ
ŽŽŶĞLJ;ϮϬϭϵͿϵ
ŝĚĞŶƟĮĐĂĂůŐƵŵĂƐĚĞƐƐĂƐǀĂŶƚĂŐĞŶƐ͗
ͻ
feedbackƌĄƉŝĚŽ;ĞŵƚĞŵƉŽƌĞĂůͿĞĚĞƐƵƉŽƌƚĞăƐ
ĞƚĂƉĂƐƐĞŐƵŝŶƚĞƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĐŽŵƵŵŶşǀĞů
ĚĞĚŝĮĐƵůĚĂĚĞĂĚĞƋƵĂĚŽ͖
ͻ
ƐƵƉŽƌƚĞƉĂƌĂĂƐĞƐĐŽůŚĂƐĚŽƐĂůƵŶŽƐ;ƉĂƌĂƉĞƌƐŽ-
ŶĂůŝnjĂƌĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĞĐŽŵŽĨĂƚŽƌĚĞŵŽƟǀĂ-
ĕĆŽŝŶƚƌşŶƐĞĐĂͿ͖
ͻ
ĂŵďŝĞŶƚĞƐ ĚĞ ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ ŝŵĞƌƐŝǀĂ ƉĂƌĂ
ĂƉŽŝĂƌĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĐŽŶƚĞdžƚƵĂůŝnjĂĚĂ͖
ͻ
ĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐƉĂƌĂĚŝƐƉŽƐŝƟǀŽƐŵſǀĞŝƐƋƵĞƉĞƌ-
ŵŝƚĞŵĂĂǀĂůŝĂĕĆŽĚĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵͨĂƋƵĂůƋƵĞƌ
ŚŽƌĂĞĞŵƋƵĂůƋƵĞƌůƵŐĂƌ͖ͩ
ϵ
KKEz͕:͘;ϮϬϭϵͿ͘ŝŐŝƚĂůŽƌŵĂƟǀĞƐƐĞƐƐŵĞŶƚ͗ƌĞǀŝĞǁ
ŽĨƚŚĞůŝƚĞƌĂƚƵƌĞ͘KŶůŝŶĞ͘ŝƐƉŽŶşǀĞůĞŵ͗ŚƩƉ͗ͬͬǁǁǁ͘ĞƵŶ͘ŽƌŐͬ
ĚŽĐƵŵĞŶƚƐͬϰϭϭϳϱϯͬϴϭϳϯϰϭͬƐƐĞƐƐйϰϬĞĂƌŶŝŶŐнŝƚĞƌĂƚƵ-
ƌĞнZĞǀŝĞǁͬďĞϬϮĚϱϮϳͲϴĐϮĨͲϰϱĞϯͲϵĨϳϱͲϮĐϱĐĚϱϵϲϮϲϭĚ͘ŽŶƐƵů-
ƚĂĚŽĞŵϯϬͲϭϭͲϮϬϮϬ͕ƉƉ͘ϴͲϵ͘
É importante que o
uso das ferramentas
de comunicação seja
cuidadosamente
ƉůĂŶŝĮĐĂĚŽ͕ĂƐƐŽĐŝĂĚŽ
ĂŽďũĞƟǀŽƐĚĞ
aprendizagem e objeto
ĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ͕ƐĞũĂƋƵĂů
ĨŽƌĂĄƌĞĂĐƵƌƌŝĐƵůĂƌ͕ƉŽƌ
ĞdžĞŵƉůŽ͕ŵĞĚŝĂŶƚĞŽ
uso de uma rubrica de
avaliação.
Projeto A Par e PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^
70
Ensino digital | Carlos Pinheiro
ͻ
ŽƉŽƌƚƵŶŝĚĂĚĞƐĚĞĂƵƚŽĂǀĂůŝĂĕĆŽĞĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ
ƉŽƌƉĂƌĞƐ͖
ͻ
ĂĐĞƐƐŽĂƌĞĐƵƌƐŽƐĞĂĞdžĞŵƉůŽƐonline͖
ͻ
ƌĞĐŽůŚĂĚĞĚĂĚŽƐƉĂƌĂŵĞůŚŽƌĐŽŵƉƌĞĞŶĚĞƌŽƐ
ƉƌŽĐĞƐƐŽƐĞĐŽŶƚĞdžƚŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĞĂŶĄ-
ůŝƐĞĚĞƐƐĞƐĚĂĚŽƐĂĮŵĚĞƉƌĞǀĞƌŽƉƌŽŐƌĞƐƐŽ
ĚŽƐĂůƵŶŽƐĞĂĚĂƉƚĂƌĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͖
ͻ
ƉŽƚĞŶĐŝĂůƉĂƌĂƵŵĂŝŶƚĞŐƌĂĕĆŽŵĂŝƐĐŽŶƐŝƐƚĞŶƚĞ
ĚĂƐĂǀĂůŝĂĕƁĞƐĨŽƌŵĂƟǀĂĞƐƵŵĂƟǀĂ͖
ͻ
ŽƉŽƌƚƵŶŝĚĂĚĞƐ ƉĂƌĂ ŽƐ ĂůƵŶŽƐ ĐŽŶĐĞďĞƌĞŵ ŽƐ
ƐĞƵƐƉƌſƉƌŝŽƐŽďũĞƟǀŽƐĞĞƐƚƌĂƚĠŐŝĂƐĚĞĂƉƌĞŶ-
dizagem.
Quanto aos ŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽƐ Ğ ƚĠĐŶŝĐĂƐ de avalia-
ĕĆŽ͕ĞůĞƐĚĞǀĞƌĆŽƐĞƌŽŵĂŝƐĚŝǀĞƌƐŝĮĐĂĚŽƐƉŽƐƐşǀĞŝƐ͕
podendo incluir a ŽďƐĞƌǀĂĕĆŽ;ƋƵĞƉĞƌŵŝƚĞƌĞĐŽůŚĞƌ
ĚĂĚŽƐŶŽŵŽŵĞŶƚŽĞŵƋƵĞĞƐƚĆŽĂĂĐŽŶƚĞĐĞƌ͕ƐĞŵ
ĐƌŝĂƌ ƐŝƚƵĂĕƁĞƐ ĂƌƟĮĐŝĂŝƐ͕ ƉƌŽƉŽƌĐŝŽŶĂŶĚŽ Ž ƌĞƚŽƌŶŽ
imediato do resultado da aprendizagem) e ŵĠƚŽĚŽƐ
ĞƚĠĐŶŝĐĂƐŽƌĂŝƐ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ĂƋƵĂŶĚŽĚĂĂƉƌĞƐĞŶƚĂ-
ĕĆŽŽƌĂůĚĞƚƌĂďĂůŚŽƐŽƵĂƐƵĂĚŝƐĐƵƐƐĆŽͬĚĞĨĞƐĂͿ͕ƋƵĞ
são os mais fáceis de aplicar.
Nas ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕƁĞƐŽƌĂŝƐ deverá valorizar-se não a
ƌĞƉƌŽĚƵĕĆŽĚŽĐŽŶŚĞĐŝŵĞŶƚŽ͕ŵĂƐƐŽďƌĞƚƵĚŽŽƉĞŶ-
ƐĂŵĞŶƚŽĐƌşƟĐŽĞŽƉĞŶƐĂŵĞŶƚŽĐƌŝĂƟǀŽ͕ĂĐĂƉĂĐŝĚĂĚĞ
ĚĞƉĞŶƐĂƌĚĞŵŽĚŽĂďƌĂŶŐĞŶƚĞĞĞŵƉƌŽĨƵŶĚŝĚĂĚĞ͕
ĚĞĨŽƌŵĂůſŐŝĐĂ͕ĂŶĂůŝƐĂŶĚŽŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽ͕ĞdžƉĞƌŝġŶĐŝĂƐ
ŽƵŝĚĞŝĂƐĚĞĨŽƌŵĂĐƌşƟĐĂ͕ĂƌŐƵŵĞŶƚĂŶĚŽĐŽŵƌĞĐƵƌƐŽ
ĂĐƌŝƚĠƌŝŽƐŝŵƉůşĐŝƚŽƐŽƵĞdžƉůşĐŝƚŽƐ͘
Quanto aos ŵĠƚŽĚŽƐĞƐĐƌŝƚŽƐ͕ĂůĠŵĚŽƐƚƌĂĚŝĐŝŽ-
ŶĂŝƐƚĞƐƚĞƐĞƐĐƌŝƚŽƐ͕ĞdžŝƐƚĞŵŽƵƚƌŽƐŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽƐŵĂŝƐ
ĂĚĞƋƵĂĚŽƐăĂǀĂůŝĂĕĆŽĞŵĂŵďŝĞŶƚĞƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ĚĞƋƵĞ
ĚĞƐƚĂĐĂŵŽƐŽƐƐĞŐƵŝŶƚĞƐ͗
ͻ
ƚƌĂďĂůŚŽƐ ĞƐĐƌŝƚŽƐ ;ĞŶƐĂŝŽƐ͕ ƌĞůĂƚſƌŝŽƐ͕ ĂŶĄůŝ-
ƐĞƐ ĚĞ ƚĞdžƚŽƐ͕ ĮĐŚĂƐ ĚĞ ƌĞƐŽůƵĕĆŽ ĚĞ ĞdžĞƌĐş-
ĐŝŽƐ͕ƌĞĚĂĕĆŽĚĞƚĞdžƚŽƐŽƌŝŐŝŶĂŝƐ͕ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕƁĞƐ͕
ŵĂƉĂƐ ŵĞŶƚĂŝƐ͕ ŝŶĨŽŐƌĄĮĐŽƐ͘͘͘Ϳ͘ EĞƐƚĞ ƟƉŽ
ĚĞ ƚƌĂďĂůŚŽƐ͕ ĚĞǀĞƌĆŽ ĂĚŽƚĂƌͲƐĞ ĞƐƚƌĂƚĠŐŝĂƐ
ĂŶƟͲ'ŽŽŐůĞ͕ŝƐƚŽĠ͕ŽƐĂůƵŶŽƐĚĞǀĞƌĆŽƐĞƌĚĞƐĂ-
ĮĂĚŽƐĂĂŶĂůŝƐĂƌĞŝŶǀĞƐƟŐĂƌƋƵĞƐƚƁĞƐ;ƵƐĂŶĚŽĂ
/ŶƚĞƌŶĞƚĞŽƵƚƌĂƐĨŽŶƚĞƐĚĞŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽͿ͕ĚŝƐƟŶ-
guindo o que sabem do que pretendem desco-
brir e adotando as estratégias adequadas para
ŝŶǀĞƐƟŐĂƌĞƌĞƐƉŽŶĚĞƌăƐƋƵĞƐƚƁĞƐŝŶŝĐŝĂŝƐ͘ĞǀĞ
ǀĂůŽƌŝnjĂƌͲƐĞ Ă ĂŶĄůŝƐĞ ĐƌşƟĐĂ ĚĂƐ ĐŽŶĐůƵƐƁĞƐ Ă
ƋƵĞ ĐŚĞŐĂŵ͕ ƌĞĨŽƌŵƵůĂŶĚŽ͕ ƐĞ ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ͕ ĂƐ
ĞƐƚƌĂƚĠŐŝĂƐ ĂĚŽƚĂĚĂƐ͕ Ğ ĐŽŶƚƌĂƌŝĂƌ Ğ ĐŽŶĚĞŶĂƌ
ƐŝƐƚĞŵĂƟĐĂŵĞŶƚĞŽƉůĄŐŝŽĞĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕĆŽĂĐƌş-
ƟĐĂ ĚĂ ŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽ͘ DƵŝƚŽƐ ĚĞƐƚĞƐ ƚƌĂďĂůŚŽƐ
podem também ser avaliados mediante técni-
cas orais.
ͻ
ƚƌĂďĂůŚŽƐ ƉƌĄƟĐŽƐ͘ ƐƚĞƐ ƉŽĚĞŵ ƐĞƌ ƌĞĂůŝnjĂ-
ĚŽƐƉƌĞƐĞŶĐŝĂůŵĞŶƚĞŽƵĞŵŵŽĚĂůŝĚĂĚĞƐŚşďƌŝ-
ĚĂƐ͕ ƉƌŽƉŽŶĚŽ͕ ŶĞƐƚĞ ƷůƟŵŽ ĐĂƐŽ͕ ĂƟǀŝĚĂĚĞƐ
cujos resultados possam ser documentados por
ĞƐĐƌŝƚŽ͕ĄƵĚŝŽŽƵǀşĚĞŽ͕ƉĞůŽĂůƵŶŽŽƵƉŽƌƚĞƌ-
ĐĞŝƌŽƐ͕ĞƉŽƐƚĞƌŝŽƌŵĞŶƚĞĞŶǀŝĂĚŽƐŽƵĂƉƌĞƐĞŶ-
ƚĂĚŽƐĂŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌŽƵăƚƵƌŵĂ͖
ͻ
ƉĂƌƟĐŝƉĂĕĆŽĞŵĨſƌƵŶƐ͖
ͻ
ĞͲƉŽƌƚĞĨſůŝŽƐŽƵĚŝĄƌŝŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͘ƐƚĞƐ
são os instrumentos mais ricos do ponto de vista
ĚĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ƉŽŝƐƉĞƌŵŝƚĞŵĚĞƐĞŶǀŽůǀĞƌĞ
ĂǀĂůŝĂƌĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂƐĚĞŶşǀĞůĞůĞǀĂĚŽ;ĚĞƐĐƌĞ-
ǀĞƌ͕ ĐŽŵĞŶƚĂƌ͕ ƌĞůĂĐŝŽŶĂƌ͕ ĂǀĂůŝĂƌ͕ ĐƌŝĂƌͿ͘  ƐƵĂ
componente digital possibilita o recurso a for-
mas diversas de produção ou organização de
ĐŽŶƚĞƷĚŽƐ ;ĨŽƚŽŐƌĂĮĂ͕ ŵƵůƟŵĠĚŝĂͿ ƋƵĞ ĚŽĐƵ-
ŵĞŶƚĂŵĂƐĨĂƐĞƐĚŽƚƌĂďĂůŚŽĞĐŽŶǀŽĐĂŵĚŝĨĞ-
ƌĞŶƚĞƐƟƉŽƐĚĞůŝƚĞƌĂĐŝĂƐ͘
ƵƟůŝnjĂĕĆŽĚĞĞͲƉŽƌƚĞĨſůŝŽƐŽƵĚŝĄƌŝŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂ-
ŐĞŵƉĞƌŵŝƚĞĂŽƐĂůƵŶŽƐƵƟůŝnjĂƌĞĚŽŵŝŶĂƌŝŶƐƚƌƵŵĞŶ-
ƚŽƐ ĚŝǀĞƌƐŝĮĐĂĚŽƐ ƉĂƌĂ ƉĞƐƋƵŝƐĂƌ͕ ĚĞƐĐƌĞǀĞƌ͕ ĂǀĂůŝĂƌ͕
ǀĂůŝĚĂƌĞŵŽďŝůŝnjĂƌŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽ͕ĚĞĨŽƌŵĂĐƌşƟĐĂĞĂƵƚſ-
ŶŽŵĂ͕ǀĞƌŝĮĐĂŶĚŽĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐĨŽŶƚĞƐĚŽĐƵŵĞŶƚĂŝƐĞĂ
ƐƵĂĐƌĞĚŝďŝůŝĚĂĚĞ͕ĞŽƌŐĂŶŝnjĂƌĂŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽƌĞĐŽůŚŝĚĂ
ĚĞĂĐŽƌĚŽĐŽŵƵŵƉůĂŶŽ͕ĐŽŵǀŝƐƚĂăĞůĂďŽƌĂĕĆŽĞă
ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕĆŽĚĞƵŵŶŽǀŽƉƌŽĚƵƚŽŽƵĞdžƉĞƌŝġŶĐŝĂĚĞ
ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͘  ƚĂŵďĠŵ ƵŵĂ ĞdžĐĞůĞŶƚĞ ĨŽƌŵĂ ĚĞ
desenvolver as competências digitais dos aprendentes.
džĞŵƉůŽƐĚĞĞůĞŵĞŶƚŽƐĂĂǀĂůŝĂƌ͗
ͻ
ƐĞůĞĕĆŽ ĚŽƐ ŵĂƚĞƌŝĂŝƐ Ğ ƐƵĂ ƌĞůĂĕĆŽ ĐŽŵ ĂƐ
ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŶƐ͖
ͻ
ƚĞdžƚŽĚĞƐĐƌŝƟǀŽͬĞdžƉůŝĐĂƟǀŽ͖
ͻ
ĂŶĄůŝƐĞĐƌşƟĐĂ͖
ͻ
ĞǀŝĚġŶĐŝĂƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͖
ͻ
ŶĂǀĞŐĂĕĆŽ͕ĨŽƌŵĂƚĂĕĆŽĞĂĐĞƐƐŝďŝůŝĚĂĚĞ͖
ͻ
ĐŝƚĂĕƁĞƐĞƌĞƐƉĞŝƚŽƉĞůŽƐĚŝƌĞŝƚŽƐĚĞĂƵƚŽƌ͖
ͻ
ĞůĞŵĞŶƚŽƐŵƵůƟŵĠĚŝĂ͘
Outra forma de usar a avaliação ao serviço da
aprendizagem é a prática da ĂƵƚŽĂǀĂůŝĂĕĆŽ͕ƋƵĞƉŽĚĞ
ƐĞƌ ƌĞĂůŝnjĂĚĂ ĂŶƚĞƐ͕ ĚƵƌĂŶƚĞ ŽƵ ĂƉſƐ ĂƐ ĂƟǀŝĚĂĚĞƐ͘
ƐƚĂƉŽĚĞƌĄƌĞǀĞƐƟƌͲƐĞĚĞƵŵĂƌĞŇĞdžĆŽĐƌşƟĐĂ͕ĐŽŵ
71
Projeto A Par e PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^
ƋƵĞƐƚƁĞƐ ŽƌŝĞŶƚĂĚŽƌĂƐ͕ ŽƵ ĚĞ ƵŵĂ ĚŝƐĐƵƐƐĆŽ ŶƵŵ
ĨſƌƵŵ͘KƌĞƐƵůƚĂĚŽĚĞƐƚĞƉƌŽĐĞƐƐŽƐĞƌǀŝƌĄĚĞŝŶƐƚƌƵ-
ŵĞŶƚŽĂƵƚŽƌƌĞŐƵůĂĚŽƌƉĂƌĂŽĂůƵŶŽĞ͕ƉĂƌĂŽƉƌŽĨĞƐ-
ƐŽƌ͕ƐĞƌĄƵŵŝŶĚŝĐĂĚŽƌĚĞŶĞĐĞƐƐŝĚĂĚĞĚĞƌĞǀŝƐĆŽĞͬŽƵ
ĂƉƌŽĨƵŶĚĂŵĞŶƚŽĚĂƐĂƟǀŝĚĂĚĞƐƉƌŽƉŽƐƚĂƐ͘
Importa também referir o uso das tecnologias digi-
tais para ĂǀĂůŝĂĕĆŽ ĞŶƚƌĞ ƉĂƌĞƐ͕ ŵĞĚŝĂŶƚĞ ĐƌŝƚĠƌŝŽƐ
ƉƌĞĚĞĮŶŝĚŽƐ͕ƋƵĞĐŽŶƚƌŝďƵŝƉĂƌĂĐŽŶƐƚƌƵĕĆŽĐŽůĂďŽƌĂ-
ƟǀĂĚĞĐŽŶŚĞĐŝŵĞŶƚŽĞŵĂŵďŝĞŶƚĞƐĚŝŐŝƚĂŝƐĞƉĂƌĂĂ
aprendizagem entre pares.
Muitas das plataformas de ensino digital permi-
tem manter os pais informados acerca do percurso
ĚŽƐĂůƵŶŽƐĞĚŽƐƌĞƐƵůƚĂĚŽƐĚĂƐƵĂĂǀĂůŝĂĕĆŽ͕ĂƐƐĞŐƵ-
ƌĂŶĚŽĂƐƐŝŵƵŵĂƉĂƌƟĐŝƉĂĕĆŽŵĂŝƐŝŶĨŽƌŵĂĚĂŶĂǀŝĚĂ
escolar do seu educando.
YƵĂůĂŝŵƉŽƌƚąŶĐŝĂĚŽĨĞĞĚďĂĐŬ
ŶŽĞŶƐŝŶŽĚŝŐŝƚĂů͍
Dar feedback ĨŽƌŵĂƟǀŽ ĨƌĞƋƵĞŶƚĞ͕ ƌĄƉŝĚŽ͕ ŽƉŽƌ-
ƚƵŶŽĞĚŝƌĞĐŝŽŶĂĚŽĂŽƐĂůƵŶŽƐĠƵŵĨĂƚŽƌĐƌşƟĐŽĚĞ
sucesso da aprendizagem em ambientes digitais.
Ainda que muitas ferramentas permitam conceber
ĂƟǀŝĚĂĚĞƐĚĞfeedbackĂƵƚŽŵĄƟĐŽ;ŽĐĂƐŽĚŽƐƚĞƐƚĞƐ
ĚĞƌĞƐƉŽƐƚĂĨĞĐŚĂĚĂͿ͕ĞƐƚĞŵƵŝƚĂƐǀĞnjĞƐŶĆŽĠŵĂŝƐĚŽ
que a devolução do resultado de uma tarefa/questão
ĞŶĆŽĚĞǀĞƌĄƐƵďƐƟƚƵŝƌŽfeedbackƉĞƐƐŽĂů͕ĨŽƌŵĂƟǀŽ
ĞĨŽƌŵĂĚŽƌ͕ƉŽƌƉĂƌƚĞĚŽĚŽĐĞŶƚĞ͘
EĂ ĐƌŝĂĕĆŽ ĚĞ ĂƟǀŝĚĂĚĞƐ ĚĞ ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ Ğŵ
ĂŵďŝĞŶƚĞƐŚşďƌŝĚŽƐ͕ŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌĚĞǀĞƌĄƉŽƌŝƐƐŽƉƌĞ-
ver a necessidade de dar um feedback regular aos
ĂůƵŶŽƐ͕ƵƐĂŶĚŽĂƐƚĞĐŶŽůŽŐŝĂƐĚŝŐŝƚĂŝƐƉĂƌĂŵŽŶŝƚŽƌŝ-
zar remotamente o seu progresso e intervir quando
ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ͕ ƉĞƌŵŝƟŶĚŽ Ă ĂƵƚŽƌƌĞŐƵůĂĕĆŽ Ğ ŽĨĞƌĞ-
ĐĞŶĚŽƐŽůƵĕƁĞƐƉĂƌĂƵůƚƌĂƉĂƐƐĂƌĚŝĮĐƵůĚĂĚĞƐŽƵƉĂƌĂ
ĂƉƌŽĨƵŶĚĂƌ ĐŽŶŚĞĐŝŵĞŶƚŽƐ͘ WŽĚĞƌͲƐĞͲĄ ŝŶĐůƵƐŝǀĂ-
mente antecipar as necessidades de orientação dos
ĂůƵŶŽƐ͕ ĐƌŝĂŶĚŽ͕ ƉŽƌ ĞdžĞŵƉůŽ͕ ƵŵĂ ƐĞĐ-
ção de ajuda ou de perguntas frequentes
;YͿŽƵƚƵƚŽƌŝĂŝƐĞŵǀşĚĞŽ.
WĂƌĂƐĞƌĞĨĞƟǀŽ͕Žfeedback deve evi-
denciar as competências já adquiridas
pelos alunos e oferecer novas possibilida-
des de aprendizagem e de evidenciação
ĚĂƐŵĞƐŵĂƐ͘hŵfeedback focado apenas
ŶĂŝĚĞŶƟĮĐĂĕĆŽĚĞĞƌƌŽƐĠƉŽƵĐŽƷƚŝůĞƐſ
terá verdadeiro impacto se incidir naquilo
ƋƵĞŽĂůƵŶŽƉƌĞĐŝƐĂĚĞĨĂnjĞƌƉĂƌĂĐƵŵƉƌŝƌĂƚĂƌĞĨĂ͕ŽĨĞ-
ƌĞĐĞŶĚŽ͕ ƐĞ ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ͕ ŶŽǀĂƐ ĞƐƚƌĂƚĠŐŝĂƐ ŽƵ ŶŽǀŽƐ
ƌĞĐƵƌƐŽƐƉĂƌĂĂƟŶŐŝƌŽƐŽďũĞƟǀŽƐ͘hŵĂĨŽƌŵĂĚĞĨŽƌŶĞ-
cer um feedbackĞĮĐĂnjƐĞƌĄĞƐƚĂďĞůĞĐĞƌƵŵĂĐŽŵƉĂƌĂ-
ĕĆŽĐŽŵĐƌŝƚĠƌŝŽƐĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽŽƵƌƵďƌŝĐĂƐ͕ĚĞƐĐƌĞǀĞŶĚŽ
aquilo que o aluno já alcançou e fornecendo sugestões
ƐŽďƌĞŽƋƵĞĂŝŶĚĂƉŽĚĞƐĞƌŵĞůŚŽƌĂĚŽ͘Kfeedback
deverá por isso ocorrer durante o processo de realiza-
ĕĆŽĚĂĂƟǀŝĚĂĚĞĞŶĆŽĂƉſƐŽƐĞƵĮŶĂů͘
Além deste feedbackĨŽƌŵĂƟǀŽĞĂǀĂůŝĂƟǀŽ͕Ğŵ
modalidades de ensino digital é também essencial o
feedbackŝŶƚĞƌĂĐŝŽŶĂů͕ŶŽŵĞĂĚĂŵĞŶƚĞŵĞŶƐĂŐĞŶƐĚĞ
ŝŶĐĞŶƟǀŽŽƵƐŝŵƉůĞƐŵĞŶƚĞĂĐŽŶĮƌŵĂĕĆŽĚĞƌĞĐĞďŝ-
ŵĞŶƚŽĚĞƚƌĂďĂůŚŽƐŽƵĞdžĞĐƵĕĆŽĚĞƚĂƌĞĨĂƐ͘
ŽŵŽĐŽŶƐƚƌƵŝƌŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽƐĚĞƌĞŐŝƐƚŽ
ĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽŵĂŝƐŽďũĞƟǀŽƐ͕ƚƌĂŶƐƉĂƌĞŶƚĞƐĞ
ƉŽƚĞŶĐŝĂĚŽƌĞƐĚĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͍
ĂǀĂůŝĂĕĆŽĚĂƐĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŶƐƉƌĞƐƐƵƉƁĞĂĞdžŝƐ-
tência de critérios que traduzam claramente o que é
desejável que os alunos aprendam e a descrição dos
ĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐŶşǀĞŝƐĚĞĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽ. Estes instrumentos
de registo são comummente designados de rubricas
;ĂƉĂƌƟƌĚŽŝŶŐůġƐƌƵďƌŝĐ) de avaliação ou descritores
ĚĞĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽ͘,ĂďŝƚƵĂůŵĞŶƚĞ͕ĂƐƌƵďƌŝĐĂƐĂƉƌĞƐĞŶ-
tam-se sob a forma de uma matriz com indicação de
um conjunto de critérios que contemplem todas as
ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŶƐƋƵĞŽĂůƵŶŽƚĞŵĚĞƌĞĂůŝnjĂƌŶĂĞdžĞĐƵ-
ĕĆŽĚĂƚĂƌĞĨĂ͕Ğ͕ƉĂƌĂĐĂĚĂĐƌŝƚĠƌŝŽ͕ŽƐĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐŶşǀĞŝƐ
ĚĞĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽƋƵĂůŝƚĂƟǀŽ;ƋƵĞǀĂƌŝĂŵŝĚĞĂůŵĞŶƚĞ
ĞŶƚƌĞϯĞϱͿ͘ĂĚĂŶşǀĞůĚĞĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽĠĚĞƐĐƌŝƚŽĚĞ
ĨŽƌŵĂĚĞƚĂůŚĂĚĂĞĐůĂƌĂƉĂƌĂŽĂůƵŶŽĞƉŽĚĞƐĞƌĂƐƐŽ-
ĐŝĂĚŽĂƵŵĂĞƐĐĂůĂĚĞǀĂůŽƌĞƐ͕ƉĞƌŵŝƟŶĚŽĂƐƐŝŵĂŽ
professor criar registos de avaliação mais transparen-
ƚĞƐĞĐŽĞƌĞŶƚĞƐĐŽŵŽƐŽďũĞƟǀŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͘
As rubricas podem ser usadas para avaliar qual-
ƋƵĞƌ ƟƉŽ ĚĞ ƚƌĂďĂůŚŽ͕ ĐŽŵŽ ƉĞƐƋƵŝƐĂƐ͕
ƚƌĂďĂůŚŽƐĞŵŐƌƵƉŽ͕ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕƁĞƐ͕ƌĞƐĞ-
ŶŚĂƐ͕ ƉŽƌƚĞĨſůŝŽƐ͕ ĚĞďĂƚĞƐ͕ ƉƌŽĚƵĕĆŽ ĚĞ
ƉŽĚĐĂƐƚƐ͕ ǀşĚĞŽƐ͕ ĞƚĐ͕͘ ƐĞŶĚŽ ĞdžƚƌĞŵĂ-
mente úteis em qualquer modalidade e
ŶşǀĞůĚĞĞŶƐŝŶŽ͕ƉŽŝƐĂůĠŵĚĞĨĂĐŝůŝƚĂƌĞŵ
ŽƚƌĂďĂůŚŽĚŽĚŽĐĞŶƚĞ͕ƉŽĚĞŵƐĞƌƵƐĂĚĂƐ
pelos alunos como instrumento orienta-
ĚŽƌĚŽƐĞƵƚƌĂďĂůŚŽ͕ĂŽƐĞƌǀŝĕŽĚĂĂƉƌĞŶ-
ĚŝnjĂŐĞŵĂƵƚſŶŽŵĂĞĂƵƚŽƌƌĞŐƵůĂĚĂ͘
Dar feedbackĨŽƌŵĂƟǀŽ
ĨƌĞƋƵĞŶƚĞ͕ƌĄƉŝĚŽ͕
oportuno e direcionado
aos alunos é um fator
ĐƌşƟĐŽĚĞƐƵĐĞƐƐŽĚĂ
aprendizagem em
ambientes digitais.
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72
Ensino digital | Carlos Pinheiro
ŶƚƌĞ ĂƐ ǀĂŶƚĂŐĞŶƐ ĚĂƐ ƌƵďƌŝĐĂƐ ĚĞ ĂǀĂůŝĂĕĆŽ͕
ƐĂůŝĞŶƚĂŵŽƐĂƐƐĞŐƵŝŶƚĞƐ͗
ͻ
ƉĞƌŵŝƚĞŵŽĞŶǀŽůǀŝŵĞŶƚŽĚŽƐĂůƵŶŽƐŶŽƉƌŽͲ
ĐĞƐƐŽĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ;ƉŽƌĞdžĞŵ-
ƉůŽ͕ ƐƵŐĞƌŝŶĚŽ ĐƌŝƚĠƌŝŽƐ ƉĂƌĂ Ă ĞůĂďŽƌĂĕĆŽ ĚĂƐ
ƌƵďƌŝĐĂƐƉĞůĂƐƋƵĂŝƐŽƐƐĞƵƐƚƌĂďĂůŚŽƐĞƉƌŽũĞƚŽƐ
ƐĞƌĆŽĂǀĂůŝĂĚŽƐͿ͖
ͻ
ƌĞĚƵnjĞŵ Ă ƐƵďũĞƟǀŝĚĂĚĞ da avaliação (o pro-
cesso de avaliação torna-se mais transparente
e o aluno compreenderá mais facilmente o
ĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽƋƵĞƐĞĞƐƉĞƌĂĚĞůĞŶƵŵĂƚĂƌĞĨĂĚĞ
ĂǀĂůŝĂĕĆŽ͕ĞƋƵĂŝƐƐĆŽŽƐĂƐƉĞƚŽƐƋƵĞǀĆŽƐĞƌŽ
ĨŽĐŽĚĂĂǀĂůŝĂĕĆŽͿ͖
ͻ
ĂũƵĚĂŵŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌĂĚĂƌŵĞůŚŽƌ feedback ao
ĂůƵŶŽ͖
ͻ
ŵĞůŚŽƌĂƌĂŵĂŵŽƟǀĂĕĆŽĞĂĐŽŶĮĂŶĕĂĚŽƐĂůƵͲ
nos͕ pelo facto de os ajudar a compreender a
ĨŽƌŵĂĚĞĂůĐĂŶĕĂƌƵŵďŽŵĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽ͖
ͻ
ĞŶĐŽƌĂũĂŵŽƉĞŶƐĂŵĞŶƚŽĐƌşƟĐŽ;ͨƐĞĚŝƐĐƵƟƌ-
mos previamente com os alunos os critérios pre-
ƐĞŶƚĞƐŶĂƐŐƌĞůŚĂƐ͕ĞƐƚĂƌĞŵŽƐĂĞdžƉůŝĐŝƚĂƌĂůŐƵŶƐ
ĞůĞŵĞŶƚŽƐŝŵƉŽƌƚĂŶƚĞƐŶŽƉĞŶƐĂŵĞŶƚŽĐƌşƟĐŽ
ƋƵĞ͕ĚĞŽƵƚƌŽŵŽĚŽ͕ŽŵŝƟƌşĂŵŽƐĐŽŶƐŝĚĞƌĂŶĚŽͲ
ͲŽƐŝŵƉůşĐŝƚŽƐ͕ͩ^ƚĞǀĞŶƐΘĞǀŝϭϬ
Ϳ͖
ͻ
ĨĂĐŝůŝƚĂŵĂĐŽŵƉƌĞĞŶƐĆŽĚĂƐĞdžƉĞĐƚĂƟǀĂƐĐŽŵŽ
ƚƌĂďĂůŚŽ͘ƌƵďƌŝĐĂĚĞŝdžĂĐůĂƌŽƋƵĂŝƐĂƐĐĂƌĂĐƚĞ-
ƌşƐƟĐĂƐƋƵĞŽƚƌĂďĂůŚŽĚĞǀĞƉŽƐƐƵŝƌƉĂƌĂŽďƚĞƌĂ
ĞdžĐĞůġŶĐŝĂ͘WĞƌŵŝƚĞƋƵĞŽĂůƵŶŽĨĂĕĂƵŵĂĂƵƚŽĂ-
ǀĂůŝĂĕĆŽƉĞƌŵĂŶĞŶƚĞĚŽƐĞƵƚƌĂďĂůŚŽĞƐĞũĂŵĂŝƐ
ĂƵƚſŶŽŵŽŶŽƉƌŽĐĞƐƐŽĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͖
ͻ
ĂũƵĚĂŵĂĐůĂƌŝĮĐĂƌŽďũĞƟǀŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ
ĐŽŵƉůĞdžŽƐ assegurando avaliações consisten-
ƚĞƐ͘KƐĂůƵŶŽƐƉĞƌĐĞďĞŵŵĞůŚŽƌŽƋƵĞƐĞĞƐƉĞƌĂ
ĚĞůĞƐ͕ŵĞƐŵŽĞŵƚĂƌĞĨĂƐĐŽŵƉůĞdžĂƐ͕ƉŽĚĞŶĚŽ
usar a rubrica como um guia para um bom
ĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽ Ğ ƉĞƌŵŝƟŶĚŽͲůŚĞƐ ƉĞƌĐĞďĞƌ ƉŽƌ-
ƋƵĞĠƋƵĞŽƐĞƵƚƌĂďĂůŚŽĠďŽŵŽƵŵĂƵ͖
ͻ
ƌĞĚƵnjĞŵŽƚƌĂďĂůŚŽĚŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌ͕ƉŽŝƐƚŽƌŶĂŵĂ
ĂǀĂůŝĂĕĆŽŵĂŝƐƌĄƉŝĚĂĞŵĞŶŽƐƐƵďũĞƟǀĂ͘
Algumas plataformas de LMS já permitem a avaͲ
ůŝĂĕĆŽƉŽƌƌƵďƌŝĐĂƐ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ĂDŝĐƌŽƐŽŌdĞĂŵƐ͕
ϭϬ
 ^ƚĞǀĞŶƐ͕ ͘ Θ Ğǀŝ͕ ͘ ;ϮϬϬϱͿ͘ /ŶƚƌŽĚƵĐƟŽŶ ƚŽ ZƵďƌŝĐƐ͗
ĂŶ ĂƐƐĞƐƐŵĞŶƚ ƚŽŽů ƚŽ ƐĂǀĞ ŐƌĂĚŝŶŐ ƟŵĞ͕ ĐŽŶǀĞLJ ĞīĞĐƟǀĞ
ĨĞĞĚďĂĐŬ ĂŶĚ ƉƌŽŵŽƚĞ ƐƚƵĚĞŶƚ ůĞĂƌŶŝŶŐ͘ ^ƚĞƌůŝŶŐ͕ sŝƌŐŝŶŝĂ͗
^ƚLJůƵƐWƵďůŝƐŚŝŶŐ͘
Ă 'ŽŽŐůĞ ůĂƐƐƌŽŽŵ Ğ ĂƐ ǀĞƌƐƁĞƐ ŵĂŝƐ ƌĞĐĞŶƚĞƐ ĚŽ
DŽŽĚůĞͿ͘džŝƐƚĞŵĚŝǀĞƌƐĂƐĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐonlineϭϭ
e apli-
ĐĂĕƁĞƐƉĂƌĂĚŝƐƉŽƐŝƟǀŽƐŵſǀĞŝƐƋƵĞĨĂĐŝůŝƚĂŵĂĐƌŝĂ-
ĕĆŽ ĚĞ ƌƵďƌŝĐĂƐ Ğ ŽĨĞƌĞĐĞŵ ĞdžĞŵƉůŽƐ͕ ƐƵŐĞƐƚƁĞƐ Ğ
modelos que podem ser adaptados. Estas ferramen-
ƚĂƐ͕ĐŽŶƚƵĚŽ͕ƐĆŽŵĞŶŽƐǀĂŶƚĂũŽƐĂƐĚŽƋƵĞĂƐƌƵďƌŝ-
ĐĂƐĚŝƐƉŽŶŝďŝůŝnjĂĚĂƐƉĞůĂƐƉůĂƚĂĨŽƌŵĂƐD^͕ƉŽŝƐĂşͨĂƐ
rubricas de avaliação são criadas e enviadas ao mesmo
ƚĞŵƉŽƋƵĞĂĂƟǀŝĚĂĚĞƋƵĞŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌƉƌĞƚĞŶĚĞƌĞĂůŝ-
njĂƌ͕ĐůĂƌŝĮĐĂŶĚŽƉƌĞǀŝĂŵĞŶƚĞ͕ŶƵŵĂůſŐŝĐĂĚĞĨĞĞĚƵƉ͕
ŽƋƵĞƐĞĞƐƉĞƌĂƋƵĞĐĂĚĂĂůƵŶŽĨĂĕĂ͘ůĠŵĚŝƐƐŽ͕ĂŐŝ-
ůŝnjĂŵĞƉŽƚĞŶĐŝĂŵĂŽƉŽƌƚƵŶŝĚĂĚĞ͕ĂĞƐƉĞĐŝĮĐŝĚĂĚĞĞ
a personalização do feedbackĚŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌ͕ĂĂǀĂůŝĂĕĆŽ
ƉĞůŽƐƉĂƌĞƐĞĂƉƌſƉƌŝĂĂƵƚŽĂǀĂůŝĂĕĆŽ͕ƉĞƌŵŝƟŶĚŽƵŵĂ
ŐĞƐƚĆŽŵĂŝƐĞĮĐĂnjĚĂŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽƌĞĐŽůŚŝĚĂͩ͘ϭϮ
hŵĂďŽĂƌƵďƌŝĐĂĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽĚĞǀĞƌĄƐĞƌ͗
ͻ
ĂĚĞƋƵĂĚĂ ăƐ ƚĂƌĞĨĂƐ ŽƵ ƉƌŽĚƵƚŽƐ ƋƵĞ ƐĞ ƉƌĞ-
ƚĞŶĚĞĂǀĂůŝĂƌ͖
ͻ
džƉůşĐŝƚĂ ƋƵĂŶƚŽ ĂŽƐ ŶşǀĞŝƐ ĚĞ ĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽ
;ŶŽ ƐĞƵ ĐŽŶũƵŶƚŽ͕ ĚĞǀĞ ĚĞƐĐƌĞǀĞƌ ƋƵĂůƋƵĞƌ
ƌĞƐƵůƚĂĚŽƉŽƐƐşǀĞůƐŽďƌĞŽĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽĚĞƵŵ
aluno) e quanto ao que se espera do aluno em
ĐĂĚĂŶşǀĞů͖
ͻ
ĐůĂƌĂĞŽďũĞƟǀĂƋƵĂŶƚŽăůŝŶŐƵĂŐĞŵĞƚĞƌŵŝŶŽůŽ-
ŐŝĂƵƟůŝnjĂĚĂ;ĚĞǀĞŵƐĞƌĞŶƚĞŶĚŝĚĂƐƉĞůŽĂůƵŶŽͿ
ʹƋƵĂŶƚŽŵĂŝƐŽďũĞƟǀĂĨŽƌĂƐƵĂĚĞƐĐƌŝĕĆŽ͕ŵĂŝƐ
fácil será para o professor a avaliação do traba-
ůŚŽŽƵƚĂƌĞĨĂĞ͕ƉĂƌĂŽĂůƵŶŽ͕ĂůĐĂŶĕĂƌŽƌĞƐƵů-
ƚĂĚŽĞƐƉĞƌĂĚŽĞĞŶƚĞŶĚĞƌĂĐůĂƐƐŝĮĐĂĕĆŽŽďƟĚĂ͖
ͻ
ĨŽƌŵĂƟǀĂ. Embora a rubrica possa ser usada
ĐŽŵŽŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽĚĞĐůĂƐƐŝĮĐĂĕĆŽ͕ĞůĂĚĞǀĞƌĄ
estar sobretudo ao serviço da aprendizagem
ĂƵƚŽƌƌĞŐƵůĂĚĂ͕ĐŽŶƚƌŝďƵŝŶĚŽƉĂƌĂĂũƵĚĂƌŽƐĂůƵ-
nos a aprender e os professores a ensinar.
sĄƌŝŽƐĞdžĞŵƉůŽƐĚĞƌƵďƌŝĐĂƐĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ;ĚĂƌĞƐ-
ponsabilidade da Direção Regional da Educação dos
ĕŽƌĞƐͿ͕ƉĂƌĂĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐƟƉŽůŽŐŝĂƐĚĞƚƌĂďĂůŚŽƐ͕ƉŽĚĞ-
rão ser encontrados em ŚƩƉƐ͗ͬͬǀŝĞǁ͘ŐĞŶŝĂů͘ůLJͬϱĞďĨ-
ϮĚϬĞϴĞϮϰϯďϬĚϱĂϯϮĨĂĚďͬŐƵŝĚĞͲƌƵďƌŝĐĂƐ.
ϭϭ
 ůŐƵŵĂƐ ĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐ ƐĆŽ͕ ƉŽƌ ĞdžĞŵƉůŽ͕ YƵŝĐŬZƵďƌŝĐ͕
ƐƐĂLJdĂŐŐĞƌ͕ZƵďƌŝĐDĂŬĞƌ͕ŝZƵďƌŝĐŽƵZƵďŝƐƚĂƌ͘
ϭϮ
DĂĐŚĂĚŽ͕͘;ϮϬϮϬͿ͘WƌĄƟĐĂƐĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽĨŽƌŵĂƟǀĂĞŵĐŽŶͲ
ƚĞdžƚŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĞĞŶƐŝŶŽĂĚŝƐƚąŶĐŝĂ͘Online͘ŝƐƉŽŶşǀĞů
Ğŵ͗ ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ƌĞƐĞĂƌĐŚŐĂƚĞ͘ŶĞƚͬƉƵďůŝĐĂƟŽŶͬϯϰϬϵϰϬϱϬϱͺ
WƌĂƟĐĂƐͺĚĞͺĂǀĂůŝĂĐĂŽͺĨŽƌŵĂƟǀĂͺĞŵͺĐŽŶƚĞdžƚŽƐͺĚĞͺĂƉƌĞŶĚŝ-
njĂŐĞŵͺĞͺĞŶƐŝŶŽͺĂͺĚŝƐƚĂŶĐŝĂ͘ŽŶƐƵůƚĂĚŽĞŵϯϬͲϭϭͲϮϬϮϬ͘
73
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Roteiro Aula Digit@l
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Antes de começar…
Para aceder rapidamente aos manuais e recursos digitais da LeYa Educação
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das matérias. Disponível do 5.o
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Biblioteca | Área onde pode aceder aos manuais e aos recursos digitais online
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No Dossiê estão disponíveis todos
os materiais exclusivos do professor, totalmente
editáveis – planificações, apresentações, fichas, testes e muito mais.
Aqui pode aceder também a todos os áudios dos projetos escolares
e ao guia de exploração dos recursos digitais.
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No Banco de recursos encontra rapidamente os recursos digitais
de que precisa na sala de aula, para orientar o estudo dos seus alunos
ou para iniciar um trabalho interdisciplinar.
Explore os recursos do Professor
Recursos digitais organizados e facilmente pesquisáveis pelos temas do programa
ou de forma livre, por palavras-chave.
Para usar de forma complementar ou independente do manual escolar.
Ideal para a realização de pesquisas, trabalhos de projeto
ou para o trabalho interdisciplinar.
Pesquise por tema do programa ou de forma livre
e encontre rapidamente recursos úteis para desenvolver
trabalho interdisciplinar.
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Os seus alunos podem testar os seus conhecimentos
e ver as suas dúvidas esclarecidas em qualquer
momento e em qualquer lugar, mesmo sem internet.
Explore os recursos do Aluno
Na app Smart Aula Digital os seus alunos podem explorar áudios e vídeos, e rever
o essencial da matéria no seu smartphone.
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para compreender melhor a matéria.
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rápidos, para testar os conhecimentos.
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e possibilidade de melhorar os resultados.
Recursos organizados
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e contendo toda a matéria.
Disponível para as principais disciplinas
do 5.o ao 12.o ano.
Explore estes recursos através da área Smart
da plataforma web e faça recomendações
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Comunicar
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Pode responder a questões
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A partir da área As minhas salas pode comunicar e enviar trabalhos e testes
para orientar o estudo dos seus alunos, monitorizando os seus resultados.
Numa sala, pode publicar informações importantes, partilhar páginas
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Guia de Recursos Multimédia
do Manual A Par e Passo
O Guia de Recursos Multimédia apresenta os recursos multimédia associados
a cada uma das unidades do Manual A Par e Passo.
Em cada uma das unidades, os recursos estão organizados em três categorias:
x Apresentação de conteúdos – recursos disponibilizados para o
auxílio da prática letiva na apresentação dos vários conteúdos.
x Aplicação/consolidação – recursos que permitem a consolidação
das aprendizagens.
x Avaliação – recursos que estão ao serviço da avaliação das
aprendizagens.
Guia de Recursos Multimédia
88 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Ensino Digit@l x ASA
hE/ϭ͗dydKEK/dZZ/KͻhŵƉůĂŶĞƚĂƉĂƌĂƐĂůǀĂƌ
Apresentação
de conteúdos
ͻ Vídeo: Como se faz um jornal?
Vídeo sobre os bastidores da produção de um jornal
Fonte: Jornal Económico TV (2013) | Duração: 3 min 40 s.
ͻ Vídeo: Como escrever uma biografia?
Vídeo tutorial protagonizado por um aluno que explica, através de um texto-
-exemplo, como redigir uma biografia que cumpra os seus objetivos explícitos.
ͻ Animação: O que é um texto publicitário?
Animação que explicita, através de exemplos, o conceito e as finalidades de um
texto publicitário. O recurso termina com a caracterização deste género textual
para registo no caderno. | Duração: 48 s.
ͻ Vídeo: EDP – Geração Zero
Vídeo publicitário de uma campanha lançada pela EDP (2020) com o objetivo de
promover hábitos de proteção ambiental e de divulgar produtos EDP. | Duração:
1 min 20 s.
ͻ Vídeo: Numa hora, Campanha Sociedade Ponto Verde
Vídeo publicitário da campanha promovida pela Sociedade Ponto Verde (2012) com
vista à reciclagem. | Duração: 1 min 1 s.
ͻ Apresentação: Verbos – conjugações, flexão e subclasses
Apresentação sobre verbos (conjugações, flexão e subclasses do verbo), com
iconografia e exemplos complementares.
ͻ Vídeo: Como escrever um texto de opinião?
Vídeo tutorial protagonizado por um aluno que explica, através de um texto-
-exemplo, como elaborar um texto de opinião que cumpra os seus objetivos
explícitos.
ͻ Vídeo: Como expressar pontos de vista e opiniões?
Vídeo tutorial protagonizado por um aluno que apresenta, através de um exemplo,
as estratégias e normas que envolvem a correta expressão oral de pontos de vista
e opiniões em contexto de intervenção formal.
ͻ Vídeo: Discurso de Greta Thunberg nos Goldene Kamera
Vídeo legendado do discurso de Greta Thunberg na gala dos Goldene Kamera
2019. | Duração: 5 min 9 s.
ͻ Vídeo: Aquametragem, Marina Lobo
Curta-metragem de Marina Lobo sobre o desperdício de água, lançada pela
Agência de Energia e Ambiente de Lisboa (2018).| Duração: 6 min 29 s.
ͻ Apresentação: Advérbio e locução adverbial
Apresentação sobre os valores e as funções do advérbio e da locução adverbial,
com iconografia e exemplos complementares.
ͻ Animação: O que é uma crítica?
Animação que explicita, através de exemplos, o conceito e as finalidades do género
textual Crítica. O recurso termina com a caracterização deste género textual para
registo no caderno. | Duração: 1 min 54 s.
Guia de Recursos Multimédia
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Ensino Digit@l x ASA 89
ͻ Vídeo: Mission Blue
Trailer legendado do filme Mission Blue – Netflix (2014). | Duração: 2 min 24 s.
Trata-se de um documentário sobre a campanha da oceanógrafa Sylvia Earle para
proteger os oceanos contra ameaças, como a pesca excessiva ou os resíduos
tóxicos.
ͻ Vídeo: Chernobyl
Trailer legendado da minissérie Chernobyl – HBO (2019). | Duração: 2 min 26 s.
Esta é uma minissérie de 5 episódios que recria os acontecimentos em torno do
acidente nuclear que ocorreu em 1986 na central nuclear de Chernobil (Ucrânia).
Aplicação /
Consolidação
ͻ Quiz: Verbos regulares e irregulares
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
ͻ Quiz: Advérbio relativo
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
ͻ Quiz: Géneros textuais
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
ͻ Jogo: Quem quer ser redator
Jogo que permite consolidar conhecimentos sobre textos não literários.
Avaliação
x Teste interativo: Biografia
Teste interativo com acesso a relatório detalhado.
x Teste interativo: Publicidade
Teste interativo com acesso a relatório detalhado.
x Teste interativo: Artigo de opinião
Teste interativo com acesso a relatório detalhado.
x Teste interativo: Crítica
Teste interativo com acesso a relatório detalhado.
ͻ Teste interativo: Verbos: conjugações, flexão e subclasse
Teste interativo composto por cinco questões, com acesso a relatório detalhado.
ͻ Teste interativo: Unidade 1
Teste interativo com acesso a relatório detalhado.
UNIDADE 2.1: dydKEZZd/sKͻsŝĂŐĞŶƐĞǀĞŶƚƵƌĂƐ
Apresentação
de conteúdos
ͻ Vídeo: Os fantásticos livros voadores do Senhor Lessmore
Curta-metragem de animação, de William Joyce e Brandon Oldenburg (2012). |
Duração: 15 min 6 s.
Esta curta-metragem mostra o poder que os livros têm sobre as pessoas. Os livros
mostram novos mundos, novos caminhos e novas direções, que vão muito além
daquilo a que estamos acostumados.
ͻ Animação: Por que deves ler O Cavaleiro da Dinamarca de Sophia de Mello
Breyner Andresen?
Animação que apresenta ao leitor a obra O Cavaleiro da Dinamarca, motivando-o
para a sua leitura, através da apresentação do percurso biográfico da autora
Sophia de Mello Breyner Andresen, da contextualização e análise das
características da obra e da antecipação de alguns detalhes da narrativa. Inclui
questões orientadoras para reflexão.
Guia de Recursos Multimédia
90 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Ensino Digit@l x ASA
ͻ Animação: O que é o tempo da história, o tempo histórico e o tempo psicológico?
Animação que caracteriza, através de exemplos, um dos elementos da narrativa –
o tempo –, nomeadamente, o tempo da história, o tempo histórico e o tempo
psicológico. O recurso termina com as respetivas definições para registo no
caderno. | Duração: 1 min 37 s.
ͻ Animação: O que é o espaço físico, o espaço social e o espaço psicológico?
Animação que caracteriza, através de exemplos, um dos elementos da narrativa –
o espaço –, nomeadamente, o espaço físico, social e psicológico. O recurso
termina com as respetivas definições para registo no caderno. | Duração: 1 min 54
s.
ͻ Animação: O que é um narrador?
Animação que define narrador e caracteriza, por meio de exemplos, narrador
participante e não participante. O recurso termina com as respetivas definições
para registo no caderno. | Duração: 1 min 50 s.
ͻ Animação: O que é uma enumeração?
Animação que identifica e explica, através de exemplos, o valor expressivo da
enumeração. A animação termina com a definição deste recurso expressivo para
registo no caderno. | Duração: 1 min 22 s.
ͻ Animação: O que é uma personagem principal, secundária e figurante?
Animação que caracteriza, através de exemplos, os diferentes agentes da ação do
texto narrativo, nomeadamente, a personagem principal, a personagem
secundária e o figurante. O recurso termina com as respetivas definições para
registo no caderno. | Duração: 1 min 42 s.
ͻ Animação: O que é uma narrativa encaixada?
Animação que demonstra, através de exemplos, a presença de narrativas
encaixadas dentro da narrativa principal. O recurso termina com a respetiva
definição para registo no caderno. | Duração: 1 min 56 s.
ͻ Vídeo: Romeu e Julieta
Vídeo legendado com um excerto do filme Romeu e Julieta, de Carlo Carlei (2013)
| Duração: 5 min 3 s.
Este filme é uma versão da emblemática peça de William Shakespeare, que
atravessou séculos e fronteiras, tornando-se o paradigma universal do amor
trágico. Escrita entre 1591 e 1595, esta peça retrata o amor entre dois
adolescentes nobres provenientes de famílias rivais de Verona (Itália), cuja ligação
foi tão forte que nem a morte conseguiu separar.
ͻ Vídeo: Como fazer uma exposição oral de um tema?
Vídeo tutorial protagonizado por um aluno que apresenta, através de um
exemplo, as estratégias e normas que envolvem a adequada exposição oral de um
tema em contexto de intervenção formal.
ͻ Apresentação: Modificador do grupo verbal e modificador do nome
Apresentação sobre o modificador do grupo verbal e o modificador do nome
(restritivo e apositivo), com iconografia e exemplos complementares.
ͻ Gramática: Modificador do nome
Gramática interativa que explica, através de exemplos, como identificar a função
sintática de modificador do nome. O recurso apresenta ainda três momentos de
atividades para praticar os conteúdos.
ͻ Gramática: Modificador do grupo verbal
Gramática interativa que explica, através de exemplos, como identificar a função
sintática de modificador do grupo verbal. O recurso apresenta ainda duas
atividades para praticar os conteúdos.
Guia de Recursos Multimédia
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Ensino Digit@l x ASA 91
ͻ Animação: O que é um conto tradicional?
Animação que explora, através de exemplos, as características dos contos
tradicionais. O recurso termina com a respetiva definição para registo no caderno.
| Duração: 1 min 58 s.
ͻ Gramática: Derivação
Gramática interativa que explica, através de exemplos, como distinguir o processo
de derivação na formação regular de palavras. O recurso apresenta ainda
exemplos complementares e dois momentos de atividades para praticar os
conteúdos.
ͻ Gramática: Composição
Gramática interativa que explica, através de exemplos, como distinguir o processo
de composição na formação regular de palavras. O recurso apresenta ainda dois
momentos de atividades para praticar os conteúdos.
ͻ Apresentação: Formação de palavras
Apresentação sobre os processos de formação de palavras (derivação e
composição), com iconografia e exemplos complementares.
ͻ Vídeo: The Ocean Race – Route 2021-22
Vídeo sobre a edição de 2021-22 da competição de vela oceânica “The Ocean
Race – Route 2021-22”. | Duração: 1 min 54 s.
ͻ Apresentação: Preposição e locução prepositiva
Apresentação sobre a classe da preposição e da locução prepositiva, com
iconografia e exemplos complementares.
ͻ Animação: O que é uma crítica?
Animação que explicita, através de exemplos, o conceito e as finalidades do
género textual Crítica. O recurso termina com a caracterização deste género
textual para registo no caderno. | Duração: 1min 54 s.
Aplicação /
Consolidação
ͻ Link – Kahoot: O Cavaleiro da Dinamarca
Kahoot composto por 19 questões.
ͻ Quiz: O Cavaleiro da Dinamarca
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
ͻ Quiz: Modificador
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
ͻ Quiz: Contos tradicionais do povo português
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
ͻ Quiz: Derivação e composição
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
ͻ Quiz: Locução prepositiva
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
Avaliação
ͻ Teste interativo: O Cavaleiro da Dinamarca
Teste interativo com acesso a relatório detalhado.
ͻ Teste interativo: Processos de derivação e composição
Teste interativo com acesso a relatório detalhado.
ͻ Teste interativo: Contos
Teste interativo composto por cinco questões, com acesso a relatório detalhado.
Guia de Recursos Multimédia
92 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Ensino Digit@l x ASA
UNIDADE 2.2: dydKEZZd/sKͻ,ĞƌſŝƐ
Apresentação
de conteúdos
ͻ Animação: Por que deves ler “Mestre Finezas”, de Manuel da Fonseca?
Animação que apresenta ao leitor o conto “Mestre Finezas”, motivando-o para a
sua leitura, através da apresentação do percurso biográfico do autor Manuel da
Fonseca, da contextualização e análise das características da obra e da antecipação
de alguns detalhes da narrativa. Inclui questões orientadoras para reflexão. |
Duração: 4 min 09 s.
ͻ Animação: O que é um narrador?
Animação que define narrador e caracteriza, por meio de exemplos, o narrador
participante e não participante. O recurso termina com as respetivas definições
para registo no caderno. | Duração: 1 min 50 s.
ͻ Vídeo: Hermann
Curta-metragem legendada, inspirada num doente de Alzheimer que tocava à
janela durante a primeira vaga da pandemia covid-19. Esta curta é dirigida por Jordi
García, 23lunes Creative Animation Studio e foi produzida em 2020. | Duração:
2 min 43 s.
ͻ Vídeo: Como escrever um comentário?
Vídeo tutorial protagonizado por um aluno que explica, através de um texto-
-exemplo, como redigir um comentário que cumpra os seus objetivos explícitos.
ͻ Apresentação: Coordenação
Apresentação sobre a classificação das orações coordenadas.
ͻ Gramática: Orações coordenadas
Gramática interativa que explica, através de exemplos, como classificar as orações
coordenadas. O recurso apresenta ainda três momentos de atividades para praticar
os conteúdos.
ͻ Vídeo: Lucho para os amigos, Luis Sepúlveda para os leitores
Reportagem que apresenta uma parte da biografia de Luis Sepúlveda, transmitida
no dia 16 de abril de 2020, dia da morte do escritor. SIC Notícias (2020) | Duração:
5 min 44 s.
ͻ Apresentação: Subordinação (adverbial e substantiva completiva)
Apresentação sobre a subordinação (adverbial e substantiva completiva).
ͻ Gramática: Orações subordinadas adverbiais finais
Gramática interativa que explica, através de exemplos, como classificar as orações
subordinadas adverbiais finais. O recurso apresenta ainda três momentos de
atividades para praticar os conteúdos.
ͻ Gramática: Orações subordinadas adverbiais condicionais
Gramática interativa que explica, através de exemplos, como classificar as orações
subordinadas adverbiais condicionais. O recurso apresenta ainda dois momentos
de atividades para praticar os conteúdos.
ͻ Gramática: Orações subordinadas substantivas completivas
Gramática interativa que explica, através de exemplos, como classificar as orações
subordinadas substantivas completivas. O recurso apresenta ainda exemplos
complementares e dois momentos de atividades para praticar os conteúdos.
Guia de Recursos Multimédia
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Ensino Digit@l x ASA 93
ͻ Gramática: Orações subordinadas adverbiais causais
Gramática interativa que explica, através de exemplos, como classificar as orações
subordinadas adverbiais causais. O recurso apresenta ainda dois momentos de
atividades para praticar os conteúdos.
ͻ Gramática: Orações subordinadas adverbiais temporais
Gramática interativa que explica, através de exemplos, como classificar as orações
subordinadas adverbiais temporais. O recurso apresenta ainda três momentos de
atividades para praticar os conteúdos.
ͻ Animação: O que é uma enumeração?
Animação que identifica e explica, através de exemplos, o valor expressivo da
enumeração. A animação termina com a definição deste recurso expressivo para
registo no caderno. | Duração: 1 min 22 s.
ͻ Apresentação: Variação geográfica: variedades europeia, brasileira e africanas
Apresentação sobre a variação geográfica da língua portuguesa (variedades
europeia, brasileira e africanas).
Aplicação /
Consolidação
ͻ Quiz: “Mestre Finezas”
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
ͻ Quiz: Conjunção e locução conjuncional (coordenativa disjuntiva, conclusiva e
explicativa)
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
ͻ Quiz: História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
ͻ Link - Kahoot: História da gaivota e do gato que a ensinou a voar
Kahoot composto por 13 questões.
ͻ Quiz: Conjunção e locução conjuncional (subordinativa final, condicional e
completiva)
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
ͻ Quiz: Orações subordinadas adverbiais finais e orações subordinadas adverbiais
condicionais
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
ͻ Quiz: Variação de natureza geográfica
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
Avaliação
ͻ Teste interativo: “Mestre Finezas”
Teste interativo com acesso a relatório detalhado.
ͻ Teste interativo: Subordinação
Teste interativo com acesso a relatório detalhado.
ͻ Teste interativo: Coordenação
Teste interativo composto por quatro questões, com acesso a relatório detalhado.
Guia de Recursos Multimédia
94 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Ensino Digit@l x ASA
UNIDADE 2.3: dydKEZZd/sKͻĂŵşůŝĂ
Apresentação
de conteúdos
ͻ Vídeo: Como escrever um comentário?
Vídeo tutorial protagonizado por um aluno que explica, através de um texto-
-exemplo, como redigir um comentário que cumpra os seus objetivos explícitos.
ͻ Animação: Por que deves ler “Ladino”, de Miguel Torga?
Animação que apresenta ao leitor o conto “Ladino”, motivando-o para a sua
leitura, através da apresentação do percurso biográfico do autor Miguel Torga, da
contextualização e análise das características da obra e da antecipação de alguns
detalhes da narrativa. Inclui questões orientadoras para reflexão. | Duração: 5 min
46 s.
ͻ Vídeo: Como escrever um resumo?
Vídeo tutorial protagonizado por um aluno que explica, através de um texto-
-exemplo, como elaborar um resumo que cumpra os seus objetivos explícitos.
ͻ Vídeo: A rapariga que roubava livros
Trailer legendado do filme. Direção de Brian Percival (2013) | Duração: 2 min 11 s.
Este filme, adaptado do livro com o mesmo título, apresenta Liesel Meminger,
uma menina de nove anos que vive em Munique com a sua família adotiva,
durante a Segunda Guerra Mundial. Ensinada a ler por Hans, o seu pai adotivo,
entrega-se aos livros que rouba e que vai partilhando com os seus amigos e
vizinhos. E é assim que nasce uma amizade profunda com Max, um jovem judeu
que vive escondido na cave de sua casa e que, tal como ela, se refugia na literatura
para escapar à dura realidade. Mas, um dia, ele é obrigado a partir, deixando Liesel
mergulhada em desespero.
ͻ Vídeo: Como expressar pontos de vista e opiniões?
Vídeo tutorial protagonizado por um aluno que apresenta, através de um exemplo,
as estratégias e normas que envolvem a correta expressão oral de pontos de vista
e opiniões em contexto de intervenção formal.
ͻ Animação: O que é uma crítica?
Animação que explicita, através de exemplos, o conceito e as finalidades do
género textual Crítica. O recurso termina com a caracterização deste género
textual para registo no caderno. | Duração: 1 min 54 s.
ͻ Vídeo: “A arte e o cinema” de Gabriel Abrantes
Vídeo com um excerto de uma entrevista a Gabriel Abrantes, jovem realizador
português, SIC Notícias (2020). | Duração: 3 min 53 s.
ͻ Vídeo: Como escrever uma biografia?
Vídeo tutorial protagonizado por um aluno que explica, através de um texto-
-exemplo, como redigir uma biografia que cumpra os seus objetivos explícitos.
Guia de Recursos Multimédia
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Ensino Digit@l x ASA 95
ͻ Vídeo: Como escrever um resumo?
Vídeo tutorial protagonizado por um aluno que explica, através de um texto-
-exemplo, como elaborar um resumo que cumpra os seus objetivos explícitos.
ͻ Vídeo: Como escrever um texto de opinião?
Vídeo tutorial protagonizado por um aluno que explica, através de um texto-
-exemplo, como elaborar um texto de opinião que cumpra os seus objetivos
explícitos.
ͻ Animação: O que é um narrador?
Animação que define narrador e caracteriza, por meio de exemplos, narrador
participante e não participante. O recurso termina com as respetivas definições
para registo no caderno. | Duração: 1 min 50 s.
ͻ Animação: O que é uma personagem principal, secundária e figurante?
Animação que caracteriza, através de exemplos, os diferentes agentes da ação do
texto narrativo, nomeadamente, a personagem principal, a personagem
secundária e o figurante. O recurso termina com as respetivas definições para
registo no caderno. | Duração: 1 min 42 s.
ͻ Animação: O que é o espaço físico, o espaço social e o espaço psicológico?
Animação que caracteriza, através de exemplos, um dos elementos da narrativa –
o espaço –, nomeadamente, o espaço físico, social e psicológico. O recurso termina
com as respetivas definições para registo no caderno. | Duração: 1 min 54 s.
ͻ Animação: O que é o tempo da história, o tempo histórico e o tempo psicológico?
Animação que caracteriza, através de exemplos, um dos elementos da narrativa –
o tempo –, nomeadamente, o tempo da história, o tempo histórico e o tempo
psicológico. O recurso termina com as respetivas definições para registo no
caderno. | Duração: 1 min 37 s.
Aplicação /
Consolidação
ͻ Quiz: Avó e neto contra vento e areia
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
ͻ Quiz: Ladino
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
ͻ Jogo: Quem quer ser narrador?
Jogo que permite consolidar conhecimentos sobre o texto narrativo.
ͻ Quiz: Marcas formais do texto narrativo
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
Avaliação
x Teste interativo: “Ladino”
Teste interativo com acesso a relatório detalhado.
ͻ Teste interativo: Texto narrativo
Teste interativo composto por cinco questões, com acesso a relatório detalhado.
ͻ Teste interativo: Unidade 2
Teste interativo com acesso a relatório detalhado.
Guia de Recursos Multimédia
96 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Ensino Digit@l x ASA
UNIDADE 3: TEXTO DRAMÁTICO
Apresentação
de conteúdos
ͻ Vídeo: Matilda, O Musical – uma visita aos bastidores
Vídeo que apresenta uma “visita guiada” aos bastidores do espetáculo em cena no
Sands Theatre (2019). | Duração: 3 min 30 s.
ͻ Animação: Por que deves ler ĞĂŶĚƌŽ͕ZĞŝĚĂ,ĞůşƌŝĂ, de Alice Vieira?
Animação que apresenta ao leitor a obra Leandro, Rei da Helíria, motivando-o para
a sua leitura, através da apresentação do percurso biográfico da autora Alice Vieira,
da contextualização e análise das características da obra e da antecipação de
alguns detalhes da ação. Inclui questões orientadoras para reflexão. | Duração:
12 min 30 s.
ͻ Animação: O que é uma hipérbole?
Animação que identifica e explica, através de exemplos, o valor expressivo da
hipérbole. Esta animação termina com a definição deste recurso expressivo para
registo no caderno. | Duração: 1 min 06 s.
ͻ Vídeo: História trágica com final feliz (curta-metragem)
Curta-metragem de Regina Pessoa, um dos filmes de animação portugueses mais
premiados de sempre (2005). | Duração: 7 min 42 s.
Sinopse: “Há pessoas que, contra a sua vontade, são diferentes. Tudo o que
desejam é serem iguais aos outros, misturarem-se deliciosamente na multidão. Há
quem passe o resto da sua vida lutando para conseguir isso, negando ou tentando
abafar essa diferença. Outros assumem-na e dessa forma elevam-se, conseguindo
assim um lugar junto dos outros... no coração.”
ͻ Vídeo: Como expressar pontos de vista e opiniões?
Vídeo tutorial protagonizado por um aluno que apresenta, através de um exemplo,
as estratégias e normas que envolvem a correta expressão oral de pontos de vista e
opiniões em contexto de intervenção formal.
ͻ Animação: O que é um diálogo, um monólogo e um aparte?
Animação que distingue, através de exemplos, as diferentes modalidades do texto
dramático, nomeadamente, o diálogo, o monólogo e o aparte. O recurso termina
com as respetivas definições para registo no caderno. | Duração: 1 min
27 s.
ͻ Animação: O que é uma didascália?
Animação que define a didascália e comprova, através de exemplos, a sua
importância no texto dramático. O recurso termina com a respetiva definição para
registo no caderno. | Duração: 2 min 07 s.
ͻ Vídeo: Como escrever um texto expositivo?
Vídeo tutorial protagonizado por um aluno que explica, através de um texto-
-exemplo, como redigir um texto expositivo que cumpra os seus objetivos
explícitos.
ͻ Apresentação: Idiomas do amor, Elly Walton
Apresentação composta por três ilustrações de Elly Walton.
Em todos os idiomas existem formas particulares de expressar os sentimentos e as
emoções. A ilustradora Elly Walton reuniu algumas dessas expressões e mostra, de
forma de divertidas, essas expressões relacionadas ao amor em vários idiomas.
Guia de Recursos Multimédia
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Ensino Digit@l x ASA 97
ͻ Apresentação: Oração subordinada adjetiva relativa
Apresentação sobre a oração subordinada adjetiva relativa (restritiva ou
explicativa).
ͻ Gramática: Oração subordinada adjetiva relativa
Gramática interativa que explica, através de exemplos, como classificar as orações
subordinadas adjetivas relativas. O recurso apresenta ainda exemplos
complementares e três momentos de atividades para praticar os conteúdos.
ͻ Apresentação: Formas dos pronomes pessoais átonos
Apresentação sobre as formas dos pronomes pessoais átonos.
ͻ Gramática: Colocação do pronome átono
Gramática interativa que explica, através de exemplos, as regras de colocação do
pronome pessoal átono. O recurso apresenta ainda dois momentos de atividades
para praticar os conteúdos.
ͻ Vídeo: Silent (curta-metragem)
Curta-metragem de animação – Dolby  Moonbot Studios (2014). |Duração: 2 min
39 s.
Curta-metragem que, de alguma forma, consegue materializar um pouco daquilo
que popularmente chamamos de “a magia do cinema”.
Aplicação /
Consolidação
ͻ Link – Kahoot: Leandro, Rei da Helíria
Kahoot composto por 17 questões.
ͻ Quiz: Leandro, Rei da Helíria, de Alice Vieira
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
ͻ Quiz: Verbos antecedidos de determinados pronomes e advérbios
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
ͻ Jogo: Quem quer ser dramaturgo?
Jogo que permite consolidar conhecimentos sobre o texto dramático.
ͻ Quiz: Marcas formais do texto dramático
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
Avaliação
ͻ Teste interativo: Leandro, Rei da Helíria
Teste interativo com acesso a relatório detalhado.
ͻ Teste interativo: Pronomes pessoais átonos
Teste interativo com acesso a relatório detalhado.
ͻ Teste interativo: Orações subordinadas adjetivas relativas
Teste interativo composto por quatro questões, com acesso a relatório detalhado.
ͻ Teste interativo: Texto dramático
Teste interativo composto por cinco questões, com acesso a relatório detalhado.
ͻ Teste interativo: Unidade 3
Teste interativo com acesso a relatório detalhado.
Guia de Recursos Multimédia
98 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Ensino Digit@l x ASA
UNIDADE 4: TEXTO POÉTICO
Apresentação
de conteúdos
ͻ Vídeo: “E por vezes”, de David Mourão-Ferreira
Vídeo com a declamação do poema “E por vezes”, de David Mourão-Ferreira, por
Paulo Condessa. Extraído do programa Um poema por semana, RTP. | Duração:
2 min 15 s.
ͻ Animação: “Ser poeta”, de Florbela Espanca
Animação do poema “Ser poeta”, de Florbela Espanca, com declamação de Luísa
Cruz e ilustração animada.
ͻ Animação: O que é um sujeito poético?
Animação que descreve sujeito poético (sujeito lírico, eu poético, eu lírico). O
recurso termina com a respetiva definição para registo no caderno. | Duração:
1 min 21 s.
ͻ Animação: O que é um pleonasmo?
Animação que identifica e explica, através de exemplos, o valor expressivo do
pleonasmo. A animação termina com a definição deste recurso expressivo para
registo no caderno. | Duração: 1 min 39 s.
ͻ Animação: “As palavras”, Eugénio de Andrade
Animação do poema “As palavras”, de Eugénio de Andrade, com declamação de
Luísa Cruz e ilustração animada.
ͻ Animação: O que é uma anáfora?
Animação que identifica e explica, através de exemplos, o valor expressivo da
anáfora. A animação termina com a definição deste recurso expressivo para
registo no caderno. | Duração: 1 min 56 s.
ͻ Vídeo: Como escrever um texto de opinião?
Vídeo tutorial protagonizado por um aluno que explica, através de um texto-
-exemplo, como elaborar um texto de opinião que cumpra os seus objetivos
explícitos.
ͻ Animação: O que é uma sílaba métrica?
Animação que ensina, através de exemplos, a medir um verso através da
contagem das sílabas métricas e a classificá-las. O recurso termina com uma breve
síntese para registo no caderno. | Duração: 2 min 23 s.
ͻ Vídeo: Conhecer-se através do ADN
Excerto de um vídeo legendado. Momondo, Let’s Open Our World (2017). |
Duração: 2 min 48 s.
ͻ Vídeo: Lisboa menina e moça
Vídeo da apresentação da canção “Lisboa menina e moça”, um tributo a Carlos do
Carmo pela Rádio Comercial (2014). | Duração: 3 min 47 s.
ͻ Vídeo: A tecnologia acabou com estas brincadeiras para sempre?
Vídeo que apresenta um acervo de documentos iconográficos de fotografias a
retratarem algumas das brincadeiras infantis de meados do século XX. | Fonte:
Jornal Económico. | Duração: 3 min 48 s.
Guia de Recursos Multimédia
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Ensino Digit@l x ASA 99
ͻ Animação: O que é uma metáfora?
Animação que identifica e explica, através de exemplos, o valor expressivo da
metáfora. A animação termina com a definição deste recurso expressivo para
registo no caderno. | Duração: 1 min 38 s.
ͻ Vídeo: Lufinha School Tour
Vídeo de apresentação oficial da Lufinha School Tour, um projeto de Francisco
Lufinha, que percorre as escolas do nosso país para relatar o seu testemunho e
inspirar os jovens a seguirem os seus sonhos | Oceanário de Lisboa. | Duração:
2 min 23 s.
ͻ Vídeo: Como escrever uma biografia?
Vídeo tutorial protagonizado por um aluno que explica, através de um texto-
-exemplo, como redigir uma biografia que cumpra os seus objetivos explícitos.
ͻ Animação: O que é uma hipérbole?
Animação que identifica e explica, através de exemplos, o valor expressivo da
hipérbole. Esta animação termina com a definição deste recurso expressivo para
registo no caderno. | Duração: 1 min 6 s.
ͻ Animação: O que é uma enumeração?
Animação que identifica e explica, através de exemplos, o valor expressivo da
enumeração. A animação termina com a definição deste recurso expressivo para
registo no caderno. | Duração: 1 min 22 s.
ͻ Vídeo: Pó, sabes o que é?
Vídeo da campanha do Plano Nacional de Leitura 2027. | Duração 47 s.
Aplicação /
Consolidação
ͻ Quiz: “Ser poeta”, de Florbela Espanca
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
ͻ Quiz: “As palavras”, de Eugénio de Andrade
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
ͻ Quiz: “Urgentemente”, de Eugénio de Andrade
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
ͻ Quiz: “Não posso adiar o amor”, de António Ramos Rosa
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
ͻ Quiz: “Amar!”, de Florbela Espanca
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
ͻ Quiz: “Lágrima de preta”, de António Gedeão
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
ͻ Quiz: “O sonho”, de Sebastião da Gama
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
ͻ Quiz: “Segredo”, de Miguel Torga
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
ͻ Quiz: “Maria Lisboa”, de David Mourão-Ferreira
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
Guia de Recursos Multimédia
100 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Ensino Digit@l x ASA
ͻ Quiz: “Gaivota”, de Alexandre O’Neill
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
ͻ Quiz: “O vagabundo do mar”, de Manuel da Fonseca
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
ͻ Quiz: Recursos expressivos
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
ͻ Jogo: Quem quer ser poeta?
Jogo que permite consolidar conhecimentos sobre o texto poético.
ͻ Quiz: Marcas formais do texto poético
Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
Avaliação
ͻ Teste interativo: Recursos expressivos
Teste interativo composto por cinco questões, com acesso a relatório detalhado.
ͻ Teste interativo: Texto poético
Teste interativo composto por sete questões, com acesso a relatório detalhado.
ͻ Teste interativo: Unidade 4
Teste interativo com acesso a relatório detalhado.
Fichas de Trabalho*
• Compreensão do Oral
• Leitura
• Educação Literária
• Escrita
• Gramática
• Soluções
Fichas
de
Trabalho
* Disponível em formato editável em
PASSO
Fichas de Trabalho
Fichas de Compreensão do Oral ....................................... 103
Fichas de Leitura ............................................................... 109
Fichas de Educação Literária ............................................ 119
Fichas de Escrita ................................................................ 137
Fichas de Gramática .......................................................... 143
Revisão de conteúdos – 2.o
Ciclo
11 Fichas A
11 Fichas B*
Consolidação de conteúdos – 7.o
ano
17 Fichas A
17 Fichas B*
Soluções ............................................................................ 201
Disponível em formato editável em
* Materiais adaptados a alunos com Medidas de Suporte à Aprendizagem
e Inclusão.
Compreensão do Oral
Reportagem SIC Notícias – Aplicação móvel para
denunciar agressões ao meio ambiente ....................... 104
Curta-metragem de animação – Aquametragem ............. 105
Publicidade – “É só desta vez” – Sociedade
Ponto Verde .................................................................. 106
Reportagem SIC Notícias – Sopa de pedra solidária
em Algés ....................................................................... 107
Euronews – Impressora 3D constrói casas em betão ........ 108
Fichas de Compreensão do Oral
104 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
Para responderes aos itens que se seguem, vais visionar um vídeo
sobre um grupo de jovens que atua em defesa do ambiente.
Antes de iniciares o visionamento, lê as questões. Em seguida,
ouve, atentamente, duas vezes, a reportagem e responde ao que
é pedido.
1. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa
corretamente a frase, de acordo com o sentido do texto.
1.1. Os Patrulheiros organizam-se de forma voluntária para
(A) andar de bicicleta a pares.
(B) passear pela floresta, junto a rios e lagos.
(C) defender o ambiente de eventuais ameaças.
1.2. A aplicação agora disponibilizada no telemóvel destina-se
(A) exclusivamente aos Patrulheiros.
(B) a qualquer pessoa que a queira usar.
(C) apenas às pessoas mais jovens.
1.3. A ação deste grupo centra-se na denúncia
(A) apenas de situações de incêndio.
(B) de grandes catástrofes ambientais.
(C) de pequenas e grandes ameaças ao ambiente.
2. Seleciona, com um X, as afirmações verdadeiras.
(A) Os Patrulheiros apenas existem em Albergaria-a-Velha.
(B) Este grupo trabalha em articulação com a Proteção Civil, Bombeiros e outras entidades.
(C) O objetivo futuro é fazer a patrulha da zona costeira, através de drones.
(D) A ação deste grupo promove a cidadania e combate a indiferença em relação às agressões
feitas ao meio ambiente.
Link: Reportagem SIC Notícias – Aplicação móvel para
denunciar agressões ao meio ambiente.
App patrulheiros –
reportagem SIC Notícias.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
1 FICHA DE COMPREENSÃO DO ORAL
Fichas de Compreensão do Oral
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 105
Para responderes aos itens que se seguem, vais visionar a curta-
-metragem animada Aquametragem, de Marina Lobo.
Antes de iniciares o visionamento, lê as questões. Em seguida,
visiona, atentamente, duas vezes, a curta-metragem e responde
ao que é pedido.
1. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa
corretamente a frase, de acordo com o sentido da reportagem.
1.1. A expressão “Água potável: recurso finito e escasso” significa que a água é um bem
(A) limitado e abundante.
(B) infindável e raro.
(C) limitado e raro.
1.2. A atitude do homem face a estas características da água revela
(A) imprudência.
(B) preguiça.
(C) empenho.
1.3. O tratamento e o transporte de água não é uma solução amiga do ambiente porque
(A) é dispendiosa e poluente.
(B) consome energia e polui.
(C) é ineficaz e não poluente.
1.4. A maioria do consumo de água em Portugal está relacionada com
(A) a rega e os animais domésticos.
(B) a pecuária e a produção agrícola.
(C) os animais domésticos e a agricultura.
Vídeo: Aquametragem, de Marina Lobo.
Aquametragem, Marina Lobo.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
2 FICHA DE COMPREENSÃO DO ORAL
Fichas de Compreensão do Oral
106 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
Para responderes aos itens que se seguem, vais
visionar o anúncio publicitário relativo à campanha
“É só desta vez”, da Sociedade Ponto Verde. Presta
atenção à música, à imagem e ao texto dito.
Antes de iniciares o visionamento, lê as questões. Em seguida, ouve, atentamente, duas vezes,
o anúncio publicitário e responde ao que é pedido.
1. Para cada item, seleciona a opção que completa corretamente a frase, de acordo com o sentido
do anúncio publicitário.
1.1. A interrupção da música tem como objetivo realçar
(A) os comportamentos exemplares das pessoas.
(B) os comportamentos incorretos das pessoas.
(C) os comportamentos ecológicos das pessoas.
1.2. A repetição da frase “É só desta vez” tem como finalidade
(A) desculpabilizar certos comportamentos incorretos das pessoas.
(B) valorizar os comportamentos apresentados pelas pessoas.
(C) fazer refletir sobre a necessidade de se evitar certos comportamentos.
1.3. A publicidade procura cumprir o objetivo de mudar hábitos através
(A) da apresentação de comportamentos corretos.
(B) da apresentação de comportamentos pouco cívicos.
(C) da apresentação de slogans.
1.4. O objetivo específico desta publicidade é incentivar as pessoas a
(A) fazerem a reciclagem sempre.
(B) respeitarem as regras sociais.
(C) evitarem pessoas com comportamentos incorretos.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
3 FICHA DE COMPREENSÃO DO ORAL
Vídeo: “É só desta vez” – Sociedade Ponto Verde.
Fichas de Compreensão do Oral
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 107
Para responderes aos itens que se seguem, vais
visionar o vídeo relativo à reportagem “Sopa da
pedra solidária em Algés”.
Antes de iniciares o visionamento, lê as questões. Em seguida, ouve, atentamente, duas vezes,
e responde ao que é pedido.
1. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a frase, de acordo com
o sentido da reportagem.
1.1. A confeção da sopa da pedra é da responsabilidade
(A) apenas de um grupo de motares de Oeiras.
(B) de um grupo de voluntários, onde se incluem os motares de Oeiras.
(C) de um grupo de voluntários, onde se incluem os motares de Algés.
1.2. A sopa da pedra é associada ao termo “solidariedade” porque está relacionada com a história
(A) de um frade de Almeirim.
(B) da Confraria Gastronómica de Almeirim.
(C) do mercado de Algés.
1.3. O uso da expressão “uma dose de alegria”, neste contexto, significa
(A) a sopa leva alegria.
(B) a sopa traz alegria a quem a come.
(C) a sopa é confecionada com alegria.
1.4. Este evento tem o nome de “Sopa da pedra solidária” porque
(A) é confecionada por pessoas necessitadas.
(B) é confecionada para pessoa necessitadas.
(C) é confecionada para aquecer num dia frio.
Link: Reportagem SIC Notícias – Sopa da pedra
solidária em Algés.
Sopa da pedra solidária em Algés, SIC Notícias.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
4 FICHA DE COMPREENSÃO DO ORAL
Fichas de Compreensão do Oral
108 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
Para responderes aos itens que se seguem, vais visionar
uma notícia sobre uma impressora 3D usada para
construir uma casa.
Antes de iniciares o visionamento, lê as questões. Em
seguida, ouve, atentamente, duas vezes, a notícia e
responde ao que é pedido.
1. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a frase, de acordo com
o sentido da notícia.
1.1. A construção da casa com uma impressora 3D aconteceu
(A) na Suécia.
(B) na Holanda.
(C) na Bélgica.
1.2. Na construção foram usados os seguintes materiais
(A) madeira, metais e vidro.
(B) metais, vidro e betão.
(C) betão, madeira, metais e vidro.
1.3. As vantagens deste tipo de construção relacionam-se com aspetos
(A) ambientais e financeiros.
(B) financeiros.
(C) ambientais.
1.4. Este projeto foi desenvolvido
(A) por um gabinete de arquitetura de uma universidade.
(B) por um arquiteto e por estudantes do curso de Ciências Aplicadas.
(C) por estudantes de Ciências Aplicadas de uma Universidade.
Vídeo: Notícia – Impressora 3D constrói casas
em betão, Euronews.
Impressora 3D constrói casas em betão,
Euronews.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
5 FICHA DE COMPREENSÃO DO ORAL
Leitura
Apreciação crítica – “Obrigado, Luis Sepúlveda,
pelo porto de Hamburgo” ............................................ 111
Texto de opinião – “Mudar o mundo para o salvar” ......... 113
Crítica – “Já saíram as primeiras críticas ao remake
do Rei Leão… e não são boas” ...................................... 115
Publicidade – Malo Clinic .................................................. 117
Fichas de Leitura
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 111
Lê o texto. Se necessário, consulta as notas.
OBRIGADO, LUIS SEPÚLVEDA, PELO PORTO DE HAMBURGO
Afonso Reis Cabral
-
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5
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10
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30
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35
-
Em 1999, o porto de Hamburgo ficava em
Ferreira do Zêzere. Na cama do quarto de cima,
na casa de banho, na sala, a um canto do sofá,
enquanto os adultos jogavam Bridge: o porto
de Hamburgo lavava o verão com águas que eu,
com nove anos, imaginava escuras de crude1
,
atacadas por um mal desconhecido. E era tal a
aflição de acudir àquela gaivota ferida, vinda do
alto-mar, que eu dava voltas à casa em busca
de algo com que a salvar.
A Teresa, prima do meu pai e melhor amiga da minha mãe, dera-me o livro no dia anterior e
eu guardei-o como um achado, antes de ler a dedicatória: “Para um menino muito especial que
bem podia ensinar gaivotas a voar”. Como verdadeira criança, acreditei nesse encantamento:
seria capaz de criar uma gaivota – e, para a Teresa, seria especial. Ainda não sabia que ser
criança é ter fé em tais dedicatórias.
Mas Zorbas – o gato grande, preto e gordo – tratava de resgatar o ovo por mim.
Enquanto este não eclodia, os meus pais levavam-me pelas margens do Zêzere em busca de
lagostins, cujos rastos de fuga eram uma caça aos gambozinos. A Joana tinha vinte e poucos
anos, nadava no Zêzere sem medo dos lagostins, e saía da água com tal beleza, com tais
movimentos de coisa bem escrita, que a julgava capaz de dissipar todo o crude do mundo.
Regressado a casa, ansioso, percebi que à beleza se responde com beleza. Chamei a Joana a
um canto da sala, anda daí que te quero ao pé de mim, e esperei que ela me olhasse nos olhos
para lhe dizer de surpresa, de mansinho e de coração: “Amo-te.” Acho que ela sorriu, talvez
tenha afagado o meu cabelo, falta-me a memória de um abraço; seja como for, ela sorriu e foi
ter com a Teresa, que me disse: “Por enquanto, quero a minha filha para mim, pode ser?”
A partir daí, a Joana evitou-me de surpresa, de mansinho e de coração, a ver se eu
acalmava, a ver se encontrava beleza noutra pessoa, noutro sítio. A Teresa apontou-me o livro
de Sepúlveda, num gesto que dizia “continua a ler”, e eu passei as noites lendo enquanto ouvia
as discussões do Bridge e a voz ensonada da Joana.
Quanto mais acompanhava o zelo de Zorbas, mais o identificava com o zelo da Teresa e a
discrição da Joana, e quando os gatos votaram para falarem com os seres humanos, entendi
quanto custava quebrar um tabu2
. Incomodado com as tiradas3
macacas de Matias, temendo
que Ditosa quisesse continuar gato em vez de se tornar gaivota, não me achava merecedor da
dedicatória da Teresa, e estava visto que não merecera o amor da Joana.
Na última noite de leitura, as discussões dos adultos estavam em ponto de rebuçado e a voz
da Joana sonolenta e distante mais e mais. Na página final, a minha barriga caiu em vertigem
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
1 BIOGRAFIA
Fichas de Leitura
112 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Escreve a sequência de letras que corresponde à ordem pela qual as informações, apresentadas
de (A) a (E)¸ aparecem no texto. Começa pela letra (E).
(A) A criança declarou o seu amor a Joana.
(B) A criança vai com os pais ao rio.
(C) A beleza de Joana deixa o menino encantado.
(D) A Teresa sugeriu-lhe que lesse o romance de Sepúlveda.
(E) A criança recebeu de presente o livro de Sepúlveda.
2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (2.1 a 2.4).
2.1. Quando leu que as águas do porto de Hamburgo estavam cheias de crude, o menino
(A) quis ir atacar aquele mal.
(B) quis ir salvar uma gaivota.
(C) quis ir salvar os lagostins do Zêzere.
(D) pediu aos pais que salvassem a ave.
2.2. No período em que leu o romance de Sepúlveda, por vezes, a criança
(A) pedia ajuda à Joana.
(B) ia até ao rio Zêzere.
(C) jogava Bridge.
(D) nadava com a Joana.
2.3. O namoro entre Joana e o narrador não aconteceu
(A) por culpa da Teresa.
(B) porque a Joana gostava de outro.
(C) por ele não ter acabado a leitura.
(D) porque ela não o levou a sério.
2.4. Com a leitura do romance de Sepúlveda, o narrador aprendeu que
(A) depois de um fracasso vem um sucesso.
(B) ler um livro pode ser muito cansativo.
(C) as discussões dos adultos não são importantes
(D) não era merecedor da dedicatória de Teresa.
-
-
-
40
-
acompanhando Ditosa, acabada de empurrar da torre por Zorbas. Mas a gaivota evitou o chão
e voou sobre o porto de Hamburgo, por fim sabendo ser ave. Adormeci pouco depois, certo de
que às quedas se seguem os voos.
Hoje, no meu porto de Hamburgo, Sepúlveda ainda escreve, eu ainda digo à Joana “Amo-
-te”, e a Teresa ainda é viva.
Público, edição online de 17/04/2020 (consultado em 17/04, texto com supressões).
VOCABULÁRIO:
1
crude: petróleo em bruto.
2
tabu: assunto de que não se pode falar.
3
tirada: fala, discurso.
Fichas de Leitura
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 113
Lê o texto. Se necessário, consulta as notas.
MUDAR O MUNDO PARA O SALVAR
-
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5
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10
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15
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20
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25
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-
-
30
-
Foram precisos anos de alertas sucessivos, milhares de estudos científicos, mas também
muitas catástrofes naturais. Por fim, a luta contra o aquecimento global e o combate às
alterações climáticas passou a estar no centro das prioridades, com um papel relevante no
debate político.
A defesa do planeta surge, cada vez mais, como o único tema capaz de mobilizar1
multidões
e de unir pessoas com pensamentos, estilos de vida e origens sociais diferentes. É uma causa
que, na sua essência, tem tudo para ser consensual2
e que, ainda por cima, possui valores
elevados: trata-se de defender o nosso habitat, as nossas vidas e garantir um futuro melhor
para as gerações seguintes. É também uma causa que tem a vantagem de poder ser
apresentada de uma forma universal: ninguém lhe pede que mude o mundo; apenas que ajude
a salvar o mundo.
Infelizmente, as coisas não são assim tão simples: para se salvar o mundo, vai ser preciso
mudar, primeiro, o mundo. Voltemos aos alertas, aos estudos científicos e à imensidão de
prova já acumulada sobre o aquecimento global. Descobrimos que a situação é “pior, muito
pior, do que se pensava”. E é pior porque mais de metade do carbono libertado para a
atmosfera através da combustão de combustíveis fósseis foi emitido nas últimas três décadas.
Mais alarmante ainda: no período de tempo em que já tínhamos sido avisados para as
consequências da emissão de carbono no aumento médio das temperaturas e, por efeito de
cascata, no degelo das calotes polares3
, na subida do nível das águas, na ocorrência de mais
fenómenos meteorológicos extremos, de mais furacões, de mais incêndios florestais. Já
sabíamos isso tudo. Mas sempre se achou que era tudo uma espécie de ficção científica.
Agora também sabemos, como avisou um painel de especialistas das Nações Unidas, que
mais de um milhão de espécies animais e vegetais está praticamente condenado à extinção
nos próximos anos, por causa dos efeitos do aquecimento global. Ainda vamos a tempo de
evitar essa catástrofe? Não, responde Wallace-Wells4
: “Mesmo que reduzíssemos de imediato
em 80% as nossas emissões de carbono, o planeta ia continuar a aquecer.”
A realidade é que o problema não se resolve com simples mudanças de hábitos de vida, por
mais nobres e úteis que sejam. Este combate que mobiliza cada vez mais cidadãos só pode ser
travado a nível global e de forma mais profunda. A principal é a de garantir a total
descarbonização5
energética até 2050. Vai ser preciso desenvolver energia alternativa, sem
qualquer rasto de carbono, algo de que ainda hoje todos dependemos. Vai ser preciso mudar o
mundo – para o salvar.
Rui Tavares Guedes, VISÃO 1370, de 30/05/2019 (texto adaptado e com supressões).
VOCABULÁRIO:
1
mobilizar: motivar a participação.
2
consensual: que gera uma opinião comum a muitas pessoas.
3
calote polar: região de latitude elevada coberta de gelo.
4
Wallace-Wells: jornalista americano conhecido pelo seus livros sobre os problemas climáticos
5
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
2 ARTIGO DE OPINIÃO
Fichas de Leitura
114 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (1.1 a 1.3).
1.1. O autor considera que as preocupações com o planeta Terra
(A) passaram a ser consideradas tema de estudo.
(B) desencadearam catástrofes naturais.
(C) passaram a constituir uma preocupação central.
(D) não constituem matéria de interesse público.
1.2. A defesa do planeta Terra é uma causa que
(A) pode envolver pessoas muito diferentes.
(B) pode mobilizar pessoas com as mesmas preocupações.
(C) envolve valores positivos geradores de discórdia.
(D) não pode ser apresentada em certos locais do planeta.
1.3. A salvação do planeta exige uma mudança
(A) desencadeada por cada um em sua casa.
(B) de atitude de cada cidadão.
(C) de fundo na questão energética.
(D) centrada nos hábitos de cada pessoa.
2. Completa o esquema com as expressões apresentadas em (A), (B) e (C), de modo a reconstituíres
as ideias principais do texto.
(A)
Descarbonização energética
(B)
Aumento das emissões
de carbono
(C)
Degelo das calotes polares
Problema
Factos verificados
Destruição do planeta Terra
1. ______________
Algumas
consequências
Aumento médio
das temperaturas 2. _________
Subida do nível
das águas
Extinção
de espécies
Solução 3. _________
Fichas de Leitura
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 115
Lê o texto.
JÁ SAÍRAM AS PRIMEIRAS CRÍTICAS AO REMAKE DO REI LEÃO E... NÃO SÃO BOAS
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30
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O novo filme do Rei Leão só chega a Portugal na
próxima quinta-feira, 18, mas lá fora já desiludiu vários
críticos de cinema.
O Rei Leão de Jon Favreau promete dar uma nova
vida ao filme original de 1994, combinando tecnologia
live action com a intemporalidade da história original.
Contudo, apesar de a qualidade dos efeitos visuais ter
sido notada por todos, muitos dizem que o filme
perdeu “emoção”. As opiniões dividem-se, mas muitas
pessoas saíram das salas de cinema desanimadas.
Scott Mendelson, crítico da Forbes, admite que
“os efeitos visuais são realmente impressionantes”.
No entanto, diz, “como muitas destas novas versões da
Disney, a ênfase está no ‘realismo’ em detrimento do
valor do entretenimento”. Segundo o crítico cinematográfico, “em quase todos os momentos,
esta nova versão corta o melodrama e minimiza as emoções”. “Parece ser como a versão de
1994, mas menos”.
“O novo Rei Leão foi modernizado no sentido de ter mais artistas com vozes africanas e
afrodescendentes, e John Kani traz uma voz leve e encantadora ao papel sacerdotal de Rafiki”,
considera Peter Bradshaw, no The Guardian. No entanto, apesar de admitir que o filme se
“aproxima muito da versão original” e, nesse sentido, ser “agradável de ver”, confessa que
sentiu “falta da simplicidade e vivacidade das imagens originais desenhadas à mão”.
Mas nem todas as críticas são negativas. Jamie East, do The Sun, ficou fã devido ao
realismo “simplesmente alucinante”, “nos pelos molhados, o calor cintilante que emerge do
chão arenoso, ou mesmo a simples rocha”, juntamente com um “nível de detalhe de loucos” e
um elenco “exatamente no ponto”. Segundo o jornalista, “o topo do pódio ficou reservado
para Seth Rogen como Pumba e, o recém-chegado, Billy Eichner como Timon”. No geral,
afirma, foi “comovente, engraçado, aterrador e cativante”, “um game-changer”.
Apesar de ser pouco consensual, o filme deverá ser um sucesso nas bilheteiras. Só no
primeiro fim de semana, estima-se que chegue aos 150 milhões de dólares (133 milhões de
euros).
VISÃO, edição online de 12/07/2019
(consultado em agosto de 2019, texto com supressões).
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
3 CRÍTICA
Fichas de Leitura
116 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a frase, de acordo com
o sentido do texto.
1.1. Este texto é uma crítica de um produto cultural
(A) musical.
(B) cinematográfico.
(C) literário.
(D) televisivo.
1.2. Este produto pode ser considerado um remake porque
(A) corresponde a uma nova versão do filme animado O Rei Leão.
(B) é o segundo filme da saga O Rei Leão.
(C) os atores que dão voz às personagens são os mesmos da primeira versão.
(D) corresponde à versão televisiva do filme.
2. Assinala, com um X, todas as afirmações verdadeiras.
(A) Neste texto surgem três opiniões diferentes.
(B) As opiniões pertencem todas à mesma pessoa.
(C) A qualidade dos efeitos visuais é reconhecida por todos os críticos.
(D) As reações do público variaram entre a adesão total e a rejeição.
3. Associa cada nome da pessoa à opinião que esta defende.
A. Scott Mendelson 1. Aponta o realismo como fator positivo principal.
B. Peter Bradshaw 2. Refere a falta de emoção e o realismo a mais.
C. Jamie East 3. Salienta a diversidade das vozes como o aspeto mais
importante.
4. Transcreve do texto três exemplos do discurso valorativo.
ͻ _____________________________________________________________________________________________
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Fichas de Leitura
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 117
Observa o cartaz publicitário. De seguida, responde às questões.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
4 PUBLICIDADE
MALO CLINIC
As clínicas dentárias Malo Clinic oferecem um
Green Kit: composto por escovas de dentes de
criança e adulto com cabo em bambu naturalmente
antibacteriano
e 100% biodegradável, respetiva caixa de viagem
também em bambu, fio dentário de carvão ativado
de fibra de bambu e cera de candelila, cotonetes
com pontas de algodão e corpo de bambu, caneta
de bambu com apontador de borracha e estojo de
lápis de cor de madeira reciclada.
As clínicas dentárias Malo Clinic oferecem um
Green Kit: composto por escovas de dentes de
criança e adulto com cabo em bambu naturalmente
antibacteriano
e 100% biodegradável, respetiva caixa de viagem
também em bambu, fio dentário de c
de fibra de bambu e cera de candeli
com pontas de algodão e corpo de b
de bambu com apontador de borrach
lápis de cor de madeira recic
As clínicas dentárias Malo Clinic
oferecem um Green Kit:
composto por escovas de dentes
de criança e adulto com cabo em
bambu naturalmente
antibacteriano e 100%
biodegradável, respetiva caixa de
viagem também em bambu, fio
dentário de carvão ativado de
fibra de bambu e cera de
candelila, cotonetes com pontas
de algodão e corpo de bambu,
caneta de bambu com apontador
de borracha e estojo de lápis de
cor de madeira reciclada.
MALO CLINIC
Um planeta feliz, mais ecológico e sustentável começa nos simples
gestos quotidianos e está literalmente nas nossas mãos.
Preservar o planeta de forma a não comprometer os recursos naturais
para as gerações futuras é uma missão que todos devemos abraçar.
Estamos muito empenhados em prol da sustentabilidade ambiental, bem
como em contribuir de forma proativa para que todos possam ter a
oportunidade de sorrir e ser Felizes.
Orgulhamo-nos de ter ao nosso lado todos aqueles que se regem pelos
mesmos valores.
Venha conhecer este nosso projeto de Sustentabilidade
e Solidariedade de que tanto nos orgulhamos.
.www.planetaasorrir.maloclinics.com.
Junte-se a nós nesta causa e deixe que as suas ações falem por si.
Nunca se esqueça que a mudança começa nos pequenos gestos que estão
ao nosso alcance e literalmente nas nossas mãos.
Juntos conseguimos fazer a diferença.
#planetaasorrir
Fichas de Leitura
118 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (1.1 a 1.4).
1.1. O cartaz publicitário integra-se
(A) apenas na publicidade comercial.
(B) apenas na publicidade institucional.
(C) na publicidade institucional e comercial.
(D) em áreas não publicitárias.
1.2. Na imagem, coloca-se uma escova de dentes de bambu sobre o planeta com a intenção de
(A) realçar a importância do alargamento da higiene oral ao mundo inteiro.
(B) mostrar que a marca é reconhecida em todo o planeta.
(C) destacar a importância de opções que protejam o planeta da poluição.
(D) informar que as escovas da marca são vendidas no mundo inteiro.
1.3. Os dois slogans – “A arte de criar sorrisos” e “Queremos o planeta a sorrir” – conjugam a
ideia
(A) de ajudar pessoas a sorrir através da beleza dental com a de promover o sorriso do
planeta através de atitudes ambientais.
(B) do sorriso que advém do trabalho na área do tratamento dentário com uma ação de
venda à escala planetária.
(C) de mostrar a importância de um sorriso saudável a nível dentário com a arte de fazer
sorrir as pessoas por todo o mundo.
(D) de desenvolver a técnica de construir sorrisos com a importância de divulgar esta
aprendizagem a todo o planeta.
1.4. O texto argumentativo centra-se em ideias
(A) ligadas à promoção da saúde dentária.
(B) que conjugam saúde dentária e ecologia.
(C) que promovem a sensibilização ecológica.
(D) ligadas ao desenvolvimento de indústrias ecológicas.
Educação Literária
O Cavaleira da Dinamarca ................................................ 121
“Mestre Finezas” ............................................................... 123
História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar . 125
“Avó e neto contra vento e areia” .................................... 127
“Ladino” ............................................................................. 128
Leandro, Rei da Helíria ...................................................... 131
“Poema do fecho éclair” ................................................... 133
“Amigo” ............................................................................. 135
Fichas de Educação Literária
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 121
Lê o excerto de O Cavaleiro da Dinamarca, de Sophia de Mello Breyner Andresen, e consulta as notas
de vocabulário.
EM FLORENÇA
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E no princípio de maio chegou a Florença.
Vista do alto das colinas floridas a cidade erguia no céu azul os seus telhados vermelhos,
as suas torres, os seus campanários1
, as suas cúpulas2
. O Cavaleiro atravessou a velha ponte
sobre o rio, a ponte ladeada3
de pequenas lojas onde se vendiam coiros, colares de coral, armas,
pratos de estanho e prata, lãs, sedas, joias de oiro.
Depois foi através das ruas rodeadas de palácios, atravessou as largas praças e viu as igrejas
de mármore preto e branco com grandes portas de bronze esculpido. Por toda a parte se viam
estátuas. Havia estátuas de mármore claro e estátuas de bronze. Outras eram de barro pintado.
E a beleza de Florença espantou o Cavaleiro tal como o tinha espantado a beleza de Veneza. Mas
aqui tudo era mais grave4
e austero5
.
Procurou a casa do banqueiro Averardo, para o qual o seu amigo veneziano lhe tinha dado
uma carta.
O banqueiro recebeu-o com grande alegria e hospedou-o em sua casa.
Era uma bela casa, mas nela não se via o grande luxo dos palácios de Veneza. Havia uma
biblioteca cheia de antiquíssimos manuscritos, e nas paredes estavam pendurados quadros
maravilhosos.
Ao fim da tarde chegaram os amigos do banqueiro Averardo.
Sentaram-se todos para cear e, enquanto comiam e bebiam, iam conversando.
Então o espanto do Cavaleiro cresceu.
Na sua terra ele procurava a companhia dos trovadores e dos viajantes que lhe contavam as
suas aventuras e as histórias lendárias do passado. Mas agora, ali, naquela sala de Florença,
aqueles homens discutiam os movimentos do Sol e da luz, e os mistérios do céu e da terra.
Falavam de matemática, de astronomia, de filosofia. Falavam de estátuas antigas, falavam de
pinturas acabadas de pintar. Falavam do passado, do presente, do futuro. E falavam de poesia,
de música, de arquitetura. Parecia que toda a sabedoria da terra estava reunida naquela sala.
Já no meio do jantar levantou-se uma discussão sobre a obra de Giotto.
വ Quem é Giotto? വ perguntou o Cavaleiro.
വ Giotto വ respondeu do outro lado da mesa um homem de belo aspeto e longos cabelos
anelados que se chamava Filippo വ é um pintor do século passado que foi discípulo de Cimabué.
Sophia de Mello Breyner Andresen, O Cavaleiro da Dinamarca, Porto, Porto Editora, 2017, pp. 21-23.
VOCABULÁRIO:
1
campanário: torre com sino.
2
cúpula: parte externa e superior dos monumentos.
3
ladeado: acompanhado (ao lado).
4
grave: solene, sério.
5
austero: rigoroso.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
1 O CAVALEIRO DA DINAMARCA
Fichas de Educação Literária
122 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Assinala, com um X, as expressões que correspondem às primeiras imagens que o Cavaleiro teve
de Florença.
(A) Cidade erguida em colinas floridas.
(B) Cidade com edifícios altos de telhados vermelhos.
(C) Cidade com um grande aglomerado de casas de telhado vermelho.
(D) Cidade de comércio diversificado.
(E) Cidade de comércio especializado em enfeites.
(F) Cidade com arte dispersa pelas ruas.
(G)Cidade com arte reunida em várias igrejas.
2. Compara a reação do Cavaleiro relativamente às cidades de Florença e de Veneza, referindo um
aspeto semelhante e outro diferente.
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
3. Justifica a impressão do Cavaleiro: “Parecia que toda a sabedoria da terra estava reunida naquela
sala”. (linha 25)
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
4. Associa as expressões da coluna A aos recursos expressivos que evidenciam na coluna B.
Coluna A Coluna B
A. “lojas onde se vendiam coiros, colares de coral, armas, pratos
de estanho e prata, lãs, sedas, joias de oiro” (linhas 4-5)
B. “a beleza de Florença espantou o Cavaleiro tal como o tinha
espantado a beleza de Veneza” (linha 9)
C. “aqui tudo era mais grave e austero” (linha 10)
1. Dupla adjetivação
2. Comparação
3. Enumeração
4. Metáfora
5. Personificação
5. Seleciona o adjetivo que melhor descreve o comportamento das seguintes personagens.
Cavaleiro _______________ Averardo _______________ Filippo _______________
vaidoso curioso inculto trocista hospitaleiro conhecedor
Fichas de Educação Literária
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 123
Lê o excerto de “Mestre Finezas”, de Manuel da Fonseca, e consulta as notas de vocabulário.
MESTRE FINEZAS
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Agora entro, sento-me de perna cruzada, puxo um cigarro, e à pergunta de sempre respondo
soprando o fumo:
– Só a barba. Ora é de há pouco este meu à-vontade diante do Mestre Ilídio Finezas.
Lembro-me muito bem de como tudo se passava. Minha mãe tinha de fingir-se zangada.
Eu saía de casa, rente à parede, sentindo que aquilo era pior que ir para a escola.
Mestre Finezas puxava um banquinho para o meio da loja e enrolava-me numa enorme
toalha. Só me ficava a cabeça de fora.
Como o tempo corria devagar! A tesoura tinia1
e cortava junto das minhas orelhas. Eu não
podia mexer-me, não podia bocejar sequer. “Está quieto, menino”, repetia Mestre Finezas
segurando-me a cabeça entre as pontas duras dos dedos: “Assim, quieto!” Os pedacitos de
cabelo espalhados pelo pescoço, pela cara, faziam comichão e não me era permitido coçar. Por
entre as madeixas caídas para os olhos via-lhe, no espelho, as pernas esguias, o carão severo de
magro, o corpo alto, curvado. Via-lhe os braços compridos, arqueados2
como duas garras sobre
a minha cabeça. Lembrava uma aranha.
E eu വ sumido na toalha, tolhido3
numa posição tão incómoda que todo o corpo me doía –
era para ali uma pobre criatura indefesa nas mãos de Mestre Ilídio Finezas.
Nesse tempo tinha-lhe medo. Medo e admiração. O medo resultava do que acabo de contar.
A admiração vinha das récitas4
dos amadores dramáticos da vila.
Era pelo inverno. Jantávamos à pressa e nessas noites minha mãe penteava-me com cuidado.
Calçava uns sapatos rebrilhantes5
e umas peúgas de seda que me enregelavam os pés. Saíamos.
E, no negrume6
da noite que afogava as ruas da vila, eu conhecia pela voz famílias que
caminhavam na nossa frente e outras que vinham para trás. Depois, ao entrar no teatro, sentia-
-me perplexo7
no meio de tanta luz e gente silenciosa. Mas todos pareciam corados de
satisfação. Daí a pouco, entrava num mundo diferente. Que coisas estranhas aconteciam!
Ninguém ali falava como eu ouvia cá fora. E mesmo quando calados tinham outro aspeto;
constantemente a mexerem os braços. Mestre Finezas era o que mais se destacava. E nunca,
que me recorde, o pano desceu, no último ato, com Mestre Finezas ainda vivo. Quase sempre
morria quando a cortina principiava a descer e, na plateia, as senhoras soluçavam alto.
Aquelas desgraças aconteciam-lhe porque era justo e tomava, de gosto, o partido dos fracos.
E, para que os fracos vencessem, Mestre Finezas não tinha medo de nada nem de ninguém.
Heroicamente, de peito aberto, e com grandes falas, ia ao encontro da morte.
Manuel da Fonseca, “Mestre Finezas” in Aldeia Nova, Alfragide, Bis, LeYa, 2009, pp. 121-122.
VOCABULÁRIO:
1
tinia: produzia uma vibração.
2
arqueados: com as formas de um arco.
3
tolhido: sem qualquer movimento.
4
récitas: representações teatrais.
5
rebrilhantes: que brilham com intensidade.
6
negrume: escuridão.
7
perplexo: confuso.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
2 “MESTRE FINEZAS”
Fichas de Educação Literária
124 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Preenche a tabela com as palavras correspondentes, distinguindo três traços que caracterizam a
atitude do narrador face a Mestre Finezas no passado e no presente.
Passado _______________ Presente _______________
2. Justifica o desabafo do narrador: “Como o tempo corria devagar!” (linha 8)
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
3. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a afirmação.
O narrador tinha medo e admiração de Mestre Finezas porque
(A) assustava-o ter de sair à noite para o ver, mas gostava das récitas.
(B) a sua atividade como barbeiro assustava-o, mas a reação do público espantava-o.
(C) a sua atividade como barbeiro agradava-lhe, mas a reação do público assustava-o.
(D) a sua atividade como barbeiro assustava-o, mas a sua atuação como ator deslumbrava-o.
4. Comprova a importância do teatro na vila, por meio da atitude das personagens.
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
5. Identifica, com um X, todas as citações que comprovam que o narrador é participante.
(A) “sento-me de perna cruzada” (linha 1)
(B) “– Só a barba.” (linha 3)
(C) “Minha mãe tinha de fingir-se zangada.” (linha 4)
(D) “que aquilo era pior que ir para a escola” (linha 5)
(E) “Eu não podia mexer-me” (linhas 8-9)
(F) “Está quieto, menino” (linha 9)
à-vontade natural contido estático assustado descontraído
Fichas de Educação Literária
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 125
Lê o excerto de História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, de Luis Sepúlveda, e consulta
as notas de vocabulário.
PASSARITO OU PASSARITA?
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വ Moin! വ apresentou-se Barlavento, que gostava de miar “bom-dia” no rijo e ao mesmo
tempo doce dialeto1
de Hamburgo.
വ Até que enfim que chegas, capitano, nem sabes quanto precisamos de ti! വ cumprimentou
Colonello.
Contaram-lhe rapidamente a história da gaivota e das promessas de Zorbas, promessas que,
repetiram, os comprometiam a todos.
Barlavento ouviu com movimentos contristados2
da cabeça.
വ Pela tinta da lula! Acontecem no mar coisas terríveis. Às vezes pergunto a mim mesmo se
alguns humanos enlouqueceram, ao tentarem fazer do oceano uma enorme lixeira. Acabo de
dragar3
a foz do Elba e nem podem imaginar a quantidade de imundície que as marés arrastam.
Pela carapaça da tartaruga! Tirámos barris de inseticida, pneus e toneladas das malditas garrafas
de plástico que os humanos deixam nas praias വ declarou Barlavento, enojado.
വ Terrível! Terrível! Se as coisas continuarem assim, dentro de muito pouco tempo a palavra
contaminação ocupará todo o volume três, letra “C”, da enciclopédia വ declarou Sabetudo
escandalizado.
വ E que posso eu fazer por esse pobre pássaro? – perguntou Barlavento.
വ Só tu, que conheces os segredos do mar, nos podes dizer se o passarito é macho ou fêmea വ
respondeu Colonello.
Levaram-no até junto da gaivotinha, que dormia satisfeita depois de dar conta de uma lula
trazida por Secretário, que, seguindo as instruções de Colonello, se encarregava da sua
alimentação.
Barlavento estendeu uma pata dianteira, examinou-lhe a cabeça e seguidamente levantou
as penas que começavam a crescer-lhe na rabadilha4
. O passarito procurou Zorbas com olhos
assustados.
വ Pelas patas do carĂŶŐƵĞũŽ͊വĞdžĐůĂŵŽƵĚŝǀĞƌƚŝĚŽŽgato de mar. വ É uma linda passarita que
virá a pôr tantos ovos quantos os pelos que tenho no rabo!
Zorbas lambeu a cabeça da pequena gaivota. Lamentou não ter perguntado à mãe o nome
dela, pois se a filha estava destinada a prosseguir o voo interrompido pela negligência dos
humanos, seria bonito que tivesse o mesmo nome da mãe.
വ Considerando que a avezinha teve a dita5
ĚĞĨŝĐĂƌƐŽďĂŶŽƐƐĂƉƌŽƚĞĕĆŽവŵŝŽƵŽůŽŶĞůůŽവ͕
proponho que lhe chamemos Ditosa.
Luis Sepúlveda, História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, Porto Editora, 2011, pp. 93-95.
VOCABULÁRIO:
1
dialeto: variedade de uma língua própria de uma região.
2
contristados: tristes.
3
dragar: limpar o fundo das águas navegáveis.
4
rabadilha: extremidade da região caudal das aves.
5
dita: felicidade, sorte.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
3 HISTÓRIA DE UMA GAIVOTA E DO GATO QUE A ENSINOU A VOAR
Fichas de Educação Literária
126 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Indica o motivo que levou Barlavento a ir ao bazar do Harry.
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
2. Transcreve uma expressão que comprove que Barlavento era a pessoa indicada para ajudar os
amigos.
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
3. Associa os comportamentos da coluna A às personagens que os evidenciam na coluna B.
Coluna A Coluna B
A. Indignação com a atitude dos humanos em relação ao ambiente.
B. Contentamento por ver chegar o amigo.
C. Desconfiança perante a observação de que era alvo.
D. Tristeza por não saber o nome da mãe da gaivotinha.
1. Ditosa
2. Colonello
3. Zorbas
4. Barlavento
5. Secretário
4. Identifica os recursos expressivos presentes nas expressões que se seguem.
a. “no rijo e ao mesmo tempo doce dialeto1
de Hamburgo.” (linha 1-2)
_____________________________________________________________________________________________
b. “ao tentarem fazer do oceano uma enorme lixeira.” (linha 9)
_____________________________________________________________________________________________
c. “exclamou divertido o gato de mar.” (linha 25)
_____________________________________________________________________________________________
5. “... proponho que lhe chamemos Ditosa.” (linha 31)
Explica a razão da escolha deste nome para a gaivotinha.
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
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________________________________________________________________________________________________
Fichas de Educação Literária
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 127
Lê o excerto de “Avó e neto contra vento e areia”, de Teolinda Gersão, e consulta as notas de
vocabulário.
UM PASSEIO NA PRAIA
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30
Tinham ido à praia, porque estava uma manhã bonita.
A avó vestia uma saia clara e levava o neto pela mão.
Ia muito contente, e o seu coração cantava.
O neto levava um balde, porque se propunha apanhar
conchas e búzios, como já fizera de outras vezes em que
tinha ido à praia com a avó.
Ir à praia com a avó era uma das melhores coisas que
lhe podiam acontecer nos dias livres. Por isso também ele
ia contente, e o balde dançava-lhe na mão.
A praia estava como devia estar, com sol e ondas baixas.
Quase não havia vento, e a água do mar não estava fria. Por isso
o neto teve muito tempo de procurar conchas e búzios e de
tomar banho no mar. A avó sentou-se num rochedo, e ficou a olhar o neto, por detrás
dos óculos. Nunca se cansava de olhá-lo, porque o achava perfeito. Se pudesse mudar alguma
coisa nele, não mudaria nada.
Olhava para ele, também, para que não se perdesse. A mãe do neto confiava nela. Deixava-o
à sua guarda, em manhãs assim. A avó sentia-se orgulhosa: ainda era suficientemente forte para
ter alguém por quem olhar. Ainda era uma avó útil, antes que viesse o tempo que mais temia,
em que poderia tornar-se um encargo1
para os outros. Mas na verdade essa ideia não a
preocupava muito, porque tencionava morrer antes disso.
Estava uma manhã tão boa que também a avó tirou a blusa e a saia e ficou em fato de banho.
Depois tirou os óculos, que deixou em cima de um rochedo, e entrou no mar, atrás do neto, que
nadava à sua frente, muito melhor e mais depressa do que ela.
– Não te afastes, dizia a avó, um pouco ofegante. Volta para trás!
A avó fazia gestos com as mãos, para que voltasse, o neto ria-se, mergulhava e nadava para
a frente, e depois regressava, ao encontro dela.
A avó não sabia mergulhar, mas deixava o neto mergulhar sozinho. Ele só tinha cinco anos,
mas nadava como um peixe.
No entanto nunca ia demasiado longe, nem mergulhava demasiado fundo, para não assustar
a avó. Sabia que ela era um bocado assustadiça, e ele gostava de protegê-la contra os medos.
Teolinda Gersão, “Avó e neto contra vento e areia”, in A mulher que prendeu a chuva e outras histórias,
Lisboa, Sextante Editora, 2013, pp. 77-79.
VOCABULÁRIO:
1
encargo: obrigação, responsabilidade.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
4 “AVÓ E NETO CONTRA VENTO E AREIA”
A
A
xas.
isso
de
e ficou a olhar o neto por detrás
Fichas de Educação Literária
128 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Identifica e caracteriza o espaço onde decorre a ação.
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________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
2. Associa os sentimentos indicados na coluna A às personagens a que se referem na coluna B.
Podes associar um sentimento a mais do que uma personagem.
Coluna A Coluna B
A. Alegria
B. Orgulho
C. Coragem
D. Preocupação
E. Respeito
1. Avó
2. Neto
3. Explica o significado da expressão “Ainda era uma avó útil” (linha 18)
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________________________________________________________________________________________________
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4. Identifica os recursos expressivos presentes nas expressões que se seguem.
a. “mas nadava como um peixe.” (linha 28)
_____________________________________________________________________________________________
b. “No entanto nunca ia demasiado longe, nem mergulhava demasiado fundo” (linha 29)
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5. Prova que o neto se preocupava com a avó.
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Fichas de Educação Literária
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 129
Lê o excerto de “Ladino”, de Miguel Torga, e consulta as notas de vocabulário.
LADINO
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5
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10
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15
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20
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25
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30
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-
E tanto fazia a Ti Maria do Carmo pôr espantalho no
painço1
, como não. Ladino, desde que não lhe acenassem com
convite para arrozada numa panela, aos saltinhos ia enchendo
a barriga. Depois, punha-se no fio do correio a ver jogar o fito2
,
como quem fuma um cigarro. Desmancha-prazeres, o filho da
professora aproximava-se a assobiar… Ah, mas isso é que não.
Brincadeiras com fisgas, santa paciência. Ala! Dava corda ao
motor, e ó pernas! Numa salve-rainha3
, estava no Ribeiro de
Anta. Aí, ao menos, ninguém o afligia. Podia fartar-se em paz
de sol e grainha4
.
– Que mais quer um homem?!
– O compadre lá sabe…
– Bem… Tudo é preciso… São necessidades da natureza… Desde que não se abuse…
E continuava, muito santanário5
, a catar o piolho. Depois, metia-se no banho.
– Rica areia tem aqui o cantoneiro, sim senhor!
D. Micas concordava. E só as Trindades6
o traziam ao beiral da Casa Grande. Adormecia,
então. E a sono solto, como um justo que era, passava a noite. Acordava de madrugada, quando
a manhã rompia ao sinal de Tenório, o galo. Isto, no tempo quente. Porque no frio, caramba!,
ou usava duma tática lá sua, ou morria gelado. Aquelas noites da Campeã, no janeiro, só pedras
é que podiam aguentá-las. E chegava-se à chaminé. Com o bafo do fogão sempre a coisa fiava
de outra maneira.
Ah, lá defender-se, sabia! A experiência para alguma coisa lhe havia de servir. Se via o caso
malparado, até durante o dia punha o corpo no seguro. Bastava o vento soprar da serra. Largava
a comedoria, e – forro da cozinha! Não havia outro remédio. Tudo menos uma pneumonia!
A classe tinha realmente um grande inimigo – o inverno. Mal o dezembro começava, só se
ouviam lamúrias.
– Isto é que vai um ano, ti Ladino!
A Cacilda, com filhos serôdios7
, e à rasca para os criar.
– Uma calamidade, realmente. Mas vocês não tomam juízo! É cada ninhada, que parecem
ratas!
– O destino quer assim…
– Lérias, mulher! O destino fazemo-lo nós…
Miguel Torga, “Ladino” in Bichos, Alfragide, BIS-LeYa, 2008, pp. 65-66.
VOCABULÁRIO:
1
painço: designação dada a várias plantas da família das gramíneas, de espigas e grãos semelhantes aos do milho.
2
fito: jogo da malha.
3
salve-rainha: oração.
4
grainha: grão ou semente.
5
muito santanário: muito santo, beato (quer hipócrita, quer de boa-fé).
6
Trindades: badaladas do sino, que têm lugar a horas certas, que chama as pessoas para as orações.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
5 “LADINO”
Fichas de Educação Literária
130 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Assinala, com um X, as atividades típicas de Ladino ao longo do dia.
(A) Tomar conta dos pardalitos.
(B) Comer grãos.
(C) Distrair-se com jogos dos humanos.
(D) Brincar com fisgas.
(E) Apanhar sol.
(F) Atacar os espantalhos.
(G)Tomar banho.
(H) Procurar parasitas no seu corpo.
(I) Ouvir uma salve-rainha.
2. Relaciona as reações de Ladino na coluna A com as ameaças que sofre na coluna B.
Coluna A Coluna B
A. Indiferença
B. Fuga
C. Busca de proteção
1. Brincadeira com a fisga do filho da professora
2. Frio rigoroso do inverno
3. Espantalhos da Ti Maria do Carmo
3. Explica a intenção de Ladino quando afirma “Que mais quer um homem?!” (linha 11)
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4. Mostra de que forma a experiência é importante na sobrevivência de Ladino.
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5. Assinala, com um X, a opção que indica o recurso expressivo presente em “É cada ninhada, que
parecem ratas!” (linhas 29-30)
(A) Metáfora
(B) Personificação
(C) Enumeração
(D) Comparação
Fichas de Educação Literária
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 131
Lê o excerto de Leandro, Rei da Helíria, de Alice Vieira, e consulta as notas de vocabulário.
A DECISÃO DO REI
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5
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10
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15
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20
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25
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30
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-
35
ESCRIVÃO: Aqui estou, senhor!
REI: Escrevei então: que a partir de hoje ninguém neste
reino ouse pronunciar o nome de Violeta, sob pena
de ser levado à forca; que a partir de hoje Violeta
seja banida deste reino, e a ele nunca mais possa
voltar; que saia imediatamente do nosso castelo,
sem levar um tostão, nem manto, nem fita para o
cabelo: irá tal qual está, e isso já é grande bondade
nossa. Que morra à fome ou à sede, que se esvaia
em sangue nos tojos1
e nos cardos2
do caminho, que se perca nas florestas ou montanhas,
nada disso me interessa. A partir deste momento tenho apenas duas filhas: Amarília e
Hortênsia.
VIOLETA: Mas, meu pai, eu amo-vos!
REI: Calai-vos, ingrata! Desaparecei da minha vista (Para o escrivão) Vai fazer cumprir as minhas
ordens! E já!
ESCRIVÃO: Sim, senhor!
(Vai a sair, mas o rei volta a chamá-lo)
REI: Ainda outra coisa, escrivão!
ESCRIVÃO: Dizei, senhor.
REI: Que a partir de hoje, nem mais uma violeta seja plantada nos jardins deste reino. Nem mais
uma, ouves bem o que te digo?
ESCRIVÃO: Sim, senhor. (Sai)
(Príncipe Reginaldo sai do lugar onde estava e coloca-se diante do rei)
PRÍNCIPE REGINALDO: Se alguém aqui é ingrato, não será decerto Violeta.
REI: Quem sois vós, e que fazeis aqui?
PRÍNCIPE REGINALDO: Vossa ira é tamanha que já nem do meu rosto vos lembrais, ainda não há
muitos dias vos pedi a mão de Violeta, mas vós então dissestes que eu esperasse, que ela
ainda era uma criança, que um dia se veria. Pois esse dia chegou, senhor. Mais cedo do
que eu pensava, mas chegou. Violeta partirá deste reino porque vós ordenastes, e nestes
tempos em que vivemos, as ordens de um rei, por mais absurdas, têm de se cumprir. Mas
não irá sozinha. Irá comigo, senhor. Casaremos assim que chegarmos ao meu reino.
REI: Mas tereis vós ouvido bem o que acabei de dizer? Olhai que a partir de agora ela não será
mais minha filha. Ireis casar com uma vulgar plebeia3
que só terá de seu o que leva no corpo.
PRÍNCIPE REGINALDO: De mais não necessito, senhor. O amor que sinto por vossa filha…
REI (aos gritos): Ela não é minha filha!
Alice Vieira, Leandro, Rei da Helíria, Alfragide, Editorial Caminho, 2016, pp. 59-61.
VOCABULÁRIO:
1
tojos: plantas espinhosas.
2
cardos: plantas espinhosas.
3
plebeia: que pertence à plebe, ao povo.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
6 LEANDRO, REI DA HELÍRIA
Fichas de Educação Literária
132 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Assinala, com um X, as opções que correspondem a decisões tomadas pelo Rei neste excerto.
(A) Pena de morte para quem falar da filha.
(B) Expulsão do reino.
(C) Proibição de dar o nome Violeta aos filhos.
(D) Confiscação dos bens de Violeta.
(E) Perda de estatuto de filha.
(F) Destruição dos bens pessoais de Violeta.
(G)Proibição de plantar violetas no reino.
(H) Decisão de deixar Violeta morrer à fome e sede.
2. Justifica a reação de Violeta à decisão do Rei.
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________________________________________________________________________________________________
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3. Relaciona os traços caracterizadores do Rei na coluna A com os excertos que os evidenciam na
coluna B.
Coluna A Coluna B
A. Autoritário
B. Irritado
C. Indelicado
D. Agressivo
1. “Ela não é minha filha!” (linha 35)
2. “Vai fazer cumprir as minhas ordens!” (linhas 14-15)
3. “Calai-vos, ingrata!” (linha 14)
4. “Quem sois vós, e que fazeis aqui?” (linha 25)
4. Esclarece a intenção do Rei ao proibir a plantação de violetas no reino.
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5. Refere duas funções das didascálias neste excerto.
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Fichas de Educação Literária
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 133
Lê o poema de António Gedeão e consulta as notas de vocabulário.
POEMA DO FECHO ÉCLAIR
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5
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10
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15
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20
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25
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-
-
-
Filipe II tinha um colar de oiro,
tinha um colar de oiro com pedras rubis.
Cingia a cintura com cinto de coiro,
com fivela de oiro,
olho de perdiz.
Comia num prato
de prata lavrada
girafa trufada1
,
rissóis de serpente.
O copo era um gomo
que em flor desabrocha,
de cristal de rocha
do mais transparente.
Andava nas salas
forradas de Arrás2
,
com panos por cima,
pela frente e por trás.
Tapetes flamengos,
combates de galos,
alões3
e podengos4
,
falcões e cavalos.
Dormia na cama
de prata maciça
com dossel5
de lhama6
de franja roliça7
.
Na mesa do canto
vermelho damasco,
e a tíbia8
de um santo
guardada num frasco.
30
-
-
-
-
35
-
-
-
-
40
-
-
-
-
45
Foi dono da Terra,
foi senhor do Mundo,
nada lhe faltava,
Filipe Segundo.
Tinha oiro e prata,
pedras nunca vistas,
safira, topázios,
rubis, ametistas.
Tinha tudo, tudo
sem peso nem conta,
bragas9
de veludo,
peliças10
de lontra.
Um homem tão grande
tem tudo o que quer.
O que ele não tinha
era um fecho éclair11
António Gedeão, Obra completa,
Lisboa, Relógio de Água, 2004.
VOCABULÁRIO:
1
trufada: recheada de trufas, um fungo muito raro e caro.
2
Arrás: tapeçaria usada para decorar paredes.
3
alões: cães grandes.
4
podengos: cães de focinho alongado.
5
dossel: armação por cima da cama, onde se coloca um tecido.
6
lhama: tecido brilhante de fio de ouro ou de prata.
7
roliça: de formas arredondadas.
8
tíbia: maior osso da perna.
9
bragas: calças curtas.
10
peliças: vestimentas forradas de peles.
11
fecho éclair: fecho com duas bandas de metal que se
encaixam uma na outra, com um cursor para abrir e fechar.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
7 POESIA – “POEMA DO FECHO ÉCLAIR”
Fichas de Educação Literária
134 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Assinala, com um X, os elementos referidos para descrever a vida de Filipe II.
(A) Objetos de decoração com pedras
(B) Bens
(C) Decoração do palácio
(D) Estrutura do palácio
(E) Alimentação
(F) Vestuário
(G)Quarto
(H) Bebidas
2. Comprova cada um dos traços de Filipe II com uma citação do poema.
a. Gostos exóticos
_____________________________________________________________________________________________
b. Gosto por decoração de temas associados à caça
_____________________________________________________________________________________________
c. Religioso
_____________________________________________________________________________________________
d. Poderoso
_____________________________________________________________________________________________
e. Rico
_____________________________________________________________________________________________
3. Justifica a referência frequente a pedras e metais preciosos.
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
4. Explica a intenção da estrofe final.
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
5. Faz a análise formal do poema, referindo os aspetos apresentados.
a. Número de estrofes: ________________________________________________________________________
b. Designação das estrofes: ____________________________________________________________________
c. Rima da primeira estrofe: ___________________________________________________________________
d. Métrica da quinta estrofe: ___________________________________________________________________
Fichas de Educação Literária
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 135
Lê o poema “Amigo”, de Alexandre O’Neill, e consulta as notas de vocabulário.
AMIGO
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-
-
5
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10
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-
-
15
-
-
-
-
Mal nos conhecemos
Inaugurámos a palavra “amigo”.
“Amigo” é um sorriso
De boca em boca,
Um olhar bem limpo,
Uma casa, mesmo modesta, que se oferece,
Um coração pronto a pulsar
Na nossa mão!
“Amigo” (recordam-se, vocês aí,
Escrupulosos1
detritos2
?)
“Amigo” é o contrário de inimigo!
“Amigo” é o erro corrigido,
Não o erro perseguido, explorado,
É a verdade partilhada, praticada.
“Amigo” é a solidão derrotada!
“Amigo” é uma grande tarefa,
Um trabalho sem fim,
Um espaço útil, um tempo fértil,
“Amigo” vai ser, é já uma grande festa!
Alexandre O’Neill, in Poesias Completas,
Lisboa, Assírio  Alvim, 2000.
VOCABULÁRIO:
1
escrupulosos: exigentes, rigorosos.
2
detritos: restos.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
8 POESIA – “AMIGO”
Fichas de Educação Literária
136 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Seleciona o tema deste poema e transcreve um verso que comprove a tua escolha.
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________________________________________________________________________________________________
2. Associa os versos da coluna A à sua possível interpretação na coluna B, de modo a obteres a
definição de “Amigo”.
Coluna A Coluna B
A. “é um sorriso / De boca em boca” (versos 3-4)
B. “Um olhar bem limpo” (verso 5)
C. “Uma casa, mesmo modesta, que se oferece” (verso 6)
D. “Um coração pronto a pulsar / Na nossa mão!” (versos 7-8)
1. Bondade/partilha
2. Amor/entrega
3. Alegria/felicidade
4. Honestidade/sinceridade
3. Identifica os recursos expressivos presentes nos versos que se seguem.
a. “‘Amigo’ é um sorriso / De boca em boca” (versos 3-4)
_____________________________________________________________________________________________
b. “É a verdade partilhada, praticada.” (verso 14)
_____________________________________________________________________________________________
4. Explica o significado do verso “‘Amigo’ é a solidão derrotada!” (verso 15)
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________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
5. Com base na última estrofe, apresenta o significado de “Amigo” para o sujeito poético.
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solidão x amizade x alegria x festa
Escrita
Texto de opinião ................................................................ 139
Texto expositivo ................................................................ 140
Resumo .............................................................................. 141
Biografia ............................................................................ 142
Fichas de Escrita
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 139
1. As visitas de estudo são sempre um momento
especial na vida da escola.
Na tua opinião, deveriam realizar-se mais visitas
de estudo, nomeadamente ao estrangeiro?
Redige um texto de opinião sobre este tema,
apresentando dois exemplos que sustentem a tua
posição.
O texto deve ter um mínimo de 150 e um máximo de 200 palavras.
Tópicos para a tua planificação
Introdução
ͻ Aspetos gerais sobre as visitas de estudo.
ͻ Apresentação da posição pessoal.
Desenvolvimento
ͻ Exemplo 1
ͻ Exemplo 2
Conclusão ͻ Repetição da posição pessoal.
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Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
1 TEXTO DE OPINIÃO
Fichas de Escrita
140 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. A igualdade de género é um tema do qual devemos estar conscientes.
Redige um texto expositivo sobre a igualdade de género.
O teu texto deve ter um mínimo de 100 e um máximo de 150 palavras.
Tópicos para a tua planificação
Introdução ͻ Significado de igualdade de género.
Desenvolvimento
ͻ Referência a situações concretas em que se respeita a igualdade de
género (por exemplo, tanto a mãe como o pai podem usufruir da licença
por nascimento de um filho...).
ͻ Referência a situações concretas em que não se respeita a igualdade de
género (por exemplo, salários diferentes para homens e mulheres que
exercem a mesma função profissional…).
Conclusão ͻ Breve síntese do que ficou exposto.
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Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
2 TEXTO EXPOSITIVO
Fichas de Escrita
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 141
1. Resume o texto de Ana Sá Lopes sobre a origem do Dia da Mãe, com aproximadamente 400
palavras. Segue os passos indicados.
ͻ Lê com atenção o texto, esclarece o vocabulário que desconheces.
ͻ Divide o texto em partes, registando a ideia-chave de cada uma delas e os tópicos mais
importantes.
ͻ Escreve o teu resumo, no teu caderno, respeitando a ordem da informação apresentada.
SABE QUAL É A ORIGEM DO DIA DA MÃE?
-
-
-
-
5
-
-
-
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10
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-
-
-
15
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-
-
-
20
-
-
-
-
25
-
-
Os brasileiros costumam dizer “Dia das Mães”. Os portugueses preferem o singular: “Dia da
Mãe”. O Brasil celebra “o Dia das Mães” no segundo domingo de maio; Portugal, no primeiro
domingo de maio. Roma Antiga homenageava durante três dias Cibele, mãe de todos os deuses.
Na Grécia clássica, a festa era dedicada à deusa Reia – mais ou menos o equivalente a Cibele,
também era mãe de todos os deuses gregos –, com a particularidade de Reia ser mulher de
Cronos, o deus que trouxe a palavra “cronologia” às culturas latinas, já que regia o tempo que
passa.
Em Portugal, o Dia da Mãe comemorou-se durante muito tempo a 8 de dezembro, dia da
Imaculada Conceição. Depois, a comemoração passou para o mês de maio, mas o significado
manteve-se o mesmo – na tradição católica, maio é o mês de Maria, a mãe de Jesus Cristo.
A ideia do dia da mãe nos Estados Unidos partiu de uma feminista, Anna Reese Jarvis, que
em 1907 lançou um movimento para criar o “Dia Nacional das Mães”. A comemoração começou
na sua cidade – Grafton, Filadélfia – no aniversário da morte da sua própria mãe. Nos anos
seguintes, todo o estado de Filadélfia começaria a comemorar o dia nacional das mães.
A campanha de Anna Jarvis estendeu-se a todos os Estados Unidos e, em 1911, já o dia da mãe
era comemorado em toda a América.
Em 1914, o então presidente Woodrow Wilson declara o dia da mãe feriado nacional – no
segundo domingo de maio, tal como acontece no Brasil, Austrália, Canadá, Dinamarca, Finlândia,
Itália, Japão, Turquia e outros.
A Espanha – que também já celebrou as mães a 8 de dezembro – comemora agora também
no primeiro domingo de maio, como Portugal. Também Moçambique, Cabo Verde, Angola,
Lituânia e Hungria escolhem celebrar o dia da mãe no mesmo dia que Portugal e Espanha.
Para homenagear as mães, Colômbia, França e Suécia preferem antes o último domingo de
maio. Na Índia, a celebração das mães é em outubro, assim como na Argentina e na Bielorrússia.
A Noruega escolheu fevereiro. A Bélgica e a Costa Rica também homenageiam a mãe de Cristo,
comemorando as mães no dia 15 de agosto, que marca a assunção da Virgem Maria – ou seja,
é quando a mãe de Cristo sobe aos céus para se juntar ao filho.
Ana Sá Lopes In sol.sapo.pt/artigo/610869/sabe-qual-e-a-origem-do-dia-da-mae (adaptado).
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
3 RESUMO
Fichas de Escrita
142 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Jon Favreau é o realizador do mais recente filme
O Rei Leão, dos estúdios da Disney.
Escreve um pequeno texto de caráter biográfico
com as informações que te são dadas sobre Jon
Favreau.
Tópicos para a tua planificação
ͻ Informações pessoais:
- Data e local de nascimento: 19 de outubro de 1966, Queens, Estados Unidos da América
- Casou com Joya Tillem (médica) em 2000; pai de 3 filhos – um rapaz, Max (2001) e duas
raparigas, Madeleine (2003) e Brighton (2006).
ͻ Informações de âmbito profissional:
- Ator em vários filmes e séries como: Homem de Ferro; O Lobo de Wall Street; Friends…
- Realizador de filmes como: Homem de Ferro I e II (2008 e 2010); O livro da selva (2016);
O Rei Leão (2019)...
Planifica o texto de acordo com a seguinte estrutura
ͻ Começa por indicar a data e o local de nascimento.
ͻ Faz referência à sua família.
ͻ Termina com a informação sobre a sua atividade profissional.
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
4 BIOGRAFIA
Gramática
Revisão de conteúdos – 2.o
Ciclo (Fichas A e Fichas B*)
Nome, adjetivo, determinante, pronome
e interjeição ............................................................. 145
Feminino e número dos nomes e dos adjetivos .......... 147
Subclasses do verbo ..................................................... 149
Funções sintáticas: sujeito, predicado e vocativo ........ 151
Funções sintáticas: complemento direto, indireto
e oblíquo .................................................................. 153
Funções sintáticas: predicativo do sujeito
e complemento agente da passiva .......................... 155
Funções sintáticas (global) ........................................... 157
Orações coordenadas ................................................... 159
Orações subordinadas adverbiais causais
e temporais .............................................................. 161
Frase ativa e frase passiva ............................................ 163
Discurso direto e discurso indireto ............................... 165
* Nota ao Professor:
Propõe-se para cada conteúdo ou conjunto de conteúdos fichas Versão A e fichas
Versão B. Estas últimas destinam-se a alunos com Medidas de Suporte à Aprendizagem
e Inclusão.
Consolidação de conteúdos – 7.o
ano (Fichas A e Fichas B*)
Determinante e pronome ............................................ 167
Quantificador numeral ................................................. 169
Advérbio ....................................................................... 171
Preposição .................................................................... 173
Conjunção coordenativa .............................................. 175
Conjunção e locução conjuncional subordinativa ........ 177
Flexão verbal 1 – modo indicativo ............................... 179
Flexão verbal 2 – modo conjuntivo .............................. 181
Flexão verbal 3 ............................................................. 183
Colocação do pronome pessoal átono 1 ...................... 185
Colocação do pronome pessoal átono 2 ...................... 187
Modificador do grupo verbal e modificador
do nome ................................................................... 189
Orações subordinadas adverbiais finais
e condicionais .......................................................... 191
Oração subordinada substantiva completiva ............... 193
Orações subordinadas adjetivas relativas .................... 195
Formação de palavras .................................................. 197
Pontuação ..................................................................... 199
* Nota ao Professor:
Propõe-se para cada conteúdo ou conjunto de conteúdos fichas Versão A e fichas
Versão B. Estas últimas destinam-se a alunos com Medidas de Suporte à Aprendizagem
e Inclusão.
Fichas de Gramática – Revisão de Conteúdos 2.o
Ciclo
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 145
1. Completa as tabelas com nomes e adjetivos das diferentes subclasses, selecionados entre as
palavras sublinhadas nas frases.
Nome Adjetivo
Próprio Comum Comum coletivo Qualificativo Numeral
a. O primeiro aluno a chegar foi o José.
b. A multidão furiosa queria entrar no recinto.
c. A simpática senhora tentava observar o enxame.
d. O Porto era a segunda cidade com mais turistas.
2. Completa as frases com os determinantes pertencentes às subclasses indicadas entre parênteses.
a. _______________(determinante artigo indefinido) carros bloquearam a estrada.
b. _______________(determinante demonstrativo) filme é excelente!
c. _______________(determinante interrogativo) filme preferes?
d. O _______________(determinante possessivo, 1.a
pessoa do singular) carro é cinzento.
e. _______________(determinante artigo definido) final da peça foi surpreendente.
3. Faz corresponder as palavras sublinhadas na coluna A à sua subclasse na coluna B.
Coluna A Coluna B
A. Gostei imenso de encontrar aquele amigo.
B. Vi-o na esplanada do café.
C. Disse-me que tinha lido o meu texto.
D. Respondi-lhe que nunca lera o seu.
E. Certamente, seria melhor do que este.
1. Pronome pessoal
2. Pronome possessivo
3. Pronome demonstrativo
4. Determinante possessivo
5. Determinante demonstrativo
4. Completa as frases com uma interjeição que expresse o valor indicado entre parênteses.
a. _______________(dor)! Caí no chão!
b. _______________(pedido de ajuda)! Estou perdido!
c. _______________(saudação)! Como estás?
d. _______________(medo)! Que susto!
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
1A NOME, ADJETIVO, DETERMINANTE, PRONOME E INTERJEIÇÃO
Fichas de Gramática – Revisão de Conteúdos 2.o
Ciclo
146 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Completa as tabelas com nomes e adjetivos das diferentes subclasses, selecionados entre as
palavras sublinhadas nas frases, de acordo com o exemplo.
Nome Adjetivo
Próprio Comum Comum coletivo Qualificativo Numeral
primeiro
a. O primeiro aluno a chegar foi o José.
b. A multidão furiosa queria entrar no recinto.
c. O Porto era a segunda cidade com mais turistas.
2. Completa as frases com os determinantes pertencentes às
subclasses indicadas entre parênteses.
a. _______________ (determinante artigo indefinido) carros
bloquearam a estrada.
b. _______________(determinante demonstrativo) filme é excelente!
c. _______________(determinante interrogativo) filme preferes?
d. O _______________(determinante possessivo, 1.a
pessoa do singular)
carro é cinzento.
3. Faz corresponder as palavras sublinhadas na coluna A à sua subclasse na coluna B.
Ex. Este (determinante demonstrativo) livro é meu. Este (pronome demonstrativo) é teu.
Coluna A Coluna B
A. Gostei imenso de encontrar aquele amigo.
B. Disse-me que tinha lido o meu texto.
C. Respondi-lhe que nunca lera o seu.
D. Certamente, seria melhor do que este.
1. Pronome possessivo
2. Pronome demonstrativo
3. Determinante possessivo
4. Determinante demonstrativo
4. Completa as frases com uma interjeição que expresse o valor indicado entre parênteses.
a. _______________(dor)! Caí no chão!
b. _______________(pedido de ajuda)! Estou perdido!
c. _______________(saudação)! Como estás?
d. _______________(medo)! Que susto!
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
1B NOME, ADJETIVO, DETERMINANTE, PRONOME E INTERJEIÇÃO
AJUDA
Determinante artigo definido:
o; os...
Determinante artigo
indefinido: um, uns...
Determinante possessivo:
meu, meus...
Determinante demonstrativo:
este, aquele...
Determinante interrogativo:
que
AJUDA
Interjeição
Palavra invariável que tem
como função exprimir
sentimentos e emoções
(Socorro!, Ai!, Ufa!...)
Fichas de Gramática – Revisão de Conteúdos 2.o
Ciclo
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 147
1. Reescreve as frases seguintes no feminino.
a. Chegou um japonês refilão que pediu um papel assinado pelo diretor.
_____________________________________________________________________________________________
b. O rapaz era charlatão, mas muito educado.
_____________________________________________________________________________________________
c. Aquele filme tem um mau ator principal.
_____________________________________________________________________________________________
2. Reescreve as frases no plural.
a. O bem era para ele fundamental.
_____________________________________________________________________________________________
b. O cidadão pode entregar o documento verde-claro na secretaria.
_____________________________________________________________________________________________
c. No papel que lhe foi entregue deve registar a sua data de nascimento.
_____________________________________________________________________________________________
3. Seleciona a forma correta do plural de cada nome / adjetivo apresentado (3.1. a 3.4.).
3.1. Fim de semana
(A) Fins de semana
(B) Fins de semanas
(C) Fim de semanas
(D)Fim de semana
3.3. Pica-pau
(A) Picas-pau
(B) Picas-paus
(C) Pica-paus
(D)Pica-pau
3.2. Guarda-roupa
(A) Guardas-roupa
(B) Guardas-roupas
(C) Guarda-roupas
(D)Guarda-roupa
3.4. Azul-turquesa
(A) Azuis-turquesas
(B) Azuis-turquesa
(C) Azul-turquesas
(D)Azul-turquesa
Nome _____________________________________________________________________ Turma _________Data __________
2A FEMININO E NÚMERO DOS NOMES E DOS ADJETIVOS
Fichas de Gramática – Revisão de Conteúdos 2.o
Ciclo
148 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Reescreve as frases seguintes no feminino.
a. Chegou um japonês refilão que pediu um papel assinado pelo diretor.
_____________________________________________________________________________________________
b. O rapaz era charlatão, mas muito educado.
_____________________________________________________________________________________________
c. Aquele filme tem um mau ator principal.
_____________________________________________________________________________________________
2. Reescreve as frases no plural.
a. O bem era para ele fundamental.
_____________________________________________________________________________________________
b. O cidadão pode entregar o documento verde-claro na secretaria.
_____________________________________________________________________________________________
c. No papel que lhe foi entregue deve registar a sua data de nascimento.
_____________________________________________________________________________________________
3. Seleciona a forma correta do plural de cada nome / adjetivo apresentado (3.1. a 3.3.).
3.1. Fim de semana
(A) Fins de semana
(B) Fins de semanas
(C) Fim de semanas
3.2. Guarda-roupa
(A) Guardas-roupa
(B) Guardas-roupas
(C) Guarda-roupas
3.3. Pica-pau
(A) Picas-pau
(B) Picas-paus
(C) Pica-paus
AJUDA
Plural dos nomes compostos
ͻ Nome + nome ї ambos no plural
Ex.: couve-flor = couves-flores
ͻ Nome + adjetivo ї ambos no plural
Ex.: Chave-inglesa = chaves-inglesas
ͻ Verbo + nome ou adjetivo ї apenas
o nome vai para o plural
Ex.: Porta-bagagem = porta-bagagens
ͻ Palavras unidas por preposição ї apenas
a primeira vai para o plural
Ex.: pôr do sol = pores do sol
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
2B FEMININO E NÚMERO DOS NOMES E DOS ADJETIVOS
Fichas de Gramática – Revisão de Conteúdos 2.o
Ciclo
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 149
1. Associa os verbos sublinhados na coluna A à sua subclasse na coluna B.
Coluna A Coluna B
A. O jogo permanecia empatado.
B. O rapaz soltou um grito.
C. Ele tinha ficado no banco.
D. O jogo estava ao rubro
E. O jogo foi interrompido.
F. O jogador tossiu.
1. Verbo principal
2. Verbo auxiliar
3. Verbo copulativo
2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada afirmação (2.1 a 2.2).
2.1. A única frase que não inclui um verbo copulativo é
(A) O jovem terminou o trabalho.
(B) O jovem ficou feliz.
(C) O jovem permanece motivado.
(D) O jovem é um dos atletas olímpicos.
2.2. A única frase que inclui um verbo transitivo direto é
(A) A televisão passou um programa interessante.
(B) A apresentadora falou de botânica.
(C) As flores eram lindíssimas.
(D) O jovem permanece motivado.
3. Completa a tabela com verbos pertencentes às subclasses, retirando-os das frases.
Verbo
intransitivo
Verbo transitivo
direto
Verbo transitivo
indireto
Verbo transitivo
direto e indireto
a. A festa acabou.
b. No final, ele telefonou à sua amiga.
c. Ele colocou as bebidas no frigorífico.
d. Acreditou na boa vontade da amiga.
e. Todos ofereceram pequenas lembranças.
f. Ele agradeceu a cada um a gentileza.
Nome _____________________________________________________________________ Turma _________Data __________
3A SUBCLASSES DO VERBO
Fichas de Gramática – Revisão de Conteúdos 2.o
Ciclo
150 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Associa os verbos sublinhados na coluna A à sua subclasse na
coluna B.
Coluna A Coluna B
A. O jogo permanecia empatado.
B. O rapaz soltou um grito.
C. Ele tinha ficado no banco.
1. Verbo principal
2. Verbo auxiliar
3. Verbo copulativo
2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada
uma das afirmações.
2.1. A única frase que não inclui um verbo copulativo é
(A) O jovem terminou o trabalho.
(B) O jovem ficou feliz.
(C) O jovem permanece motivado.
2.2. A única frase que inclui um verbo transitivo direto é
(A) A televisão passou um programa interessante.
(B) A apresentadora falou de botânica.
(C) As flores eram lindíssimas.
3. Completa a tabela com verbos pertencentes às subclasses
indicadas, retirados das frases apresentadas.
Verbo principal
Intransitivo Transitivo direto Transitivo indireto Transitivo direto
e indireto
a. A festa acabou.
b. No final, ele telefonou à sua amiga.
c. Ele colocou as bebidas no frigorífico.
d. Todos ofereceram pequenas lembranças.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
3B SUBCLASSES DO VERBO
AJUDA
VERBO PRINCIPAL – verbo que
pode ter ou não um
complemento. Pode ser…
ͻ Intransitivo – não tem
complementos.
Ex:. O aluno espirrou.
ͻ Transitivo direto – pede um
comp. direto.
Ex.: Os alunos leem os livros.
ͻ Transitivo indireto – pede
comp. indireto ou comp.
oblíquo.
Ex.: O aluno falou ao professor.
O aluno gosta de livros.
ͻ Transitivo direto e indireto –
pede comp. direto e comp.
indireto ou oblíquo
Ex.: O aluno deu o livro ao
professor.
O aluno colocou o livro na
prateleira.
VERBO AUXILIAR – verbo que se
associa ao verbo principal para
formar tempos compostos da
forma ativa (ter) e a forma
passiva (ser)
VERBO COPULATIVO – verbo que
exige predicativo do sujeito.
Ex.: O João está contente.
Fichas de Gramática – Revisão de Conteúdos 2.o
Ciclo
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 151
1. Preenche as tabelas com os sujeitos retirados das frases.
a. Eu e a Rafaela vamos à praia.
b. Todos os jovens praticam desporto.
c. Os alunos de natação têm aula hoje.
d. Os alunos e as alunas vão com o Rafael.
e. Eles ficam a ver a aula.
Sujeito simples Sujeito composto
2. Identifica a função sintática do constituinte sublinhado, associando os elementos das duas
colunas.
Coluna A Coluna B
a. դ Rita, vem cá! ͻ
b. դ A Rita ficou em casa. ͻ
c. դ Traz o pão, Joana! ͻ
d. դ A Rita, Joana, é tua amiga! ͻ
e. դ Ontem, os rapazes estiveram cá! ͻ
ͻ Sujeito
ͻ Vocativo
3. Sublinha o predicado de cada frase.
a. Dorme!
b. O treinador escolheu a Rita ontem.
c. Os jogadores disseram a verdade ao treinador.
d. Eles ficaram com o treinador durante a tarde.
e. O Rafael espirrou durante toda a noite.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
4A FUNÇÕES SINTÁTICAS: SUJEITO, PREDICADO E VOCATIVO
Fichas de Gramática – Revisão de Conteúdos 2.o
Ciclo
152 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Preenche as tabelas com os sujeitos retirados das frases.
a. Eu e a Rafaela vamos à praia.
b. Todos os jovens praticam desporto.
c. Os alunos de natação têm aula hoje.
d. Os alunos e as alunas vão com o Rafael.
e. Eles ficam a ver a aula.
Sujeito simples Sujeito composto
2. Identifica a função sintática do constituinte sublinhado, associando
os elementos das duas colunas.
Coluna A Coluna B
a. դ Rita, vem cá! ͻ
b. դ A Rita ficou em casa. ͻ
c. դ Traz o pão, Joana! ͻ
d. դ A Rita, Joana, é tua amiga! ͻ
e. դ Ontem, os rapazes estiveram cá! ͻ
ͻ Sujeito
ͻ Vocativo
3. Sublinha o predicado de cada frase.
a. Dorme!
b. O treinador escolheu a Rita ontem.
c. Os jogadores disseram a verdade ao treinador.
d. Eles ficaram com o treinador durante a tarde.
e. O Rafael espirrou durante toda a noite.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
4B FUNÇÕES SINTÁTICAS: SUJEITO, PREDICADO E VOCATIVO
AJUDA
Sujeito – função sintática
desempenhada pelo grupo de
palavras que concorda com o
verbo.
O sujeito pode ser:
ͻ simples – constituído apenas
por um grupo nominal.
Ex.: O João é simpático.
Eles vão ao teatro.
ͻ composto – constituído por
mais do que um grupo
nominal. Normalmente, os
elementos estão unidos pela
conjunção e.
Ex.: A Ana e a irmã são
simpáticas.
AJUDA
Vocativo – função sintática
desempenhada pelas palavras
que servem para chamar
alguém.
Ex.: Ana, dá-me o livro!
Nota: O vocativo surge
separado por vírgula.
AJUDA
Predicado – função sintática
desempenhada pelo grupo verbal
Ex.: Os alunos leram os livros.
Compraram os livros na feira
do livro.
Nota: O grupo verbal pode se
constituído só pelo verbo ou pelo
verbo e pelos seus
complementos e modificadores.
Fichas de Gramática – Revisão de Conteúdos 2.o
Ciclo
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 153
1. Sublinha o complemento direto em cada frase.
a. O professor explicou a matéria.
b. Os alunos resolveram questões e problemas.
c. O professor disse aos alunos a resposta.
d. Os alunos resolveram durante duas horas os exercícios.
2. Sublinha o complemento indireto em cada frase.
a. O diretor falou aos alunos sobre as aulas.
b. O Rui telefonou à mãe durante a tarde.
c. Os alunos entregaram o formulário ao professor após a aula.
d. Cada um respondeu apressadamente ao professor.
3. Associa os constituintes sublinhados na coluna A à sua função sintática na coluna B.
Coluna A Coluna B
A. Ele aceitou o desafio dos colegas.
B. Ele chegou à praia.
C. Eu mostrei-lhe as fotografias.
D. A Maria sorriu ao Luís.
1. Complemento direto
2. Complemento indireto
3. Complemento oblíquo
4. Assinala, com um X, as frases cujos constituintes sublinhados têm a função de complemento
oblíquo.
(A) O Luís entrou na sala.
(B) Comprou o lanche ao senhor João.
(C) Ele afastou os bolos dos salgados.
(D) Eles vão à praia.
(E) Vão sair de casa agora.
(F) Eles ficam aqui.
(G)Mostramos as fotografias no final.
(H) Eles vão lanchar aqui.
Nome _____________________________________________________________________ Turma _________Data __________
5A FUNÇÕES SINTÁTICAS: COMPLEMENTO DIRETO, INDIRETO E OBLÍQUO
Fichas de Gramática – Revisão de Conteúdos 2.o
Ciclo
154 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Sublinha o complemento direto em cada frase.
a. O professor explicou a matéria.
b. Os alunos resolveram os problemas.
c. O professor disse aos alunos a resposta.
d. Os alunos resolveram os exercícios.
2. Sublinha o complemento indireto em cada frase.
a. O diretor falou aos alunos.
b. O Rui telefonou à mãe.
c. Os alunos entregaram o formulário ao professor.
d. Cada um respondeu ao professor.
3. Associa os constituintes sublinhados da coluna A à sua função sintática na coluna B.
Coluna A Coluna B
A. Ele aceitou o desafio dos colegas.
B. Ele chegou à praia.
C. Eu mostrei-lhe as fotografias.
D. A Maria sorriu ao Luís.
1. Complemento direto
2. Complemento indireto
3. Complemento oblíquo
4. Assinala, com um X, as frases cujos constituintes sublinhados têm a função de complemento
oblíquo.
(A) O Luís entrou na sala.
(B) Comprou o lanche ao senhor João.
(C) Ele afastou os bolos dos salgados.
(D) Eles vão à praia.
(E) Vão sair de casa agora.
(F) Eles ficam aqui.
(G)Mostramos as fotografias no final.
(H) Eles vão lanchar aqui.
AJUDA
Complemento direto –
completa o sentido do verbo
transitivo e pode ser
substituído pelo pronome
pessoal o, a, os, as.
Ex.: Ele leu o livro. ї
Ele leu-o.
Complemento indireto –
completa o sentido do verbo
transitivo e é normalmente
introduzido pela preposição a
e pode ser substituído pelo
pronome lhe, lhes.
Ex.: Telefonei à Ana. ї
Telefonei-lhe.
AJUDA
Complemento oblíquo –
completa o sentido do verbo
transitivo e é sempre
introduzido por uma
preposição ou um advérbio.
Não o podes retirar da frase!
Ex.: O Pedro gosta de
chocolate.
Ele mora cá.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
5B FUNÇÕES SINTÁTICAS: COMPLEMENTO DIRETO, INDIRETO E OBLÍQUO
Fichas de Gramática – Revisão de Conteúdos 2.o
Ciclo
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 155
1. Sublinha o predicativo do sujeito em cada frase.
a. Eles continuam felizes.
b. As minhas amigas são médicas.
c. Ele estava satisfeito com o resultado.
d. Os participantes pareciam exaustos.
e. Todos os alunos permaneceram sentados.
f. Ele revelou-se importante para o jogo.
2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (2.1 e 2.2).
2.1. A única frase cujo constituinte sublinhado tem a função de predicativo do sujeito é
(A) Ele senta-se naquela sala.
(B) Ele fica na sala.
(C) Ele dirige-se à sala.
(D) Ele faz o teste na sala.
2.2. A única frase cujo constituinte sublinhado não tem a função de predicativo do sujeito é
(A) Ele tornou-se essencial para a vitória.
(B) Ele é essencial para a vitória.
(C) Ele parece essencial para a vitória.
(D) Ele descreve-se como essencial para a vitória.
3. Seleciona, com um X, as frases cujos constituintes sublinhados têm a função de complemento
agente da passiva.
(A) O jogo foi organizado pelos alunos.
(B) Vou organizar um jogo para os alunos.
(C) O jogo tem de passar pelos alunos.
(D) As várias etapas foram definidas pelos alunos.
4. Indica a função sintática a que pertencem as palavras/expressões sublinhadas no texto.
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
Ele ficou triste porque os amigos não vieram com ele ao parque. Havia uma surpresa que
tinha sido organizada por ele. Os primos eram os únicos na festa. Eles sentiram-se muito
especiais.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
6A FUNÇÕES SINTÁTICAS: PREDICATIVO DO SUJEITO E COMPLEMENTO AGENTE DA PASSIVA
Fichas de Gramática – Revisão de Conteúdos 2.o
Ciclo
156 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Sublinha o predicativo do sujeito em cada frase.
a. Eles continuam felizes.
b. As minhas amigas são médicas.
c. Ele estava satisfeito com o resultado.
d. Os participantes pareciam exaustos.
e. Todos os alunos permaneceram sentados.
f. Ele revelou-se importante para o jogo.
2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (2.1 e 2.2).
2.1. A única frase cujo constituinte sublinhado tem a função de predicativo do sujeito é
(A) Ele senta-se naquela sala.
(B) Ele fica na sala.
(C) Ele dirige-se à sala.
(D) Ele faz o teste na sala.
2.2. A única frase cujo constituinte sublinhado não tem a função de predicativo do sujeito é
(A) Ele tornou-se essencial para a vitória.
(B) Ele é essencial para a vitória.
(C) Ele parece essencial para a vitória.
(D) Ele descreve-se como essencial para a vitória.
3. Seleciona, com um X, as frases cujos constituintes sublinhados
têm a função de complemento agente da passiva.
(A) O jogo foi organizado pelos alunos.
(B) Vou organizar um jogo para os alunos.
(C) O jogo tem de passar pelos alunos.
(D) As várias etapas foram definidas pelos alunos.
AJUDA
Predicativo do sujeito – função
sintática dos constituintes
associados a um verbo
copulativo.
Verbos copulativos:
ser, estar, parecer, permanecer,
ficar, tornar-se, revelar-se,
continuar...
Ex.: O João permanece
calmo.
AJUDA
Complemento agente da
passiva – função sintática
introduzida pela preposição por,
simples ou contraída (pelo,
pela). Faz parte do predicado de
uma frase passiva.
Ex.: O livro foi lido pelo aluno.
(frase passiva)
O aluno leu o livro.
(frase ativa)
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
6B FUNÇÕES SINTÁTICAS: PREDICATIVO DO SUJEITO E COMPLEMENTO AGENTE DA PASSIVA
Fichas de Gramática – Revisão de Conteúdos 2.o
Ciclo
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 157
1. Associa as palavras ou expressões sublinhadas na coluna A à sua função sintática na coluna B.
Coluna A Coluna B
A. Todos gostaram da história.
B. Ele falou com os presentes.
C. O João contou a história aos presentes.
D. A história relata a vida de dois jovens.
1. Sujeito
2. Vocativo
3. Complemento direto
4. Complemento indireto
5. Complemento oblíquo
2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (2.1 e 2.2).
2.1. A única frase cujo constituinte sublinhado não tem a função de predicativo do sujeito é
(A) Os participantes estavam atentos.
(B) A ação era muito intensa.
(C) O contador recomeçou a história.
(D) Até nas pausas ficam em silêncio.
2.2. A única frase cujo constituinte sublinhado tem a função de modificador do grupo verbal é
(A) Ela está em Lisboa.
(B) Eles ouviram tudo em Lisboa.
(C) Alguns ficaram em Lisboa.
(D) Certos participantes permaneceram em Lisboa.
3. Indica a função sintática dos constituintes sublinhados no texto.
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
O contador de histórias continuou o seu relato entusiasticamente. Todos falavam sobre a
sua forma de contar histórias. Era cativante.
– Rita, queres vir ao palco contar uma história? – desafiou ele naquele dia.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
7A FUNÇÕES SINTÁTICAS (GLOBAL)
Fichas de Gramática – Revisão de Conteúdos 2.o
Ciclo
158 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Associa as palavras ou expressões sublinhadas na coluna A à sua função sintática na coluna B.
Coluna A Coluna B
A. Todos gostaram da história.
B. Ele falou com os presentes.
C. O João contou a história aos presentes.
D. A história relata a vida de dois jovens.
1. Sujeito
2. Vocativo
3. Complemento direto
4. Complemento indireto
5. Complemento oblíquo
2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente
cada frase (2.1 e 2.2).
2.1. A única frase cujo constituinte sublinhado não tem a
função de predicativo do sujeito é
(A) Os participantes estavam atentos.
(B) A ação era muito intensa.
(C) O contador recomeçou a história.
2.2. A única frase cujo constituinte sublinhado tem a função de
modificador (do grupo verbal) é
(A) Ela está em Lisboa.
(B) Eles ouviram tudo em Lisboa.
(C) Alguns ficaram em Lisboa.
3. Indica a função sintática dos constituintes sublinhados no
texto.
_____________________________________________________________
_____________________________________________________________
_____________________________________________________________
O contador de histórias continuou o seu relato
entusiasticamente.
Todos falavam sobre a sua forma de contar histórias.
Era cativante.
– Rita, queres vir ao palco contar uma história? –
desafiou ele naquele dia.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
7B FUNÇÕES SINTÁTICAS (GLOBAL)
AJUDA
Sujeito – função sintática
desempenhada pelo grupo de
palavras que concorda com o
verbo e pode ser substituído pelo
pronome pessoal ele, ela, eles,
elas.
Vocativo – função sintática
desempenhada pelas palavras que
servem para chamar alguém.
Aparece separado por vírgula.
Predicado – função sintática
desempenhada pelo grupo verbal
(pelo verbo, seus complementos e
modificadores).
Comp. direto – função sintática
que completa o sentido do verbo
e pode ser substituído pelo
pronome pessoal o, a, os, as.
Comp. indireto – função sintática
que é introduzida, normalmente,
pela preposição a e pode ser
substituído pelo pronome pessoal
lhe, lhes.
Comp. oblíquo – função sintática
que é introduzida por uma
preposição ou é um advérbio.
Completa o sentido do verbo
e é obrigatório na frase.
Modificador do grupo verbal –
função sintática desempenhada
por um constituinte que não é
exigido pelo verbo (pode surgir
ou não).
Fichas de Gramática – Revisão de Conteúdos 2.o
Ciclo
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 159
1. Associa as orações sublinhadas na coluna A à sua classificação na coluna B.
Coluna A Coluna B
A. Vai chover, pois o céu está escuro.
B. Ele come muito, mas é magro.
C. Lavei a louça e arrumei a cozinha.
D. Ficamos em casa, logo fazemos pipocas.
E. Ele gosta de ler ou de ver um filme.
1. Oração coordenada copulativa
2. Oração coordenada adversativa
3. Oração coordenada disjuntiva
4. Oração coordenada conclusiva
5. Oração coordenada explicativa
2. Sublinha as orações coordenadas em cada frase e classifica-as.
a. Os alunos não só concluíram o seu trabalho como também ajudaram os outros grupos.
_____________________________________________________________________________________________
b. Os temas a abordar eram complexos, mas todos os grupos se empenharam bastante.
_____________________________________________________________________________________________
c. O João não concluiu o trabalho e ajudou os outros.
_____________________________________________________________________________________________
d. Os amigos saíam ou viam um filme.
_____________________________________________________________________________________________
e. O Rui deve estar a chegar, pois a porta da garagem abriu-se.
_____________________________________________________________________________________________
3. Constrói frases complexas a partir das frases simples, de modo a que integrem a oração
coordenada indicada entre parênteses. Procede às alterações necessárias.
a. O Manuel ficou em casa. A Rita foi ao cinema.
(oração coordenada adversativa)
_____________________________________________________________________________________________
b. O teu cão está a fazer uns olhos pequeninos. O teu cão tem fome.
(oração coordenada explicativa)
_____________________________________________________________________________________________
c. O Rafael já me ligou três vezes. O Rafael quer pedir-me alguma coisa.
(oração coordenada conclusiva)
_____________________________________________________________________________________________
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
8A ORAÇÕES COORDENADAS
Fichas de Gramática – Revisão de Conteúdos 2.o
Ciclo
160 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Associa as orações sublinhadas na coluna A à sua classificação na coluna B.
Coluna A Coluna B
A. Vai chover, pois o céu está escuro.
B. Ele come muito, mas é magro.
C. Lavei a louça e arrumei a cozinha.
D. Ficamos em casa, logo fazemos pipocas.
E. Ele gosta de ler ou de ver um filme.
1. Oração coordenada copulativa
2. Oração coordenada adversativa
3. Oração coordenada disjuntiva
4. Oração coordenada conclusiva
5. Oração coordenada explicativa
2. Classifica as orações coordenadas sublinhadas em cada
frase.
a. Os alunos não só concluíram o seu trabalho como também
ajudaram os outros grupos.
__________________________________________________________________
b. Os temas a abordar eram complexos, mas todos os grupos se
empenharam bastante.
__________________________________________________________________
c. O João não concluiu o trabalho e ajudou os outros.
__________________________________________________________________
d. O Rui deve estar a chegar, pois a porta da garagem abriu-se.
__________________________________________________________________
3. Constrói frases complexas a partir das frases simples, de modo a que integrem a oração
coordenada indicada entre parênteses. Procede às alterações necessárias.
a. O Manuel ficou em casa. A Rita foi ao cinema.
(oração coordenada adversativa)
_____________________________________________________________________________________________
b. O teu cão está a fazer uns olhos pequeninos. O teu cão tem fome.
(oração coordenada explicativa)
_____________________________________________________________________________________________
c. O Rafael já me ligou três vezes. O Rafael quer pedir-me alguma coisa.
(oração coordenada conclusiva)
_____________________________________________________________________________________________
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
8B ORAÇÕES COORDENADAS
AJUDA
As orações
coordenadas são
iniciadas por conjunções
ou locuções
coordenativas.
Alguns exemplos de
conjunções ou locuções
coordenativas:
ͻ Copulativas: e, nem,
não só...mas/como
também, nem...nem
ͻ Disjuntivas: ou,
ou...ou, ora...ora
ͻ Adversativas: mas
ͻ Conclusivas: logo
ͻ Explicativas: pois, que
Fichas de Gramática – Revisão de Conteúdos 2.o
Ciclo
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 161
1. Assinala, com um X, todas as frases que incluem uma oração subordinada adverbial causal.
(A) O Rafael vem comigo porque eu vou ajudá-lo com os deveres.
(B) Antes que fique muito calor, vamos nadar um pouco.
(C) Agora que está muito calor, ficamos debaixo do chapéu.
(D) Visto que está muito calor, vamos tomar um refresco.
2. Assinala, com um X, todas as frases que incluem uma oração subordinada adverbial temporal.
(A) A Manuela chegou quando nos levantávamos.
(B) Mal se sentou, começou a conversar.
(C) Ficámos com ela, já que ela trazia bebidas frescas.
(D) Uma vez que estava muito sol, fomos para a sombra.
3. Associa as orações na coluna A à sua classificação na coluna B.
Coluna A Coluna B
A. Como vim à praia, vou descansar.
B. Enquanto jogamos, conversamos um pouco.
C. Assim que chegar, protejo-me com creme protetor.
D. Só vou às 17h, porque até lá é perigoso.
1. Oração subordinada
adverbial causal
2. Oração subordinada
adverbial temporal
4. Divide e classifica as orações das frases.
a. Antes que se ponha o sol, vou dar um mergulho.
_____________________________________________________________________________________________
b. O Rui veio comigo dado que precisava de boleia.
_____________________________________________________________________________________________
c. Almoçámos cedo visto que queríamos calma no restaurante.
_____________________________________________________________________________________________
d. Desde que foi nadar, o Rui não saiu da água.
_____________________________________________________________________________________________
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
9A ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS CAUSAIS E TEMPORAIS
Fichas de Gramática – Revisão de Conteúdos 2.o
Ciclo
162 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Assinala, com um X, todas as frases que incluem uma oração subordinada adverbial causal.
(A) O Rafael vem comigo porque eu vou ajudá-lo com os deveres.
(B) Antes que fique muito calor, vamos nadar um pouco.
(C) Agora que está muito calor, ficamos debaixo do chapéu.
(D) Visto que está muito calor, vamos tomar um refresco.
2. Assinala, com um X, todas as frases que incluem uma oração
subordinada adverbial temporal.
(A) A Manuela chegou quando nos levantávamos.
(B) Mal se sentou, começou a conversar.
(C) Ficámos com ela, já que ela trazia bebidas frescas.
(D) Uma vez que estava muito sol, fomos para a sombra.
3. Associa as orações sublinhadas na coluna A à sua classificação na coluna B.
Coluna A Coluna B
A. Como vim à praia, vou descansar.
B. Enquanto jogamos, conversamos um pouco.
C. Assim que chegar, protejo-me com creme protetor.
D. Só vou às 17h, porque até lá é perigoso.
1. Oração subordinada
adverbial causal
2. Oração subordinada
adverbial temporal
4. Classifica as orações subordinadas sublinhadas nas frases, de acordo com o exemplo.
Antes que se ponha o sol, vou dar um mergulho.
Oração subordinada adverbial temporal
a. O Rui veio comigo dado que precisava de boleia.
_____________________________________________________________________________________________
b. Almoçámos cedo visto que queríamos calma no restaurante.
_____________________________________________________________________________________________
c. Desde que foi nadar, o Rui não saiu da água.
_____________________________________________________________________________________________
AJUDA
As orações subordinadas são
iniciadas por conjunções ou
locuções conjuncionais
subordinativas:
ͻ Causais: porque, como,
visto que, uma vez que...
(indicam a razão, o motivo)
ͻ Temporais: quando, enquanto,
mal, assim que, logo que,
todas as vezes que...
(localizam no tempo)
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
9B ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS CAUSAIS E TEMPORAIS
Fichas de Gramática – Revisão de Conteúdos 2.o
Ciclo
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 163
1. Assinala, com um X, as frases que estão na forma passiva.
(A) O robô passou por todas as salas de aula.
(B) Os alunos construíram o robô pelo modelo do professor.
(C) O robô tinha sido criado pelos membros do clube de robótica.
(D) O estudo foi feito durante o ano por todos os alunos.
2. Assinala, com um X, as frases que estão na forma ativa.
(A) A notícia é conhecida pelo país inteiro.
(B) Os alunos de robótica desenharam o robô para o concurso.
(C) O júri avaliava também a criatividade.
(D) Foi anunciado o vencedor pelo júri.
3. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (3.1 e 3.2).
3.1. A frase que corresponde à forma passiva de “O júri tinha anunciado o concurso em maio” é
(A) O concurso tinha anunciado o júri em maio.
(B) O concurso tem sido anunciado pelo júri em maio.
(C) O concurso fora anunciado pelo júri em maio.
(D) O concurso tinha sido anunciado pelo júri em maio.
3.2. A frase que corresponde à forma ativa de “Os planos têm sido concebidos pelos alunos em
conjunto com os professores” é
(A) Os alunos em conjunto com os professores têm concebido os planos.
(B) Os alunos em conjunto com os professores conceberam os planos.
(C) Os alunos em conjunto com os professores tinham concebido os planos.
(D) Os alunos em conjunto com os professores concebiam os planos.
4. Reescreve na forma passiva as seguintes frases.
a. No concurso, aquele aluno conquistava sempre todos os prémios.
_____________________________________________________________________________________________
b. O robô fez diversas tarefas domésticas.
_____________________________________________________________________________________________
c. O aspeto do robô conquistará a atenção de todos os presentes.
_____________________________________________________________________________________________
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
A FRASE ATIVA E FRASE PASSIVA
Fichas de Gramática – Revisão de Conteúdos 2.o
Ciclo
164 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Assinala, com um X, as frases que estão na forma passiva.
(A) O robô passou por todas as salas de aula.
(B) Os alunos construíram o robô pelo modelo do professor.
(C) O robô tinha sido criado pelos membros do clube de
robótica.
(D) O estudo foi feito durante o ano por todos os alunos.
2. Assinala, com um X, as frases que estão na forma ativa.
(A) A notícia é conhecida pelo país inteiro.
(B) Os alunos de robótica desenharam o robô para o concurso.
(C) O júri avaliava também a criatividade.
(D) Foi anunciado o vencedor pelo júri.
3. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (3.1 e 3.2).
3.1. A frase que corresponde à forma passiva de “O júri anunciou o concurso em maio” é
(A) O concurso tinha anunciado o júri em maio.
(B) O concurso fora anunciado pelo júri em maio.
(C) O concurso foi anunciado pelo júri em maio.
3.2. A frase que corresponde à forma ativa de “Os planos são concebidos pelos alunos em
conjunto com os professores” é
(A) Os alunos em conjunto com os professores concebem os planos.
(B) Os alunos em conjunto com os professores conceberam os planos.
(C) Os alunos em conjunto com os professores tinham concebido os planos.
4. Reescreve na forma passiva as seguintes frases.
a. No concurso, aquele aluno conquistava todos os prémios.
_____________________________________________________________________________________________
b. O robô fez diversas tarefas domésticas.
_____________________________________________________________________________________________
c. O aspeto do robô conquistará a atenção dos participantes.
_____________________________________________________________________________________________
AJUDA
Frase ativa:
Ex.: O Pedro leu o livro.
Frase passiva:
Ex.: O livro foi lido pelo Pedro.
A frase passiva tem no predicado
um verbo auxiliar (ser) + o
particípio do verbo principal.
O sujeito da frase ativa passa a
complemento agente da passiva
iniciado por por/pelo(a)...
O João leu o livro.
sujeito comp. direto
O livro foi lido pelo João.
sujeito comp. agente da passiva
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
B FRASE ATIVA E FRASE PASSIVA
Fichas de Gramática – Revisão de Conteúdos 2.o
Ciclo
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 165
1. Preenche as tabelas com as frases apresentadas, distinguindo as que se encontram no discurso
direto das que se encontram no discurso indireto.
a. A Rita confirmou que fora com os amigos ao jardim.
b. – Este local que vamos visitar hoje é muito interessante, João! – disse a professora.
c. – Aqui poderemos testar todas as nossas matérias da escola – confirmou a professora.
d. Ela acrescentou que o seu livro contava a história daquele local.
Discurso direto Discurso indireto
2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (2.1 e 2.2).
2.1. A única frase que corresponde à transformação em discurso indireto da frase “– Caros
alunos, hoje começamos por este assunto – disse a professora.” é
(A) Caros alunos, disse a professora que hoje começavam por este assunto.
(B) A professora disse, caros alunos, naquele dia começamos por aquele assunto.
(C) A professora disse aos alunos que naquele dia começávamos por aquele assunto.
(D) A professora disse aos alunos que naquele dia começavam por aquele assunto.
2.2. A única frase que corresponde à transformação em discurso direto da frase “O José
perguntou se naquele local eles poderiam usar os seus aparelhos de pesquisa.” é
(A) – Neste local, poderemos usar os nossos aparelhos de pesquisa? – perguntou o José.
(B) O José pergunta se, neste local, poderemos usar os nossos aparelhos de pesquisa.
(C) – Naquele local, poderemos usar os nossos aparelhos de pequisa? – pergunta o José.
(D) – Neste local, podemos usar os nossos aparelhos de pequisa? – perguntou o José.
3. Reescreve no discurso direto ou no discurso indireto, conforme o caso, as seguintes frases.
a. – Rogério, regressa agora para tua casa! – ordenou a professora.
_____________________________________________________________________________________________
b. – Aí, tu poderás tirar apontamentos – explicou a colega.
_____________________________________________________________________________________________
c. Ele pediu à Maria se ela podia ir com ele naquele dia comprar material.
_____________________________________________________________________________________________
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
A DISCURSO DIRETO E DISCURSO INDIRETO
Fichas de Gramática – Revisão de Conteúdos 2.o
Ciclo
166 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Preenche as tabelas com as frases apresentadas, distinguindo as que se encontram no discurso
direto das que se encontram no discurso indireto.
a. A Rita confirmou que fora com os amigos ao jardim.
b. – Este local que vamos visitar hoje é muito interessante! – disse a professora.
c. – Aqui poderemos testar todas as nossas matérias da escola – confirmou a professora.
d. A Rita acrescentou que o seu livro contava a história daquele local.
Discurso direto Discurso indireto
2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (2.1 e 2.2).
2.1. A única frase que corresponde à transformação em discurso indireto da frase “– Caros
alunos, hoje começamos por este assunto! – disse a professora.” é
(A) Caros alunos, disse a professora que hoje começavam por este assunto.
(B) A professora disse aos alunos que naquele dia começávamos por aquele assunto.
(C) A professora disse aos alunos que naquele dia começavam por aquele assunto.
2.2. A única frase que corresponde à transformação em discurso direto da frase “O José
perguntou se naquele local eles poderiam usar os seus aparelhos de pesquisa.” é
(A) – Neste local, poderemos usar os nossos aparelhos de pesquisa? – perguntou o José.
(B) O José pergunta se, neste local, poderemos usar os nossos aparelhos de pesquisa.
(C) – Naquele local, poderemos usar os nossos aparelhos de pequisa? – pergunta o José.
3. Reescreve no discurso direto ou indireto, conforme o caso, as seguintes frases.
a. – Rogério, regressa agora para tua casa! – ordenou a professora.
A professora ordenou ao aluno ___________________________________________________
b. Ele pediu à Maria se ela podia ir com ele comprar material.
– Maria, _____________________________________________________________________
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
B DISCURSO DIRETO E DISCURSO INDIRETO
AJUDA
O discurso direto reproduz o texto tal como é
dito ou falado. O travessão ( – ) e as aspas (“ ”)
marcam o início deste discurso.
Ex.: – Olá, estão todos bem?
O discurso indireto reproduz o texto de outra
pessoa.
Ex.: Ele perguntou se estavam todos bem.
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 167
1. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (1.1 a 1.2).
1.1. A única frase que não inclui nenhum determinante é
(A) Todos queriam ler o livro que foi premiado.
(B) O meu amigo não conseguiu ser selecionado.
(C) João conseguiu terminar em tempo absolutamente recorde.
(D) Outros alunos terminaram cinco minutos depois.
1.2. A única frase que não inclui um pronome é
(A) Isto era o sonho de qualquer desportista.
(B) O treinador convidou-o a vir dar uma palestra.
(C) O assunto que o trazia aqui era a saúde desportiva.
(D) Todos os jogadores cumprimentaram o nosso campeão.
2. Classifica as palavras sublinhadas quanto à sua classe e subclasse.
a. A nossa música vai passar na rádio.
_____________________________________________________________________________________________
b. Não conseguiu ouvir a música cujo compositor era seu amigo.
_____________________________________________________________________________________________
c. Muitos julgam que é uma música estrangeira.
_____________________________________________________________________________________________
d. Aquilo foi uma verdadeira confusão.
_____________________________________________________________________________________________
e. Os admiradores viram-no ao final do dia.
_____________________________________________________________________________________________
f. Certas pessoas não acreditam que era ele.
_____________________________________________________________________________________________
3. Completa com as palavras pertencentes à classe e subclasse indicada entre parênteses.
a. Ninguém provou do meu bolo. E do ____________ (pronome possessivo)?
b. ____________ (determinante demonstrativo) rapaz também veio à inauguração.
c. Naquele dia, ninguém passou por ____________ (pronome pessoal) sem lhe falar.
d. ____________ (pronome indefinido) sabia onde ficava a galeria.
e. O quadro ____________ (pronome relativo) eu mais apreciei representava uma paisagem.
f. ____________ (determinante interrogativo) quadro preferes nesta exposição?
Nome ______________________________________________________________________ Turma ________ Data___________
DETERMINANTE E PRONOME
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
168 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente
cada frase (1.1 a 1.2).
1.1. A única frase que não inclui nenhum determinante é
(A) Todos queriam ler o livro que foi premiado.
(B) O meu amigo não conseguiu ser selecionado.
(C) João conseguiu terminar em tempo
absolutamente recorde.
1.2. A única frase que não inclui um pronome é
(A) Isto era o sonho de qualquer desportista.
(B) O treinador convidou-o a vir dar uma palestra.
(C) Todos os jogadores cumprimentaram o nosso
campeão.
2. Associa as opções da coluna A às da coluna B, de modo a
identificares as subclasses das palavras sublinhadas.
Coluna A Coluna B
A. A nossa música vai passar na rádio.
B. Ouviu a música cujo compositor era seu amigo.
C. Muitos julgam que é uma música estrangeira.
D. Aquilo foi uma verdadeira confusão.
E. Os admiradores viram-no ao final do dia.
F. Certas pessoas não acreditam que era ele.
1. Determinante relativo
2. Determinante possessivo
3. Determinante demonstrativo
4. Pronome indefinido
5. Determinante indefinido
6. Pronome pessoal
3. Escolhe a opção correta, riscando a forma que não interessa.
a. Ninguém provou do meu bolo. E do teu/este (pronome possessivo)?
b. Este/Certo (determinante demonstrativo) rapaz também veio à inauguração.
c. Naquele dia, ninguém passou por aquele/ele (pronome pessoal) sem lhe falar.
d. Este/Ninguém (pronome indefinido) sabia onde ficava a galeria.
e. Ele ficou muito satisfeito quando soube que o outro/seu (determinante possessivo) quadro foi
vendido.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
DETERMINANTE E PRONOME
AJUDA
Determinante – palavra que
determina um nome. Surge
sempre antes de um nome.
Pode ser:
ͻ Artigo definido: o, a
ͻ Artigo indefinido: um, uma
ͻ Possessivo: meu, teu, seu...
ͻ Demonstrativo: este, esse..
ͻ Indefinido: certo, outro...
ͻ Relativo: cujo, cuja
Pronome – palavra que substitui
o nome e que se refere,
normalmente, às pessoas.
Pode ser:
ͻ Pessoal: eu, tu, me, mim..
ͻ Possessivo: meu, teu, seu...
ͻ Demonstrativo: este, esse..
ͻ Indefinido: algum, nenhum,
qualquer...
ͻ Relativo: o qual, a qual...
ͻ Interrogativo: o que?, quem?...
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 169
1. Seleciona, com um X, as frases que incluem um quantificador numeral.
(A) Vou ao supermercado duas vezes por semana.
(B) O meu número favorito é o dois.
(C) A segunda parte foi a melhor.
(D) Um quarto dos participantes faltou ao evento.
(E) Ele prefere estudar no quarto.
(F) Esperavam o triplo dos participantes.
2. Preenche as tabelas com os quantificadores numerais correspondentes aos diferentes valores.
a. Metade deste bolo é para o João.
b. Comprei três sumos para o lanche.
c. Eles comeram o dobro do previsto.
d. Não como nem um décimo dessa fatia.
e. Pelo menos cinco pessoas levaram desses bolos.
Quantidade numérica
precisa
Fração de uma
quantidade
Múltiplo de uma
quantidade
3. Completa as frases com um quantificador numeral associado ao valor indicado entre parênteses.
a. No jardim, havia ____________ (quantidade numérica precisa) cadeiras de descanso.
b. ____________ (fração de uma quantidade) das crianças corria e outro(a) ____________
(fração de uma quantidade) descia no escorrega.
c. O parque infantil era enorme: dava para o ____________ (múltiplo de uma quantidade) das
crianças.
4. Seleciona a única frase que inclui um quantificador numeral.
(A) Elas compraram um terço perto da catedral.
(B) No final do dia, os fiéis rezaram o terço.
(C) O terço de uma espada fica perto do punho.
(D) Um terço dos turistas visitou a catedral.
Nome ______________________________________________________________________ Turma ________ Data___________
QUANTIFICADOR NUMERAL
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
170 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Seleciona, com um X, as frases cujas palavras/expressões
sublinhadas correspondem a um quantificador numeral.
(A) Vou ao supermercado duas vezes por semana.
(B) O meu número favorito é o dois.
(C) A segunda parte foi a melhor.
(D) Um quarto dos participantes faltou ao evento.
(E) Ele prefere estudar no quarto.
(F) Esperavam o triplo dos participantes.
2. Preenche as tabelas com os quantificadores numerais sublinhados correspondentes aos
diferentes valores.
a. Metade deste bolo é para o João.
b. Comprei três sumos para o lanche.
c. Eles comeram o dobro do previsto.
d. Não como nem um décimo dessa fatia.
e. Pelo menos cinco pessoas levaram desses bolos.
Quantidade numérica
precisa
Fração de uma
quantidade
Múltiplo de uma
quantidade
3. Completa as frases com um quantificador numeral associado ao valor indicado entre parênteses.
a. No jardim, havia ____________ (quantidade numérica precisa) cadeiras de descanso.
b. ____________ (fração de uma quantidade) das crianças corria e outra ____________ (fração
de uma quantidade) descia no escorrega.
c. O parque infantil era enorme: dava para o ____________ (múltiplo de uma quantidade) das
crianças.
4. Seleciona, com um X, a única frase cuja palavra sublinhada corresponde a um quantificador
numeral.
(A) Elas compraram um terço perto da catedral.
(B) No final do dia, os fiéis rezaram o terço.
(C) O terço de uma espada fica perto do punho.
(D) Um terço dos turistas visitou a catedral.
AJUDA
Um quantificador numeral é
uma palavra que se refere a
ͻ um número (quantidade
numérica precisa).
Ex.: dois, três...
ͻ uma quantidade (múltiplo
de uma quantidade).
Ex.: triplo, dobro...
ͻ uma parte (fração de uma
quantidade).
Ex.: um quinto...
Nome ______________________________________________________________________Turma _________ Data___________
QUANTIFICADOR NUMERAL
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 171
1. Associa os advérbios presentes nas frases da coluna A ao seu valor na coluna B.
Coluna A Coluna B
A. Lá, tudo parecia fácil.
B. Somente a Rita ficou em casa.
C. Ontem, vi o António.
D. Abordou brevemente o assunto.
1. Advérbio de lugar
2. Advérbio de modo
3. Advérbio de tempo
4. Advérbio de inclusão
5. Advérbio de exclusão
2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada afirmação (2.1 e 2.2).
2.1. A única frase que não inclui um advérbio/locução adverbial de quantidade e grau é
(A) A Maria quer efetivamente este emprego.
(B) O Rui cansa-se menos quando nada.
(C) Ele demonstra simpatia em excesso.
(D) Estudou de mais para o teste.
2.2. A única frase que não inclui um advérbio/locução adverbial de afirmação é
(A) വ Sim, eu fico na escola.
(B) Sem dúvida, preciso de tempo.
(C) Com certeza, tudo vai bater certo.
(D) Lentamente, ele concordou comigo.
3. Completa as frases, retirando da caixa um advérbio que tenha a função indicada entre parênteses.
a. Ele ficou na biblioteca __________________(advérbio relativo) está o livro raro.
b. __________________(advérbio interrogativo) queres vir comigo à biblioteca?
c. Estava muito frio. __________________(advérbio conectivo), ele saiu de casa.
d. __________________ (advérbio conectivo), vamos ver um filme e, __________________ (advérbio
conectivo), falaremos sobre o que vimos.
e. __________________(advérbio interrogativo) vamos até à praia?
contudo x onde x primeiramente x quando x seguidamente x como
Nome ______________________________________________________________________ Turma ________ Data___________
ADVÉRBIO
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
172 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Associa os advérbios sublinhados na coluna A ao seu valor na coluna B.
Coluna A Coluna B
A. Lá, tudo parecia fácil.
B. Somente a Rita ficou em casa.
C. Ontem, vi o António.
D. Abordou brevemente o assunto.
1. Advérbio de lugar
2. Advérbio de modo
3. Advérbio de tempo
4. Advérbio de inclusão
5. Advérbio de exclusão
2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente
cada afirmação (2.1 e 2.2).
2.1. A única frase que não inclui um advérbio/locução1
adverbial de quantidade e grau é
(A) A Maria quer efetivamente este emprego.
(B) O Rui cansa-se menos quando nada.
(C) Ele demonstra simpatia em excesso.
(D) Estudou de mais para o teste.
2.2. A única frase que não inclui um advérbio /locução
adverbial de afirmação é
(A) വ Sim, eu fico na escola.
(B) Sem dúvida, preciso de tempo.
(C) Com certeza, tudo vai bater certo.
(D) Lentamente, ele concordou comigo.
3. Completa as frases, retirando da caixa um advérbio que tenha a função indicada entre parênteses.
a. Ele ficou na biblioteca __________________(advérbio relativo) está o livro raro.
b. __________________(advérbio interrogativo) queres vir comigo à biblioteca?
c. __________________ (advérbio conectivo), vamos ver um filme e, __________________ (advérbio
conectivo), falaremos sobre o que vimos.
1
A locução corresponde a mais do que uma palavra.
onde x primeiramente x quando x seguidamente
AJUDA
Advérbios – palavras que não
variam em género (masculino
/feminino) ou em número
(singular/plural) e podem
exprimir os seguintes valores:
ͻ Negação: não
ͻ Afirmação: sim, certamente...
ͻ Quantidade e grau: muito,
demasiado, em excesso...
ͻ Modo: depressa, bem, mal...
ͻ Tempo: hoje, amanhã...
ͻ Lugar: aqui, abaixo...
ͻ Inclusão: ainda, até, também...
ͻ Exclusão: apenas, só...
Podem também ter as seguintes
funções na frase:
ͻ Relativo: onde
ͻ Conectivo: primeiramente,
porém, no entanto...
ͻ Interrogativo: onde?, quando?,
como?
Nome ______________________________________________________________________Turma _________ Data___________
ADVÉRBIO
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 173
1. Completa as frases, com as preposições/locuções prepositivas que constam da caixa.
a. Ia esconder-se __________________o arbusto.
b. Era muito apertado, mas conseguiu passar __________________as caixas.
c. Estava feliz __________________ontem.
d. Sentia-se cansado, mas continuaria __________________Lisboa.
e. Gostava de assitir aos espetáculos __________________um amigo.
f. Dirigiu-se __________________casa da Joana.
2. Assinala, com um X, todas as frases que incluem uma preposição.
(A) A Maria foi para Faro.
(B) Lá, ela conheceu a Rita.
(C) A toalha foi feita por mim.
(D) Ela trabalhou até ficar escuro.
3. Assinala, com um X, todas as frases que incluem uma locução prepositiva.
(A) A direção tomou a decisão de repetir a peça.
(B) Os figurantes colocam-se perto do balcão.
(C) A personagem principal tem um diálogo a respeito da saudade.
(D) À volta do cenário colocaram barreiras de segurança.
4. Completa as frases com preposições, contraindo-as com o artigo ou com o pronome ou
determinante apresentados entre parênteses.
a. Ele ficou _________ (o) portão.
b. A manifestação teve lugar _________ (a) avenida principal.
c. Eles passaram _________ (a) rua lateral.
d. Tiveram medo _________ (aquela) confusão.
e. _________ (aquele) dia, todos saíram à rua.
f. Eles falavam _________ (o) motivo da confusão.
Nome ______________________________________________________________________ Turma ________ Data___________
PREPOSIÇÃO
ao lado de x a x sob x desde x por entre x em direção a
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
174 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Completa as frases, com as preposições/locuções prepositivas que constam da caixa.
a. Ia esconder-se ________________o arbusto.
b. Era muito apertado, mas conseguiu passar ________________as caixas.
c. Estava feliz ________________ontem.
d. Sentia-se cansado, mas continuaria ________________Lisboa.
e. Gostava de assitir aos espetáculos ________________um amigo.
f. Dirigiu-se ________________casa da Joana.
2. Assinala, com um X, todas as frases que incluem uma preposição.
(A) A Maria foi para Faro.
(B) Lá, ela conheceu a Rita.
(C) A toalha foi feita por mim.
(D) Ela trabalhou até ficar escuro.
3. Assinala, com um X, todas as frases que incluem uma locução prepositiva.
(A) A direção tomou a decisão de repetir a peça.
(B) Os figurantes colocam-se perto do balcão.
(C) A personagem principal tem um diálogo a respeito da saudade.
(D) À volta do cenário colocaram barreiras de segurança.
4. Completa as frases com as preposições a, de, em, por, contraindo-as com o determinante ou com
o pronome colocado entre parênteses. Segue o exemplo:
a. A manifestação teve lugar __________ (a) avenida principal.
b. Eles passaram _________ (a) rua lateral.
c. Tiveram medo _________ (aquela) confusão.
d. _________ (aquele) dia, todos saíram à rua.
e. Eles falavam _________ (o) motivo da confusão.
ao lado de x a x sob x desde x por entre x em direção a
Ele ficou ______ (o) portão. ї Ele ficou no portão. (no = em + o)
AJUDA
Preposição – palavra
invariável que associa
dois termos numa frase.
Ex.: a, ante, após, até...
Locução prepositiva –
sequência fixa de duas
ou mais palavras.
Funciona como a
preposição.
Ex.: além de..., perto
de...
AJUDA
As preposições a, de,
em, por podem juntar-
-se a um determinante
ou a um pronome,
formando uma só
palavra.
Ex.:
a + a = à
de + uma = duma
em + a = na
em + uma = numa
por + o = pelo
Nome ______________________________________________________________________ Turma ________ Data___________
PREPOSIÇÃO
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 175
1. Associa as conjunções presentes nas frases da coluna A ao seu valor na coluna B.
Coluna A Coluna B
A. Estás feliz, pois estás a sorrir.
B. Fui ao banco e levantei dinheiro.
C. Vi a Rita, mas não falei com ela.
D. Está calor, logo não vamos sair.
E. Queres um gelado ou preferes um sumo?
1. Conjunção coordenativa copulativa
2. Conjunção coordenativa adversativa
3. Conjunção coordenativa disjuntiva
4. Conjunção coordenativa conclusiva
5. Conjunção coordenativa explicativa
2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (2.1 e 2.2).
2.1. A única frase em que a conjunção coordenativa não liga orações é
(A) Comprei missangas coloridas e uma renda branca.
(B) Fui às compras e encontrei os meus amigos.
(C) Faço os trabalhos de casa ou descanso um pouco.
(D) Chamei o meu cão, mas o malandro não apareceu.
2.2. A única frase em que a conjunção liga orações é
(A) Gosto de cães pequenos e de gatos peludos.
(B) Eles brincam na rua e um pouco em casa.
(C) – Preferes um cão ou um gato?
(D) Chamei Piloto ao cão e ao gato dei o nome de Bingo.
3. Une as orações com uma locução conjuncional pertence à subclasse indicada entre parênteses.
a. O jornalista escreveu um artigo. O jornalista deu uma entrevista.
(locução conjuncional coordenativa copulativa)
_____________________________________________________________________________________________
b. Os leitores compram revistas. Os leitores preferem jornais.
(locução conjuncional coordenativa disjuntiva)
_____________________________________________________________________________________________
c. O jornal não falava do incidente. O jornal não analisava a situação.
(locução conjuncional coordenativa copulativa)
_____________________________________________________________________________________________
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
CONJUNÇÃO COORDENATIVA
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
176 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Associa as conjunções sublinhadas na coluna A à sua subclasse na coluna B.
Coluna A Coluna B
A. Estás feliz, pois estás a sorrir.
B. Fui ao banco e levantei dinheiro.
C. Vi a Rita, mas não falei com ela.
D. Está calor, logo não vamos sair.
E. Queres um gelado ou preferes um sumo?
1. Conjunção coordenativa copulativa
2. Conjunção coordenativa adversativa
3. Conjunção coordenativa disjuntiva
4. Conjunção coordenativa conclusiva
5. Conjunção coordenativa explicativa
2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (2.1 e 2.2).
2.1. A única frase em que a conjunção coordenativa não liga orações1
é
(A) Comprei missangas coloridas e uma renda branca.
(B) Fui às compras e encontrei os meus amigos.
(C) Faço os trabalhos de casa ou descanso um pouco.
(D) Chamei o meu cão, mas o malandro não apareceu.
2.2. A única frase em que conjunção liga orações é
(A) Gosto de cães pequenos e de gatos peludos.
(B) Eles brincam na rua e um pouco em casa.
(C) O cão prefere ração, mas o gato não.
(D) Chamei Piloto ao cão e ao gato dei o nome de Bingo.
3. Une as orações com uma locução conjuncional pertence à subclasse indicada entre parênteses.
a. O jornalista escreveu um artigo. O jornalista deu uma entrevista.
______________________________________________ (locução conjuncional coordenativa copulativa)
b. Os leitores compram revistas. Os leitores preferem jornais.
_______________________________________________(locução conjuncional coordenativa disjuntiva)
c. O jornal não falava do incidente. O jornal não analisava a situação.
______________________________________________ (locução conjuncional coordenativa copulativa)
1
Orações: Grupos de palavras com um verbo nuclear que se ligam a outro(s) por coordenação ou subordinação
e com os quais formam uma frase complexa.
AJUDA
Conjunção (uma só palavra)
e locução conjuncional
coordenativas (mais do que
uma palavra):
ͻ Copulativas: e, nem, não
só...mas/como também,
nem...nem
ͻ Disjuntivas: ou, ou...ou,
ora… ora;
ͻ Adversativas: mas
ͻ Conclusivas: logo
ͻ Explicativas: pois, que
Nome ______________________________________________________________________Turma _________ Data___________
CONJUNÇÃO COORDENATIVA
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 177
1. Preenche a tabela com as conjunções pertencentes às subclasses das conjunções subordinativas
indicadas.
Conjunção subordinativa
Causal Temporal Final Condicional Completiva
a. O guia pediu aos alunos que o acompanhassem.
b. Se a visita fosse interessante, ia escrever um artigo sobre o assunto.
c. O guia mostrou um livro original quando chegámos à sala dos Descobrimentos.
d. Todos tinham de usar luvas porque os documentos eram antiquíssimos.
e. O guia explicou o percurso dos marinheiros para percebermos a origem dos materiais.
2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (2.1 a 2.2).
2.1. A única frase que não inclui uma conjunção ou locução conjuncional subordinativa temporal é
(A) Logo que chegou, foi fazer o jantar.
(B) Ficou a ler um livro enquanto ela foi ao ginásio.
(C) Combinaram um encontro mais logo.
(D) Antes de telefonar à Rita, pensou na mensagem.
2.2. A única frase que inclui uma conjunção subordinativa condicional é
(A) O museu ficará aberto até mais tarde, caso haja visitantes.
(B) Naquela visita, todos ficaram a conhecer um caso interessante.
(C) De caso em caso, ela já sabe inúmeros factos relacionados com a época.
(D) Para o caso apresentado, encontrou-se uma solução.
3. Completa as frases apresentadas com a locução conjuncional da subclasse indicada entre
parênteses.
a. _________________(locução conjuncional condicional) chegues tarde, telefona-me.
b. O Raúl veio ter connosco _________________(locução conjuncional temporal) chegou de viagem.
c. _________________ (locução conjuncional causal) ninguém terminou o trabalho, o professor
prolongou o prazo.
d. O professor marcou uma hora _________________ (locução conjuncional final) os alunos
pudessem assistir ao filme.
e. Ele foi à biblioteca _________________(locução conjuncional temporal) terminou as aulas.
Nome ______________________________________________________________________ Turma ________ Data___________
CONJUNÇÃO E LOCUÇÃO CONJUNCIONAL SUBORDINATIVA
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
178 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (1.1 a 1.2).
1.1. A única frase que não inclui uma conjunção ou locução conjuncional subordinativa temporal
é
(A) Logo que chegou, foi fazer o jantar.
(B) Ficou a ler um livro enquanto ela foi ao ginásio.
(C) Combinaram um encontro mais logo.
(D) Antes de telefonar à Rita, pensou na mensagem.
1.2. A única frase que inclui uma conjunção subordinativa causal é
(A) O museu ficará aberto até mais tarde, caso haja visitantes.
(B) Naquela visita, todos ficaram a conhecer um caso interessante.
(C) De caso em caso, ela já sabe inúmeros factos relacionados com a época.
(D) Para o caso apresentado, encontrou-se uma solução.
3. Completa as frases apresentadas com a locução conjuncional da subclasse indicada entre
parênteses e apresentadas na caixa.
a. _________________(locução conjuncional condicional) chegues tarde, telefona-me.
b. O Raúl veio ter connosco _________________(locução conjuncional temporal) chegou de viagem.
c. _________________ (locução conjuncional causal) ninguém terminou o trabalho, o professor
prolongou o prazo.
d. O professor marcou uma hora _________________ (locução conjuncional final) os alunos
pudessem assistir ao filme.
AJUDA
Conjunção (uma só palavra) e locução conjuncional subordinativas (mais do que uma palavra):
ͻ Causais: porque, visto que, dado que, já que...
ͻ Temporais: quando, enquanto, mal, logo que, sempre que, antes que…
ͻ Finais: para, para que, a fim de, a fim de que...
a fim de que ͻa não ser que ͻ assim que ͻ visto que
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
CONJUNÇÃO E LOCUÇÃO CONJUNCIONAL SUBORDINATIVA
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 179
1. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (1.1 a 1.3).
1.1. A única frase que inclui uma forma verbal conjugada no pretérito perfeito simples do indicativo é
(A) O jovem concluíra o trabalho naquela tarde.
(B) O jovem concluiu o trabalho naquela tarde.
(C) O jovem conclui o trabalho naquela tarde.
(D) O jovem concluía o trabalho naquela tarde.
1.2. A única frase que inclui uma forma verbal conjugada no pretérito perfeito composto do
indicativo é
(A) Durante a semana, a Susana teria ido à praia.
(B) Durante a semana, a Susana terá ido à praia.
(C) Durante a semana, a Susana tinha ido à praia.
(D) Durante a semana, a Susana tem ido à praia.
1.3. A única frase que inclui uma forma verbal conjugada no pretérito mais-que-perfeito composto é
(A) A Luísa tinha reparado o computador na semana anterior.
(B) A Luísa reparara o computador na semana anterior.
(C) A Luísa reparava o computador na semana anterior.
(D) A Luísa teria reparado o computador na semana anterior.
2. Associa as opções da coluna A às da coluna B, de modo a completares as frases com a forma
verbal indicada entre parênteses.
Coluna A Coluna B
A. __________ (imperativo)! – disse a Maria.
B. O Rui __________ (pretérito mais-que-perfeito composto)
uma pedra enorme.
C. Se pudesse, a Rita __________ (condicional simples)
os bilhetes.
D. Amanhã, já o nevoeiro __________. (futuro composto)
1. levantaria
2. tinha levantado
3. terá levantado
4. levanta-te
5. teria levantado
3. Completa as frases com as formas verbais conjugadas nos tempos do modo indicativo indicados
entre parênteses.
a. Nós ______________(trazer, pretérito perfeito simples) um bolo para o lanche.
b. No ano passado, tu ______________(fazer, pretérito imperfeito) um sumo de amora delicioso.
c. No próximo ano, eles ______________(ser, futuro simples) responsáveis pela organização.
d. Eles sabiam que nós ______________(dar, pretérito mais-que-perfeito simples) um belo contributo.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
FLEXÃO VERBAL 1 – MODO INDICATIVO
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
180 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (1.1 a 1.3).
1.1. A única frase que inclui uma forma verbal conjugada no pretérito perfeito simples do
indicativo é
(A) O jovem concluíra o trabalho naquela tarde.
(B) O jovem concluiu o trabalho naquela tarde.
(C) O jovem conclui o trabalho naquela tarde.
1.2. A única frase que inclui uma forma verbal conjugada no pretérito perfeito composto do
indicativo é
(A) Durante a semana, a Susana tem ido à praia.
(B) Durante a semana, a Susana terá ido à praia.
(C) Durante a semana, a Susana tinha ido à praia.
1.3. A única frase que inclui uma forma verbal conjugada no pretérito mais-que-perfeito composto é
(A) A Luísa tinha reparado o computador na semana anterior.
(B) A Luísa reparara o computador na semana anterior.
(C) A Luísa reparava o computador na semana anterior.
2. Associa as opções da coluna A às da coluna B, de modo a completares as frases com a forma
verbal indicada entre parênteses.
Coluna A Coluna B
A. __________ (imperativo)! – disse a Maria.
B. O Rui _________ (pretérito mais-que-perfeito composto)
uma pedra enorme.
C. Amanhã, já o nevoeiro __________ (futuro composto).
1. tinha levantado
2. terá levantado
3. levanta-te
4. teria levantado
3. Completa as frases com as formas verbais conjugadas nos tempos do modo indicativo indicado
entre parênteses.
a. Nós ______________(trazer, pretérito perfeito simples) um bolo para o lanche.
b. No ano passado, tu ______________(fazer, pretérito imperfeito) um sumo de amora delicioso.
c. No próximo ano, eles ______________(ser, futuro simples) responsáveis pela organização.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________ Data___________
FLEXÃO VERBAL 1 – MODO INDICATIVO
AJUDA
Modo indicativo (tempos simples):
Presente: amo, bebe; Pretérito imperfeito: amava, bebia; Pretérito perfeito: amei, bebi;
Pretérito mais-que-perfeito: amara, bebera; Futuro: amarei, beberei…
Modo indicativo (tempos compostos):
Pretérito perfeito: tenho amado, tenho bebido; Pretérito mais-que-perfeito: tinha amado, tinha
bebido; Futuro: terei amada, terei bebido…
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 181
1. Associa as formas verbais sublinhadas na coluna A ao seu tempo e modo na coluna B.
Coluna A Coluna B
A. É importante que ele venha connosco.
B. Se nós pudermos, falaremos contigo.
C. Embora ele tivesse falado com calma, não percebi
nada.
D. Ele enviou informações para que tu pudesses
acompanhar a aula.
E. Eles pediram expressamente para que ele tenha tudo
completo.
1. Presente do conjuntivo
2. Pretérito imperfeito do
conjuntivo
3. Pretérito perfeito do
conjuntivo
4. Pretérito mais-que-
-perfeito do conjuntivo
5. Futuro do conjuntivo
2. Conjuga os verbos nos tempos indicados entre parênteses.
a. Ele queria que nós _______________(ir, pretérito imperfeito do conjuntivo) ao museu.
b. Nós acreditamos que _______________(haver, presente do conjuntivo) uma solução.
c. Se eles _______________(ser, futuro do conjuntivo) simpáticos, todos ajudarão.
d. Ainda que _______________ (seguir, pretérito perfeito do conjuntivo) a receita, o bolo ficou
péssimo.
e. Caso tu _______________ (comer, pretérito mais-que-perfeito do conjuntivo) aquele doce,
ficavas doente.
f. Se eu ______________(poder, futuro simples do conjuntivo) ir contigo, não perderei a oportunidade.
3. Forma frases complexas, ligando as frases simples com a conjunção /locução conjuncional
indicada entre parênteses. Conjuga todos os verbos da oração subordinada no conjuntivo.
a. Ele pode telefonar-te. Fala com ele. (logo que)
_____________________________________________________________________________________________
b. O João preparou-lhe uma festa surpresa. Ela sentiu-se muito feliz. (a fim de que)
_____________________________________________________________________________________________
c. Podes levar este livro. Tu queres emprestá-lo ao João. (a menos que)
_____________________________________________________________________________________________
d. Tu leste este livro. Tu vais apresentá-lo à turma. (caso)
_____________________________________________________________________________________________
e. O pai deu-lhes impermeáveis. Eles protegem-se da chuva. (para que)
_____________________________________________________________________________________________
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
FLEXÃO VERBAL 2 – MODO CONJUNTIVO
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
182 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Associa as formas verbais sublinhadas na coluna A ao seu tempo e modo na coluna B.
Coluna A Coluna B
A. É importante que ele venha connosco.
B. Se nós pudermos, falaremos contigo.
C. Embora ele tivesse falado com calma, não percebi
nada.
D. Ele enviou informações para que tu pudesses
acompanhar a aula.
E. Eles pediram expressamente para que ele tenha tudo
completo.
1. Presente do conjuntivo
2. Pretérito imperfeito do
conjuntivo
3. Pretérito perfeito do
conjuntivo
4. Pretérito mais-que-
-perfeito do conjuntivo
5. Futuro do conjuntivo
2. Conjuga os verbos nos tempos indicados entre parênteses.
a. Ele queria que nós _______________(ir, pretérito imperfeito do conjuntivo) ao museu.
b. Nós acreditamos que _______________(haver, presente do conjuntivo) uma solução.
c. Se eles _______________(ser, futuro do conjuntivo) simpáticos, todos ajudarão.
d. Ainda que _______________ (seguir, pretérito perfeito composto do conjuntivo) a receita, o bolo
ficou péssimo.
3. Forma frases complexas, ligando as frases simples com a conjunção /locução conjuncional
indicada entre parênteses. Conjuga todos os verbos da oração subordinada no conjuntivo. Vê o
exemplo:
Ex.: Ele pode telefonar-te. Fala com ele. (logo que)
Logo que ele possa telefonar-te, fala com ele.
a. O João preparou-lhe uma festa surpresa. Ela sentiu-se muito feliz. (a fim de que)
_____________________________________________________________________________________________
b. Podes levar este livro. Tu queres emprestá-lo ao João. (a menos que)
_____________________________________________________________________________________________
c. Tu leste este livro. Tu vais apresentá-lo à turma. (caso)
_____________________________________________________________________________________________
AJUDA
Modo conjuntivo
Presente: ame, ames...; Pretérito imperfeito: amasse...; Pretérito perfeito: tenha amado; Pretérito
mais-que-perfeito: tivesse amado; Futuro simples: amar, amares; Futuro composto: tiver amado...
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
FLEXÃO VERBAL 2 – MODO CONJUNTIVO
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 183
1. Identifica o tempo e o modo do verbo sublinhado em cada frase, associando os elementos das
duas colunas.
Coluna A Coluna B
A. A casa tinha sido um lar feliz.
B. Queria que fossemos ao seu encontro.
C. Eles desejavam o livro premiado.
D. Peço que venha a minha casa.
E. Embora tenha organizado a despensa,
ela tem um ar desarrumado.
1. Pretérito imperfeito do conjuntivo
2. Presente do conjuntivo
3. Pretérito mais-que-perfeito composto
do indicativo
4. Pretérito imperfeito do indicativo
5. Pretérito perfeito composto do
conjuntivo
2. Completa a tabela com os verbos flexionados nos tempos do modo indicativo.
a. Noutros tempos ele fora um belo rapaz.
b. A melancia não cabia no saco.
c. Nós sonhámos com aquele vestido.
d. Eles tinham dito a verdade.
e. Tu tens feito tudo certo.
Indicativo
Pretérito
imperfeito
Pretérito perfeito
simples
Pretérito perfeito
composto
Pretérito mais-que-
-perfeito simples
Pretérito mais-que-
-perfeito composto
3. Completa a tabela com os verbos sublinhados flexionados nos tempos do modo conjuntivo.
a. É fundamental que ponham tudo no saco.
b. Embora tivesse partido, não o esqueciam.
c. Talvez tenha vindo ontem.
d. Se ele quisesse, era um génio.
e. Quando fores ao cinema, vê este filme.
F. Quando tiverem ouvido a música, voltam aqui.
Conjuntivo
Presente Pretérito
imperfeito
Pretérito
perfeito
composto
Pretérito
mais-que-perf.
composto
Futuro
simples
Futuro
composto
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
FLEXÃO VERBAL 3
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
184 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Identifica o tempo e o modo do verbo sublinhado em cada frase, associando os elementos das
duas colunas. (consulta os exemplos do exercício 3)
Coluna A Coluna B
A. A casa tinha sido um lar feliz.
B. Queria que fossemos ao seu encontro.
C. Eles desejavam o livro premiado.
D. Peço que venha a minha casa.
E. Embora tenha organizado a despensa,
ela tem um ar desarrumado.
1. Pretérito imperfeito do conjuntivo
2. Presente do conjuntivo
3. Pretérito mais-que-perfeito composto
do indicativo
4. Pretérito imperfeito do indicativo
5. Pretérito perfeito composto do
conjuntivo
2. Completa a tabela com os verbos flexionados nos tempos do modo indicativo.
a. Noutros tempos ele fora um belo rapaz.
b. A melancia não cabia no saco.
c. Nós sonhámos com aquele vestido.
d. Eles tinham dito a verdade.
e. Tu tens feito tudo certo.
Indicativo
Pretérito
imperfeito
Pretérito perfeito
simples
Pretérito perfeito
composto
Pretérito mais-que-
-perfeito simples
Pretérito mais-que-
-perfeito composto
Ex.: lia Ex.: andámos Ex.: tem andado Ex.: andara Ex.: tinha andado
3. Completa a tabela com os verbos sublinhados flexionados nos tempos do modo conjuntivo.
Conjuntivo
Presente Pretérito
imperfeito
Pretérito
perfeito
composto
Pretérito
mais-que-perf.
composto
Futuro
simples
Futuro
composto
Ex.: ame Ex.: amasse Ex.: tenha amado Ex.: tivesse amado Ex.: amar Ex.: tiver amado
a. É fundamental que ponham tudo no saco.
b. Embora tivesse partido, não o esqueciam.
c. Talvez tenha vindo ontem.
d. Se ele quisesse, era um génio.
e. Quando fores ao cinema, vê este filme.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
FLEXÃO VERBAL 3
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 185
1. Estabelece a relação entre as frases da coluna A com as da coluna B, tendo em atenção o consti-
tuinte sublinhado e o pronome que o substitui.
Coluna A Coluna B
A. O João oferece o texto ao pai.
B. O João oferece os textos aos pais.
C. O João oferece o texto ao pai.
D. O João oferece o texto aos pais.
1. O João oferece-lhe o texto.
2. O João oferece-lhes o texto.
3. O João oferece-o ao pai.
4. O João oferece-os aos pais.
2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (2.1 e 2.2).
2.1. A forma correta do pronome que substitui o constituinte sublinhado na frase
“Vais ler o texto.” é
(A) -o.
(B) -lo.
(C) -no.
(D) lhe.
2.2. A forma correta do pronome que substitui o constituinte sublinhado na frase
“Eles receberam o texto.” é
(A) -no.
(B) o.
(C) -lo.
(D) lho.
3. Substitui o constituinte sublinhado pela forma adequada do pronome.
a. No museu, consultei estes mapas antigos.
_____________________________________________________________________________________________
b. Enviei um relatório detalhado aos investigadores.
_____________________________________________________________________________________________
c. Eles ofereceram-me vários livros.
_____________________________________________________________________________________________
Nome ______________________________________________________________________ Turma ________ Data___________
COLOCAÇÃO DO PRONOME PESSOAL ÁTONO 1
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
186 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Estabelece a relação entre as frases da coluna A com as da coluna B, tendo em atenção o consti-
tuinte sublinhado e o pronome que o substitui.
Coluna A Coluna B
A. O João oferece o texto ao pai.
B. O João oferece os textos aos pais.
C. O João oferece o texto ao pai.
D. O João oferece o texto aos pais.
1. O João oferece-lhe o texto.
2. O João oferece-lhes o texto.
3. O João oferece-o ao pai.
4. O João oferece-os aos pais.
2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (2.1 e 2.2).
2.1. A forma correta do pronome que substitui o constituinte sublinhado na frase
“Vais ler o texto.” é
(A) -o.
(B) -lo.
(C) -no.
(D) lhe.
2.2. A forma correta do pronome que substitui o constituinte
sublinhado na frase “Eles receberam o texto.” é
(A) -no.
(B) o.
(C) -lo.
(D) lho.
3. Substitui o constituinte sublinhado pela forma adequada do pronome.
a. No museu, consultei estes mapas antigos. (Compl. direto)
_____________________________________________________________________________________________
b. Enviei um relatório detalhado aos investigadores. (Compl. indireto)
_____________________________________________________________________________________________
AJUDA
Os pronomes pessoais o, a, os, as
podem apresentar diferentes
formas de acordo com a
terminação da forma verbal a
que surgem ligados por um hífen.
ͻ verbos terminados em
-s, -r, -z ї lo(s); la(s)
Ex.: Traz o livro. ї Trá-lo.
ͻ depois de um som nasal
-am, -em, -ão, -õe ї
no(s); na(s)
Ex.: Leiam o livro. ї Leiam-no.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________ Data___________
COLOCAÇÃO DO PRONOME PESSOAL ÁTONO 1
AJUDA
O complemento direto e o complemento indireto podem ser substituídos por pronomes pessoais átonos.
ͻ Os pronomes o, os, a, as substituem o complemento direto.
Ex.: Eu li o livro. ї Eu li-o.
ͻ Os pronomes lhe e lhes substituem o complemento indireto.
Ex.: Telefonei ao Pedro. ї Telefonei-lhe.
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 187
1. Completa as frases, retirando da caixa um pronome que substitua corretamente o constituinte
sublinhado.
a. – Traz o saco para cima! ї – Trá-_______ para cima.
b. – Que aconteceu ao João? ї Que _______ aconteceu?
c. Ele já avisou o amigo. ї Ele já _______ avisou.
d. Eles veem o filme. ї Eles veem-_______.
2. Reescreve a frase apresentada na caixa, introduzindo as palavras indicadas em cada alínea de
acordo com as indicações dadas entre parênteses.
a. não (antes do verbo) ________________________________________________________________________
b. nunca (antes do verbo) ______________________________________________________________________
c. Que…? (início da frase) __________________________________________________________
d. também (antes do verbo)________________________________________________________
3. Seleciona, com um X, a opção que corresponde à substituição correta do constituinte sublinhado
pelo pronome pessoal na frase apresentada
(A) Ninguém reconheceu-os.
(B) Ninguém os reconheceu.
(C) Ninguém lhes reconheceu.
(D)Ninguém reconheceu-lhes.
4. Substitui o constituinte sublinhado em cada frase pela forma correta do pronome pessoal. Faz as
alterações necessárias.
a. Os jovens sempre leram textos humorísticos aos amigos.
_____________________________________________________________________________________________
b. Eles ainda transmitem uma mensagem de bondade.
_____________________________________________________________________________________________
c. Onde ofereceste as prendas às irmãs?
_____________________________________________________________________________________________
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
COLOCAÇÃO DO PRONOME PESSOAL ÁTONO 2
o x lo x no x lhe
O jovem escreveu-os.
Ninguém reconheceu os atores.
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
188 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Completa as frases, retirando da caixa um pronome que
substitua corretamente o constituinte sublinhado.
a. – Traz o saco para cima! ї – Trá-_______ para cima.
b. – Que aconteceu ao João? ї Que _______ aconteceu?
c. Ele já avisou o amigo. ї Ele já _______ avisou.
d. Eles veem o filme. ї Eles veem-_______.
2. Reescreve a frase apresentada na caixa, introduzindo as
palavras indicadas em cada alínea de acordo com as
indicações dadas entre parênteses.
a. não (antes do verbo) ________________________________________________________________________
b. nunca (antes do verbo) ______________________________________________________________________
c. Que…? (início da frase) __________________________________________________________
d. também (antes do verbo)________________________________________________________
3. Seleciona, com um X, a opção que corresponde à substituição correta do constituinte sublinhado
pelo pronome pessoal na frase apresentada.
(A) Ninguém reconheceu-os.
(B) Ninguém os reconheceu.
(C) Ninguém lhes reconheceu.
(D)Ninguém reconheceu-lhes.
4. Substitui o constituinte sublinhado em cada frase pela forma
correta do pronome pessoal. Faz as alterações necessárias.
a. Os jovens sempre leram textos humorísticos aos amigos.
_______________________________________________________
b. Eles ainda transmitem uma mensagem de bondade.
_______________________________________________________
c. Onde ofereceste as prendas às irmãs?
_______________________________________________________
o x lo x no x lhe
O jovem escreveu-os.
Ninguém reconheceu os atores.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
COLOCAÇÃO DO PRONOME PESSOAL ÁTONO 2
AJUDA
A colocação dos pronomes na
frase tem as seguintes regras:
ͻ depois do verbo
വ nas frases afirmativas.
Ex.: Eu vi-o sair de casa.
ͻ antes do verbo
വ nas frases com palavras
negativas.
Ex.: Eu não o vi sair de casa.
വ nas frases iniciadas por
palavras interrogativas.
Ex.: Onde o viste?
വ nas frases com alguns
advérbios, como bem, mal, já,
ainda, talvez.
Ex.: Já o vi sair de casa.
AJUDA
Os pronomes o, os, a, as
substituem complementos
diretos.
Ex.: Eu li o livro. ї Eu li-o.
Os pronomes lhe e lhes
substituem complementos
indiretos.
Ex.: Telefonei ao Pedro. ї
Telefonei-lhe.
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 189
1. Associa os constituintes sublinhados nas frases da coluna A à sua função sintática na coluna B.
Coluna A Coluna B
A. Escreve o artigo rapidamente.
B. Leu um artigo polémico.
C. Vi a cadeira que compraste.
D. Falou do assunto ontem.
1. Modificador do grupo verbal
2. Modificador do nome
2. Preenche as tabelas com constituintes retirados das frases seguintes.
a. No momento seguinte, o caderno caiu.
b. As cadeiras azuis são as preferidas dos clientes.
c. Vende-se mobiliário nesta loja.
d. O jogo preferido dos jovens esgotou.
Modificador do grupo verbal Modificador do nome
3. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (3.1 e 3.2).
3.1. A única frase que inclui um constituinte com a função de modificador do grupo verbal é
(A) Moro nesta avenida.
(B) Comprou uma casa nesta avenida.
(C) Gosto desta avenida.
(D) A minha favorita é esta avenida.
3.2. A única frase que não inclui um constituinte com a função de modificador do nome é
(A) As casas que têm porta verde são privadas.
(B) As janelas, que todos decoram com flores, são magníficas.
(C) Os jardins verdejantes são privados.
(D) Em cada casa, o jardim tem uma árvore.
Nome ______________________________________________________________________ Turma ________ Data___________
MODIFICADOR DO GRUPO VERBAL E MODIFICADOR DO NOME
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
190 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Associa os constituintes sublinhados nas frases da coluna A à sua função sintática na coluna B.
Coluna A Coluna B
A. Escreve o artigo rapidamente.
B. Leu um artigo polémico.
C. Vi a cadeira que compraste.
D. Falou do assunto ontem.
1. Modificador do grupo verbal
2. Modificador do nome
2. Preenche as tabelas com constituintes retirados das frases.
a. No momento seguinte, o caderno caiu.
b. As cadeiras azuis são as preferidas dos clientes.
c. Vende-se mobiliário nesta loja.
d. O jogo preferido dos jovens esgotou.
Modificador
do grupo verbal
Modificador
do nome
3. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (3.1 e 3.2).
3.1. A única frase que inclui um constituinte com a função de modificador do grupo verbal é
(A) Moro nesta avenida.
(B) Comprou uma casa nesta avenida.
(C) Gosto desta avenida.
3.2. A única frase que não inclui um constituinte com a função de modificador do nome é
(A) As casas que têm porta verde são privadas.
(B) As janelas, que todos decoram com flores, são magníficas.
(C) Em cada casa, o jardim tem uma árvore.
AJUDA
Os modificadores são constituintes que não são exigidos pelo verbo ou pelo nome.
Isto é, são dispensáveis, a sua ausência não prejudica o sentido da frase.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
MODIFICADOR DO GRUPO VERBAL E MODIFICADOR DO NOME
AJUDA
ͻ Modificador do grupo verbal – faz parte
do predicado e acrescenta informação
sobre o tempo, lugar, modo, causa...
Pode ser eliminado da frase.
Ex.: Fiz ontem o TPC. / Fiz o TPC.
ͻ Modificador do nome – modifica
o sentido do nome e pode ser:
വ um adjetivo:
Ex.: O livro verde é meu.
വ um grupo preposicional (de)
Ex.: O rapaz de verde é meu irmão.
വ uma oração subordinada adjetiva
relativa
Ex.: O livro, que estava em cima da
mesa, é meu.
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 191
1. Preenche as tabelas com frases apresentadas que incluam uma oração subordinada do tipo
indicado.
a. Caso faça sol, vou contigo ao parque.
b. Levo as sapatilhas para correr um pouco.
c. De manhã, fico em casa a fim de estudar a matéria.
d. Se concluir o meu trabalho, vou almoçar fora.
Oração subordinada adverbial final Oração subordinada adverbial condicional
2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada afirmação (2.1 e 2.2).
2.1. A única frase que inclui uma oração subordinada adverbial final é
(A) O Luís foi para casa dele.
(B) No final, o Luís dirigiu-se para a saída.
(C) O Luís ofereceu-me um livro para rir.
(D) O Luís escreveu uma carta para a Verónica.
2.2. A única frase que inclui uma oração subordinada adverbial condicional é
(A) Antes de sair, o João certificou-se de que tinha fechado a porta.
(B) O João nunca se aborrecia com os atrasos.
(C) O João perguntou-me se eu já tinha lido o livro.
(D) O João fica na biblioteca se ainda não tiver lido o livro.
3. Divide e classifica as orações das frases.
a. Desde que tenhas feito os trabalhos de casa, acompanhas a aula com facilidade.
_____________________________________________________________________________________________
b. O jovem posicionou-se na sala de modo a que o quadro ficasse visível.
_____________________________________________________________________________________________
c. Ele colocou várias questões a fim de esclarecer as suas dúvidas.
_____________________________________________________________________________________________
d. Caso a professora tivesse tempo, ele apresentaria o trabalho.
_____________________________________________________________________________________________
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS FINAIS E CONDICIONAIS
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
192 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Preenche as tabelas com frases apresentadas que incluam uma
oração subordinada do tipo indicado.
a. Caso faça sol, vou contigo ao parque.
b. Levo as sapatilhas para correr um pouco.
c. De manhã, fico em casa a fim de estudar a matéria.
d. Se concluir o meu trabalho, vou almoçar fora.
Oração subordinada adverbial
final
Oração subordinada adverbial
condicional
2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada afirmação (2.1 e 2.2).
2.1. A única frase que inclui uma oração subordinada adverbial final é
(A) O Luís foi para casa dele.
(B) O Luís ofereceu-me um livro para rir.
(C) O Luís escreveu uma carta para a Verónica.
2.2. A única frase que inclui uma oração subordinada adverbial condicional é
(A) Antes de sair, o João certificou-se de que tinha fechado a porta.
(B) O João nunca se aborrecia com os atrasos.
(C) O João fica na biblioteca se ainda não tiver lido o livro.
3. Classifica as orações subordinadas adverbiais sublinhadas.
a. Se fizeres os trabalhos de casa, acompanhas a aula com facilidade.
_____________________________________________________________________________________________
b. O jovem posicionou-se na sala para que o quadro ficasse visível.
_____________________________________________________________________________________________
c. Ele colocou várias questões a fim de esclarecer as suas dúvidas.
_____________________________________________________________________________________________
d. Caso a professora tivesse tempo, ele apresentaria o trabalho.
_____________________________________________________________________________________________
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS FINAIS E CONDICIONAIS
AJUDA
As orações
subordinadas são
iniciadas por conjunções
ou locuções
conjuncionais
subordinativas.
ͻ Finais – indicam a
finalidade, o objetivo
(para, para que, a fim
de, a fim de que…)
ͻ Condicionais –
referem-se a uma
condição (se, caso,
a não ser que...)
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 193
1. Completa cada frase com a conjunção subordinativa completiva adequada.
a. Os meus amigos disseram-me ____________ estariam aqui às 15h.
b. No final de cada sessão, ele perguntava ____________ eu tinha percebido.
c. Na sala, ninguém sabia ____________ devíamos sair.
d. Eu penso ____________ o filme é péssimo.
2. Sublinha em cada frase a oração subordinada substantiva completiva.
a. Ele afirmou que se sentia cansado quando a Rita chegou.
b. As participantes questionaram se o bilhete era gratuito se elas fossem voluntárias.
c. Nós queríamos que os inscritos na atividade tirassem fotografias que divulgassem o evento.
d. Os alunos, que estiveram no festival, contaram que estava imensa gente.
3. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (3.1 a 3.3).
3.1. A única frase que inclui uma oração subordinada substantiva completiva é
(A) Vi todos os filmes que contam esta história.
(B) Eles confirmaram que o filme contava esta história.
(C) Os jovens que viram este filme adoraram a história.
(D) O filme que ganhou um prémio muito conhecido estreia hoje.
3.2. A única frase que inclui uma oração subordinada substantiva completiva é
(A) Eles perguntaram se nós íamos com eles.
(B) Vou contigo ao cinema se conseguires bilhetes.
(C) Vou ver este filme se não me contares a história.
(D) Eu vou se tu fores comigo.
3.3. A única frase que não inclui uma oração subordinada substantiva completiva é
(A) Ninguém acreditava que o filme demorava três horas.
(B) Não sabia se todos tinham compreendido o filme.
(C) Todos ficaram felizes por ver o filme que estreou ontem.
(D) Os críticos escreviam que era o melhor filme do ano.
Nome ______________________________________________________________________ Turma ________ Data___________
ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA COMPLETIVA
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
194 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Completa as frases com a conjunção subordinativa completiva adequada.
a. Os meus amigos disseram-me ____________ estariam aqui às 15h.
b. No final de cada sessão, ele perguntava ____________ eu tinha percebido.
c. Na sala, ninguém sabia ____________ devíamos sair.
d. Eu penso ____________ o filme é péssimo.
2. Sublinha em cada frase a oração subordinada substantiva completiva.
a. Ele afirmou que se sentia cansado.
b. As participantes questionaram se o bilhete era gratuito.
c. Nós queríamos que os inscritos na atividade tirassem fotografias.
d. Os alunos, que estiveram no festival, contaram que estava imensa gente.
3. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (3.1 a 3.3).
3.1. A única frase que inclui uma oração subordinada substantiva completiva é
(A) Vi todos os filmes que contam esta história.
(B) Eles confirmaram que o filme contava esta história.
(C) Os jovens que viram este filme adoraram a história.
3.2. A única frase que inclui uma oração subordinada substantiva completiva é
(A) Eles perguntaram se nós íamos com eles.
(B) Vou contigo ao cinema se conseguires bilhetes.
(C) Vou ver este filme se não me contares a história.
3.3. A única frase que não inclui uma oração subordinada substantiva completiva é
(A) Ninguém acreditava que o filme demorava três horas.
(B) Não sabia se todos tinham compreendido o filme.
(C) Todos ficaram felizes por ver o filme que estreou ontem.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________ Data___________
ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA COMPLETIVA
AJUDA
As orações subordinadas substantivas completivas completam o significado de determinados verbos
(exemplo de verbos que pedem oração completiva: afirmar, declarar, dizer, concluir, prometer, pedir,
perguntar, descobrir, fingir, pensar, reconhecer, saber, desejar, esperar, querer...)
ͻ As orações completivas são introduzidas por que, se, para.
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 195
1. Completa as frases, retirando da caixa uma palavra relativa que introduza adequadamente a oração.
Procede às alterações necessárias.
a. O computador _________ ofereci ao João é rápido.
b. O jogo, _________ vitória pertence ao Rui, é um sucesso.
c. Lembras-te do programa a _________ me referi ontem?
d. O meu amigo com _________ joguei ontem ganhou a competição.
e. O computador _________ jogámos era muito rápido.
2. Preenche as tabelas com as orações retiradas das frases apresentadas.
a. Conheci um jovem que faz programação de jogos.
b. O jogo, que está a ter muita adesão, foi divulgado na televisão.
c. O espaço onde decorreu o encontro tinha muita tecnologia.
d. A turma, cujo professor sabe informática, veio participar.
Oração subordinada adjetiva relativa
explicativa
Oração subordinada adjetiva relativa
restritiva
3. Identifica e classifica como explicativas ou restritivas as orações subordinadas adjetivas relativas
presentes no texto.
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
que x quem x o qual x onde x cujo
A sala onde realizaram a conferência em que me tinha inscrito era enorme. Lá, estavam
aqueles aos quais eu me referi ontem. Eram especialistas cuja forma de vida implicava sempre
um computador, onde guardavam tudo. Os organizadores, que contavam com o sucesso,
estavam radiantes.
Nome ______________________________________________________________________ Turma ________ Data___________
ORAÇÕES SUBORDINADAS ADJETIVAS RELATIVAS
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
196 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Completa as frases, retirando da caixa uma palavra relativa que introduza adequadamente a oração.
Procede às alterações necessárias.
a. O computador _________ ofereci ao João é rápido.
b. O jogo, _________ vitória pertence ao Rui, é um sucesso.
c. Lembras-te do programa a _________ me referi ontem?
d. O meu amigo com _________ joguei ontem ganhou a competição.
e. O computador _________ jogámos era muito rápido.
2. Assinala nas tabelas as alíneas que incluam as respetivas orações
sublinhadas.
a. Conheci um jovem que faz programação de jogos.
b. O jogo, que está a ter muita adesão, foi divulgado na televisão.
c. O espaço onde decorreu o encontro tinha muita tecnologia.
d. A turma, cujo professor sabe informática, veio participar.
Oração subordinada adjetiva
relativa explicativa
Oração subordinada adjetiva
relativa restritiva
3. Classifica como explicativas ou restritivas as orações subordinadas adjetivas relativas sublinhadas
no texto.
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
ORAÇÕES SUBORDINADAS ADJETIVAS RELATIVAS
AJUDA
As orações subordinadas
adjetivas relativas são iniciadas
por uma palavra relativa (que,
quem, o qual, a qual, os quais,
as quais, onde; cujo, cuja,
cujos, cujas).
Como podes distinguir estas
duas orações?
ͻ Oração subordinada adjetiva
relativa restritiva (não tem
vírgulas).
Ex.: O livro que eu li é muito
interessante.
ͻ Oração subordinada adjetiva
relativa explicativa (surge
entre vírgulas).
Ex.: O livro, que deixei em
tua casa, não é meu.
que x quem x o qual x onde x cujo
A sala onde realizaram a conferência era enorme. Lá, estavam os especialistas cuja forma
de vida implicava sempre um computador, onde guardavam tudo. Os organizadores, que
contavam com o sucesso, estavam radiantes.
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 197
1. Associa as palavras na coluna A ao seu processo de formação na coluna B.
Coluna A Coluna B
A. Saltear
B. Fim de semana
C. Recomeçar
D. Hidroavião
1. Palavra derivada
2. Palavra composta
2. Distribui as palavras em função do seu processo de formação.
Derivação por
prefixação
Derivação por
sufixação
Derivação por
parassíntese
Derivação
não afixal
Composição
por radicais
Composição
por palavras
3. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (3.1 e 3.2).
3.1. A única palavra derivada por prefixação é
(A) perfeito.
(B) apresentar.
(C) interpretar.
(D) ilegal.
3.2. A única palavra que não é derivada por sufixação é
(A) intriguista.
(B) amoroso.
(C) pequeno.
(D) completamente.
caça desleal biforme cana-de-açúcar incerteza
pedinte águia-real intrujice anoitecer monocultura
Nome ______________________________________________________________________ Turma ________ Data___________
FORMAÇÃO DE PALAVRAS
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
198 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Associa as palavras da coluna A ao seu processo de formação na coluna B.
Coluna A Coluna B
A. Saltear [salto (base) + -ear (sufixo)]
B. Fim de semana [junção de 3 palavras]
C. Recomeçar [re- (prefixo) + começar (base)]
D. Hidroavião [hidro (radical) + avião (palavra)]
1. Palavra derivada
2. Palavra composta
2. Completa o esquema, distribuindo as palavras em função do seu processo de formação.
palavra derivada por…
a. desleal: _______________ + _______________ _________________________
b. incessante: _______________ + _______________ _________________________
c. certeiro: _______________ + _______________ _________________________
d. incompleto: _______________ + _______________ _________________________
3. Completa o esquema, distribuindo as palavras em função do seu processo de formação.
palavra derivada por…
a. monocultura: _______________ + _______________ _________________________
b. águia-real: _______________ + _______________ _________________________
c. biforme: _______________ + _______________ _________________________
AJUDA
As palavras podem formar-se por:
ͻ Derivação (acrescenta-se um afixo – prefixo ou sufixo – a uma base).
ͻ Composição (associam-se radicais, radicais e palavras ou palavras).
AJUDA
As palavras formadas por derivação com afixos, podem ser classificadas por:
ͻ prefixação – prefixo + forma base.
Ex.: des- (prefixo) + fazer (forma base) ї desfazer
ͻ sufixação – forma base + sufixo.
Ex.: esperto (forma base) + -eza (sufixo) ї esperteza
AJUDA
As palavras formadas por composição podem ser formadas por:
ͻ radical + radical – biologia [bio (radica) + logia (radical)]
ͻ radical + palavra – ciberespaço [ciber (radical) + espaço (palavra)]
ͻ palavra + palavra – amor-perfeito [amor (palavra) + perfeito (palavra)]
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
FORMAÇÃO DE PALAVRAS
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 199
1. Em cada frase introduz o sinal de pontuação em falta.
a. Rita vem cá.
b. O João acabou de chegar
c. Gosto deste livro por duas razões a escrita e a história.
d. Que belo passeio
e. Não queres vir comigo
f. Ele ficou cansado e
2. Justifica o sinal de pontuação destacado a cor em cada frase.
a. Ele está aborrecido: não conseguiu terminar o trabalho.
_____________________________________________________________________________________________
b. – Hoje fico cá, acrescentou o Rui.
_____________________________________________________________________________________________
c. – Sim, concordo.
_____________________________________________________________________________________________
d. Os bolos, que são de caramelo, são ótimos.
_____________________________________________________________________________________________
e. A Rita disse:
– Vem comigo!
_____________________________________________________________________________________________
f. Quer ir, não quer…
_____________________________________________________________________________________________
3. Pontua corretamente o texto. Usa as maiúsculas quando necessário.
quando o dia chegou todos se sentiram felizes o espaço que tinha tudo era muito agradável
a Joana exclamou
nunca me vou esquecer disto
e acrescentou
querem vir dar um mergulho
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
PONTUAÇÃO
Fichas de Gramática – Consolidação de Conteúdos – 7.o
ano
200 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
1. Em cada frase introduz o sinal de pontuação em falta.
a. Rita vem cá.
b. O João acabou de chegar
c. Gosto deste livro por duas razões a escrita e a história.
d. Que belo passeio
e. Não queres vir comigo
f. Ele ficou cansado e
2. Justifica o sinal de pontuação destacado a cor em cada frase.
a. Ele está aborrecido: não conseguiu terminar o trabalho.
__________________________________________________________________
b. – Hoje fico cá, acrescentou o Rui.
__________________________________________________________________
c. – Sim, concordo.
__________________________________________________________________
d. Os bolos, que são de caramelo, são ótimos.
__________________________________________________________________
e. A Rita disse:
– Vem comigo!
__________________________________________________________________
f. Quer ir, não quer…
__________________________________________________________________
3. Pontua corretamente o texto. Usa as maiúsculas quando necessário.
quando o dia chegou todos se sentiram felizes o espaço que tinha tudo era muito agradável
a Joana exclamou
nunca me vou esquecer disto
e acrescentou
querem vir dar um mergulho
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
PONTUAÇÃO
AJUDA
A pontuação tem
algumas regras:
ͻ ponto (.): assinala o fim
de uma frase.
ͻ vírgula (,):
- separa elementos
numa enumeração;
- separa o vocativo do
resto da frase;
- delimita os
modificadores;
- separa uma oração
subordinada quando
está antes de uma
oração subordinante;
- separa os advérbios
não e sim em início
de oração.
ͻ dois pontos (:):
introduzem o discurso
direto (fala de uma
personagem), uma
enumeração, uma
explicação…
ͻ travessão (വ): assinala o
discurso direto.
ͻ ponto de interrogação
(?): usa-se para
assinalar uma pergunta.
ͻ ponto de exclamação
(!): marca uma frase de
tipo exclamativo, de
tipo imperativo (ordem)
e uma interjeição.
ͻ reticências (…):
marcam a hesitação,
a dúvida...
Fichas de Trabalho – Soluções
Projeto Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 201
Soluções – Fichas de Trabalho
FICHAS DE COMPREENSÃO DO ORAL
FICHA 1 – APP PATRULHEIROS (p. 104)
1.1 (C)
1.2 (B)
1.3 (C)
2. (B), (C), (D)
FICHA 2 – AQUAMETRAGEM (p. 105)
1.1 (C)
1.2 (A)
1.3 (B)
1.4 (B)
FICHA 3 – É SÓ DESTA VEZ – SOCIEDADE PONTO VERDE
(p. 106)
1.1 (B)
1.2 (C)
1.3 (B)
1.4 (A)
FICHA4–SOPADEPEDRASOLIDÁRIA(p. 107)
1.1 (B)
1.2 (A)
1.3 (C)
1.4 (B)
FICHA 5 – IMPRESSORA 3D CONSTRÓI CASA (p. 108)
1.1 (C)
1.2 (C)
1.3 (A)
1.4 (B)
FICHAS DE LEITURA
FICHA 1 – BIOGRAFIA (p. 111)
1. (E) – (B) – (C) – (A) – (D)
2.1 (B)
2.2 (B)
2.3 (D)
2.4 (A)
FICHA 2 – ARTIGO DE OPINIÃO (p. 113)
1.1 (C)
1.2 (A)
1.3 (C)
2. 1 – (B); 2 – (C); 3 – (A)
FICHA 3 – CRÍTICA (p. 115)
1.1 (B)
1.2 (A)
2. (A), (C), (D)
3. A – 2; B – 3; C – 1
4. Por exemplo:
ͻ “... fora já desiludiu vários críticos de cinema.” (l. 2)
ͻ “...apesar da qualidade dos efeitos visuais ter sido
notada por todos, muitos dizem que o filme perdeu
‘emoção’...” (ll. 7-9)
ͻ “... realismo ‘simplesmente alucinante’...” (ll. 23-24)
FICHA 4 – PUBLICIDADE (p. 117)
1.1.(C)
1.2.(C)
1.3.(A)
1.4.(C)
FICHAS DE EDUCAÇÃO LITERÁRIA
FICHA 1 – O CAVALEIRO DA DINAMARCA (p. 121)
1. (B), (D), (F)
2. O Cavaleiro teve uma reação de espanto perante a
beleza tanto de Veneza como de Florença. No
entanto, achou a beleza de Florença diferente porque
era mais séria e solene.
3. O Cavaleiro teve esta impressão porque os amigos do
banqueiro Averardo falavam de tudo, desde
astronomia, a matemática, a filosofia e artes. Todas
as suas conversas revelavam uma grande sabedoria.
4. A – 3; B – 2; C – 1
5. Cavaleiro: curioso; Averardo: hospitaleiro; Filippo:
conhecedor.
FICHA 2 – “MESTRE FINEZAS” (p. 123)
1. Passado: contido, estático, assustado; Presente: à-
-vontade, natural, descontraído.
2. O narrador refere que o tempo parecia passar muito
lentamente porque ele sentia-se muito assustado e
com a sensação de que o corte de cabelo nunca mais
acabava.
3. (D)
4. O teatro era para os habitantes da vila um momento
solene. Atitudes como a de jantar à pressa, vestir um
fato de cerimónia ou calçar sapatos “rebrilhantes”
comprovam a importância que este acontecimento
tinha. O facto de todas as famílias estarem presentes
também comprova a importância do acontecimento.
5. (A), (C), (E)
FICHA 3 – HISTÓRIA DE UMA GAIVOTA E DO GATO QUE A
ENSINOU A VOAR (p. 125)
1. Barlavento foi ao bazar do Harry para ajudar os
outros gatos que queriam saber se a gaivotinha era
macho ou fêmea.
2. “examinou-lhe a cabeça e seguidamente levantou as
penas que começavam a crescer-lhe na rabadilha.” (ll.
22-23).
3. A – 4; B – 2; C – 1; D – 3
4. a. Adjetivação; b. Metáfora; c. Personificação.
5. Foi dado o nome de Ditosa à gaivotinha porque se
tratava de uma gaivota fêmea e porque Ditosa
significava que ela tinha tido a sorte, a “dita”, de ter
sido acolhida e ficado sob a proteção dos gatos.
FICHA 4 – “AVÓ E NETO CONTRA VENTO E AREIA” (p. 127)
1. A ação passa-se numa praia com sol e ondas baixas.
Não havia vento e a água estava boa.
2. A – 1 e 2; B – 1; C – 2; D – 1; E – 2
3. A expressão significa que a avó sentia que ainda
confiavam nela, apesar da idade, para assumir a
responsabilidade de tomar conta do neto. Dessa
forma, sente-se útil.
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202 Projeto Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
4. a. Comparação; b. Enumeração
5. O neto preocupa-se com a avó na medida em que,
apesar de nadar para longe, nunca se afastava muito
e regressava para junto dela para que não ficasse
preocupada.
FICHA 5 – “LADINO” (p. 129)
1. (B), (C), (E), (G), (H)
2. A – 3; B – 1; C – 2
3. Ladino afirma que tem tudo aquilo de que um pardal
necessita: comida, sol e vida descansada. Isto bastava
para que ele se sentisse feliz.
4. Ladino tem sobrevivido ao longo dos anos devido à
sua experiência que lhe ensinou que o frio é uma
grande ameaça porque pode trazer pneumonias que
causam a morte. Por essa razão, sempre que há frio,
ele protege-se imediatamente junto ao calor da
chaminé da cozinha.
5. (D)
FICHA 6 – LEANDRO, REI DA HELÍRIA (p. 131)
1. (A), (D), (E), (G)
2. Apesar de o Rei ter tomado decisões muito duras,
Violeta declara o seu amor pelo seu pai como forma de
procurar mostrar-lhe que ele está a ser injusto com ela.
3. A – 2; B – 1; C – 4; D – 3
4. O Rei proíbe a plantação de violetas porque estas
flores têm o nome da filha. Trata-se de um nome que
ele quer que seja esquecido no reino.
5. As didascálias indicam a movimentação das
personagens em palco (“Príncipe Reginaldo sai do
lugar onde estava e coloca-se diante do rei” (l. 23) e
referem o tom de voz a adotar pelas personagens
(“aos gritos” (l. 35).
FICHA7–“POEMADO FECHOÉCLAIR”(p. 133)
1. (B), (C), (E), (F), (G)
2. a. “Comia num prato / de prata lavrada / girafa
trufada” (vv. 6-8); b. “Tapetes flamengos, / combates
de galos, / alões e podengos, / falcões e cavalos.”
(vv. 18-21); c. “e a tíbia de um santo / guardada num
frasco.” (vv. 28-29); d. “Foi dono da Terra, / foi senhor
do Mundo,” (vv. 30-31); e. “Tinha tudo, tudo / sem
peso nem conta,” (vv. 38-39)
3. Com a referência a pedras e metais preciosos, coloca-
-se em destaque o poder e a riqueza do rei Filipe II.
4. A estrofe final mostra que o rei, embora fosse dono
do mundo e muito rico, não podia ter o que ainda não
existia. Neste caso, um fecho éclair.
5. a. sete estrofes; b. uma quintilha, três oitavas, uma
quadra, uma décima e um dístico; c. rima emparelhada
e interpolada (abaab); d. Redondilha menor (cinco
sílabas métricas): Foi / do / no / da / te / rra
FICHA8–“AMIGO”(p. 135)
1. O tema do poema é a amizade. O verso que
comprova a minha escolha é “Inaugurámos a palavra
amigo”
(v. 2).
2. A – 3; B – 4; C – 1; D – 2
3. a. Metáfora; b. Adjetivação (ou enumeração)
4. O verso significa que os amigos não nos deixam estar
sós. Quem tem amigos nunca está sozinho, mesmo
que estes não estejam presentes fisicamente. Por
isso, a solidão é derrotada.
5. Por exemplo: De acordo com a última estrofe, para o
sujeito poético, “Amigo” é algo que exige esforço,
dedicação, mas que, ao mesmo tempo, traz
recompensas. No fim, amigo significa uma grande
alegria e deve ser motivo de celebração.
FICHAS DE ESCRITA
FICHA 1 – TEXTO DE OPINIÃO (p. 139)
Proposta de texto
As visitas de estudo são sempre um momento
importante no ano escolar. Os alunos que participam nesta
atividade envolvem-se emocionalmente e aprendem
muitas coisas novas. A meu ver, todas as escolas deveriam
realizar mais visitas de estudo, nomeadamente ao
estrangeiro.
As visitas de estudo são um importante momento onde
é possível aprender sobre diversos assuntos distintos:
história, geografia, matemática, português e até línguas
estrangeiras. Esta aprendizagem é feita de forma mais
descontraída e motivada porque todos os alunos acabam
por se interessar por aquilo que é novidade e se apresenta
ao vivo. Será mais interessante conhecer um monumento
por dentro, vendo-o, sentindo-o, ou apenas por vídeos,
fotografias ou textos? A resposta parece óbvia!
As visitas de estudo são também um momento
importante do ponto de vista das relações humanas.
Ficamos a conhecer melhor os colegas. Por vezes, até
alguns que mal conhecíamos na escola. Temos uma
relação mais próxima com os professores e oportunidade
de falar com eles sobre outros assuntos que vão além das
matérias escolares.
Por todas estas razões, as visitas de estudo permitem
aprendizagens muito diferentes daquelas que se realizam
na escola, o que justifica plenamente que se realizem
com maior frequência.
(195 palavras)
FICHA 2 – TEXTO EXPOSITIVO (p. 140)
Proposta de texto
A igualdade de género refere-se à necessidade de se
respeitarem os direitos e deveres em termos iguais,
independentemente de se ser homem ou mulher.
Atualmente, já estão definidas leis e normas que
garantem que não deve haver desigualdade de tratamento
entre homens e mulheres, perante os mesmos contextos.
Assim, a lei já prevê o direito do pai e da mãe de acederem
a uma licença por nascimento de um filho. A maioria dos
países permite o acesso livre às diferentes profissões, não
fazendo distinção de género, salvo em situações específicas
relacionadas com o interesse coletivo e com a garantia da
integridade física da pessoa em causa.
Contudo, existem situações em que não se respeita
este direito. São exemplos disso os países que impedem
as raparigas de estudar e que as obrigam a casar muito
jovens.
Concluindo, a igualdade de género é um direito
fundamental que nem sempre é respeitado.
(149 palavras)
FICHA 3 – RESUMO (p. 141)
Proposta: ideias-chave
ͻ Primeira parte (primeiro parágrafo) – o Dia da Mãe é
comemorado desde a época dos gregos e romanos,
celebrando as mães de todos os deuses pagãos.
Fichas de Trabalho – Soluções
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ͻ Segunda parte (do segundo ao quarto parágrafos) –
Portugal celebra o Dia da Mãe em maio (associado ao
mês da mãe de Cristo); nos Estados Unidos, o Dia da
Mãe foi criado pela feminista Anna Reese Jarvis, que
escolheu o dia associado à sua mãe; em 1914, o
presidente americano declarou esse dia feriado
nacional.
ͻ Terceira parte (dois últimos parágrafos) – são vários os
países que celebram o Dia da Mãe; as datas vão
variando de acordo com a religião e as tradições
religiosas de cada país.
Proposta de resumo:
O Dia da Mãe é celebrado em maio tanto em Portugal
como no Brasil. No entanto, as mães já são
homenageadas desde a época dos antigos gregos e
romanos, que honravam as deusas que simbolizavam as
mães de todos os deuses.
Portugal celebra atualmente este dia em maio, pois
trata-se do mês de Maria, embora já o tenha celebrado a
8 de dezembro. Nos Estados Unidos, o Dia da Mãe foi
proposto pela feminista Anna Jarvis que escolheu o dia do
aniversário da morte da mãe. Conseguiu que esta data se
comemorasse em todo o país e que o próprio presidente,
em 1914, a declarasse feriado nacional.
Vários países, por todo o mundo, celebram o Dia da
Mãe, alguns no mesmo dia que Portugal e de acordo com
as suas tradições. A maior parte das datas escolhidas está
associada à religião.
(141 palavras)
FICHA 4 – BIOGRAFIA (p. 142)
Proposta de texto
Jon Favreau nasceu a 19 de outubro de 1966, em
Queens, nos Estados Unidos da América. É casado, desde
2000, com a médica Joya Tillem e ambos têm três filhos:
um rapaz, Max, nascido em 2001, e duas raparigas,
Madeleine e Brighton, nascidas em 2003 e 2006,
respetivamente.
Como ator, participou em filmes como Homem de
Ferro, onde desempenha a personagem de motorista e
guarda-costas do famoso Tony Stark. Integrou o elenco
do filme O Lobo de Wall Street. Participou ainda na série
muito famosa Friends.
Como realizador, destacam-se os filmes Homem de
Ferro I e II (2008 e 2010, respetivamente) e O livro da
selva (2016). Mais recentemente, em 2019, dirigiu o filme
dos estúdios da Disney, O Rei Leão.
FICHAS DE GRAMÁTICA
FICHA 1A – NOME, ADJETIVO, DETERMINANTE,
PRONOME E INTERJEIÇÃO (p. 145)
1. Nome próprio: José, Porto; Nome comum: aluno,
senhora; Nome comum coletivo: multidão, enxame;
Adjetivo qualificativo: furiosa, simpática; Adjetivo
numeral: primeiro, segunda.
2. a. Uns; b. Este; c. Que; d. meu; e. O.
3. A – 5, B – 1, C – 4, D – 2, E – 3
4. Por exemplo: a. Ui; b. Socorro; c. Olá; d. Credo.
FICHA 1B – NOME, ADJETIVO, DETERMINANTE,
PRONOME E INTERJEIÇÃO (p. 146)
1. Nome próprio: José, Porto; Nome comum: aluno;
Nome comum coletivo: multidão; Adjetivo qualificativo:
furiosa; Adjetivo numeral: primeiro, segunda.
2. a. Uns; b. Este; c. Que; d. meu.
3. A – 4. B – 3, C – 1, D – 2
4. Por exemplo: a. Ui; b. Socorro; c. Olá; d. Credo.
FICHA 2A – FEMININO E NÚMERO DOS NOMES
E ADJETIVOS (p. 147)
1. a. Chegou uma japonesa refilona que pediu um papel
assinado pela diretora.; b. A rapariga era charlatã
(charlatona), mas muito educada.; c. Aquele filme
tem uma má atriz principal.
2. a. Os bens eram para eles fundamentais.; b. Os
cidadãos podem entregar os documentos verde-claros
nas secretarias.; c. Nos papéis que lhes foram
entregues devem registar a vossa data de nascimento.
3.1 (A)
3.2 (C)
3.3 (C)
3.4 (B)
FICHA 2B – FEMININO E NÚMERO DOS NOMES
E ADJETIVOS (p. 148)
1. a. Chegou uma japonesa refilona que pediu um papel
assinado pela diretora.; b. A rapariga era charlatã,
mas muito educada.; c. Aquele filme tem uma má
atriz principal.
2. a. Os bens eram para eles fundamentais.; b. Os
cidadãos podem entregar os documentos verde-claros
nas secretarias.; c. Nos papéis que lhes foram
entregues devem registar a vossa data de nascimento.
3.1 (A)
3.2 (C)
3.3 (C)
FICHA 3A – SUBCLASSES DO VERBO (p. 149)
1. A – 3, B – 1, C – 2, D – 3, E – 2, F – 1
2.1 (A)
2.2 (A)
3. Verbo intransitivo: acabou; Verbo transitivo direto:
ofereceram; Verbo transitivo indireto: telefonou,
acreditou; Verbo transitivo direto e indireto:
colocou, agradeceu.
FICHA 3B – SUBCLASSES DO VERBO (p. 150)
1. വϯ͕വϭ͕വ 2
2.1 (A)
2.2 (A)
3. Verbo intransitivo: acabou; Verbo transitivo direto:
ofereceram; Verbo transitivo indireto: telefonou;
Verbo transitivo direto e indireto: colocou.
FICHA 4A – FUNÇÕES SINTÁTICAS: SUJEITO, PREDICADO
E VOCATIVO (p. 151)
1. Sujeito simples: Todos os jovens; Os alunos de
natação; Eles; Sujeito composto: Eu e a Rafaela; Os
alunos e as alunas.
2. Sujeito: b., e.; Vocativo: a., c., d.
3. a. Dorme; b. escolheu a Rita ontem; c. disseram a
verdade ao treinador; d. ficaram com o treinador
durante a tarde; e. espirrou durante toda a noite.
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FICHA 4B – FUNÇÕES SINTÁTICAS: SUJEITO, PREDICADO
E VOCATIVO (p. 152)
1. Sujeito simples: Todos os jovens; Os alunos de
natação; Eles; Sujeito composto: Eu e a Rafaela; Os
alunos e as alunas.
2. Sujeito: b., e; Vocativo: a., c., d.
3. a. Dorme; b. escolheu a Rita ontem; c. disseram a
verdade ao treinador; d. ficaram com o treinador
durante a tarde; e. espirrou durante toda a noite.
FICHA 5A – FUNÇÕES SINTÁTICAS: COMPLEMENTO
DIRETO, INDIRETO E OBLÍQUO (p. 153)
1. a. a matéria; b. questões e problemas; c. a resposta;
d. os exercícios.
2. a. aos alunos; b. à mãe; c. ao professor; d. ao professor.
3. വϭ͖വϯ͖– 2; D – 2
4. (A), (C), (D), (E), (F)
FICHA 5B – FUNÇÕES SINTÁTICAS: COMPLEMENTO
DIRETO, INDIRETO E OBLÍQUO (p. 154)
1. a. a matéria; b. os problemas; c. a resposta; d. os
exercícios.
2. a. aos alunos; b. à mãe; c. ao professor; d. ao professor.
3. വϭ͖വϯ͖– 2; D – 2
4. (A), (C), (D), (E), (F)
FICHA 6A – FUNÇÕES SINTÁTICAS: PREDICATIVO DO
SUJEITO E COMPLEMENTO AGENTE DA PASSIVA (p. 155)
1. a. felizes; b. médicas; c. satisfeito com o resultado;
d. exaustos; e. sentados; f. importante para o jogo.
2.1 (B)
2.2 (D)
3. (A), (D)
4. Predicativo do sujeito: “triste”; “os únicos”; “muito
especiais”; Complemento agente da passiva: “por ele”.
FICHA 6B – FUNÇÕES SINTÁTICAS: PREDICATIVO DO
SUJEITO E COMPLEMENTO AGENTE DA PASSIVA (p. 156)
1. a. felizes; b. médicas; c. satisfeito com o resultado;
d. exaustos; e. sentados; f. importante para o jogo.
2.1 (B)
2.2 (D)
3. (A), (D)
FICHA 7A – FUNÇÕES SINTÁTICAS (GLOBAL) (p. 157)
1. A – 1; B – 5; C – 4; D – 3
2.1 (C)
2.2 (B)
3.
“O contador de histórias” – sujeito
“continuou o seu relato entusiasticamente” – predicado
“sobre a sua forma de contar histórias” – complemento
oblíquo
“cativante” – predicativo do sujeito
“Rita” – vocativo
“ao palco” – complemento oblíquo
“ele” – sujeito
“naquele dia” – modificador do grupo verbal
FICHA 7B – FUNÇÕES SINTÁTICAS (GLOBAL) (p. 158)
1. A – 1; B – 5; C – 4; D – 3
2.1 (C)
2.2 (B)
3.
“O contador de histórias” – sujeito
“continuou o seu relato entusiasticamente” – predicado
“sobre a sua forma de contar histórias” – complemento
oblíquo
“cativante” – predicativo do sujeito
“Rita” – vocativo
“ao palco” – complemento oblíquo
“ele” – sujeito
“naquele dia” – modificador do grupo verbal
FICHA 8A – ORAÇÕES COORDENADAS (p. 159)
1. A – 5; B – 2; C – 1; D – 4; E – 3
2. a. ͞ĐŽŵŽ ƚĂŵďĠŵ ĂũƵĚĂƌĂŵ ŽƐ ŽƵƚƌŽƐ͟ ї ŽƌĂĕĆŽ
coordenada copulativa; b. “mas todos os grupos se
ĞŵƉĞŶŚĂƌĂŵ ďĂƐƚĂŶƚĞ͟ ї ŽƌĂĕĆŽ ĐŽŽƌĚĞŶĂĚĂ
adversativa; c. “e ajudou os outros” ї ŽƌĂĕĆŽ
coordenada copulativa; d. ͞ŽƵ ǀŝĂŵ Ƶŵ ĨŝůŵĞ͟ ї
oração coordenada disjuntiva; e. “pois a porta da
garagem abriu-ƐĞ͟їŽƌĂĕĆŽĐŽŽƌĚĞŶĂĚĂĞdžƉůŝĐĂƚŝva
3. Por exemplo: a. O Manuel ficou em casa, mas a Rita
foi ao cinema.; b. O teu cão está a fazer uns olhos
pequeninos, pois tem fome; c. O Rafael já me ligou
três vezes, logo quer pedir-me alguma coisa.
FICHA 8B – ORAÇÕES COORDENADAS (p. 160)
1. A – 5; B – 2; C – 1; D – 4; E – 3
2. a. Oração coordenada copulativa; b. Oração
coordenada adversativa; c. Oração coordenada
copulativa; d. Oração coordenada explicativa
3. Por exemplo: a. O Manuel ficou em casa, mas a Rita
foi ao cinema; b. O teu cão está a fazer uns olhos
pequeninos, pois tem fome; c. O Rafael já me ligou
três vezes, logo quer pedir-me alguma coisa.
FICHA 9A – ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS
CAUSAIS E TEMPORAIS (p. 161)
1. (A), (D)
2. (A), (B)
3. A – 1; B – 2; C – 2; D – 1
4. a. “Antes que se ponha o sol” їŽƌĂĕĆŽƐƵďŽƌĚŝŶĂĚĂ
adverbial temporal; ͞ǀŽƵĚĂƌƵŵŵĞƌŐƵůŚŽ͟їŽƌĂĕĆŽ
subordinante; b. “O Rui veio comigo” ї ŽƌĂĕĆŽ
subordinante; ͞ĚĂĚŽ ƋƵĞ ƉƌĞĐŝƐĂǀĂ ĚĞ ďŽůĞŝĂ͟ ї
oração subordinada adverbial causal; c. “Almoçámos
cedo” їŽƌĂĕĆŽƐƵďŽƌĚŝŶĂŶƚĞ; “visto que queríamos
ĐĂůŵĂ ŶŽ ƌĞƐƚĂƵƌĂŶƚĞ͟ ї ŽƌĂĕĆŽ ƐƵďŽƌĚŝŶĂĚĂ
adverbial causal; d. ͞ĞƐĚĞƋƵĞĨŽŝŶĂĚĂƌ͟їŽƌĂĕĆŽ
subordinada adverbial temporal; “o Rui não saiu da
ĄŐƵĂ͟їŽƌĂĕĆŽƐƵďŽƌĚŝŶĂŶƚĞ.
FICHA 9B – ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS
CAUSAIS E TEMPORAIS (p. 162)
1. (A), (D)
2. (A), (B)
3. A – 1; B – 2; C – 2; D – 1
4. a. ͞ĚĂĚŽ ƋƵĞ ƉƌĞĐŝƐĂǀĂ ĚĞ ďŽůĞŝĂ͟ ї ŽƌĂĕĆŽ
subordinada adverbial causal; b. “visto que queríamos
ĐĂůŵĂ ŶŽ ƌĞƐƚĂƵƌĂŶƚĞ͟ ї ŽƌĂĕĆŽ ƐƵďŽƌĚŝŶĂĚĂ
adverbial causal; c. ͞ĞƐĚĞƋƵĞĨŽŝŶĂĚĂƌ͟їŽƌĂĕĆŽ
subordinada adverbial temporal.
Fichas de Trabalho – Soluções
Projeto Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 205
FICHA 10A – FRASE ATIVA E FRASE PASSIVA (p. 163)
1. (C), (D)
2. (B), (C)
3.1 (D)
3.2 (A)
4. a. No concurso, todos os prémios eram sempre
conquistados por aquele aluno.; b. Diversas tarefas
domésticas foram feitas pelo robô.; c. A atenção de
todos os presentes será conquistada pelo aspeto do
robô.
FICHA 10B – FRASE ATIVA E FRASE PASSIVA (p. 164)
1. (C), (D)
2. (B), (C)
3.1 (C)
3.2 (A)
4. a. No concurso, todos os prémios eram conquistados
por aquele aluno.; b. Diversas tarefas domésticas
foram feitas pelo robô.; c. A atenção dos participantes
será conquistada pelo aspeto do robô.
FICHA 11A – DISCURSO DIRETO E DISCURSO INDIRETO
(p. 165)
1. Discurso direto: b., c.; Discurso indireto: a., d.
2.1 (D)
2.2 (A)
3. a. A professora ordenou ao Rogério que regressasse
naquele momento para sua casa; b. A colega explicou
que lá ele poderia tirar apontamentos; c. – Maria,
podes vir comigo hoje comprar material? – pediu ele.
FICHA 11B – DISCURSO DIRETO E DISCURSO INDIRETO
(p. 166)
1. Discurso direto: b., c.; Discurso indireto: a., d.
2.1 (C)
2.2 (A)
3. a. A professora ordenou ao Rogério que regressasse
naquele momento para sua casa; b. – Maria, podes vir
comigo comprar material? – pediu ele.
FICHA 12A – DETERMINANTE E PRONOMES (p. 167)
1.1 (C)
1.2 (D)
2. a. Determinante possessivo; b. Determinante relativo;
c. Pronome indefinido; d. Pronome demonstrativo;
e. Pronome pessoal; f. Determinante demonstrativo
3. a. teu; b. Este; c. ele; d. Ninguém; e. que; f. Que.
FICHA 12B – DETERMINANTE E PRONOMES (p. 168)
1.1 (C)
1.2 (C)
2. A – 2; B – 1; C – 4; D – 3; E – 6; F – 5
3. a. teu; b. Este; c. ele; d. Ninguém; e. que; f. seu; g.
que.
FICHA 13A – QUANTIFICADOR NUMERAL (p. 169)
1. (A), (D), (F)
2. Quantidade numérica precisa: três, cinco; Fração de
uma quantidade: metade, décimo; Múltiplo de uma
quantidade: dobro.
3. Por exemplo: a. dez; b. Metade, metade; c. triplo.
4. (D)
FICHA 13B – QUANTIFICADOR NUMERAL (p. 170)
1. (A), (D), (F)
2. Quantidade numérica precisa: três, cinco; Fração de
uma quantidade: metade, décimo; Múltiplo de uma
quantidade: dobro
3. Por exemplo: a. dez; b. Metade, metade; c. triplo.
4. (D)
FICHA 14A – ADVÉRBIO (p. 171)
1. A – 1; B – 5; C – 3; D – 2
2.1 (A)
2.2 (D)
3. a. onde; b. Quando / Como; c. Contudo; d. Primeira-
mente; seguidamente; e. Como / Quando.
FICHA 14B – ADVÉRBIO (p. 172)
1. A – 1; B – 5; C – 3; D – 2
2.1 (A)
2.2 (D)
3. a. onde; b. Quando / Como; c. Primeiramente; seguida-
mente.
FICHA 15A – PREPOSIÇÃO (p. 173)
1. Por exemplo: a. sob; b. por entre; c. desde; d. em
direção a; e. ao lado de; f. a.
2. (A), (C), (D)
3. (B), (C), (D)
4. Por exemplo: a. ao; b. na; c. pela; d. daquela;
e. Naquele; f. do.
FICHA 15B – PREPOSIÇÃO (p. 174)
1. Por exemplo: a. sob; b. por entre; c. desde; d. em
direção a; e. ao lado de; f. a.
2. (A), (C), (D)
3. (B), (C), (D)
4. Por exemplo: a. na; b. pela; c. daquela; d. Naquele; e. do.
FICHA 16A – CONJUNÇÃO COORDENATIVA (p. 175)
1. A – 5; B – 1; C – 2; D – 4; E – 3
2.1 (A)
2.2 (D)
3. a. O jornalista não só escreveu um artigo com
também deu uma entrevista.; b. Os leitores ora
compram revistas ora preferem jornais.; c. O jornal
nem falava do incidente nem analisava a situação.
FICHA 16B – CONJUNÇÃO COORDENATIVA (p. 176)
1. A – 5; B – 1; C – 2; D – 4; E – 3
2.1 (A)
2.2 (D)
3. a. O jornalista não só escreveu um artigo como
também deu uma entrevista.; b. Os leitores ora
compram revista ora preferem jornais.; c. O jornal
nem falava do incidente nem analisava a situação.
FICHA 17A – CONJUNÇÃO E LOCUÇÃO CONJUNCIONAL
SUBORDINATIVA (p. 177)
1. Causal: porque; Temporal: quando; Final: para;
Condicional: Se; Completiva: que.
2.1 (C)
2.2 (A)
3. a. A não ser que; b. assim que; c. Visto que; d. a fim
de que; e. logo que.
Fichas de Trabalho – Soluções
206 Projeto Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA
FICHA 17B – CONJUNÇÃO E LOCUÇÃO CONJUNCIONAL
SUBORDINATIVA (p. 178)
1.1 (C)
1.2 (A)
2. a. A não ser que; b. assim que; c. visto que; d. a fim
de que.
FICHA 18A – FLEXÃO VERBAL 1 – MODO INDICATIVO
(p. 179)
1.1 (B)
1.2 (D)
1.3 (A)
2. A – 4; B – 2; C – 1; D – 3
3. a. trouxemos; b. fazias; c. serão; d. déramos.
FICHA 18B – FLEXÃO VERBAL 1 – MODO INDICATIVO
(p. 180)
1.1 (B)
1.2 (A)
1.3 (A)
2. A – 3; B – 1; C – 2
3. a. trouxemos; b. fazias; c. serão.
FICHA 19A – FLEXÃO VERBAL – MODO CONJUNTIVO
(p. 181)
1. A – 1; B – 5; C – 4; D – 2; E – 3
2. a. fossemos; b. haja; c. forem; d. tenha seguido;
e. tivesses comido; f. puder.
3. a. Logo que ele possa telefonar-te, fala com ele.
b. O João preparou-lhe uma festa surpresa a fim de que
ela se sentisse muito feliz. c. Podes levar o livro, mesmo
que queiras emprestá-lo ao João. d. Caso tenhas lido
este livro, vais apresentá-lo à turma. e. O pai deu-lhes
impermeáveis para que eles se protegessem da chuva.
FICHA 19B – FLEXÃO VERBAL – MODO CONJUNTIVO
(p. 182)
1. A – 1; B – 5; C – 4; D – 2; E – 3
2. a. fossemos; b. haja; c. forem; d. tenha seguido
3. a. O João preparou-lhe uma festa surpresa a fim de
que ela se sentisse muito feliz.; b. Podes levar o livro,
mesmo que queiras emprestá-lo ao João.; c. Caso
tenhas lido este livro, vais apresentá-lo à turma.
FICHA 20A – FLEXÃO VERBAL 3 (p. 183)
1. A – 3; B – 1; C – 4; D – 2; E – 5
2. Indicativo; Pretérito imperfeito: cabia; Pretérito perfeito
simples: sonhámos; Pretérito perfeito composto: tens
feito; Pretérito mais-que-perfeito simples: fora;
Pretérito mais-que-perfeito composto: tinham dito.
3. Conjuntivo; Presente: ponham; Pretérito imperfeito:
quisesse; Pretérito perfeito composto: tenha vindo;
Pretérito mais-que-perfeito composto: tivesse partido;
Futuro simples: fores; Futuro composto: tiverem ouvido.
FICHA 20B – FLEXÃO VERBAL 3 (p. 184)
1. A – 3; B – 1; C – 4; D – 2; E – 5
2. Indicativo; Pretérito imperfeito: cabia; Pretérito perfeito
simples: sonhámos; Pretérito perfeito composto: tens
feito; Pretérito mais-que-perfeito simples: fora;
Pretérito mais-que-perfeito composto: tinham dito.
3. Conjuntivo; Presente: ponham; Pretérito imperfeito:
quisesse; Pretérito perfeito composto: tenha vindo;
Pretérito mais-que-perfeito composto: tivesse
partido; Futuro simples: fores.
FICHA 21A – COLOCAÇÃO DO PRONOME PESSOAL
ÁTONO 1 (p. 185)
1. A – 3; B – 4; C – 1; D – 2
2.1 (B)
2.2 (A)
3. a. No museu, consultei-os.; b. Enviei-lhes um relatório
detalhado.; c. Eles ofereceram-mos.
FICHA 21B – COLOCAÇÃO DO PRONOME PESSOAL
ÁTONO 1 (p. 186)
1. A – 3; B – 4; C – 1; D – 2
2.1 (B)
2.2 (A)
3. a. No museu, consultei-os.; b. Enviei-lhes um relatório
detalhado.
FICHA 22A – COLOCAÇÃO DO PRONOME PESSOAL
ÁTONO 2 (p. 187)
1. a. -lo; b. lhe; c. o; d. -no.
2. a. O jovem não os escreveu.; b. O jovem nunca os
escreveu.; c. Que jovem os escreveu?; d. O jovem
também os escreveu.
3. (B)
4. a. Os jovens sempre lhes leram textos humorísticos.;
b. Eles ainda a transmitem.; c. Onde lhas ofereceste? .
FICHA 22B – COLOCAÇÃO DO PRONOME PESSOAL
ÁTONO 2 (p. 188)
1. a. -lo; b. lhe; c. o; d. -no
2. a. O jovem não os escreveu.; b. O jovem nunca os
escreveu.; c. Que jovem os escreveu?; d. O jovem
também os escreveu.
3. (B)
4. a. Os jovens sempre lhes leram textos humorísticos.;
b. Eles ainda a transmitem.; c. Onde lhas ofereceste?
FICHA 23A – MODIFICADOR DO GRUPO VERBAL
E MODIFICADOR DO NOME (p. 189)
1. A – 1; B – 2: C – 2; D – 1
2. Modificador do grupo verbal: “no momento seguinte”;
“nesta loja”; Modificador do nome: “azuis”; “preferido
dos jovens”.
3.1 (B)
3.2 (D)
FICHA 23B – MODIFICADOR DO GRUPO VERBAL
E MODIFICADOR DO NOME (p. 190)
1. A – 1; B – 2: C – 2; D – 1
2. Modificador do grupo verbal: “no momento seguinte”;
“nesta loja”; Modificador do nome: “azuis”; “preferido
dos jovens”.
3.1 (B)
3.2 (C)
FICHA 24A – ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS
FINAIS E CONDICIONAIS (p. 191)
1. Oração subordinada adverbial final: “para correr um
pouco”; “a fim de estudar a matéria”; Oração
subordinada adverbial condicional: “Caso faça sol”;
“Se concluir o meu trabalho”.
2.1 (C)
2.2 (D)
3. a. “Desde que tenhas feito os trabalhos de casa” –
oração subordinada adverbial condicional; “acompanhas
a aula com facilidade” – oração subordinante; b. “O jovem
posicionou-se na sala” – oração subordinante; “de modo
Fichas de Trabalho – Soluções
Projeto Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 207
a que o quadro ficasse visível” – oração subordinada
adverbial final; c. “Ele colocou várias questões” – oração
subordinante; “a fim de esclarecer as suas dúvidas” –
oração subordinada adverbial final; d. “Caso a professora
tivesse tempo” – oração subordinada adverbial
condicional; “ele apresentaria o trabalho” – oração
subordinante.
FICHA 24B – ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS
FINAIS E CONDICIONAIS (p. 192)
1. Oração subordinada adverbial final: “para correr um
pouco”; “a fim de estudar a matéria”; Oração
subordinada adverbial condicional: “Caso faça sol”;
“Se concluir o meu trabalho”.
2.1 (B)
2.2 (C)
3. a. “Se fizeres os trabalhos de casa” – oração
subordinada adverbial condicional; b. “para que o
quadro ficasse visível” – oração subordinada adverbial
final; c. “a fim de esclarecer as suas dúvidas” – oração
subordinada adverbial final; d. “Caso a professora
tivesse tempo” – oração subordinada adverbial
condicional.
FICHA 25A – ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA
COMPLETIVA (p. 193)
1. a. que; b. se; c. se; d. que
2. a. “que se sentia cansado”; b. “se o bilhete era
gratuito”; c. “que os inscritos na atividade tirassem
fotografias”; d. “que estava imensa gente”.
3.1 (B)
3.2 (A)
3.3 (C)
FICHA 25B – ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA
COMPLETIVA (p. 194)
1. a. que; b. se; c. se; d. que.
2. a. “que se sentia cansado”; b. “se o bilhete era
gratuito”; c. “que os inscritos na atividade tirassem
fotografias”; d. “que estava imensa gente”.
3.1 (B)
3.2 (A)
3.3 (C)
FICHA 26A – ORAÇÕES SUBORDINADAS ADJETIVAS
RELATIVAS (p. 195)
1. a. que; b. cuja; c. (a)o qual; d. quem; e. onde.
2. Oração subordinada adjetiva relativa explicativa:
“que está a ter muita adesão”; “cujo professor sabe
informática”; Oração subordinada adjetiva relativa
restritiva: “que faz programação de jogos”; “onde
decorreu o encontro”.
3. Oração subordinada adjetiva relativa restritiva:
“onde realizaram a conferência”; “em que me tinha
inscrito”; “aos quais me referi ontem”; “cuja forma de
vida implicava sempre um computador”; Oração
subordinada adjetiva relativa explicativa: “onde
guardavam tudo”; “que contavam com o sucesso”.
FICHA 26B – ORAÇÕES SUBORDINADAS ADJETIVAS
RELATIVAS (p. 196)
1. a. que; b. cuja; c. (a)o qual; d. quem; e. onde.
2. Oração subordinada adjetiva relativa explicativa: b., d.;
Oração subordinada adjetiva relativa restritiva: a., c.
3. Oração subordinada adjetiva relativa restritiva: “onde
realizaram a conferência”; “cuja forma de vida
implicava sempre um computador”; Oração
subordinada adjetiva relativa explicativa: “onde
guardavam tudo”; “que contavam com o sucesso”.
FICHA 27A – FORMAÇÃO DE PALAVRAS (p. 197)
1. A – 1; B – 2; C – 1; D – 2
2. Derivação por prefixação: desleal, incerteza; Derivação
por sufixação: intrujice, pedinte; Derivação não afixal:
caça; Derivação por parassíntese: anoitecer;
Composição por radicais: biforme, monocultura;
Composição por palavras: cana-de-açúcar, águia-real.
3.1 (D)
3.2 (C)
FICHA 27B – FORMAÇÃO DE PALAVRAS (p. 198)
1. A – 1; B – 2; C – 1; D – 2
2. a. des- н ůĞĂů ї ƉĂůĂǀƌĂ ĚĞƌŝǀĂĚĂ ƉŽƌ ƉƌĞĨŝdžĂĕĆŽ;
b. in- нĐĞƐƐĂŶƚĞїpalavra derivada por prefixação;
c. certo + -ĞŝƌŽ ї ƉĂůĂǀƌĂ ĚĞƌŝǀĂĚĂ ƉŽƌ ƐƵĨŝdžĂĕĆŽ;
d. in- нĐŽŵƉůĞƚŽїƉĂůĂǀƌĂĚĞƌŝǀĂĚĂƉŽƌƉƌĞĨŝdžĂĕĆŽ
3. a. ŵŽŶŽнĐƵůƚƵƌĂїƉĂůĂǀƌĂĐŽŵƉŽƐƚĂƉŽƌƌĂĚŝĐĂůĞ
palavra; b. ĄŐƵŝĂ н ƌĞĂů ї ƉĂůĂǀƌĂ ĐŽŵƉŽƐƚĂ ƉŽƌ
palavras; c. ďŝ н ĨŽƌŵĞ ї ƉĂůĂǀƌĂ ĐŽŵƉŽƐƚĂ ƉŽƌ
radical e radical.
FICHA 28A – PONTUAÇÃO (p. 199)
1. a. , (vírgula); b. . (ponto final); c. : (dois pontos); d. !
(ponto de exclamação); e. ? (ponto de interrogação); f. …
(reticências).
2. a. ŽŝƐ ƉŽŶƚŽƐ ї ŝŶƚƌŽĚƵnjĞŵ ƵŵĂ ĞdžƉůŝĐĂĕĆŽ;
b. dƌĂǀĞƐƐĆŽїĂƐƐŝŶĂůĂŽĚŝƐĐƵƌƐŽĚŝƌĞƚŽ; c. Vírgula
їŵĂƌĐĂŽĂĚǀĠƌďŝŽĞŵŝŶşĐŝŽĚĞĨƌĂƐĞ; d. sşƌŐƵůĂƐї
delimitam a oração subordinada adjetiva relativa
explicativa; e. ŽŝƐ ƉŽŶƚŽƐ ї ĂŶƵŶĐŝĂŵ Ž ĚŝƐĐƵƌƐŽ
direto; f. ZĞƚŝĐġŶĐŝĂƐїŵĂƌĐĂŵĂŚĞƐŝƚĂĕĆŽ͘
3.
Quando o dia chegou, todos se sentiram felizes.
O espaço, que tinha tudo, era muito agradável. A Joana
exclamou:
– Nunca me vou esquecer disto!
E acrescentou:
– Querem vir dar um mergulho?
FICHA 28B – PONTUAÇÃO (p. 200)
1. a. , (vírgula); b. . (ponto final); c. : (dois pontos); d. !
(ponto de exclamação); e. ? (ponto de interrogação); f. …
(reticências).
2. a. ŽŝƐ ƉŽŶƚŽƐ ї ŝŶƚƌŽĚƵnjĞŵ ƵŵĂ ĞdžƉůŝĐĂĕĆŽ;
b. dƌĂǀĞƐƐĆŽїĂƐƐŝŶĂůĂŽĚŝƐĐƵƌƐŽĚŝƌĞƚŽ; c. Vírgula
їŵĂƌĐĂŽĂĚǀĠƌďŝŽĞŵŝŶşĐŝŽĚĞĨƌĂƐĞ; d. sşƌŐƵůĂƐї
delimitam a oração subordinada adjetiva relativa
explicativa; e. ŽŝƐ ƉŽŶƚŽƐ ї ĂŶƵŶĐŝĂŵ Ž ĚŝƐĐƵƌƐŽ
direto; f. ZĞƚŝĐġŶĐŝĂƐїŵĂƌĐĂŵĂŚĞƐŝƚĂĕĆŽ͘
3.
Quando o dia chegou, todos se sentiram felizes.
O espaço, que tinha tudo, era muito agradável. A Joana
exclamou:
– Nunca me vou esquecer disto!
E acrescentou:
– Querem vir dar um mergulho?
Testes de Avaliação*
(10 Testes de Avaliação em versão A e B)
• Soluções
Testes
de
Avaliação
* Disponível em formato editável em
Grelhas disponíveis em formato
Excel® em
PASSO
Testes de avaliação
Testes de Avaliação 1
Unidade 1 – Texto não literário
Versão A .................................................................. 210
Versão B .................................................................. 219
Testes de Avaliação 2
Unidade 2 – Texto narrativo: O Cavaleiro da Dinamarca
Versão A .................................................................. 231
Versão B .................................................................. 239
Testes de Avaliação 3
Unidade 2 – Texto narrativo: “Avó e neto contra vento e areia”
Versão A .................................................................. 251
Versão B .................................................................. 259
Testes de Avaliação 4
Unidade 3 – Texto dramático: Leandro, Rei da Helíria
Versão A .................................................................. 271
Versão B .................................................................. 279
Testes de Avaliação 5
Unidade 4 – Texto poético
Versão A .................................................................. 291
Versão B .................................................................. 299
Propõe-se para cada teste a versão A e a versão B (este último para alunos com Medidas Seletivas ou
Adicionais de Suporte à Aprendizagem e Inclusão). Cada teste apresenta Matriz, Soluções e Grelhas de
Correção e Cotação em formato editável (Word
®
).
Na plataforma as Grelhas de Correção e Cotação estão disponíveis em formato editável
(Excel
®
). Permitem gerar:
x uma classificação global na última coluna, mediante o preenchimento dos campos na íntegra;
x uma classificação autónoma de cada domínio avaliado (cotada para 100%).
Todos estes recursos estão disponíveis na plataforma .
Teste de Avaliação 1 – Matriz (versão A)
210 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
.ͻ VERSÃO A ͻ.
Escola
Matriz do teste n.
o
1 (versão A) – Português 7.
o
ano
Data do teste Turma Duração do teste
Unidade Texto não literário
Domínios Conteúdos Estrutura / tipologia de questões Cotação
Oralidade
Notícia Itens de seleção
- escolha múltipla
- associação
12
Leitura
Publicidade
- sentido global
- assunto
- elementos da publicidade
- intenção persuasiva
Itens de seleção
- escolha múltipla
Itens de construção
- resposta restrita
12
Crítica
- ideias principais
- características da crítica
Itens de seleção
- escolha múltipla
Itens de construção
- resposta curta
26
Gramática
Conjugação verbal
Classes de palavras
ԟ subclasses do advérbio
ԟ subclasses do verbo
Itens de seleção
- escolha múltipla
Itens de construção
- resposta curta
20
Escrita
Texto de opinião
- respeito pelo tema e pelas marcas
do género
- construção de parágrafos
- estrutura do texto
Texto longo
30
O Professor ___________________________________________ Data _____________
Teste de Avaliação 1A
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 211
.ͻ VERSÃO A ͻ.
ORALIDADE – COMPREENSÃO [12 pontos]
Para responderes aos itens que se seguem, vais visionar uma notícia sobre a reciclagem de plástico
em Portugal.
Antes de iniciares o visionamento, lê as questões. Em seguida, visiona, atentamente, duas vezes, a
notícia e responde ao que é pedido.
Link: Reciclagem de plástico em Portugal está a ser “um falhanço” (até ao minuto 1:50) –
SIC Notícias
1. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a frase, de acordo com
o sentido da notícia.
1.1. Cada português produz, por ano, (3 pontos)
(A) setenta quilos de lixo e recicla apenas sete.
(B) sessenta quilos de lixo e pouco mais de sete são reciclados.
(C) sessenta quilos de lixo e recicla muito mais de sete.
1.2. A meta de reciclagem é (3 pontos)
(A) reciclar 12% de lixo em 2025.
(B) reciclar 55% do lixo urbano em 2025.
(C) reciclar 55% do plástico em 2025.
1.3. A Associação Zero defende o seguinte modelo de recolha de lixo: (3 pontos)
(A) uma maior cobertura na colocação dos ecopontos.
(B) uma maior aposta na separação das embalagens de plástico.
(C) um modelo de recolha seletiva, que passa pela recolha porta a porta.
1.4. A ideia de que quem recicla será premiado significa que (3 pontos)
(A) devolver garrafas de plástico corresponde a receber o dinheiro.
(B) quanto mais plástico reciclar, mais plástico recebe.
(C) quem reciclar mais plástico receberá mais dinheiro.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
1A Unidade – Texto não literário Avaliação: _______________
Teste de Avaliação 1A
212 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
LEITURA [12 pontos]
Parte A
Observa a publicidade e responde às questões.
Por cada passageiro que passa num aeroporto da ANA,
são emitidas cerca de 24 toneladas de CO2e. Isto não
inclui a eletricidade do aeroporto, as deslocações dos
aviões e de veículos e o transporte dos passageiros para o
terminal.
Na ANA pensamos que 24 toneladas de carbono são uma
bagagem demasiado pesada para o planeta. Por isso
decidimos diminuí-la.
Começámos por medir, em 2008, as nossas emissões de
CO2e.
E comprometemo-nos a reduzi-las em 10% até 2012 –
trabalhando, principalmente, para melhorar a eficiência
energética dos nossos aeroportos.
A ANA está a fazer a sua parte. E conta consigo para fazer a
sua.
Os pequenos gestos contam. Usar os transportes públicos
para chegar ao aeroporto. Transportar menos bagagem,
ajudando a poupar combustível. Ou só levar para o avião
revistas que conta realmente ler, são alguns exemplos do que
pode fazer para ajudar.
É
Teste de Avaliação 1A
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 213
1. Para cada item, seleciona com um X, a opção que completa corretamente a frase, de acordo com
o sentido do texto.
1.1. A publicidade destina-se a (3 pontos)
(A) promover viagens mais longas para destinos longínquos.
(B) alertar para os perigos que envolvem as viagens de avião.
(C) sensibilizar para a adoção de atitudes menos poluentes.
(D) recordar a proibição de viajar com excesso de bagagem.
1.2. A imagem da publicidade tem a intenção de (3 pontos)
(A) destacar a ideia do excesso de bagagem.
(B) mostrar que há carrinhos para a bagagem.
(C) revelar a diversidade de malas e sacos existentes.
(D) sugerir um modelo de bagagem mais ecológico.
1.3. O slogan “Vamos fazer juntos esta viagem. O destino: um planeta mais sustentável” (3 pontos)
aponta para a ideia de
(A) a empresa permitir ao utilizador a realização do objetivo visado.
(B) colaboração entre a empresa e o utilizador para concretizar o objetivo visado.
(C) dificuldade no percurso a realizar para se concretizar o objetivo visado.
(D) desafio à realização de viagens para concretizar o objetivo visado.
2. Completa as afirmações que sintetizam as ideias do texto argumentativo, usando três (3 pontos)
das expressões apresentadas nas caixas abaixo.
No texto argumentativo defende-se a ideia de que ____________________ e todos os
serviços relacionados são muito poluentes para ____________________. Daqui surge o
compromisso de procurar reduzir as emissões de CO2 e os viajantes são desafiados a
colaborar, reduzindo
____________________.
(a) o aeroporto
(b) os transportes
aéreos
(c) a bagagem
(d) o planeta
(e) as atitudes
poluentes
Teste de Avaliação 1A
214 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
LEITURA [26 pontos]
Parte B
Lê a crítica e consulta as notas de vocabulário.
Hayao Miyazaki
Salvar o planeta, um filme de cada vez
De Nausicaa do Vale do Vento a A Viagem de Chihiro, o cineasta vem alimentando o imaginário com uma
consciência ecológica que hoje é vital. Parte da sua filmografia está agora na Netflix.
-
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5
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30
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Dizia-nos o secretário-geral da ONU, António Guterres, nas vésperas da Conferência da Ação
Climática que organizou, que “a Natureza está zangada e está a devolver o golpe”. A frase caberia bem
numa das cenas finais de Nausicaa do Vale do Vento, a longa-metragem de animação com que Hayao
Miyazaki (Tóquio, 1941) inaugurou, em 1984, a filmografia dos Estúdios Ghibli. O mestre japonês do
anime, que a maioria conhecerá pelo menos graças ao Óscar ganho em 2003 por A Viagem de Chihiro
(2002), tem-nos legado, nas últimas décadas, uma obra cheia de reflexões sobre a conflituosa relação
entre o Homem e a Natureza, com algumas pistas sobre o que podemos, nestes dias de emergência
global, fazer para apaziguar1
um planeta do qual nos desligámos.
Enquanto esperamos pelo próximo filme de Miyazaki, a Netflix conseguiu ultrapassar as reticências
do génio japonês da animação em relação às plataformas de distribuição online e disponibilizou uma
parte dos filmes produzidos pelos Estúdios Ghibli.
As preocupações do realizador com o futuro da humanidade e do planeta entraram-nos casa
adentro, quando a RTP nos pôs, semana a semana, a esperar para ver se Conan, o Rapaz do Futuro,
e a sua amiga Lana (a rapariga de poderes telepáticos que comunicava com as gaivotas) impediam a
humanidade, ou o que sobrava dela num planeta pós-apocalipse2
, de rebentar com o que restava da
civilização.
Em Nausicaa do Vale do Vento, num ambiente pós-apocalíptico2
, “mil anos depois do fim da
civilização industrial”, o tempo parece imenso, mas terá sido insuficiente para que os humanos
perdessem as suas tentações belicistas3
e a pulsão de controlo de uma natureza envenenada, onde só
se pode circular com máscaras. A atmosfera irrespirável resulta de uma estratégia da própria Natureza
para se proteger dos nossos ímpetos4
, enquanto, às escondidas, vai purificando através das árvores,
o ar e a água. O filme volta a dar movimento a uma narrativa que nos coloca entre a pureza daquelas
crianças e a sede de poder dos adultos que procuram a chave para aceder à cidade mítica, que mais
parece uma árvore gigante no céu. É de novo um filme em que Miyazaki, acompanhado, na banda
sonora, pelas composições magistrais de Joe Hisaishi, explora outra das suas grandes paixões, as
máquinas voadoras.
Eis-nos chegados a 2002, com A Viagem de Chihiro, a menina que vemos mudar de casa, triste, e
tem de enfrentar os espíritos para salvar o país, numa viagem a um mundo paralelo, o de umas terras
geridas por uma bruxa. Na verdade, e mais uma vez, tudo ali tem o sentido de questionar o nosso
papel no mundo. Obrigada a trabalhar para a feiticeira, Chihiro salva um ser imundo, lavando-o, até
perceber que era o espírito de um rio que os humanos poluíram.
Abel Coentrão, Público, 19 de março de 2019 (texto adaptado).
VOCABULÁRIO:
1
apaziguar: acalmar.
2
pós-apocalipse/pós-apocalíptico: após a destruição total.
3
belicistas: que procuram a luta, o conflito.
4
ímpetos: movimentos impulsivos, violentos.
Teste de Avaliação 1A
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 215
1. Apresenta o objeto cultural ao qual é feita a crítica, referindo o autor, os títulos tratados (5 pontos)
e o tipo de arte em análise.
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
2. Assinala, com um X, os temas que os filmes de Miyazaki abordam. (4 pontos)
(A) a distribuição de mensagens online.
(B) o desejo humano de controlo da Natureza.
(C) os problemas da ONU.
(D) a ação protetora das crianças.
(E) a vingança da Natureza.
(F) o futuro do planeta.
3. Justifica o subtítulo “Salvar o planeta, um filme de cada vez”. (6 pontos)
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
4. Refere os aspetos presentes nos vários filmes de Miyazaki destacados como positivos (6 pontos)
pelo autor da crítica.
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
5. Associa cada um dos tópicos da coluna A aos aspetos referidos pelo crítico na coluna B. (5 pontos)
Coluna A Coluna B
A. Obra de Miyazaki 1. Disponibilização de parte da obra do
autor.
B. Opção da Netflix 2. Reflexões sobre a relação de conflito
do Homem com a Natureza.
C. Banda sonora de Nausicaa
do Vale do Vento
3. Resultado excecional.
Teste de Avaliação 1A
216 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
GRAMÁTICA [20 pontos]
1.Conjuga os verbos nos tempos e modos indicados. (5 pontos)
a. Nós ___________ (ir, pretérito perfeito simples do indicativo) à exposição de banda desenhada.
b. Talvez tu não ___________ (poder, presente do conjuntivo) ler este livro.
c. Eles ___________ (ter, pretérito imperfeito do indicativo) tempo para concluir a leitura.
d. Se nós ___________ (falar, pretérito imperfeito do conjuntivo) com o autor, ele vinha.
e. O autor _________________ (desenhar, pretérito mais-que-perfeito composto do indicativo)
uma história de ação.
2. Associa as formas verbais sublinhadas na coluna A à sua subclasse na coluna B. (3 pontos)
Coluna A Coluna B
A. Ele estava cansado. 1. Verbo principal
B. Eu tinha feito tudo. 2. Verbo copulativo
C. Tu ficas com este livro. 3. Verbo auxiliar
3. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (3.1 e 3.2).
3.1. A única frase que inclui um advérbio de lugar é (3 pontos)
(A) Foi nesta sala que lançaram o livro.
(B) Naquele lugar lançaram um livro.
(C) O livro foi lançado na exposição.
(D) Cá ninguém conhece o livro.
3.2. A única frase que inclui um advérbio de inclusão é (3 pontos)
(A) Ninguém foi à exposição.
(B) Nem o João foi à exposição.
(C) Até o João foi à exposição.
(D) Todos foram à exposição.
4. Identifica a classe e subclasse das palavras sublinhadas. (6 pontos)
O livro premiado foi um sucesso. Todos compraram um exemplar de cada edição. A sua
história era sobre um herói que amanhã todos conheceriam.
_________________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________________
Teste de Avaliação 1A
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 217
ESCRITA [30 pontos]
Do teu ponto de vista, a banda desenhada (BD) é um tipo de leitura interessante ou preferes
outros géneros?
Escreve um texto de opinião bem estruturado, com um mínimo de 100 e um máximo de 160
palavras, em que defendas o teu ponto de vista.
O teu texto deve incluir:
ԟ a apresentação do teu ponto de vista;
ԟ a explicitação de, pelo menos, duas razões que justifiquem o teu ponto de vista;
ԟ uma breve conclusão.
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
FIM
Teste de Avaliação 1– Matriz (versão B)
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 219
.ͻ VERSÃO B ͻ.
Escola
Matriz do teste n.
o
1 (versão B) – Português 7.
o
ano
Data do teste Turma Duração do teste
Unidade Unidade 1 – Texto não literário
Domínios Conteúdos Estrutura / tipologia de questões Cotação
Oralidade
Notícia Itens de seleção
- escolha múltipla 12
Leitura
Publicidade
- sentido global
- assunto
- elementos da publicidade
- intenção persuasiva
Itens de seleção
- escolha múltipla
Itens de construção
- resposta restrita
12
Crítica
- ideias principais
- características da crítica
Itens de seleção
- escolha múltipla
Itens de construção
- resposta curta
26
Gramática
Conjugação verbal
Classes de palavras
- subclasses do verbo
- subclasses do advérbio
Itens de seleção
- escolha múltipla
Itens de construção
- resposta curta
20
Escrita
Texto de opinião
- respeito pelo tema e pelas marcas
do género
- construção de parágrafos
- estrutura do texto
Texto longo
30
O Professor ___________________________________________ Data _____________
Teste de Avaliação 1B
220 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
.ͻ VERSÃO B ͻ.
ORALIDADE – COMPREENSÃO [12 pontos]
Para responderes aos itens que se seguem, vais visionar uma notícia sobre a reciclagem do plástico
em Portugal.
Link: Reciclagem de plástico em Portugal está a ser “um falhanço” (até ao minuto 1:50) –
SIC Notícias
Antes de iniciares o visionamento, lê as questões. Em seguida, visiona, atentamente, duas vezes, e
responde ao que é pedido.
1. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a frase, de acordo com
o sentido da notícia.
1.1. Cada português produz, por ano, (3 pontos)
(A) setenta quilos de lixo e recicla apenas sete.
(B) sessenta quilos de lixo e pouco mais de sete são reciclados.
(C) sessenta quilos de lixo e recicla muito mais de sete.
1.2. A meta de reciclagem é (3 pontos)
(A) reciclar 12% de lixo em 2025.
(B) reciclar 55% do lixo urbano em 2025.
(C) reciclar 55% do plástico em 2025.
1.3. A Associação Zero defende o seguinte modelo de recolha de lixo: (3 pontos)
(A) uma maior cobertura na colocação dos ecopontos.
(B) uma maior aposta na separação das embalagens de plástico.
(C) um modelo de recolha seletiva, que passa pela recolha porta a porta.
1.4. A ideia de que quem recicla será premiado significa que (3 pontos)
(A) devolver garrafas de plástico corresponde a receber o dinheiro.
(B) quanto mais plástico reciclar, mais plástico recebe.
(C) quem reciclar mais plástico receberá mais dinheiro.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
1B Unidade – Texto não literário Avaliação: _______________
Teste de Avaliação 1B
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 221
LEITURA [12 pontos]
Parte A
Observa a publicidade e responde às questões.
Por cada passageiro que passa num aeroporto da ANA,
são emitidas cerca de 24 toneladas de CO2e. Isto não
inclui a eletricidade do aeroporto, as deslocações dos
aviões e de veículos e o transporte dos passageiros para o
terminal.
Na ANA pensamos que 24 toneladas de carbono são uma
bagagem demasiado pesada para o planeta. Por isso
decidimos diminuí-la.
Começámos por medir, em 2008, as nossas emissões de
CO2e.
E comprometemo-nos a reduzi-las em 10% até 2012 –
trabalhando, principalmente, para melhorar a eficiência
energética dos nossos aeroportos.
A ANA está a fazer a sua parte. E conta consigo para fazer a
sua.
Os pequenos gestos contam. Usar os transportes públicos
para chegar ao aeroporto. Transportar menos bagagem,
ajudando a poupar combustível. Ou só levar para o avião
revistas que conta realmente ler, são alguns exemplos do que
pode fazer para ajudar.
É
Teste de Avaliação 1B
222 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
1. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a frase, de acordo com
o sentido do texto.
1.1. A publicidade destina-se a (3 pontos)
(A) promover viagens mais longas para destinos longínquos.
(B) alertar para os perigos que envolvem as viagens de avião.
(C) sensibilizar para a adoção de atitudes menos poluentes.
1.2. A imagem da publicidade tem a intenção de (3 pontos)
(A) destacar a ideia do excesso de bagagem.
(B) mostrar que há carrinhos para a bagagem.
(C) revelar a diversidade de malas e sacos existentes.
1.3. O slogan “Vamos fazer juntos esta viagem. O destino: um planeta mais sustentável” (3 pontos)
aponta para a ideia de
(A) a empresa permitir ao utilizador a realização do objetivo visado.
(B) colaboração entre a empresa e o utilizador para concretizar o objetivo visado.
(C) dificuldade no percurso a realizar para se concretizar o objetivo visado.
2. Completa as afirmações que sintetizam as ideias do texto argumentativo, usando três (3 pontos)
das expressões apresentadas abaixo.
No texto argumentativo defende-se a ideia de que __________________ e todos os serviços
relacionados são muito poluentes para __________________. Daqui surge o compromisso
de procurar reduzir as emissões de CO2 e desafiam-se os viajantes a colaborar, reduzindo
___________________________ .
(a) o aeroporto
(b) os transportes
aéreos
(c) a bagagem
(d) o planeta
Teste de Avaliação 1B
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 223
LEITURA (26 pontos)
Parte B
Lê a crítica e consulta as notas de vocabulário.
Hayao Miyazaki
Salvar o planeta, um filme de cada vez
De Nausicaa do Vale do Vento a A Viagem de Chihiro, o cineasta vem alimentando o imaginário com uma
consciência ecológica que hoje é vital. Parte da sua filmografia está agora na Netflix.
-
-
-
-
5
-
-
-
-
10
-
-
-
-
15
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-
-
20
-
-
-
-
25
-
-
-
-
30
-
Dizia-nos o secretário-geral da ONU, António Guterres, nas vésperas da Conferência da Ação
Climática que organizou, que “a Natureza está zangada e está a devolver o golpe”. A frase caberia bem
numa das cenas finais de Nausicaa do Vale do Vento, a longa-metragem de animação com que Hayao
Miyazaki (Tóquio, 1941) inaugurou, em 1984, a filmografia dos Estúdios Ghibli. O mestre japonês do
anime, que a maioria conhecerá pelo menos graças ao Óscar ganho em 2003 por A Viagem de Chihiro
(2002), tem-nos legado, nas últimas décadas, uma obra cheia de reflexões sobre a conflituosa relação
entre o Homem e a Natureza, com algumas pistas sobre o que podemos, nestes dias de emergência
global, fazer para apaziguar1
um planeta do qual nos desligámos.
Enquanto esperamos pelo próximo filme de Miyazaki, a Netflix conseguiu ultrapassar as reticências
do génio japonês da animação em relação às plataformas de distribuição online e disponibilizou uma
parte dos filmes produzidos pelos Estúdios Ghibli.
As preocupações do realizador com o futuro da humanidade e do planeta entraram-nos casa
adentro, quando a RTP nos pôs, semana a semana, a esperar para ver se Conan, o Rapaz do Futuro,
e a sua amiga Lana (a rapariga de poderes telepáticos que comunicava com as gaivotas) impediam a
humanidade, ou o que sobrava dela num planeta pós-apocalipse2
, de rebentar com o que restava da
civilização.
Em Nausicaa do Vale do Vento, num ambiente pós-apocalíptico2
, “mil anos depois do fim da
civilização industrial”, o tempo parece imenso, mas terá sido insuficiente para que os humanos
perdessem as suas tentações belicistas3
e a pulsão de controlo de uma natureza envenenada, onde só
se pode circular com máscaras. A atmosfera irrespirável resulta de uma estratégia da própria Natureza
para se proteger dos nossos ímpetos4
, enquanto, às escondidas, vai purificando através das árvores,
o ar e a água. O filme volta a dar movimento a uma narrativa que nos coloca entre a pureza daquelas
crianças e a sede de poder dos adultos que procuram a chave para aceder à cidade mítica, que mais
parece uma árvore gigante no céu. É de novo um filme em que Miyazaki, acompanhado, na banda
sonora, pelas composições magistrais de Joe Hisaishi, explora outra das suas grandes paixões, as
máquinas voadoras.
Eis-nos chegados a 2002, com A Viagem de Chihiro, a menina que vemos mudar de casa, triste, e
tem de enfrentar os espíritos para salvar o país, numa viagem a um mundo paralelo, o de umas terras
geridas por uma bruxa. Na verdade, e mais uma vez, tudo ali tem o sentido de questionar o nosso
papel no mundo. Obrigada a trabalhar para a feiticeira, Chihiro salva um ser imundo, lavando-o, até
perceber que era o espírito de um rio que os humanos poluíram.
Abel Coentrão, Público, 19 de março de 2019 (texto adaptado).
VOCABULÁRIO:
1
apaziguar: acalmar.
2
pós-apocalipse/pós-apocalíptico: após a destruição total.
3
belicistas: que procuram a luta, o conflito.
4
ímpetos: movimentos impulsivos, violentos.
Teste de Avaliação 1B
224 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
1. Completa os tópicos que se seguem de acordo com o exemplo. (5 pontos)
a. Objeto cultural alvo da crítica: filmes (anime)
b. Títulos referidos:________________________________________________________________
c. Autor/realizador dos filmes: ______________________________________________________
2. Assinala, com um X, os temas que os filmes de Miyazaki abordam. (4 pontos)
(A) a distribuição de mensagens online.
(B) o desejo humano de controlo da Natureza.
(C) os problemas da ONU.
(D) a ação protetora das crianças.
(E) a vingança da Natureza.
(F) o futuro do planeta.
3. Completa a afirmação. (6 pontos)
3.1. O subtítulo da crítica “Salvar o planeta, um filme de cada vez” significa que o realizador
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
4. Retira do texto, entre as linhas 17 e 26, duas expressões que revelam a opinião positiva (6 pontos)
que o autor da crítica tem sobre os filmes.
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
5. Associa cada um dos tópicos da coluna A aos aspetos referidos pelo crítico na coluna B. (5 pontos)
Coluna A Coluna B
A. Obra de Miyazaki 1. Disponibilização de parte da obra do
autor.
B. Opção da Netflix 2. Reflexões sobre a relação de conflito
do Homem com a Natureza.
C. Banda sonora de Nausicaa
do Vale do Vento
3. Resultado excecional.
Teste de Avaliação 1B
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 225
GRAMÁTICA [20 pontos]
1. Seleciona a forma verbal correta de acordo com os tempos e modos indicados entre (5 pontos)
parênteses
a. Ontem, nós fomos/vamos (pretérito perfeito simples do indicativo) à exposição
de banda desenhada.
b. Talvez tu não podes/possas (presente do conjuntivo) ler este livro.
c. Eles têm/tinham (pretérito imperfeito do indicativo) tempo para concluir a leitura.
d. Se nós falamos/falássemos (pretérito imperfeito do conjuntivo) com o autor, ele vinha.
e. O autor desenhara/desenhará (pretérito mais-que-perfeito do indicativo) uma história
de ação.
2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (2.1 e 2.2).
2.1. A única frase que inclui um advérbio de lugar é (4,5 pontos)
(A) Foi nesta sala que lançaram o livro.
(B) Naquele lugar lançaram um livro.
(C) Cá ninguém conhece o livro.
2.2. A única frase que inclui um advérbio de inclusão é (4,5 pontos)
(A) Ninguém foi à exposição.
(B) Nem o João foi à exposição.
(C) Até o João foi à exposição.
3. Identifica a classe e subclasse das palavras sublinhadas, a partir das propostas que (6 pontos)
te são dadas.
pronome indefinido ͻ determinante possessivo ͻ adjetivo qualificativo
determinante indefinido ͻ advérbio de tempo ͻ nome comum
O livro premiado foi um sucesso. Todos compraram um exemplar de cada edição. A sua
história era sobre um herói que amanhã todos conheceriam.
_________________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
Teste de Avaliação 1B
226 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
ESCRITA [30 pontos]
Do teu ponto de vista, a banda desenhada (BD) é um tipo de leitura interessante ou
preferes outros géneros?
Escreve um texto de opinião bem estruturado, com um mínimo de 80 e um máximo de 140 palavras,
em que defendas o teu ponto de vista.
O teu texto deve incluir:
ԟ a apresentação do teu ponto de vista;
ԟ a explicitação de, pelo menos, duas razões que justifiquem o teu ponto de vista;
ԟ uma breve conclusão.
A meu ver ______________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
Em primeiro lugar, ____________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
Em segundo lugar, ____________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
Em suma/concluindo, _________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
FIM
Teste de Avaliação 1
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 227
Soluções – Teste de Avaliação 1
ͻ VERSÃO A ͻ
ORALIDADE – COMPREENSÃO
1.1 (B)
1.2 (B)
1.3 (C)
1.4 (A)
LEITURA – PARTE A
1.1 (C)
1.2 (A)
1.3 (B)
2. (b), (d), (c)
LEITURA – PARTE B
1. Trata-se de uma apreciação crítica a algumas obras de
Hayao Miyzaki, um realizador japonês de anime,
autor de filmes de animação como Nausicaa do Vale
do Vento, Conan, o Rapaz do Futuro e A Viagem de
Chihiro.
2. (B), (D), (E), (F)
3. O subtítulo aponta para o tema central de cada um
dos filmes de animação de Hayao Miyazaki, que se
preocupa com a ação humana de destruição da
Natureza e com as formas de salvar o planeta e o
futuro da Humanidade.
4. O autor da crítica destaca os temas ambientais
relacionados com a destruição da Natureza, a ação
destruidora dos adultos que se preocupam em
manter o poder e a ação das crianças para salvar o
mundo ou os locais onde habitam.
5. A – 2; B – 1; C – 3
GRAMÁTICA
1. a. fomos; b. possas; c. tinham; d. falássemos; e. tinha
desenhado.
2. A – 2; B – 3; C – 1
3.1 (D)
3.2 (C)
4. “premiado”: adjetivo qualificativo; “Todos”: pronome
indefinido; “cada”: determinante indefinido; “sua”:
determinante possessivo; “história”: nome comum;
“amanhã”: advérbio de tempo.
ESCRITA
A meu ver, a banda desenhada é um tipo de leitura
interessante que todos devemos conhecer.
Em primeiro lugar, porque a forma de contar a
história é diferente, pois envolve texto e imagens, o que
torna a ação mais interessante e motivadora porque
podemos ver o nossos heróis e os seus inimigos em lugar
de nos limitarmos a imaginá-los. Esta forma de ler pode
também ser importante para quem tem dificuldades em
ler textos mais densos.
Em segundo lugar, porque é motivador ler um livro
com ilustrações, porque as imagens também contam
partes da história, descrevem personagens e situações e
contribuem para que a ação seja viva. Esta opção é
enriquecedora, pois a história contada vai além do texto
e, por vezes, nem necessita dele. (147 palavras)
ͻ VERSÃO B ͻ
ORALIDADE – COMPREENSÃO
1.1 (B)
1.2 (B)
1.3 (C)
1.4 (A)
LEITURA – PARTE A
1.1 (C)
1.2 (A)
1.3 (B)
2. (b), (d), (c)
LEITURA – PARTE B
1. b. Nausicaa do Vale do Vento, Conan, o Rapaz do
Futuro e A Viagem de Chihiro; c. Hayao Miyzaki.
2. (B), (D), (E), (F)
3.1 (sugestões) … vai alertando para as diferentes
ameaças que o planeta enfrenta; pretende que os
seus filmes contribuam para salvar o planeta...
4. Por exemplo: “composições magistrais de Joe
Hisaishi” (l. 25); “explora outra das suas grandes
paixões, as máquinas voadoras.” (ll. 25-26).
5. A – 2; B – 1; C – 3
GRAMÁTICA
1. a. fomos; b. possas; c. tinham; d. falássemos; e. tinha
desenhado.
2.1 (C)
2.2 (C)
3. “premiado”: adjetivo qualificativo; “Todos”: pronome
indefinido; “cada”: determinante indefinido; “sua”:
determinante possessivo; “história”: nome comum;
“amanhã”: advérbio de tempo.
ESCRITA
A meu ver, a banda desenhada é um tipo de leitura
interessante que todos devemos conhecer.
Em primeiro lugar, porque a forma de contar a
história é diferente, pois envolve texto e imagens, o que
torna a ação mais interessante e motivadora porque
podemos ver o nossos heróis e os seus inimigos em lugar
de nos limitarmos a imaginá-los.
Em segundo lugar, porque é motivador ler um livro
com ilustrações, porque as imagens também contam
partes da história, descrevem personagens e situações e
contribuem para que a ação seja viva. Esta opção é
enriquecedora, pois a história contada vai além do texto
e, por vezes, nem necessita dele.
Em suma, a banda desenhada é um género muito
interessante, que deve ser lido, pois explora outras
formas de contar uma história. (130 palavras)
228
Teste de Avaliação 1 – Grelhas
T
ESTE
1
Versão
A
Oralidade
Leitura
–
Parte
A
Leitura
–
Parte
B
Gramática
Escrita
Total
Questão/Cotação
1.1
1.2
1.3
1.4
Subtotal
1.1
1.2
1.3
2
Subtotal
1
2
3
4
5
Subtotal
1
2
3.1
3.2
4
Subtotal
Alunos
3
3
3
3
12
3
3
3
3
12
5
4
6
6
5
26
5
3
3
3
6
20
30
100
229
Teste de Avaliação 1 – Grelhas
T
ESTE
1
Versão
B
Oralidade
Leitura
–
Parte
A
Leitura
–
Parte
B
Gramática
Escrita
Total
Questão/Cotação
1.1
1.2
1.3
1.4
Subtotal
1.1
1.2
1.3
2
Subtotal
1
2
3.1
4
5
Subtotal
1
2.1
2.2
3
Subtotal
Alunos
3
3
3
3
12
3
3
3
3
12
5
4
6
6
5
26
5
4,5
4,5
6
20
30
100
Teste de Avaliação 2 – Matriz (versão A)
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 231
.ͻ VERSÃO A ͻ.
Escola
Matriz do teste n.
o
2 (versão A) – Português 7.
o
ano
Data do teste Turma Duração do teste
Unidade Unidade 2 – Texto narrativo – O Cavaleiro da Dinamarca
Domínios Conteúdos Estrutura / tipologia de questões Cotação
Oralidade
Texto de informação / divulgação Itens de seleção
- escolha múltipla 12
Leitura
Biografia
- sentido global
- assunto
- dados biográficos
Itens de seleção
- escolha múltipla
12
Educação
Literária
O Cavaleiro da Dinamarca
- ideias principais
- caracterização de personagens
- identificação de factos
- identificação de recursos
expressivos
- interpretação
Itens de seleção
- escolha múltipla
Itens de construção
- resposta curta
Itens de associação
26
Gramática
Funções sintáticas
- modificador do grupo verbal
- modificador do nome (apositivo
e restritivo)
Formação de palavras
Classes de palavras
- preposição e locução prepositiva
Itens de associação
Itens de seleção
- escolha múltipla
Itens de construção
- resposta curta
20
Escrita
Biografia
- respeito pelo tema e pelas marcas
do género
- construção de parágrafos
- estrutura do texto
Texto longo
30
O Professor ___________________________________________ Data _____________
Teste de Avaliação 2A
232 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
.ͻ VERSÃO A ͻ.
ORALIDADE – COMPREENSÃO [12 pontos]
Para responderes aos itens que se seguem, vais ouvir a apresentação do livro Viagens, de Marco
Polo.
Áudio: “Viagens”, de Marco Polo, TSF
Antes de iniciares a audição, lê as questões. Em seguida, ouve, atentamente, duas vezes, e responde
ao que é pedido.
1. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a frase, de acordo com
o sentido do texto.
1.1. O livro de viagens de Marco Polo é muito importante porque (3 pontos)
(A) contou como era viajar por mar da Europa para o Oriente.
(B) foi o primeiro a dar a conhecer um pouco da China na Europa.
(C) mostrou à China e ao Oriente como era a vida na Europa.
1.2. O livro de viagens foi escrito por (3 pontos)
(A) Marco Polo, que era um comerciante de Veneza.
(B) várias pessoas, entre as quais Marco Polo.
(C) um companheiro de prisão de Marco Polo.
1.3. O livro conta histórias recolhidas (3 pontos)
(A) ao longo de vinte e quatro anos de viagens.
(B) a partir do relato de um imperador amigo de Marco Polo.
(C) com base em relatos de habitantes de várias partes do Oriente.
1.4. Um dos costumes relatados no livro (3 pontos)
(A) é o casamento de filhos falecidos, entre os Tártaros.
(B) corresponde às festas dedicadas ao outro mundo pelos Tártaros.
(C) é o casamento de um filho falecido com uma jovem de uma família próxima.
2A Unidade 2 – Texto narrativo – O Cavaleiro da Dinamarca Avaliação: _______________
Teste de Avaliação 2A
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 233
LEITURA [12 pontos]
Lê as biografias dos quatro jovens e responde às questões.
Figuras célebres
PEQUENOS (GRANDES) GÉNIOS INSPIRADORES
-
-
-
-
5
-
-
-
-
10
-
-
-
-
15
-
-
-
-
20
-
-
-
-
25
-
-
-
-
30
LOUIS BRAILLE (1809-1852)
Louis Braille tinha apenas três anos
quando um acidente o fez perder a visão.
Aos 12 anos, enquanto estudava no Royal
Institute for Blind Youth, começou a
trabalhar num sistema de leitura baseado
em relevo, que facilitaria a leitura do
alfabeto por pessoas cegas.
Assim, aos 15 anos apresentou o
Braille, uma linguagem de leitura e escrita
que se mantém praticamente inalterada
há 200 anos e que já mudou a vida de
milhões de invisuais.
RYAN HRELJAC (1991- )
Ryan Hreljac tinha
apenas seis anos
quando descobriu
que muitas crianças
no continente africano
não tinham acesso a água
potável. Em 1998, com a ajuda de
familiares e amigos, conseguiu juntar
parte do dinheiro necessário para
construir um poço que foi aberto em 1999
numa escola no Uganda. No mesmo ano,
foi criada a Ryan’s Well Foundation, que
trabalha pelo acesso a água potável no
mundo. Até hoje, foram construídos mais
de 800 projetos e quase 800 mil pessoas
foram beneficiadas pela fundação.
WILLIAM KAMKWAMBA (1987- )
Entre 2000 e 2002, Malawi (país africano)
passava por uma grande seca. Foi então que
William Kamkwamba, um rapaz de 14 anos,
construiu um moinho com um sistema de
captação de energia eólica com lixo e dois
livros de física. Depois de ser obrigado a sair
da escola pela pobreza que os seus pais
estavam a passar como agricultores, William
continuou a visitar a biblioteca na qual
encontrou dois livros que mudaram a sua
vida. Com o objetivo de replicar o que tinha
visto, com alguns destroços de lixo conseguiu
irrigar a plantação do pai, aumentar a
colheita e mudar a sua vida e a da população.
MALALA YOUSAFZAI (1997- )
Em 2007, a cidade de Mingora, no
Paquistão, foi ocupada pelos radicais talibãs
e, a partir daí, as raparigas deixaram de poder
ir à escola e de participar em atividades
culturais. Revoltada com a situação, Malala
Yousafzai, com apenas 11 anos, denunciou
os abusos praticados pelos talibãs contra
raparigas e mulheres. Aos poucos, a sua voz
começou a ser ouvida no mundo e, por isso,
aos 15 anos, foi baleada na cabeça, mas
conseguiu sobreviver. Transferida para o
Reino Unido, a voz de Malala ganhou ainda
mais força e tornou-se a porta-voz pela
educação de raparigas e mulheres pelo
mundo com a icónica frase “Uma criança,
um professor, um livro e uma caneta podem
mudar o mundo.”
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Expressinho, separata do jornal Expresso, edição de 1 de junho de 2020.
Teste de Avaliação 2A
234 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
1. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a frase, de acordo com
o sentido do texto.
1.1. O sistema de leitura Braille foi (3 pontos)
(A) desenvolvido por Louis aos três anos.
(B) desenvolvido por Louis após ter ficado cego.
(C) uma forma de Louis esquecer o acidente.
(D) desenvolvido por Louis aos 15 anos.
1.2. Hreljac dedica-se a (3 pontos)
(A) ajudar crianças no Uganda.
(B) fornecer água potável por todo o planeta.
(C) construir poços no Uganda.
(D) fornecer água potável a escolas.
1.3. O sistema de Kamkwamba foi construído a partir (3 pontos)
(A) do que aprendeu na escola.
(B) do que lhe ensinaram os pais agricultores.
(C) das tradições do Malawi.
(D) das leituras feitas na biblioteca.
1.4. As denúncias de Malala no Paquistão (3 pontos)
(A) relacionam-se com os abusos sofridos pelo género feminino.
(B) procuravam uma forma de acabar com o regime talibã.
(C) pretendiam juntar dinheiro para ajudar raparigas.
(D) visavam promover a sua partida para o Reino Unido.
Teste de Avaliação 2A
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 235
EDUCAÇÃO LITERÁRIA [26 pontos]
Lê o excerto e consulta a nota de vocabulário.
O Cavaleiro da Dinamarca
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30
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വ Quando Dante tinha nove anos de idade, viu um dia na rua uma rapariguinha, tão jovem como
ele, e que se chamava Beatriz. Beatriz era a criança mais bela de Florença: os seus olhos eram verdes
e brilhantes, o seu pescoço alto e fino, os seus cabelos leves e loiros, trémulos sob a brisa. E caminhava
com ar tão puro, tão grave e tão honesto que lembrava as madonas1
que estão pintadas nas nossas
igrejas. Dante amou-a desde essa idade e desde esse primeiro encontro. Mas passados anos, em plena
juventude, Beatriz morreu. Esta morte foi o tormento de Dante. Então, para esquecer o seu desgosto,
começou uma vida de loucuras e erros. Até que um dia, numa Sexta-Feira Santa, a 8 de abril do ano
de 1300, se encontrou perdido no meio duma floresta escura e selvagem. Aí lhe apareceram um
leopardo, um leão e uma loba. Dante olhou então à roda de si e viu passar uma sombra. Ele chamou-a
em seu auxílio e a sombra disse-lhe:
“Sou a sombra de Virgílio, o poeta morto há mais de mil anos, e venho da parte de Beatriz para te
guiar até ao lugar onde ela te espera.”
Dante seguiu Virgílio. Primeiro passaram sob a porta do Inferno onde está escrito: “Vós que entrais
deixai toda a esperança”.
Depois atravessaram os nove círculos onde estão os condenados. Viram aqueles que estão
cobertos por chuvas de lama, viram os que são eternamente arrastados em tempestades de vento,
viram os que moram dentro do fogo e viram os traidores presos em lagos de gelo. Por toda a parte se
erguiam monstros e demónios, e Dante agarrava-se a Virgílio tremendo de terror. E por toda a parte
reinava a escuridão como numa mina. Pois era ali um reino subterrâneo, sem Sol, sem Lua e sem
estrelas, iluminado apenas pelas chamas infernais.
Depois de terem percorrido todos os abismos do Inferno voltaram à luz do Sol e chegaram ao
Purgatório, que é um monte no meio duma ilha subindo para o céu. Aí Dante e Virgílio viram as almas
que através de penitências e preces vão a caminho do Paraíso. Neste lugar já não se viam demónios,
mas em cada nova estrada surgiam anjos brilhantes como estrelas.
Até que chegaram ao Paraíso Terrestre, que fica no cimo do monte do Purgatório. Aí, entre relvas,
bosques, fontes e flores, Dante tornou a ver Beatriz. Trazia na cabeça um véu branco cingido de
oliveira: os seus ombros estavam cobertos por um manto verde e o seu vestido era da cor da chama
viva. Vinha num carro puxado por um estranho animal metade leão e metade pássaro.
വ ĂŶƚĞവĚŝƐƐĞĞůĂവ͕ŵĂŶĚĞŝ-te chamar para te curar dos teus erros e pecados. Já viste o que
sofrem as almas do Inferno e já viste as grandes penitências daqueles que estão no Purgatório. Agora
vou-te levar comigo ao Céu para que vejas a felicidade e a alegria dos bons e dos justos.
Guiado por Beatriz, o poeta atravessou os nove círculos do Céu. Caminharam entre estrelas e
planetas rodeados de anjos e cânticos. E viram as almas dos justos cheias de glória e de alegria.
Quando chegaram ao décimo Céu, Beatriz despediu-se do seu amigo e disse-lhe:
വ Volta à terra e escreve num livro todas estas coisas que viste. Assim ensinarás os homens a
detestarem o mal e a desejarem o bem.
Sophia de Mello Breyner Andresen, O Cavaleiro da Dinamarca, Porto, Porto Editora, 2017, pp. 26-30.
VOCABULÁRIO:
1
madonas: representações da Virgem Maria.
Teste de Avaliação 2A
236 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
1. Explica, por palavras tuas, o que conduziu Dante a uma vida de loucura e de erros. (5 pontos)
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
2. Beatriz desempenha dois papéis em momentos diferentes: antes da morte e depois (6 pontos)
da morte. Indica-os e explica a sua relação com o tipo de vida levado por Dante.
Segue os passos para a tua resposta:
1 വŝŶĚŝĐĂŽƉĂƉĞůĚĞĞĂƚƌŝnjĂŶƚĞƐĚĂƐƵĂŵŽƌƚĞ͖
2 വ ŝŶĚŝĐĂŽƉĂƉĞůĚĞĞĂƚƌŝnjĚĞƉŽŝƐĚĂƐƵĂŵŽƌƚĞ͖
3 വ apresenta a relação que ambos os papéis têm com o tipo de vida levado por Dante.
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
3. Indica se as afirmações seguintes são verdadeiras ou falsas, de acordo com o texto. (3 pontos)
(A) O Inferno tem nove círculos.
(B) No Inferno existe a luz da Lua.
(C) O Purgatório corresponde ao Céu.
(D) No Purgatório não há monstros.
(E) O Paraíso situa-se num local elevado.
(F) O Céu é composto por dez círculos.
4. Associa as várias fases vividas por Dante, na coluna A, aos sentimentos que a (3 pontos)
personagem experimenta, na coluna B.
Coluna A Coluna B
A. Primeiro encontro com Beatriz
B. Morte de Beatriz
C. Descida aos Infernos
1. Desejo de vingança
2. Tristeza
3. Terror
4. Curiosidade
5. Amor
5. Assinala, com um X, a opção que completa corretamente a frase. (3 pontos)
O recurso expressivo presente em «lembrava as madonas que estão pintadas nas nossas igrejas»
(linhas 4-5) é uma
A. metáfora.
B. enumeração.
C. comparação.
D. personificação.
6. Apresenta os dois objetivos de Beatriz que a levaram a chamar Dante ao Paraíso. (6 pontos)
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________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
Teste de Avaliação 2A
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 237
GRAMÁTICA [20 pontos]
1. Associa a expressão sublinhada na coluna A à sua função sintática na coluna B. (4 pontos)
Coluna A Coluna B
A. Beatriz, jovem e bela, despertou a atenção de Dante.
B. Numa sexta-feira santa, Dante perdeu-se na floresta.
C. Anjos brilhantes surgiam no Purgatório.
D. Dante encontrou Beatriz no Paraíso.
1. Modificador do grupo verbal
2. Modificador do nome restritivo
3. Modificador do nome apositivo
2. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a afirmação
2.1. A única palavra formada por prefixação é (3 pontos)
(A) interessante.
(B) invejoso.
(C) incrédulo.
(D) início.
2.2. A única palavra que não é formada por composição é (3 pontos)
(A) extraterrestre.
(B) subterrâneo.
(C) sexta-feira.
(D) amor-perfeito.
3. Identifica as preposições simples e/ou contraídas e locuções prepositivas presentes no (10 pontos)
excerto que se segue.
Dante seguiu Virgílio para se encontrar com Beatriz. Caminharam em direção ao Inferno. No
Purgatório viram as almas penitentes. Foram, então, ao encontro de Beatriz.
Preposições Locuções prepositivas
Teste de Avaliação 2A
238 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
ESCRITA (30 pontos)
Redige a biografia de Dante com base nas informações constantes do quadro abaixo.
Apresenta um texto de 120 a 180 palavras.
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FIM
x Maio de 1265 വ Nasce em Florença, Itália.
x 1274 വ Conhece Beatriz. Apaixona-se por Beatriz e ela passa a ser a sua musa inspiradora.
x 1277 വ Casa com Gemma Donati, por ordem da família.
x 1281 വ Reencontra Beatriz. Escreve-lhe os primeiros poemas de amor.
x 1290 വ Beatriz morre. Contudo, continua a inspirar a poesia de Dante.
x 1302 വ Expulso de Florença por razões políticas, vive entre Verona, Bolonha e Ravena.
x Setembro de 1321 – Morre em Ravena, Itália.
Teste de Avaliação 2 – Matriz (versão B)
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 239
.ͻ VERSÃO B ͻ.
Escola
Matriz do teste n.
o
2 (versão B) – Português 7.
o
ano
Data do teste Turma Duração do teste
Unidade Unidade 2 – Texto narrativo – O Cavaleiro da Dinamarca
Domínios Conteúdos Estrutura / tipologia de questões Cotação
Oralidade
Texto de informação / divulgação Itens de seleção
- escolha múltipla 12
Leitura
Biografia
- sentido global
- assunto
- dados biográficos
Itens de seleção
- escolha múltipla
12
Educação
Literária
O Cavaleiro da Dinamarca
- ideias principais
- caracterização de personagens
- identificação de factos
- identificação de recursos
expressivos
- interpretação
Itens de seleção
- verdadeiro ou falso
Itens de construção
- resposta curta
Itens de associação
26
Gramática
Funções sintáticas:
ԟ ŵŽĚŝĨŝĐĂĚŽƌĚŽŐƌƵƉŽǀĞƌďĂů͖
ԟ modificador do nome (apositivo
e restritivo)
Formação de palavras
Classes de palavras
- preposição e locução prepositiva
Itens de associação
Itens de seleção
- escolha múltipla
Itens de construção
- resposta curta
20
Escrita
Biografia
- respeito pelo tema e pelas marcas
do género
- construção de parágrafos
- estrutura do texto
Texto longo
30
O Professor ___________________________________________ Data _____________
Teste de Avaliação 2B
240 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
.ͻ VERSÃO B ͻ.
ORALIDADE – COMPREENSÃO [12 pontos]
Para responderes aos itens que se seguem, vais ouvir a apresentação do livro Viagens, de Marco
Polo.
Áudio: “Viagens”, de Marco Polo, TSF
Antes de iniciares a audição, lê as questões. Em seguida, ouve, atentamente, duas vezes, e responde
ao que é pedido.
1. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a frase, de acordo com
o sentido do texto.
1.1. O livro de viagens de Marco Polo é muito importante porque (3 pontos)
(A) contou como era viajar por mar da Europa para Oriente.
(B) foi o primeiro a dar a conhecer um pouco da China na Europa.
(C) mostrou à China e ao Oriente como era a vida na Europa.
1.2. O livro de viagens foi escrito por (3 pontos)
(A) Marco Polo, que era um comerciante de Veneza.
(B) várias pessoas, entre as quais Marco Polo.
(C) um companheiro de prisão de Marco Polo.
1.3. O livro conta histórias recolhidas (3 pontos)
(A) ao longo de vinte e quatro anos de viagens.
(B) a partir do relato de um imperador amigo de Marco Polo.
(C) com base em relatos de habitantes de várias partes do Oriente.
1.4. Um dos costumes relatados no livro (3 pontos)
(A) é o casamento de filhos falecidos, entre os Tártaros.
(B) corresponde às festas dedicadas ao outro mundo pelos Tártaros.
(C) é o casamento de um filho falecido com uma jovem de uma família próxima.
2B Unidade 2 – Texto narrativo – O Cavaleiro da Dinamarca Avaliação: _______________
Teste de Avaliação 2B
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 241
LEITURA [12 pontos]
Observa a publicidade e responde às questões.
Figuras célebres
PEQUENOS (GRANDES) GÉNIOS INSPIRADORES
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5
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10
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LOUIS BRAILLE (1809-1852)
Louis Braille tinha apenas três anos
quando um acidente o fez perder a visão.
Aos 12 anos, enquanto estudava no Royal
Institute for Blind Youth, começou a
trabalhar num sistema de leitura baseado
em relevo, que facilitaria a leitura do
alfabeto por pessoas cegas.
Assim, aos 15 anos apresentou o
Braille, uma linguagem de leitura e escrita
que se mantém praticamente inalterada
há 200 anos e que já mudou a vida de
milhões de invisuais.
RYAN HRELJAC (1991- )
Ryan Hreljac tinha
apenas seis anos
quando descobriu
que muitas crianças
no continente africano
não tinham acesso a água
potável. Em 1998, com a ajuda de
familiares e amigos, conseguiu juntar
parte do dinheiro necessário para
construir um poço que foi aberto em 1999
numa escola no Uganda. No mesmo ano,
foi criada a Ryan’s Well Foundation, que
trabalha pelo acesso a água potável no
mundo. Até hoje, foram construídos mais
de 800 projetos e quase 800 mil pessoas
foram beneficiadas pela fundação.
WILLIAM KAMKWAMBA (1987- )
Entre 2000 e 2002, Malawi (país africano)
passava por uma grande seca. Foi então que
William Kamkwamba, um rapaz de 14 anos,
construiu um moinho com um sistema de
captação de energia eólica com lixo e dois
livros de física. Depois de ser obrigado a sair
da escola pela pobreza que os seus pais
estavam a passar como agricultores, William
continuou a visitar a biblioteca na qual
encontrou dois livros que mudaram a sua
vida. Com o objetivo de replicar o que tinha
visto, com alguns destroços de lixo conseguiu
irrigar a plantação do pai, aumentar a colheita
e mudar a sua vida e a da população.
MALALA YOUSAFZAI (1997- )
Em 2007, a cidade de Mingora, no
Paquistão, foi ocupada pelos radicais talibãs
e, a partir daí, as raparigas deixaram de poder
ir à escola e de participar em atividades
culturais. Revoltada com a situação, Malala
Yousafzai, com apenas 11 anos, denunciou
os abusos praticados pelos talibãs contra
raparigas e mulheres. Aos poucos, a sua voz
começou a ser ouvida no mundo e, por isso,
aos 15 anos, foi baleada na cabeça, mas
conseguiu sobreviver. Transferida para o
Reino Unido, a voz de Malala ganhou ainda
mais força e tornou-se a porta-voz pela
educação de raparigas e mulheres pelo
mundo com a icónica frase “Uma criança,
um professor, um livro e uma caneta podem
mudar o mundo.”
-
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35
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Expressinho, separata do jornal Expresso, edição de 1 de junho de 2020.
Teste de Avaliação 2B
242 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
1. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a frase, de acordo com
o sentido do texto.
1.1. O sistema de leitura Braille foi (3 pontos)
(A) desenvolvido por Louis aos três anos.
(B) desenvolvido por Louis após ter ficado cego.
(C) uma forma de Louis esquecer o acidente.
1.2. Hreljac dedica-se a (3 pontos)
(A) ajudar crianças no Uganda.
(B) fornecer água potável por todo o planeta.
(C) construir poços no Uganda.
1.3. O sistema de Kamkwamba foi construído a partir (3 pontos)
(A) do que lhe ensinaram os pais agricultores.
(B) das tradições do Malawi.
(C) das leituras feitas na biblioteca.
1.4. As denúncias de Malala no Paquistão (3 pontos)
(A) relacionam-se com os abusos sofridos pelo género feminino.
(B) procuravam uma forma de acabar com o regime talibã.
(C) pretendiam juntar dinheiro para ajudar raparigas.
Teste de Avaliação 2B
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 243
EDUCAÇÃO LITERÁRIA [26 pontos]
Lê o excerto e consulta as notas de vocabulário.
O Cavaleiro da Dinamarca
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5
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വ Quando Dante tinha nove anos de idade, viu um dia na rua uma rapariguinha, tão jovem como
ele, e que se chamava Beatriz. Beatriz era a criança mais bela de Florença: os seus olhos eram verdes
e brilhantes, o seu pescoço alto e fino, os seus cabelos leves e loiros, trémulos sob a brisa. E caminhava
com ar tão puro, tão grave e tão honesto que lembrava as madonas1
que estão pintadas nas nossas
igrejas. Dante amou-a desde essa idade e desde esse primeiro encontro. Mas passados anos, em plena
juventude, Beatriz morreu. Esta morte foi o tormento de Dante. Então, para esquecer o seu desgosto,
começou uma vida de loucuras e erros. Até que um dia, numa Sexta-Feira Santa, a 8 de abril do ano
de 1300, se encontrou perdido no meio duma floresta escura e selvagem. Aí lhe apareceram um
leopardo, um leão e uma loba. Dante olhou então à roda de si e viu passar uma sombra. Ele chamou-a
em seu auxílio e a sombra disse-lhe:
വ “Sou a sombra de Virgílio, o poeta morto há mais de mil anos, e venho da parte de Beatriz para
te guiar até ao lugar onde ela te espera.”
Dante seguiu Virgílio. Primeiro passaram sob a porta do Inferno onde está escrito: “Vós que entrais
deixai toda a esperança”.
Depois atravessaram os nove círculos onde estão os condenados. Viram aqueles que estão
cobertos por chuvas de lama, viram os que são eternamente arrastados em tempestades de vento,
viram os que moram dentro do fogo e viram os traidores presos em lagos de gelo. Por toda a parte se
erguiam monstros e demónios, e Dante agarrava-se a Virgílio tremendo de terror. E por toda a parte
reinava a escuridão como numa mina. Pois era ali um reino subterrâneo, sem Sol, sem Lua e sem
estrelas, iluminado apenas pelas chamas infernais.
Depois de terem percorrido todos os abismos do Inferno voltaram à luz do Sol e chegaram ao
Purgatório, que é um monte no meio duma ilha subindo para o céu. Aí Dante e Virgílio viram as almas
que através de penitências e preces vão a caminho do Paraíso. Neste lugar já não se viam demónios,
mas em cada nova estrada surgiam anjos brilhantes como estrelas.
Até que chegaram ao Paraíso Terrestre, que fica no cimo do monte do Purgatório. Aí, entre relvas,
bosques, fontes e flores, Dante tornou a ver Beatriz. Trazia na cabeça um véu branco cingido de
oliveira: os seus ombros estavam cobertos por um manto verde e o seu vestido era da cor da chama
viva. Vinha num carro puxado por um estranho animal metade leão e metade pássaro.
വ ĂŶƚĞവĚŝƐƐĞĞůĂവ͕ŵĂŶĚĞŝ-te chamar para te curar dos teus erros e pecados. Já viste o que
sofrem as almas do Inferno e já viste as grandes penitências daqueles que estão no Purgatório. Agora
vou-te levar comigo ao Céu para que vejas a felicidade e a alegria dos bons e dos justos.
Guiado por Beatriz, o poeta atravessou os nove círculos do Céu. Caminharam entre estrelas e
planetas rodeados de anjos e cânticos. E viram as almas dos justos cheias de glória e de alegria.
Quando chegaram ao décimo Céu, Beatriz despediu-se do seu amigo e disse-lhe:
വ Volta à terra e escreve num livro todas estas coisas que viste. Assim ensinarás os homens a
detestarem o mal e a desejarem o bem.
Sophia de Mello Breyner Andresen, O Cavaleiro da Dinamarca, Porto, Porto Editora, 2017, pp. 26-30.
VOCABULÁRIO:
1
madonas: representações da Virgem Maria.
Teste de Avaliação 2B
244 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
1. Transcreve, entre as linhas 1 e 5, as expressões usadas para caracterizar Beatriz. (5 pontos)
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
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2. Indica o acontecimento que alterou para sempre a vida de Dante. (6 pontos)
________________________________________________________________________________________________
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3. Indica se as afirmações seguintes são verdadeiras ou falsas, de acordo com o texto. (6 pontos)
(A) O Inferno tem nove círculos.
(B) No Inferno existe a luz da Lua.
(C) O Purgatório corresponde ao Céu.
(D) No Purgatório não há monstros.
(E) O Paraíso situa-se num local elevado.
(F) O Céu é composto por dez círculos.
4. Associa as várias fases vividas por Dante, na coluna A, aos sentimentos que a (3 pontos)
personagem experimenta, na coluna B.
Coluna A Coluna B
A. Primeiro encontro com Beatriz
B. Morte de Beatriz
C. Descida aos Infernos
1. Tristeza
2. Terror
3. Amor
5. Apresenta o pedido que Beatriz fez a Dante, depois de lhe mostrar o Paraíso. (6 pontos)
________________________________________________________________________________________________
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________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
Teste de Avaliação 2B
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 245
GRAMÁTICA [20 pontos]
1. Associa a expressão sublinhada na coluna A à sua função sintática na coluna B. (4 pontos)
Coluna A Coluna B
A. Beatriz, jovem e bela, despertou a atenção de Dante.
B. Numa sexta-feira santa, Dante perdeu-se na floresta.
C. Anjos brilhantes surgiam no Purgatório.
D. Dante encontrou Beatriz no Paraíso.
1. Modificador do grupo verbal
(associado ao verbo)
2. Modificador do nome restritivo
(associado ao nome, sem vírgulas)
3. Modificador do nome apositivo
(associado ao nome, com vírgulas)
2. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a afirmação.
2.1. A única palavra formada por prefixação (ex.: impossível = in (prefixo) + possível) é (3 pontos)
(A) interessante.
(B) invejoso.
(C) incrédulo.
(D) início.
2.2. A única palavra que não é formada por composição (composta por 2 ou mais (3 pontos)
palavras ou por radicais) é
(A) extraterrestre.
(B) subterrâneo.
(C) sexta-feira.
(D) amor-perfeito.
3. Identifica as preposições simples e/ou contraídas e locuções prepositivas presentes no (10 pontos)
excerto que se segue.
Dante seguiu Virgílio para se encontrar com Beatriz. Caminharam em direção ao Inferno. No
Purgatório viram as almas penitentes. Foram, então, ao encontro de Beatriz.
Preposições Locuções prepositivas
Teste de Avaliação 2B
246 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
ESCRITA [30 pontos]
Redige a biografia de Dantes com base nas informações constantes do quadro abaixo.
Apresenta um texto de 120 a 180 palavras.
Dante nasceu em _________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
Reencontrou Beatriz em ___________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
Em 1302, foi expulso ______________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
FIM
x Maio de 1265 വ Nasce em Florença, Itália.
x 1274 വ Conhece Beatriz. Apaixona-se por Beatriz e ela passa a ser a sua musa inspiradora.
x 1277 വ Casa com Gemma Donati, por ordem da família.
x 1281 വ Reencontra Beatriz. Escreve-lhe os primeiros poemas de amor.
x 1290 വ Beatriz morre. Contudo, continua a inspirar a poesia de Dante.
x 1302 വ Expulso de Florença por razões políticas, vive entre Verona, Bolonha e Ravena.
x Setembro de 1321 – Morre em Ravena, Itália.
Teste de Avaliação 2
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 247
Soluções - Teste de Avaliação 2
ͻ VERSÃO A ͻ
ORALIDADE – COMPREENSÃO
1.1 (B)
1.2 (C)
1.3 (A)
1.4 (A)
LEITURA
1.1 (B)
1.2 (B)
1.3 (D)
1.4 (A)
EDUCAÇÃO – LITERÁRIA
1. Dante optou por este tipo de vida como tentativa de
esquecer a dor provocada pela morte de Beatriz, que
ele amava muito.
2. Antes da sua morte, Beatriz é a menina/jovem por
quem Dante se apaixona. Depois da sua morte, Beatriz
é a conselheira e orientadora de Dante.
Num primeiro momento, ela é a responsável pela vida
de perdição de Dante. Num segundo momento, ela vai
salvá-lo da vida de erros que leva.
3. a. s͖b. ͖c. ͖d. s͖e. s͖f. V
4. A – ϱ͖– Ϯ͖– 3
5. (C)
6. Por um lado, Beatriz queria ajudar Dante a abandonar
a vida de perdição que ele levava. Por outro, ela queria
dar-lhe a missão de levar os homens a não quererem o
mal e a procurarem o bem.
GRAMÁTICA
1. A – ϯ͖– ϭ͖– Ϯ͖– 1
2.1 (C)
2.2 (B)
3. Preposições simples/contraídas: para, com, no.
Locuções prepositivas͗ Ğŵ ĚŝƌĞĕĆŽ ĂŽ͖ ĂŽ encontro
de.
ESCRITA
Dante nasceu em Florença, em maio de 1265. Com
apenas 9 anos, conheceu, em 1274, Beatriz, a sua musa
inspiradora. Ela foi a paixão da sua vida. Porém, em 1277,
foi obrigado pela família a casar-se com Gemma Donati.
Reencontrou Beatriz, com 16 anos, em 1281, e dedicou-
lhe os seus primeiros poemas de amor. Beatriz morreu
em 1290, ainda muito jovem, mas continuou a ser a musa
de Dante. Em 1302, foi expulso da sua cidade natal por
razões políticas e viveu até à morte entre as cidades de
Verona, Bolonha e Ravena. Foi nesta última cidade que
faleceu em setembro de 1321.
(103 palavras)
ͻ VERSÃO B ͻ
ORALIDADE – COMPREENSÃO
1.1 (B)
1.2 (C)
1.3 (A)
1.4 (A)
LEITURA
1.1 (B)
1.2 (B)
1.3 (C)
1.4 (A)
EDUCAÇÃO – LITERÁRIA
1. As expressões usadas são as seguintes: “a criança
mais bela de Florença” ;ů͘ ϮͿ͖ “os seus olhos eram
verdes e brilhantes” (ll. 2-ϯͿ͖ “o seu pescoço alto e
fino” ;ů͘ϯͿ͖“os seus cabelos leves e loiros, trémulos”
(l. 3) e “ar tão puro, tão grave e tão honesto” (l. 4).
2. O acontecimento que alterou a vida de Dante foi a
morte de Beatriz.
3. a. s͖b. ͖c. ͖d. s͖e. s͖f. V
4. A – ϯ͖– ϭ͖– 2
5. Beatriz pediu a Dante que escrevesse um livro sobre o
que tinha visto para que os homens começassem a
detestar as coisas más e apenas se dedicassem a fazer
o bem.
GRAMÁTICA
1. A – ϯ͖– ϭ͖– Ϯ͖– 1
2.1 (C)
2.2 (B)
3. Preposições simples/contraídas: para, com, no.
Locuções prepositivas: em direção ao, ao encontro
de.
ESCRITA
Dante nasceu em Florença, em maio de 1265. Com
apenas 9 anos, conheceu, em 1274, Beatriz, a sua musa
inspiradora. Ela foi a paixão da sua vida. Porém, em 1277,
foi obrigado pela família a casar-se com Gemma Donati.
Reencontrou Beatriz, com 16 anos, em 1281, e dedicou-
lhe os seus primeiros poemas de amor. Beatriz morreu
em 1290, ainda muito jovem, mas continuou a ser a musa
de Dante. Em 1302, foi expulso da sua cidade natal por
razões políticas e viveu até à morte entre as cidades de
Verona, Bolonha e Ravena. Foi nesta última cidade que
faleceu em setembro de 1321.
(103 palavras)
248
Teste de Avaliação 2 – Grelhas
T
ESTE
2
Versão
A
Oralidade
Leitura
Educação
Literária
Gramática
Escrita
Total
Questão/Cotação
1.1
1.2
1.3
1.4
Subtotal
1.1
1.2
1.3
1.4
Subtotal
1
2
3
4
5
6
Subtotal
1
2.1
2.2
3
Subtotal
Alunos
3
3
3
3
12
3
3
3
3
12
5
6
3
3
3
6
26
4
3
3
10
20
30
100
249
Teste de Avaliação 2 – Grelhas
T
ESTE
2
Versão
B
Oralidade
Leitura
Educação
Literária
Gramática
Escrita
Total
Questão/Cotação
1.1
1.2
1.3
1.4
Subtotal
1.1
1.2
1.3
1.4
Subtotal
1
2
3
4
5
Subtotal
1
2.1
2.2
3
Subtotal
Alunos
3
3
3
3
12
3
3
3
3
12
5
6
6
3
6
26
4
3
3
10
20
30
100
Teste de Avaliação 3 – Matriz (versão A)
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 251
.ͻ VERSÃO A ͻ.
Escola
Matriz do teste n.
o
3 (versão A) – Português 7.
o
ano
Data do teste Turma Duração do teste
Unidade Unidade 2 – Texto narrativo – “Avó e neto contra vento e areia”
Domínios Conteúdos Estrutura / tipologia de questões Cotação
Oralidade
Texto de informação / divulgação Itens de seleção
- ordenação
- escolha múltipla
12
Leitura
Texto expositivo
- sentido global
- assunto
- tópicos
Itens de seleção
- escolha múltipla
- identificação 12
Educação
Literária
“Avó e neto contra vento e areia”
- ideias principais
- caracterização de personagens
- identificação de factos
- identificação de recursos
expressivos
- interpretação
- opinião pessoal
Itens de seleção
- escolha múltipla
- identificação
Itens de construção
- resposta curta
Itens de associação
26
Gramática
Frase complexa
- coordenação
- subordinação adverbial
- subordinação completiva
Tempos e modos verbais
Funções sintáticas
Itens de seleção
- escolha múltipla
- associação
Itens de construção
- resposta curta
20
Escrita
Texto de opinião
- respeito pelo tema e pelas marcas
do género
- construção de parágrafos
- estrutura do texto
Texto longo
30
O Professor ___________________________________________ Data _____________
Teste de Avaliação 3A
252 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
.ͻ VERSÃO A ͻ.
ORALIDADE – COMPREENSÃO [12 pontos]
Para responderes aos itens que se seguem, vais visionar uma reportagem sobre avós e netos.
Link: Avós cada vez mais presentes na rotina dos netos, SIC Notícias
Antes de iniciares o visionamento, lê as questões. Em seguida, visiona a reportagem, atentamente,
duas vezes, e responde ao que é pedido.
1. Numera os tópicos de 1 a 4, de acordo com a ordem pela qual os temas vão sendo (3 pontos)
abordados na reportagem.
(A) Os pais reconhecem a importância dos avós.
(B) Muitos avós vão buscar os netos à escola.
(C) Os avós são um importante apoio na educação dos netos.
(D) Os avós ajudam economicamente os filhos.
2. Seleciona, com um X, para cada afirmação, a opção que a completa corretamente (2.1 a 2.3).
2.1. De acordo com um estudo realizado, (3 pontos)
(A) metade dos avós fica com os netos depois das aulas.
(B) a maioria dos avós fica com os netos depois das aulas.
(C) uma minoria dos avós fica com os netos depois das aulas.
2.2. Os avós ficam com os netos porque (3 pontos)
(A) os pais preferem que sejam os avós a fazer esta tarefa.
(B) os pais trabalham também ao fim de semana.
(C) os pais trabalham e precisam de tempo para eles.
2.3. Muitos avós ajudam nas despesas dos netos porque (3 pontos)
(A) é uma forma de apoiar os filhos.
(B) os filhos estão desempregados.
(C) gostam de ajudar os netos.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
3A Unidade – Texto narrativo Avaliação: _______________
Teste de Avaliação 3A
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 253
LEITURA [12 pontos]
Lê o texto e, se necessário, consulta as notas de vocabulário.
_____________________________
-
-
-
-
5
-
-
-
-
10
-
-
-
-
15
-
-
-
-
20
-
-
-
-
25
-
-
-
-
30
-
-
-
-
35
-
-
Na estrutura da família e da
educação dos mais novos, os avós
desempenham um papel essencial.
Quem melhor do que os netos para
falar disso? Hoje falamos sobre os avós,
a partir do testemunho vivido de nove
netos e netas, adolescentes e jovens
adultos.
A relação dos netos com os avós
marca para a vida, deixando nos seus
corações vivências duradouras que transportam consigo onde quer que vão: “Sei que os levo no
coração para todo o lado” (Alice).
Os avós ensinam, transmitem valores, crenças, tradições e rituais através de comportamentos e
palavras que revelam uma sabedoria feita de experiência e que surpreende os netos, influenciando a
construção da sua personalidade: “Os meus avós mostraram-me a pessoa que quero ser quando
chegar à idade deles, são pessoas que levam a sua vida a pensar em como ajudar a sua família e as
pessoas que os rodeiam” (Teresa).
Os avós servem de referência, de modelos para as vidas dos netos que, muitas vezes, tentam
imitar: “Acho que não há mais nada que possa dizer para mostrar o meu amor por eles, sem ser que
espero um dia conseguir ter as qualidades deles e ser tão boa avó para meus netos como eles foram
para mim” (Alice).
O futuro da família também é feito da transmissão de histórias de vida passada de avós para netos:
“Sempre que a visito, falamos sobre a interessantíssima vida dela” (João). Os avós contam histórias
de acontecimentos vividos, memórias instigantes1
: “A minha avó é mesmo incrível. Estou pelo menos
uma vez por semana com ela e é muito inspiradora pelas suas histórias” (Leonardo).
Os avós são educadores por prazer, numa presença mais serena, sempre saudosos de ver, de estar
e de ouvir os seus netos: “Com os meus avós, faço programas mais calmos; é bom passar tempo com
os meus avós porque consigo ver que têm sempre saudades minhas quando não estou” (Vasco). Os
avós têm muito para partilhar: “Todos os domingos há almoço em casa dos meus avós, com tanta
conversa para pôr em dia, ficamos sempre até à hora de jantar” (Catarina).
Os avós cuidam dos netos: “A minha avó nunca acha que comemos o suficiente, então, depois do
almoço, prepara sempre um lanche” (Catarina). Há entre os avós e os netos um amor incondicional
que se constrói no dia a dia: “O meu avô é como se fosse um segundo pai, leva-me a sítios, ensina-
-me coisas, é como se fosse um pai para mim” (Leonardo).
Os netos adoram os conselhos dos avós, porque sentem um ambiente de calma, compreensão e
tolerância: “Os avós são pessoas com mais experiência de vida. Por isso são os melhores a dar
conselhos” (Catarina).
Teste de Avaliação 3A
254 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
-
-
40
Os netos adoram a atenção e a paciência com que os avós tentam ir ao encontro dos seus gostos
e necessidades. Os avós não têm pressa, os avós têm tempo. Como companheiros de vida, os avós
têm prazer em criar e partilhar momentos lúdicos e de aventura com os netos: “Com a minha avó,
jogava jogos de tabuleiro, passeava por jardins e comia gelados. Também fazíamos bolos e bolachas”
(Inês). Ou: “ŵŝŶŚĂĂǀſĠŵĞƐŵŽĂǀſവĐŽŵƵŵĂŐĞŶŝĐĂĚĞƐĐŽŵƵŶĂů2
leva-nos para todo o lado,
cinema, museus” (Rita).
Eva-Delgado Martins, in P2, separata do jornal Público, 15 de março de 2020.
VOCABULÁRIO:
1
instigante: que aconselha.
2
descomunal: fora do comum, invulgar.
1. Seleciona, com um X, a opção que poderia servir de título para este texto porque sintetiza (3 pontos)
o assunto, não se focando só num aspeto.
(A) Avós: espaço de diversão dos netos
(B) Avós: uma marca na construção da personalidade
(C) Avós: uma vida a imitar
(D) Avós: as histórias que não se perdem
1.1. Explica a tua opção.
____________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
2. Para cada item, seleciona a opção que completa cada afirmação, de acordo com o texto.
2.1. Entre as qualidades dos avós, os netos destacam (3 pontos)
(A) a capacidade de criar aventuras arriscadas.
(B) a liberdade que concedem e a diversão constante.
(C) a transmissão de experiência de vida e o companheirismo.
(D) a serenidade e a capacidade de organizar programas ativos.
2.2. Os avós são bons conselheiros porque (3 pontos)
(A) gostam de fazer experiências com os netos.
(B) são compreensivos e calmos.
(C) já leram sobre muitos assuntos.
(D) viveram situações iguais às dos netos.
3. Retira do primeiro parágrafo os termos que correspondem ao sentido das seguintes (3 pontos)
palavras.
a) relato:________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
b) organização:_________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
Teste de Avaliação 3A
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 255
EDUCAÇÃO LITERÁRIA [26 pontos]
Lê o excerto de “Avó e neto contra vento e areia”, de Teolinda Gersão.
Avó e neto
-
-
-
-
5
-
-
-
-
10
-
-
-
-
15
-
-
-
-
20
-
-
-
-
25
-
-
-
-
30
-
-
A avó tinha medo de muitas coisas: dos paus que podiam furar os olhos, das agulhas e alfinetes
que se podiam engolir se se metessem na boca, das janelas abertas, de onde se podia cair, do mar
onde as pessoas se podiam afogar. A avó via todos esses perigos e avisava. Ele ouvia, mas não ligava
muito. Só o suficiente.
Não tinha medo de nada, mas, apesar disso, gostava de sentir o olhar da avó. De vez em quando
voltava a cabeça, para ver se ela lá estava sentada, a olhar para ele. Depois esquecia-se dela e voltava
a ser o rei do mundo.
Por isso se sentiam tão bem um com o outro.
Quando saía com o neto, a avó tinha a sensação de entrar para dentro de fotografias, tiradas nos
mesmos lugares, muitos anos antes. Era uma sensação de deslumbramento e de absoluta segurança,
porque as coisas boas já vividas ninguém as podia mudar: eram instantes absolutos, que durariam
para sempre.
Outras vezes a avó pensava que a vida era como uma lição já tão sabida, tão aprendida de cor e
salteada, que ela se sentia verdadeiramente mestra. Mestra em quê? Ora, em tudo e em nada:
nascimento, morte, amor, filhos, netos, tudo, enfim. A avó tinha a sensação de entender o mundo.
Embora lhe parecesse que o via agora desfocado. Sobretudo ao longe. Ah, meu Deus, tinha-se
esquecido dos óculos, em cima do rochedo. Tinham de lá voltar, e depressa, a avó sem os óculos não
via nada. Mas quando chegaram ao local, não estavam lá. A avó não entendia como isso pudera
acontecer. Não teria sido naquele rochedo? Teria a maré subido e uma onda os arrastara? Passara
alguém que os levasse? Mas a ninguém aproveitavam, e provavelmente nem tinha passado ninguém,
a praia estava quase deserta, porque ainda não era verão. Ora, não era grave, pensou a avó, quando
se cansou de procurar. Arranjaria outros óculos.
Caminhou com o neto à beira das ondas, e depois subiram para as dunas à procura de camarinhas
que a avó não via, mas o neto apanhava logo. Passou muito tempo e nem deram conta de se terem
afastado. O neto cada vez mais feliz, com o balde onde pusera os búzios acabado de encher com
camarinhas. Apesar da falta dos óculos, pensou a avó, não deixava de ser, como das outras vezes, uma
manhã perfeita.
Até se levantar o vento.
Na verdade não se percebeu por que razão o céu se toldou e se levantou cada vez mais vento.
Deixou de se ver o azul, debaixo de nuvens carregadas, e a areia começou a zunir em volta. O vento
levantava a areia, cada vez mais alto, a areia batia na cara e era preciso semicerrar as pálpebras para
não a deixar entrar nos olhos.
– Que coisa, disse a avó.
Teolinda Gersão, “Avó e neto contra vento e areia”, in A mulher que prendeu a chuva e outras histórias,
Lisboa, Sextante Editora, 2013, pp. 77-84.
Teste de Avaliação 3A
256 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
1. Para cada item (1.1 e 1.2), seleciona, com um X, a opção que completa cada afirmação, de acordo
com o texto.
1.1. Os medos da avó estavam relacionados com (3 pontos)
(A) pequenos acidentes que poderiam provocar pequenos males.
(B) acidentes que poderiam ter consequências muito graves.
(C) grandes acidentes que teriam consequências ligeiras.
(D) acidentes que o neto tivera e que se poderiam repetir.
1.2. Perante os medos da avó, o neto (3 pontos)
(A) gostava que ela se preocupasse, mas era aventureiro.
(B) recusava a proteção da avó e fazia o que lhe apetecia.
(C) parecia ignorar os avisos dela, mas era muito cuidadoso.
(D) sentia-se protegido e só fazia o que ela permitia.
2. Transcreve do texto a frase que corresponde ao sentido da afirmação: (3 pontos)
A experiência dava-lhe um saber profundo sobre a vida.
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
3. Consideras que o facto de a avó ter perdido os óculos mostrou que ela era irresponsável? (6 pontos)
Justifica a tua resposta.
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
4. Explica por que razão o vento estragou uma manhã perfeita. (6 pontos)
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
5. Indica o recurso expressivo presente em cada expressão. (5 pontos)
a. “rei do mundo” (linha 7)
_____________________________________________________________________________________________
b. “nascimento, morte, amor, filhos, netos, tudo” (linha 15)
_____________________________________________________________________________________________
Teste de Avaliação 3A
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 257
GRAMÁTICA [20 pontos]
1. Assinala, com um X, as frases que incluem uma oração coordenada. (3 pontos)
(A) A avó perdeu os óculos, mas não a calma.
(B) O neto e a avó nadaram e passearam nas dunas.
(C) A avó recordava ora os filhos ora outras situações da vida.
(D) Poderiam ficar quietos ou poderiam avançar contra o vento.
(E) O vento levantou-se, logo a manhã já não seria perfeita.
2. Transcreve da frase seguinte apenas a oração subordinada substantiva completiva: (3 pontos)
O mar estava calmo e as ondas eram baixas, pelo que a avó pensou que era seguro.
________________________________________________________________________________________________
3. Assinala, para cada afirmação (3.1 e 3.2), a opção correta.
3.1. Assinala, com um X, a frase que inclui uma oração subordinada adverbial causal. (3 pontos)
(A) Caso chovesse, ficariam encharcados.
(B) Dado que não tinha óculos, a avó não via as camarinhas.
(C) Quando chegassem a casa, a avó arranjaria outros óculos.
(D) A avó precisava dos óculos para ver o caminho.
3.2. Assinala, com um X, a frase que inclui uma oração subordinada adverbial condicional. (3 pontos)
(A) A avó questionava-se sobre se teria outros óculos.
(B) A avó não se sentou na rocha sem ter os devidos cuidados.
(C) A avó queria saber se o neto estava bem.
(D) Se a avó não tivesse perdido os óculos, estaria mais descansada.
4. Completa as frases com as formas do verbo querer nos tempos e modos indicados entre (4 pontos)
parênteses.
a. Talvez a avó ______________ (presente do conjuntivo) ficar sentada.
b. Se a avó _______________ (pretérito imperfeito do conjuntivo) correr, não conseguiria.
c. Eles _______________ (pretérito imperfeito do indicativo) apanhar camarinhas.
d. Eu ______________ (pretérito perfeito simples do indicativo) ler este livro hoje.
5. Faz corresponder os constituintes sublinhados nas frases da coluna A à sua função (4 pontos)
sintática na coluna B.
Coluna A Coluna B
A. Ela não ligava muito.
B. O neto olhou para a avó.
C. Teria a maré subido?
D. Não era grave.
1. Sujeito
2. Complemento direto
3. Complemento indireto
4. Complemento oblíquo
5. Predicativo do sujeito
6. Modificador do grupo verbal
Teste de Avaliação 3A
258 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
ESCRITA [30 pontos]
Os avós desempenham um papel importante na educação e no crescimento dos netos.
Apresenta a tua opinião sobre este assunto.
Redige um texto, de 120 a 180 palavras, de acordo com a estrutura que se segue:
ԟ Introdução: refere se concordas ou não com esta afirmação;
ԟ Desenvolvimento: apresenta duas razões que justifiquem a tua posição;
ԟ Conclusão: faz uma síntese do que ficou exposto.
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
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___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
FIM
Teste de Avaliação 3 – Matriz (versão B)
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 259
.ͻ VERSÃO B ͻ.
Escola
Matriz do teste n.
o
3 (versão B) – Português 7.
o
ano
Data do teste Turma Duração do teste
Unidade Unidade 2 – Texto narrativo – “Avó e neto contra vento e areia”
Domínios Conteúdos Estrutura / tipologia de questões Cotação
Oralidade
Texto de informação / divulgação Itens de seleção
- ordenação
- escolha múltipla
12
Leitura
Texto expositivo
- sentido global
- assunto
- tópicos
Itens de seleção
- escolha múltipla
- identificação 12
Educação
Literária
“Avó e neto contra vento e areia”
- ideias principais
- caracterização de personagens
- identificação de factos
- identificação de recursos
expressivos
- interpretação
- opinião pessoal
Itens de seleção
- escolha múltipla
- identificação
Itens de construção
- resposta curta
26
Gramática
Frase complexa
- coordenação
- subordinação adverbial
- subordinação completiva
Tempos e modos verbais
Itens de seleção
- escolha múltipla
- associação
Itens de construção
- resposta curta
20
Escrita
Texto de opinião
- respeito pelo tema e pelas marcas
do género
- construção de parágrafos
- estrutura do texto
Texto longo
30
O Professor ___________________________________________ Data _____________
Teste de Avaliação 3B
260 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
.ͻ VERSÃO B ͻ.
ORALIDADE – COMPREENSÃO [12 pontos]
Para responderes aos itens que se seguem, vais visionar uma reportagem sobre avós e netos.
Link: Avós cada vez mais presentes na rotina dos netos,
SIC Notícias
Antes de iniciares o visionamento, lê as questões. Em seguida, visiona, atentamente, duas vezes, a
reportagem e responde ao que é pedido.
1. Numera os tópicos de 1 a 4, de acordo com a ordem pela qual os temas vão sendo (3 pontos)
abordados na reportagem. O primeiro tópico já está indicado.
(A) Os pais reconhecem a importância dos avós.
(B) Muitos avós vão buscar os netos à escola.
(C) Os avós são um importante apoio na educação dos netos.
(D) Os avós ajudam economicamente os filhos.
2. Seleciona, com um X, para cada afirmação, a opção que a completa corretamente (2.1 a 2.3).
2.1. De acordo com um estudo realizado, (3 pontos)
(A) metade dos avós fica com os netos depois das aulas.
(B) a maioria dos avós fica com os netos depois das aulas.
(C) uma minoria dos avós fica com os netos depois das aulas.
2.2. Os avós ficam com os netos porque (3 pontos)
(A) os pais preferem que sejam os avós a fazer esta tarefa.
(B) os pais trabalham também ao fim de semana.
(C) os pais trabalham e precisam de tempo para eles.
2.3. Muitos avós ajudam nas despesas dos netos porque (3 pontos)
(A) é uma forma de apoiar os filhos.
(B) os filhos estão desempregados.
(C) gostam de ajudar os netos.
1
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
3B Unidade – Texto narrativo Avaliação: _______________
Teste de Avaliação 3B
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 261
LEITURA [12 pontos]
Lê o texto e, se necessário, consulta as notas de vocabulário.
_____________________________
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5
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10
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25
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30
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35
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-
Na estrutura da família e da
educação dos mais novos, os avós
desempenham um papel essencial.
Quem melhor do que os netos para
falar disso? Hoje falamos sobre os avós,
a partir do testemunho vivido de nove
netos e netas, adolescentes e jovens
adultos.
A relação dos netos com os avós
marca para a vida, deixando nos seus
corações vivências duradouras que transportam consigo onde quer que vão: “Sei que os levo no
coração para todo o lado” (Alice).
Os avós ensinam, transmitem valores, crenças, tradições e rituais através de comportamentos e
palavras que revelam uma sabedoria feita de experiência e que surpreende os netos, influenciando a
construção da sua personalidade: “Os meus avós mostraram-me a pessoa que quero ser quando
chegar à idade deles, são pessoas que levam a sua vida a pensar em como ajudar a sua família e as
pessoas que os rodeiam” (Teresa).
Os avós servem de referência, de modelos para as vidas dos netos que, muitas vezes, tentam
imitar: “Acho que não há mais nada que possa dizer para mostrar o meu amor por eles, sem ser que
espero um dia conseguir ter as qualidades deles e ser tão boa avó para meus netos como eles foram
para mim” (Alice).
O futuro da família também é feito da transmissão de histórias de vida passada de avós para netos:
“Sempre que a visito, falamos sobre a interessantíssima vida dela” (João). Os avós contam histórias
de acontecimentos vividos, memórias instigantes1
: “A minha avó é mesmo incrível. Estou pelo menos
uma vez por semana com ela e é muito inspiradora pelas suas histórias” (Leonardo).
Os avós são educadores por prazer, numa presença mais serena, sempre saudosos de ver, de estar
e de ouvir os seus netos: “Com os meus avós, faço programas mais calmos; é bom passar tempo com
os meus avós porque consigo ver que têm sempre saudades minhas quando não estou” (Vasco). Os
avós têm muito para partilhar: “Todos os domingos há almoço em casa dos meus avós, com tanta
conversa para pôr em dia, ficamos sempre até à hora de jantar” (Catarina).
Os avós cuidam dos netos: “A minha avó nunca acha que comemos o suficiente, então, depois do
almoço, prepara sempre um lanche” (Catarina). Há entre os avós e os netos um amor incondicional
que se constrói no dia a dia: “O meu avô é como se fosse um segundo pai, leva-me a sítios, ensina-
-me coisas, é como se fosse um pai para mim” (Leonardo).
Os netos adoram os conselhos dos avós, porque sentem um ambiente de calma, compreensão e
tolerância: “Os avós são pessoas com mais experiência de vida. Por isso são os melhores a dar
conselhos” (Catarina).
Teste de Avaliação 3B
262 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
-
-
40
Os netos adoram a atenção e a paciência com que os avós tentam ir ao encontro dos seus gostos
e necessidades. Os avós não têm pressa, os avós têm tempo. Como companheiros de vida, os avós
têm prazer em criar e partilhar momentos lúdicos e de aventura com os netos: “Com a minha avó,
jogava jogos de tabuleiro, passeava por jardins e comia gelados. Também fazíamos bolos e bolachas”
(Inês). Ou: “ŵŝŶŚĂĂǀſĠŵĞƐŵŽĂǀſവĐŽŵƵŵĂŐĞŶŝĐĂĚĞƐĐŽŵƵŶĂů2
leva-nos para todo o lado,
cinema, museus” (Rita).
Eva-Delgado Martins, in P2, separata do jornal Público, 15 de março de 2020.
VOCABULÁRIO:
1
instigante: que aconselha.
2
descomunal: fora do comum, invulgar.
1. Seleciona, com um X, a opção que poderia servir de título para este texto porque (3 pontos)
sintetiza o assunto, não se focando só num aspeto.
(A) Avós: espaço de diversão dos netos
(B) Avós: uma marca na construção da personalidade
(C) Avós: uma vida a imitar
2. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa cada afirmação, de acordo com o
texto.
2.1. Entre as qualidades dos avós, os netos destacam (3 pontos)
(A) a capacidade de criar aventuras arriscadas.
(B) a liberdade que concedem e a diversão constante.
(C) a transmissão de experiência de vida e o companheirismo.
2.2. Os avós são bons conselheiros porque (3 pontos)
(A) gostam de fazer experiências com os netos.
(B) são compreensivos e calmos.
(C) já leram sobre muitos assuntos.
3. Retira do primeiro parágrafo os termos que correspondem ao sentido das seguintes (3 pontos)
palavras.
a) relato:________________________________________________________________________
b) organização:_________________________________________________________________________________
Teste de Avaliação 3B
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 263
EDUCAÇÃO LITERÁRIA [26 pontos]
Lê o excerto de “Avó e neto contra vento e areia”, de Teolinda Gersão.
Avó e neto
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5
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10
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15
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30
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A avó tinha medo de muitas coisas: dos paus que podiam furar os olhos, das agulhas e alfinetes
que se podiam engolir se se metessem na boca, das janelas abertas, de onde se podia cair, do mar
onde as pessoas se podiam afogar. A avó via todos esses perigos e avisava. Ele ouvia, mas não ligava
muito. Só o suficiente.
Não tinha medo de nada, mas, apesar disso, gostava de sentir o olhar da avó. De vez em quando
voltava a cabeça, para ver se ela lá estava sentada, a olhar para ele. Depois esquecia-se dela e voltava
a ser o rei do mundo.
Por isso se sentiam tão bem um com o outro.
Quando saía com o neto, a avó tinha a sensação de entrar para dentro de fotografias, tiradas nos
mesmos lugares, muitos anos antes. Era uma sensação de deslumbramento e de absoluta segurança,
porque as coisas boas já vividas ninguém as podia mudar: eram instantes absolutos, que durariam
para sempre.
Outras vezes a avó pensava que a vida era como uma lição já tão sabida, tão aprendida de cor e
salteada, que ela se sentia verdadeiramente mestra. Mestra em quê? Ora, em tudo e em nada:
nascimento, morte, amor, filhos, netos, tudo, enfim. A avó tinha a sensação de entender o mundo.
Embora lhe parecesse que o via agora desfocado. Sobretudo ao longe. Ah, meu Deus, tinha-se
esquecido dos óculos, em cima do rochedo. Tinham de lá voltar, e depressa, a avó sem os óculos não
via nada. Mas quando chegaram ao local, não estavam lá. A avó não entendia como isso pudera
acontecer. Não teria sido naquele rochedo? Teria a maré subido e uma onda os arrastara? Passara
alguém que os levasse? Mas a ninguém aproveitavam, e provavelmente nem tinha passado ninguém,
a praia estava quase deserta, porque ainda não era verão. Ora, não era grave, pensou a avó, quando
se cansou de procurar. Arranjaria outros óculos.
Caminhou com o neto à beira das ondas, e depois subiram para as dunas à procura de camarinhas1
que a avó não via, mas o neto apanhava logo. Passou muito tempo e nem deram conta de se terem
afastado. O neto cada vez mais feliz, com o balde onde pusera os búzios acabado de encher com
camarinhas. Apesar da falta dos óculos, pensou a avó, não deixava de ser, como das outras vezes,
uma manhã perfeita.
Até se levantar o vento.
Na verdade não se percebeu por que razão o céu se toldou e se levantou cada vez mais vento.
Deixou de se ver o azul, debaixo de nuvens carregadas, e a areia começou a zunir em volta. O vento
levantava a areia, cada vez mais alto, a areia batia na cara e era preciso semicerrar as pálpebras para
não a deixar entrar nos olhos.
– Que coisa, disse a avó.
Teolinda Gersão, “Avó e neto contra vento e areia”, in A mulher que prendeu a chuva e outras histórias,
Lisboa, Sextante Editora, 2013, pp. 77-84.
VOCABULÁRIO:
1
camarinhas: plantas que se desenvolvem nas dunas.
Teste de Avaliação 3B
264 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
1. Para cada item (1.1 e 1.2), seleciona a opção que completa cada afirmação, de acordo com o
texto.
1.1. Os medos da avó estavam relacionados com (5 pontos)
(A) pequenos acidentes que poderiam provocar pequenos males.
(B) acidentes que poderiam ter consequências muito graves.
(C) grandes acidentes que teriam consequências ligeiras.
1.2. Perante os medos da avó, o neto (5 pontos)
(A) gostava que ela se preocupasse, mas era aventureiro.
(B) recusava a proteção da avó e fazia o que lhe apetecia.
(C) parecia ignorar os avisos dela, mas era muito cuidadoso.
2. Transcreve dos três primeiros parágrafos a frase que corresponde ao sentido (4 pontos)
da afirmação:
A experiência dava-lhe um saber profundo sobre a vida.
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
3. A avó perdeu os óculos (linhas 16 a 22).
3.1. Como caracterizas a avó após esta situação? Seleciona, com um X, a opção correta. (6 pontos)
(A) irresponsável.
(B) distraída.
(C) preocupada.
4. Indica o recurso expressivo presente em cada expressão. (6 pontos)
comparação ͻ metáfora ͻ enumeração ͻ adjetivação
a. “rei do mundo” (linha 7)
_____________________________________________________________________________________________
b. “nascimento, morte, amor, filhos, netos, tudo” (linha 15)
_____________________________________________________________________________________________
Teste de Avaliação 3B
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 265
GRAMÁTICA [20 pontos]
1. Assinala, com um X, as frases que incluem uma oração coordenada. (3 pontos)
Lembra-te: uma oração (frase com predicado) coordenada é introduzida por conjunções
e locuções conjuncionais coordenativas. (Ex.: e, nem, mas, ou, ora, pois, logo...)
(A) A avó perdeu os óculos, mas não a calma.
(B) O neto e a avó nadaram e passearam nas dunas.
(C) A avó recordava ora os filhos ora outras situações da vida.
(D) Poderiam ficar quietos ou poderiam avançar contra o vento.
(E) O vento levantou-se, logo a manhã já não seria perfeita.
2. Transcreve da frase seguinte apenas a oração subordinada substantiva completiva. (3 pontos)
Lembra-te: uma oração subordinada substantiva completiva aparece dependente de um
verbo e é introduzida por que, se e para.
O mar estava calmo e as ondas eram baixas, pelo que a avó pensou que era seguro.
________________________________________________________________________________________________
3. Assinala, para cada afirmação (3.1 e 3.2), a opção correta.
3.1. Assinala, com um X, a frase que inclui uma oração subordinada adverbial causal (3 pontos)
(introduz uma razão).
(A) Caso chovesse, ficariam encharcados.
(B) Dado que não tinha óculos, a avó não via as camarinhas.
(C) Quando chegassem a casa, a avó arranjaria outros óculos.
(D) A avó precisava dos óculos para ver o caminho.
3.2. Assinala, com um X, a frase que inclui uma oração subordinada adverbial condicional (3 pontos)
(introduz uma condição).
(A) A avó questionava-se sobre se teria outros óculos.
(B) A avó não se sentou na rocha sem ter os devidos cuidados.
(C) A avó queria saber se o neto estava bem.
(D) Se a avó não tivesse perdido os óculos, estaria mais descansada.
4. Completa as frases com as formas do verbo querer nos tempos e modos indicados entre (8 pontos)
parênteses. (Escolhe, para cada situação, uma destas formas: quisesse / queriam / quis /
queira.)
a. Talvez a avó ______________ (presente do conjuntivo) ficar sentada.
b. Se a avó _______________ (pretérito imperfeito do conjuntivo) correr, não conseguiria.
c. Eles _______________ (pretérito imperfeito do indicativo) apanhar camarinhas.
d. Eu ______________ (pretérito perfeito simples do indicativo) ler este livro hoje.
Teste de Avaliação 3B
266 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
ESCRITA [30 pontos]
Os avós desempenham um papel importante na educação e no crescimento dos netos.
Apresenta a tua opinião sobre este assunto.
Redige um texto, de 120 a 180 palavras, de acordo com a estrutura que se segue:
ԟ Introdução: refere se concordas ou não com esta afirmação;
ԟ Desenvolvimento: apresenta duas razões que justifiquem a tua posição;
ԟ Conclusão: faz uma síntese do que ficou exposto.
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___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
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FIM
Teste de avaliação 3
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 267
Soluções – Teste de Avaliação 3
ͻ VERSÃO A ͻ
ORALIDADE – COMPREENSÃO
1. (B), (A), (D), (C)
2.1 (B)
2.2 (C)
2.3 (A)
LEITURA
1. (B)
1.1 Proposta: A opção correta é a (B) porque o texto
aborda vários aspetos da relação dos avós com os
netos que são marcantes na personalidade destes
últimos
2.1 (C); 2.2 (B)
3.
a. “testemunho” (l. 6)
b. “estrutura” (l. 1)
EDUCAÇÃO LITERÁRIA
1.1 (B); 1.2 (A)
2. “Outras vezes a avó pensava que a vida era como uma
lição já tão sabida, tão aprendida de cor e salteada,
que ela se sentia verdadeiramente mestra.” (ll. 13-14)
3. Não, pois a perda dos óculos só demonstrou que a avó
era distraída, mas ela revelou sempre muito cuidado e
preocupação com o neto, o que mostra que ela é uma
pessoa responsável.
4. O vento estragou uma manhã perfeita porque o céu
ficou escuro, a areia andava pelo ar e obrigava-os a
fecharem os olhos e não conseguiam ver o caminho.
5. a. metáfora
b. enumeração
GRAMÁTICA
1. (B), (D), (E)
2. “que era seguro”
3.1 (B); 3.2 (D)
4. a. queira; b. quisesse; c. queriam; d. quis.
5. A – 6; B – 4; C – 1; D – 5
ESCRITA
Concordo com a afirmação que refere que os avós
desempenham um papel importante na educação e no
crescimento dos netos.
Por um lado, os avós, como têm mais disponibilidade,
conseguem dar mais atenção aos netos, conversando
com eles e, por vezes, aconselhando-os de uma forma
mais aberta. Têm mais experiência e, como têm com os
netos uma relação diferente daquela que tinham com os
filhos, acabam por ser mais próximos, identificam-se e
compreendem melhor os “dramas” das crianças.
Por outro lado, os avós, como não se sentem tão
obrigados a impor regras, promovem a autonomia dos
netos nas brincadeiras e até nas tarefas domésticas, que
os pais considerariam mais “perigosas”. Por exemplo,
ajudar a cozinhar ou brincar no quintal e sujar a roupa.
Concluindo, o convívio com os avós é fundamental
para o crescimento dos netos.
(137 palavras)
ͻ VERSÃO B ͻ
ORALIDADE – COMPREENSÃO
1. (B), (A), (D), (C)
2.1 (B)
2.2 (C)
2.3 (A)
LEITURA
1. (B)
2.1 (C)
2.2 (B)
3.
a. “testemunho” (l. 6)
b. “estrutura” (l. 1)
EDUCAÇÃO LITERÁRIA
1.1 (B)
1.2 (A)
2. “Outras vezes a avó pensava que a vida era como uma
lição já tão sabida, tão aprendida de cor e salteada,
que ela se sentia verdadeiramente mestra.” (ll. 13-14)
3. (B)
4. a. metáfora
b. enumeração
GRAMÁTICA
1. (B), (D), (E)
2. “que era seguro”
3.1 (B)
3.2 (D)
4. a. queira; b. quisesse; c. queriam; d. quis.
ESCRITA
Concordo com a afirmação que refere que os avós
desempenham um papel importante na educação e no
crescimento dos netos.
Por um lado, os avós, como têm mais disponibilidade,
conseguem dar mais atenção aos netos, conversando
com eles e, por vezes, aconselhando-os de uma forma
mais aberta. Têm mais experiência e, como têm com os
netos uma relação diferente daquela que tinham com os
filhos, acabam por ser mais próximos, identificam-se e
compreendem melhor os “dramas” das crianças.
Por outro lado, os avós, como não se sentem tão
obrigados a impor regras, promovem a autonomia dos
netos nas brincadeiras e até nas tarefas domésticas, que
os pais considerariam mais “perigosas”. Por exemplo,
ajudar a cozinhar ou brincar no quintal e sujar a roupa.
Concluindo, o convívio com os avós é fundamental
para o crescimento dos netos.
(137 palavras)
Teste de Avaliação 3 – Grelhas
268
T
ESTE
3
Versão
A
Oralidade
Leitura
Educação
Literária
Gramática
Escrita
Total
Questão/Cotação
1
2.1
2.2
2.3
Subtotal
1
2.1
2.2
3
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1.1
1.2
2
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4
5
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1
2
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Alunos
3
3
3
3
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3
3
3
3
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20
30
100
269
Teste de Avaliação 3 – Grelhas
T
ESTE
3
Versão
B
Oralidade
Leitura
Educação
Literária
Gramática
Escrita
Total
Questão/Cotação
1
2.1
2.2
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Subtotal
1
2.1
2.2
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1.1
1.2
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1
2
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Alunos
3
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3
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6
6
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3
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3
8
20
30
100
Teste de Avaliação – Matriz 4 (versão A)
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 271
.ͻ VERSÃO A ͻ.
Escola
Matriz do teste n.
o
4 (versão A) – Português 7.
o
ano
Data do teste Turma Duração do teste
Unidade Unidade 3 – Texto dramático – Leandro, Rei da Helíria
Domínios Conteúdos Estrutura / tipologia de questões Cotação
Oralidade
Campanha de sensibilização Itens de seleção
- ordenação
- escolha múltipla
12
Leitura
Texto expositivo
- sentido global
- assunto
- tópicos
Itens de seleção
- escolha múltipla
- ordenação 12
Educação
Literária
Leandro, Rei da Helíria
- ideias principais
- caracterização de personagens
- identificação de factos
- interpretação
- opinião pessoal
- comentário
Itens de seleção
- escolha múltipla
- identificação
Itens de construção
- resposta curta
- resposta de desenvolvimento
restringido
Itens de associação
26
Gramática
Subordinação
- subordinação adjetiva
- subordinação completiva
Formação de palavras
Pronominalização
Funções sintáticas
Classes e subclasses de palavras
Itens de seleção
- escolha múltipla
- associação
Itens de transformação
Itens de classificação
20
Escrita Texto expositivo Texto longo 30
O Professor ___________________________________________ Data _____________
Teste de Avaliação 4A
272 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
.ͻ VERSÃO A ͻ.
ORALIDADE – COMPREENSÃO [12 pontos]
Para responderes aos itens que se seguem, vais visionar uma campanha de sensibilização para a
diminuição do consumo de sal.
Vídeo: Programa “Menos Sal Portugal”, CUF
Antes de iniciares o visionamento, lê as questões. Em seguida, visiona a campanha, atentamente,
duas vezes, e responde ao que é pedido.
1. Assinala, com um X, as afirmações verdadeiras. (3 pontos)
(A) A OMS estabelece 5 gramas como consumo diário máximo de sal.
(B) Os portugueses consomem o dobro da quantidade de sal recomendada.
(C) Em Portugal já se consome menos sal.
(D) O consumo excessivo de sal é a principal causa de algumas doenças.
2. Seleciona, com um X, para cada afirmação, a opção que a completa corretamente (2.1 e 2.2).
2.1. A campanha “Menos Sal Portugal” tem como objetivo (3 pontos)
(A) levar as pessoas a consultar os médicos da CUF.
(B) sensibilizar as pessoas para um menor consumo de sal.
(C) levar as pessoas a fazer compras no Pingo Doce.
2.2. Esta campanha (3 pontos)
(A) associa-se a um estudo sobre o impacto do consumo de sal na saúde.
(B) analisará a quantidade de sal nos diferentes alimentos.
(C) investigará se as pessoas gostam ou não de consumir sal.
3. Completa os espaços com a informação do vídeo. (3 pontos)
A campanha “Menos Sal Portugal” vai, também, mostrar às pessoas como é ________________
reduzir o consumo de sal, sem perder pitada do ____________ e do ____________ de comer.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
4A Unidade – Texto narrativo Avaliação: _______________
Teste de Avaliação 4A
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 273
LEITURA [12 pontos]
Lê o texto.
Sabe onde se escondem os perigos do sal?
-
-
-
-
5
-
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-
-
10
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15
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20
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25
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30
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-
-
-
35
Inimigo n.o
1 da saúde dos portugueses. É assim que o Serviço Nacional de Saúde denomina o sal.
E não é para menos. Os portugueses lideram os rankings de ingestão de sal, com cerca de 10g por dia,
ou seja, o dobro da dose diária recomendada pela Organização Mundial da Saúde.
O problema é que uma alimentação tão bem temperada tem consequências sérias na saúde, como
as doenças cardiovasculares e a hipertensão. Retirar o saleiro da mesa é a regra de ouro, mas como
identificar os alimentos em que o sal se esconde? Revelamos-lhe aqui os perigos do sal.
Por que faz mal?
Falar do impacto do sal na saúde é falar de hipertensão, um importante fator de risco de enfarte
ou AVC. A pressão arterial é a força que permite a circulação, quando esta se encontra elevada de
forma constante ocorre hipertensão.
Além dos antecedentes familiares, existem outros fatores que aumentam o risco e sobre os quais
pode agir, como a alimentação.
Uma dieta com excesso de sal leva à retenção de líquidos, aumento da pressão arterial e
sobrecarga do sistema renal e circulatório. Por isso, não é exagero quando se alerta para os perigos
do sal.
Sal escondido
São muitos os alimentos que contêm um teor de sal acima do desejado. Convém não esquecer que
este é também um conservante, usado até em refrigerantes, e confere mais sabor e textura, daí ser
um ingrediente comum. Para além da charcutaria tradicional, o fiambre e as salsichas figuram na lista
negra.
Outro grupo tendencialmente salgado é o pão e as bolachas. Segundo um estudo do Instituto
Ricardo Jorge, “o consumo de 100g de um prato composto ou de um produto à base de cereais
(pão/bolacha de água e sal) pode representar cerca de 30% da ingestão diária de sal”. Os cereais de
pequeno-almoço, as conservas, snacks, pipocas e refeições pré-cozinhadas também podem ser ricos
em sal.
Mais sabor menos sal
Use e abuse das ervas aromáticas e tempere a carne ou peixe com azeite, alho, vinagre balsâmico
ou vinho. Em vez de maionese ou mostarda aposte em molhos de iogurte aromatizado com limão,
por exemplo. Marinar a carne é uma técnica que confere sabor sem necessitar de sal.
Atenção ao molho de soja, cujo teor em sal é elevado. No que toca à escolha de alimentos, opte
pelos frescos e naturais, sem ingredientes como o sal adicionados. Prefira também adquirir pão com
baixo teor de sal.
O verão convida a petiscos como os caracóis, as conquilhas e as ameijoas, três dos alimentos que
contêm mais sal. Consumir 100g pode representar cerca 50% da ingestão diária de sal, alerta estudo
do Instituto Ricardo Jorge. Moderação é aconselhada.
In https://www.medis.pt/mais-medis/dieta-e-nutricao/sabe-onde-se-escondem-os-perigos-do-sal/
(consultado em 23 de julho de 2020).
Teste de Avaliação 4A
274 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
1. Ordena as frases de acordo com a ordem pela qual as informações são apresentadas (3 pontos)
no texto.
(A) O sal pode ser substituído por ervas aromáticas.
(B) Devem escolher-se alimentos com baixo teor de sal.
(C) O sal é um ingrediente comum em muitos alimentos.
(D) Os portugueses são um dos povos que consome mais sal.
(E) A hipertensão é a pressão arterial alta.
2. Para cada item (2.1 a 2.3), seleciona, com um X, a opção que completa cada afirmação,
de acordo com o texto.
2.1. A dose diária de sal recomendada pela Organização Mundial de Saúde (3 pontos)
(A) é de 5 gramas por dia.
(B) corresponde ao sal que é ingerido pelos portugueses.
(C) é o dobro da que é ingerida pelos portugueses.
(D) é metade da que é aconselhada pelo Serviço Nacional de Saúde.
2.2. Os perigos do sal para a saúde (3 pontos)
(A) estão relacionados sobretudo com problemas renais.
(B) estão ligados à baixa tensão arterial que pode desencadear um AVC.
(C) só são relevantes se existirem antecedentes familiares.
(D) não estão ligados apenas aos riscos de problemas cardíacos.
2.3. O sal é um ingrediente comum em vários alimentos porque (3 pontos)
(A) substitui as ervas aromáticas.
(B) dá mais sabor aos alimentos.
(C) sabe bem acompanhado de refrigerante.
(D) é tradição ingeri-lo ao pequeno-almoço ou em pequenos lanches.
Teste de Avaliação 4A
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 275
EDUCAÇÃO LITERÁRIA [26 pontos]
Lê o excerto de Leandro, Rei da Helíria, de Alice Vieira.
Leandro, Rei da Helíria
-
-
-
-
5
-
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10
-
-
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-
15
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-
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20
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-
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25
-
-
-
-
30
-
(Muitos anos depois o Rei Leandro e o Bobo caminham pela estrada. Vestem farrapos e vão
cansados da longa jornada.)
REI: Há quantos anos caminhamos, meu pobre amigo?
BOBO: Tantos que já lhes perdi o conto, meu senhor! Desde aquele dia em que as tuas filhas…
REI (zangado): Eu não tenho filhas!
BOBO: Pronto, pronto, senhor, não te amofines por tão pouco… Ia eu a dizer que, a princípio, ainda
tentei contar. Via nascer o Sol de madrugada, via a minha sombra e a tua desenhadas no chão, a gente
a querer apanhá-la. E ela sempre à nossa frente!, via depois o Sol desaparecer do outro lado das
montanhas, e então dizia: passou-se um dia. Fechava os olhos, dormia um pouco, e de novo o Sol se
erguia de madrugada e desaparecia do outro lado das montanhas, e então eu dizia: passou-se outro
dia. E tentei contá-los. (Conta pelos dedos) Um… dois… três… quatro… mas, de repente, eram tantos
dias que não havia dedos para eles todos, mesmo que eu contasse da mão esquerda para a mão
direita, da mão direita para a mão esquerda, mesmo que eu contasse as duas mãos juntas e ainda os
pés… Acho que se me acabaram os números, senhor! Deve ter sido isso!
REI: Meu pobre tonto… e eu aqui sem te poder ajudar em nada… De tanto chorar, cegaram os
meus olhos. De tanto pensar, tenho a memória enfraquecida. De tanto caminhar, esvaem-se em
sangue os meus pés… E dizer que eu sou rei…
BOBO: Rei?! Quem foi que aqui falou em rei? Aqui não vejo rei nenhum…
REI: Não provoques a minha ira, que eu ainda tenho poder para…
BOBO (interrompe-o): Poder? Falaste em poder? Que poder tens tu, que nem uma mísera côdea
de pão consegues encontrar?
REI: Eu sou Leandro, o rei de Helíria!
BOBO (virando-se para a assistência): A sério: veem aqui algum rei? Digam lá: veem? O quê?
Aquele? (Aponta para o rei) Se o encontrassem por aí pelas vossas ruas, ou nalgum corredor do
metropolitano, não iriam a correr deixar-lhe uma esmola no colo? Se então alguém vos dissesse
“cuidado que ele é rei” o que fariam? Riam à gargalhada, com certeza!
REI (murmura): Eu sou Leandro, o rei da Helíria…
BOBO (continua a falar para a assistência): É verdade que o viram há pouco ali ao fundo, gritando,
ĚĂŶĚŽŽƌĚĞŶƐ͕ƐĞŶŚŽƌĚŽŵƵŶĚŽ͊EĞƐƐĂĂůƚƵƌĂവŚĄƚĂntos anos que isso foi! –, nessa altura aquele
homem era rei. Escorraçado pelas filhas, mendiga agora um bocado de pão, pede por amor de Deus
um telhado para se abrigar das chuvas e dos ventos…
Alice Vieira, Leandro, Rei da Helíria, Alfragide, Editorial Caminho, 2016, pp. 67-69.
Teste de Avaliação 4A
276 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
1. Assinala todas as afirmações que correspondem a informações sobre o rei Leandro. (3 pontos)
(A) Transformou-se numa pessoa perigosa.
(B) Foi expulso pelas filhas.
(C) Ficou cego.
(D) Não tem filhas.
(E) Tem alguns poderes de rei.
(F) É mendigo há muitos anos.
2. Explica como, no início, o Bobo contava a passagem das horas e dos dias. (4 pontos)
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
3. Completa o espaço em branco para explicitares a intenção do Bobo? (3 pontos)
Quando o Bobo afirma “Acho que se me acabaram os números” está a constatar que ____________ .
4. Leandro e o Bobo têm ideias diferentes sobre o estatuto e o poder de Leandro. (5 pontos)
Apresenta-as e justifica-as.
Segue os passos para a tua resposta:
1 വŝŶĚŝĐĂŽƋƵĞƉĞŶƐĂĞĂŶĚƌŽƐŽďƌĞŽƐĞƵĞƐƚĂƚƵƚŽĞƉŽĚĞƌ͖
2 വŝŶĚŝĐĂŽƋƵĞƉĞŶƐĂŽŽďŽƐŽďƌĞĞƐƐĞĂƐƐƵŶƚŽ͖
3 വũƵƐƚŝĨŝĐĂĐĂĚĂƵŵĂĚĞƐƐĂƐŽƉŝŶŝƁĞƐ͘
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
5. Assinala, com um X, a opção que, de acordo com o texto, completa a afirmação. (3 pontos)
O comentário do Bobo “Se então alguém vos dissesse ‘cuidado que ele é rei’? o que
fariam? Riam à gargalhada, com certeza” (linhas 25 e 26) permite-nos concluir que ele é
(A) cruel.
(B) trocista.
(C) realista.
(D) louco.
6. Escreve um breve comentário em que (8 pontos)
വ ĞdžƉůŝƋƵĞƐƐŝŶƚĞƚŝĐĂŵĞŶƚĞĂƐŝƚƵĂĕĆŽƋƵĞůĞǀŽƵĞĂŶĚƌŽĂŽĂƚƵĂůĞƐƚĂĚŽ͖
വ ĞdžƉůŝĐŝƚĞƐĂŝŶƚĞŶĕĆŽĚĂƐĨŝůŚĂƐƌĞůĂƚŝǀĂŵĞŶƚĞĂŽƌĞŝ͖
വ estabeleças uma comparação entre a vida atual do rei e a sua vida passada.
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
Teste de Avaliação 4A
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 277
GRAMÁTICA [20 pontos]
1. Associa as orações sublinhadas na coluna A à sua classificação na coluna B. (3 pontos)
Coluna A Coluna B
A. O Bobo, que era amigo do rei,
alertava-o para a verdade.
B. A vida que o rei levava era dura e
cruel.
C. O rei sabia que tinha sido expulso
do seu reino.
1. Oração subordinada adjetiva relativa
restritiva
2. Oração subordinada adjetiva relativa
explicativa
3. Oração subordinada adverbial causal
4. Oração subordinada adverbial temporal
5. Oração subordinada substantiva
completiva
2. Assinala, com um X, todas as palavras que se formaram com o prefixo in-. (3 pontos)
(A) Inaceitável.
(B) Inalação.
(C) Inatacável.
(D) Indisciplinado.
(E) Incêndio.
3. Reescreve a frase seguinte substituindo os constituintes sublinhados pela forma (5 pontos)
correta do pronome. Procede às alterações necessárias.
O rei fará justiça quando a vida não exigir tantos esforços a ambos.
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
4. Assinala, com um X, a frase em que o constituinte sublinhado desempenha a função (3 pontos)
sintática de predicativo do sujeito.
(A) O rei não tornou a casa.
(B) O rei tornou a ficção realidade.
(C) O rei tornou-se uma pessoa triste.
(D) O rei não tornou a falar das filhas.
5. Indica a classe das palavras sublinhadas. (6 pontos)
Ele via nascer o Sol e a sua sombra escura no chão. Um… dois… três… Ele contava as horas e
sabia que outro dia passara
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
Teste de Avaliação 4A
278 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
ESCRITA [30 pontos]
Imagina os vários momentos da vida de um rei. Como ocupará o seu tempo? Que atividades fará?
Num texto expositivo, entre 120 a 180 palavras, apresenta pelo menos quatro atividades de um rei
ao longo do dia, referindo:
ԟ os objetivos de cada uma dessas atividades͖
ԟ os momentos do dia em que têm lugar͖
ԟ quem acompanha o rei nessas atividades.
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FIM
Teste de Avaliação 4 – Matriz (versão B)
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 279
.ͻ VERSÃO B ͻ.
Escola
Matriz do teste n.
o
4 (versão B) – Português 7.
o
ano
Data do teste Turma Duração do teste
Unidade Unidade 3 – Texto dramático – Leandro, Rei da Helíria
Domínios Conteúdos Estrutura / tipologia de questões Cotação
Oralidade
Campanha de sensibilização Itens de seleção
- escolha múltipla
- completamento
12
Leitura
Texto expositivo
- sentido global
- assunto
- tópicos
Itens de seleção
- escolha múltipla
-ordenação 12
Educação
Literária
Leandro, Rei da Helíria
- ideias principais
- caracterização de personagens
- identificação de factos
- interpretação
- opinião pessoal
- comentário
Itens de seleção
- escolha múltipla
- identificação
Itens de construção
- resposta curta
Itens de associação
26
Gramática
Subordinação
- subordinação adjetiva
- subordinação completiva
Formação de palavras
Pronominalização
Funções sintáticas
Classes e subclasses de palavras
Itens de seleção
- escolha múltipla
- associação
- identificação
Itens de transformação
Itens de classificação
20
Escrita Texto expositivo Texto longo 30
O Professor ___________________________________________ Data _____________
Teste de Avaliação 4B
280 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
.ͻ VERSÃO B ͻ.
ORALIDADE – COMPREENSÃO [12 pontos]
Para responderes aos itens que se seguem, vais visionar uma campanha de sensibilização para a
diminuição do consumo de sal.
Vídeo: Programa “Menos Sal Portugal”, CUF
Antes de iniciares o visionamento, lê as questões. Em seguida, visiona a campanha,
atentamente, duas vezes, e responde ao que é pedido.
1. Assinala, com um X, todas as afirmações verdadeiras. (3 pontos)
(A) A OMS estabelece 5 gramas como consumo diário máximo de sal.
(B) Os portugueses consomem o dobro da quantidade de sal recomendada.
(C) Em Portugal já se consome menos sal.
(D) O consumo excessivo de sal é a principal causa de algumas doenças.
2. Seleciona, com um X, para cada afirmação (2.1 e 2.2), a opção que a completa corretamente.
2.1. A campanha “Menos Sal Portugal” tem como objetivo (3 pontos)
(A) levar as pessoas a consultar os médicos da CUF.
(B) sensibilizar as pessoas para um menor consumo de sal.
(C) levar as pessoas a fazer compras no Pingo Doce.
2.2. Esta campanha (3 pontos)
(A) associa-se a um estudo sobre o impacto do consumo de sal na saúde.
(B) analisará a quantidade de sal nos diferentes alimentos.
(C) investigará se as pessoas gostam ou não de consumir sal.
3. Completa os espaços com a informação do vídeo, selecionando três das palavras (3 pontos)
apresentadas.
ĨĄĐŝůͻ ĚŝĨşĐŝůͻsabor ͻ ĞƐĨŽƌĕŽͻprazer ͻƐĂĐƌŝĨşĐŝŽ
A campanha “Menos Sal Portugal” vai, também, mostrar às pessoas como é ________________
reduzir o consumo de sal, sem perder pitada do ____________ e do ____________ de comer.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
4B Unidade – Texto dramático Avaliação: _______________
Teste de Avaliação 4B
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 281
LEITURA [12 pontos]
Lê o texto.
Sabe onde se escondem os perigos do sal?
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10
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35
Inimigo n.o
1 da saúde dos portugueses. É assim que o Serviço Nacional de Saúde denomina o sal.
E não é para menos. Os portugueses lideram os rankings de ingestão de sal, com cerca de 10g por dia,
ou seja, o dobro da dose diária recomendada pela Organização Mundial da Saúde.
O problema é que uma alimentação tão bem temperada tem consequências sérias na saúde, como
as doenças cardiovasculares e a hipertensão. Retirar o saleiro da mesa é a regra de ouro, mas como
identificar os alimentos em que o sal se esconde? Revelamos-lhe aqui os perigos do sal.
Por que faz mal?
Falar do impacto do sal na saúde é falar de hipertensão, um importante fator de risco de enfarte
ou AVC. A pressão arterial é a força que permite a circulação, quando esta se encontra elevada de
forma constante ocorre hipertensão.
Além dos antecedentes familiares, existem outros fatores que aumentam o risco e sobre os quais
pode agir, como a alimentação.
Uma dieta com excesso de sal leva à retenção de líquidos, aumento da pressão arterial e
sobrecarga do sistema renal e circulatório. Por isso, não é exagero quando se alerta para os perigos
do sal.
Sal escondido
São muitos os alimentos que contêm um teor de sal acima do desejado. Convém não esquecer que
este é também um conservante, usado até em refrigerantes, e confere mais sabor e textura, daí ser
um ingrediente comum. Para além da charcutaria tradicional, o fiambre e as salsichas figuram na lista
negra.
Outro grupo tendencialmente salgado é o pão e as bolachas. Segundo um estudo do Instituto
Ricardo Jorge, “o consumo de 100g de um prato composto ou de um produto à base de cereais
(pão/bolacha de água e sal) pode representar cerca de 30% da ingestão diária de sal”. Os cereais de
pequeno-almoço, as conservas, snacks, pipocas e refeições pré-cozinhadas também podem ser ricos
em sal.
Mais sabor menos sal
Use e abuse das ervas aromáticas e tempere a carne ou peixe com azeite, alho, vinagre balsâmico
ou vinho. Em vez de maionese ou mostarda aposte em molhos de iogurte aromatizado com limão,
por exemplo. Marinar a carne é uma técnica que confere sabor sem necessitar de sal.
Atenção ao molho de soja, cujo teor em sal é elevado. No que toca à escolha de alimentos, opte
pelos frescos e naturais, sem ingredientes como o sal adicionados. Prefira também adquirir pão com
baixo teor de sal.
O verão convida a petiscos como os caracóis, as conquilhas e as ameijoas, três dos alimentos que
contêm mais sal. Consumir 100g pode representar cerca 50% da ingestão diária de sal, alerta estudo
do Instituto Ricardo Jorge. Moderação é aconselhada.
In https://www.medis.pt/mais-medis/dieta-e-nutricao/sabe-onde-se-escondem-os-perigos-do-sal/
(consultado em 23 de julho de 2020).
Teste de Avaliação 4B
282 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
1. Ordena as frases de acordo com a ordem pela qual as informações são apresentadas (3 pontos)
no texto. Começa pela letra (D).
(A) O sal pode ser substituído por ervas aromáticas.
(B) Devem escolher-se alimentos com baixo teor de sal.
(C) O sal é um ingrediente comum em muitos alimentos.
(D) Os portugueses são dos povos que consome mais sal.
(E) A hipertensão é a pressão arterial alta.
2. Para cada item (2.1 a 2.3), seleciona, com um X a opção que completa cada afirmação,
de acordo com o texto.
2.1. A dose diária de sal recomendada pela Organização Mundial de Saúde (3 pontos)
(A) é de 5 gramas por dia.
(B) corresponde ao sal que é ingerido pelos portugueses.
(C) é o dobro da que é ingerida pelos portugueses.
2.2. Os perigos do sal para a saúde (3 pontos)
(A) estão relacionados sobretudo com problemas renais.
(B) estão ligados à baixa tensão arterial que pode desencadear um AVC.
(C) não estão ligados apenas aos riscos de problemas cardíacos.
2.3. O sal é um ingrediente comum em vários alimentos porque (3 pontos)
(A) substitui as ervas aromáticas.
(B) dá mais sabor aos alimentos.
(C) é tradição ingeri-lo ao pequeno-almoço ou em pequenos lanches.
1
Teste de Avaliação 4B
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 283
EDUCAÇÃO LITERÁRIA [26 pontos]
Lê o excerto de Leandro, Rei da Helíria, de Alice Vieira.
Leandro, Rei da Helíria
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5
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10
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15
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20
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25
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30
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(Muitos anos depois o Rei Leandro e o Bobo caminham pela estrada. Vestem farrapos e vão
cansados da longa jornada)
REI: Há quantos anos caminhamos, meu pobre amigo?
BOBO: Tantos que já lhes perdi o conto, meu senhor! Desde aquele dia em que as tuas filhas…
REI (zangado): Eu não tenho filhas!
BOBO: Pronto, pronto, senhor, não te amofines por tão pouco… Ia eu a dizer que, a princípio, ainda
tentei contar. Via nascer o Sol de madrugada, via a minha sombra e a tua desenhadas no chão, a gente
a querer apanhá-la. E ela sempre à nossa frente!, via depois o Sol desaparecer do outro lado das
montanhas, e então dizia: passou-se um dia. Fechava os olhos, dormia um pouco, e de novo o Sol se
erguia de madrugada e desaparecia do outro lado das montanhas, e então eu dizia: passou-se outro
dia. E tentei contá-los. (Conta pelos dedos) Um… dois… três… quatro… mas, de repente, eram tantos
dias que não havia dedos para eles todos, mesmo que eu contasse da mão esquerda para a mão
direita, da mão direita para a mão esquerda, mesmo que eu contasse as duas mãos juntas e ainda os
pés… Acho que se me acabaram os números, senhor! Deve ter sido isso!
REI: Meu pobre tonto… e eu aqui sem te poder ajudar em nada… De tanto chorar, cegaram os
meus olhos. De tanto pensar, tenho a memória enfraquecida. De tanto caminhar, esvaem-se em
sangue os meus pés… E dizer que eu sou rei…
BOBO: Rei?! Quem foi que aqui falou em rei? Aqui não vejo rei nenhum…
REI: Não provoques a minha ira, que eu ainda tenho poder para…
BOBO (interrompe-o): Poder? Falaste em poder? Que poder tens tu, que nem uma mísera côdea
de pão consegues encontrar?
REI: Eu sou Leandro, o rei de Helíria!
BOBO (virando-se para a assistência): A sério: veem aqui algum rei? Digam lá: veem? O quê?
Aquele? (Aponta para o rei) Se o encontrassem por aí pelas vossas ruas, ou nalgum corredor do
metropolitano, não iriam a correr deixar-lhe uma esmola no colo? Se então alguém vos dissesse
“cuidado que ele é rei” o que fariam? Riam à gargalhada, com certeza!
REI (murmura): Eu sou Leandro, o rei da Helíria…
BOBO (continua a falar para a assistência): É verdade que o viram há pouco ali ao fundo, gritando,
ĚĂŶĚŽŽƌĚĞŶƐ͕ƐĞŶŚŽƌĚŽŵƵŶĚŽ͊EĞƐƐĂĂůƚƵƌĂവŚĄƚĂŶƚŽƐĂŶŽƐƋƵĞŝƐƐŽĨŽŝ͊–, nessa altura aquele
homem era rei. Escorraçado pelas filhas, mendiga agora um bocado de pão, pede por amor de Deus
um telhado para se abrigar das chuvas e dos ventos…
Alice Vieira, Leandro, Rei da Helíria, Alfragide, Editorial Caminho, 2016, pp. 67-69.
Teste de Avaliação 4B
284 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
1. Assinala todas as afirmações que correspondem a informações sobre o rei Leandro. (6 pontos)
(A) Transformou-se numa pessoa perigosa.
(B) Foi expulso pelas filhas.
(C) Ficou cego.
(D) Não tem filhas.
(E) Tem alguns poderes de rei.
(F) É mendigo há muitos anos.
2. Explica como, no início, o Bobo contava a passagem das horas e dos dias. (5 pontos)
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
3. Associa a cada personagem da coluna A a ideia defendida na coluna B. (4 pontos)
Coluna A Coluna B
A. Leandro
1. Pensa que o rei não tem poder, porque eles vivem como
mendigos, sem comida e sem teto.
2. Pensa que ainda tem algum poder. Tem estas crenças
porque tem dificuldade em aceitar a realidade em que vive.
B. Bobo
4. Assinala, com um X, a opção que, de acordo com o texto, completa a afirmação. (5 pontos)
O comentário do Bobo “Se então alguém vos dissesse ‘cuidado que ele é rei’? o que
fariam? Riam à gargalhada, com certeza” (linhas 24 e 25) permite-nos concluir que ele
é
(A) cruel.
(B) trocista.
(C) realista.
(D) louco.
5. Associa cada exemplo da coluna A ao nome da coluna B. (6 pontos)
Coluna A Coluna B
A. “A sério: veem aqui algum rei? Digam lá: veem?
O quê? Aquele?” (linhas 23 e 24)
B. “Há quantos anos caminhamos, meu pobre amigo?”
(linha 3)
C. “(Conta pelos dedos)” (linha 11)
1. Fala da personagem
2. Aparte
3. Indicação cénica
1
Teste de Avaliação 4B
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 285
GRAMÁTICA [20 pontos]
1. Associa as orações sublinhadas na coluna A à sua classificação na coluna B. (3 pontos)
Coluna A Coluna B
A. O Bobo, que era amigo do rei,
alertava-o para a verdade.
B. A vida que o rei levava era dura e
cruel.
C. O rei sabia que tinha sido expulso
do seu reino.
1. Oração subordinada adjetiva relativa
restritiva
(associada a um nome, sem vírgulas)
2. Oração subordinada adjetiva relativa
explicativa
(associada a um nome, entre vírgulas)
3. Oração subordinada substantiva completiva
(associada a um verbo)
2. Assinala, com um X, todas as palavras que se formaram com o prefixo in-. (3 pontos)
(A) Inaceitável.
(B) Inalação.
(C) Inatacável.
(D) Indisciplinado.
(E) Incêndio.
3. Reescreve a frase seguinte substituindo os constituintes sublinhados pela forma (5 pontos)
correta do pronome. Procede às alterações necessárias.
O rei fará justiça quando a vida não exigir tantos esforços a ambos.
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
4. Assinala, com um X, a frase em que o constituinte sublinhado desempenha a função (3 pontos)
sintática de predicativo do sujeito.
(A) O rei não tornou a casa.
(B) O rei tornou a ficção realidade.
(C) O rei tornou-se uma pessoa triste.
5. Indica a classe das palavras sublinhadas (adjetivo qualificativo / verbo principal / (6 pontos)
quantificador numeral / nome próprio).
Ele via nascer o Sol e a sua sombra escura no chão. Um… dois… três… Ele contava
as horas e sabia que outro dia passara
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________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
Teste de Avaliação 4B
286 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
ESCRITA [30 pontos]
Imagina os vários momentos da vida de um rei. Como ocupará o seu tempo? Que atividades fará?
Num texto expositivo, entre 100 a 120 palavras, apresenta pelo menos duas atividades de um rei ao
longo do dia, referindo:
ԟ os objetivos de cada uma dessas atividades;
ԟ os momentos do dia em que têm lugar;
ԟ quem acompanha o rei nessas atividades.
AJUDA
Para produzires o teu texto, segue o seguinte plano:
Introdução – refere que um rei tem uma vida ocupada e que as suas atividades são variadas.
Desenvolvimento – refere duas das atividades que se seguem e caracteriza-as:
(1) caça – atividade de grupo (convidados e criados) que permite exercício físico;
(2) reunião com os conselheiros – para ser informado sobre os problemas do reino, para tomar
decisões…
(3) saraus – à noite, depois do jantar, para diversão, com a presença de bobos, cantores,
músicos…
Conclusão – reforça que a vida de um rei é ocupada, mas interessante.
___________________________________________________________________________________________________
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FIM
Teste de Avaliação 4
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 287
Soluções – Teste de Avaliação 4
ͻ VERSÃO A ͻ
ORALIDADE – COMPREENSÃO
1. (A), (B), (D)
2.1 (B); 2.2 (A)
3. fácil, sabor, prazer.
LEITURA
1. (D), (E), (C), (A), (B)
2.1 (A); 2.2 (D); 2.3 (B)
EDUCAÇÃO LITERÁRIA
1. (B), (C), (F)
2. O Bobo contava os dias pelo nascer e pôr do sol e as
horas pelo movimento das sombras do corpo.
3. passou muito tempo
4. Leandro pensa que ainda é rei e que ainda tem algum
poder. Já o Bobo discorda desta ideia e chama-o à
realidade. O rei tem estas crenças porque tem
dificuldade em aceitar a realidade em que vive,
enquanto o Bobo tem esta opinião porque eles vivem
como mendigos, sem comida e sem teto.
5. (C)
6. Leandro passou a viver uma situação de miséria com o
seu Bobo porque foi expulso de Helíria pelas suas duas
filhas a quem ele deu o reino, o que aconteceu porque
estas queriam governar sozinhas e estavam cansadas
de tomar conta do pai. Assim, o rei, que já tivera um
grande poder, agora não mandava em nada. A sua vida
de luxo, com festas, comida e palácios, desapareceu
completamente e o rei passou a mendigar por comida
e por um abrigo para passar a noite debaixo de telha.
GRAMÁTICA
1. A – 2; B – 1; C – 5
2. (A), (C), (D)
3. O rei fá-la-á quando a vida não lhes exigir tantos
esforços.
4. (C)
5. “Sol” – nome próprio; “sua” – determinante
possessivo; “escura” – adjetivo qualificativo; “dois” –
quantificador numeral; “contava” – verbo principal;
“outro” – determinante indefinido.
ESCRITA
A vida de um rei é muito ocupada e diversificada,
porque este realiza atividades que vão desde o lazer ao
exercício físico, passando pelo governo do reino.
Logo de manhã, o rei dedica-se à caça ou passeia a
cavalo para poder realizar exercício físico e espairecer um
pouco. É acompanhado pelos criados e por algum
convidado que esteja no palácio.
Após o almoço, o rei reúne com os conselheiros ou
recebe habitantes do reino. Nestas reuniões, toma
decisões sobre o destino do reino, conhece os problemas
e recolhe sugestões dos habitantes para melhorar o
governo do reino.
Depois de terminadas as reuniões, o rei dedica-se à
jardinagem. É acompanhado pelos familiares e este é um
momento de conversa em família, enquanto se cuida das
muitas espécies que existem nos jardins do palácio.
Após o jantar, o rei tem sempre um momento de
lazer e de cultura. Convida todos os que estão no palácio
para ouvir o Bobo, um declamador de poesia ou um
cantor. Em certos dias, pode mesmo ser apresentada uma
peça de teatro.
(175 palavras)
VERSÃO B ͻ
ORALIDADE – COMPREENSÃO
1. (A), (B), (D)
2.1 (B); 2.2 (A)
3. fácil, sabor, prazer.
LEITURA
1. (D), (E), (C), (A), (B)
2.1 (A); 2.2 (C); 2.3 (B)
EDUCAÇÃO LITERÁRIA
1. (B), (C), (F)
2. O Bobo contava os dias pelo nascer e pôr do Sol e as
horas pelo movimento das sombras do corpo.
3. A – 2; B – 1
4. (C)
5. A – 2; B – 1; C – 3
GRAMÁTICA
1. A – 2; B – 1; C – 5
2. (A), (C), (D)
3. O rei fá-la-á quando a vida não lhes exigir tantos
esforços.
4. (C)
5. “Sol” – nome próprio; “sua” – determinante
possessivo; “escura” – adjetivo qualificativo; “dois” –
quantificador numeral; “contava” – verbo principal.
ESCRITA
A vida de um rei é muito ocupada e diversificada,
porque este realiza atividades que vão desde o governo
do reino ao lazer.
Após o almoço, o rei reúne com os conselheiros ou
recebe habitantes do reino. Nestas reuniões o rei
conhece os problemas do reino, recolhe sugestões dos
habitantes e toma decisões para melhorar o governo e o
destino do reino.
Após o jantar, o rei tem sempre um momento de
lazer e de cultura. Convida todos os que estão no palácio
para ouvir os bobos, um declamador de poesia ou um
cantor. Em certos dias, pode mesmo ser apresentada
uma peça de teatro.
(105 palavras)
Teste de Avaliação 4 – Grelhas
288
T
ESTE
4
Versão
A
Oralidade
Leitura
Educação
Literária
Gramática
Escrita
Total
Questão/Cotação
1
2.1
2.2
3
Subtotal
1
2.1
2.2
2.3
Subtotal
1
2
3
4
5
6
Subtotal
1
2
3
4
5
Subtotal
Alunos
3
3
3
3
12
3
3
3
3
12
3
4
3
5
3
8
26
3
3
5
3
6
20
30
100
289
Teste de Avaliação 4 – Grelhas
T
ESTE
4
Versão
B
Oralidade
Leitura
Educação
Literária
Gramática
Escrita
Total
Questão/Cotação
1
2.1
2.2
3
Subtotal
1
2.1
2.2
2.3
Subtotal
1
2
3
4
5
Subtotal
1
2
3
4
5
Subtotal
Alunos
3
3
3
3
12
3
3
3
3
12
6
5
4
5
6
26
3
3
5
3
6
20
30
100
Teste de Avaliação 5 – Matriz (versão A)
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 291
.ͻ VERSÃO A ͻ.
Escola
Matriz do teste n.
o
5 (versão A) – Português 7.
o
ano
Data do teste Turma Duração do teste
Unidade Unidade 4 – Texto poético
Domínios Conteúdos Estrutura / tipologia de questões Cotação
Oralidade
Entrevista Itens de seleção
- ordenação
- escolha múltipla
12
Leitura
Artigo de opinião
- sentido global
- assunto
- tópicos
Itens de seleção
- escolha múltipla
- completamento de texto 12
Educação
Literária
Poema
- tema
- ideias principais
- sentido das afirmações
- análise formal
- opinião pessoal
Itens de seleção
- escolha múltipla
- identificação de afirmações
verdadeiras e falsas
Itens de construção
- resposta curta
Itens de associação
26
Gramática
Coordenação
Subordinação
- subordinação adverbial
- subordinação completiva
Funções sintáticas
Itens de seleção
- escolha múltipla
- associação
Itens de transformação
Itens de classificação
20
Escrita Texto de opinião Texto longo 30
O Professor ___________________________________________ Data _____________
Teste de Avaliação 5A
292 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
.ͻ VERSÃO A ͻ.
ORALIDADE – COMPREENSÃO [12 pontos]
Para responderes aos itens que se seguem, vais ouvir um excerto de uma entrevista a Filipe Morato
Gomes, um viajante que fez disso profissão.
Link: A estrada é uma escola da vida,
Observador
Antes de iniciares a audição, lê as questões. Em seguida, escuta o documento áudio, atentamente,
duas vezes, e responde ao que é pedido.
1. Numera os tópicos de 1 a 4, de acordo com a ordem pela qual os temas vão sendo (3 pontos)
abordados na reportagem.
(A) As crónicas de viagens
(B) As viagens dos avós
(C) A alteração da situação profissional
(D) As viagens em família
2. Seleciona, com um X, para cada afirmação (2.1 a 2.3), a opção que a completa corretamente.
2.1. Filipe Morato Gomes conta a história de como (3 pontos)
(A) deu duas voltas ao mundo: a primeira sozinho e a segunda com os avós.
(B) criou um blogue para escrever sobre as suas duas voltas ao mundo.
(C) deu duas voltas ao mundo, criou um blogue de viagens e fundou uma associação.
2.2. No início, as viagens que mais impressionaram Filipe Morato Gomes foram (3 pontos)
(A) as suas próprias viagens.
(B) as viagens que fazia em família.
(C) as viagens dos avós.
2.3. O desemprego levou Filipe Morato Gomes à primeira viagem porque (3 pontos)
(A) ele já tinha reunido dinheiro para a realizar.
(B) lhe deu oportunidade de concretizar um sonho.
(C) foi uma forma de procurar emprego noutros países.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
5A Unidade – Texto poético Avaliação: _______________
Teste de Avaliação 5A
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 293
LEITURA [12 pontos]
Lê o texto.
O QI dos turistas
-
-
-
-
5
-
-
-
-
10
-
-
-
-
15
-
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-
-
20
-
-
-
-
Tinha-me mudado há dois minutos quando percebi: vivendo longe do centro da cidade, ia
finalmente escapar aos atropelos dos turistas; vivendo mais perto do aeroporto, ia partilhar casa com
voos rasantes cheios deles. Em dois dias, habituei-me. Antes acima de mim que em cima de mim, não
é assim?
Esta semana, o tráfego aéreo que tem sido meu companheiro de casa mal apareceu. Tive vontade
de lhe atirar uma daquelas chantagens emocionais à mãe (“Achas que isto é um hotel? Entras e sais
quando queres?”), mas na verdade prefiro assim. É que os turistas andavam a irritar-me.
Descobri há muito que o nosso QI1
diminui muito quando somos turistas. Assim que passamos a
fronteira, ficamos tolos. Se formos inteligentes, não vem daí grande mal ao mundo (127 fotografias
de prédios perfeitamente banais no telemóvel, uma ou outra apropriação cultural, problemas
intestinais e/ou com a justiça local e é tudo), agora, se já não formos muito espertos... pode ser um
cataclismo2
.
Vejamos os turistas que andaram por Portugal nestes dias. Quando confrontados por jornalistas
que lhes perguntavam se não estava na hora de regressarem a casa naquele espírito de isolamento a
que uma pandemia convida, eles pediram selfies, ofereceram perdigotos e ainda proferiram
declarações como “Portugal é um País seguro”.
Atónitos3
, os jornalistas continuaram à procura de dar notícias. Eufóricos, os turistas apanharam
um tuk tuk4
e seguiram para os Jerónimos. Do meu sofá, não os julguei porque, lá está, eu já aceitei
que viajar mexe com o nosso quociente de inteligência. Custa-me mais, contudo, não julgar os outros
വ os que, não sendo turistas a andar pelo mundo, parecem turistas a andar pela vida.
Esses parecem-me mais perigosos. Dá-me medo que achem que está tudo bem quando um vírus
“só mata velhinhos”, que “é só um café”, que “é só uma futebolada com os amigos”, que “é só um
aperto de mão e um abraço, que mal pode fazer?”. Dá-me medo que eles não saibam que, quando
pensam assim, o mal está feito.
Ângela Marques, revista Sábado, 27 de março de 2020.
VOCABULÁRIO:
1
QI: quociente de inteligência.
2
cataclismo: catástrofe.
3
atónitos: admirados.
4
tuk-tuk: triciclo motorizado com cabine para transporte de passageiros.
Teste de Avaliação 5A
294 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
1. Para cada item (1.1 a 1.3), seleciona, com um X, a opção que completa cada afirmação, (3 pontos)
de acordo com o texto.
1.1. Segundo a cronista, viver perto do aeroporto tem uma vantagem e uma desvantagem: (3 pontos)
(A) não se cruza com imensos turistas, mas ouve os aviões onde viajam.
(B) cruza-se com poucos aviões, mas tem de contactar com muitos turistas.
(C) convive com muitos turistas, mas só na época em que vêm a Portugal.
(D) não vê os turistas chegar, mas tem de ouvir os aviões onde viajam.
1.2. A autora afirma que a nossa inteligência diminui quando fazemos turismo, (3 pontos)
(A) o que não constitui um problema se formos pouco inteligentes.
(B) o que constitui um problema se formos inteligentes.
(C) o que não constitui um problema se formos inteligentes.
(D) o que constitui um problema para quem quer tirar fotografias.
1.3. Os turistas, em situação de pandemia, (3 pontos)
(A) mostraram-se cuidadosos.
(B) não revelaram qualquer preocupação.
(C) passaram a evitar os transportes públicos.
(D) exigiram declarações de segurança.
2. Completa a afirmação seguinte, que sintetiza as ideias finais do texto, usando quatro das (3 pontos)
expressões abaixo.
De acordo com Ângela Marques, os turistas revelam _______(1)________ com as suas
atitudes em geral quando estão num _______(2)________, mas para ela o mais grave é a falta
de _______(3)_______ com a saúde, o que é evidenciado por aqueles que no
_______(4)________ optam por atitudes perigosas.
(a) próprio país (c) descuido (e) prudência
(b) desleixo (d) país estrangeiro (f) domicílio
Teste de Avaliação 5A
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 295
EDUCAÇÃO LITERÁRIA [26 pontos]
Lê o poema de António Gedeão. Se necessário, consulta as notas de vocabulário.
Poema da malta das naus
-
-
-
-
5
-
-
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10
-
-
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15
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20
-
-
-
-
Lancei ao mar um madeiro,
espetei-lhe um pau e um lençol.
Com palpite marinheiro
medi a altura do Sol.
Deu-me o vento de feição,
levou-me ao cabo do mundo.
pelote1
de vagabundo,
rebotalho2
de gibão3
.
Dormi no dorso4
das vagas,
pasmei na orla5
das praias
arreneguei6
, roguei pragas,
mordi pelouros7
e zagaias8
.
Chamusquei o pelo hirsuto9
,
tive o corpo em chagas10
vivas,
estalaram-me as gengivas,
apodreci de escorbuto.
Com a mão esquerda benzi-me,
com a direita esganei.
Mil vezes no chão, bati-me,
outras mil me levantei.
Meu riso de dentes podres
ecoou nas sete partidas.
Fundei cidades e vidas,
rompi as arcas e os odres11
.
Tremi no escuro da selva,
Alambique12
de suores.
Estendi na areia e na relva
mulheres de todas as cores.
Moldei as chaves do mundo
a que outros chamaram seu,
mas quem mergulhou no fundo
do sonho, esse, fui eu.
O meu sabor é diferente.
Provo-me e saibo-me a sal.
Não se nasce impunemente
nas praias de Portugal.
25
-
-
-
-
30
-
-
-
-
35
-
António Gedeão, Poesias Completas 1956-1967, Lisboa, Livraria Sá da Costa, 1987.
VOCABULÁRIO:
1
pelote: antigo vestuário com abas.
2
rebotalho: aquilo que sobra, restos.
3
gibão: antiga veste sem mangas.
4
dorso: parte
superior;
5
orla: beira.
6
arrenegar: zangar.
7
pelouro: bala.
8
zagaia: lança.
9
hirsuto: emaranhado, enriçado.
10
chaga:
ferida.
11
odre: recipiente de couro.
12
alambique: aparelho para destilar.
Teste de Avaliação 5A
296 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
1. Refere a atividade que o sujeito lírico iniciou na primeira estrofe. (4 pontos)
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
2. Indica os sentimentos do sujeito lírico expressos em cada um dos versos seguintes. (3 pontos)
a. “pasmei na orla das praias” (verso 10): ________________________________________________________
b. “arreneguei, roguei pragas” (verso 11): ________________________________________________________
c. “mordi pelouros e zagaias” (verso 12): _________________________________________________________
d. “Com a mão esquerda benzi-me” (verso 17): __________________________________________________
e. “com a direita esganei.” (verso 18): ___________________________________________________________
3. Refere quatro consequências físicas da viagem no sujeito lírico. (6 pontos)
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
4. Explica o sentido da estrofe final, relacionando o ser português com o sabor a sal. (7 pontos
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
5. Associa os elementos relativos a aspetos formais do poema, na coluna A, (6 pontos)
à sua classificação, na coluna B.
Coluna A Coluna B
1. Redondilha maior
2. Cruzada e emparelhada
3. Redondilha menor
4. Quadra
5. Terceto
6. Cruzada, emparelhada e interpolada
A. Estrofes
B. Rima
C. Métrica (estrofe 1)
Teste de Avaliação 5A
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 297
GRAMÁTICA [20 pontos]
1. Associa a expressão sublinhada na coluna A à sua função sintática na coluna B. (5 pontos)
Coluna A Coluna B
A. Os turistas permaneceram em Portugal, apesar da pandemia.
B. Os portugueses devem mostrar sentido de responsabilidade.
C. A cronista mora junto ao aeroporto.
D. Os turistas visitam Portugal.
E. A autora do texto conta-nos o que pensa.
1. Sujeito
2. Complemento oblíquo
3. Complemento direto
4. Complemento indireto
5. Predicativo do sujeito
2. Para cada item, seleciona, com um X, a opção correta.
2.1. A única frase que não contém uma oração subordinada adverbial é (3 pontos)
(A) O turista entregou o passaporte porque o polícia pediu.
(B) As viagens estão suspensas, mas o turismo está em alta.
(C) Se houver voos, os turistas voltarão a Portugal.
(D) O polícia viu os documentos para verificar a identidade do turista.
2.2. A única frase que contém uma oração subordinada substantiva completiva é (3 pontos)
(A) Está de tal maneira bom tempo que os turistas não desistem de passear.
(B) A turista mudará de hotel se tiver oportunidade.
(C) O turista disse que estava de saída.
(D) As viagens estão condicionadas porque não há voos.
3. Classifica as orações coordenadas das frases que se seguem. (9 pontos)
a. Os turistas estão em Portugal, mas terão de sair mais cedo.
______________________________________________________________________________
b. As viagens serão retomadas, pois os turistas querem viajar.
______________________________________________________________________________
c. Temos de retomar as viagens ou o turismo sofrerá.
______________________________________________________________________________
Teste de Avaliação 5A
298 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
ESCRITA [30 pontos]
As viagens são uma forma de crescimento e de aprendizagem.
Concordas com a posição apresentada?
Redige um texto de opinião, com 120 a 160 palavras, no qual apresentes a tua opinião
fundamentando-a com dois exemplos pertinentes.
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
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___________________________________________________________________________________________________
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___________________________________________________________________________________________________
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___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
FIM
Teste de Avaliação 5 – Matriz (versão B)
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 299
.ͻ VERSÃO B ͻ.
Escola
Matriz do teste n.
o
5 (versão B) – Português 7.
o
ano
Data do teste Turma Duração do teste
Unidade Unidade 4 – Texto poético
Domínios Conteúdos Estrutura / tipologia de questões Cotação
Oralidade
Entrevista Itens de seleção
- ordenação
- escolha múltipla
12
Leitura
Artigo de opinião
- sentido global
- assunto
- tópicos
Itens de seleção
- escolha múltipla
-completamento de texto 12
Educação
Literária
Poema
- tema
- ideias principais
- sentido das afirmações
- análise formal
- opinião pessoal
Itens de seleção
- escolha múltipla
- identificação de afirmações
verdadeiras e falsas
Itens de associação
26
Gramática
Coordenação
Subordinação
- subordinação adverbial
- subordinação completiva
Funções sintáticas
Itens de seleção
- escolha múltipla
- associação
Itens de classificação
20
Escrita Texto de opinião Texto longo 30
O Professor ___________________________________________ Data _____________
Teste de Avaliação 5B
300 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
.ͻ VERSÃO B ͻ.
ORALIDADE – COMPREENSÃO [12 pontos]
Para responderes aos itens que se seguem, vais ouvir um excerto de uma entrevista a
Filipe Morato Gomes, um viajante que fez disso profissão.
Link: A estrada é uma escola da vida,
Observador
Antes de iniciares a audição, lê as questões. Em seguida, escuta o documento, atentamente,
duas vezes, e responde ao que é pedido.
1. Numera os tópicos de 1 a 4, de acordo com a ordem pela qual os temas vão sendo (3 pontos)
abordados na reportagem.
(A) As crónicas de viagens
(B) As viagens dos avós
(C) A alteração da situação profissional
(D) As viagens em família
2. Seleciona, com um X, para cada afirmação (2.1 a 2.3), a opção que a completa corretamente.
2.1. Filipe Morato Gomes conta a história de como (3 pontos)
(A) deu duas voltas ao mundo: a primeira sozinho e a segunda com os avós.
(B) criou um blogue para escrever sobre as suas duas voltas ao mundo.
(C) deu duas voltas ao mundo, criou um blogue de viagens e fundou uma
associação.
2.2. No início, as viagens que mais impressionaram Filipe Morato Gomes foram (3 pontos)
(A) as suas próprias viagens.
(B) as viagens que fazia em família.
(C) as viagens dos avós.
2.3. O desemprego levou Filipe Morato Gomes à primeira viagem porque (3 pontos)
(A) ele já tinha reunido dinheiro para a realizar.
(B) lhe deu oportunidade de concretizar um sonho.
(C) foi uma forma de procurar emprego noutros países.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
5B Unidade – Texto poético Avaliação: _______________
Teste de Avaliação 5B
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 301
LEITURA [12 pontos]
Lê o texto.
O QI dos turistas
-
-
-
-
5
-
-
-
-
10
-
-
-
-
15
-
-
-
-
20
-
-
-
-
Tinha-me mudado há dois minutos quando percebi: vivendo longe do centro da cidade, ia
finalmente escapar aos atropelos dos turistas; vivendo mais perto do aeroporto, ia partilhar casa com
voos rasantes cheios deles. Em dois dias, habituei-me. Antes acima de mim que em cima de mim, não
é assim?
Esta semana, o tráfego aéreo que tem sido meu companheiro de casa mal apareceu. Tive vontade
de lhe atirar uma daquelas chantagens emocionais à mãe (“Achas que isto é um hotel? Entras e sais
quando queres?”), mas na verdade prefiro assim. É que os turistas andavam a irritar-me.
Descobri há muito que o nosso QI1
diminui muito quando somos turistas. Assim que passamos a
fronteira, ficamos tolos. Se formos inteligentes, não vem daí grande mal ao mundo (127 fotografias
de prédios perfeitamente banais no telemóvel, uma ou outra apropriação cultural, problemas
intestinais e/ou com a justiça local e é tudo), agora, se já não formos muito espertos... pode ser um
cataclismo2
.
Vejamos os turistas que andaram por Portugal nestes dias. Quando confrontados por jornalistas
que lhes perguntavam se não estava na hora de regressarem a casa naquele espírito de isolamento a
que uma pandemia convida, eles pediram selfies, ofereceram perdigotos e ainda proferiram
declarações como “Portugal é um País seguro”.
Atónitos3
, os jornalistas continuaram à procura de dar notícias. Eufóricos, os turistas apanharam
um tuk tuk4
e seguiram para os Jerónimos. Do meu sofá, não os julguei porque, lá está, eu já aceitei
que viajar mexe com o nosso quociente de inteligência. Custa-me mais, contudo, não julgar os outros
വ os que, não sendo turistas a andar pelo mundo, parecem turistas a andar pela vida.
Esses parecem-me mais perigosos. Dá-me medo que achem que está tudo bem quando um vírus
“só mata velhinhos”, que “é só um café”, que “é só uma futebolada com os amigos”, que “é só um
aperto de mão e um abraço, que mal pode fazer?”. Dá-me medo que eles não saibam que, quando
pensam assim, o mal está feito.
Ângela Marques, revista Sábado, 27 de março de 2020.
VOCABULÁRIO:
1
QI: quociente de inteligência.
2
cataclismo: catástrofe.
3
atónitos: admirados.
4
tuk-tuk: triciclo motorizado com cabine para transporte de passageiros.
Teste de Avaliação 5B
302 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
1. Para cada item (1.1 a 1.3), seleciona, com um X, a opção que completa cada afirmação,
de acordo com o texto.
1.1. Segundo a cronista, viver perto do aeroporto tem uma vantagem e uma desvantagem: (3 pontos)
(A) não se cruza com imensos turistas, mas ouve os aviões onde viajam.
(B) cruza-se com poucos aviões, mas tem de contactar com muitos turistas.
(C) convive com muitos turistas, mas só na época em que vêm a Portugal.
1.2. A autora afirma que a nossa inteligência diminui quando fazemos turismo, (3 pontos)
(A) o que não constitui um problema se formos pouco inteligentes.
(B) o que constitui um problema se formos inteligentes.
(C) o que não constitui um problema se formos inteligentes.
1.3. Os turistas, em situação de pandemia, (3 pontos)
(A) mostraram-se cuidadosos.
(B) não revelaram qualquer preocupação.
(C) passaram a evitar os transportes públicos.
2. Completa a afirmação seguinte, que sintetiza as ideias finais do texto, usando quatro das (3 pontos)
expressões abaixo.
De acordo com Ângela Marques, os turistas revelam _______(1)________ com as suas
atitudes em geral quando estão num _______(2)________, mas para ela o mais grave é a falta
de _______(3)_______ com a saúde, o que é evidenciado por aqueles que no
_______(4)________ optam por atitudes perigosas.
(a) próprio país (c) descuido (e) prudência
(b) desleixo (d) país estrangeiro (f) domicílio
Teste de Avaliação 5B
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 303
EDUCAÇÃO LITERÁRIA [26 pontos]
Lê o poema de António Gedeão. Se necessário, consulta as notas de vocabulário.
Poema da malta das naus
-
-
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5
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10
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15
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-
20
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-
Lancei ao mar um madeiro,
espetei-lhe um pau e um lençol.
Com palpite marinheiro
medi a altura do Sol.
Deu-me o vento de feição,
levou-me ao cabo do mundo.
pelote1
de vagabundo,
rebotalho2
de gibão3
.
Dormi no dorso4
das vagas,
pasmei na orla5
das praias
arreneguei6
, roguei pragas,
mordi pelouros7
e zagaias8
.
Chamusquei o pelo hirsuto9
,
tive o corpo em chagas10
vivas,
estalaram-me as gengivas,
apodreci de escorbuto.
Com a mão esquerda benzi-me,
com a direita esganei.
Mil vezes no chão, bati-me,
outras mil me levantei.
Meu riso de dentes podres
ecoou nas sete partidas.
Fundei cidades e vidas,
rompi as arcas e os odres11
.
Tremi no escuro da selva,
Alambique12
de suores.
Estendi na areia e na relva
mulheres de todas as cores.
Moldei as chaves do mundo
a que outros chamaram seu,
mas quem mergulhou no fundo
do sonho, esse, fui eu.
O meu sabor é diferente.
Provo-me e saibo-me a sal.
Não se nasce impunemente
nas praias de Portugal.
25
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30
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-
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35
-
António Gedeão, Poesias Completas 1956-1967, Lisboa, Livraria Sá da Costa, 1987.
VOCABULÁRIO:
1
pelote: antigo vestuário com abas.
2
rebotalho: aquilo que sobra, restos.
3
gibão: antiga veste sem mangas.
4
dorso: parte
superior;
5
orla: beira.
6
arrenegar: zangar.
7
pelouro: bala.
8
zagaia: lança.
9
hirsuto: emaranhado, enriçado.
10
chaga:
ferida.
11
odre: recipiente de couro.
12
alambique: aparelho para destilar.
Teste de Avaliação 5B
304 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
1. Refere a atividade que o sujeito lírico iniciou na primeira estrofe. (4 pontos)
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
2. Associa cada verso da coluna A ao sentimento que lhe corresponde, na coluna B. (4 pontos)
Coluna A Coluna B
A. “pasmei na orla das praias” (verso 10)
B. “outras mil me levantei” (verso 20)
C. “Meu riso de dentes podres” (verso 21)
D. “ arreneguei, roguei pragas “ (verso 11)
1. Felicidade
2. Coragem
3. Espanto
4. Irritação
3. Refere quatro consequências físicas da viagem no sujeito lírico, com base na leitura da (8 pontos)
quarta estrofe.
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
4. Completa o texto que se segue de modo a explicitares o sentido da última estrofe. (4 pontos
O poeta afirma que quem nasce a. ___________________ tem a condição de saber a
b. ____________, ou seja, a sua c. __________________ está ligada ao d. ________________.
5. Associa os elementos relativos a aspetos formais do poema, na coluna A, (6 pontos)
à sua classificação, na coluna B.
Coluna A Coluna B
1. Redondilha maior
2. Cruzada e emparelhada
3. Redondilha menor
4. Quadra
5. Terceto
6. Cruzada, emparelhada e interpolada
A. Estrofes
B. Rima
C. Métrica (estrofe 1)
Teste de Avaliação 5B
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 305
GRAMÁTICA [20 pontos]
1. Associa a expressão sublinhada na coluna A à sua função sintática na coluna B. (5 pontos)
Coluna A Coluna B
A. Os turistas permaneceram em Portugal, apesar da pandemia.
B. Os portugueses devem mostrar sentido de responsabilidade.
C. A cronista mora junto ao aeroporto.
D. Os turistas visitam Portugal.
E. A Ângela conta ao João o que pensa.
1. Sujeito
2. Complemento oblíquo
3. Complemento direto
4. Complemento indireto
5. Predicativo do sujeito
2. Para cada item, seleciona, com um X, a opção correta.
2.1. A única frase que não contém uma oração subordinada adverbial é (3 pontos)
(A) O turista entregou o passaporte porque o polícia pediu.
(B) As viagens estão suspensas, mas o turismo está em alta.
(C) Se houver voos, os turistas voltarão a Portugal.
2.2. A única frase que contém uma oração subordinada substantiva completiva é (3 pontos)
(A) Está de tal maneira bom tempo que os turistas não desistem de passear.
(B) A turista mudará de hotel se tiver oportunidade.
(C) O turista disse que estava de saída.
3. Classifica as orações coordenadas das frases que se seguem. (9 pontos)
a. Os turistas estão em Portugal, mas terão de sair mais cedo.
______________________________________________________________________________
b. As viagens serão retomadas, pois os turistas querem viajar.
______________________________________________________________________________
c. Temos de retomar as viagens ou o turismo sofrerá.
______________________________________________________________________________
Teste de Avaliação 5B
306 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
ESCRITA [30 pontos]
As viagens são uma forma de crescimento e de aprendizagem.
Concordas com a posição apresentada?
Redige um texto de opinião, com 120 a 160 palavras, no qual apresentes a tua opinião
fundamentando-a com dois exemplos pertinentes:
Segue as seguintes orientações:
ͻ indica se concordas ou não com a afirmação feita;
ͻ apresenta duas razões/motivos que justifiquem a tua opinião;
Concordo/ Não concordo, por um lado, porque…; por outro lado, porque…
ͻ faz uma breve conclusão.
Concluindo/ Em conclusão/ Em resumo...
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
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___________________________________________________________________________________________________
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___________________________________________________________________________________________________
FIM
Teste de Avaliação 5
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 307
Soluções - Teste de Avaliação 5
ͻ VERSÃO A ͻ
ORALIDADE – COMPREENSÃO
1. (B), (D), (C), (A)
2.1 (C); 2.2 (C); 2.3 (B)
LEITURA
1.1 (A); 1.2 (C); 1.3 (B)
2. 1 – c; 2 – d; 3 – e; 4 – a
EDUCAÇÃO LITERÁRIA
1. O sujeito lírico iniciou uma vida de marinheiro.
2. Por exemplo:
a. Espanto
b. Irritação
c. Coragem
d. Medo/Fé
e. Ódio/Revolta
3. O sujeito lírico (1) queimou o cabelo e os pelos, (2) teve
o corpo coberto de chagas, (3) teve escorbuto e (4) os
seus dentes apodreceram.
4. O poeta afirma que quem nasce português tem a
condição de saber a sal, ou seja, a sua vida está ligada
ao mar, o que é algo de muita responsabilidade
(porque pode trazer sofrimento).
5. A – 4; B – 6; C – 1
GRAMÁTICA
1. A – 5; B – 1; C – 2; D – 3; E – 4
2.1 (B)
2.2 (C)
3.
a. Oração coordenada adversativa
b. Oração coordenada explicativa
c. Oração coordenada disjuntiva
ESCRITA
As viagens são sempre uma forma de construir novas
aprendizagens que têm o poder de transformar a vida de
quem as faz.
Quando viajamos, contactamos com novas
realidades, com outras culturas. Tudo o que vemos acaba
por se transformar em aprendizagem. Os monumentos,
as comidas, as formas de vida, as manifestações culturais,
o vestuário… São aspetos que nos permitem aprender
coisas novas e diferentes sobre o nosso planeta.
Todas as viagens nos dão a conhecer um mundo que
nos obriga a pensar e, por vezes, a agir. As situações que
vivemos acabam por nos obrigar a crescer. Temos de
aprender a lidar com novas dificuldades, a aceitar formas
de ser e de estar diferentes, a compreender outros
modos de ver o mundo. Ninguém volta igual depois de
uma viagem.
Em conclusão, viajar é muito mais do que um
momento de lazer e de descontração. É uma atividade
que nos dá a oportunidade de transformação interior e
de novas aprendizagens. (159 palavras)
VERSÃO B ͻ
ORALIDADE – COMPREENSÃO
1. (B), (D), (C), (A)
2.1 (C); 2.2 (C); 2.3 (B)
LEITURA
1.1 (A)
1.2 (C)
1.3 (B)
2. 1 – c; 2 – d; 3 – e; 4 – a
EDUCAÇÃO LITERÁRIA
1. O sujeito lírico iniciou uma vida de marinheiro.
2. A – 3; B – 2; C – 1; D – 4
3. O sujeito lírico (1) queimou o cabelo e os pelos, (2)
teve o corpo coberto de chagas, (3) teve escorbuto e
(4) os seus dentes apodreceram.
4.
a. português (em Portugal)
b. sal
c. vida
d. mar
5. A – 4; B – 6; C – 1
GRAMÁTICA
1. A – 5; B – 1; C – 2; D – 3; E – 4
2.1 (B)
2.2 (C)
3.
a. Oração coordenada adversativa
b. Oração coordenada explicativa
c. Oração coordenada disjuntiva
ESCRITA
As viagens são sempre uma forma de construir novas
aprendizagens que têm o poder de transformar a vida de
quem as faz.
Quando viajamos, contactamos com novas
realidades, com outras culturas. Tudo o que vemos acaba
por se transformar em aprendizagem. Os monumentos,
as comidas, as formas de vida, as manifestações culturais,
o vestuário… São aspetos que nos permitem aprender
coisas novas e diferentes sobre o nosso planeta.
Todas as viagens nos dão a conhecer um mundo que
nos obriga a pensar e, por vezes, a agir. As situações que
vivemos acabam por nos obrigar a crescer. Temos de
aprender a lidar com novas dificuldades, a aceitar formas
de ser e de estar diferentes, a compreender outros
modos de ver o mundo. Ninguém volta igual depois de
uma viagem.
Em conclusão, viajar é muito mais do que um
momento de lazer e de descontração. É uma atividade
que nos dá a oportunidade de transformação interior e
de novas aprendizagens. (159 palavras)
Teste de Avaliação 5 – Grelhas
308
T
ESTE
5
Versão
A
Oralidade
Leitura
Educação
Literária
Gramática
Escrita
Total
Questão/Cotação
1
2.1
2.2
2.3
Subtotal
1.1
1.2
1.3
2
Subtotal
1
2
3
4
5
Subtotal
1
2.1
2.2
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Subtotal
Alunos
3
3
3
3
12
3
3
3
3
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4
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7
6
26
5
3
3
9
20
30
100
309
Teste de Avaliação 5 – Grelhas
T
ESTE
5
Versão
B
Oralidade
Leitura
Educação
Literária
Gramática
Escrita
Total
Questão/Cotação
1
2.1
2.2
2.3
Subtotal
1.1
1.2
1.3
2
Subtotal
1
2
3
4
5
Subtotal
1
2.1
2.2
3
Subtotal
Alunos
3
3
3
3
12
3
3
3
3
12
4
4
8
4
6
26
5
3
3
9
20
30
100
Questões de Aula*
• Leitura
• Educação Literária
• Escrita
• Gramática
• Soluções
Outros Instrumentos
de Avaliação*
• Testes de Verificação de Leitura
• Soluções
• Grelhas de Apoio à Avaliação
Questões
de
Aula
Instrum.
de
Avaliação
* Disponível em formato editável em
Grelhas disponíveis em formato
Excel® em
PASSO
Projeto A Par e Passo - Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
Questões de Aula
Outros Instrumentos
de Avaliação
Questões de Aula ....................................................... 313
Leitura ...................................................................... 315
Educação Literária .................................................... 323
Escrita ....................................................................... 333
Gramática ................................................................. 341
Soluções ................................................................... 354
Grelha-modelo de cotação e correção ..................... 358
Testes de Verificação de Leitura ................................ 359
O Cavaleiro da Dinamarca ....................................... 361
História de uma gaivota e do gato que a ensinou
a voar ..................................................................... 365
Leandro, Rei da Helíria ............................................. 368
Soluções ................................................................... 374
Grelhas de Apoio à Avaliação .................................... 375
Disponível em formato editável em
Projeto A Par e Passo - Português 7 x Testes de Avaliação x ASA
Questões de Aula
Leitura
Artigo de opinião ........................................................ 315
Crítica ......................................................................... 317
Biografia ..................................................................... 319
Publicidade ................................................................. 321
Educação Literária
Conto popular ............................................................ 323
O Cavaleira da Dinamarca ......................................... 325
“Mestre Finezas” ........................................................ 327
História de uma gaivota e do gato que a ensinou
a voar....................................................................... 329
Leandro, Rei da Helíria................................................ 331
Escrita
Texto de opinião ........................................................ 333
Texto expositivo ......................................................... 334
Resumo ...................................................................... 335
Comentário – “Mestre Finezas” ................................. 337
Comentário – História de uma gaivota e do gato
que a ensinou a voar................................................ 338
Comentário – “Ladino” ............................................... 339
Biografia ..................................................................... 340
Gramática
Verbos: conjugação, flexão e classes ......................... 341
Advérbio e locução adverbial ..................................... 342
Modificador do grupo verbal e modificador do nome .... 343
Preposição e locução prepositiva .............................. 344
Formação de palavras ................................................ 345
Coordenação .............................................................. 346
Variação geográfica do português ............................. 347
Formas do pronome pessoal átono............................ 348
Subordinação adverbial e substantiva completiva .... 349
Subordinação adjetiva relativa .................................. 350
Gramática global 1 ..................................................... 351
Gramática global 2 ..................................................... 352
Gramática global 3...................................................... 353
Soluções............................................................................. 354
Grelha-modelo de cotação e correção ............................ 358
Questões de Aula
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 315
ARTIGO DE OPINIÃO [100 pontos]
Lê o artigo de opinião. Se necessário, consulta as notas de vocabulário.
O poder das palavras
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-
-
5
-
-
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-
10
-
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-
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15
-
-
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-
20
-
-
-
-
25
As palavras têm um poder tremendo. Há palavras que edificam1
, outras que destroem; umas
trazem bênção, outras, maldição.
Comecemos pela gastronomia. Na hora da refeição, quem é que não saliva ao ler um Crispy de
peito de frango com emulsão de gengibre e limão? E quantas vezes a sedutora descrição dos pratos é
bem mais aprazível2
que o repasto3
propriamente dito? Há dias, num restaurante tradicional, um dos
pratos da ementa era bife raspado. Soou-me bem e pedi. O que era? Um simples hambúrguer no
prato. Estava apetitoso, sem dúvida, mas o prazer que senti ao degustar as sílabas bi-fe ras-pa-do
antes de o dito prato pousar na mesa foi infinitamente superior.
No plano amoroso, as palavras têm também um poder incrível. Outrora, nas cartas de amor, as
palavras voavam distâncias, marcadas pela saudade dos enamorados; hoje, o impacto das palavras
nas relações amorosas é tão ou mais forte porque é imediato, à distância de um clique.
E o poder da palavra silenciosa? O silêncio é ouro, já ouviram dizer?
Há palavras que deviam ser escondidas num baú fechado a sete chaves. Porque não edificam,
porque magoam, porque destroem… Há uns tempos fui fazer um exame médico. Após o questionário
clínico habitual, a médica prosseguiu “Agora, vou fazer-lhe umas maldades”. Nesse instante, o meu
corpo sucumbiu e o desmaio tornou-se iminente. Ora, a palavra maldade magoou-me mais do que o
próprio exame.
Mas voltemos às palavras amigas, as que mimam, as que confortam, as que aquecem o coração.
Sabiam que podem mudar o dia de alguém com uma calorosa saudação? “Bom dia, como está?”
Experimentem, sempre que comunicam, escolher palavras com carga afetiva positiva! Ou então
acrescentar adjetivos robustos quando agradecem a alguém: “Obrigada pela sua preciosa, valiosa
ajuda”.
Se queremos relações pessoais e profissionais mais saudáveis e felizes, usemos e abusemos das
palavras positivas na nossa vida. E não nos cansemos de elogiar. Palavras de louvor e honra trazem
felicidade não só a quem as recebe mas também, e sobretudo, a quem as oferece.
Sandra Duarte Tavares, in VISÃO, edição online de 17 de janeiro de 2017
(consultado em 29 de julho de 2020, texto com supressões).
VOCABULÁRIO:
1
edificam: constroem.
2
aprazível: agradável.
3
repasto: refeição.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
1 Questão de Aula – Leitura Avaliação: _______________
Questões de Aula
316 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA
1. Ordena as expressões de acordo com o aparecimento dos tópicos no texto. (40 pontos)
(A) O poder das palavras no campo amoroso
(B) Palavras que assustam
(C) A importância da designação dos pratos
(D) O poder das palavras em geral
(E) As palavras que expressam simpatia
2. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a frase,
de acordo com o sentido do texto.
2.1. As palavras são poderosas
(A) porque são determinantes na nossa vida. (15 pontos)
(B) quando são ditas com voz forte.
(C) quando são negativas e destruidoras.
(D) quando são positivas e construtivas.
2.2. As palavras são importantes na gastronomia porque: (15 pontos)
(A) são uma forma de se matar a fome.
(B) são uma estratégia para comer menos.
(C) podem antecipar a qualidade do próprio prato.
(D) levam os consumidores a pedirem pratos estranhos.
2.3. As palavras são importantes nas relações amorosas porque (15 pontos)
(A) substituem a proximidade física.
(B) são um componente de qualquer relação.
(C) é preferível escrever bem a falar mal.
(D) o mundo virtual está a substituir o físico.
2.4. Por vezes é preferível ficar em silêncio porque (15 pontos)
(A) certas palavras são demasiadamente feias.
(B) determinadas palavras podem magoar.
(C) há palavras que podem dar muita felicidade.
(D) certas palavras são ditas com má intenção.
Questões de Aula
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 317
CRÍTICA [100 pontos]
Lê a crítica ao filme Dumbo. Se necessário, consulta as notas do vocabulário.
Tim Burton à procura de asas
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5
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10
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15
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20
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25
Já se sabe que a Disney tem andado a recauchutar1
o seu vasto catálogo animado no século XXI à
luz das novas tecnologias, procurando seduzir novas gerações de espetadores. À partida, isto é um
paradoxo2
— os melhores clássicos da Disney não têm idade. Mas, na recauchutagem, há lucros
copiosos3
. O original Dumbo, de 1941, foi um dos melhores filmes da casa. Aquele bebé-elefante que
nasce num circo com umas orelhas invulgarmente grandes, e que, depois de ser separado da mãe,
espanta o mundo porque voa, foi herói de infância de avós, filhos, netos e bisnetos. Restava-nos saber
o que é que Tim Burton poderia acrescentar ao remake sabendo que era preciso manter fidelidade ao
que interessa — e o que interessa, resumiu-o assim Danny DeVito, “é a história de amor incondicional
entre a Sr.a
Jumbo e o pequeno Dumbo, o filme não trata de outra coisa”.
Dumbo é tecnicamente sofisticado. O pequeno elefante, a Sr.a
Jumbo e tudo o que vem do reino
da bicharada são “zeros e uns”, imagens digitalmente geradas por computador — e à medida que a
técnica se apura, aquelas já não se distinguem muito da realidade observada a olho nu. Quanto às
personagens humanas, DeVito é Max Medici, homem teimoso mas de bom coração e dono do circo
em que Dumbo nasce. Mais tarde surgirá o vilão, Michael Keaton (na pele de Vandevere, um magnata
do espetáculo sem escrúpulos), também Eva Green (Colette, a trapezista que aquele educou e
subjuga), rodeados de um naipe4
de secundários. Mas no centro, e desde o primeiro instante, o que
temos é, de facto, um melodrama5
com a aparição de Colin Farrell na personagem de Holt Farrier.
Acrobata do circo especialista em cavalos, Holt regressa da guerra sem o braço esquerdo, para junto
dos dois filhos menores, Milly e Joe. Não perdeu só o seu número de circo com a ausência, perdeu
também a mulher, vítima de doença. Ora, quando os Farriers são incumbidos de cuidar dos elefantes,
torna-se claro que a família vai substituir neste novo Dumbo o papel que o rato Timóteo, amiguinho
do protagonista, ocupava no clássico. Depois, é pena, por exemplo, que a personagem de Keaton
evolua para um vilão de caricatura. O filme vai ficando “desalmado” no processo, a cumprir calendário
e, no fim, mensagem ecológica, à medida que o império do magnata se desmorona como um castelo
de cartas.
Francisco Ferreira, in Expresso, edição online de 21 de abril de 2019 (consultado em 29 de junho de 2020).
VOCABULÁRIO:
1
recauchutar: restaurar.
2
paradoxo: contradição.
3
copiosos: numerosos, abundantes.
4
naipe: conjunto.
5
melodrama: composição dramática de má qualidade.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
2 Questão de Aula – Leitura Avaliação: _______________
Questões de Aula
318 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA
1. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a frase.
1.1. O crítico considera a produção de filmes antigos um paradoxo porque (20 pontos)
(A) um bom filme é intemporal.
(B) as novas gerações não os veem.
(C) estes não se adaptam às novas tecnologias.
(D) um estúdio poderoso não precisa desta solução.
1.2. O aspeto essencial do filme Dumbo encontra-se na(s) (20 pontos)
(A) ideias do realizador Tim Burton.
(B) importância que teve para várias gerações.
(C) orelhas gigantescas de Dumbo.
(D) relações afetivas familiares.
1.3. O filme combina (20 pontos)
(A) personagens reais com a realidade observada a olho nu.
(B) personagens reais com vilões digitais.
(C) personagens digitais com personagens reais.
(D) personagens digitais com “zeros e uns”.
1.4. A história da família que cuida de Dumbo (20 pontos)
(A) é equivalente à do rato Timóteo.
(B) é como uma seta que magoa o elefante.
(C) tem semelhanças com a do elefante.
(D) justifica o aparecimento do vilão do filme.
2. Completa o texto que sintetiza a crítica, selecionando uma expressão entre (20 pontos)
as apresentadas.
A apreciação crítica do filme é feita sobretudo a partir da linha 10. O crítico
avalia como sofisticada a (1)________ e considera que o mais positivo do
filme é (2)__________. Critica, todavia, a opção de transformar uma
personagem numa caricatura de (3)_________ e a mensagem relacionada
com (4)________ deixada no final.
(a) a ecologia (c) a personagem principal (e) vilão
(b) o desmoronamento (d) a primeira parte (f) técnica digital
Questões de Aula
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 319
BIOGRAFIA [100 pontos]
Lê a biografia de Elisabete Jacinto.
Elisabete Jacinto
-
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5
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10
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15
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20
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25
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30
-
-
Há 26 anos que desafia o domínio masculino nos ralis. Agora,
aos 54 anos, tornou-se a primeira mulher a vencer a África Eco
Race, a prova todo o terreno que sucedeu ao Rali Dakar, ao
volante de um camião. “Tudo isto é fruto de muito trabalho,
empenho e dedicação e por isso a vitória sabe ainda melhor”,
disse após a vitória. Antes dela, só a alemã Jutta Kleinshmidt
tinha vencido o Paris Dakar em 2001 num automóvel.
1964
Infância de bonecas
Elisabete dos Santos Marques Jacinto nasceu no
Montijo a 8 de junho, no seio de uma família que
apelida de “muito tradicional”. Diz ter tido uma
infância igual à das outras meninas, com
brincadeiras com bonecas e bordados.
1987
Senhora professora
A viver em Lisboa, licenciou-se em Geografia
pela Faculdade de Letras e tornou-se professora,
profissão que exerceu até 2003. Pelo caminho
foi autora de vários manuais escolares.
1988
Motociclista por acaso
Quando folheavam uma revista de
motociclismo, o marido sugeriu que tirassem a
carta de mota. Compraram uma Cagiva Elefant
125 e começaram a passear ao fim de semana.
1993
Competição atribulada
Estreou-se nas provas de todo o terreno no
Grândola 300. Deixou cair a mota num curso de
água e não terminou a prova. Mas afirma que
ficou apaixonada pelas corridas.
1998
Estreia no deserto
Depois de vencer a Taça das Senhoras do
Campeonato Nacional entre 1993 e 1998,
decidiu participar no Rali Dakar. Só conseguiu
terminar à terceira tentativa, em 2000, ficando
em primeiro na classificação feminina.
2001
“Um Dakar de sofrimento”
Voltou ao deserto a sentir-se mais forte, mas
“falhou o fator sorte”. Perdeu o carro de apoio
num acidente com uma mina terrestre, na
Mauritânia, e ficou em 2.o
lugar. Em 2002 deixou
as motas.
2003-2018
De ligeiros a pesados
Três meses após tirar a carta de pesados,
apresentou-se no Dakar com um camião. Depois
de conduzir três dias sem dormir, abandonou a
competição. Foi das primeiras mulheres a
terminar a prova em 2004. Em 2011 e 2012
alcançou o 2.o
lugar na África Eco Race.
2019
Campeã todo o terreno
Depois de dez anos de participações na África
Eco Race, concretiza um “sonho antigo” e torna-
-se a primeira mulher a ganhar a prova ao
volante de um camião. “Somos a equipa mais
feliz do mundo”, escreveu no Facebook.
-
-
35
-
-
-
-
40
-
-
-
-
45
-
-
-
-
50
-
-
-
-
55
-
-
-
-
60
-
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
3 Questão de Aula – Leitura Avaliação: _______________
Questões de Aula
320 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA
1. Escreve a sequência de letras que corresponde à ordem cronológica das (40 pontos)
informações, apresentadas de (A) a (E). Começa pela letra (B).
(A) Elisabete conclui o curso de Geografia.
(B) A infância de Elisabete Jacinto é igual à das outras crianças.
(C) Vence a Taça das Senhoras do Campeonato Nacional.
(D) Deixou de participar em torneios de mota.
(E) Participa, pela primeira vez, numa competição todo o terreno.
2. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa corretamente
a frase, de acordo com o sentido do texto.
2.1. Elisabete Jacinto é a primeira mulher (15 pontos)
(A) a vencer o Rali Dakar de mota.
(B) a vencer a África Eco Race de camião.
(C) a vencer o Rali Dakar de camião.
(D) a vencer a África Eco Race de mota.
2.2. Para além de piloto, Isabel Jacinto foi também (15 pontos)
(A) advogada.
(B) jornalista.
(C) escritora.
(D) professora.
2.3. A sua primeira participação no Dakar foi (15 pontos)
(A) em 1998, da qual saiu vencedora.
(B) em 2000, da qual saiu vencedora.
(C) em 1998, sem conseguir um prémio.
(D) em 2002, terminando em 2.o
lugar.
2.4. Isabel Jacinto ganhou prémios (15 pontos)
(A) apenas como piloto de mota.
(B) apenas como piloto de camião.
(C) apenas como piloto de carro.
(D) como piloto de mota e de camião.
1
Questões de Aula
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 321
PUBLICIDADE [100 pontos]
Observa o cartaz publicitário. De seguida, responde às questões.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
4 Questão de Aula – Leitura Avaliação: _______________
Perguntámos a várias pessoas o que não as deixa dormir à noite.
Quando sabe o que mais valoriza, porque não o protege connosco
como mais de 1 milhão de pessoas o fazem?
QUEREMOS SABER MAIS DE SI
Questões de Aula
322 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA
1. Completa o quadro, identificando os elementos da publicidade presentes no cartaz. (40 pontos)
Slogan
Texto argumentativo
Marca publicitada
Elementos da imagem
2. Seleciona, com um X,a opção que completa corretamente cada frase (2.1. a 2.2).
2.1. O cartaz publicitário integra-se (15 pontos)
(A) apenas na publicidade comercial.
(B) apenas na publicidade institucional.
(C) na publicidade institucional e comercial.
(D) em áreas não publicitárias.
2.2. O slogan desta publicidade realça (15 pontos)
(A) a preocupação da marca com o futuro da família dos seus clientes.
(B) a necessidade de os clientes darem mais informação à marca.
(C) que a filha representada é algo importante para esta marca.
(D) que o presente não tem qualquer importância para a marca.
3. Assinala, com um X, as duas opções que explicitam a mensagem do texto argumentativo. (30 pontos)
(A) A marca pretende diminuir as preocupações dos seus clientes.
(B) A marca propõe um medicamento para as pessoas conseguirem dormir
melhor.
(C) A marca pretende atingir um milhão de clientes.
(D) A marca já garante a segurança/tranquilidade a um grande número de
clientes.
Questões de Aula
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 323
CONTO POPULAR [100 pontos]
Lê o texto que se segue. Se necessário, consulta as notas de vocabulário.
O caldo de pedra
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5
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10
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30
-
Um frade andava ao peditório; chegou à porta de um lavrador, mas não lhe quiseram aí dar nada.
O frade estava a cair com fome, e disse:
– Vou ver se faço um caldinho de pedra. E pegou numa pedra do chão, sacudiu-lhe a terra e pôs-se
a olhar para ela para ver se era boa para fazer um caldo. A gente da casa pôs-se a rir do frade e daquela
lembrança. Diz o frade:
– Então nunca comeram caldo de pedra? Só lhes digo que é uma coisa muito boa.
Responderam-lhe:
– Sempre queremos ver isso.
Foi o que o frade quis ouvir. Depois de ter lavado a pedra, disse:
– Se me emprestassem aí um pucarinho.
Deram-lhe uma panela de barro. Ele encheu-a de água e deitou-lhe a pedra dentro.
– Agora se me deixassem estar a panelinha aí ao pé das brasas...
Deixaram. Assim que a panela começou a chiar, disse ele:
– Com um bocadinho de unto1
é que o caldo ficava de primor...
Foram-lhe buscar um pedaço de unto. Ferveu, ferveu, e a gente da casa pasmada para o que via.
Diz o frade, provando o caldo:
– Está um bocadinho insonso, bem precisa de uma pedrinha de sal.
Também lhe deram o sal. Temperou, provou, e disse:
– Agora é que com uns olhinhos de couve ficava que os anjos o comeriam.
A dona da casa foi à horta e trouxe-lhe duas couves tenras. O frade limpou-as e ripou-as com os
dedos, deitando as folhas na panela.
Quando os olhos já estavam aferventados disse o frade:
– Ai, um naquinho de chouriço é que lhe dava uma graça...
Trouxeram-lhe um pedaço de chouriço; ele botou-o na panela, e enquanto se cozia, tirou do
alforge2
pão, e arranjou-se para comer com vagar.
O caldo cheirava que era um regalo. Comeu e lambeu o beiço; depois de despejada a panela, ficou
a pedra no fundo; a gente da casa, que estava com os olhos nele, perguntou-lhe:
– Oh senhor frade, então a pedra?
Respondeu o frade:
– A pedra, lavo-a e levo-a comigo para outra vez.
E assim comeu onde não lhe queriam dar nada.
Teófilo Braga, Contos tradicionais do Povo Português, Porto, Porto Editora, pp. 45-46.
VOCABULÁRIO:
1
unto: banha de porco; gordura.
2
alforge: saco.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
5 Questão de Aula - Educação Literária Avaliação: _______________
Questões de Aula
324 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA
1. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a afirmação.
1.1. O frade conseguiu a atenção dos presentes quando (20 pontos)
(A) apanhou a pedra do chão.
(B) pediu uma panela para colocar a pedra.
(C) disse que ia fazer um caldo de pedra.
(D) pediu alguma coisa para comer.
2. “A gente da casa pôs-se a rir do frade e daquela lembrança” (linhas 4-5). Explica (25 pontos)
esta reação das pessoas.
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
3. Ordena as afirmações que se seguem de modo a apresentares as etapas desta (25 pontos)
história.
(A) O frade foi sugerindo ingredientes que tornariam o caldo mais saboroso
(unto, sal, couves, chouriço).
(B) O frade guardou a pedra para a próxima vez.
(C) O frade pediu brasas para pôr o caldo ao lume.
(D) O frade pediu um tacho para colocar a pedra e a água.
(E) O frade sentou-se e comeu o caldo regaladamente.
4. “E assim comeu onde não lhe queriam dar nada.” (linha 31) (30 pontos)
De que forma se pode considerar esta afirmação a moral da história
(o ensinamento do conto). Responde, seguindo os passos propostos.
Segue os passos
A afirmação significa que (1) ________________________
________________________________________________
________________________________________________
________________________________________________
________________________________________________
Na verdade, o frade aproveitou-se (2) _________________
________________________________________________
________________________________________________
________________________________________________
Assim, a moralidade deste conto (3)___________________
________________________________________________
________________________________________________
________________________________________________
________________________________________________
(1) Explica o significado
da afirmação.
(2) Refere as atitudes
do frade em relação
às pessoas.
(3) Apresenta a ideia
geral da moralidade
desta história.
Questões de Aula
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 325
O CAVALEIRO DA DINAMARCA [100 pontos]
Lê o excerto de O Cavaleiro da Dinamarca, de Sophia de Mello Breyner Andresen.
Viagem até Florença
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5
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10
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15
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20
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-
25
E daí a três dias, montado num belo cavalo que o Mercador lhe oferecera, o dinamarquês deixou
Veneza.
Além do cavalo o seu amigo dera-lhe também cartas de apresentação para os homens mais
poderosos das cidades do Norte da Itália. Assim ele seria em toda a parte bem recebido.
Abril enchia a terra de flores, todos os regatos cantavam, o céu era azul, o ar morno, a brisa leve.
E por planícies, vales, colinas e montes seguia o Cavaleiro.
Aconselhado pelo Mercador, tinha resolvido fazer a meio da viagem para Génova um desvio para
sul, para conhecer a célebre cidade de Florença.
Passou por Ferrara e Bolonha e viu as altas torres de São Giminiano. Dormia nas estalagens ou
pedia abrigo nos conventos.
E no princípio de maio chegou a Florença.
Vista do alto das colinas floridas, a cidade erguia no céu azul os seus telhados vermelhos, as suas
torres, os seus campanários, as suas cúpulas. O Cavaleiro atravessou a velha ponte sobre o rio, a ponte
ladeada de pequenas lojas onde se vendiam coiros, colares de coral, armas, pratos de estanho e prata,
lãs, sedas, joias de oiro.
Depois foi através das ruas rodeadas de palácios, atravessou as largas praças e viu as igrejas de
mármore preto e branco com grandes portas de bronze esculpido. Por toda a parte se viam estátuas.
Havia estátuas de mármore claro e estátuas de bronze. Outras eram de barro pintado. E a beleza de
Florença espantou o Cavaleiro, tal como o tinha espantado a beleza de Veneza. Mas aqui tudo era
mais grave e austero.
Procurou a casa do banqueiro Averardo, para o qual o seu amigo veneziano lhe tinha dado uma
carta.
O banqueiro recebeu-o com grande alegria e hospedou-o em sua casa.
Era uma bela casa, mas nela não se via o grande luxo dos palácios de Veneza. Havia uma biblioteca
cheia de antiquíssimos manuscritos, e nas paredes estavam pendurados quadros maravilhosos.
Sophia de Mello Breyner Andresen, O Cavaleiro da Dinamarca, Porto, Porto Editora 2017, pp. 21-22
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
6 Questão de Aula – Educação Literária Avaliação: _______________
Questões de Aula
326 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA
1. Assinala, com um X, os aspetos nos quais o Cavaleiro identificou diferenças entre (24 pontos)
Florença e Veneza.
(A) Palácios
(B) Colinas
(C) Beleza da cidade
(D) Estátuas
2. Apresenta o percurso geográfico seguido pelo Cavaleiro no excerto, referindo as (24 pontos)
cidades por onde passou.
________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________
3. Escreve a sequência de letras que corresponde à ordem dos locais por onde passou (24 pontos)
o Cavaleiro em Florença.
(A) Zona religiosa
(B) Casa do banqueiro Averardo
(C) Zona comercial
(D) Zona nobre de habitações ricas
4. Identifica o recurso presente em “Os regatos cantavam” (linha 5) e refere a sua (28 pontos)
expressividade. Responde, seguindo os passos propostos.
Segue os passos
O recurso expressivo presente em “os regatos cantavam”
é (1) ____________________________________________
Este recurso está associado (2) ______________________
________________________________________________
e pretende expressar (3) ___________________________
________________________________________________
da Natureza nesta época do ano.
(1) Identifica o recurso
expressivo.
(2) Refere a estação do
ano envolvida.
(3) Refere as ideias
representadas.
Questões de Aula
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 327
“MESTRE FINEZAS” [100 pontos]
Lê o excerto de “Mestre Finezas”, de Manuel da Fonseca, e consulta as notas de vocabulário.
Mestre Finezas
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5
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25
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-
Passaram anos. Um dia, parti para os estudos. Voltei homem. Mestre Finezas é ainda a mesma
figura alta e seca. Somente tem os cabelos todos brancos.
വ KůŚĂďĞŵƉĂƌĂŵŝŵവƉĞĚĞ-ŵĞăƐǀĞnjĞƐവ͕ŽůŚĂďĞŵĞĚŝnjůĄƐĞĞƐƚĞĠŽŵĞƐŵŽŚŽŵĞŵƋƵĞƚƵ
conheceste?...
Finjo-me admirado de uma tal pergunta. Procuro convencê-lo de que sim, de que ainda é.
Compreende as minhas mentiras e abana docemente a cabeça:
വ Estou um velho, Carlinhos!...
Vou lá de vez em quando. A loja está sempre deserta. As mãos muito trémulas de Mestre Finezas
mal seguram agora a navalha. Também abriram, na vila, outras barbearias cheias de espelhos e
vidrinhos, e letreiros sobre as portas a substituírem aquela bola com um penacho1
que Mestre Finezas
ainda hoje tem à entrada da loja.
Mestre Finezas passa necessidades. Vive abandonado da família, com a mulher entrevada2
, num
casebre próximo do castelo. Eu sou um dos raros fregueses e o seu único confidente.
Ilídio Finezas sonhou ser um grande artista, ir para a capital, e quem sabe se pelo mundo fora. Eu
falhei um curso e arrasto, por aqui, uma vida de marasmo3
e ociosidade4
. Há entre mim e esta gente
da vila uma indiferença que não consigo vencer. O meu desejo é partir breve. Mas não vejo como.
E, quando o presente é feio e o futuro incerto, o passado vem-nos sempre à ideia como o tempo em
que fomos felizes. Daí eu ser o confidente de Mestre Finezas.
Ele ajuda as minhas recordações contando-me dos dias a que chama da “sua glória”. Estamos
sozinhos na loja. De navalha em punho, Mestre Finezas declama cenas inteiras dos “melhores dramas
que já se escreveram.” E há nele uma saudade tão grande das noites em que fazia soluçar de amor e
mágoa as senhoras da vila que, amiúde5
esquece tudo o que o cerca e fica, longo tempo, parado. Os
seus olhos ganham um brilho metálico. Fixos, olham-me mas não me veem. Estão a ver para lá de
mim, através do tempo.
Lentamente, aflora-lhe6
aos lábios, premidos e brancos, um sorriso doloroso.
വ ƵĨƵŝŽŵĂŝŽƌĂƌƚŝƐƚĂĚĞƐƚĂƐƌĞĚŽŶĚĞnjĂƐ͊͘͘͘വŵƵƌŵƵƌĂ͘
Na cadeira, com a cara ensaboada, eu revivo a infância e sonho o futuro. Mestre Finezas já nem
sonha; recorda só.
Manuel da Fonseca, Aldeia Nova, Alfragide, BIS-LeYa, 2009, pp. 124-125.
VOCABULÁRIO:
1
penacho: enfeite de penas.
2
entrevada: paralítica, que não se mexe.
3
marasmo: inatividade, melancolia, abatimento.
4
ociosidade: falta de trabalho.
5
amiúde: frequentemente.
6
aflorar: vir à superfície.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
7 Questão de Aula - Educação Literária Avaliação: _______________
Questões de Aula
328 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA
1. Indica de que forma a passagem dos anos é comprovada pela descrição das personagens (30 pontos)
no primeiro parágrafo.
______________________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________________
2. Identifica o recurso presente na expressão “outras barbearias cheias de espelhos e vidri- (30 pontos)
nhos, e letreiros sobre as portas” (linhas 9-10) e justifica o seu uso face à descrição da
barbearia do Mestre Finezas. Responde, seguindo os passos propostos.
Segue os passos
O recurso presente na expressão é (1) ____________
___________________________________________
Este recurso expressivo encontra-se ao serviço da
descrição da barbearia de Mestre Finezas para (2) __
___________________________________________
___________________________________________
___________________________________________
De facto, percebe-se assim, que os espaços que fazem
concorrência à barbearia do Mestre Finezas (3) ____
___________________________________________
___________________________________________
(1) Identifica o recurso
expressivo.
(2) Estabelece a relação
entre os espaços físicos
que o recurso
expressivo permite.
(3) Refere o que mostra o
recurso expressivo
sobre os espaços que
caracteriza.
3. Seleciona, com um X, todos os aspetos que aproximam Mestre Finezas do narrador. (20 pontos)
(A) São idosos.
(B) Não realizaram os seus sonhos.
(C) Pensaram em abandonar a vila.
(D) Acreditam no futuro.
(E) Recordam o passado.
4. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a afirmação. (20 pontos)
A frase “Mestre Finezas já nem sonha; recorda só” (linhas 27-28) significa que
o barbeiro
(A) se refugia nos sonhos.
(B) já não tem esperança no futuro.
(C) é preguiçoso para projetar o seu futuro.
(D) faz tudo para que o futuro seja igual ao passado.
Questões de Aula
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 329
HISTÓRIA DE UMA GAIVOTA E DO GATO QUE A ENSINOU A VOAR [100 pontos]
Lê o excerto de História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, de Luis Sepúlveda, e
(consulta as notas de vocabulário.
Zorbas começa a cumprir o prometido
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25
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Os quatro gatos desceram do telhado para a varanda e imediatamente compreenderam que
haviam chegado tarde. Colonello, Sabetudo e Zorbas observaram com respeito o corpo sem vida da
gaivota, enquanto Secretário agitava o rabo ao vento para lhe tirar o cheiro a benzina1
.
വ Acho que devemos juntar-ůŚĞĂƐĂƐĂƐ͘ŽƋƵĞƐĞĨĂnjŶĞƐƚĞƐĐĂƐŽƐവŝŶĚŝĐŽƵŽůŽŶĞůůŽ͘
Vencendo a repugnância que lhes provocava aquele ser impregnado2
de petróleo, uniram-lhe as
asas ao corpo e, ao mexer-lhe, descobriram o ovo branco com pintinhas azuis.
വ KŽǀŽ͊ŚĞŐŽƵĂƉƀƌŽŽǀŽ͊വĞdžĐůĂŵŽƵŽƌďĂƐ͘
വ Meteste-te numa boa embrulhada, caro amico. Numa boa eŵďƌƵůŚĂĚĂ͊വĂĚǀĞƌƚŝƵŽůŽŶĞůůŽ͘
വ YƵĞǀŽƵĞƵĨĂnjĞƌĐŽŵŽŽǀŽ͍വƉĞƌŐƵŶƚŽƵŽƌďĂƐĐĂĚĂǀĞnjŵĂŝƐĂĨůŝƚŽ͘
വ Com um ovo podem fazer-ƐĞŵƵŝƚĂƐĐŽŝƐĂƐ͘hŵĂŽŵĞůĞƚĂ͕ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽവƉƌŽƉƀƐ^ĞĐƌĞƚĄƌŝŽ͘
വ Ah, sim! Uma vista de olhos pela enciclopédia logo nos dirá como preparar a melhor das
omeletas. O tema aparece no tomo dezasseis, letra “O” വŐĂƌĂŶƚŝƵ^ĂďĞƚƵĚŽ͘
വ Disso nem miar! O Zorbas prometeu a essa pobre gaivota que cuidaria do ovo e da gaivotinha.
Uma promessa de honra contraída por um gato do porto obriga todos os gatos do porto, e por isso o
ovo diz-ŶŽƐƌĞƐƉĞŝƚŽവĚĞĐůĂƌŽƵƐŽůĞŶĞŵĞŶƚĞŽůŽŶĞůůŽ͘
വ Mas eu não sei tratar de um ovo! Até agora nunca tive um ovo ao meu cuidado! – miou Zorbas
desesperado.
Então todos os gatos olharam para Sabetudo. Talvez na sua famosa en-ci-clo-pé-di-a houvesse
qualquer coisa a esse respeito.
വ Tenho de consultar o volume dezasseis, letra “O”. De certeza que está lá tudo o que temos de
ƐĂďĞƌ ĂĐĞƌĐĂ ĚŽŽǀŽ͕ŵĂƐ ƉĂƌĂ ũĄ ĂĐŽŶƐĞůŚŽ ĐĂůŽƌ͕ĐĂůŽƌĐŽƌƉŽƌĂů͕ŵƵŝƚŽ ĐĂůŽƌ ĐŽƌƉŽƌĂůവ ŝŶĚŝĐŽu
Sabetudo num tom pedante3
e didático4
.
വ Ou seja, deitar-se junto do ovo, mas sem o partir വ aconselhou Secretário.
വ Era exatamente o que eu ia sugerir. Zorbas, ficas junto do ovo e nós vamos com o Sabetudo para
vermos o que nos diz a sua empilopé ... encimopé..., enfim, já sabes ao que me refiro. Voltamos à
noite com novidades e damos sepultura a essa pobre gaivota – determinou Colonello antes de saltar
para o telhado.
Luis Sepúlveda, História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, Porto, Porto Editora, 2011, pp. 55-57.
VOCABULÁRIO:
1
benzina: produto líquido derivado do petróleo.
2
impregnado: entranhado, embebido.
3
pedante: vaidoso.
4
tom didático: tom de quem ensina.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
8 Questão de Aula – Educação Literária Avaliação: _______________
Questões de Aula
330 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA
1. O que encontraram os gatos quando chegaram à varanda de Zorbas? (20 pontos)
________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________
2. Perante o facto de a gaivota ter posto um ovo, associa as personagens da coluna A (20 pontos)
aos comportamentos que evidenciam na coluna B.
Coluna A Coluna B
A. Zorbas
B. Secretário
C. Sabetudo
D. Colonello
1. Lembrou que uma promessa feita por um deles era
para todos.
2. Não sabia o que fazer com o ovo e ficou preocupado.
3. Queria fazer uma omeleta.
4. Propôs procurar na enciclopédia como fazer a
melhor omeleta.
3. Perante a necessidade de cuidar do ovo, o que decidiram os gatos fazer? Com que (30 pontos)
objetivo? Responde, seguindo os passos propostos.
Segue os passos
Perante a necessidade de cuidar do ovo, os gatos
resolveram (1) _______________________________
___________________________________________
___________________________________________
para (2) ____________________________________
___________________________________________
__________________________________________ .
Entretanto, Zorbas decidiu que (3) _______________
___________________________________________
__________________________________________ .
(1) Indica a decisão
tomada pelos gatos.
(2) Refere o objetivo
dessa decisão.
(3) Indica a decisão
da personagem.
4. Seleciona a frase que melhor resume a atitude dos gatos e justifica a tua escolha (30 pontos)
com dois argumentos.
Frase 1: Os gatos demonstraram falta de preocupação e interesse pelo futuro da
gaivotinha.
Frase 2: Os gatos reveleram sentido de honra e respeito perante a morte da gaivota.
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
Questões de Aula
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 331
LEADRO, REI DA HELÍRIA [100 pontos]
Lê o excerto de Leandro, Rei da Helíria, de Alice Vieira.
O sonho do Rei
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5
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10
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15
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20
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30
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-
Cena I
Rei Leandro, Bobo
(No jardim do palácio real de Helíria. Rei Leandro passeia com o bobo)
Rei: Estranho sonho tive esta noite... Muito estranho...
Bobo: Para isso mesmo se fizeram as noites, meu senhor! Para pensarmos coisas acertadas, temos
ŽƐĚŝĂƐവĞolha que bem compridos são!
Rei: Não sabes o que dizes, bobo! São as noites, as noites é que nunca mais têm fim!
Bobo: Ai, senhor, as coisas que tu não sabes...
Rei: Estás a chamar-me ignorante?
Bobo: Estou! Claro que estou! Como é possível que tu não saibas como são grandes os dias dos
pobres, e como são rápidas as suas noites... Às vezes estou a dormir, parece que mal acabei de
ĨĞĐŚĂƌŽƐŽůŚŽƐവĞũĄƚŽĐĂŵŽƐƐŝŶŽƐƉĂƌĂŵĞůĞǀĂŶƚĂƌ͘ƉĂƌƚŝƌĚĂşĠƵŵĂĚĂŶĕĂŵĂůƵĐĂ͕ĞƐĐĂĚĂ
acima escada abaixo: és tu que me chamas para te alegrar o pequeno-almoço; é Hortênsia que me
chama porque acordou com vontade de chorar; é Amarílis que me chama porque não sabe se há
ĚĞƌŝƌƐĞŚĄĚĞĐŚŽƌĂƌവĞĞƵĂĐŽƌƌĞƌĚĞƵŵůĂĚŽƉĂƌĂŽŽƵƚƌŽ͕ƚŽĚŽŽƐĂŶƚŽĚŝĂ͕ƐĞŵƉƌĞĂƐƵƐƉŝƌĂƌ
para que chegue a noite, sempre a suspirar para que se esqueçam de mim, por um minutinho que
seja!, mas o dia é enorme, enorme!, o dia nunca mais acaba, e é então que eu penso que, se os reis
soubessem destas coisas, deviam fazer um decreto qualquer que desse aos pobres como eu duas
ou três horas a mais para...
Rei (interrompendo): Cala-te!
Bobo: Pronto, estou calado.
Rei: Não me interessam agora os teus pensamentos, o que tu achas ou deixas de achar. Eu estava a
falar do meu sonho.
Bobo: Muito estranho tinha sido, era o que tu dizias...
Rei: Nunca me interrompas quando eu estou a falar dos meus sonhos!
Bobo: Nunca, senhor!
Rei: Nada há no mundo mais importante do que um sonho.
Bobo: Nada, senhor?
Rei: Nada.
Bobo: Nem sequer um bom prato de favas com chouriço, quando a fome aperta? Nem sequer um
lumezinho na lareira, quando o frio nos enregela os ossos?
Rei: Não digas asneiras, que hoje não me apetece rir.
Alice Vieira, Leandro, Rei da Helíria, Alfragide, Editorial Caminho, 2016, pp. 11-13.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
9 Questão de Aula – Educação Literária Avaliação: _______________
Questões de Aula
332 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA
1. Com base na indicação cénica inicial, indica o espaço físico onde decorre esta cena (20 pontos)
e o assunto da conversa.
________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________
2. Justifica a diferença de opiniões do Rei e do Bobo relativamente à duração do dia e da (24 pontos)
noite. Responde, seguindo os passos propostos.
Segue os passos
O Rei considera que as noites (1) _________________
____________________________________________
porque (2) ___________________________________
____________________________________________
Por seu lado, o Bobo considera os dias muito longos,
porque (3) ___________________________________
____________________________________________
____________________________________________
(1) Caracteriza a noite do
ponto de vista do Rei.
(2) Refere a justificação
do Rei.
(3) Apresenta o ponto
de vista do Bobo.
3. Caracteriza a relação entre o Rei e o Bobo, justificando com passagens do texto. (26 pontos)
________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________
4. Associa cada personagem da coluna A ao traço de personalidade que evidencia (30 pontos)
na coluna B.
Coluna A Coluna B
A. O Rei ao preocupar-se com o sonho revela ser
uma pessoa
B. O Bobo ao preocupar-se com a comida e com
o conforto revela ser uma pessoa
1. Realista.
2. Esfomeada.
3. Idealista.
4. Sonhadora.
Questões de Aula
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 333
TEXTO DE OPINIÃO [100 pontos]
Há quem prometa e nunca cumpra.
Por outro lado, há os que prometem e tudo cumprem.
Escreve um texto de opinião referindo a tua perspetiva sobre a importância de
cumprirmos as promessas feitas. Fundamenta o teu ponto de vista com pelo menos
dois argumentos.
O teu texto deve ter um mínimo de 100 e um máximo de 150 palavras.
Segue os tópicos apresentados.
Introdução:
വ Apresentação do teu ponto de vista sobre a importância de cumprirmos com as
promessas feitas.
Desenvolvimento:
വ Argumento 1: apresentação de uma razão que justifique a tua opinião;
വ Argumento 2: apresentação de outra razão que justifique a tua opinião.
Conclusão:
വ Síntese das ideias principais.
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TEXTO EXPOSITIVO [100 pontos]
Há uma primavera em cada vida:
É preciso cantá-la assim florida
Florbela Espanca, Amar
Escreve um texto expositivo no qual apresentes as principais transformações
da chegada da primavera.
O teu texto deve ter um mínimo de 140 e um máximo de 200 palavras.
Segue os tópicos apresentados.
Introdução:
വ Passagem do inverno para a primavera.
Desenvolvimento:
വ Alterações a nível da flora (plantas);
വ Alterações observáveis nos animais;
വ Alterações nos seres humanos.
Conclusão:
വ Síntese das ideias principais.
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Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 335
RESUMO [100 pontos]
Lê o texto que se segue com 338 palavras.
Por que é que as baleias e golfinhos dormem à vez só com
metade do cérebro?
Ideias
principais
-
-
-
-
5
-
-
-
-
10
-
-
-
-
15
-
-
-
-
20
-
-
-
-
25
-
-
-
-
30-
As baleias, os golfinhos e os manatins1
têm uma forma muito peculiar de dormir:
um sono onde cada hemisfério do cérebro descansa alternadamente. A razão para
esta forma de dormir foi agora revelada numa investigação do Centro Interdisciplinar
de Investigação Marinha e Ambiental (CIIMAR) da Universidade do Porto: estes
animais marinhos desativaram os genes responsáveis pela produção de melatonina,
hormona que controla os períodos de sono. Como trocaram a terra pela água há
milhões de anos, evoluíram de forma a se libertarem de genes desnecessários ao
meio aquático.
Para este trabalho, só com autores portugueses, foram estudados genomas de 12
espécies de cetáceos2
(como a baleia-cinzenta, a baleia-da-gronelândia, o golfinho
roaz-corvineiro e a orca) e, ainda, uma subespécie de manatim – um mamífero
marinho herbívoro. Todos estes mamíferos marinhos revelaram uma característica
pouco comum: não produzem melatonina, uma hormona que, no entanto, está
presente na maioria dos mamíferos para regular os ciclos de dormir e acordar.
A melatonina, para além de ser um importante antioxidante, funciona também
como uma hormona que controla os ritmos circadianos3
(diários) da maioria dos
mamíferos. Produzido pela glândula pineal, localizada no cérebro, é responsável
pelos períodos de sono e responde a estímulos de luz, atingindo o pico de produção
durante a noite. “Por este motivo, a fraca qualidade do sono é muitas vezes associada
à exposição a ecrãs ou à luz artificial”, nota Raquel Ruivo, investigadora do CIIMAR
que também coordenou o estudo.
Sabendo-se já que as baleias, golfinhos e manatins dormiam assim, qual é então
a novidade trazida por este estudo? “O nosso trabalho estabelece um paralelo entre
esse comportamento e a base genética da sua evolução”, responde a investigadora.
Os animais estudados perderam os genes relativos à produção de melatonina que
lhes permite manter um estado de repouso e vigilância simultâneo essencial nos
ambientes marinhos. “Os hemisférios cerebrais dormem de forma alternada,
permitindo-lhes descansar sem comprometer o estado de vigilância, a manutenção
da respiração ou mesmo da temperatura corporal, que normalmente diminui
durante o sono”, refere um comunicado do CIIMAR sobre o trabalho.
Margarida Coutinho, Público, 27 de fevereiro de 2019.
VOCABULÁRIO:
1
manatins: mamíferos marinhos de corpo arredondado, cauda larga e arredondada e cabeça pequena.
2
cetáceos: grupo de mamíferos vivíparos a que pertence a baleia, o golfinho e o cachalote.
3
circadianos: que tem a duração ou a periodicidade de cerca de um dia.
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Questões de Aula
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1. Toma nota das ideias principais de cada um dos parágrafos no espaço lateral ao texto. (20 pontos)
2. Resume o texto da página 335 num texto de 80 a 110 palavras. (80 pontos)
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COMENTÁRIO (100 pontos)
Lê o seguinte excerto do conto “Mestre Finezas” de Manuel da Fonseca.
Agora entro, sento-me de perna cruzada, puxo um cigarro, e à pergunta de
sempre respondo soprando o fumo:
– Só a barba. Ora é de há pouco este meu à-vontade diante do Mestre Ilídio
Finezas.
Lembro-me muito bem de como tudo se passava. Minha mãe tinha de fingir-se
zangada. Eu saía de casa, rente à parede, sentindo que aquilo era pior que ir
para a escola.
Manual da Fonseca, “Mestre Finezas”, in Aldeia Nova, Alfragide, BIS-LeYa, 2009.
Elabora um comentário a este excerto, com 100 a 150 palavras, no qual refiras os
seguintes aspetos:
വ integração do excerto na estrutura do conto.
വ importância deste excerto para o desenrolar da história;
വ principais diferenças do comportamento passado e presente do narrador em
relação a mestre Finezas.
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Questões de Aula
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COMENTÁRIO [100 pontos]
Lê o excerto da História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar de Luis Sepúlveda.
Kengah estendeu as asas para levantar voo, mas a espessa onda foi mais rápida e
cobriu-a inteiramente. Quando veio ao de cima, a luz do dia havia desaparecido e,
depois de sacudir a cabeça energicamente, compreendeu que a maldição dos mares
lhe obscurecia a visão.
Kengah, a gaivota de penas cor de prata, mergulhou várias vezes a cabeça, até
que uns clarões lhe chegaram às pupilas cobertas de petróleo. A mancha viscosa, a
peste negra, colava-lhe as asas ao corpo, e por isso começou a mexer as patas na
esperança de nadar rapidamente e sair do centro da maré negra.
Luis Sepúlveda, Histórias de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, Porto,
Porto Editora, 2016, p. 24.
Elabora um comentário a este excerto, com um mínimo de 100 palavras e o máximo
de 150, no qual refiras os seguintes aspetos:
വ integração do excerto na estrutura do conto.
വ importância deste excerto para o desenrolar da história;
വ intenção crítica do narrador.
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COMENTÁRIO [100 pontos]
Lê o seguinte excerto do conto “Ladino” de Miguel Torga
Ah, lá defender-se, sabia! A experiência para alguma coisa lhe havia de servir. Se
via o caso malparado, até durante o dia punha o corpo no seguro. Bastava o vento
soprar da serra. Largava a comedoria, e – forro da cozinha! Não havia outro
remédio. Tudo menos uma pneumonia!
Miguel Torga, “Ladino”, in Bichos, Alfragide, BIS-LeYa, 2008.
Elabora um comentário a este excerto, com 60 a 90 palavras, no qual refiras os
seguintes aspetos:
വ identificação dos traços de personalidade de Ladino evidenciados no excerto;
വ referência à importância da experiência nas opções da personagem;
വ relação destes factos com a sua longevidade.
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Questões de Aula
340 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA
BIOGRAFIA [100 pontos]
Elabora a biografia de Manuel da Fonseca, autor do conto “Mestre Finezas” com base
nas informações que te são dadas sobre o escritor.
Nome completo Manuel Lopes Ferreira Fonseca
Data e local de nascimento
15 de outubro de 1911,
Santiago do Cacém
Data e local de falecimento 11 de março de 1993, Lisboa
Formação
Escola Superior de Belas-Artes
de Lisboa
Filmes que produziu Cerromaior, O trigo e o joio, Raiva...
Livros
Autor de várias narrativas, crónicas e poemas.
Alguns títulos: Seara de vento, O fogo e as cinzas,
Cerromaior...
Outras informações relevantes
Colaborou como jornalista em alguns jornais e
revistas…
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16 Questão de Aula – Escrita Avaliação: _______________
Questões de Aula
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VERBOS: CONJUGAÇÃO, FLEXÃO E CLASSES [100 pontos]
1. Associa as formas verbais sublinhadas na coluna A à sua subclasse na coluna B. (24 pontos)
Coluna A Coluna B
A. A casa parece desabitada.
B. A Rita espirrou discretamente.
C. Eles tinham ido ao jogo com amigos.
D. O Rui assistiu à partida em casa.
1. Verbo principal
2. Verbo copulativo
3. Verbo auxiliar
2. Completa as frases com as formas verbais conjugadas nos tempos e modo indicados (36 pontos)
entre parênteses.
a. A casa ___________ (pertencer, pretérito mais-que-perfeito composto do
indicativo) a uma família nobre.
b. As crianças __________ (partilhar, pretérito imperfeito do indicativo) um quarto
no sótão.
c. Se os funcionários não __________ (estar, pretérito imperfeito do conjuntivo) de
férias, a casa __________ (ter, condicional simples) as portas abertas.
d. É importante que eu __________ (dar, presente do conjuntivo) atenção às
informações sobre as visitas.
e. Ontem, ele __________ (ir, pretérito perfeito simples do indicativo) até à casa.
3. Assinala os verbos que são irregulares. (16 pontos)
(A) dar
(B) estar
(C) beber
(D) fazer
(E) ser
(F) esclarecer
3.1.Completa as frases seguintes com um dos verbos selecionados na questão 3, (24 pontos)
conjugados nos tempos e modos indicados entre parênteses.
a. Durante toda a noite, nós ___________ (pretérito perfeito simples do
indicativo) um concerto.
b. É importante que tu __________ (presente do conjunto) ciente da
verdade.
c. Se eu __________ (pretérito imperfeito do conjuntivo) o chefe, isto seria
diferente.
d. Se tudo corresse bem, nós __________ (condicional simples) uma pintura
fantástica.
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17 Questão de Aula – Gramática Avaliação: _______________
Questões de Aula
342 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA
ADVÉRBIO E LOCUÇÃO ADVERBIAL [100 pontos]
1. Associa os advérbios sublinhados na coluna A ao seu valor na coluna B. (32 pontos)
Coluna A Coluna B
A. Sim, eu vou contigo.
B. Até o João gostou do filme.
C. O Rui escreve rapidamente um texto.
D. Ontem, ficámos em casa.
1. Advérbio de lugar
2. Advérbio de tempo
3. Advérbio de afirmação
4. Advérbio de exclusão
5. Advérbio de inclusão
6. Advérbio de modo
2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada uma das afirmações.
2.1. A única frase que inclui um advérbio conectivo é (6 pontos)
(A) Estava um dia de calor, todavia não iria à praia.
(B) Precisava de ler aquele livro, mas hoje não podia.
(C) Foi jantar com os amigos e divertiram-se imenso.
(D) Estava cansado, logo ia descansar um pouco.
2.2. A única frase que inclui um advérbio relativo é (6 pontos)
(A) Ele foi até casa dos amigos.
(B) Viu a casa, porém não se dirigiu até lá.
(C) Ficou em casa e lá começou a ler o livro.
(D) Ficaram em casa dos amigos onde jantaram.
3. Completa o texto com um advérbio com o valor ou a função indicados entre (56 pontos)
parênteses.
___________ (advérbio de dúvida), vai chover __________ (advérbio de
quantidade e grau) __________ (advérbio de tempo). Logo, __________ (advérbio
de negação) poderei ir às compras, como tinha previsto. Estou com azar!
__________ (advérbio de inclusão) a chuva me atrapalha.
__________ (advérbio interrogativo) poderei sair outra vez? Depois de amanhã
também não poderei, __________ (advérbio de exclusão) se for depois do jantar.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
18 Questão de Aula - Gramática Avaliação: _______________
Questões de Aula
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 343
MODIFICADOR DO GRUPO VERBAL E MODIFICADOR DO NOME [100 pontos]
1. Seleciona, com um X, as frases cujo constituinte sublinhado desempenha a função (30 pontos)
de modificador do grupo verbal.
(A) Durante a tarde, tive aulas de português.
(B) Na quarta-feira, vou estudar com os meus amigos.
(C) Vou acabar o trabalho com o João.
(D) Depois das aulas, vou à biblioteca.
(E) Lá, vou escolher calmamente um bom livro.
2. Associa os modificadores do nome sublinhados da coluna A ao seu tipo, na coluna B. (28 pontos)
Coluna A Coluna B
A. A disciplina que eu prefiro
é Matemática.
1. Modificador do nome
restritivo
2. Modificador do nome
apositivo
B. Aprendi uma matéria nova,
que considerei importante.
C. O teste, que inclui toda a matéria,
será amanhã.
D. O início da manhã é a altura do dia
que eu adoro.
3. Preenche a tabela, transcrevendo os modificadores presentes no seguinte texto. (42 pontos)
O livro aconselhado era muito interessante. No início, apresentava uma personagem
que tinha viajado no tempo. Após a sua viagem, ela queria mudar o mundo e ia
começar pela sua família, que sempre fora problemática. Tinha o sonho de alterar
factos da vida de D. Afonso Henriques, o nosso primeiro rei.
Modificador do grupo verbal Modificador do nome
restritivo
Modificador do nome
apositivo
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19 Questão de Aula – Gramática Avaliação: _______________
Questões de Aula
344 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA
PREPOSIÇÃO E LOCUÇÃO PREPOSITIVA [100 pontos]
1. Sublinha as preposições usadas em cada frase. (48 pontos)
a. Fui a Lisboa com os meus pais.
b. Estava ansioso: fiquei acordado desde as 7 horas da manhã.
c. Falámos muito sobre a peça de teatro que íamos ver.
d. Em casa, preparámos tudo para a viagem.
e. Entre o almoço e o jantar, reuni os livros que queria levar.
2. Sublinha as locuções prepositivas usadas em cada frase. (42 pontos)
a. O meu cão gosta de descansar perto da lareira.
b. Em frente da minha casa existe um jardim.
c. Vou lá passear com o meu cão cerca de meia hora.
d. Depois do jantar, também saio um pouco com ele.
e. O meu cão é feliz graças à vida saudável que tem.
f. Ele adora correr atrás do meu gato.
g. Por isso, o meu gato normalmente fica longe dele.
3. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada afirmação (3.1 e 3.2).
3.1 A única frase que não inclui uma preposição é (5 pontos)
(A) A família foi ao Porto conhecer a Ribeira.
(B) Durante o dia, passaram por uma conhecida livraria.
(C) Lá compraram os livros do feiticeiro.
(D) Os filhos fotografaram as famosas escadas.
3.2 A única frase que não inclui uma locução prepositiva é (5 pontos)
(A) Esse armazém fica uma rua abaixo da minha.
(B) O dono é um senhor para o baixo e forte.
(C) Na loja por baixo do apartamento vendem calçado.
(D) Descobriu este casaco por debaixo de uma pilha de roupa.
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20 Questão de Aula – Gramática Avaliação: _______________
Questões de Aula
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 345
FORMAÇÃO DE PALAVRAS [100 pontos]
1. Preenche a tabela com palavras da lista segundo o seu processo de formação. (40 pontos)
ƉĞƌĞŝƌĂͻŝŶũƵƐƚŽͻ;ĂͿƚƌŽĐĂͻanoitecer ͻƚĞĂƚƌĂů
ƉŽƐƉŽƌͻ;ŽƐͿĐŽŶƚƌĂƐ ͻĂďƌĂĕŽͻĞƐďƌĂĐĞũĂƌ ͻƌĞůĞƌ
Derivação por
prefixação
Derivação por
sufixação
Parassíntese Conversão
Derivação
não afixal
2. Associa as palavras da coluna A ao seu processo de formação, na coluna B. (20 pontos)
Coluna A Coluna B
A. Barbudo
B. Subchefe
C. Mineralogia
D. Aterrorizar
E. Guarda-livros
1. Derivação por prefixação
2. Derivação por sufixação
3. Parassíntese
4. Composição por radicais
5. Composição por palavras
3. Associa as bases das palavras a um afixo, de modo a formares oito palavras. (40 pontos)
Base Prefixo Sufixo Palavra
cobrir
encher
feliz
gastar
livro
branco
lava
ontem
en-
pre-
des-
ante-
-mente
-ura
-gem
-esco
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21 Questão de Aula – Gramática Avaliação: _______________
Questões de Aula
346 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA
COORDENAÇÃO [100 pontos]
1. Sublinha a conjunção presente em cada frase e classifica-a. Segue o exemplo. (32 pontos)
Frase Conjunção
Ex: O herói enfrentou o dragão e derrotou o gigante. Ex: Coordenativa copulativa
a. O gigante destruía a aldeia ou assustava os seus habitantes.
b. O herói enfrentou o gigante, mas não conseguiu derrotá-lo.
c. O gigante devia ser assustador, pois as pessoas mostraram
medo.
d. O gigante era enorme, logo assustaria quem o visse.
2. Transforma as frases simples em frases complexas que incluam a oração coordenada (32 pontos)
indicada entre parênteses. Procede às alterações necessárias.
a. O dragão atacou a aldeia. Os habitantes tiveram de fugir. (Or. coordenada copulativa)
_____________________________________________________________________________________
b. Todos os habitantes fugiram. Um deles enfrentou o dragão. (Or. coordenada adversativa)
_____________________________________________________________________________________
c. O dragão dirigia-se à aldeia. O dragão ia atacar a aldeia. (Or. coordenada conclusiva)
_____________________________________________________________________________________
d. A aldeia deve ter ficado vazia. Os habitantes fugiram para a montanha.
(Or. coordenada explicativa)
_____________________________________________________________________________________
3. Associa as palavras/expressões sublinhadas na coluna A à sua classificação na coluna B. (36 pontos)
Coluna A Coluna B
A. Os habitantes não só atravessaram o
rio como também subiram a montanha.
1. Conjunção coordenativa
copulativa
2. Locução conjuncional
coordenativa copulativa
3. Conjunção coordenativa
disjuntiva
4. Locução conjuncional
coordenativa disjuntiva
B. Passaram muitas dificuldades e
ficaram sem casa.
C. Não conseguiram derrotar o dragão
nem recuperar a aldeia.
D. O dragão ora sobrevoava a aldeia ora
sobrevoava a montanha.
E. Os habitantes ficavam escondidos ou
enfrentavam o dragão
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
22 Questão de Aula – Gramática Avaliação: _______________
Questões de Aula
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VARIAÇÃO GEOGRÁFICA DO PORTUGUÊS [100 pontos]
1. Associa as palavras sublinhadas à variedade do português a que pertencem. (50 pontos)
Coluna A Coluna B
A. A Laura ajudou o pai a cortar a grama.
B. A Vera cortou a relva sozinha.
C. O Luís comprou um terno para levar ao casamento.
D. O Paulo comprou um fato para levar ao batizado.
E. A Laura e a Vera tinham uma machamba com legumes.
1. Variedade europeia
2. Variedade brasileira
3. Variedade africana
2. Seleciona a opção que completa corretamente as afirmações que se seguem.
2.1. A única frase que não pertence à variedade brasileira é (10 pontos)
(A) Elas lhe falavam da sua horta com entusiasmo.
(B) Vera está cuidando da horta com muito prazer.
(C) Laura cultiva imensos legumes.
(D) Elas perceberam sua importância na defesa do ambiente.
2.2. A única frase que pertence à variedade brasileira é (10 pontos)
(A) Vera foi na casa de Laura para conhecer a sua horta.
(B) Laura recebeu Vera com muito gosto.
(C) Ambas tinham interesses comuns.
(D) Cuidar da horta era o seu passatempo favorito.
3. Identifica as frases que incluem características da variante de português do Brasil. (30 pontos)
(A) Laura se alegrou com a visita de Vera.
(B) Elas foram juntas no quintal.
(C) Laura apreciou a beleza do seu jardim.
(D) Vera ficou olhando a horta de Laura.
(E) As flores e os legumes cresciam lado a lado.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
23 Questão de Aula – Gramática Avaliação: _______________
Questões de Aula
348 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA
FORMAS DO PRONOME PESSOAL ÁTONO [100 pontos]
1. Associa os constituintes sublinhados na coluna A à forma do pronome pessoal que os (20 pontos)
substitui na coluna B.
Coluna A Coluna B
A. O poeta dedicou o seu poema aos filhos.
B. O autor revelou o segredo da sua inspiração ao jornalista.
C. A autora contou a história a mim e ao meu irmão.
D. O poeta deu um autógrafo ao seu admirador.
1. -o
2. -nos
3. -lhes
4. - lhe
2. Substitui os constituintes sublinhados pela forma adequada do pronome pessoal, (70 pontos)
fazendo as alterações necessárias.
a. Põe o livro em cima da mesa.
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b. O poeta não disse aos seus admiradores o nome do livro.
______________________________________________________________________________
c. Traz todos os livros para casa.
______________________________________________________________________________
d. Quem colocou os livros fora do lugar?
______________________________________________________________________________
e. Pedi à Ana e ao João que convidassem a mãe para a exposição.
______________________________________________________________________________
f. Leram todos os livros durante as férias.
______________________________________________________________________________
g. Eles bem queriam mais livros.
______________________________________________________________________________
3. Seleciona, com um X, a única frase que substitui corretamente a expressão sublinhada. (10 pontos)
– Que perguntas fizeram ao poeta?
(A) Que perguntas fizeram-lhe?
(B) Que perguntas fizeram-no?
(C) Que perguntas lhe fizeram?
(D) Que perguntas lhas fizeram?
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
24 Questão de Aula – Gramática Avaliação: _______________
Questões de Aula
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SUBORDINAÇÃO ADVERBIAL E SUBSTANTIVA COMPLETIVA [100 pontos]
1. Associa as locuções conjunções sublinhadas na coluna A à sua subclasse na coluna B. (20 pontos)
Coluna A Coluna B
A. Pedro ajuda a cão abandonado dado que tem o apoio
dos amigos.
B. Os miúdos uniram-se para que nada faltasse ao animal.
C. Todos levavam comida ao cão a não ser que não fosse
necessário.
D. Sempre que tinha fome, o cão aparecia em casa do Pedro.
1. Locução conjuncional
subordinativa temporal
2. Locução conjuncional
subordinativa causal
3. Locução conjuncional
subordinativa condicional
4. Locução conjuncional
subordinativa final
2. Sublinha a oração subordinada adverbial em cada frase e classifica-a. (70 pontos)
a. O Pedro encontrou o cão quando andava a passear de bicicleta.
______________________________________________________________________________
b. O cão não conseguia andar porque tinha uma ferida na pata.
______________________________________________________________________________
c. Se precisasse de ajuda, o Pedro podia contar com os seus amigos.
______________________________________________________________________________
d. O Pedro teve de chamar os amigos para conseguir levar o cão.
______________________________________________________________________________
e. Mal chegou a casa, o Pedro levou o cão ao veterinário.
______________________________________________________________________________
f. Caso o ferimento fosse grave, o veterinário teria de operar o cão.
______________________________________________________________________________
3. Seleciona, com um X, a única frase que não inclui uma oração subordinada (10 pontos)
substantiva completiva.
(A) Pedro perguntou ao veterinário se o cão ia ficar bem.
(B) Os amigos que ajudaram o Pedro estavam preocupados.
(C) O veterinário disse que o cão ia ficar ótimo.
(D) Pedro explicou aos amigos que o cão apenas tinha um ferimento ligeiro.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
25 Questão de Aula – Gramática Avaliação: _______________
Questões de Aula
350 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA
SUBORDINAÇÃO ADJETIVA RELATIVA [100 pontos]
1. Identifica as subclasses das palavras relativas sublinhadas. (32 pontos)
Frase Subclasse
Ex: O espetáculo que mais me impressionou foi o musical
Miseráveis.
Ex: Pronome relativo
a. O teatro onde vi o espetáculo fica em Paris.
b. A peça cujo autor é famoso não me impressionou.
c. O amigo a quem ofereci os bilhetes adorou a peça.
d. As duas peças, as quais foram adaptadas ao cinema, ficaram
fantásticas.
2. Sublinha a oração subordinada adjetiva relativa em cada frase. (32 pontos)
a. As peças, cujas adaptações eu já conhecia, vão estrear na televisão.
b. O teatro onde assisti à peça Romeu e Julieta é do século XIX.
c. Os adereços que faziam parte do espetáculo foram enviados para o museu.
d. O guarda-roupa que pertencia à peça Romeu e Julieta está em exposição.
3. Associa cada oração sublinhada na coluna A à sua classificação na coluna B. (36 pontos)
Coluna A Coluna B
A. A peça, cujo ensaio assisti, não foi estreada.
1. Oração subordinada
adjetiva restritiva
2. Oração subordinada
adjetiva explicativa
B. As atrizes que participaram na peça receberam um
prémio.
C. O encenador a quem foi entregue o prémio ficou
muito emocionado.
D. Os atores organizaram uma festa, a qual serviu para
homenagear o autor da peça.
E. O ator principal ficou emocionado com o elogio que
lhe foi feito.
F. O teatro municipal, onde a peça foi apresentada,
está fechado para obras.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
26 Questão de Aula – Gramática Avaliação: _______________
Questões de Aula
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 351
GRAMÁTICA GLOBAL 1 [100 pontos]
1. Sublinha o verbo presente em cada frase e identifica a subclasse a que pertence. Segue (32 pontos)
o exemplo.
Frase Subclasse do verbo
Ex: A viagem acabou. Ex: Verbo intransitivo
a. O viajante percorreu parte da Europa.
b. O Cavaleiro dormiu em Veneza.
c. O Cavaleiro enviou uma mensagem à família.
d. As aventuras tinham começado em janeiro.
2. Completa as frases com as formas verbais conjugadas nos tempos e modos indicados (32 pontos)
entre parênteses.
a. Os viajantes ___________ (trazer, pretérito perfeito simples do indicativo) boas
recordações da viagem.
b. No passado, as viagens por terra __________ (demorar, pretérito imperfeito
do indicativo) uma eternidade.
c. Quando os viajantes __________ (regressar, futuro do conjuntivo), __________
(contar, futuro do indicativo) histórias fantásticas.
3. Associa as palavras sublinhadas na coluna A à sua classe na coluna B. (36 pontos)
Coluna A Coluna B
A. O Cavaleiro atravessou os Alpes.
B. Estas aventuras são extraordinárias.
C. Aqui ficam as histórias mais interessantes.
D. Os viajantes audaciosos enfrentaram muitos perigos.
E. Durante a volta ao mundo, tudo pode acontecer.
F. O Cavaleiro viajou de barco até ao seu destino.
1. Advérbio
2. Nome
3. Adjetivo
4. Determinante
5. Pronome
6. Quantificador
7. Preposição
8. Verbo
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
27 Questão de Aula – Gramática Avaliação: _______________
Questões de Aula
352 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA
GRAMÁTICA GLOBAL 2 [100 pontos]
1. Identifica o tipo de modificador (modificador do grupo verbal, modificador do nome (32 pontos)
restritivo ou modificador do nome apositivo) sublinhado nas frases. Segue o exemplo.
Frase Subclasse do verbo
Ex: O gato grande, gordo e preto descansava na varanda.
Ex: Modificador do nome
restritivo
a. Mestre Finezas tocava violino na barbearia.
b. O rei passeava no salão enorme e silencioso.
c. As princesas, que enganaram o rei, revelaram a sua
ganância.
d. Os pardais vizinhos de Ladino olhavam-no desconfiados.
2. Identifica o processo de formação das palavras que se seguem. (32 pontos)
a. Biodiversidade ______________________________________________________________
b. Guarda-noturno_____________________________________________________________
c. Sinceridade _________________________________________________________________
d. Amanhecer _________________________________________________________________
3. Associa cada palavra sublinhada na coluna A à sua classificação na coluna B. (36 pontos)
Coluna A Coluna B
A. O Bazar do Harry ficava em frente de um grande largo.
B. As ratazanas passavam pelo pátio do Bazar.
C. Daquele lugar, Ladino observava os seus irmãos.
D. Após aterrar na varanda, a Gaivota viu Zorbas.
E. Ao fim de semana, Mestre Finezas fazia teatro.
F. O gato vivia no centro de Hamburgo.
1. Preposição simples
2. Preposição contraída
3. Locução prepositiva
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
28 Questão de Aula – Gramática Avaliação: _______________
Questões de Aula
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 353
GRAMÁTICA GLOBAL 3 [100 pontos]
1. Associa as conjunções sublinhadas na coluna A à sua classificação na coluna B. (20 pontos)
Coluna A Coluna B
A. O Mestre Finezas falava e o narrador ouvia.
B. – Faz silêncio, pois o espetáculo vai começar.
C. Finezas está em silêncio, logo recorda outros tempos.
D. O público aplaudia ou chorava.
1. Conjunção copulativa
2. Conjunção adversativa
3. Conjunção disjuntiva
4. Conjunção explicativa
5. Conjunção conclusiva
2. Sublinha a oração subordinada adverbial em cada frase e classifica-a. (55 pontos)
a. Caso a gaivotinha não voasse, ele tinha outra ideia.
______________________________________________________________________________
b. Zorbas chamou os amigos para lhes pedir ajuda.
______________________________________________________________________________
c. Antes que Zorbas falasse, ela pôs um ovo.
______________________________________________________________________________
d. Zorbas ajudou Ditosa porque fez uma promessa à mãe.
______________________________________________________________________________
e. Quando o humano chegou, todos estavam preparados.
______________________________________________________________________________
3. Seleciona, com um X, a única frase que não inclui uma oração subordinada (10 pontos)
substantiva completiva.
(A) Os ratos disseram que não lhe fariam mal.
(B) O macaco pensou que eles queriam entrar.
(C) O gato que os ajudou conhecia o mar.
(D) A gata perguntou se podia ajudar.
4. Seleciona, com um X, todas as expressões que incluem características da variação (15 pontos)
do português do Brasil.
(A) Ele se zangou com os outros gatos.
(B) Eles foram na torre.
(C) Eles estava a contar a verdade.
(D) Ele viu a sua amiga.
(E) O humano estava olhando a televisão.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
29 Questão de Aula – Gramática Avaliação: _______________
Questões de Aula
354 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA
SOLUÇÕES – Questões de Aula
LEITURA
Questão de Aula n.
o
1 – Artigo de opinião (p. 315)
1. D വ C വ A വ B വ E
2.1 (A)
2.2 (C)
2.3 (B)
2.4 (B)
Questão de Aula n.
o
2 – Crítica (p. 317)
1.1 (A)
1.2 (D)
1.3 (C)
1.4 (C)
2. 1 – f; 2 – d; 3 – e; 4 – a
Questão de Aula n.
o
3 – Biografia (p. 319)
1. B – A – E – C – D
2.1 (B)
2.2 (D)
2.3 (C)
2.4 (D)
Questão de Aula n.
o
4 – Publicidade (p. 321)
1.
Slogan: Queremos saber mais de si
Texto argumentativo: “Perguntámos a várias pessoas
[…] fazem?”
Marca publicitada: Tranquilidade
Imagem: uma mãe e uma filha
2.1 A
2.2 A
3. A, D
EDUCAÇÃO LITERÁRIA
Questão de Aula n.
o
5 – Conto popular (p. 323)
1.1 C
2. As pessoas riram-se porque fazer um caldo com uma
pedra é algo impossível e disparatado.
3. D – C – A – E – B
4. A afirmação mostra que o (1) frade conseguiu que
quem não lhe queria dar comida acabasse por fazê-lo.
Com alguma esperteza e inteligência, o frade conseguiu
ajuda, mesmo depois de lhe ter sido recusada. Na
verdade, o frade aproveitou-se (2) da ingenuidade e da
curiosidade das pessoas para as enganar. Assim, a
moralidade deste conto (3) mostra que, apesar de ser
difícil obter ajuda de quem não a quer dar, se pode
conseguir o objetivo fazendo uso de alguma inteligência.
Questão de Aula n.
o
6 – O Cavaleiro da Dinamarca
(p. 325)
1. (A), (C)
2. O Cavaleiro saiu de Veneza, passou por Ferrara,
Bolonha e chegou a Florença.
3. (C), (D), (A), (B)
4. (1) a metáfora; (2) à estação da primavera; (3) a
alegria e a vida
Questão de Aula n.
o
7 – “Mestre Finezas” (p. 327)
1. O narrador evidencia a passagem dos anos pelo facto
de ter regressado à vila já homem adulto e pelo facto de
Mestre Finezas já apresentar os seus cabelos brancos.
2. (1) a enumeração; (2) estabelecer uma relação entre
este espaço físico e o das outras barbearias da vila; (3)
são mais modernos.
3. (B), (C), (E)
4. B
Questão de Aula n.
o
8 – História de uma gaivota e do
gato que a ensinou a voar (p. 329)
1. Ao chegarem à varanda, os gatos encontraram a
gaivota sem vida e um ovo branco com pintinhas azuis.
2. A – 2; B – 3; C – 4; D – 1
3. (1) consultar uma enciclopédia (2) saber o que deviam
fazer (3) deveria ficar junto do ovo e dar-lhe calor sem o
partir.
4. A frase 2 traduz melhor a atitude dos gatos. Em
primeiro lugar demonstraram respeito pela morte da
gaivota pela forma como a colocaram e como decidiram,
no fim, dar-lhe uma sepultura. Em segundo lugar, ao
ajudarem Zorbas a cumprir as promessas feitas, os gatos
demonstram dar valor à palavra dada e à necessidade de
cumprir as promessas feitas. Demonstraram, também,
sentido de união, ao assumirem a promessa de Zorbas
como responsabilidade de todos.
Questão de Aula n.
o
9 – Leandro, Rei da Helíria
(p. 331)
1. O Rei e o Bobo passeiam no jardim, enquanto o Rei
procura contar o sonho estranho que teve.
2. (1) eram muito longas; (2) teve um sonho muito
estranho / teve um sonho que o deixou muito agitado;
(3) anda sempre de um lado para o outro para atender
às exigências/pedidos do Rei e das filhas.
3. O Rei trata o Bobo com alguma agressividade, não
considerando importante o que este diz (“Não me
interessam agora os teus pensamentos”, l. 22). O Bobo,
apesar de perceber esse sentimento, revela submissão
mas também ousadia, acabando por dizer ao Rei aquilo
que pensa (“Estou! Claro que estou! Como é possível
que tu não saibas como são grandes os dias dos pobres,
e como são rápidas as suas noites”, ll. 10-11).
4. A – 3; B – 1
ESCRITA
Questão de Aula n.
o
10 – Texto de opinião (p. 333)
Proposta de texto:
Cumprir com as promessas feitas é fundamental na
relação com os outros.
Em primeiro lugar, ao cumprir as promessas feitas,
mostra-se que se é digno de confiança, que se é boa
pessoa e que se valoriza a amizade. Por exemplo, se se
for uma pessoa de palavra, os outros sabem que podem
contar connosco.
Em segundo lugar, ao manter-se a palavra dada,
está--se a mostrar que se cumpre o que é pedido, custe
o que custar. Há pessoas que dão tanto valor ao
prometido que, apesar de todas as dificuldades,
esforçam-se por respeitar a palavra dada e procuram
não prometer aquilo que sabem que não conseguirão
cumprir.
Questões de Aula
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 355
Em conclusão, sempre que as pessoas se
comprometem com alguma coisa e cumprem a sua
palavra, garantem que são de confiança e que se pode
contar com o seu empenho.
Questão de Aula n.
o
11 – Texto expositivo (p. 334)
Proposta de texto:
A primavera é a estação que sucede ao inverno. Esta
estação traz alterações muito diversas a nível da flora, da
fauna e nos próprios seres humanos.
Na primavera, a paisagem altera-se devido ao
gradual aparecimento do calor e do Sol: as folhas das
árvores voltam a nascer, as flores surgem, as ervas e
outras espécies começam a brotar, depois de as suas
sementes terem estado adormecidas durante o frio do
inverno.
Também os animais alteram o seu comportamento.
Antes de mais, este é o tempo do acasalamento para
muitas espécies. Assim, ouvem-se os cantos dos
pássaros e observa-se a sua atividade imparável de
construção dos ninhos. Também as abelhas dão início
aos seus voos de polinização, e muitas outras espécies
que estavam “escondidas” regressam, enchendo o ar de
cores e os espaços de sons.
Por fim, os seres humanos também não conseguem
ficar insensíveis à mudança de estação. O bom humor
regressa e um certo bem-estar também, porque, tal
como os animais, os seres humanos também gostam de
calor e de Sol.
Em síntese, a vinda da primavera significa, normal-
mente, um renascimento da Natureza.
(184 palavras)
Questão de Aula n.
o
12 – Resumo (p. 335)
Proposta de resumo
Baleias, golfinho e manatins dormem, alternando os
hemisférios do cérebro. Uma investigação da Universida-
de do Porto explicou que tal acontece porque estes
mamíferos desativaram a melatonina quando vieram
viver, há milhões de anos, para o meio aquático.
Neste trabalho, investigadores portugueses estuda-
ram 12 espécies de cetáceos e uma subespécie de
manatim e todos evidenciaram ausência da hormona
que controla os ciclos do dormir e do acordar.
A novidade deste trabalho está no facto de mostrar
que a forma de dormir destes animais se relaciona com a
sua evolução.
A perda de melatonina permite ao cérebro destes
animais manter a vigilância enquanto dormem, o que é
fundamental na água.
(104 palavras)
Questão de Aula n.
o
13 – Comentário: “Mestre Finezas”
(p. 337)
Proposta de texto:
O excerto pertence ao momento inicial do conto
quando Carlinhos, o narrador da história, já adulto,
regressa à sua terra natal e vai à barbearia do Mestre
Finezas.
Este excerto é muito importante para o resto da
história, pois ficamos a saber que o narrador nem
sempre se sentiu confortável na presença de Mestre
Finezas. É também o momento em que o narrador
começa a recordar a história passada de Mestre Finezas
e o que sentia quando era criança.
Quando era criança e ia à barbearia para cortar o
cabelo, o narrador sentia-se intimidado por Mestre
Finezas, de tal forma que a mãe tinha de se zangar com
ele. No presente, já adulto, o narrador sente-se à
vontade perto do barbeiro. Mestre Finezas já não lhe
causa medo, pelo contrário, o narrador sente carinho e
pena do barbeiro.
(138 palavras)
Questão de Aula n.
o
14 – Comentário: História de uma
gaivota e do gato que a ensinou a voar (p. 338)
Proposta de texto:
O excerto pertence ao momento inicial do conto
quando Kengah, enquanto sobrevoava o Mar do Norte,
fica presa numa onda de petróleo e quase morre depois
de mergulhar para se alimentar.
Este excerto é muito importante para o resto da
história, pois Kengah só pensa em salvar-se para poder
por um ovo. Consegue sair do mar e acaba por chegar a
casa do gato Zorbas a quem pede para cuidar do ovo até
a gaivotinha nascer e para a ensinar a voar.
Neste excerto, o narrador denuncia a poluição que
os humanos fazem no mar e que coloca em risco a vida
dos animais, neste caso das gaivotas.
(108 palavras)
Questão de Aula n.
o
15 – Comentário: “Ladino” (p. 339)
Proposta de texto:
Ladino é um pardal muito cauteloso com a sua saúde,
o que se nota nas atitudes que adota quando chega, por
exemplo, o frio. A experiência ensinou-lhe que é mais
importante proteger-se do frio do inverno do que comer.
Foi também a experiência que lhe permitiu conhecer os
melhores locais para se abrigar (como o forro da cozinha).
É porque se sabe proteger das ameaças que Ladino tem
uma longevidade assinalável para pássaro.
(73 palavras)
Questão de Aula n.
o
16 – Biografia (p. 340)
Manuel Lopes Ferreira Fonseca, mais conhecido
como Manuel da Fonseca, nasceu em Santiago do Cacém
a 15 de outubro de 1911. Faleceu com 82 anos, a 11 de
março de 1993, em Lisboa.
Manuel da Fonseca fez a sua formação superior na
Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa.
A sua vida foi dedicada aos livros, mas participou
também na produção de filmes, como por exemplo
Cerromaior, O Trigo e o joio e Raiva, entre outros.
Colaborou em jornais e revistas.
A sua produção literária é muito diversificada:
narrativas, poemas e crónicas. Alguns dos seus livros
mais conhecidos são Seara de vento, O fogo e as cinzas e
Cerromaior.
(108 palavras)
GRAMÁTICA
Questão de Aula n.
o
17 – Verbos: conjugação, flexão e
classes (p. 341)
1. A – 2; B – 1; C – 3; D – 1
2.
a. tinha pertencido
b. partilhavam
c. estivessem; teria
d. dê
e. foi
Questões de Aula
356 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA
3. A, B, D, E
3.1 Sugestão:
a. demos
b. estejas
c. fosse
d. faríamos
Questão de Aula n.
o
18 – Advérbio e locução adverbial
(p. 342)
1. A – 3; B – 5; C – 6; D – 2
2.1. (A)
2.2. (D)
3. Provavelmente; muito; amanhã; não; Até; Quando;
exceto.
Questão de Aula n.
o
19 – Modificador do grupo verbal e
modificador do nome (p. 343)
1. (A), (B), (C), (E)
2. A – 1; B – 2; C – 2; D – 1
3.
Modificador do grupo verbal: “no início”; “Após a sua
viagem”.
Modificador do nome restritivo: “aconselhado”; “que
tinha viajado no tempo”.
Modificador do nome apositivo: “que sempre fora
problemática”; “o nosso primeiro rei”.
Questão de Aula n.
o
20 – Preposição e locução
prepositiva (p. 344)
1.
a. a, com
b. desde
c. sobre, de
d. Em, para
e. Entre
2.
a. perto de
b. em frente de
c. cerca de
d. depois de
e. graças a
f. atrás de
g. longe de
3.1 (D)
3.2 (B)
Questão de Aula n.
o
21 – Formação de palavras (p. 345)
1.
Derivação por prefixação: injusto, pospor, reler.
Derivação por sufixação: pereira, teatral.
Parassíntese: anoitecer, esbracejar.
Conversão: contras.
Derivação não afixal: troca, abraço.
2. A – 2; B – 1; C – 4; D – 3; E – 5
3. Por exemplo:
Prefixo: encobrir, preencher, desgastar, anteontem.
Sufixo: felizmente, livresco, brancura, lavagem.
Questão de Aula n.
o
22 – Coordenação (p. 346)
1.
a. ou – coordenativa disjuntiva
b. mas – coordenativa adversativa
c. pois – coordenativa explicativa
d. logo – coordenativa conclusiva
2.
a. O dragão atacou a aldeia e os habitantes tiveram de
fugir.
b. Todos os habitantes fugiram, mas um deles enfrentou
o dragão.
c. O dragão dirigiu-se à aldeia, logo ia atacá-la.
d. A aldeia vazia, pois os habitantes fugiram para a
montanha.
3. A – 2; B – 1; C – 1; D – 4; E – 3
Questão de Aula n.
o
23 – Variação geográfica do
português (p. 347)
1. A – 2: B – 1; C – 2; D – 1; E – 3
2.1 (C)
2.2 (A)
3. (A), (B), (D)
Questão de Aula n.
o
24 – Formas do pronome pessoal
átono (p. 348)
1. A – 3: B – 1; C – 2; D – 4
2.
a. Põe-no em cima da mesa.
b. O poeta não lhes disse o nome do livro.
c. Trá-los todos para casa.
d. Quem os colocou fora do lugar.
e. Pedi-lhes que convidassem a mãe para a exposição.
f. Leram-nos todos durante as férias.
g. Eles bem os queriam.
3. (C)
Questão de Aula n.
o
25 – Subordinação adverbial
e substantiva completiva (p. 349)
1. A – 2: B – 4; C – 3; D – 1
2.
a. “quando andava a passear de bicicleta” – oração
subordinada adverbial temporal
b. “porque tinha uma ferida na pata” – oração
subordinada adverbial causal
c. “Se precisasse de ajuda” – oração subordinada
adverbial condicional
d. “para conseguir levar o cão” – oração subordinada
adverbial final
e. “Mal chegou a casa” – oração subordinada adverbial
temporal
f. “Caso o ferimento fosse grave” – oração subordinada
adverbial condicional
3. B
Questão de Aula n.
o
26 – Subordinação adjetiva relativa
(p. 350)
1.
a. Advérbio relativo
b. Determinante relativo
c. Pronome relativo
d. Pronome relativo
2.
a. “cujas adaptações eu já conhecia”
b. “onde assisti à peça Romeu e Julieta”
c. “que faziam parte do espetáculo”
d. “que pertencia à peça Romeu e Julieta”
3. A – 2; B – 1; C – 1; D – 2; E – 1; F – 2
Questões de Aula
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 357
Questão de Aula n.
o
27 – Gramática global 1 (p. 351)
1.
a. “percorreu”: verbo principal transitivo direto
b. “dormiu”: verbo principal intransitivo
c. “enviou”: verbo principal transitivo direto e indireto
d. “tinham + começado”: verbo auxiliar dos tempos
compostos + verbo principal intransitivo
2.
a. trouxeram
b. demoravam
c. regressarem / contarão
3. A – 2; B – 4; C – 1; D – 3; E – 5; F – 7
Questão de Aula n.
o
28 – Gramática global 2 (p. 352)
1.
a. Modificador do grupo verbal
b. Modificador do nome restritivo
c. Modificador do nome apositivo
d. Modificador do nome restritivo
2.
a. Composição por radical e palavra
b. Composição por palavras
c. Derivação por sufixação
d. Derivação por parassíntese
3. A – 3; B – 2; C – 2; D – 1; E – 2; F – 2
Questão de Aula n.
o
29 – Gramática global 3 (p. 353)
1. A – 1: B – 4; C – 5; D – 3
2.
a. “Caso a gaivotinha não voasse” – oração subordinada
adverbial condicional
b. “para lhes pedir ajuda” വ oração subordinada
adverbial final
c. “Antes que Zorbas falasse” വ oração subordinada
adverbial temporal
d. “porque fez uma promessa à mãe” വ oração
subordinada adverbial causal
e. “Quando o humano chegou” – oração subordinada
adverbial temporal
3. (C)
4. (A), (B), (E)
Questões de Aula
358 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA
GRELHA-MODELO DE COTAÇÃO E CORREÇÃO
Questão de Aula
Unidade
Questões
Total
Cotação 100
Alunos
O Professor _________________________________________________________________ Data__________
Testes de Verificação de Leitura
O Cavaleiro da Dinamarca
Sophia de Mello Breyner Andresen ............................... 361
História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar
Luis Sepúlveda................................................................ 365
Leandro, Rei da Helíria
Alice Vieira ................................................................... 368
Soluções ............................................................................. 374
Disponível em formato editável em
Testes de Verificação de Leitura
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 361
O CAVALEIRO DA DINAMARCA
Sophia de Mello Breyner Andresen
1. A viagem do Cavaleiro até à Palestina foi
(A) marcada por ventos adversos.
(B) muito dificultada pela agitação marítima.
(C) mais demorada do que o previsto.
(D) rápida, devido aos bons ventos.
2. Em Jerusalém, o Cavaleiro visitou os seguintes lugares santos:
(A) Belém, Rio Jordão, Palestina e Monte dos Calvários.
(B) Lago de Tiberíade, Monte dos Calvários, Rio Jordão e Belém.
(C) Monte dos Calvários e da Judeia, Babilónia e Rio Jordão.
(D) Rio Jordão, Belém, Lago de Tiberíade e Palestina.
3. Durante a noite passada na Gruta de Belém, o Cavaleiro viveu os seguintes sentimentos:
(A) fé, tristeza e paz.
(B) desconfiança, alegria e paz.
(C) medo, paz e fé.
(D) fé, alegria e paz.
4. Identifica alguns dos pedidos feitos pelo Cavaleiro a Deus na noite de Natal.
(A) O fim das guerras, prosperidade para si e para todo o mundo.
(B) O fim das guerras, paz para o mundo e capacidade de amar para si.
(C) Bom regresso a casa, riqueza para si e paz para o mundo.
(D) Alegria para o mundo, saúde para si e um bom regresso a casa.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
1 Teste de Verificação de Leitura Avaliação: _______________
Testes de Verificação de Leitura
362 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA
5. Após ter visitado a Palestina, o Cavaleiro decidiu regressar, pelo que se dirigiu
(A) ao porto de Jafa.
(B) ao porto de Belém.
(C) a Jerusalém.
(D) ao Rio Jordão.
6. A viagem até Itália foi muito difícil porque
(A) foram assaltados por piratas.
(B) o navio era velho e quase afundou.
(C) o capitão não sabia navegar naqueles mares.
(D) uma tempestade quase destruiu o navio.
7. Em Ravena, o Cavaleiro ficou espantado sobretudo com
(A) a beleza das igrejas.
(B) os mosaicos pintados.
(C) as altas naves das igrejas.
(D) as fileiras de colunas das igrejas.
8. O mercador convenceu o Cavaleiro a ir a Veneza, dizendo-lhe que
(A) era muito bela e de lá saíam navios para a Flandres.
(B) Veneza era a mais bela e de lá iria até Génova.
(C) em Ravena não encontraria navios para regressar.
(D) tinha de conhecer Veneza e depois regressaria a Ravena.
9. O Cavaleiro ouve as histórias de Giotto e de Dante quando se encontra em
(A) Veneza.
(B) Génova.
(C) Florença.
(D) Bolonha.
10. Giotto e Dante eram, respetivamente,
(A) um poeta e um pintor.
(B) um pintor e um poeta.
(C) um pastor e um pintor.
(D) um pintor e um viajante.
Testes de Verificação de Leitura
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 363
11. Durante uma viagem, Cimabué viu
(A) um penedo coberto de belos desenhos.
(B) um pastor com o seu rebanho.
(C) um jovem rapaz que pintava.
(D) uns belos desenhos.
12. Dante apaixonou-se por Beatriz
(A) quando ela era uma jovem.
(B) pouco antes de esta morrer.
(C) quando ela era ainda uma criança.
(D) numa Sexta-feira Santa.
13. Após a morte de Beatriz, Dante
(A) deixou de escrever.
(B) esqueceu o seu amor.
(C) escreveu vários poemas.
(D) dedicou-se a uma vida de loucuras.
14. Beatriz pediu a Dante que revelasse o que tinha visto para que
(A) as pessoas tivessem medo.
(B) os homens seguissem o caminho do Bem.
(C) pudesse voltar a ser feliz.
(D) as pessoas conhecessem sítios visitados por ele.
15. Os frades não o deixaram partir, porque
(A) queriam ouvir as histórias do Cavaleiro.
(B) o Cavaleiro estava fraco, magro e pálido.
(C) o Cavaleiro sentia-se feliz no convento.
(D) queriam que ele ficasse bom.
16. Em Antuérpia, o Cavaleiro ouviu a história
(A) de viagens fantásticas.
(B) de um mercador português.
(C) de um capitão português que viajou por África.
(D) de um escravo português.
Testes de Verificação de Leitura
364 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA
17. A história que o Cavaleiro ouviu em Antuérpia impressionou-o porque o capitão Pêro Dias
(A) sabia falar a língua dos nativos.
(B) estabeleceu contactos comerciais com os nativos.
(C) sacrificou a sua vida tentando contactar com os nativos.
(D) pediu para que o abandonassem na praia africana.
18. O Negociante flamengo propôs ao Cavaleiro
(A) que passasse o inverno em sua casa.
(B) levá-lo num dos seus barcos à Dinamarca.
(C) torná-lo capitão de um dos seus navios.
(D) ser seu sócio e viajar pelo mundo.
19. O Cavaleiro recusou a proposta porque
(A) prometera à família estar em casa no Natal.
(B) não gostava de viajar de barco.
(C) queria partir para a Dinamarca.
(D) as aventuras por mares desconhecidos não o atraíam.
Testes de Verificação de Leitura
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 365
HISTÓRIA DE UMA GAIVOTA E DO GATO QUE A ENSINOU A VOAR
Luis Sepúlveda
SEGUNDA PARTE
Capítulo 3 – O perigo espreita
1. A gaivotinha sofre uma perigosa ameaça por parte
(A) do amigo do dono de Zorbas.
(B) do gato Zorbas.
(C) dos dois gatos malvados.
(D) dos amigos de Zorbas.
2. A gaivotinha salvou-se porque
(A) Zorbas atacou os gatos e expulsou-os.
(B) Zorbas prendeu os gatos.
(C) Zorbas ficou amigo dos gatos.
(D) os gatos atacaram Zorbas.
Capítulo 4 – O perigo não descansa
3. Os gatos decidiram retirar a gaivotinha do apartamento de Zorbas por causa do perigo
(A) que o amigo representava.
(B) de ela cair da varanda.
(C) que os gatos malvados representavam.
(D) de ter um macaco por perto.
4. Zorbas exigiu ao chefe das ratazanas
(A) passagem livre pelo pátio à noite.
(B) inexistência de ataques dos gatos.
(C) inexistência de ataques aos gatos.
(D) respeito pela vida da gaivotinha.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
2 Teste de Verificação de Leitura Avaliação: _______________
Testes de Verificação de Leitura
366 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA
Capítulo 5 – Passarito ou passarita?
5. Dois adjetivos que caracterizam os sentimentos de Barlavento face às atitudes dos humanos são:
(A) nojo e respeito.
(B) tristeza e nojo.
(C) respeito e tristeza.
(D) admiração e nojo.
6. Barlavento foi chamado pelos gatos porque
(A) era especialista em identificar fêmeas de qualquer espécie.
(B) era amigo de gaivotas.
(C) era um gato do mar e conhecia bem as gaivotas.
(D) podia tratar da ameaça dos ratos.
7. O nome Ditosa foi sugerido por
(A) Zorbas.
(B) Barlavento.
(C) Colonello.
(D) Sabetudo.
Capítulo 6 – Ditosa, na verdade ditosa
8. Zorbas disse à gaivotinha que, graças a ela,
(A) todos os gatos eram amigos das gaivotas.
(B) tinham descoberto que um pássaro pode ser gato.
(C) tinham ficado amigos do chimpanzé Matias.
(D) tinham aprendido a gostar de um ser diferente.
Capítulo 7 – Aprendendo a voar
9. Ditosa quis voar porque
(A) gostava de tomar banho de sol no telhado.
(B) ouviu as palavras de Barlavento e viu gaivotas voarem.
(C) gostava da capacidade de orientação das gaivotas.
(D) quis obedecer a Zorbas e fazer felizes os gatos.
10. Na primeira tentativa, Ditosa
(A) voou bem alto.
(B) não saiu do chão.
(C) ergueu-se um pouco no ar.
(D) teve medo de voar.
Testes de Verificação de Leitura
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 367
Capítulo 8 – Os gatos decidem quebrar o tabu
11. Para tentar ajudar Ditosa a voar, os gatos autorizaram Zorbas a
(A) ter aulas de voo.
(B) treinar com a gaivotinha.
(C) procurar outras gaivotas.
(D) falar com um humano.
Capítulo 9 – A escolha do humano
12. O escolhido foi o dono de Bubulina porque
(A) tinha experiência de voo.
(B) sabia voar com as palavras.
(C) era amigo dos gatos.
(D) era muito esquisito.
Capítulo 10 – Uma gata, uns gatos e um poeta
13. A sequência correta de acontecimentos é:
(A) Zorbas falou com Bubulina, mas esta não o ajudou.
(B) Bubulina recusou-se a levá-lo ao humano e ela assustou-se.
(C) Zorbas entrou em casa do humano e chamou Bubulina.
(D) Zorbas fingiu cantar rock e chamou a atenção de Bubulina.
Testes de Verificação de Leitura
368 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA
LEANDRO, REI DA HELÍRIA
Alice Vieira
ATO I
Cena I
1. O Rei Leandro acredita que os sonhos
(A) não têm importância.
(B) são iguais à realidade.
(C) são mensagens divinas.
(D) são falsidades.
2. Assinala os aspetos que caracterizam a vida do Bobo.
(A) Diz o que pensa sem ter consequências e veste farrapos.
(B) Veste farrapos, dorme na palha e alegra o Rei.
(C) O Bobo dorme na palha e apanha chibatadas por elogiar o Rei.
(D) Diz o que pensa sem ter consequências e acompanha o Rei.
3. O sonho do Rei significa que ele
(A) perde o seu reino e umas jovens ficam felizes.
(B) compra coroa e manto novos, divertindo umas jovens.
(C) perde coroa, manto e cetro num jogo muito divertido.
(D) fica paralisado, o que agrada a umas figuras femininas.
Cena II
4. Amarílis chamou o Bobo porque
(A) estava aborrecida.
(B) tinha fome.
(C) gostava da sua companhia.
(D) queria irritar o pai.
Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________
3 Teste de Verificação de Leitura Avaliação: _______________
Testes de Verificação de Leitura
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 369
5. As canções que a princesa Amarílis pediu ao Bobo mostram que
(A) ela gosta da irmã.
(B) ela tem pena da irmã.
(C) ela não gosta da irmã.
(D) ela gosta da voz do Bobo.
Cena III
6. A forma como Hortênsia e Amarílis tratam Violeta mostra que elas
(A) a amam.
(B) a provocam.
(C) a ignoram.
(D) a protegem.
7. As irmãs Hortênsia e Amarílis consideram Reginaldo, o pretendente da irmã mais nova,
(A) um bom partido.
(B) uma ameaça.
(C) um bobo.
(D) um pelintra.
8. Com as suas atitudes para com os outros, as irmãs Hortênsia e Amarílis demonstram que são
(A) carinhosas, bondosas e compreensivas.
(B) compreensivas, egoístas e dissimuladas.
(C) bondosas, compreensivas e dissimuladas.
(D) más, dissimuladas e egoístas.
Cena IV
9. O príncipe Felizardo é
(A) simples e autoritário.
(B) autoritário e fanfarrão.
(C) fanfarrão e pouco inteligente.
(D) pouco inteligente e simples.
10. O príncipe Simplício é
(A) simples e pouco inteligente.
(B) autoritário e fanfarrão.
(C) fanfarrão e pouco inteligente.
(D) pouco inteligente e autoritário.
Testes de Verificação de Leitura
370 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA
Cena V
11. Reginaldo receia que Leandro não permita o casamento com Violeta por achar que
(A) o príncipe é indigno e pouco rico.
(B) as suas intenções não são boas.
(C) ele pode prejudicar as irmãs de Violeta.
(D) ele não gosta de Violeta.
12. Violeta conta a Reginaldo o sonho que teve, que pode significar que, no futuro,
(A) o Rei vai viver uma guerra.
(B) Violeta vai separar-se do pai.
(C) as suas irmãs vão ameaçar o Rei.
(D) o Rei vai expulsar as suas irmãs.
Cena VII
13. O príncipe Felizardo enumera a sua riqueza para mostrar que
(A) Amarílis não vai ser a rainha mais rica do mundo.
(B) Hortênsia não vai ser a rainha mais rica do mundo.
(C) Amarílis vai ser a rainha mais rica do mundo.
(D) Hortênsia vai ser a rainha mais rica do mundo.
14. Para Reginaldo, o mais importante num casamento
(A) é o amor.
(B) é o dinheiro.
(C) não é o amor.
(D) é o dinheiro seguido do amor.
Cenas VIII e IX
15. Amarílis e Hortênsia nas conversas que mantêm mostram que os seus casamentos
(A) são motivados não por dinheiro, mas por amor.
(B) são motivados não por amor, mas por dinheiro.
(C) se devem ao amor e ao dinheiro.
(D) não se devem ao amor nem ao dinheiro.
Testes de Verificação de Leitura
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 371
Cena XI
16. Após ter expulsado Violeta, o Rei decretou
(A) a proibição de plantar hortênsias.
(B) a proibição de plantar violetas.
(C) a proibição de plantar amarílis.
(D) a proibição de plantar quaisquer flores.
17. O Rei Leandro decidiu dividir o reino em
(A) três e passar metade do ano com cada filha.
(B) três e passar um terço do ano com cada filha.
(C) dois e passar metade do ano com cada filha.
(D) dois e passar um terço do ano com cada filha.
Ato II
Cena I
18. Nesta fase da vida, o Rei caracteriza-se por estar
(A) triste e cansado.
(B) triste e conformado.
(C) revoltado e conformado.
(D) feliz e cansado.
Cena II
19. Pela reação do Pastor ao ver o Rei, percebemos que ele
(A) reconheceu o Rei.
(B) ficou com medo do Rei.
(C) não queria conversar com o Rei.
(D) já conhecia o Rei.
Cena III
20. Amarílis não queria o pai perto de si porque
(A) ele queria recuperar o seu trono.
(B) era muito difícil ter paciência para ele.
(C) era muito fácil estar com ele.
(D) as suas atitudes o faziam muito popular.
Testes de Verificação de Leitura
372 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA
21. Hortênsia não queria o pai perto de si porque
(A) as suas atitudes a envergonhavam.
(B) era muito difícil estar com ele.
(C) ele queria tirar-lhe o trono.
(D) era muito fácil estar com ele.
22. O motivo encontrado pelas filhas para expulsar o Rei foi o facto de
(A) o pai falar em demasia.
(B) ele não trabalhar.
(C) ele estar velho.
(D) ele querer partir.
Cena IV
23. O Bobo nunca tinha ido procurar Violeta porque
(A) ela fez saber que nunca receberia o pai.
(B) o Rei nunca a reconheceria.
(C) estava feliz com a vida que levava com o Rei.
(D) o Rei não conseguia caminhar e Violeta não os receberia.
Cena VII
24. Reginaldo hesita perante o desejo de Violeta porque
(A) o Rei já tinha esquecido o sucedido.
(B) ele já esquecera o sucedido.
(C) ela tinha sido muito magoada.
(D) ela podia perder o seu reino.
Cena VIII
25. Violeta ordena ao Pastor que
(A) traga o Rei quando este chegar.
(B) regresse à gruta onde estava o Rei.
(C) vá indicar o caminho ao Rei.
(D) vá procurar o Rei.
Testes de Verificação de Leitura
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 373
26. O Bobo afirma que o Rei
(A) estava a ficar cego, mas distinguia o bem do mal.
(B) distinguia o bem do mal porque estava a ficar cego.
(C) não distinguia o bem do mal porque estava a ficar cego.
(D) estava cego, mas sempre distinguiu o bem do mal.
Cena IX
27. O Rei Leandro sentia-se
(A) espantado e cansado.
(B) esperançoso e espantado.
(C) cansado e confuso.
(D) esperançoso e confuso.
28. O Bobo sentia-se
(A) espantado e cansado.
(B) esperançoso e espantado.
(C) cansado e confuso.
(D) esperançoso e confuso.
29. O Rei não reconheceu a sua filha quando ela apareceu diante dele porque
(A) estava cego e a filha não falou com ele.
(B) ela não era realmente a filha dele e ele estava cego.
(C) estava preocupado com outros problemas e estava cego.
(D) tinham passado muitos anos e ele estava cego.
Testes de Verificação de Leitura
374 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA
SOLUÇÕES
1. O Cavaleiro da Dinamarca, de Sophia de Mello
Breyner Andresen (p. 361)
1. (D)
2. (B)
3. (D)
4. (B)
5. (A)
6. (D)
7. (B)
8. (B)
9. (C)
10. (B)
11. (A)
12. (C)
13. (D)
14. (B)
15. (B)
16. (C)
17. (C)
18. (D)
19. (A)
2. História de uma gaivota e do gato que a ensinou a
voar, de Luis Sepúlveda (p. 365)
1. (C)
2. (A)
3. (A)
4. (D)
5. (B)
6. (C)
7. (C)
8. (D)
9. (B)
10. (C)
11. (D)
12. (B)
13. (A)
3. Leandro, Rei da Helíria, de Alice Vieira (p. 368)
Ato I
1. (C)
2. (B)
3. (A)
4. (A)
5. (C)
6. (C)
7. (D)
8. (D)
9. (B)
10. (A)
11. (A)
12. (B)
13. (C)
14. (A)
15. (B)
16. (B)
17. (C)
Ato II
18. (A)
19. (A)
20. (B)
21. (A)
22. (B)
23. (D)
24. (C)
25. (A)
26. (D)
27. (C)
28. (B)
29. (D)
Grelhas de Apoio à Avaliação
Oralidade / Compreensão വ Observação direta dos
descritores das Aprendizagem Essenciais .................... 376
Oralidade / Compreensão വ Observação direta dos
descritores das Aprendizagem Essenciais .................... 377
Leitura വ Observação direta dos descritores das
Aprendizagem Essenciais .............................................. 378
Educação Literária വ Observação direta dos descritores
das Aprendizagem Essenciais ....................................... 379
Gramática വ Observação direta dos descritores das
Aprendizagem Essenciais .............................................. 380
Escrita വ Observação direta dos descritores das
Aprendizagem Essenciais .............................................. 381
Grelha-modelo – Avaliação de Texto/Escrita .................... 382
Grelha-ŵŽĚĞůŽവǀĂůŝĂĕĆŽĚĂdžƉƌĞƐƐĆŽĚŽKƌĂů ............ 383
Grelha-ŵŽĚĞůŽവǀĂůŝĂĕĆŽƉŽƌPeríodo/Semestre .......... 384
Disponível em formato editável em
'ƌĞůŚĂƐĚĞƉŽŝŽăǀĂůŝĂĕĆŽ
376
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Essenciais
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377
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Essenciais
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desempenho
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378
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alunos
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379
hK/dZZ/വKďƐĞƌǀĂĕĆŽĚŝƌĞƚĂΎĚŽƐĚĞƐĐƌŝƚŽƌĞƐĚĂƐAprendizagens
Essenciais
N.
o
Descritores
de
desempenho
ĞƌŝŶƚĞŐƌĂůŵĞŶƚĞŽďƌĂƐůŝƚĞƌĄƌŝĂƐ
ŶĂƌƌĂƚŝǀĂƐ͕ůşƌŝĐĂƐĞĚƌĂŵĄƚŝĐĂƐ
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ƚĞdžƚŽƐĞŵĨƵŶĕĆŽ
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ĚŽƚĞdžƚŽĚƌĂŵĄƚŝĐŽ͕ĂƚŽ͕
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ĐĠŶŝĐĂƐ͘
Ŷalisar
o
modo
como
os
ƚĞŵĂƐ͕ĂƐĞdžƉĞƌŝġŶĐŝĂƐĞŽƐ
ǀĂůŽƌĞƐƐĆŽƌĞƉƌĞƐĞŶƚĂĚŽƐ
ŶĂŽďƌĂĞĐŽŵƉĂƌĄ-lo
com
ŽƵƚƌĂƐŵĂŶŝĨĞƐƚĂĕƁĞƐ
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džƉůŝĐĂƌƌĞĐƵƌƐŽƐ
ĞdžƉƌĞƐƐŝǀŽƐ
ƵƚŝůŝnjĂĚŽƐŶĂ
ĐŽŶƐƚƌƵĕĆŽĚŽ
ƐĞŶƚŝĚŽ
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ƉůĞŽŶasmo
e
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džƉƌŝŵŝƌŝĚĞŝĂƐ
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textos
lidos
e
ŽƵǀŝĚŽƐĐŽŵ
ƌĞĐƵƌƐŽĂ
ƐƵƉŽƌƚĞƐ
variados.
ĞƐĞŶǀŽůǀĞƌƵŵƉƌŽũĞƚŽĚĞ
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ŽďũĞƚŝǀŽƐƉĞƐƐŽĂŝƐĚŽůĞŝƚŽƌ
ĞĐŽŵƉĂƌĂĕĆŽĚĞĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐ
ƚĞdžƚŽƐ;ŽďƌĂƐĞƐĐŽůŚŝĚĂƐĞŵ
ĐŽŶƚƌĂƚŽĚĞůĞŝƚƵƌĂĐŽŵŽ;ĂͿ
ƉƌŽĨĞƐƐŽƌ;ĂͿͿ͘
ĚƵĂƐ
ŶĂƌƌĂƚŝǀĂƐ
ĚĞĂƵƚŽƌĞƐ
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ƵŵƚĞdžƚŽ
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ƉŽĞŵĂƐĚĞ
oito
ĂƵƚŽƌĞƐ
ĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐ
Nomes
dos
alunos
*Grelha
de
ƌĞŐŝƐƚŽƋƵĂůŝƚĂƚŝǀŽŽƵƋƵĂŶƚŝƚĂƚŝǀŽ
'ƌĞůŚĂƐĚĞƉŽŝŽăǀĂůŝĂĕĆŽ
380
'ZDd/വKďƐĞƌǀĂĕĆŽĚŝƌĞƚĂΎĚŽƐĚĞƐĐƌŝƚŽƌĞƐĚĂƐAprendizagens
Essenciais
N.
o
Descritores
de
desempenho
/ĚĞŶƚŝĨŝĐĂƌĂĐůĂƐƐĞĚĞƉĂůĂǀƌĂƐ
ŽŶũƵŐĂƌ
verbos
ƌĞŐƵůĂƌĞƐĞ
ŝƌƌĞŐƵůĂƌĞƐ
em
todos
ŽƐƚĞŵƉŽƐ
e
modos.
hƚŝůŝnjĂƌ
ĐŽƌƌĞƚĂŵĞŶƚĞ
ŽƉƌŽŶŽŵĞ
ƉĞƐƐŽĂůĄƚŽŶŽ
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ĂŶƚĞĐĞĚŝĚŽƐ
de
ĚĞƚĞƌŵŝŶĂĚŽƐ
ƉƌŽŶŽŵĞƐĞ
ĂĚǀĠƌďŝŽƐͿ͘
ŵƉƌĞŐĂƌ
ĐŽƌƌĞƚĂŵĞŶƚĞ
o
modo
ĐŽŶũƵŶƚŝǀŽĞŵ
ĐŽŶƚĞdžƚŽƐĚĞ
ƵƐŽ
ŽďƌŝŐĂƚſƌŝŽ
ĞŵĨƌĂƐĞƐ
ĐŽŵƉůĞdžĂƐ͘
/ĚĞŶƚŝĨŝĐĂƌĂ
ĨƵŶĕĆŽƐŝŶƚĄƚŝĐĂ
ĚĞŵŽĚŝĨŝĐĂĚŽƌ
ůĂƐƐŝĨŝĐĂƌŽƌĂĕƁĞƐƐƵďŽƌĚŝŶĂĚĂƐ
ŝƐƚŝŶŐƵŝƌŽƐƉƌŽĐĞƐƐŽƐ
ŶĂĨŽƌŵĂĕĆŽƌĞŐƵůĂƌĚĞ
ƉĂůĂǀƌĂƐ͘
ZĞĐŽŶŚĞĐĞƌ
traços
da
variação
da
ůşŶŐƵĂ
ƉŽƌƚƵŐƵĞƐĂ
ĚĞŶĂƚƵƌĞnjĂ
ŐĞŽŐƌĄĨŝĐĂ͘
džƉůŝĐĂƌ
ƐŝŶĂŝƐĚĞ
ƉŽŶƚƵĂĕĆŽ
ĞŵĨƵŶĕĆŽ
da
ĐŽŶƐƚƌƵĕĆŽ
ĚĂĨƌĂƐĞ͘
ĚĞƚĞƌŵŝŶĂŶƚĞ͕
ƉƌŽŶŽŵĞĞ
ĂĚǀĠƌďŝŽ
relativo
ĐŽŶũƵŶĕĆŽĞ
ůŽĐƵĕĆŽ
ĐŽŶũƵŶĐŝŽŶĂů
ĐŽŽƌĚĞŶĂƚŝǀĂ
ĚŝƐũƵŶƚŝǀĂ͕
ĐŽŶĐůƵƐŝǀĂĞ
ĞdžƉůŝĐĂƚŝǀĂ
cŽŶũƵŶĕĆŽĞ
ůŽĐƵĕĆŽ
ĐŽŶũƵŶĐŝŽŶĂů
ƐƵďŽƌĚŝŶĂƚŝǀĂ
ĨŝŶĂů͕
ĐŽŶĚŝĐŝŽŶĂůĞ
ĐŽŵƉůĞƚŝǀĂ
ůŽĐƵĕĆŽ
ƉƌĞƉŽƐŝƚŝǀĂ
adverbiais
ĨŝŶĂŝƐ
adverbiais
ĐŽŶĚŝĐŝŽŶĂŝƐ
ƐƵďƐƚĂŶƚŝǀĂƐ
ĐŽŵƉůĞƚŝǀĂƐ
adũĞƚŝǀĂƐ
relativas
;ƌĞƐƚƌŝƚŝǀĂĞ
ĞdžƉůŝĐĂƚŝǀĂͿ
;ĚĞ
ŶŽŵĞͿ
;ĚĞ
ŐƌƵƉŽ
ǀĞƌďĂůͿ
derivação
ĐŽŵƉŽƐŝĕĆŽ
Nomes
dos
alunos
Ύ'ƌĞůŚĂĚĞƌĞŐŝƐƚŽƋƵĂůŝƚĂƚŝǀŽŽƵƋƵĂŶƚŝƚĂƚŝǀŽ
'ƌĞůŚĂƐĚĞƉŽŝŽăǀĂůŝĂĕĆŽ
381
^Z/dവKďƐĞƌǀĂĕĆŽĚŝƌĞƚĂΎĚŽƐĚĞƐĐƌŝƚŽƌĞƐĚĂƐ
Aprendizagens
Essenciais
N.
o
Descritores
de
desempenho
ůĂďŽƌĂƌƚĞdžƚŽƐƋƵĞĐƵŵƉƌĂŵŽďũĞƚŝǀŽƐĞdžƉůşĐŝƚŽƐƋƵĂŶƚŽĂŽ
ĚĞƐƚŝŶĂƚĄƌŝŽĞăĨŝŶĂůŝĚĂĚĞ;ŝŶĨŽƌŵĂƚŝǀĂŽƵĂƌŐƵŵĞŶƚĂƚŝǀĂͿŶŽąŵďŝƚŽ
ĚŽƐŐĠŶĞƌŽƐ
WůĂŶŝĨŝĐĂƌĂĞƐĐƌŝƚĂ
de
textos
com
ĨŝŶĂůŝĚĂĚĞƐ
ŝŶĨŽƌŵĂƚŝǀĂƐ͕
ĂƐƐĞŐƵƌĂŶĚŽ
ĚŝƐƚƌŝďƵŝĕĆŽĚĞ
ŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽƉŽƌ
ƉĂƌĄŐƌĂĨŽƐ
KƌĚĞŶĂƌĞ
ŚŝĞƌĂƌƋƵŝnjĂƌĂ
ŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽ͕ƚĞŶĚŽ
em
vista
a
ĐŽŶƚŝŶƵŝĚĂĚĞĚĞ
ƐĞŶƚŝĚŽ͕Ă
ƉƌŽŐƌĞƐƐĆŽƚĞŵĄƚŝĐĂ
ĞĂĐŽĞƌġŶĐŝĂŐůŽďĂů
do
texto.
ZĞĚŝŐŝƌƚĞdžƚŽƐĐŽŵƉƌŽĐĞƐƐŽƐ
lexicais
e
gramaticais
de
ĐŽƌƌĞĨĞƌġŶĐŝĂĞĚĞĐŽŶĞdžĆŽ
ŝŶƚĞƌĨƌĄƐŝĐĂŵĂŝƐĐŽŵƉůĞdžŽƐĐŽŵ
ĂĚĞƋƵĂĚĂŝŶƚƌŽĚƵĕĆŽĚĞŶŽǀĂƐ
ŝŶĨŽƌŵĂĕƁĞƐ͕ĞǀŝƚĂŶĚŽ
ƌĞƉĞƚŝĕƁĞƐĞĐŽŶƚƌĂĚŝĕƁĞƐ͘
Escrever
com
ƉƌŽƉƌŝĞĚĂĚĞ
ǀŽĐĂďƵůĂƌĞĐŽŵ
ƌĞƐƉĞŝƚŽƉĞůĂƐƌĞŐƌĂƐ
ĚĞŽƌƚŽŐƌĂĨŝĂĞĚĞ
ƉŽŶƚƵĂĕĆŽ͘
Avaliar
a
correção
do
texto
escrito
ŝŶĚŝǀŝĚƵĂůŵĞŶƚĞĞ
ĐŽŵĚŝƐĐƵƐƐĆŽĚĞ
ĚŝǀĞƌƐŽƐƉŽŶƚŽƐĚĞ
vista.
ZĞƐƉĞŝƚĂƌŽƐ
ƉƌŝŶĐşƉŝŽƐĚŽ
ƚƌĂďĂůŚŽŝŶƚĞůĞĐƚƵĂů͕
ƋƵĂŶƚŽă
ŝĚĞŶƚŝĨŝĐĂĕĆŽĚĂƐ
ĨŽŶƚĞƐ͘
ƌĞƐƵŵŽ
ĞdžƉŽƐŝĕĆŽ
ŽƉŝŶŝĆŽ
ĐŽŵĞŶƚĄƌŝŽ
ďŝŽŐƌĂĨŝĂ
ƌĞƐƉŽƐƚĂ
a
ƋƵĞƐƚƁĞƐ
de
ůĞŝƚƵƌĂ
Nomes
dos
alunos
Ύ'ƌĞůŚĂĚĞƌĞŐŝƐƚŽƋƵĂůŝƚĂƚŝǀŽŽƵƋƵĂŶƚŝƚĂƚŝǀŽ
'ƌĞůŚĂƐĚĞƉŽŝŽăǀĂůŝĂĕĆŽ
382
Grelha-modelo
വ
Avaliação
de
Texto/Escrita
Género
textual
________________________________________
Tema:
________________________________________
Turma:
___________
Ano
letivo:
________
Parâmetro
A:
género/formato
textual
Parâmetro
B:
tema
e
pertinência
da
informação
Parâmetro
C:
organização
e
coesão
textuais
Parâmetro
D:
morfologia,
sintaxe
e
pontuação
Parâmetro
E:
ortografia
T
OTAL
100
PONTOS
N1
N2
N3
N1
N2
N3
N1
N2
N3
N1
N2
N3
N1
N2
N3
N.
o
Nome
4
ƉŽŶƚŽƐ
12
ƉŽŶƚŽƐ
20
ƉŽŶƚŽƐ
4
ƉŽŶƚŽƐ
12
ƉŽŶƚŽƐ
20
ƉŽŶƚŽƐ
4
ƉŽŶƚŽƐ
12
ƉŽŶƚŽƐ
20
ƉŽŶƚŽƐ
4
ƉŽŶƚŽƐ
12
ƉŽŶƚŽƐ
20
ƉŽŶƚŽƐ
4
ƉŽŶƚŽƐ
12
ƉŽŶƚŽƐ
20
ƉŽŶƚŽƐ
'ƌĞůŚĂƐĚĞƉŽŝŽăǀĂůŝĂĕĆŽ
383
Grelha-ŵŽĚĞůŽവǀĂůŝĂĕĆŽĚĂdžƉƌĞƐƐĆŽĚŽKƌĂů
Género
textual
________________________________________
Tema:
________________________________________
Turma:
___________
Ano
letivo:
________
CORPO
VOZ
TEXTO
–
género
________
GLOBAL
postura
gestos
rosto
TOTAL
entoação
ênfase
dicção
ritmo
intensidade
TOTAL
estrutura
conteúdo
Corr.Ling.
TOTAL
N.
o
ALUNO
+
ou
-
/
descritivo
+
ou
-
/
descritivo
+
ou
-
/
descritivo
'ƌĞůŚĂƐĚĞƉŽŝŽăǀĂůŝĂĕĆŽ
384
Grelha-ŵŽĚĞůŽവǀĂůŝĂĕĆŽƉŽƌperíodo/semestre
Turma:
___________
Ano
letivo:
COMP.
ORAL
____%
EXP.
ORAL
____%
ED.
LITERÁRIA
____%
LEITURA
____%
ESCRITA
____%
GRAMÁTICA
____%
a)
____%
MÉDIA
FINAL
Classificação
Autoavaliação
Av.
ĨŽƌŵĂƚŝǀĂ
Av.
ĨŽƌŵĂƚŝǀĂ
DĠĚŝĂ
Av.
ĨŽƌŵĂƚŝǀĂ
Av.
ĨŽƌŵĂƚŝǀĂ
DĠĚŝĂ
Teste
1
Teste
2
DĠĚŝĂ
Teste
1
Teste
2
DĠĚŝĂ
Teste
1
Teste
2
DĠĚŝĂ
Teste
1
Teste
2
DĠĚŝĂ
DĠĚŝĂ
ĂƚĂ͗
ĂƚĂ͗
ĂƚĂ͗
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Data͗
ĂƚĂ͗
N.
o
NOME
a)
ŽƵƚƌŽƐĚŽŵşŶŝŽƐĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ
Projetos
e Outros Materiais*
• Projeto de Leitura
• Projetos do Domínio de Articulação Curricular
e Desenvolvimento do Perfil dos Alunos
• Transcrições dos Documentos de Apoio
Projetos
e
Outros
Materiais
* Disponível em formato editável em
PASSO
Projetos e Outros Materiais
Projeto de Leitura ............................................................. 387
Projeto de Leitura – Sugestões
de desenvolvimento ............................................. 388
Planificação do Projeto de Leitura
(documento-modelo) ........................................... 390
Propostas de planificação para o Projeto
de Leitura .............................................................. 391
Projetos de Articulação Curricular ................................... 397
Projeto 1 – Em torno da sustentabilidade
ecológica................................................................ 398
Projeto 2 – À Volta do Mundo: Terras, Gentes,
Culturas.................................................................. 399
Projeto 3 – Heróis da ficção e da realidade ................ 401
Transcrições de Documentos de Apoio ............................ 379
Disponível em formato editável em
Projeto de Leitura
Projeto de Leitura – sugestões
de desenvolvimento .............................................. 388
Planificação do Projeto de Leitura
(documento-modelo) ............................................ 390
Propostas de planificação para
o Projeto de Leitura .............................................. 391
Projeto de Leitura
388 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA
PROJETO DE LEITURA – SUGESTÕES DE DESENVOLVIMENTO
O Projeto de Leitura é uma atividade prevista nas Aprendizagens Essenciais para a disciplina de
Português que tem em vista o desenvolvimento das capacidades de leitura e a “valorização da leitura
e consolidação do hábito de ler através de atividades”1
.
Pode ser orientada pelo professor seguindo os passos que se apresentam.
Primeiro: Como escolher um livro?
Esta é a primeira questão que se coloca aos alunos e muitos ainda não desenvolveram estratégias
que os possam auxiliar no momento da decisão. Poderão ser trabalhados diversas estratégias
suscetíveis de ajudar o aluno. Eis alguns exemplos:
ͻ trabalhar com os alunos estratégias de leitura dos paratextos (capa, badana, contracapa,
ilustração, sinopse…);
ͻ ler os textos motivacionais das diferentes obras propostas;
ͻ explorar as possíveis ligações do tema da obra ao projeto de turma ou de escola;
ͻ identificar os géneros preferidos e mais ajustados ao perfil de leitor do aluno;
ͻ identificar as disciplinas e os conteúdos que poderão estar associados ao tema da obra a ler.
Segundo: Como planificar o Projeto de Leitura?
(Cf. Documento-modelo do Projeto de Leitura, p. 390)
O aluno deverá planificar as várias fases do seu Projeto de Leitura, de forma a poder verificar o
seu cumprimento ao longo do ano ou do período. O Projeto de Leitura, que poderá ir sendo
desenvolvido ao longo de um determinado intervalo de tempo, deverá contemplar aspetos como:
ͻ objetivos de leitura ou associados à leitura – o aluno deverá definir objetivos que irá
cumprindo ao longo da leitura da obra, tais como o tempo de leitura por dia ou por semana, a
informação/excertos textuais a recolher/selecionar no decurso da leitura; definir metas
relacionadas com temas ou conteúdos privilegiados; agendar a data de apresentação dos
objetivos à turma;
ͻ datas das várias fases do projeto – o aluno poderá ir verificando o cumprimento dos vários
passos e preparando os seguintes;
ͻ identificação dos documentos ou conteúdos que estabelecem alguma relação com a obra ou
com o seu tema – a partir da identificação destes documentos, o aluno poderá explorar
relações de semelhança ou de diferença, de complementaridade com a obra/tema, entre
outros aspetos;
ͻ definição das tarefas a desenvolver ao longo do projeto;
ͻ tipo de apresentação a desenvolver – indicação da modalidade (escrita ou oral), tipo de
atividade (audiolivro, debate, exposição…).
1
Cf. Aprendizagens Essenciais para o Português – 7.
o
ano, p. 8.
Projeto de Leitura
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA 389
Terceiro: Como preparar a apresentação do Projeto de Leitura
ͻ As possibilidades de apresentação do Projeto de Leitura são muito variadas e podem incidir
sobre vários domínios.
Algumas possibilidades podem ser exploradas com os alunos:
- reconto integral ou de partes da obra;
- leitura expressiva de excertos significativos;
- dramatização de momentos centrais;
- ilustração de excertos da obra;
- criação de programas de rádio sobre a obra;
- produção de audiolivro com leitura e/ou comentário de momentos centrais da obra;
- apresentação de personagens, espaços, acontecimentos;
- formulação de opinião sobre tema(s) importante(s) na obra;
- …
ͻ Caso o Projeto de Leitura envolva outras disciplinas, será importante que se preveja também
qual o contributo da disciplina quer para o projeto quer para o tipo de apresentação
escolhida.
ͻ A apresentação deverá ser planificada/estruturada com antecedência. Este passo deverá ser
discutido com o professor ou com um colega, no sentido de ser aperfeiçoado.
Quarto: Como avaliar o Projeto de Leitura?
ͻ A avaliação (auto e hetero) do projeto deve ter em conta:
- os objetivos definidos e o seu cumprimento por parte do aluno
- os vários momentos que envolveu a leitura da obra;
- a exploração de relações da obra com outros documentos;
- a apresentação do Projeto de Leitura à turma/escola ou a outro público.
Projeto de Leitura
390 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA
Planificação do Projeto de Leitura
(documento-modelo)
Escola _____________________________________ Ano letivo: _________ Ano de Escolaridade: 7.
o
ano
Aluno: ____________________________________________________________ N.
o
____ Turma:______
Obra selecionada
Autor(es): ____________________________ Título: ____________________________________________
Ilustrador: ____________________ Tradutor: ____________________ Editora:__________ Ano: ______
Tema tratado:
Objetivos
1 Ler ____ minutos por dias / _____ páginas por semana
2
3
Disciplinas / Conteúdos envolvidos / Práticas requeridas
Tipo de apresentação
Dramatização
Exposição sobre um tema
Texto de opinião
Audiolivro
Debate
Criação de um minilivro
Outro:
_________________________________________
Planificação das atividades por data
Todos os dias/semanas Ler _____ minutos / ____ páginas por semana
Dia __/__/20__ Apresentação dos objetivos à turma
Dia __/__/20__ Discussão dos passos do projeto
Dia __/__/20__ Leitura expressiva de um excerto
Até ao dia __/__/20__ Recolha de informação e seleção de excertos
Até ao dia __/__/20__ Exploração da relação da obra/temas com outros documentos, textos, formas
de arte …
Dia __/__/20__ Apresentação do Projeto de Leitura
Autoavaliação
Cumprimento dos objetivos:
Fases intermédias:
Apresentação final:
Projeto de Leitura
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA 391
PROPOSTAS DE PLANIFICAÇÃO PARA PROJETO DE LEITURA
Unidade 1 – Problemas ambientais
Plasticus Maritimus
Uma espécie invasora
Autores: Ana Pêgo e Isabel
Minhós Martins
Ilustração: Bernardo P.
Carvalho
Edição: Planeta Tangerina
Perfil do Aluno:
x Ambiente (G)
x Saber científico (I)
Sinopse: As autoras deste livro começam por descrever a importância dos
oceanos, mostram objetos vulgares e exóticos que chegam à costa,
descrevem como organizar uma “saída de campo” para identificar e recolher
exemplares desta nova “espécie” ameaçadora que é o “Plasticus maritimus”,
e salientam os problemas da reciclagem e dos plásticos descartáveis. Para
além disso, conta-se a história da Ana, a bióloga marinha que decidiu ter um
“papel ativo” na solução de um problema que a preocupava. Plasticus
Maritimus – Uma espécie invasora é um guia de campo ilustrado que permite
identificar, recolher, colecionar e ajudar a eliminar o plástico marinho.
Temas: Reciclagem, proteção dos oceanos
Género: Aventura com ilustração e guias para atividades ecológicas
Interdisciplinaridade: Ciências Naturais, Geografia, Cidadania e Desenvolvimento
Objetivos gerais: Articular saberes de diferentes disciplinas para aprofundar
temáticas abordadas em Ciências Naturais; compreender a importância da
biodiversidade; descrever impactos da ação humana na alteração e ou
degradação de ambientes biogeográficos, a partir de exemplos concretos e
apoiados em fontes fidedignas e sensibilizar a comunidade para a
necessidade de uma gestão sustentável do território (AE Geografia).
Articulação com outros documentos:
ͻ Publicidade: EDP – Geração Zero (pp. 28-29)
ͻ Publicidade: Transforma ideais em gestos reais (pp. 30-31)
ͻ “O verbo é substituir” (p. 34)
ͻ Aquametragem (curta-metragem de animação) (p. 36 – Banda do Professor)
Hubert Reeves Explica
a biodiversidade
Autores: Hubert Reeves,
Nelly Boutinot
Ilustração: Daniel Casanave
e Claire Champion
Género: banda desenhada
Edição: Gradiva
Perfil do Aluno:
x Ambiente (G)
x Saber científico (I)
Sinopse: Os aspetos fundamentais da biodiversidade, dos animais aos
insetos, da Terra aos oceanos, e a importância da sua existência são
explicados de forma acessível em banda desenhada.
Temas: Biodiversidade, proteção do planeta
Género: Banda desenhada
Interdisciplinaridade: Ciências Naturais
Objetivos gerais: Articular saberes de diferentes disciplinas para aprofundar
temáticas abordadas em Ciências Naturais; compreender a importância da
biodiversidade.
Articulação com outros documentos:
ͻ Publicidade: EDP – Geração Zero (pp. 28-29)
ͻ Publicidade: Transforma ideais em gestos reais (pp. 30-31)
ͻ “O verbo é substituir” (p. 34)
ͻ Aquametragem (curta-metragem de animação) (p. 36 – Banda do Professor)
ͻ Programa TSF– “O Livro do Dia” edição de 1 de junho de 2018
(disponível em )
Projeto de Leitura
392 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA
Unidade 2.1 – Aventuras
A volta ao mundo
em 80 dias
Autor: Júlio Verne
Tradução: Tiago Marques
Edição: Fábula
Perfil do Aluno:
x Raciocínio e resolução
de problemas (C)
x Saber científico, técnico
e tecnológico (I)
Sinopse: No ano de 1872, Phileas Fogg e o seu criado Passepartout aceitam a
aposta de dar a volta ao mundo em 80 dias, numa época em que tal feito
parecia impossível, com os meios de transporte disponíveis.
Temas: Viagens, civilizações do mundo, meios de transporte…
Género: Aventura
Interdisciplinaridade: Geografia, Matemática, História
Objetivos gerais: Recolher informações sobre diferentes culturas e etnias;
representar gráfica e cartograficamente informação geográfica; descrever a
localização de um lugar, usando o sistema de coordenadas geográficas;
calcular a distância real entre dois lugares.
Articulação com outros documentos:
ͻ O Cavaleiro da Dinamarca, de Sophia de Mello Breyner Andresen (pp. 51-66)
ͻ A volta ao mundo em 80 dias: uma aposta muito louca (filme)
ͻ 500 anos da circum-navegação de Fernão Magalhães – programa SIC
Notícias (disponível em )
A Ilha do Tesouro
Autor: Robert Louis
Stevenson,
Adaptação: António
Pescada
Edição: Porto Editora
Perfil do Aluno:
x Linguagens e textos (A)
x Pensamento crítico
e criativo (D)
Sinopse: Uma faroleira encontra no interior de um baú um velho livro de
piratas. As suas páginas e letras estão gastas, só as ilustrações ainda são
visíveis. Estas imagens ganham vida e contam as suas histórias à jovem.
Temas: Piratas, caça ao tesouro…
Género: Aventuras
Interdisciplinaridade: História, Educação Visual
Objetivos gerais: Utilizar fontes históricas para conhecer realidades;
reconhecer a importância das imagens como meios de comunicação de
massas, capazes de veicular diferentes significados; organizar exposições
em diferentes formatos – físicos e/ou digitais , de acordo com o objetivo
escolhido/proposto.
Articulação com outros documentos:
ͻ O Cavaleiro da Dinamarca, de Sophia de Mello Breyner Andresen (pp. 51-66)
ͻ Pirata das Caraíbas (filme)
ͻ A ilha do tesouro, de Victor Fleming (filme)
ͻ Marujos Malvados: os 11 piratas mais conhecidos da História
(disponível em )
Projeto de Leitura
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA 393
George e a lua azul
Autores: Lucy Hawking e
Stephen Hawking
Tradução: Alberto Gomes
Edicão: Presença
Perfil do Aluno:
x Linguagens e textos (A)
x Pensamento crítico e
pensamento criativo (D)
Sinopse: George integra, com a sua amiga Annie, um programa de treino de
jovens astronautas, que realizarão uma viagem a Marte. Este é o início de
uma aventura assustadora onde se revelam alguns dos grandes segredos do
Universo.
Temas: Estruturas do Universo, viagens espaciais, aventuras de ficção
científica…
Género: Ação, aventura
Interdisciplinaridade: Físico-Química, Cidadania e Desenvolvimento
Objetivos gerais: Desenvolver conhecimentos sobre os corpos celestes,
interpretando informações sobre o sistema solar; refletir sobre temas como a
amizade ou o bullying.
Articulação com outros documentos:
ͻ O Cavaleiro da Dinamarca, de Sophia de Mello Breyner Andresen (pp. 51-66)
ͻ Perdido em Marte, de Ridley Scott (filme)
ͻ Interstellar, de Christopher Nolan (filme)
ͻ Sítio da National Geographic dedicado ao espaço (disponível em
https://www.natgeo.pt/espaco)
Unidade 2.2 – Heróis
Wonder: encantador
Autor: R. J. Palacio
Tradução: Leonor Bizarro
Marques
Edição: ASA
Perfil do Aluno:
x Relacionamento
interpessoal (E)
Sinopse: A narrativa, a várias vozes, percorre a vivência de uma criança cuja
deficiência genética lhe deformou o rosto. Após um longo período de
cirurgias e de ensino doméstico, o jovem August entra no 5.
o
ano numa
escola que, aparentemente, reúne condições para o acolher. Contudo, o
estigma da sua deformação determina e define as relações que vai
estabelecer, fazendo prevalecer a compaixão.
Temas: Inclusão, aceitação da diferença, a amizade e a coragem…
Género: Ficção, drama
Interdisciplinaridade: Cidadania e Desenvolvimento
Objetivos gerais: Refletir sobre a diferença e a inclusão; analisar a questão
dos direitos humanos no contexto da situação de pessoas com deficiência.
Articulação com outros documentos:
ͻ “Mestre Finezas”, de Manuel da Fonseca (pp. 86-89)
ͻ História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, de Luis Sepúlveda
(pp. 95-96)
ͻ Sexta-Feira ou a vida selvagem, de Michel Tournier (pp. 100-101)
ͻ Wonder, Encantador, de Stephen Chbosky (filme)
ͻ Reportagem “A prótese que foi criada com peças de helicóptero da Lego”
(disponível em )
ͻ Curta-metragem O presente (disponível em )
Projeto de Leitura
394 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA
Sexta-Feira ou a vida
selvagem
Autor: Michel Tournier
Tradução: Emílio Campos
Lima
Edição: Presença
Perfil do Aluno:
x Relacionamento
interpessoal (E)
x Saber científico, técnico
e tecnológico (I)
Sinopse: Depois de um violento naufrágio, Robinson percebe que não
conseguirá sair da ilha onde se encontra. Por isso, tentará civilizar a ilha, o
que acaba por ser possível graças à presença de Sexta-Feira, um índio que
salva da morte.
Temas: Sobrevivência numa ilha selvagem, heróis, diferenças culturais
Género: Aventuras
Interdisciplinaridade: Cidadania e Desenvolvimento, Ciências Naturais
Objetivos gerais: Refletir sobre diferenças culturais; discutir a questão dos
direitos humanos em diferentes contextos; explicar os processos de formação
de uma ilha; descrever os tipos de rochas existentes numa dada ilha.
Articulação com outros documentos:
ͻ “Mestre Finezas”, de Manuel da Fonseca (pp. 86-89)
ͻ O náufrago, de Robert Zemeckis (filme)
ͻ Robinson Crusoe (animação)
ͻ Reportagem: “Como se vive nas ilhas Selvagens” (reportagem da revista
Sábado disponível em https://www.sabado.pt/)
O segredo de Nebula
Autor: Trudi Strain Trueit
Tradução: Patrícia
Caixeirinho
Edição: ASA
Perfil do Aluno:
x Relacionamento
interpessoal (E)
x Saber científico, técnico
e tecnológico (I)
Sinopse: Cruz é um jovem surfista que vive com o pai no Havai; a sua
candidatura à Explorer Academy é aceite, o que o leva para Washington para
ali estudar e se formar. Mesmo antes de partir, constata que um indivíduo
com botas de cowboy o persegue. Na Academia, onde a mãe tinha
trabalhado e falecido, apercebe-se de que há zonas quase inacessíveis, como
a Syntesis, e programas altamente sofisticados, como o EVAC (experiência
virtual animada por computador). A sua frequência é sabotada e toma
consciência de que a Nebula fará tudo para o destruir, impedindo que
descubra o diário, com formato digital robótico, da sua mãe, uma cientista
que tinha feito uma descoberta extraordinária para a Humanidade.
Temas: Geografia, arqueologia, enigmas do Cosmos, desenvolvimento da ciência e
da tecnologia, exploração dos diferentes países do mundo e das respetivas culturas
Género: Aventura
Interdisciplinaridade: TIC, Geografia Cidadania, Ciências Naturais, Físico-Química
Objetivos gerais: Adotar uma atitude crítica, refletida e responsável no uso
de tecnologias, ambientes e serviços digitais; refletir sobre o progresso
científico e a investigação, compreender a Terra como um sistema que deve
ser preservado, localizar a Terra no Universo.
Articulação com outros documentos:
ͻ “Mestre Finezas”, de Manuel da Fonseca (pp. 86-89)
ͻ História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, de Luis Sepúlveda
(pp. 95-96)
ͻ Sexta-Feira ou a vida selvagem, de Michel Tournier (pp. 100-101)
ͻ Academia de Exploradores – O Segredo de Nebula – vídeo promocional
(disponível em )
Projeto de Leitura
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA 395
Unidade 2.3 – Família
Matilda
Autor: Roald Dahl
Tradução: Ana Lourenço
Edição: Oficina do Livro
Perfil do Aluno:
x Relacionamento
interpessoal(E)
x Sensibilidade estética
e artística (H)
x Informação
e comunicação(B)
Sinopse: Matilda, ignorada pelos pais, é uma criança-prodígio na escola e
uma leitora compulsiva na biblioteca. Inúmeros episódios vividos por ela e
pela professora Docemel mostram como há tantos adultos idiotas; por fim,
ela refaz a família e os velhacos sofrem o devido castigo.
Temas: Família, a diferença, inclusão, justiça…
Género: Aventura
Interdisciplinaridade: Teatro ou Expressão dramática, Inglês
Objetivos gerais: Refletir sobre a diferença; valorizar a leitura enquanto
motor da imaginação; dramatizar excertos do livro.
Articulação com outros documentos:
ͻ “Avó e neto contra vento e areia”, de Teolinda Gersão (pp. 108-111)
ͻ “Ladino”, de Miguel Torga (pp. 114-117)
ͻ Matilda, a espalha brasas (filme)
ͻ Trailer do musical Matilda (disponível em )
ͻ Curta-metragem Bao (disponível em )
Wonderstruck: o museu
das maravilhas
Autor: Brian Selznick
Tradução: Luís Rodrigues
dos Santos
Edição: Asa
Perfil do Aluno:
x Relacionamento
interpessoal(E)
x Sensibilidade estética
e artística (H)
x Informação
e comunicação(B)
Sinopse: Ben e Rose são dois jovens dominados pela solidão que vivem em
épocas diferentes. Por isso, ambos partem para Nova Iorque em busca de um
familiar, num percurso que acaba por se ligar inesperadamente, até na
surdez que os caracteriza. Uma história contada por palavras e outra por
imagens.
Temas: Arte, integração de pessoas surdas, os afetos…
Género: Aventura com ilustração
Interdisciplinaridade: Educação Visual, História, Cidadania e Desenvolvimento
Objetivos gerais: Refletir sobre manifestações artísticas e suas intenciona-
lidades; relacionar diferentes épocas históricas, ressaltando semelhanças
e diferenças; explorar a significação da ilustração de texto; refletir sobre a
integração social de pessoas com deficiências.
Articulação com outros documentos:
ͻ “Avó e neto contra vento e areia”, de Teolinda Gersão (pp. 108-111)
ͻ Wonderstruck, de Todd Haynes (filme)
Projeto de Leitura
396 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA
Unidade 3 – Imaginário popular
Contos
Autor: Trindade Coelho
Edição: Porto Editora
Perfil do Aluno:
x Linguagens e textos (A)
x Informação
e comunicação(B)
x Relacionamento
interpessoal (E)
Sinopse: Tendo como cenário o mundo rural português, Trindade Coelho dá
vida às suas memórias de infância e conta as histórias de pessoas reais
(pastores, lavradores, mães, crianças…), retratando peripécias, episódios e
dramas de vida e não esquecendo sequer o realismo da sua linguagem.
Temas: Interculturalidade, tradições populares e da vida rural…
Género: Conto
Interdisciplinaridade: Cidadania e Desenvolvimento, Artes, Teatro/Expressão
dramática, TIC
Objetivos gerais: Conhecer as tradições populares e a sua relevância para o
presente; recolher aspetos da tradição oral/popular; conhecer as tradições da
vida rural; comparar as tradições atuais com as relatadas nos contos;
manifestar expressividade nos seus trabalhos, selecionando, de forma
intencional, conceitos, temáticas, materiais, suportes e técnicas.
Articulação com outros documentos:
ͻ Leandro, Rei da Helíria, de Alice Vieira (pp. 137-154)
ͻ “A Cara de Boi”, conto tradicional (pp. 72-74)
Páginas de livros infantis
rejeitadas
Autor: Nuno Markl
Ilustração: Marisa Silva
Edição: Objectiva
Perfil do Aluno:
x Linguagens e textos (A)
x Sensibilidade estética
e artística (I)
x Informação
e comunicação (B)
Sinopse: Uma obra que apresenta, de forma bem-disposta, histórias infantis
e lendas portuguesas, explorando a possibilidade de outros acontecimentos
ou focando a atenção nos sentimentos ou em momentos que poderiam ter
tido lugar. Um livro que associa o texto a ilustrações marcadas pelo tom
cómico, que exploram diferentes versões das histórias que aqui se contam.
Temas: Adaptações de histórias infantis e lendas portuguesas
Género: Humor, histórias ilustradas
Interdisciplinaridade: Educação Visual, Inglês, Francês, Espanhol
Objetivos gerais: Compreender a importância da inter-relação dos saberes da
comunicação visual (espaço, volume, cor, luz, forma, movimento, estrutura,
ritmo, entre outros) nos processos de fruição dos universos culturais;
manifestar expressividade nos seus trabalhos, selecionando, de forma
intencional, conceitos, temáticas, materiais, suportes e técnicas; desenvolver
a literacia em língua inglesa, lendo diferentes tipos de textos e adaptações de
leitura extensiva; apresentar-se, apresentar e descrever outras pessoas
(inglês); descrever hábitos, lugares, acontecimentos; exprimir opiniões,
gostos e preferências (alemão, francês e espanhol).
Articulação com outros documentos:
ͻ Página do instagram do livro – disponível em:
https://www.instagram.com/paginasrejeitadas/
ͻ Contos dos irmãos Grimm
ͻ Contos populares
ͻ Filmes: Maléfica: mestre do mal; Espelho, espelho meu; Os irmãos Grimm
Projetos de
Articulação Curricular
Projeto 1 – Em torno da sustentabilidade
ecológica .................................................. 398
Projeto 2 – À Volta do mundo: Terras, Gentes,
Culturas ..................................................... 399
Projeto 3 – Heróis da ficção e da realidade................. 401
Projetos de Articulação Curricular
398 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projeto e Outros Materiais x ASA
PROJETO 1 – EM TORNO DA SUSTENTABILIDADE ECOLÓGICA
Perfil do Aluno, Domínios de Articulação Curricular e Projeto de Leitura
Disciplinas envolvidas: Português, Ciências Naturais, Físico-Química, Geografia, Línguas estrangeiras…
Tempo: Um período letivo
Perfil do Aluno (a desenvolver no âmbito do projeto)
Princípios
A. Base Humanista: Promoção da ação dos jovens centrada na preservação do
mundo.
B. Saber: Desenvolvimento de saberes de natureza científica que auxiliem a tomada
de decisões sobre as realidades naturais do mundo.
G. Sustentabilidade: Promoção da consciência da sustentabilidade.
Valores
Responsabilidade: Aprender a respeitar; agir eticamente; ser consciente e
responsável pelas ações.
Cidadania e Participação: Promover a reflexão sobre ações que visem a sustentabi-
lidade ecológica.
Áreas de
competência
Linguagens e Textos: Dominar capacidades nucleares de compreensão e de expressão
nas modalidades oral, escrita, visual e multimodal.
Informação e Comunicação: Utilizar instrumentos diversificados para pesquisar e
mobilizar informação de forma crítica.
Bem-estar, Saúde e Ambiente: Compreender as fragilidades e os equilíbrios do
mundo natural na adoção de comportamentos que respondam aos grandes desafios
globais do ambiente.
Projeto: Em Torno da Sustentabilidade Ecológica
Atividades
о Abordagem do problema da sustentabilidade ecológica (em diferentes disciplinas).
о Atividades de observação, questionamento da realidade e integração de saberes.
о Organização e desenvolvimento de atividades cooperativas de aprendizagem
orientadas para a troca de saberes.
о Recolha de informação prevendo a utilização crítica de fontes e das TIC.
о Ações de sensibilização da comunidade escolar (ou alargada).
Conteúdos (A definir em Conselho de Turma.)
Materiais
Disciplina
de Português
Unidade 1 Manual
ͻ Publicidade EDP – Geração Zero (pp. 28-29)
ͻ Publicidade Sociedade Ponto Verde (pp. 30-31)
ͻ Artigo de opinião “O verbo é substituir” (p. 34)
ͻ Materiais sobre o ativismo de Greta Thunberg (p. 36)
ͻ Curta-metragem Aquametragem (p. 36 – Banda do professor)
ͻ Para ir mais além… (pp. 42-43)
Projeto de Leitura: Plasticus maritimus – uma espécie
invasora, de Ana Pêgo e Isabel Martins; Hubert Reeves explica
a biodiversidade, de Daniel Casanave e Hubert Reeves
Outras disciplinas (A definir pelos professores das disciplinas envolvidas.)
Projetos de Articulação Curricular
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projeto e Outros Materiais x ASA 399
PROJETO 2 – À VOLTA DO MUNDO: TERRAS, GENTES, CULTURAS
Perfil do Aluno, Domínios de Articulação Curricular e Projeto de Leitura
Disciplinas envolvidas: Português, Geografia, Línguas estrangeiras, História, Educação Visual, TIC…
Tempo: Um período letivo
Perfil do Aluno (a desenvolver no âmbito do projeto)
Princípios
A. Base Humanista: Promoção da ação dos jovens centrada na preservação do
mundo.
B. Saber: Desenvolvimento de saberes de natureza científica que auxiliem a tomada
de decisões sobre as realidades naturais do mundo.
D. Inclusão: Promoção da equidade e do respeito pela diversidade cultural e socio-
económica.
Valores
Responsabilidade: Aprender a respeitar; agir eticamente; ser consciente e
responsável pelas ações.
Cidadania e Participação: Promover a reflexão sobre ações que visem a sustenta-
bilidade ecológica.
Liberdade: Manifestar a autonomia pessoal centrada nos direitos humanos, na
cidadania, na equidade e no respeito mútuo.
Áreas de
competência
Linguagens e Textos: Utilizar de modo proficiente diferentes linguagens e símbolos
associados às línguas (língua materna e línguas estrangeiras), à literatura, à música, às
artes.
Informação e Comunicação: Utilizar instrumentos diversificados para pesquisar e
mobilizar informação de forma crítica; transformar a informação em conhecimento.
Relacionamento Interpessoal: Adequar comportamentos em contextos de coopera-
ção, partilha, colaboração e competição; trabalhar em equipa e usar diferentes meios
para comunicar presencialmente e em rede.
Sensibilidade Estética e Artística: Reconhecer as especificidades e as
intencionalidades das diferentes manifestações culturais; apreciar criticamente as
realidades artísticas, em diferentes suportes tecnológicos, pelo contacto com os
diversos universos culturais.
Projetos de Articulação Curricular
400 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projeto e Outros Materiais x ASA
Projeto – À Volta do Mundo: Terras, Gentes, Culturas
Atividades
о Localização de diferentes países no mapa-mundo.
о Recolha de informações sobre diferentes culturas e tradições.
о Identificação de locais e espaços de interesse histórico-cultural em diferentes
regiões do mundo.
о Investigação sobre aspetos da História de diferentes países.
о Criação de manifestações artísticas ao estilo de diferentes culturas.
о Produção de um vídeo de divulgação de locais de interesse de diferentes e de
aspetos culturais de diferentes países.
о Apresentação à comunidade de roteiros de diferentes países.
о Organização de uma exposição “À volta do mundo” com diferentes atividades.
Conteúdos
(A definir em Conselho de Turma.)
Materiais /
Atividades
específicas
Disciplina
de Português
Unidade 2.1
Leitura de O Cavaleiro da Dinamarca, de Sophia de Mello
Breyner Andresen (pp. 51-66)
ͻ Trabalho de grupo: pesquisar e divulgar algumas das tradi-
ções da Dinamarca, como por exemplo: Véspera de São
Hans (S. João), Fastelavn (Carnaval), festival de música de
Roskilde e Store Bededag (O grande dia das preces) (após a
leitura do Texto 1, pp. 52-53)
ͻ Investigação sobre locais de interesse histórico e cultural
(após a leitura do Texto 2, pp. 58-60)
ͻ Interpretação artística: cores e formas associadas às emo-
ções em espaços físicos (após a audição do texto da p. 60)
ͻ Pesquisa sobre tradições de Natal de diferentes países e
apresentação dos materiais recolhidos /troca de
impressões com alunos oriundos de outros países – a partir
do texto “Um festival de luzes de Natal (p. 69)
ͻ Leitura do excerto do texto A volta ao mundo em 80 dias,
de Júlio Verne:
о Identificação dos países a integrar na exposição “À volta
do mundo” cultural (após a leitura do Texto 5, pp. 78-90)
Unidade 3
Leitura de Leandro, Rei da Helíria, de Alice Vieira (pp. 137-154)
ͻ Pesquisa sobre a importância do sal na cultura dos povos
Projeto de Leitura
ͻ A volta ao mundo em 80 dias, de Júlio Verne (cf. p. 15)
Outras disciplinas
(A definir pelos professores das disciplinas envolvidas.)
Projetos de Articulação Curricular
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projeto e Outros Materiais x ASA 401
PROJETO 3 – HERÓIS DA FICÇÃO E DA REALIDADE
Perfil do Aluno, Domínios de Articulação Curricular e Projeto de Leitura
Disciplinas envolvidas: Português, Geografia, Línguas estrangeiras, História, Educação Visual, TIC,
Ciências Naturais, Físico-Química…
Tempo: Um período letivo
Perfil do Aluno (desenvolvido no âmbito do projeto)
Princípios
A. Base Humanista: Promoção da ação dos jovens centrada nos valores, na justiça e
na dignidade humana.
B. Saber: Desenvolvimento de saberes de natureza científica que auxiliem a tomada
de decisões sobre as realidades sociais do mundo.
D. Inclusão: Promoção da equidade e do respeito pela diversidade cultural e socio-
económica.
F. Adaptabilidade e Ousadia: Adaptação a novas realidades e contextos.
Valores
Responsabilidade: Aprender a respeitar; agir eticamente; ser consciente e
responsável pelas ações.
Cidadania e Participação: Demonstrar respeito pela diversidade humana e cultural e
agir de acordo com os princípios dos direitos humanos.
Liberdade: Manifestar a autonomia pessoal centrada nos direitos humanos, na
cidadania, na equidade e no respeito mútuo.
Áreas de
competência
Linguagens e Textos: Utilizar de modo proficiente diferentes linguagens e símbolos
associados às línguas (língua materna e línguas estrangeiras), à literatura, à música, às
artes.
Informação e Comunicação: Utilizar instrumentos diversificados para pesquisar e
mobilizar informação de forma crítica; transformar a informação em conhecimento.
Relacionamento Interpessoal: Adequar comportamentos em contextos de
cooperação, partilha, colaboração e competição; trabalhar em equipa e usar
diferentes meios para comunicar presencialmente e em rede.
Sensibilidade Estética e Artística: Reconhecer as especificidades e as
intencionalidades das diferentes manifestações culturais; apreciar criticamente as
realidades artísticas, em diferentes suportes tecnológicos, pelo contacto com os
diversos universos culturais.
Projetos de Articulação Curricular
402 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projeto e Outros Materiais x ASA
Projeto – Heróis da ficção e da realidade
Atividades
о Definição do perfil de um herói dos tempos modernos.
о Identificação dos heróis da histórias lidas e daqueles que estão associados às
diferentes disciplinas (História, Ciências Naturais...).
о Construção de um portefólio digital com diferentes heróis da ficção e da realidade
para ser disponibilizado na página da escola e nos recursos da BE.
о Apresentação à comunidade dos diferentes heróis, através de uma dramatização
(ao vivo ou gravada).
о Entrevistas, na comunidade, a pessoas que possam ser considerados heróis dos
tempos modernos (bombeiros, médicos, enfermeiros...).
о Organização de uma exposição “Heróis da ficção e da realidade” com diferentes
atividades (participação dos entrevistados em painéis de partilha de experiências...).
Conteúdos
(A definir em Conselho de Turma.)
Materiais /
Atividades
específicas
Disciplina
de Português
Unidade 2.2
ͻ Leitura de “Mestre Finezas”, de Manuel da Fonseca
(pp. 86-89)
ͻ Leitura de História de uma gaivota e do gato que a
ensinou a voar, de Luis Sepúlveda (pp. 95-96)
ͻ Trabalho de grupo: preparar a apresentação dos heróis
dos textos lidos, associando-os aos valores que eles repre-
sentam
ͻ Redação da biografia (cf. p. 214) de heróis associados a
outras disciplinas
ͻ Organização de fotobiografias virtuais ou para exposições
físicas
ͻ Preparação das entrevistas aos heróis da comunidade
ͻ Organização da exposição final
Unidade 3
ͻ Visionamento de História trágica com final feliz, de Regina
Pessoa – curta-metragem de animação (p. 144)
ͻ Leitura de O Bojador, de Sophia de Mello Breyner
Andresen – as figuras do Infante D. Henriques e de Gil
Eanes (pp. 162-163)
Projeto de Leitura
ͻ Sexta-Feira ou a vida selvagem, de Michel Tournier (pp. 16
e 100-101)
ͻ Wonder: Encantador, de R. J. Palacio (p. 16)
ͻ Contos, de Trindade Coelho (p. 17)
ͻ Páginas de livros infantis rejeitadas, de Nuno Markl e
Marisa Silva (p. 17)
Outras disciplinas
(A definir pelos professores das disciplinas envolvidas.)
Transcrições de
Documentos de Apoio
Transcrições
404 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA
TRANSCRIÇÕES DE DOCUMENTOS DE APOIO
Unidade 1
Recurso vídeo: Publicidade (página 29)
EDP – Geração Zero
(João Manzarra)
Olá, eu sou o Luís, filho do João Manzarra. Não, o meu pai ainda não foi pai e eu ainda nem
sequer nasci, mas já faço parte da Geração Zero, que tem muitas voltas para dar ao Sol. Hoje o
mundo continua a rolar para o lado certo. E o verde que vocês abraçaram para sermos carbono
neutro deu um novo oxigénio ao Planeta. O que vocês plantaram, nós estamos agora a colher.
A vocês, que poupam no presente para poupar o nosso futuro… O meu obrigado!
Junta-te à Geração Zero e começa a poupar o Planeta.
Faz já download da APP EDP Zero.
Sabe mais em edp.pt
(Carolina Loureiro)
Olá, eu sou a Catarina, filha da Carolina Loureiro. A minha mãe não me conhece porque eu ainda
não nasci. Faço parte da Geração Zero, que vai poder viver num mundo cada vez mais azul porque
vocês nos mostraram o verde. O que vos fez mover pelo Planeta deu boleia à nossa geração. E se
hoje somos carbono neutro foi porque vocês se inspiraram na Natureza.
A vocês, que poupam no presente para poupar o nosso futuro… obrigada!
Junta-te à Geração Zero e começa a poupar o Planeta.
Faz já download da APP EDP Zero.
Sabe mais em edp.pt
Recurso vídeo: Publicidade (página 31)
Numa hora
Em Portugal, só numa hora, são vendidas um milhão e meio de embalagens com símbolo Ponto
Verde.
Só numa hora recuperamos papel suficiente para embalar a ponte sobre o Tejo e plástico que
dava para fazer sete mil e quinhentas t-shirts. Reciclamos metal suficiente para produzir
quatrocentas e cinquenta bicicletas e vidro para fazer uma garrafa com quatro andares de altura. Por
hora são recicladas tantas embalagens como o peso de doze elefantes. Impressionante, não é? Isto é
o que reciclamos numa hora com a sua ajuda. Obrigado por reciclar! Sociedade ponte Verde.
Transcrições
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA 405
Unidade 2.1
Recurso áudio: lenda (página 56)
A Lenda de Sigurd
Sigurd era filho de reis poderosos, descendentes de Odin, e um dos mais valentes heróis das
lendas nórdicas.
Quando os seus pais morreram, Sigurd era ainda menino, e herdou a famosa espada Balmug que,
apesar de partida, era invencível.
Sigurd foi, então, criado por Regin, um anão sábio, que o treinou para ser um valente guerreiro.
No entanto, o seu verdadeiro objetivo era levar Sigurd a roubar o tesouro dos Nibelungos.
Os Nibelungos eram anões que tinham acumulado um grande tesouro ao extraírem pedras
preciosas do centro da terra. A guardar esse tesouro tinham um dragão enorme que se chamava
Fafnir.
Sigurd conseguiu vencer o dragão e Regin pediu-lhe para assar o coração deste, pois queria comê-
lo para ficar com poderes mágicos. O jovem guerreiro assim o fez e, para confirmar se o coração
estava realmente assado, tocou nele com os dedos e depois lambeu-os. Sigurd adquiriu, assim, o
poder de compreender a linguagem das aves que o avisaram das intenções de Regin de matá-lo e
apoderar-se do tesouro.
Sigurd, revoltado, vence o seu mestre e, a pedido das aves, mergulha o seu corpo no sangue do
dragão para se tornar invencível. Apenas uma parte das suas costas não ficou em contacto com o
sangue do dragão porque uma folha estava colada a elas.
Depois de várias aventuras, Sigurd passou a ser conhecido, por todos, pela sua sabedoria, força e
valor.
Um dia, conheceu Gunnar, um guerreiro valente que se tinha apaixonado pela princesa Brunilde e
a quem tinha proposto casamento. Esta, no entanto, disse que só aceitaria casar com um cavaleiro
que conseguisse atravessar o círculo de fogo que existia em volta do seu castelo.
Gunnar já tinha tentado várias vezes, sem sucesso. Então, decidiu pedir ajuda a Sigurd. Este usou
os seus poderes, disfarçou-se de Gunnar e atravessou o círculo de fogo, montado no seu cavalo.
Brunilde aceitou finalmente casar com Gunnar, pois estava convencida de que este tinha sido o
cavaleiro que cruzara as chamas.
Porém, meses mais tarde, a princesa descobriu a verdade e, enfurecida, decidiu mandar matar
Sigurd.
Numa noite escura, enquanto o nobre cavaleiro Sigurd dormia, o assassino, contratado por
Brunilde, cravou uma espada nas costas do herói, no único lugar que não tinha sido banhado pelo
sangue do dragão.
E assim terminou a história do valente e generoso Sigurd que, apesar de ter, entretanto, acordado
e derrotado o seu assassino, não conseguiu evitar a sua morte.
Transcrições
406 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA
Documento Digital (PowerPoint): Texto para projetar (página 64)
Biografia de Sophia de Mello Breyner Andersen
Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu a 6 de novembro de 1919, na cidade do Porto. Veio
para Lisboa em 1936 para realizar o curso de Filologia Clássica na Universidade de Lisboa.
Frequentou-o até 1939, mas nunca chegou a concluí-lo.
Em 1947 casou-se com o jornalista Francisco Sousa Tavares, político e advogado, com quem teve
cinco filhos. Terão sido os seus filhos que levaram Sophia à escrita de literatura infantil e juvenil.
Em 1975, após a Revolução de 25 de Abril, foi eleita para a Assembleia Constituinte.
Ao longo da sua vida, distinguiu-se como contista (Contos Exemplares), autora de livros infantis
(A Menina do Mar, O Cavaleiro da Dinamarca, A Floresta, O Rapaz de Bronze, A Fada Oriana, entre
outros) e como poetisa.
Em 1999, recebeu o prestigiado Prémio Camões.
Faleceu a 2 de julho de 2004, em Lisboa. Em 2014 foi transladada para o Panteão Nacional.
Transcrições
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA 407
Unidade 2.2
Recurso vídeo: documentário (página 94)
“Lucho” para os amigos
Lucho, como era conhecido, nasceu há 70 anos, em Ovalle, no Chile, mas cedo foi obrigado a
procurar refúgio. Membro ativo da Unidade Popular Chilena nos anos 1970, teve de abandonar o
país, após o golpe militar de Pinochet. Trabalhou no Brasil, Uruguai, Paraguai, Peru, viveu no
Equador, entre os índios, viajou no último expresso da Patagónia. Os confins do mundo foram a sua
casa, mas a moradia fixa era Espanha há vários anos. Dos tantos e sonantes títulos que escreveu, A
sombra do que fomos é o que melhor se ajusta aos tempos que vivemos e que ele nunca pôde
testemunhar.
Luis Sepúlveda era um dos mais admirados escritores da América latina e do mundo. Nas suas
obras expunha temas e valores que defendia, como é o caso da igualdade ou da generosidade. Há
certas frases, presentes nas suas obras, que ficaram particularmente conhecidas.
No livro A lâmpada de Aladino de 2008, lê-se “Há mulheres cuja companhia convida ao silêncio,
porque sabem partilhá-lo, e não há nada mais difícil nem mais generoso”. Um dos seus livros mais
conhecidos é O velho que lia romances de amor, publicado em 1989, conta a história de um homem
que decidiu começar a ler romances e, dessa forma, ocupar as suas noites solitárias numa zona
remota da Amazónia. Nesta obra destaca-se, por exemplo, esta passagem “Foi a descoberta mais
importante da sua vida. Sabia ler. Ele tinha o antídoto para o veneno da velhice. Sabia ler.” No livro
de ficção A sombra do que fomos, um romance que ganhou, aliás, o prémio Primavera Romance em
2009, lê-se esta frase “Nunca confie na memória. Porque a memória está do nosso lado: atenua o
atroz, suaviza o amargo, onde apenas havia sombras. A memória tende sempre para a ficção.” Em
2010, Luis Sepúlveda escreveu o livro Histórias daqui e dali, composto por 25 história sobre derrotas.
Numa delas deixa o seguinte conselho: «Às vezes acontecem coisas que não nos deixam dormir, que
nos atrapalham a qualquer momento e que nos impedem de participar em conversas de amigos.
Quando isso acontece, precisamos de nos sentar e pôr em ordem, não importa onde ou a que horas,
mas devemos colocar ordem.»
Luis Sepúlveda tinha prometido aos filhos escrever uma história sobre o mal que os humanos
fazem ao ambiente e à natureza e, em 1996, escreveu História de uma gaivota e do gato que a
ensinou a voar, que acabou por ser uma das obras, aliás, mais conhecida do chileno. Conta a história
de um gato que criou um filho de uma gaivota, apanhada por uma maré negra. Nesse livro, que nos
demonstra tanto da convivência e da amizade, lá está este desabafo: “E se tudo isto for um sonho, o
que importa? Gosto e quero continuar a sonhar com isso.”
Do lado sério da vida à vida levada sempre com um sorriso, Sepúlveda atravessou 70 anos da sua
vida com histórias que marcaram o imaginário de milhões de pessoas em todo o mundo e entre as
principais está, como já disse, a História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar. Nestes dias
em que nos pedem para deixarmos as ruas vazias, num apelo ao confinamento, recuperamos esta
fábula que valoriza, mais do que tudo, os princípios básicos da convivência humana. Fique bem! Boa
noite.
Transcrições
408 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA
Recurso áudio: música (página 127)
Trem-Bala
Cantada por Ana Vilela e David Carreira
Não é sobre ter todas pessoas do mundo pra si
É sobre saber que em algum lugar alguém zela por ti
É sobre cantar e poder escutar mais do que a própria voz
É sobre dançar na chuva de vida que cai sobre nós
É saber se sentir infinito
Num universo tão vasto e bonito é saber sonhar
Então, fazer valer a pena cada verso
Daquele poema sobre acreditar
Não é sobre chegar no topo do mundo e saber que venceu
É sobre escalar e sentir que o caminho te fortaleceu
É sobre ser abrigo e também ter morada em outros corações
E assim ter amigos contigo em todas as situações
A gente não pode ter tudo
Qual seria a graça do mundo se fosse assim?
Por isso, eu prefiro sorrisos
E os presentes que a vida trouxe pra perto de mim
Não é sobre tudo que o seu dinheiro é capaz de comprar
E sim sobre cada momento sorriso a se compartilhar
Também não é sobre correr contra o tempo pra ter sempre mais
Porque quando menos se espera a vida já ficou pra trás
Segura teu filho no colo
Sorria e abrace teus pais enquanto estão aqui
Que a vida é trem-bala, parceiro
E a gente é só passageiro prestes a partir
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá
Segura teu filho no colo
Sorria e abrace teus pais enquanto estão aqui
Que a vida é trem-bala, parceiro
E a gente é só passageiro prestes a partir
Transcrições
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA 409
Unidade 2.3
Recurso vídeo: entrevista (página 127)
A arte e o cinema de Gabriel Arantes
Gabriel Abrantes (GA) – Eu nem me sinto bem português nem bem americano. É um bocado de
tudo…
Entrevistadora (E) – É uma mistura …
GA – Exato.
E – … das duas culturas. E no ano passado, tivemos aqui um filme. Diamantino. É um filme sobre
um futebolista. Para quem não viu, esta história é baseada na história do Cristiano Ronaldo?
GA – Não. O filme é… até o nome é Diamantino… é outra ideia…
E – Mas temos um futebolista madeirense… o que aproxima um bocado as realidades.
GA – Nós queríamos pegar numa figura icónica portuguesa. Pensámos na figura do futebolista,
mas tanto poderia ser o Cristiano como outro jogador qualquer. E o que nós queríamos falar era
sobre questões que tinham a ver com cultura, com cultura nacional. Também um estatuto icónico de
uma personalidade que é conhecida pelo mundo inteiro. E futebolista, para um português, conhecido
no mundo inteiro faz muito sentido. Mas, acho que o Diamantino vai noutra direção. O Diamantino é
também sobre o fascismo, a adoção… É um filme que mistura imensas coisas e fala dessas coisas mas
pela via do futebol.
E – E através do futebol pretende também que as pessoas reflitam nessas várias questões?
GA – Sim. Como é que era o que o Salazar dizia, que era Fátima, fado e futebol. Então era uma
maneira de falar de Portugal. E falar de Portugal hoje em dia é também falar da Europa. O filme
também… o filme é um bocado brincalhão e fala também de assuntos sérios, como a crise dos
refugiados, mas num tom satírico. E também fala do Brexit por exemplo, mas o filme é
completamente fantástico em que se imagina um Portugal no futuro em que também está a passar
por um Brexit ou por um Pexit, poder-se-ia dizer. Por isso é um filme um bocado… é delirante e
fantástico. Por isso, pega em assuntos verdadeiros, mas depois…
E – Transforma-os…
GA – É… transforma-os.
E – Este filme foi premiado no Festival de Cannes. Recentemente, o Gabriel recebeu também um
apoio do ICA (Instituto do Cinema e do Audiovisual), muito importante, imagino, para continuar o
seu percurso na longa-metragem de ficção. O que é que podemos esperar? Virá um filme em nome
próprio?
GA – É eu tenho estado a colaborar com o Daniel, que é colaborador com quem eu tenho feito
alguns filmes. Ele está também neste filme a ajudar-me com o guião, mas o filme será só assinado
por mim, como realizador. E o filme vai ser a minha primeira tentativa como um filme de terror e
passa-se em Trás-os-Montes. E é um filme de terror, mas também, não sei… muito inspirado numa
nova onda de filme de terror, como Hereditário ou Vai seguir-te ou o Get out, do Jordan Peele. São
filmes de terror, mas que falam de assuntos sérios. Este filme fala muito de demência e esta
transição de idades e também a gestão de uma pessoa mais idosa por uma pessoa mais jovem e o
carinho que tem que se ter e as complexidades disso. Tudo isso dentro de um filme de terror.
E – E esses filmes mais negros… ontem tivemos o Parasitas, que foi notícia por causa da vitória
nos Óscares. Gostou do filme?
GA – Eu adoro o Parasitas. Achei que é um filme mesmo incrível e o realizador é um dos meus
realizadores favoritos. Ele já tinha feito uns filmes na Coreia do Sul, que eu adorava. Depois, fez mais
Transcrições
410 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA
uns dois nos Estados Unidos de que eu gostei menos e agora fiquei muito feliz de o ver voltar em
plena forma.
E – E com uma vitória em grande.
GA – Ele já tinha ganhado em Cannes e agora nos Óscares é incrível. A primeira vez que
aconteceu: um filme estrangeiro ganhar o melhor prémio.
E – Um filme não falado na língua inglesa.
GA – Exato.
E – Muito bem, Gabriel. Muito obrigada pela sua presença.
Transcrições
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA 411
Unidade 3
Recurso áudio: Informação (página 156)
Juntos contra o sal
Reduzir o consumo de sal permite conquistar anos de vida saudáveis
Morrem todos os dias cerca de 100 portugueses por doenças cérebro-cardiovasculares, sendo
que muitas dessas mortes poderiam ter sido evitadas pela alteração de comportamentos,
especialmente pela redução do consumo de sal.
A ingestão excessiva de sal é o comportamento alimentar inadequado que mais contribui para a
perda de anos de vida saudável. Os portugueses vivem mais tempo, mas mais doentes,
principalmente nos últimos anos de vida, do que a restante população da Europa.
Assim, a definição e a aplicação de estratégias com o objetivo de reduzir o consumo de sal por
parte da população portuguesa assumem importância decisiva no contexto da prevenção das
doenças cardiovasculares e outras doenças crónicas.
O Grupo de Alto Nível sobre Nutrição e Atividade Física, da Comissão Europeia, e a Organização
Mundial da Saúde sugerem um conjunto de categorias de alimentos que constituem os principais
veículos de sal na alimentação dos cidadãos e que devem ser regulados, nesse contexto,
nomeadamente:
x Cereais de pequeno-almoço
x Batatas fritas
x Snacks salgados
x Outros alimentos que constituam um padrão local de alimentação e que sejam um veículo
relevante de sal
De facto, o consumo de sal em demasia constitui um dos maiores riscos de saúde pública no
nosso país. A Organização Mundial da Saúde considera medidas mais efetivas, no sentido de reduzir
a carga de doença e a mortalidade precoce, as relacionadas com a promoção da alimentação
saudável. E, neste âmbito, a que teria um maior impacto efetivo seria a redução do consumo do sal,
solicitando que todos os países tomem ações concretas e imediatas neste âmbito.
Segundo os dados do último Inquérito Alimentar Nacional (2016-2017), cada cidadão consome,
em média, 3 g de sal em excesso por dia, totalizando um volume de cerca de 30 toneladas/dia que os
portugueses ingerem a mais do que deveriam.
Este quadro contribui para que Portugal tenha uma das mais elevadas prevalências de
hipertensão arterial na Europa (3 em cada 10 portugueses), sendo o principal fator de risco de
patologia cardiovascular, com relevo para os acidentes vasculares cerebrais (AVC), dos quais os
cidadãos portugueses são infelizmente líderes na Europa, provocando, pelas suas sequelas, uma
mortalidade elevada e um impacto grave na família e na sociedade.
In https://www.sns.gov.pt/noticias/2017/11/21/juntos-contra-o-sal/
[consultado em 25/1172017 – Texto com supressões]
Transcrições
412 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA
Unidade 4
Recurso áudio: música (página 193)
Tu és mais forte, Boss AC
Cantado por Boss AC
Oh, I think I did it again
Quem sabe não esquece
É como andar de bicicleta
Tu és mais forte e sei que no fim vais vencer
Sim, acredita num novo amanhecer
Não tenhas medo, sai à rua e abraça alguém
E vai correr bem, tu vais ver
Tu mereces muito mais
És forte, abanas mas não cais
Mesmo que sintas o mundo a ruir
Quando as nuvens passarem vais ver o sol a sorrir
A estrada não é perfeita
Apenas uma vida, aproveita
Só perdes se não tentares
E não desistas se falhares
O que não mata engorda
Torna o teu sonho real, acorda
Limpa as lágrimas e luta
Segue o teu caminho e escuta
A voz dentro de ti
As perguntas que procuras, dentro de ti
Acredita em ti que tu és
Mais forte e tens o mundo a teus pés
Tu és mais forte e sei que no fim vais vencer
Sim, acredita num novo amanhecer…
Transcrições
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA 413
Recurso áudio: Documento (página 199)
Tabela - Dados Biográficos de Francisco Lufinha
1938
(09 de agosto)
Nasce, em Lisboa.
Fez a primeira viagem de barco com apenas 15 dias.
1994
Começou a competir na classe bote Optimist.
Ganhou várias competições regionais e nacionais.
1998 Representou Portugal nos Jogos Europeus, na Croácia.
2002 Começou a competir com kitesurf.
2005 Campeão nacional de kitesurf.
2006 Vice-campeão nacional de kitesurf.
2013
Estabelece o recorde Mundial no percurso Porto-Lagos, a maior viagem de
kitesurf sem paragens, na qual fez 564 km, em 28 horas e 53 minutos.
2014
Liga o ponto mais a sul do território português, as ilhas selvagens ao Funchal,
perfazendo 306 quilómetros, em 12 horas.
Transcrições
414 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA
Recurso vídeo: Publicidade (página 203)
Pó? Sabes o que é?
Pó? Sabes o que é?
São partículas inferiores a cinco micrómetros que é como quem diz…. muito pequeninas.
Todavia, quando unidas, são capazes de grandes feitos. Não te deixam ver… às vezes nem te
deixam pensar… E não estamos perante uma hipérbole. O pó compromete o vocabulário, dificulta a
originalidade do pensamento. Bloqueia a ironia. E entre muitas outras particularidades destas
partículas, impossibilita a graça de ter sentido de humor.
Tira essa camada de inércia de cima. Limpa o pó dos livros e regressa à leitura. Só tens de escolher
um!
Aaaaaaatchim!!!
Hum! Esse não conheço, mas enfim, temos de começar por algum lado!
Vai mais ao livro!
Plano Nacional de Leitura
Transcrições
Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA 415
Recurso áudio: texto autobiográfico (Caderno de Atividades, p. 95)
Obrigado, Luis Sepúlveda, pelo porto de Hamburgo
Em 1999, o porto de Hamburgo ficava em Ferreira do Zêzere. Na cama do quarto de cima, na casa
de banho, na sala, a um canto do sofá, enquanto os adultos jogavam Bridge: o porto de Hamburgo
lavava o verão com águas que eu, com nove anos, imaginava escuras de crude, atacadas por um mal
desconhecido. E era tal a aflição de acudir àquela gaivota ferida, vinda do alto-mar, que eu dava
voltas à casa em busca de algo com que a salvar.
A Teresa, prima do meu pai e melhor amiga da minha mãe, dera-me o livro no dia anterior e eu
guardei-o como um achado, antes de ler a dedicatória: “Para um menino muito especial que bem
podia ensinar gaivotas a voar”. Como verdadeira criança, acreditei nesse encantamento: seria capaz
ĚĞĐƌŝĂƌƵŵĂŐĂŝǀŽƚĂവĞ͕ƉĂƌĂĂdĞƌĞƐĂ͕ƐĞƌŝĂĞƐƉĞĐŝĂů͘ŝŶĚĂŶĆŽƐĂďŝĂƋƵĞƐĞƌĐƌŝĂŶĕĂĠƚĞƌĨĠĞŵ
tais dedicatórias.
DĂƐŽƌďĂƐവŽŐĂƚŽŐƌĂŶĚĞ͕ƉƌĞƚŽĞŐŽƌĚŽവƚƌĂƚĂǀĂĚĞƌĞƐŐĂƚĂƌŽŽǀŽƉŽƌŵŝŵ͘
Enquanto este não eclodia, os meus pais levavam-me pelas margens do Zêzere em busca de
lagostins, cujos rastos de fuga eram uma caça aos gambozinos. A Joana tinha vinte e poucos anos,
nadava no Zêzere sem medo dos lagostins, e saía da água com tal beleza, com tais movimentos de
coisa bem escrita, que a julgava capaz de dissipar todo o crude do mundo.
Regressado a casa, ansioso, percebi que à beleza se responde com beleza. Chamei a Joana a um
canto da sala, anda daí que te quero ao pé de mim, e esperei que ela me olhasse nos olhos para lhe
dizer de surpresa, de mansinho e de coração: “Amo-te.” Acho que ela sorriu, talvez tenha afagado o
meu cabelo, falta-me a memória de um abraço; seja como for, ela sorriu e foi ter com a Teresa, que
me disse: “Por enquanto, quero a minha filha para mim, pode ser?”.
A partir daí, a Joana evitou-me de surpresa, de mansinho e de coração, a ver se eu acalmava, a ver
se encontrava beleza noutra pessoa, noutro sítio. A Teresa apontou-me o livro de Sepúlveda, num
gesto que dizia “continua a ler”, e eu passei as noites lendo enquanto ouvia as discussões do Bridge e
a voz ensonada da Joana.
Quanto mais acompanhava o zelo de Zorbas, mais o identificava com o zelo da Teresa e a
discrição da Joana, e quando os gatos votaram para falarem com os seres humanos, entendi quanto
custava quebrar um tabu. Incomodado com as tiradas macacas de Matias, temendo que Ditosa
quisesse continuar gato em vez de se tornar gaivota, não me achava merecedor da dedicatória da
Teresa, e estava visto que não merecera o amor da Joana.
Na última noite de leitura, as discussões dos adultos estavam em ponto de rebuçado e a voz da
Joana sonolenta e distante mais e mais. Na página final, a minha barriga caiu em vertigem
acompanhando Ditosa, acabada de empurrar da torre por Zorbas. Mas a gaivota evitou o chão e
voou sobre o porto de Hamburgo, por fim sabendo ser ave. Adormeci pouco depois, certo de que às
quedas se seguem os voos.
Hoje, no meu porto de Hamburgo, Sepúlveda ainda escreve, eu ainda digo à Joana “Amo-te”, e a
Teresa ainda é viva.
Afonso Reis Cabral, Público, 16 de abril de 2020
https://www.publico.pt/2020/04/16/culturaipsilon/opiniao/obrigado-luis-sepulveda-porto-hamburgo-1912597
Dossiê do Professor.pdf

Dossiê do Professor.pdf

  • 2.
    Índice Geral Projeto APar e Passo e Documentos Orientadores........ 3 Apresentação do Projeto A Par e Passo ....................... 5 Cumprimento dos Documentos Legais de 7.o ano........ 13 Tabelas Comparativas por Domínios (por anos/ciclos). 17 Aprendizagens Essenciais de 7.o ano no Manual A Par e Passo ........................................................ 27 Planificações e Planos de Aula...................................... 37 Planificação Anual......................................................... 39 Planificações de Unidade.............................................. 43 Planos de Aula (versão amostral).................................. 49 Ensino Digit@l.............................................................. 59 Ensino Digit@l (por Carlos Pinheiro)............................. 61 Roteiro Aula Digit@l...................................................... 73 Guia de Recurso Multimédia do Manual A Par e Passo.............................................................. 87 Fichas de Trabalho ....................................................... 101 Fichas de Compreensão do Oral ................................... 103 Fichas de Leitura .......................................................... 109 Fichas de Educação Literária......................................... 119 Fichas de Escrita............................................................ 137 Fichas de Gramática...................................................... 143 Revisão de conteúdos – 2.o Ciclo Consolidação de conteúdos – 7.o ano Soluções ....................................................................... 201 Testes de Avaliação...................................................... 209 Teste de Avaliação 1 Unidade 1 – Texto não literário Versão A ................................................................ 210 Versão B................................................................. 219 Teste de Avaliação 2 Unidade 2 – Texto narrativo: O Cavaleiro da Dinamarca Versão A ................................................................ 231 Versão B................................................................. 239
  • 3.
    Teste de Avaliação3 Unidade 2 – Texto narrativo: “Avó e neto contra vento e areia” Versão A ................................................................ 251 Versão B................................................................. 259 Teste de Avaliação 4 Unidade 3 – Texto dramático: Leandro, Rei da Helíria Versão A ................................................................ 271 Versão B................................................................. 279 Teste de Avaliação 5 Unidade 4 – Texto poético Versão A ................................................................ 291 Versão B................................................................. 299 Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação.. 311 Questões de Aula................................................... 313 Leitura...................................................................... 313 Educação Literária ................................................... 323 Escrita....................................................................... 333 Gramática ................................................................ 341 Soluções................................................................... 354 Grelha-modelo de cotação e correção .................... 358 Testes de Verificação de Leitura.............................. 359 O Cavaleiro da Dinamarca ...................................... 361 História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar..................................................................... 365 Leandro, Rei da Helíria............................................. 368 Soluções................................................................... 374 Grelhas de Apoio à Avaliação.................................. 375 Projetos e Outros Materiais.......................................... 385 Projeto de Leitura .................................................. 387 Projeto de Leitura – Sugestões de desenvolvimento.............................................. 388 Planificação do Projeto de Leitura (documento-modelo)............................................ 390 Propostas de planificação para o Projeto de Leitura............................................................... 391 Projetos do domínio da Articulação Curricular ........ 397 “Em torno da sustentabilidade ecológica” .............. 398 “À volta do mundo: Terras, Gentes, Culturas”................................................................ 399 “Heróis da ficção e da realidade” ............................ 401 Transcrições dos Documentos de Apoio.................. 403 Disponível em formato editável em
  • 4.
    Projeto A Par ePasso Documentos Orientadores Projeto A Par e Passo Doc. Orientadores PASSO
  • 5.
    Projeto A Pare Passo e Documentos Orientadores Apresentação do Projeto A Par e Passo..................... 5 Cumprimento dos Documentos Legais do 7.o ano..... 13 Tabelas Comparativas dos Domínios (por anos/ciclos)...................................................... 17 Aprendizagens Essenciais de 7.o ano no Manual A Par e Passo......................................... 27
  • 7.
  • 9.
    Apresentação do ProjetoA Par e Passo Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projeto e Documentos Orientadores x ASA 7 O PROJETO A PAR E PASSO É COMPOSTO POR… MANUAL O Manual A Par e Passo cumpre o documento Aprendizagens Essenciais (AE) – Ensino Básico. Apresenta: x 4 narrativas de autores de língua portugueses* + 1 conto tradicional + 2 narrativas de autor estrangeiro + 1 texto de autor de língua oficial portuguesa + outros textos do PNL. x 1 texto dramático* + 1 excerto de texto dramático. x 11 poemas* de 9 autores diferentes. *AE Educação Literária: Ler integralmente obras literárias narrativas, líricas e dramáticas (no mínimo, nove poemas de oito autores diferentes, duas narrativas de autores de língua portuguesa e um texto dramático). x Atividades de Oralidade, Leitura e Escrita orientadas para desenvolver competências. x Fichas formativas para autoavaliação. x Apêndice de Géneros Textuais para consolidação dos géneros tratados nos domínios da Leitura e da Escrita. x Apêndice Gramatical que consolida todos os conteúdos introduzidos no 7. o ano e revê todos os conteúdos dos ciclos anteriores (com exercícios de aplicação). x Pistas para… bem falar e bem escrever. x 12 propostas de livros para o Projeto de Leitura. x 13 Tira-dúvidas e 16 Expressões Enigmáticas da língua portuguesa. x Miniglossário com o significado dos verbos que introduzem as questões. CADERNO DE ATIVIDADES x 25 fichas de Gramática organizadas por conteúdos. x 12 fichas de Leitura e Escrita. x 3 excertos textuais e 1 Guião de Leitura da obra História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, de Luis Sepúlveda. x 13 fichas de Tira-dúvidas. x Jogos de palavras… e muito mais (charadas, trava-línguas, crucigramas, sopa de letras, palavras cruzadas associadas a questões de Gramática e de Educação Literária). DOSSIÊ DO PROFESSOR Conjunto de materiais destinados a auxiliar o Professor na sua prática didática, que contempla as seguintes áreas: x Apresentação de Documentos legais e articulação com o projeto A Par e Passo. x Preparação das atividades letivas e planificações (anual, de unidade, planos de aula). x Materiais para revisão, consolidação e avaliação de conhecimentos e capacidades (Fichas de Trabalho, Testes, Questões de Aula…). x Materiais adaptados a alunos com Medidas de Suporte à Aprendizagem e Inclusão (Fichas de Trabalho e Testes). x Materiais/documentos para preparação e desenvolvimento do Projeto de Leitura. x Propostas de Projetos de Articulação Curricular, contemplando o Perfil do Aluno. AULA DIGITAL A é uma plataforma digital que possibilita a fácil exploração do projeto A Par e Passo. Permite o acesso a um vasto conjunto de conteúdos multimédia: വ Vídeos വ Áudios വ Animações വ Apresentações em PowerPoint വ Quiz വ Gramáticas interativas വ Testes interativos വ Links
  • 10.
    8 Projeto APar e Passo – Português 7 x Projeto e Documentos Orientadores x ASA O MANUAL E AS SUAS UNIDADES O Manual inicia com a Unidade 0 – Primeiros Passos. Aí apresenta-se um conjunto de pistas para desafiar o aluno a bem escrever e a bem falar e um conjunto de propostas para o Projeto de Leitura, que será desenvolvido ao longo do ano letivo, em articulação com os textos das diferentes unidades do Manual. Esta unidade apresenta ainda atividades de verificação das aprendizagens adquiridas em anos anteriores. As várias unidades do Manual estruturam-se de acordo com os diferentes domínios – Educação Literária, Leitura, Oralidade, Escrita e Gramática. A Unidade 1 desenvolve-se em torno dos diferentes géneros textuais convocados pelas Aprendizagens Essenciais (AE) para o 7.o ano. As unidades 2, 3 e 4 organizam-se com base nos textos literários previstos nas AE, em textos do Plano Nacional de Leitura (PNL), e recuperam os géneros textuais apresentados na Unidade 1. As unidades 2 e 4 apresentam um conjunto textos que permitem ao Professor uma seleção textual ajustada à realidade das turmas que leciona. Apresentam quatro obras de autores portugueses (devendo os alunos ler, no mínimo, duas) e 11 poemas de nove autores diferentes (devendo os alunos ler, no mínimo, nove poemas de oito autores diferentes). Unidade 0 Pistas para… bem escrever… / bem falar… Projeto de Leitura 12 obras propostas, associadas às unidades, com sugestões de trabalho Primeiros Passos Verificação de aprendizagens do ciclo anterior Unidade 1 Texto não literário Biografia, Publicidade, Artigo de opinião, Crítica UNIDADE 2 Unidade 2.1 Texto narrativo e Texto não literário O Cavaleiro da Dinamarca Conto popular “A Cara de Boi” A volta ao mundo em 80 dias Crítica Unidade 2.2 “Mestre Finezas” História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar Sexta-feira ou a vida selvagem Artigo de opinião Unidade 2.3 “Avó e neto contra vento e areia” “Ladino” “Havia muito sol” Matilda Artigo de opinião Unidade 3 Texto dramático e Texto não literário Leandro, Rei da Helíria O Bojador Biografia Unidade 4 Texto poético e Texto não literário Florbela Espanca, “Ser poeta”, “Amar” Eugénio de Andrade, “As Palavras”, “Urgentemente” António Ramos Rosa, “Não posso adiar o amor” António Gedeão, “Lágrima de Preta” Sebastião da Gama, “O sonho” Miguel Torga, “Segredo” David Mourão-Ferreira, “Maria Lisboa” Alexandre O’Neill, “Gaivota” Manuel da Fonseca, “O vagabundo do mar” Publicidade Apêndice Géneros textuais Texto de opinião, Comentário, Texto expositivo, Biografia, Resumo, Crítica, Publicidade, Texto narrativo Gramatical Toda a gramática do 7. o ano e recuperação dos ciclos anteriores Recursos expressivos | Miniglossário
  • 11.
    Apresentação do ProjetoA Par e Passo Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projeto e Documentos Orientadores x ASA 9 AS RUBRICAS DAS UNIDADES භ Bem-vindos ao mundo… (da comunicação social, da narrativa, do teatro, da poesia) വ 5 razões para... (ler um jornal, ler um livro, ir ao teatro, ler poesia) വ vídeo de motivação භ Galeria de personagens… ou de poetas භ Textos ou excertos textuais വ de leitura obrigatória (estipulados pelas Aprendizagens Essenciais) വ outros textos literários (propostos pelo PNL) വ texto não literário (convocado pelas Aprendizagens Essenciais) භ Entre textos (atividades de síntese e de ligação da ação entre excertos de obras de maior dimensão) භ Guião de Leitura de obras de leitura integral (Unidades 2.1 e 3.) භ Toma Nota (definições e explicações essenciais, para o aluno registar no caderno diário) භ Tira-dúvidas ou Expressões Enigmáticas (atividades de fecho de aula) භ Ficha(s) de Gramática (de conteúdos novos indicados pelas Aprendizagens Essenciais) භ Atividade(s) de Escrita de textos de curta e longa extensão (com orientação ou planificação) භ Segue os passos (respostas orientadas de questões de interpretação) භ Atividade(s) de Oralidade – Compreensão e Expressão භ Para ir mais além… (atividades de extensão tematicamente relacionadas com as unidades) භ O que devo saber… e Verifico o que sei… (lista de conteúdos que auxiliam o estudo) භ Ficha Formativa OS RECURSOS MULTIMÉDIA DO MANUAL Os recursos multimédia articulam-se com as propostas de atividades e com os conteúdos do Manual, servindo como suporte a algumas atividades ou permitindo a realização de exercícios de aplicação, de sistematização, de consolidação, de extensão ou de avaliação. Tipologia de recursos Exemplos de atividades Vídeo excertos de filmes, séries, curtas-metragens, reportagens, publicidades, tutoriais, discursos… Motivação para: വ atividades de Oralidade e de Escrita വ desenvolvimento de atividades/projetos Animação Motivação para a leitura de obras de leitura obrigatória Sistematização das características de géneros textuais, das características do texto narrativo, dramático e poético Consolidação dos recursos expressivos Leitura expressiva de poemas (com animação) Apresentação Sistematização e aplicação de conteúdos gramaticais Quiz Aplicação de conteúdos gramaticais Revisão/consolidação das características de géneros textuais, das características do texto narrativo, dramático, poético Questionação sobre obras de leitura ou poemas Revisão de recursos expressivos Consolidação de conteúdos gramaticais Gramática interativa Sistematização e aplicação de conteúdos gramaticais Kahoot Verificação de leitura de obras de leitura integral Testes interativos: diversificados ou específicos por domínio Avaliação de conteúdos
  • 12.
    10 Projeto APar e Passo – Português 7 x Projeto e Documentos Orientadores x ASA CADERNO DE ATIVIDADES O Caderno de Atividades é constituído por um conjunto de propostas de trabalho associadas aos conteúdos dos domínios das Aprendizagens Essenciais e contempladas no Manual. Esta publicação tem uma forte componente lúdica, e pretende estimular a autonomia do aluno. O Caderno de Atividades é composto por: ͻ Fichas de Gramática organizadas por conteúdos (21 fichas de conteúdo + 4 fichas globais) ͻ Fichas de Escrita (Texto expositivo, Texto de opinião, Biografia, Resumo, Texto narrativo, Comentário, Crítica) ͻ Fichas de Leitura (Texto expositivo, Artigo de opinião, Biografia, Texto narrativo, Publicidade) ͻ Educação Literária: proposta de trabalho da obra História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, de Luis Sepúlveda (excertos textuais, acompanhados de Entre textos + Guião de Leitura) ͻ Atividades associadas aos Tira-dúvidas do Manual + 1 ficha global ͻ Jogos de palavras… e muito mais: വ Destrava-línguas, Adivinhas/Charadas e Provérbios വ Crucigramas associados aos textos da Educação Literária (O Cavaleiro da Dinamarca, “Mestre Finezas”, História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, “Ladino”, “Avó e neto contra vento e areia”, Leandro, Rei da Helíria വ Sopa de letras (características dos textos narrativo, lírico e dramático) വ Palavras cruzadas (conjugação verbal) വ Crucigramas (alargamento de vocabulário) ͻ Propostas de solução para todas as atividades
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    Apresentação do ProjetoA Par e Passo Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projeto e Documentos Orientadores x ASA 11 DOSSIÊ DO PROFESSOR O Dossiê do Professor apresenta um conjunto de materiais destinadas a auxiliar o Professor na sua prática didática, organizados da seguinte forma: ͻ Documentos Orientadores വ Cumprimento dos documentos legais por parte do projeto A Par e Passo വ Tabelas comparativas dos domínios (por anos/ciclos) വ Aprendizagens Essenciais do 7.o ano no Manual A Par e Passo ͻ Planificações വ Planificação Anual വ Planificações por Unidade വ Planos de Aula – versão amostral (os restantes estão disponíveis em ) ͻ Exploração dos Recursos Multimédia ͻ Fichas de Trabalho dos diferentes domínios വ Oralidade – Compreensão (5 fichas) വ Educação Literária (8 fichas) വ Escrita (4 fichas) വ Gramática ᩸ 11 fichas de revisão de conteúdos do 2.o CEB + 11 fichas de revisão de conteúdos do 2.o CEB, adaptadas para alunos com Medidas de Suporte à Aprendizagem e Inclusão ᩸ 17 fichas de consolidação de conteúdos do 7.o ano + 17 fichas de consolidação de conteúdos do 7.o ano, adaptadas para alunos com Medidas de Suporte à Aprendizagem e Inclusão വ Leitura (4 fichas) ͻ Testes de Avaliação: 5 testes + 5 testes adaptados e respetivas matrizes ͻ Questões de Aula വ Leitura (4 fichas) വ Educação Literária (5 fichas) വ Escrita (7 fichas) വ Gramática (7 fichas + 3 fichas globais) ͻ Testes de Verificação de Leitura വ O Cavaleiro da Dinamarca വ História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar വ Leandro, Rei da Helíria ͻ Grelhas de apoio à avaliação ͻ Projeto de Leitura (sugestões de desenvolvimento de diferentes projetos) ͻ Projetos do Domínio da Articulação Curricular e de desenvolvimento do Perfil do Aluno വ Projeto 1: “Em torno da sustentabilidade ecológica” വ Projeto 2: “À volta do mundo: Terras, Gentes, Culturas” വ Projeto 3: “Heróis da ficção e da realidade” ͻ Transcrições de Documentos de Apoio
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    Cumprimento dos DocumentosLegais de 7.o ano
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    Cumprimento dos documentos legais 15 PĞƌĮůĚŽůƵŶŽ Manual PensamentŽĐƌşƟco e criaƟvo ^ĞŶƐŝďŝůŝĚĂĚĞ estéƟca e Ăƌơ st i ca RĞůĂĐŝŽŶĂŵĞnto intĞƌƉĞƐƐŽĂů Ƶtonomia e desenvŽůǀŝŵĞnto ƉĞƐƐŽĂů Bem-estar, saúde e ambiente Linguagens e textos Informação e comunicação ƉŽŝŽă vĂůŝĂção • Manual (6 ĮĐŚĂƐ f ormat i vas) • ŝĐŚĂƐĚĞvĞƌŝĮcação de leitura / • Dossiê do Professor (29 que stões de aula; 5 testes com Compreen- são do Oral; 49 ĮĐŚĂƐĚĞƚrĂďĂůŚŽ de diferentes domínios; grĞůŚĂƐ de registo • Manual digital (testes intera- Ɵvas e muito mais) Educação para a Cidadania • Manual • Dossiê do Professor WůĂŶŽEĂĐŝŽŶĂů de Cinema • Manual • Dossiê do Professor WůĂŶŽEĂĐŝŽŶĂů de Leitura • Manual • Dossiê do Professor Educação Literária • Manual • • Caderno de AƟǀŝĚĂĚĞƐ • Dossiê do Professor • Manual Digital Leitura • Manual • Apêndice • Caderno de AƟǀŝĚĂĚĞƐ • Dossiê do Professor • Manual Digital • Miniglossário (Manual) ƌƟĐƵůĂção ĐƵƌƌŝĐƵůĂƌ/ ůedžŝďŝůŝĚĂĚĞ • Manual • Dossiê do Professor GramáƟca • Manual • Apêndice do Manual • Caderno de AƟǀŝĚĂĚĞƐ • Dossiê do Professor • Manual Digital OrĂůŝĚĂĚĞ • Manual • Pistas para falar bem... (Manual) • Dossiê do Professor • Manual Digital Escrita • Manual • Segue os passos (Manual) • Pistas para escrever bem (Manual) • Apêndice • Caderno de AƟǀŝĚĂĚĞƐ • Miniglossário (Manual) gital ĞƐ OrĂůŝĚĂĚĞ • • • • Ɖrendizagens Essenciais Recursos ŵŽƟvadores • Entre textos • Galeria de personagens • • Segue os passos • Expressões EŶŝŐŵĄƟcas • Tira-dúvidas (Manual e Caderno de AƟǀŝĚĂĚĞƐ) • Palavras cruzadas, sopa de letras, crucigramas (Caderno de AƟǀŝĚĂĚĞƐ) ƉŽŝŽă Ɖ rendizagem Ğă/ŶĐůƵƐĆŽ • Manual (questões organizadas por grĂƵĚĞĚŝĮĐƵůĚĂĚĞ) • Dossiê do Professor (materiais adaptados: 49 ĮĐŚĂƐĚĞĚŝ f erentes domínios; 5 testes) Projeto de Leitura • Manual • Dossiê do Professor Dossiê do P rofessor O projeto A Par e Passo – Português 7 dá resposta aos documentos oficiais e às necessidades reais dos alunos e da escola.
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    Tabelas Comparativas porDomínios (por anos/ciclos)
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    Tabelas comparativas dos domínios por (anos/ciclos) 18 Compreensão do Oral 5. o ano 6. o ano 7. o ano Tipos de textos ͻ Compreender textos orais identificando assunto, tema e intenção comunicativa (expor, informar, narrar, descrever, expressar sentimentos, persuadir), com base em inferências. Seleção de informação ͻ Selecionar informação relevante em função dos objetivos de escuta e registá-la por meio de técnicas diversas. Seleção de informação ͻ Destacar o essencial de um texto audiovisual, tendo em conta o objetivo da audição/visionamento. Organização da informação ͻ Organizar a informação do texto e registá-la, por meio de técnicas diversas. Organização da informação ͻ Sintetizar a informação recebida pela tomada de notas das ideias-chave. Interpretação da informação ͻ Explicitar, com fundamentação adequada, sentidos implícitos. ͻ Distinguir factos de opiniões na explicitação de argumentos. Processualidades ͻ Controlar a produção discursiva a partir do feedback dos interlocutores.
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    Tabelas comparativas dos domínios por (anos/ciclos) 19 Expressão Oral 5. o ano 6. o ano 7. o ano Géneros do oral / Processualidades ͻ Planificar e produzir textos orais com diferentes finalidades. ͻ Preparar apresentações orais (exposição, reconto, tomada de posição) individualmente ou após discussão de diferentes pontos de vista. Géneros do oral / Processualidades ͻ Planificar, produzir e avaliar textos orais (relato, descrição, apreciação crítica), com definição de tema e sequência lógica de tópicos (organização do discurso, correção gramatical), individualmente ou em grupo. ͻ Fazer uma apresentação oral, devidamente estruturada, sobre um tema. ͻ Comunicar, em contexto formal, informação essencial (paráfrase, resumo) e opiniões fundamentadas. Géneros do oral / Processualidades ͻ Planificar textos orais tendo em conta os destinatários e os objetivos de comunicação. ͻ Usar a palavra com fluência, correção e naturalidade em situações de intervenção formal, para expressar pontos de vista e opiniões e fazer a exposição oral de um tema. ͻ Respeitar as convenções que regulam a interação discursiva, em situações com diferentes graus de formalidade. ͻ Usar mecanismos de controlo da produção discursiva a partir do feedback dos interlocutores. ͻ Avaliar o seu próprio discurso a partir de critérios previamente acordados com o professor. Interação verbal ͻ Intervir, com dúvidas e questões, em interações com diversos graus de formalidade, com respeito pelas regras de uso da palavra. Não verbal ͻ Captar e manter a atenção da audiência (postura corporal, expressão facial, clareza, volume e tom de voz). Não verbal ͻ Captar e manter a atenção da audiência (olhar, gesto, recurso eventual a suportes digitais). Coesão e coerência ͻ Produzir um discurso com elementos de coesão adequados (concordância, tempos verbais, advérbios, variação das anáforas, uso de conectores frásicos e textuais mais frequentes). Coesão e coerência ͻ Utilizar, de modo intencional e sistemático, processos de coesão textual: anáforas lexicais e pronominais, frases complexas, expressões adverbiais, tempos e modos verbais, conectores frásicos.
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    Tabelas comparativas dos domínios por (anos/ciclos) 20 Leitura 5. o ano 6. o ano 7. o ano Tipos e géneros textuais ͻ Ler textos com características narrativas e expositivas, associados a finalidades lúdicas, estéticas e informativas. ͻ Analisar textos em função do género textual a que pertencem (estruturação e finalidade): verbete de enciclopédia, entrevista, anúncio publicitário, notícia e carta formal (em diversos suportes). Tipos e géneros textuais ͻ Ler textos com características narrativas e expositivas de maior complexidade, associados a finalidades várias (lúdicas, estéticas, publicitárias e informativas) e em suportes variados. ͻ Distinguir nos textos características da notícia, da entrevista, do anúncio publicitário e do roteiro (estruturação e finalidade). ͻ Conhecer os objetivos e as formas de publicidade na sociedade atual. Tipos e géneros textuais ͻ Ler em suportes variados textos dos géneros seguintes: biografia, textos de géneros jornalísticos de opinião (artigo de opinião, crítica), textos publicitários. Compreensão/Interpretação ͻ Explicitar o sentido global de um texto. ͻ Fazer inferências, justificando-as. ͻ Identificar tema(s), ideias principais e pontos de vista. ͻ Reconhecer a forma como o texto está estruturado (partes e subpartes). ͻ Compreender a utilização de recursos expressivos para a construção de sentido do texto. Compreensão/Interpretação ͻ Explicitar o sentido global de um texto. ͻ Fazer inferências, justificando-as. ͻ Identificar tema(s), ideias principais e pontos de vista. ͻ Reconhecer a forma como o texto está estruturado (partes e subpartes). ͻ Compreender a utilização de recursos expressivos para a construção de sentido do texto. Compreensão/Interpretação ͻ Explicitar o sentido global de um texto. ͻ Fazer inferências devidamente justificadas. ͻ Identificar tema(s), ideias principais, pontos de vista, causas e efeitos, factos, opiniões. ͻ Reconhecer a forma como o texto está estruturado (partes e subpartes). ͻ Compreender a utilização de recursos expressivos para a construção de sentido do texto. ͻ Identificar, nas mensagens publicitárias, a intenção persuasiva, os valores e modelos projetados. Tipos de leitura ͻ Realizar leitura em voz alta, silenciosa e autónoma. Tipos de leitura ͻ Realizar leitura em voz alta, silenciosa e autónoma. Tipos de leitura ͻ Realizar leitura em voz alta, silenciosa e autónoma, não contínua e de pesquisa. Tratamento da informação ͻ Utilizar procedimentos de registo e tratamento de informação. Tratamento da informação ͻ Utilizar procedimentos de registo e tratamento de informação. Tratamento da informação ͻ Utilizar procedimentos de registo e tratamento da informação. Reação ao texto ͻ Expressar, com fundamentação, pontos de vista e apreciações críticas suscitadas pelos textos lidos.
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    Tabelas comparativas dos domínios por (anos/ciclos) 21 Educação Literária 5. o ano 6. o ano 7. o ano Textos literários ͻ Ler integralmente textos literários de natureza narrativa, lírica e dramática (no mínimo, um livro infantojuvenil, quatro poemas, duas lendas, três contos de autor e um texto dramático – selecionados da literatura para a infância, de adaptações de clássicos e da tradição popular). Textos literários ͻ Ler integralmente obras literárias narrativas, poéticas e dramáticas (no mínimo, quatro poemas de autores portugueses, quatro poemas de autores lusófonos, um poema do Romanceiro de Almeida Garrett, dois contos de Grimm, três narrativas extensas de autor, um texto dramático, da literatura para a infância, de adaptações de clássicos e da tradição popular). Textos literários ͻ Ler integralmente obras literárias narrativas, líricas e dramáticas (no mínimo, nove poemas de oito autores diferentes, duas narrativas de autores de língua portuguesa e um texto dramático). Compreensão / Interpretação ͻ Interpretar o texto em função do género literário. ͻ Inferir o sentido conotativo de palavras e expressões. ͻ Reconhecer a estrutura e os elementos constitutivos do texto narrativo: personagens, narrador, contexto temporal e espacial, ação. ͻ Explicar recursos expressivos utilizados na construção dos textos literários (designadamente personificação e comparação). Compreensão / Interpretação ͻ Interpretar adequadamente os textos de acordo com o género literário. ͻ Analisar o sentido conotativo de palavras e expressões. ͻ Reconhecer, na organização do texto dramático, ato, cena, fala e indicações cénicas. ͻ Identificar marcas formais do texto poético: estrofe, rima, esquema rimático e métrica (redondilha). ͻ Explicar recursos expressivos utilizados na construção de textos literários (designadamente anáfora e metáfora). Compreensão / Interpretação ͻ Interpretar os textos em função do género literário. ͻ Reconhecer, na organização do texto dramático, ato, cena, fala e indicações cénicas. ͻ Identificar marcas formais do texto poético: estrofe, rima, esquema rimático e métrica (redondilha maior e menor). ͻ Explicar recursos expressivos utilizados na construção do sentido (enumeração, pleonasmo e hipérbole). Relação do texto com outros domínios ͻ Analisar o modo como os temas, as experiências e os valores são representados nas obras lidas e compará-lo com outras manifestações artísticas (música, pintura, escultura, cinema, etc.). ͻ Valorizar a diversidade cultural patente nos textos. Relação do texto com outros domínios ͻ Analisar o modo como os temas, as experiências e os valores são representados. ͻ Valorizar a diversidade de culturas, de vivências e de mundivisões presente nos textos. Relação do texto com outros domínios ͻ Analisar o modo como os temas, as experiências e os valores são representados na obra e compará-lo com outras manifestações artísticas (música, pintura, escultura, cinema, etc.).
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    Tabelas comparativas dos domínios por (anos/ciclos) 22 5. o ano 6. o ano 7. o ano Partilha de leituras ͻ Fazer declamações e representações teatrais. Partilha de leituras ͻ Expressar reações aos livros lidos e partilhar leituras através de declamações, representações teatrais, escrita criativa, apresentações orais. Partilha de leituras ͻ Exprimir ideias pessoais sobre textos lidos e ouvidos com recurso a suportes variados. Projeto de leitura ͻ Desenvolver um projeto de leitura que integre explicitação de objetivos de leitura pessoais e comparação de temas comuns em livros, em géneros e em manifestações artísticas diferentes (obras escolhidas em contrato de leitura com o(a) professor(a)). Projeto de leitura ͻ Desenvolver um projeto de leitura que integre explicitação de objetivos de leitura pessoais e comparação de temas comuns em obras, em géneros e em manifestações artísticas diferentes (obras escolhidas em contrato de leitura com o(a) professor(a)). Projeto de leitura ͻ Desenvolver um projeto de leitura que integre objetivos pessoais do leitor e comparação de diferentes textos (obras escolhidas em contrato de leitura com o(a) professor(a)).
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    Tabelas comparativas dos domínios por (anos/ciclos) 23 Escrita 5. o ano 6. o ano 7. o ano Tipos e géneros de texto ͻ Descrever pessoas, objetos e paisagens em função de diferentes finalidades e géneros textuais. ͻ Escrever textos de natureza narrativa integrando os elementos que circunscrevem o acontecimento, o tempo e o lugar, o desencadear da ação, o desenvolvimento e a conclusão, com recurso a vários conectores de tempo, de causa, de explicação e de contraste. ͻ Escrever textos em que se defenda uma posição com argumentos e conclusão coerentes, individualmente ou após discussão de diferentes pontos de vista. Tipos e géneros de texto ͻ Escrever textos de caráter narrativo, integrando o diálogo e a descrição. ͻ Redigir textos de âmbito escolar, como a exposição e o resumo. ͻ Produzir textos de opinião com juízos de valor sobre situações vividas e sobre leituras feitas. Tipos e géneros de texto ͻ Elaborar textos que cumpram objetivos explícitos quanto ao destinatário e à finalidade (informativa ou argumentativa) no âmbito de géneros como: resumo, exposição, opinião, comentário, biografia e resposta a questões de leitura. Processualidades/Planos de escrita ͻ Planificar a escrita por meio do registo de ideias e da sua hierarquização. ͻ Aperfeiçoar o texto depois de redigido. ͻ Escrever textos organizados em parágrafos, de acordo com o género textual que convém à finalidade comunicativa. ͻ Escrever com respeito pelas regras de ortografia e de pontuação. Processualidades/Planos de escrita ͻ Utilizar sistematicamente processos de planificação, textualização e revisão de textos. Processualidades/Planos de escrita ͻ Planificar a escrita de textos com finalidades informativas, assegurando distribuição de informação por parágrafos. ͻ Ordenar e hierarquizar a informação, tendo em vista a continuidade de sentido, a progressão temática e a coerência global do texto. ͻ Redigir textos com processos lexicais e gramaticais de correferência e de conexão interfrásica mais complexos, com a adequada introdução de novas informações, evitando repetições e contradições. ͻ Escrever com propriedade vocabular e com respeito pelas regras de ortografia e de pontuação. ͻ Avaliar a correção do texto escrito individualmente e com discussão de diversos pontos de vista.
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    Tabelas comparativas dos domínios por (anos/ciclos) 25 Gramática 1. o CEB 5. o ano 6. o ano 7. o ano Classes de palavras ͻ Identificar a classe das palavras: determinante (possessivo e demonstrativo), quantificador numeral e advérbio. ͻ Identificar a classe das palavras: determinante (interrogativo), preposição, pronome (pessoal, nas suas formas tónica e átonas, possessivo e demonstrativo). Classes de palavras ͻ Identificar a classe das palavras: verbo principal (transitivo e intransitivo) e verbo auxiliar, advérbio e conjunção. Classes de palavras ͻ Identificar a classe de palavras: verbo copulativo e auxiliar (da passiva e tempos compostos); conjunção e locução conjuncional (coordenativa copulativa e adversativa; subordinativa temporal e causal), determinante indefinido, pronome indefinido; quantificador. Classes de palavras ͻ Identificar a classe de palavras: determinante relativo, pronome relativo, advérbio relativo; conjunção e locução conjuncional coordenativa disjuntiva, conclusiva e explicativa e subordinativa final, condicional e completiva; locução prepositiva. Flexão em género, número e grau ͻ Reconhecer diferentes processos para formar o feminino dos nomes e adjetivos. ͻ Reconhecer a flexão nominal e adjetival quanto ao número e grau. Flexão em género e número ͻ Sistematizar processos de formação do feminino dos nomes e adjetivos. ͻ Sistematizar a flexão nominal e adjetival quanto ao número. Flexão verbal ͻ Conjugar verbos regulares e irregulares no pretérito imperfeito do modo indicativo e no modo imperativo. Flexão verbal ͻ Conjugar verbos regulares e irregulares no pretérito mais-que-perfeito (simples e composto) do modo indicativo. ͻ Identificar o particípio passado e o gerúndio dos verbos. Flexão verbal ͻ Conjugar verbos regulares e irregulares no presente, no pretérito imperfeito e no futuro do modo conjuntivo, no condicional. ͻ Empregar adequadamente o modo conjuntivo como forma supletiva do imperativo. ͻ Utilizar apropriadamente os tempos verbais na construção de frases complexas e de textos. Flexão verbal ͻ Conjugar verbos regulares e irregulares em todos os tempos e modos. ͻ Empregar corretamente o modo conjuntivo em contextos de uso obrigatório em frases complexas. Funções sintáticas ͻ Identificar os constituintes da frase com as seguintes funções sintáticas: sujeito (simples e composto), vocativo, predicado; complemento (direto e indireto). Funções sintáticas ͻ Identificar funções sintáticas: predicativo do sujeito, complementos (oblíquo e agente da passiva) e modificador (do grupo verbal). Funções sintáticas ͻ Identificar a função sintática de modificador (de nome e de grupo verbal).
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    Tabelas comparativas dos domínios por (anos/ciclos) 26 1. o CEB 5. o ano 6. o ano 7. o ano Orações ͻ Distinguir frases simples de frases complexas. Orações ͻ Compreender a ligação de orações por coordenação e por subordinação. ͻ Classificar orações coordenadas copulativas e adversativas e orações subordinadas adverbiais temporais e causais. Orações ͻ Classificar orações subordinadas: adverbiais finais, condicionais; substantivas completivas (selecionadas por verbo) e adjetivas relativas (restritiva e explicativa). Colocação do pronome átono ͻ Aplicar formas átonas do pronome pessoal em frases afirmativas, em frases com negação e com advérbios pré-verbais. Colocação do pronome átono ͻ Colocar corretamente as formas átonas do pronome pessoal adjacentes ao verbo (próclise, ênclise e mesóclise). Colocação do pronome átono ͻ Utilizar corretamente o pronome pessoal átono (verbos antecedidos de determinados pronomes e advérbios). Formação de palavras (estrutura) ͻ Inferir o significado de palavras desconhecidas a partir da análise da sua estrutura interna (base, radical e afixos). ͻ Compreender regras de derivação das palavras e formas de organização do léxico (famílias de palavras). Formação de palavras ͻ Compreender a composição como processo de formação de palavras. ͻ Analisar palavras a partir dos seus elementos constitutivos (base, radical e afixos), com diversas finalidades (deduzir significados, integrar na classe gramatical, formar famílias de palavras). Formação de palavras ͻ Distinguir os processos de derivação e de composição na formação regular de palavras. Pontuação ͻ Explicitar regras de utilização dos sinais de pontuação. Pontuação ͻ Explicar sinais de pontuação em função da construção da frase. Variação linguística ͻ Reconhecer traços da variação da língua portuguesa de natureza geográfica. Frase ativa/passiva Discurso direto/indireto ͻ Transformar a frase ativa em frase passiva (e vice-versa) e o discurso direto em discurso indireto (e vice-versa). Coesão ͻ Recorrer, de modo intencional e adequado, a conectores diversificados, em textos orais e escritos. Coesão ͻ Empregar, de modo intencional e adequado, conectores com valor de tempo, de causa, de explicação e de contraste. Adequação linguística ͻ Mobilizar formas de tratamento mais usuais no relacionamento interpessoal, em diversos contextos de formalidade.
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    Aprendizagens Essenciais de7.o ano no Manual A Par e Passo
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    Aprendizagens Essenciais de 7. o ano no Manual A Par e Passo 29 Aprendizagens Essenciais 7. o ano - Descritores Unidade 1 Unidade 2.1 Unidade 2.2 Unidade 2.3 Unidade 3 Unidade 4 ORALIDADE Compreensão Compreender textos orais identificando assunto, tema e intenção comunicativa (expor, informar, narrar, descrever, expressar sentimentos, persuadir), com base em inferências. Publicidade comercial (p. 29) Publicidade institucional (p. 31) Lenda de Sigurd (p. 56) Documentário sobre Luis Sepúlveda (p. 94) Entrevista ao realizador Gabriel Abrantes (p. 127) Texto informativo (p. 156) Curta-metragem – Os olhos do farol (p. 183) Exposição “Conhecer- se através do ADN” (p. 191) “Tu és mais forte”, Boss AC (p. 193) Destacar o essencial de um texto audiovisual, tendo em conta o objetivo da audição/visionamento. Como se faz um jornal (p. 24) Discurso de Greta Thunberg (p. 36) PNC, Romeu e Julieta (excerto) (p. 63) Os fantásticos livros voadores do Senhor Morris Lessmore (p. 50) Trem bala – música Características do português do Brasil (p. 104) Texto informativo (p. 156) Matilda, uma vista aos bastidores (p. 136) Curta-metragem – História trágica com final feliz (p. 144) Poema E por vezes, de David Mourão-Ferreira (p. 178) Sintetizar a informação recebida pela tomada de notas das ideias-chave. Discurso de Greta Thunberg (p. 36) “O regresso do Cavaleiro” (p. 66) Curta-metragem – Herman (p. 91) Texto informativo (p. 156) Francisco Lufinha (p. 199) Publicidade – Pó? Sabes o que é? (p. 203)
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    Aprendizagens Essenciais de 7. o ano no Manual A Par e Passo 30 Aprendizagens Essenciais 7. o ano - Descritores Unidade 1 Unidade 2.1 Unidade 2.2 Unidade 2.3 Unidade 3 Unidade 4 ORALIDADE Expressão Planificar textos orais tendo em conta os destinatários e os objetivos de comunicação. Opinião (p. 36) Descrição (p. 63) Opinião (p. 139) Opinião (pp. 156, 168, 181) Usar a palavra com fluência, correção e naturalidade em situações de intervenção formal, para expressar pontos de vista e opiniões e fazer a exposição oral de um tema. Opinião (p. 36) Descrição (autocaracterização) (p. 65) Opinião (p. 125) Opinião (pp. 144, 169) Pontos de vista (pp. 183, 191) Respeitar as convenções que regulam a interação discursiva, em situações com diferentes graus de formalidade. Opinião (p. 36) Pontos de vista (pp. 183, 191) Usar mecanismos de controlo da produção discursiva a partir do feedback dos interlocutores. Opinião (p. 125) Avaliar o seu próprio discurso a partir de critérios previamente acordados com o professor. Opinião (p. 36) Descrição (p. 65) Opinião (p. 144)
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    Aprendizagens Essenciais de 7. o ano no Manual A Par e Passo 31 Aprendizagens Essenciais 7. o ano - Descritores Unidade 1 Unidade 2.1 Unidade 2.2 Unidade 2.3 Unidade 3 Unidade 4 LEITURA Ler em suportes variados textos dos géneros seguintes: biografia, textos de géneros jornalísticos de opinião (artigo de opinião, crítica), textos publicitários. Biografia (p. 26) Publicidade comercial (p. 28) Publicidade institucional (p. 30) Artigo de opinião (p. 34) Crítica (p. 40) Crítica (pp. 82-83) Artigo de opinião (pp. 102) Crítica (pp. 126) Biografia (pp. 168) Publicidade (pp. 202-203) Realizar leitura em voz alta, silenciosa e autónoma, não contínua e de pesquisa. O Cavaleiro da Dinamarca (excertos) (pp. 52-53) “Mestre Finezas”, (pp. 86-89) História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar (pp. 95-96) Biografia (pp. 168) Compreender a utilização de recursos expressivos para a construção de sentido do texto. Metáfora (p. 55) Enumeração (p. 60) Comparação (p. 90) Enumeração (p. 101) Comparação (p. 112) Enumeração (p. 117) Comparação (p. 118) Hipérbole (p. 143) Enumeração (p. 148) Pleonasmo, hipérbole (p. 181) Anáfora (p. 185) Metáfora (pp. 181, 183, 187, 197, 201) Identificar, nas mensagens publicitárias, a intenção persuasiva, os valores e modelos projetados. Publicidade (pp. 28, 30, 202) Publicidade – “Vai mais ao livro” (p. 202) Expressar, com fundamentação, pontos de vista e apreciações críticas suscitadas pelos textos lidos. O Cavaleiro da Dinamarca, (excertos) (p. 55) “Mestre Finezas”, (p. 91) Avó e neto contra vento e areia (p. 113) Ladino (p. 118) Havia muito sol do outro lado (p. 122) Leandro, Rei da Helíria (p. 155) Ser poeta (p. 181) Segredo (p. 195) Utilizar procedimentos de registo e tratamento da informação. Resumo (p. 120) Biografia (pp. 168-169)
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    Aprendizagens Essenciais de 7. o ano no Manual A Par e Passo 32 Aprendizagens Essenciais 7. o ano - Descritores Unidade 1 Unidade 2.1 Unidade 2.2 Unidade 2.3 Unidade 3 Unidade 4 EDUCAÇÃO LITERÁRIA Ler integralmente obras literárias narrativas, líricas e dramáticas (no mínimo, nove poemas de oito autores diferentes, duas narrativas de autores de língua portuguesa e um texto dramático). O Cavaleiro da Dinamarca (excertos) (pp. 52-53; 57-60; 65- 66) “Mestre Finezas” (pp. 88-91) “Avó e neto contra vento e areia” (pp. 108-112) “Ladino” (pp. 114-118) Leandro, Rei da Helíria (pp. 139-143; 146- 149) “Ser poeta” (p. 180) “As palavras” (p. 182) “Urgentemente” (p. 184) “Não posso adiar o amor” (p. 186) “Amar!” (p. 188) “Lágrima de preta” (p. 190) “O Sonho” (p. 192) “Segredo” (p. 194) “Maria Lisboa” (p. 196) “Gaivota” (p. 198) “Vagabundo do mar” (p. 200) Interpretar os textos em função do género literário. O Cavaleiro da Dinamarca (excertos) (pp. 58-62) A Cara de Boi (pp. 72-74) Sexta-Feira ou a vida selvagem (excerto) (pp. 100-101) “Avó e neto contra vento e areia” (pp. 108-112) “Havia muito sol do outro lado”, (pp. 121-122) O Bojador, Sophia de M. B. Andresen (excerto) (p. 162) “Amar!” (p. 188) “Gaivota” (p. 198) Identificar marcas formais do texto poético: estrofe, rima, esquema rimático e métrica (redondilha maior e menor). “Ser poeta” (p. 181) “Amar!” (p. 189) “Lágrima de preta” – redondilha maior e menor (p. 191) “O Sonho” (p. 193) Maria Lisboa (p. 197) Gaivota (p. 199) Reconhecer, na organização do texto dramático, ato, cena, fala e indicações cénicas. Leandro, Rei da Helíria (pp. 137-149)
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    Aprendizagens Essenciais de 7. o ano no Manual A Par e Passo 33 Aprendizagens Essenciais 7. o ano - Descritores Unidade 1 Unidade 2.1 Unidade 2.2 Unidade 2.3 Unidade 3 Unidade 4 EDUCAÇÃO LITERÁRIA Analisar o modo como os temas, as experiências e os valores são representados na obra e compará-lo com outras manifestações artísticas (música, pintura, escultura, cinema, etc.). PNC, Romeu e Julieta (excerto) (p. 63) O Cavaleiro da Dinamarca (p. 62)) Curta-metragem – Herman (p. 91) Explicar recursos expressivos utilizados na construção do sentido (enumeração, pleonasmo e hipérbole). Enumeração (p. 60) Comparação (p. 90) Enumeração (p. 108) Comparação (pp. 112, 118) Hipérbole (p. 143) Enumeração (p. 148) Metáfora (p. 154) Pleonasmo, hipérbole, metáfora (p. 181) Metáfora (pp. 181, 183. 187, 197, 201) Enumeração (p. 189) Anáfora (p. 185) Comparação (p. 183) Exprimir ideias pessoais sobre textos lidos e ouvidos com recurso a suportes variados. O Cavaleiro da Dinamarca (excertos) “Cara de Boi” (p. 74) “Mestre Finezas” (p. 91) Ladino (p. 104) “Havia muito sol do outro lado” (p. 122) Leandro, Rei da Helíria (p. 155) Segredo (p. 195) Desenvolver um projeto de leitura que integre objetivos pessoais do leitor e comparação de diferentes textos (obras escolhidas em contrato de leitura com o(a) professor(a)). Projeto de Leitura (pp. 14-17)
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    Aprendizagens Essenciais de 7. o ano no Manual A Par e Passo 34 ESCRITA Elaborar textos que cumpram objetivos explícitos quanto ao destinatário e à finalidade (informativa ou argumentativa) no âmbito de géneros como: resumo, exposição, opinião, comentário, biografia e resposta a questões de leitura. Resposta a questões de leitura (p. 27) Texto argumentativo (p. 31) Texto de opinião (p. 37) Resposta a questões de leitura (pp. 54, 62) Biografia (p. 64) Descrição (p. 55) Texto narrativo (p. 75) Comentário (p. 91) Resposta a questões de leitura (p. 90) Resposta a questões de leitura (pp. 112, 118) Comentário (p. 113) Resumo (p. 120) Resposta a questões de leitura (pp. 143, 155, 164) Texto expositivo (p. 157) Descrição (p. 165) Resposta a questões de leitura (pp. 181, 183, 195, 202) Biografia (p. 199) Texto de opinião (p. 187) Texto narrativo (p. 201) Planificar a escrita de textos com finalidades informativas, assegurando distribuição de informação por parágrafos. Texto de opinião (p. 37) Descrição (p. 55) Biografia (p. 64) Texto narrativo (p. 75) Comentário (p. 91) Comentário (p. 113) Resumo (p. 120) Texto expositivo (p. 157) Descrição (p. 165) Texto de opinião (p. 187) Biografia (p. 199) Ordenar e hierarquizar a informação, tendo em vista a continuidade de sentido, a progressão temática e a coerência global do texto. Texto de opinião (p. 37) Texto narrativo (p. 75) Texto expositivo (p. 157) Texto de opinião (p. 187) Biografia (p. 199) Redigir textos com processos lexicais e gramaticais de correferência e de conexão interfrásica mais complexos com adequada introdução de novas informações, evitando repetições e contradições. Texto de opinião (p. 37) Biografia (p. 64) Comentário (p. 91) Comentário (p. 113) Texto expositivo (p. 157) Texto de opinião (p. 187) Biografia (p. 199) Escrever com propriedade vocabular e com respeito pelas regras de ortografia e de pontuação. Texto de opinião (p. 37) Biografia (p. 64) Texto narrativo (p. 75) Comentário (p. 91) Comentário (p. 113) Descrição (p. 165) Texto de opinião (p. 187) Avaliar a correção do texto escrito individualmente e com discussão de diversos pontos de vista. Texto de opinião (p. 37) Biografia (p. 64) Descrição (p. 165) Biografia (p. 199)
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    Aprendizagens Essenciais de 7. o ano no Manual A Par e Passo 35 Aprendizagens Essenciais 7. o ano - Descritores Unidade 1 Unidade 2.1 Unidade 2.2 Unidade 2.3 Unidade 3 Unidade 4 GRAMÁTICA Identificar a classe de palavras: determinante relativo, pronome relativo, advérbio relativo; conjunção e locução conjuncional coordenativa disjuntiva, conclusiva e explicativa e subordinativa final, condicional e completiva; locução prepositiva. Determinante (pp. 29, 35) Nome (pp. 29, 35) Adjetivo (p. 29) Verbo (pp. 29, 32-33, 41) Pronome (p. 29) Quantificador (p. 35) Advérbio e locução adverbial (pp. 38-39, 41) Preposição (pp. 29, 35) Advérbio (p. 63) Quantificador (p. 75) Preposição e locução prepositiva (pp. 80-81, 83) Nome (p. 77) Conjunções e locuções conjuncionais coordenativas (pp. 92-93, 97) Conjunções e locuções conjuncionais subordinativas (p. 112) Preposição (p. 113) Conjunções e locuções conjuncionais subordinativas (pp. 119, 133) Adjetivo (p. 113) Advérbio (p. 113) Conjunção coordenativa (p. 113) Adjetivo (p. 149) Verbo copulativo (p. 149) Determinante (p. 149) Preposição contraída (p. 149) Conjunções e locuções coordenativas (p. 155) Conjunções e locuções subordinativas (p. 155) Determinante relativo, advérbio relativo, pronome relativo (pp. 160-161) Determinante (pp. 185, 195, 197) Pronome (pp. 185, 197) Advérbio (pp. 195) Adjetivo (pp. 195, 197) Quantificador (p. 195) Nome (p. 197) Verbo (p. 197) Conjugar verbos regulares e irregulares em todos os tempos e modos. (pp. 32-33, 35, 41) (p. 83) (pp. 119, 123) (p. 189) Utilizar corretamente o pronome pessoal átono (verbos antecedidos de determinados pronomes e advérbios). Formas dos pronomes pessoais tónicos (pp. 166-167) Colocação do pronome pessoal átono (pp. 166-167) Colocação do pronome pessoal átono (p. 183) Empregar corretamente o modo conjuntivo em contextos de uso obrigatório em frases complexas. (p. 133) (p. 189) Identificar a função sintática de modificador (de nome e de grupo verbal). (pp. 70-71, 75, 83) Outras funções: – complemento direto (p. 62) – complemento oblíquo (pp. 62, 75, 83) – complemento agente da passiva (p. 83) (p. 123) Outras funções: – predicativo do sujeito (p. 123) – sujeito (p. 123), – complemento indireto (p. 123) – complemento oblíquo (p. 123), – complemento direto (p. 123) (p. 165) Outras funções: – sujeito (p. 165) – complemento oblíquo (p. 165) Outras funções: – complemento oblíquo (p.185, 189); – sujeito (p. 185)
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    Aprendizagens Essenciais de 7. o ano no Manual A Par e Passo 36 Aprendizagens Essenciais 7. o ano - Descritores Unidade 1 Unidade 2.1 Unidade 2.2 Unidade 2.3 Unidade 3 Unidade 4 GRAMÁTICA Classificar orações subordinadas: adverbiais finais, condicionais; substantivas completivas (selecionadas por verbo) e adjetivas relativas (restritiva e explicativa). Orações subordinadas adverbiais e substantivas completivas (pp. 98-99) Orações coordenadas (pp. 92-93, 97) Orações subordinadas substantivas completivas (p. 113) Orações Subordinadas Adverbiais (pp. 119, 123) Orações subordinadas adjetivas relativas (restritivas e explicativas (pp. 160-161, 165) Orações subordinadas adverbiais (p. 149, 165) Orações coordenadas (p. 155) Orações subordinadas adverbiais (p. 189) Orações subordinadas completivas (p. 189) Orações coordenadas (p. 197) Distinguir os processos de derivação e de composição na formação regular de palavras. (pp. 76-77) Derivação e composição (p. 183) Reconhecer traços da variação da língua portuguesa de natureza geográfica. Variação geográfica (pp. 103, 104, 105) Explicar sinais de pontuação em função da construção da frase. (p. 98) (p. 197)
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    Planificações* • Anual • deUnidade Planos de Aula* (versão de demonstração) Planificações Planos de Aula * Disponível em formato editável em Versão integral dos Planos de Aula, em formato editável, disponível a partir de julho de 2021 em PASSO
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    Planificações e Planos deAula Planificação Anual ............................................................ 39 Planificações de Unidade ................................................. 43 Planos de Aula (versão amostral) ..................................... 49 Disponível em formato editável em
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    Planificação Anual – Projeto A Par e Passo 40 Escola: ____________________________________________________________________________________________________ Turma: _________ Ano letivo: _________ 1. o Período Perfil do Aluno: Educação literária Leitura Escrita Oralidade Gramática (consolidação) Gramática (nova) AE Aulas previstas: 52 Apresentação do projeto A Par e Passo: manual, rubricas, textos, Caderno de Atividades, Aula Digital Primeiros Passos: Atividades formativas e de revisão Projeto de Leitura (PL) Unidade 0 8 aulas TEXTO NÃO LITERÁRIO Biografia Publicidade (comercial e não comercial) Artigo de opinião Crítica Resposta a questões de leitura Texto criativo Manipulação de texto Texto de opinião Compreensão: - persuasão - visionamento de documento audiovisual - tomada de notas das ideias-chave Expressão: - opinião/pontos de vista Classes de palavras Modos e tempos verbais Verbo - subclasses - modos e tempos verbais - paradigmas flexionais dos verbos regulares da 1. a , da 2. a e da 3. a conjugação - verbos irregulares Advérbio Pontuação Unidade 1 14 aulas NARRATIVA DE AUTOR PORTUGUÊS E OUTROS (Viagens e aventuras) - O Cavaleiro da Dinamarca, de Sophia de Mello Breyner Andresen - Conto popular “A Cara de Boi” - A volta ao mundo em 80 dias, de Júlio Verne (PNL/PL) - Género literário (texto narrativo) Crítica Recursos expressivos Resposta a questões de leitura Biografia Texto criativo Texto narrativo Descrição Expressão: - descrição Compreensão: - narração e descrição Funções sintáticas Modos e tempos verbais Classes de palavras Funções sintáticas - modificador de nome (restritivo e apositivo) - modificador de grupo verbal Pontuação Formação de palavras - derivação - composição Preposição e locução prepositiva Unidade 2.1 19 aulas Momentos de avaliação oral e escrita | Domínios de Articulação Curricular | Cidadania e Desenvolvimento | Projeto de Leitura (PL) 11 aulas
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    Planificação Anual – Projeto A Par e Passo 41 Escola: ____________________________________________________________________________________________________ Turma: _________ Ano letivo: _________ 2. o Período Perfil do Aluno: Educação literária Leitura Escrita Oralidade Gramática (consolidação) Gramática (nova) AE Aulas previstas: 45 NARRATIVA DE AUTOR PORTUGUÊS E OUTROS (Heróis) - “Mestre Finezas”, de Manuel da Fonseca - História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, de Luis Sepúlveda - Sexta-feira ou a vida selvagem, de Michel Tournier (PNL/PL) - Género literário (texto narrativo) Artigo de opinião Crítica Recursos expressivos Resposta a questões de leitura Comentário Manipulação de textos Texto criativo Texto expositivo Texto de opinião Resumo Descrição Compreensão: - exposição - informação Expressão: - opinião Plural dos nomes compostos Classes de palavras Funções sintáticas Tempos e modos verbais Coordenação: - conjunções - orações coordenadas Subordinação: - conjunções - orações subordinadas (adverbiais e substantivas) Variação geográfica Oração subordinada adjetiva relativa (restritiva e explicativa) Palavras relativas Pontuação Colocação do pronome pessoal Unidade 2.2 19 aulas TEXTO DRAMÁTICO - Leandro, Rei da Helíria, de Alice Vieira - O Bojador, de Sophia de Mello Breyner Andresen (PNL) - Género literário (texto dramático: ato, cena, falas, indicações cénicas) Artigo de opinião Biografia Recursos expressivos Unidade 3 13 aulas Momentos de avaliação oral e escrita Domínios de Articulação Curricular Cidadania e Desenvolvimento Projeto de Leitura (PL) 13 aulas
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    Planificação Anual – Projeto A Par e Passo 42 Escola: ____________________________________________________________________________________________________ Turma: _________ Ano letivo: _________ 3. o Período Perfil do Aluno: Educação literária Leitura Escrita Oralidade Gramática (consolidação) Gramática (nova) AE Aulas previstas: 32 POESIA (Palavras) - Florbela Espanca, “Ser poeta” - Eugénio de Andrade, “As palavras” (Sentimentos) - Eugénio de Andrade, “Urgentemente” - António Ramos Rosa, “Não posso adiar o amor para outro século” - Florbela Espanca, “Amar!” - António Gedeão, “Lágrima de preta” (Sonhos e segredos) - Sebastião da Gama, “O sonho” - Miguel Torga, “Segredo” (Viagens) - David Mourão-Ferreira, “Maria Lisboa” - Alexandre O’Neill, “Gaivota” - Manuel da Fonseca, “O vagabundo do mar” – Género literário (texto poético: estrofe, rima, esquema rimático, métrica – redondilha menor e maior) Publicidade Recursos expressivos Resposta a questões de leitura Manipulação de texto Texto de opinião Biografia Texto narrativo Expressão: - pontos de vista Expressão: - exposição Compreensão: - expressão de sentimentos Funções sintáticas Modos e tempos verbais Classes de palavras Formação de palavras Colocação do pronome pessoal átono Modificador do grupo verbal Modificador do nome (restritivo e apositivo) Uso do conjuntivo Orações subordinadas (adverbiais, substantivas e adjetivas) Pontuação Unidade 4 13 aulas Momentos de avaliação oral e escrita | Domínios de Articulação Curricular | Cidadania e Desenvolvimento 19 aulas
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    Planos de Aula Versãode demonstração (Unidades 0 e 1) A versão integral dos Planos de Aula está disponível, para os Professores utilizadores do projeto A Par e Passo, na plataforma .
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    Planos de Aula 50Projeto A Par e Passo – Português 7 x Planificações e Planos de Aula x ASA Plano de aula n.o 1 e 2 100 min. Sumário Perfil do aluno Atividades de apresentação de conteúdos e análise da organização do manual escolar. APRENDIZAGENS ESSENCIAIS CONTEÚDOS/ATIVIDADES RECURSOS ͻ Análise do índice e dos separadores das diferentes unidades. ͻ Consulta das páginas iniciais relativas às Pistas para… escrever bem e falar bem… (pp. 12 e 13). ͻ Contacto com a estrutura do manual: unidades, fichas formativas e Apêndice Gramatical, O que devo saber, Verifico o que sei. ͻ Conversa com os alunos sobre conteúdos, avaliação, atividades e outros. Manual TPC Obs. Plano de aula n.o 3 e 4 100 min. Unidade: 0 – Projeto de Leitura Sumário Perfil do aluno Análise das propostas para o Projeto de Leitura. APRENDIZAGENS ESSENCIAIS CONTEÚDOS/ATIVIDADES RECURSOS Leitura ͻ Desenvolver um projeto de leitura que integre objetivos pessoais do leitor e comparação de diferentes textos (obras escolhidas em contrato de leitura com o(a) professor(a)). ͻ Análise da proposta do documento Guião (em quatro passos) para o teu Projeto de Leitura. ͻ Diálogo com os alunos sobre as propostas de leitura, associando-as a cada unidade do manual. ͻ Leitura de alguns excertos dos livros que suscitarem mais curiosidade. ͻ Definição dos critérios de escolha e orientação das leituras de acordo com a planificação feita. Manual, pp. 14 a 17 Dossiê do Professor (Projeto de Leitura, p. 387) TPC Obs. Consultar as páginas relativas ao Projeto de Leitura e ler as sinopses dos livros propostos. No Dossiê do Professor estão disponíveis propostas de projetos que envolvem obras selecionadas para o Projeto de Leitura em articulação com o Perfil do Aluno e com os Domínios de Articulação Curricular.
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    Planos de Aula ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Planificações e Planos de Aula x ASA 51 Plano de aula n.o 5 e 6 100 min. Unidade: 0 – Primeiros Passos Sumário Perfil do aluno Primeiros Passos: Oralidade. APRENDIZAGENS ESSENCIAIS CONTEÚDOS/ATIVIDADES RECURSOS AE: Oralidade ͻ Comunicar informação essencial e opiniões fundamentais. ͻ Audição do programa radiofónico Eu é que sei – o mundo visto pelas crianças. ͻ Preparação de uma atividade de expressão oral. ͻ Apresentação oral sobre o tema “A minha opinião sobre os motivos para ir à escola”. Manual, p. 18 x Áudio: Eu é que sei – o mundo visto pelas crianças TPC Obs. Plano de aula n.o 7 a 9 150 min. Unidade: 0 – Primeiros Passos Sumário Perfil do aluno Primeiros Passos: Leitura, Educação Literária, Gramática e Escrita. APRENDIZAGENS ESSENCIAIS CONTEÚDOS/ATIVIDADES RECURSOS Leitura (6. o ano) ͻExplicitar o sentido global de um texto. ͻĂnjĞƌŝŶĨĞƌġŶĐŝĂƐ͕ũƵƐƚŝĨŝĐĂŶĚŽ-as. ͻ/ĚĞŶƚŝĨŝĐĂƌƚĞŵĂ;ƐͿ͕ŝĚĞŝĂƐƉƌŝŶĐŝƉĂŝƐ e pontos de vista. ͻZĞĐŽŶŚĞĐĞƌĂĨŽƌŵĂĐŽŵŽŽtexto está estruturado (partes e subpartes). Escrita (6. o ano) ͻWƌŽĚƵnjŝƌƚĞdžƚŽƐĚĞŽƉŝŶŝĆŽĐŽŵ ũƵşnjŽƐĚĞǀĂůŽƌƐŽďƌĞƐŝƚƵĂĕƁĞƐ vividas e sobre leituras feitas. Educação Literária (6. o ano) ͻŶĂůŝƐĂƌŽƐĞŶƚŝĚŽĐŽŶŽƚĂƚŝǀŽĚĞ palavras e expressões. ͻŶĂůŝƐĂƌŽŵŽĚŽĐŽŵŽŽƐƚĞŵĂƐ͕ ĂƐĞdžƉĞƌŝġŶĐŝĂƐĞŽƐǀĂůŽƌĞƐƐĆŽ representados. ͻdžƉůŝĐĂƌƌĞĐƵƌƐŽƐĞdžƉƌĞƐƐŝǀŽƐ ƵƚŝůŝnjĂĚŽƐŶĂĐŽŶƐƚƌƵĕĆŽĚĞƚĞdžƚŽƐ literários (anáfora e metáfora). Gramática (6. o ano) ͻ/ĚĞŶƚŝĨŝĐĂƌĂĐůĂƐƐĞĚĞƉĂůĂǀƌĂƐ͘ ͻ/ĚĞŶƚŝĨŝĐĂƌĨƵŶĕões sintáticas. ͻůĂƐƐŝĨŝĐĂƌŽƌĂĕƁĞƐĐŽŽƌĚĞŶĂĚĂƐ copulativas e adversativas e orações subordinadas adverbiais temporais e causais. ͻ Leitura do texto “Porque é que eu tenho de ir à escola?” e resolução do questionário. ͻ Produção de um pequeno texto de opinião sobre o tema “Porque que é que tenho de ir à escola?” ͻ Leitura do texto “Como tudo começou” e resolução do questionário. ͻ Resolução dos exercícios gramaticais. ͻ Conversa em torno da Expressão Enigmática “Onde Judas perdeu as botas”. Manual, pp. 18 a 21 TPC Obs.
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    Planos de Aula 52Projeto A Par e Passo – Português 7 x Planificações e Planos de Aula x ASA Plano de aula n.o 10 50 min. Unidade: 1 – Texto não literário Sumário Perfil do aluno O mundo do jornalismo: vantagens de ler um jornal e textos típicos da comunicação social. APRENDIZAGENS ESSENCIAIS CONTEÚDOS/ATIVIDADES RECURSOS Oralidade ͻ Destacar o essencial de um texto ĂƵĚŝŽǀŝƐƵĂů͕ƚĞŶĚŽĞŵĐŽŶƚĂŽ objetivo da audição/ visionamento. Leitura ͻ Ler em suportes variados texto de diferentes géneros jornalísticos. ͻ Diálogo em torno das razões para ler um jornal. ͻ Visionamento do documento “Como se faz um jornal”. ͻ Identificação de uma nova razão para ler jornal / revista. ͻ Identificação das secções de uma primeira página de jornal. ͻ Géneros jornalísticos. Manual, pp. 24 e 25 x Vídeo: ŽŵŽƐĞĨĂnjƵŵũŽƌŶĂů TPC Obs. Plano de aula n.o 11 e 12 100 min. Unidade: 1 – Texto não literário Sumário Perfil do aluno A biografia – características do género. Interpretação do texto “Stan Smith: o homem que também é um sapato”. APRENDIZAGENS ESSENCIAIS CONTEÚDOS/ATIVIDADES RECURSOS Leitura ͻ Ler em suportes variados textos dos géneros seguintes: biografia […]. Escrita ͻ Elaborar textos que cumpram objetivos explícitos: resposta a questões de leitura. ͻ Diálogo em torno das razões para escrever uma biografia. ͻ Leitura do texto “Stan Smith: o homem que também é um sapato”. ͻ Resolução do questionário em trabalho de grupo. ͻ Atividade ^ĞŐƵĞŽƐWĂƐƐŽƐ͕ orientada pelo professor. ͻ Registo do Toma Nota no caderno diário: as características da biografia. ͻ Diálogo centrado na Expressão Enigmática “Pendurar as botas”. Manual, pp. 26 e 27 Manual – Apêndice de Géneros – p. 214 (Biografia) x Vídeo: Como escrever uma biografia x Apresentação: Segue os Passos TPC Obs.
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    Planos de Aula ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Planificações e Planos de Aula x ASA 53 Plano de aula n.o 13 e 14 100 min. Unidade: 1 – Texto não literário Sumário Perfil do aluno Publicidade comercial: EDP – Geração Zero. Áreas de competência: linguagens e textos; informação e comunicação; bem-estar, saúde e ambiente. APRENDIZAGENS ESSENCIAIS CONTEÚDOS/ATIVIDADES RECURSOS Leitura ͻ Ler em suportes variados textos publicitários. ͻ Explicitar o sentido global de um texto. ͻ ĂnjĞƌŝŶĨĞƌġŶĐŝĂƐĚĞǀŝĚĂŵĞŶƚĞ justificadas. ͻ /ĚĞŶƚŝĨŝĐĂƌŝĚĞŝĂƐƉƌŝŶĐŝƉĂŝƐ͕ pontos de vista. ͻ /ĚĞŶƚŝĨŝĐĂƌ͕ŶĂƐŵĞŶƐĂŐĞŶƐ ƉƵďůŝĐŝƚĄƌŝĂƐ͕ĂŝŶƚĞŶĕĆŽƉĞƌƐƵĂƐŝǀĂ͕ os valores e modelos projetados. Oralidade ͻ Compreender textos orais identificando assunto e intenção ĐŽŵƵŶŝĐĂƚŝǀĂ;ƉĞƌƐƵĂĚŝƌͿ͕ĐŽŵďĂƐĞ ĞŵŝŶĨĞƌġŶĐŝĂƐ͘ ͻ Destacar o essencial de um texto ĂƵĚŝŽǀŝƐƵĂů͕ƚĞŶĚŽĞŵĐŽŶƚĂŽ objetivo do visionamento. Gramática ͻ /ĚĞŶƚŝĨŝĐĂƌĂƐĐůĂƐƐĞƐĚĞƉĂůĂǀƌĂƐ. ͻ Observação e análise da publicidade comercial “EDP - Geração Zero”: slogan, imagem, texto argumentativo, persuasão. ͻ Registo do Toma Nota no caderno diário: característica da publicidade, publicidade comercial. ͻ Consulta da sistematização do Apêndice de géneros. ͻ Visionamento da publicidade “EDP – Geração Zero” e interpretação de aspetos multimodais. ͻ Resolução de exercícios gramaticais (revisão). Manual, pp. 28 e 29 Manual – Apêndice de Géneros – p. 217 (Publicidade) x Vídeo: EDP – Geração Zero x Animação: O que é um texto publicitário? Dossiê do Professor – Projetos do domínio da Articulação Curricular, p. 398 TPC Obs. A temática da aula serve de lançamento do projeto “Em torno da sustentabilidade ecológica” (ver Dossiê do Professor – Projetos do domínio da Articulação Curricular, p. 398)
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    Planos de Aula 54Projeto A Par e Passo – Português 7 x Planificações e Planos de Aula x ASA Plano de aula n.o 15 e 16 100 min. Unidade: 1 – Texto não literário Sumário Perfil do aluno Publicidade institucional: Campanha Ponto verde – “Transforme ideais em gestos reais” e “Numa hora”. Áreas de competência: linguagens e textos; informação e comunicação; bem-estar, saúde e ambiente. APRENDIZAGENS ESSENCIAIS CONTEÚDOS/ATIVIDADES RECURSOS Leitura ͻLer em suportes variados textos publicitários. ͻ /ĚĞŶƚŝĨŝĐĂƌ͕ŶĂƐŵĞŶƐĂŐĞŶƐ ƉƵďůŝĐŝƚĄƌŝĂƐ͕ĂŝŶƚĞŶĕĆŽƉĞƌƐƵĂƐŝǀĂ͕ os valores e modelos projetados. Oralidade ͻCompreender textos orais identificando assunto e intenção ĐŽŵƵŶŝĐĂƚŝǀĂ;ƉĞƌƐƵĂĚŝƌͿ͕ĐŽŵďĂƐĞ ĞŵŝŶĨĞƌġŶĐŝĂƐ͘ ͻ Destacar o essencial de um texto ĂƵĚŝŽǀŝƐƵĂů͕ƚĞŶĚŽĞŵĐŽŶƚĂŽ objetivo do visionamento. Escrita ͻ Elaborar textos que cumpram objetivos explícitos quanto ao destinatário e à finalidade (informativa ou argumentativa). ͻ Observação de um cartaz de publicidade institucional: slogan, imagem, texto argumentativo. ͻ Registo do Toma Nota no caderno diário: as características da publicidade institucional. ͻ Visionamento e análise do anúncio publicitário “Numa hora” – aspetos multimodais. ͻ Produção em grupo de uma publicidade sobre um produto original. ͻ Diálogo centrado no Tira-dúvidas “Hora ou ora?” Manual, pp. 30 e 31 x Vídeo: Numa hora Dossiê do Professor – Projetos do domínio da Articulação Curricular, p. 398 TPC Obs. Projeto “Em torno da sustentabilidade ecológica” (ver Dossiê do Professor, p. 398)
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    Planos de Aula ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Planificações e Planos de Aula x ASA 55 Plano de aula n.o 17 50 min. Unidade: 1 – Texto não literário Sumário Perfil do aluno Verbo: conjugações, flexão e subclasses. APRENDIZAGENS ESSENCIAIS CONTEÚDOS/ATIVIDADES RECURSOS Gramática ͻConjugar verbos regulares e irregulares em todos os tempos e modos. ͻ Revisão/sistematização dos conteúdos: – conjugações verbais; – flexão verbal (verbos regulares e irregulares); – subclasses dos verbos. ͻ Realização de exercícios de aplicação. ͻ Sistematização do modo conjuntivo. Manual, pp. 32 e 33 Manual – Apêndice Gramatical – pp. 232; 270-275 (verbos) Caderno de Atividades, pp. 9-10 x Apresentação: ǀĞƌďŽƐ͕ ĐŽŶũƵŐĂĕƁĞƐ͕ĨůĞdžĆŽĞƐƵďĐůĂƐƐĞƐ TPC Obs. Exercícios do Caderno de Atividades, pp.9-10, do Apêndice Gramatical, p. 233, e Quiz: Verbos regulares e irregulares. Plano de aula n.o 18 50 min. Unidade: 1 – Texto não literário Sumário Perfil do aluno O artigo de opinião: características e estrutura. Áreas de competência: linguagens e textos; informação e comunicação; bem-estar, saúde e ambiente APRENDIZAGENS ESSENCIAIS CONTEÚDOS/ATIVIDADES RECURSOS Leitura ͻ Ler em suportes variados textos dos géneros jornalísticos de opinião (artigo de opinião). ͻ ĂnjĞƌŝŶĨĞƌġŶĐŝĂƐĚĞǀŝĚĂŵĞŶƚĞ justificadas. ͻ /ĚĞŶƚŝĨŝĐĂƌƚĞŵĂƐ͕ŝĚĞŝĂƐƉƌŝŶĐŝƉĂŝƐ͕ ƉŽŶƚŽƐĚĞǀŝƐƚĂ͕ĐĂƵƐĂƐ͕ĞĨĞŝƚŽƐ͕ ĨĂĐƚŽƐ͕ŽƉŝŶŝƁĞƐ. Gramática ͻ Conjugar verbos regulares e irregulares em todos os tempos e modos. ͻ /ĚĞŶƚŝĨŝĐĂƌĂƐĐůĂƐƐĞƐĚĞƉĂůĂǀƌĂƐ͘ ͻ Leitura do texto “O verbo é substituir”. ͻ Resolução, em grupo, do questionário. ͻ Registo do Toma Nota no caderno diário: as características do artigo de opinião. ͻ Revisão gramatical: subclasse de palavras; flexão verbal. ͻ Discussão em torno das Expressões Enigmáticas “Hora H” e “Dia D”. Manual, pp. 34 e 35 Manual – Apêndice de Géneros – p. 212 (Texto de opinião) x Vídeo: Como escrever um texto de opinião? x Vídeo: Como expressar pontos de vista e opiniões? Dossiê do Professor – Projetos do domínio da Articulação Curricular, p. 398 TPC Obs. Teste interativo: Verbos: conjugações, flexão e subclasses. Projeto “Em torno da sustentabilidade ecológica” (ver Dossiê do Professor, p. 398)
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    Planos de Aula 56Projeto A Par e Passo – Português 7 x Planificações e Planos de Aula x ASA Plano de aula n.o 19 e 20 100 min. Unidade: 1 – Texto não literário Sumário Perfil do aluno Preparação da atividade de expressão oral. Áreas de competência: linguagens e textos; informação e comunicação; bem-estar, saúde e ambiente APRENDIZAGENS ESSENCIAIS CONTEÚDOS/ATIVIDADES RECURSOS Oralidade ͻ Planificar textos orais tendo em conta os destinatários e os objetivos de comunicação. ͻ hƐĂƌĂƉĂůĂǀƌĂĐŽŵĨůƵġŶĐŝĂ͕ correção e naturalidade em ƐŝƚƵĂĕƁĞƐĚĞŝŶƚĞƌǀĞŶĕĆŽĨŽƌŵĂů͕ para expressar pontos de vista e opiniões. ͻ Avaliar o seu próprio discurso a partir de critérios previamente acordados com o professor. ͻ Visionamento do vídeo com discurso de Greta Thunberg. ͻ Identificação dos aspetos essenciais a reter. ͻ Visionamento da curta-metragem Aquametragem (opcional). ͻ Planificação da apresentação oral com consulta de Pistas… para escrever bem e falar bem… e do vídeo “Como expressar pontos de vista e opiniões”. ͻ Apresentação do texto de opinião oral. ͻ Avaliação dos textos. Manual, p. 36 Manual, p. 13 (Pistas para bem falar) x Vídeo: Discurso de Greta Thunberg x Vídeo: ƋƵĂŵĞƚƌĂŐĞŵ͕ĚĞDĂƌŝĂ Lobo x Vídeo: Como expressar pontos de vista e opiniões Dossiê do Professor – Projetos do domínio da Articulação Curricular, p. 398 TPC Obs. A apresentação dos textos orais poderá decorrer noutra altura, de forma a permitir espaço de preparação do texto pelo aluno. Projeto “Em torno da sustentabilidade ecológica” (ver Dossiê do Professor, p. 398)
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    Planos de Aula ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Planificações e Planos de Aula x ASA 57 Plano de aula n.o 21 50 min. Unidade: 1 – Texto não literário Sumário Perfil do aluno O texto de opinião: atividade de escrita. Áreas de competência: linguagens e textos; informação e comunicação; bem-estar, saúde e ambiente APRENDIZAGENS ESSENCIAIS CONTEÚDOS/ATIVIDADES RECURSOS Escrita ͻ Elaborar textos que cumpram objetivos explícitos quanto ao destinatário e à finalidade (argumentativa) no âmbito de géneros como: opinião. ͻ WůĂŶŝĨŝĐĂƌĂĞƐĐƌŝƚĂĚĞƚĞdžƚŽƐ͕ assegurando a distribuição de informação por parágrafos. ͻ KƌĚĞŶĂƌĞŚŝĞƌĂƌƋƵŝnjĂƌĂ ŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽ͕ƚĞŶĚŽĞŵǀŝƐƚĂ ĂĐŽŶƚŝŶƵŝĚĂĚĞĚĞƐĞŶƚŝĚŽ͕ ĂƉƌŽŐƌĞƐƐĆŽƚĞŵĄƚŝĐĂĞĂĐŽĞƌġŶĐŝĂ global do texto. ͻ Escrever com propriedade vocabular e com respeito pelas regras de ortografia e de pontuação. ͻ Avaliar a correção do texto escrito. ͻ Planificação do texto (em grande grupo) com recurso à visualização do vídeo – Opinião –, como forma de sistematização e consulta do Apêndice de Géneros – Texto de opinião. ͻ Textualização individual. ͻ Hetero e autocorreção. ͻ Aperfeiçoamento do texto. Manual, p. 37 Manual – Pistas para… escrever bem – p. 13 Manual – Apêndice de Géneros – p. 212 (Texto de opinião) x Vídeo: Texto de opinião Dossiê do Professor – Projetos do domínio da Articulação Curricular, p. 398 TPC Obs. Projeto “Em torno da sustentabilidade ecológica” (ver Dossiê do Professor, p. 398) Plano de aula n.o 22 50 min. Unidade: 1 – Texto não literário Sumário Perfil do aluno Advérbio e locução adverbial. APRENDIZAGENS ESSENCIAIS CONTEÚDOS/ATIVIDADES RECURSOS Gramática ͻ /ĚĞŶƚŝĨŝĐĂƌĂĐůĂƐƐĞĚĞƉĂůĂǀƌĂƐ͗ ĚĞƚĞƌŵŝŶĂŶƚĞƌĞůĂƚŝǀŽ͕ƉƌŽŶŽŵĞ ƌĞůĂƚŝǀŽ͕ĂĚǀĠƌďŝŽƌĞůĂƚŝǀŽ. ͻ Revisão/sistematização dos conteúdos: – advérbio (valores e funções); – locução adverbial. ͻ Realização de exercícios de aplicação. Manual, pp. 38 e 39 Manual – Apêndice Gramatical, p. 234 x Apresentação: Advérbio e locução adverbial TPC Obs. Exercícios do Caderno de Atividades (pp. 11-12) e do Apêndice Gramatical (p. 235) Quiz: Advérbio
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    Planos de Aula 58Projeto A Par e Passo – Português 7 x Planificações e Planos de Aula x ASA Plano de aula n.o 23 50 min. Unidade: 1 – Texto não literário Sumário Perfil do aluno A crítica: características e estrutura. APRENDIZAGENS ESSENCIAIS CONTEÚDOS/ATIVIDADES RECURSOS Leitura ͻ Ler em suportes variados textos dos géneros seguintes: textos de géneros jornalísticos de opinião (crítica). ͻ Leitura do texto “Homem-aranha: longe de casa”. ͻ Resolução, em grupo, do questionário. ͻ Consulta da sistematização do apêndice de géneros. ͻ Visualização do vídeo de sistematização – Crítica. ͻ Registo do Toma Nota no caderno diário: as características da crítica ͻ Revisão gramatical: advérbio; flexão verbal. Manual, pp. 40 e 41 Manual – Apêndice de Géneros – p. 216 (Crítica) x Animação: O que é uma crítica? TPC Obs. Ler as pp. 42-43 “O que devo saber...” Plano de aula n.o 24 e 25 100 min. Unidade: 1 – Texto não literário Sumário Perfil do aluno Projeto de turma. APRENDIZAGENS ESSENCIAIS CONTEÚDOS/ATIVIDADES RECURSOS ͻ Exploração das sugestões presentes em Para ir mais além… ͻ Outros documentos Manual, pp. 42 e 43 Dossiê do Professor – Projetos do domínio da Articulação Curricular, p. 398 TPC Obs. Realização da Ficha Formativa (pp. 46-47) Dossiê do Professor: Projeto “Em torno da sustentabilidade ecológica”, p. 398
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    Ensino Digit@l Ensino Digit@l • EnsinoDigit@l(por Carlos Pinheiro) • Roteiro • Guia de Recursos Multimédia PASSO
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    Ensino Digit@l Ensino Digit@l(por Carlos Pinheiro) ................................ 61 Roteiro Aula Digit@l ......................................................... 73 Guia de Recursos Multimédia do Manual A Par e Passo .................................................. 87
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    61 Projeto A Pare PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^ Ensino Digit@l (por Carlos Pinheiro)
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    Projeto A Pare PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^ 62 Ensino digital | Carlos Pinheiro A crise pandémica obrigou as escolas a transfor- ŵĂƌĞŵĂƐƐƵĂƐƉƌĄƟĐĂƐ͕ĂĚĂƉƚĂŶĚŽͲĂƐĂƵŵĐŽŶƚĞdžƚŽ ĚĞĞŶƐŝŶŽĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĂĚŝƐƚąŶĐŝĂ͕ŶƵŵĂŵďŝĞŶƚĞ totalmente virtual e mediado por tecnologias que a ŵĂŝŽƌŝĂĚŽƐĚŽĐĞŶƚĞƐĞĂůƵŶŽƐŶĆŽĚŽŵŝŶĂǀĂ͕ŵĂƐĚĞ que muito rapidamente se apropriaram. KƌĞŐƌĞƐƐŽĂŽĞŶƐŝŶŽƉƌĞƐĞŶĐŝĂů͕ŶŽŝŶşĐŝŽĚŽĂŶŽ ůĞƟǀŽ ϮϬϮϬͲϮϭ͕ƐĞ ƉŽƌ Ƶŵ ůĂĚŽ ĮĐŽƵ ŵĂƌĐĂĚŽ ƉĞůĂ eventual necessidade de recorrer de novo a mode- ůŽƐĚĞĞŶƐŝŶŽĂĚŝƐƚąŶĐŝĂŽƵŵŝƐƚŽ͕ƚŽƌŶŽƵ ƚĂŵďĠŵ ĞǀŝĚĞŶƚĞ ƋƵĞ͕ ŵĞƐŵŽ ƉƌĞƐĞŶ- ĐŝĂůŵĞŶƚĞ͕ĠƉŽƐƐşǀĞůŵŽďŝůŝnjĂƌƌĞĐƵƌƐŽƐĞ plataformas digitais para a construção de novos cenários de ensino e de aprendiza- ŐĞŵ͕ŶƵŵŵŽĚĞůŽĚĞĞŶƐŝŶŽŚşďƌŝĚŽ͘ K ĐŽŶĐĞŝƚŽ ĚĞ ĞŶƐŝŶŽ ŚşďƌŝĚŽ͕ ŽƵ blended learning, resulta da combinação da aprendizagem presencial com ambien- tes online͕ ƉƌŽŵŽǀĞŶĚŽ ƵŵĂ ĚŝĨĞƌĞŶĐŝĂ- ĕĆŽĚŽƐƚĞŵƉŽƐ͕ĚŽƐůƵŐĂƌĞƐ͕ĚŽƐŵŽĚŽƐĞ ĚŽƐƌŝƚŵŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ƉĂƌĂƋƵĞŽƐ ĂůƵŶŽƐĂƉƌĞŶĚĂŵŵĂŝƐĞŵĞůŚŽƌ͘ As sugestões que aqui apresentamos ǀŝƐĂŵ͕ ĂƐƐŝŵ͕ ŶĆŽ Ɛſ ĂƵdžŝůŝĂƌ ŽƐ ĚŽĐĞŶ- tes na eventual transição para modelos ĚĞΛŽƵŵŝƐƚŽƐ͕ŵĂƐƚĂŵďĠŵƉŽƚĞŶĐŝĂƌĂŝŶŽǀĂ- ĕĆŽƐƵƐƚĞŶƚĂĚĂĞĂŇĞdžŝďŝůŝĚĂĚĞŶŽŵŽĚĞůŽƉƌĞƐĞŶĐŝĂů͕ ƟƌĂŶĚŽƉĂƌƟĚŽĚŽƵƐŽĚĂƐƚĞĐŶŽůŽŐŝĂƐĚŝŐŝƚĂŝƐƉĂƌĂ ĂŵĞůŚŽƌŝĂĚŽƉƌŽĐĞƐƐŽĚĞĞŶƐŝŶŽĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ aliando com sucesso as vantagens da sala de aula İƐŝĐĂĂŽƐďĞŶĞİĐŝŽƐĚĂĞĚƵĐĂĕĆŽĚŝŐŝƚĂů͘ WůĂŶŝĮĐĂƌ KƋƵĞƐĆŽĂŵďŝĞŶƚĞƐŚşďƌŝĚŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ ĞƋƵĂŝƐĂƐƐƵĂƐǀĂŶƚĂŐĞŶƐ͍ KƐ ĂŵďŝĞŶƚĞƐ ŚşďƌŝĚŽƐ ĚĞ ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ ŵƵŝ- ƚĂƐǀĞnjĞƐĚĞƐŝŐŶĂĚŽƐƉĞůĂĞdžƉƌĞƐƐĆŽŝŶŐůĞƐĂblended learning͕ ƐĆŽ Ƶŵ ŵŽĚĞůŽ ŇĞdžşǀĞů ƋƵĞ ĐŽŵďŝŶĂ ĂŵďŝĞŶƚĞƐ İƐŝĐŽƐ Ğ ǀŝƌƚƵĂŝƐ ĚĞ ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ ŶŽ ĚĞƐĞŶǀŽůǀŝŵĞŶƚŽĚĞƉƌŽũĞƚŽƐŽƵĚĞŽƵƚƌĂƐĂƟǀŝĚĂĚĞƐ ĚĞĞŶƐŝŶŽͲĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ƐĞŵŚĂǀĞƌŶĞĐĞƐƐŝĚĂĚĞĚĞ ƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞƐ Ğ ĂůƵŶŽƐ ƉĂƌƟůŚĂƌĞŵ Ž ŵĞƐŵŽ ĞƐƉĂĕŽ İƐŝĐŽĞŽƐŵĞƐŵŽƐƚĞŵƉŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͘dƌĂƚĂͲƐĞ ĚĞƵŵŵŽĚĞůŽƋƵĞĞdžŝŐĞƵŵĂĐƵŝĚĂĚŽƐĂƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽ ƉĞĚĂŐſŐŝĐĂƐŽďƌĞĐŽŵŽĞƋƵĂŶĚŽƵƐĂƌŽƐĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐ ĂŵďŝĞŶƚĞƐ͕İƐŝĐŽƐĞĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ƉĂƌĂĂƟǀŝĚĂĚĞƐƉƌĞƐĞŶ- ĐŝĂŝƐ ŽƵ Ă ĚŝƐƚąŶĐŝĂ͕ ƚƌĂďĂůŚŽ ĂƵƚſŶŽŵŽ ŽƵ ĐŽůĂďŽ- ƌĂƟǀŽ͕ŝŶƚĞƌĂĕĆŽƐŽĐŝĂůĞĂƉůŝĐĂĕĆŽƉƌĄƟĐĂ͕ƚĞŶĚŽĞŵ ǀŝƐƚĂƉƌŽƉŽƌĐŝŽŶĂƌĂŽƐĂůƵŶŽƐĐŽŶƚĞdžƚŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂ- ŐĞŵŵĂŝƐƌŝĐŽƐ͕ĚŝǀĞƌƐŝĮĐĂĚŽƐĞĂĚĂƉƚĂĚŽƐĂŽƐƌŝƚŵŽƐ ĞĐĂƌĂĐƚĞƌşƐƟĐĂƐĚĞĐĂĚĂĂƉƌĞŶĚĞŶƚĞ͘ ZĞůĂƟǀĂŵĞŶƚĞ ă ƐƵĂ ĞƐƚƌƵƚƵƌĂ͕ ŽƐ ĂŵďŝĞŶƚĞƐ ŚşďƌŝĚŽƐ ĐŽŵƉƌĞĞŶĚĞŵ ƵŵĂ ĐŽŵƉŽŶĞŶƚĞ ŚƵŵĂŶĂ ;ƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞƐ Ğ ĂůƵŶŽƐ͕ ĞǀĞŶƚƵĂůŵĞŶƚĞ ĞƐƉĞĐŝĂůŝƐƚĂƐ ĐŽŶǀŝĚĂĚŽƐĞĞŶĐĂƌƌĞŐĂĚŽƐĚĞĞĚƵĐĂĕĆŽͿ͕ ĐŽŶƚĞƷĚŽƐƉĞĚĂŐſŐŝĐŽƐ;ƌĞĐƵƌƐŽƐ͕ŽƐƚƌĂ- ĚŝĐŝŽŶĂŝƐ͕ŵĂƐĞƐƉĞĐŝĂůŵĞŶƚĞŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐͿ͕ ƵŵĂŵďŝĞŶƚĞĨşƐŝĐŽ;ĂƐĂůĂĚĞĂƵůĂͿĞĚŝŐŝ- ƚĂů;ĂƐƉůĂƚĂĨŽƌŵĂƐƚĞĐŶŽůſŐŝĐĂƐͿĞĂƐŝŶƚĞ- rações entre eles. ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ ŚşďƌŝĚĂ ĂƉƌĞƐĞŶƚĂ inúmeras vantagens.WŽƌƵŵůĂĚŽ͕ĂƐƐĞŶƚĂ ŶĂŝĚĞŝĂĚĞƋƵĞŽƐĂůƵŶŽƐĚĞŝdžĂŵĚĞƐĞƌ ƌĞĐĞƚŽƌĞƐƉĂƐƐŝǀŽƐĚĞĐŽŶŚĞĐŝŵĞŶƚŽĞĚĞ que o professor já não é a única fonte de informação. Combinar o ensino presencial ŶĂĞƐĐŽůĂĐŽŵĂƟǀŝĚĂĚĞƐƌĞĂůŝnjĂĚĂƐăĚŝƐ- ƚąŶĐŝĂ͕ĞŵĂŵďŝĞŶƚĞƐonline͕ƉůĂŶŝĮĐĂĚĂƐ ĞĂƉŽŝĂĚĂƐƉĞůŽƐƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞƐ͕ĚĞƐĞŶǀŽůǀĞ ĂĐĂƉĂĐŝĚĂĚĞĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĂƵƚſŶŽŵĂ ĞĂƵƚŽƌƌĞŐƵůĂĚĂ͕ƉŽƚĞŶĐŝĂĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĂŽůŽŶŐŽ da vida e oferece instrumentos que facilitam a per- sonalização e a diferenciação. Ao usar ambientes e recursos online͕ĞƐƚĄͲƐĞƐŝŵƵůƚĂŶĞĂŵĞŶƚĞĂĂƉŽŝĂƌŽ desenvolvimento das competências digitais dos alu- ŶŽƐ͕ĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐŝŶĚŝƐƉĞŶƐĄǀĞŝƐƉĂƌĂŽĞdžĞƌĐşĐŝŽĚĞ ƵŵĂĐŝĚĂĚĂŶŝĂƉůĞŶĂ͕ĂƟǀĂĞĐƌŝĂƟǀĂŶĂƐŽĐŝĞĚĂĚĞĚĂ ŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽĞĚŽĐŽŶŚĞĐŝŵĞŶƚŽĞŵƋƵĞĞƐƚĂŵŽƐŝŶƐĞ- ridos. ƐĂƟǀŝĚĂĚĞƐůĞƟǀĂƐƉƌĞƐĞŶĐŝĂŝƐƐĆŽŝŶĚŝƐƉĞŶƐĄǀĞŝƐ para o desenvolvimento das competências sociais dos ĂůƵŶŽƐ͕ƉĂƌĂŽďĞŵͲĞƐƚĂƌƉĞƐƐŽĂů͕ƉĂƌĂŽƐĞŶƟĚŽĚĞ ƉĞƌƚĞŶĕĂăĐŽŵƵŶŝĚĂĚĞĞƉĂƌĂĂƌĞůĂĕĆŽƉĞĚĂŐſŐŝĐĂ ƉƌŽĨĞƐƐŽƌͬĂůƵŶŽ͕ ƚĆŽ ŝŵƉŽƌƚĂŶƚĞ ƉĂƌĂ Ž ƐƵĐĞƐƐŽ ĚĂ aprendizagem no caso de crianças e jovens. A abor- dagem ŚşďƌŝĚĂ, sem prescindir dessa componente ĨƵŶĚĂŵĞŶƚĂů ĚĞ ŝŶƚĞƌĂĕĆŽ ƉĞĚĂŐſŐŝĐĂ Ğŵ ƐĂůĂ ĚĞ aula, permite ao professor propor novas soluções de ĞŶƐŝŶŽĞĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ŚĂďŝƚƵĂůŵĞŶƚĞďĂƐĞĂĚĂƐ ŶŽƵƐŽĚĞƚĞĐŶŽůŽŐŝĂƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ĐŽŵƉƌŽĐĞƐƐŽƐŵĂŝƐ ĐĞŶƚƌĂĚŽƐŶŽĂůƵŶŽ͕ŶŽĚĞƐĞŶǀŽůǀŝŵĞŶƚŽĚĞĐŽŵƉĞ- ƚġŶĐŝĂƐƚƌĂŶƐǀĞƌƐĂŝƐĞŶĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵƉŽƌƉƌŽũĞƚŽƐ͕ O conceito de ensino ŚşďƌŝĚŽƌĞƐƵůƚĂĚĂ combinação da aprendizagem presencial com ambientes online͕ promovendo uma diferenciação dos ƚĞŵƉŽƐ͕ĚŽƐůƵŐĂƌĞƐ͕ dos modos e dos ritmos ĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ƉĂƌĂ que os alunos aprendam ŵĂŝƐĞŵĞůŚŽƌ͘
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    63 Projeto A Pare PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^ ƋƵĞǀĂůŽƌŝnjĞŵŽƉĞŶƐĂŵĞŶƚŽĐƌşƟĐŽĞĐƌŝĂƟǀŽ͕ŽƚƌĂ- ďĂůŚŽ ĐŽůĂďŽƌĂƟǀŽ Ğ ĂƐ ĐĂƉĂĐŝĚĂĚĞƐ ĚĞ ĐŽŵƵŶŝĐĂ- ĕĆŽ͘EĞƐƚĞƐĞŶƟĚŽ͕ĠƵŵĂĂďŽƌĚĂŐĞŵƋƵĞƉŽĚĞƐĞƌ ŝŵƉůĞŵĞŶƚĂĚĂĚĞĨŽƌŵĂĞĮĐĂnjƚĂŶƚŽŶŽĞŶƐŝŶŽďĄƐŝĐŽ ĐŽŵŽŶŽƐĞĐƵŶĚĄƌŝŽ͕ĚĞƐĚĞƋƵĞŶĂĐŽŵƵŶŝĚĂĚĞĞƐĐŽ- ůĂƌŚĂũĂƵŵĂĐŽŵƉƌĞĞŶƐĆŽĐůĂƌĂĚĂƐƐƵĂƐǀĂŶƚĂŐĞŶƐ e seja precedida de organização e planeamento. Na ŽƉŝŶŝĆŽ ĚĞ DŽƌĞŝƌĂ͕ :͘ ͕͘ Θ ,ŽƌƚĂ͕ϭ uma das gran- ĚĞƐǀĂŶƚĂŐĞŶƐĚĞƐƚĞŵŽĚĞůŽĠĂƐƵĂŇĞdžŝďŝůŝĚĂĚĞͨŶĂ ĨŽƌŵĂĐŽŵŽƐĞŐĞƌĞŽƚĞŵƉŽ͕ĐŽŵŽŽƐĐŽŶƚĞƷĚŽƐƐĆŽ ŵŝŶŝƐƚƌĂĚŽƐ͕ĐŽŵŽŽƐĂůƵŶŽƐŝŶƚĞƌĂŐĞŵĐŽŵŽƐƌĞĐƵƌ- ƐŽƐ͕ĐŽŵŽƐƐĞƵƐƉĂƌĞƐĞĐŽŵŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌ͘ŶƋƵĂŶƚŽ no ambiente online ĞİƐŝĐŽ͕ŽĨŽƌŵĂƚŽĠĞƐĐŽůŚŝĚŽĞ ƵƐĂĚŽ Ğŵ ĞdžĐůƵƐŝǀŝĚĂĚĞ Ğ͕ ƉŽƌƚĂŶƚŽ͕ ƐĞŵ ŽƐ ďĞŶĞ- İĐŝŽƐĚŽŽƵƚƌŽ͕Žblended learning pode oferecer o ŵĞůŚŽƌ ĚĞ ĂŵďĂƐ ĂƐ ƌĞĂůŝĚĂĚĞƐ͕ Ž ŵĞůŚŽƌ ĚĞƐƐĞƐ ŵƵŶĚŽƐ͕ŶƵŵĂĞdžƉĞƌŝġŶĐŝĂŝŶƚĞŐƌĂĚĂĞƷŶŝĐĂͩ͘ YƵĞƉůĂƚĂĨŽƌŵĂƐĚĞǀŽƉƌŝǀŝůĞŐŝĂƌ͍ ĞƐĐŽůŚĂĚĂƉůĂƚĂĨŽƌŵĂĚĞƐƵƉŽƌƚĞĂŽƐĂŵďŝĞŶƚĞƐ ŚşďƌŝĚŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĠƵŵĂĚĂƐĚĞĐŝƐƁĞƐŵĂŝƐ ŝŵƉŽƌƚĂŶƚĞƐŶŽƉƌŽĐĞƐƐŽĚĞƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽ͘KƐŵŽĚĞůŽƐ mais comuns são os sistemas de gestão de aprendiza- gem (LMS – Learning Management Systems) ou siste- mas de gestão de conteúdos de aprendizagem (LCMS ʹĞĂƌŶŝŶŐŽŶƚĞŶƚDĂŶĂŐĞŵĞŶƚ^LJƐƚĞŵƐͿ͕ƉŽĚĞŶĚŽ ƚĂŵďĠŵƵƐĂƌͲƐĞŽƵƚƌŽƟƉŽĚĞĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐĚĞĐŽůĂ- ďŽƌĂĕĆŽĞĚŝƐĐƵƐƐĆŽ͕ĐŽŵďŝŶĂĚĂƐĐŽŵĞůĞŵĞŶƚŽƐĚĞ ƐƵƉŽƌƚĞ͕ŽƌŝĞŶƚĂĕĆŽĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ͘ŵĂŝŽƌŝĂĚĂƐƉůĂƚĂ- ĨŽƌŵĂƐŵĂŝƐƵƐĂĚĂƐ;DŽŽĚůĞ͕'ŽŽŐůĞůĂƐƐƌŽŽŵŽƵ DŝĐƌŽƐŽŌdĞĂŵƐͿĚŝƐƉŽŶŝďŝůŝnjĂŽĞƐƐĞŶĐŝĂůĚĂƐĂƟǀŝĚĂ- des relacionadas com a gestão do processo de ensino Ğ ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ Ğŵ ĂŵďŝĞŶƚĞƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ ŶŽŵĞĂĚĂ- ŵĞŶƚĞ ĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐ ĚĞ ĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽ͕ ĚĞ ŐĞƐƚĆŽ ĚĞ ĐŽŶƚĞƷĚŽƐĞĂƟǀŝĚĂĚĞƐĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ͘ K ŝĚĞĂů ƐĞƌĄ ƋƵĞ Ă ƉƌſƉƌŝĂ ĞƐĐŽůĂ ĐŽŶƚƌĂƚƵĂůŝnjĞ͕ ŽƌŐĂŶŝnjĞ Ğ ĚŝƐƉŽŶŝďŝůŝnjĞ ă ĐŽŵƵŶŝĚĂĚĞ ĞƐĐŽůĂƌ ƵŵĂ plataforma adequada ao modelo de ensino que pre- ƚĞŶĚĞĂĚŽƚĂƌ͕ĞƋƵĞĞƐƐĂƉůĂƚĂĨŽƌŵĂƐĞũĂƵƐĂĚĂƉŽƌ ƚŽĚŽƐŽƐƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞƐ͘/ƐƐŽ͕ĐŽŶƚƵĚŽ͕ŶĆŽƐŝŐŶŝĨŝĐĂƋƵĞ ĂůƵŶŽƐĞĚŽĐĞŶƚĞƐĮƋƵĞŵůŝŵŝƚĂĚŽƐĂŽƐƌĞĐƵƌƐŽƐŽĨĞ- ƌĞĐŝĚŽƐ ƉŽƌ ĞƐƐĂ ƉůĂƚĂĨŽƌŵĂ͕ ƐĞŶĚŽ ƉĞůŽ ĐŽŶƚƌĄƌŝŽ ϭ DŽƌĞŝƌĂ͕:͕͘͘Θ,ŽƌƚĂ͕D͘:͘;ϮϬϮϬͿ͘ĚƵĐĂĕĆŽĞĂŵďŝĞŶƚĞƐ ŚşďƌŝĚŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͘hŵƉƌŽĐĞƐƐŽĚĞŝŶŽǀĂĕĆŽƐƵƐƚĞŶ- tada. Revista UFG͕20;ϮϲͿ͘Online͘ŝƐƉŽŶşǀĞůĞŵŚƩƉƐ͗ͬͬĚŽŝ͘ ŽƌŐͬϭϬ͘ϱϮϭϲͬƌĞǀƵĨŐ͘ǀϮϬ͘ϲϲϬϮϳ͘ŽŶƐƵůƚĂĚŽĞŵϮϵͲϭϭͲϮϬϮϬ ĚĞƐĞũĄǀĞůƋƵĞƐĞĚŝǀĞƌƐŝĮƋƵĞĂƵƟůŝnjĂĕĆŽĚĞĐŽŶƚĞƷ- ĚŽƐĞĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ƐĞƉŽƐƐşǀĞůŝŶƚĞŐƌĂŶĚŽͲŽƐ ŶĂ ƉƌſƉƌŝĂ ƉůĂƚĂĨŽƌŵĂ͕ Ğ ƐĂůǀĂŐƵĂƌĚĂŶĚŽ͕ ŶĂƚƵƌĂů- ŵĞŶƚĞ͕ĂƐƋƵĞƐƚƁĞƐĚĞƉƌŝǀĂĐŝĚĂĚĞĞƐĞŐƵƌĂŶĕĂĚŽƐ ĂůƵŶŽƐ͕ ŶŽ ƌĞƐƉĞŝƚŽ ƉĞůŽ ĚŝƐƉŽƐƚŽ ŶŽ ZĞŐƵůĂŵĞŶƚŽ 'ĞƌĂůƐŽďƌĞĂWƌŽƚĞĕĆŽĚĞĂĚŽƐ͘ Para a implementação de um modelo de ensino ŚşďƌŝĚŽďĂƐĞĂĚŽĞŵƚĞĐŶŽůŽŐŝĂƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ƐĞƌĄĞƐƐĞŶ- ĐŝĂůƋƵĞĂƉůĂƚĂĨŽƌŵĂ͕ĚŽƉŽŶƚŽĚĞǀŝƐƚĂĚŽĚŽĐĞŶƚĞ͕ ƉĞƌŵŝƚĂ͕ĚĞĨŽƌŵĂĨĄĐŝů͕ŝŶĐŽƌƉŽƌĂƌĞŐĞƌŝƌĂƟǀŝĚĂĚĞƐ de comunicação de um para um e de um para mui- ƚŽƐ͕ĚĞĨŽƌŵĂƐşŶĐƌŽŶĂĞĂƐƐşŶĐƌŽŶĂ͕ĂĚŝƐƚƌŝďƵŝĕĆŽĞ ŵŽŶŝƚŽƌŝnjĂĕĆŽĚĞĂƟǀŝĚĂĚĞƐĞƚĂƌĞĨĂƐ͕ĂĂǀĂůŝĂĕĆŽĚĂƐ aprendizagens e formas rápidas de feedback. ŽƉŽŶƚŽĚĞǀŝƐƚĂĚŽƐĂƉƌĞŶĚĞŶƚĞƐ͕ĂƐƉůĂƚĂĨŽƌŵĂƐ ĚĞǀĞƌĆŽ ĨĂǀŽƌĞĐĞƌ Ă ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ ĂƵƚŽƌƌĞŐƵůĂĚĂ͕ ƉĞƌŵŝƟŶĚŽƋƵĞŽƐĂůƵŶŽƐŽƌŐĂŶŝnjĞŵ͕ƉƌŽĐĞƐƐĞŵ͕ĂŶĂ- ůŝƐĞŵĞŝŶƚĞƌƉƌĞƚĞŵŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽ͕ƋƵĞƉůĂŶĞŝĞŵ͕ŵŽŶŝ- ƚŽƌŝnjĞŵĞƌĞŇŝƚĂŵƐŽďƌĞĂƐƵĂƉƌſƉƌŝĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ ƋƵĞĨŽƌŶĞĕĂŵĞǀŝĚġŶĐŝĂƐĚŽƉƌŽŐƌĞƐƐŽ͕ƋƵĞƉĂƌƟůŚĞŵ ŝĚĞŝĂƐĞĞŶĐŽŶƚƌĞŵƐŽůƵĕƁĞƐĐƌŝĂƟǀĂƐ͘ĞǀĞƌĆŽĂŝŶĚĂ ŽĨĞƌĞĐĞƌ Ă ŽƉŽƌƚƵŶŝĚĂĚĞ ĚĞ ƚƌĂďĂůŚĂƌ ĐŽůĂďŽƌĂƟǀĂ- ŵĞŶƚĞ͕ĚĞĂƉƌĞƐĞŶƚĂƌͬĞŶǀŝĂƌŽƚƌĂďĂůŚŽĂŽĚŽĐĞŶƚĞĞ de receber rápido feedback. É ainda importante que as plataformas contemplem procedimentos de auten- ƟĐĂĕĆŽƋƵĞĐŽŵƉƌŽǀĞŵĂŝĚĞŶƟĚĂĚĞĚŽƐĂůƵŶŽƐ͕ĚĞ ĨŽƌŵĂĂĞǀŝƚĂƌͲƐĞĂĞdžŝƐƚġŶĐŝĂĚĞĚƷǀŝĚĂƐƐŽďƌĞĂĂƵƚŽ- ƌŝĂĚĂƐĂƟǀŝĚĂĚĞƐƌĞĂůŝnjĂĚĂƐ͘ YƵĞŵŽĚĞůŽƐĚĞƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽĞdžŝƐƚĞŵĞĐŽŵŽ ƉůĂŶŝĮĐĂƌ͍ A escola deverá dispor de um Plano de Ação para ŽĞƐĞŶǀŽůǀŝŵĞŶƚŽŝŐŝƚĂů;WͿ͕ŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽĨƵŶ- damental para o desenvolvimento digital da escola. ƐƚĞ W ŝŵƉůŝĐĂ Ă ŝĚĞŶƟĮĐĂĕĆŽ ĚĂƐ ŝŶĨƌĂĞƐƚƌƵ- ƚƵƌĂƐ͕ ĐŽŶĞĐƟǀŝĚĂĚĞ Ğ ĞƋƵŝƉĂŵĞŶƚŽ ĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ Ƶŵ ƉůĂŶĞĂŵĞŶƚŽĞ ĚĞƐĞŶǀŽůǀŝŵĞŶƚŽĞĮĐĂnjĞƐ ĚĂĐĂƉĂ- ĐŝĚĂĚĞ ĚŝŐŝƚĂů͕ ŝŶĐůƵŝŶĚŽ ĐĂƉĂĐŝĚĂĚĞƐ ŽƌŐĂŶŝnjĂƟǀĂƐ ĂƚƵĂůŝnjĂĚĂƐ͕ĂŝĚĞŶƟĮĐĂĕĆŽĚŽŶşǀĞůĚĞƉƌŽĮĐŝġŶĐŝĂ digital e formas de capacitação dos professores e o acesso a conteúdos de aprendizagem de elevada qualidade e a plataformas seguras que respeitem ĂƉƌŝǀĂĐŝĚĂĚĞĞĂƐŶŽƌŵĂƐĠƟĐĂƐ͘ĞƐĞũĂǀĞůŵĞŶƚĞ͕ esse plano deverá também incluir a referência a ŵŽĚĞůŽƐĚĞƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽ͘ ƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽĚĞŵŽĚĞůŽƐŚşďƌŝĚŽƐĚĞĞĚƵĐĂĕĆŽ ĚĞǀĞƌĄĚĂƌƉƌĞĨĞƌġŶĐŝĂĂĂƟǀŝĚĂĚĞƐƋƵĞĨĂǀŽƌĞĕĂŵŽ
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    Projeto A Pare PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^ 64 Ensino digital | Carlos Pinheiro desenvolvimento de competências trans- versais e interdisciplinares de forma inte- ŐƌĂĚĂĞĂƌƟĐƵůĂĚĂ͕ŝŶĐůƵŝŶĚŽĂĚƵĐĂĕĆŽ ƉĂƌĂ Ă ŝĚĂĚĂŶŝĂ͕ ƉĞůŽ ƋƵĞ ĚĞƐĞũĂǀĞů- ŵĞŶƚĞƌĞĂůŝnjĂƌͲƐĞͲĄŶŽĐŽŶƚĞdžƚŽĚŽŽŶƐĞ- ůŚŽĚĞdƵƌŵĂ͕ĞŵĂƌƟĐƵůĂĕĆŽĐŽŵŽWůĂŶŽ ĚĞdƌĂďĂůŚŽĚĞdƵƌŵĂĞĂŶƚĞƐĚŽŝŶşĐŝŽĚĂƐ ĂƟǀŝĚĂĚĞƐ ůĞƟǀĂƐ͘ K ƚƌĂďĂůŚŽ ĐŽůĂďŽƌĂ- ƟǀŽĚŽƐĚŽĐĞŶƚĞƐƐĞƌĄŝŵƉŽƌƚĂŶƚĞŶĆŽƐſ ŶĞƐƚĂĨĂƐĞĚĞƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽ͕ĐŽŵŽĂŽůŽŶŐŽ de todo o processo. ^ƵŐĞƌĞͲƐĞ ƵŵĂ ĚŝǀĞƌƐŝĮĐĂĕĆŽ ĚĂƐ ŵŽĚĂůŝĚĂĚĞƐ ĚĞ ƚƌĂďĂůŚŽ͕ ƉƌŝǀŝůĞŐŝĂŶĚŽ͕ ĐŽŶƚƵĚŽ͕ ĂƐ ŵŽĚĂůŝĚĂĚĞƐ ĚĞ ƚƌĂďĂůŚŽ ĐŽůĂďŽƌĂƟǀŽ͕ĞŵƉĂƌĞƐŽƵĞŵŐƌƵƉŽƐŵĂŝƐĂůĂƌŐĂĚŽƐ͕ usandoastecnologiasdigitaisparapromoveroenvolvi- ŵĞŶƚŽĂƟǀŽĞĐƌŝĂƟǀŽĚŽƐĂůƵŶŽƐŶĂĐŽŶƐƚƌƵĕĆŽĚŽƐĞƵ ƉƌſƉƌŝŽ ĐŽŶŚĞĐŝŵĞŶƚŽ͘ ƐƚƌĂƚĠŐŝĂƐ ƉĞĚĂŐſŐŝĐĂƐ ƋƵĞ ĨŽŵĞŶƚĞŵĂƐĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂƐƚƌĂŶƐǀĞƌƐĂŝƐĚŽƐĂůƵŶŽƐ͕Ă ƌĞŇĞdžĆŽĞĂĞdžƉƌĞƐƐĆŽĐƌŝĂƟǀĂ͕ĚĞĨŽƌŵĂƚƌĂŶƐĚŝƐĐŝƉůŝ- ŶĂƌ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ŶŽąŵďŝƚŽĚĞƵŵϮ Ϳ͕ĐŽŶĚƵnjĞŵ ŚĂďŝƚƵĂůŵĞŶƚĞăƌĞĂůŝnjĂĕĆŽĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŶƐŵĂŝƐƐŝŐ- ŶŝĮĐĂƟǀĂƐ͘ďƌŝƌĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĂƉƌŽďůĞŵĄƟĐĂƐĚĂ ǀŝĚĂĂƚƵĂů͕ĞŶǀŽůǀĞŶĚŽŽƐĂůƵŶŽƐĞŵĂƟǀŝĚĂĚĞƐƉƌĄƟ- ĐĂƐ͕ŶĂŝŶǀĞƐƟŐĂĕĆŽĐŝĞŶơĮĐĂŽƵŶĂƌĞƐŽůƵĕĆŽĚĞƉƌŽ- ďůĞŵĂƐĐŽŶĐƌĞƚŽƐ͕ƋƵĞƐĞƚƌĂĚƵnjĂŵ͕ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ŶĂ ƌĞĂůŝnjĂĕĆŽĚĞƚĂƌĞĨĂƐƋƵĞƉĞƌŵŝƚĂŵĂŽƐĂůƵŶŽƐĞdžƉƌĞƐ- ƐĂƌͲƐĞĂƚƌĂǀĠƐĚĞŵĞŝŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ŵŽĚŝĮĐĂŶĚŽĞĐƌŝĂŶĚŽ ĐŽŶƚĞƷĚŽĚŝŐŝƚĂů;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ǀşĚĞŽƐ͕ĄƵĚŝŽƐ͕ĨŽƚŽƐ͕ ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕƁĞƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ ďůŽŐƵĞƐ͕ ƉĄŐŝŶĂƐ web͕ wikis͕ ĞͲƉŽƌƚĞĨſůŝŽƐ͕ĚŝĄƌŝŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͘͘͘ͿƐĞƌĄ ƵŵĨĂƚŽƌĚĞŵŽƟǀĂĕĆŽĂĚŝĐŝŽŶĂůĞĐŽŵƌĞƐƵůƚĂĚŽƐƐĞŵ- ƉƌĞƐƵƌƉƌĞĞŶĚĞŶƚĞƐ͘ĨƵŶĚĂŵĞŶƚĂů͕ŶĞƐƚĞƐĐĂƐŽƐ͕ƚƌĂ- ďĂůŚĂƌŽƚĞŵĂĚŽƐĚŝƌĞŝƚŽƐĚĞĂƵƚŽƌĞĚĂƐůŝĐĞŶĕĂƐƋƵĞ ƐĞĂƉůŝĐĂŵĂŽƐĐŽŶƚĞƷĚŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ďĞŵĐŽŵŽĂĨŽƌŵĂ ĚĞƌĞĨĞƌĞŶĐŝĂƌĨŽŶƚĞƐĞĂƚƌŝďƵŝƌůŝĐĞŶĕĂƐ͕ĞĐĂƉĂĐŝƚĂƌŽƐ alunos para gerir riscos e usar tecnologias digitais de forma segura e responsável. ^ĞƌĄƚĂŵďĠŵŝŵƉŽƌƚĂŶƚĞƋƵĞĂƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽĐŽŶƐŝ- dere oportunidades de aprendizagem personalizada ŶŽąŵďŝƚŽĚĂĚŝĨĞƌĞŶĐŝĂĕĆŽƉĞĚĂŐſŐŝĐĂ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ Ϯ KƐʹĚŽŵşŶŝŽƐĚĞĂƵƚŽŶŽŵŝĂĐƵƌƌŝĐƵůĂƌʹĐŽŶƐƟƚƵĞŵ ƵŵĂŽƉĕĆŽĐƵƌƌŝĐƵůĂƌĚĞƚƌĂďĂůŚŽŝŶƚĞƌĚŝƐĐŝƉůŝŶĂƌĞŽƵĂƌƟĐƵůĂ- ção curricular,ĐƵũĂƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽĚĞǀĞŝĚĞŶƟĮĐĂƌĂƐĚŝƐĐŝƉůŝŶĂƐ envolvidas e a forma de organização. (Decreto-Lei n.o ϱϱͬϮϬϭϴ ʹƌƟŐŽϵ͘o ) dar a diferentes alunos diferentes tarefas digitais para atender a necessidades indi- ǀŝĚƵĂŝƐ ĚĞ ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ ƉƌĞĨĞƌġŶĐŝĂƐ Ğ ŝŶƚĞƌĞƐƐĞƐͿ Ğ ƚĞƌ Ğŵ ůŝŶŚĂ ĚĞ ĐŽŶƚĂ ƋƵĞ͕ Ğŵ ƉĂƌƟĐƵůĂƌ ŶĂƐ ĂƟǀŝĚĂĚĞƐ ƌĞĂůŝnjĂĚĂƐ Ă ĚŝƐƚąŶĐŝĂ͕ƉŽĚĞƌĆŽƐƵƌŐŝƌĚŝĮĐƵůĚĂĚĞƐƉƌĄ- ƟĐĂƐ ŽƵ ƚĠĐŶŝĐĂƐ ;ƉŽƌ ĞdžĞŵƉůŽ͕ ĂĐĞƐƐŽ Ă ĚŝƐƉŽƐŝƟǀŽƐĞƌĞĐƵƌƐŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐŽƵĨĂůƚĂĚĞ ĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐͿ͕ ĚĞǀĞŶĚŽ ƉŽƌ ŝƐƐŽ prever-se formas de apoio para os alunos que necessitem. džŝƐƚĞŵǀĄƌŝŽƐŵŽĚĞůŽƐĚĞƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽ ĚĞĂŵďŝĞŶƚĞƐŚşďƌŝĚŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ como o dos cenários de aprendizagem da ƵƌŽƉĞĂŶ ^ĐŚŽŽůŶĞƚ3 (ŚƩƉƐ͗ͬͬĨĐů͘ĞƵŶ͘ŽƌŐͬƚŽŽůƐĞƚϯ) ou os do ůĂLJƚŽŶŚƌŝƐƚĞŶƐĞŶ/ŶƐƟƚƵƚĞ4 . Seja qual for Ž ŵŽĚĞůŽ ĂĚŽƚĂĚŽ͕ Ă ƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽ ĚĞǀĞƌĄ ƉƌĞǀĞƌ ĂƐ ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŶƐ Ă ƌĞĂůŝnjĂƌ Ğ Ă ƐƵĂ ĐĂůĞŶĚĂƌŝnjĂĕĆŽ͕ ŽƐ ƌĞĐƵƌƐŽƐŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽƐ͕ĂĚĞƐĐƌŝĕĆŽĐůĂƌĂĚĂƐƚĂƌĞĨĂƐĞ ĚĂĨŽƌŵĂĐŽŵŽŽƐƌĞĐƵƌƐŽƐŝƌĆŽƐĞƌƵƐĂĚŽƐ͕ĂĂǀĂůŝĂ- ção e o papel dos alunos e do(s) professor(es) em cada ƵŵĂĚĂƐĞƚĂƉĂƐ͘DĂŝƐăĨƌĞŶƚĞ͕ŵŽƐƚƌĂƌĞŵŽƐĐŽŵŽĂ ĐŽŶĐĞĕĆŽ ĚĞ ĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞƐ ƐĞ ĐŽŶĐƌĞƟnjĂ ŵĞĚŝĂŶƚĞ Ă aplicação destes modelos. ^ĞůĞĐŝŽŶĂƌĞĐƌŝĂƌƌĞĐƵƌƐŽƐĞĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞƐ KƋƵĞƐĆŽďŽŶƐƌĞĐƵƌƐŽƐƉĂƌĂĞĚƵĐĂĕĆŽĚŝŐŝƚĂů ĞŽŶĚĞĞŶĐŽŶƚƌĄͲůŽƐ͍ ĞƐƐĞŶĐŝĂů ƋƵĞ Ž ĚŽĐĞŶƚĞ ĚŝƐƉŽŶŚĂ ĚĂƐ ĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂƐŶĞĐĞƐƐĄƌŝĂƐƉĂƌĂƵƐĂƌ͕ĐƌŝĂƌ͕ƉĂƌƟůŚĂƌ ĞƉůĂŶŝĮĐĂƌĂƵƟůŝnjĂĕĆŽĚĞƌĞĐƵƌƐŽƐĞĚƵĐĂƟǀŽƐĚŝŐŝ- ƚĂŝƐ ĚĞ ĨŽƌŵĂ ĞĨĞƟǀĂ Ğ ƌĞƐƉŽŶƐĄǀĞů͘ ŵ ĂŵďŝĞŶƚĞƐ online͕ŽƐƌĞĐƵƌƐŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐƐĆŽĂƉƌŝŶĐŝƉĂůĨŽƌŵĂĚĞ ĐŽŶƚĂĐƚŽĚŽƐĂůƵŶŽƐĐŽŵŽƐĐŽŶƚĞƷĚŽƐĐƵƌƌŝĐƵůĂƌĞƐ͕ pelo que uma cuidadosa seleção é fundamental para o sucesso da aprendizagem esperada.EĂƚƵƌĂůŵĞŶƚĞ͕ a avaliação e seleção de recursos deverá estar sempre ŽƌŝĞŶƚĂĚĂƉĂƌĂŽŽďũĞƟǀŽĞƐƉĞĐşĮĐŽĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ ĞƚĞƌĞŵĐŽŶƚĂŽĐŽŶƚĞdžƚŽ͕ĂĂďŽƌĚĂŐĞŵƉĞĚĂŐſŐŝĐĂĞ ŽŶşǀĞůĚĞĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂĚŽƐĂůƵŶŽƐ͘ 3 sĞƌĞdžĞŵƉůŽƐĞŵƉŽƌƚƵŐƵġƐĞŵŚƩƉƐ͗ͬͬĨĐů͘ĞƵŶ͘ŽƌŐͬƉƚͺWdͬ ƚŽŽůϯƉϭ 4 ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĐŚƌŝƐƚĞŶƐĞŶŝŶƐƟƚƵƚĞ͘ŽƌŐͬǁƉͲĐŽŶƚĞŶƚͬƵƉůŽĂĚƐͬ ϮϬϭϯͬϬϰͬůĂƐƐŝĨLJŝŶŐͲͲϭϮͲďůĞŶĚĞĚͲůĞĂƌŶŝŶŐ͘ƉĚĨ ƐƚƌĂƚĠŐŝĂƐƉĞĚĂŐſŐŝĐĂƐ que fomentem as competências transversais dos ĂůƵŶŽƐ͕ĂƌĞŇĞdžĆŽĞĂ ĞdžƉƌĞƐƐĆŽĐƌŝĂƟǀĂ͕ĚĞ forma transdisciplinar conduzem ŚĂďŝƚƵĂůŵĞŶƚĞ ăƌĞĂůŝnjĂĕĆŽĚĞ aprendizagens mais ƐŝŐŶŝĮĐĂƟǀĂƐ͘
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    65 Projeto A Pare PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^ No Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores – DigCompEduϱ ͕ĂĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂĚŽƐƉƌŽ- fessores para avaliar recursos é destacada em dife- ƌĞŶƚĞƐŶşǀĞŝƐĚĞĐŽŵƉůĞdžŝĚĂĚĞ͗ĂǀĂůŝĂƌĂƋƵĂůŝĚĂĚĞĚĞ recursos digitais – em termos gerais e com base em ĐƌŝƚĠƌŝŽƐďĄƐŝĐŽƐ͕ĐŽŵŽƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ůŽĐĂůĚĞƉƵďůŝ- ĐĂĕĆŽ͕ ĂƵƚŽƌŝĂ͕ ĐŽŵĞŶƚĄƌŝŽƐ ĚĞ ŽƵƚƌŽƐ ƵƟůŝnjĂĚŽƌĞƐ͘ ƵŵŶşǀĞůŝŶƚĞƌŵĠĚŝŽ͕ŵĂƐĚĞŵĂŝŽƌĞdžŝŐġŶĐŝĂ͕ƉĞĚĞͲ ͲƐĞĂŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌƋƵĞƐĞũĂĐĂƉĂnjĚĞĂǀĂůŝĂƌĂĮĂďŝůŝĚĂĚĞ de recursos digitais e a sua adequação para o grupo ĚĞĂƉƌĞŶĚĞŶƚĞƐĞŽďũĞƟǀŽĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĞƐƉĞĐş- ĮĐŽ͘ŝŶĂůŵĞŶƚĞĂƵŵŶşǀĞůŵĂŝƐĞůĞǀĂĚŽĚĞĞdžŝŐġŶĐŝĂ ƉĞĚĞͲƐĞĂŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌƉĂƌĂĂǀĂůŝĂƌĂĮĂďŝůŝĚĂĚĞĞĂĚĞ- quação do conteúdo com base numa combinação de ĐƌŝƚĠƌŝŽƐ͕ǀĞƌŝĮĐĂŶĚŽƚĂŵďĠŵĂƐƵĂƉƌĞĐŝƐĆŽĞŶĞƵ- tralidade. A Internet oferece um manancial imensurável ĚĞ ƌĞĐƵƌƐŽƐ ĞĚƵĐĂƟǀŽƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ ĚĞƐĚĞ ĨŽƚŽŐƌĂĮĂƐ͕ ĚŽĐƵŵĞŶƚĂĕĆŽ ĞƐĐƌŝƚĂ ƐŽď Ă ĨŽƌŵĂ ĚĞ ƚĞdžƚŽƐ͕ ƋƵĞ ƉŽĚĞŵƐĞƌĐŽŵďŝŶĂĚŽƐĐŽŵŐƌĄĮĐŽƐ͕ŇƵdžŽŐƌĂŵĂƐ͕ ĚŝĂŐƌĂŵĂƐ͕ ƚĂďĞůĂƐ͕ ďĂƐĞƐ ĚĞ ĚĂĚŽƐ͕ ŚŝƐƚſƌŝĂƐ ĚŝŐŝ- ƚĂŝƐ͕ ĂŶŝŵĂĕƁĞƐ͕ ǀşĚĞŽƐ͕ ŽďũĞƚŽƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐ ƚƌŝĚŝŵĞŶ- ƐŝŽŶĂŝƐ Ğ ƌĞƉƌĞƐĞŶƚĂĕƁĞƐ ĞƐƉĂĐŝĂŝƐ͕ ƌĞƉƌĞƐĞŶƚĂĕƁĞƐ ĚĞ ƌĞĂůŝĚĂĚĞ ǀŝƌƚƵĂů ŽƵ ĂƵŵĞŶƚĂĚĂ͕ ƐŝŵƵůĂĕƁĞƐ͕ ŵĂŶƵĂŝƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ ũŽŐŽƐ͕ ĂŵďŝĞŶƚĞƐ ǀŝƌƚƵĂŝƐ͕ ƌĞĐƵƌ- ƐŽƐĞĚƵĐĂƟǀŽƐĂďĞƌƚŽƐ͕ebooks͕ǀŝĚĞŽũŽŐŽƐƐĠƌŝŽƐŽƵ ĐŽŵĞƌĐŝĂŝƐĐŽŵĮŶĂůŝĚĂĚĞƐĞĚƵĐĂƟǀĂƐ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ DŝŶĞĐƌĂŌͿ͕ƌĞƉŽƐŝƚſƌŝŽƐĚĞƌĞĐƵƌƐŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐĞŽƵƚƌĂƐ plataformas de conteúdos e recursos. Em Portugal ƚĞŵŽƐ ĞdžĐĞůĞŶƚĞƐ ƉůĂƚĂĨŽƌŵĂƐ ĚĞ ƌĞĐƵƌƐŽƐ ůŝǀƌĞƐ͕ ĐŽŵŽ Ă ĂƐĂ ĚĂƐ ŝġŶĐŝĂƐ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĐĂƐĂĚĂƐ- ĐŝĞŶĐŝĂƐ͘ŽƌŐͿ͕ĂZdWŶƐŝŶĂ;ŚƩƉƐ͗ͬͬĞŶƐŝŶĂ͘ƌƚƉ͘ƉƚͿ͕Ž Portal Pordata (ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ƉŽƌĚĂƚĂ͘ƉƚͿŽƵĂŚĂŶ Academy (ŚƩƉƐ͗ͬͬƉƚͲƉƚ͘ŬŚĂŶĂĐĂĚĞŵLJ͘ŽƌŐͿ͕ Ğ ƐŽůƵ- ĕƁĞƐĐŽŵĞƌĐŝĂƐĚĞŵƵŝƚŽďŽĂƋƵĂůŝĚĂĚĞ͕ĚĞƋƵĞƐĆŽ ĞdžĞŵƉůŽĂƐƉůĂƚĂĨŽƌŵĂƐĚĂƐĞĚŝƚŽƌĂƐĞƐĐŽůĂƌĞƐ͕ĐŽŵŽ a Aula Digital da Leya (ŚƩƉƐ͗ͬͬĂƵůĂĚŝŐŝƚĂů͘ůĞLJĂ͘ĐŽŵ). ^ĞŶĚŽƉƌŽĚƵnjŝĚŽƐƉŽƌĞƋƵŝƉĂƐĚĞƉƌŽĮƐƐŝŽŶĂŝƐƋƵĞ ĂƐƐĞŐƵƌĂŵŽƌŝŐŽƌ͕ĂĚŝǀĞƌƐŝĚĂĚĞĞĂĐŽŶƐŝƐƚġŶĐŝĂĚŽƐ ƌĞĐƵƌƐŽƐ͕ŽƐĐŽŶƚĞƷĚŽƐĚĂƵůĂŝŐŝƚĂů oferecem um ŐƌĂƵĚĞĐŽŶĮĂŶĕĂĞǀĂůŽƌĂĐƌĞƐĐŝĚŽƐƌĞůĂƟǀĂŵĞŶƚĞ ĂŽƐ ƌĞĐƵƌƐŽƐ ůŝǀƌĞƐ ĚĂ /ŶƚĞƌŶĞƚ͕ Ğ ĞƐƚĆŽ ĂůŝŶŚĂĚŽƐ ĐŽŵŽĐƵƌƌşĐƵůŽĞŽƌŝĞŶƚĂĚŽƐƉĂƌĂŽďũĞƟǀŽƐĞƐƚƌŝƚĂ- ŵĞŶƚĞƉĞĚĂŐſŐŝĐŽƐ͘ƵůĂŝŐŝƚĂůĨŽƌŶĞĐĞƚĂŵďĠŵ ƐƵƉŽƌƚĞĞŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽƐĚĞĂƉŽŝŽăĞdžƉůŽƌĂĕĆŽĚŽƐ ϱ ŚƩƉ͗ͬͬĂƌĞĂ͘ĚŐĞ͘ŵĞĐ͘ƉƚͬĚŽǁŶůŽĂĚͬŝŐŽŵƉĚƵͺϮϬϭϴ͘ƉĚĨ ƉƌſƉƌŝŽƐƌĞĐƵƌƐŽƐ͕ĨĂĐŝůŝƚĂŶĚŽƐŽďƌĞŵĂŶĞŝƌĂŽƚƌĂďĂ- ůŚŽĚŽĚŽĐĞŶƚĞ͘ Mas como selecionar os recursos mais adequados no meio de tanta diversidade? dϲ ͕ ƵŵĂ ĂŐġŶĐŝĂ ŐŽǀĞƌŶĂŵĞŶƚĂů ďƌŝƚąŶŝĐĂ ƉĂƌĂĂƐƚĞĐŶŽůŽŐŝĂƐŶĂĞĚƵĐĂĕĆŽ͕ŝĚĞŶƟĮĐĂƵŵĐŽŶ- ũƵŶƚŽĚĞƉƌŝŶĐşƉŝŽƐĚĞƋƵĂůŝĚĂĚĞĚŽƐƌĞĐƵƌƐŽƐĞĚƵĐĂ- ƟǀŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͗ ͻŽƌĞĐƵƌƐŽĨĂǀŽƌĞĐĞĂŝŶĐůƵƐĆŽĞŽĂĐĞƐƐŽ͖ ͻ ŽƌĞĐƵƌƐŽĠĚĞƐĂĮĂŶƚĞĞŵŽƟǀĂĚŽƌĞƉŽƚĞŶĐŝĂŽ ĞŶǀŽůǀŝŵĞŶƚŽĚŽƐĂůƵŶŽƐŶĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͖ ͻ ŽƌĞĐƵƌƐŽƚĞŵƉŽƚĞŶĐŝĂůƉĂƌĂƵŵĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ ĞĨĞƟǀĂĞĞĮĐĂnj͖ ͻ ŽƌĞĐƵƌƐŽƉƌŽƉŝĐŝĂƵŵĂĂǀĂůŝĂĕĆŽĨŽƌŵĂƟǀĂĞŽƌŝĞŶ- ƚĂĚĂƉĂƌĂĂƉŽŝĂƌŽƉƌŽŐƌĞƐƐŽŶĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͖ ͻ ŽƌĞĐƵƌƐŽĨĂǀŽƌĞĐĞƵŵĂƌŝŐŽƌŽƐĂĂǀĂůŝĂĕĆŽƐƵŵĂ- ƟǀĂ͖ ͻ Ž ƌĞĐƵƌƐŽ Ġ ŝŶŽǀĂĚŽƌ Ğ ƉƌŽƉŝĐŝĂ ĂďŽƌĚĂŐĞŶƐ ƉĞĚĂŐſŐŝĐĂƐŝŶŽǀĂĚŽƌĂƐ͖ ͻ ŽƌĞĐƵƌƐŽĠĨĄĐŝůĚĞƵƐĂƌƉĞůŽƐĂůƵŶŽƐ͖ ͻ ŽƌĞĐƵƌƐŽƚĞŵƵŵĂĞůĞǀĂĚĂĐŽŶǀĞƌŐġŶĐŝĂĐƵƌƌŝ- cular. ǀŝĚĞŶƚĞŵĞŶƚĞ͕ĞƐƚĞƉƌŽĐĞƐƐŽĞdžŝŐĞƚĞŵƉŽĞĞdžƉĞ- ƌŝġŶĐŝĂ͕ƉĞůŽƋƵĞƚĂŵďĠŵĂƋƵŝŽƚƌĂďĂůŚŽĐŽůĂďŽƌĂƟǀŽ ĚĞĚŽĐĞŶƚĞƐĠĨƵŶĚĂŵĞŶƚĂů͕ĞĞdžŝƐƚĞŵĐŽŵƵŶŝĚĂĚĞƐ onlineŵƵŝƚŽĂƟǀĂƐ͕ŽŶĚĞŵŝůŚĂƌĞƐĚĞƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞƐƉĂƌ- ƟůŚĂŵ ĂƐ ƐƵĂƐ ĞdžƉĞƌŝġŶĐŝĂƐ ĚĞ ƐƵĐĞƐƐŽ Ğŵ ĂŵďŝĞŶ- tes digitais e esclarecem as dúvidas mais comuns. Em ĞŶƐŝŶŽ ŚşďƌŝĚŽ͕ ĚĞǀĞŵŽƐ ƉƌŝǀŝůĞŐŝĂƌ Ă ĚŝǀĞƌƐŝĚĂĚĞ ĚĞ ƌĞĐƵƌƐŽƐ͕ƟƌĂŶĚŽƉĂƌƟĚŽĚŽŵƵůƟŵĠĚŝĂƋƵĞŽƐĂŵďŝĞŶ- ƚĞƐĚŝŐŝƚĂŝƐŽĨĞƌĞĐĞŵ͕Ğ͕ƐŽďƌĞƚƵĚŽ͕ĞǀŝƚĂƌĂƚĞŶƚĂĕĆŽ de usar apenas os mesmos materiais usados nas aulas presenciais (o que funciona bem em regime presencial ŶĆŽƐĞƌĄŶĞĐĞƐƐĂƌŝĂŵĞŶƚĞĞĮĐĂnjƋƵĂŶĚŽŽĂůƵŶŽŶĆŽ está na presença do professor). Deve-se também veri- ĮĐĂƌƐĞŽƐƌĞĐƵƌƐŽƐƵƐĂŵƵŵĂůŝŶŐƵĂŐĞŵĐůĂƌĂĞŽďũĞ- ƟǀĂĞƋƵĞƐĞũĂĞŶƚĞŶĚŝĚĂƉĞůŽƐĂůƵŶŽƐŶƵŵĂƵƟůŝnjĂĕĆŽ ĂƵƚſŶŽŵĂ͕͘ĮŶĂůŵĞŶƚĞ͕ƉŽŶĚĞƌĂƌƉŽƐƐşǀĞŝƐƌĞƐƚƌŝĕƁĞƐ ƉĂƌĂ Ă ƵƟůŝnjĂĕĆŽ ŽƵ ƌĞƵƟůŝnjĂĕĆŽ ĚĞ ƌĞĐƵƌƐŽƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐ ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ĚŝƌĞŝƚŽƐĚĞĂƵƚŽƌ͕ƟƉŽĚĞĮĐŚĞŝƌŽ͕ƌĞƋƵŝ- ƐŝƚŽƐƚĠĐŶŝĐŽƐ͕ĚŝƐƉŽƐŝĕƁĞƐůĞŐĂŝƐ͕ĂĐĞƐƐŝďŝůŝĚĂĚĞͿ͘ ϲ d;ϮϬϬϳͿYƵĂůŝƚLJWƌŝŶĐŝƉůĞƐĨŽƌĚŝŐŝƚĂůůĞĂƌŶŝŶŐƌĞƐŽƵƌĐĞƐ͘ ^ƵŵŵĂƌLJ/ŶĨŽƌŵĂƟŽŶ. Online͘ŝƐƉŽŶşǀĞůĞŵŚƩƉƐ͗ͬͬůĂĞƌĞŵŝ- ĚĚĞů͘ĚŬͬǁƉͲĐŽŶƚĞŶƚͬƵƉůŽĂĚƐͬϮϬϭϮͬϬϳͬYƵĂůŝƚLJͺƉƌŝŶĐŝƉůĞƐ͘ƉĚĨ. ŽŶƐƵůƚĂĚŽĞŵϮϵͲϭϭͲϮϬϮϬ͘
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    Projeto A Pare PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^ 66 Ensino digital | Carlos Pinheiro KĚŽĐĞŶƚĞƉŽĚĞƌĄƚĂŵďĠŵĚĞƐĞŶǀŽůǀĞƌĂƟǀŝĚĂĚĞƐ de ĐƵƌĂĚŽƌŝĂĚĞƌĞĐƵƌƐŽƐ͕ƉƌŽĐĞĚĞŶĚŽ͕ĚĞĨŽƌŵĂƐŝƐƚĞ- ŵĄƟĐĂ͕ăŝĚĞŶƟĮĐĂĕĆŽ͕ǀĂůŝĚĂĕĆŽ͕ĚĞƐĐƌŝĕĆŽĞĚŝƐƉŽŶŝ- bilização de recursos digitais de forma organizada (por ĞdžĞŵƉůŽ͕ĚĞĂĐŽƌĚŽĐŽŵƚĞŵĂƐĚŽĐƵƌƌşĐƵůŽͿ͘džŝƐƚĞŵ ĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐĚŝŐŝƚĂŝƐƋƵĞĨĂĐŝůŝƚĂŵĞƐƐĞƉƌŽĐĞƐƐŽ͕ĐŽŵŽ o tĂŬĞůĞƚ ŚƩƉƐ͗ͬͬǁĂŬĞůĞƚ͘ĐŽŵͿ͕ŽůŝƉďŽĂƌĚŚƩƉƐ͗ͬͬ ŇŝƉďŽĂƌĚ͘ĐŽŵͿ͕ Ž Symbaloo ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ƐLJŵďĂůŽŽ͘ com) e o Diigo (ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĚŝŝŐŽ͘ĐŽŵͿ͘ƐƚĞƟƉŽĚĞ ĂƟǀŝĚĂĚĞĂƐƐĞŐƵƌĂƌĄĂŽĚŽĐĞŶƚĞƵŵďĂŶĐŽĚĞƌĞĐƵƌ- ƐŽƐƋƵĂŶĚŽƟǀĞƌĚĞƐĞůĞĐŝŽŶĂƌŵĂƚĞƌŝĂŝƐƉĂƌĂĂĐŽŶ- ĐĞĕĆŽĚĂƐĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞƐĞƉŽĚĞƌĄƐĞƌŝŐƵĂůŵĞŶƚĞƵŵ ƉƌĞĐŝŽƐŽ ĂƵdžşůŝŽ ŶĂƐ ĂƟǀŝĚĂĚĞƐ ĚĞ ŝŶǀĞƐƟŐĂĕĆŽ ĚŽƐ alunos. ŽŵŽĐƌŝĂƌƌĞĐƵƌƐŽƐƉĂƌĂĞŶƐŝŶŽĚŝŐŝƚĂů͍ ŽŶƐƟƚƵŝŶĚŽ ƵŵĂ ĂƟǀŝĚĂĚĞ ďĂƐƚĂŶƚĞ ĞdžŝŐĞŶƚĞ Ğ ĐŽŵƉůĞdžĂ͕ĨƌĞƋƵĞŶƚĞŵĞŶƚĞĂĐĂƌŐŽĚĞĞƋƵŝƉĂƐŵƵů- ƟĚŝƐĐŝƉůŝŶĂƌĞƐ;ĞƐƉĞĐŝĂůŝƐƚĂƐĚĞĐŽŶƚĞƷĚŽ͕ĞƐƉĞĐŝĂůŝƐ- tas em designĚĞŵĂƚĞƌŝĂŝƐ͕ĞƐƉĞĐŝĂůŝƐƚĂƐĞŵdesign ŐƌĄĮĐŽĞĚĞŝŶƚĞƌĨĂĐĞ͕ƉƌŽŐƌĂŵĂĚŽƌĞƐ͕ŐĞƐƚŽƌĚĞƉƌŽ- ũĞƚŽ͕ĞƚĐ͘Ϳ͕ĂƉƌŽĚƵĕĆŽĚĞƌĞĐƵƌƐŽƐĞĚƵĐĂƟǀŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐ ĚĞĞůĞǀĂĚĂĐŽŵƉůĞdžŝĚĂĚĞ;ĂŶŝŵĂĕƁĞƐ͕ŝŶƚĞƌĂƟǀŝĚĂĚĞ͕ ƐŝŵƵůĂĕƁĞƐ͕ŐĂŵŝĮĐĂĕĆŽ͕ƌĞĂůŝĚĂĚĞǀŝƌƚƵĂů͕ŐĞƐƚĆŽĚĞ bases de dados) não está ao alcance do comum dos ĚŽĐĞŶƚĞƐ͘ ŽŶƚƵĚŽ͕ Ă ŵĂŝŽƌŝĂ ĚŽƐ ƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞƐ ƉŽƐ- ƐƵŝĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂƐƋƵĞ͕ĚĞĨŽƌŵĂƐŝŵƉůĞƐ͕ůŚĞƉĞƌŵŝ- ƚĞŵĐƌŝĂƌĞŽƵĂĚĂƉƚĂƌƌĞĐƵƌƐŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕƁĞƐ͕ƉĂƌƟůŚĂĚĂƐŶŽ^ůŝĚĞƐŚĂƌĞ͕ŶƵŵƐĞƌǀŝĕŽ ŶĂ ŶƵǀĞŵ ŽƵ ŶĂ ƉůĂƚĂĨŽƌŵĂ ĚĂ ĞƐĐŽůĂͿ͕ ŝŶƚĞŐƌĂŶĚŽ ĂŶŝŵĂĕƁĞƐ͕links͕ŵƵůƟŵĠĚŝĂŽƵĞůĞŵĞŶƚŽƐŝŶƚĞƌĂƟ- ǀŽƐ͕ƋƵĞƉĞƌŵŝƚĞŵƟƌĂƌƉĂƌƟĚŽĚĂƐǀĂŶƚĂŐĞŶƐĚĞƵŵ ƌĞĐƵƌƐŽ ĚŝŐŝƚĂů͘ ĂnjĞƌ ŵŽĚŝĮĐĂĕƁĞƐ ďĄƐŝĐĂƐ Ă ƌĞĐƵƌ- ƐŽƐ ĞĚƵĐĂƟǀŽƐ ĂďĞƌƚŽƐ͕ ƌĞƐƉĞŝƚĂŶĚŽ ŽƐ ƚĞƌŵŽƐ ĚĞ ůŝĐĞŶĐŝĂŵĞŶƚŽĚŽƐŵĞƐŵŽƐ͕ƉĂƌĂŽƐĂĚĞƋƵĂƌĂŽƐĞƵ ĐŽŶƚĞdžƚŽĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ĞĚŝĕĆŽŽƵ ĞdžĐůƵƐĆŽĚĞĞůĞŵĞŶƚŽƐ͕ĂĚĂƉƚĂĕĆŽĚĂƐĐŽŶĮŐƵƌĂĕƁĞƐ gerais ou combinação de diferentes recursos) é tam- bém uma forma de criar recursos. A simples gravação ĚĞƵŵǀşĚĞŽ;ĐŽŵŽƉƌſƉƌŝŽƚĞůĞŵſǀĞůͿĐŽŵŽĚŽĐĞŶƚĞ ĂĞdžƉůŝĐĂƌƵŵĐŽŶƚĞƷĚŽŵĂŝƐĐŽŵƉůĞdžŽŽƵĂĚĞŵŽŶƐ- ƚƌĂƌƵŵƉƌŽĐĞĚŝŵĞŶƚŽ͕ĞĂƐƵĂƉƵďůŝĐĂĕĆŽŶƵŵĂƉůĂ- ƚĂĨŽƌŵĂ ĚĞ ƉĂƌƟůŚĂ ĚĞ ǀşĚĞŽƐ ŽƵ ŶĂ ƉůĂƚĂĨŽƌŵĂ ĚĂ ĞƐĐŽůĂ͕ĠŽƵƚƌŽĞdžĐĞůĞŶƚĞĞdžĞŵƉůŽĨĄĐŝůĚĞĞdžĞĐƵƚĂƌ͘ ƐƚĂƐ ƐĆŽ ĂĕƁĞƐ ƌŽƟŶĞŝƌĂƐ ƋƵĞ ƌĞƋƵĞƌĞŵ ƉŽƵĐŽ ƉůĂŶĞĂŵĞŶƚŽĞĐƌŝĂƟǀŝĚĂĚĞ͕ŵĂƐ͕ĐĂĚĂǀĞnjŵĂŝƐ͕ĂƐ plataformasonlineŽĨĞƌĞĐĞŵ͕ŵĞƐŵŽŶĂƐƐƵĂƐǀĞƌƐƁĞƐ ŐƌĂƚƵŝƚĂƐ͕ŽƉŽƌƚƵŶŝĚĂĚĞƐĚĞĐƌŝĂƌƌĞĐƵƌƐŽƐĞĚƵĐĂƟǀŽƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐĚĞƋƵĂůŝĚĂĚĞƋƵĞĐŽŶƐƟƚƵĞŵĞdžĐĞůĞŶƚĞƐŽƉŽƌ- tunidades de aprendizagem e avaliação em ensino ŚşďƌŝĚŽ͘ ĞƐƚĂĐĂŵŽƐĂƋƵŝĂůŐƵŵĂƐ͗ ͻ ĐƌŝĂĕĆŽ ĚĞ ƉĄŐŝŶĂƐ web͗ tĞďŶŽĚĞ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬ ǁǁǁ͘ǁĞďŶŽĚĞ͘ƉƚͿ͕ 'ŽŽŐůĞ ^ŝƚĞƐ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬƐŝƚĞƐ͘ google.comͿ͕tŝdž;ŚƩƉƐ͗ͬͬƉƚ͘ǁŝdž͘ĐŽŵͿ͖ ͻ ĐƌŝĂĕĆŽ ĚĞ ƵŵĂ ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕĆŽ͗ WƌĞnjŝ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬ prezi.comͿ͕DŝĐƌŽƐŽŌ^ǁĂLJ;ŚƩƉƐ͗ͬͬƐǁĂLJ͘ŽĸĐĞ͘ comͿ͕ EĞĂƌƉŽĚ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬŶĞĂƌƉŽĚ͘ĐŽŵ ͕ ^ůŝĚŽ (ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘Ɛůŝ͘ĚŽͿ͕ ĚŽďĞ ^ƉĂƌŬ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬ ƐƉĂƌŬ͘ĂĚŽďĞ͘ĐŽŵͬƉƚͲZͿ͖ ͻ ĐƌŝĂĕĆŽĚĞƚĞƐƚĞƐĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽĨŽƌŵĂƟǀĂ͗ĂŚŽŽƚ (ŚƩƉƐ͗ͬͬŬĂŚŽŽƚ͘ĐŽŵͬͿ͕ YƵŝnjŝnjnj ;ŚƩƉƐ͗ͬͬƋƵŝnjŝnjnj͘ comͿ͕^ŽĐƌĂƟǀĞ;ŚƩƉƐ͗ͬͬƐŽĐƌĂƟǀĞ͘ĐŽŵͿ͕'ŽŽŐůĞ ŽƌŵƐ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ŐŽŽŐůĞ͘ĐŽŵͬĨŽƌŵƐͿ͕ tŽƌ- ĚǁĂůů;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁŽƌĚǁĂůů͘ŶĞƚͬƉƚͿ͖ ͻ ĐƌŝĂĕĆŽĚĞƉĞƋƵĞŶŽƐǀşĚĞŽƐƐŽďƌĞƚĞŵĂƐĚŽĐƵƌƌş- ĐƵůŽ͗WŽǁƚŽŽŶ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ƉŽǁƚŽŽŶ͘ĐŽŵͿ͕ŝƚĞĂ- ble (ŚƩƉƐ͗ͬͬďŝƚĞĂďůĞ͘ĐŽŵͿ͕ ŝnjŽĂ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ ŬŝnjŽĂ͘ĐŽŵͿ͕DŽŽǀůLJ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ŵŽŽǀůLJ͘ĐŽŵ)͖ ͻ ĐƌŝĂĕĆŽĚĞŝŶĨŽŐƌĄĮĐŽƐƐŽďƌĞƚĞŵĂƐĚŽĐƵƌƌşĐƵůŽ͗ WŝŬƚŽĐŚĂƌƚ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬƉŝŬƚŽĐŚĂƌƚ͘ĐŽŵͿ͕ 'ĞŶŝĂů͘ůLJ (ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ŐĞŶŝĂů͘ůLJͬĞŶͿ͕ /ŶĨŽŐƌĂŵ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬ infogram.com/ptͿ͕ ĂŶǀĂ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĐĂŶǀĂ͘ ĐŽŵͬƉƚͺƉƚͬĐƌŝĂƌͬŝŶĨŽŐƌĂĮĐŽͿ͕ sŝƐŵĞ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬ ǁǁǁ͘ǀŝƐŵĞ͘ĐŽͿ͖ ͻ ĐƌŝĂĕĆŽĚĞƵŵŵĂƉĂŵĞŶƚĂůŽƵŵƵƌĂůĚŝŐŝƚĂůƉĂƌĂ ĂƉƌĞƐĞŶƚĂƌ ŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽ ĚĞ ĨŽƌŵĂ ŽƌŐĂŶŝnjĂĚĂ͗ Mindomo (ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ŵŝŶĚŽŵŽ͘ĐŽŵͬƉƚͿ͕ Padlet (ŚƩƉƐ͗ͬͬƉĂĚůĞƚ͘ĐŽŵͿ͕ WŽƉƉůĞƚ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬ popplet.com). ^ĞƌĄĂĐŽŶƐĞůŚĄǀĞůĐŽŵĞĕĂƌĐŽŵƌĞĐƵƌƐŽƐĨĄĐĞŝƐĚĞ produzir e de disponibilizar online͕ŶƵŵĂůŝŶŐƵĂŐĞŵ ĐůĂƌĂĞĂĐĞƐƐşǀĞůƉĂƌĂŽƐĂůƵŶŽƐ͕ĞĞdžƉĞƌŝŵĞŶƚĂƌĚŝĨĞ- ƌĞŶƚĞƐąŶŐƵůŽƐĚĞĂďŽƌĚĂŐĞŵ;Ă/ŶƚĞƌŶĞƚĞƐƚĄĐŚĞŝĂ ĚĞĐŽŶƚĞƷĚŽƐƐŽďƌĞƚŽĚŽƐŽƐĂƐƐƵŶƚŽƐ͕ƉĞůŽƋƵĞĂŽƌŝ- ginalidade é muito valorizada pelos alunos). Se neces- ƐĄƌŝŽ͕ ƉŽĚĞƌĄ ƉĞĚŝƌͲƐĞ ĂũƵĚĂ ŶĂ ĞƐĐŽůĂ ĂŽƐ ĐŽůĞŐĂƐ ŵĂŝƐĞdžƉĞƌŝĞŶƚĞƐ͘ ^ĞũĂ ƋƵĂů ĨŽƌ Ž ƟƉŽ ĚĞ ƌĞĐƵƌƐŽ ƉƌŽĚƵnjŝĚŽ ŽƵ ĂĚĂƉƚĂĚŽ͕ Ġ ĞƐƐĞŶĐŝĂů Ž ƌĞƐƉĞŝƚŽ ƉĞůŽƐ ĚŝƌĞŝƚŽƐ ĚĞ ĂƵƚŽƌ;ŽƐĚŝƌĞŝƚŽƐĚĞĂƵƚŽƌƚġŵĞdžĐĞĕƁĞƐƉĂƌĂĮŶĂ- ůŝĚĂĚĞƐĞĚƵĐĂƟǀĂƐ͕ŵĂƐĚĞǀĞƌĆŽƌĞƐƉĞŝƚĂƌͲƐĞĞƐƐĂƐ
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    67 Projeto A Pare PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^ ĞdžĐĞĕƁĞƐĞŝĚĞŶƟĮĐĂƌƐĞŵƉƌĞŽƐĂƵƚŽƌĞƐͿ͘EŽĐĂƐŽ ĚĞƐĞƉƌŽĚƵnjŝƌĞŵĐŽŶƚĞƷĚŽƐƉƌſƉƌŝŽƐ͕ĚĞǀĞͲƐĞĐŽŶ- ƐŝĚĞƌĂƌĂƐƵĂƉĂƌƟůŚĂĞƉŽƐƐŝďŝůŝĚĂĚĞĚĞƌĞƵƟůŝnjĂĕĆŽ͕ ĂƚƌŝďƵŝŶĚŽͲůŚĞƐ͕ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ƵŵĂůŝĐĞŶĕĂƌĞĂƟǀĞ Commonsϳ . ŽŵŽĐƌŝĂƌĂƟǀŝĚĂĚĞƐƉĂƌĂĞŶƐŝŶŽĚŝŐŝƚĂů͍ A operacionalização dos modelos de ensino e ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ ŚşďƌŝĚŽƐ ĐŽŶĐƌĞƟnjĂͲƐĞ ŶĂ ĐƌŝĂĕĆŽ Ğ ĚŝƐƉŽŶŝďŝůŝnjĂĕĆŽ ĂŽƐ ĂůƵŶŽƐ ĚĞ ĞͲĂƟǀŝ- ĚĂĚĞƐ͕ ƋƵĞ ƉŽĚĞŵ ĐŽŵďŝŶĂƌ ƚƌĂďĂůŚŽ ƌĞĂůŝnjĂĚŽĞŵƐĂůĂĂƵůĂĐŽŵƚƌĂďĂůŚŽĂĚŝƐ- tância em plataformas digitais. A conce- ĕĆŽĚĞĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞƐĚĞǀĞƌĄƐĞƌĂƌƟĐƵůĂĚĂ ĞŵĐŽŶƐĞůŚŽĚĞƚƵƌŵĂ͕ŶƵŵĂƉĞƌƐƉĞƟǀĂ ŝŶƚĞƌĚŝƐĐŝƉůŝŶĂƌ͕ ƉŽŶĚĞƌĂŶĚŽ Ă ĐĂƌŐĂ ĚĞ ƚƌĂďĂůŚŽƉĞĚŝĚĂĂŽƐĂůƵŶŽƐ͕ŽƟƉŽĚĞĨĞƌ- ƌĂŵĞŶƚĂƐĂƵƟůŝnjĂƌĞĂĐĂůĞŶĚĂƌŝnjĂĕĆŽĚĂƐ ĂƟǀŝĚĂĚĞƐ͕ƉĂƌĂĞǀŝƚĂƌƐŽďƌĞĐĂƌŐĂĚĞƚƌĂ- ďĂůŚŽ͘ĞǀĞƚĞƌͲƐĞĞŵĐŽŶƚĂƋƵĞƚĂƌĞĨĂƐ Ğ ĞdžĞƌĐşĐŝŽƐ Ă ĚŝƐƚąŶĐŝĂ ĚĞŵŽƌĂŵ ŵĂŝƐ tempo a concluir em casa devido a dife- rentes fatores. hŵĂĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞĚĞǀĞŝĚĞŶƟĮĐĂƌĐůĂƌĂ- ŵĞŶƚĞŽƐŽďũĞƟǀŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĞĚĂƌ ŝŶƐƚƌƵĕƁĞƐĐůĂƌĂƐ͕ƐƵĐŝŶƚĂƐĞĚĞĨĄĐŝůůĞŝƚƵƌĂ ƉĂƌĂĂƚĂƌĞĨĂƉĞĚŝĚĂ͕ĂĮŵĚĞĞǀŝƚĂƌŝŶƚĞƌ- ƉƌĞƚĂĕƁĞƐĞƌƌĂĚĂƐ͘KƐƌĞĐƵƌƐŽƐ͕ƚĂŶƚŽŽƐ İƐŝĐŽƐĐŽŵŽŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ĚĞǀĞƌĆŽĞƐƚĂƌĐŽƌ- ƌĞƚĂŵĞŶƚĞŝĚĞŶƟĮĐĂĚŽƐ͕ĞĚĞǀĞŵŽƐĂƐƐĞŐƵƌĂƌͲŶŽƐĚĞ que os mesmos são facilmente acedidos e entendidos por todos os alunos. ĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞ ĚĞǀĞ ƚĂŵďĠŵ ĐůĂƌŝĮĐĂƌ Ž ƟƉŽ ĚĞ ƉĂƌƟĐŝƉĂĕĆŽĞƐƉĞƌĂĚĂĚŽƐĂůƵŶŽƐĞŵĐĂĚĂƵŵĂĚĂƐ tarefas e indicar o tempo previsto para a sua realiza- ĕĆŽ͕ďĞŵĐŽŵŽĂĨŽƌŵĂĚĞĚĞǀŽůƵĕĆŽĂŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌ ĞĂĚĂƚĂůŝŵŝƚĞƉĂƌĂĂĐŽŶĐůƵƐĆŽ͘KĞƋƵŝůşďƌŝŽĞŶƚƌĞ ŽƚĞŵƉŽĂƚƌŝďƵşĚŽƉĂƌĂĚĞƐĞŶǀŽůǀĞƌĂƐĂƟǀŝĚĂĚĞƐĞ ĂƐƵĂĐŽŵƉůĞdžŝĚĂĚĞĠĨƵŶĚĂŵĞŶƚĂůƉĂƌĂĂƐƐĞŐƵƌĂƌŽ ƐƵĐĞƐƐŽĚĂƐŵĞƐŵĂƐ͘ĞǀĞƌĄƐĞƌƚĂŵďĠŵŇĞdžşǀĞů͕ŝƐƚŽ Ġ͕ƉĂƐƐşǀĞůĚĞƐĞŝƌĂĚĂƉƚĂŶĚŽĞŵĨƵŶĕĆŽĚŽfeedback ƌĞĐŽůŚŝĚŽ͕ĞƐĞƌĂĐŽŵƉĂŶŚĂĚĂĚĞƵŵĂƌƵďƌŝĐĂĚĞĂǀĂ- ůŝĂĕĆŽ͕ĚĞƋƵĞĨĂůĂƌĞŵŽƐĂĚŝĂŶƚĞ͘ ϳ ŚƩƉƐ͗ͬͬĐƌĞĂƟǀĞĐŽŵŵŽŶƐ͘ŽƌŐ͘ ŽŵŽ ƐĞ ĚŝƐƐĞ Ă ƉƌŽƉſƐŝƚŽ ĚĂ ƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽ͕ ŶŽ ĚĞƐĞŶŚŽĚĂƐĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞƐĚĞǀĞͲƐĞƉƌŝǀŝůĞŐŝĂƌŽƚƌĂ- ďĂůŚŽĐŽůĂďŽƌĂƟǀŽĞĂƐŵĞƚŽĚŽůŽŐŝĂƐĚĞƚƌĂďĂůŚŽĚĞ ƉƌŽũĞƚŽĞ͕ĞŵĨƵŶĕĆŽĚŽƟƉŽĚĞĂƟǀŝĚĂĚĞ͕ƉŽĚĞƌĆŽ ƉƌĞǀĞƌͲƐĞĂƟǀŝĚĂĚĞƐƐşŶĐƌŽŶĂƐĂĚŝƐƚąŶĐŝĂ͕ŽƌŐĂŶŝnjĂ- ĚĂƐĞĚŝŶĂŵŝnjĂĚĂƐƉĞůŽƐƉƌſƉƌŝŽƐĂůƵŶŽƐ͕ŵĂƐƉƌĞ- ferencialmente com a supervisão do professor. As ĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞƐ͕ ŶĂƐ ŵŽĚĂůŝĚĂĚĞƐ ĚĞ ĞŶƐŝŶŽ ŚşďƌŝĚŽ͕ ƚġŵĐŽŵŽƉƌŝŶĐŝƉĂůŽďũĞƟǀŽĂũƵĚĂƌŽĂůƵŶŽĂĐŽŶƐ- ƚƌƵŝƌŽƐĞƵƉƌſƉƌŝŽĐŽŶŚĞĐŝŵĞŶƚŽ͕ĂƉĂƌƟƌĚĂŝŶƚĞ- ƌĂĕĆŽĐŽŵŽƐĐŽůĞŐĂƐ͕ĐŽŵŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞ ĐŽŵŽƐƌĞĐƵƌƐŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ǀĂůŽƌŝnjĂŶĚŽƉŽƌ ŝƐƐŽĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĂƵƚſŶŽŵĂĞĂƵƚŽƌ- ƌĞŐƵůĂĚĂ͘hŵĂĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞďĞŵĞƐƚƌƵƚƵ- ƌĂĚĂƚĞŵĚĞƐĞƌŵŽƟǀĂĚŽƌĂ͕ĞŶǀŽůǀĞŶƚĞ Ğ ŝŶƚĞŶĐŝŽŶĂů͕ ƉƌŽŵŽǀĞƌ ƵŵĂ ĂƉƌĞŶ- ĚŝnjĂŐĞŵ ĂƟǀĂ Ğ ƵŵĂ ĨŽƌƚĞ ŝŶƚĞƌĂĕĆŽ Ğ ĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽ͕ Ğ ĞƐƚĂƌ ĂƐƐŽĐŝĂĚĂ Ă ƵŵĂ ĂǀĂůŝĂĕĆŽĂĚĞƋƵĂĚĂƋƵĞǀĞƌŝĮƋƵĞƐĞŽƐ ŽďũĞƟǀŽƐ ĞƐƚĆŽ Ă ƐĞƌ ĐƵŵƉƌŝĚŽƐ͕ ƉƌĞƐ- ƐƵƉŽŶĚŽƉŽƌŝƐƐŽƵŵĂĐŽŵƉĂŶŚĂŵĞŶƚŽ regular da parte do professor. Ɛ ƚĞĐŶŽůŽŐŝĂƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐ ƐĆŽ ĞdžĐĞůĞŶ- ƚĞƐĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐŶŽĂƉŽŝŽăĚŝĨĞƌĞŶĐŝĂĕĆŽ ƉĞĚĂŐſŐŝĐĂĞăĞĚƵĐĂĕĆŽƉĞƌƐŽŶĂůŝnjĂĚĂ͕ algo a ter em conta na conceção de ĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞ͕ƋƵĞĚĞǀĞƌĄĚĂƌƌĞƐƉŽƐƚĂăƐ ĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐĞdžƉĞĐƚĂƟǀĂƐĞĐĂƉĂĐŝĚĂĚĞƐĚĞ ĐĂĚĂĂůƵŶŽ͘EŽĐĂƐŽĚĞĂƟǀŝĚĂĚĞƐĐŽůĂ- ďŽƌĂƟǀĂƐ͕ĚĞǀĞƌĆŽĂĚŽƚĂƌͲƐĞĞƐƚƌĂƚĠŐŝĂƐ ŝŶĐůƵƐŝǀĂƐ ƋƵĞ ƉƌŽŵŽǀĂŵ Ă ƉĂƌƟĐŝƉĂĕĆŽ ĚĞ ƚŽĚŽƐ ŽƐŵĞŵďƌŽƐĚŽŐƌƵƉŽ͕ŝŶĐĞŶƟǀĂŶĚŽ͕ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕Ă ŝŶƚĞƌĂũƵĚĂĞŶƚƌĞĂůƵŶŽƐ͕ƋƵĞƌĂŽŶşǀĞůĚĂƌĞĂůŝnjĂĕĆŽ ĚĂƐ ƚĂƌĞĨĂƐ ƋƵĞƌ ĂŽ ŶşǀĞů ĚĂ ƌĞŐƵůĂĕĆŽ ŝŶƚĞƌƉĂƌĞƐ͘ WŽĚĞƌĆŽƐĞƌĂƚƌŝďƵşĚĂƐĨƵŶĕƁĞƐĞƐƉĞĐşĮĐĂƐĂŽƐĂůƵ- ŶŽƐĚĞƵŵĂƚƵƌŵĂ͕ŵĞĚŝĂŶƚĞĂƐƐƵĂƐĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂƐ͕ ĐŽŵŽ͕ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ƚƵƚŽƌĞƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ƋƵĞĂũƵĚĂŵŽƐ ĐŽůĞŐĂƐ ŶĂ ƵƟůŝnjĂĕĆŽ ĚĂƐ ƚĞĐŶŽůŽŐŝĂƐ͖ ĚĞůĞŐĂĚŽ ĚĞ ƚƵƌŵĂ͕ƋƵĞĨŽŵĞŶƚĂĂƉĂƌƟĐŝƉĂĕĆŽĚŽƐĐŽůĞŐĂƐŶĂ ĞdžĞĐƵĕĆŽĚĂƐƚĂƌĞĨĂƐƉƌŽƉŽƐƚĂƐĞĂũƵĚĂĂŵŽŶŝƚŽƌŝ- njĄͲůĂƐ͖ŵŽĚĞƌĂĚŽƌĞƐŶĂƐĂƟǀŝĚĂĚĞƐĚĞĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽ͕ entre outros. WĂƌĂůĞůĂŵĞŶƚĞ͕ĚĞǀĞƌĞŵŽƐĞƐƚĂƌĂƚĞŶƚŽƐĂŽďĞŵͲ -estar emocional dos alunos e a situações de can- ƐĂĕŽİƐŝĐŽŽƵƉƐŝĐŽůſŐŝĐŽ͕ƐŽůŝĐŝƚĂŶĚŽĐŽŵĨƌĞƋƵġŶĐŝĂ feedbackƐŽďƌĞĂĐĂƌŐĂĚĞƚƌĂďĂůŚŽ͕ŽĞƐƚĂĚŽĞŵŽĐŝŽ- nal e as preferências e ritmos de aprendizagem. EŽĚĞƐĞŶŚŽĚĂƐ ĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞƐĚĞǀĞͲƐĞ ƉƌŝǀŝůĞŐŝĂƌŽƚƌĂďĂůŚŽ ĐŽůĂďŽƌĂƟǀŽĞĂƐ metodologias de ƚƌĂďĂůŚŽĚĞƉƌŽũĞƚŽ Ğ͕ĞŵĨƵŶĕĆŽĚŽƟƉŽ ĚĞĂƟǀŝĚĂĚĞ͕ƉŽĚĞƌĆŽ ƉƌĞǀĞƌͲƐĞĂƟǀŝĚĂĚĞƐ ƐşŶĐƌŽŶĂƐĂĚŝƐƚąŶĐŝĂ͕ organizadas e dinamizadas pelos ƉƌſƉƌŝŽƐĂůƵŶŽƐ͕ŵĂƐ preferencialmente com a supervisão do professor.
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    Projeto A Pare PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^ 68 Ensino digital | Carlos Pinheiro 'ĞƐƚĆŽĚĂĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽĞĚĂƐŝŶƚĞƌĂĕƁĞƐ YƵĞƌĞŐƌĂƐĞƐƚĂďĞůĞĐĞƌƉĂƌĂƵŵĂĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽĐůĂƌĂ ĞĞĮĐĂnj͍ KƐŵŽĚĞůŽƐĚĞĞŶŝŶŽŚşďƌŝĚŽĞŽƵƐŽĚĞƉůĂƚĂĨŽƌ- mas digitais incluem frequentemente espaços de inte- ração e o estabelecimento de comunicações regulares ĞŶƚƌĞ ƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞƐ Ğ ĂůƵŶŽƐ Ğ ĞŶƚƌĞ ĂůƵŶŽƐ͕ ƵƐĂŶĚŽ ĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐƋƵĞƐĞƌĞŐĞŵƉŽƌĐſĚŝŐŽƐĞĨŽƌŵĂƐĚĞ ĐŽŶĚƵƚĂƉƌſƉƌŝĂƐ͘ƉŽƌŝƐƐŽŝŵƉŽƌƚĂŶƚĞĚĞĮŶŝƌƉƌĞ- ǀŝĂŵĞŶƚĞ͕ĞĚĞƉƌĞĨĞƌġŶĐŝĂĞŵĐŽŶũƵŶƚŽĐŽŵŽƐĂůƵ- ŶŽƐ͕ƌĞŐƌĂƐĐůĂƌĂƐĚĞĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽĞŶĞƟƋƵĞƚĂĞŶƚƌĞ ĂůƵŶŽͬƉƌŽĨĞƐƐŽƌ͕ĞŶƚƌĞĂůƵŶŽͬĂůƵŶŽĞĞŶƚƌĞƉƌŽĨĞƐƐŽƌͬ pais/encarregados de educação. ƋƵŝĮĐĂŵĂůŐƵŵĂƐƐƵŐĞƐƚƁĞƐƉĂƌĂĂĞůĂďŽƌĂĕĆŽ ĚĞƵŵĐſĚŝŐŽĚĞĐŽŶĚƵƚĂ͗ ͻ ƐĞƌĞŵƉĄƟĐŽ͕ĐŽƌĚŝĂůĞĐŽŶƐƚƌƵƟǀŽŶĂƐŝŶƚĞƌĂ- ĕƁĞƐĐŽŵŽƐĂůƵŶŽƐĞŝŶĐĞŶƟǀĂƌĂĂĚŽĕĆŽĚĞƐƐĞƐ ƉƌŝŶĐşƉŝŽƐŶĂŝŶƚĞƌĂĕĆŽĞŶƚƌĞƉĂƌĞƐ͖ ͻ ŐĞƌŝƌ ĂƐ ĞdžƉĞĐƚĂƟǀĂƐ ĚĞ ŝŶƚĞƌĂĕĆŽ ;ĚĞĮŶŝƌ Ž ƉƌĂnjŽŵĄdžŝŵŽĚĞƌĞƐƉŽƐƚĂĂŽƐĂůƵŶŽƐͿ͗ŶĆŽƐĞ ĚĞǀĞƌĞƐƉŽŶĚĞƌŶĂŚŽƌĂĂƋƵĂůƋƵĞƌŵĞŶƐĂŐĞŵ ŽƵĚƷǀŝĚĂĚĞĂůƵŶŽ͕ŵĞƐŵŽĨŽƌĂĚŽŚŽƌĄƌŝŽĚĞ ƚƌĂďĂůŚŽ;ĂŵĞŶŽƐƋƵĞƐĞũĂƵƌŐĞŶƚĞ͕ĚĞǀĞŝŶƚĞ- ƌĂŐŝƌͲƐĞĂƉĞŶĂƐĚƵƌĂŶƚĞŽŚŽƌĄƌŝŽůĂďŽƌĂůͿ͖ ͻ ƚĞƌĞŵĐŽŶƚĂŽĐŽŶƚĞdžƚŽĚĞĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽĂƐƐşŶ- crona (a ausência de linguagem não verbal pode ŐĞƌĂƌĂŵďŝŐƵŝĚĂĚĞĞͬŽƵŝŶƚĞƌƉƌĞƚĂĕƁĞƐĞƌƌĂĚĂƐ͗ ƉŽŶĚĞƌĂƌŽƵƐŽĚĂĐƌşƟĐĂĚĞŵĂƐŝĂĚŽĚƵƌĂ͕ĚĂ ŝƌŽŶŝĂĞĚŽŚƵŵŽƌͿ͖ ͻ ĞŵĐĂŶĂŝƐŐĞƌŝĚŽƐƉŽƌĂůƵŶŽƐ͕ŶŽŵĞĂƌŽƵĞůĞŐĞƌ ƵŵŵŽĚĞƌĂĚŽƌ͖ ͻ ŵŽŶŝƚŽƌŝnjĂƌĐŽŵƌĞŐƵůĂƌŝĚĂĚĞĂƐĐŽŵƵŶŝĐĂĕƁĞƐ ĞŶƚƌĞƉĂƌĞƐĞŵĂŵďŝĞŶƚĞĂďĞƌƚŽ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ ŶŽƐĨſƌƵŶƐͿĞŝŶƚĞƌǀŝƌƋƵĂŶĚŽŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ͘ YƵĂŝƐĂƐĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐĚĞĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽŵĂŝƐ ĂĚĞƋƵĂĚĂƐĂĐĂĚĂĐŽŶƚĞdžƚŽ͍ ĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽƉĞĚĂŐſŐŝĐĂĂĚŝƐƚąŶĐŝĂŽĐŽƌƌĞĞŵ ĨŽƌŵĂƚŽ ƐşŶĐƌŽŶŽ Ğ ĂƐƐşŶĐƌŽŶŽ͘ džĐĞƚŽ Ğŵ ĐĂƐŽƐ ĚĞ ŝŶƚĞƌƌƵƉĕĆŽ ĚĞ ĞŶƐŝŶŽ ƉƌĞƐĞŶĐŝĂů͕ ĐŽŵŽ ŶĂ ƌĞĐĞŶƚĞ ƐŝƚƵĂĕĆŽƉĂŶĚĠŵŝĐĂ͕ĚĞǀĞƌĆŽƉƌŝǀŝůĞŐŝĂƌͲƐĞ͕ŶĂƐŵŽĚĂ- ůŝĚĂĚĞƐĚĞĞŶƐŝŶŽŚşďƌŝĚŽ͕ĂƐĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐĚĞĐŽŵƵŶŝĐĂ- ĕĆŽĂƐƐşŶĐƌŽŶĂ͘ Em termos de ĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽ ƐşŶĐƌŽŶĂ͕ ĂƐ ĨĞƌƌĂ- ŵĞŶƚĂƐĚŝƐƉŽŶşǀĞŝƐƐĆŽŽchat͕ĂĂƵĚŝŽĐŽŶĨĞƌġŶĐŝĂĞĂ videoconferência. Estas ferramentas permitem o con- ƚĂĐƚŽĚŝƌĞƚŽĞŶƚƌĞĂůƵŶŽ;ƐͿĞƉƌŽĨĞƐƐŽƌ͕ŽƵĞŶƚƌĞĂůƵŶŽƐ͕ simulandooambientedesaladeaulaeproporcionando um feedbackŝŵĞĚŝĂƚŽ͖ƉƌŽŵŽǀĞŵƚĂŵďĠŵĂĞƐƉŽŶƚĂ- ŶĞŝĚĂĚĞ͕ŽƋƵĞƉŽĚĞƐĞƌĨƵŶĚĂŵĞŶƚĂůĞŵĚĞƚĞƌŵŝŶĂ- ĚĂƐĐŝƌĐƵŶƐƚąŶĐŝĂƐ͘ŵĂŵďŝĞŶƚĞƐĚĞĞŶƐŝŶŽŚşďƌŝĚŽ͕Ă ƐƵĂƵƟůŝnjĂĕĆŽƉŽĚĞƌĄũƵƐƟĮĐĂƌͲƐĞŶŽĐĂƐŽĚĞƚƌĂďĂůŚŽƐ ĚĞŐƌƵƉŽ͕ƉĞƌŵŝƟŶĚŽƋƵĞĂůƵŶŽƐĐŽŵƵŶŝƋƵĞŵĞŶƚƌĞƐŝ ƉĂƌĂŽƌŐĂŶŝnjĂĕĆŽĚŽƚƌĂďĂůŚŽ͕ƉĂƌĂĞƐĐůĂƌĞĐŝŵĞŶƚŽĚĞ ĚƷǀŝĚĂƐƐƵƐĐŝƚĂĚĂƐƉĞůĂƐĂƟǀŝĚĂĚĞƐĞƉĂƌĂƐĞƐƐƁĞƐĚĞ ďƌĂŝŶƐƚŽƌŵŝŶŐ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽĚĞƉƌĞƉĂƌĂĕĆŽƉĂƌĂĂƌĞĂ- ůŝnjĂĕĆŽĚĞĂƟǀŝĚĂĚĞƐĞƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽĚĞƚĂƌĞĨĂƐͿ͘ Entre as ferramentas de ĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽĂƐƐşŶĐƌŽŶĂ͕ encontram-se o ĞŵĂŝů (que pode ser usado como lista ĚĞĚŝƐƚƌŝďƵŝĕĆŽͿĞŽƐĨſƌƵŶƐĚĞĚŝƐĐƵƐƐĆŽ;ƋƵĞƉŽĚĞŵ ĂƐƐƵŵŝƌ ĨŽƌŵĂƐ ĚŝƐƟŶƚĂƐ Ğŵ ĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐ ƉůĂƚĂĨŽƌŵĂƐ ou aplicações). Embora as ferramentas de comunica- ĕĆŽ ĂƐƐşŶĐƌŽŶĂƉŽƐƐĂŵ ƐĞƌƵƐĂĚĂƐ ĂƵƚŽŶŽŵĂŵĞŶƚĞ pelos alunos (no respeito pelas regras de comunica- ĕĆŽĞƐƚĂďĞůĞĐŝĚĂƐͿ͕ĞůĂƐĚĞǀĞŵƐĞƌƐĞŵƉƌĞ͕ƐŽďƌĞƚƵĚŽ ĞŵĂŵďŝĞŶƚĞƐĂďĞƌƚŽƐĐŽŵŽ͕ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ŶŽĐĂƐŽĚĞ ĨſƌƵŶƐĚĂƚƵƌŵĂ͕ƐƵƉĞƌǀŝƐŝŽŶĂĚĂƐƉĞůŽĚŽĐĞŶƚĞ͘ ĞƉĞŶĚĞŶĚŽ ĚŽ ƟƉŽ ĚĞ ĂƟǀŝĚĂĚĞ͕ Ă ĂĕĆŽ ĚŽ ĚŽĐĞŶƚĞƉŽĚĞŝŶĐŝĚŝƌƐŽďƌĞ͗ ͻ ŵĞŶƐĂŐĞŶƐŽƵƉĞƌŐƵŶƚĂƐƉĂƌĂĨŽŵĞŶƚĂƌĂĚŝƐ- ĐƵƐƐĆŽ͖ ͻ ĞůĂďŽƌĂĕĆŽĚĞƵŵĂƐşŶƚĞƐĞĚĂĚŝƐĐƵƐƐĆŽ͖ ͻ ŵĞŶƐĂŐĞŶƐƌĞůĂĐŝŽŶĂĚĂƐĐŽŵŽĐŽŶƚĞƷĚŽĚĂƐĂƟ- vidades (recursos ou esclarecimentos adicionais ƐŽďƌĞŽƚĞŵĂĚĂĂƟǀŝĚĂĚĞŽƵĂƚĂƌĞĨĂĂƌĞĂůŝnjĂƌͿ͖ ͻ ŵĞŶƐĂŐĞŶƐƌĞůĂĐŝŽŶĂĚĂƐĐŽŵŽƉƌŽĐĞƐƐŽ;ĞƐĐůĂ- recimento de dúvidas no uso das tecnologias ĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ ĐůĂƌŝĮĐĂĕĆŽ ĚĞ ƉƌŽĐĞĚŝŵĞŶƚŽƐ ƐŽďƌĞ ĂƌĞĂůŝnjĂĕĆŽĞŽĞŶǀŝŽĚĞƚƌĂďĂůŚŽƐ͕ĚŝƐĐƵƐƐĆŽ ƐŽďƌĞĂƐĞƚĂƉĂƐĚŽƚƌĂďĂůŚŽͿ͖ ͻ ŽƌŝĞŶƚĂĕƁĞƐƐŽďƌĞĞƟƋƵĞƚĂ͗ĐſĚŝŐŽĚĞĐŽŶĚƵƚĂ͕ ĚĞĐŝƐƁĞƐƐŽďƌĞƉůĄŐŝŽ͕ŶĞƟƋƵĞƚĂ͕ƚŽŵĚĂƐĚŝƐ- ĐƵƐƐƁĞƐ͖ ͻ ƌĞƐƉŽƐƚĂĂƉĞƌŐƵŶƚĂƐŽƵĚƷǀŝĚĂƐĚŽƐĂůƵŶŽƐĞ feedbackĂŽƐƚƌĂďĂůŚŽƐ͘ ŽŵŽƵƐĂƌĂƐĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐĚĞĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽ ĂŽƐĞƌǀŝĕŽĚĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĞĚĂĂǀĂůŝĂĕĆŽ͍ ŶƋƵĂŶƚŽ ŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽ ĚĂ ĂĕĆŽ ƉĞĚĂŐſŐŝĐĂ͕ ĂƐ ĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐ ĚĞ ĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽ ƐĆŽ͕ ƉĞƌ ƐĞ͕ valiosos recursos ao serviço da aprendizagem e da avaliação.
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    69 Projeto A Pare PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^ KƉĞƌĮůĚŽƐĂůƵŶŽƐăƐĂşĚĂĚĂĞƐĐŽůĂƌŝĚĂĚĞ ŽďƌŝŐĂƚſƌŝĂ ƉƌĞĐŽŶŝnjĂ͕ ŶĂƐ ĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂƐ ĚĂĄƌĞĂĚĞ/ŶĨŽƌŵĂĕĆŽĞĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽ͕ƋƵĞ ŽƐĂůƵŶŽƐƐĞũĂŵĐĂƉĂnjĞƐĚĞͨĐŽůĂďŽƌĂƌĞŵ ĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐ ĐŽŶƚĞdžƚŽƐ ĐŽŵƵŶŝĐĂƟǀŽƐ͕ ĚĞ ĨŽƌŵĂĂĚĞƋƵĂĚĂĞƐĞŐƵƌĂ͕ƵƟůŝnjĂŶĚŽĚŝĨĞ- ƌĞŶƚĞƐƟƉŽƐĚĞĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐ;ĂŶĂůſŐŝĐĂƐĞ ĚŝŐŝƚĂŝƐͿ͕ĐŽŵďĂƐĞŶĂƐƌĞŐƌĂƐĚĞĐŽŶĚƵƚĂ ƉƌſƉƌŝĂƐĚĞĐĂĚĂĂŵďŝĞŶƚĞͩ͘ϴ É por isso importante que o uso das ferramentas de comunicação seja ĐƵŝĚĂĚŽƐĂŵĞŶƚĞ ƉůĂŶŝĨŝĐĂĚŽ͕ ĂƐƐŽĐŝĂĚŽ Ă ŽďũĞƟǀŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĞŽďũĞƚŽĚĞĂǀĂ- ůŝĂĕĆŽ͕ƐĞũĂƋƵĂůĨŽƌĂĄƌĞĂĐƵƌƌŝĐƵůĂƌ͕ƉŽƌ ĞdžĞŵƉůŽ͕ŵĞĚŝĂŶƚĞŽƵƐŽĚĞƵŵĂƌƵďƌŝĐĂĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ͘ EŽĐĂƐŽĚĂƐŵĞŶƐĂŐĞŶƐĞŵĨſƌƵŶƐ͕ĂƐŵĂŝƐƌŝĐĂƐ ĚŽƉŽŶƚŽĚĞǀŝƐƚĂƉĞĚĂŐſŐŝĐŽ͕ŽĚŽĐĞŶƚĞĚĞǀĞŝŶĨŽƌ- ŵĂƌƉƌĞǀŝĂŵĞŶƚĞŽƐĂůƵŶŽƐĚĞƋƵĞĂƐƐƵĂƐƉĂƌƟĐŝƉĂ- ções serão objeto de avaliação e divulgar os critérios ĚĞ ĂǀĂůŝĂĕĆŽ ĚĞ ĐĂĚĂ ŵĞŶƐĂŐĞŵ ;ƋƵĞ ƉŽĚĞƌĆŽ ƐĞƌ͕ ƉŽƌ ĞdžĞŵƉůŽ͕ Ă ĚŝŵĞŶƐĆŽ͕ Ž ĂĐƌĞƐĐĞŶƚĂƌ ǀĂůŽƌ ĂŽ ĚĞďĂƚĞ͕ĞƐĞƌĞŵƐƵƉŽƌƚĂĚĂƐĞŵĐŝƚĂĕƁĞƐĐƌŝƚĞƌŝŽƐĂƐĞͬ ŽƵƚĞƌĞŵĂŶĞdžŽƐƐŝŐŶŝĮĐĂƟǀŽƐ͘WŽĚĞŵ͕ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ ƵƐĂƌͲƐĞĐŝŶĐŽŶşǀĞŝƐĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ͗ϬʹƐĞŵƋƵĂůƋƵĞƌ ŝŶƚĞƌĞƐƐĞ͖ϭʹĐŽŵĂůŐƵŵŝŶƚĞƌĞƐƐĞ͖ϮʹĐŽŵŝŶƚĞƌĞƐƐĞ͖ ϯʹĐŽŵŵƵŝƚŽŝŶƚĞƌĞƐƐĞ͖ϰʹĐŽŵŝŶƚĞƌĞƐƐĞĞdžĐĞĐŝŽ- ŶĂů͘EŽĮŶĂů͕ŽĚŽĐĞŶƚĞĚĞǀĞƌĄƐŝŶƚĞƟnjĂƌŽĐŽŶƚĞƷĚŽ ĞĂƐĞǀĞŶƚƵĂŝƐĐŽŶĐůƵƐƁĞƐĚĂĚŝƐĐƵƐƐĆŽ͕ŽƵ͕ĞŵĂůƚĞƌ- ŶĂƟǀĂ͕ƐŽůŝĐŝƚĂƌĂƵŵŽƵŵĂŝƐĂůƵŶŽƐƋƵĞƌĞĂůŝnjĞŵƵŵ ƚĞdžƚŽƐşŶƚĞƐĞĚŽƐĐŽŶƚƌŝďƵƚŽƐĚŽƐĐŽůĞŐĂƐ͘ FeedbackĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ YƵĞŵŽĚĂůŝĚĂĚĞƐ͕ŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽƐĞƚĠĐŶŝĐĂƐ ĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽĚĞǀŽƉƌŝǀŝůĞŐŝĂƌ͍ ĂǀĂůŝĂĕĆŽ ĐŽŶƐƟƚƵŝ Ƶŵ ƉƌŽĐĞƐƐŽ ƌĞŐƵůĂĚŽƌ ĚŽ ĞŶƐŝŶŽĞĚĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ƋƵĞŽƌŝĞŶƚĂŽƉĞƌĐƵƌƐŽĞƐĐŽ- ůĂƌĚŽƐĂůƵŶŽƐĞĐĞƌƟĮĐĂĂƐĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŶƐĚĞƐĞŶǀŽůǀŝ- ĚĂƐ͕ĞƋƵĞƚĞŵƉŽƌŽďũĞƟǀŽĐĞŶƚƌĂůĂŵĞůŚŽƌŝĂĚŽĞŶƐŝŶŽ ĞĚĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͘ĂƐĞŝĂͲƐĞŶƵŵƉƌŽĐĞƐƐŽĐŽŶơŶƵŽĚĞ ŝŶƚĞƌǀĞŶĕĆŽƉĞĚĂŐſŐŝĐĂƋƵĞĐŽŵƉƌĞĞŶĚĞĂƐƐĞŐƵŝŶƚĞƐ ϴ D/E/^dZ/KhK;ϮϬϭϲͿ͘WĞƌĮůĚŽƐůƵŶŽƐă^ĂşĚĂ da Escolaridade Obrigatória. Online͘ŝƐƉŽŶşǀĞůĞŵ͗ŚƩƉƐ͗ͬͬ ǁǁǁ͘ĚŐĞ͘ŵĞĐ͘ƉƚͬƐŝƚĞƐͬĚĞĨĂƵůƚͬĮůĞƐͬƵƌƌŝĐƵůŽͬWƌŽũĞƚŽͺƵƚŽ- ŶŽŵŝĂͺĞͺůĞdžŝďŝůŝĚĂĚĞͬƉĞƌĮůͺĚŽƐͺĂůƵŶŽƐ͘ƉĚĨ. Consultado em ϯϬͲϭϭͲϮϬϮϬ͕ƉĄŐ͘ϮϮ͘ ŵŽĚĂůŝĚĂĚĞƐĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ͗ĚŝĂŐŶſƐƟĐĂ͕ĨŽƌ- ŵĂƟǀĂĞƐƵŵĂƟǀĂ͘ A ĂǀĂůŝĂĕĆŽ ĚŝĂŐŶſƐƟĐĂ realiza-se ƐĞŵƉƌĞ ƋƵĞ ƐĞũĂ ĐŽŶƐŝĚĞƌĂĚŽ ŽƉŽƌƚƵŶŽ͕ ƐĞŶĚŽĞƐƐĞŶĐŝĂůƉĂƌĂĨƵŶĚĂŵĞŶƚĂƌĂĚĞĮ- ŶŝĕĆŽĚĂƐĂƟǀŝĚĂĚĞƐ͕ƉĂƌĂĂĂĚĞƋƵĂĕĆŽĚĞ ŵĞƚŽĚŽůŽŐŝĂƐ͕ ĚĞ ĐŽŶƚĞƷĚŽƐ Ğ ŽďũĞƟǀŽƐ ĞĚŽƐƉƌſƉƌŝŽƐŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽƐĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ͘ É igualmente um instrumento importante ƉĂƌĂĂĚĞĮŶŝĕĆŽĚĞĞƐƚƌĂƚĠŐŝĂƐĚĞĚŝĨĞƌĞŶ- ĐŝĂĕĆŽƉĞĚĂŐſŐŝĐĂĞƉŽĚĞƌĄƚĂŵďĠŵƐĞƌƷƟů ƉĂƌĂĂĐŽŶƐƟƚƵŝĕĆŽĚĞŐƌƵƉŽƐĚĞƚƌĂďĂůŚŽ͘ EĂƐ ŵŽĚĂůŝĚĂĚĞƐ ĚĞ ĞŶƐŝŶŽ ĚŝŐŝƚĂů͕ ĐŽŵŽ Ğŵ ƚŽĚĂƐ ĂƐ ĂƟǀŝĚĂĚĞƐ ƉĞĚĂŐſŐŝ- ĐĂƐ͕ĚĞǀĞƉƌŝǀŝůĞŐŝĂƌͲƐĞĂĂǀĂůŝĂĕĆŽĨŽƌŵĂƟǀĂ͕ƌĞĐŽƌ- ƌĞŶĚŽĂƵŵĂǀĂƌŝĞĚĂĚĞĚĞŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽƐĚĞƌĞĐŽůŚĂ ĚĞŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽĂĚĞƋƵĂĚŽƐăĚŝǀĞƌƐŝĚĂĚĞĚĂƐĂƉƌĞŶ- ĚŝnjĂŐĞŶƐ Ğ ăƐ ĐŝƌĐƵŶƐƚąŶĐŝĂƐ Ğŵ ƋƵĞ ŽĐŽƌƌĞŵ͘ ƐƚĞ ƟƉŽĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ͕ĚĞĐĂƌĄƚĞƌĐŽŶơŶƵŽĞƐŝƐƚĞŵĄƟĐŽ͕ ƉĞƌŵŝƚĞĂŽƐƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞƐ͕ĂŽƐĂůƵŶŽƐĞĂŽƐĞŶĐĂƌƌĞŐĂ- dos de educação obter informação atualizada sobre Ž ĚĞƐĞŶǀŽůǀŝŵĞŶƚŽ ĚŽ ĞŶƐŝŶŽ Ğ ĚĂ ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ com vista ao ajustamento de processos e estratégias (autorregulação do processo e da aprendizagem). As plataformas e ferramentas digitais oferecem um conjunto de vantagens que ajudam a transformar ĂĂǀĂůŝĂĕĆŽĨŽƌŵĂƟǀĂŶƵŵŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽĂƟǀŽĞĐŽŶơ- ŶƵŽĚĞŵĞůŚŽƌŝĂĚĂƐĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŶƐ͕ƚŽƌŶĂŶĚŽŽƐƉƌŽ- ĐĞƐƐŽƐŵĂŝƐƌĄƉŝĚŽƐ͕ƚƌĂŶƐƉĂƌĞŶƚĞƐĞĞĮĐĂnjĞƐ͘:ĂŶĞƚ ŽŽŶĞLJ;ϮϬϭϵͿϵ ŝĚĞŶƟĮĐĂĂůŐƵŵĂƐĚĞƐƐĂƐǀĂŶƚĂŐĞŶƐ͗ ͻ feedbackƌĄƉŝĚŽ;ĞŵƚĞŵƉŽƌĞĂůͿĞĚĞƐƵƉŽƌƚĞăƐ ĞƚĂƉĂƐƐĞŐƵŝŶƚĞƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĐŽŵƵŵŶşǀĞů ĚĞĚŝĮĐƵůĚĂĚĞĂĚĞƋƵĂĚŽ͖ ͻ ƐƵƉŽƌƚĞƉĂƌĂĂƐĞƐĐŽůŚĂƐĚŽƐĂůƵŶŽƐ;ƉĂƌĂƉĞƌƐŽ- ŶĂůŝnjĂƌĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĞĐŽŵŽĨĂƚŽƌĚĞŵŽƟǀĂ- ĕĆŽŝŶƚƌşŶƐĞĐĂͿ͖ ͻ ĂŵďŝĞŶƚĞƐ ĚĞ ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ ŝŵĞƌƐŝǀĂ ƉĂƌĂ ĂƉŽŝĂƌĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĐŽŶƚĞdžƚƵĂůŝnjĂĚĂ͖ ͻ ĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐƉĂƌĂĚŝƐƉŽƐŝƟǀŽƐŵſǀĞŝƐƋƵĞƉĞƌ- ŵŝƚĞŵĂĂǀĂůŝĂĕĆŽĚĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵͨĂƋƵĂůƋƵĞƌ ŚŽƌĂĞĞŵƋƵĂůƋƵĞƌůƵŐĂƌ͖ͩ ϵ KKEz͕:͘;ϮϬϭϵͿ͘ŝŐŝƚĂůŽƌŵĂƟǀĞƐƐĞƐƐŵĞŶƚ͗ƌĞǀŝĞǁ ŽĨƚŚĞůŝƚĞƌĂƚƵƌĞ͘KŶůŝŶĞ͘ŝƐƉŽŶşǀĞůĞŵ͗ŚƩƉ͗ͬͬǁǁǁ͘ĞƵŶ͘ŽƌŐͬ ĚŽĐƵŵĞŶƚƐͬϰϭϭϳϱϯͬϴϭϳϯϰϭͬƐƐĞƐƐйϰϬĞĂƌŶŝŶŐнŝƚĞƌĂƚƵ- ƌĞнZĞǀŝĞǁͬďĞϬϮĚϱϮϳͲϴĐϮĨͲϰϱĞϯͲϵĨϳϱͲϮĐϱĐĚϱϵϲϮϲϭĚ͘ŽŶƐƵů- ƚĂĚŽĞŵϯϬͲϭϭͲϮϬϮϬ͕ƉƉ͘ϴͲϵ͘ É importante que o uso das ferramentas de comunicação seja cuidadosamente ƉůĂŶŝĮĐĂĚŽ͕ĂƐƐŽĐŝĂĚŽ ĂŽďũĞƟǀŽƐĚĞ aprendizagem e objeto ĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ͕ƐĞũĂƋƵĂů ĨŽƌĂĄƌĞĂĐƵƌƌŝĐƵůĂƌ͕ƉŽƌ ĞdžĞŵƉůŽ͕ŵĞĚŝĂŶƚĞŽ uso de uma rubrica de avaliação.
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    Projeto A Pare PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^ 70 Ensino digital | Carlos Pinheiro ͻ ŽƉŽƌƚƵŶŝĚĂĚĞƐĚĞĂƵƚŽĂǀĂůŝĂĕĆŽĞĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ ƉŽƌƉĂƌĞƐ͖ ͻ ĂĐĞƐƐŽĂƌĞĐƵƌƐŽƐĞĂĞdžĞŵƉůŽƐonline͖ ͻ ƌĞĐŽůŚĂĚĞĚĂĚŽƐƉĂƌĂŵĞůŚŽƌĐŽŵƉƌĞĞŶĚĞƌŽƐ ƉƌŽĐĞƐƐŽƐĞĐŽŶƚĞdžƚŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĞĂŶĄ- ůŝƐĞĚĞƐƐĞƐĚĂĚŽƐĂĮŵĚĞƉƌĞǀĞƌŽƉƌŽŐƌĞƐƐŽ ĚŽƐĂůƵŶŽƐĞĂĚĂƉƚĂƌĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͖ ͻ ƉŽƚĞŶĐŝĂůƉĂƌĂƵŵĂŝŶƚĞŐƌĂĕĆŽŵĂŝƐĐŽŶƐŝƐƚĞŶƚĞ ĚĂƐĂǀĂůŝĂĕƁĞƐĨŽƌŵĂƟǀĂĞƐƵŵĂƟǀĂ͖ ͻ ŽƉŽƌƚƵŶŝĚĂĚĞƐ ƉĂƌĂ ŽƐ ĂůƵŶŽƐ ĐŽŶĐĞďĞƌĞŵ ŽƐ ƐĞƵƐƉƌſƉƌŝŽƐŽďũĞƟǀŽƐĞĞƐƚƌĂƚĠŐŝĂƐĚĞĂƉƌĞŶ- dizagem. Quanto aos ŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽƐ Ğ ƚĠĐŶŝĐĂƐ de avalia- ĕĆŽ͕ĞůĞƐĚĞǀĞƌĆŽƐĞƌŽŵĂŝƐĚŝǀĞƌƐŝĮĐĂĚŽƐƉŽƐƐşǀĞŝƐ͕ podendo incluir a ŽďƐĞƌǀĂĕĆŽ;ƋƵĞƉĞƌŵŝƚĞƌĞĐŽůŚĞƌ ĚĂĚŽƐŶŽŵŽŵĞŶƚŽĞŵƋƵĞĞƐƚĆŽĂĂĐŽŶƚĞĐĞƌ͕ƐĞŵ ĐƌŝĂƌ ƐŝƚƵĂĕƁĞƐ ĂƌƟĮĐŝĂŝƐ͕ ƉƌŽƉŽƌĐŝŽŶĂŶĚŽ Ž ƌĞƚŽƌŶŽ imediato do resultado da aprendizagem) e ŵĠƚŽĚŽƐ ĞƚĠĐŶŝĐĂƐŽƌĂŝƐ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ĂƋƵĂŶĚŽĚĂĂƉƌĞƐĞŶƚĂ- ĕĆŽŽƌĂůĚĞƚƌĂďĂůŚŽƐŽƵĂƐƵĂĚŝƐĐƵƐƐĆŽͬĚĞĨĞƐĂͿ͕ƋƵĞ são os mais fáceis de aplicar. Nas ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕƁĞƐŽƌĂŝƐ deverá valorizar-se não a ƌĞƉƌŽĚƵĕĆŽĚŽĐŽŶŚĞĐŝŵĞŶƚŽ͕ŵĂƐƐŽďƌĞƚƵĚŽŽƉĞŶ- ƐĂŵĞŶƚŽĐƌşƟĐŽĞŽƉĞŶƐĂŵĞŶƚŽĐƌŝĂƟǀŽ͕ĂĐĂƉĂĐŝĚĂĚĞ ĚĞƉĞŶƐĂƌĚĞŵŽĚŽĂďƌĂŶŐĞŶƚĞĞĞŵƉƌŽĨƵŶĚŝĚĂĚĞ͕ ĚĞĨŽƌŵĂůſŐŝĐĂ͕ĂŶĂůŝƐĂŶĚŽŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽ͕ĞdžƉĞƌŝġŶĐŝĂƐ ŽƵŝĚĞŝĂƐĚĞĨŽƌŵĂĐƌşƟĐĂ͕ĂƌŐƵŵĞŶƚĂŶĚŽĐŽŵƌĞĐƵƌƐŽ ĂĐƌŝƚĠƌŝŽƐŝŵƉůşĐŝƚŽƐŽƵĞdžƉůşĐŝƚŽƐ͘ Quanto aos ŵĠƚŽĚŽƐĞƐĐƌŝƚŽƐ͕ĂůĠŵĚŽƐƚƌĂĚŝĐŝŽ- ŶĂŝƐƚĞƐƚĞƐĞƐĐƌŝƚŽƐ͕ĞdžŝƐƚĞŵŽƵƚƌŽƐŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽƐŵĂŝƐ ĂĚĞƋƵĂĚŽƐăĂǀĂůŝĂĕĆŽĞŵĂŵďŝĞŶƚĞƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ĚĞƋƵĞ ĚĞƐƚĂĐĂŵŽƐŽƐƐĞŐƵŝŶƚĞƐ͗ ͻ ƚƌĂďĂůŚŽƐ ĞƐĐƌŝƚŽƐ ;ĞŶƐĂŝŽƐ͕ ƌĞůĂƚſƌŝŽƐ͕ ĂŶĄůŝ- ƐĞƐ ĚĞ ƚĞdžƚŽƐ͕ ĮĐŚĂƐ ĚĞ ƌĞƐŽůƵĕĆŽ ĚĞ ĞdžĞƌĐş- ĐŝŽƐ͕ƌĞĚĂĕĆŽĚĞƚĞdžƚŽƐŽƌŝŐŝŶĂŝƐ͕ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕƁĞƐ͕ ŵĂƉĂƐ ŵĞŶƚĂŝƐ͕ ŝŶĨŽŐƌĄĮĐŽƐ͘͘͘Ϳ͘ EĞƐƚĞ ƟƉŽ ĚĞ ƚƌĂďĂůŚŽƐ͕ ĚĞǀĞƌĆŽ ĂĚŽƚĂƌͲƐĞ ĞƐƚƌĂƚĠŐŝĂƐ ĂŶƟͲ'ŽŽŐůĞ͕ŝƐƚŽĠ͕ŽƐĂůƵŶŽƐĚĞǀĞƌĆŽƐĞƌĚĞƐĂ- ĮĂĚŽƐĂĂŶĂůŝƐĂƌĞŝŶǀĞƐƟŐĂƌƋƵĞƐƚƁĞƐ;ƵƐĂŶĚŽĂ /ŶƚĞƌŶĞƚĞŽƵƚƌĂƐĨŽŶƚĞƐĚĞŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽͿ͕ĚŝƐƟŶ- guindo o que sabem do que pretendem desco- brir e adotando as estratégias adequadas para ŝŶǀĞƐƟŐĂƌĞƌĞƐƉŽŶĚĞƌăƐƋƵĞƐƚƁĞƐŝŶŝĐŝĂŝƐ͘ĞǀĞ ǀĂůŽƌŝnjĂƌͲƐĞ Ă ĂŶĄůŝƐĞ ĐƌşƟĐĂ ĚĂƐ ĐŽŶĐůƵƐƁĞƐ Ă ƋƵĞ ĐŚĞŐĂŵ͕ ƌĞĨŽƌŵƵůĂŶĚŽ͕ ƐĞ ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ͕ ĂƐ ĞƐƚƌĂƚĠŐŝĂƐ ĂĚŽƚĂĚĂƐ͕ Ğ ĐŽŶƚƌĂƌŝĂƌ Ğ ĐŽŶĚĞŶĂƌ ƐŝƐƚĞŵĂƟĐĂŵĞŶƚĞŽƉůĄŐŝŽĞĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕĆŽĂĐƌş- ƟĐĂ ĚĂ ŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽ͘ DƵŝƚŽƐ ĚĞƐƚĞƐ ƚƌĂďĂůŚŽƐ podem também ser avaliados mediante técni- cas orais. ͻ ƚƌĂďĂůŚŽƐ ƉƌĄƟĐŽƐ͘ ƐƚĞƐ ƉŽĚĞŵ ƐĞƌ ƌĞĂůŝnjĂ- ĚŽƐƉƌĞƐĞŶĐŝĂůŵĞŶƚĞŽƵĞŵŵŽĚĂůŝĚĂĚĞƐŚşďƌŝ- ĚĂƐ͕ ƉƌŽƉŽŶĚŽ͕ ŶĞƐƚĞ ƷůƟŵŽ ĐĂƐŽ͕ ĂƟǀŝĚĂĚĞƐ cujos resultados possam ser documentados por ĞƐĐƌŝƚŽ͕ĄƵĚŝŽŽƵǀşĚĞŽ͕ƉĞůŽĂůƵŶŽŽƵƉŽƌƚĞƌ- ĐĞŝƌŽƐ͕ĞƉŽƐƚĞƌŝŽƌŵĞŶƚĞĞŶǀŝĂĚŽƐŽƵĂƉƌĞƐĞŶ- ƚĂĚŽƐĂŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌŽƵăƚƵƌŵĂ͖ ͻ ƉĂƌƟĐŝƉĂĕĆŽĞŵĨſƌƵŶƐ͖ ͻ ĞͲƉŽƌƚĞĨſůŝŽƐŽƵĚŝĄƌŝŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͘ƐƚĞƐ são os instrumentos mais ricos do ponto de vista ĚĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ƉŽŝƐƉĞƌŵŝƚĞŵĚĞƐĞŶǀŽůǀĞƌĞ ĂǀĂůŝĂƌĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂƐĚĞŶşǀĞůĞůĞǀĂĚŽ;ĚĞƐĐƌĞ- ǀĞƌ͕ ĐŽŵĞŶƚĂƌ͕ ƌĞůĂĐŝŽŶĂƌ͕ ĂǀĂůŝĂƌ͕ ĐƌŝĂƌͿ͘ ƐƵĂ componente digital possibilita o recurso a for- mas diversas de produção ou organização de ĐŽŶƚĞƷĚŽƐ ;ĨŽƚŽŐƌĂĮĂ͕ ŵƵůƟŵĠĚŝĂͿ ƋƵĞ ĚŽĐƵ- ŵĞŶƚĂŵĂƐĨĂƐĞƐĚŽƚƌĂďĂůŚŽĞĐŽŶǀŽĐĂŵĚŝĨĞ- ƌĞŶƚĞƐƟƉŽƐĚĞůŝƚĞƌĂĐŝĂƐ͘ ƵƟůŝnjĂĕĆŽĚĞĞͲƉŽƌƚĞĨſůŝŽƐŽƵĚŝĄƌŝŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂ- ŐĞŵƉĞƌŵŝƚĞĂŽƐĂůƵŶŽƐƵƟůŝnjĂƌĞĚŽŵŝŶĂƌŝŶƐƚƌƵŵĞŶ- ƚŽƐ ĚŝǀĞƌƐŝĮĐĂĚŽƐ ƉĂƌĂ ƉĞƐƋƵŝƐĂƌ͕ ĚĞƐĐƌĞǀĞƌ͕ ĂǀĂůŝĂƌ͕ ǀĂůŝĚĂƌĞŵŽďŝůŝnjĂƌŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽ͕ĚĞĨŽƌŵĂĐƌşƟĐĂĞĂƵƚſ- ŶŽŵĂ͕ǀĞƌŝĮĐĂŶĚŽĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐĨŽŶƚĞƐĚŽĐƵŵĞŶƚĂŝƐĞĂ ƐƵĂĐƌĞĚŝďŝůŝĚĂĚĞ͕ĞŽƌŐĂŶŝnjĂƌĂŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽƌĞĐŽůŚŝĚĂ ĚĞĂĐŽƌĚŽĐŽŵƵŵƉůĂŶŽ͕ĐŽŵǀŝƐƚĂăĞůĂďŽƌĂĕĆŽĞă ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕĆŽĚĞƵŵŶŽǀŽƉƌŽĚƵƚŽŽƵĞdžƉĞƌŝġŶĐŝĂĚĞ ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͘ ƚĂŵďĠŵ ƵŵĂ ĞdžĐĞůĞŶƚĞ ĨŽƌŵĂ ĚĞ desenvolver as competências digitais dos aprendentes. džĞŵƉůŽƐĚĞĞůĞŵĞŶƚŽƐĂĂǀĂůŝĂƌ͗ ͻ ƐĞůĞĕĆŽ ĚŽƐ ŵĂƚĞƌŝĂŝƐ Ğ ƐƵĂ ƌĞůĂĕĆŽ ĐŽŵ ĂƐ ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŶƐ͖ ͻ ƚĞdžƚŽĚĞƐĐƌŝƟǀŽͬĞdžƉůŝĐĂƟǀŽ͖ ͻ ĂŶĄůŝƐĞĐƌşƟĐĂ͖ ͻ ĞǀŝĚġŶĐŝĂƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͖ ͻ ŶĂǀĞŐĂĕĆŽ͕ĨŽƌŵĂƚĂĕĆŽĞĂĐĞƐƐŝďŝůŝĚĂĚĞ͖ ͻ ĐŝƚĂĕƁĞƐĞƌĞƐƉĞŝƚŽƉĞůŽƐĚŝƌĞŝƚŽƐĚĞĂƵƚŽƌ͖ ͻ ĞůĞŵĞŶƚŽƐŵƵůƟŵĠĚŝĂ͘ Outra forma de usar a avaliação ao serviço da aprendizagem é a prática da ĂƵƚŽĂǀĂůŝĂĕĆŽ͕ƋƵĞƉŽĚĞ ƐĞƌ ƌĞĂůŝnjĂĚĂ ĂŶƚĞƐ͕ ĚƵƌĂŶƚĞ ŽƵ ĂƉſƐ ĂƐ ĂƟǀŝĚĂĚĞƐ͘ ƐƚĂƉŽĚĞƌĄƌĞǀĞƐƟƌͲƐĞĚĞƵŵĂƌĞŇĞdžĆŽĐƌşƟĐĂ͕ĐŽŵ
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    71 Projeto A Pare PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^ ƋƵĞƐƚƁĞƐ ŽƌŝĞŶƚĂĚŽƌĂƐ͕ ŽƵ ĚĞ ƵŵĂ ĚŝƐĐƵƐƐĆŽ ŶƵŵ ĨſƌƵŵ͘KƌĞƐƵůƚĂĚŽĚĞƐƚĞƉƌŽĐĞƐƐŽƐĞƌǀŝƌĄĚĞŝŶƐƚƌƵ- ŵĞŶƚŽĂƵƚŽƌƌĞŐƵůĂĚŽƌƉĂƌĂŽĂůƵŶŽĞ͕ƉĂƌĂŽƉƌŽĨĞƐ- ƐŽƌ͕ƐĞƌĄƵŵŝŶĚŝĐĂĚŽƌĚĞŶĞĐĞƐƐŝĚĂĚĞĚĞƌĞǀŝƐĆŽĞͬŽƵ ĂƉƌŽĨƵŶĚĂŵĞŶƚŽĚĂƐĂƟǀŝĚĂĚĞƐƉƌŽƉŽƐƚĂƐ͘ Importa também referir o uso das tecnologias digi- tais para ĂǀĂůŝĂĕĆŽ ĞŶƚƌĞ ƉĂƌĞƐ͕ ŵĞĚŝĂŶƚĞ ĐƌŝƚĠƌŝŽƐ ƉƌĞĚĞĮŶŝĚŽƐ͕ƋƵĞĐŽŶƚƌŝďƵŝƉĂƌĂĐŽŶƐƚƌƵĕĆŽĐŽůĂďŽƌĂ- ƟǀĂĚĞĐŽŶŚĞĐŝŵĞŶƚŽĞŵĂŵďŝĞŶƚĞƐĚŝŐŝƚĂŝƐĞƉĂƌĂĂ aprendizagem entre pares. Muitas das plataformas de ensino digital permi- tem manter os pais informados acerca do percurso ĚŽƐĂůƵŶŽƐĞĚŽƐƌĞƐƵůƚĂĚŽƐĚĂƐƵĂĂǀĂůŝĂĕĆŽ͕ĂƐƐĞŐƵ- ƌĂŶĚŽĂƐƐŝŵƵŵĂƉĂƌƟĐŝƉĂĕĆŽŵĂŝƐŝŶĨŽƌŵĂĚĂŶĂǀŝĚĂ escolar do seu educando. YƵĂůĂŝŵƉŽƌƚąŶĐŝĂĚŽĨĞĞĚďĂĐŬ ŶŽĞŶƐŝŶŽĚŝŐŝƚĂů͍ Dar feedback ĨŽƌŵĂƟǀŽ ĨƌĞƋƵĞŶƚĞ͕ ƌĄƉŝĚŽ͕ ŽƉŽƌ- ƚƵŶŽĞĚŝƌĞĐŝŽŶĂĚŽĂŽƐĂůƵŶŽƐĠƵŵĨĂƚŽƌĐƌşƟĐŽĚĞ sucesso da aprendizagem em ambientes digitais. Ainda que muitas ferramentas permitam conceber ĂƟǀŝĚĂĚĞƐĚĞfeedbackĂƵƚŽŵĄƟĐŽ;ŽĐĂƐŽĚŽƐƚĞƐƚĞƐ ĚĞƌĞƐƉŽƐƚĂĨĞĐŚĂĚĂͿ͕ĞƐƚĞŵƵŝƚĂƐǀĞnjĞƐŶĆŽĠŵĂŝƐĚŽ que a devolução do resultado de uma tarefa/questão ĞŶĆŽĚĞǀĞƌĄƐƵďƐƟƚƵŝƌŽfeedbackƉĞƐƐŽĂů͕ĨŽƌŵĂƟǀŽ ĞĨŽƌŵĂĚŽƌ͕ƉŽƌƉĂƌƚĞĚŽĚŽĐĞŶƚĞ͘ EĂ ĐƌŝĂĕĆŽ ĚĞ ĂƟǀŝĚĂĚĞƐ ĚĞ ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ Ğŵ ĂŵďŝĞŶƚĞƐŚşďƌŝĚŽƐ͕ŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌĚĞǀĞƌĄƉŽƌŝƐƐŽƉƌĞ- ver a necessidade de dar um feedback regular aos ĂůƵŶŽƐ͕ƵƐĂŶĚŽĂƐƚĞĐŶŽůŽŐŝĂƐĚŝŐŝƚĂŝƐƉĂƌĂŵŽŶŝƚŽƌŝ- zar remotamente o seu progresso e intervir quando ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ͕ ƉĞƌŵŝƟŶĚŽ Ă ĂƵƚŽƌƌĞŐƵůĂĕĆŽ Ğ ŽĨĞƌĞ- ĐĞŶĚŽƐŽůƵĕƁĞƐƉĂƌĂƵůƚƌĂƉĂƐƐĂƌĚŝĮĐƵůĚĂĚĞƐŽƵƉĂƌĂ ĂƉƌŽĨƵŶĚĂƌ ĐŽŶŚĞĐŝŵĞŶƚŽƐ͘ WŽĚĞƌͲƐĞͲĄ ŝŶĐůƵƐŝǀĂ- mente antecipar as necessidades de orientação dos ĂůƵŶŽƐ͕ ĐƌŝĂŶĚŽ͕ ƉŽƌ ĞdžĞŵƉůŽ͕ ƵŵĂ ƐĞĐ- ção de ajuda ou de perguntas frequentes ;YͿŽƵƚƵƚŽƌŝĂŝƐĞŵǀşĚĞŽ. WĂƌĂƐĞƌĞĨĞƟǀŽ͕Žfeedback deve evi- denciar as competências já adquiridas pelos alunos e oferecer novas possibilida- des de aprendizagem e de evidenciação ĚĂƐŵĞƐŵĂƐ͘hŵfeedback focado apenas ŶĂŝĚĞŶƟĮĐĂĕĆŽĚĞĞƌƌŽƐĠƉŽƵĐŽƷƚŝůĞƐſ terá verdadeiro impacto se incidir naquilo ƋƵĞŽĂůƵŶŽƉƌĞĐŝƐĂĚĞĨĂnjĞƌƉĂƌĂĐƵŵƉƌŝƌĂƚĂƌĞĨĂ͕ŽĨĞ- ƌĞĐĞŶĚŽ͕ ƐĞ ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ͕ ŶŽǀĂƐ ĞƐƚƌĂƚĠŐŝĂƐ ŽƵ ŶŽǀŽƐ ƌĞĐƵƌƐŽƐƉĂƌĂĂƟŶŐŝƌŽƐŽďũĞƟǀŽƐ͘hŵĂĨŽƌŵĂĚĞĨŽƌŶĞ- cer um feedbackĞĮĐĂnjƐĞƌĄĞƐƚĂďĞůĞĐĞƌƵŵĂĐŽŵƉĂƌĂ- ĕĆŽĐŽŵĐƌŝƚĠƌŝŽƐĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽŽƵƌƵďƌŝĐĂƐ͕ĚĞƐĐƌĞǀĞŶĚŽ aquilo que o aluno já alcançou e fornecendo sugestões ƐŽďƌĞŽƋƵĞĂŝŶĚĂƉŽĚĞƐĞƌŵĞůŚŽƌĂĚŽ͘Kfeedback deverá por isso ocorrer durante o processo de realiza- ĕĆŽĚĂĂƟǀŝĚĂĚĞĞŶĆŽĂƉſƐŽƐĞƵĮŶĂů͘ Além deste feedbackĨŽƌŵĂƟǀŽĞĂǀĂůŝĂƟǀŽ͕Ğŵ modalidades de ensino digital é também essencial o feedbackŝŶƚĞƌĂĐŝŽŶĂů͕ŶŽŵĞĂĚĂŵĞŶƚĞŵĞŶƐĂŐĞŶƐĚĞ ŝŶĐĞŶƟǀŽŽƵƐŝŵƉůĞƐŵĞŶƚĞĂĐŽŶĮƌŵĂĕĆŽĚĞƌĞĐĞďŝ- ŵĞŶƚŽĚĞƚƌĂďĂůŚŽƐŽƵĞdžĞĐƵĕĆŽĚĞƚĂƌĞĨĂƐ͘ ŽŵŽĐŽŶƐƚƌƵŝƌŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽƐĚĞƌĞŐŝƐƚŽ ĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽŵĂŝƐŽďũĞƟǀŽƐ͕ƚƌĂŶƐƉĂƌĞŶƚĞƐĞ ƉŽƚĞŶĐŝĂĚŽƌĞƐĚĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͍ ĂǀĂůŝĂĕĆŽĚĂƐĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŶƐƉƌĞƐƐƵƉƁĞĂĞdžŝƐ- tência de critérios que traduzam claramente o que é desejável que os alunos aprendam e a descrição dos ĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐŶşǀĞŝƐĚĞĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽ. Estes instrumentos de registo são comummente designados de rubricas ;ĂƉĂƌƟƌĚŽŝŶŐůġƐƌƵďƌŝĐ) de avaliação ou descritores ĚĞĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽ͘,ĂďŝƚƵĂůŵĞŶƚĞ͕ĂƐƌƵďƌŝĐĂƐĂƉƌĞƐĞŶ- tam-se sob a forma de uma matriz com indicação de um conjunto de critérios que contemplem todas as ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŶƐƋƵĞŽĂůƵŶŽƚĞŵĚĞƌĞĂůŝnjĂƌŶĂĞdžĞĐƵ- ĕĆŽĚĂƚĂƌĞĨĂ͕Ğ͕ƉĂƌĂĐĂĚĂĐƌŝƚĠƌŝŽ͕ŽƐĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐŶşǀĞŝƐ ĚĞĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽƋƵĂůŝƚĂƟǀŽ;ƋƵĞǀĂƌŝĂŵŝĚĞĂůŵĞŶƚĞ ĞŶƚƌĞϯĞϱͿ͘ĂĚĂŶşǀĞůĚĞĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽĠĚĞƐĐƌŝƚŽĚĞ ĨŽƌŵĂĚĞƚĂůŚĂĚĂĞĐůĂƌĂƉĂƌĂŽĂůƵŶŽĞƉŽĚĞƐĞƌĂƐƐŽ- ĐŝĂĚŽĂƵŵĂĞƐĐĂůĂĚĞǀĂůŽƌĞƐ͕ƉĞƌŵŝƟŶĚŽĂƐƐŝŵĂŽ professor criar registos de avaliação mais transparen- ƚĞƐĞĐŽĞƌĞŶƚĞƐĐŽŵŽƐŽďũĞƟǀŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͘ As rubricas podem ser usadas para avaliar qual- ƋƵĞƌ ƟƉŽ ĚĞ ƚƌĂďĂůŚŽ͕ ĐŽŵŽ ƉĞƐƋƵŝƐĂƐ͕ ƚƌĂďĂůŚŽƐĞŵŐƌƵƉŽ͕ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕƁĞƐ͕ƌĞƐĞ- ŶŚĂƐ͕ ƉŽƌƚĞĨſůŝŽƐ͕ ĚĞďĂƚĞƐ͕ ƉƌŽĚƵĕĆŽ ĚĞ ƉŽĚĐĂƐƚƐ͕ ǀşĚĞŽƐ͕ ĞƚĐ͕͘ ƐĞŶĚŽ ĞdžƚƌĞŵĂ- mente úteis em qualquer modalidade e ŶşǀĞůĚĞĞŶƐŝŶŽ͕ƉŽŝƐĂůĠŵĚĞĨĂĐŝůŝƚĂƌĞŵ ŽƚƌĂďĂůŚŽĚŽĚŽĐĞŶƚĞ͕ƉŽĚĞŵƐĞƌƵƐĂĚĂƐ pelos alunos como instrumento orienta- ĚŽƌĚŽƐĞƵƚƌĂďĂůŚŽ͕ĂŽƐĞƌǀŝĕŽĚĂĂƉƌĞŶ- ĚŝnjĂŐĞŵĂƵƚſŶŽŵĂĞĂƵƚŽƌƌĞŐƵůĂĚĂ͘ Dar feedbackĨŽƌŵĂƟǀŽ ĨƌĞƋƵĞŶƚĞ͕ƌĄƉŝĚŽ͕ oportuno e direcionado aos alunos é um fator ĐƌşƟĐŽĚĞƐƵĐĞƐƐŽĚĂ aprendizagem em ambientes digitais.
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    Projeto A Pare PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^ 72 Ensino digital | Carlos Pinheiro ŶƚƌĞ ĂƐ ǀĂŶƚĂŐĞŶƐ ĚĂƐ ƌƵďƌŝĐĂƐ ĚĞ ĂǀĂůŝĂĕĆŽ͕ ƐĂůŝĞŶƚĂŵŽƐĂƐƐĞŐƵŝŶƚĞƐ͗ ͻ ƉĞƌŵŝƚĞŵŽĞŶǀŽůǀŝŵĞŶƚŽĚŽƐĂůƵŶŽƐŶŽƉƌŽͲ ĐĞƐƐŽĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ;ƉŽƌĞdžĞŵ- ƉůŽ͕ ƐƵŐĞƌŝŶĚŽ ĐƌŝƚĠƌŝŽƐ ƉĂƌĂ Ă ĞůĂďŽƌĂĕĆŽ ĚĂƐ ƌƵďƌŝĐĂƐƉĞůĂƐƋƵĂŝƐŽƐƐĞƵƐƚƌĂďĂůŚŽƐĞƉƌŽũĞƚŽƐ ƐĞƌĆŽĂǀĂůŝĂĚŽƐͿ͖ ͻ ƌĞĚƵnjĞŵ Ă ƐƵďũĞƟǀŝĚĂĚĞ da avaliação (o pro- cesso de avaliação torna-se mais transparente e o aluno compreenderá mais facilmente o ĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽƋƵĞƐĞĞƐƉĞƌĂĚĞůĞŶƵŵĂƚĂƌĞĨĂĚĞ ĂǀĂůŝĂĕĆŽ͕ĞƋƵĂŝƐƐĆŽŽƐĂƐƉĞƚŽƐƋƵĞǀĆŽƐĞƌŽ ĨŽĐŽĚĂĂǀĂůŝĂĕĆŽͿ͖ ͻ ĂũƵĚĂŵŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌĂĚĂƌŵĞůŚŽƌ feedback ao ĂůƵŶŽ͖ ͻ ŵĞůŚŽƌĂƌĂŵĂŵŽƟǀĂĕĆŽĞĂĐŽŶĮĂŶĕĂĚŽƐĂůƵͲ nos͕ pelo facto de os ajudar a compreender a ĨŽƌŵĂĚĞĂůĐĂŶĕĂƌƵŵďŽŵĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽ͖ ͻ ĞŶĐŽƌĂũĂŵŽƉĞŶƐĂŵĞŶƚŽĐƌşƟĐŽ;ͨƐĞĚŝƐĐƵƟƌ- mos previamente com os alunos os critérios pre- ƐĞŶƚĞƐŶĂƐŐƌĞůŚĂƐ͕ĞƐƚĂƌĞŵŽƐĂĞdžƉůŝĐŝƚĂƌĂůŐƵŶƐ ĞůĞŵĞŶƚŽƐŝŵƉŽƌƚĂŶƚĞƐŶŽƉĞŶƐĂŵĞŶƚŽĐƌşƟĐŽ ƋƵĞ͕ĚĞŽƵƚƌŽŵŽĚŽ͕ŽŵŝƟƌşĂŵŽƐĐŽŶƐŝĚĞƌĂŶĚŽͲ ͲŽƐŝŵƉůşĐŝƚŽƐ͕ͩ^ƚĞǀĞŶƐΘĞǀŝϭϬ Ϳ͖ ͻ ĨĂĐŝůŝƚĂŵĂĐŽŵƉƌĞĞŶƐĆŽĚĂƐĞdžƉĞĐƚĂƟǀĂƐĐŽŵŽ ƚƌĂďĂůŚŽ͘ƌƵďƌŝĐĂĚĞŝdžĂĐůĂƌŽƋƵĂŝƐĂƐĐĂƌĂĐƚĞ- ƌşƐƟĐĂƐƋƵĞŽƚƌĂďĂůŚŽĚĞǀĞƉŽƐƐƵŝƌƉĂƌĂŽďƚĞƌĂ ĞdžĐĞůġŶĐŝĂ͘WĞƌŵŝƚĞƋƵĞŽĂůƵŶŽĨĂĕĂƵŵĂĂƵƚŽĂ- ǀĂůŝĂĕĆŽƉĞƌŵĂŶĞŶƚĞĚŽƐĞƵƚƌĂďĂůŚŽĞƐĞũĂŵĂŝƐ ĂƵƚſŶŽŵŽŶŽƉƌŽĐĞƐƐŽĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͖ ͻ ĂũƵĚĂŵĂĐůĂƌŝĮĐĂƌŽďũĞƟǀŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ ĐŽŵƉůĞdžŽƐ assegurando avaliações consisten- ƚĞƐ͘KƐĂůƵŶŽƐƉĞƌĐĞďĞŵŵĞůŚŽƌŽƋƵĞƐĞĞƐƉĞƌĂ ĚĞůĞƐ͕ŵĞƐŵŽĞŵƚĂƌĞĨĂƐĐŽŵƉůĞdžĂƐ͕ƉŽĚĞŶĚŽ usar a rubrica como um guia para um bom ĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽ Ğ ƉĞƌŵŝƟŶĚŽͲůŚĞƐ ƉĞƌĐĞďĞƌ ƉŽƌ- ƋƵĞĠƋƵĞŽƐĞƵƚƌĂďĂůŚŽĠďŽŵŽƵŵĂƵ͖ ͻ ƌĞĚƵnjĞŵŽƚƌĂďĂůŚŽĚŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌ͕ƉŽŝƐƚŽƌŶĂŵĂ ĂǀĂůŝĂĕĆŽŵĂŝƐƌĄƉŝĚĂĞŵĞŶŽƐƐƵďũĞƟǀĂ͘ Algumas plataformas de LMS já permitem a avaͲ ůŝĂĕĆŽƉŽƌƌƵďƌŝĐĂƐ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ĂDŝĐƌŽƐŽŌdĞĂŵƐ͕ ϭϬ ^ƚĞǀĞŶƐ͕ ͘ Θ Ğǀŝ͕ ͘ ;ϮϬϬϱͿ͘ /ŶƚƌŽĚƵĐƟŽŶ ƚŽ ZƵďƌŝĐƐ͗ ĂŶ ĂƐƐĞƐƐŵĞŶƚ ƚŽŽů ƚŽ ƐĂǀĞ ŐƌĂĚŝŶŐ ƟŵĞ͕ ĐŽŶǀĞLJ ĞīĞĐƟǀĞ ĨĞĞĚďĂĐŬ ĂŶĚ ƉƌŽŵŽƚĞ ƐƚƵĚĞŶƚ ůĞĂƌŶŝŶŐ͘ ^ƚĞƌůŝŶŐ͕ sŝƌŐŝŶŝĂ͗ ^ƚLJůƵƐWƵďůŝƐŚŝŶŐ͘ Ă 'ŽŽŐůĞ ůĂƐƐƌŽŽŵ Ğ ĂƐ ǀĞƌƐƁĞƐ ŵĂŝƐ ƌĞĐĞŶƚĞƐ ĚŽ DŽŽĚůĞͿ͘džŝƐƚĞŵĚŝǀĞƌƐĂƐĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐonlineϭϭ e apli- ĐĂĕƁĞƐƉĂƌĂĚŝƐƉŽƐŝƟǀŽƐŵſǀĞŝƐƋƵĞĨĂĐŝůŝƚĂŵĂĐƌŝĂ- ĕĆŽ ĚĞ ƌƵďƌŝĐĂƐ Ğ ŽĨĞƌĞĐĞŵ ĞdžĞŵƉůŽƐ͕ ƐƵŐĞƐƚƁĞƐ Ğ modelos que podem ser adaptados. Estas ferramen- ƚĂƐ͕ĐŽŶƚƵĚŽ͕ƐĆŽŵĞŶŽƐǀĂŶƚĂũŽƐĂƐĚŽƋƵĞĂƐƌƵďƌŝ- ĐĂƐĚŝƐƉŽŶŝďŝůŝnjĂĚĂƐƉĞůĂƐƉůĂƚĂĨŽƌŵĂƐD^͕ƉŽŝƐĂşͨĂƐ rubricas de avaliação são criadas e enviadas ao mesmo ƚĞŵƉŽƋƵĞĂĂƟǀŝĚĂĚĞƋƵĞŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌƉƌĞƚĞŶĚĞƌĞĂůŝ- njĂƌ͕ĐůĂƌŝĮĐĂŶĚŽƉƌĞǀŝĂŵĞŶƚĞ͕ŶƵŵĂůſŐŝĐĂĚĞĨĞĞĚƵƉ͕ ŽƋƵĞƐĞĞƐƉĞƌĂƋƵĞĐĂĚĂĂůƵŶŽĨĂĕĂ͘ůĠŵĚŝƐƐŽ͕ĂŐŝ- ůŝnjĂŵĞƉŽƚĞŶĐŝĂŵĂŽƉŽƌƚƵŶŝĚĂĚĞ͕ĂĞƐƉĞĐŝĮĐŝĚĂĚĞĞ a personalização do feedbackĚŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌ͕ĂĂǀĂůŝĂĕĆŽ ƉĞůŽƐƉĂƌĞƐĞĂƉƌſƉƌŝĂĂƵƚŽĂǀĂůŝĂĕĆŽ͕ƉĞƌŵŝƟŶĚŽƵŵĂ ŐĞƐƚĆŽŵĂŝƐĞĮĐĂnjĚĂŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽƌĞĐŽůŚŝĚĂͩ͘ϭϮ hŵĂďŽĂƌƵďƌŝĐĂĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽĚĞǀĞƌĄƐĞƌ͗ ͻ ĂĚĞƋƵĂĚĂ ăƐ ƚĂƌĞĨĂƐ ŽƵ ƉƌŽĚƵƚŽƐ ƋƵĞ ƐĞ ƉƌĞ- ƚĞŶĚĞĂǀĂůŝĂƌ͖ ͻ džƉůşĐŝƚĂ ƋƵĂŶƚŽ ĂŽƐ ŶşǀĞŝƐ ĚĞ ĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽ ;ŶŽ ƐĞƵ ĐŽŶũƵŶƚŽ͕ ĚĞǀĞ ĚĞƐĐƌĞǀĞƌ ƋƵĂůƋƵĞƌ ƌĞƐƵůƚĂĚŽƉŽƐƐşǀĞůƐŽďƌĞŽĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽĚĞƵŵ aluno) e quanto ao que se espera do aluno em ĐĂĚĂŶşǀĞů͖ ͻ ĐůĂƌĂĞŽďũĞƟǀĂƋƵĂŶƚŽăůŝŶŐƵĂŐĞŵĞƚĞƌŵŝŶŽůŽ- ŐŝĂƵƟůŝnjĂĚĂ;ĚĞǀĞŵƐĞƌĞŶƚĞŶĚŝĚĂƐƉĞůŽĂůƵŶŽͿ ʹƋƵĂŶƚŽŵĂŝƐŽďũĞƟǀĂĨŽƌĂƐƵĂĚĞƐĐƌŝĕĆŽ͕ŵĂŝƐ fácil será para o professor a avaliação do traba- ůŚŽŽƵƚĂƌĞĨĂĞ͕ƉĂƌĂŽĂůƵŶŽ͕ĂůĐĂŶĕĂƌŽƌĞƐƵů- ƚĂĚŽĞƐƉĞƌĂĚŽĞĞŶƚĞŶĚĞƌĂĐůĂƐƐŝĮĐĂĕĆŽŽďƟĚĂ͖ ͻ ĨŽƌŵĂƟǀĂ. Embora a rubrica possa ser usada ĐŽŵŽŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽĚĞĐůĂƐƐŝĮĐĂĕĆŽ͕ĞůĂĚĞǀĞƌĄ estar sobretudo ao serviço da aprendizagem ĂƵƚŽƌƌĞŐƵůĂĚĂ͕ĐŽŶƚƌŝďƵŝŶĚŽƉĂƌĂĂũƵĚĂƌŽƐĂůƵ- nos a aprender e os professores a ensinar. sĄƌŝŽƐĞdžĞŵƉůŽƐĚĞƌƵďƌŝĐĂƐĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ;ĚĂƌĞƐ- ponsabilidade da Direção Regional da Educação dos ĕŽƌĞƐͿ͕ƉĂƌĂĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐƟƉŽůŽŐŝĂƐĚĞƚƌĂďĂůŚŽƐ͕ƉŽĚĞ- rão ser encontrados em ŚƩƉƐ͗ͬͬǀŝĞǁ͘ŐĞŶŝĂů͘ůLJͬϱĞďĨ- ϮĚϬĞϴĞϮϰϯďϬĚϱĂϯϮĨĂĚďͬŐƵŝĚĞͲƌƵďƌŝĐĂƐ. ϭϭ ůŐƵŵĂƐ ĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐ ƐĆŽ͕ ƉŽƌ ĞdžĞŵƉůŽ͕ YƵŝĐŬZƵďƌŝĐ͕ ƐƐĂLJdĂŐŐĞƌ͕ZƵďƌŝĐDĂŬĞƌ͕ŝZƵďƌŝĐŽƵZƵďŝƐƚĂƌ͘ ϭϮ DĂĐŚĂĚŽ͕͘;ϮϬϮϬͿ͘WƌĄƟĐĂƐĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽĨŽƌŵĂƟǀĂĞŵĐŽŶͲ ƚĞdžƚŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĞĞŶƐŝŶŽĂĚŝƐƚąŶĐŝĂ͘Online͘ŝƐƉŽŶşǀĞů Ğŵ͗ ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ƌĞƐĞĂƌĐŚŐĂƚĞ͘ŶĞƚͬƉƵďůŝĐĂƟŽŶͬϯϰϬϵϰϬϱϬϱͺ WƌĂƟĐĂƐͺĚĞͺĂǀĂůŝĂĐĂŽͺĨŽƌŵĂƟǀĂͺĞŵͺĐŽŶƚĞdžƚŽƐͺĚĞͺĂƉƌĞŶĚŝ- njĂŐĞŵͺĞͺĞŶƐŝŶŽͺĂͺĚŝƐƚĂŶĐŝĂ͘ŽŶƐƵůƚĂĚŽĞŵϯϬͲϭϭͲϮϬϮϬ͘
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    73 Projeto A Pare PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^ Roteiro Aula Digit@l
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    Projeto A Pare PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^ 74 Antes de começar… Para aceder rapidamente aos manuais e recursos digitais da LeYa Educação (Edições Asa, Gailivro, Texto e Sebenta): offline I Plataforma web Aula Digital: www.auladigital.leya.com Crie um atalho ou guarde esta página nos Favoritos do navegador que está a usar (Chrome, por exemplo). App Aula Digital Coloque esta app no ecrã inicial do seu tablet para aceder aos manuais e recursos digitais sem precisar de ter internet. online I App Smart Aula Digital Coloque esta app no ecrã inicial do teu tablet ou smartphone para aceder a vídeos e quizzes com explicações imediatas, que ajudam os seus alunos a rever o essencial das matérias. Disponível do 5.o ao 12.o ano.
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    75 Projeto A Pare PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^ Aceda à Aula Digital Na Aula Digital encontra os manuais e todos os recursos digitais de que precisa para explorar os temas das suas disciplinas com os seus alunos – vídeos, animações, atividades interativas, materiais de apoio à avaliação e muito, muito mais. Para usar todos estes recursos, comece por aceder à sua conta em Aula Digital. Clique em Entrar Aceda a www.auladigital.leya.com 2 Introduza o seu utilizador, a sua palavra-passe e clique em Entrar. 3 1
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    Projeto A Pare PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^ 76 Explore as áreas da plataforma Aula Digital. 4 Biblioteca | Área onde pode aceder aos manuais e aos recursos digitais online Banco de Recursos | Área onde encontra uma bateria de recursos das principais disciplinas, do 1.o ao 12.o ano Smart | Área de acesso a sequências de vídeos, áudios e quizzes, com explicações imediatas que ajudam os seus alunos a estudar e a esclarecer dúvidas Os meus testes | Área onde pode editar ou criar testes interativos com correção automática As minhas aulas | Área onde pode editar ou criar aulas interativas para projeção em sala de aula As minhas salas | Área a partir da qual pode criar salas para comunicar, esclarecer dúvidas e orientar o estudo dos seus alunos
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    77 Projeto A Pare PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^ Para explorar os manuais digitais online, aceda à plataforma web Aula Digital, entre na Biblioteca e selecione o manual a que pretende aceder. Explore os manuais digitais online I Biblioteca | Área onde os manuais escolares são disponibilizados. Cada manual está identificado com o título, a disciplina e o ano. Clicando nele, pode aceder a todas as publicações e recursos digitais que lhe estão associados.
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    Projeto A Pare PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^ 78 Recursos digitais | Explore os vários temas das suas disciplinas usando os recursos digitais que encontra nas páginas dos manuais: vídeos, animações, atividades, áudios, mapas interativos, jogos e muito, muito mais. Navegue pelo índice. Explore todos os recursos digitais do manual. Aceda rapidamente a páginas importantes, marcadas ou anotadas. Pesquise um assunto e aceda rapidamente a páginas e recursos que o abordam. Navegue pelas páginas e ajuste a visualização para poder ler e explorar texto, imagens e esquemas com todo o detalhe. Anote o que é mais importante. Marque as páginas mais importantes para lhes aceder rapidamente. online I
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    79 Projeto A Pare PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^ offline I Para poder explorar os manuais offline, faça o seu download. Toque no botão de opções e escolha a opção Download por capítulos. Faça o download dos capítulos que está a trabalhar com os seus alunos. Se preferir, pode descarregar todos os capítulos, tocando no botão. Explore os manuais digitais Para explorar os manuais digitais offline, descarregue-os da plataforma web para o seu computador ou aceda no seu tablet à app Aula Digital com os mesmos dados de acesso. No computador Em tablet Aceda à área Offline e descarregue os conteúdos seguindo as instruções apresentadas.
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    Projeto A Pare PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^ 80 Navegue pelo índice do manual. Marque as páginas importantes. Aceda rapidamente a páginas anotadas. Navegue pelas miniaturas das páginas. Navegue rapidamente pelas páginas usando esta barra. Escreva e desenhe no manual, usando o dedo ou uma pen. Recorte texto ou imagens do manual e partilhe por e-mail ou envie para o caderno digital. Pressione o ecrã com o dedo ou com uma pen e crie notas do que é importante lembrar. Use o menu superior para navegar pelo manual, pelos recursos e pelo caderno digital. Recursos digitais Explore os recursos digitais em qualquer lugar. Na app Aula Digital pode ver vídeos, animações, atividades e muito mais, sem precisar de ter acesso a internet. offline I
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    81 Projeto A Pare PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^ Explore os recursos do Professor Glossários e Gramáticas Para esclarecer regras e apresentar vocabulário novo. Áudios e Imagens Ajudam a relembrar o que se deu nas aulas e, no caso dos áudios, a ouvir e a treinar a leitura de textos. Simuladores e Vídeos laboratoriais Para fazer experiências e tirar conclusões de uma forma virtual. Apresentações Para acompanhar a apresentação dos conteúdos ou rever a matéria dada. Karaokes Para que os seus alunos se divirtam enquanto reveem a matéria. Animações e Vídeos Aceda a animações ou vídeos que ajudam os seus alunos a perceber melhor a matéria. Explore os recursos que acompanham os manuais, ao longo das páginas ou diretamente na área Recursos. Entre também no Dossiê para aceder a materiais exclusivos do professor: fichas e grelhas de avaliação, planificações, materiais para os alunos com mais dificuldades, entre muitos outros. Partilhe estes recursos com os seus alunos através da área As minhas salas.
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    Projeto A Pare PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^ 82 No Dossiê estão disponíveis todos os materiais exclusivos do professor, totalmente editáveis – planificações, apresentações, fichas, testes e muito mais. Aqui pode aceder também a todos os áudios dos projetos escolares e ao guia de exploração dos recursos digitais. Área com atualização de materiais!
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    83 Projeto A Pare PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^ No Banco de recursos encontra rapidamente os recursos digitais de que precisa na sala de aula, para orientar o estudo dos seus alunos ou para iniciar um trabalho interdisciplinar. Explore os recursos do Professor Recursos digitais organizados e facilmente pesquisáveis pelos temas do programa ou de forma livre, por palavras-chave. Para usar de forma complementar ou independente do manual escolar. Ideal para a realização de pesquisas, trabalhos de projeto ou para o trabalho interdisciplinar. Pesquise por tema do programa ou de forma livre e encontre rapidamente recursos úteis para desenvolver trabalho interdisciplinar.
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    Projeto A Pare PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^ 84 Os seus alunos podem testar os seus conhecimentos e ver as suas dúvidas esclarecidas em qualquer momento e em qualquer lugar, mesmo sem internet. Explore os recursos do Aluno Na app Smart Aula Digital os seus alunos podem explorar áudios e vídeos, e rever o essencial da matéria no seu smartphone. Vídeos para compreender melhor a matéria. Quizzes rápidos, para testar os conhecimentos. Explicações para esclarecer dúvidas. Avaliação de progresso e possibilidade de melhorar os resultados. Recursos organizados pelos temas do manual e contendo toda a matéria. Disponível para as principais disciplinas do 5.o ao 12.o ano. Explore estes recursos através da área Smart da plataforma web e faça recomendações de estudo.
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    85 Projeto A Pare PassoʹWŽƌƚƵŐƵġƐϳͻŶƐŝŶŽŝŐŝƚ@ůͻ^ Comunicar facilmente com os seus alunos num ambiente controlado por si! Pode responder a questões colocadas pelos seus alunos, lançar tópicos de debate e escrever comentários. A partir da área As minhas salas pode comunicar e enviar trabalhos e testes para orientar o estudo dos seus alunos, monitorizando os seus resultados. Numa sala, pode publicar informações importantes, partilhar páginas e documentos de estudo, comunicar e esclarecer as dúvidas de todos os alunos da turma, criando um post no mural. Para criar uma sala e associar alunos: Clique em Associar sala, na área As minhas salas. Preencha o nome da sala. Clique em Criar sala. Clique em Associar alunos. Associe os alunos, disponibilizando-lhes o código da sala ou enviando um convite por e-mail. 1 2 3 4 5 Comunique e oriente o estudo dos seus alunos
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    Envie testes interativos econsulte os relatórios automáticos individuais de cada aluno para identificar o que ainda precisa de ser melhorado. A partir de uma sala, pode ainda enviar trabalhos e testes interativos que os alunos podem realizar de acordo com as suas orientações. Acompanhe a realização dos trabalhos dos seus alunos e esclareça as dúvidas, escrevendo comentários.
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    Guia de RecursosMultimédia do Manual A Par e Passo O Guia de Recursos Multimédia apresenta os recursos multimédia associados a cada uma das unidades do Manual A Par e Passo. Em cada uma das unidades, os recursos estão organizados em três categorias: x Apresentação de conteúdos – recursos disponibilizados para o auxílio da prática letiva na apresentação dos vários conteúdos. x Aplicação/consolidação – recursos que permitem a consolidação das aprendizagens. x Avaliação – recursos que estão ao serviço da avaliação das aprendizagens.
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    Guia de RecursosMultimédia 88 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Ensino Digit@l x ASA hE/ϭ͗dydKEK/dZZ/KͻhŵƉůĂŶĞƚĂƉĂƌĂƐĂůǀĂƌ Apresentação de conteúdos ͻ Vídeo: Como se faz um jornal? Vídeo sobre os bastidores da produção de um jornal Fonte: Jornal Económico TV (2013) | Duração: 3 min 40 s. ͻ Vídeo: Como escrever uma biografia? Vídeo tutorial protagonizado por um aluno que explica, através de um texto- -exemplo, como redigir uma biografia que cumpra os seus objetivos explícitos. ͻ Animação: O que é um texto publicitário? Animação que explicita, através de exemplos, o conceito e as finalidades de um texto publicitário. O recurso termina com a caracterização deste género textual para registo no caderno. | Duração: 48 s. ͻ Vídeo: EDP – Geração Zero Vídeo publicitário de uma campanha lançada pela EDP (2020) com o objetivo de promover hábitos de proteção ambiental e de divulgar produtos EDP. | Duração: 1 min 20 s. ͻ Vídeo: Numa hora, Campanha Sociedade Ponto Verde Vídeo publicitário da campanha promovida pela Sociedade Ponto Verde (2012) com vista à reciclagem. | Duração: 1 min 1 s. ͻ Apresentação: Verbos – conjugações, flexão e subclasses Apresentação sobre verbos (conjugações, flexão e subclasses do verbo), com iconografia e exemplos complementares. ͻ Vídeo: Como escrever um texto de opinião? Vídeo tutorial protagonizado por um aluno que explica, através de um texto- -exemplo, como elaborar um texto de opinião que cumpra os seus objetivos explícitos. ͻ Vídeo: Como expressar pontos de vista e opiniões? Vídeo tutorial protagonizado por um aluno que apresenta, através de um exemplo, as estratégias e normas que envolvem a correta expressão oral de pontos de vista e opiniões em contexto de intervenção formal. ͻ Vídeo: Discurso de Greta Thunberg nos Goldene Kamera Vídeo legendado do discurso de Greta Thunberg na gala dos Goldene Kamera 2019. | Duração: 5 min 9 s. ͻ Vídeo: Aquametragem, Marina Lobo Curta-metragem de Marina Lobo sobre o desperdício de água, lançada pela Agência de Energia e Ambiente de Lisboa (2018).| Duração: 6 min 29 s. ͻ Apresentação: Advérbio e locução adverbial Apresentação sobre os valores e as funções do advérbio e da locução adverbial, com iconografia e exemplos complementares. ͻ Animação: O que é uma crítica? Animação que explicita, através de exemplos, o conceito e as finalidades do género textual Crítica. O recurso termina com a caracterização deste género textual para registo no caderno. | Duração: 1 min 54 s.
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    Guia de RecursosMultimédia Projeto A Par e Passo – Português 7 x Ensino Digit@l x ASA 89 ͻ Vídeo: Mission Blue Trailer legendado do filme Mission Blue – Netflix (2014). | Duração: 2 min 24 s. Trata-se de um documentário sobre a campanha da oceanógrafa Sylvia Earle para proteger os oceanos contra ameaças, como a pesca excessiva ou os resíduos tóxicos. ͻ Vídeo: Chernobyl Trailer legendado da minissérie Chernobyl – HBO (2019). | Duração: 2 min 26 s. Esta é uma minissérie de 5 episódios que recria os acontecimentos em torno do acidente nuclear que ocorreu em 1986 na central nuclear de Chernobil (Ucrânia). Aplicação / Consolidação ͻ Quiz: Verbos regulares e irregulares Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação. ͻ Quiz: Advérbio relativo Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação. ͻ Quiz: Géneros textuais Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação. ͻ Jogo: Quem quer ser redator Jogo que permite consolidar conhecimentos sobre textos não literários. Avaliação x Teste interativo: Biografia Teste interativo com acesso a relatório detalhado. x Teste interativo: Publicidade Teste interativo com acesso a relatório detalhado. x Teste interativo: Artigo de opinião Teste interativo com acesso a relatório detalhado. x Teste interativo: Crítica Teste interativo com acesso a relatório detalhado. ͻ Teste interativo: Verbos: conjugações, flexão e subclasse Teste interativo composto por cinco questões, com acesso a relatório detalhado. ͻ Teste interativo: Unidade 1 Teste interativo com acesso a relatório detalhado. UNIDADE 2.1: dydKEZZd/sKͻsŝĂŐĞŶƐĞǀĞŶƚƵƌĂƐ Apresentação de conteúdos ͻ Vídeo: Os fantásticos livros voadores do Senhor Lessmore Curta-metragem de animação, de William Joyce e Brandon Oldenburg (2012). | Duração: 15 min 6 s. Esta curta-metragem mostra o poder que os livros têm sobre as pessoas. Os livros mostram novos mundos, novos caminhos e novas direções, que vão muito além daquilo a que estamos acostumados. ͻ Animação: Por que deves ler O Cavaleiro da Dinamarca de Sophia de Mello Breyner Andresen? Animação que apresenta ao leitor a obra O Cavaleiro da Dinamarca, motivando-o para a sua leitura, através da apresentação do percurso biográfico da autora Sophia de Mello Breyner Andresen, da contextualização e análise das características da obra e da antecipação de alguns detalhes da narrativa. Inclui questões orientadoras para reflexão.
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    Guia de RecursosMultimédia 90 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Ensino Digit@l x ASA ͻ Animação: O que é o tempo da história, o tempo histórico e o tempo psicológico? Animação que caracteriza, através de exemplos, um dos elementos da narrativa – o tempo –, nomeadamente, o tempo da história, o tempo histórico e o tempo psicológico. O recurso termina com as respetivas definições para registo no caderno. | Duração: 1 min 37 s. ͻ Animação: O que é o espaço físico, o espaço social e o espaço psicológico? Animação que caracteriza, através de exemplos, um dos elementos da narrativa – o espaço –, nomeadamente, o espaço físico, social e psicológico. O recurso termina com as respetivas definições para registo no caderno. | Duração: 1 min 54 s. ͻ Animação: O que é um narrador? Animação que define narrador e caracteriza, por meio de exemplos, narrador participante e não participante. O recurso termina com as respetivas definições para registo no caderno. | Duração: 1 min 50 s. ͻ Animação: O que é uma enumeração? Animação que identifica e explica, através de exemplos, o valor expressivo da enumeração. A animação termina com a definição deste recurso expressivo para registo no caderno. | Duração: 1 min 22 s. ͻ Animação: O que é uma personagem principal, secundária e figurante? Animação que caracteriza, através de exemplos, os diferentes agentes da ação do texto narrativo, nomeadamente, a personagem principal, a personagem secundária e o figurante. O recurso termina com as respetivas definições para registo no caderno. | Duração: 1 min 42 s. ͻ Animação: O que é uma narrativa encaixada? Animação que demonstra, através de exemplos, a presença de narrativas encaixadas dentro da narrativa principal. O recurso termina com a respetiva definição para registo no caderno. | Duração: 1 min 56 s. ͻ Vídeo: Romeu e Julieta Vídeo legendado com um excerto do filme Romeu e Julieta, de Carlo Carlei (2013) | Duração: 5 min 3 s. Este filme é uma versão da emblemática peça de William Shakespeare, que atravessou séculos e fronteiras, tornando-se o paradigma universal do amor trágico. Escrita entre 1591 e 1595, esta peça retrata o amor entre dois adolescentes nobres provenientes de famílias rivais de Verona (Itália), cuja ligação foi tão forte que nem a morte conseguiu separar. ͻ Vídeo: Como fazer uma exposição oral de um tema? Vídeo tutorial protagonizado por um aluno que apresenta, através de um exemplo, as estratégias e normas que envolvem a adequada exposição oral de um tema em contexto de intervenção formal. ͻ Apresentação: Modificador do grupo verbal e modificador do nome Apresentação sobre o modificador do grupo verbal e o modificador do nome (restritivo e apositivo), com iconografia e exemplos complementares. ͻ Gramática: Modificador do nome Gramática interativa que explica, através de exemplos, como identificar a função sintática de modificador do nome. O recurso apresenta ainda três momentos de atividades para praticar os conteúdos. ͻ Gramática: Modificador do grupo verbal Gramática interativa que explica, através de exemplos, como identificar a função sintática de modificador do grupo verbal. O recurso apresenta ainda duas atividades para praticar os conteúdos.
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    Guia de RecursosMultimédia Projeto A Par e Passo – Português 7 x Ensino Digit@l x ASA 91 ͻ Animação: O que é um conto tradicional? Animação que explora, através de exemplos, as características dos contos tradicionais. O recurso termina com a respetiva definição para registo no caderno. | Duração: 1 min 58 s. ͻ Gramática: Derivação Gramática interativa que explica, através de exemplos, como distinguir o processo de derivação na formação regular de palavras. O recurso apresenta ainda exemplos complementares e dois momentos de atividades para praticar os conteúdos. ͻ Gramática: Composição Gramática interativa que explica, através de exemplos, como distinguir o processo de composição na formação regular de palavras. O recurso apresenta ainda dois momentos de atividades para praticar os conteúdos. ͻ Apresentação: Formação de palavras Apresentação sobre os processos de formação de palavras (derivação e composição), com iconografia e exemplos complementares. ͻ Vídeo: The Ocean Race – Route 2021-22 Vídeo sobre a edição de 2021-22 da competição de vela oceânica “The Ocean Race – Route 2021-22”. | Duração: 1 min 54 s. ͻ Apresentação: Preposição e locução prepositiva Apresentação sobre a classe da preposição e da locução prepositiva, com iconografia e exemplos complementares. ͻ Animação: O que é uma crítica? Animação que explicita, através de exemplos, o conceito e as finalidades do género textual Crítica. O recurso termina com a caracterização deste género textual para registo no caderno. | Duração: 1min 54 s. Aplicação / Consolidação ͻ Link – Kahoot: O Cavaleiro da Dinamarca Kahoot composto por 19 questões. ͻ Quiz: O Cavaleiro da Dinamarca Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação. ͻ Quiz: Modificador Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação. ͻ Quiz: Contos tradicionais do povo português Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação. ͻ Quiz: Derivação e composição Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação. ͻ Quiz: Locução prepositiva Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação. Avaliação ͻ Teste interativo: O Cavaleiro da Dinamarca Teste interativo com acesso a relatório detalhado. ͻ Teste interativo: Processos de derivação e composição Teste interativo com acesso a relatório detalhado. ͻ Teste interativo: Contos Teste interativo composto por cinco questões, com acesso a relatório detalhado.
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    Guia de RecursosMultimédia 92 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Ensino Digit@l x ASA UNIDADE 2.2: dydKEZZd/sKͻ,ĞƌſŝƐ Apresentação de conteúdos ͻ Animação: Por que deves ler “Mestre Finezas”, de Manuel da Fonseca? Animação que apresenta ao leitor o conto “Mestre Finezas”, motivando-o para a sua leitura, através da apresentação do percurso biográfico do autor Manuel da Fonseca, da contextualização e análise das características da obra e da antecipação de alguns detalhes da narrativa. Inclui questões orientadoras para reflexão. | Duração: 4 min 09 s. ͻ Animação: O que é um narrador? Animação que define narrador e caracteriza, por meio de exemplos, o narrador participante e não participante. O recurso termina com as respetivas definições para registo no caderno. | Duração: 1 min 50 s. ͻ Vídeo: Hermann Curta-metragem legendada, inspirada num doente de Alzheimer que tocava à janela durante a primeira vaga da pandemia covid-19. Esta curta é dirigida por Jordi García, 23lunes Creative Animation Studio e foi produzida em 2020. | Duração: 2 min 43 s. ͻ Vídeo: Como escrever um comentário? Vídeo tutorial protagonizado por um aluno que explica, através de um texto- -exemplo, como redigir um comentário que cumpra os seus objetivos explícitos. ͻ Apresentação: Coordenação Apresentação sobre a classificação das orações coordenadas. ͻ Gramática: Orações coordenadas Gramática interativa que explica, através de exemplos, como classificar as orações coordenadas. O recurso apresenta ainda três momentos de atividades para praticar os conteúdos. ͻ Vídeo: Lucho para os amigos, Luis Sepúlveda para os leitores Reportagem que apresenta uma parte da biografia de Luis Sepúlveda, transmitida no dia 16 de abril de 2020, dia da morte do escritor. SIC Notícias (2020) | Duração: 5 min 44 s. ͻ Apresentação: Subordinação (adverbial e substantiva completiva) Apresentação sobre a subordinação (adverbial e substantiva completiva). ͻ Gramática: Orações subordinadas adverbiais finais Gramática interativa que explica, através de exemplos, como classificar as orações subordinadas adverbiais finais. O recurso apresenta ainda três momentos de atividades para praticar os conteúdos. ͻ Gramática: Orações subordinadas adverbiais condicionais Gramática interativa que explica, através de exemplos, como classificar as orações subordinadas adverbiais condicionais. O recurso apresenta ainda dois momentos de atividades para praticar os conteúdos. ͻ Gramática: Orações subordinadas substantivas completivas Gramática interativa que explica, através de exemplos, como classificar as orações subordinadas substantivas completivas. O recurso apresenta ainda exemplos complementares e dois momentos de atividades para praticar os conteúdos.
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    Guia de RecursosMultimédia Projeto A Par e Passo – Português 7 x Ensino Digit@l x ASA 93 ͻ Gramática: Orações subordinadas adverbiais causais Gramática interativa que explica, através de exemplos, como classificar as orações subordinadas adverbiais causais. O recurso apresenta ainda dois momentos de atividades para praticar os conteúdos. ͻ Gramática: Orações subordinadas adverbiais temporais Gramática interativa que explica, através de exemplos, como classificar as orações subordinadas adverbiais temporais. O recurso apresenta ainda três momentos de atividades para praticar os conteúdos. ͻ Animação: O que é uma enumeração? Animação que identifica e explica, através de exemplos, o valor expressivo da enumeração. A animação termina com a definição deste recurso expressivo para registo no caderno. | Duração: 1 min 22 s. ͻ Apresentação: Variação geográfica: variedades europeia, brasileira e africanas Apresentação sobre a variação geográfica da língua portuguesa (variedades europeia, brasileira e africanas). Aplicação / Consolidação ͻ Quiz: “Mestre Finezas” Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação. ͻ Quiz: Conjunção e locução conjuncional (coordenativa disjuntiva, conclusiva e explicativa) Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação. ͻ Quiz: História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação. ͻ Link - Kahoot: História da gaivota e do gato que a ensinou a voar Kahoot composto por 13 questões. ͻ Quiz: Conjunção e locução conjuncional (subordinativa final, condicional e completiva) Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação. ͻ Quiz: Orações subordinadas adverbiais finais e orações subordinadas adverbiais condicionais Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação. ͻ Quiz: Variação de natureza geográfica Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação. Avaliação ͻ Teste interativo: “Mestre Finezas” Teste interativo com acesso a relatório detalhado. ͻ Teste interativo: Subordinação Teste interativo com acesso a relatório detalhado. ͻ Teste interativo: Coordenação Teste interativo composto por quatro questões, com acesso a relatório detalhado.
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    Guia de RecursosMultimédia 94 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Ensino Digit@l x ASA UNIDADE 2.3: dydKEZZd/sKͻĂŵşůŝĂ Apresentação de conteúdos ͻ Vídeo: Como escrever um comentário? Vídeo tutorial protagonizado por um aluno que explica, através de um texto- -exemplo, como redigir um comentário que cumpra os seus objetivos explícitos. ͻ Animação: Por que deves ler “Ladino”, de Miguel Torga? Animação que apresenta ao leitor o conto “Ladino”, motivando-o para a sua leitura, através da apresentação do percurso biográfico do autor Miguel Torga, da contextualização e análise das características da obra e da antecipação de alguns detalhes da narrativa. Inclui questões orientadoras para reflexão. | Duração: 5 min 46 s. ͻ Vídeo: Como escrever um resumo? Vídeo tutorial protagonizado por um aluno que explica, através de um texto- -exemplo, como elaborar um resumo que cumpra os seus objetivos explícitos. ͻ Vídeo: A rapariga que roubava livros Trailer legendado do filme. Direção de Brian Percival (2013) | Duração: 2 min 11 s. Este filme, adaptado do livro com o mesmo título, apresenta Liesel Meminger, uma menina de nove anos que vive em Munique com a sua família adotiva, durante a Segunda Guerra Mundial. Ensinada a ler por Hans, o seu pai adotivo, entrega-se aos livros que rouba e que vai partilhando com os seus amigos e vizinhos. E é assim que nasce uma amizade profunda com Max, um jovem judeu que vive escondido na cave de sua casa e que, tal como ela, se refugia na literatura para escapar à dura realidade. Mas, um dia, ele é obrigado a partir, deixando Liesel mergulhada em desespero. ͻ Vídeo: Como expressar pontos de vista e opiniões? Vídeo tutorial protagonizado por um aluno que apresenta, através de um exemplo, as estratégias e normas que envolvem a correta expressão oral de pontos de vista e opiniões em contexto de intervenção formal. ͻ Animação: O que é uma crítica? Animação que explicita, através de exemplos, o conceito e as finalidades do género textual Crítica. O recurso termina com a caracterização deste género textual para registo no caderno. | Duração: 1 min 54 s. ͻ Vídeo: “A arte e o cinema” de Gabriel Abrantes Vídeo com um excerto de uma entrevista a Gabriel Abrantes, jovem realizador português, SIC Notícias (2020). | Duração: 3 min 53 s. ͻ Vídeo: Como escrever uma biografia? Vídeo tutorial protagonizado por um aluno que explica, através de um texto- -exemplo, como redigir uma biografia que cumpra os seus objetivos explícitos.
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    Guia de RecursosMultimédia Projeto A Par e Passo – Português 7 x Ensino Digit@l x ASA 95 ͻ Vídeo: Como escrever um resumo? Vídeo tutorial protagonizado por um aluno que explica, através de um texto- -exemplo, como elaborar um resumo que cumpra os seus objetivos explícitos. ͻ Vídeo: Como escrever um texto de opinião? Vídeo tutorial protagonizado por um aluno que explica, através de um texto- -exemplo, como elaborar um texto de opinião que cumpra os seus objetivos explícitos. ͻ Animação: O que é um narrador? Animação que define narrador e caracteriza, por meio de exemplos, narrador participante e não participante. O recurso termina com as respetivas definições para registo no caderno. | Duração: 1 min 50 s. ͻ Animação: O que é uma personagem principal, secundária e figurante? Animação que caracteriza, através de exemplos, os diferentes agentes da ação do texto narrativo, nomeadamente, a personagem principal, a personagem secundária e o figurante. O recurso termina com as respetivas definições para registo no caderno. | Duração: 1 min 42 s. ͻ Animação: O que é o espaço físico, o espaço social e o espaço psicológico? Animação que caracteriza, através de exemplos, um dos elementos da narrativa – o espaço –, nomeadamente, o espaço físico, social e psicológico. O recurso termina com as respetivas definições para registo no caderno. | Duração: 1 min 54 s. ͻ Animação: O que é o tempo da história, o tempo histórico e o tempo psicológico? Animação que caracteriza, através de exemplos, um dos elementos da narrativa – o tempo –, nomeadamente, o tempo da história, o tempo histórico e o tempo psicológico. O recurso termina com as respetivas definições para registo no caderno. | Duração: 1 min 37 s. Aplicação / Consolidação ͻ Quiz: Avó e neto contra vento e areia Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação. ͻ Quiz: Ladino Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação. ͻ Jogo: Quem quer ser narrador? Jogo que permite consolidar conhecimentos sobre o texto narrativo. ͻ Quiz: Marcas formais do texto narrativo Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação. Avaliação x Teste interativo: “Ladino” Teste interativo com acesso a relatório detalhado. ͻ Teste interativo: Texto narrativo Teste interativo composto por cinco questões, com acesso a relatório detalhado. ͻ Teste interativo: Unidade 2 Teste interativo com acesso a relatório detalhado.
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    Guia de RecursosMultimédia 96 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Ensino Digit@l x ASA UNIDADE 3: TEXTO DRAMÁTICO Apresentação de conteúdos ͻ Vídeo: Matilda, O Musical – uma visita aos bastidores Vídeo que apresenta uma “visita guiada” aos bastidores do espetáculo em cena no Sands Theatre (2019). | Duração: 3 min 30 s. ͻ Animação: Por que deves ler ĞĂŶĚƌŽ͕ZĞŝĚĂ,ĞůşƌŝĂ, de Alice Vieira? Animação que apresenta ao leitor a obra Leandro, Rei da Helíria, motivando-o para a sua leitura, através da apresentação do percurso biográfico da autora Alice Vieira, da contextualização e análise das características da obra e da antecipação de alguns detalhes da ação. Inclui questões orientadoras para reflexão. | Duração: 12 min 30 s. ͻ Animação: O que é uma hipérbole? Animação que identifica e explica, através de exemplos, o valor expressivo da hipérbole. Esta animação termina com a definição deste recurso expressivo para registo no caderno. | Duração: 1 min 06 s. ͻ Vídeo: História trágica com final feliz (curta-metragem) Curta-metragem de Regina Pessoa, um dos filmes de animação portugueses mais premiados de sempre (2005). | Duração: 7 min 42 s. Sinopse: “Há pessoas que, contra a sua vontade, são diferentes. Tudo o que desejam é serem iguais aos outros, misturarem-se deliciosamente na multidão. Há quem passe o resto da sua vida lutando para conseguir isso, negando ou tentando abafar essa diferença. Outros assumem-na e dessa forma elevam-se, conseguindo assim um lugar junto dos outros... no coração.” ͻ Vídeo: Como expressar pontos de vista e opiniões? Vídeo tutorial protagonizado por um aluno que apresenta, através de um exemplo, as estratégias e normas que envolvem a correta expressão oral de pontos de vista e opiniões em contexto de intervenção formal. ͻ Animação: O que é um diálogo, um monólogo e um aparte? Animação que distingue, através de exemplos, as diferentes modalidades do texto dramático, nomeadamente, o diálogo, o monólogo e o aparte. O recurso termina com as respetivas definições para registo no caderno. | Duração: 1 min 27 s. ͻ Animação: O que é uma didascália? Animação que define a didascália e comprova, através de exemplos, a sua importância no texto dramático. O recurso termina com a respetiva definição para registo no caderno. | Duração: 2 min 07 s. ͻ Vídeo: Como escrever um texto expositivo? Vídeo tutorial protagonizado por um aluno que explica, através de um texto- -exemplo, como redigir um texto expositivo que cumpra os seus objetivos explícitos. ͻ Apresentação: Idiomas do amor, Elly Walton Apresentação composta por três ilustrações de Elly Walton. Em todos os idiomas existem formas particulares de expressar os sentimentos e as emoções. A ilustradora Elly Walton reuniu algumas dessas expressões e mostra, de forma de divertidas, essas expressões relacionadas ao amor em vários idiomas.
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    Guia de RecursosMultimédia Projeto A Par e Passo – Português 7 x Ensino Digit@l x ASA 97 ͻ Apresentação: Oração subordinada adjetiva relativa Apresentação sobre a oração subordinada adjetiva relativa (restritiva ou explicativa). ͻ Gramática: Oração subordinada adjetiva relativa Gramática interativa que explica, através de exemplos, como classificar as orações subordinadas adjetivas relativas. O recurso apresenta ainda exemplos complementares e três momentos de atividades para praticar os conteúdos. ͻ Apresentação: Formas dos pronomes pessoais átonos Apresentação sobre as formas dos pronomes pessoais átonos. ͻ Gramática: Colocação do pronome átono Gramática interativa que explica, através de exemplos, as regras de colocação do pronome pessoal átono. O recurso apresenta ainda dois momentos de atividades para praticar os conteúdos. ͻ Vídeo: Silent (curta-metragem) Curta-metragem de animação – Dolby Moonbot Studios (2014). |Duração: 2 min 39 s. Curta-metragem que, de alguma forma, consegue materializar um pouco daquilo que popularmente chamamos de “a magia do cinema”. Aplicação / Consolidação ͻ Link – Kahoot: Leandro, Rei da Helíria Kahoot composto por 17 questões. ͻ Quiz: Leandro, Rei da Helíria, de Alice Vieira Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação. ͻ Quiz: Verbos antecedidos de determinados pronomes e advérbios Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação. ͻ Jogo: Quem quer ser dramaturgo? Jogo que permite consolidar conhecimentos sobre o texto dramático. ͻ Quiz: Marcas formais do texto dramático Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação. Avaliação ͻ Teste interativo: Leandro, Rei da Helíria Teste interativo com acesso a relatório detalhado. ͻ Teste interativo: Pronomes pessoais átonos Teste interativo com acesso a relatório detalhado. ͻ Teste interativo: Orações subordinadas adjetivas relativas Teste interativo composto por quatro questões, com acesso a relatório detalhado. ͻ Teste interativo: Texto dramático Teste interativo composto por cinco questões, com acesso a relatório detalhado. ͻ Teste interativo: Unidade 3 Teste interativo com acesso a relatório detalhado.
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    Guia de RecursosMultimédia 98 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Ensino Digit@l x ASA UNIDADE 4: TEXTO POÉTICO Apresentação de conteúdos ͻ Vídeo: “E por vezes”, de David Mourão-Ferreira Vídeo com a declamação do poema “E por vezes”, de David Mourão-Ferreira, por Paulo Condessa. Extraído do programa Um poema por semana, RTP. | Duração: 2 min 15 s. ͻ Animação: “Ser poeta”, de Florbela Espanca Animação do poema “Ser poeta”, de Florbela Espanca, com declamação de Luísa Cruz e ilustração animada. ͻ Animação: O que é um sujeito poético? Animação que descreve sujeito poético (sujeito lírico, eu poético, eu lírico). O recurso termina com a respetiva definição para registo no caderno. | Duração: 1 min 21 s. ͻ Animação: O que é um pleonasmo? Animação que identifica e explica, através de exemplos, o valor expressivo do pleonasmo. A animação termina com a definição deste recurso expressivo para registo no caderno. | Duração: 1 min 39 s. ͻ Animação: “As palavras”, Eugénio de Andrade Animação do poema “As palavras”, de Eugénio de Andrade, com declamação de Luísa Cruz e ilustração animada. ͻ Animação: O que é uma anáfora? Animação que identifica e explica, através de exemplos, o valor expressivo da anáfora. A animação termina com a definição deste recurso expressivo para registo no caderno. | Duração: 1 min 56 s. ͻ Vídeo: Como escrever um texto de opinião? Vídeo tutorial protagonizado por um aluno que explica, através de um texto- -exemplo, como elaborar um texto de opinião que cumpra os seus objetivos explícitos. ͻ Animação: O que é uma sílaba métrica? Animação que ensina, através de exemplos, a medir um verso através da contagem das sílabas métricas e a classificá-las. O recurso termina com uma breve síntese para registo no caderno. | Duração: 2 min 23 s. ͻ Vídeo: Conhecer-se através do ADN Excerto de um vídeo legendado. Momondo, Let’s Open Our World (2017). | Duração: 2 min 48 s. ͻ Vídeo: Lisboa menina e moça Vídeo da apresentação da canção “Lisboa menina e moça”, um tributo a Carlos do Carmo pela Rádio Comercial (2014). | Duração: 3 min 47 s. ͻ Vídeo: A tecnologia acabou com estas brincadeiras para sempre? Vídeo que apresenta um acervo de documentos iconográficos de fotografias a retratarem algumas das brincadeiras infantis de meados do século XX. | Fonte: Jornal Económico. | Duração: 3 min 48 s.
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    Guia de RecursosMultimédia Projeto A Par e Passo – Português 7 x Ensino Digit@l x ASA 99 ͻ Animação: O que é uma metáfora? Animação que identifica e explica, através de exemplos, o valor expressivo da metáfora. A animação termina com a definição deste recurso expressivo para registo no caderno. | Duração: 1 min 38 s. ͻ Vídeo: Lufinha School Tour Vídeo de apresentação oficial da Lufinha School Tour, um projeto de Francisco Lufinha, que percorre as escolas do nosso país para relatar o seu testemunho e inspirar os jovens a seguirem os seus sonhos | Oceanário de Lisboa. | Duração: 2 min 23 s. ͻ Vídeo: Como escrever uma biografia? Vídeo tutorial protagonizado por um aluno que explica, através de um texto- -exemplo, como redigir uma biografia que cumpra os seus objetivos explícitos. ͻ Animação: O que é uma hipérbole? Animação que identifica e explica, através de exemplos, o valor expressivo da hipérbole. Esta animação termina com a definição deste recurso expressivo para registo no caderno. | Duração: 1 min 6 s. ͻ Animação: O que é uma enumeração? Animação que identifica e explica, através de exemplos, o valor expressivo da enumeração. A animação termina com a definição deste recurso expressivo para registo no caderno. | Duração: 1 min 22 s. ͻ Vídeo: Pó, sabes o que é? Vídeo da campanha do Plano Nacional de Leitura 2027. | Duração 47 s. Aplicação / Consolidação ͻ Quiz: “Ser poeta”, de Florbela Espanca Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação. ͻ Quiz: “As palavras”, de Eugénio de Andrade Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação. ͻ Quiz: “Urgentemente”, de Eugénio de Andrade Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação. ͻ Quiz: “Não posso adiar o amor”, de António Ramos Rosa Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação. ͻ Quiz: “Amar!”, de Florbela Espanca Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação. ͻ Quiz: “Lágrima de preta”, de António Gedeão Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação. ͻ Quiz: “O sonho”, de Sebastião da Gama Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação. ͻ Quiz: “Segredo”, de Miguel Torga Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação. ͻ Quiz: “Maria Lisboa”, de David Mourão-Ferreira Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação.
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    Guia de RecursosMultimédia 100 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Ensino Digit@l x ASA ͻ Quiz: “Gaivota”, de Alexandre O’Neill Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação. ͻ Quiz: “O vagabundo do mar”, de Manuel da Fonseca Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação. ͻ Quiz: Recursos expressivos Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação. ͻ Jogo: Quem quer ser poeta? Jogo que permite consolidar conhecimentos sobre o texto poético. ͻ Quiz: Marcas formais do texto poético Quiz composto por quatro questões e respetiva explicação. Avaliação ͻ Teste interativo: Recursos expressivos Teste interativo composto por cinco questões, com acesso a relatório detalhado. ͻ Teste interativo: Texto poético Teste interativo composto por sete questões, com acesso a relatório detalhado. ͻ Teste interativo: Unidade 4 Teste interativo com acesso a relatório detalhado.
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    Fichas de Trabalho* •Compreensão do Oral • Leitura • Educação Literária • Escrita • Gramática • Soluções Fichas de Trabalho * Disponível em formato editável em PASSO
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    Fichas de Trabalho Fichasde Compreensão do Oral ....................................... 103 Fichas de Leitura ............................................................... 109 Fichas de Educação Literária ............................................ 119 Fichas de Escrita ................................................................ 137 Fichas de Gramática .......................................................... 143 Revisão de conteúdos – 2.o Ciclo 11 Fichas A 11 Fichas B* Consolidação de conteúdos – 7.o ano 17 Fichas A 17 Fichas B* Soluções ............................................................................ 201 Disponível em formato editável em * Materiais adaptados a alunos com Medidas de Suporte à Aprendizagem e Inclusão.
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    Compreensão do Oral ReportagemSIC Notícias – Aplicação móvel para denunciar agressões ao meio ambiente ....................... 104 Curta-metragem de animação – Aquametragem ............. 105 Publicidade – “É só desta vez” – Sociedade Ponto Verde .................................................................. 106 Reportagem SIC Notícias – Sopa de pedra solidária em Algés ....................................................................... 107 Euronews – Impressora 3D constrói casas em betão ........ 108
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    Fichas de Compreensãodo Oral 104 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA Para responderes aos itens que se seguem, vais visionar um vídeo sobre um grupo de jovens que atua em defesa do ambiente. Antes de iniciares o visionamento, lê as questões. Em seguida, ouve, atentamente, duas vezes, a reportagem e responde ao que é pedido. 1. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a frase, de acordo com o sentido do texto. 1.1. Os Patrulheiros organizam-se de forma voluntária para (A) andar de bicicleta a pares. (B) passear pela floresta, junto a rios e lagos. (C) defender o ambiente de eventuais ameaças. 1.2. A aplicação agora disponibilizada no telemóvel destina-se (A) exclusivamente aos Patrulheiros. (B) a qualquer pessoa que a queira usar. (C) apenas às pessoas mais jovens. 1.3. A ação deste grupo centra-se na denúncia (A) apenas de situações de incêndio. (B) de grandes catástrofes ambientais. (C) de pequenas e grandes ameaças ao ambiente. 2. Seleciona, com um X, as afirmações verdadeiras. (A) Os Patrulheiros apenas existem em Albergaria-a-Velha. (B) Este grupo trabalha em articulação com a Proteção Civil, Bombeiros e outras entidades. (C) O objetivo futuro é fazer a patrulha da zona costeira, através de drones. (D) A ação deste grupo promove a cidadania e combate a indiferença em relação às agressões feitas ao meio ambiente. Link: Reportagem SIC Notícias – Aplicação móvel para denunciar agressões ao meio ambiente. App patrulheiros – reportagem SIC Notícias. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 1 FICHA DE COMPREENSÃO DO ORAL
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    Fichas de Compreensãodo Oral Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 105 Para responderes aos itens que se seguem, vais visionar a curta- -metragem animada Aquametragem, de Marina Lobo. Antes de iniciares o visionamento, lê as questões. Em seguida, visiona, atentamente, duas vezes, a curta-metragem e responde ao que é pedido. 1. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a frase, de acordo com o sentido da reportagem. 1.1. A expressão “Água potável: recurso finito e escasso” significa que a água é um bem (A) limitado e abundante. (B) infindável e raro. (C) limitado e raro. 1.2. A atitude do homem face a estas características da água revela (A) imprudência. (B) preguiça. (C) empenho. 1.3. O tratamento e o transporte de água não é uma solução amiga do ambiente porque (A) é dispendiosa e poluente. (B) consome energia e polui. (C) é ineficaz e não poluente. 1.4. A maioria do consumo de água em Portugal está relacionada com (A) a rega e os animais domésticos. (B) a pecuária e a produção agrícola. (C) os animais domésticos e a agricultura. Vídeo: Aquametragem, de Marina Lobo. Aquametragem, Marina Lobo. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 2 FICHA DE COMPREENSÃO DO ORAL
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    Fichas de Compreensãodo Oral 106 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA Para responderes aos itens que se seguem, vais visionar o anúncio publicitário relativo à campanha “É só desta vez”, da Sociedade Ponto Verde. Presta atenção à música, à imagem e ao texto dito. Antes de iniciares o visionamento, lê as questões. Em seguida, ouve, atentamente, duas vezes, o anúncio publicitário e responde ao que é pedido. 1. Para cada item, seleciona a opção que completa corretamente a frase, de acordo com o sentido do anúncio publicitário. 1.1. A interrupção da música tem como objetivo realçar (A) os comportamentos exemplares das pessoas. (B) os comportamentos incorretos das pessoas. (C) os comportamentos ecológicos das pessoas. 1.2. A repetição da frase “É só desta vez” tem como finalidade (A) desculpabilizar certos comportamentos incorretos das pessoas. (B) valorizar os comportamentos apresentados pelas pessoas. (C) fazer refletir sobre a necessidade de se evitar certos comportamentos. 1.3. A publicidade procura cumprir o objetivo de mudar hábitos através (A) da apresentação de comportamentos corretos. (B) da apresentação de comportamentos pouco cívicos. (C) da apresentação de slogans. 1.4. O objetivo específico desta publicidade é incentivar as pessoas a (A) fazerem a reciclagem sempre. (B) respeitarem as regras sociais. (C) evitarem pessoas com comportamentos incorretos. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 3 FICHA DE COMPREENSÃO DO ORAL Vídeo: “É só desta vez” – Sociedade Ponto Verde.
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    Fichas de Compreensãodo Oral Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 107 Para responderes aos itens que se seguem, vais visionar o vídeo relativo à reportagem “Sopa da pedra solidária em Algés”. Antes de iniciares o visionamento, lê as questões. Em seguida, ouve, atentamente, duas vezes, e responde ao que é pedido. 1. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a frase, de acordo com o sentido da reportagem. 1.1. A confeção da sopa da pedra é da responsabilidade (A) apenas de um grupo de motares de Oeiras. (B) de um grupo de voluntários, onde se incluem os motares de Oeiras. (C) de um grupo de voluntários, onde se incluem os motares de Algés. 1.2. A sopa da pedra é associada ao termo “solidariedade” porque está relacionada com a história (A) de um frade de Almeirim. (B) da Confraria Gastronómica de Almeirim. (C) do mercado de Algés. 1.3. O uso da expressão “uma dose de alegria”, neste contexto, significa (A) a sopa leva alegria. (B) a sopa traz alegria a quem a come. (C) a sopa é confecionada com alegria. 1.4. Este evento tem o nome de “Sopa da pedra solidária” porque (A) é confecionada por pessoas necessitadas. (B) é confecionada para pessoa necessitadas. (C) é confecionada para aquecer num dia frio. Link: Reportagem SIC Notícias – Sopa da pedra solidária em Algés. Sopa da pedra solidária em Algés, SIC Notícias. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 4 FICHA DE COMPREENSÃO DO ORAL
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    Fichas de Compreensãodo Oral 108 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA Para responderes aos itens que se seguem, vais visionar uma notícia sobre uma impressora 3D usada para construir uma casa. Antes de iniciares o visionamento, lê as questões. Em seguida, ouve, atentamente, duas vezes, a notícia e responde ao que é pedido. 1. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a frase, de acordo com o sentido da notícia. 1.1. A construção da casa com uma impressora 3D aconteceu (A) na Suécia. (B) na Holanda. (C) na Bélgica. 1.2. Na construção foram usados os seguintes materiais (A) madeira, metais e vidro. (B) metais, vidro e betão. (C) betão, madeira, metais e vidro. 1.3. As vantagens deste tipo de construção relacionam-se com aspetos (A) ambientais e financeiros. (B) financeiros. (C) ambientais. 1.4. Este projeto foi desenvolvido (A) por um gabinete de arquitetura de uma universidade. (B) por um arquiteto e por estudantes do curso de Ciências Aplicadas. (C) por estudantes de Ciências Aplicadas de uma Universidade. Vídeo: Notícia – Impressora 3D constrói casas em betão, Euronews. Impressora 3D constrói casas em betão, Euronews. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 5 FICHA DE COMPREENSÃO DO ORAL
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    Leitura Apreciação crítica –“Obrigado, Luis Sepúlveda, pelo porto de Hamburgo” ............................................ 111 Texto de opinião – “Mudar o mundo para o salvar” ......... 113 Crítica – “Já saíram as primeiras críticas ao remake do Rei Leão… e não são boas” ...................................... 115 Publicidade – Malo Clinic .................................................. 117
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    Fichas de Leitura ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 111 Lê o texto. Se necessário, consulta as notas. OBRIGADO, LUIS SEPÚLVEDA, PELO PORTO DE HAMBURGO Afonso Reis Cabral - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 - - - - 30 - - - - 35 - Em 1999, o porto de Hamburgo ficava em Ferreira do Zêzere. Na cama do quarto de cima, na casa de banho, na sala, a um canto do sofá, enquanto os adultos jogavam Bridge: o porto de Hamburgo lavava o verão com águas que eu, com nove anos, imaginava escuras de crude1 , atacadas por um mal desconhecido. E era tal a aflição de acudir àquela gaivota ferida, vinda do alto-mar, que eu dava voltas à casa em busca de algo com que a salvar. A Teresa, prima do meu pai e melhor amiga da minha mãe, dera-me o livro no dia anterior e eu guardei-o como um achado, antes de ler a dedicatória: “Para um menino muito especial que bem podia ensinar gaivotas a voar”. Como verdadeira criança, acreditei nesse encantamento: seria capaz de criar uma gaivota – e, para a Teresa, seria especial. Ainda não sabia que ser criança é ter fé em tais dedicatórias. Mas Zorbas – o gato grande, preto e gordo – tratava de resgatar o ovo por mim. Enquanto este não eclodia, os meus pais levavam-me pelas margens do Zêzere em busca de lagostins, cujos rastos de fuga eram uma caça aos gambozinos. A Joana tinha vinte e poucos anos, nadava no Zêzere sem medo dos lagostins, e saía da água com tal beleza, com tais movimentos de coisa bem escrita, que a julgava capaz de dissipar todo o crude do mundo. Regressado a casa, ansioso, percebi que à beleza se responde com beleza. Chamei a Joana a um canto da sala, anda daí que te quero ao pé de mim, e esperei que ela me olhasse nos olhos para lhe dizer de surpresa, de mansinho e de coração: “Amo-te.” Acho que ela sorriu, talvez tenha afagado o meu cabelo, falta-me a memória de um abraço; seja como for, ela sorriu e foi ter com a Teresa, que me disse: “Por enquanto, quero a minha filha para mim, pode ser?” A partir daí, a Joana evitou-me de surpresa, de mansinho e de coração, a ver se eu acalmava, a ver se encontrava beleza noutra pessoa, noutro sítio. A Teresa apontou-me o livro de Sepúlveda, num gesto que dizia “continua a ler”, e eu passei as noites lendo enquanto ouvia as discussões do Bridge e a voz ensonada da Joana. Quanto mais acompanhava o zelo de Zorbas, mais o identificava com o zelo da Teresa e a discrição da Joana, e quando os gatos votaram para falarem com os seres humanos, entendi quanto custava quebrar um tabu2 . Incomodado com as tiradas3 macacas de Matias, temendo que Ditosa quisesse continuar gato em vez de se tornar gaivota, não me achava merecedor da dedicatória da Teresa, e estava visto que não merecera o amor da Joana. Na última noite de leitura, as discussões dos adultos estavam em ponto de rebuçado e a voz da Joana sonolenta e distante mais e mais. Na página final, a minha barriga caiu em vertigem Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 1 BIOGRAFIA
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    Fichas de Leitura 112Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Escreve a sequência de letras que corresponde à ordem pela qual as informações, apresentadas de (A) a (E)¸ aparecem no texto. Começa pela letra (E). (A) A criança declarou o seu amor a Joana. (B) A criança vai com os pais ao rio. (C) A beleza de Joana deixa o menino encantado. (D) A Teresa sugeriu-lhe que lesse o romance de Sepúlveda. (E) A criança recebeu de presente o livro de Sepúlveda. 2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (2.1 a 2.4). 2.1. Quando leu que as águas do porto de Hamburgo estavam cheias de crude, o menino (A) quis ir atacar aquele mal. (B) quis ir salvar uma gaivota. (C) quis ir salvar os lagostins do Zêzere. (D) pediu aos pais que salvassem a ave. 2.2. No período em que leu o romance de Sepúlveda, por vezes, a criança (A) pedia ajuda à Joana. (B) ia até ao rio Zêzere. (C) jogava Bridge. (D) nadava com a Joana. 2.3. O namoro entre Joana e o narrador não aconteceu (A) por culpa da Teresa. (B) porque a Joana gostava de outro. (C) por ele não ter acabado a leitura. (D) porque ela não o levou a sério. 2.4. Com a leitura do romance de Sepúlveda, o narrador aprendeu que (A) depois de um fracasso vem um sucesso. (B) ler um livro pode ser muito cansativo. (C) as discussões dos adultos não são importantes (D) não era merecedor da dedicatória de Teresa. - - - 40 - acompanhando Ditosa, acabada de empurrar da torre por Zorbas. Mas a gaivota evitou o chão e voou sobre o porto de Hamburgo, por fim sabendo ser ave. Adormeci pouco depois, certo de que às quedas se seguem os voos. Hoje, no meu porto de Hamburgo, Sepúlveda ainda escreve, eu ainda digo à Joana “Amo- -te”, e a Teresa ainda é viva. Público, edição online de 17/04/2020 (consultado em 17/04, texto com supressões). VOCABULÁRIO: 1 crude: petróleo em bruto. 2 tabu: assunto de que não se pode falar. 3 tirada: fala, discurso.
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    Fichas de Leitura ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 113 Lê o texto. Se necessário, consulta as notas. MUDAR O MUNDO PARA O SALVAR - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 - - - - 30 - Foram precisos anos de alertas sucessivos, milhares de estudos científicos, mas também muitas catástrofes naturais. Por fim, a luta contra o aquecimento global e o combate às alterações climáticas passou a estar no centro das prioridades, com um papel relevante no debate político. A defesa do planeta surge, cada vez mais, como o único tema capaz de mobilizar1 multidões e de unir pessoas com pensamentos, estilos de vida e origens sociais diferentes. É uma causa que, na sua essência, tem tudo para ser consensual2 e que, ainda por cima, possui valores elevados: trata-se de defender o nosso habitat, as nossas vidas e garantir um futuro melhor para as gerações seguintes. É também uma causa que tem a vantagem de poder ser apresentada de uma forma universal: ninguém lhe pede que mude o mundo; apenas que ajude a salvar o mundo. Infelizmente, as coisas não são assim tão simples: para se salvar o mundo, vai ser preciso mudar, primeiro, o mundo. Voltemos aos alertas, aos estudos científicos e à imensidão de prova já acumulada sobre o aquecimento global. Descobrimos que a situação é “pior, muito pior, do que se pensava”. E é pior porque mais de metade do carbono libertado para a atmosfera através da combustão de combustíveis fósseis foi emitido nas últimas três décadas. Mais alarmante ainda: no período de tempo em que já tínhamos sido avisados para as consequências da emissão de carbono no aumento médio das temperaturas e, por efeito de cascata, no degelo das calotes polares3 , na subida do nível das águas, na ocorrência de mais fenómenos meteorológicos extremos, de mais furacões, de mais incêndios florestais. Já sabíamos isso tudo. Mas sempre se achou que era tudo uma espécie de ficção científica. Agora também sabemos, como avisou um painel de especialistas das Nações Unidas, que mais de um milhão de espécies animais e vegetais está praticamente condenado à extinção nos próximos anos, por causa dos efeitos do aquecimento global. Ainda vamos a tempo de evitar essa catástrofe? Não, responde Wallace-Wells4 : “Mesmo que reduzíssemos de imediato em 80% as nossas emissões de carbono, o planeta ia continuar a aquecer.” A realidade é que o problema não se resolve com simples mudanças de hábitos de vida, por mais nobres e úteis que sejam. Este combate que mobiliza cada vez mais cidadãos só pode ser travado a nível global e de forma mais profunda. A principal é a de garantir a total descarbonização5 energética até 2050. Vai ser preciso desenvolver energia alternativa, sem qualquer rasto de carbono, algo de que ainda hoje todos dependemos. Vai ser preciso mudar o mundo – para o salvar. Rui Tavares Guedes, VISÃO 1370, de 30/05/2019 (texto adaptado e com supressões). VOCABULÁRIO: 1 mobilizar: motivar a participação. 2 consensual: que gera uma opinião comum a muitas pessoas. 3 calote polar: região de latitude elevada coberta de gelo. 4 Wallace-Wells: jornalista americano conhecido pelo seus livros sobre os problemas climáticos 5 Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 2 ARTIGO DE OPINIÃO
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    Fichas de Leitura 114Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (1.1 a 1.3). 1.1. O autor considera que as preocupações com o planeta Terra (A) passaram a ser consideradas tema de estudo. (B) desencadearam catástrofes naturais. (C) passaram a constituir uma preocupação central. (D) não constituem matéria de interesse público. 1.2. A defesa do planeta Terra é uma causa que (A) pode envolver pessoas muito diferentes. (B) pode mobilizar pessoas com as mesmas preocupações. (C) envolve valores positivos geradores de discórdia. (D) não pode ser apresentada em certos locais do planeta. 1.3. A salvação do planeta exige uma mudança (A) desencadeada por cada um em sua casa. (B) de atitude de cada cidadão. (C) de fundo na questão energética. (D) centrada nos hábitos de cada pessoa. 2. Completa o esquema com as expressões apresentadas em (A), (B) e (C), de modo a reconstituíres as ideias principais do texto. (A) Descarbonização energética (B) Aumento das emissões de carbono (C) Degelo das calotes polares Problema Factos verificados Destruição do planeta Terra 1. ______________ Algumas consequências Aumento médio das temperaturas 2. _________ Subida do nível das águas Extinção de espécies Solução 3. _________
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    Fichas de Leitura ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 115 Lê o texto. JÁ SAÍRAM AS PRIMEIRAS CRÍTICAS AO REMAKE DO REI LEÃO E... NÃO SÃO BOAS - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 - - - - 30 - O novo filme do Rei Leão só chega a Portugal na próxima quinta-feira, 18, mas lá fora já desiludiu vários críticos de cinema. O Rei Leão de Jon Favreau promete dar uma nova vida ao filme original de 1994, combinando tecnologia live action com a intemporalidade da história original. Contudo, apesar de a qualidade dos efeitos visuais ter sido notada por todos, muitos dizem que o filme perdeu “emoção”. As opiniões dividem-se, mas muitas pessoas saíram das salas de cinema desanimadas. Scott Mendelson, crítico da Forbes, admite que “os efeitos visuais são realmente impressionantes”. No entanto, diz, “como muitas destas novas versões da Disney, a ênfase está no ‘realismo’ em detrimento do valor do entretenimento”. Segundo o crítico cinematográfico, “em quase todos os momentos, esta nova versão corta o melodrama e minimiza as emoções”. “Parece ser como a versão de 1994, mas menos”. “O novo Rei Leão foi modernizado no sentido de ter mais artistas com vozes africanas e afrodescendentes, e John Kani traz uma voz leve e encantadora ao papel sacerdotal de Rafiki”, considera Peter Bradshaw, no The Guardian. No entanto, apesar de admitir que o filme se “aproxima muito da versão original” e, nesse sentido, ser “agradável de ver”, confessa que sentiu “falta da simplicidade e vivacidade das imagens originais desenhadas à mão”. Mas nem todas as críticas são negativas. Jamie East, do The Sun, ficou fã devido ao realismo “simplesmente alucinante”, “nos pelos molhados, o calor cintilante que emerge do chão arenoso, ou mesmo a simples rocha”, juntamente com um “nível de detalhe de loucos” e um elenco “exatamente no ponto”. Segundo o jornalista, “o topo do pódio ficou reservado para Seth Rogen como Pumba e, o recém-chegado, Billy Eichner como Timon”. No geral, afirma, foi “comovente, engraçado, aterrador e cativante”, “um game-changer”. Apesar de ser pouco consensual, o filme deverá ser um sucesso nas bilheteiras. Só no primeiro fim de semana, estima-se que chegue aos 150 milhões de dólares (133 milhões de euros). VISÃO, edição online de 12/07/2019 (consultado em agosto de 2019, texto com supressões). Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 3 CRÍTICA
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    Fichas de Leitura 116Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a frase, de acordo com o sentido do texto. 1.1. Este texto é uma crítica de um produto cultural (A) musical. (B) cinematográfico. (C) literário. (D) televisivo. 1.2. Este produto pode ser considerado um remake porque (A) corresponde a uma nova versão do filme animado O Rei Leão. (B) é o segundo filme da saga O Rei Leão. (C) os atores que dão voz às personagens são os mesmos da primeira versão. (D) corresponde à versão televisiva do filme. 2. Assinala, com um X, todas as afirmações verdadeiras. (A) Neste texto surgem três opiniões diferentes. (B) As opiniões pertencem todas à mesma pessoa. (C) A qualidade dos efeitos visuais é reconhecida por todos os críticos. (D) As reações do público variaram entre a adesão total e a rejeição. 3. Associa cada nome da pessoa à opinião que esta defende. A. Scott Mendelson 1. Aponta o realismo como fator positivo principal. B. Peter Bradshaw 2. Refere a falta de emoção e o realismo a mais. C. Jamie East 3. Salienta a diversidade das vozes como o aspeto mais importante. 4. Transcreve do texto três exemplos do discurso valorativo. ͻ _____________________________________________________________________________________________ ͻ _____________________________________________________________________________________________ ͻ _____________________________________________________________________________________________
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    Fichas de Leitura ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 117 Observa o cartaz publicitário. De seguida, responde às questões. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 4 PUBLICIDADE MALO CLINIC As clínicas dentárias Malo Clinic oferecem um Green Kit: composto por escovas de dentes de criança e adulto com cabo em bambu naturalmente antibacteriano e 100% biodegradável, respetiva caixa de viagem também em bambu, fio dentário de carvão ativado de fibra de bambu e cera de candelila, cotonetes com pontas de algodão e corpo de bambu, caneta de bambu com apontador de borracha e estojo de lápis de cor de madeira reciclada. As clínicas dentárias Malo Clinic oferecem um Green Kit: composto por escovas de dentes de criança e adulto com cabo em bambu naturalmente antibacteriano e 100% biodegradável, respetiva caixa de viagem também em bambu, fio dentário de c de fibra de bambu e cera de candeli com pontas de algodão e corpo de b de bambu com apontador de borrach lápis de cor de madeira recic As clínicas dentárias Malo Clinic oferecem um Green Kit: composto por escovas de dentes de criança e adulto com cabo em bambu naturalmente antibacteriano e 100% biodegradável, respetiva caixa de viagem também em bambu, fio dentário de carvão ativado de fibra de bambu e cera de candelila, cotonetes com pontas de algodão e corpo de bambu, caneta de bambu com apontador de borracha e estojo de lápis de cor de madeira reciclada. MALO CLINIC Um planeta feliz, mais ecológico e sustentável começa nos simples gestos quotidianos e está literalmente nas nossas mãos. Preservar o planeta de forma a não comprometer os recursos naturais para as gerações futuras é uma missão que todos devemos abraçar. Estamos muito empenhados em prol da sustentabilidade ambiental, bem como em contribuir de forma proativa para que todos possam ter a oportunidade de sorrir e ser Felizes. Orgulhamo-nos de ter ao nosso lado todos aqueles que se regem pelos mesmos valores. Venha conhecer este nosso projeto de Sustentabilidade e Solidariedade de que tanto nos orgulhamos. .www.planetaasorrir.maloclinics.com. Junte-se a nós nesta causa e deixe que as suas ações falem por si. Nunca se esqueça que a mudança começa nos pequenos gestos que estão ao nosso alcance e literalmente nas nossas mãos. Juntos conseguimos fazer a diferença. #planetaasorrir
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    Fichas de Leitura 118Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (1.1 a 1.4). 1.1. O cartaz publicitário integra-se (A) apenas na publicidade comercial. (B) apenas na publicidade institucional. (C) na publicidade institucional e comercial. (D) em áreas não publicitárias. 1.2. Na imagem, coloca-se uma escova de dentes de bambu sobre o planeta com a intenção de (A) realçar a importância do alargamento da higiene oral ao mundo inteiro. (B) mostrar que a marca é reconhecida em todo o planeta. (C) destacar a importância de opções que protejam o planeta da poluição. (D) informar que as escovas da marca são vendidas no mundo inteiro. 1.3. Os dois slogans – “A arte de criar sorrisos” e “Queremos o planeta a sorrir” – conjugam a ideia (A) de ajudar pessoas a sorrir através da beleza dental com a de promover o sorriso do planeta através de atitudes ambientais. (B) do sorriso que advém do trabalho na área do tratamento dentário com uma ação de venda à escala planetária. (C) de mostrar a importância de um sorriso saudável a nível dentário com a arte de fazer sorrir as pessoas por todo o mundo. (D) de desenvolver a técnica de construir sorrisos com a importância de divulgar esta aprendizagem a todo o planeta. 1.4. O texto argumentativo centra-se em ideias (A) ligadas à promoção da saúde dentária. (B) que conjugam saúde dentária e ecologia. (C) que promovem a sensibilização ecológica. (D) ligadas ao desenvolvimento de indústrias ecológicas.
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    Educação Literária O Cavaleirada Dinamarca ................................................ 121 “Mestre Finezas” ............................................................... 123 História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar . 125 “Avó e neto contra vento e areia” .................................... 127 “Ladino” ............................................................................. 128 Leandro, Rei da Helíria ...................................................... 131 “Poema do fecho éclair” ................................................... 133 “Amigo” ............................................................................. 135
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    Fichas de EducaçãoLiterária Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 121 Lê o excerto de O Cavaleiro da Dinamarca, de Sophia de Mello Breyner Andresen, e consulta as notas de vocabulário. EM FLORENÇA - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 - - - - E no princípio de maio chegou a Florença. Vista do alto das colinas floridas a cidade erguia no céu azul os seus telhados vermelhos, as suas torres, os seus campanários1 , as suas cúpulas2 . O Cavaleiro atravessou a velha ponte sobre o rio, a ponte ladeada3 de pequenas lojas onde se vendiam coiros, colares de coral, armas, pratos de estanho e prata, lãs, sedas, joias de oiro. Depois foi através das ruas rodeadas de palácios, atravessou as largas praças e viu as igrejas de mármore preto e branco com grandes portas de bronze esculpido. Por toda a parte se viam estátuas. Havia estátuas de mármore claro e estátuas de bronze. Outras eram de barro pintado. E a beleza de Florença espantou o Cavaleiro tal como o tinha espantado a beleza de Veneza. Mas aqui tudo era mais grave4 e austero5 . Procurou a casa do banqueiro Averardo, para o qual o seu amigo veneziano lhe tinha dado uma carta. O banqueiro recebeu-o com grande alegria e hospedou-o em sua casa. Era uma bela casa, mas nela não se via o grande luxo dos palácios de Veneza. Havia uma biblioteca cheia de antiquíssimos manuscritos, e nas paredes estavam pendurados quadros maravilhosos. Ao fim da tarde chegaram os amigos do banqueiro Averardo. Sentaram-se todos para cear e, enquanto comiam e bebiam, iam conversando. Então o espanto do Cavaleiro cresceu. Na sua terra ele procurava a companhia dos trovadores e dos viajantes que lhe contavam as suas aventuras e as histórias lendárias do passado. Mas agora, ali, naquela sala de Florença, aqueles homens discutiam os movimentos do Sol e da luz, e os mistérios do céu e da terra. Falavam de matemática, de astronomia, de filosofia. Falavam de estátuas antigas, falavam de pinturas acabadas de pintar. Falavam do passado, do presente, do futuro. E falavam de poesia, de música, de arquitetura. Parecia que toda a sabedoria da terra estava reunida naquela sala. Já no meio do jantar levantou-se uma discussão sobre a obra de Giotto. വ Quem é Giotto? വ perguntou o Cavaleiro. വ Giotto വ respondeu do outro lado da mesa um homem de belo aspeto e longos cabelos anelados que se chamava Filippo വ é um pintor do século passado que foi discípulo de Cimabué. Sophia de Mello Breyner Andresen, O Cavaleiro da Dinamarca, Porto, Porto Editora, 2017, pp. 21-23. VOCABULÁRIO: 1 campanário: torre com sino. 2 cúpula: parte externa e superior dos monumentos. 3 ladeado: acompanhado (ao lado). 4 grave: solene, sério. 5 austero: rigoroso. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 1 O CAVALEIRO DA DINAMARCA
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    Fichas de EducaçãoLiterária 122 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Assinala, com um X, as expressões que correspondem às primeiras imagens que o Cavaleiro teve de Florença. (A) Cidade erguida em colinas floridas. (B) Cidade com edifícios altos de telhados vermelhos. (C) Cidade com um grande aglomerado de casas de telhado vermelho. (D) Cidade de comércio diversificado. (E) Cidade de comércio especializado em enfeites. (F) Cidade com arte dispersa pelas ruas. (G)Cidade com arte reunida em várias igrejas. 2. Compara a reação do Cavaleiro relativamente às cidades de Florença e de Veneza, referindo um aspeto semelhante e outro diferente. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 3. Justifica a impressão do Cavaleiro: “Parecia que toda a sabedoria da terra estava reunida naquela sala”. (linha 25) ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 4. Associa as expressões da coluna A aos recursos expressivos que evidenciam na coluna B. Coluna A Coluna B A. “lojas onde se vendiam coiros, colares de coral, armas, pratos de estanho e prata, lãs, sedas, joias de oiro” (linhas 4-5) B. “a beleza de Florença espantou o Cavaleiro tal como o tinha espantado a beleza de Veneza” (linha 9) C. “aqui tudo era mais grave e austero” (linha 10) 1. Dupla adjetivação 2. Comparação 3. Enumeração 4. Metáfora 5. Personificação 5. Seleciona o adjetivo que melhor descreve o comportamento das seguintes personagens. Cavaleiro _______________ Averardo _______________ Filippo _______________ vaidoso curioso inculto trocista hospitaleiro conhecedor
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    Fichas de EducaçãoLiterária Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 123 Lê o excerto de “Mestre Finezas”, de Manuel da Fonseca, e consulta as notas de vocabulário. MESTRE FINEZAS - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 - - - - 30 - Agora entro, sento-me de perna cruzada, puxo um cigarro, e à pergunta de sempre respondo soprando o fumo: – Só a barba. Ora é de há pouco este meu à-vontade diante do Mestre Ilídio Finezas. Lembro-me muito bem de como tudo se passava. Minha mãe tinha de fingir-se zangada. Eu saía de casa, rente à parede, sentindo que aquilo era pior que ir para a escola. Mestre Finezas puxava um banquinho para o meio da loja e enrolava-me numa enorme toalha. Só me ficava a cabeça de fora. Como o tempo corria devagar! A tesoura tinia1 e cortava junto das minhas orelhas. Eu não podia mexer-me, não podia bocejar sequer. “Está quieto, menino”, repetia Mestre Finezas segurando-me a cabeça entre as pontas duras dos dedos: “Assim, quieto!” Os pedacitos de cabelo espalhados pelo pescoço, pela cara, faziam comichão e não me era permitido coçar. Por entre as madeixas caídas para os olhos via-lhe, no espelho, as pernas esguias, o carão severo de magro, o corpo alto, curvado. Via-lhe os braços compridos, arqueados2 como duas garras sobre a minha cabeça. Lembrava uma aranha. E eu വ sumido na toalha, tolhido3 numa posição tão incómoda que todo o corpo me doía – era para ali uma pobre criatura indefesa nas mãos de Mestre Ilídio Finezas. Nesse tempo tinha-lhe medo. Medo e admiração. O medo resultava do que acabo de contar. A admiração vinha das récitas4 dos amadores dramáticos da vila. Era pelo inverno. Jantávamos à pressa e nessas noites minha mãe penteava-me com cuidado. Calçava uns sapatos rebrilhantes5 e umas peúgas de seda que me enregelavam os pés. Saíamos. E, no negrume6 da noite que afogava as ruas da vila, eu conhecia pela voz famílias que caminhavam na nossa frente e outras que vinham para trás. Depois, ao entrar no teatro, sentia- -me perplexo7 no meio de tanta luz e gente silenciosa. Mas todos pareciam corados de satisfação. Daí a pouco, entrava num mundo diferente. Que coisas estranhas aconteciam! Ninguém ali falava como eu ouvia cá fora. E mesmo quando calados tinham outro aspeto; constantemente a mexerem os braços. Mestre Finezas era o que mais se destacava. E nunca, que me recorde, o pano desceu, no último ato, com Mestre Finezas ainda vivo. Quase sempre morria quando a cortina principiava a descer e, na plateia, as senhoras soluçavam alto. Aquelas desgraças aconteciam-lhe porque era justo e tomava, de gosto, o partido dos fracos. E, para que os fracos vencessem, Mestre Finezas não tinha medo de nada nem de ninguém. Heroicamente, de peito aberto, e com grandes falas, ia ao encontro da morte. Manuel da Fonseca, “Mestre Finezas” in Aldeia Nova, Alfragide, Bis, LeYa, 2009, pp. 121-122. VOCABULÁRIO: 1 tinia: produzia uma vibração. 2 arqueados: com as formas de um arco. 3 tolhido: sem qualquer movimento. 4 récitas: representações teatrais. 5 rebrilhantes: que brilham com intensidade. 6 negrume: escuridão. 7 perplexo: confuso. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 2 “MESTRE FINEZAS”
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    Fichas de EducaçãoLiterária 124 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Preenche a tabela com as palavras correspondentes, distinguindo três traços que caracterizam a atitude do narrador face a Mestre Finezas no passado e no presente. Passado _______________ Presente _______________ 2. Justifica o desabafo do narrador: “Como o tempo corria devagar!” (linha 8) ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 3. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a afirmação. O narrador tinha medo e admiração de Mestre Finezas porque (A) assustava-o ter de sair à noite para o ver, mas gostava das récitas. (B) a sua atividade como barbeiro assustava-o, mas a reação do público espantava-o. (C) a sua atividade como barbeiro agradava-lhe, mas a reação do público assustava-o. (D) a sua atividade como barbeiro assustava-o, mas a sua atuação como ator deslumbrava-o. 4. Comprova a importância do teatro na vila, por meio da atitude das personagens. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 5. Identifica, com um X, todas as citações que comprovam que o narrador é participante. (A) “sento-me de perna cruzada” (linha 1) (B) “– Só a barba.” (linha 3) (C) “Minha mãe tinha de fingir-se zangada.” (linha 4) (D) “que aquilo era pior que ir para a escola” (linha 5) (E) “Eu não podia mexer-me” (linhas 8-9) (F) “Está quieto, menino” (linha 9) à-vontade natural contido estático assustado descontraído
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    Fichas de EducaçãoLiterária Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 125 Lê o excerto de História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, de Luis Sepúlveda, e consulta as notas de vocabulário. PASSARITO OU PASSARITA? - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 - - - - 30 - വ Moin! വ apresentou-se Barlavento, que gostava de miar “bom-dia” no rijo e ao mesmo tempo doce dialeto1 de Hamburgo. വ Até que enfim que chegas, capitano, nem sabes quanto precisamos de ti! വ cumprimentou Colonello. Contaram-lhe rapidamente a história da gaivota e das promessas de Zorbas, promessas que, repetiram, os comprometiam a todos. Barlavento ouviu com movimentos contristados2 da cabeça. വ Pela tinta da lula! Acontecem no mar coisas terríveis. Às vezes pergunto a mim mesmo se alguns humanos enlouqueceram, ao tentarem fazer do oceano uma enorme lixeira. Acabo de dragar3 a foz do Elba e nem podem imaginar a quantidade de imundície que as marés arrastam. Pela carapaça da tartaruga! Tirámos barris de inseticida, pneus e toneladas das malditas garrafas de plástico que os humanos deixam nas praias വ declarou Barlavento, enojado. വ Terrível! Terrível! Se as coisas continuarem assim, dentro de muito pouco tempo a palavra contaminação ocupará todo o volume três, letra “C”, da enciclopédia വ declarou Sabetudo escandalizado. വ E que posso eu fazer por esse pobre pássaro? – perguntou Barlavento. വ Só tu, que conheces os segredos do mar, nos podes dizer se o passarito é macho ou fêmea വ respondeu Colonello. Levaram-no até junto da gaivotinha, que dormia satisfeita depois de dar conta de uma lula trazida por Secretário, que, seguindo as instruções de Colonello, se encarregava da sua alimentação. Barlavento estendeu uma pata dianteira, examinou-lhe a cabeça e seguidamente levantou as penas que começavam a crescer-lhe na rabadilha4 . O passarito procurou Zorbas com olhos assustados. വ Pelas patas do carĂŶŐƵĞũŽ͊വĞdžĐůĂŵŽƵĚŝǀĞƌƚŝĚŽŽgato de mar. വ É uma linda passarita que virá a pôr tantos ovos quantos os pelos que tenho no rabo! Zorbas lambeu a cabeça da pequena gaivota. Lamentou não ter perguntado à mãe o nome dela, pois se a filha estava destinada a prosseguir o voo interrompido pela negligência dos humanos, seria bonito que tivesse o mesmo nome da mãe. വ Considerando que a avezinha teve a dita5 ĚĞĨŝĐĂƌƐŽďĂŶŽƐƐĂƉƌŽƚĞĕĆŽവŵŝŽƵŽůŽŶĞůůŽവ͕ proponho que lhe chamemos Ditosa. Luis Sepúlveda, História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, Porto Editora, 2011, pp. 93-95. VOCABULÁRIO: 1 dialeto: variedade de uma língua própria de uma região. 2 contristados: tristes. 3 dragar: limpar o fundo das águas navegáveis. 4 rabadilha: extremidade da região caudal das aves. 5 dita: felicidade, sorte. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 3 HISTÓRIA DE UMA GAIVOTA E DO GATO QUE A ENSINOU A VOAR
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    Fichas de EducaçãoLiterária 126 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Indica o motivo que levou Barlavento a ir ao bazar do Harry. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 2. Transcreve uma expressão que comprove que Barlavento era a pessoa indicada para ajudar os amigos. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 3. Associa os comportamentos da coluna A às personagens que os evidenciam na coluna B. Coluna A Coluna B A. Indignação com a atitude dos humanos em relação ao ambiente. B. Contentamento por ver chegar o amigo. C. Desconfiança perante a observação de que era alvo. D. Tristeza por não saber o nome da mãe da gaivotinha. 1. Ditosa 2. Colonello 3. Zorbas 4. Barlavento 5. Secretário 4. Identifica os recursos expressivos presentes nas expressões que se seguem. a. “no rijo e ao mesmo tempo doce dialeto1 de Hamburgo.” (linha 1-2) _____________________________________________________________________________________________ b. “ao tentarem fazer do oceano uma enorme lixeira.” (linha 9) _____________________________________________________________________________________________ c. “exclamou divertido o gato de mar.” (linha 25) _____________________________________________________________________________________________ 5. “... proponho que lhe chamemos Ditosa.” (linha 31) Explica a razão da escolha deste nome para a gaivotinha. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________
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    Fichas de EducaçãoLiterária Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 127 Lê o excerto de “Avó e neto contra vento e areia”, de Teolinda Gersão, e consulta as notas de vocabulário. UM PASSEIO NA PRAIA - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 - - - - 30 Tinham ido à praia, porque estava uma manhã bonita. A avó vestia uma saia clara e levava o neto pela mão. Ia muito contente, e o seu coração cantava. O neto levava um balde, porque se propunha apanhar conchas e búzios, como já fizera de outras vezes em que tinha ido à praia com a avó. Ir à praia com a avó era uma das melhores coisas que lhe podiam acontecer nos dias livres. Por isso também ele ia contente, e o balde dançava-lhe na mão. A praia estava como devia estar, com sol e ondas baixas. Quase não havia vento, e a água do mar não estava fria. Por isso o neto teve muito tempo de procurar conchas e búzios e de tomar banho no mar. A avó sentou-se num rochedo, e ficou a olhar o neto, por detrás dos óculos. Nunca se cansava de olhá-lo, porque o achava perfeito. Se pudesse mudar alguma coisa nele, não mudaria nada. Olhava para ele, também, para que não se perdesse. A mãe do neto confiava nela. Deixava-o à sua guarda, em manhãs assim. A avó sentia-se orgulhosa: ainda era suficientemente forte para ter alguém por quem olhar. Ainda era uma avó útil, antes que viesse o tempo que mais temia, em que poderia tornar-se um encargo1 para os outros. Mas na verdade essa ideia não a preocupava muito, porque tencionava morrer antes disso. Estava uma manhã tão boa que também a avó tirou a blusa e a saia e ficou em fato de banho. Depois tirou os óculos, que deixou em cima de um rochedo, e entrou no mar, atrás do neto, que nadava à sua frente, muito melhor e mais depressa do que ela. – Não te afastes, dizia a avó, um pouco ofegante. Volta para trás! A avó fazia gestos com as mãos, para que voltasse, o neto ria-se, mergulhava e nadava para a frente, e depois regressava, ao encontro dela. A avó não sabia mergulhar, mas deixava o neto mergulhar sozinho. Ele só tinha cinco anos, mas nadava como um peixe. No entanto nunca ia demasiado longe, nem mergulhava demasiado fundo, para não assustar a avó. Sabia que ela era um bocado assustadiça, e ele gostava de protegê-la contra os medos. Teolinda Gersão, “Avó e neto contra vento e areia”, in A mulher que prendeu a chuva e outras histórias, Lisboa, Sextante Editora, 2013, pp. 77-79. VOCABULÁRIO: 1 encargo: obrigação, responsabilidade. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 4 “AVÓ E NETO CONTRA VENTO E AREIA” A A xas. isso de e ficou a olhar o neto por detrás
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    Fichas de EducaçãoLiterária 128 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Identifica e caracteriza o espaço onde decorre a ação. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 2. Associa os sentimentos indicados na coluna A às personagens a que se referem na coluna B. Podes associar um sentimento a mais do que uma personagem. Coluna A Coluna B A. Alegria B. Orgulho C. Coragem D. Preocupação E. Respeito 1. Avó 2. Neto 3. Explica o significado da expressão “Ainda era uma avó útil” (linha 18) ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 4. Identifica os recursos expressivos presentes nas expressões que se seguem. a. “mas nadava como um peixe.” (linha 28) _____________________________________________________________________________________________ b. “No entanto nunca ia demasiado longe, nem mergulhava demasiado fundo” (linha 29) _____________________________________________________________________________________________ 5. Prova que o neto se preocupava com a avó. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________
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    Fichas de EducaçãoLiterária Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 129 Lê o excerto de “Ladino”, de Miguel Torga, e consulta as notas de vocabulário. LADINO - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 - - - - 30 - - E tanto fazia a Ti Maria do Carmo pôr espantalho no painço1 , como não. Ladino, desde que não lhe acenassem com convite para arrozada numa panela, aos saltinhos ia enchendo a barriga. Depois, punha-se no fio do correio a ver jogar o fito2 , como quem fuma um cigarro. Desmancha-prazeres, o filho da professora aproximava-se a assobiar… Ah, mas isso é que não. Brincadeiras com fisgas, santa paciência. Ala! Dava corda ao motor, e ó pernas! Numa salve-rainha3 , estava no Ribeiro de Anta. Aí, ao menos, ninguém o afligia. Podia fartar-se em paz de sol e grainha4 . – Que mais quer um homem?! – O compadre lá sabe… – Bem… Tudo é preciso… São necessidades da natureza… Desde que não se abuse… E continuava, muito santanário5 , a catar o piolho. Depois, metia-se no banho. – Rica areia tem aqui o cantoneiro, sim senhor! D. Micas concordava. E só as Trindades6 o traziam ao beiral da Casa Grande. Adormecia, então. E a sono solto, como um justo que era, passava a noite. Acordava de madrugada, quando a manhã rompia ao sinal de Tenório, o galo. Isto, no tempo quente. Porque no frio, caramba!, ou usava duma tática lá sua, ou morria gelado. Aquelas noites da Campeã, no janeiro, só pedras é que podiam aguentá-las. E chegava-se à chaminé. Com o bafo do fogão sempre a coisa fiava de outra maneira. Ah, lá defender-se, sabia! A experiência para alguma coisa lhe havia de servir. Se via o caso malparado, até durante o dia punha o corpo no seguro. Bastava o vento soprar da serra. Largava a comedoria, e – forro da cozinha! Não havia outro remédio. Tudo menos uma pneumonia! A classe tinha realmente um grande inimigo – o inverno. Mal o dezembro começava, só se ouviam lamúrias. – Isto é que vai um ano, ti Ladino! A Cacilda, com filhos serôdios7 , e à rasca para os criar. – Uma calamidade, realmente. Mas vocês não tomam juízo! É cada ninhada, que parecem ratas! – O destino quer assim… – Lérias, mulher! O destino fazemo-lo nós… Miguel Torga, “Ladino” in Bichos, Alfragide, BIS-LeYa, 2008, pp. 65-66. VOCABULÁRIO: 1 painço: designação dada a várias plantas da família das gramíneas, de espigas e grãos semelhantes aos do milho. 2 fito: jogo da malha. 3 salve-rainha: oração. 4 grainha: grão ou semente. 5 muito santanário: muito santo, beato (quer hipócrita, quer de boa-fé). 6 Trindades: badaladas do sino, que têm lugar a horas certas, que chama as pessoas para as orações. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 5 “LADINO”
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    Fichas de EducaçãoLiterária 130 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Assinala, com um X, as atividades típicas de Ladino ao longo do dia. (A) Tomar conta dos pardalitos. (B) Comer grãos. (C) Distrair-se com jogos dos humanos. (D) Brincar com fisgas. (E) Apanhar sol. (F) Atacar os espantalhos. (G)Tomar banho. (H) Procurar parasitas no seu corpo. (I) Ouvir uma salve-rainha. 2. Relaciona as reações de Ladino na coluna A com as ameaças que sofre na coluna B. Coluna A Coluna B A. Indiferença B. Fuga C. Busca de proteção 1. Brincadeira com a fisga do filho da professora 2. Frio rigoroso do inverno 3. Espantalhos da Ti Maria do Carmo 3. Explica a intenção de Ladino quando afirma “Que mais quer um homem?!” (linha 11) ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 4. Mostra de que forma a experiência é importante na sobrevivência de Ladino. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 5. Assinala, com um X, a opção que indica o recurso expressivo presente em “É cada ninhada, que parecem ratas!” (linhas 29-30) (A) Metáfora (B) Personificação (C) Enumeração (D) Comparação
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    Fichas de EducaçãoLiterária Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 131 Lê o excerto de Leandro, Rei da Helíria, de Alice Vieira, e consulta as notas de vocabulário. A DECISÃO DO REI - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 - - - - 30 - - - - 35 ESCRIVÃO: Aqui estou, senhor! REI: Escrevei então: que a partir de hoje ninguém neste reino ouse pronunciar o nome de Violeta, sob pena de ser levado à forca; que a partir de hoje Violeta seja banida deste reino, e a ele nunca mais possa voltar; que saia imediatamente do nosso castelo, sem levar um tostão, nem manto, nem fita para o cabelo: irá tal qual está, e isso já é grande bondade nossa. Que morra à fome ou à sede, que se esvaia em sangue nos tojos1 e nos cardos2 do caminho, que se perca nas florestas ou montanhas, nada disso me interessa. A partir deste momento tenho apenas duas filhas: Amarília e Hortênsia. VIOLETA: Mas, meu pai, eu amo-vos! REI: Calai-vos, ingrata! Desaparecei da minha vista (Para o escrivão) Vai fazer cumprir as minhas ordens! E já! ESCRIVÃO: Sim, senhor! (Vai a sair, mas o rei volta a chamá-lo) REI: Ainda outra coisa, escrivão! ESCRIVÃO: Dizei, senhor. REI: Que a partir de hoje, nem mais uma violeta seja plantada nos jardins deste reino. Nem mais uma, ouves bem o que te digo? ESCRIVÃO: Sim, senhor. (Sai) (Príncipe Reginaldo sai do lugar onde estava e coloca-se diante do rei) PRÍNCIPE REGINALDO: Se alguém aqui é ingrato, não será decerto Violeta. REI: Quem sois vós, e que fazeis aqui? PRÍNCIPE REGINALDO: Vossa ira é tamanha que já nem do meu rosto vos lembrais, ainda não há muitos dias vos pedi a mão de Violeta, mas vós então dissestes que eu esperasse, que ela ainda era uma criança, que um dia se veria. Pois esse dia chegou, senhor. Mais cedo do que eu pensava, mas chegou. Violeta partirá deste reino porque vós ordenastes, e nestes tempos em que vivemos, as ordens de um rei, por mais absurdas, têm de se cumprir. Mas não irá sozinha. Irá comigo, senhor. Casaremos assim que chegarmos ao meu reino. REI: Mas tereis vós ouvido bem o que acabei de dizer? Olhai que a partir de agora ela não será mais minha filha. Ireis casar com uma vulgar plebeia3 que só terá de seu o que leva no corpo. PRÍNCIPE REGINALDO: De mais não necessito, senhor. O amor que sinto por vossa filha… REI (aos gritos): Ela não é minha filha! Alice Vieira, Leandro, Rei da Helíria, Alfragide, Editorial Caminho, 2016, pp. 59-61. VOCABULÁRIO: 1 tojos: plantas espinhosas. 2 cardos: plantas espinhosas. 3 plebeia: que pertence à plebe, ao povo. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 6 LEANDRO, REI DA HELÍRIA
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    Fichas de EducaçãoLiterária 132 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Assinala, com um X, as opções que correspondem a decisões tomadas pelo Rei neste excerto. (A) Pena de morte para quem falar da filha. (B) Expulsão do reino. (C) Proibição de dar o nome Violeta aos filhos. (D) Confiscação dos bens de Violeta. (E) Perda de estatuto de filha. (F) Destruição dos bens pessoais de Violeta. (G)Proibição de plantar violetas no reino. (H) Decisão de deixar Violeta morrer à fome e sede. 2. Justifica a reação de Violeta à decisão do Rei. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 3. Relaciona os traços caracterizadores do Rei na coluna A com os excertos que os evidenciam na coluna B. Coluna A Coluna B A. Autoritário B. Irritado C. Indelicado D. Agressivo 1. “Ela não é minha filha!” (linha 35) 2. “Vai fazer cumprir as minhas ordens!” (linhas 14-15) 3. “Calai-vos, ingrata!” (linha 14) 4. “Quem sois vós, e que fazeis aqui?” (linha 25) 4. Esclarece a intenção do Rei ao proibir a plantação de violetas no reino. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 5. Refere duas funções das didascálias neste excerto. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________
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    Fichas de EducaçãoLiterária Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 133 Lê o poema de António Gedeão e consulta as notas de vocabulário. POEMA DO FECHO ÉCLAIR - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 - - - - Filipe II tinha um colar de oiro, tinha um colar de oiro com pedras rubis. Cingia a cintura com cinto de coiro, com fivela de oiro, olho de perdiz. Comia num prato de prata lavrada girafa trufada1 , rissóis de serpente. O copo era um gomo que em flor desabrocha, de cristal de rocha do mais transparente. Andava nas salas forradas de Arrás2 , com panos por cima, pela frente e por trás. Tapetes flamengos, combates de galos, alões3 e podengos4 , falcões e cavalos. Dormia na cama de prata maciça com dossel5 de lhama6 de franja roliça7 . Na mesa do canto vermelho damasco, e a tíbia8 de um santo guardada num frasco. 30 - - - - 35 - - - - 40 - - - - 45 Foi dono da Terra, foi senhor do Mundo, nada lhe faltava, Filipe Segundo. Tinha oiro e prata, pedras nunca vistas, safira, topázios, rubis, ametistas. Tinha tudo, tudo sem peso nem conta, bragas9 de veludo, peliças10 de lontra. Um homem tão grande tem tudo o que quer. O que ele não tinha era um fecho éclair11 António Gedeão, Obra completa, Lisboa, Relógio de Água, 2004. VOCABULÁRIO: 1 trufada: recheada de trufas, um fungo muito raro e caro. 2 Arrás: tapeçaria usada para decorar paredes. 3 alões: cães grandes. 4 podengos: cães de focinho alongado. 5 dossel: armação por cima da cama, onde se coloca um tecido. 6 lhama: tecido brilhante de fio de ouro ou de prata. 7 roliça: de formas arredondadas. 8 tíbia: maior osso da perna. 9 bragas: calças curtas. 10 peliças: vestimentas forradas de peles. 11 fecho éclair: fecho com duas bandas de metal que se encaixam uma na outra, com um cursor para abrir e fechar. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 7 POESIA – “POEMA DO FECHO ÉCLAIR”
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    Fichas de EducaçãoLiterária 134 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Assinala, com um X, os elementos referidos para descrever a vida de Filipe II. (A) Objetos de decoração com pedras (B) Bens (C) Decoração do palácio (D) Estrutura do palácio (E) Alimentação (F) Vestuário (G)Quarto (H) Bebidas 2. Comprova cada um dos traços de Filipe II com uma citação do poema. a. Gostos exóticos _____________________________________________________________________________________________ b. Gosto por decoração de temas associados à caça _____________________________________________________________________________________________ c. Religioso _____________________________________________________________________________________________ d. Poderoso _____________________________________________________________________________________________ e. Rico _____________________________________________________________________________________________ 3. Justifica a referência frequente a pedras e metais preciosos. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 4. Explica a intenção da estrofe final. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 5. Faz a análise formal do poema, referindo os aspetos apresentados. a. Número de estrofes: ________________________________________________________________________ b. Designação das estrofes: ____________________________________________________________________ c. Rima da primeira estrofe: ___________________________________________________________________ d. Métrica da quinta estrofe: ___________________________________________________________________
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    Fichas de EducaçãoLiterária Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 135 Lê o poema “Amigo”, de Alexandre O’Neill, e consulta as notas de vocabulário. AMIGO - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - Mal nos conhecemos Inaugurámos a palavra “amigo”. “Amigo” é um sorriso De boca em boca, Um olhar bem limpo, Uma casa, mesmo modesta, que se oferece, Um coração pronto a pulsar Na nossa mão! “Amigo” (recordam-se, vocês aí, Escrupulosos1 detritos2 ?) “Amigo” é o contrário de inimigo! “Amigo” é o erro corrigido, Não o erro perseguido, explorado, É a verdade partilhada, praticada. “Amigo” é a solidão derrotada! “Amigo” é uma grande tarefa, Um trabalho sem fim, Um espaço útil, um tempo fértil, “Amigo” vai ser, é já uma grande festa! Alexandre O’Neill, in Poesias Completas, Lisboa, Assírio Alvim, 2000. VOCABULÁRIO: 1 escrupulosos: exigentes, rigorosos. 2 detritos: restos. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 8 POESIA – “AMIGO”
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    Fichas de EducaçãoLiterária 136 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Seleciona o tema deste poema e transcreve um verso que comprove a tua escolha. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 2. Associa os versos da coluna A à sua possível interpretação na coluna B, de modo a obteres a definição de “Amigo”. Coluna A Coluna B A. “é um sorriso / De boca em boca” (versos 3-4) B. “Um olhar bem limpo” (verso 5) C. “Uma casa, mesmo modesta, que se oferece” (verso 6) D. “Um coração pronto a pulsar / Na nossa mão!” (versos 7-8) 1. Bondade/partilha 2. Amor/entrega 3. Alegria/felicidade 4. Honestidade/sinceridade 3. Identifica os recursos expressivos presentes nos versos que se seguem. a. “‘Amigo’ é um sorriso / De boca em boca” (versos 3-4) _____________________________________________________________________________________________ b. “É a verdade partilhada, praticada.” (verso 14) _____________________________________________________________________________________________ 4. Explica o significado do verso “‘Amigo’ é a solidão derrotada!” (verso 15) ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 5. Com base na última estrofe, apresenta o significado de “Amigo” para o sujeito poético. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ solidão x amizade x alegria x festa
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    Escrita Texto de opinião................................................................ 139 Texto expositivo ................................................................ 140 Resumo .............................................................................. 141 Biografia ............................................................................ 142
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    Fichas de Escrita ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 139 1. As visitas de estudo são sempre um momento especial na vida da escola. Na tua opinião, deveriam realizar-se mais visitas de estudo, nomeadamente ao estrangeiro? Redige um texto de opinião sobre este tema, apresentando dois exemplos que sustentem a tua posição. O texto deve ter um mínimo de 150 e um máximo de 200 palavras. Tópicos para a tua planificação Introdução ͻ Aspetos gerais sobre as visitas de estudo. ͻ Apresentação da posição pessoal. Desenvolvimento ͻ Exemplo 1 ͻ Exemplo 2 Conclusão ͻ Repetição da posição pessoal. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 1 TEXTO DE OPINIÃO
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    Fichas de Escrita 140Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. A igualdade de género é um tema do qual devemos estar conscientes. Redige um texto expositivo sobre a igualdade de género. O teu texto deve ter um mínimo de 100 e um máximo de 150 palavras. Tópicos para a tua planificação Introdução ͻ Significado de igualdade de género. Desenvolvimento ͻ Referência a situações concretas em que se respeita a igualdade de género (por exemplo, tanto a mãe como o pai podem usufruir da licença por nascimento de um filho...). ͻ Referência a situações concretas em que não se respeita a igualdade de género (por exemplo, salários diferentes para homens e mulheres que exercem a mesma função profissional…). Conclusão ͻ Breve síntese do que ficou exposto. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 2 TEXTO EXPOSITIVO
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    Fichas de Escrita ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 141 1. Resume o texto de Ana Sá Lopes sobre a origem do Dia da Mãe, com aproximadamente 400 palavras. Segue os passos indicados. ͻ Lê com atenção o texto, esclarece o vocabulário que desconheces. ͻ Divide o texto em partes, registando a ideia-chave de cada uma delas e os tópicos mais importantes. ͻ Escreve o teu resumo, no teu caderno, respeitando a ordem da informação apresentada. SABE QUAL É A ORIGEM DO DIA DA MÃE? - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 - - Os brasileiros costumam dizer “Dia das Mães”. Os portugueses preferem o singular: “Dia da Mãe”. O Brasil celebra “o Dia das Mães” no segundo domingo de maio; Portugal, no primeiro domingo de maio. Roma Antiga homenageava durante três dias Cibele, mãe de todos os deuses. Na Grécia clássica, a festa era dedicada à deusa Reia – mais ou menos o equivalente a Cibele, também era mãe de todos os deuses gregos –, com a particularidade de Reia ser mulher de Cronos, o deus que trouxe a palavra “cronologia” às culturas latinas, já que regia o tempo que passa. Em Portugal, o Dia da Mãe comemorou-se durante muito tempo a 8 de dezembro, dia da Imaculada Conceição. Depois, a comemoração passou para o mês de maio, mas o significado manteve-se o mesmo – na tradição católica, maio é o mês de Maria, a mãe de Jesus Cristo. A ideia do dia da mãe nos Estados Unidos partiu de uma feminista, Anna Reese Jarvis, que em 1907 lançou um movimento para criar o “Dia Nacional das Mães”. A comemoração começou na sua cidade – Grafton, Filadélfia – no aniversário da morte da sua própria mãe. Nos anos seguintes, todo o estado de Filadélfia começaria a comemorar o dia nacional das mães. A campanha de Anna Jarvis estendeu-se a todos os Estados Unidos e, em 1911, já o dia da mãe era comemorado em toda a América. Em 1914, o então presidente Woodrow Wilson declara o dia da mãe feriado nacional – no segundo domingo de maio, tal como acontece no Brasil, Austrália, Canadá, Dinamarca, Finlândia, Itália, Japão, Turquia e outros. A Espanha – que também já celebrou as mães a 8 de dezembro – comemora agora também no primeiro domingo de maio, como Portugal. Também Moçambique, Cabo Verde, Angola, Lituânia e Hungria escolhem celebrar o dia da mãe no mesmo dia que Portugal e Espanha. Para homenagear as mães, Colômbia, França e Suécia preferem antes o último domingo de maio. Na Índia, a celebração das mães é em outubro, assim como na Argentina e na Bielorrússia. A Noruega escolheu fevereiro. A Bélgica e a Costa Rica também homenageiam a mãe de Cristo, comemorando as mães no dia 15 de agosto, que marca a assunção da Virgem Maria – ou seja, é quando a mãe de Cristo sobe aos céus para se juntar ao filho. Ana Sá Lopes In sol.sapo.pt/artigo/610869/sabe-qual-e-a-origem-do-dia-da-mae (adaptado). Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 3 RESUMO
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    Fichas de Escrita 142Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Jon Favreau é o realizador do mais recente filme O Rei Leão, dos estúdios da Disney. Escreve um pequeno texto de caráter biográfico com as informações que te são dadas sobre Jon Favreau. Tópicos para a tua planificação ͻ Informações pessoais: - Data e local de nascimento: 19 de outubro de 1966, Queens, Estados Unidos da América - Casou com Joya Tillem (médica) em 2000; pai de 3 filhos – um rapaz, Max (2001) e duas raparigas, Madeleine (2003) e Brighton (2006). ͻ Informações de âmbito profissional: - Ator em vários filmes e séries como: Homem de Ferro; O Lobo de Wall Street; Friends… - Realizador de filmes como: Homem de Ferro I e II (2008 e 2010); O livro da selva (2016); O Rei Leão (2019)... Planifica o texto de acordo com a seguinte estrutura ͻ Começa por indicar a data e o local de nascimento. ͻ Faz referência à sua família. ͻ Termina com a informação sobre a sua atividade profissional. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 4 BIOGRAFIA
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    Gramática Revisão de conteúdos– 2.o Ciclo (Fichas A e Fichas B*) Nome, adjetivo, determinante, pronome e interjeição ............................................................. 145 Feminino e número dos nomes e dos adjetivos .......... 147 Subclasses do verbo ..................................................... 149 Funções sintáticas: sujeito, predicado e vocativo ........ 151 Funções sintáticas: complemento direto, indireto e oblíquo .................................................................. 153 Funções sintáticas: predicativo do sujeito e complemento agente da passiva .......................... 155 Funções sintáticas (global) ........................................... 157 Orações coordenadas ................................................... 159 Orações subordinadas adverbiais causais e temporais .............................................................. 161 Frase ativa e frase passiva ............................................ 163 Discurso direto e discurso indireto ............................... 165 * Nota ao Professor: Propõe-se para cada conteúdo ou conjunto de conteúdos fichas Versão A e fichas Versão B. Estas últimas destinam-se a alunos com Medidas de Suporte à Aprendizagem e Inclusão.
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    Consolidação de conteúdos– 7.o ano (Fichas A e Fichas B*) Determinante e pronome ............................................ 167 Quantificador numeral ................................................. 169 Advérbio ....................................................................... 171 Preposição .................................................................... 173 Conjunção coordenativa .............................................. 175 Conjunção e locução conjuncional subordinativa ........ 177 Flexão verbal 1 – modo indicativo ............................... 179 Flexão verbal 2 – modo conjuntivo .............................. 181 Flexão verbal 3 ............................................................. 183 Colocação do pronome pessoal átono 1 ...................... 185 Colocação do pronome pessoal átono 2 ...................... 187 Modificador do grupo verbal e modificador do nome ................................................................... 189 Orações subordinadas adverbiais finais e condicionais .......................................................... 191 Oração subordinada substantiva completiva ............... 193 Orações subordinadas adjetivas relativas .................... 195 Formação de palavras .................................................. 197 Pontuação ..................................................................... 199 * Nota ao Professor: Propõe-se para cada conteúdo ou conjunto de conteúdos fichas Versão A e fichas Versão B. Estas últimas destinam-se a alunos com Medidas de Suporte à Aprendizagem e Inclusão.
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    Fichas de Gramática– Revisão de Conteúdos 2.o Ciclo Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 145 1. Completa as tabelas com nomes e adjetivos das diferentes subclasses, selecionados entre as palavras sublinhadas nas frases. Nome Adjetivo Próprio Comum Comum coletivo Qualificativo Numeral a. O primeiro aluno a chegar foi o José. b. A multidão furiosa queria entrar no recinto. c. A simpática senhora tentava observar o enxame. d. O Porto era a segunda cidade com mais turistas. 2. Completa as frases com os determinantes pertencentes às subclasses indicadas entre parênteses. a. _______________(determinante artigo indefinido) carros bloquearam a estrada. b. _______________(determinante demonstrativo) filme é excelente! c. _______________(determinante interrogativo) filme preferes? d. O _______________(determinante possessivo, 1.a pessoa do singular) carro é cinzento. e. _______________(determinante artigo definido) final da peça foi surpreendente. 3. Faz corresponder as palavras sublinhadas na coluna A à sua subclasse na coluna B. Coluna A Coluna B A. Gostei imenso de encontrar aquele amigo. B. Vi-o na esplanada do café. C. Disse-me que tinha lido o meu texto. D. Respondi-lhe que nunca lera o seu. E. Certamente, seria melhor do que este. 1. Pronome pessoal 2. Pronome possessivo 3. Pronome demonstrativo 4. Determinante possessivo 5. Determinante demonstrativo 4. Completa as frases com uma interjeição que expresse o valor indicado entre parênteses. a. _______________(dor)! Caí no chão! b. _______________(pedido de ajuda)! Estou perdido! c. _______________(saudação)! Como estás? d. _______________(medo)! Que susto! Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 1A NOME, ADJETIVO, DETERMINANTE, PRONOME E INTERJEIÇÃO
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    Fichas de Gramática– Revisão de Conteúdos 2.o Ciclo 146 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Completa as tabelas com nomes e adjetivos das diferentes subclasses, selecionados entre as palavras sublinhadas nas frases, de acordo com o exemplo. Nome Adjetivo Próprio Comum Comum coletivo Qualificativo Numeral primeiro a. O primeiro aluno a chegar foi o José. b. A multidão furiosa queria entrar no recinto. c. O Porto era a segunda cidade com mais turistas. 2. Completa as frases com os determinantes pertencentes às subclasses indicadas entre parênteses. a. _______________ (determinante artigo indefinido) carros bloquearam a estrada. b. _______________(determinante demonstrativo) filme é excelente! c. _______________(determinante interrogativo) filme preferes? d. O _______________(determinante possessivo, 1.a pessoa do singular) carro é cinzento. 3. Faz corresponder as palavras sublinhadas na coluna A à sua subclasse na coluna B. Ex. Este (determinante demonstrativo) livro é meu. Este (pronome demonstrativo) é teu. Coluna A Coluna B A. Gostei imenso de encontrar aquele amigo. B. Disse-me que tinha lido o meu texto. C. Respondi-lhe que nunca lera o seu. D. Certamente, seria melhor do que este. 1. Pronome possessivo 2. Pronome demonstrativo 3. Determinante possessivo 4. Determinante demonstrativo 4. Completa as frases com uma interjeição que expresse o valor indicado entre parênteses. a. _______________(dor)! Caí no chão! b. _______________(pedido de ajuda)! Estou perdido! c. _______________(saudação)! Como estás? d. _______________(medo)! Que susto! Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 1B NOME, ADJETIVO, DETERMINANTE, PRONOME E INTERJEIÇÃO AJUDA Determinante artigo definido: o; os... Determinante artigo indefinido: um, uns... Determinante possessivo: meu, meus... Determinante demonstrativo: este, aquele... Determinante interrogativo: que AJUDA Interjeição Palavra invariável que tem como função exprimir sentimentos e emoções (Socorro!, Ai!, Ufa!...)
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    Fichas de Gramática– Revisão de Conteúdos 2.o Ciclo Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 147 1. Reescreve as frases seguintes no feminino. a. Chegou um japonês refilão que pediu um papel assinado pelo diretor. _____________________________________________________________________________________________ b. O rapaz era charlatão, mas muito educado. _____________________________________________________________________________________________ c. Aquele filme tem um mau ator principal. _____________________________________________________________________________________________ 2. Reescreve as frases no plural. a. O bem era para ele fundamental. _____________________________________________________________________________________________ b. O cidadão pode entregar o documento verde-claro na secretaria. _____________________________________________________________________________________________ c. No papel que lhe foi entregue deve registar a sua data de nascimento. _____________________________________________________________________________________________ 3. Seleciona a forma correta do plural de cada nome / adjetivo apresentado (3.1. a 3.4.). 3.1. Fim de semana (A) Fins de semana (B) Fins de semanas (C) Fim de semanas (D)Fim de semana 3.3. Pica-pau (A) Picas-pau (B) Picas-paus (C) Pica-paus (D)Pica-pau 3.2. Guarda-roupa (A) Guardas-roupa (B) Guardas-roupas (C) Guarda-roupas (D)Guarda-roupa 3.4. Azul-turquesa (A) Azuis-turquesas (B) Azuis-turquesa (C) Azul-turquesas (D)Azul-turquesa Nome _____________________________________________________________________ Turma _________Data __________ 2A FEMININO E NÚMERO DOS NOMES E DOS ADJETIVOS
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    Fichas de Gramática– Revisão de Conteúdos 2.o Ciclo 148 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Reescreve as frases seguintes no feminino. a. Chegou um japonês refilão que pediu um papel assinado pelo diretor. _____________________________________________________________________________________________ b. O rapaz era charlatão, mas muito educado. _____________________________________________________________________________________________ c. Aquele filme tem um mau ator principal. _____________________________________________________________________________________________ 2. Reescreve as frases no plural. a. O bem era para ele fundamental. _____________________________________________________________________________________________ b. O cidadão pode entregar o documento verde-claro na secretaria. _____________________________________________________________________________________________ c. No papel que lhe foi entregue deve registar a sua data de nascimento. _____________________________________________________________________________________________ 3. Seleciona a forma correta do plural de cada nome / adjetivo apresentado (3.1. a 3.3.). 3.1. Fim de semana (A) Fins de semana (B) Fins de semanas (C) Fim de semanas 3.2. Guarda-roupa (A) Guardas-roupa (B) Guardas-roupas (C) Guarda-roupas 3.3. Pica-pau (A) Picas-pau (B) Picas-paus (C) Pica-paus AJUDA Plural dos nomes compostos ͻ Nome + nome ї ambos no plural Ex.: couve-flor = couves-flores ͻ Nome + adjetivo ї ambos no plural Ex.: Chave-inglesa = chaves-inglesas ͻ Verbo + nome ou adjetivo ї apenas o nome vai para o plural Ex.: Porta-bagagem = porta-bagagens ͻ Palavras unidas por preposição ї apenas a primeira vai para o plural Ex.: pôr do sol = pores do sol Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 2B FEMININO E NÚMERO DOS NOMES E DOS ADJETIVOS
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    Fichas de Gramática– Revisão de Conteúdos 2.o Ciclo Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 149 1. Associa os verbos sublinhados na coluna A à sua subclasse na coluna B. Coluna A Coluna B A. O jogo permanecia empatado. B. O rapaz soltou um grito. C. Ele tinha ficado no banco. D. O jogo estava ao rubro E. O jogo foi interrompido. F. O jogador tossiu. 1. Verbo principal 2. Verbo auxiliar 3. Verbo copulativo 2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada afirmação (2.1 a 2.2). 2.1. A única frase que não inclui um verbo copulativo é (A) O jovem terminou o trabalho. (B) O jovem ficou feliz. (C) O jovem permanece motivado. (D) O jovem é um dos atletas olímpicos. 2.2. A única frase que inclui um verbo transitivo direto é (A) A televisão passou um programa interessante. (B) A apresentadora falou de botânica. (C) As flores eram lindíssimas. (D) O jovem permanece motivado. 3. Completa a tabela com verbos pertencentes às subclasses, retirando-os das frases. Verbo intransitivo Verbo transitivo direto Verbo transitivo indireto Verbo transitivo direto e indireto a. A festa acabou. b. No final, ele telefonou à sua amiga. c. Ele colocou as bebidas no frigorífico. d. Acreditou na boa vontade da amiga. e. Todos ofereceram pequenas lembranças. f. Ele agradeceu a cada um a gentileza. Nome _____________________________________________________________________ Turma _________Data __________ 3A SUBCLASSES DO VERBO
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    Fichas de Gramática– Revisão de Conteúdos 2.o Ciclo 150 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Associa os verbos sublinhados na coluna A à sua subclasse na coluna B. Coluna A Coluna B A. O jogo permanecia empatado. B. O rapaz soltou um grito. C. Ele tinha ficado no banco. 1. Verbo principal 2. Verbo auxiliar 3. Verbo copulativo 2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada uma das afirmações. 2.1. A única frase que não inclui um verbo copulativo é (A) O jovem terminou o trabalho. (B) O jovem ficou feliz. (C) O jovem permanece motivado. 2.2. A única frase que inclui um verbo transitivo direto é (A) A televisão passou um programa interessante. (B) A apresentadora falou de botânica. (C) As flores eram lindíssimas. 3. Completa a tabela com verbos pertencentes às subclasses indicadas, retirados das frases apresentadas. Verbo principal Intransitivo Transitivo direto Transitivo indireto Transitivo direto e indireto a. A festa acabou. b. No final, ele telefonou à sua amiga. c. Ele colocou as bebidas no frigorífico. d. Todos ofereceram pequenas lembranças. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 3B SUBCLASSES DO VERBO AJUDA VERBO PRINCIPAL – verbo que pode ter ou não um complemento. Pode ser… ͻ Intransitivo – não tem complementos. Ex:. O aluno espirrou. ͻ Transitivo direto – pede um comp. direto. Ex.: Os alunos leem os livros. ͻ Transitivo indireto – pede comp. indireto ou comp. oblíquo. Ex.: O aluno falou ao professor. O aluno gosta de livros. ͻ Transitivo direto e indireto – pede comp. direto e comp. indireto ou oblíquo Ex.: O aluno deu o livro ao professor. O aluno colocou o livro na prateleira. VERBO AUXILIAR – verbo que se associa ao verbo principal para formar tempos compostos da forma ativa (ter) e a forma passiva (ser) VERBO COPULATIVO – verbo que exige predicativo do sujeito. Ex.: O João está contente.
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    Fichas de Gramática– Revisão de Conteúdos 2.o Ciclo Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 151 1. Preenche as tabelas com os sujeitos retirados das frases. a. Eu e a Rafaela vamos à praia. b. Todos os jovens praticam desporto. c. Os alunos de natação têm aula hoje. d. Os alunos e as alunas vão com o Rafael. e. Eles ficam a ver a aula. Sujeito simples Sujeito composto 2. Identifica a função sintática do constituinte sublinhado, associando os elementos das duas colunas. Coluna A Coluna B a. դ Rita, vem cá! ͻ b. դ A Rita ficou em casa. ͻ c. դ Traz o pão, Joana! ͻ d. դ A Rita, Joana, é tua amiga! ͻ e. դ Ontem, os rapazes estiveram cá! ͻ ͻ Sujeito ͻ Vocativo 3. Sublinha o predicado de cada frase. a. Dorme! b. O treinador escolheu a Rita ontem. c. Os jogadores disseram a verdade ao treinador. d. Eles ficaram com o treinador durante a tarde. e. O Rafael espirrou durante toda a noite. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 4A FUNÇÕES SINTÁTICAS: SUJEITO, PREDICADO E VOCATIVO
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    Fichas de Gramática– Revisão de Conteúdos 2.o Ciclo 152 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Preenche as tabelas com os sujeitos retirados das frases. a. Eu e a Rafaela vamos à praia. b. Todos os jovens praticam desporto. c. Os alunos de natação têm aula hoje. d. Os alunos e as alunas vão com o Rafael. e. Eles ficam a ver a aula. Sujeito simples Sujeito composto 2. Identifica a função sintática do constituinte sublinhado, associando os elementos das duas colunas. Coluna A Coluna B a. դ Rita, vem cá! ͻ b. դ A Rita ficou em casa. ͻ c. դ Traz o pão, Joana! ͻ d. դ A Rita, Joana, é tua amiga! ͻ e. դ Ontem, os rapazes estiveram cá! ͻ ͻ Sujeito ͻ Vocativo 3. Sublinha o predicado de cada frase. a. Dorme! b. O treinador escolheu a Rita ontem. c. Os jogadores disseram a verdade ao treinador. d. Eles ficaram com o treinador durante a tarde. e. O Rafael espirrou durante toda a noite. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 4B FUNÇÕES SINTÁTICAS: SUJEITO, PREDICADO E VOCATIVO AJUDA Sujeito – função sintática desempenhada pelo grupo de palavras que concorda com o verbo. O sujeito pode ser: ͻ simples – constituído apenas por um grupo nominal. Ex.: O João é simpático. Eles vão ao teatro. ͻ composto – constituído por mais do que um grupo nominal. Normalmente, os elementos estão unidos pela conjunção e. Ex.: A Ana e a irmã são simpáticas. AJUDA Vocativo – função sintática desempenhada pelas palavras que servem para chamar alguém. Ex.: Ana, dá-me o livro! Nota: O vocativo surge separado por vírgula. AJUDA Predicado – função sintática desempenhada pelo grupo verbal Ex.: Os alunos leram os livros. Compraram os livros na feira do livro. Nota: O grupo verbal pode se constituído só pelo verbo ou pelo verbo e pelos seus complementos e modificadores.
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    Fichas de Gramática– Revisão de Conteúdos 2.o Ciclo Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 153 1. Sublinha o complemento direto em cada frase. a. O professor explicou a matéria. b. Os alunos resolveram questões e problemas. c. O professor disse aos alunos a resposta. d. Os alunos resolveram durante duas horas os exercícios. 2. Sublinha o complemento indireto em cada frase. a. O diretor falou aos alunos sobre as aulas. b. O Rui telefonou à mãe durante a tarde. c. Os alunos entregaram o formulário ao professor após a aula. d. Cada um respondeu apressadamente ao professor. 3. Associa os constituintes sublinhados na coluna A à sua função sintática na coluna B. Coluna A Coluna B A. Ele aceitou o desafio dos colegas. B. Ele chegou à praia. C. Eu mostrei-lhe as fotografias. D. A Maria sorriu ao Luís. 1. Complemento direto 2. Complemento indireto 3. Complemento oblíquo 4. Assinala, com um X, as frases cujos constituintes sublinhados têm a função de complemento oblíquo. (A) O Luís entrou na sala. (B) Comprou o lanche ao senhor João. (C) Ele afastou os bolos dos salgados. (D) Eles vão à praia. (E) Vão sair de casa agora. (F) Eles ficam aqui. (G)Mostramos as fotografias no final. (H) Eles vão lanchar aqui. Nome _____________________________________________________________________ Turma _________Data __________ 5A FUNÇÕES SINTÁTICAS: COMPLEMENTO DIRETO, INDIRETO E OBLÍQUO
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    Fichas de Gramática– Revisão de Conteúdos 2.o Ciclo 154 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Sublinha o complemento direto em cada frase. a. O professor explicou a matéria. b. Os alunos resolveram os problemas. c. O professor disse aos alunos a resposta. d. Os alunos resolveram os exercícios. 2. Sublinha o complemento indireto em cada frase. a. O diretor falou aos alunos. b. O Rui telefonou à mãe. c. Os alunos entregaram o formulário ao professor. d. Cada um respondeu ao professor. 3. Associa os constituintes sublinhados da coluna A à sua função sintática na coluna B. Coluna A Coluna B A. Ele aceitou o desafio dos colegas. B. Ele chegou à praia. C. Eu mostrei-lhe as fotografias. D. A Maria sorriu ao Luís. 1. Complemento direto 2. Complemento indireto 3. Complemento oblíquo 4. Assinala, com um X, as frases cujos constituintes sublinhados têm a função de complemento oblíquo. (A) O Luís entrou na sala. (B) Comprou o lanche ao senhor João. (C) Ele afastou os bolos dos salgados. (D) Eles vão à praia. (E) Vão sair de casa agora. (F) Eles ficam aqui. (G)Mostramos as fotografias no final. (H) Eles vão lanchar aqui. AJUDA Complemento direto – completa o sentido do verbo transitivo e pode ser substituído pelo pronome pessoal o, a, os, as. Ex.: Ele leu o livro. ї Ele leu-o. Complemento indireto – completa o sentido do verbo transitivo e é normalmente introduzido pela preposição a e pode ser substituído pelo pronome lhe, lhes. Ex.: Telefonei à Ana. ї Telefonei-lhe. AJUDA Complemento oblíquo – completa o sentido do verbo transitivo e é sempre introduzido por uma preposição ou um advérbio. Não o podes retirar da frase! Ex.: O Pedro gosta de chocolate. Ele mora cá. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 5B FUNÇÕES SINTÁTICAS: COMPLEMENTO DIRETO, INDIRETO E OBLÍQUO
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    Fichas de Gramática– Revisão de Conteúdos 2.o Ciclo Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 155 1. Sublinha o predicativo do sujeito em cada frase. a. Eles continuam felizes. b. As minhas amigas são médicas. c. Ele estava satisfeito com o resultado. d. Os participantes pareciam exaustos. e. Todos os alunos permaneceram sentados. f. Ele revelou-se importante para o jogo. 2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (2.1 e 2.2). 2.1. A única frase cujo constituinte sublinhado tem a função de predicativo do sujeito é (A) Ele senta-se naquela sala. (B) Ele fica na sala. (C) Ele dirige-se à sala. (D) Ele faz o teste na sala. 2.2. A única frase cujo constituinte sublinhado não tem a função de predicativo do sujeito é (A) Ele tornou-se essencial para a vitória. (B) Ele é essencial para a vitória. (C) Ele parece essencial para a vitória. (D) Ele descreve-se como essencial para a vitória. 3. Seleciona, com um X, as frases cujos constituintes sublinhados têm a função de complemento agente da passiva. (A) O jogo foi organizado pelos alunos. (B) Vou organizar um jogo para os alunos. (C) O jogo tem de passar pelos alunos. (D) As várias etapas foram definidas pelos alunos. 4. Indica a função sintática a que pertencem as palavras/expressões sublinhadas no texto. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ Ele ficou triste porque os amigos não vieram com ele ao parque. Havia uma surpresa que tinha sido organizada por ele. Os primos eram os únicos na festa. Eles sentiram-se muito especiais. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 6A FUNÇÕES SINTÁTICAS: PREDICATIVO DO SUJEITO E COMPLEMENTO AGENTE DA PASSIVA
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    Fichas de Gramática– Revisão de Conteúdos 2.o Ciclo 156 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Sublinha o predicativo do sujeito em cada frase. a. Eles continuam felizes. b. As minhas amigas são médicas. c. Ele estava satisfeito com o resultado. d. Os participantes pareciam exaustos. e. Todos os alunos permaneceram sentados. f. Ele revelou-se importante para o jogo. 2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (2.1 e 2.2). 2.1. A única frase cujo constituinte sublinhado tem a função de predicativo do sujeito é (A) Ele senta-se naquela sala. (B) Ele fica na sala. (C) Ele dirige-se à sala. (D) Ele faz o teste na sala. 2.2. A única frase cujo constituinte sublinhado não tem a função de predicativo do sujeito é (A) Ele tornou-se essencial para a vitória. (B) Ele é essencial para a vitória. (C) Ele parece essencial para a vitória. (D) Ele descreve-se como essencial para a vitória. 3. Seleciona, com um X, as frases cujos constituintes sublinhados têm a função de complemento agente da passiva. (A) O jogo foi organizado pelos alunos. (B) Vou organizar um jogo para os alunos. (C) O jogo tem de passar pelos alunos. (D) As várias etapas foram definidas pelos alunos. AJUDA Predicativo do sujeito – função sintática dos constituintes associados a um verbo copulativo. Verbos copulativos: ser, estar, parecer, permanecer, ficar, tornar-se, revelar-se, continuar... Ex.: O João permanece calmo. AJUDA Complemento agente da passiva – função sintática introduzida pela preposição por, simples ou contraída (pelo, pela). Faz parte do predicado de uma frase passiva. Ex.: O livro foi lido pelo aluno. (frase passiva) O aluno leu o livro. (frase ativa) Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 6B FUNÇÕES SINTÁTICAS: PREDICATIVO DO SUJEITO E COMPLEMENTO AGENTE DA PASSIVA
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    Fichas de Gramática– Revisão de Conteúdos 2.o Ciclo Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 157 1. Associa as palavras ou expressões sublinhadas na coluna A à sua função sintática na coluna B. Coluna A Coluna B A. Todos gostaram da história. B. Ele falou com os presentes. C. O João contou a história aos presentes. D. A história relata a vida de dois jovens. 1. Sujeito 2. Vocativo 3. Complemento direto 4. Complemento indireto 5. Complemento oblíquo 2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (2.1 e 2.2). 2.1. A única frase cujo constituinte sublinhado não tem a função de predicativo do sujeito é (A) Os participantes estavam atentos. (B) A ação era muito intensa. (C) O contador recomeçou a história. (D) Até nas pausas ficam em silêncio. 2.2. A única frase cujo constituinte sublinhado tem a função de modificador do grupo verbal é (A) Ela está em Lisboa. (B) Eles ouviram tudo em Lisboa. (C) Alguns ficaram em Lisboa. (D) Certos participantes permaneceram em Lisboa. 3. Indica a função sintática dos constituintes sublinhados no texto. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ O contador de histórias continuou o seu relato entusiasticamente. Todos falavam sobre a sua forma de contar histórias. Era cativante. – Rita, queres vir ao palco contar uma história? – desafiou ele naquele dia. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 7A FUNÇÕES SINTÁTICAS (GLOBAL)
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    Fichas de Gramática– Revisão de Conteúdos 2.o Ciclo 158 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Associa as palavras ou expressões sublinhadas na coluna A à sua função sintática na coluna B. Coluna A Coluna B A. Todos gostaram da história. B. Ele falou com os presentes. C. O João contou a história aos presentes. D. A história relata a vida de dois jovens. 1. Sujeito 2. Vocativo 3. Complemento direto 4. Complemento indireto 5. Complemento oblíquo 2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (2.1 e 2.2). 2.1. A única frase cujo constituinte sublinhado não tem a função de predicativo do sujeito é (A) Os participantes estavam atentos. (B) A ação era muito intensa. (C) O contador recomeçou a história. 2.2. A única frase cujo constituinte sublinhado tem a função de modificador (do grupo verbal) é (A) Ela está em Lisboa. (B) Eles ouviram tudo em Lisboa. (C) Alguns ficaram em Lisboa. 3. Indica a função sintática dos constituintes sublinhados no texto. _____________________________________________________________ _____________________________________________________________ _____________________________________________________________ O contador de histórias continuou o seu relato entusiasticamente. Todos falavam sobre a sua forma de contar histórias. Era cativante. – Rita, queres vir ao palco contar uma história? – desafiou ele naquele dia. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 7B FUNÇÕES SINTÁTICAS (GLOBAL) AJUDA Sujeito – função sintática desempenhada pelo grupo de palavras que concorda com o verbo e pode ser substituído pelo pronome pessoal ele, ela, eles, elas. Vocativo – função sintática desempenhada pelas palavras que servem para chamar alguém. Aparece separado por vírgula. Predicado – função sintática desempenhada pelo grupo verbal (pelo verbo, seus complementos e modificadores). Comp. direto – função sintática que completa o sentido do verbo e pode ser substituído pelo pronome pessoal o, a, os, as. Comp. indireto – função sintática que é introduzida, normalmente, pela preposição a e pode ser substituído pelo pronome pessoal lhe, lhes. Comp. oblíquo – função sintática que é introduzida por uma preposição ou é um advérbio. Completa o sentido do verbo e é obrigatório na frase. Modificador do grupo verbal – função sintática desempenhada por um constituinte que não é exigido pelo verbo (pode surgir ou não).
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    Fichas de Gramática– Revisão de Conteúdos 2.o Ciclo Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 159 1. Associa as orações sublinhadas na coluna A à sua classificação na coluna B. Coluna A Coluna B A. Vai chover, pois o céu está escuro. B. Ele come muito, mas é magro. C. Lavei a louça e arrumei a cozinha. D. Ficamos em casa, logo fazemos pipocas. E. Ele gosta de ler ou de ver um filme. 1. Oração coordenada copulativa 2. Oração coordenada adversativa 3. Oração coordenada disjuntiva 4. Oração coordenada conclusiva 5. Oração coordenada explicativa 2. Sublinha as orações coordenadas em cada frase e classifica-as. a. Os alunos não só concluíram o seu trabalho como também ajudaram os outros grupos. _____________________________________________________________________________________________ b. Os temas a abordar eram complexos, mas todos os grupos se empenharam bastante. _____________________________________________________________________________________________ c. O João não concluiu o trabalho e ajudou os outros. _____________________________________________________________________________________________ d. Os amigos saíam ou viam um filme. _____________________________________________________________________________________________ e. O Rui deve estar a chegar, pois a porta da garagem abriu-se. _____________________________________________________________________________________________ 3. Constrói frases complexas a partir das frases simples, de modo a que integrem a oração coordenada indicada entre parênteses. Procede às alterações necessárias. a. O Manuel ficou em casa. A Rita foi ao cinema. (oração coordenada adversativa) _____________________________________________________________________________________________ b. O teu cão está a fazer uns olhos pequeninos. O teu cão tem fome. (oração coordenada explicativa) _____________________________________________________________________________________________ c. O Rafael já me ligou três vezes. O Rafael quer pedir-me alguma coisa. (oração coordenada conclusiva) _____________________________________________________________________________________________ Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 8A ORAÇÕES COORDENADAS
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    Fichas de Gramática– Revisão de Conteúdos 2.o Ciclo 160 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Associa as orações sublinhadas na coluna A à sua classificação na coluna B. Coluna A Coluna B A. Vai chover, pois o céu está escuro. B. Ele come muito, mas é magro. C. Lavei a louça e arrumei a cozinha. D. Ficamos em casa, logo fazemos pipocas. E. Ele gosta de ler ou de ver um filme. 1. Oração coordenada copulativa 2. Oração coordenada adversativa 3. Oração coordenada disjuntiva 4. Oração coordenada conclusiva 5. Oração coordenada explicativa 2. Classifica as orações coordenadas sublinhadas em cada frase. a. Os alunos não só concluíram o seu trabalho como também ajudaram os outros grupos. __________________________________________________________________ b. Os temas a abordar eram complexos, mas todos os grupos se empenharam bastante. __________________________________________________________________ c. O João não concluiu o trabalho e ajudou os outros. __________________________________________________________________ d. O Rui deve estar a chegar, pois a porta da garagem abriu-se. __________________________________________________________________ 3. Constrói frases complexas a partir das frases simples, de modo a que integrem a oração coordenada indicada entre parênteses. Procede às alterações necessárias. a. O Manuel ficou em casa. A Rita foi ao cinema. (oração coordenada adversativa) _____________________________________________________________________________________________ b. O teu cão está a fazer uns olhos pequeninos. O teu cão tem fome. (oração coordenada explicativa) _____________________________________________________________________________________________ c. O Rafael já me ligou três vezes. O Rafael quer pedir-me alguma coisa. (oração coordenada conclusiva) _____________________________________________________________________________________________ Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 8B ORAÇÕES COORDENADAS AJUDA As orações coordenadas são iniciadas por conjunções ou locuções coordenativas. Alguns exemplos de conjunções ou locuções coordenativas: ͻ Copulativas: e, nem, não só...mas/como também, nem...nem ͻ Disjuntivas: ou, ou...ou, ora...ora ͻ Adversativas: mas ͻ Conclusivas: logo ͻ Explicativas: pois, que
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    Fichas de Gramática– Revisão de Conteúdos 2.o Ciclo Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 161 1. Assinala, com um X, todas as frases que incluem uma oração subordinada adverbial causal. (A) O Rafael vem comigo porque eu vou ajudá-lo com os deveres. (B) Antes que fique muito calor, vamos nadar um pouco. (C) Agora que está muito calor, ficamos debaixo do chapéu. (D) Visto que está muito calor, vamos tomar um refresco. 2. Assinala, com um X, todas as frases que incluem uma oração subordinada adverbial temporal. (A) A Manuela chegou quando nos levantávamos. (B) Mal se sentou, começou a conversar. (C) Ficámos com ela, já que ela trazia bebidas frescas. (D) Uma vez que estava muito sol, fomos para a sombra. 3. Associa as orações na coluna A à sua classificação na coluna B. Coluna A Coluna B A. Como vim à praia, vou descansar. B. Enquanto jogamos, conversamos um pouco. C. Assim que chegar, protejo-me com creme protetor. D. Só vou às 17h, porque até lá é perigoso. 1. Oração subordinada adverbial causal 2. Oração subordinada adverbial temporal 4. Divide e classifica as orações das frases. a. Antes que se ponha o sol, vou dar um mergulho. _____________________________________________________________________________________________ b. O Rui veio comigo dado que precisava de boleia. _____________________________________________________________________________________________ c. Almoçámos cedo visto que queríamos calma no restaurante. _____________________________________________________________________________________________ d. Desde que foi nadar, o Rui não saiu da água. _____________________________________________________________________________________________ Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 9A ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS CAUSAIS E TEMPORAIS
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    Fichas de Gramática– Revisão de Conteúdos 2.o Ciclo 162 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Assinala, com um X, todas as frases que incluem uma oração subordinada adverbial causal. (A) O Rafael vem comigo porque eu vou ajudá-lo com os deveres. (B) Antes que fique muito calor, vamos nadar um pouco. (C) Agora que está muito calor, ficamos debaixo do chapéu. (D) Visto que está muito calor, vamos tomar um refresco. 2. Assinala, com um X, todas as frases que incluem uma oração subordinada adverbial temporal. (A) A Manuela chegou quando nos levantávamos. (B) Mal se sentou, começou a conversar. (C) Ficámos com ela, já que ela trazia bebidas frescas. (D) Uma vez que estava muito sol, fomos para a sombra. 3. Associa as orações sublinhadas na coluna A à sua classificação na coluna B. Coluna A Coluna B A. Como vim à praia, vou descansar. B. Enquanto jogamos, conversamos um pouco. C. Assim que chegar, protejo-me com creme protetor. D. Só vou às 17h, porque até lá é perigoso. 1. Oração subordinada adverbial causal 2. Oração subordinada adverbial temporal 4. Classifica as orações subordinadas sublinhadas nas frases, de acordo com o exemplo. Antes que se ponha o sol, vou dar um mergulho. Oração subordinada adverbial temporal a. O Rui veio comigo dado que precisava de boleia. _____________________________________________________________________________________________ b. Almoçámos cedo visto que queríamos calma no restaurante. _____________________________________________________________________________________________ c. Desde que foi nadar, o Rui não saiu da água. _____________________________________________________________________________________________ AJUDA As orações subordinadas são iniciadas por conjunções ou locuções conjuncionais subordinativas: ͻ Causais: porque, como, visto que, uma vez que... (indicam a razão, o motivo) ͻ Temporais: quando, enquanto, mal, assim que, logo que, todas as vezes que... (localizam no tempo) Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 9B ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS CAUSAIS E TEMPORAIS
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    Fichas de Gramática– Revisão de Conteúdos 2.o Ciclo Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 163 1. Assinala, com um X, as frases que estão na forma passiva. (A) O robô passou por todas as salas de aula. (B) Os alunos construíram o robô pelo modelo do professor. (C) O robô tinha sido criado pelos membros do clube de robótica. (D) O estudo foi feito durante o ano por todos os alunos. 2. Assinala, com um X, as frases que estão na forma ativa. (A) A notícia é conhecida pelo país inteiro. (B) Os alunos de robótica desenharam o robô para o concurso. (C) O júri avaliava também a criatividade. (D) Foi anunciado o vencedor pelo júri. 3. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (3.1 e 3.2). 3.1. A frase que corresponde à forma passiva de “O júri tinha anunciado o concurso em maio” é (A) O concurso tinha anunciado o júri em maio. (B) O concurso tem sido anunciado pelo júri em maio. (C) O concurso fora anunciado pelo júri em maio. (D) O concurso tinha sido anunciado pelo júri em maio. 3.2. A frase que corresponde à forma ativa de “Os planos têm sido concebidos pelos alunos em conjunto com os professores” é (A) Os alunos em conjunto com os professores têm concebido os planos. (B) Os alunos em conjunto com os professores conceberam os planos. (C) Os alunos em conjunto com os professores tinham concebido os planos. (D) Os alunos em conjunto com os professores concebiam os planos. 4. Reescreve na forma passiva as seguintes frases. a. No concurso, aquele aluno conquistava sempre todos os prémios. _____________________________________________________________________________________________ b. O robô fez diversas tarefas domésticas. _____________________________________________________________________________________________ c. O aspeto do robô conquistará a atenção de todos os presentes. _____________________________________________________________________________________________ Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ A FRASE ATIVA E FRASE PASSIVA
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    Fichas de Gramática– Revisão de Conteúdos 2.o Ciclo 164 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Assinala, com um X, as frases que estão na forma passiva. (A) O robô passou por todas as salas de aula. (B) Os alunos construíram o robô pelo modelo do professor. (C) O robô tinha sido criado pelos membros do clube de robótica. (D) O estudo foi feito durante o ano por todos os alunos. 2. Assinala, com um X, as frases que estão na forma ativa. (A) A notícia é conhecida pelo país inteiro. (B) Os alunos de robótica desenharam o robô para o concurso. (C) O júri avaliava também a criatividade. (D) Foi anunciado o vencedor pelo júri. 3. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (3.1 e 3.2). 3.1. A frase que corresponde à forma passiva de “O júri anunciou o concurso em maio” é (A) O concurso tinha anunciado o júri em maio. (B) O concurso fora anunciado pelo júri em maio. (C) O concurso foi anunciado pelo júri em maio. 3.2. A frase que corresponde à forma ativa de “Os planos são concebidos pelos alunos em conjunto com os professores” é (A) Os alunos em conjunto com os professores concebem os planos. (B) Os alunos em conjunto com os professores conceberam os planos. (C) Os alunos em conjunto com os professores tinham concebido os planos. 4. Reescreve na forma passiva as seguintes frases. a. No concurso, aquele aluno conquistava todos os prémios. _____________________________________________________________________________________________ b. O robô fez diversas tarefas domésticas. _____________________________________________________________________________________________ c. O aspeto do robô conquistará a atenção dos participantes. _____________________________________________________________________________________________ AJUDA Frase ativa: Ex.: O Pedro leu o livro. Frase passiva: Ex.: O livro foi lido pelo Pedro. A frase passiva tem no predicado um verbo auxiliar (ser) + o particípio do verbo principal. O sujeito da frase ativa passa a complemento agente da passiva iniciado por por/pelo(a)... O João leu o livro. sujeito comp. direto O livro foi lido pelo João. sujeito comp. agente da passiva Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ B FRASE ATIVA E FRASE PASSIVA
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    Fichas de Gramática– Revisão de Conteúdos 2.o Ciclo Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 165 1. Preenche as tabelas com as frases apresentadas, distinguindo as que se encontram no discurso direto das que se encontram no discurso indireto. a. A Rita confirmou que fora com os amigos ao jardim. b. – Este local que vamos visitar hoje é muito interessante, João! – disse a professora. c. – Aqui poderemos testar todas as nossas matérias da escola – confirmou a professora. d. Ela acrescentou que o seu livro contava a história daquele local. Discurso direto Discurso indireto 2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (2.1 e 2.2). 2.1. A única frase que corresponde à transformação em discurso indireto da frase “– Caros alunos, hoje começamos por este assunto – disse a professora.” é (A) Caros alunos, disse a professora que hoje começavam por este assunto. (B) A professora disse, caros alunos, naquele dia começamos por aquele assunto. (C) A professora disse aos alunos que naquele dia começávamos por aquele assunto. (D) A professora disse aos alunos que naquele dia começavam por aquele assunto. 2.2. A única frase que corresponde à transformação em discurso direto da frase “O José perguntou se naquele local eles poderiam usar os seus aparelhos de pesquisa.” é (A) – Neste local, poderemos usar os nossos aparelhos de pesquisa? – perguntou o José. (B) O José pergunta se, neste local, poderemos usar os nossos aparelhos de pesquisa. (C) – Naquele local, poderemos usar os nossos aparelhos de pequisa? – pergunta o José. (D) – Neste local, podemos usar os nossos aparelhos de pequisa? – perguntou o José. 3. Reescreve no discurso direto ou no discurso indireto, conforme o caso, as seguintes frases. a. – Rogério, regressa agora para tua casa! – ordenou a professora. _____________________________________________________________________________________________ b. – Aí, tu poderás tirar apontamentos – explicou a colega. _____________________________________________________________________________________________ c. Ele pediu à Maria se ela podia ir com ele naquele dia comprar material. _____________________________________________________________________________________________ Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ A DISCURSO DIRETO E DISCURSO INDIRETO
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    Fichas de Gramática– Revisão de Conteúdos 2.o Ciclo 166 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Preenche as tabelas com as frases apresentadas, distinguindo as que se encontram no discurso direto das que se encontram no discurso indireto. a. A Rita confirmou que fora com os amigos ao jardim. b. – Este local que vamos visitar hoje é muito interessante! – disse a professora. c. – Aqui poderemos testar todas as nossas matérias da escola – confirmou a professora. d. A Rita acrescentou que o seu livro contava a história daquele local. Discurso direto Discurso indireto 2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (2.1 e 2.2). 2.1. A única frase que corresponde à transformação em discurso indireto da frase “– Caros alunos, hoje começamos por este assunto! – disse a professora.” é (A) Caros alunos, disse a professora que hoje começavam por este assunto. (B) A professora disse aos alunos que naquele dia começávamos por aquele assunto. (C) A professora disse aos alunos que naquele dia começavam por aquele assunto. 2.2. A única frase que corresponde à transformação em discurso direto da frase “O José perguntou se naquele local eles poderiam usar os seus aparelhos de pesquisa.” é (A) – Neste local, poderemos usar os nossos aparelhos de pesquisa? – perguntou o José. (B) O José pergunta se, neste local, poderemos usar os nossos aparelhos de pesquisa. (C) – Naquele local, poderemos usar os nossos aparelhos de pequisa? – pergunta o José. 3. Reescreve no discurso direto ou indireto, conforme o caso, as seguintes frases. a. – Rogério, regressa agora para tua casa! – ordenou a professora. A professora ordenou ao aluno ___________________________________________________ b. Ele pediu à Maria se ela podia ir com ele comprar material. – Maria, _____________________________________________________________________ Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ B DISCURSO DIRETO E DISCURSO INDIRETO AJUDA O discurso direto reproduz o texto tal como é dito ou falado. O travessão ( – ) e as aspas (“ ”) marcam o início deste discurso. Ex.: – Olá, estão todos bem? O discurso indireto reproduz o texto de outra pessoa. Ex.: Ele perguntou se estavam todos bem.
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    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 167 1. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (1.1 a 1.2). 1.1. A única frase que não inclui nenhum determinante é (A) Todos queriam ler o livro que foi premiado. (B) O meu amigo não conseguiu ser selecionado. (C) João conseguiu terminar em tempo absolutamente recorde. (D) Outros alunos terminaram cinco minutos depois. 1.2. A única frase que não inclui um pronome é (A) Isto era o sonho de qualquer desportista. (B) O treinador convidou-o a vir dar uma palestra. (C) O assunto que o trazia aqui era a saúde desportiva. (D) Todos os jogadores cumprimentaram o nosso campeão. 2. Classifica as palavras sublinhadas quanto à sua classe e subclasse. a. A nossa música vai passar na rádio. _____________________________________________________________________________________________ b. Não conseguiu ouvir a música cujo compositor era seu amigo. _____________________________________________________________________________________________ c. Muitos julgam que é uma música estrangeira. _____________________________________________________________________________________________ d. Aquilo foi uma verdadeira confusão. _____________________________________________________________________________________________ e. Os admiradores viram-no ao final do dia. _____________________________________________________________________________________________ f. Certas pessoas não acreditam que era ele. _____________________________________________________________________________________________ 3. Completa com as palavras pertencentes à classe e subclasse indicada entre parênteses. a. Ninguém provou do meu bolo. E do ____________ (pronome possessivo)? b. ____________ (determinante demonstrativo) rapaz também veio à inauguração. c. Naquele dia, ninguém passou por ____________ (pronome pessoal) sem lhe falar. d. ____________ (pronome indefinido) sabia onde ficava a galeria. e. O quadro ____________ (pronome relativo) eu mais apreciei representava uma paisagem. f. ____________ (determinante interrogativo) quadro preferes nesta exposição? Nome ______________________________________________________________________ Turma ________ Data___________ DETERMINANTE E PRONOME
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    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano 168 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (1.1 a 1.2). 1.1. A única frase que não inclui nenhum determinante é (A) Todos queriam ler o livro que foi premiado. (B) O meu amigo não conseguiu ser selecionado. (C) João conseguiu terminar em tempo absolutamente recorde. 1.2. A única frase que não inclui um pronome é (A) Isto era o sonho de qualquer desportista. (B) O treinador convidou-o a vir dar uma palestra. (C) Todos os jogadores cumprimentaram o nosso campeão. 2. Associa as opções da coluna A às da coluna B, de modo a identificares as subclasses das palavras sublinhadas. Coluna A Coluna B A. A nossa música vai passar na rádio. B. Ouviu a música cujo compositor era seu amigo. C. Muitos julgam que é uma música estrangeira. D. Aquilo foi uma verdadeira confusão. E. Os admiradores viram-no ao final do dia. F. Certas pessoas não acreditam que era ele. 1. Determinante relativo 2. Determinante possessivo 3. Determinante demonstrativo 4. Pronome indefinido 5. Determinante indefinido 6. Pronome pessoal 3. Escolhe a opção correta, riscando a forma que não interessa. a. Ninguém provou do meu bolo. E do teu/este (pronome possessivo)? b. Este/Certo (determinante demonstrativo) rapaz também veio à inauguração. c. Naquele dia, ninguém passou por aquele/ele (pronome pessoal) sem lhe falar. d. Este/Ninguém (pronome indefinido) sabia onde ficava a galeria. e. Ele ficou muito satisfeito quando soube que o outro/seu (determinante possessivo) quadro foi vendido. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ DETERMINANTE E PRONOME AJUDA Determinante – palavra que determina um nome. Surge sempre antes de um nome. Pode ser: ͻ Artigo definido: o, a ͻ Artigo indefinido: um, uma ͻ Possessivo: meu, teu, seu... ͻ Demonstrativo: este, esse.. ͻ Indefinido: certo, outro... ͻ Relativo: cujo, cuja Pronome – palavra que substitui o nome e que se refere, normalmente, às pessoas. Pode ser: ͻ Pessoal: eu, tu, me, mim.. ͻ Possessivo: meu, teu, seu... ͻ Demonstrativo: este, esse.. ͻ Indefinido: algum, nenhum, qualquer... ͻ Relativo: o qual, a qual... ͻ Interrogativo: o que?, quem?...
  • 174.
    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 169 1. Seleciona, com um X, as frases que incluem um quantificador numeral. (A) Vou ao supermercado duas vezes por semana. (B) O meu número favorito é o dois. (C) A segunda parte foi a melhor. (D) Um quarto dos participantes faltou ao evento. (E) Ele prefere estudar no quarto. (F) Esperavam o triplo dos participantes. 2. Preenche as tabelas com os quantificadores numerais correspondentes aos diferentes valores. a. Metade deste bolo é para o João. b. Comprei três sumos para o lanche. c. Eles comeram o dobro do previsto. d. Não como nem um décimo dessa fatia. e. Pelo menos cinco pessoas levaram desses bolos. Quantidade numérica precisa Fração de uma quantidade Múltiplo de uma quantidade 3. Completa as frases com um quantificador numeral associado ao valor indicado entre parênteses. a. No jardim, havia ____________ (quantidade numérica precisa) cadeiras de descanso. b. ____________ (fração de uma quantidade) das crianças corria e outro(a) ____________ (fração de uma quantidade) descia no escorrega. c. O parque infantil era enorme: dava para o ____________ (múltiplo de uma quantidade) das crianças. 4. Seleciona a única frase que inclui um quantificador numeral. (A) Elas compraram um terço perto da catedral. (B) No final do dia, os fiéis rezaram o terço. (C) O terço de uma espada fica perto do punho. (D) Um terço dos turistas visitou a catedral. Nome ______________________________________________________________________ Turma ________ Data___________ QUANTIFICADOR NUMERAL
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    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano 170 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Seleciona, com um X, as frases cujas palavras/expressões sublinhadas correspondem a um quantificador numeral. (A) Vou ao supermercado duas vezes por semana. (B) O meu número favorito é o dois. (C) A segunda parte foi a melhor. (D) Um quarto dos participantes faltou ao evento. (E) Ele prefere estudar no quarto. (F) Esperavam o triplo dos participantes. 2. Preenche as tabelas com os quantificadores numerais sublinhados correspondentes aos diferentes valores. a. Metade deste bolo é para o João. b. Comprei três sumos para o lanche. c. Eles comeram o dobro do previsto. d. Não como nem um décimo dessa fatia. e. Pelo menos cinco pessoas levaram desses bolos. Quantidade numérica precisa Fração de uma quantidade Múltiplo de uma quantidade 3. Completa as frases com um quantificador numeral associado ao valor indicado entre parênteses. a. No jardim, havia ____________ (quantidade numérica precisa) cadeiras de descanso. b. ____________ (fração de uma quantidade) das crianças corria e outra ____________ (fração de uma quantidade) descia no escorrega. c. O parque infantil era enorme: dava para o ____________ (múltiplo de uma quantidade) das crianças. 4. Seleciona, com um X, a única frase cuja palavra sublinhada corresponde a um quantificador numeral. (A) Elas compraram um terço perto da catedral. (B) No final do dia, os fiéis rezaram o terço. (C) O terço de uma espada fica perto do punho. (D) Um terço dos turistas visitou a catedral. AJUDA Um quantificador numeral é uma palavra que se refere a ͻ um número (quantidade numérica precisa). Ex.: dois, três... ͻ uma quantidade (múltiplo de uma quantidade). Ex.: triplo, dobro... ͻ uma parte (fração de uma quantidade). Ex.: um quinto... Nome ______________________________________________________________________Turma _________ Data___________ QUANTIFICADOR NUMERAL
  • 176.
    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 171 1. Associa os advérbios presentes nas frases da coluna A ao seu valor na coluna B. Coluna A Coluna B A. Lá, tudo parecia fácil. B. Somente a Rita ficou em casa. C. Ontem, vi o António. D. Abordou brevemente o assunto. 1. Advérbio de lugar 2. Advérbio de modo 3. Advérbio de tempo 4. Advérbio de inclusão 5. Advérbio de exclusão 2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada afirmação (2.1 e 2.2). 2.1. A única frase que não inclui um advérbio/locução adverbial de quantidade e grau é (A) A Maria quer efetivamente este emprego. (B) O Rui cansa-se menos quando nada. (C) Ele demonstra simpatia em excesso. (D) Estudou de mais para o teste. 2.2. A única frase que não inclui um advérbio/locução adverbial de afirmação é (A) വ Sim, eu fico na escola. (B) Sem dúvida, preciso de tempo. (C) Com certeza, tudo vai bater certo. (D) Lentamente, ele concordou comigo. 3. Completa as frases, retirando da caixa um advérbio que tenha a função indicada entre parênteses. a. Ele ficou na biblioteca __________________(advérbio relativo) está o livro raro. b. __________________(advérbio interrogativo) queres vir comigo à biblioteca? c. Estava muito frio. __________________(advérbio conectivo), ele saiu de casa. d. __________________ (advérbio conectivo), vamos ver um filme e, __________________ (advérbio conectivo), falaremos sobre o que vimos. e. __________________(advérbio interrogativo) vamos até à praia? contudo x onde x primeiramente x quando x seguidamente x como Nome ______________________________________________________________________ Turma ________ Data___________ ADVÉRBIO
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    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano 172 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Associa os advérbios sublinhados na coluna A ao seu valor na coluna B. Coluna A Coluna B A. Lá, tudo parecia fácil. B. Somente a Rita ficou em casa. C. Ontem, vi o António. D. Abordou brevemente o assunto. 1. Advérbio de lugar 2. Advérbio de modo 3. Advérbio de tempo 4. Advérbio de inclusão 5. Advérbio de exclusão 2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada afirmação (2.1 e 2.2). 2.1. A única frase que não inclui um advérbio/locução1 adverbial de quantidade e grau é (A) A Maria quer efetivamente este emprego. (B) O Rui cansa-se menos quando nada. (C) Ele demonstra simpatia em excesso. (D) Estudou de mais para o teste. 2.2. A única frase que não inclui um advérbio /locução adverbial de afirmação é (A) വ Sim, eu fico na escola. (B) Sem dúvida, preciso de tempo. (C) Com certeza, tudo vai bater certo. (D) Lentamente, ele concordou comigo. 3. Completa as frases, retirando da caixa um advérbio que tenha a função indicada entre parênteses. a. Ele ficou na biblioteca __________________(advérbio relativo) está o livro raro. b. __________________(advérbio interrogativo) queres vir comigo à biblioteca? c. __________________ (advérbio conectivo), vamos ver um filme e, __________________ (advérbio conectivo), falaremos sobre o que vimos. 1 A locução corresponde a mais do que uma palavra. onde x primeiramente x quando x seguidamente AJUDA Advérbios – palavras que não variam em género (masculino /feminino) ou em número (singular/plural) e podem exprimir os seguintes valores: ͻ Negação: não ͻ Afirmação: sim, certamente... ͻ Quantidade e grau: muito, demasiado, em excesso... ͻ Modo: depressa, bem, mal... ͻ Tempo: hoje, amanhã... ͻ Lugar: aqui, abaixo... ͻ Inclusão: ainda, até, também... ͻ Exclusão: apenas, só... Podem também ter as seguintes funções na frase: ͻ Relativo: onde ͻ Conectivo: primeiramente, porém, no entanto... ͻ Interrogativo: onde?, quando?, como? Nome ______________________________________________________________________Turma _________ Data___________ ADVÉRBIO
  • 178.
    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 173 1. Completa as frases, com as preposições/locuções prepositivas que constam da caixa. a. Ia esconder-se __________________o arbusto. b. Era muito apertado, mas conseguiu passar __________________as caixas. c. Estava feliz __________________ontem. d. Sentia-se cansado, mas continuaria __________________Lisboa. e. Gostava de assitir aos espetáculos __________________um amigo. f. Dirigiu-se __________________casa da Joana. 2. Assinala, com um X, todas as frases que incluem uma preposição. (A) A Maria foi para Faro. (B) Lá, ela conheceu a Rita. (C) A toalha foi feita por mim. (D) Ela trabalhou até ficar escuro. 3. Assinala, com um X, todas as frases que incluem uma locução prepositiva. (A) A direção tomou a decisão de repetir a peça. (B) Os figurantes colocam-se perto do balcão. (C) A personagem principal tem um diálogo a respeito da saudade. (D) À volta do cenário colocaram barreiras de segurança. 4. Completa as frases com preposições, contraindo-as com o artigo ou com o pronome ou determinante apresentados entre parênteses. a. Ele ficou _________ (o) portão. b. A manifestação teve lugar _________ (a) avenida principal. c. Eles passaram _________ (a) rua lateral. d. Tiveram medo _________ (aquela) confusão. e. _________ (aquele) dia, todos saíram à rua. f. Eles falavam _________ (o) motivo da confusão. Nome ______________________________________________________________________ Turma ________ Data___________ PREPOSIÇÃO ao lado de x a x sob x desde x por entre x em direção a
  • 179.
    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano 174 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Completa as frases, com as preposições/locuções prepositivas que constam da caixa. a. Ia esconder-se ________________o arbusto. b. Era muito apertado, mas conseguiu passar ________________as caixas. c. Estava feliz ________________ontem. d. Sentia-se cansado, mas continuaria ________________Lisboa. e. Gostava de assitir aos espetáculos ________________um amigo. f. Dirigiu-se ________________casa da Joana. 2. Assinala, com um X, todas as frases que incluem uma preposição. (A) A Maria foi para Faro. (B) Lá, ela conheceu a Rita. (C) A toalha foi feita por mim. (D) Ela trabalhou até ficar escuro. 3. Assinala, com um X, todas as frases que incluem uma locução prepositiva. (A) A direção tomou a decisão de repetir a peça. (B) Os figurantes colocam-se perto do balcão. (C) A personagem principal tem um diálogo a respeito da saudade. (D) À volta do cenário colocaram barreiras de segurança. 4. Completa as frases com as preposições a, de, em, por, contraindo-as com o determinante ou com o pronome colocado entre parênteses. Segue o exemplo: a. A manifestação teve lugar __________ (a) avenida principal. b. Eles passaram _________ (a) rua lateral. c. Tiveram medo _________ (aquela) confusão. d. _________ (aquele) dia, todos saíram à rua. e. Eles falavam _________ (o) motivo da confusão. ao lado de x a x sob x desde x por entre x em direção a Ele ficou ______ (o) portão. ї Ele ficou no portão. (no = em + o) AJUDA Preposição – palavra invariável que associa dois termos numa frase. Ex.: a, ante, após, até... Locução prepositiva – sequência fixa de duas ou mais palavras. Funciona como a preposição. Ex.: além de..., perto de... AJUDA As preposições a, de, em, por podem juntar- -se a um determinante ou a um pronome, formando uma só palavra. Ex.: a + a = à de + uma = duma em + a = na em + uma = numa por + o = pelo Nome ______________________________________________________________________ Turma ________ Data___________ PREPOSIÇÃO
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    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 175 1. Associa as conjunções presentes nas frases da coluna A ao seu valor na coluna B. Coluna A Coluna B A. Estás feliz, pois estás a sorrir. B. Fui ao banco e levantei dinheiro. C. Vi a Rita, mas não falei com ela. D. Está calor, logo não vamos sair. E. Queres um gelado ou preferes um sumo? 1. Conjunção coordenativa copulativa 2. Conjunção coordenativa adversativa 3. Conjunção coordenativa disjuntiva 4. Conjunção coordenativa conclusiva 5. Conjunção coordenativa explicativa 2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (2.1 e 2.2). 2.1. A única frase em que a conjunção coordenativa não liga orações é (A) Comprei missangas coloridas e uma renda branca. (B) Fui às compras e encontrei os meus amigos. (C) Faço os trabalhos de casa ou descanso um pouco. (D) Chamei o meu cão, mas o malandro não apareceu. 2.2. A única frase em que a conjunção liga orações é (A) Gosto de cães pequenos e de gatos peludos. (B) Eles brincam na rua e um pouco em casa. (C) – Preferes um cão ou um gato? (D) Chamei Piloto ao cão e ao gato dei o nome de Bingo. 3. Une as orações com uma locução conjuncional pertence à subclasse indicada entre parênteses. a. O jornalista escreveu um artigo. O jornalista deu uma entrevista. (locução conjuncional coordenativa copulativa) _____________________________________________________________________________________________ b. Os leitores compram revistas. Os leitores preferem jornais. (locução conjuncional coordenativa disjuntiva) _____________________________________________________________________________________________ c. O jornal não falava do incidente. O jornal não analisava a situação. (locução conjuncional coordenativa copulativa) _____________________________________________________________________________________________ Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ CONJUNÇÃO COORDENATIVA
  • 181.
    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano 176 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Associa as conjunções sublinhadas na coluna A à sua subclasse na coluna B. Coluna A Coluna B A. Estás feliz, pois estás a sorrir. B. Fui ao banco e levantei dinheiro. C. Vi a Rita, mas não falei com ela. D. Está calor, logo não vamos sair. E. Queres um gelado ou preferes um sumo? 1. Conjunção coordenativa copulativa 2. Conjunção coordenativa adversativa 3. Conjunção coordenativa disjuntiva 4. Conjunção coordenativa conclusiva 5. Conjunção coordenativa explicativa 2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (2.1 e 2.2). 2.1. A única frase em que a conjunção coordenativa não liga orações1 é (A) Comprei missangas coloridas e uma renda branca. (B) Fui às compras e encontrei os meus amigos. (C) Faço os trabalhos de casa ou descanso um pouco. (D) Chamei o meu cão, mas o malandro não apareceu. 2.2. A única frase em que conjunção liga orações é (A) Gosto de cães pequenos e de gatos peludos. (B) Eles brincam na rua e um pouco em casa. (C) O cão prefere ração, mas o gato não. (D) Chamei Piloto ao cão e ao gato dei o nome de Bingo. 3. Une as orações com uma locução conjuncional pertence à subclasse indicada entre parênteses. a. O jornalista escreveu um artigo. O jornalista deu uma entrevista. ______________________________________________ (locução conjuncional coordenativa copulativa) b. Os leitores compram revistas. Os leitores preferem jornais. _______________________________________________(locução conjuncional coordenativa disjuntiva) c. O jornal não falava do incidente. O jornal não analisava a situação. ______________________________________________ (locução conjuncional coordenativa copulativa) 1 Orações: Grupos de palavras com um verbo nuclear que se ligam a outro(s) por coordenação ou subordinação e com os quais formam uma frase complexa. AJUDA Conjunção (uma só palavra) e locução conjuncional coordenativas (mais do que uma palavra): ͻ Copulativas: e, nem, não só...mas/como também, nem...nem ͻ Disjuntivas: ou, ou...ou, ora… ora; ͻ Adversativas: mas ͻ Conclusivas: logo ͻ Explicativas: pois, que Nome ______________________________________________________________________Turma _________ Data___________ CONJUNÇÃO COORDENATIVA
  • 182.
    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 177 1. Preenche a tabela com as conjunções pertencentes às subclasses das conjunções subordinativas indicadas. Conjunção subordinativa Causal Temporal Final Condicional Completiva a. O guia pediu aos alunos que o acompanhassem. b. Se a visita fosse interessante, ia escrever um artigo sobre o assunto. c. O guia mostrou um livro original quando chegámos à sala dos Descobrimentos. d. Todos tinham de usar luvas porque os documentos eram antiquíssimos. e. O guia explicou o percurso dos marinheiros para percebermos a origem dos materiais. 2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (2.1 a 2.2). 2.1. A única frase que não inclui uma conjunção ou locução conjuncional subordinativa temporal é (A) Logo que chegou, foi fazer o jantar. (B) Ficou a ler um livro enquanto ela foi ao ginásio. (C) Combinaram um encontro mais logo. (D) Antes de telefonar à Rita, pensou na mensagem. 2.2. A única frase que inclui uma conjunção subordinativa condicional é (A) O museu ficará aberto até mais tarde, caso haja visitantes. (B) Naquela visita, todos ficaram a conhecer um caso interessante. (C) De caso em caso, ela já sabe inúmeros factos relacionados com a época. (D) Para o caso apresentado, encontrou-se uma solução. 3. Completa as frases apresentadas com a locução conjuncional da subclasse indicada entre parênteses. a. _________________(locução conjuncional condicional) chegues tarde, telefona-me. b. O Raúl veio ter connosco _________________(locução conjuncional temporal) chegou de viagem. c. _________________ (locução conjuncional causal) ninguém terminou o trabalho, o professor prolongou o prazo. d. O professor marcou uma hora _________________ (locução conjuncional final) os alunos pudessem assistir ao filme. e. Ele foi à biblioteca _________________(locução conjuncional temporal) terminou as aulas. Nome ______________________________________________________________________ Turma ________ Data___________ CONJUNÇÃO E LOCUÇÃO CONJUNCIONAL SUBORDINATIVA
  • 183.
    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano 178 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (1.1 a 1.2). 1.1. A única frase que não inclui uma conjunção ou locução conjuncional subordinativa temporal é (A) Logo que chegou, foi fazer o jantar. (B) Ficou a ler um livro enquanto ela foi ao ginásio. (C) Combinaram um encontro mais logo. (D) Antes de telefonar à Rita, pensou na mensagem. 1.2. A única frase que inclui uma conjunção subordinativa causal é (A) O museu ficará aberto até mais tarde, caso haja visitantes. (B) Naquela visita, todos ficaram a conhecer um caso interessante. (C) De caso em caso, ela já sabe inúmeros factos relacionados com a época. (D) Para o caso apresentado, encontrou-se uma solução. 3. Completa as frases apresentadas com a locução conjuncional da subclasse indicada entre parênteses e apresentadas na caixa. a. _________________(locução conjuncional condicional) chegues tarde, telefona-me. b. O Raúl veio ter connosco _________________(locução conjuncional temporal) chegou de viagem. c. _________________ (locução conjuncional causal) ninguém terminou o trabalho, o professor prolongou o prazo. d. O professor marcou uma hora _________________ (locução conjuncional final) os alunos pudessem assistir ao filme. AJUDA Conjunção (uma só palavra) e locução conjuncional subordinativas (mais do que uma palavra): ͻ Causais: porque, visto que, dado que, já que... ͻ Temporais: quando, enquanto, mal, logo que, sempre que, antes que… ͻ Finais: para, para que, a fim de, a fim de que... a fim de que ͻa não ser que ͻ assim que ͻ visto que Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ CONJUNÇÃO E LOCUÇÃO CONJUNCIONAL SUBORDINATIVA
  • 184.
    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 179 1. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (1.1 a 1.3). 1.1. A única frase que inclui uma forma verbal conjugada no pretérito perfeito simples do indicativo é (A) O jovem concluíra o trabalho naquela tarde. (B) O jovem concluiu o trabalho naquela tarde. (C) O jovem conclui o trabalho naquela tarde. (D) O jovem concluía o trabalho naquela tarde. 1.2. A única frase que inclui uma forma verbal conjugada no pretérito perfeito composto do indicativo é (A) Durante a semana, a Susana teria ido à praia. (B) Durante a semana, a Susana terá ido à praia. (C) Durante a semana, a Susana tinha ido à praia. (D) Durante a semana, a Susana tem ido à praia. 1.3. A única frase que inclui uma forma verbal conjugada no pretérito mais-que-perfeito composto é (A) A Luísa tinha reparado o computador na semana anterior. (B) A Luísa reparara o computador na semana anterior. (C) A Luísa reparava o computador na semana anterior. (D) A Luísa teria reparado o computador na semana anterior. 2. Associa as opções da coluna A às da coluna B, de modo a completares as frases com a forma verbal indicada entre parênteses. Coluna A Coluna B A. __________ (imperativo)! – disse a Maria. B. O Rui __________ (pretérito mais-que-perfeito composto) uma pedra enorme. C. Se pudesse, a Rita __________ (condicional simples) os bilhetes. D. Amanhã, já o nevoeiro __________. (futuro composto) 1. levantaria 2. tinha levantado 3. terá levantado 4. levanta-te 5. teria levantado 3. Completa as frases com as formas verbais conjugadas nos tempos do modo indicativo indicados entre parênteses. a. Nós ______________(trazer, pretérito perfeito simples) um bolo para o lanche. b. No ano passado, tu ______________(fazer, pretérito imperfeito) um sumo de amora delicioso. c. No próximo ano, eles ______________(ser, futuro simples) responsáveis pela organização. d. Eles sabiam que nós ______________(dar, pretérito mais-que-perfeito simples) um belo contributo. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ FLEXÃO VERBAL 1 – MODO INDICATIVO
  • 185.
    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano 180 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (1.1 a 1.3). 1.1. A única frase que inclui uma forma verbal conjugada no pretérito perfeito simples do indicativo é (A) O jovem concluíra o trabalho naquela tarde. (B) O jovem concluiu o trabalho naquela tarde. (C) O jovem conclui o trabalho naquela tarde. 1.2. A única frase que inclui uma forma verbal conjugada no pretérito perfeito composto do indicativo é (A) Durante a semana, a Susana tem ido à praia. (B) Durante a semana, a Susana terá ido à praia. (C) Durante a semana, a Susana tinha ido à praia. 1.3. A única frase que inclui uma forma verbal conjugada no pretérito mais-que-perfeito composto é (A) A Luísa tinha reparado o computador na semana anterior. (B) A Luísa reparara o computador na semana anterior. (C) A Luísa reparava o computador na semana anterior. 2. Associa as opções da coluna A às da coluna B, de modo a completares as frases com a forma verbal indicada entre parênteses. Coluna A Coluna B A. __________ (imperativo)! – disse a Maria. B. O Rui _________ (pretérito mais-que-perfeito composto) uma pedra enorme. C. Amanhã, já o nevoeiro __________ (futuro composto). 1. tinha levantado 2. terá levantado 3. levanta-te 4. teria levantado 3. Completa as frases com as formas verbais conjugadas nos tempos do modo indicativo indicado entre parênteses. a. Nós ______________(trazer, pretérito perfeito simples) um bolo para o lanche. b. No ano passado, tu ______________(fazer, pretérito imperfeito) um sumo de amora delicioso. c. No próximo ano, eles ______________(ser, futuro simples) responsáveis pela organização. Nome ______________________________________________________________________Turma _________ Data___________ FLEXÃO VERBAL 1 – MODO INDICATIVO AJUDA Modo indicativo (tempos simples): Presente: amo, bebe; Pretérito imperfeito: amava, bebia; Pretérito perfeito: amei, bebi; Pretérito mais-que-perfeito: amara, bebera; Futuro: amarei, beberei… Modo indicativo (tempos compostos): Pretérito perfeito: tenho amado, tenho bebido; Pretérito mais-que-perfeito: tinha amado, tinha bebido; Futuro: terei amada, terei bebido…
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    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 181 1. Associa as formas verbais sublinhadas na coluna A ao seu tempo e modo na coluna B. Coluna A Coluna B A. É importante que ele venha connosco. B. Se nós pudermos, falaremos contigo. C. Embora ele tivesse falado com calma, não percebi nada. D. Ele enviou informações para que tu pudesses acompanhar a aula. E. Eles pediram expressamente para que ele tenha tudo completo. 1. Presente do conjuntivo 2. Pretérito imperfeito do conjuntivo 3. Pretérito perfeito do conjuntivo 4. Pretérito mais-que- -perfeito do conjuntivo 5. Futuro do conjuntivo 2. Conjuga os verbos nos tempos indicados entre parênteses. a. Ele queria que nós _______________(ir, pretérito imperfeito do conjuntivo) ao museu. b. Nós acreditamos que _______________(haver, presente do conjuntivo) uma solução. c. Se eles _______________(ser, futuro do conjuntivo) simpáticos, todos ajudarão. d. Ainda que _______________ (seguir, pretérito perfeito do conjuntivo) a receita, o bolo ficou péssimo. e. Caso tu _______________ (comer, pretérito mais-que-perfeito do conjuntivo) aquele doce, ficavas doente. f. Se eu ______________(poder, futuro simples do conjuntivo) ir contigo, não perderei a oportunidade. 3. Forma frases complexas, ligando as frases simples com a conjunção /locução conjuncional indicada entre parênteses. Conjuga todos os verbos da oração subordinada no conjuntivo. a. Ele pode telefonar-te. Fala com ele. (logo que) _____________________________________________________________________________________________ b. O João preparou-lhe uma festa surpresa. Ela sentiu-se muito feliz. (a fim de que) _____________________________________________________________________________________________ c. Podes levar este livro. Tu queres emprestá-lo ao João. (a menos que) _____________________________________________________________________________________________ d. Tu leste este livro. Tu vais apresentá-lo à turma. (caso) _____________________________________________________________________________________________ e. O pai deu-lhes impermeáveis. Eles protegem-se da chuva. (para que) _____________________________________________________________________________________________ Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ FLEXÃO VERBAL 2 – MODO CONJUNTIVO
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    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano 182 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Associa as formas verbais sublinhadas na coluna A ao seu tempo e modo na coluna B. Coluna A Coluna B A. É importante que ele venha connosco. B. Se nós pudermos, falaremos contigo. C. Embora ele tivesse falado com calma, não percebi nada. D. Ele enviou informações para que tu pudesses acompanhar a aula. E. Eles pediram expressamente para que ele tenha tudo completo. 1. Presente do conjuntivo 2. Pretérito imperfeito do conjuntivo 3. Pretérito perfeito do conjuntivo 4. Pretérito mais-que- -perfeito do conjuntivo 5. Futuro do conjuntivo 2. Conjuga os verbos nos tempos indicados entre parênteses. a. Ele queria que nós _______________(ir, pretérito imperfeito do conjuntivo) ao museu. b. Nós acreditamos que _______________(haver, presente do conjuntivo) uma solução. c. Se eles _______________(ser, futuro do conjuntivo) simpáticos, todos ajudarão. d. Ainda que _______________ (seguir, pretérito perfeito composto do conjuntivo) a receita, o bolo ficou péssimo. 3. Forma frases complexas, ligando as frases simples com a conjunção /locução conjuncional indicada entre parênteses. Conjuga todos os verbos da oração subordinada no conjuntivo. Vê o exemplo: Ex.: Ele pode telefonar-te. Fala com ele. (logo que) Logo que ele possa telefonar-te, fala com ele. a. O João preparou-lhe uma festa surpresa. Ela sentiu-se muito feliz. (a fim de que) _____________________________________________________________________________________________ b. Podes levar este livro. Tu queres emprestá-lo ao João. (a menos que) _____________________________________________________________________________________________ c. Tu leste este livro. Tu vais apresentá-lo à turma. (caso) _____________________________________________________________________________________________ AJUDA Modo conjuntivo Presente: ame, ames...; Pretérito imperfeito: amasse...; Pretérito perfeito: tenha amado; Pretérito mais-que-perfeito: tivesse amado; Futuro simples: amar, amares; Futuro composto: tiver amado... Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ FLEXÃO VERBAL 2 – MODO CONJUNTIVO
  • 188.
    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 183 1. Identifica o tempo e o modo do verbo sublinhado em cada frase, associando os elementos das duas colunas. Coluna A Coluna B A. A casa tinha sido um lar feliz. B. Queria que fossemos ao seu encontro. C. Eles desejavam o livro premiado. D. Peço que venha a minha casa. E. Embora tenha organizado a despensa, ela tem um ar desarrumado. 1. Pretérito imperfeito do conjuntivo 2. Presente do conjuntivo 3. Pretérito mais-que-perfeito composto do indicativo 4. Pretérito imperfeito do indicativo 5. Pretérito perfeito composto do conjuntivo 2. Completa a tabela com os verbos flexionados nos tempos do modo indicativo. a. Noutros tempos ele fora um belo rapaz. b. A melancia não cabia no saco. c. Nós sonhámos com aquele vestido. d. Eles tinham dito a verdade. e. Tu tens feito tudo certo. Indicativo Pretérito imperfeito Pretérito perfeito simples Pretérito perfeito composto Pretérito mais-que- -perfeito simples Pretérito mais-que- -perfeito composto 3. Completa a tabela com os verbos sublinhados flexionados nos tempos do modo conjuntivo. a. É fundamental que ponham tudo no saco. b. Embora tivesse partido, não o esqueciam. c. Talvez tenha vindo ontem. d. Se ele quisesse, era um génio. e. Quando fores ao cinema, vê este filme. F. Quando tiverem ouvido a música, voltam aqui. Conjuntivo Presente Pretérito imperfeito Pretérito perfeito composto Pretérito mais-que-perf. composto Futuro simples Futuro composto Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ FLEXÃO VERBAL 3
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    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano 184 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Identifica o tempo e o modo do verbo sublinhado em cada frase, associando os elementos das duas colunas. (consulta os exemplos do exercício 3) Coluna A Coluna B A. A casa tinha sido um lar feliz. B. Queria que fossemos ao seu encontro. C. Eles desejavam o livro premiado. D. Peço que venha a minha casa. E. Embora tenha organizado a despensa, ela tem um ar desarrumado. 1. Pretérito imperfeito do conjuntivo 2. Presente do conjuntivo 3. Pretérito mais-que-perfeito composto do indicativo 4. Pretérito imperfeito do indicativo 5. Pretérito perfeito composto do conjuntivo 2. Completa a tabela com os verbos flexionados nos tempos do modo indicativo. a. Noutros tempos ele fora um belo rapaz. b. A melancia não cabia no saco. c. Nós sonhámos com aquele vestido. d. Eles tinham dito a verdade. e. Tu tens feito tudo certo. Indicativo Pretérito imperfeito Pretérito perfeito simples Pretérito perfeito composto Pretérito mais-que- -perfeito simples Pretérito mais-que- -perfeito composto Ex.: lia Ex.: andámos Ex.: tem andado Ex.: andara Ex.: tinha andado 3. Completa a tabela com os verbos sublinhados flexionados nos tempos do modo conjuntivo. Conjuntivo Presente Pretérito imperfeito Pretérito perfeito composto Pretérito mais-que-perf. composto Futuro simples Futuro composto Ex.: ame Ex.: amasse Ex.: tenha amado Ex.: tivesse amado Ex.: amar Ex.: tiver amado a. É fundamental que ponham tudo no saco. b. Embora tivesse partido, não o esqueciam. c. Talvez tenha vindo ontem. d. Se ele quisesse, era um génio. e. Quando fores ao cinema, vê este filme. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ FLEXÃO VERBAL 3
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    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 185 1. Estabelece a relação entre as frases da coluna A com as da coluna B, tendo em atenção o consti- tuinte sublinhado e o pronome que o substitui. Coluna A Coluna B A. O João oferece o texto ao pai. B. O João oferece os textos aos pais. C. O João oferece o texto ao pai. D. O João oferece o texto aos pais. 1. O João oferece-lhe o texto. 2. O João oferece-lhes o texto. 3. O João oferece-o ao pai. 4. O João oferece-os aos pais. 2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (2.1 e 2.2). 2.1. A forma correta do pronome que substitui o constituinte sublinhado na frase “Vais ler o texto.” é (A) -o. (B) -lo. (C) -no. (D) lhe. 2.2. A forma correta do pronome que substitui o constituinte sublinhado na frase “Eles receberam o texto.” é (A) -no. (B) o. (C) -lo. (D) lho. 3. Substitui o constituinte sublinhado pela forma adequada do pronome. a. No museu, consultei estes mapas antigos. _____________________________________________________________________________________________ b. Enviei um relatório detalhado aos investigadores. _____________________________________________________________________________________________ c. Eles ofereceram-me vários livros. _____________________________________________________________________________________________ Nome ______________________________________________________________________ Turma ________ Data___________ COLOCAÇÃO DO PRONOME PESSOAL ÁTONO 1
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    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano 186 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Estabelece a relação entre as frases da coluna A com as da coluna B, tendo em atenção o consti- tuinte sublinhado e o pronome que o substitui. Coluna A Coluna B A. O João oferece o texto ao pai. B. O João oferece os textos aos pais. C. O João oferece o texto ao pai. D. O João oferece o texto aos pais. 1. O João oferece-lhe o texto. 2. O João oferece-lhes o texto. 3. O João oferece-o ao pai. 4. O João oferece-os aos pais. 2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (2.1 e 2.2). 2.1. A forma correta do pronome que substitui o constituinte sublinhado na frase “Vais ler o texto.” é (A) -o. (B) -lo. (C) -no. (D) lhe. 2.2. A forma correta do pronome que substitui o constituinte sublinhado na frase “Eles receberam o texto.” é (A) -no. (B) o. (C) -lo. (D) lho. 3. Substitui o constituinte sublinhado pela forma adequada do pronome. a. No museu, consultei estes mapas antigos. (Compl. direto) _____________________________________________________________________________________________ b. Enviei um relatório detalhado aos investigadores. (Compl. indireto) _____________________________________________________________________________________________ AJUDA Os pronomes pessoais o, a, os, as podem apresentar diferentes formas de acordo com a terminação da forma verbal a que surgem ligados por um hífen. ͻ verbos terminados em -s, -r, -z ї lo(s); la(s) Ex.: Traz o livro. ї Trá-lo. ͻ depois de um som nasal -am, -em, -ão, -õe ї no(s); na(s) Ex.: Leiam o livro. ї Leiam-no. Nome ______________________________________________________________________Turma _________ Data___________ COLOCAÇÃO DO PRONOME PESSOAL ÁTONO 1 AJUDA O complemento direto e o complemento indireto podem ser substituídos por pronomes pessoais átonos. ͻ Os pronomes o, os, a, as substituem o complemento direto. Ex.: Eu li o livro. ї Eu li-o. ͻ Os pronomes lhe e lhes substituem o complemento indireto. Ex.: Telefonei ao Pedro. ї Telefonei-lhe.
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    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 187 1. Completa as frases, retirando da caixa um pronome que substitua corretamente o constituinte sublinhado. a. – Traz o saco para cima! ї – Trá-_______ para cima. b. – Que aconteceu ao João? ї Que _______ aconteceu? c. Ele já avisou o amigo. ї Ele já _______ avisou. d. Eles veem o filme. ї Eles veem-_______. 2. Reescreve a frase apresentada na caixa, introduzindo as palavras indicadas em cada alínea de acordo com as indicações dadas entre parênteses. a. não (antes do verbo) ________________________________________________________________________ b. nunca (antes do verbo) ______________________________________________________________________ c. Que…? (início da frase) __________________________________________________________ d. também (antes do verbo)________________________________________________________ 3. Seleciona, com um X, a opção que corresponde à substituição correta do constituinte sublinhado pelo pronome pessoal na frase apresentada (A) Ninguém reconheceu-os. (B) Ninguém os reconheceu. (C) Ninguém lhes reconheceu. (D)Ninguém reconheceu-lhes. 4. Substitui o constituinte sublinhado em cada frase pela forma correta do pronome pessoal. Faz as alterações necessárias. a. Os jovens sempre leram textos humorísticos aos amigos. _____________________________________________________________________________________________ b. Eles ainda transmitem uma mensagem de bondade. _____________________________________________________________________________________________ c. Onde ofereceste as prendas às irmãs? _____________________________________________________________________________________________ Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ COLOCAÇÃO DO PRONOME PESSOAL ÁTONO 2 o x lo x no x lhe O jovem escreveu-os. Ninguém reconheceu os atores.
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    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano 188 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Completa as frases, retirando da caixa um pronome que substitua corretamente o constituinte sublinhado. a. – Traz o saco para cima! ї – Trá-_______ para cima. b. – Que aconteceu ao João? ї Que _______ aconteceu? c. Ele já avisou o amigo. ї Ele já _______ avisou. d. Eles veem o filme. ї Eles veem-_______. 2. Reescreve a frase apresentada na caixa, introduzindo as palavras indicadas em cada alínea de acordo com as indicações dadas entre parênteses. a. não (antes do verbo) ________________________________________________________________________ b. nunca (antes do verbo) ______________________________________________________________________ c. Que…? (início da frase) __________________________________________________________ d. também (antes do verbo)________________________________________________________ 3. Seleciona, com um X, a opção que corresponde à substituição correta do constituinte sublinhado pelo pronome pessoal na frase apresentada. (A) Ninguém reconheceu-os. (B) Ninguém os reconheceu. (C) Ninguém lhes reconheceu. (D)Ninguém reconheceu-lhes. 4. Substitui o constituinte sublinhado em cada frase pela forma correta do pronome pessoal. Faz as alterações necessárias. a. Os jovens sempre leram textos humorísticos aos amigos. _______________________________________________________ b. Eles ainda transmitem uma mensagem de bondade. _______________________________________________________ c. Onde ofereceste as prendas às irmãs? _______________________________________________________ o x lo x no x lhe O jovem escreveu-os. Ninguém reconheceu os atores. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ COLOCAÇÃO DO PRONOME PESSOAL ÁTONO 2 AJUDA A colocação dos pronomes na frase tem as seguintes regras: ͻ depois do verbo വ nas frases afirmativas. Ex.: Eu vi-o sair de casa. ͻ antes do verbo വ nas frases com palavras negativas. Ex.: Eu não o vi sair de casa. വ nas frases iniciadas por palavras interrogativas. Ex.: Onde o viste? വ nas frases com alguns advérbios, como bem, mal, já, ainda, talvez. Ex.: Já o vi sair de casa. AJUDA Os pronomes o, os, a, as substituem complementos diretos. Ex.: Eu li o livro. ї Eu li-o. Os pronomes lhe e lhes substituem complementos indiretos. Ex.: Telefonei ao Pedro. ї Telefonei-lhe.
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    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 189 1. Associa os constituintes sublinhados nas frases da coluna A à sua função sintática na coluna B. Coluna A Coluna B A. Escreve o artigo rapidamente. B. Leu um artigo polémico. C. Vi a cadeira que compraste. D. Falou do assunto ontem. 1. Modificador do grupo verbal 2. Modificador do nome 2. Preenche as tabelas com constituintes retirados das frases seguintes. a. No momento seguinte, o caderno caiu. b. As cadeiras azuis são as preferidas dos clientes. c. Vende-se mobiliário nesta loja. d. O jogo preferido dos jovens esgotou. Modificador do grupo verbal Modificador do nome 3. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (3.1 e 3.2). 3.1. A única frase que inclui um constituinte com a função de modificador do grupo verbal é (A) Moro nesta avenida. (B) Comprou uma casa nesta avenida. (C) Gosto desta avenida. (D) A minha favorita é esta avenida. 3.2. A única frase que não inclui um constituinte com a função de modificador do nome é (A) As casas que têm porta verde são privadas. (B) As janelas, que todos decoram com flores, são magníficas. (C) Os jardins verdejantes são privados. (D) Em cada casa, o jardim tem uma árvore. Nome ______________________________________________________________________ Turma ________ Data___________ MODIFICADOR DO GRUPO VERBAL E MODIFICADOR DO NOME
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    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano 190 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Associa os constituintes sublinhados nas frases da coluna A à sua função sintática na coluna B. Coluna A Coluna B A. Escreve o artigo rapidamente. B. Leu um artigo polémico. C. Vi a cadeira que compraste. D. Falou do assunto ontem. 1. Modificador do grupo verbal 2. Modificador do nome 2. Preenche as tabelas com constituintes retirados das frases. a. No momento seguinte, o caderno caiu. b. As cadeiras azuis são as preferidas dos clientes. c. Vende-se mobiliário nesta loja. d. O jogo preferido dos jovens esgotou. Modificador do grupo verbal Modificador do nome 3. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (3.1 e 3.2). 3.1. A única frase que inclui um constituinte com a função de modificador do grupo verbal é (A) Moro nesta avenida. (B) Comprou uma casa nesta avenida. (C) Gosto desta avenida. 3.2. A única frase que não inclui um constituinte com a função de modificador do nome é (A) As casas que têm porta verde são privadas. (B) As janelas, que todos decoram com flores, são magníficas. (C) Em cada casa, o jardim tem uma árvore. AJUDA Os modificadores são constituintes que não são exigidos pelo verbo ou pelo nome. Isto é, são dispensáveis, a sua ausência não prejudica o sentido da frase. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ MODIFICADOR DO GRUPO VERBAL E MODIFICADOR DO NOME AJUDA ͻ Modificador do grupo verbal – faz parte do predicado e acrescenta informação sobre o tempo, lugar, modo, causa... Pode ser eliminado da frase. Ex.: Fiz ontem o TPC. / Fiz o TPC. ͻ Modificador do nome – modifica o sentido do nome e pode ser: വ um adjetivo: Ex.: O livro verde é meu. വ um grupo preposicional (de) Ex.: O rapaz de verde é meu irmão. വ uma oração subordinada adjetiva relativa Ex.: O livro, que estava em cima da mesa, é meu.
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    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 191 1. Preenche as tabelas com frases apresentadas que incluam uma oração subordinada do tipo indicado. a. Caso faça sol, vou contigo ao parque. b. Levo as sapatilhas para correr um pouco. c. De manhã, fico em casa a fim de estudar a matéria. d. Se concluir o meu trabalho, vou almoçar fora. Oração subordinada adverbial final Oração subordinada adverbial condicional 2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada afirmação (2.1 e 2.2). 2.1. A única frase que inclui uma oração subordinada adverbial final é (A) O Luís foi para casa dele. (B) No final, o Luís dirigiu-se para a saída. (C) O Luís ofereceu-me um livro para rir. (D) O Luís escreveu uma carta para a Verónica. 2.2. A única frase que inclui uma oração subordinada adverbial condicional é (A) Antes de sair, o João certificou-se de que tinha fechado a porta. (B) O João nunca se aborrecia com os atrasos. (C) O João perguntou-me se eu já tinha lido o livro. (D) O João fica na biblioteca se ainda não tiver lido o livro. 3. Divide e classifica as orações das frases. a. Desde que tenhas feito os trabalhos de casa, acompanhas a aula com facilidade. _____________________________________________________________________________________________ b. O jovem posicionou-se na sala de modo a que o quadro ficasse visível. _____________________________________________________________________________________________ c. Ele colocou várias questões a fim de esclarecer as suas dúvidas. _____________________________________________________________________________________________ d. Caso a professora tivesse tempo, ele apresentaria o trabalho. _____________________________________________________________________________________________ Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS FINAIS E CONDICIONAIS
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    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano 192 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Preenche as tabelas com frases apresentadas que incluam uma oração subordinada do tipo indicado. a. Caso faça sol, vou contigo ao parque. b. Levo as sapatilhas para correr um pouco. c. De manhã, fico em casa a fim de estudar a matéria. d. Se concluir o meu trabalho, vou almoçar fora. Oração subordinada adverbial final Oração subordinada adverbial condicional 2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada afirmação (2.1 e 2.2). 2.1. A única frase que inclui uma oração subordinada adverbial final é (A) O Luís foi para casa dele. (B) O Luís ofereceu-me um livro para rir. (C) O Luís escreveu uma carta para a Verónica. 2.2. A única frase que inclui uma oração subordinada adverbial condicional é (A) Antes de sair, o João certificou-se de que tinha fechado a porta. (B) O João nunca se aborrecia com os atrasos. (C) O João fica na biblioteca se ainda não tiver lido o livro. 3. Classifica as orações subordinadas adverbiais sublinhadas. a. Se fizeres os trabalhos de casa, acompanhas a aula com facilidade. _____________________________________________________________________________________________ b. O jovem posicionou-se na sala para que o quadro ficasse visível. _____________________________________________________________________________________________ c. Ele colocou várias questões a fim de esclarecer as suas dúvidas. _____________________________________________________________________________________________ d. Caso a professora tivesse tempo, ele apresentaria o trabalho. _____________________________________________________________________________________________ Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS FINAIS E CONDICIONAIS AJUDA As orações subordinadas são iniciadas por conjunções ou locuções conjuncionais subordinativas. ͻ Finais – indicam a finalidade, o objetivo (para, para que, a fim de, a fim de que…) ͻ Condicionais – referem-se a uma condição (se, caso, a não ser que...)
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    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 193 1. Completa cada frase com a conjunção subordinativa completiva adequada. a. Os meus amigos disseram-me ____________ estariam aqui às 15h. b. No final de cada sessão, ele perguntava ____________ eu tinha percebido. c. Na sala, ninguém sabia ____________ devíamos sair. d. Eu penso ____________ o filme é péssimo. 2. Sublinha em cada frase a oração subordinada substantiva completiva. a. Ele afirmou que se sentia cansado quando a Rita chegou. b. As participantes questionaram se o bilhete era gratuito se elas fossem voluntárias. c. Nós queríamos que os inscritos na atividade tirassem fotografias que divulgassem o evento. d. Os alunos, que estiveram no festival, contaram que estava imensa gente. 3. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (3.1 a 3.3). 3.1. A única frase que inclui uma oração subordinada substantiva completiva é (A) Vi todos os filmes que contam esta história. (B) Eles confirmaram que o filme contava esta história. (C) Os jovens que viram este filme adoraram a história. (D) O filme que ganhou um prémio muito conhecido estreia hoje. 3.2. A única frase que inclui uma oração subordinada substantiva completiva é (A) Eles perguntaram se nós íamos com eles. (B) Vou contigo ao cinema se conseguires bilhetes. (C) Vou ver este filme se não me contares a história. (D) Eu vou se tu fores comigo. 3.3. A única frase que não inclui uma oração subordinada substantiva completiva é (A) Ninguém acreditava que o filme demorava três horas. (B) Não sabia se todos tinham compreendido o filme. (C) Todos ficaram felizes por ver o filme que estreou ontem. (D) Os críticos escreviam que era o melhor filme do ano. Nome ______________________________________________________________________ Turma ________ Data___________ ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA COMPLETIVA
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    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano 194 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Completa as frases com a conjunção subordinativa completiva adequada. a. Os meus amigos disseram-me ____________ estariam aqui às 15h. b. No final de cada sessão, ele perguntava ____________ eu tinha percebido. c. Na sala, ninguém sabia ____________ devíamos sair. d. Eu penso ____________ o filme é péssimo. 2. Sublinha em cada frase a oração subordinada substantiva completiva. a. Ele afirmou que se sentia cansado. b. As participantes questionaram se o bilhete era gratuito. c. Nós queríamos que os inscritos na atividade tirassem fotografias. d. Os alunos, que estiveram no festival, contaram que estava imensa gente. 3. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (3.1 a 3.3). 3.1. A única frase que inclui uma oração subordinada substantiva completiva é (A) Vi todos os filmes que contam esta história. (B) Eles confirmaram que o filme contava esta história. (C) Os jovens que viram este filme adoraram a história. 3.2. A única frase que inclui uma oração subordinada substantiva completiva é (A) Eles perguntaram se nós íamos com eles. (B) Vou contigo ao cinema se conseguires bilhetes. (C) Vou ver este filme se não me contares a história. 3.3. A única frase que não inclui uma oração subordinada substantiva completiva é (A) Ninguém acreditava que o filme demorava três horas. (B) Não sabia se todos tinham compreendido o filme. (C) Todos ficaram felizes por ver o filme que estreou ontem. Nome ______________________________________________________________________Turma _________ Data___________ ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA COMPLETIVA AJUDA As orações subordinadas substantivas completivas completam o significado de determinados verbos (exemplo de verbos que pedem oração completiva: afirmar, declarar, dizer, concluir, prometer, pedir, perguntar, descobrir, fingir, pensar, reconhecer, saber, desejar, esperar, querer...) ͻ As orações completivas são introduzidas por que, se, para.
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    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 195 1. Completa as frases, retirando da caixa uma palavra relativa que introduza adequadamente a oração. Procede às alterações necessárias. a. O computador _________ ofereci ao João é rápido. b. O jogo, _________ vitória pertence ao Rui, é um sucesso. c. Lembras-te do programa a _________ me referi ontem? d. O meu amigo com _________ joguei ontem ganhou a competição. e. O computador _________ jogámos era muito rápido. 2. Preenche as tabelas com as orações retiradas das frases apresentadas. a. Conheci um jovem que faz programação de jogos. b. O jogo, que está a ter muita adesão, foi divulgado na televisão. c. O espaço onde decorreu o encontro tinha muita tecnologia. d. A turma, cujo professor sabe informática, veio participar. Oração subordinada adjetiva relativa explicativa Oração subordinada adjetiva relativa restritiva 3. Identifica e classifica como explicativas ou restritivas as orações subordinadas adjetivas relativas presentes no texto. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ que x quem x o qual x onde x cujo A sala onde realizaram a conferência em que me tinha inscrito era enorme. Lá, estavam aqueles aos quais eu me referi ontem. Eram especialistas cuja forma de vida implicava sempre um computador, onde guardavam tudo. Os organizadores, que contavam com o sucesso, estavam radiantes. Nome ______________________________________________________________________ Turma ________ Data___________ ORAÇÕES SUBORDINADAS ADJETIVAS RELATIVAS
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    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano 196 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Completa as frases, retirando da caixa uma palavra relativa que introduza adequadamente a oração. Procede às alterações necessárias. a. O computador _________ ofereci ao João é rápido. b. O jogo, _________ vitória pertence ao Rui, é um sucesso. c. Lembras-te do programa a _________ me referi ontem? d. O meu amigo com _________ joguei ontem ganhou a competição. e. O computador _________ jogámos era muito rápido. 2. Assinala nas tabelas as alíneas que incluam as respetivas orações sublinhadas. a. Conheci um jovem que faz programação de jogos. b. O jogo, que está a ter muita adesão, foi divulgado na televisão. c. O espaço onde decorreu o encontro tinha muita tecnologia. d. A turma, cujo professor sabe informática, veio participar. Oração subordinada adjetiva relativa explicativa Oração subordinada adjetiva relativa restritiva 3. Classifica como explicativas ou restritivas as orações subordinadas adjetivas relativas sublinhadas no texto. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ ORAÇÕES SUBORDINADAS ADJETIVAS RELATIVAS AJUDA As orações subordinadas adjetivas relativas são iniciadas por uma palavra relativa (que, quem, o qual, a qual, os quais, as quais, onde; cujo, cuja, cujos, cujas). Como podes distinguir estas duas orações? ͻ Oração subordinada adjetiva relativa restritiva (não tem vírgulas). Ex.: O livro que eu li é muito interessante. ͻ Oração subordinada adjetiva relativa explicativa (surge entre vírgulas). Ex.: O livro, que deixei em tua casa, não é meu. que x quem x o qual x onde x cujo A sala onde realizaram a conferência era enorme. Lá, estavam os especialistas cuja forma de vida implicava sempre um computador, onde guardavam tudo. Os organizadores, que contavam com o sucesso, estavam radiantes.
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    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 197 1. Associa as palavras na coluna A ao seu processo de formação na coluna B. Coluna A Coluna B A. Saltear B. Fim de semana C. Recomeçar D. Hidroavião 1. Palavra derivada 2. Palavra composta 2. Distribui as palavras em função do seu processo de formação. Derivação por prefixação Derivação por sufixação Derivação por parassíntese Derivação não afixal Composição por radicais Composição por palavras 3. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (3.1 e 3.2). 3.1. A única palavra derivada por prefixação é (A) perfeito. (B) apresentar. (C) interpretar. (D) ilegal. 3.2. A única palavra que não é derivada por sufixação é (A) intriguista. (B) amoroso. (C) pequeno. (D) completamente. caça desleal biforme cana-de-açúcar incerteza pedinte águia-real intrujice anoitecer monocultura Nome ______________________________________________________________________ Turma ________ Data___________ FORMAÇÃO DE PALAVRAS
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    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano 198 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Associa as palavras da coluna A ao seu processo de formação na coluna B. Coluna A Coluna B A. Saltear [salto (base) + -ear (sufixo)] B. Fim de semana [junção de 3 palavras] C. Recomeçar [re- (prefixo) + começar (base)] D. Hidroavião [hidro (radical) + avião (palavra)] 1. Palavra derivada 2. Palavra composta 2. Completa o esquema, distribuindo as palavras em função do seu processo de formação. palavra derivada por… a. desleal: _______________ + _______________ _________________________ b. incessante: _______________ + _______________ _________________________ c. certeiro: _______________ + _______________ _________________________ d. incompleto: _______________ + _______________ _________________________ 3. Completa o esquema, distribuindo as palavras em função do seu processo de formação. palavra derivada por… a. monocultura: _______________ + _______________ _________________________ b. águia-real: _______________ + _______________ _________________________ c. biforme: _______________ + _______________ _________________________ AJUDA As palavras podem formar-se por: ͻ Derivação (acrescenta-se um afixo – prefixo ou sufixo – a uma base). ͻ Composição (associam-se radicais, radicais e palavras ou palavras). AJUDA As palavras formadas por derivação com afixos, podem ser classificadas por: ͻ prefixação – prefixo + forma base. Ex.: des- (prefixo) + fazer (forma base) ї desfazer ͻ sufixação – forma base + sufixo. Ex.: esperto (forma base) + -eza (sufixo) ї esperteza AJUDA As palavras formadas por composição podem ser formadas por: ͻ radical + radical – biologia [bio (radica) + logia (radical)] ͻ radical + palavra – ciberespaço [ciber (radical) + espaço (palavra)] ͻ palavra + palavra – amor-perfeito [amor (palavra) + perfeito (palavra)] Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ FORMAÇÃO DE PALAVRAS
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    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 199 1. Em cada frase introduz o sinal de pontuação em falta. a. Rita vem cá. b. O João acabou de chegar c. Gosto deste livro por duas razões a escrita e a história. d. Que belo passeio e. Não queres vir comigo f. Ele ficou cansado e 2. Justifica o sinal de pontuação destacado a cor em cada frase. a. Ele está aborrecido: não conseguiu terminar o trabalho. _____________________________________________________________________________________________ b. – Hoje fico cá, acrescentou o Rui. _____________________________________________________________________________________________ c. – Sim, concordo. _____________________________________________________________________________________________ d. Os bolos, que são de caramelo, são ótimos. _____________________________________________________________________________________________ e. A Rita disse: – Vem comigo! _____________________________________________________________________________________________ f. Quer ir, não quer… _____________________________________________________________________________________________ 3. Pontua corretamente o texto. Usa as maiúsculas quando necessário. quando o dia chegou todos se sentiram felizes o espaço que tinha tudo era muito agradável a Joana exclamou nunca me vou esquecer disto e acrescentou querem vir dar um mergulho Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ PONTUAÇÃO
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    Fichas de Gramática– Consolidação de Conteúdos – 7.o ano 200 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 1. Em cada frase introduz o sinal de pontuação em falta. a. Rita vem cá. b. O João acabou de chegar c. Gosto deste livro por duas razões a escrita e a história. d. Que belo passeio e. Não queres vir comigo f. Ele ficou cansado e 2. Justifica o sinal de pontuação destacado a cor em cada frase. a. Ele está aborrecido: não conseguiu terminar o trabalho. __________________________________________________________________ b. – Hoje fico cá, acrescentou o Rui. __________________________________________________________________ c. – Sim, concordo. __________________________________________________________________ d. Os bolos, que são de caramelo, são ótimos. __________________________________________________________________ e. A Rita disse: – Vem comigo! __________________________________________________________________ f. Quer ir, não quer… __________________________________________________________________ 3. Pontua corretamente o texto. Usa as maiúsculas quando necessário. quando o dia chegou todos se sentiram felizes o espaço que tinha tudo era muito agradável a Joana exclamou nunca me vou esquecer disto e acrescentou querem vir dar um mergulho Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ PONTUAÇÃO AJUDA A pontuação tem algumas regras: ͻ ponto (.): assinala o fim de uma frase. ͻ vírgula (,): - separa elementos numa enumeração; - separa o vocativo do resto da frase; - delimita os modificadores; - separa uma oração subordinada quando está antes de uma oração subordinante; - separa os advérbios não e sim em início de oração. ͻ dois pontos (:): introduzem o discurso direto (fala de uma personagem), uma enumeração, uma explicação… ͻ travessão (വ): assinala o discurso direto. ͻ ponto de interrogação (?): usa-se para assinalar uma pergunta. ͻ ponto de exclamação (!): marca uma frase de tipo exclamativo, de tipo imperativo (ordem) e uma interjeição. ͻ reticências (…): marcam a hesitação, a dúvida...
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    Fichas de Trabalho– Soluções Projeto Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 201 Soluções – Fichas de Trabalho FICHAS DE COMPREENSÃO DO ORAL FICHA 1 – APP PATRULHEIROS (p. 104) 1.1 (C) 1.2 (B) 1.3 (C) 2. (B), (C), (D) FICHA 2 – AQUAMETRAGEM (p. 105) 1.1 (C) 1.2 (A) 1.3 (B) 1.4 (B) FICHA 3 – É SÓ DESTA VEZ – SOCIEDADE PONTO VERDE (p. 106) 1.1 (B) 1.2 (C) 1.3 (B) 1.4 (A) FICHA4–SOPADEPEDRASOLIDÁRIA(p. 107) 1.1 (B) 1.2 (A) 1.3 (C) 1.4 (B) FICHA 5 – IMPRESSORA 3D CONSTRÓI CASA (p. 108) 1.1 (C) 1.2 (C) 1.3 (A) 1.4 (B) FICHAS DE LEITURA FICHA 1 – BIOGRAFIA (p. 111) 1. (E) – (B) – (C) – (A) – (D) 2.1 (B) 2.2 (B) 2.3 (D) 2.4 (A) FICHA 2 – ARTIGO DE OPINIÃO (p. 113) 1.1 (C) 1.2 (A) 1.3 (C) 2. 1 – (B); 2 – (C); 3 – (A) FICHA 3 – CRÍTICA (p. 115) 1.1 (B) 1.2 (A) 2. (A), (C), (D) 3. A – 2; B – 3; C – 1 4. Por exemplo: ͻ “... fora já desiludiu vários críticos de cinema.” (l. 2) ͻ “...apesar da qualidade dos efeitos visuais ter sido notada por todos, muitos dizem que o filme perdeu ‘emoção’...” (ll. 7-9) ͻ “... realismo ‘simplesmente alucinante’...” (ll. 23-24) FICHA 4 – PUBLICIDADE (p. 117) 1.1.(C) 1.2.(C) 1.3.(A) 1.4.(C) FICHAS DE EDUCAÇÃO LITERÁRIA FICHA 1 – O CAVALEIRO DA DINAMARCA (p. 121) 1. (B), (D), (F) 2. O Cavaleiro teve uma reação de espanto perante a beleza tanto de Veneza como de Florença. No entanto, achou a beleza de Florença diferente porque era mais séria e solene. 3. O Cavaleiro teve esta impressão porque os amigos do banqueiro Averardo falavam de tudo, desde astronomia, a matemática, a filosofia e artes. Todas as suas conversas revelavam uma grande sabedoria. 4. A – 3; B – 2; C – 1 5. Cavaleiro: curioso; Averardo: hospitaleiro; Filippo: conhecedor. FICHA 2 – “MESTRE FINEZAS” (p. 123) 1. Passado: contido, estático, assustado; Presente: à- -vontade, natural, descontraído. 2. O narrador refere que o tempo parecia passar muito lentamente porque ele sentia-se muito assustado e com a sensação de que o corte de cabelo nunca mais acabava. 3. (D) 4. O teatro era para os habitantes da vila um momento solene. Atitudes como a de jantar à pressa, vestir um fato de cerimónia ou calçar sapatos “rebrilhantes” comprovam a importância que este acontecimento tinha. O facto de todas as famílias estarem presentes também comprova a importância do acontecimento. 5. (A), (C), (E) FICHA 3 – HISTÓRIA DE UMA GAIVOTA E DO GATO QUE A ENSINOU A VOAR (p. 125) 1. Barlavento foi ao bazar do Harry para ajudar os outros gatos que queriam saber se a gaivotinha era macho ou fêmea. 2. “examinou-lhe a cabeça e seguidamente levantou as penas que começavam a crescer-lhe na rabadilha.” (ll. 22-23). 3. A – 4; B – 2; C – 1; D – 3 4. a. Adjetivação; b. Metáfora; c. Personificação. 5. Foi dado o nome de Ditosa à gaivotinha porque se tratava de uma gaivota fêmea e porque Ditosa significava que ela tinha tido a sorte, a “dita”, de ter sido acolhida e ficado sob a proteção dos gatos. FICHA 4 – “AVÓ E NETO CONTRA VENTO E AREIA” (p. 127) 1. A ação passa-se numa praia com sol e ondas baixas. Não havia vento e a água estava boa. 2. A – 1 e 2; B – 1; C – 2; D – 1; E – 2 3. A expressão significa que a avó sentia que ainda confiavam nela, apesar da idade, para assumir a responsabilidade de tomar conta do neto. Dessa forma, sente-se útil.
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    Fichas de Trabalho– Soluções 202 Projeto Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 4. a. Comparação; b. Enumeração 5. O neto preocupa-se com a avó na medida em que, apesar de nadar para longe, nunca se afastava muito e regressava para junto dela para que não ficasse preocupada. FICHA 5 – “LADINO” (p. 129) 1. (B), (C), (E), (G), (H) 2. A – 3; B – 1; C – 2 3. Ladino afirma que tem tudo aquilo de que um pardal necessita: comida, sol e vida descansada. Isto bastava para que ele se sentisse feliz. 4. Ladino tem sobrevivido ao longo dos anos devido à sua experiência que lhe ensinou que o frio é uma grande ameaça porque pode trazer pneumonias que causam a morte. Por essa razão, sempre que há frio, ele protege-se imediatamente junto ao calor da chaminé da cozinha. 5. (D) FICHA 6 – LEANDRO, REI DA HELÍRIA (p. 131) 1. (A), (D), (E), (G) 2. Apesar de o Rei ter tomado decisões muito duras, Violeta declara o seu amor pelo seu pai como forma de procurar mostrar-lhe que ele está a ser injusto com ela. 3. A – 2; B – 1; C – 4; D – 3 4. O Rei proíbe a plantação de violetas porque estas flores têm o nome da filha. Trata-se de um nome que ele quer que seja esquecido no reino. 5. As didascálias indicam a movimentação das personagens em palco (“Príncipe Reginaldo sai do lugar onde estava e coloca-se diante do rei” (l. 23) e referem o tom de voz a adotar pelas personagens (“aos gritos” (l. 35). FICHA7–“POEMADO FECHOÉCLAIR”(p. 133) 1. (B), (C), (E), (F), (G) 2. a. “Comia num prato / de prata lavrada / girafa trufada” (vv. 6-8); b. “Tapetes flamengos, / combates de galos, / alões e podengos, / falcões e cavalos.” (vv. 18-21); c. “e a tíbia de um santo / guardada num frasco.” (vv. 28-29); d. “Foi dono da Terra, / foi senhor do Mundo,” (vv. 30-31); e. “Tinha tudo, tudo / sem peso nem conta,” (vv. 38-39) 3. Com a referência a pedras e metais preciosos, coloca- -se em destaque o poder e a riqueza do rei Filipe II. 4. A estrofe final mostra que o rei, embora fosse dono do mundo e muito rico, não podia ter o que ainda não existia. Neste caso, um fecho éclair. 5. a. sete estrofes; b. uma quintilha, três oitavas, uma quadra, uma décima e um dístico; c. rima emparelhada e interpolada (abaab); d. Redondilha menor (cinco sílabas métricas): Foi / do / no / da / te / rra FICHA8–“AMIGO”(p. 135) 1. O tema do poema é a amizade. O verso que comprova a minha escolha é “Inaugurámos a palavra amigo” (v. 2). 2. A – 3; B – 4; C – 1; D – 2 3. a. Metáfora; b. Adjetivação (ou enumeração) 4. O verso significa que os amigos não nos deixam estar sós. Quem tem amigos nunca está sozinho, mesmo que estes não estejam presentes fisicamente. Por isso, a solidão é derrotada. 5. Por exemplo: De acordo com a última estrofe, para o sujeito poético, “Amigo” é algo que exige esforço, dedicação, mas que, ao mesmo tempo, traz recompensas. No fim, amigo significa uma grande alegria e deve ser motivo de celebração. FICHAS DE ESCRITA FICHA 1 – TEXTO DE OPINIÃO (p. 139) Proposta de texto As visitas de estudo são sempre um momento importante no ano escolar. Os alunos que participam nesta atividade envolvem-se emocionalmente e aprendem muitas coisas novas. A meu ver, todas as escolas deveriam realizar mais visitas de estudo, nomeadamente ao estrangeiro. As visitas de estudo são um importante momento onde é possível aprender sobre diversos assuntos distintos: história, geografia, matemática, português e até línguas estrangeiras. Esta aprendizagem é feita de forma mais descontraída e motivada porque todos os alunos acabam por se interessar por aquilo que é novidade e se apresenta ao vivo. Será mais interessante conhecer um monumento por dentro, vendo-o, sentindo-o, ou apenas por vídeos, fotografias ou textos? A resposta parece óbvia! As visitas de estudo são também um momento importante do ponto de vista das relações humanas. Ficamos a conhecer melhor os colegas. Por vezes, até alguns que mal conhecíamos na escola. Temos uma relação mais próxima com os professores e oportunidade de falar com eles sobre outros assuntos que vão além das matérias escolares. Por todas estas razões, as visitas de estudo permitem aprendizagens muito diferentes daquelas que se realizam na escola, o que justifica plenamente que se realizem com maior frequência. (195 palavras) FICHA 2 – TEXTO EXPOSITIVO (p. 140) Proposta de texto A igualdade de género refere-se à necessidade de se respeitarem os direitos e deveres em termos iguais, independentemente de se ser homem ou mulher. Atualmente, já estão definidas leis e normas que garantem que não deve haver desigualdade de tratamento entre homens e mulheres, perante os mesmos contextos. Assim, a lei já prevê o direito do pai e da mãe de acederem a uma licença por nascimento de um filho. A maioria dos países permite o acesso livre às diferentes profissões, não fazendo distinção de género, salvo em situações específicas relacionadas com o interesse coletivo e com a garantia da integridade física da pessoa em causa. Contudo, existem situações em que não se respeita este direito. São exemplos disso os países que impedem as raparigas de estudar e que as obrigam a casar muito jovens. Concluindo, a igualdade de género é um direito fundamental que nem sempre é respeitado. (149 palavras) FICHA 3 – RESUMO (p. 141) Proposta: ideias-chave ͻ Primeira parte (primeiro parágrafo) – o Dia da Mãe é comemorado desde a época dos gregos e romanos, celebrando as mães de todos os deuses pagãos.
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    Fichas de Trabalho– Soluções Projeto Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 203 ͻ Segunda parte (do segundo ao quarto parágrafos) – Portugal celebra o Dia da Mãe em maio (associado ao mês da mãe de Cristo); nos Estados Unidos, o Dia da Mãe foi criado pela feminista Anna Reese Jarvis, que escolheu o dia associado à sua mãe; em 1914, o presidente americano declarou esse dia feriado nacional. ͻ Terceira parte (dois últimos parágrafos) – são vários os países que celebram o Dia da Mãe; as datas vão variando de acordo com a religião e as tradições religiosas de cada país. Proposta de resumo: O Dia da Mãe é celebrado em maio tanto em Portugal como no Brasil. No entanto, as mães já são homenageadas desde a época dos antigos gregos e romanos, que honravam as deusas que simbolizavam as mães de todos os deuses. Portugal celebra atualmente este dia em maio, pois trata-se do mês de Maria, embora já o tenha celebrado a 8 de dezembro. Nos Estados Unidos, o Dia da Mãe foi proposto pela feminista Anna Jarvis que escolheu o dia do aniversário da morte da mãe. Conseguiu que esta data se comemorasse em todo o país e que o próprio presidente, em 1914, a declarasse feriado nacional. Vários países, por todo o mundo, celebram o Dia da Mãe, alguns no mesmo dia que Portugal e de acordo com as suas tradições. A maior parte das datas escolhidas está associada à religião. (141 palavras) FICHA 4 – BIOGRAFIA (p. 142) Proposta de texto Jon Favreau nasceu a 19 de outubro de 1966, em Queens, nos Estados Unidos da América. É casado, desde 2000, com a médica Joya Tillem e ambos têm três filhos: um rapaz, Max, nascido em 2001, e duas raparigas, Madeleine e Brighton, nascidas em 2003 e 2006, respetivamente. Como ator, participou em filmes como Homem de Ferro, onde desempenha a personagem de motorista e guarda-costas do famoso Tony Stark. Integrou o elenco do filme O Lobo de Wall Street. Participou ainda na série muito famosa Friends. Como realizador, destacam-se os filmes Homem de Ferro I e II (2008 e 2010, respetivamente) e O livro da selva (2016). Mais recentemente, em 2019, dirigiu o filme dos estúdios da Disney, O Rei Leão. FICHAS DE GRAMÁTICA FICHA 1A – NOME, ADJETIVO, DETERMINANTE, PRONOME E INTERJEIÇÃO (p. 145) 1. Nome próprio: José, Porto; Nome comum: aluno, senhora; Nome comum coletivo: multidão, enxame; Adjetivo qualificativo: furiosa, simpática; Adjetivo numeral: primeiro, segunda. 2. a. Uns; b. Este; c. Que; d. meu; e. O. 3. A – 5, B – 1, C – 4, D – 2, E – 3 4. Por exemplo: a. Ui; b. Socorro; c. Olá; d. Credo. FICHA 1B – NOME, ADJETIVO, DETERMINANTE, PRONOME E INTERJEIÇÃO (p. 146) 1. Nome próprio: José, Porto; Nome comum: aluno; Nome comum coletivo: multidão; Adjetivo qualificativo: furiosa; Adjetivo numeral: primeiro, segunda. 2. a. Uns; b. Este; c. Que; d. meu. 3. A – 4. B – 3, C – 1, D – 2 4. Por exemplo: a. Ui; b. Socorro; c. Olá; d. Credo. FICHA 2A – FEMININO E NÚMERO DOS NOMES E ADJETIVOS (p. 147) 1. a. Chegou uma japonesa refilona que pediu um papel assinado pela diretora.; b. A rapariga era charlatã (charlatona), mas muito educada.; c. Aquele filme tem uma má atriz principal. 2. a. Os bens eram para eles fundamentais.; b. Os cidadãos podem entregar os documentos verde-claros nas secretarias.; c. Nos papéis que lhes foram entregues devem registar a vossa data de nascimento. 3.1 (A) 3.2 (C) 3.3 (C) 3.4 (B) FICHA 2B – FEMININO E NÚMERO DOS NOMES E ADJETIVOS (p. 148) 1. a. Chegou uma japonesa refilona que pediu um papel assinado pela diretora.; b. A rapariga era charlatã, mas muito educada.; c. Aquele filme tem uma má atriz principal. 2. a. Os bens eram para eles fundamentais.; b. Os cidadãos podem entregar os documentos verde-claros nas secretarias.; c. Nos papéis que lhes foram entregues devem registar a vossa data de nascimento. 3.1 (A) 3.2 (C) 3.3 (C) FICHA 3A – SUBCLASSES DO VERBO (p. 149) 1. A – 3, B – 1, C – 2, D – 3, E – 2, F – 1 2.1 (A) 2.2 (A) 3. Verbo intransitivo: acabou; Verbo transitivo direto: ofereceram; Verbo transitivo indireto: telefonou, acreditou; Verbo transitivo direto e indireto: colocou, agradeceu. FICHA 3B – SUBCLASSES DO VERBO (p. 150) 1. വϯ͕വϭ͕വ 2 2.1 (A) 2.2 (A) 3. Verbo intransitivo: acabou; Verbo transitivo direto: ofereceram; Verbo transitivo indireto: telefonou; Verbo transitivo direto e indireto: colocou. FICHA 4A – FUNÇÕES SINTÁTICAS: SUJEITO, PREDICADO E VOCATIVO (p. 151) 1. Sujeito simples: Todos os jovens; Os alunos de natação; Eles; Sujeito composto: Eu e a Rafaela; Os alunos e as alunas. 2. Sujeito: b., e.; Vocativo: a., c., d. 3. a. Dorme; b. escolheu a Rita ontem; c. disseram a verdade ao treinador; d. ficaram com o treinador durante a tarde; e. espirrou durante toda a noite.
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    Fichas de Trabalho– Soluções 204 Projeto Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA FICHA 4B – FUNÇÕES SINTÁTICAS: SUJEITO, PREDICADO E VOCATIVO (p. 152) 1. Sujeito simples: Todos os jovens; Os alunos de natação; Eles; Sujeito composto: Eu e a Rafaela; Os alunos e as alunas. 2. Sujeito: b., e; Vocativo: a., c., d. 3. a. Dorme; b. escolheu a Rita ontem; c. disseram a verdade ao treinador; d. ficaram com o treinador durante a tarde; e. espirrou durante toda a noite. FICHA 5A – FUNÇÕES SINTÁTICAS: COMPLEMENTO DIRETO, INDIRETO E OBLÍQUO (p. 153) 1. a. a matéria; b. questões e problemas; c. a resposta; d. os exercícios. 2. a. aos alunos; b. à mãe; c. ao professor; d. ao professor. 3. വϭ͖വϯ͖– 2; D – 2 4. (A), (C), (D), (E), (F) FICHA 5B – FUNÇÕES SINTÁTICAS: COMPLEMENTO DIRETO, INDIRETO E OBLÍQUO (p. 154) 1. a. a matéria; b. os problemas; c. a resposta; d. os exercícios. 2. a. aos alunos; b. à mãe; c. ao professor; d. ao professor. 3. വϭ͖വϯ͖– 2; D – 2 4. (A), (C), (D), (E), (F) FICHA 6A – FUNÇÕES SINTÁTICAS: PREDICATIVO DO SUJEITO E COMPLEMENTO AGENTE DA PASSIVA (p. 155) 1. a. felizes; b. médicas; c. satisfeito com o resultado; d. exaustos; e. sentados; f. importante para o jogo. 2.1 (B) 2.2 (D) 3. (A), (D) 4. Predicativo do sujeito: “triste”; “os únicos”; “muito especiais”; Complemento agente da passiva: “por ele”. FICHA 6B – FUNÇÕES SINTÁTICAS: PREDICATIVO DO SUJEITO E COMPLEMENTO AGENTE DA PASSIVA (p. 156) 1. a. felizes; b. médicas; c. satisfeito com o resultado; d. exaustos; e. sentados; f. importante para o jogo. 2.1 (B) 2.2 (D) 3. (A), (D) FICHA 7A – FUNÇÕES SINTÁTICAS (GLOBAL) (p. 157) 1. A – 1; B – 5; C – 4; D – 3 2.1 (C) 2.2 (B) 3. “O contador de histórias” – sujeito “continuou o seu relato entusiasticamente” – predicado “sobre a sua forma de contar histórias” – complemento oblíquo “cativante” – predicativo do sujeito “Rita” – vocativo “ao palco” – complemento oblíquo “ele” – sujeito “naquele dia” – modificador do grupo verbal FICHA 7B – FUNÇÕES SINTÁTICAS (GLOBAL) (p. 158) 1. A – 1; B – 5; C – 4; D – 3 2.1 (C) 2.2 (B) 3. “O contador de histórias” – sujeito “continuou o seu relato entusiasticamente” – predicado “sobre a sua forma de contar histórias” – complemento oblíquo “cativante” – predicativo do sujeito “Rita” – vocativo “ao palco” – complemento oblíquo “ele” – sujeito “naquele dia” – modificador do grupo verbal FICHA 8A – ORAÇÕES COORDENADAS (p. 159) 1. A – 5; B – 2; C – 1; D – 4; E – 3 2. a. ͞ĐŽŵŽ ƚĂŵďĠŵ ĂũƵĚĂƌĂŵ ŽƐ ŽƵƚƌŽƐ͟ ї ŽƌĂĕĆŽ coordenada copulativa; b. “mas todos os grupos se ĞŵƉĞŶŚĂƌĂŵ ďĂƐƚĂŶƚĞ͟ ї ŽƌĂĕĆŽ ĐŽŽƌĚĞŶĂĚĂ adversativa; c. “e ajudou os outros” ї ŽƌĂĕĆŽ coordenada copulativa; d. ͞ŽƵ ǀŝĂŵ Ƶŵ ĨŝůŵĞ͟ ї oração coordenada disjuntiva; e. “pois a porta da garagem abriu-ƐĞ͟їŽƌĂĕĆŽĐŽŽƌĚĞŶĂĚĂĞdžƉůŝĐĂƚŝva 3. Por exemplo: a. O Manuel ficou em casa, mas a Rita foi ao cinema.; b. O teu cão está a fazer uns olhos pequeninos, pois tem fome; c. O Rafael já me ligou três vezes, logo quer pedir-me alguma coisa. FICHA 8B – ORAÇÕES COORDENADAS (p. 160) 1. A – 5; B – 2; C – 1; D – 4; E – 3 2. a. Oração coordenada copulativa; b. Oração coordenada adversativa; c. Oração coordenada copulativa; d. Oração coordenada explicativa 3. Por exemplo: a. O Manuel ficou em casa, mas a Rita foi ao cinema; b. O teu cão está a fazer uns olhos pequeninos, pois tem fome; c. O Rafael já me ligou três vezes, logo quer pedir-me alguma coisa. FICHA 9A – ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS CAUSAIS E TEMPORAIS (p. 161) 1. (A), (D) 2. (A), (B) 3. A – 1; B – 2; C – 2; D – 1 4. a. “Antes que se ponha o sol” їŽƌĂĕĆŽƐƵďŽƌĚŝŶĂĚĂ adverbial temporal; ͞ǀŽƵĚĂƌƵŵŵĞƌŐƵůŚŽ͟їŽƌĂĕĆŽ subordinante; b. “O Rui veio comigo” ї ŽƌĂĕĆŽ subordinante; ͞ĚĂĚŽ ƋƵĞ ƉƌĞĐŝƐĂǀĂ ĚĞ ďŽůĞŝĂ͟ ї oração subordinada adverbial causal; c. “Almoçámos cedo” їŽƌĂĕĆŽƐƵďŽƌĚŝŶĂŶƚĞ; “visto que queríamos ĐĂůŵĂ ŶŽ ƌĞƐƚĂƵƌĂŶƚĞ͟ ї ŽƌĂĕĆŽ ƐƵďŽƌĚŝŶĂĚĂ adverbial causal; d. ͞ĞƐĚĞƋƵĞĨŽŝŶĂĚĂƌ͟їŽƌĂĕĆŽ subordinada adverbial temporal; “o Rui não saiu da ĄŐƵĂ͟їŽƌĂĕĆŽƐƵďŽƌĚŝŶĂŶƚĞ. FICHA 9B – ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS CAUSAIS E TEMPORAIS (p. 162) 1. (A), (D) 2. (A), (B) 3. A – 1; B – 2; C – 2; D – 1 4. a. ͞ĚĂĚŽ ƋƵĞ ƉƌĞĐŝƐĂǀĂ ĚĞ ďŽůĞŝĂ͟ ї ŽƌĂĕĆŽ subordinada adverbial causal; b. “visto que queríamos ĐĂůŵĂ ŶŽ ƌĞƐƚĂƵƌĂŶƚĞ͟ ї ŽƌĂĕĆŽ ƐƵďŽƌĚŝŶĂĚĂ adverbial causal; c. ͞ĞƐĚĞƋƵĞĨŽŝŶĂĚĂƌ͟їŽƌĂĕĆŽ subordinada adverbial temporal.
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    Fichas de Trabalho– Soluções Projeto Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 205 FICHA 10A – FRASE ATIVA E FRASE PASSIVA (p. 163) 1. (C), (D) 2. (B), (C) 3.1 (D) 3.2 (A) 4. a. No concurso, todos os prémios eram sempre conquistados por aquele aluno.; b. Diversas tarefas domésticas foram feitas pelo robô.; c. A atenção de todos os presentes será conquistada pelo aspeto do robô. FICHA 10B – FRASE ATIVA E FRASE PASSIVA (p. 164) 1. (C), (D) 2. (B), (C) 3.1 (C) 3.2 (A) 4. a. No concurso, todos os prémios eram conquistados por aquele aluno.; b. Diversas tarefas domésticas foram feitas pelo robô.; c. A atenção dos participantes será conquistada pelo aspeto do robô. FICHA 11A – DISCURSO DIRETO E DISCURSO INDIRETO (p. 165) 1. Discurso direto: b., c.; Discurso indireto: a., d. 2.1 (D) 2.2 (A) 3. a. A professora ordenou ao Rogério que regressasse naquele momento para sua casa; b. A colega explicou que lá ele poderia tirar apontamentos; c. – Maria, podes vir comigo hoje comprar material? – pediu ele. FICHA 11B – DISCURSO DIRETO E DISCURSO INDIRETO (p. 166) 1. Discurso direto: b., c.; Discurso indireto: a., d. 2.1 (C) 2.2 (A) 3. a. A professora ordenou ao Rogério que regressasse naquele momento para sua casa; b. – Maria, podes vir comigo comprar material? – pediu ele. FICHA 12A – DETERMINANTE E PRONOMES (p. 167) 1.1 (C) 1.2 (D) 2. a. Determinante possessivo; b. Determinante relativo; c. Pronome indefinido; d. Pronome demonstrativo; e. Pronome pessoal; f. Determinante demonstrativo 3. a. teu; b. Este; c. ele; d. Ninguém; e. que; f. Que. FICHA 12B – DETERMINANTE E PRONOMES (p. 168) 1.1 (C) 1.2 (C) 2. A – 2; B – 1; C – 4; D – 3; E – 6; F – 5 3. a. teu; b. Este; c. ele; d. Ninguém; e. que; f. seu; g. que. FICHA 13A – QUANTIFICADOR NUMERAL (p. 169) 1. (A), (D), (F) 2. Quantidade numérica precisa: três, cinco; Fração de uma quantidade: metade, décimo; Múltiplo de uma quantidade: dobro. 3. Por exemplo: a. dez; b. Metade, metade; c. triplo. 4. (D) FICHA 13B – QUANTIFICADOR NUMERAL (p. 170) 1. (A), (D), (F) 2. Quantidade numérica precisa: três, cinco; Fração de uma quantidade: metade, décimo; Múltiplo de uma quantidade: dobro 3. Por exemplo: a. dez; b. Metade, metade; c. triplo. 4. (D) FICHA 14A – ADVÉRBIO (p. 171) 1. A – 1; B – 5; C – 3; D – 2 2.1 (A) 2.2 (D) 3. a. onde; b. Quando / Como; c. Contudo; d. Primeira- mente; seguidamente; e. Como / Quando. FICHA 14B – ADVÉRBIO (p. 172) 1. A – 1; B – 5; C – 3; D – 2 2.1 (A) 2.2 (D) 3. a. onde; b. Quando / Como; c. Primeiramente; seguida- mente. FICHA 15A – PREPOSIÇÃO (p. 173) 1. Por exemplo: a. sob; b. por entre; c. desde; d. em direção a; e. ao lado de; f. a. 2. (A), (C), (D) 3. (B), (C), (D) 4. Por exemplo: a. ao; b. na; c. pela; d. daquela; e. Naquele; f. do. FICHA 15B – PREPOSIÇÃO (p. 174) 1. Por exemplo: a. sob; b. por entre; c. desde; d. em direção a; e. ao lado de; f. a. 2. (A), (C), (D) 3. (B), (C), (D) 4. Por exemplo: a. na; b. pela; c. daquela; d. Naquele; e. do. FICHA 16A – CONJUNÇÃO COORDENATIVA (p. 175) 1. A – 5; B – 1; C – 2; D – 4; E – 3 2.1 (A) 2.2 (D) 3. a. O jornalista não só escreveu um artigo com também deu uma entrevista.; b. Os leitores ora compram revistas ora preferem jornais.; c. O jornal nem falava do incidente nem analisava a situação. FICHA 16B – CONJUNÇÃO COORDENATIVA (p. 176) 1. A – 5; B – 1; C – 2; D – 4; E – 3 2.1 (A) 2.2 (D) 3. a. O jornalista não só escreveu um artigo como também deu uma entrevista.; b. Os leitores ora compram revista ora preferem jornais.; c. O jornal nem falava do incidente nem analisava a situação. FICHA 17A – CONJUNÇÃO E LOCUÇÃO CONJUNCIONAL SUBORDINATIVA (p. 177) 1. Causal: porque; Temporal: quando; Final: para; Condicional: Se; Completiva: que. 2.1 (C) 2.2 (A) 3. a. A não ser que; b. assim que; c. Visto que; d. a fim de que; e. logo que.
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    Fichas de Trabalho– Soluções 206 Projeto Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA FICHA 17B – CONJUNÇÃO E LOCUÇÃO CONJUNCIONAL SUBORDINATIVA (p. 178) 1.1 (C) 1.2 (A) 2. a. A não ser que; b. assim que; c. visto que; d. a fim de que. FICHA 18A – FLEXÃO VERBAL 1 – MODO INDICATIVO (p. 179) 1.1 (B) 1.2 (D) 1.3 (A) 2. A – 4; B – 2; C – 1; D – 3 3. a. trouxemos; b. fazias; c. serão; d. déramos. FICHA 18B – FLEXÃO VERBAL 1 – MODO INDICATIVO (p. 180) 1.1 (B) 1.2 (A) 1.3 (A) 2. A – 3; B – 1; C – 2 3. a. trouxemos; b. fazias; c. serão. FICHA 19A – FLEXÃO VERBAL – MODO CONJUNTIVO (p. 181) 1. A – 1; B – 5; C – 4; D – 2; E – 3 2. a. fossemos; b. haja; c. forem; d. tenha seguido; e. tivesses comido; f. puder. 3. a. Logo que ele possa telefonar-te, fala com ele. b. O João preparou-lhe uma festa surpresa a fim de que ela se sentisse muito feliz. c. Podes levar o livro, mesmo que queiras emprestá-lo ao João. d. Caso tenhas lido este livro, vais apresentá-lo à turma. e. O pai deu-lhes impermeáveis para que eles se protegessem da chuva. FICHA 19B – FLEXÃO VERBAL – MODO CONJUNTIVO (p. 182) 1. A – 1; B – 5; C – 4; D – 2; E – 3 2. a. fossemos; b. haja; c. forem; d. tenha seguido 3. a. O João preparou-lhe uma festa surpresa a fim de que ela se sentisse muito feliz.; b. Podes levar o livro, mesmo que queiras emprestá-lo ao João.; c. Caso tenhas lido este livro, vais apresentá-lo à turma. FICHA 20A – FLEXÃO VERBAL 3 (p. 183) 1. A – 3; B – 1; C – 4; D – 2; E – 5 2. Indicativo; Pretérito imperfeito: cabia; Pretérito perfeito simples: sonhámos; Pretérito perfeito composto: tens feito; Pretérito mais-que-perfeito simples: fora; Pretérito mais-que-perfeito composto: tinham dito. 3. Conjuntivo; Presente: ponham; Pretérito imperfeito: quisesse; Pretérito perfeito composto: tenha vindo; Pretérito mais-que-perfeito composto: tivesse partido; Futuro simples: fores; Futuro composto: tiverem ouvido. FICHA 20B – FLEXÃO VERBAL 3 (p. 184) 1. A – 3; B – 1; C – 4; D – 2; E – 5 2. Indicativo; Pretérito imperfeito: cabia; Pretérito perfeito simples: sonhámos; Pretérito perfeito composto: tens feito; Pretérito mais-que-perfeito simples: fora; Pretérito mais-que-perfeito composto: tinham dito. 3. Conjuntivo; Presente: ponham; Pretérito imperfeito: quisesse; Pretérito perfeito composto: tenha vindo; Pretérito mais-que-perfeito composto: tivesse partido; Futuro simples: fores. FICHA 21A – COLOCAÇÃO DO PRONOME PESSOAL ÁTONO 1 (p. 185) 1. A – 3; B – 4; C – 1; D – 2 2.1 (B) 2.2 (A) 3. a. No museu, consultei-os.; b. Enviei-lhes um relatório detalhado.; c. Eles ofereceram-mos. FICHA 21B – COLOCAÇÃO DO PRONOME PESSOAL ÁTONO 1 (p. 186) 1. A – 3; B – 4; C – 1; D – 2 2.1 (B) 2.2 (A) 3. a. No museu, consultei-os.; b. Enviei-lhes um relatório detalhado. FICHA 22A – COLOCAÇÃO DO PRONOME PESSOAL ÁTONO 2 (p. 187) 1. a. -lo; b. lhe; c. o; d. -no. 2. a. O jovem não os escreveu.; b. O jovem nunca os escreveu.; c. Que jovem os escreveu?; d. O jovem também os escreveu. 3. (B) 4. a. Os jovens sempre lhes leram textos humorísticos.; b. Eles ainda a transmitem.; c. Onde lhas ofereceste? . FICHA 22B – COLOCAÇÃO DO PRONOME PESSOAL ÁTONO 2 (p. 188) 1. a. -lo; b. lhe; c. o; d. -no 2. a. O jovem não os escreveu.; b. O jovem nunca os escreveu.; c. Que jovem os escreveu?; d. O jovem também os escreveu. 3. (B) 4. a. Os jovens sempre lhes leram textos humorísticos.; b. Eles ainda a transmitem.; c. Onde lhas ofereceste? FICHA 23A – MODIFICADOR DO GRUPO VERBAL E MODIFICADOR DO NOME (p. 189) 1. A – 1; B – 2: C – 2; D – 1 2. Modificador do grupo verbal: “no momento seguinte”; “nesta loja”; Modificador do nome: “azuis”; “preferido dos jovens”. 3.1 (B) 3.2 (D) FICHA 23B – MODIFICADOR DO GRUPO VERBAL E MODIFICADOR DO NOME (p. 190) 1. A – 1; B – 2: C – 2; D – 1 2. Modificador do grupo verbal: “no momento seguinte”; “nesta loja”; Modificador do nome: “azuis”; “preferido dos jovens”. 3.1 (B) 3.2 (C) FICHA 24A – ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS FINAIS E CONDICIONAIS (p. 191) 1. Oração subordinada adverbial final: “para correr um pouco”; “a fim de estudar a matéria”; Oração subordinada adverbial condicional: “Caso faça sol”; “Se concluir o meu trabalho”. 2.1 (C) 2.2 (D) 3. a. “Desde que tenhas feito os trabalhos de casa” – oração subordinada adverbial condicional; “acompanhas a aula com facilidade” – oração subordinante; b. “O jovem posicionou-se na sala” – oração subordinante; “de modo
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    Fichas de Trabalho– Soluções Projeto Português 7 x Fichas de Trabalho x ASA 207 a que o quadro ficasse visível” – oração subordinada adverbial final; c. “Ele colocou várias questões” – oração subordinante; “a fim de esclarecer as suas dúvidas” – oração subordinada adverbial final; d. “Caso a professora tivesse tempo” – oração subordinada adverbial condicional; “ele apresentaria o trabalho” – oração subordinante. FICHA 24B – ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS FINAIS E CONDICIONAIS (p. 192) 1. Oração subordinada adverbial final: “para correr um pouco”; “a fim de estudar a matéria”; Oração subordinada adverbial condicional: “Caso faça sol”; “Se concluir o meu trabalho”. 2.1 (B) 2.2 (C) 3. a. “Se fizeres os trabalhos de casa” – oração subordinada adverbial condicional; b. “para que o quadro ficasse visível” – oração subordinada adverbial final; c. “a fim de esclarecer as suas dúvidas” – oração subordinada adverbial final; d. “Caso a professora tivesse tempo” – oração subordinada adverbial condicional. FICHA 25A – ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA COMPLETIVA (p. 193) 1. a. que; b. se; c. se; d. que 2. a. “que se sentia cansado”; b. “se o bilhete era gratuito”; c. “que os inscritos na atividade tirassem fotografias”; d. “que estava imensa gente”. 3.1 (B) 3.2 (A) 3.3 (C) FICHA 25B – ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA COMPLETIVA (p. 194) 1. a. que; b. se; c. se; d. que. 2. a. “que se sentia cansado”; b. “se o bilhete era gratuito”; c. “que os inscritos na atividade tirassem fotografias”; d. “que estava imensa gente”. 3.1 (B) 3.2 (A) 3.3 (C) FICHA 26A – ORAÇÕES SUBORDINADAS ADJETIVAS RELATIVAS (p. 195) 1. a. que; b. cuja; c. (a)o qual; d. quem; e. onde. 2. Oração subordinada adjetiva relativa explicativa: “que está a ter muita adesão”; “cujo professor sabe informática”; Oração subordinada adjetiva relativa restritiva: “que faz programação de jogos”; “onde decorreu o encontro”. 3. Oração subordinada adjetiva relativa restritiva: “onde realizaram a conferência”; “em que me tinha inscrito”; “aos quais me referi ontem”; “cuja forma de vida implicava sempre um computador”; Oração subordinada adjetiva relativa explicativa: “onde guardavam tudo”; “que contavam com o sucesso”. FICHA 26B – ORAÇÕES SUBORDINADAS ADJETIVAS RELATIVAS (p. 196) 1. a. que; b. cuja; c. (a)o qual; d. quem; e. onde. 2. Oração subordinada adjetiva relativa explicativa: b., d.; Oração subordinada adjetiva relativa restritiva: a., c. 3. Oração subordinada adjetiva relativa restritiva: “onde realizaram a conferência”; “cuja forma de vida implicava sempre um computador”; Oração subordinada adjetiva relativa explicativa: “onde guardavam tudo”; “que contavam com o sucesso”. FICHA 27A – FORMAÇÃO DE PALAVRAS (p. 197) 1. A – 1; B – 2; C – 1; D – 2 2. Derivação por prefixação: desleal, incerteza; Derivação por sufixação: intrujice, pedinte; Derivação não afixal: caça; Derivação por parassíntese: anoitecer; Composição por radicais: biforme, monocultura; Composição por palavras: cana-de-açúcar, águia-real. 3.1 (D) 3.2 (C) FICHA 27B – FORMAÇÃO DE PALAVRAS (p. 198) 1. A – 1; B – 2; C – 1; D – 2 2. a. des- н ůĞĂů ї ƉĂůĂǀƌĂ ĚĞƌŝǀĂĚĂ ƉŽƌ ƉƌĞĨŝdžĂĕĆŽ; b. in- нĐĞƐƐĂŶƚĞїpalavra derivada por prefixação; c. certo + -ĞŝƌŽ ї ƉĂůĂǀƌĂ ĚĞƌŝǀĂĚĂ ƉŽƌ ƐƵĨŝdžĂĕĆŽ; d. in- нĐŽŵƉůĞƚŽїƉĂůĂǀƌĂĚĞƌŝǀĂĚĂƉŽƌƉƌĞĨŝdžĂĕĆŽ 3. a. ŵŽŶŽнĐƵůƚƵƌĂїƉĂůĂǀƌĂĐŽŵƉŽƐƚĂƉŽƌƌĂĚŝĐĂůĞ palavra; b. ĄŐƵŝĂ н ƌĞĂů ї ƉĂůĂǀƌĂ ĐŽŵƉŽƐƚĂ ƉŽƌ palavras; c. ďŝ н ĨŽƌŵĞ ї ƉĂůĂǀƌĂ ĐŽŵƉŽƐƚĂ ƉŽƌ radical e radical. FICHA 28A – PONTUAÇÃO (p. 199) 1. a. , (vírgula); b. . (ponto final); c. : (dois pontos); d. ! (ponto de exclamação); e. ? (ponto de interrogação); f. … (reticências). 2. a. ŽŝƐ ƉŽŶƚŽƐ ї ŝŶƚƌŽĚƵnjĞŵ ƵŵĂ ĞdžƉůŝĐĂĕĆŽ; b. dƌĂǀĞƐƐĆŽїĂƐƐŝŶĂůĂŽĚŝƐĐƵƌƐŽĚŝƌĞƚŽ; c. Vírgula їŵĂƌĐĂŽĂĚǀĠƌďŝŽĞŵŝŶşĐŝŽĚĞĨƌĂƐĞ; d. sşƌŐƵůĂƐї delimitam a oração subordinada adjetiva relativa explicativa; e. ŽŝƐ ƉŽŶƚŽƐ ї ĂŶƵŶĐŝĂŵ Ž ĚŝƐĐƵƌƐŽ direto; f. ZĞƚŝĐġŶĐŝĂƐїŵĂƌĐĂŵĂŚĞƐŝƚĂĕĆŽ͘ 3. Quando o dia chegou, todos se sentiram felizes. O espaço, que tinha tudo, era muito agradável. A Joana exclamou: – Nunca me vou esquecer disto! E acrescentou: – Querem vir dar um mergulho? FICHA 28B – PONTUAÇÃO (p. 200) 1. a. , (vírgula); b. . (ponto final); c. : (dois pontos); d. ! (ponto de exclamação); e. ? (ponto de interrogação); f. … (reticências). 2. a. ŽŝƐ ƉŽŶƚŽƐ ї ŝŶƚƌŽĚƵnjĞŵ ƵŵĂ ĞdžƉůŝĐĂĕĆŽ; b. dƌĂǀĞƐƐĆŽїĂƐƐŝŶĂůĂŽĚŝƐĐƵƌƐŽĚŝƌĞƚŽ; c. Vírgula їŵĂƌĐĂŽĂĚǀĠƌďŝŽĞŵŝŶşĐŝŽĚĞĨƌĂƐĞ; d. sşƌŐƵůĂƐї delimitam a oração subordinada adjetiva relativa explicativa; e. ŽŝƐ ƉŽŶƚŽƐ ї ĂŶƵŶĐŝĂŵ Ž ĚŝƐĐƵƌƐŽ direto; f. ZĞƚŝĐġŶĐŝĂƐїŵĂƌĐĂŵĂŚĞƐŝƚĂĕĆŽ͘ 3. Quando o dia chegou, todos se sentiram felizes. O espaço, que tinha tudo, era muito agradável. A Joana exclamou: – Nunca me vou esquecer disto! E acrescentou: – Querem vir dar um mergulho?
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    Testes de Avaliação* (10Testes de Avaliação em versão A e B) • Soluções Testes de Avaliação * Disponível em formato editável em Grelhas disponíveis em formato Excel® em PASSO
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    Testes de avaliação Testesde Avaliação 1 Unidade 1 – Texto não literário Versão A .................................................................. 210 Versão B .................................................................. 219 Testes de Avaliação 2 Unidade 2 – Texto narrativo: O Cavaleiro da Dinamarca Versão A .................................................................. 231 Versão B .................................................................. 239 Testes de Avaliação 3 Unidade 2 – Texto narrativo: “Avó e neto contra vento e areia” Versão A .................................................................. 251 Versão B .................................................................. 259 Testes de Avaliação 4 Unidade 3 – Texto dramático: Leandro, Rei da Helíria Versão A .................................................................. 271 Versão B .................................................................. 279 Testes de Avaliação 5 Unidade 4 – Texto poético Versão A .................................................................. 291 Versão B .................................................................. 299 Propõe-se para cada teste a versão A e a versão B (este último para alunos com Medidas Seletivas ou Adicionais de Suporte à Aprendizagem e Inclusão). Cada teste apresenta Matriz, Soluções e Grelhas de Correção e Cotação em formato editável (Word ® ). Na plataforma as Grelhas de Correção e Cotação estão disponíveis em formato editável (Excel ® ). Permitem gerar: x uma classificação global na última coluna, mediante o preenchimento dos campos na íntegra; x uma classificação autónoma de cada domínio avaliado (cotada para 100%). Todos estes recursos estão disponíveis na plataforma .
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    Teste de Avaliação1 – Matriz (versão A) 210 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA .ͻ VERSÃO A ͻ. Escola Matriz do teste n. o 1 (versão A) – Português 7. o ano Data do teste Turma Duração do teste Unidade Texto não literário Domínios Conteúdos Estrutura / tipologia de questões Cotação Oralidade Notícia Itens de seleção - escolha múltipla - associação 12 Leitura Publicidade - sentido global - assunto - elementos da publicidade - intenção persuasiva Itens de seleção - escolha múltipla Itens de construção - resposta restrita 12 Crítica - ideias principais - características da crítica Itens de seleção - escolha múltipla Itens de construção - resposta curta 26 Gramática Conjugação verbal Classes de palavras ԟ subclasses do advérbio ԟ subclasses do verbo Itens de seleção - escolha múltipla Itens de construção - resposta curta 20 Escrita Texto de opinião - respeito pelo tema e pelas marcas do género - construção de parágrafos - estrutura do texto Texto longo 30 O Professor ___________________________________________ Data _____________
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    Teste de Avaliação1A Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 211 .ͻ VERSÃO A ͻ. ORALIDADE – COMPREENSÃO [12 pontos] Para responderes aos itens que se seguem, vais visionar uma notícia sobre a reciclagem de plástico em Portugal. Antes de iniciares o visionamento, lê as questões. Em seguida, visiona, atentamente, duas vezes, a notícia e responde ao que é pedido. Link: Reciclagem de plástico em Portugal está a ser “um falhanço” (até ao minuto 1:50) – SIC Notícias 1. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a frase, de acordo com o sentido da notícia. 1.1. Cada português produz, por ano, (3 pontos) (A) setenta quilos de lixo e recicla apenas sete. (B) sessenta quilos de lixo e pouco mais de sete são reciclados. (C) sessenta quilos de lixo e recicla muito mais de sete. 1.2. A meta de reciclagem é (3 pontos) (A) reciclar 12% de lixo em 2025. (B) reciclar 55% do lixo urbano em 2025. (C) reciclar 55% do plástico em 2025. 1.3. A Associação Zero defende o seguinte modelo de recolha de lixo: (3 pontos) (A) uma maior cobertura na colocação dos ecopontos. (B) uma maior aposta na separação das embalagens de plástico. (C) um modelo de recolha seletiva, que passa pela recolha porta a porta. 1.4. A ideia de que quem recicla será premiado significa que (3 pontos) (A) devolver garrafas de plástico corresponde a receber o dinheiro. (B) quanto mais plástico reciclar, mais plástico recebe. (C) quem reciclar mais plástico receberá mais dinheiro. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 1A Unidade – Texto não literário Avaliação: _______________
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    Teste de Avaliação1A 212 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA LEITURA [12 pontos] Parte A Observa a publicidade e responde às questões. Por cada passageiro que passa num aeroporto da ANA, são emitidas cerca de 24 toneladas de CO2e. Isto não inclui a eletricidade do aeroporto, as deslocações dos aviões e de veículos e o transporte dos passageiros para o terminal. Na ANA pensamos que 24 toneladas de carbono são uma bagagem demasiado pesada para o planeta. Por isso decidimos diminuí-la. Começámos por medir, em 2008, as nossas emissões de CO2e. E comprometemo-nos a reduzi-las em 10% até 2012 – trabalhando, principalmente, para melhorar a eficiência energética dos nossos aeroportos. A ANA está a fazer a sua parte. E conta consigo para fazer a sua. Os pequenos gestos contam. Usar os transportes públicos para chegar ao aeroporto. Transportar menos bagagem, ajudando a poupar combustível. Ou só levar para o avião revistas que conta realmente ler, são alguns exemplos do que pode fazer para ajudar. É
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    Teste de Avaliação1A Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 213 1. Para cada item, seleciona com um X, a opção que completa corretamente a frase, de acordo com o sentido do texto. 1.1. A publicidade destina-se a (3 pontos) (A) promover viagens mais longas para destinos longínquos. (B) alertar para os perigos que envolvem as viagens de avião. (C) sensibilizar para a adoção de atitudes menos poluentes. (D) recordar a proibição de viajar com excesso de bagagem. 1.2. A imagem da publicidade tem a intenção de (3 pontos) (A) destacar a ideia do excesso de bagagem. (B) mostrar que há carrinhos para a bagagem. (C) revelar a diversidade de malas e sacos existentes. (D) sugerir um modelo de bagagem mais ecológico. 1.3. O slogan “Vamos fazer juntos esta viagem. O destino: um planeta mais sustentável” (3 pontos) aponta para a ideia de (A) a empresa permitir ao utilizador a realização do objetivo visado. (B) colaboração entre a empresa e o utilizador para concretizar o objetivo visado. (C) dificuldade no percurso a realizar para se concretizar o objetivo visado. (D) desafio à realização de viagens para concretizar o objetivo visado. 2. Completa as afirmações que sintetizam as ideias do texto argumentativo, usando três (3 pontos) das expressões apresentadas nas caixas abaixo. No texto argumentativo defende-se a ideia de que ____________________ e todos os serviços relacionados são muito poluentes para ____________________. Daqui surge o compromisso de procurar reduzir as emissões de CO2 e os viajantes são desafiados a colaborar, reduzindo ____________________. (a) o aeroporto (b) os transportes aéreos (c) a bagagem (d) o planeta (e) as atitudes poluentes
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    Teste de Avaliação1A 214 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA LEITURA [26 pontos] Parte B Lê a crítica e consulta as notas de vocabulário. Hayao Miyazaki Salvar o planeta, um filme de cada vez De Nausicaa do Vale do Vento a A Viagem de Chihiro, o cineasta vem alimentando o imaginário com uma consciência ecológica que hoje é vital. Parte da sua filmografia está agora na Netflix. - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 - - - - 30 - Dizia-nos o secretário-geral da ONU, António Guterres, nas vésperas da Conferência da Ação Climática que organizou, que “a Natureza está zangada e está a devolver o golpe”. A frase caberia bem numa das cenas finais de Nausicaa do Vale do Vento, a longa-metragem de animação com que Hayao Miyazaki (Tóquio, 1941) inaugurou, em 1984, a filmografia dos Estúdios Ghibli. O mestre japonês do anime, que a maioria conhecerá pelo menos graças ao Óscar ganho em 2003 por A Viagem de Chihiro (2002), tem-nos legado, nas últimas décadas, uma obra cheia de reflexões sobre a conflituosa relação entre o Homem e a Natureza, com algumas pistas sobre o que podemos, nestes dias de emergência global, fazer para apaziguar1 um planeta do qual nos desligámos. Enquanto esperamos pelo próximo filme de Miyazaki, a Netflix conseguiu ultrapassar as reticências do génio japonês da animação em relação às plataformas de distribuição online e disponibilizou uma parte dos filmes produzidos pelos Estúdios Ghibli. As preocupações do realizador com o futuro da humanidade e do planeta entraram-nos casa adentro, quando a RTP nos pôs, semana a semana, a esperar para ver se Conan, o Rapaz do Futuro, e a sua amiga Lana (a rapariga de poderes telepáticos que comunicava com as gaivotas) impediam a humanidade, ou o que sobrava dela num planeta pós-apocalipse2 , de rebentar com o que restava da civilização. Em Nausicaa do Vale do Vento, num ambiente pós-apocalíptico2 , “mil anos depois do fim da civilização industrial”, o tempo parece imenso, mas terá sido insuficiente para que os humanos perdessem as suas tentações belicistas3 e a pulsão de controlo de uma natureza envenenada, onde só se pode circular com máscaras. A atmosfera irrespirável resulta de uma estratégia da própria Natureza para se proteger dos nossos ímpetos4 , enquanto, às escondidas, vai purificando através das árvores, o ar e a água. O filme volta a dar movimento a uma narrativa que nos coloca entre a pureza daquelas crianças e a sede de poder dos adultos que procuram a chave para aceder à cidade mítica, que mais parece uma árvore gigante no céu. É de novo um filme em que Miyazaki, acompanhado, na banda sonora, pelas composições magistrais de Joe Hisaishi, explora outra das suas grandes paixões, as máquinas voadoras. Eis-nos chegados a 2002, com A Viagem de Chihiro, a menina que vemos mudar de casa, triste, e tem de enfrentar os espíritos para salvar o país, numa viagem a um mundo paralelo, o de umas terras geridas por uma bruxa. Na verdade, e mais uma vez, tudo ali tem o sentido de questionar o nosso papel no mundo. Obrigada a trabalhar para a feiticeira, Chihiro salva um ser imundo, lavando-o, até perceber que era o espírito de um rio que os humanos poluíram. Abel Coentrão, Público, 19 de março de 2019 (texto adaptado). VOCABULÁRIO: 1 apaziguar: acalmar. 2 pós-apocalipse/pós-apocalíptico: após a destruição total. 3 belicistas: que procuram a luta, o conflito. 4 ímpetos: movimentos impulsivos, violentos.
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    Teste de Avaliação1A Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 215 1. Apresenta o objeto cultural ao qual é feita a crítica, referindo o autor, os títulos tratados (5 pontos) e o tipo de arte em análise. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 2. Assinala, com um X, os temas que os filmes de Miyazaki abordam. (4 pontos) (A) a distribuição de mensagens online. (B) o desejo humano de controlo da Natureza. (C) os problemas da ONU. (D) a ação protetora das crianças. (E) a vingança da Natureza. (F) o futuro do planeta. 3. Justifica o subtítulo “Salvar o planeta, um filme de cada vez”. (6 pontos) ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 4. Refere os aspetos presentes nos vários filmes de Miyazaki destacados como positivos (6 pontos) pelo autor da crítica. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 5. Associa cada um dos tópicos da coluna A aos aspetos referidos pelo crítico na coluna B. (5 pontos) Coluna A Coluna B A. Obra de Miyazaki 1. Disponibilização de parte da obra do autor. B. Opção da Netflix 2. Reflexões sobre a relação de conflito do Homem com a Natureza. C. Banda sonora de Nausicaa do Vale do Vento 3. Resultado excecional.
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    Teste de Avaliação1A 216 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA GRAMÁTICA [20 pontos] 1.Conjuga os verbos nos tempos e modos indicados. (5 pontos) a. Nós ___________ (ir, pretérito perfeito simples do indicativo) à exposição de banda desenhada. b. Talvez tu não ___________ (poder, presente do conjuntivo) ler este livro. c. Eles ___________ (ter, pretérito imperfeito do indicativo) tempo para concluir a leitura. d. Se nós ___________ (falar, pretérito imperfeito do conjuntivo) com o autor, ele vinha. e. O autor _________________ (desenhar, pretérito mais-que-perfeito composto do indicativo) uma história de ação. 2. Associa as formas verbais sublinhadas na coluna A à sua subclasse na coluna B. (3 pontos) Coluna A Coluna B A. Ele estava cansado. 1. Verbo principal B. Eu tinha feito tudo. 2. Verbo copulativo C. Tu ficas com este livro. 3. Verbo auxiliar 3. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (3.1 e 3.2). 3.1. A única frase que inclui um advérbio de lugar é (3 pontos) (A) Foi nesta sala que lançaram o livro. (B) Naquele lugar lançaram um livro. (C) O livro foi lançado na exposição. (D) Cá ninguém conhece o livro. 3.2. A única frase que inclui um advérbio de inclusão é (3 pontos) (A) Ninguém foi à exposição. (B) Nem o João foi à exposição. (C) Até o João foi à exposição. (D) Todos foram à exposição. 4. Identifica a classe e subclasse das palavras sublinhadas. (6 pontos) O livro premiado foi um sucesso. Todos compraram um exemplar de cada edição. A sua história era sobre um herói que amanhã todos conheceriam. _________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________
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    Teste de Avaliação1A Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 217 ESCRITA [30 pontos] Do teu ponto de vista, a banda desenhada (BD) é um tipo de leitura interessante ou preferes outros géneros? Escreve um texto de opinião bem estruturado, com um mínimo de 100 e um máximo de 160 palavras, em que defendas o teu ponto de vista. O teu texto deve incluir: ԟ a apresentação do teu ponto de vista; ԟ a explicitação de, pelo menos, duas razões que justifiquem o teu ponto de vista; ԟ uma breve conclusão. ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ FIM
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    Teste de Avaliação1– Matriz (versão B) Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 219 .ͻ VERSÃO B ͻ. Escola Matriz do teste n. o 1 (versão B) – Português 7. o ano Data do teste Turma Duração do teste Unidade Unidade 1 – Texto não literário Domínios Conteúdos Estrutura / tipologia de questões Cotação Oralidade Notícia Itens de seleção - escolha múltipla 12 Leitura Publicidade - sentido global - assunto - elementos da publicidade - intenção persuasiva Itens de seleção - escolha múltipla Itens de construção - resposta restrita 12 Crítica - ideias principais - características da crítica Itens de seleção - escolha múltipla Itens de construção - resposta curta 26 Gramática Conjugação verbal Classes de palavras - subclasses do verbo - subclasses do advérbio Itens de seleção - escolha múltipla Itens de construção - resposta curta 20 Escrita Texto de opinião - respeito pelo tema e pelas marcas do género - construção de parágrafos - estrutura do texto Texto longo 30 O Professor ___________________________________________ Data _____________
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    Teste de Avaliação1B 220 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA .ͻ VERSÃO B ͻ. ORALIDADE – COMPREENSÃO [12 pontos] Para responderes aos itens que se seguem, vais visionar uma notícia sobre a reciclagem do plástico em Portugal. Link: Reciclagem de plástico em Portugal está a ser “um falhanço” (até ao minuto 1:50) – SIC Notícias Antes de iniciares o visionamento, lê as questões. Em seguida, visiona, atentamente, duas vezes, e responde ao que é pedido. 1. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a frase, de acordo com o sentido da notícia. 1.1. Cada português produz, por ano, (3 pontos) (A) setenta quilos de lixo e recicla apenas sete. (B) sessenta quilos de lixo e pouco mais de sete são reciclados. (C) sessenta quilos de lixo e recicla muito mais de sete. 1.2. A meta de reciclagem é (3 pontos) (A) reciclar 12% de lixo em 2025. (B) reciclar 55% do lixo urbano em 2025. (C) reciclar 55% do plástico em 2025. 1.3. A Associação Zero defende o seguinte modelo de recolha de lixo: (3 pontos) (A) uma maior cobertura na colocação dos ecopontos. (B) uma maior aposta na separação das embalagens de plástico. (C) um modelo de recolha seletiva, que passa pela recolha porta a porta. 1.4. A ideia de que quem recicla será premiado significa que (3 pontos) (A) devolver garrafas de plástico corresponde a receber o dinheiro. (B) quanto mais plástico reciclar, mais plástico recebe. (C) quem reciclar mais plástico receberá mais dinheiro. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 1B Unidade – Texto não literário Avaliação: _______________
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    Teste de Avaliação1B Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 221 LEITURA [12 pontos] Parte A Observa a publicidade e responde às questões. Por cada passageiro que passa num aeroporto da ANA, são emitidas cerca de 24 toneladas de CO2e. Isto não inclui a eletricidade do aeroporto, as deslocações dos aviões e de veículos e o transporte dos passageiros para o terminal. Na ANA pensamos que 24 toneladas de carbono são uma bagagem demasiado pesada para o planeta. Por isso decidimos diminuí-la. Começámos por medir, em 2008, as nossas emissões de CO2e. E comprometemo-nos a reduzi-las em 10% até 2012 – trabalhando, principalmente, para melhorar a eficiência energética dos nossos aeroportos. A ANA está a fazer a sua parte. E conta consigo para fazer a sua. Os pequenos gestos contam. Usar os transportes públicos para chegar ao aeroporto. Transportar menos bagagem, ajudando a poupar combustível. Ou só levar para o avião revistas que conta realmente ler, são alguns exemplos do que pode fazer para ajudar. É
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    Teste de Avaliação1B 222 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 1. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a frase, de acordo com o sentido do texto. 1.1. A publicidade destina-se a (3 pontos) (A) promover viagens mais longas para destinos longínquos. (B) alertar para os perigos que envolvem as viagens de avião. (C) sensibilizar para a adoção de atitudes menos poluentes. 1.2. A imagem da publicidade tem a intenção de (3 pontos) (A) destacar a ideia do excesso de bagagem. (B) mostrar que há carrinhos para a bagagem. (C) revelar a diversidade de malas e sacos existentes. 1.3. O slogan “Vamos fazer juntos esta viagem. O destino: um planeta mais sustentável” (3 pontos) aponta para a ideia de (A) a empresa permitir ao utilizador a realização do objetivo visado. (B) colaboração entre a empresa e o utilizador para concretizar o objetivo visado. (C) dificuldade no percurso a realizar para se concretizar o objetivo visado. 2. Completa as afirmações que sintetizam as ideias do texto argumentativo, usando três (3 pontos) das expressões apresentadas abaixo. No texto argumentativo defende-se a ideia de que __________________ e todos os serviços relacionados são muito poluentes para __________________. Daqui surge o compromisso de procurar reduzir as emissões de CO2 e desafiam-se os viajantes a colaborar, reduzindo ___________________________ . (a) o aeroporto (b) os transportes aéreos (c) a bagagem (d) o planeta
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    Teste de Avaliação1B Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 223 LEITURA (26 pontos) Parte B Lê a crítica e consulta as notas de vocabulário. Hayao Miyazaki Salvar o planeta, um filme de cada vez De Nausicaa do Vale do Vento a A Viagem de Chihiro, o cineasta vem alimentando o imaginário com uma consciência ecológica que hoje é vital. Parte da sua filmografia está agora na Netflix. - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 - - - - 30 - Dizia-nos o secretário-geral da ONU, António Guterres, nas vésperas da Conferência da Ação Climática que organizou, que “a Natureza está zangada e está a devolver o golpe”. A frase caberia bem numa das cenas finais de Nausicaa do Vale do Vento, a longa-metragem de animação com que Hayao Miyazaki (Tóquio, 1941) inaugurou, em 1984, a filmografia dos Estúdios Ghibli. O mestre japonês do anime, que a maioria conhecerá pelo menos graças ao Óscar ganho em 2003 por A Viagem de Chihiro (2002), tem-nos legado, nas últimas décadas, uma obra cheia de reflexões sobre a conflituosa relação entre o Homem e a Natureza, com algumas pistas sobre o que podemos, nestes dias de emergência global, fazer para apaziguar1 um planeta do qual nos desligámos. Enquanto esperamos pelo próximo filme de Miyazaki, a Netflix conseguiu ultrapassar as reticências do génio japonês da animação em relação às plataformas de distribuição online e disponibilizou uma parte dos filmes produzidos pelos Estúdios Ghibli. As preocupações do realizador com o futuro da humanidade e do planeta entraram-nos casa adentro, quando a RTP nos pôs, semana a semana, a esperar para ver se Conan, o Rapaz do Futuro, e a sua amiga Lana (a rapariga de poderes telepáticos que comunicava com as gaivotas) impediam a humanidade, ou o que sobrava dela num planeta pós-apocalipse2 , de rebentar com o que restava da civilização. Em Nausicaa do Vale do Vento, num ambiente pós-apocalíptico2 , “mil anos depois do fim da civilização industrial”, o tempo parece imenso, mas terá sido insuficiente para que os humanos perdessem as suas tentações belicistas3 e a pulsão de controlo de uma natureza envenenada, onde só se pode circular com máscaras. A atmosfera irrespirável resulta de uma estratégia da própria Natureza para se proteger dos nossos ímpetos4 , enquanto, às escondidas, vai purificando através das árvores, o ar e a água. O filme volta a dar movimento a uma narrativa que nos coloca entre a pureza daquelas crianças e a sede de poder dos adultos que procuram a chave para aceder à cidade mítica, que mais parece uma árvore gigante no céu. É de novo um filme em que Miyazaki, acompanhado, na banda sonora, pelas composições magistrais de Joe Hisaishi, explora outra das suas grandes paixões, as máquinas voadoras. Eis-nos chegados a 2002, com A Viagem de Chihiro, a menina que vemos mudar de casa, triste, e tem de enfrentar os espíritos para salvar o país, numa viagem a um mundo paralelo, o de umas terras geridas por uma bruxa. Na verdade, e mais uma vez, tudo ali tem o sentido de questionar o nosso papel no mundo. Obrigada a trabalhar para a feiticeira, Chihiro salva um ser imundo, lavando-o, até perceber que era o espírito de um rio que os humanos poluíram. Abel Coentrão, Público, 19 de março de 2019 (texto adaptado). VOCABULÁRIO: 1 apaziguar: acalmar. 2 pós-apocalipse/pós-apocalíptico: após a destruição total. 3 belicistas: que procuram a luta, o conflito. 4 ímpetos: movimentos impulsivos, violentos.
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    Teste de Avaliação1B 224 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 1. Completa os tópicos que se seguem de acordo com o exemplo. (5 pontos) a. Objeto cultural alvo da crítica: filmes (anime) b. Títulos referidos:________________________________________________________________ c. Autor/realizador dos filmes: ______________________________________________________ 2. Assinala, com um X, os temas que os filmes de Miyazaki abordam. (4 pontos) (A) a distribuição de mensagens online. (B) o desejo humano de controlo da Natureza. (C) os problemas da ONU. (D) a ação protetora das crianças. (E) a vingança da Natureza. (F) o futuro do planeta. 3. Completa a afirmação. (6 pontos) 3.1. O subtítulo da crítica “Salvar o planeta, um filme de cada vez” significa que o realizador ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ 4. Retira do texto, entre as linhas 17 e 26, duas expressões que revelam a opinião positiva (6 pontos) que o autor da crítica tem sobre os filmes. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 5. Associa cada um dos tópicos da coluna A aos aspetos referidos pelo crítico na coluna B. (5 pontos) Coluna A Coluna B A. Obra de Miyazaki 1. Disponibilização de parte da obra do autor. B. Opção da Netflix 2. Reflexões sobre a relação de conflito do Homem com a Natureza. C. Banda sonora de Nausicaa do Vale do Vento 3. Resultado excecional.
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    Teste de Avaliação1B Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 225 GRAMÁTICA [20 pontos] 1. Seleciona a forma verbal correta de acordo com os tempos e modos indicados entre (5 pontos) parênteses a. Ontem, nós fomos/vamos (pretérito perfeito simples do indicativo) à exposição de banda desenhada. b. Talvez tu não podes/possas (presente do conjuntivo) ler este livro. c. Eles têm/tinham (pretérito imperfeito do indicativo) tempo para concluir a leitura. d. Se nós falamos/falássemos (pretérito imperfeito do conjuntivo) com o autor, ele vinha. e. O autor desenhara/desenhará (pretérito mais-que-perfeito do indicativo) uma história de ação. 2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada frase (2.1 e 2.2). 2.1. A única frase que inclui um advérbio de lugar é (4,5 pontos) (A) Foi nesta sala que lançaram o livro. (B) Naquele lugar lançaram um livro. (C) Cá ninguém conhece o livro. 2.2. A única frase que inclui um advérbio de inclusão é (4,5 pontos) (A) Ninguém foi à exposição. (B) Nem o João foi à exposição. (C) Até o João foi à exposição. 3. Identifica a classe e subclasse das palavras sublinhadas, a partir das propostas que (6 pontos) te são dadas. pronome indefinido ͻ determinante possessivo ͻ adjetivo qualificativo determinante indefinido ͻ advérbio de tempo ͻ nome comum O livro premiado foi um sucesso. Todos compraram um exemplar de cada edição. A sua história era sobre um herói que amanhã todos conheceriam. _________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________
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    Teste de Avaliação1B 226 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA ESCRITA [30 pontos] Do teu ponto de vista, a banda desenhada (BD) é um tipo de leitura interessante ou preferes outros géneros? Escreve um texto de opinião bem estruturado, com um mínimo de 80 e um máximo de 140 palavras, em que defendas o teu ponto de vista. O teu texto deve incluir: ԟ a apresentação do teu ponto de vista; ԟ a explicitação de, pelo menos, duas razões que justifiquem o teu ponto de vista; ԟ uma breve conclusão. A meu ver ______________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ Em primeiro lugar, ____________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ Em segundo lugar, ____________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ Em suma/concluindo, _________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ FIM
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    Teste de Avaliação1 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 227 Soluções – Teste de Avaliação 1 ͻ VERSÃO A ͻ ORALIDADE – COMPREENSÃO 1.1 (B) 1.2 (B) 1.3 (C) 1.4 (A) LEITURA – PARTE A 1.1 (C) 1.2 (A) 1.3 (B) 2. (b), (d), (c) LEITURA – PARTE B 1. Trata-se de uma apreciação crítica a algumas obras de Hayao Miyzaki, um realizador japonês de anime, autor de filmes de animação como Nausicaa do Vale do Vento, Conan, o Rapaz do Futuro e A Viagem de Chihiro. 2. (B), (D), (E), (F) 3. O subtítulo aponta para o tema central de cada um dos filmes de animação de Hayao Miyazaki, que se preocupa com a ação humana de destruição da Natureza e com as formas de salvar o planeta e o futuro da Humanidade. 4. O autor da crítica destaca os temas ambientais relacionados com a destruição da Natureza, a ação destruidora dos adultos que se preocupam em manter o poder e a ação das crianças para salvar o mundo ou os locais onde habitam. 5. A – 2; B – 1; C – 3 GRAMÁTICA 1. a. fomos; b. possas; c. tinham; d. falássemos; e. tinha desenhado. 2. A – 2; B – 3; C – 1 3.1 (D) 3.2 (C) 4. “premiado”: adjetivo qualificativo; “Todos”: pronome indefinido; “cada”: determinante indefinido; “sua”: determinante possessivo; “história”: nome comum; “amanhã”: advérbio de tempo. ESCRITA A meu ver, a banda desenhada é um tipo de leitura interessante que todos devemos conhecer. Em primeiro lugar, porque a forma de contar a história é diferente, pois envolve texto e imagens, o que torna a ação mais interessante e motivadora porque podemos ver o nossos heróis e os seus inimigos em lugar de nos limitarmos a imaginá-los. Esta forma de ler pode também ser importante para quem tem dificuldades em ler textos mais densos. Em segundo lugar, porque é motivador ler um livro com ilustrações, porque as imagens também contam partes da história, descrevem personagens e situações e contribuem para que a ação seja viva. Esta opção é enriquecedora, pois a história contada vai além do texto e, por vezes, nem necessita dele. (147 palavras) ͻ VERSÃO B ͻ ORALIDADE – COMPREENSÃO 1.1 (B) 1.2 (B) 1.3 (C) 1.4 (A) LEITURA – PARTE A 1.1 (C) 1.2 (A) 1.3 (B) 2. (b), (d), (c) LEITURA – PARTE B 1. b. Nausicaa do Vale do Vento, Conan, o Rapaz do Futuro e A Viagem de Chihiro; c. Hayao Miyzaki. 2. (B), (D), (E), (F) 3.1 (sugestões) … vai alertando para as diferentes ameaças que o planeta enfrenta; pretende que os seus filmes contribuam para salvar o planeta... 4. Por exemplo: “composições magistrais de Joe Hisaishi” (l. 25); “explora outra das suas grandes paixões, as máquinas voadoras.” (ll. 25-26). 5. A – 2; B – 1; C – 3 GRAMÁTICA 1. a. fomos; b. possas; c. tinham; d. falássemos; e. tinha desenhado. 2.1 (C) 2.2 (C) 3. “premiado”: adjetivo qualificativo; “Todos”: pronome indefinido; “cada”: determinante indefinido; “sua”: determinante possessivo; “história”: nome comum; “amanhã”: advérbio de tempo. ESCRITA A meu ver, a banda desenhada é um tipo de leitura interessante que todos devemos conhecer. Em primeiro lugar, porque a forma de contar a história é diferente, pois envolve texto e imagens, o que torna a ação mais interessante e motivadora porque podemos ver o nossos heróis e os seus inimigos em lugar de nos limitarmos a imaginá-los. Em segundo lugar, porque é motivador ler um livro com ilustrações, porque as imagens também contam partes da história, descrevem personagens e situações e contribuem para que a ação seja viva. Esta opção é enriquecedora, pois a história contada vai além do texto e, por vezes, nem necessita dele. Em suma, a banda desenhada é um género muito interessante, que deve ser lido, pois explora outras formas de contar uma história. (130 palavras)
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    228 Teste de Avaliação1 – Grelhas T ESTE 1 Versão A Oralidade Leitura – Parte A Leitura – Parte B Gramática Escrita Total Questão/Cotação 1.1 1.2 1.3 1.4 Subtotal 1.1 1.2 1.3 2 Subtotal 1 2 3 4 5 Subtotal 1 2 3.1 3.2 4 Subtotal Alunos 3 3 3 3 12 3 3 3 3 12 5 4 6 6 5 26 5 3 3 3 6 20 30 100
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    229 Teste de Avaliação1 – Grelhas T ESTE 1 Versão B Oralidade Leitura – Parte A Leitura – Parte B Gramática Escrita Total Questão/Cotação 1.1 1.2 1.3 1.4 Subtotal 1.1 1.2 1.3 2 Subtotal 1 2 3.1 4 5 Subtotal 1 2.1 2.2 3 Subtotal Alunos 3 3 3 3 12 3 3 3 3 12 5 4 6 6 5 26 5 4,5 4,5 6 20 30 100
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    Teste de Avaliação2 – Matriz (versão A) Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 231 .ͻ VERSÃO A ͻ. Escola Matriz do teste n. o 2 (versão A) – Português 7. o ano Data do teste Turma Duração do teste Unidade Unidade 2 – Texto narrativo – O Cavaleiro da Dinamarca Domínios Conteúdos Estrutura / tipologia de questões Cotação Oralidade Texto de informação / divulgação Itens de seleção - escolha múltipla 12 Leitura Biografia - sentido global - assunto - dados biográficos Itens de seleção - escolha múltipla 12 Educação Literária O Cavaleiro da Dinamarca - ideias principais - caracterização de personagens - identificação de factos - identificação de recursos expressivos - interpretação Itens de seleção - escolha múltipla Itens de construção - resposta curta Itens de associação 26 Gramática Funções sintáticas - modificador do grupo verbal - modificador do nome (apositivo e restritivo) Formação de palavras Classes de palavras - preposição e locução prepositiva Itens de associação Itens de seleção - escolha múltipla Itens de construção - resposta curta 20 Escrita Biografia - respeito pelo tema e pelas marcas do género - construção de parágrafos - estrutura do texto Texto longo 30 O Professor ___________________________________________ Data _____________
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    Teste de Avaliação2A 232 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA .ͻ VERSÃO A ͻ. ORALIDADE – COMPREENSÃO [12 pontos] Para responderes aos itens que se seguem, vais ouvir a apresentação do livro Viagens, de Marco Polo. Áudio: “Viagens”, de Marco Polo, TSF Antes de iniciares a audição, lê as questões. Em seguida, ouve, atentamente, duas vezes, e responde ao que é pedido. 1. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a frase, de acordo com o sentido do texto. 1.1. O livro de viagens de Marco Polo é muito importante porque (3 pontos) (A) contou como era viajar por mar da Europa para o Oriente. (B) foi o primeiro a dar a conhecer um pouco da China na Europa. (C) mostrou à China e ao Oriente como era a vida na Europa. 1.2. O livro de viagens foi escrito por (3 pontos) (A) Marco Polo, que era um comerciante de Veneza. (B) várias pessoas, entre as quais Marco Polo. (C) um companheiro de prisão de Marco Polo. 1.3. O livro conta histórias recolhidas (3 pontos) (A) ao longo de vinte e quatro anos de viagens. (B) a partir do relato de um imperador amigo de Marco Polo. (C) com base em relatos de habitantes de várias partes do Oriente. 1.4. Um dos costumes relatados no livro (3 pontos) (A) é o casamento de filhos falecidos, entre os Tártaros. (B) corresponde às festas dedicadas ao outro mundo pelos Tártaros. (C) é o casamento de um filho falecido com uma jovem de uma família próxima. 2A Unidade 2 – Texto narrativo – O Cavaleiro da Dinamarca Avaliação: _______________
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    Teste de Avaliação2A Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 233 LEITURA [12 pontos] Lê as biografias dos quatro jovens e responde às questões. Figuras célebres PEQUENOS (GRANDES) GÉNIOS INSPIRADORES - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 - - - - 30 LOUIS BRAILLE (1809-1852) Louis Braille tinha apenas três anos quando um acidente o fez perder a visão. Aos 12 anos, enquanto estudava no Royal Institute for Blind Youth, começou a trabalhar num sistema de leitura baseado em relevo, que facilitaria a leitura do alfabeto por pessoas cegas. Assim, aos 15 anos apresentou o Braille, uma linguagem de leitura e escrita que se mantém praticamente inalterada há 200 anos e que já mudou a vida de milhões de invisuais. RYAN HRELJAC (1991- ) Ryan Hreljac tinha apenas seis anos quando descobriu que muitas crianças no continente africano não tinham acesso a água potável. Em 1998, com a ajuda de familiares e amigos, conseguiu juntar parte do dinheiro necessário para construir um poço que foi aberto em 1999 numa escola no Uganda. No mesmo ano, foi criada a Ryan’s Well Foundation, que trabalha pelo acesso a água potável no mundo. Até hoje, foram construídos mais de 800 projetos e quase 800 mil pessoas foram beneficiadas pela fundação. WILLIAM KAMKWAMBA (1987- ) Entre 2000 e 2002, Malawi (país africano) passava por uma grande seca. Foi então que William Kamkwamba, um rapaz de 14 anos, construiu um moinho com um sistema de captação de energia eólica com lixo e dois livros de física. Depois de ser obrigado a sair da escola pela pobreza que os seus pais estavam a passar como agricultores, William continuou a visitar a biblioteca na qual encontrou dois livros que mudaram a sua vida. Com o objetivo de replicar o que tinha visto, com alguns destroços de lixo conseguiu irrigar a plantação do pai, aumentar a colheita e mudar a sua vida e a da população. MALALA YOUSAFZAI (1997- ) Em 2007, a cidade de Mingora, no Paquistão, foi ocupada pelos radicais talibãs e, a partir daí, as raparigas deixaram de poder ir à escola e de participar em atividades culturais. Revoltada com a situação, Malala Yousafzai, com apenas 11 anos, denunciou os abusos praticados pelos talibãs contra raparigas e mulheres. Aos poucos, a sua voz começou a ser ouvida no mundo e, por isso, aos 15 anos, foi baleada na cabeça, mas conseguiu sobreviver. Transferida para o Reino Unido, a voz de Malala ganhou ainda mais força e tornou-se a porta-voz pela educação de raparigas e mulheres pelo mundo com a icónica frase “Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo.” - - - - 35 - - - - 40 - - - - 45 - - - - 50 - - - - 55 - - - - 60 - - - Expressinho, separata do jornal Expresso, edição de 1 de junho de 2020.
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    Teste de Avaliação2A 234 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 1. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a frase, de acordo com o sentido do texto. 1.1. O sistema de leitura Braille foi (3 pontos) (A) desenvolvido por Louis aos três anos. (B) desenvolvido por Louis após ter ficado cego. (C) uma forma de Louis esquecer o acidente. (D) desenvolvido por Louis aos 15 anos. 1.2. Hreljac dedica-se a (3 pontos) (A) ajudar crianças no Uganda. (B) fornecer água potável por todo o planeta. (C) construir poços no Uganda. (D) fornecer água potável a escolas. 1.3. O sistema de Kamkwamba foi construído a partir (3 pontos) (A) do que aprendeu na escola. (B) do que lhe ensinaram os pais agricultores. (C) das tradições do Malawi. (D) das leituras feitas na biblioteca. 1.4. As denúncias de Malala no Paquistão (3 pontos) (A) relacionam-se com os abusos sofridos pelo género feminino. (B) procuravam uma forma de acabar com o regime talibã. (C) pretendiam juntar dinheiro para ajudar raparigas. (D) visavam promover a sua partida para o Reino Unido.
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    Teste de Avaliação2A Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 235 EDUCAÇÃO LITERÁRIA [26 pontos] Lê o excerto e consulta a nota de vocabulário. O Cavaleiro da Dinamarca - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 - - - - 30 - - - 35 - വ Quando Dante tinha nove anos de idade, viu um dia na rua uma rapariguinha, tão jovem como ele, e que se chamava Beatriz. Beatriz era a criança mais bela de Florença: os seus olhos eram verdes e brilhantes, o seu pescoço alto e fino, os seus cabelos leves e loiros, trémulos sob a brisa. E caminhava com ar tão puro, tão grave e tão honesto que lembrava as madonas1 que estão pintadas nas nossas igrejas. Dante amou-a desde essa idade e desde esse primeiro encontro. Mas passados anos, em plena juventude, Beatriz morreu. Esta morte foi o tormento de Dante. Então, para esquecer o seu desgosto, começou uma vida de loucuras e erros. Até que um dia, numa Sexta-Feira Santa, a 8 de abril do ano de 1300, se encontrou perdido no meio duma floresta escura e selvagem. Aí lhe apareceram um leopardo, um leão e uma loba. Dante olhou então à roda de si e viu passar uma sombra. Ele chamou-a em seu auxílio e a sombra disse-lhe: “Sou a sombra de Virgílio, o poeta morto há mais de mil anos, e venho da parte de Beatriz para te guiar até ao lugar onde ela te espera.” Dante seguiu Virgílio. Primeiro passaram sob a porta do Inferno onde está escrito: “Vós que entrais deixai toda a esperança”. Depois atravessaram os nove círculos onde estão os condenados. Viram aqueles que estão cobertos por chuvas de lama, viram os que são eternamente arrastados em tempestades de vento, viram os que moram dentro do fogo e viram os traidores presos em lagos de gelo. Por toda a parte se erguiam monstros e demónios, e Dante agarrava-se a Virgílio tremendo de terror. E por toda a parte reinava a escuridão como numa mina. Pois era ali um reino subterrâneo, sem Sol, sem Lua e sem estrelas, iluminado apenas pelas chamas infernais. Depois de terem percorrido todos os abismos do Inferno voltaram à luz do Sol e chegaram ao Purgatório, que é um monte no meio duma ilha subindo para o céu. Aí Dante e Virgílio viram as almas que através de penitências e preces vão a caminho do Paraíso. Neste lugar já não se viam demónios, mas em cada nova estrada surgiam anjos brilhantes como estrelas. Até que chegaram ao Paraíso Terrestre, que fica no cimo do monte do Purgatório. Aí, entre relvas, bosques, fontes e flores, Dante tornou a ver Beatriz. Trazia na cabeça um véu branco cingido de oliveira: os seus ombros estavam cobertos por um manto verde e o seu vestido era da cor da chama viva. Vinha num carro puxado por um estranho animal metade leão e metade pássaro. വ ĂŶƚĞവĚŝƐƐĞĞůĂവ͕ŵĂŶĚĞŝ-te chamar para te curar dos teus erros e pecados. Já viste o que sofrem as almas do Inferno e já viste as grandes penitências daqueles que estão no Purgatório. Agora vou-te levar comigo ao Céu para que vejas a felicidade e a alegria dos bons e dos justos. Guiado por Beatriz, o poeta atravessou os nove círculos do Céu. Caminharam entre estrelas e planetas rodeados de anjos e cânticos. E viram as almas dos justos cheias de glória e de alegria. Quando chegaram ao décimo Céu, Beatriz despediu-se do seu amigo e disse-lhe: വ Volta à terra e escreve num livro todas estas coisas que viste. Assim ensinarás os homens a detestarem o mal e a desejarem o bem. Sophia de Mello Breyner Andresen, O Cavaleiro da Dinamarca, Porto, Porto Editora, 2017, pp. 26-30. VOCABULÁRIO: 1 madonas: representações da Virgem Maria.
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    Teste de Avaliação2A 236 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 1. Explica, por palavras tuas, o que conduziu Dante a uma vida de loucura e de erros. (5 pontos) ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 2. Beatriz desempenha dois papéis em momentos diferentes: antes da morte e depois (6 pontos) da morte. Indica-os e explica a sua relação com o tipo de vida levado por Dante. Segue os passos para a tua resposta: 1 വŝŶĚŝĐĂŽƉĂƉĞůĚĞĞĂƚƌŝnjĂŶƚĞƐĚĂƐƵĂŵŽƌƚĞ͖ 2 വ ŝŶĚŝĐĂŽƉĂƉĞůĚĞĞĂƚƌŝnjĚĞƉŽŝƐĚĂƐƵĂŵŽƌƚĞ͖ 3 വ apresenta a relação que ambos os papéis têm com o tipo de vida levado por Dante. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 3. Indica se as afirmações seguintes são verdadeiras ou falsas, de acordo com o texto. (3 pontos) (A) O Inferno tem nove círculos. (B) No Inferno existe a luz da Lua. (C) O Purgatório corresponde ao Céu. (D) No Purgatório não há monstros. (E) O Paraíso situa-se num local elevado. (F) O Céu é composto por dez círculos. 4. Associa as várias fases vividas por Dante, na coluna A, aos sentimentos que a (3 pontos) personagem experimenta, na coluna B. Coluna A Coluna B A. Primeiro encontro com Beatriz B. Morte de Beatriz C. Descida aos Infernos 1. Desejo de vingança 2. Tristeza 3. Terror 4. Curiosidade 5. Amor 5. Assinala, com um X, a opção que completa corretamente a frase. (3 pontos) O recurso expressivo presente em «lembrava as madonas que estão pintadas nas nossas igrejas» (linhas 4-5) é uma A. metáfora. B. enumeração. C. comparação. D. personificação. 6. Apresenta os dois objetivos de Beatriz que a levaram a chamar Dante ao Paraíso. (6 pontos) ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________
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    Teste de Avaliação2A Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 237 GRAMÁTICA [20 pontos] 1. Associa a expressão sublinhada na coluna A à sua função sintática na coluna B. (4 pontos) Coluna A Coluna B A. Beatriz, jovem e bela, despertou a atenção de Dante. B. Numa sexta-feira santa, Dante perdeu-se na floresta. C. Anjos brilhantes surgiam no Purgatório. D. Dante encontrou Beatriz no Paraíso. 1. Modificador do grupo verbal 2. Modificador do nome restritivo 3. Modificador do nome apositivo 2. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a afirmação 2.1. A única palavra formada por prefixação é (3 pontos) (A) interessante. (B) invejoso. (C) incrédulo. (D) início. 2.2. A única palavra que não é formada por composição é (3 pontos) (A) extraterrestre. (B) subterrâneo. (C) sexta-feira. (D) amor-perfeito. 3. Identifica as preposições simples e/ou contraídas e locuções prepositivas presentes no (10 pontos) excerto que se segue. Dante seguiu Virgílio para se encontrar com Beatriz. Caminharam em direção ao Inferno. No Purgatório viram as almas penitentes. Foram, então, ao encontro de Beatriz. Preposições Locuções prepositivas
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    Teste de Avaliação2A 238 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA ESCRITA (30 pontos) Redige a biografia de Dante com base nas informações constantes do quadro abaixo. Apresenta um texto de 120 a 180 palavras. ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ FIM x Maio de 1265 വ Nasce em Florença, Itália. x 1274 വ Conhece Beatriz. Apaixona-se por Beatriz e ela passa a ser a sua musa inspiradora. x 1277 വ Casa com Gemma Donati, por ordem da família. x 1281 വ Reencontra Beatriz. Escreve-lhe os primeiros poemas de amor. x 1290 വ Beatriz morre. Contudo, continua a inspirar a poesia de Dante. x 1302 വ Expulso de Florença por razões políticas, vive entre Verona, Bolonha e Ravena. x Setembro de 1321 – Morre em Ravena, Itália.
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    Teste de Avaliação2 – Matriz (versão B) Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 239 .ͻ VERSÃO B ͻ. Escola Matriz do teste n. o 2 (versão B) – Português 7. o ano Data do teste Turma Duração do teste Unidade Unidade 2 – Texto narrativo – O Cavaleiro da Dinamarca Domínios Conteúdos Estrutura / tipologia de questões Cotação Oralidade Texto de informação / divulgação Itens de seleção - escolha múltipla 12 Leitura Biografia - sentido global - assunto - dados biográficos Itens de seleção - escolha múltipla 12 Educação Literária O Cavaleiro da Dinamarca - ideias principais - caracterização de personagens - identificação de factos - identificação de recursos expressivos - interpretação Itens de seleção - verdadeiro ou falso Itens de construção - resposta curta Itens de associação 26 Gramática Funções sintáticas: ԟ ŵŽĚŝĨŝĐĂĚŽƌĚŽŐƌƵƉŽǀĞƌďĂů͖ ԟ modificador do nome (apositivo e restritivo) Formação de palavras Classes de palavras - preposição e locução prepositiva Itens de associação Itens de seleção - escolha múltipla Itens de construção - resposta curta 20 Escrita Biografia - respeito pelo tema e pelas marcas do género - construção de parágrafos - estrutura do texto Texto longo 30 O Professor ___________________________________________ Data _____________
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    Teste de Avaliação2B 240 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA .ͻ VERSÃO B ͻ. ORALIDADE – COMPREENSÃO [12 pontos] Para responderes aos itens que se seguem, vais ouvir a apresentação do livro Viagens, de Marco Polo. Áudio: “Viagens”, de Marco Polo, TSF Antes de iniciares a audição, lê as questões. Em seguida, ouve, atentamente, duas vezes, e responde ao que é pedido. 1. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a frase, de acordo com o sentido do texto. 1.1. O livro de viagens de Marco Polo é muito importante porque (3 pontos) (A) contou como era viajar por mar da Europa para Oriente. (B) foi o primeiro a dar a conhecer um pouco da China na Europa. (C) mostrou à China e ao Oriente como era a vida na Europa. 1.2. O livro de viagens foi escrito por (3 pontos) (A) Marco Polo, que era um comerciante de Veneza. (B) várias pessoas, entre as quais Marco Polo. (C) um companheiro de prisão de Marco Polo. 1.3. O livro conta histórias recolhidas (3 pontos) (A) ao longo de vinte e quatro anos de viagens. (B) a partir do relato de um imperador amigo de Marco Polo. (C) com base em relatos de habitantes de várias partes do Oriente. 1.4. Um dos costumes relatados no livro (3 pontos) (A) é o casamento de filhos falecidos, entre os Tártaros. (B) corresponde às festas dedicadas ao outro mundo pelos Tártaros. (C) é o casamento de um filho falecido com uma jovem de uma família próxima. 2B Unidade 2 – Texto narrativo – O Cavaleiro da Dinamarca Avaliação: _______________
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    Teste de Avaliação2B Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 241 LEITURA [12 pontos] Observa a publicidade e responde às questões. Figuras célebres PEQUENOS (GRANDES) GÉNIOS INSPIRADORES - - - - 5 - - - - 10 - - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 - - - - 30 LOUIS BRAILLE (1809-1852) Louis Braille tinha apenas três anos quando um acidente o fez perder a visão. Aos 12 anos, enquanto estudava no Royal Institute for Blind Youth, começou a trabalhar num sistema de leitura baseado em relevo, que facilitaria a leitura do alfabeto por pessoas cegas. Assim, aos 15 anos apresentou o Braille, uma linguagem de leitura e escrita que se mantém praticamente inalterada há 200 anos e que já mudou a vida de milhões de invisuais. RYAN HRELJAC (1991- ) Ryan Hreljac tinha apenas seis anos quando descobriu que muitas crianças no continente africano não tinham acesso a água potável. Em 1998, com a ajuda de familiares e amigos, conseguiu juntar parte do dinheiro necessário para construir um poço que foi aberto em 1999 numa escola no Uganda. No mesmo ano, foi criada a Ryan’s Well Foundation, que trabalha pelo acesso a água potável no mundo. Até hoje, foram construídos mais de 800 projetos e quase 800 mil pessoas foram beneficiadas pela fundação. WILLIAM KAMKWAMBA (1987- ) Entre 2000 e 2002, Malawi (país africano) passava por uma grande seca. Foi então que William Kamkwamba, um rapaz de 14 anos, construiu um moinho com um sistema de captação de energia eólica com lixo e dois livros de física. Depois de ser obrigado a sair da escola pela pobreza que os seus pais estavam a passar como agricultores, William continuou a visitar a biblioteca na qual encontrou dois livros que mudaram a sua vida. Com o objetivo de replicar o que tinha visto, com alguns destroços de lixo conseguiu irrigar a plantação do pai, aumentar a colheita e mudar a sua vida e a da população. MALALA YOUSAFZAI (1997- ) Em 2007, a cidade de Mingora, no Paquistão, foi ocupada pelos radicais talibãs e, a partir daí, as raparigas deixaram de poder ir à escola e de participar em atividades culturais. Revoltada com a situação, Malala Yousafzai, com apenas 11 anos, denunciou os abusos praticados pelos talibãs contra raparigas e mulheres. Aos poucos, a sua voz começou a ser ouvida no mundo e, por isso, aos 15 anos, foi baleada na cabeça, mas conseguiu sobreviver. Transferida para o Reino Unido, a voz de Malala ganhou ainda mais força e tornou-se a porta-voz pela educação de raparigas e mulheres pelo mundo com a icónica frase “Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo.” - - - - 35 - - - - 40 - - - - 45 - - - - 50 - - - - 55 - - - - 60 - - - Expressinho, separata do jornal Expresso, edição de 1 de junho de 2020.
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    Teste de Avaliação2B 242 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 1. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a frase, de acordo com o sentido do texto. 1.1. O sistema de leitura Braille foi (3 pontos) (A) desenvolvido por Louis aos três anos. (B) desenvolvido por Louis após ter ficado cego. (C) uma forma de Louis esquecer o acidente. 1.2. Hreljac dedica-se a (3 pontos) (A) ajudar crianças no Uganda. (B) fornecer água potável por todo o planeta. (C) construir poços no Uganda. 1.3. O sistema de Kamkwamba foi construído a partir (3 pontos) (A) do que lhe ensinaram os pais agricultores. (B) das tradições do Malawi. (C) das leituras feitas na biblioteca. 1.4. As denúncias de Malala no Paquistão (3 pontos) (A) relacionam-se com os abusos sofridos pelo género feminino. (B) procuravam uma forma de acabar com o regime talibã. (C) pretendiam juntar dinheiro para ajudar raparigas.
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    Teste de Avaliação2B Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 243 EDUCAÇÃO LITERÁRIA [26 pontos] Lê o excerto e consulta as notas de vocabulário. O Cavaleiro da Dinamarca - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 - - - - 30 - - - 35 - വ Quando Dante tinha nove anos de idade, viu um dia na rua uma rapariguinha, tão jovem como ele, e que se chamava Beatriz. Beatriz era a criança mais bela de Florença: os seus olhos eram verdes e brilhantes, o seu pescoço alto e fino, os seus cabelos leves e loiros, trémulos sob a brisa. E caminhava com ar tão puro, tão grave e tão honesto que lembrava as madonas1 que estão pintadas nas nossas igrejas. Dante amou-a desde essa idade e desde esse primeiro encontro. Mas passados anos, em plena juventude, Beatriz morreu. Esta morte foi o tormento de Dante. Então, para esquecer o seu desgosto, começou uma vida de loucuras e erros. Até que um dia, numa Sexta-Feira Santa, a 8 de abril do ano de 1300, se encontrou perdido no meio duma floresta escura e selvagem. Aí lhe apareceram um leopardo, um leão e uma loba. Dante olhou então à roda de si e viu passar uma sombra. Ele chamou-a em seu auxílio e a sombra disse-lhe: വ “Sou a sombra de Virgílio, o poeta morto há mais de mil anos, e venho da parte de Beatriz para te guiar até ao lugar onde ela te espera.” Dante seguiu Virgílio. Primeiro passaram sob a porta do Inferno onde está escrito: “Vós que entrais deixai toda a esperança”. Depois atravessaram os nove círculos onde estão os condenados. Viram aqueles que estão cobertos por chuvas de lama, viram os que são eternamente arrastados em tempestades de vento, viram os que moram dentro do fogo e viram os traidores presos em lagos de gelo. Por toda a parte se erguiam monstros e demónios, e Dante agarrava-se a Virgílio tremendo de terror. E por toda a parte reinava a escuridão como numa mina. Pois era ali um reino subterrâneo, sem Sol, sem Lua e sem estrelas, iluminado apenas pelas chamas infernais. Depois de terem percorrido todos os abismos do Inferno voltaram à luz do Sol e chegaram ao Purgatório, que é um monte no meio duma ilha subindo para o céu. Aí Dante e Virgílio viram as almas que através de penitências e preces vão a caminho do Paraíso. Neste lugar já não se viam demónios, mas em cada nova estrada surgiam anjos brilhantes como estrelas. Até que chegaram ao Paraíso Terrestre, que fica no cimo do monte do Purgatório. Aí, entre relvas, bosques, fontes e flores, Dante tornou a ver Beatriz. Trazia na cabeça um véu branco cingido de oliveira: os seus ombros estavam cobertos por um manto verde e o seu vestido era da cor da chama viva. Vinha num carro puxado por um estranho animal metade leão e metade pássaro. വ ĂŶƚĞവĚŝƐƐĞĞůĂവ͕ŵĂŶĚĞŝ-te chamar para te curar dos teus erros e pecados. Já viste o que sofrem as almas do Inferno e já viste as grandes penitências daqueles que estão no Purgatório. Agora vou-te levar comigo ao Céu para que vejas a felicidade e a alegria dos bons e dos justos. Guiado por Beatriz, o poeta atravessou os nove círculos do Céu. Caminharam entre estrelas e planetas rodeados de anjos e cânticos. E viram as almas dos justos cheias de glória e de alegria. Quando chegaram ao décimo Céu, Beatriz despediu-se do seu amigo e disse-lhe: വ Volta à terra e escreve num livro todas estas coisas que viste. Assim ensinarás os homens a detestarem o mal e a desejarem o bem. Sophia de Mello Breyner Andresen, O Cavaleiro da Dinamarca, Porto, Porto Editora, 2017, pp. 26-30. VOCABULÁRIO: 1 madonas: representações da Virgem Maria.
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    Teste de Avaliação2B 244 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 1. Transcreve, entre as linhas 1 e 5, as expressões usadas para caracterizar Beatriz. (5 pontos) ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 2. Indica o acontecimento que alterou para sempre a vida de Dante. (6 pontos) ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 3. Indica se as afirmações seguintes são verdadeiras ou falsas, de acordo com o texto. (6 pontos) (A) O Inferno tem nove círculos. (B) No Inferno existe a luz da Lua. (C) O Purgatório corresponde ao Céu. (D) No Purgatório não há monstros. (E) O Paraíso situa-se num local elevado. (F) O Céu é composto por dez círculos. 4. Associa as várias fases vividas por Dante, na coluna A, aos sentimentos que a (3 pontos) personagem experimenta, na coluna B. Coluna A Coluna B A. Primeiro encontro com Beatriz B. Morte de Beatriz C. Descida aos Infernos 1. Tristeza 2. Terror 3. Amor 5. Apresenta o pedido que Beatriz fez a Dante, depois de lhe mostrar o Paraíso. (6 pontos) ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________
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    Teste de Avaliação2B Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 245 GRAMÁTICA [20 pontos] 1. Associa a expressão sublinhada na coluna A à sua função sintática na coluna B. (4 pontos) Coluna A Coluna B A. Beatriz, jovem e bela, despertou a atenção de Dante. B. Numa sexta-feira santa, Dante perdeu-se na floresta. C. Anjos brilhantes surgiam no Purgatório. D. Dante encontrou Beatriz no Paraíso. 1. Modificador do grupo verbal (associado ao verbo) 2. Modificador do nome restritivo (associado ao nome, sem vírgulas) 3. Modificador do nome apositivo (associado ao nome, com vírgulas) 2. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a afirmação. 2.1. A única palavra formada por prefixação (ex.: impossível = in (prefixo) + possível) é (3 pontos) (A) interessante. (B) invejoso. (C) incrédulo. (D) início. 2.2. A única palavra que não é formada por composição (composta por 2 ou mais (3 pontos) palavras ou por radicais) é (A) extraterrestre. (B) subterrâneo. (C) sexta-feira. (D) amor-perfeito. 3. Identifica as preposições simples e/ou contraídas e locuções prepositivas presentes no (10 pontos) excerto que se segue. Dante seguiu Virgílio para se encontrar com Beatriz. Caminharam em direção ao Inferno. No Purgatório viram as almas penitentes. Foram, então, ao encontro de Beatriz. Preposições Locuções prepositivas
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    Teste de Avaliação2B 246 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA ESCRITA [30 pontos] Redige a biografia de Dantes com base nas informações constantes do quadro abaixo. Apresenta um texto de 120 a 180 palavras. Dante nasceu em _________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ Reencontrou Beatriz em ___________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ Em 1302, foi expulso ______________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ FIM x Maio de 1265 വ Nasce em Florença, Itália. x 1274 വ Conhece Beatriz. Apaixona-se por Beatriz e ela passa a ser a sua musa inspiradora. x 1277 വ Casa com Gemma Donati, por ordem da família. x 1281 വ Reencontra Beatriz. Escreve-lhe os primeiros poemas de amor. x 1290 വ Beatriz morre. Contudo, continua a inspirar a poesia de Dante. x 1302 വ Expulso de Florença por razões políticas, vive entre Verona, Bolonha e Ravena. x Setembro de 1321 – Morre em Ravena, Itália.
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    Teste de Avaliação2 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 247 Soluções - Teste de Avaliação 2 ͻ VERSÃO A ͻ ORALIDADE – COMPREENSÃO 1.1 (B) 1.2 (C) 1.3 (A) 1.4 (A) LEITURA 1.1 (B) 1.2 (B) 1.3 (D) 1.4 (A) EDUCAÇÃO – LITERÁRIA 1. Dante optou por este tipo de vida como tentativa de esquecer a dor provocada pela morte de Beatriz, que ele amava muito. 2. Antes da sua morte, Beatriz é a menina/jovem por quem Dante se apaixona. Depois da sua morte, Beatriz é a conselheira e orientadora de Dante. Num primeiro momento, ela é a responsável pela vida de perdição de Dante. Num segundo momento, ela vai salvá-lo da vida de erros que leva. 3. a. s͖b. ͖c. ͖d. s͖e. s͖f. V 4. A – ϱ͖– Ϯ͖– 3 5. (C) 6. Por um lado, Beatriz queria ajudar Dante a abandonar a vida de perdição que ele levava. Por outro, ela queria dar-lhe a missão de levar os homens a não quererem o mal e a procurarem o bem. GRAMÁTICA 1. A – ϯ͖– ϭ͖– Ϯ͖– 1 2.1 (C) 2.2 (B) 3. Preposições simples/contraídas: para, com, no. Locuções prepositivas͗ Ğŵ ĚŝƌĞĕĆŽ ĂŽ͖ ĂŽ encontro de. ESCRITA Dante nasceu em Florença, em maio de 1265. Com apenas 9 anos, conheceu, em 1274, Beatriz, a sua musa inspiradora. Ela foi a paixão da sua vida. Porém, em 1277, foi obrigado pela família a casar-se com Gemma Donati. Reencontrou Beatriz, com 16 anos, em 1281, e dedicou- lhe os seus primeiros poemas de amor. Beatriz morreu em 1290, ainda muito jovem, mas continuou a ser a musa de Dante. Em 1302, foi expulso da sua cidade natal por razões políticas e viveu até à morte entre as cidades de Verona, Bolonha e Ravena. Foi nesta última cidade que faleceu em setembro de 1321. (103 palavras) ͻ VERSÃO B ͻ ORALIDADE – COMPREENSÃO 1.1 (B) 1.2 (C) 1.3 (A) 1.4 (A) LEITURA 1.1 (B) 1.2 (B) 1.3 (C) 1.4 (A) EDUCAÇÃO – LITERÁRIA 1. As expressões usadas são as seguintes: “a criança mais bela de Florença” ;ů͘ ϮͿ͖ “os seus olhos eram verdes e brilhantes” (ll. 2-ϯͿ͖ “o seu pescoço alto e fino” ;ů͘ϯͿ͖“os seus cabelos leves e loiros, trémulos” (l. 3) e “ar tão puro, tão grave e tão honesto” (l. 4). 2. O acontecimento que alterou a vida de Dante foi a morte de Beatriz. 3. a. s͖b. ͖c. ͖d. s͖e. s͖f. V 4. A – ϯ͖– ϭ͖– 2 5. Beatriz pediu a Dante que escrevesse um livro sobre o que tinha visto para que os homens começassem a detestar as coisas más e apenas se dedicassem a fazer o bem. GRAMÁTICA 1. A – ϯ͖– ϭ͖– Ϯ͖– 1 2.1 (C) 2.2 (B) 3. Preposições simples/contraídas: para, com, no. Locuções prepositivas: em direção ao, ao encontro de. ESCRITA Dante nasceu em Florença, em maio de 1265. Com apenas 9 anos, conheceu, em 1274, Beatriz, a sua musa inspiradora. Ela foi a paixão da sua vida. Porém, em 1277, foi obrigado pela família a casar-se com Gemma Donati. Reencontrou Beatriz, com 16 anos, em 1281, e dedicou- lhe os seus primeiros poemas de amor. Beatriz morreu em 1290, ainda muito jovem, mas continuou a ser a musa de Dante. Em 1302, foi expulso da sua cidade natal por razões políticas e viveu até à morte entre as cidades de Verona, Bolonha e Ravena. Foi nesta última cidade que faleceu em setembro de 1321. (103 palavras)
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    248 Teste de Avaliação2 – Grelhas T ESTE 2 Versão A Oralidade Leitura Educação Literária Gramática Escrita Total Questão/Cotação 1.1 1.2 1.3 1.4 Subtotal 1.1 1.2 1.3 1.4 Subtotal 1 2 3 4 5 6 Subtotal 1 2.1 2.2 3 Subtotal Alunos 3 3 3 3 12 3 3 3 3 12 5 6 3 3 3 6 26 4 3 3 10 20 30 100
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    249 Teste de Avaliação2 – Grelhas T ESTE 2 Versão B Oralidade Leitura Educação Literária Gramática Escrita Total Questão/Cotação 1.1 1.2 1.3 1.4 Subtotal 1.1 1.2 1.3 1.4 Subtotal 1 2 3 4 5 Subtotal 1 2.1 2.2 3 Subtotal Alunos 3 3 3 3 12 3 3 3 3 12 5 6 6 3 6 26 4 3 3 10 20 30 100
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    Teste de Avaliação3 – Matriz (versão A) Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 251 .ͻ VERSÃO A ͻ. Escola Matriz do teste n. o 3 (versão A) – Português 7. o ano Data do teste Turma Duração do teste Unidade Unidade 2 – Texto narrativo – “Avó e neto contra vento e areia” Domínios Conteúdos Estrutura / tipologia de questões Cotação Oralidade Texto de informação / divulgação Itens de seleção - ordenação - escolha múltipla 12 Leitura Texto expositivo - sentido global - assunto - tópicos Itens de seleção - escolha múltipla - identificação 12 Educação Literária “Avó e neto contra vento e areia” - ideias principais - caracterização de personagens - identificação de factos - identificação de recursos expressivos - interpretação - opinião pessoal Itens de seleção - escolha múltipla - identificação Itens de construção - resposta curta Itens de associação 26 Gramática Frase complexa - coordenação - subordinação adverbial - subordinação completiva Tempos e modos verbais Funções sintáticas Itens de seleção - escolha múltipla - associação Itens de construção - resposta curta 20 Escrita Texto de opinião - respeito pelo tema e pelas marcas do género - construção de parágrafos - estrutura do texto Texto longo 30 O Professor ___________________________________________ Data _____________
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    Teste de Avaliação3A 252 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA .ͻ VERSÃO A ͻ. ORALIDADE – COMPREENSÃO [12 pontos] Para responderes aos itens que se seguem, vais visionar uma reportagem sobre avós e netos. Link: Avós cada vez mais presentes na rotina dos netos, SIC Notícias Antes de iniciares o visionamento, lê as questões. Em seguida, visiona a reportagem, atentamente, duas vezes, e responde ao que é pedido. 1. Numera os tópicos de 1 a 4, de acordo com a ordem pela qual os temas vão sendo (3 pontos) abordados na reportagem. (A) Os pais reconhecem a importância dos avós. (B) Muitos avós vão buscar os netos à escola. (C) Os avós são um importante apoio na educação dos netos. (D) Os avós ajudam economicamente os filhos. 2. Seleciona, com um X, para cada afirmação, a opção que a completa corretamente (2.1 a 2.3). 2.1. De acordo com um estudo realizado, (3 pontos) (A) metade dos avós fica com os netos depois das aulas. (B) a maioria dos avós fica com os netos depois das aulas. (C) uma minoria dos avós fica com os netos depois das aulas. 2.2. Os avós ficam com os netos porque (3 pontos) (A) os pais preferem que sejam os avós a fazer esta tarefa. (B) os pais trabalham também ao fim de semana. (C) os pais trabalham e precisam de tempo para eles. 2.3. Muitos avós ajudam nas despesas dos netos porque (3 pontos) (A) é uma forma de apoiar os filhos. (B) os filhos estão desempregados. (C) gostam de ajudar os netos. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 3A Unidade – Texto narrativo Avaliação: _______________
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    Teste de Avaliação3A Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 253 LEITURA [12 pontos] Lê o texto e, se necessário, consulta as notas de vocabulário. _____________________________ - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 - - - - 30 - - - - 35 - - Na estrutura da família e da educação dos mais novos, os avós desempenham um papel essencial. Quem melhor do que os netos para falar disso? Hoje falamos sobre os avós, a partir do testemunho vivido de nove netos e netas, adolescentes e jovens adultos. A relação dos netos com os avós marca para a vida, deixando nos seus corações vivências duradouras que transportam consigo onde quer que vão: “Sei que os levo no coração para todo o lado” (Alice). Os avós ensinam, transmitem valores, crenças, tradições e rituais através de comportamentos e palavras que revelam uma sabedoria feita de experiência e que surpreende os netos, influenciando a construção da sua personalidade: “Os meus avós mostraram-me a pessoa que quero ser quando chegar à idade deles, são pessoas que levam a sua vida a pensar em como ajudar a sua família e as pessoas que os rodeiam” (Teresa). Os avós servem de referência, de modelos para as vidas dos netos que, muitas vezes, tentam imitar: “Acho que não há mais nada que possa dizer para mostrar o meu amor por eles, sem ser que espero um dia conseguir ter as qualidades deles e ser tão boa avó para meus netos como eles foram para mim” (Alice). O futuro da família também é feito da transmissão de histórias de vida passada de avós para netos: “Sempre que a visito, falamos sobre a interessantíssima vida dela” (João). Os avós contam histórias de acontecimentos vividos, memórias instigantes1 : “A minha avó é mesmo incrível. Estou pelo menos uma vez por semana com ela e é muito inspiradora pelas suas histórias” (Leonardo). Os avós são educadores por prazer, numa presença mais serena, sempre saudosos de ver, de estar e de ouvir os seus netos: “Com os meus avós, faço programas mais calmos; é bom passar tempo com os meus avós porque consigo ver que têm sempre saudades minhas quando não estou” (Vasco). Os avós têm muito para partilhar: “Todos os domingos há almoço em casa dos meus avós, com tanta conversa para pôr em dia, ficamos sempre até à hora de jantar” (Catarina). Os avós cuidam dos netos: “A minha avó nunca acha que comemos o suficiente, então, depois do almoço, prepara sempre um lanche” (Catarina). Há entre os avós e os netos um amor incondicional que se constrói no dia a dia: “O meu avô é como se fosse um segundo pai, leva-me a sítios, ensina- -me coisas, é como se fosse um pai para mim” (Leonardo). Os netos adoram os conselhos dos avós, porque sentem um ambiente de calma, compreensão e tolerância: “Os avós são pessoas com mais experiência de vida. Por isso são os melhores a dar conselhos” (Catarina).
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    Teste de Avaliação3A 254 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA - - 40 Os netos adoram a atenção e a paciência com que os avós tentam ir ao encontro dos seus gostos e necessidades. Os avós não têm pressa, os avós têm tempo. Como companheiros de vida, os avós têm prazer em criar e partilhar momentos lúdicos e de aventura com os netos: “Com a minha avó, jogava jogos de tabuleiro, passeava por jardins e comia gelados. Também fazíamos bolos e bolachas” (Inês). Ou: “ŵŝŶŚĂĂǀſĠŵĞƐŵŽĂǀſവĐŽŵƵŵĂŐĞŶŝĐĂĚĞƐĐŽŵƵŶĂů2 leva-nos para todo o lado, cinema, museus” (Rita). Eva-Delgado Martins, in P2, separata do jornal Público, 15 de março de 2020. VOCABULÁRIO: 1 instigante: que aconselha. 2 descomunal: fora do comum, invulgar. 1. Seleciona, com um X, a opção que poderia servir de título para este texto porque sintetiza (3 pontos) o assunto, não se focando só num aspeto. (A) Avós: espaço de diversão dos netos (B) Avós: uma marca na construção da personalidade (C) Avós: uma vida a imitar (D) Avós: as histórias que não se perdem 1.1. Explica a tua opção. ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ 2. Para cada item, seleciona a opção que completa cada afirmação, de acordo com o texto. 2.1. Entre as qualidades dos avós, os netos destacam (3 pontos) (A) a capacidade de criar aventuras arriscadas. (B) a liberdade que concedem e a diversão constante. (C) a transmissão de experiência de vida e o companheirismo. (D) a serenidade e a capacidade de organizar programas ativos. 2.2. Os avós são bons conselheiros porque (3 pontos) (A) gostam de fazer experiências com os netos. (B) são compreensivos e calmos. (C) já leram sobre muitos assuntos. (D) viveram situações iguais às dos netos. 3. Retira do primeiro parágrafo os termos que correspondem ao sentido das seguintes (3 pontos) palavras. a) relato:________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ b) organização:_________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________
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    Teste de Avaliação3A Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 255 EDUCAÇÃO LITERÁRIA [26 pontos] Lê o excerto de “Avó e neto contra vento e areia”, de Teolinda Gersão. Avó e neto - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 - - - - 30 - - A avó tinha medo de muitas coisas: dos paus que podiam furar os olhos, das agulhas e alfinetes que se podiam engolir se se metessem na boca, das janelas abertas, de onde se podia cair, do mar onde as pessoas se podiam afogar. A avó via todos esses perigos e avisava. Ele ouvia, mas não ligava muito. Só o suficiente. Não tinha medo de nada, mas, apesar disso, gostava de sentir o olhar da avó. De vez em quando voltava a cabeça, para ver se ela lá estava sentada, a olhar para ele. Depois esquecia-se dela e voltava a ser o rei do mundo. Por isso se sentiam tão bem um com o outro. Quando saía com o neto, a avó tinha a sensação de entrar para dentro de fotografias, tiradas nos mesmos lugares, muitos anos antes. Era uma sensação de deslumbramento e de absoluta segurança, porque as coisas boas já vividas ninguém as podia mudar: eram instantes absolutos, que durariam para sempre. Outras vezes a avó pensava que a vida era como uma lição já tão sabida, tão aprendida de cor e salteada, que ela se sentia verdadeiramente mestra. Mestra em quê? Ora, em tudo e em nada: nascimento, morte, amor, filhos, netos, tudo, enfim. A avó tinha a sensação de entender o mundo. Embora lhe parecesse que o via agora desfocado. Sobretudo ao longe. Ah, meu Deus, tinha-se esquecido dos óculos, em cima do rochedo. Tinham de lá voltar, e depressa, a avó sem os óculos não via nada. Mas quando chegaram ao local, não estavam lá. A avó não entendia como isso pudera acontecer. Não teria sido naquele rochedo? Teria a maré subido e uma onda os arrastara? Passara alguém que os levasse? Mas a ninguém aproveitavam, e provavelmente nem tinha passado ninguém, a praia estava quase deserta, porque ainda não era verão. Ora, não era grave, pensou a avó, quando se cansou de procurar. Arranjaria outros óculos. Caminhou com o neto à beira das ondas, e depois subiram para as dunas à procura de camarinhas que a avó não via, mas o neto apanhava logo. Passou muito tempo e nem deram conta de se terem afastado. O neto cada vez mais feliz, com o balde onde pusera os búzios acabado de encher com camarinhas. Apesar da falta dos óculos, pensou a avó, não deixava de ser, como das outras vezes, uma manhã perfeita. Até se levantar o vento. Na verdade não se percebeu por que razão o céu se toldou e se levantou cada vez mais vento. Deixou de se ver o azul, debaixo de nuvens carregadas, e a areia começou a zunir em volta. O vento levantava a areia, cada vez mais alto, a areia batia na cara e era preciso semicerrar as pálpebras para não a deixar entrar nos olhos. – Que coisa, disse a avó. Teolinda Gersão, “Avó e neto contra vento e areia”, in A mulher que prendeu a chuva e outras histórias, Lisboa, Sextante Editora, 2013, pp. 77-84.
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    Teste de Avaliação3A 256 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 1. Para cada item (1.1 e 1.2), seleciona, com um X, a opção que completa cada afirmação, de acordo com o texto. 1.1. Os medos da avó estavam relacionados com (3 pontos) (A) pequenos acidentes que poderiam provocar pequenos males. (B) acidentes que poderiam ter consequências muito graves. (C) grandes acidentes que teriam consequências ligeiras. (D) acidentes que o neto tivera e que se poderiam repetir. 1.2. Perante os medos da avó, o neto (3 pontos) (A) gostava que ela se preocupasse, mas era aventureiro. (B) recusava a proteção da avó e fazia o que lhe apetecia. (C) parecia ignorar os avisos dela, mas era muito cuidadoso. (D) sentia-se protegido e só fazia o que ela permitia. 2. Transcreve do texto a frase que corresponde ao sentido da afirmação: (3 pontos) A experiência dava-lhe um saber profundo sobre a vida. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 3. Consideras que o facto de a avó ter perdido os óculos mostrou que ela era irresponsável? (6 pontos) Justifica a tua resposta. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 4. Explica por que razão o vento estragou uma manhã perfeita. (6 pontos) ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 5. Indica o recurso expressivo presente em cada expressão. (5 pontos) a. “rei do mundo” (linha 7) _____________________________________________________________________________________________ b. “nascimento, morte, amor, filhos, netos, tudo” (linha 15) _____________________________________________________________________________________________
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    Teste de Avaliação3A Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 257 GRAMÁTICA [20 pontos] 1. Assinala, com um X, as frases que incluem uma oração coordenada. (3 pontos) (A) A avó perdeu os óculos, mas não a calma. (B) O neto e a avó nadaram e passearam nas dunas. (C) A avó recordava ora os filhos ora outras situações da vida. (D) Poderiam ficar quietos ou poderiam avançar contra o vento. (E) O vento levantou-se, logo a manhã já não seria perfeita. 2. Transcreve da frase seguinte apenas a oração subordinada substantiva completiva: (3 pontos) O mar estava calmo e as ondas eram baixas, pelo que a avó pensou que era seguro. ________________________________________________________________________________________________ 3. Assinala, para cada afirmação (3.1 e 3.2), a opção correta. 3.1. Assinala, com um X, a frase que inclui uma oração subordinada adverbial causal. (3 pontos) (A) Caso chovesse, ficariam encharcados. (B) Dado que não tinha óculos, a avó não via as camarinhas. (C) Quando chegassem a casa, a avó arranjaria outros óculos. (D) A avó precisava dos óculos para ver o caminho. 3.2. Assinala, com um X, a frase que inclui uma oração subordinada adverbial condicional. (3 pontos) (A) A avó questionava-se sobre se teria outros óculos. (B) A avó não se sentou na rocha sem ter os devidos cuidados. (C) A avó queria saber se o neto estava bem. (D) Se a avó não tivesse perdido os óculos, estaria mais descansada. 4. Completa as frases com as formas do verbo querer nos tempos e modos indicados entre (4 pontos) parênteses. a. Talvez a avó ______________ (presente do conjuntivo) ficar sentada. b. Se a avó _______________ (pretérito imperfeito do conjuntivo) correr, não conseguiria. c. Eles _______________ (pretérito imperfeito do indicativo) apanhar camarinhas. d. Eu ______________ (pretérito perfeito simples do indicativo) ler este livro hoje. 5. Faz corresponder os constituintes sublinhados nas frases da coluna A à sua função (4 pontos) sintática na coluna B. Coluna A Coluna B A. Ela não ligava muito. B. O neto olhou para a avó. C. Teria a maré subido? D. Não era grave. 1. Sujeito 2. Complemento direto 3. Complemento indireto 4. Complemento oblíquo 5. Predicativo do sujeito 6. Modificador do grupo verbal
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    Teste de Avaliação3A 258 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA ESCRITA [30 pontos] Os avós desempenham um papel importante na educação e no crescimento dos netos. Apresenta a tua opinião sobre este assunto. Redige um texto, de 120 a 180 palavras, de acordo com a estrutura que se segue: ԟ Introdução: refere se concordas ou não com esta afirmação; ԟ Desenvolvimento: apresenta duas razões que justifiquem a tua posição; ԟ Conclusão: faz uma síntese do que ficou exposto. ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ FIM
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    Teste de Avaliação3 – Matriz (versão B) Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 259 .ͻ VERSÃO B ͻ. Escola Matriz do teste n. o 3 (versão B) – Português 7. o ano Data do teste Turma Duração do teste Unidade Unidade 2 – Texto narrativo – “Avó e neto contra vento e areia” Domínios Conteúdos Estrutura / tipologia de questões Cotação Oralidade Texto de informação / divulgação Itens de seleção - ordenação - escolha múltipla 12 Leitura Texto expositivo - sentido global - assunto - tópicos Itens de seleção - escolha múltipla - identificação 12 Educação Literária “Avó e neto contra vento e areia” - ideias principais - caracterização de personagens - identificação de factos - identificação de recursos expressivos - interpretação - opinião pessoal Itens de seleção - escolha múltipla - identificação Itens de construção - resposta curta 26 Gramática Frase complexa - coordenação - subordinação adverbial - subordinação completiva Tempos e modos verbais Itens de seleção - escolha múltipla - associação Itens de construção - resposta curta 20 Escrita Texto de opinião - respeito pelo tema e pelas marcas do género - construção de parágrafos - estrutura do texto Texto longo 30 O Professor ___________________________________________ Data _____________
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    Teste de Avaliação3B 260 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA .ͻ VERSÃO B ͻ. ORALIDADE – COMPREENSÃO [12 pontos] Para responderes aos itens que se seguem, vais visionar uma reportagem sobre avós e netos. Link: Avós cada vez mais presentes na rotina dos netos, SIC Notícias Antes de iniciares o visionamento, lê as questões. Em seguida, visiona, atentamente, duas vezes, a reportagem e responde ao que é pedido. 1. Numera os tópicos de 1 a 4, de acordo com a ordem pela qual os temas vão sendo (3 pontos) abordados na reportagem. O primeiro tópico já está indicado. (A) Os pais reconhecem a importância dos avós. (B) Muitos avós vão buscar os netos à escola. (C) Os avós são um importante apoio na educação dos netos. (D) Os avós ajudam economicamente os filhos. 2. Seleciona, com um X, para cada afirmação, a opção que a completa corretamente (2.1 a 2.3). 2.1. De acordo com um estudo realizado, (3 pontos) (A) metade dos avós fica com os netos depois das aulas. (B) a maioria dos avós fica com os netos depois das aulas. (C) uma minoria dos avós fica com os netos depois das aulas. 2.2. Os avós ficam com os netos porque (3 pontos) (A) os pais preferem que sejam os avós a fazer esta tarefa. (B) os pais trabalham também ao fim de semana. (C) os pais trabalham e precisam de tempo para eles. 2.3. Muitos avós ajudam nas despesas dos netos porque (3 pontos) (A) é uma forma de apoiar os filhos. (B) os filhos estão desempregados. (C) gostam de ajudar os netos. 1 Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 3B Unidade – Texto narrativo Avaliação: _______________
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    Teste de Avaliação3B Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 261 LEITURA [12 pontos] Lê o texto e, se necessário, consulta as notas de vocabulário. _____________________________ - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 - - - - 30 - - - - 35 - - Na estrutura da família e da educação dos mais novos, os avós desempenham um papel essencial. Quem melhor do que os netos para falar disso? Hoje falamos sobre os avós, a partir do testemunho vivido de nove netos e netas, adolescentes e jovens adultos. A relação dos netos com os avós marca para a vida, deixando nos seus corações vivências duradouras que transportam consigo onde quer que vão: “Sei que os levo no coração para todo o lado” (Alice). Os avós ensinam, transmitem valores, crenças, tradições e rituais através de comportamentos e palavras que revelam uma sabedoria feita de experiência e que surpreende os netos, influenciando a construção da sua personalidade: “Os meus avós mostraram-me a pessoa que quero ser quando chegar à idade deles, são pessoas que levam a sua vida a pensar em como ajudar a sua família e as pessoas que os rodeiam” (Teresa). Os avós servem de referência, de modelos para as vidas dos netos que, muitas vezes, tentam imitar: “Acho que não há mais nada que possa dizer para mostrar o meu amor por eles, sem ser que espero um dia conseguir ter as qualidades deles e ser tão boa avó para meus netos como eles foram para mim” (Alice). O futuro da família também é feito da transmissão de histórias de vida passada de avós para netos: “Sempre que a visito, falamos sobre a interessantíssima vida dela” (João). Os avós contam histórias de acontecimentos vividos, memórias instigantes1 : “A minha avó é mesmo incrível. Estou pelo menos uma vez por semana com ela e é muito inspiradora pelas suas histórias” (Leonardo). Os avós são educadores por prazer, numa presença mais serena, sempre saudosos de ver, de estar e de ouvir os seus netos: “Com os meus avós, faço programas mais calmos; é bom passar tempo com os meus avós porque consigo ver que têm sempre saudades minhas quando não estou” (Vasco). Os avós têm muito para partilhar: “Todos os domingos há almoço em casa dos meus avós, com tanta conversa para pôr em dia, ficamos sempre até à hora de jantar” (Catarina). Os avós cuidam dos netos: “A minha avó nunca acha que comemos o suficiente, então, depois do almoço, prepara sempre um lanche” (Catarina). Há entre os avós e os netos um amor incondicional que se constrói no dia a dia: “O meu avô é como se fosse um segundo pai, leva-me a sítios, ensina- -me coisas, é como se fosse um pai para mim” (Leonardo). Os netos adoram os conselhos dos avós, porque sentem um ambiente de calma, compreensão e tolerância: “Os avós são pessoas com mais experiência de vida. Por isso são os melhores a dar conselhos” (Catarina).
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    Teste de Avaliação3B 262 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA - - 40 Os netos adoram a atenção e a paciência com que os avós tentam ir ao encontro dos seus gostos e necessidades. Os avós não têm pressa, os avós têm tempo. Como companheiros de vida, os avós têm prazer em criar e partilhar momentos lúdicos e de aventura com os netos: “Com a minha avó, jogava jogos de tabuleiro, passeava por jardins e comia gelados. Também fazíamos bolos e bolachas” (Inês). Ou: “ŵŝŶŚĂĂǀſĠŵĞƐŵŽĂǀſവĐŽŵƵŵĂŐĞŶŝĐĂĚĞƐĐŽŵƵŶĂů2 leva-nos para todo o lado, cinema, museus” (Rita). Eva-Delgado Martins, in P2, separata do jornal Público, 15 de março de 2020. VOCABULÁRIO: 1 instigante: que aconselha. 2 descomunal: fora do comum, invulgar. 1. Seleciona, com um X, a opção que poderia servir de título para este texto porque (3 pontos) sintetiza o assunto, não se focando só num aspeto. (A) Avós: espaço de diversão dos netos (B) Avós: uma marca na construção da personalidade (C) Avós: uma vida a imitar 2. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa cada afirmação, de acordo com o texto. 2.1. Entre as qualidades dos avós, os netos destacam (3 pontos) (A) a capacidade de criar aventuras arriscadas. (B) a liberdade que concedem e a diversão constante. (C) a transmissão de experiência de vida e o companheirismo. 2.2. Os avós são bons conselheiros porque (3 pontos) (A) gostam de fazer experiências com os netos. (B) são compreensivos e calmos. (C) já leram sobre muitos assuntos. 3. Retira do primeiro parágrafo os termos que correspondem ao sentido das seguintes (3 pontos) palavras. a) relato:________________________________________________________________________ b) organização:_________________________________________________________________________________
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    Teste de Avaliação3B Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 263 EDUCAÇÃO LITERÁRIA [26 pontos] Lê o excerto de “Avó e neto contra vento e areia”, de Teolinda Gersão. Avó e neto - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 - - - - 30 - - A avó tinha medo de muitas coisas: dos paus que podiam furar os olhos, das agulhas e alfinetes que se podiam engolir se se metessem na boca, das janelas abertas, de onde se podia cair, do mar onde as pessoas se podiam afogar. A avó via todos esses perigos e avisava. Ele ouvia, mas não ligava muito. Só o suficiente. Não tinha medo de nada, mas, apesar disso, gostava de sentir o olhar da avó. De vez em quando voltava a cabeça, para ver se ela lá estava sentada, a olhar para ele. Depois esquecia-se dela e voltava a ser o rei do mundo. Por isso se sentiam tão bem um com o outro. Quando saía com o neto, a avó tinha a sensação de entrar para dentro de fotografias, tiradas nos mesmos lugares, muitos anos antes. Era uma sensação de deslumbramento e de absoluta segurança, porque as coisas boas já vividas ninguém as podia mudar: eram instantes absolutos, que durariam para sempre. Outras vezes a avó pensava que a vida era como uma lição já tão sabida, tão aprendida de cor e salteada, que ela se sentia verdadeiramente mestra. Mestra em quê? Ora, em tudo e em nada: nascimento, morte, amor, filhos, netos, tudo, enfim. A avó tinha a sensação de entender o mundo. Embora lhe parecesse que o via agora desfocado. Sobretudo ao longe. Ah, meu Deus, tinha-se esquecido dos óculos, em cima do rochedo. Tinham de lá voltar, e depressa, a avó sem os óculos não via nada. Mas quando chegaram ao local, não estavam lá. A avó não entendia como isso pudera acontecer. Não teria sido naquele rochedo? Teria a maré subido e uma onda os arrastara? Passara alguém que os levasse? Mas a ninguém aproveitavam, e provavelmente nem tinha passado ninguém, a praia estava quase deserta, porque ainda não era verão. Ora, não era grave, pensou a avó, quando se cansou de procurar. Arranjaria outros óculos. Caminhou com o neto à beira das ondas, e depois subiram para as dunas à procura de camarinhas1 que a avó não via, mas o neto apanhava logo. Passou muito tempo e nem deram conta de se terem afastado. O neto cada vez mais feliz, com o balde onde pusera os búzios acabado de encher com camarinhas. Apesar da falta dos óculos, pensou a avó, não deixava de ser, como das outras vezes, uma manhã perfeita. Até se levantar o vento. Na verdade não se percebeu por que razão o céu se toldou e se levantou cada vez mais vento. Deixou de se ver o azul, debaixo de nuvens carregadas, e a areia começou a zunir em volta. O vento levantava a areia, cada vez mais alto, a areia batia na cara e era preciso semicerrar as pálpebras para não a deixar entrar nos olhos. – Que coisa, disse a avó. Teolinda Gersão, “Avó e neto contra vento e areia”, in A mulher que prendeu a chuva e outras histórias, Lisboa, Sextante Editora, 2013, pp. 77-84. VOCABULÁRIO: 1 camarinhas: plantas que se desenvolvem nas dunas.
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    Teste de Avaliação3B 264 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 1. Para cada item (1.1 e 1.2), seleciona a opção que completa cada afirmação, de acordo com o texto. 1.1. Os medos da avó estavam relacionados com (5 pontos) (A) pequenos acidentes que poderiam provocar pequenos males. (B) acidentes que poderiam ter consequências muito graves. (C) grandes acidentes que teriam consequências ligeiras. 1.2. Perante os medos da avó, o neto (5 pontos) (A) gostava que ela se preocupasse, mas era aventureiro. (B) recusava a proteção da avó e fazia o que lhe apetecia. (C) parecia ignorar os avisos dela, mas era muito cuidadoso. 2. Transcreve dos três primeiros parágrafos a frase que corresponde ao sentido (4 pontos) da afirmação: A experiência dava-lhe um saber profundo sobre a vida. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 3. A avó perdeu os óculos (linhas 16 a 22). 3.1. Como caracterizas a avó após esta situação? Seleciona, com um X, a opção correta. (6 pontos) (A) irresponsável. (B) distraída. (C) preocupada. 4. Indica o recurso expressivo presente em cada expressão. (6 pontos) comparação ͻ metáfora ͻ enumeração ͻ adjetivação a. “rei do mundo” (linha 7) _____________________________________________________________________________________________ b. “nascimento, morte, amor, filhos, netos, tudo” (linha 15) _____________________________________________________________________________________________
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    Teste de Avaliação3B Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 265 GRAMÁTICA [20 pontos] 1. Assinala, com um X, as frases que incluem uma oração coordenada. (3 pontos) Lembra-te: uma oração (frase com predicado) coordenada é introduzida por conjunções e locuções conjuncionais coordenativas. (Ex.: e, nem, mas, ou, ora, pois, logo...) (A) A avó perdeu os óculos, mas não a calma. (B) O neto e a avó nadaram e passearam nas dunas. (C) A avó recordava ora os filhos ora outras situações da vida. (D) Poderiam ficar quietos ou poderiam avançar contra o vento. (E) O vento levantou-se, logo a manhã já não seria perfeita. 2. Transcreve da frase seguinte apenas a oração subordinada substantiva completiva. (3 pontos) Lembra-te: uma oração subordinada substantiva completiva aparece dependente de um verbo e é introduzida por que, se e para. O mar estava calmo e as ondas eram baixas, pelo que a avó pensou que era seguro. ________________________________________________________________________________________________ 3. Assinala, para cada afirmação (3.1 e 3.2), a opção correta. 3.1. Assinala, com um X, a frase que inclui uma oração subordinada adverbial causal (3 pontos) (introduz uma razão). (A) Caso chovesse, ficariam encharcados. (B) Dado que não tinha óculos, a avó não via as camarinhas. (C) Quando chegassem a casa, a avó arranjaria outros óculos. (D) A avó precisava dos óculos para ver o caminho. 3.2. Assinala, com um X, a frase que inclui uma oração subordinada adverbial condicional (3 pontos) (introduz uma condição). (A) A avó questionava-se sobre se teria outros óculos. (B) A avó não se sentou na rocha sem ter os devidos cuidados. (C) A avó queria saber se o neto estava bem. (D) Se a avó não tivesse perdido os óculos, estaria mais descansada. 4. Completa as frases com as formas do verbo querer nos tempos e modos indicados entre (8 pontos) parênteses. (Escolhe, para cada situação, uma destas formas: quisesse / queriam / quis / queira.) a. Talvez a avó ______________ (presente do conjuntivo) ficar sentada. b. Se a avó _______________ (pretérito imperfeito do conjuntivo) correr, não conseguiria. c. Eles _______________ (pretérito imperfeito do indicativo) apanhar camarinhas. d. Eu ______________ (pretérito perfeito simples do indicativo) ler este livro hoje.
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    Teste de Avaliação3B 266 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA ESCRITA [30 pontos] Os avós desempenham um papel importante na educação e no crescimento dos netos. Apresenta a tua opinião sobre este assunto. Redige um texto, de 120 a 180 palavras, de acordo com a estrutura que se segue: ԟ Introdução: refere se concordas ou não com esta afirmação; ԟ Desenvolvimento: apresenta duas razões que justifiquem a tua posição; ԟ Conclusão: faz uma síntese do que ficou exposto. ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ FIM
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    Teste de avaliação3 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 267 Soluções – Teste de Avaliação 3 ͻ VERSÃO A ͻ ORALIDADE – COMPREENSÃO 1. (B), (A), (D), (C) 2.1 (B) 2.2 (C) 2.3 (A) LEITURA 1. (B) 1.1 Proposta: A opção correta é a (B) porque o texto aborda vários aspetos da relação dos avós com os netos que são marcantes na personalidade destes últimos 2.1 (C); 2.2 (B) 3. a. “testemunho” (l. 6) b. “estrutura” (l. 1) EDUCAÇÃO LITERÁRIA 1.1 (B); 1.2 (A) 2. “Outras vezes a avó pensava que a vida era como uma lição já tão sabida, tão aprendida de cor e salteada, que ela se sentia verdadeiramente mestra.” (ll. 13-14) 3. Não, pois a perda dos óculos só demonstrou que a avó era distraída, mas ela revelou sempre muito cuidado e preocupação com o neto, o que mostra que ela é uma pessoa responsável. 4. O vento estragou uma manhã perfeita porque o céu ficou escuro, a areia andava pelo ar e obrigava-os a fecharem os olhos e não conseguiam ver o caminho. 5. a. metáfora b. enumeração GRAMÁTICA 1. (B), (D), (E) 2. “que era seguro” 3.1 (B); 3.2 (D) 4. a. queira; b. quisesse; c. queriam; d. quis. 5. A – 6; B – 4; C – 1; D – 5 ESCRITA Concordo com a afirmação que refere que os avós desempenham um papel importante na educação e no crescimento dos netos. Por um lado, os avós, como têm mais disponibilidade, conseguem dar mais atenção aos netos, conversando com eles e, por vezes, aconselhando-os de uma forma mais aberta. Têm mais experiência e, como têm com os netos uma relação diferente daquela que tinham com os filhos, acabam por ser mais próximos, identificam-se e compreendem melhor os “dramas” das crianças. Por outro lado, os avós, como não se sentem tão obrigados a impor regras, promovem a autonomia dos netos nas brincadeiras e até nas tarefas domésticas, que os pais considerariam mais “perigosas”. Por exemplo, ajudar a cozinhar ou brincar no quintal e sujar a roupa. Concluindo, o convívio com os avós é fundamental para o crescimento dos netos. (137 palavras) ͻ VERSÃO B ͻ ORALIDADE – COMPREENSÃO 1. (B), (A), (D), (C) 2.1 (B) 2.2 (C) 2.3 (A) LEITURA 1. (B) 2.1 (C) 2.2 (B) 3. a. “testemunho” (l. 6) b. “estrutura” (l. 1) EDUCAÇÃO LITERÁRIA 1.1 (B) 1.2 (A) 2. “Outras vezes a avó pensava que a vida era como uma lição já tão sabida, tão aprendida de cor e salteada, que ela se sentia verdadeiramente mestra.” (ll. 13-14) 3. (B) 4. a. metáfora b. enumeração GRAMÁTICA 1. (B), (D), (E) 2. “que era seguro” 3.1 (B) 3.2 (D) 4. a. queira; b. quisesse; c. queriam; d. quis. ESCRITA Concordo com a afirmação que refere que os avós desempenham um papel importante na educação e no crescimento dos netos. Por um lado, os avós, como têm mais disponibilidade, conseguem dar mais atenção aos netos, conversando com eles e, por vezes, aconselhando-os de uma forma mais aberta. Têm mais experiência e, como têm com os netos uma relação diferente daquela que tinham com os filhos, acabam por ser mais próximos, identificam-se e compreendem melhor os “dramas” das crianças. Por outro lado, os avós, como não se sentem tão obrigados a impor regras, promovem a autonomia dos netos nas brincadeiras e até nas tarefas domésticas, que os pais considerariam mais “perigosas”. Por exemplo, ajudar a cozinhar ou brincar no quintal e sujar a roupa. Concluindo, o convívio com os avós é fundamental para o crescimento dos netos. (137 palavras)
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    Teste de Avaliação3 – Grelhas 268 T ESTE 3 Versão A Oralidade Leitura Educação Literária Gramática Escrita Total Questão/Cotação 1 2.1 2.2 2.3 Subtotal 1 2.1 2.2 3 Subtotal 1.1 1.2 2 3 4 5 Subtotal 1 2 3.1 3.2 4 5 Subtotal Alunos 3 3 3 3 12 3 3 3 3 12 3 3 3 6 6 5 26 3 3 3 3 4 4 20 30 100
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    269 Teste de Avaliação3 – Grelhas T ESTE 3 Versão B Oralidade Leitura Educação Literária Gramática Escrita Total Questão/Cotação 1 2.1 2.2 2.3 Subtotal 1 2.1 2.2 3 Subtotal 1.1 1.2 2 3 4 Subtotal 1 2 3.1 3.2 4 Subtotal Alunos 3 3 3 3 12 3 3 3 3 12 5 5 4 6 6 26 3 3 3 3 8 20 30 100
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    Teste de Avaliação– Matriz 4 (versão A) Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 271 .ͻ VERSÃO A ͻ. Escola Matriz do teste n. o 4 (versão A) – Português 7. o ano Data do teste Turma Duração do teste Unidade Unidade 3 – Texto dramático – Leandro, Rei da Helíria Domínios Conteúdos Estrutura / tipologia de questões Cotação Oralidade Campanha de sensibilização Itens de seleção - ordenação - escolha múltipla 12 Leitura Texto expositivo - sentido global - assunto - tópicos Itens de seleção - escolha múltipla - ordenação 12 Educação Literária Leandro, Rei da Helíria - ideias principais - caracterização de personagens - identificação de factos - interpretação - opinião pessoal - comentário Itens de seleção - escolha múltipla - identificação Itens de construção - resposta curta - resposta de desenvolvimento restringido Itens de associação 26 Gramática Subordinação - subordinação adjetiva - subordinação completiva Formação de palavras Pronominalização Funções sintáticas Classes e subclasses de palavras Itens de seleção - escolha múltipla - associação Itens de transformação Itens de classificação 20 Escrita Texto expositivo Texto longo 30 O Professor ___________________________________________ Data _____________
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    Teste de Avaliação4A 272 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA .ͻ VERSÃO A ͻ. ORALIDADE – COMPREENSÃO [12 pontos] Para responderes aos itens que se seguem, vais visionar uma campanha de sensibilização para a diminuição do consumo de sal. Vídeo: Programa “Menos Sal Portugal”, CUF Antes de iniciares o visionamento, lê as questões. Em seguida, visiona a campanha, atentamente, duas vezes, e responde ao que é pedido. 1. Assinala, com um X, as afirmações verdadeiras. (3 pontos) (A) A OMS estabelece 5 gramas como consumo diário máximo de sal. (B) Os portugueses consomem o dobro da quantidade de sal recomendada. (C) Em Portugal já se consome menos sal. (D) O consumo excessivo de sal é a principal causa de algumas doenças. 2. Seleciona, com um X, para cada afirmação, a opção que a completa corretamente (2.1 e 2.2). 2.1. A campanha “Menos Sal Portugal” tem como objetivo (3 pontos) (A) levar as pessoas a consultar os médicos da CUF. (B) sensibilizar as pessoas para um menor consumo de sal. (C) levar as pessoas a fazer compras no Pingo Doce. 2.2. Esta campanha (3 pontos) (A) associa-se a um estudo sobre o impacto do consumo de sal na saúde. (B) analisará a quantidade de sal nos diferentes alimentos. (C) investigará se as pessoas gostam ou não de consumir sal. 3. Completa os espaços com a informação do vídeo. (3 pontos) A campanha “Menos Sal Portugal” vai, também, mostrar às pessoas como é ________________ reduzir o consumo de sal, sem perder pitada do ____________ e do ____________ de comer. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 4A Unidade – Texto narrativo Avaliação: _______________
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    Teste de Avaliação4A Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 273 LEITURA [12 pontos] Lê o texto. Sabe onde se escondem os perigos do sal? - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 - - - - 30 - - - - 35 Inimigo n.o 1 da saúde dos portugueses. É assim que o Serviço Nacional de Saúde denomina o sal. E não é para menos. Os portugueses lideram os rankings de ingestão de sal, com cerca de 10g por dia, ou seja, o dobro da dose diária recomendada pela Organização Mundial da Saúde. O problema é que uma alimentação tão bem temperada tem consequências sérias na saúde, como as doenças cardiovasculares e a hipertensão. Retirar o saleiro da mesa é a regra de ouro, mas como identificar os alimentos em que o sal se esconde? Revelamos-lhe aqui os perigos do sal. Por que faz mal? Falar do impacto do sal na saúde é falar de hipertensão, um importante fator de risco de enfarte ou AVC. A pressão arterial é a força que permite a circulação, quando esta se encontra elevada de forma constante ocorre hipertensão. Além dos antecedentes familiares, existem outros fatores que aumentam o risco e sobre os quais pode agir, como a alimentação. Uma dieta com excesso de sal leva à retenção de líquidos, aumento da pressão arterial e sobrecarga do sistema renal e circulatório. Por isso, não é exagero quando se alerta para os perigos do sal. Sal escondido São muitos os alimentos que contêm um teor de sal acima do desejado. Convém não esquecer que este é também um conservante, usado até em refrigerantes, e confere mais sabor e textura, daí ser um ingrediente comum. Para além da charcutaria tradicional, o fiambre e as salsichas figuram na lista negra. Outro grupo tendencialmente salgado é o pão e as bolachas. Segundo um estudo do Instituto Ricardo Jorge, “o consumo de 100g de um prato composto ou de um produto à base de cereais (pão/bolacha de água e sal) pode representar cerca de 30% da ingestão diária de sal”. Os cereais de pequeno-almoço, as conservas, snacks, pipocas e refeições pré-cozinhadas também podem ser ricos em sal. Mais sabor menos sal Use e abuse das ervas aromáticas e tempere a carne ou peixe com azeite, alho, vinagre balsâmico ou vinho. Em vez de maionese ou mostarda aposte em molhos de iogurte aromatizado com limão, por exemplo. Marinar a carne é uma técnica que confere sabor sem necessitar de sal. Atenção ao molho de soja, cujo teor em sal é elevado. No que toca à escolha de alimentos, opte pelos frescos e naturais, sem ingredientes como o sal adicionados. Prefira também adquirir pão com baixo teor de sal. O verão convida a petiscos como os caracóis, as conquilhas e as ameijoas, três dos alimentos que contêm mais sal. Consumir 100g pode representar cerca 50% da ingestão diária de sal, alerta estudo do Instituto Ricardo Jorge. Moderação é aconselhada. In https://www.medis.pt/mais-medis/dieta-e-nutricao/sabe-onde-se-escondem-os-perigos-do-sal/ (consultado em 23 de julho de 2020).
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    Teste de Avaliação4A 274 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 1. Ordena as frases de acordo com a ordem pela qual as informações são apresentadas (3 pontos) no texto. (A) O sal pode ser substituído por ervas aromáticas. (B) Devem escolher-se alimentos com baixo teor de sal. (C) O sal é um ingrediente comum em muitos alimentos. (D) Os portugueses são um dos povos que consome mais sal. (E) A hipertensão é a pressão arterial alta. 2. Para cada item (2.1 a 2.3), seleciona, com um X, a opção que completa cada afirmação, de acordo com o texto. 2.1. A dose diária de sal recomendada pela Organização Mundial de Saúde (3 pontos) (A) é de 5 gramas por dia. (B) corresponde ao sal que é ingerido pelos portugueses. (C) é o dobro da que é ingerida pelos portugueses. (D) é metade da que é aconselhada pelo Serviço Nacional de Saúde. 2.2. Os perigos do sal para a saúde (3 pontos) (A) estão relacionados sobretudo com problemas renais. (B) estão ligados à baixa tensão arterial que pode desencadear um AVC. (C) só são relevantes se existirem antecedentes familiares. (D) não estão ligados apenas aos riscos de problemas cardíacos. 2.3. O sal é um ingrediente comum em vários alimentos porque (3 pontos) (A) substitui as ervas aromáticas. (B) dá mais sabor aos alimentos. (C) sabe bem acompanhado de refrigerante. (D) é tradição ingeri-lo ao pequeno-almoço ou em pequenos lanches.
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    Teste de Avaliação4A Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 275 EDUCAÇÃO LITERÁRIA [26 pontos] Lê o excerto de Leandro, Rei da Helíria, de Alice Vieira. Leandro, Rei da Helíria - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 - - - - 30 - (Muitos anos depois o Rei Leandro e o Bobo caminham pela estrada. Vestem farrapos e vão cansados da longa jornada.) REI: Há quantos anos caminhamos, meu pobre amigo? BOBO: Tantos que já lhes perdi o conto, meu senhor! Desde aquele dia em que as tuas filhas… REI (zangado): Eu não tenho filhas! BOBO: Pronto, pronto, senhor, não te amofines por tão pouco… Ia eu a dizer que, a princípio, ainda tentei contar. Via nascer o Sol de madrugada, via a minha sombra e a tua desenhadas no chão, a gente a querer apanhá-la. E ela sempre à nossa frente!, via depois o Sol desaparecer do outro lado das montanhas, e então dizia: passou-se um dia. Fechava os olhos, dormia um pouco, e de novo o Sol se erguia de madrugada e desaparecia do outro lado das montanhas, e então eu dizia: passou-se outro dia. E tentei contá-los. (Conta pelos dedos) Um… dois… três… quatro… mas, de repente, eram tantos dias que não havia dedos para eles todos, mesmo que eu contasse da mão esquerda para a mão direita, da mão direita para a mão esquerda, mesmo que eu contasse as duas mãos juntas e ainda os pés… Acho que se me acabaram os números, senhor! Deve ter sido isso! REI: Meu pobre tonto… e eu aqui sem te poder ajudar em nada… De tanto chorar, cegaram os meus olhos. De tanto pensar, tenho a memória enfraquecida. De tanto caminhar, esvaem-se em sangue os meus pés… E dizer que eu sou rei… BOBO: Rei?! Quem foi que aqui falou em rei? Aqui não vejo rei nenhum… REI: Não provoques a minha ira, que eu ainda tenho poder para… BOBO (interrompe-o): Poder? Falaste em poder? Que poder tens tu, que nem uma mísera côdea de pão consegues encontrar? REI: Eu sou Leandro, o rei de Helíria! BOBO (virando-se para a assistência): A sério: veem aqui algum rei? Digam lá: veem? O quê? Aquele? (Aponta para o rei) Se o encontrassem por aí pelas vossas ruas, ou nalgum corredor do metropolitano, não iriam a correr deixar-lhe uma esmola no colo? Se então alguém vos dissesse “cuidado que ele é rei” o que fariam? Riam à gargalhada, com certeza! REI (murmura): Eu sou Leandro, o rei da Helíria… BOBO (continua a falar para a assistência): É verdade que o viram há pouco ali ao fundo, gritando, ĚĂŶĚŽŽƌĚĞŶƐ͕ƐĞŶŚŽƌĚŽŵƵŶĚŽ͊EĞƐƐĂĂůƚƵƌĂവŚĄƚĂntos anos que isso foi! –, nessa altura aquele homem era rei. Escorraçado pelas filhas, mendiga agora um bocado de pão, pede por amor de Deus um telhado para se abrigar das chuvas e dos ventos… Alice Vieira, Leandro, Rei da Helíria, Alfragide, Editorial Caminho, 2016, pp. 67-69.
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    Teste de Avaliação4A 276 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 1. Assinala todas as afirmações que correspondem a informações sobre o rei Leandro. (3 pontos) (A) Transformou-se numa pessoa perigosa. (B) Foi expulso pelas filhas. (C) Ficou cego. (D) Não tem filhas. (E) Tem alguns poderes de rei. (F) É mendigo há muitos anos. 2. Explica como, no início, o Bobo contava a passagem das horas e dos dias. (4 pontos) ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 3. Completa o espaço em branco para explicitares a intenção do Bobo? (3 pontos) Quando o Bobo afirma “Acho que se me acabaram os números” está a constatar que ____________ . 4. Leandro e o Bobo têm ideias diferentes sobre o estatuto e o poder de Leandro. (5 pontos) Apresenta-as e justifica-as. Segue os passos para a tua resposta: 1 വŝŶĚŝĐĂŽƋƵĞƉĞŶƐĂĞĂŶĚƌŽƐŽďƌĞŽƐĞƵĞƐƚĂƚƵƚŽĞƉŽĚĞƌ͖ 2 വŝŶĚŝĐĂŽƋƵĞƉĞŶƐĂŽŽďŽƐŽďƌĞĞƐƐĞĂƐƐƵŶƚŽ͖ 3 വũƵƐƚŝĨŝĐĂĐĂĚĂƵŵĂĚĞƐƐĂƐŽƉŝŶŝƁĞƐ͘ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 5. Assinala, com um X, a opção que, de acordo com o texto, completa a afirmação. (3 pontos) O comentário do Bobo “Se então alguém vos dissesse ‘cuidado que ele é rei’? o que fariam? Riam à gargalhada, com certeza” (linhas 25 e 26) permite-nos concluir que ele é (A) cruel. (B) trocista. (C) realista. (D) louco. 6. Escreve um breve comentário em que (8 pontos) വ ĞdžƉůŝƋƵĞƐƐŝŶƚĞƚŝĐĂŵĞŶƚĞĂƐŝƚƵĂĕĆŽƋƵĞůĞǀŽƵĞĂŶĚƌŽĂŽĂƚƵĂůĞƐƚĂĚŽ͖ വ ĞdžƉůŝĐŝƚĞƐĂŝŶƚĞŶĕĆŽĚĂƐĨŝůŚĂƐƌĞůĂƚŝǀĂŵĞŶƚĞĂŽƌĞŝ͖ വ estabeleças uma comparação entre a vida atual do rei e a sua vida passada. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________
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    Teste de Avaliação4A Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 277 GRAMÁTICA [20 pontos] 1. Associa as orações sublinhadas na coluna A à sua classificação na coluna B. (3 pontos) Coluna A Coluna B A. O Bobo, que era amigo do rei, alertava-o para a verdade. B. A vida que o rei levava era dura e cruel. C. O rei sabia que tinha sido expulso do seu reino. 1. Oração subordinada adjetiva relativa restritiva 2. Oração subordinada adjetiva relativa explicativa 3. Oração subordinada adverbial causal 4. Oração subordinada adverbial temporal 5. Oração subordinada substantiva completiva 2. Assinala, com um X, todas as palavras que se formaram com o prefixo in-. (3 pontos) (A) Inaceitável. (B) Inalação. (C) Inatacável. (D) Indisciplinado. (E) Incêndio. 3. Reescreve a frase seguinte substituindo os constituintes sublinhados pela forma (5 pontos) correta do pronome. Procede às alterações necessárias. O rei fará justiça quando a vida não exigir tantos esforços a ambos. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 4. Assinala, com um X, a frase em que o constituinte sublinhado desempenha a função (3 pontos) sintática de predicativo do sujeito. (A) O rei não tornou a casa. (B) O rei tornou a ficção realidade. (C) O rei tornou-se uma pessoa triste. (D) O rei não tornou a falar das filhas. 5. Indica a classe das palavras sublinhadas. (6 pontos) Ele via nascer o Sol e a sua sombra escura no chão. Um… dois… três… Ele contava as horas e sabia que outro dia passara ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________
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    Teste de Avaliação4A 278 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA ESCRITA [30 pontos] Imagina os vários momentos da vida de um rei. Como ocupará o seu tempo? Que atividades fará? Num texto expositivo, entre 120 a 180 palavras, apresenta pelo menos quatro atividades de um rei ao longo do dia, referindo: ԟ os objetivos de cada uma dessas atividades͖ ԟ os momentos do dia em que têm lugar͖ ԟ quem acompanha o rei nessas atividades. ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ FIM
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    Teste de Avaliação4 – Matriz (versão B) Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 279 .ͻ VERSÃO B ͻ. Escola Matriz do teste n. o 4 (versão B) – Português 7. o ano Data do teste Turma Duração do teste Unidade Unidade 3 – Texto dramático – Leandro, Rei da Helíria Domínios Conteúdos Estrutura / tipologia de questões Cotação Oralidade Campanha de sensibilização Itens de seleção - escolha múltipla - completamento 12 Leitura Texto expositivo - sentido global - assunto - tópicos Itens de seleção - escolha múltipla -ordenação 12 Educação Literária Leandro, Rei da Helíria - ideias principais - caracterização de personagens - identificação de factos - interpretação - opinião pessoal - comentário Itens de seleção - escolha múltipla - identificação Itens de construção - resposta curta Itens de associação 26 Gramática Subordinação - subordinação adjetiva - subordinação completiva Formação de palavras Pronominalização Funções sintáticas Classes e subclasses de palavras Itens de seleção - escolha múltipla - associação - identificação Itens de transformação Itens de classificação 20 Escrita Texto expositivo Texto longo 30 O Professor ___________________________________________ Data _____________
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    Teste de Avaliação4B 280 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA .ͻ VERSÃO B ͻ. ORALIDADE – COMPREENSÃO [12 pontos] Para responderes aos itens que se seguem, vais visionar uma campanha de sensibilização para a diminuição do consumo de sal. Vídeo: Programa “Menos Sal Portugal”, CUF Antes de iniciares o visionamento, lê as questões. Em seguida, visiona a campanha, atentamente, duas vezes, e responde ao que é pedido. 1. Assinala, com um X, todas as afirmações verdadeiras. (3 pontos) (A) A OMS estabelece 5 gramas como consumo diário máximo de sal. (B) Os portugueses consomem o dobro da quantidade de sal recomendada. (C) Em Portugal já se consome menos sal. (D) O consumo excessivo de sal é a principal causa de algumas doenças. 2. Seleciona, com um X, para cada afirmação (2.1 e 2.2), a opção que a completa corretamente. 2.1. A campanha “Menos Sal Portugal” tem como objetivo (3 pontos) (A) levar as pessoas a consultar os médicos da CUF. (B) sensibilizar as pessoas para um menor consumo de sal. (C) levar as pessoas a fazer compras no Pingo Doce. 2.2. Esta campanha (3 pontos) (A) associa-se a um estudo sobre o impacto do consumo de sal na saúde. (B) analisará a quantidade de sal nos diferentes alimentos. (C) investigará se as pessoas gostam ou não de consumir sal. 3. Completa os espaços com a informação do vídeo, selecionando três das palavras (3 pontos) apresentadas. ĨĄĐŝůͻ ĚŝĨşĐŝůͻsabor ͻ ĞƐĨŽƌĕŽͻprazer ͻƐĂĐƌŝĨşĐŝŽ A campanha “Menos Sal Portugal” vai, também, mostrar às pessoas como é ________________ reduzir o consumo de sal, sem perder pitada do ____________ e do ____________ de comer. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 4B Unidade – Texto dramático Avaliação: _______________
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    Teste de Avaliação4B Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 281 LEITURA [12 pontos] Lê o texto. Sabe onde se escondem os perigos do sal? - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 - - - - 30 - - - - 35 Inimigo n.o 1 da saúde dos portugueses. É assim que o Serviço Nacional de Saúde denomina o sal. E não é para menos. Os portugueses lideram os rankings de ingestão de sal, com cerca de 10g por dia, ou seja, o dobro da dose diária recomendada pela Organização Mundial da Saúde. O problema é que uma alimentação tão bem temperada tem consequências sérias na saúde, como as doenças cardiovasculares e a hipertensão. Retirar o saleiro da mesa é a regra de ouro, mas como identificar os alimentos em que o sal se esconde? Revelamos-lhe aqui os perigos do sal. Por que faz mal? Falar do impacto do sal na saúde é falar de hipertensão, um importante fator de risco de enfarte ou AVC. A pressão arterial é a força que permite a circulação, quando esta se encontra elevada de forma constante ocorre hipertensão. Além dos antecedentes familiares, existem outros fatores que aumentam o risco e sobre os quais pode agir, como a alimentação. Uma dieta com excesso de sal leva à retenção de líquidos, aumento da pressão arterial e sobrecarga do sistema renal e circulatório. Por isso, não é exagero quando se alerta para os perigos do sal. Sal escondido São muitos os alimentos que contêm um teor de sal acima do desejado. Convém não esquecer que este é também um conservante, usado até em refrigerantes, e confere mais sabor e textura, daí ser um ingrediente comum. Para além da charcutaria tradicional, o fiambre e as salsichas figuram na lista negra. Outro grupo tendencialmente salgado é o pão e as bolachas. Segundo um estudo do Instituto Ricardo Jorge, “o consumo de 100g de um prato composto ou de um produto à base de cereais (pão/bolacha de água e sal) pode representar cerca de 30% da ingestão diária de sal”. Os cereais de pequeno-almoço, as conservas, snacks, pipocas e refeições pré-cozinhadas também podem ser ricos em sal. Mais sabor menos sal Use e abuse das ervas aromáticas e tempere a carne ou peixe com azeite, alho, vinagre balsâmico ou vinho. Em vez de maionese ou mostarda aposte em molhos de iogurte aromatizado com limão, por exemplo. Marinar a carne é uma técnica que confere sabor sem necessitar de sal. Atenção ao molho de soja, cujo teor em sal é elevado. No que toca à escolha de alimentos, opte pelos frescos e naturais, sem ingredientes como o sal adicionados. Prefira também adquirir pão com baixo teor de sal. O verão convida a petiscos como os caracóis, as conquilhas e as ameijoas, três dos alimentos que contêm mais sal. Consumir 100g pode representar cerca 50% da ingestão diária de sal, alerta estudo do Instituto Ricardo Jorge. Moderação é aconselhada. In https://www.medis.pt/mais-medis/dieta-e-nutricao/sabe-onde-se-escondem-os-perigos-do-sal/ (consultado em 23 de julho de 2020).
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    Teste de Avaliação4B 282 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 1. Ordena as frases de acordo com a ordem pela qual as informações são apresentadas (3 pontos) no texto. Começa pela letra (D). (A) O sal pode ser substituído por ervas aromáticas. (B) Devem escolher-se alimentos com baixo teor de sal. (C) O sal é um ingrediente comum em muitos alimentos. (D) Os portugueses são dos povos que consome mais sal. (E) A hipertensão é a pressão arterial alta. 2. Para cada item (2.1 a 2.3), seleciona, com um X a opção que completa cada afirmação, de acordo com o texto. 2.1. A dose diária de sal recomendada pela Organização Mundial de Saúde (3 pontos) (A) é de 5 gramas por dia. (B) corresponde ao sal que é ingerido pelos portugueses. (C) é o dobro da que é ingerida pelos portugueses. 2.2. Os perigos do sal para a saúde (3 pontos) (A) estão relacionados sobretudo com problemas renais. (B) estão ligados à baixa tensão arterial que pode desencadear um AVC. (C) não estão ligados apenas aos riscos de problemas cardíacos. 2.3. O sal é um ingrediente comum em vários alimentos porque (3 pontos) (A) substitui as ervas aromáticas. (B) dá mais sabor aos alimentos. (C) é tradição ingeri-lo ao pequeno-almoço ou em pequenos lanches. 1
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    Teste de Avaliação4B Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 283 EDUCAÇÃO LITERÁRIA [26 pontos] Lê o excerto de Leandro, Rei da Helíria, de Alice Vieira. Leandro, Rei da Helíria - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 - - - - 30 - (Muitos anos depois o Rei Leandro e o Bobo caminham pela estrada. Vestem farrapos e vão cansados da longa jornada) REI: Há quantos anos caminhamos, meu pobre amigo? BOBO: Tantos que já lhes perdi o conto, meu senhor! Desde aquele dia em que as tuas filhas… REI (zangado): Eu não tenho filhas! BOBO: Pronto, pronto, senhor, não te amofines por tão pouco… Ia eu a dizer que, a princípio, ainda tentei contar. Via nascer o Sol de madrugada, via a minha sombra e a tua desenhadas no chão, a gente a querer apanhá-la. E ela sempre à nossa frente!, via depois o Sol desaparecer do outro lado das montanhas, e então dizia: passou-se um dia. Fechava os olhos, dormia um pouco, e de novo o Sol se erguia de madrugada e desaparecia do outro lado das montanhas, e então eu dizia: passou-se outro dia. E tentei contá-los. (Conta pelos dedos) Um… dois… três… quatro… mas, de repente, eram tantos dias que não havia dedos para eles todos, mesmo que eu contasse da mão esquerda para a mão direita, da mão direita para a mão esquerda, mesmo que eu contasse as duas mãos juntas e ainda os pés… Acho que se me acabaram os números, senhor! Deve ter sido isso! REI: Meu pobre tonto… e eu aqui sem te poder ajudar em nada… De tanto chorar, cegaram os meus olhos. De tanto pensar, tenho a memória enfraquecida. De tanto caminhar, esvaem-se em sangue os meus pés… E dizer que eu sou rei… BOBO: Rei?! Quem foi que aqui falou em rei? Aqui não vejo rei nenhum… REI: Não provoques a minha ira, que eu ainda tenho poder para… BOBO (interrompe-o): Poder? Falaste em poder? Que poder tens tu, que nem uma mísera côdea de pão consegues encontrar? REI: Eu sou Leandro, o rei de Helíria! BOBO (virando-se para a assistência): A sério: veem aqui algum rei? Digam lá: veem? O quê? Aquele? (Aponta para o rei) Se o encontrassem por aí pelas vossas ruas, ou nalgum corredor do metropolitano, não iriam a correr deixar-lhe uma esmola no colo? Se então alguém vos dissesse “cuidado que ele é rei” o que fariam? Riam à gargalhada, com certeza! REI (murmura): Eu sou Leandro, o rei da Helíria… BOBO (continua a falar para a assistência): É verdade que o viram há pouco ali ao fundo, gritando, ĚĂŶĚŽŽƌĚĞŶƐ͕ƐĞŶŚŽƌĚŽŵƵŶĚŽ͊EĞƐƐĂĂůƚƵƌĂവŚĄƚĂŶƚŽƐĂŶŽƐƋƵĞŝƐƐŽĨŽŝ͊–, nessa altura aquele homem era rei. Escorraçado pelas filhas, mendiga agora um bocado de pão, pede por amor de Deus um telhado para se abrigar das chuvas e dos ventos… Alice Vieira, Leandro, Rei da Helíria, Alfragide, Editorial Caminho, 2016, pp. 67-69.
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    Teste de Avaliação4B 284 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 1. Assinala todas as afirmações que correspondem a informações sobre o rei Leandro. (6 pontos) (A) Transformou-se numa pessoa perigosa. (B) Foi expulso pelas filhas. (C) Ficou cego. (D) Não tem filhas. (E) Tem alguns poderes de rei. (F) É mendigo há muitos anos. 2. Explica como, no início, o Bobo contava a passagem das horas e dos dias. (5 pontos) ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 3. Associa a cada personagem da coluna A a ideia defendida na coluna B. (4 pontos) Coluna A Coluna B A. Leandro 1. Pensa que o rei não tem poder, porque eles vivem como mendigos, sem comida e sem teto. 2. Pensa que ainda tem algum poder. Tem estas crenças porque tem dificuldade em aceitar a realidade em que vive. B. Bobo 4. Assinala, com um X, a opção que, de acordo com o texto, completa a afirmação. (5 pontos) O comentário do Bobo “Se então alguém vos dissesse ‘cuidado que ele é rei’? o que fariam? Riam à gargalhada, com certeza” (linhas 24 e 25) permite-nos concluir que ele é (A) cruel. (B) trocista. (C) realista. (D) louco. 5. Associa cada exemplo da coluna A ao nome da coluna B. (6 pontos) Coluna A Coluna B A. “A sério: veem aqui algum rei? Digam lá: veem? O quê? Aquele?” (linhas 23 e 24) B. “Há quantos anos caminhamos, meu pobre amigo?” (linha 3) C. “(Conta pelos dedos)” (linha 11) 1. Fala da personagem 2. Aparte 3. Indicação cénica 1
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    Teste de Avaliação4B Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 285 GRAMÁTICA [20 pontos] 1. Associa as orações sublinhadas na coluna A à sua classificação na coluna B. (3 pontos) Coluna A Coluna B A. O Bobo, que era amigo do rei, alertava-o para a verdade. B. A vida que o rei levava era dura e cruel. C. O rei sabia que tinha sido expulso do seu reino. 1. Oração subordinada adjetiva relativa restritiva (associada a um nome, sem vírgulas) 2. Oração subordinada adjetiva relativa explicativa (associada a um nome, entre vírgulas) 3. Oração subordinada substantiva completiva (associada a um verbo) 2. Assinala, com um X, todas as palavras que se formaram com o prefixo in-. (3 pontos) (A) Inaceitável. (B) Inalação. (C) Inatacável. (D) Indisciplinado. (E) Incêndio. 3. Reescreve a frase seguinte substituindo os constituintes sublinhados pela forma (5 pontos) correta do pronome. Procede às alterações necessárias. O rei fará justiça quando a vida não exigir tantos esforços a ambos. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 4. Assinala, com um X, a frase em que o constituinte sublinhado desempenha a função (3 pontos) sintática de predicativo do sujeito. (A) O rei não tornou a casa. (B) O rei tornou a ficção realidade. (C) O rei tornou-se uma pessoa triste. 5. Indica a classe das palavras sublinhadas (adjetivo qualificativo / verbo principal / (6 pontos) quantificador numeral / nome próprio). Ele via nascer o Sol e a sua sombra escura no chão. Um… dois… três… Ele contava as horas e sabia que outro dia passara ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________
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    Teste de Avaliação4B 286 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA ESCRITA [30 pontos] Imagina os vários momentos da vida de um rei. Como ocupará o seu tempo? Que atividades fará? Num texto expositivo, entre 100 a 120 palavras, apresenta pelo menos duas atividades de um rei ao longo do dia, referindo: ԟ os objetivos de cada uma dessas atividades; ԟ os momentos do dia em que têm lugar; ԟ quem acompanha o rei nessas atividades. AJUDA Para produzires o teu texto, segue o seguinte plano: Introdução – refere que um rei tem uma vida ocupada e que as suas atividades são variadas. Desenvolvimento – refere duas das atividades que se seguem e caracteriza-as: (1) caça – atividade de grupo (convidados e criados) que permite exercício físico; (2) reunião com os conselheiros – para ser informado sobre os problemas do reino, para tomar decisões… (3) saraus – à noite, depois do jantar, para diversão, com a presença de bobos, cantores, músicos… Conclusão – reforça que a vida de um rei é ocupada, mas interessante. ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ FIM
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    Teste de Avaliação4 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 287 Soluções – Teste de Avaliação 4 ͻ VERSÃO A ͻ ORALIDADE – COMPREENSÃO 1. (A), (B), (D) 2.1 (B); 2.2 (A) 3. fácil, sabor, prazer. LEITURA 1. (D), (E), (C), (A), (B) 2.1 (A); 2.2 (D); 2.3 (B) EDUCAÇÃO LITERÁRIA 1. (B), (C), (F) 2. O Bobo contava os dias pelo nascer e pôr do sol e as horas pelo movimento das sombras do corpo. 3. passou muito tempo 4. Leandro pensa que ainda é rei e que ainda tem algum poder. Já o Bobo discorda desta ideia e chama-o à realidade. O rei tem estas crenças porque tem dificuldade em aceitar a realidade em que vive, enquanto o Bobo tem esta opinião porque eles vivem como mendigos, sem comida e sem teto. 5. (C) 6. Leandro passou a viver uma situação de miséria com o seu Bobo porque foi expulso de Helíria pelas suas duas filhas a quem ele deu o reino, o que aconteceu porque estas queriam governar sozinhas e estavam cansadas de tomar conta do pai. Assim, o rei, que já tivera um grande poder, agora não mandava em nada. A sua vida de luxo, com festas, comida e palácios, desapareceu completamente e o rei passou a mendigar por comida e por um abrigo para passar a noite debaixo de telha. GRAMÁTICA 1. A – 2; B – 1; C – 5 2. (A), (C), (D) 3. O rei fá-la-á quando a vida não lhes exigir tantos esforços. 4. (C) 5. “Sol” – nome próprio; “sua” – determinante possessivo; “escura” – adjetivo qualificativo; “dois” – quantificador numeral; “contava” – verbo principal; “outro” – determinante indefinido. ESCRITA A vida de um rei é muito ocupada e diversificada, porque este realiza atividades que vão desde o lazer ao exercício físico, passando pelo governo do reino. Logo de manhã, o rei dedica-se à caça ou passeia a cavalo para poder realizar exercício físico e espairecer um pouco. É acompanhado pelos criados e por algum convidado que esteja no palácio. Após o almoço, o rei reúne com os conselheiros ou recebe habitantes do reino. Nestas reuniões, toma decisões sobre o destino do reino, conhece os problemas e recolhe sugestões dos habitantes para melhorar o governo do reino. Depois de terminadas as reuniões, o rei dedica-se à jardinagem. É acompanhado pelos familiares e este é um momento de conversa em família, enquanto se cuida das muitas espécies que existem nos jardins do palácio. Após o jantar, o rei tem sempre um momento de lazer e de cultura. Convida todos os que estão no palácio para ouvir o Bobo, um declamador de poesia ou um cantor. Em certos dias, pode mesmo ser apresentada uma peça de teatro. (175 palavras) VERSÃO B ͻ ORALIDADE – COMPREENSÃO 1. (A), (B), (D) 2.1 (B); 2.2 (A) 3. fácil, sabor, prazer. LEITURA 1. (D), (E), (C), (A), (B) 2.1 (A); 2.2 (C); 2.3 (B) EDUCAÇÃO LITERÁRIA 1. (B), (C), (F) 2. O Bobo contava os dias pelo nascer e pôr do Sol e as horas pelo movimento das sombras do corpo. 3. A – 2; B – 1 4. (C) 5. A – 2; B – 1; C – 3 GRAMÁTICA 1. A – 2; B – 1; C – 5 2. (A), (C), (D) 3. O rei fá-la-á quando a vida não lhes exigir tantos esforços. 4. (C) 5. “Sol” – nome próprio; “sua” – determinante possessivo; “escura” – adjetivo qualificativo; “dois” – quantificador numeral; “contava” – verbo principal. ESCRITA A vida de um rei é muito ocupada e diversificada, porque este realiza atividades que vão desde o governo do reino ao lazer. Após o almoço, o rei reúne com os conselheiros ou recebe habitantes do reino. Nestas reuniões o rei conhece os problemas do reino, recolhe sugestões dos habitantes e toma decisões para melhorar o governo e o destino do reino. Após o jantar, o rei tem sempre um momento de lazer e de cultura. Convida todos os que estão no palácio para ouvir os bobos, um declamador de poesia ou um cantor. Em certos dias, pode mesmo ser apresentada uma peça de teatro. (105 palavras)
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    Teste de Avaliação4 – Grelhas 288 T ESTE 4 Versão A Oralidade Leitura Educação Literária Gramática Escrita Total Questão/Cotação 1 2.1 2.2 3 Subtotal 1 2.1 2.2 2.3 Subtotal 1 2 3 4 5 6 Subtotal 1 2 3 4 5 Subtotal Alunos 3 3 3 3 12 3 3 3 3 12 3 4 3 5 3 8 26 3 3 5 3 6 20 30 100
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    289 Teste de Avaliação4 – Grelhas T ESTE 4 Versão B Oralidade Leitura Educação Literária Gramática Escrita Total Questão/Cotação 1 2.1 2.2 3 Subtotal 1 2.1 2.2 2.3 Subtotal 1 2 3 4 5 Subtotal 1 2 3 4 5 Subtotal Alunos 3 3 3 3 12 3 3 3 3 12 6 5 4 5 6 26 3 3 5 3 6 20 30 100
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    Teste de Avaliação5 – Matriz (versão A) Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 291 .ͻ VERSÃO A ͻ. Escola Matriz do teste n. o 5 (versão A) – Português 7. o ano Data do teste Turma Duração do teste Unidade Unidade 4 – Texto poético Domínios Conteúdos Estrutura / tipologia de questões Cotação Oralidade Entrevista Itens de seleção - ordenação - escolha múltipla 12 Leitura Artigo de opinião - sentido global - assunto - tópicos Itens de seleção - escolha múltipla - completamento de texto 12 Educação Literária Poema - tema - ideias principais - sentido das afirmações - análise formal - opinião pessoal Itens de seleção - escolha múltipla - identificação de afirmações verdadeiras e falsas Itens de construção - resposta curta Itens de associação 26 Gramática Coordenação Subordinação - subordinação adverbial - subordinação completiva Funções sintáticas Itens de seleção - escolha múltipla - associação Itens de transformação Itens de classificação 20 Escrita Texto de opinião Texto longo 30 O Professor ___________________________________________ Data _____________
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    Teste de Avaliação5A 292 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA .ͻ VERSÃO A ͻ. ORALIDADE – COMPREENSÃO [12 pontos] Para responderes aos itens que se seguem, vais ouvir um excerto de uma entrevista a Filipe Morato Gomes, um viajante que fez disso profissão. Link: A estrada é uma escola da vida, Observador Antes de iniciares a audição, lê as questões. Em seguida, escuta o documento áudio, atentamente, duas vezes, e responde ao que é pedido. 1. Numera os tópicos de 1 a 4, de acordo com a ordem pela qual os temas vão sendo (3 pontos) abordados na reportagem. (A) As crónicas de viagens (B) As viagens dos avós (C) A alteração da situação profissional (D) As viagens em família 2. Seleciona, com um X, para cada afirmação (2.1 a 2.3), a opção que a completa corretamente. 2.1. Filipe Morato Gomes conta a história de como (3 pontos) (A) deu duas voltas ao mundo: a primeira sozinho e a segunda com os avós. (B) criou um blogue para escrever sobre as suas duas voltas ao mundo. (C) deu duas voltas ao mundo, criou um blogue de viagens e fundou uma associação. 2.2. No início, as viagens que mais impressionaram Filipe Morato Gomes foram (3 pontos) (A) as suas próprias viagens. (B) as viagens que fazia em família. (C) as viagens dos avós. 2.3. O desemprego levou Filipe Morato Gomes à primeira viagem porque (3 pontos) (A) ele já tinha reunido dinheiro para a realizar. (B) lhe deu oportunidade de concretizar um sonho. (C) foi uma forma de procurar emprego noutros países. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 5A Unidade – Texto poético Avaliação: _______________
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    Teste de Avaliação5A Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 293 LEITURA [12 pontos] Lê o texto. O QI dos turistas - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - Tinha-me mudado há dois minutos quando percebi: vivendo longe do centro da cidade, ia finalmente escapar aos atropelos dos turistas; vivendo mais perto do aeroporto, ia partilhar casa com voos rasantes cheios deles. Em dois dias, habituei-me. Antes acima de mim que em cima de mim, não é assim? Esta semana, o tráfego aéreo que tem sido meu companheiro de casa mal apareceu. Tive vontade de lhe atirar uma daquelas chantagens emocionais à mãe (“Achas que isto é um hotel? Entras e sais quando queres?”), mas na verdade prefiro assim. É que os turistas andavam a irritar-me. Descobri há muito que o nosso QI1 diminui muito quando somos turistas. Assim que passamos a fronteira, ficamos tolos. Se formos inteligentes, não vem daí grande mal ao mundo (127 fotografias de prédios perfeitamente banais no telemóvel, uma ou outra apropriação cultural, problemas intestinais e/ou com a justiça local e é tudo), agora, se já não formos muito espertos... pode ser um cataclismo2 . Vejamos os turistas que andaram por Portugal nestes dias. Quando confrontados por jornalistas que lhes perguntavam se não estava na hora de regressarem a casa naquele espírito de isolamento a que uma pandemia convida, eles pediram selfies, ofereceram perdigotos e ainda proferiram declarações como “Portugal é um País seguro”. Atónitos3 , os jornalistas continuaram à procura de dar notícias. Eufóricos, os turistas apanharam um tuk tuk4 e seguiram para os Jerónimos. Do meu sofá, não os julguei porque, lá está, eu já aceitei que viajar mexe com o nosso quociente de inteligência. Custa-me mais, contudo, não julgar os outros വ os que, não sendo turistas a andar pelo mundo, parecem turistas a andar pela vida. Esses parecem-me mais perigosos. Dá-me medo que achem que está tudo bem quando um vírus “só mata velhinhos”, que “é só um café”, que “é só uma futebolada com os amigos”, que “é só um aperto de mão e um abraço, que mal pode fazer?”. Dá-me medo que eles não saibam que, quando pensam assim, o mal está feito. Ângela Marques, revista Sábado, 27 de março de 2020. VOCABULÁRIO: 1 QI: quociente de inteligência. 2 cataclismo: catástrofe. 3 atónitos: admirados. 4 tuk-tuk: triciclo motorizado com cabine para transporte de passageiros.
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    Teste de Avaliação5A 294 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 1. Para cada item (1.1 a 1.3), seleciona, com um X, a opção que completa cada afirmação, (3 pontos) de acordo com o texto. 1.1. Segundo a cronista, viver perto do aeroporto tem uma vantagem e uma desvantagem: (3 pontos) (A) não se cruza com imensos turistas, mas ouve os aviões onde viajam. (B) cruza-se com poucos aviões, mas tem de contactar com muitos turistas. (C) convive com muitos turistas, mas só na época em que vêm a Portugal. (D) não vê os turistas chegar, mas tem de ouvir os aviões onde viajam. 1.2. A autora afirma que a nossa inteligência diminui quando fazemos turismo, (3 pontos) (A) o que não constitui um problema se formos pouco inteligentes. (B) o que constitui um problema se formos inteligentes. (C) o que não constitui um problema se formos inteligentes. (D) o que constitui um problema para quem quer tirar fotografias. 1.3. Os turistas, em situação de pandemia, (3 pontos) (A) mostraram-se cuidadosos. (B) não revelaram qualquer preocupação. (C) passaram a evitar os transportes públicos. (D) exigiram declarações de segurança. 2. Completa a afirmação seguinte, que sintetiza as ideias finais do texto, usando quatro das (3 pontos) expressões abaixo. De acordo com Ângela Marques, os turistas revelam _______(1)________ com as suas atitudes em geral quando estão num _______(2)________, mas para ela o mais grave é a falta de _______(3)_______ com a saúde, o que é evidenciado por aqueles que no _______(4)________ optam por atitudes perigosas. (a) próprio país (c) descuido (e) prudência (b) desleixo (d) país estrangeiro (f) domicílio
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    Teste de Avaliação5A Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 295 EDUCAÇÃO LITERÁRIA [26 pontos] Lê o poema de António Gedeão. Se necessário, consulta as notas de vocabulário. Poema da malta das naus - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - Lancei ao mar um madeiro, espetei-lhe um pau e um lençol. Com palpite marinheiro medi a altura do Sol. Deu-me o vento de feição, levou-me ao cabo do mundo. pelote1 de vagabundo, rebotalho2 de gibão3 . Dormi no dorso4 das vagas, pasmei na orla5 das praias arreneguei6 , roguei pragas, mordi pelouros7 e zagaias8 . Chamusquei o pelo hirsuto9 , tive o corpo em chagas10 vivas, estalaram-me as gengivas, apodreci de escorbuto. Com a mão esquerda benzi-me, com a direita esganei. Mil vezes no chão, bati-me, outras mil me levantei. Meu riso de dentes podres ecoou nas sete partidas. Fundei cidades e vidas, rompi as arcas e os odres11 . Tremi no escuro da selva, Alambique12 de suores. Estendi na areia e na relva mulheres de todas as cores. Moldei as chaves do mundo a que outros chamaram seu, mas quem mergulhou no fundo do sonho, esse, fui eu. O meu sabor é diferente. Provo-me e saibo-me a sal. Não se nasce impunemente nas praias de Portugal. 25 - - - - 30 - - - - 35 - António Gedeão, Poesias Completas 1956-1967, Lisboa, Livraria Sá da Costa, 1987. VOCABULÁRIO: 1 pelote: antigo vestuário com abas. 2 rebotalho: aquilo que sobra, restos. 3 gibão: antiga veste sem mangas. 4 dorso: parte superior; 5 orla: beira. 6 arrenegar: zangar. 7 pelouro: bala. 8 zagaia: lança. 9 hirsuto: emaranhado, enriçado. 10 chaga: ferida. 11 odre: recipiente de couro. 12 alambique: aparelho para destilar.
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    Teste de Avaliação5A 296 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 1. Refere a atividade que o sujeito lírico iniciou na primeira estrofe. (4 pontos) ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 2. Indica os sentimentos do sujeito lírico expressos em cada um dos versos seguintes. (3 pontos) a. “pasmei na orla das praias” (verso 10): ________________________________________________________ b. “arreneguei, roguei pragas” (verso 11): ________________________________________________________ c. “mordi pelouros e zagaias” (verso 12): _________________________________________________________ d. “Com a mão esquerda benzi-me” (verso 17): __________________________________________________ e. “com a direita esganei.” (verso 18): ___________________________________________________________ 3. Refere quatro consequências físicas da viagem no sujeito lírico. (6 pontos) ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 4. Explica o sentido da estrofe final, relacionando o ser português com o sabor a sal. (7 pontos ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 5. Associa os elementos relativos a aspetos formais do poema, na coluna A, (6 pontos) à sua classificação, na coluna B. Coluna A Coluna B 1. Redondilha maior 2. Cruzada e emparelhada 3. Redondilha menor 4. Quadra 5. Terceto 6. Cruzada, emparelhada e interpolada A. Estrofes B. Rima C. Métrica (estrofe 1)
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    Teste de Avaliação5A Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 297 GRAMÁTICA [20 pontos] 1. Associa a expressão sublinhada na coluna A à sua função sintática na coluna B. (5 pontos) Coluna A Coluna B A. Os turistas permaneceram em Portugal, apesar da pandemia. B. Os portugueses devem mostrar sentido de responsabilidade. C. A cronista mora junto ao aeroporto. D. Os turistas visitam Portugal. E. A autora do texto conta-nos o que pensa. 1. Sujeito 2. Complemento oblíquo 3. Complemento direto 4. Complemento indireto 5. Predicativo do sujeito 2. Para cada item, seleciona, com um X, a opção correta. 2.1. A única frase que não contém uma oração subordinada adverbial é (3 pontos) (A) O turista entregou o passaporte porque o polícia pediu. (B) As viagens estão suspensas, mas o turismo está em alta. (C) Se houver voos, os turistas voltarão a Portugal. (D) O polícia viu os documentos para verificar a identidade do turista. 2.2. A única frase que contém uma oração subordinada substantiva completiva é (3 pontos) (A) Está de tal maneira bom tempo que os turistas não desistem de passear. (B) A turista mudará de hotel se tiver oportunidade. (C) O turista disse que estava de saída. (D) As viagens estão condicionadas porque não há voos. 3. Classifica as orações coordenadas das frases que se seguem. (9 pontos) a. Os turistas estão em Portugal, mas terão de sair mais cedo. ______________________________________________________________________________ b. As viagens serão retomadas, pois os turistas querem viajar. ______________________________________________________________________________ c. Temos de retomar as viagens ou o turismo sofrerá. ______________________________________________________________________________
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    Teste de Avaliação5A 298 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA ESCRITA [30 pontos] As viagens são uma forma de crescimento e de aprendizagem. Concordas com a posição apresentada? Redige um texto de opinião, com 120 a 160 palavras, no qual apresentes a tua opinião fundamentando-a com dois exemplos pertinentes. ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ FIM
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    Teste de Avaliação5 – Matriz (versão B) Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 299 .ͻ VERSÃO B ͻ. Escola Matriz do teste n. o 5 (versão B) – Português 7. o ano Data do teste Turma Duração do teste Unidade Unidade 4 – Texto poético Domínios Conteúdos Estrutura / tipologia de questões Cotação Oralidade Entrevista Itens de seleção - ordenação - escolha múltipla 12 Leitura Artigo de opinião - sentido global - assunto - tópicos Itens de seleção - escolha múltipla -completamento de texto 12 Educação Literária Poema - tema - ideias principais - sentido das afirmações - análise formal - opinião pessoal Itens de seleção - escolha múltipla - identificação de afirmações verdadeiras e falsas Itens de associação 26 Gramática Coordenação Subordinação - subordinação adverbial - subordinação completiva Funções sintáticas Itens de seleção - escolha múltipla - associação Itens de classificação 20 Escrita Texto de opinião Texto longo 30 O Professor ___________________________________________ Data _____________
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    Teste de Avaliação5B 300 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA .ͻ VERSÃO B ͻ. ORALIDADE – COMPREENSÃO [12 pontos] Para responderes aos itens que se seguem, vais ouvir um excerto de uma entrevista a Filipe Morato Gomes, um viajante que fez disso profissão. Link: A estrada é uma escola da vida, Observador Antes de iniciares a audição, lê as questões. Em seguida, escuta o documento, atentamente, duas vezes, e responde ao que é pedido. 1. Numera os tópicos de 1 a 4, de acordo com a ordem pela qual os temas vão sendo (3 pontos) abordados na reportagem. (A) As crónicas de viagens (B) As viagens dos avós (C) A alteração da situação profissional (D) As viagens em família 2. Seleciona, com um X, para cada afirmação (2.1 a 2.3), a opção que a completa corretamente. 2.1. Filipe Morato Gomes conta a história de como (3 pontos) (A) deu duas voltas ao mundo: a primeira sozinho e a segunda com os avós. (B) criou um blogue para escrever sobre as suas duas voltas ao mundo. (C) deu duas voltas ao mundo, criou um blogue de viagens e fundou uma associação. 2.2. No início, as viagens que mais impressionaram Filipe Morato Gomes foram (3 pontos) (A) as suas próprias viagens. (B) as viagens que fazia em família. (C) as viagens dos avós. 2.3. O desemprego levou Filipe Morato Gomes à primeira viagem porque (3 pontos) (A) ele já tinha reunido dinheiro para a realizar. (B) lhe deu oportunidade de concretizar um sonho. (C) foi uma forma de procurar emprego noutros países. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 5B Unidade – Texto poético Avaliação: _______________
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    Teste de Avaliação5B Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 301 LEITURA [12 pontos] Lê o texto. O QI dos turistas - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - Tinha-me mudado há dois minutos quando percebi: vivendo longe do centro da cidade, ia finalmente escapar aos atropelos dos turistas; vivendo mais perto do aeroporto, ia partilhar casa com voos rasantes cheios deles. Em dois dias, habituei-me. Antes acima de mim que em cima de mim, não é assim? Esta semana, o tráfego aéreo que tem sido meu companheiro de casa mal apareceu. Tive vontade de lhe atirar uma daquelas chantagens emocionais à mãe (“Achas que isto é um hotel? Entras e sais quando queres?”), mas na verdade prefiro assim. É que os turistas andavam a irritar-me. Descobri há muito que o nosso QI1 diminui muito quando somos turistas. Assim que passamos a fronteira, ficamos tolos. Se formos inteligentes, não vem daí grande mal ao mundo (127 fotografias de prédios perfeitamente banais no telemóvel, uma ou outra apropriação cultural, problemas intestinais e/ou com a justiça local e é tudo), agora, se já não formos muito espertos... pode ser um cataclismo2 . Vejamos os turistas que andaram por Portugal nestes dias. Quando confrontados por jornalistas que lhes perguntavam se não estava na hora de regressarem a casa naquele espírito de isolamento a que uma pandemia convida, eles pediram selfies, ofereceram perdigotos e ainda proferiram declarações como “Portugal é um País seguro”. Atónitos3 , os jornalistas continuaram à procura de dar notícias. Eufóricos, os turistas apanharam um tuk tuk4 e seguiram para os Jerónimos. Do meu sofá, não os julguei porque, lá está, eu já aceitei que viajar mexe com o nosso quociente de inteligência. Custa-me mais, contudo, não julgar os outros വ os que, não sendo turistas a andar pelo mundo, parecem turistas a andar pela vida. Esses parecem-me mais perigosos. Dá-me medo que achem que está tudo bem quando um vírus “só mata velhinhos”, que “é só um café”, que “é só uma futebolada com os amigos”, que “é só um aperto de mão e um abraço, que mal pode fazer?”. Dá-me medo que eles não saibam que, quando pensam assim, o mal está feito. Ângela Marques, revista Sábado, 27 de março de 2020. VOCABULÁRIO: 1 QI: quociente de inteligência. 2 cataclismo: catástrofe. 3 atónitos: admirados. 4 tuk-tuk: triciclo motorizado com cabine para transporte de passageiros.
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    Teste de Avaliação5B 302 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 1. Para cada item (1.1 a 1.3), seleciona, com um X, a opção que completa cada afirmação, de acordo com o texto. 1.1. Segundo a cronista, viver perto do aeroporto tem uma vantagem e uma desvantagem: (3 pontos) (A) não se cruza com imensos turistas, mas ouve os aviões onde viajam. (B) cruza-se com poucos aviões, mas tem de contactar com muitos turistas. (C) convive com muitos turistas, mas só na época em que vêm a Portugal. 1.2. A autora afirma que a nossa inteligência diminui quando fazemos turismo, (3 pontos) (A) o que não constitui um problema se formos pouco inteligentes. (B) o que constitui um problema se formos inteligentes. (C) o que não constitui um problema se formos inteligentes. 1.3. Os turistas, em situação de pandemia, (3 pontos) (A) mostraram-se cuidadosos. (B) não revelaram qualquer preocupação. (C) passaram a evitar os transportes públicos. 2. Completa a afirmação seguinte, que sintetiza as ideias finais do texto, usando quatro das (3 pontos) expressões abaixo. De acordo com Ângela Marques, os turistas revelam _______(1)________ com as suas atitudes em geral quando estão num _______(2)________, mas para ela o mais grave é a falta de _______(3)_______ com a saúde, o que é evidenciado por aqueles que no _______(4)________ optam por atitudes perigosas. (a) próprio país (c) descuido (e) prudência (b) desleixo (d) país estrangeiro (f) domicílio
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    Teste de Avaliação5B Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 303 EDUCAÇÃO LITERÁRIA [26 pontos] Lê o poema de António Gedeão. Se necessário, consulta as notas de vocabulário. Poema da malta das naus - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - Lancei ao mar um madeiro, espetei-lhe um pau e um lençol. Com palpite marinheiro medi a altura do Sol. Deu-me o vento de feição, levou-me ao cabo do mundo. pelote1 de vagabundo, rebotalho2 de gibão3 . Dormi no dorso4 das vagas, pasmei na orla5 das praias arreneguei6 , roguei pragas, mordi pelouros7 e zagaias8 . Chamusquei o pelo hirsuto9 , tive o corpo em chagas10 vivas, estalaram-me as gengivas, apodreci de escorbuto. Com a mão esquerda benzi-me, com a direita esganei. Mil vezes no chão, bati-me, outras mil me levantei. Meu riso de dentes podres ecoou nas sete partidas. Fundei cidades e vidas, rompi as arcas e os odres11 . Tremi no escuro da selva, Alambique12 de suores. Estendi na areia e na relva mulheres de todas as cores. Moldei as chaves do mundo a que outros chamaram seu, mas quem mergulhou no fundo do sonho, esse, fui eu. O meu sabor é diferente. Provo-me e saibo-me a sal. Não se nasce impunemente nas praias de Portugal. 25 - - - - 30 - - - - 35 - António Gedeão, Poesias Completas 1956-1967, Lisboa, Livraria Sá da Costa, 1987. VOCABULÁRIO: 1 pelote: antigo vestuário com abas. 2 rebotalho: aquilo que sobra, restos. 3 gibão: antiga veste sem mangas. 4 dorso: parte superior; 5 orla: beira. 6 arrenegar: zangar. 7 pelouro: bala. 8 zagaia: lança. 9 hirsuto: emaranhado, enriçado. 10 chaga: ferida. 11 odre: recipiente de couro. 12 alambique: aparelho para destilar.
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    Teste de Avaliação5B 304 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 1. Refere a atividade que o sujeito lírico iniciou na primeira estrofe. (4 pontos) ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 2. Associa cada verso da coluna A ao sentimento que lhe corresponde, na coluna B. (4 pontos) Coluna A Coluna B A. “pasmei na orla das praias” (verso 10) B. “outras mil me levantei” (verso 20) C. “Meu riso de dentes podres” (verso 21) D. “ arreneguei, roguei pragas “ (verso 11) 1. Felicidade 2. Coragem 3. Espanto 4. Irritação 3. Refere quatro consequências físicas da viagem no sujeito lírico, com base na leitura da (8 pontos) quarta estrofe. ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ 4. Completa o texto que se segue de modo a explicitares o sentido da última estrofe. (4 pontos O poeta afirma que quem nasce a. ___________________ tem a condição de saber a b. ____________, ou seja, a sua c. __________________ está ligada ao d. ________________. 5. Associa os elementos relativos a aspetos formais do poema, na coluna A, (6 pontos) à sua classificação, na coluna B. Coluna A Coluna B 1. Redondilha maior 2. Cruzada e emparelhada 3. Redondilha menor 4. Quadra 5. Terceto 6. Cruzada, emparelhada e interpolada A. Estrofes B. Rima C. Métrica (estrofe 1)
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    Teste de Avaliação5B Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 305 GRAMÁTICA [20 pontos] 1. Associa a expressão sublinhada na coluna A à sua função sintática na coluna B. (5 pontos) Coluna A Coluna B A. Os turistas permaneceram em Portugal, apesar da pandemia. B. Os portugueses devem mostrar sentido de responsabilidade. C. A cronista mora junto ao aeroporto. D. Os turistas visitam Portugal. E. A Ângela conta ao João o que pensa. 1. Sujeito 2. Complemento oblíquo 3. Complemento direto 4. Complemento indireto 5. Predicativo do sujeito 2. Para cada item, seleciona, com um X, a opção correta. 2.1. A única frase que não contém uma oração subordinada adverbial é (3 pontos) (A) O turista entregou o passaporte porque o polícia pediu. (B) As viagens estão suspensas, mas o turismo está em alta. (C) Se houver voos, os turistas voltarão a Portugal. 2.2. A única frase que contém uma oração subordinada substantiva completiva é (3 pontos) (A) Está de tal maneira bom tempo que os turistas não desistem de passear. (B) A turista mudará de hotel se tiver oportunidade. (C) O turista disse que estava de saída. 3. Classifica as orações coordenadas das frases que se seguem. (9 pontos) a. Os turistas estão em Portugal, mas terão de sair mais cedo. ______________________________________________________________________________ b. As viagens serão retomadas, pois os turistas querem viajar. ______________________________________________________________________________ c. Temos de retomar as viagens ou o turismo sofrerá. ______________________________________________________________________________
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    Teste de Avaliação5B 306 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA ESCRITA [30 pontos] As viagens são uma forma de crescimento e de aprendizagem. Concordas com a posição apresentada? Redige um texto de opinião, com 120 a 160 palavras, no qual apresentes a tua opinião fundamentando-a com dois exemplos pertinentes: Segue as seguintes orientações: ͻ indica se concordas ou não com a afirmação feita; ͻ apresenta duas razões/motivos que justifiquem a tua opinião; Concordo/ Não concordo, por um lado, porque…; por outro lado, porque… ͻ faz uma breve conclusão. Concluindo/ Em conclusão/ Em resumo... ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ FIM
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    Teste de Avaliação5 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Testes de Avaliação x ASA 307 Soluções - Teste de Avaliação 5 ͻ VERSÃO A ͻ ORALIDADE – COMPREENSÃO 1. (B), (D), (C), (A) 2.1 (C); 2.2 (C); 2.3 (B) LEITURA 1.1 (A); 1.2 (C); 1.3 (B) 2. 1 – c; 2 – d; 3 – e; 4 – a EDUCAÇÃO LITERÁRIA 1. O sujeito lírico iniciou uma vida de marinheiro. 2. Por exemplo: a. Espanto b. Irritação c. Coragem d. Medo/Fé e. Ódio/Revolta 3. O sujeito lírico (1) queimou o cabelo e os pelos, (2) teve o corpo coberto de chagas, (3) teve escorbuto e (4) os seus dentes apodreceram. 4. O poeta afirma que quem nasce português tem a condição de saber a sal, ou seja, a sua vida está ligada ao mar, o que é algo de muita responsabilidade (porque pode trazer sofrimento). 5. A – 4; B – 6; C – 1 GRAMÁTICA 1. A – 5; B – 1; C – 2; D – 3; E – 4 2.1 (B) 2.2 (C) 3. a. Oração coordenada adversativa b. Oração coordenada explicativa c. Oração coordenada disjuntiva ESCRITA As viagens são sempre uma forma de construir novas aprendizagens que têm o poder de transformar a vida de quem as faz. Quando viajamos, contactamos com novas realidades, com outras culturas. Tudo o que vemos acaba por se transformar em aprendizagem. Os monumentos, as comidas, as formas de vida, as manifestações culturais, o vestuário… São aspetos que nos permitem aprender coisas novas e diferentes sobre o nosso planeta. Todas as viagens nos dão a conhecer um mundo que nos obriga a pensar e, por vezes, a agir. As situações que vivemos acabam por nos obrigar a crescer. Temos de aprender a lidar com novas dificuldades, a aceitar formas de ser e de estar diferentes, a compreender outros modos de ver o mundo. Ninguém volta igual depois de uma viagem. Em conclusão, viajar é muito mais do que um momento de lazer e de descontração. É uma atividade que nos dá a oportunidade de transformação interior e de novas aprendizagens. (159 palavras) VERSÃO B ͻ ORALIDADE – COMPREENSÃO 1. (B), (D), (C), (A) 2.1 (C); 2.2 (C); 2.3 (B) LEITURA 1.1 (A) 1.2 (C) 1.3 (B) 2. 1 – c; 2 – d; 3 – e; 4 – a EDUCAÇÃO LITERÁRIA 1. O sujeito lírico iniciou uma vida de marinheiro. 2. A – 3; B – 2; C – 1; D – 4 3. O sujeito lírico (1) queimou o cabelo e os pelos, (2) teve o corpo coberto de chagas, (3) teve escorbuto e (4) os seus dentes apodreceram. 4. a. português (em Portugal) b. sal c. vida d. mar 5. A – 4; B – 6; C – 1 GRAMÁTICA 1. A – 5; B – 1; C – 2; D – 3; E – 4 2.1 (B) 2.2 (C) 3. a. Oração coordenada adversativa b. Oração coordenada explicativa c. Oração coordenada disjuntiva ESCRITA As viagens são sempre uma forma de construir novas aprendizagens que têm o poder de transformar a vida de quem as faz. Quando viajamos, contactamos com novas realidades, com outras culturas. Tudo o que vemos acaba por se transformar em aprendizagem. Os monumentos, as comidas, as formas de vida, as manifestações culturais, o vestuário… São aspetos que nos permitem aprender coisas novas e diferentes sobre o nosso planeta. Todas as viagens nos dão a conhecer um mundo que nos obriga a pensar e, por vezes, a agir. As situações que vivemos acabam por nos obrigar a crescer. Temos de aprender a lidar com novas dificuldades, a aceitar formas de ser e de estar diferentes, a compreender outros modos de ver o mundo. Ninguém volta igual depois de uma viagem. Em conclusão, viajar é muito mais do que um momento de lazer e de descontração. É uma atividade que nos dá a oportunidade de transformação interior e de novas aprendizagens. (159 palavras)
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    Teste de Avaliação5 – Grelhas 308 T ESTE 5 Versão A Oralidade Leitura Educação Literária Gramática Escrita Total Questão/Cotação 1 2.1 2.2 2.3 Subtotal 1.1 1.2 1.3 2 Subtotal 1 2 3 4 5 Subtotal 1 2.1 2.2 3 Subtotal Alunos 3 3 3 3 12 3 3 3 3 12 4 3 6 7 6 26 5 3 3 9 20 30 100
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    309 Teste de Avaliação5 – Grelhas T ESTE 5 Versão B Oralidade Leitura Educação Literária Gramática Escrita Total Questão/Cotação 1 2.1 2.2 2.3 Subtotal 1.1 1.2 1.3 2 Subtotal 1 2 3 4 5 Subtotal 1 2.1 2.2 3 Subtotal Alunos 3 3 3 3 12 3 3 3 3 12 4 4 8 4 6 26 5 3 3 9 20 30 100
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    Questões de Aula* •Leitura • Educação Literária • Escrita • Gramática • Soluções Outros Instrumentos de Avaliação* • Testes de Verificação de Leitura • Soluções • Grelhas de Apoio à Avaliação Questões de Aula Instrum. de Avaliação * Disponível em formato editável em Grelhas disponíveis em formato Excel® em PASSO
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    Projeto A Pare Passo - Português 7 x Testes de Avaliação x ASA Questões de Aula Outros Instrumentos de Avaliação Questões de Aula ....................................................... 313 Leitura ...................................................................... 315 Educação Literária .................................................... 323 Escrita ....................................................................... 333 Gramática ................................................................. 341 Soluções ................................................................... 354 Grelha-modelo de cotação e correção ..................... 358 Testes de Verificação de Leitura ................................ 359 O Cavaleiro da Dinamarca ....................................... 361 História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar ..................................................................... 365 Leandro, Rei da Helíria ............................................. 368 Soluções ................................................................... 374 Grelhas de Apoio à Avaliação .................................... 375 Disponível em formato editável em
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    Projeto A Pare Passo - Português 7 x Testes de Avaliação x ASA Questões de Aula Leitura Artigo de opinião ........................................................ 315 Crítica ......................................................................... 317 Biografia ..................................................................... 319 Publicidade ................................................................. 321 Educação Literária Conto popular ............................................................ 323 O Cavaleira da Dinamarca ......................................... 325 “Mestre Finezas” ........................................................ 327 História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar....................................................................... 329 Leandro, Rei da Helíria................................................ 331 Escrita Texto de opinião ........................................................ 333 Texto expositivo ......................................................... 334 Resumo ...................................................................... 335 Comentário – “Mestre Finezas” ................................. 337 Comentário – História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar................................................ 338 Comentário – “Ladino” ............................................... 339 Biografia ..................................................................... 340 Gramática Verbos: conjugação, flexão e classes ......................... 341 Advérbio e locução adverbial ..................................... 342 Modificador do grupo verbal e modificador do nome .... 343 Preposição e locução prepositiva .............................. 344 Formação de palavras ................................................ 345 Coordenação .............................................................. 346 Variação geográfica do português ............................. 347 Formas do pronome pessoal átono............................ 348 Subordinação adverbial e substantiva completiva .... 349 Subordinação adjetiva relativa .................................. 350 Gramática global 1 ..................................................... 351 Gramática global 2 ..................................................... 352 Gramática global 3...................................................... 353 Soluções............................................................................. 354 Grelha-modelo de cotação e correção ............................ 358
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    Questões de Aula ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 315 ARTIGO DE OPINIÃO [100 pontos] Lê o artigo de opinião. Se necessário, consulta as notas de vocabulário. O poder das palavras - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 As palavras têm um poder tremendo. Há palavras que edificam1 , outras que destroem; umas trazem bênção, outras, maldição. Comecemos pela gastronomia. Na hora da refeição, quem é que não saliva ao ler um Crispy de peito de frango com emulsão de gengibre e limão? E quantas vezes a sedutora descrição dos pratos é bem mais aprazível2 que o repasto3 propriamente dito? Há dias, num restaurante tradicional, um dos pratos da ementa era bife raspado. Soou-me bem e pedi. O que era? Um simples hambúrguer no prato. Estava apetitoso, sem dúvida, mas o prazer que senti ao degustar as sílabas bi-fe ras-pa-do antes de o dito prato pousar na mesa foi infinitamente superior. No plano amoroso, as palavras têm também um poder incrível. Outrora, nas cartas de amor, as palavras voavam distâncias, marcadas pela saudade dos enamorados; hoje, o impacto das palavras nas relações amorosas é tão ou mais forte porque é imediato, à distância de um clique. E o poder da palavra silenciosa? O silêncio é ouro, já ouviram dizer? Há palavras que deviam ser escondidas num baú fechado a sete chaves. Porque não edificam, porque magoam, porque destroem… Há uns tempos fui fazer um exame médico. Após o questionário clínico habitual, a médica prosseguiu “Agora, vou fazer-lhe umas maldades”. Nesse instante, o meu corpo sucumbiu e o desmaio tornou-se iminente. Ora, a palavra maldade magoou-me mais do que o próprio exame. Mas voltemos às palavras amigas, as que mimam, as que confortam, as que aquecem o coração. Sabiam que podem mudar o dia de alguém com uma calorosa saudação? “Bom dia, como está?” Experimentem, sempre que comunicam, escolher palavras com carga afetiva positiva! Ou então acrescentar adjetivos robustos quando agradecem a alguém: “Obrigada pela sua preciosa, valiosa ajuda”. Se queremos relações pessoais e profissionais mais saudáveis e felizes, usemos e abusemos das palavras positivas na nossa vida. E não nos cansemos de elogiar. Palavras de louvor e honra trazem felicidade não só a quem as recebe mas também, e sobretudo, a quem as oferece. Sandra Duarte Tavares, in VISÃO, edição online de 17 de janeiro de 2017 (consultado em 29 de julho de 2020, texto com supressões). VOCABULÁRIO: 1 edificam: constroem. 2 aprazível: agradável. 3 repasto: refeição. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 1 Questão de Aula – Leitura Avaliação: _______________
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    Questões de Aula 316Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 1. Ordena as expressões de acordo com o aparecimento dos tópicos no texto. (40 pontos) (A) O poder das palavras no campo amoroso (B) Palavras que assustam (C) A importância da designação dos pratos (D) O poder das palavras em geral (E) As palavras que expressam simpatia 2. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a frase, de acordo com o sentido do texto. 2.1. As palavras são poderosas (A) porque são determinantes na nossa vida. (15 pontos) (B) quando são ditas com voz forte. (C) quando são negativas e destruidoras. (D) quando são positivas e construtivas. 2.2. As palavras são importantes na gastronomia porque: (15 pontos) (A) são uma forma de se matar a fome. (B) são uma estratégia para comer menos. (C) podem antecipar a qualidade do próprio prato. (D) levam os consumidores a pedirem pratos estranhos. 2.3. As palavras são importantes nas relações amorosas porque (15 pontos) (A) substituem a proximidade física. (B) são um componente de qualquer relação. (C) é preferível escrever bem a falar mal. (D) o mundo virtual está a substituir o físico. 2.4. Por vezes é preferível ficar em silêncio porque (15 pontos) (A) certas palavras são demasiadamente feias. (B) determinadas palavras podem magoar. (C) há palavras que podem dar muita felicidade. (D) certas palavras são ditas com má intenção.
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    Questões de Aula ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 317 CRÍTICA [100 pontos] Lê a crítica ao filme Dumbo. Se necessário, consulta as notas do vocabulário. Tim Burton à procura de asas - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 Já se sabe que a Disney tem andado a recauchutar1 o seu vasto catálogo animado no século XXI à luz das novas tecnologias, procurando seduzir novas gerações de espetadores. À partida, isto é um paradoxo2 — os melhores clássicos da Disney não têm idade. Mas, na recauchutagem, há lucros copiosos3 . O original Dumbo, de 1941, foi um dos melhores filmes da casa. Aquele bebé-elefante que nasce num circo com umas orelhas invulgarmente grandes, e que, depois de ser separado da mãe, espanta o mundo porque voa, foi herói de infância de avós, filhos, netos e bisnetos. Restava-nos saber o que é que Tim Burton poderia acrescentar ao remake sabendo que era preciso manter fidelidade ao que interessa — e o que interessa, resumiu-o assim Danny DeVito, “é a história de amor incondicional entre a Sr.a Jumbo e o pequeno Dumbo, o filme não trata de outra coisa”. Dumbo é tecnicamente sofisticado. O pequeno elefante, a Sr.a Jumbo e tudo o que vem do reino da bicharada são “zeros e uns”, imagens digitalmente geradas por computador — e à medida que a técnica se apura, aquelas já não se distinguem muito da realidade observada a olho nu. Quanto às personagens humanas, DeVito é Max Medici, homem teimoso mas de bom coração e dono do circo em que Dumbo nasce. Mais tarde surgirá o vilão, Michael Keaton (na pele de Vandevere, um magnata do espetáculo sem escrúpulos), também Eva Green (Colette, a trapezista que aquele educou e subjuga), rodeados de um naipe4 de secundários. Mas no centro, e desde o primeiro instante, o que temos é, de facto, um melodrama5 com a aparição de Colin Farrell na personagem de Holt Farrier. Acrobata do circo especialista em cavalos, Holt regressa da guerra sem o braço esquerdo, para junto dos dois filhos menores, Milly e Joe. Não perdeu só o seu número de circo com a ausência, perdeu também a mulher, vítima de doença. Ora, quando os Farriers são incumbidos de cuidar dos elefantes, torna-se claro que a família vai substituir neste novo Dumbo o papel que o rato Timóteo, amiguinho do protagonista, ocupava no clássico. Depois, é pena, por exemplo, que a personagem de Keaton evolua para um vilão de caricatura. O filme vai ficando “desalmado” no processo, a cumprir calendário e, no fim, mensagem ecológica, à medida que o império do magnata se desmorona como um castelo de cartas. Francisco Ferreira, in Expresso, edição online de 21 de abril de 2019 (consultado em 29 de junho de 2020). VOCABULÁRIO: 1 recauchutar: restaurar. 2 paradoxo: contradição. 3 copiosos: numerosos, abundantes. 4 naipe: conjunto. 5 melodrama: composição dramática de má qualidade. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 2 Questão de Aula – Leitura Avaliação: _______________
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    Questões de Aula 318Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 1. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a frase. 1.1. O crítico considera a produção de filmes antigos um paradoxo porque (20 pontos) (A) um bom filme é intemporal. (B) as novas gerações não os veem. (C) estes não se adaptam às novas tecnologias. (D) um estúdio poderoso não precisa desta solução. 1.2. O aspeto essencial do filme Dumbo encontra-se na(s) (20 pontos) (A) ideias do realizador Tim Burton. (B) importância que teve para várias gerações. (C) orelhas gigantescas de Dumbo. (D) relações afetivas familiares. 1.3. O filme combina (20 pontos) (A) personagens reais com a realidade observada a olho nu. (B) personagens reais com vilões digitais. (C) personagens digitais com personagens reais. (D) personagens digitais com “zeros e uns”. 1.4. A história da família que cuida de Dumbo (20 pontos) (A) é equivalente à do rato Timóteo. (B) é como uma seta que magoa o elefante. (C) tem semelhanças com a do elefante. (D) justifica o aparecimento do vilão do filme. 2. Completa o texto que sintetiza a crítica, selecionando uma expressão entre (20 pontos) as apresentadas. A apreciação crítica do filme é feita sobretudo a partir da linha 10. O crítico avalia como sofisticada a (1)________ e considera que o mais positivo do filme é (2)__________. Critica, todavia, a opção de transformar uma personagem numa caricatura de (3)_________ e a mensagem relacionada com (4)________ deixada no final. (a) a ecologia (c) a personagem principal (e) vilão (b) o desmoronamento (d) a primeira parte (f) técnica digital
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    Questões de Aula ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 319 BIOGRAFIA [100 pontos] Lê a biografia de Elisabete Jacinto. Elisabete Jacinto - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 - - - - 30 - - Há 26 anos que desafia o domínio masculino nos ralis. Agora, aos 54 anos, tornou-se a primeira mulher a vencer a África Eco Race, a prova todo o terreno que sucedeu ao Rali Dakar, ao volante de um camião. “Tudo isto é fruto de muito trabalho, empenho e dedicação e por isso a vitória sabe ainda melhor”, disse após a vitória. Antes dela, só a alemã Jutta Kleinshmidt tinha vencido o Paris Dakar em 2001 num automóvel. 1964 Infância de bonecas Elisabete dos Santos Marques Jacinto nasceu no Montijo a 8 de junho, no seio de uma família que apelida de “muito tradicional”. Diz ter tido uma infância igual à das outras meninas, com brincadeiras com bonecas e bordados. 1987 Senhora professora A viver em Lisboa, licenciou-se em Geografia pela Faculdade de Letras e tornou-se professora, profissão que exerceu até 2003. Pelo caminho foi autora de vários manuais escolares. 1988 Motociclista por acaso Quando folheavam uma revista de motociclismo, o marido sugeriu que tirassem a carta de mota. Compraram uma Cagiva Elefant 125 e começaram a passear ao fim de semana. 1993 Competição atribulada Estreou-se nas provas de todo o terreno no Grândola 300. Deixou cair a mota num curso de água e não terminou a prova. Mas afirma que ficou apaixonada pelas corridas. 1998 Estreia no deserto Depois de vencer a Taça das Senhoras do Campeonato Nacional entre 1993 e 1998, decidiu participar no Rali Dakar. Só conseguiu terminar à terceira tentativa, em 2000, ficando em primeiro na classificação feminina. 2001 “Um Dakar de sofrimento” Voltou ao deserto a sentir-se mais forte, mas “falhou o fator sorte”. Perdeu o carro de apoio num acidente com uma mina terrestre, na Mauritânia, e ficou em 2.o lugar. Em 2002 deixou as motas. 2003-2018 De ligeiros a pesados Três meses após tirar a carta de pesados, apresentou-se no Dakar com um camião. Depois de conduzir três dias sem dormir, abandonou a competição. Foi das primeiras mulheres a terminar a prova em 2004. Em 2011 e 2012 alcançou o 2.o lugar na África Eco Race. 2019 Campeã todo o terreno Depois de dez anos de participações na África Eco Race, concretiza um “sonho antigo” e torna- -se a primeira mulher a ganhar a prova ao volante de um camião. “Somos a equipa mais feliz do mundo”, escreveu no Facebook. - - 35 - - - - 40 - - - - 45 - - - - 50 - - - - 55 - - - - 60 - Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 3 Questão de Aula – Leitura Avaliação: _______________
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    Questões de Aula 320Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 1. Escreve a sequência de letras que corresponde à ordem cronológica das (40 pontos) informações, apresentadas de (A) a (E). Começa pela letra (B). (A) Elisabete conclui o curso de Geografia. (B) A infância de Elisabete Jacinto é igual à das outras crianças. (C) Vence a Taça das Senhoras do Campeonato Nacional. (D) Deixou de participar em torneios de mota. (E) Participa, pela primeira vez, numa competição todo o terreno. 2. Para cada item, seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a frase, de acordo com o sentido do texto. 2.1. Elisabete Jacinto é a primeira mulher (15 pontos) (A) a vencer o Rali Dakar de mota. (B) a vencer a África Eco Race de camião. (C) a vencer o Rali Dakar de camião. (D) a vencer a África Eco Race de mota. 2.2. Para além de piloto, Isabel Jacinto foi também (15 pontos) (A) advogada. (B) jornalista. (C) escritora. (D) professora. 2.3. A sua primeira participação no Dakar foi (15 pontos) (A) em 1998, da qual saiu vencedora. (B) em 2000, da qual saiu vencedora. (C) em 1998, sem conseguir um prémio. (D) em 2002, terminando em 2.o lugar. 2.4. Isabel Jacinto ganhou prémios (15 pontos) (A) apenas como piloto de mota. (B) apenas como piloto de camião. (C) apenas como piloto de carro. (D) como piloto de mota e de camião. 1
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    Questões de Aula ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 321 PUBLICIDADE [100 pontos] Observa o cartaz publicitário. De seguida, responde às questões. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 4 Questão de Aula – Leitura Avaliação: _______________ Perguntámos a várias pessoas o que não as deixa dormir à noite. Quando sabe o que mais valoriza, porque não o protege connosco como mais de 1 milhão de pessoas o fazem? QUEREMOS SABER MAIS DE SI
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    Questões de Aula 322Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 1. Completa o quadro, identificando os elementos da publicidade presentes no cartaz. (40 pontos) Slogan Texto argumentativo Marca publicitada Elementos da imagem 2. Seleciona, com um X,a opção que completa corretamente cada frase (2.1. a 2.2). 2.1. O cartaz publicitário integra-se (15 pontos) (A) apenas na publicidade comercial. (B) apenas na publicidade institucional. (C) na publicidade institucional e comercial. (D) em áreas não publicitárias. 2.2. O slogan desta publicidade realça (15 pontos) (A) a preocupação da marca com o futuro da família dos seus clientes. (B) a necessidade de os clientes darem mais informação à marca. (C) que a filha representada é algo importante para esta marca. (D) que o presente não tem qualquer importância para a marca. 3. Assinala, com um X, as duas opções que explicitam a mensagem do texto argumentativo. (30 pontos) (A) A marca pretende diminuir as preocupações dos seus clientes. (B) A marca propõe um medicamento para as pessoas conseguirem dormir melhor. (C) A marca pretende atingir um milhão de clientes. (D) A marca já garante a segurança/tranquilidade a um grande número de clientes.
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    Questões de Aula ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 323 CONTO POPULAR [100 pontos] Lê o texto que se segue. Se necessário, consulta as notas de vocabulário. O caldo de pedra - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 - - - - 30 - Um frade andava ao peditório; chegou à porta de um lavrador, mas não lhe quiseram aí dar nada. O frade estava a cair com fome, e disse: – Vou ver se faço um caldinho de pedra. E pegou numa pedra do chão, sacudiu-lhe a terra e pôs-se a olhar para ela para ver se era boa para fazer um caldo. A gente da casa pôs-se a rir do frade e daquela lembrança. Diz o frade: – Então nunca comeram caldo de pedra? Só lhes digo que é uma coisa muito boa. Responderam-lhe: – Sempre queremos ver isso. Foi o que o frade quis ouvir. Depois de ter lavado a pedra, disse: – Se me emprestassem aí um pucarinho. Deram-lhe uma panela de barro. Ele encheu-a de água e deitou-lhe a pedra dentro. – Agora se me deixassem estar a panelinha aí ao pé das brasas... Deixaram. Assim que a panela começou a chiar, disse ele: – Com um bocadinho de unto1 é que o caldo ficava de primor... Foram-lhe buscar um pedaço de unto. Ferveu, ferveu, e a gente da casa pasmada para o que via. Diz o frade, provando o caldo: – Está um bocadinho insonso, bem precisa de uma pedrinha de sal. Também lhe deram o sal. Temperou, provou, e disse: – Agora é que com uns olhinhos de couve ficava que os anjos o comeriam. A dona da casa foi à horta e trouxe-lhe duas couves tenras. O frade limpou-as e ripou-as com os dedos, deitando as folhas na panela. Quando os olhos já estavam aferventados disse o frade: – Ai, um naquinho de chouriço é que lhe dava uma graça... Trouxeram-lhe um pedaço de chouriço; ele botou-o na panela, e enquanto se cozia, tirou do alforge2 pão, e arranjou-se para comer com vagar. O caldo cheirava que era um regalo. Comeu e lambeu o beiço; depois de despejada a panela, ficou a pedra no fundo; a gente da casa, que estava com os olhos nele, perguntou-lhe: – Oh senhor frade, então a pedra? Respondeu o frade: – A pedra, lavo-a e levo-a comigo para outra vez. E assim comeu onde não lhe queriam dar nada. Teófilo Braga, Contos tradicionais do Povo Português, Porto, Porto Editora, pp. 45-46. VOCABULÁRIO: 1 unto: banha de porco; gordura. 2 alforge: saco. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 5 Questão de Aula - Educação Literária Avaliação: _______________
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    Questões de Aula 324Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 1. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a afirmação. 1.1. O frade conseguiu a atenção dos presentes quando (20 pontos) (A) apanhou a pedra do chão. (B) pediu uma panela para colocar a pedra. (C) disse que ia fazer um caldo de pedra. (D) pediu alguma coisa para comer. 2. “A gente da casa pôs-se a rir do frade e daquela lembrança” (linhas 4-5). Explica (25 pontos) esta reação das pessoas. ______________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ 3. Ordena as afirmações que se seguem de modo a apresentares as etapas desta (25 pontos) história. (A) O frade foi sugerindo ingredientes que tornariam o caldo mais saboroso (unto, sal, couves, chouriço). (B) O frade guardou a pedra para a próxima vez. (C) O frade pediu brasas para pôr o caldo ao lume. (D) O frade pediu um tacho para colocar a pedra e a água. (E) O frade sentou-se e comeu o caldo regaladamente. 4. “E assim comeu onde não lhe queriam dar nada.” (linha 31) (30 pontos) De que forma se pode considerar esta afirmação a moral da história (o ensinamento do conto). Responde, seguindo os passos propostos. Segue os passos A afirmação significa que (1) ________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ Na verdade, o frade aproveitou-se (2) _________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ Assim, a moralidade deste conto (3)___________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ (1) Explica o significado da afirmação. (2) Refere as atitudes do frade em relação às pessoas. (3) Apresenta a ideia geral da moralidade desta história.
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    Questões de Aula ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 325 O CAVALEIRO DA DINAMARCA [100 pontos] Lê o excerto de O Cavaleiro da Dinamarca, de Sophia de Mello Breyner Andresen. Viagem até Florença - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 E daí a três dias, montado num belo cavalo que o Mercador lhe oferecera, o dinamarquês deixou Veneza. Além do cavalo o seu amigo dera-lhe também cartas de apresentação para os homens mais poderosos das cidades do Norte da Itália. Assim ele seria em toda a parte bem recebido. Abril enchia a terra de flores, todos os regatos cantavam, o céu era azul, o ar morno, a brisa leve. E por planícies, vales, colinas e montes seguia o Cavaleiro. Aconselhado pelo Mercador, tinha resolvido fazer a meio da viagem para Génova um desvio para sul, para conhecer a célebre cidade de Florença. Passou por Ferrara e Bolonha e viu as altas torres de São Giminiano. Dormia nas estalagens ou pedia abrigo nos conventos. E no princípio de maio chegou a Florença. Vista do alto das colinas floridas, a cidade erguia no céu azul os seus telhados vermelhos, as suas torres, os seus campanários, as suas cúpulas. O Cavaleiro atravessou a velha ponte sobre o rio, a ponte ladeada de pequenas lojas onde se vendiam coiros, colares de coral, armas, pratos de estanho e prata, lãs, sedas, joias de oiro. Depois foi através das ruas rodeadas de palácios, atravessou as largas praças e viu as igrejas de mármore preto e branco com grandes portas de bronze esculpido. Por toda a parte se viam estátuas. Havia estátuas de mármore claro e estátuas de bronze. Outras eram de barro pintado. E a beleza de Florença espantou o Cavaleiro, tal como o tinha espantado a beleza de Veneza. Mas aqui tudo era mais grave e austero. Procurou a casa do banqueiro Averardo, para o qual o seu amigo veneziano lhe tinha dado uma carta. O banqueiro recebeu-o com grande alegria e hospedou-o em sua casa. Era uma bela casa, mas nela não se via o grande luxo dos palácios de Veneza. Havia uma biblioteca cheia de antiquíssimos manuscritos, e nas paredes estavam pendurados quadros maravilhosos. Sophia de Mello Breyner Andresen, O Cavaleiro da Dinamarca, Porto, Porto Editora 2017, pp. 21-22 Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 6 Questão de Aula – Educação Literária Avaliação: _______________
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    Questões de Aula 326Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 1. Assinala, com um X, os aspetos nos quais o Cavaleiro identificou diferenças entre (24 pontos) Florença e Veneza. (A) Palácios (B) Colinas (C) Beleza da cidade (D) Estátuas 2. Apresenta o percurso geográfico seguido pelo Cavaleiro no excerto, referindo as (24 pontos) cidades por onde passou. ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ 3. Escreve a sequência de letras que corresponde à ordem dos locais por onde passou (24 pontos) o Cavaleiro em Florença. (A) Zona religiosa (B) Casa do banqueiro Averardo (C) Zona comercial (D) Zona nobre de habitações ricas 4. Identifica o recurso presente em “Os regatos cantavam” (linha 5) e refere a sua (28 pontos) expressividade. Responde, seguindo os passos propostos. Segue os passos O recurso expressivo presente em “os regatos cantavam” é (1) ____________________________________________ Este recurso está associado (2) ______________________ ________________________________________________ e pretende expressar (3) ___________________________ ________________________________________________ da Natureza nesta época do ano. (1) Identifica o recurso expressivo. (2) Refere a estação do ano envolvida. (3) Refere as ideias representadas.
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    Questões de Aula ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 327 “MESTRE FINEZAS” [100 pontos] Lê o excerto de “Mestre Finezas”, de Manuel da Fonseca, e consulta as notas de vocabulário. Mestre Finezas - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 - - - Passaram anos. Um dia, parti para os estudos. Voltei homem. Mestre Finezas é ainda a mesma figura alta e seca. Somente tem os cabelos todos brancos. വ KůŚĂďĞŵƉĂƌĂŵŝŵവƉĞĚĞ-ŵĞăƐǀĞnjĞƐവ͕ŽůŚĂďĞŵĞĚŝnjůĄƐĞĞƐƚĞĠŽŵĞƐŵŽŚŽŵĞŵƋƵĞƚƵ conheceste?... Finjo-me admirado de uma tal pergunta. Procuro convencê-lo de que sim, de que ainda é. Compreende as minhas mentiras e abana docemente a cabeça: വ Estou um velho, Carlinhos!... Vou lá de vez em quando. A loja está sempre deserta. As mãos muito trémulas de Mestre Finezas mal seguram agora a navalha. Também abriram, na vila, outras barbearias cheias de espelhos e vidrinhos, e letreiros sobre as portas a substituírem aquela bola com um penacho1 que Mestre Finezas ainda hoje tem à entrada da loja. Mestre Finezas passa necessidades. Vive abandonado da família, com a mulher entrevada2 , num casebre próximo do castelo. Eu sou um dos raros fregueses e o seu único confidente. Ilídio Finezas sonhou ser um grande artista, ir para a capital, e quem sabe se pelo mundo fora. Eu falhei um curso e arrasto, por aqui, uma vida de marasmo3 e ociosidade4 . Há entre mim e esta gente da vila uma indiferença que não consigo vencer. O meu desejo é partir breve. Mas não vejo como. E, quando o presente é feio e o futuro incerto, o passado vem-nos sempre à ideia como o tempo em que fomos felizes. Daí eu ser o confidente de Mestre Finezas. Ele ajuda as minhas recordações contando-me dos dias a que chama da “sua glória”. Estamos sozinhos na loja. De navalha em punho, Mestre Finezas declama cenas inteiras dos “melhores dramas que já se escreveram.” E há nele uma saudade tão grande das noites em que fazia soluçar de amor e mágoa as senhoras da vila que, amiúde5 esquece tudo o que o cerca e fica, longo tempo, parado. Os seus olhos ganham um brilho metálico. Fixos, olham-me mas não me veem. Estão a ver para lá de mim, através do tempo. Lentamente, aflora-lhe6 aos lábios, premidos e brancos, um sorriso doloroso. വ ƵĨƵŝŽŵĂŝŽƌĂƌƚŝƐƚĂĚĞƐƚĂƐƌĞĚŽŶĚĞnjĂƐ͊͘͘͘വŵƵƌŵƵƌĂ͘ Na cadeira, com a cara ensaboada, eu revivo a infância e sonho o futuro. Mestre Finezas já nem sonha; recorda só. Manuel da Fonseca, Aldeia Nova, Alfragide, BIS-LeYa, 2009, pp. 124-125. VOCABULÁRIO: 1 penacho: enfeite de penas. 2 entrevada: paralítica, que não se mexe. 3 marasmo: inatividade, melancolia, abatimento. 4 ociosidade: falta de trabalho. 5 amiúde: frequentemente. 6 aflorar: vir à superfície. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 7 Questão de Aula - Educação Literária Avaliação: _______________
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    Questões de Aula 328Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 1. Indica de que forma a passagem dos anos é comprovada pela descrição das personagens (30 pontos) no primeiro parágrafo. ______________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________ 2. Identifica o recurso presente na expressão “outras barbearias cheias de espelhos e vidri- (30 pontos) nhos, e letreiros sobre as portas” (linhas 9-10) e justifica o seu uso face à descrição da barbearia do Mestre Finezas. Responde, seguindo os passos propostos. Segue os passos O recurso presente na expressão é (1) ____________ ___________________________________________ Este recurso expressivo encontra-se ao serviço da descrição da barbearia de Mestre Finezas para (2) __ ___________________________________________ ___________________________________________ ___________________________________________ De facto, percebe-se assim, que os espaços que fazem concorrência à barbearia do Mestre Finezas (3) ____ ___________________________________________ ___________________________________________ (1) Identifica o recurso expressivo. (2) Estabelece a relação entre os espaços físicos que o recurso expressivo permite. (3) Refere o que mostra o recurso expressivo sobre os espaços que caracteriza. 3. Seleciona, com um X, todos os aspetos que aproximam Mestre Finezas do narrador. (20 pontos) (A) São idosos. (B) Não realizaram os seus sonhos. (C) Pensaram em abandonar a vila. (D) Acreditam no futuro. (E) Recordam o passado. 4. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente a afirmação. (20 pontos) A frase “Mestre Finezas já nem sonha; recorda só” (linhas 27-28) significa que o barbeiro (A) se refugia nos sonhos. (B) já não tem esperança no futuro. (C) é preguiçoso para projetar o seu futuro. (D) faz tudo para que o futuro seja igual ao passado.
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    Questões de Aula ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 329 HISTÓRIA DE UMA GAIVOTA E DO GATO QUE A ENSINOU A VOAR [100 pontos] Lê o excerto de História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, de Luis Sepúlveda, e (consulta as notas de vocabulário. Zorbas começa a cumprir o prometido - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 - - Os quatro gatos desceram do telhado para a varanda e imediatamente compreenderam que haviam chegado tarde. Colonello, Sabetudo e Zorbas observaram com respeito o corpo sem vida da gaivota, enquanto Secretário agitava o rabo ao vento para lhe tirar o cheiro a benzina1 . വ Acho que devemos juntar-ůŚĞĂƐĂƐĂƐ͘ŽƋƵĞƐĞĨĂnjŶĞƐƚĞƐĐĂƐŽƐവŝŶĚŝĐŽƵŽůŽŶĞůůŽ͘ Vencendo a repugnância que lhes provocava aquele ser impregnado2 de petróleo, uniram-lhe as asas ao corpo e, ao mexer-lhe, descobriram o ovo branco com pintinhas azuis. വ KŽǀŽ͊ŚĞŐŽƵĂƉƀƌŽŽǀŽ͊വĞdžĐůĂŵŽƵŽƌďĂƐ͘ വ Meteste-te numa boa embrulhada, caro amico. Numa boa eŵďƌƵůŚĂĚĂ͊വĂĚǀĞƌƚŝƵŽůŽŶĞůůŽ͘ വ YƵĞǀŽƵĞƵĨĂnjĞƌĐŽŵŽŽǀŽ͍വƉĞƌŐƵŶƚŽƵŽƌďĂƐĐĂĚĂǀĞnjŵĂŝƐĂĨůŝƚŽ͘ വ Com um ovo podem fazer-ƐĞŵƵŝƚĂƐĐŽŝƐĂƐ͘hŵĂŽŵĞůĞƚĂ͕ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽവƉƌŽƉƀƐ^ĞĐƌĞƚĄƌŝŽ͘ വ Ah, sim! Uma vista de olhos pela enciclopédia logo nos dirá como preparar a melhor das omeletas. O tema aparece no tomo dezasseis, letra “O” വŐĂƌĂŶƚŝƵ^ĂďĞƚƵĚŽ͘ വ Disso nem miar! O Zorbas prometeu a essa pobre gaivota que cuidaria do ovo e da gaivotinha. Uma promessa de honra contraída por um gato do porto obriga todos os gatos do porto, e por isso o ovo diz-ŶŽƐƌĞƐƉĞŝƚŽവĚĞĐůĂƌŽƵƐŽůĞŶĞŵĞŶƚĞŽůŽŶĞůůŽ͘ വ Mas eu não sei tratar de um ovo! Até agora nunca tive um ovo ao meu cuidado! – miou Zorbas desesperado. Então todos os gatos olharam para Sabetudo. Talvez na sua famosa en-ci-clo-pé-di-a houvesse qualquer coisa a esse respeito. വ Tenho de consultar o volume dezasseis, letra “O”. De certeza que está lá tudo o que temos de ƐĂďĞƌ ĂĐĞƌĐĂ ĚŽŽǀŽ͕ŵĂƐ ƉĂƌĂ ũĄ ĂĐŽŶƐĞůŚŽ ĐĂůŽƌ͕ĐĂůŽƌĐŽƌƉŽƌĂů͕ŵƵŝƚŽ ĐĂůŽƌ ĐŽƌƉŽƌĂůവ ŝŶĚŝĐŽu Sabetudo num tom pedante3 e didático4 . വ Ou seja, deitar-se junto do ovo, mas sem o partir വ aconselhou Secretário. വ Era exatamente o que eu ia sugerir. Zorbas, ficas junto do ovo e nós vamos com o Sabetudo para vermos o que nos diz a sua empilopé ... encimopé..., enfim, já sabes ao que me refiro. Voltamos à noite com novidades e damos sepultura a essa pobre gaivota – determinou Colonello antes de saltar para o telhado. Luis Sepúlveda, História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, Porto, Porto Editora, 2011, pp. 55-57. VOCABULÁRIO: 1 benzina: produto líquido derivado do petróleo. 2 impregnado: entranhado, embebido. 3 pedante: vaidoso. 4 tom didático: tom de quem ensina. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 8 Questão de Aula – Educação Literária Avaliação: _______________
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    Questões de Aula 330Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 1. O que encontraram os gatos quando chegaram à varanda de Zorbas? (20 pontos) ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ 2. Perante o facto de a gaivota ter posto um ovo, associa as personagens da coluna A (20 pontos) aos comportamentos que evidenciam na coluna B. Coluna A Coluna B A. Zorbas B. Secretário C. Sabetudo D. Colonello 1. Lembrou que uma promessa feita por um deles era para todos. 2. Não sabia o que fazer com o ovo e ficou preocupado. 3. Queria fazer uma omeleta. 4. Propôs procurar na enciclopédia como fazer a melhor omeleta. 3. Perante a necessidade de cuidar do ovo, o que decidiram os gatos fazer? Com que (30 pontos) objetivo? Responde, seguindo os passos propostos. Segue os passos Perante a necessidade de cuidar do ovo, os gatos resolveram (1) _______________________________ ___________________________________________ ___________________________________________ para (2) ____________________________________ ___________________________________________ __________________________________________ . Entretanto, Zorbas decidiu que (3) _______________ ___________________________________________ __________________________________________ . (1) Indica a decisão tomada pelos gatos. (2) Refere o objetivo dessa decisão. (3) Indica a decisão da personagem. 4. Seleciona a frase que melhor resume a atitude dos gatos e justifica a tua escolha (30 pontos) com dois argumentos. Frase 1: Os gatos demonstraram falta de preocupação e interesse pelo futuro da gaivotinha. Frase 2: Os gatos reveleram sentido de honra e respeito perante a morte da gaivota. ___________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________
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    Questões de Aula ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 331 LEADRO, REI DA HELÍRIA [100 pontos] Lê o excerto de Leandro, Rei da Helíria, de Alice Vieira. O sonho do Rei - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 - - - - 30 - - Cena I Rei Leandro, Bobo (No jardim do palácio real de Helíria. Rei Leandro passeia com o bobo) Rei: Estranho sonho tive esta noite... Muito estranho... Bobo: Para isso mesmo se fizeram as noites, meu senhor! Para pensarmos coisas acertadas, temos ŽƐĚŝĂƐവĞolha que bem compridos são! Rei: Não sabes o que dizes, bobo! São as noites, as noites é que nunca mais têm fim! Bobo: Ai, senhor, as coisas que tu não sabes... Rei: Estás a chamar-me ignorante? Bobo: Estou! Claro que estou! Como é possível que tu não saibas como são grandes os dias dos pobres, e como são rápidas as suas noites... Às vezes estou a dormir, parece que mal acabei de ĨĞĐŚĂƌŽƐŽůŚŽƐവĞũĄƚŽĐĂŵŽƐƐŝŶŽƐƉĂƌĂŵĞůĞǀĂŶƚĂƌ͘ƉĂƌƚŝƌĚĂşĠƵŵĂĚĂŶĕĂŵĂůƵĐĂ͕ĞƐĐĂĚĂ acima escada abaixo: és tu que me chamas para te alegrar o pequeno-almoço; é Hortênsia que me chama porque acordou com vontade de chorar; é Amarílis que me chama porque não sabe se há ĚĞƌŝƌƐĞŚĄĚĞĐŚŽƌĂƌവĞĞƵĂĐŽƌƌĞƌĚĞƵŵůĂĚŽƉĂƌĂŽŽƵƚƌŽ͕ƚŽĚŽŽƐĂŶƚŽĚŝĂ͕ƐĞŵƉƌĞĂƐƵƐƉŝƌĂƌ para que chegue a noite, sempre a suspirar para que se esqueçam de mim, por um minutinho que seja!, mas o dia é enorme, enorme!, o dia nunca mais acaba, e é então que eu penso que, se os reis soubessem destas coisas, deviam fazer um decreto qualquer que desse aos pobres como eu duas ou três horas a mais para... Rei (interrompendo): Cala-te! Bobo: Pronto, estou calado. Rei: Não me interessam agora os teus pensamentos, o que tu achas ou deixas de achar. Eu estava a falar do meu sonho. Bobo: Muito estranho tinha sido, era o que tu dizias... Rei: Nunca me interrompas quando eu estou a falar dos meus sonhos! Bobo: Nunca, senhor! Rei: Nada há no mundo mais importante do que um sonho. Bobo: Nada, senhor? Rei: Nada. Bobo: Nem sequer um bom prato de favas com chouriço, quando a fome aperta? Nem sequer um lumezinho na lareira, quando o frio nos enregela os ossos? Rei: Não digas asneiras, que hoje não me apetece rir. Alice Vieira, Leandro, Rei da Helíria, Alfragide, Editorial Caminho, 2016, pp. 11-13. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 9 Questão de Aula – Educação Literária Avaliação: _______________
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    Questões de Aula 332Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 1. Com base na indicação cénica inicial, indica o espaço físico onde decorre esta cena (20 pontos) e o assunto da conversa. ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ 2. Justifica a diferença de opiniões do Rei e do Bobo relativamente à duração do dia e da (24 pontos) noite. Responde, seguindo os passos propostos. Segue os passos O Rei considera que as noites (1) _________________ ____________________________________________ porque (2) ___________________________________ ____________________________________________ Por seu lado, o Bobo considera os dias muito longos, porque (3) ___________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ (1) Caracteriza a noite do ponto de vista do Rei. (2) Refere a justificação do Rei. (3) Apresenta o ponto de vista do Bobo. 3. Caracteriza a relação entre o Rei e o Bobo, justificando com passagens do texto. (26 pontos) ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ 4. Associa cada personagem da coluna A ao traço de personalidade que evidencia (30 pontos) na coluna B. Coluna A Coluna B A. O Rei ao preocupar-se com o sonho revela ser uma pessoa B. O Bobo ao preocupar-se com a comida e com o conforto revela ser uma pessoa 1. Realista. 2. Esfomeada. 3. Idealista. 4. Sonhadora.
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    Questões de Aula ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 333 TEXTO DE OPINIÃO [100 pontos] Há quem prometa e nunca cumpra. Por outro lado, há os que prometem e tudo cumprem. Escreve um texto de opinião referindo a tua perspetiva sobre a importância de cumprirmos as promessas feitas. Fundamenta o teu ponto de vista com pelo menos dois argumentos. O teu texto deve ter um mínimo de 100 e um máximo de 150 palavras. Segue os tópicos apresentados. Introdução: വ Apresentação do teu ponto de vista sobre a importância de cumprirmos com as promessas feitas. Desenvolvimento: വ Argumento 1: apresentação de uma razão que justifique a tua opinião; വ Argumento 2: apresentação de outra razão que justifique a tua opinião. Conclusão: വ Síntese das ideias principais. ___________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 10 Questão de Aula – Escrita Avaliação: _______________
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    Questões de Aula 334Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA TEXTO EXPOSITIVO [100 pontos] Há uma primavera em cada vida: É preciso cantá-la assim florida Florbela Espanca, Amar Escreve um texto expositivo no qual apresentes as principais transformações da chegada da primavera. O teu texto deve ter um mínimo de 140 e um máximo de 200 palavras. Segue os tópicos apresentados. Introdução: വ Passagem do inverno para a primavera. Desenvolvimento: വ Alterações a nível da flora (plantas); വ Alterações observáveis nos animais; വ Alterações nos seres humanos. Conclusão: വ Síntese das ideias principais. ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 11 Questão de Aula – Escrita Avaliação: _______________
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    Questões de Aula ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 335 RESUMO [100 pontos] Lê o texto que se segue com 338 palavras. Por que é que as baleias e golfinhos dormem à vez só com metade do cérebro? Ideias principais - - - - 5 - - - - 10 - - - - 15 - - - - 20 - - - - 25 - - - - 30- As baleias, os golfinhos e os manatins1 têm uma forma muito peculiar de dormir: um sono onde cada hemisfério do cérebro descansa alternadamente. A razão para esta forma de dormir foi agora revelada numa investigação do Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental (CIIMAR) da Universidade do Porto: estes animais marinhos desativaram os genes responsáveis pela produção de melatonina, hormona que controla os períodos de sono. Como trocaram a terra pela água há milhões de anos, evoluíram de forma a se libertarem de genes desnecessários ao meio aquático. Para este trabalho, só com autores portugueses, foram estudados genomas de 12 espécies de cetáceos2 (como a baleia-cinzenta, a baleia-da-gronelândia, o golfinho roaz-corvineiro e a orca) e, ainda, uma subespécie de manatim – um mamífero marinho herbívoro. Todos estes mamíferos marinhos revelaram uma característica pouco comum: não produzem melatonina, uma hormona que, no entanto, está presente na maioria dos mamíferos para regular os ciclos de dormir e acordar. A melatonina, para além de ser um importante antioxidante, funciona também como uma hormona que controla os ritmos circadianos3 (diários) da maioria dos mamíferos. Produzido pela glândula pineal, localizada no cérebro, é responsável pelos períodos de sono e responde a estímulos de luz, atingindo o pico de produção durante a noite. “Por este motivo, a fraca qualidade do sono é muitas vezes associada à exposição a ecrãs ou à luz artificial”, nota Raquel Ruivo, investigadora do CIIMAR que também coordenou o estudo. Sabendo-se já que as baleias, golfinhos e manatins dormiam assim, qual é então a novidade trazida por este estudo? “O nosso trabalho estabelece um paralelo entre esse comportamento e a base genética da sua evolução”, responde a investigadora. Os animais estudados perderam os genes relativos à produção de melatonina que lhes permite manter um estado de repouso e vigilância simultâneo essencial nos ambientes marinhos. “Os hemisférios cerebrais dormem de forma alternada, permitindo-lhes descansar sem comprometer o estado de vigilância, a manutenção da respiração ou mesmo da temperatura corporal, que normalmente diminui durante o sono”, refere um comunicado do CIIMAR sobre o trabalho. Margarida Coutinho, Público, 27 de fevereiro de 2019. VOCABULÁRIO: 1 manatins: mamíferos marinhos de corpo arredondado, cauda larga e arredondada e cabeça pequena. 2 cetáceos: grupo de mamíferos vivíparos a que pertence a baleia, o golfinho e o cachalote. 3 circadianos: que tem a duração ou a periodicidade de cerca de um dia. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 12 Questão de Aula – Escrita Avaliação: _______________
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    Questões de Aula 336Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 1. Toma nota das ideias principais de cada um dos parágrafos no espaço lateral ao texto. (20 pontos) 2. Resume o texto da página 335 num texto de 80 a 110 palavras. (80 pontos) ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________
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    Questões de Aula ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 337 COMENTÁRIO (100 pontos) Lê o seguinte excerto do conto “Mestre Finezas” de Manuel da Fonseca. Agora entro, sento-me de perna cruzada, puxo um cigarro, e à pergunta de sempre respondo soprando o fumo: – Só a barba. Ora é de há pouco este meu à-vontade diante do Mestre Ilídio Finezas. Lembro-me muito bem de como tudo se passava. Minha mãe tinha de fingir-se zangada. Eu saía de casa, rente à parede, sentindo que aquilo era pior que ir para a escola. Manual da Fonseca, “Mestre Finezas”, in Aldeia Nova, Alfragide, BIS-LeYa, 2009. Elabora um comentário a este excerto, com 100 a 150 palavras, no qual refiras os seguintes aspetos: വ integração do excerto na estrutura do conto. വ importância deste excerto para o desenrolar da história; വ principais diferenças do comportamento passado e presente do narrador em relação a mestre Finezas. ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 13 Questão de Aula – Escrita Avaliação: _______________
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    Questões de Aula 338Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA COMENTÁRIO [100 pontos] Lê o excerto da História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar de Luis Sepúlveda. Kengah estendeu as asas para levantar voo, mas a espessa onda foi mais rápida e cobriu-a inteiramente. Quando veio ao de cima, a luz do dia havia desaparecido e, depois de sacudir a cabeça energicamente, compreendeu que a maldição dos mares lhe obscurecia a visão. Kengah, a gaivota de penas cor de prata, mergulhou várias vezes a cabeça, até que uns clarões lhe chegaram às pupilas cobertas de petróleo. A mancha viscosa, a peste negra, colava-lhe as asas ao corpo, e por isso começou a mexer as patas na esperança de nadar rapidamente e sair do centro da maré negra. Luis Sepúlveda, Histórias de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, Porto, Porto Editora, 2016, p. 24. Elabora um comentário a este excerto, com um mínimo de 100 palavras e o máximo de 150, no qual refiras os seguintes aspetos: വ integração do excerto na estrutura do conto. വ importância deste excerto para o desenrolar da história; വ intenção crítica do narrador. ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 14 Questão de Aula – Escrita Avaliação: _______________
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    Questões de Aula ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 339 COMENTÁRIO [100 pontos] Lê o seguinte excerto do conto “Ladino” de Miguel Torga Ah, lá defender-se, sabia! A experiência para alguma coisa lhe havia de servir. Se via o caso malparado, até durante o dia punha o corpo no seguro. Bastava o vento soprar da serra. Largava a comedoria, e – forro da cozinha! Não havia outro remédio. Tudo menos uma pneumonia! Miguel Torga, “Ladino”, in Bichos, Alfragide, BIS-LeYa, 2008. Elabora um comentário a este excerto, com 60 a 90 palavras, no qual refiras os seguintes aspetos: വ identificação dos traços de personalidade de Ladino evidenciados no excerto; വ referência à importância da experiência nas opções da personagem; വ relação destes factos com a sua longevidade. ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 15 Questão de Aula – Escrita Avaliação: _______________
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    Questões de Aula 340Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA BIOGRAFIA [100 pontos] Elabora a biografia de Manuel da Fonseca, autor do conto “Mestre Finezas” com base nas informações que te são dadas sobre o escritor. Nome completo Manuel Lopes Ferreira Fonseca Data e local de nascimento 15 de outubro de 1911, Santiago do Cacém Data e local de falecimento 11 de março de 1993, Lisboa Formação Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa Filmes que produziu Cerromaior, O trigo e o joio, Raiva... Livros Autor de várias narrativas, crónicas e poemas. Alguns títulos: Seara de vento, O fogo e as cinzas, Cerromaior... Outras informações relevantes Colaborou como jornalista em alguns jornais e revistas… ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 16 Questão de Aula – Escrita Avaliação: _______________
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    Questões de Aula ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 341 VERBOS: CONJUGAÇÃO, FLEXÃO E CLASSES [100 pontos] 1. Associa as formas verbais sublinhadas na coluna A à sua subclasse na coluna B. (24 pontos) Coluna A Coluna B A. A casa parece desabitada. B. A Rita espirrou discretamente. C. Eles tinham ido ao jogo com amigos. D. O Rui assistiu à partida em casa. 1. Verbo principal 2. Verbo copulativo 3. Verbo auxiliar 2. Completa as frases com as formas verbais conjugadas nos tempos e modo indicados (36 pontos) entre parênteses. a. A casa ___________ (pertencer, pretérito mais-que-perfeito composto do indicativo) a uma família nobre. b. As crianças __________ (partilhar, pretérito imperfeito do indicativo) um quarto no sótão. c. Se os funcionários não __________ (estar, pretérito imperfeito do conjuntivo) de férias, a casa __________ (ter, condicional simples) as portas abertas. d. É importante que eu __________ (dar, presente do conjuntivo) atenção às informações sobre as visitas. e. Ontem, ele __________ (ir, pretérito perfeito simples do indicativo) até à casa. 3. Assinala os verbos que são irregulares. (16 pontos) (A) dar (B) estar (C) beber (D) fazer (E) ser (F) esclarecer 3.1.Completa as frases seguintes com um dos verbos selecionados na questão 3, (24 pontos) conjugados nos tempos e modos indicados entre parênteses. a. Durante toda a noite, nós ___________ (pretérito perfeito simples do indicativo) um concerto. b. É importante que tu __________ (presente do conjunto) ciente da verdade. c. Se eu __________ (pretérito imperfeito do conjuntivo) o chefe, isto seria diferente. d. Se tudo corresse bem, nós __________ (condicional simples) uma pintura fantástica. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 17 Questão de Aula – Gramática Avaliação: _______________
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    Questões de Aula 342Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA ADVÉRBIO E LOCUÇÃO ADVERBIAL [100 pontos] 1. Associa os advérbios sublinhados na coluna A ao seu valor na coluna B. (32 pontos) Coluna A Coluna B A. Sim, eu vou contigo. B. Até o João gostou do filme. C. O Rui escreve rapidamente um texto. D. Ontem, ficámos em casa. 1. Advérbio de lugar 2. Advérbio de tempo 3. Advérbio de afirmação 4. Advérbio de exclusão 5. Advérbio de inclusão 6. Advérbio de modo 2. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada uma das afirmações. 2.1. A única frase que inclui um advérbio conectivo é (6 pontos) (A) Estava um dia de calor, todavia não iria à praia. (B) Precisava de ler aquele livro, mas hoje não podia. (C) Foi jantar com os amigos e divertiram-se imenso. (D) Estava cansado, logo ia descansar um pouco. 2.2. A única frase que inclui um advérbio relativo é (6 pontos) (A) Ele foi até casa dos amigos. (B) Viu a casa, porém não se dirigiu até lá. (C) Ficou em casa e lá começou a ler o livro. (D) Ficaram em casa dos amigos onde jantaram. 3. Completa o texto com um advérbio com o valor ou a função indicados entre (56 pontos) parênteses. ___________ (advérbio de dúvida), vai chover __________ (advérbio de quantidade e grau) __________ (advérbio de tempo). Logo, __________ (advérbio de negação) poderei ir às compras, como tinha previsto. Estou com azar! __________ (advérbio de inclusão) a chuva me atrapalha. __________ (advérbio interrogativo) poderei sair outra vez? Depois de amanhã também não poderei, __________ (advérbio de exclusão) se for depois do jantar. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 18 Questão de Aula - Gramática Avaliação: _______________
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    Questões de Aula ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 343 MODIFICADOR DO GRUPO VERBAL E MODIFICADOR DO NOME [100 pontos] 1. Seleciona, com um X, as frases cujo constituinte sublinhado desempenha a função (30 pontos) de modificador do grupo verbal. (A) Durante a tarde, tive aulas de português. (B) Na quarta-feira, vou estudar com os meus amigos. (C) Vou acabar o trabalho com o João. (D) Depois das aulas, vou à biblioteca. (E) Lá, vou escolher calmamente um bom livro. 2. Associa os modificadores do nome sublinhados da coluna A ao seu tipo, na coluna B. (28 pontos) Coluna A Coluna B A. A disciplina que eu prefiro é Matemática. 1. Modificador do nome restritivo 2. Modificador do nome apositivo B. Aprendi uma matéria nova, que considerei importante. C. O teste, que inclui toda a matéria, será amanhã. D. O início da manhã é a altura do dia que eu adoro. 3. Preenche a tabela, transcrevendo os modificadores presentes no seguinte texto. (42 pontos) O livro aconselhado era muito interessante. No início, apresentava uma personagem que tinha viajado no tempo. Após a sua viagem, ela queria mudar o mundo e ia começar pela sua família, que sempre fora problemática. Tinha o sonho de alterar factos da vida de D. Afonso Henriques, o nosso primeiro rei. Modificador do grupo verbal Modificador do nome restritivo Modificador do nome apositivo Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 19 Questão de Aula – Gramática Avaliação: _______________
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    Questões de Aula 344Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA PREPOSIÇÃO E LOCUÇÃO PREPOSITIVA [100 pontos] 1. Sublinha as preposições usadas em cada frase. (48 pontos) a. Fui a Lisboa com os meus pais. b. Estava ansioso: fiquei acordado desde as 7 horas da manhã. c. Falámos muito sobre a peça de teatro que íamos ver. d. Em casa, preparámos tudo para a viagem. e. Entre o almoço e o jantar, reuni os livros que queria levar. 2. Sublinha as locuções prepositivas usadas em cada frase. (42 pontos) a. O meu cão gosta de descansar perto da lareira. b. Em frente da minha casa existe um jardim. c. Vou lá passear com o meu cão cerca de meia hora. d. Depois do jantar, também saio um pouco com ele. e. O meu cão é feliz graças à vida saudável que tem. f. Ele adora correr atrás do meu gato. g. Por isso, o meu gato normalmente fica longe dele. 3. Seleciona, com um X, a opção que completa corretamente cada afirmação (3.1 e 3.2). 3.1 A única frase que não inclui uma preposição é (5 pontos) (A) A família foi ao Porto conhecer a Ribeira. (B) Durante o dia, passaram por uma conhecida livraria. (C) Lá compraram os livros do feiticeiro. (D) Os filhos fotografaram as famosas escadas. 3.2 A única frase que não inclui uma locução prepositiva é (5 pontos) (A) Esse armazém fica uma rua abaixo da minha. (B) O dono é um senhor para o baixo e forte. (C) Na loja por baixo do apartamento vendem calçado. (D) Descobriu este casaco por debaixo de uma pilha de roupa. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 20 Questão de Aula – Gramática Avaliação: _______________
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    Questões de Aula ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 345 FORMAÇÃO DE PALAVRAS [100 pontos] 1. Preenche a tabela com palavras da lista segundo o seu processo de formação. (40 pontos) ƉĞƌĞŝƌĂͻŝŶũƵƐƚŽͻ;ĂͿƚƌŽĐĂͻanoitecer ͻƚĞĂƚƌĂů ƉŽƐƉŽƌͻ;ŽƐͿĐŽŶƚƌĂƐ ͻĂďƌĂĕŽͻĞƐďƌĂĐĞũĂƌ ͻƌĞůĞƌ Derivação por prefixação Derivação por sufixação Parassíntese Conversão Derivação não afixal 2. Associa as palavras da coluna A ao seu processo de formação, na coluna B. (20 pontos) Coluna A Coluna B A. Barbudo B. Subchefe C. Mineralogia D. Aterrorizar E. Guarda-livros 1. Derivação por prefixação 2. Derivação por sufixação 3. Parassíntese 4. Composição por radicais 5. Composição por palavras 3. Associa as bases das palavras a um afixo, de modo a formares oito palavras. (40 pontos) Base Prefixo Sufixo Palavra cobrir encher feliz gastar livro branco lava ontem en- pre- des- ante- -mente -ura -gem -esco ___________________ ___________________ ___________________ ___________________ ___________________ ___________________ ___________________ ___________________ Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 21 Questão de Aula – Gramática Avaliação: _______________
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    Questões de Aula 346Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA COORDENAÇÃO [100 pontos] 1. Sublinha a conjunção presente em cada frase e classifica-a. Segue o exemplo. (32 pontos) Frase Conjunção Ex: O herói enfrentou o dragão e derrotou o gigante. Ex: Coordenativa copulativa a. O gigante destruía a aldeia ou assustava os seus habitantes. b. O herói enfrentou o gigante, mas não conseguiu derrotá-lo. c. O gigante devia ser assustador, pois as pessoas mostraram medo. d. O gigante era enorme, logo assustaria quem o visse. 2. Transforma as frases simples em frases complexas que incluam a oração coordenada (32 pontos) indicada entre parênteses. Procede às alterações necessárias. a. O dragão atacou a aldeia. Os habitantes tiveram de fugir. (Or. coordenada copulativa) _____________________________________________________________________________________ b. Todos os habitantes fugiram. Um deles enfrentou o dragão. (Or. coordenada adversativa) _____________________________________________________________________________________ c. O dragão dirigia-se à aldeia. O dragão ia atacar a aldeia. (Or. coordenada conclusiva) _____________________________________________________________________________________ d. A aldeia deve ter ficado vazia. Os habitantes fugiram para a montanha. (Or. coordenada explicativa) _____________________________________________________________________________________ 3. Associa as palavras/expressões sublinhadas na coluna A à sua classificação na coluna B. (36 pontos) Coluna A Coluna B A. Os habitantes não só atravessaram o rio como também subiram a montanha. 1. Conjunção coordenativa copulativa 2. Locução conjuncional coordenativa copulativa 3. Conjunção coordenativa disjuntiva 4. Locução conjuncional coordenativa disjuntiva B. Passaram muitas dificuldades e ficaram sem casa. C. Não conseguiram derrotar o dragão nem recuperar a aldeia. D. O dragão ora sobrevoava a aldeia ora sobrevoava a montanha. E. Os habitantes ficavam escondidos ou enfrentavam o dragão Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 22 Questão de Aula – Gramática Avaliação: _______________
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    Questões de Aula ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 347 VARIAÇÃO GEOGRÁFICA DO PORTUGUÊS [100 pontos] 1. Associa as palavras sublinhadas à variedade do português a que pertencem. (50 pontos) Coluna A Coluna B A. A Laura ajudou o pai a cortar a grama. B. A Vera cortou a relva sozinha. C. O Luís comprou um terno para levar ao casamento. D. O Paulo comprou um fato para levar ao batizado. E. A Laura e a Vera tinham uma machamba com legumes. 1. Variedade europeia 2. Variedade brasileira 3. Variedade africana 2. Seleciona a opção que completa corretamente as afirmações que se seguem. 2.1. A única frase que não pertence à variedade brasileira é (10 pontos) (A) Elas lhe falavam da sua horta com entusiasmo. (B) Vera está cuidando da horta com muito prazer. (C) Laura cultiva imensos legumes. (D) Elas perceberam sua importância na defesa do ambiente. 2.2. A única frase que pertence à variedade brasileira é (10 pontos) (A) Vera foi na casa de Laura para conhecer a sua horta. (B) Laura recebeu Vera com muito gosto. (C) Ambas tinham interesses comuns. (D) Cuidar da horta era o seu passatempo favorito. 3. Identifica as frases que incluem características da variante de português do Brasil. (30 pontos) (A) Laura se alegrou com a visita de Vera. (B) Elas foram juntas no quintal. (C) Laura apreciou a beleza do seu jardim. (D) Vera ficou olhando a horta de Laura. (E) As flores e os legumes cresciam lado a lado. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 23 Questão de Aula – Gramática Avaliação: _______________
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    Questões de Aula 348Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA FORMAS DO PRONOME PESSOAL ÁTONO [100 pontos] 1. Associa os constituintes sublinhados na coluna A à forma do pronome pessoal que os (20 pontos) substitui na coluna B. Coluna A Coluna B A. O poeta dedicou o seu poema aos filhos. B. O autor revelou o segredo da sua inspiração ao jornalista. C. A autora contou a história a mim e ao meu irmão. D. O poeta deu um autógrafo ao seu admirador. 1. -o 2. -nos 3. -lhes 4. - lhe 2. Substitui os constituintes sublinhados pela forma adequada do pronome pessoal, (70 pontos) fazendo as alterações necessárias. a. Põe o livro em cima da mesa. ______________________________________________________________________________ b. O poeta não disse aos seus admiradores o nome do livro. ______________________________________________________________________________ c. Traz todos os livros para casa. ______________________________________________________________________________ d. Quem colocou os livros fora do lugar? ______________________________________________________________________________ e. Pedi à Ana e ao João que convidassem a mãe para a exposição. ______________________________________________________________________________ f. Leram todos os livros durante as férias. ______________________________________________________________________________ g. Eles bem queriam mais livros. ______________________________________________________________________________ 3. Seleciona, com um X, a única frase que substitui corretamente a expressão sublinhada. (10 pontos) – Que perguntas fizeram ao poeta? (A) Que perguntas fizeram-lhe? (B) Que perguntas fizeram-no? (C) Que perguntas lhe fizeram? (D) Que perguntas lhas fizeram? Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 24 Questão de Aula – Gramática Avaliação: _______________
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    Questões de Aula ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 349 SUBORDINAÇÃO ADVERBIAL E SUBSTANTIVA COMPLETIVA [100 pontos] 1. Associa as locuções conjunções sublinhadas na coluna A à sua subclasse na coluna B. (20 pontos) Coluna A Coluna B A. Pedro ajuda a cão abandonado dado que tem o apoio dos amigos. B. Os miúdos uniram-se para que nada faltasse ao animal. C. Todos levavam comida ao cão a não ser que não fosse necessário. D. Sempre que tinha fome, o cão aparecia em casa do Pedro. 1. Locução conjuncional subordinativa temporal 2. Locução conjuncional subordinativa causal 3. Locução conjuncional subordinativa condicional 4. Locução conjuncional subordinativa final 2. Sublinha a oração subordinada adverbial em cada frase e classifica-a. (70 pontos) a. O Pedro encontrou o cão quando andava a passear de bicicleta. ______________________________________________________________________________ b. O cão não conseguia andar porque tinha uma ferida na pata. ______________________________________________________________________________ c. Se precisasse de ajuda, o Pedro podia contar com os seus amigos. ______________________________________________________________________________ d. O Pedro teve de chamar os amigos para conseguir levar o cão. ______________________________________________________________________________ e. Mal chegou a casa, o Pedro levou o cão ao veterinário. ______________________________________________________________________________ f. Caso o ferimento fosse grave, o veterinário teria de operar o cão. ______________________________________________________________________________ 3. Seleciona, com um X, a única frase que não inclui uma oração subordinada (10 pontos) substantiva completiva. (A) Pedro perguntou ao veterinário se o cão ia ficar bem. (B) Os amigos que ajudaram o Pedro estavam preocupados. (C) O veterinário disse que o cão ia ficar ótimo. (D) Pedro explicou aos amigos que o cão apenas tinha um ferimento ligeiro. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 25 Questão de Aula – Gramática Avaliação: _______________
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    Questões de Aula 350Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA SUBORDINAÇÃO ADJETIVA RELATIVA [100 pontos] 1. Identifica as subclasses das palavras relativas sublinhadas. (32 pontos) Frase Subclasse Ex: O espetáculo que mais me impressionou foi o musical Miseráveis. Ex: Pronome relativo a. O teatro onde vi o espetáculo fica em Paris. b. A peça cujo autor é famoso não me impressionou. c. O amigo a quem ofereci os bilhetes adorou a peça. d. As duas peças, as quais foram adaptadas ao cinema, ficaram fantásticas. 2. Sublinha a oração subordinada adjetiva relativa em cada frase. (32 pontos) a. As peças, cujas adaptações eu já conhecia, vão estrear na televisão. b. O teatro onde assisti à peça Romeu e Julieta é do século XIX. c. Os adereços que faziam parte do espetáculo foram enviados para o museu. d. O guarda-roupa que pertencia à peça Romeu e Julieta está em exposição. 3. Associa cada oração sublinhada na coluna A à sua classificação na coluna B. (36 pontos) Coluna A Coluna B A. A peça, cujo ensaio assisti, não foi estreada. 1. Oração subordinada adjetiva restritiva 2. Oração subordinada adjetiva explicativa B. As atrizes que participaram na peça receberam um prémio. C. O encenador a quem foi entregue o prémio ficou muito emocionado. D. Os atores organizaram uma festa, a qual serviu para homenagear o autor da peça. E. O ator principal ficou emocionado com o elogio que lhe foi feito. F. O teatro municipal, onde a peça foi apresentada, está fechado para obras. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 26 Questão de Aula – Gramática Avaliação: _______________
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    Questões de Aula ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 351 GRAMÁTICA GLOBAL 1 [100 pontos] 1. Sublinha o verbo presente em cada frase e identifica a subclasse a que pertence. Segue (32 pontos) o exemplo. Frase Subclasse do verbo Ex: A viagem acabou. Ex: Verbo intransitivo a. O viajante percorreu parte da Europa. b. O Cavaleiro dormiu em Veneza. c. O Cavaleiro enviou uma mensagem à família. d. As aventuras tinham começado em janeiro. 2. Completa as frases com as formas verbais conjugadas nos tempos e modos indicados (32 pontos) entre parênteses. a. Os viajantes ___________ (trazer, pretérito perfeito simples do indicativo) boas recordações da viagem. b. No passado, as viagens por terra __________ (demorar, pretérito imperfeito do indicativo) uma eternidade. c. Quando os viajantes __________ (regressar, futuro do conjuntivo), __________ (contar, futuro do indicativo) histórias fantásticas. 3. Associa as palavras sublinhadas na coluna A à sua classe na coluna B. (36 pontos) Coluna A Coluna B A. O Cavaleiro atravessou os Alpes. B. Estas aventuras são extraordinárias. C. Aqui ficam as histórias mais interessantes. D. Os viajantes audaciosos enfrentaram muitos perigos. E. Durante a volta ao mundo, tudo pode acontecer. F. O Cavaleiro viajou de barco até ao seu destino. 1. Advérbio 2. Nome 3. Adjetivo 4. Determinante 5. Pronome 6. Quantificador 7. Preposição 8. Verbo Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 27 Questão de Aula – Gramática Avaliação: _______________
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    Questões de Aula 352Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA GRAMÁTICA GLOBAL 2 [100 pontos] 1. Identifica o tipo de modificador (modificador do grupo verbal, modificador do nome (32 pontos) restritivo ou modificador do nome apositivo) sublinhado nas frases. Segue o exemplo. Frase Subclasse do verbo Ex: O gato grande, gordo e preto descansava na varanda. Ex: Modificador do nome restritivo a. Mestre Finezas tocava violino na barbearia. b. O rei passeava no salão enorme e silencioso. c. As princesas, que enganaram o rei, revelaram a sua ganância. d. Os pardais vizinhos de Ladino olhavam-no desconfiados. 2. Identifica o processo de formação das palavras que se seguem. (32 pontos) a. Biodiversidade ______________________________________________________________ b. Guarda-noturno_____________________________________________________________ c. Sinceridade _________________________________________________________________ d. Amanhecer _________________________________________________________________ 3. Associa cada palavra sublinhada na coluna A à sua classificação na coluna B. (36 pontos) Coluna A Coluna B A. O Bazar do Harry ficava em frente de um grande largo. B. As ratazanas passavam pelo pátio do Bazar. C. Daquele lugar, Ladino observava os seus irmãos. D. Após aterrar na varanda, a Gaivota viu Zorbas. E. Ao fim de semana, Mestre Finezas fazia teatro. F. O gato vivia no centro de Hamburgo. 1. Preposição simples 2. Preposição contraída 3. Locução prepositiva Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 28 Questão de Aula – Gramática Avaliação: _______________
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    Questões de Aula ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 353 GRAMÁTICA GLOBAL 3 [100 pontos] 1. Associa as conjunções sublinhadas na coluna A à sua classificação na coluna B. (20 pontos) Coluna A Coluna B A. O Mestre Finezas falava e o narrador ouvia. B. – Faz silêncio, pois o espetáculo vai começar. C. Finezas está em silêncio, logo recorda outros tempos. D. O público aplaudia ou chorava. 1. Conjunção copulativa 2. Conjunção adversativa 3. Conjunção disjuntiva 4. Conjunção explicativa 5. Conjunção conclusiva 2. Sublinha a oração subordinada adverbial em cada frase e classifica-a. (55 pontos) a. Caso a gaivotinha não voasse, ele tinha outra ideia. ______________________________________________________________________________ b. Zorbas chamou os amigos para lhes pedir ajuda. ______________________________________________________________________________ c. Antes que Zorbas falasse, ela pôs um ovo. ______________________________________________________________________________ d. Zorbas ajudou Ditosa porque fez uma promessa à mãe. ______________________________________________________________________________ e. Quando o humano chegou, todos estavam preparados. ______________________________________________________________________________ 3. Seleciona, com um X, a única frase que não inclui uma oração subordinada (10 pontos) substantiva completiva. (A) Os ratos disseram que não lhe fariam mal. (B) O macaco pensou que eles queriam entrar. (C) O gato que os ajudou conhecia o mar. (D) A gata perguntou se podia ajudar. 4. Seleciona, com um X, todas as expressões que incluem características da variação (15 pontos) do português do Brasil. (A) Ele se zangou com os outros gatos. (B) Eles foram na torre. (C) Eles estava a contar a verdade. (D) Ele viu a sua amiga. (E) O humano estava olhando a televisão. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 29 Questão de Aula – Gramática Avaliação: _______________
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    Questões de Aula 354Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA SOLUÇÕES – Questões de Aula LEITURA Questão de Aula n. o 1 – Artigo de opinião (p. 315) 1. D വ C വ A വ B വ E 2.1 (A) 2.2 (C) 2.3 (B) 2.4 (B) Questão de Aula n. o 2 – Crítica (p. 317) 1.1 (A) 1.2 (D) 1.3 (C) 1.4 (C) 2. 1 – f; 2 – d; 3 – e; 4 – a Questão de Aula n. o 3 – Biografia (p. 319) 1. B – A – E – C – D 2.1 (B) 2.2 (D) 2.3 (C) 2.4 (D) Questão de Aula n. o 4 – Publicidade (p. 321) 1. Slogan: Queremos saber mais de si Texto argumentativo: “Perguntámos a várias pessoas […] fazem?” Marca publicitada: Tranquilidade Imagem: uma mãe e uma filha 2.1 A 2.2 A 3. A, D EDUCAÇÃO LITERÁRIA Questão de Aula n. o 5 – Conto popular (p. 323) 1.1 C 2. As pessoas riram-se porque fazer um caldo com uma pedra é algo impossível e disparatado. 3. D – C – A – E – B 4. A afirmação mostra que o (1) frade conseguiu que quem não lhe queria dar comida acabasse por fazê-lo. Com alguma esperteza e inteligência, o frade conseguiu ajuda, mesmo depois de lhe ter sido recusada. Na verdade, o frade aproveitou-se (2) da ingenuidade e da curiosidade das pessoas para as enganar. Assim, a moralidade deste conto (3) mostra que, apesar de ser difícil obter ajuda de quem não a quer dar, se pode conseguir o objetivo fazendo uso de alguma inteligência. Questão de Aula n. o 6 – O Cavaleiro da Dinamarca (p. 325) 1. (A), (C) 2. O Cavaleiro saiu de Veneza, passou por Ferrara, Bolonha e chegou a Florença. 3. (C), (D), (A), (B) 4. (1) a metáfora; (2) à estação da primavera; (3) a alegria e a vida Questão de Aula n. o 7 – “Mestre Finezas” (p. 327) 1. O narrador evidencia a passagem dos anos pelo facto de ter regressado à vila já homem adulto e pelo facto de Mestre Finezas já apresentar os seus cabelos brancos. 2. (1) a enumeração; (2) estabelecer uma relação entre este espaço físico e o das outras barbearias da vila; (3) são mais modernos. 3. (B), (C), (E) 4. B Questão de Aula n. o 8 – História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar (p. 329) 1. Ao chegarem à varanda, os gatos encontraram a gaivota sem vida e um ovo branco com pintinhas azuis. 2. A – 2; B – 3; C – 4; D – 1 3. (1) consultar uma enciclopédia (2) saber o que deviam fazer (3) deveria ficar junto do ovo e dar-lhe calor sem o partir. 4. A frase 2 traduz melhor a atitude dos gatos. Em primeiro lugar demonstraram respeito pela morte da gaivota pela forma como a colocaram e como decidiram, no fim, dar-lhe uma sepultura. Em segundo lugar, ao ajudarem Zorbas a cumprir as promessas feitas, os gatos demonstram dar valor à palavra dada e à necessidade de cumprir as promessas feitas. Demonstraram, também, sentido de união, ao assumirem a promessa de Zorbas como responsabilidade de todos. Questão de Aula n. o 9 – Leandro, Rei da Helíria (p. 331) 1. O Rei e o Bobo passeiam no jardim, enquanto o Rei procura contar o sonho estranho que teve. 2. (1) eram muito longas; (2) teve um sonho muito estranho / teve um sonho que o deixou muito agitado; (3) anda sempre de um lado para o outro para atender às exigências/pedidos do Rei e das filhas. 3. O Rei trata o Bobo com alguma agressividade, não considerando importante o que este diz (“Não me interessam agora os teus pensamentos”, l. 22). O Bobo, apesar de perceber esse sentimento, revela submissão mas também ousadia, acabando por dizer ao Rei aquilo que pensa (“Estou! Claro que estou! Como é possível que tu não saibas como são grandes os dias dos pobres, e como são rápidas as suas noites”, ll. 10-11). 4. A – 3; B – 1 ESCRITA Questão de Aula n. o 10 – Texto de opinião (p. 333) Proposta de texto: Cumprir com as promessas feitas é fundamental na relação com os outros. Em primeiro lugar, ao cumprir as promessas feitas, mostra-se que se é digno de confiança, que se é boa pessoa e que se valoriza a amizade. Por exemplo, se se for uma pessoa de palavra, os outros sabem que podem contar connosco. Em segundo lugar, ao manter-se a palavra dada, está--se a mostrar que se cumpre o que é pedido, custe o que custar. Há pessoas que dão tanto valor ao prometido que, apesar de todas as dificuldades, esforçam-se por respeitar a palavra dada e procuram não prometer aquilo que sabem que não conseguirão cumprir.
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    Questões de Aula ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 355 Em conclusão, sempre que as pessoas se comprometem com alguma coisa e cumprem a sua palavra, garantem que são de confiança e que se pode contar com o seu empenho. Questão de Aula n. o 11 – Texto expositivo (p. 334) Proposta de texto: A primavera é a estação que sucede ao inverno. Esta estação traz alterações muito diversas a nível da flora, da fauna e nos próprios seres humanos. Na primavera, a paisagem altera-se devido ao gradual aparecimento do calor e do Sol: as folhas das árvores voltam a nascer, as flores surgem, as ervas e outras espécies começam a brotar, depois de as suas sementes terem estado adormecidas durante o frio do inverno. Também os animais alteram o seu comportamento. Antes de mais, este é o tempo do acasalamento para muitas espécies. Assim, ouvem-se os cantos dos pássaros e observa-se a sua atividade imparável de construção dos ninhos. Também as abelhas dão início aos seus voos de polinização, e muitas outras espécies que estavam “escondidas” regressam, enchendo o ar de cores e os espaços de sons. Por fim, os seres humanos também não conseguem ficar insensíveis à mudança de estação. O bom humor regressa e um certo bem-estar também, porque, tal como os animais, os seres humanos também gostam de calor e de Sol. Em síntese, a vinda da primavera significa, normal- mente, um renascimento da Natureza. (184 palavras) Questão de Aula n. o 12 – Resumo (p. 335) Proposta de resumo Baleias, golfinho e manatins dormem, alternando os hemisférios do cérebro. Uma investigação da Universida- de do Porto explicou que tal acontece porque estes mamíferos desativaram a melatonina quando vieram viver, há milhões de anos, para o meio aquático. Neste trabalho, investigadores portugueses estuda- ram 12 espécies de cetáceos e uma subespécie de manatim e todos evidenciaram ausência da hormona que controla os ciclos do dormir e do acordar. A novidade deste trabalho está no facto de mostrar que a forma de dormir destes animais se relaciona com a sua evolução. A perda de melatonina permite ao cérebro destes animais manter a vigilância enquanto dormem, o que é fundamental na água. (104 palavras) Questão de Aula n. o 13 – Comentário: “Mestre Finezas” (p. 337) Proposta de texto: O excerto pertence ao momento inicial do conto quando Carlinhos, o narrador da história, já adulto, regressa à sua terra natal e vai à barbearia do Mestre Finezas. Este excerto é muito importante para o resto da história, pois ficamos a saber que o narrador nem sempre se sentiu confortável na presença de Mestre Finezas. É também o momento em que o narrador começa a recordar a história passada de Mestre Finezas e o que sentia quando era criança. Quando era criança e ia à barbearia para cortar o cabelo, o narrador sentia-se intimidado por Mestre Finezas, de tal forma que a mãe tinha de se zangar com ele. No presente, já adulto, o narrador sente-se à vontade perto do barbeiro. Mestre Finezas já não lhe causa medo, pelo contrário, o narrador sente carinho e pena do barbeiro. (138 palavras) Questão de Aula n. o 14 – Comentário: História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar (p. 338) Proposta de texto: O excerto pertence ao momento inicial do conto quando Kengah, enquanto sobrevoava o Mar do Norte, fica presa numa onda de petróleo e quase morre depois de mergulhar para se alimentar. Este excerto é muito importante para o resto da história, pois Kengah só pensa em salvar-se para poder por um ovo. Consegue sair do mar e acaba por chegar a casa do gato Zorbas a quem pede para cuidar do ovo até a gaivotinha nascer e para a ensinar a voar. Neste excerto, o narrador denuncia a poluição que os humanos fazem no mar e que coloca em risco a vida dos animais, neste caso das gaivotas. (108 palavras) Questão de Aula n. o 15 – Comentário: “Ladino” (p. 339) Proposta de texto: Ladino é um pardal muito cauteloso com a sua saúde, o que se nota nas atitudes que adota quando chega, por exemplo, o frio. A experiência ensinou-lhe que é mais importante proteger-se do frio do inverno do que comer. Foi também a experiência que lhe permitiu conhecer os melhores locais para se abrigar (como o forro da cozinha). É porque se sabe proteger das ameaças que Ladino tem uma longevidade assinalável para pássaro. (73 palavras) Questão de Aula n. o 16 – Biografia (p. 340) Manuel Lopes Ferreira Fonseca, mais conhecido como Manuel da Fonseca, nasceu em Santiago do Cacém a 15 de outubro de 1911. Faleceu com 82 anos, a 11 de março de 1993, em Lisboa. Manuel da Fonseca fez a sua formação superior na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa. A sua vida foi dedicada aos livros, mas participou também na produção de filmes, como por exemplo Cerromaior, O Trigo e o joio e Raiva, entre outros. Colaborou em jornais e revistas. A sua produção literária é muito diversificada: narrativas, poemas e crónicas. Alguns dos seus livros mais conhecidos são Seara de vento, O fogo e as cinzas e Cerromaior. (108 palavras) GRAMÁTICA Questão de Aula n. o 17 – Verbos: conjugação, flexão e classes (p. 341) 1. A – 2; B – 1; C – 3; D – 1 2. a. tinha pertencido b. partilhavam c. estivessem; teria d. dê e. foi
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    Questões de Aula 356Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 3. A, B, D, E 3.1 Sugestão: a. demos b. estejas c. fosse d. faríamos Questão de Aula n. o 18 – Advérbio e locução adverbial (p. 342) 1. A – 3; B – 5; C – 6; D – 2 2.1. (A) 2.2. (D) 3. Provavelmente; muito; amanhã; não; Até; Quando; exceto. Questão de Aula n. o 19 – Modificador do grupo verbal e modificador do nome (p. 343) 1. (A), (B), (C), (E) 2. A – 1; B – 2; C – 2; D – 1 3. Modificador do grupo verbal: “no início”; “Após a sua viagem”. Modificador do nome restritivo: “aconselhado”; “que tinha viajado no tempo”. Modificador do nome apositivo: “que sempre fora problemática”; “o nosso primeiro rei”. Questão de Aula n. o 20 – Preposição e locução prepositiva (p. 344) 1. a. a, com b. desde c. sobre, de d. Em, para e. Entre 2. a. perto de b. em frente de c. cerca de d. depois de e. graças a f. atrás de g. longe de 3.1 (D) 3.2 (B) Questão de Aula n. o 21 – Formação de palavras (p. 345) 1. Derivação por prefixação: injusto, pospor, reler. Derivação por sufixação: pereira, teatral. Parassíntese: anoitecer, esbracejar. Conversão: contras. Derivação não afixal: troca, abraço. 2. A – 2; B – 1; C – 4; D – 3; E – 5 3. Por exemplo: Prefixo: encobrir, preencher, desgastar, anteontem. Sufixo: felizmente, livresco, brancura, lavagem. Questão de Aula n. o 22 – Coordenação (p. 346) 1. a. ou – coordenativa disjuntiva b. mas – coordenativa adversativa c. pois – coordenativa explicativa d. logo – coordenativa conclusiva 2. a. O dragão atacou a aldeia e os habitantes tiveram de fugir. b. Todos os habitantes fugiram, mas um deles enfrentou o dragão. c. O dragão dirigiu-se à aldeia, logo ia atacá-la. d. A aldeia vazia, pois os habitantes fugiram para a montanha. 3. A – 2; B – 1; C – 1; D – 4; E – 3 Questão de Aula n. o 23 – Variação geográfica do português (p. 347) 1. A – 2: B – 1; C – 2; D – 1; E – 3 2.1 (C) 2.2 (A) 3. (A), (B), (D) Questão de Aula n. o 24 – Formas do pronome pessoal átono (p. 348) 1. A – 3: B – 1; C – 2; D – 4 2. a. Põe-no em cima da mesa. b. O poeta não lhes disse o nome do livro. c. Trá-los todos para casa. d. Quem os colocou fora do lugar. e. Pedi-lhes que convidassem a mãe para a exposição. f. Leram-nos todos durante as férias. g. Eles bem os queriam. 3. (C) Questão de Aula n. o 25 – Subordinação adverbial e substantiva completiva (p. 349) 1. A – 2: B – 4; C – 3; D – 1 2. a. “quando andava a passear de bicicleta” – oração subordinada adverbial temporal b. “porque tinha uma ferida na pata” – oração subordinada adverbial causal c. “Se precisasse de ajuda” – oração subordinada adverbial condicional d. “para conseguir levar o cão” – oração subordinada adverbial final e. “Mal chegou a casa” – oração subordinada adverbial temporal f. “Caso o ferimento fosse grave” – oração subordinada adverbial condicional 3. B Questão de Aula n. o 26 – Subordinação adjetiva relativa (p. 350) 1. a. Advérbio relativo b. Determinante relativo c. Pronome relativo d. Pronome relativo 2. a. “cujas adaptações eu já conhecia” b. “onde assisti à peça Romeu e Julieta” c. “que faziam parte do espetáculo” d. “que pertencia à peça Romeu e Julieta” 3. A – 2; B – 1; C – 1; D – 2; E – 1; F – 2
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    Questões de Aula ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 357 Questão de Aula n. o 27 – Gramática global 1 (p. 351) 1. a. “percorreu”: verbo principal transitivo direto b. “dormiu”: verbo principal intransitivo c. “enviou”: verbo principal transitivo direto e indireto d. “tinham + começado”: verbo auxiliar dos tempos compostos + verbo principal intransitivo 2. a. trouxeram b. demoravam c. regressarem / contarão 3. A – 2; B – 4; C – 1; D – 3; E – 5; F – 7 Questão de Aula n. o 28 – Gramática global 2 (p. 352) 1. a. Modificador do grupo verbal b. Modificador do nome restritivo c. Modificador do nome apositivo d. Modificador do nome restritivo 2. a. Composição por radical e palavra b. Composição por palavras c. Derivação por sufixação d. Derivação por parassíntese 3. A – 3; B – 2; C – 2; D – 1; E – 2; F – 2 Questão de Aula n. o 29 – Gramática global 3 (p. 353) 1. A – 1: B – 4; C – 5; D – 3 2. a. “Caso a gaivotinha não voasse” – oração subordinada adverbial condicional b. “para lhes pedir ajuda” വ oração subordinada adverbial final c. “Antes que Zorbas falasse” വ oração subordinada adverbial temporal d. “porque fez uma promessa à mãe” വ oração subordinada adverbial causal e. “Quando o humano chegou” – oração subordinada adverbial temporal 3. (C) 4. (A), (B), (E)
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    Questões de Aula 358Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA GRELHA-MODELO DE COTAÇÃO E CORREÇÃO Questão de Aula Unidade Questões Total Cotação 100 Alunos O Professor _________________________________________________________________ Data__________
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    Testes de Verificaçãode Leitura O Cavaleiro da Dinamarca Sophia de Mello Breyner Andresen ............................... 361 História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar Luis Sepúlveda................................................................ 365 Leandro, Rei da Helíria Alice Vieira ................................................................... 368 Soluções ............................................................................. 374 Disponível em formato editável em
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    Testes de Verificaçãode Leitura Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 361 O CAVALEIRO DA DINAMARCA Sophia de Mello Breyner Andresen 1. A viagem do Cavaleiro até à Palestina foi (A) marcada por ventos adversos. (B) muito dificultada pela agitação marítima. (C) mais demorada do que o previsto. (D) rápida, devido aos bons ventos. 2. Em Jerusalém, o Cavaleiro visitou os seguintes lugares santos: (A) Belém, Rio Jordão, Palestina e Monte dos Calvários. (B) Lago de Tiberíade, Monte dos Calvários, Rio Jordão e Belém. (C) Monte dos Calvários e da Judeia, Babilónia e Rio Jordão. (D) Rio Jordão, Belém, Lago de Tiberíade e Palestina. 3. Durante a noite passada na Gruta de Belém, o Cavaleiro viveu os seguintes sentimentos: (A) fé, tristeza e paz. (B) desconfiança, alegria e paz. (C) medo, paz e fé. (D) fé, alegria e paz. 4. Identifica alguns dos pedidos feitos pelo Cavaleiro a Deus na noite de Natal. (A) O fim das guerras, prosperidade para si e para todo o mundo. (B) O fim das guerras, paz para o mundo e capacidade de amar para si. (C) Bom regresso a casa, riqueza para si e paz para o mundo. (D) Alegria para o mundo, saúde para si e um bom regresso a casa. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 1 Teste de Verificação de Leitura Avaliação: _______________
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    Testes de Verificaçãode Leitura 362 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 5. Após ter visitado a Palestina, o Cavaleiro decidiu regressar, pelo que se dirigiu (A) ao porto de Jafa. (B) ao porto de Belém. (C) a Jerusalém. (D) ao Rio Jordão. 6. A viagem até Itália foi muito difícil porque (A) foram assaltados por piratas. (B) o navio era velho e quase afundou. (C) o capitão não sabia navegar naqueles mares. (D) uma tempestade quase destruiu o navio. 7. Em Ravena, o Cavaleiro ficou espantado sobretudo com (A) a beleza das igrejas. (B) os mosaicos pintados. (C) as altas naves das igrejas. (D) as fileiras de colunas das igrejas. 8. O mercador convenceu o Cavaleiro a ir a Veneza, dizendo-lhe que (A) era muito bela e de lá saíam navios para a Flandres. (B) Veneza era a mais bela e de lá iria até Génova. (C) em Ravena não encontraria navios para regressar. (D) tinha de conhecer Veneza e depois regressaria a Ravena. 9. O Cavaleiro ouve as histórias de Giotto e de Dante quando se encontra em (A) Veneza. (B) Génova. (C) Florença. (D) Bolonha. 10. Giotto e Dante eram, respetivamente, (A) um poeta e um pintor. (B) um pintor e um poeta. (C) um pastor e um pintor. (D) um pintor e um viajante.
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    Testes de Verificaçãode Leitura Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 363 11. Durante uma viagem, Cimabué viu (A) um penedo coberto de belos desenhos. (B) um pastor com o seu rebanho. (C) um jovem rapaz que pintava. (D) uns belos desenhos. 12. Dante apaixonou-se por Beatriz (A) quando ela era uma jovem. (B) pouco antes de esta morrer. (C) quando ela era ainda uma criança. (D) numa Sexta-feira Santa. 13. Após a morte de Beatriz, Dante (A) deixou de escrever. (B) esqueceu o seu amor. (C) escreveu vários poemas. (D) dedicou-se a uma vida de loucuras. 14. Beatriz pediu a Dante que revelasse o que tinha visto para que (A) as pessoas tivessem medo. (B) os homens seguissem o caminho do Bem. (C) pudesse voltar a ser feliz. (D) as pessoas conhecessem sítios visitados por ele. 15. Os frades não o deixaram partir, porque (A) queriam ouvir as histórias do Cavaleiro. (B) o Cavaleiro estava fraco, magro e pálido. (C) o Cavaleiro sentia-se feliz no convento. (D) queriam que ele ficasse bom. 16. Em Antuérpia, o Cavaleiro ouviu a história (A) de viagens fantásticas. (B) de um mercador português. (C) de um capitão português que viajou por África. (D) de um escravo português.
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    Testes de Verificaçãode Leitura 364 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 17. A história que o Cavaleiro ouviu em Antuérpia impressionou-o porque o capitão Pêro Dias (A) sabia falar a língua dos nativos. (B) estabeleceu contactos comerciais com os nativos. (C) sacrificou a sua vida tentando contactar com os nativos. (D) pediu para que o abandonassem na praia africana. 18. O Negociante flamengo propôs ao Cavaleiro (A) que passasse o inverno em sua casa. (B) levá-lo num dos seus barcos à Dinamarca. (C) torná-lo capitão de um dos seus navios. (D) ser seu sócio e viajar pelo mundo. 19. O Cavaleiro recusou a proposta porque (A) prometera à família estar em casa no Natal. (B) não gostava de viajar de barco. (C) queria partir para a Dinamarca. (D) as aventuras por mares desconhecidos não o atraíam.
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    Testes de Verificaçãode Leitura Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 365 HISTÓRIA DE UMA GAIVOTA E DO GATO QUE A ENSINOU A VOAR Luis Sepúlveda SEGUNDA PARTE Capítulo 3 – O perigo espreita 1. A gaivotinha sofre uma perigosa ameaça por parte (A) do amigo do dono de Zorbas. (B) do gato Zorbas. (C) dos dois gatos malvados. (D) dos amigos de Zorbas. 2. A gaivotinha salvou-se porque (A) Zorbas atacou os gatos e expulsou-os. (B) Zorbas prendeu os gatos. (C) Zorbas ficou amigo dos gatos. (D) os gatos atacaram Zorbas. Capítulo 4 – O perigo não descansa 3. Os gatos decidiram retirar a gaivotinha do apartamento de Zorbas por causa do perigo (A) que o amigo representava. (B) de ela cair da varanda. (C) que os gatos malvados representavam. (D) de ter um macaco por perto. 4. Zorbas exigiu ao chefe das ratazanas (A) passagem livre pelo pátio à noite. (B) inexistência de ataques dos gatos. (C) inexistência de ataques aos gatos. (D) respeito pela vida da gaivotinha. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 2 Teste de Verificação de Leitura Avaliação: _______________
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    Testes de Verificaçãode Leitura 366 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA Capítulo 5 – Passarito ou passarita? 5. Dois adjetivos que caracterizam os sentimentos de Barlavento face às atitudes dos humanos são: (A) nojo e respeito. (B) tristeza e nojo. (C) respeito e tristeza. (D) admiração e nojo. 6. Barlavento foi chamado pelos gatos porque (A) era especialista em identificar fêmeas de qualquer espécie. (B) era amigo de gaivotas. (C) era um gato do mar e conhecia bem as gaivotas. (D) podia tratar da ameaça dos ratos. 7. O nome Ditosa foi sugerido por (A) Zorbas. (B) Barlavento. (C) Colonello. (D) Sabetudo. Capítulo 6 – Ditosa, na verdade ditosa 8. Zorbas disse à gaivotinha que, graças a ela, (A) todos os gatos eram amigos das gaivotas. (B) tinham descoberto que um pássaro pode ser gato. (C) tinham ficado amigos do chimpanzé Matias. (D) tinham aprendido a gostar de um ser diferente. Capítulo 7 – Aprendendo a voar 9. Ditosa quis voar porque (A) gostava de tomar banho de sol no telhado. (B) ouviu as palavras de Barlavento e viu gaivotas voarem. (C) gostava da capacidade de orientação das gaivotas. (D) quis obedecer a Zorbas e fazer felizes os gatos. 10. Na primeira tentativa, Ditosa (A) voou bem alto. (B) não saiu do chão. (C) ergueu-se um pouco no ar. (D) teve medo de voar.
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    Testes de Verificaçãode Leitura Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 367 Capítulo 8 – Os gatos decidem quebrar o tabu 11. Para tentar ajudar Ditosa a voar, os gatos autorizaram Zorbas a (A) ter aulas de voo. (B) treinar com a gaivotinha. (C) procurar outras gaivotas. (D) falar com um humano. Capítulo 9 – A escolha do humano 12. O escolhido foi o dono de Bubulina porque (A) tinha experiência de voo. (B) sabia voar com as palavras. (C) era amigo dos gatos. (D) era muito esquisito. Capítulo 10 – Uma gata, uns gatos e um poeta 13. A sequência correta de acontecimentos é: (A) Zorbas falou com Bubulina, mas esta não o ajudou. (B) Bubulina recusou-se a levá-lo ao humano e ela assustou-se. (C) Zorbas entrou em casa do humano e chamou Bubulina. (D) Zorbas fingiu cantar rock e chamou a atenção de Bubulina.
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    Testes de Verificaçãode Leitura 368 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA LEANDRO, REI DA HELÍRIA Alice Vieira ATO I Cena I 1. O Rei Leandro acredita que os sonhos (A) não têm importância. (B) são iguais à realidade. (C) são mensagens divinas. (D) são falsidades. 2. Assinala os aspetos que caracterizam a vida do Bobo. (A) Diz o que pensa sem ter consequências e veste farrapos. (B) Veste farrapos, dorme na palha e alegra o Rei. (C) O Bobo dorme na palha e apanha chibatadas por elogiar o Rei. (D) Diz o que pensa sem ter consequências e acompanha o Rei. 3. O sonho do Rei significa que ele (A) perde o seu reino e umas jovens ficam felizes. (B) compra coroa e manto novos, divertindo umas jovens. (C) perde coroa, manto e cetro num jogo muito divertido. (D) fica paralisado, o que agrada a umas figuras femininas. Cena II 4. Amarílis chamou o Bobo porque (A) estava aborrecida. (B) tinha fome. (C) gostava da sua companhia. (D) queria irritar o pai. Nome ______________________________________________________________________Turma _________Data ___________ 3 Teste de Verificação de Leitura Avaliação: _______________
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    Testes de Verificaçãode Leitura Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 369 5. As canções que a princesa Amarílis pediu ao Bobo mostram que (A) ela gosta da irmã. (B) ela tem pena da irmã. (C) ela não gosta da irmã. (D) ela gosta da voz do Bobo. Cena III 6. A forma como Hortênsia e Amarílis tratam Violeta mostra que elas (A) a amam. (B) a provocam. (C) a ignoram. (D) a protegem. 7. As irmãs Hortênsia e Amarílis consideram Reginaldo, o pretendente da irmã mais nova, (A) um bom partido. (B) uma ameaça. (C) um bobo. (D) um pelintra. 8. Com as suas atitudes para com os outros, as irmãs Hortênsia e Amarílis demonstram que são (A) carinhosas, bondosas e compreensivas. (B) compreensivas, egoístas e dissimuladas. (C) bondosas, compreensivas e dissimuladas. (D) más, dissimuladas e egoístas. Cena IV 9. O príncipe Felizardo é (A) simples e autoritário. (B) autoritário e fanfarrão. (C) fanfarrão e pouco inteligente. (D) pouco inteligente e simples. 10. O príncipe Simplício é (A) simples e pouco inteligente. (B) autoritário e fanfarrão. (C) fanfarrão e pouco inteligente. (D) pouco inteligente e autoritário.
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    Testes de Verificaçãode Leitura 370 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA Cena V 11. Reginaldo receia que Leandro não permita o casamento com Violeta por achar que (A) o príncipe é indigno e pouco rico. (B) as suas intenções não são boas. (C) ele pode prejudicar as irmãs de Violeta. (D) ele não gosta de Violeta. 12. Violeta conta a Reginaldo o sonho que teve, que pode significar que, no futuro, (A) o Rei vai viver uma guerra. (B) Violeta vai separar-se do pai. (C) as suas irmãs vão ameaçar o Rei. (D) o Rei vai expulsar as suas irmãs. Cena VII 13. O príncipe Felizardo enumera a sua riqueza para mostrar que (A) Amarílis não vai ser a rainha mais rica do mundo. (B) Hortênsia não vai ser a rainha mais rica do mundo. (C) Amarílis vai ser a rainha mais rica do mundo. (D) Hortênsia vai ser a rainha mais rica do mundo. 14. Para Reginaldo, o mais importante num casamento (A) é o amor. (B) é o dinheiro. (C) não é o amor. (D) é o dinheiro seguido do amor. Cenas VIII e IX 15. Amarílis e Hortênsia nas conversas que mantêm mostram que os seus casamentos (A) são motivados não por dinheiro, mas por amor. (B) são motivados não por amor, mas por dinheiro. (C) se devem ao amor e ao dinheiro. (D) não se devem ao amor nem ao dinheiro.
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    Testes de Verificaçãode Leitura Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 371 Cena XI 16. Após ter expulsado Violeta, o Rei decretou (A) a proibição de plantar hortênsias. (B) a proibição de plantar violetas. (C) a proibição de plantar amarílis. (D) a proibição de plantar quaisquer flores. 17. O Rei Leandro decidiu dividir o reino em (A) três e passar metade do ano com cada filha. (B) três e passar um terço do ano com cada filha. (C) dois e passar metade do ano com cada filha. (D) dois e passar um terço do ano com cada filha. Ato II Cena I 18. Nesta fase da vida, o Rei caracteriza-se por estar (A) triste e cansado. (B) triste e conformado. (C) revoltado e conformado. (D) feliz e cansado. Cena II 19. Pela reação do Pastor ao ver o Rei, percebemos que ele (A) reconheceu o Rei. (B) ficou com medo do Rei. (C) não queria conversar com o Rei. (D) já conhecia o Rei. Cena III 20. Amarílis não queria o pai perto de si porque (A) ele queria recuperar o seu trono. (B) era muito difícil ter paciência para ele. (C) era muito fácil estar com ele. (D) as suas atitudes o faziam muito popular.
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    Testes de Verificaçãode Leitura 372 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 21. Hortênsia não queria o pai perto de si porque (A) as suas atitudes a envergonhavam. (B) era muito difícil estar com ele. (C) ele queria tirar-lhe o trono. (D) era muito fácil estar com ele. 22. O motivo encontrado pelas filhas para expulsar o Rei foi o facto de (A) o pai falar em demasia. (B) ele não trabalhar. (C) ele estar velho. (D) ele querer partir. Cena IV 23. O Bobo nunca tinha ido procurar Violeta porque (A) ela fez saber que nunca receberia o pai. (B) o Rei nunca a reconheceria. (C) estava feliz com a vida que levava com o Rei. (D) o Rei não conseguia caminhar e Violeta não os receberia. Cena VII 24. Reginaldo hesita perante o desejo de Violeta porque (A) o Rei já tinha esquecido o sucedido. (B) ele já esquecera o sucedido. (C) ela tinha sido muito magoada. (D) ela podia perder o seu reino. Cena VIII 25. Violeta ordena ao Pastor que (A) traga o Rei quando este chegar. (B) regresse à gruta onde estava o Rei. (C) vá indicar o caminho ao Rei. (D) vá procurar o Rei.
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    Testes de Verificaçãode Leitura Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA 373 26. O Bobo afirma que o Rei (A) estava a ficar cego, mas distinguia o bem do mal. (B) distinguia o bem do mal porque estava a ficar cego. (C) não distinguia o bem do mal porque estava a ficar cego. (D) estava cego, mas sempre distinguiu o bem do mal. Cena IX 27. O Rei Leandro sentia-se (A) espantado e cansado. (B) esperançoso e espantado. (C) cansado e confuso. (D) esperançoso e confuso. 28. O Bobo sentia-se (A) espantado e cansado. (B) esperançoso e espantado. (C) cansado e confuso. (D) esperançoso e confuso. 29. O Rei não reconheceu a sua filha quando ela apareceu diante dele porque (A) estava cego e a filha não falou com ele. (B) ela não era realmente a filha dele e ele estava cego. (C) estava preocupado com outros problemas e estava cego. (D) tinham passado muitos anos e ele estava cego.
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    Testes de Verificaçãode Leitura 374 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Questões de Aula e Outros Instrumentos de Avaliação x ASA SOLUÇÕES 1. O Cavaleiro da Dinamarca, de Sophia de Mello Breyner Andresen (p. 361) 1. (D) 2. (B) 3. (D) 4. (B) 5. (A) 6. (D) 7. (B) 8. (B) 9. (C) 10. (B) 11. (A) 12. (C) 13. (D) 14. (B) 15. (B) 16. (C) 17. (C) 18. (D) 19. (A) 2. História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, de Luis Sepúlveda (p. 365) 1. (C) 2. (A) 3. (A) 4. (D) 5. (B) 6. (C) 7. (C) 8. (D) 9. (B) 10. (C) 11. (D) 12. (B) 13. (A) 3. Leandro, Rei da Helíria, de Alice Vieira (p. 368) Ato I 1. (C) 2. (B) 3. (A) 4. (A) 5. (C) 6. (C) 7. (D) 8. (D) 9. (B) 10. (A) 11. (A) 12. (B) 13. (C) 14. (A) 15. (B) 16. (B) 17. (C) Ato II 18. (A) 19. (A) 20. (B) 21. (A) 22. (B) 23. (D) 24. (C) 25. (A) 26. (D) 27. (C) 28. (B) 29. (D)
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    Grelhas de Apoioà Avaliação Oralidade / Compreensão വ Observação direta dos descritores das Aprendizagem Essenciais .................... 376 Oralidade / Compreensão വ Observação direta dos descritores das Aprendizagem Essenciais .................... 377 Leitura വ Observação direta dos descritores das Aprendizagem Essenciais .............................................. 378 Educação Literária വ Observação direta dos descritores das Aprendizagem Essenciais ....................................... 379 Gramática വ Observação direta dos descritores das Aprendizagem Essenciais .............................................. 380 Escrita വ Observação direta dos descritores das Aprendizagem Essenciais .............................................. 381 Grelha-modelo – Avaliação de Texto/Escrita .................... 382 Grelha-ŵŽĚĞůŽവǀĂůŝĂĕĆŽĚĂdžƉƌĞƐƐĆŽĚŽKƌĂů ............ 383 Grelha-ŵŽĚĞůŽവǀĂůŝĂĕĆŽƉŽƌPeríodo/Semestre .......... 384 Disponível em formato editável em
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    'ƌĞůŚĂƐĚĞƉŽŝŽăǀĂůŝĂĕĆŽ 376 KZ/ͬKDWZE^KവKďƐĞƌǀĂĕĆŽĚŝƌĞƚĂΎĚŽƐĚĞƐĐƌŝƚŽƌĞƐĚĂƐAprendizagens Essenciais N. o Descritores de desempenho ŽŵƉƌĞĞŶĚĞƌƚĞdžƚŽƐŽƌĂŝƐ, ŝĚĞŶƚŝĨŝĐĂŶĚŽĂƐƐƵŶƚŽ͕ƚĞŵĂĞŝŶƚĞŶĕĆŽ ĐŽŵƵŶŝĐĂƚŝǀĂ;ĞdžƉŽƌ͕ŝŶĨŽƌŵĂƌ͕ŶĂƌƌĂƌ͕ĚĞƐĐƌĞǀĞƌ͕ĞdžƉƌĞƐƐĂƌƐĞŶƚŝŵĞŶƚŽƐ͕ ƉĞƌƐƵĂĚŝƌͿ͕ĐŽŵďĂƐĞĞŵŝŶĨĞƌġŶĐŝĂƐ͘ ĞƐƚĂĐĂƌŽĞƐƐĞŶĐŝĂůĚĞƵŵƚĞdžƚŽĂƵĚŝŽǀŝƐƵĂů͕ ƚĞŶĚŽĞŵĐŽŶƚĂŽŽďũĞƚŝǀo da ĂƵĚŝĕĆŽͬǀŝƐŝŽŶĂŵĞŶƚŽ͘ ^ŝŶƚĞƚŝnjĂƌĂŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽƌĞĐĞďŝĚĂƉĞůĂƚŽŵĂĚĂ ĚĞŶŽƚĂƐĚĂƐŝĚĞŝĂƐ-chave. Nomes dos alunos ĞdžƉŽƌ ŝŶĨŽƌŵĂƌ descrever ĞdžƉƌĞƐƐĂƌ ƉĞƌƐƵĂĚŝƌ Ύ'ƌĞůŚĂĚĞƌĞŐŝƐƚŽƋƵĂůŝƚĂƚŝǀŽŽƵƋƵĂŶƚŝƚĂƚŝǀŽ
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    'ƌĞůŚĂƐĚĞƉŽŝŽăǀĂůŝĂĕĆŽ 377 KZ/ͬyWZ^^KവKďƐĞƌǀĂĕĆŽĚŝƌĞƚĂΎĚŽƐĚĞƐĐƌŝƚŽƌĞƐĚĂƐAprendizagens Essenciais N. o Descritores de desempenho WůĂŶŝĨŝĐĂƌƚĞdžƚŽƐŽƌĂŝƐƚĞŶĚŽ ĞŵĐŽŶƚĂŽƐĚĞƐƚŝŶĂƚĄƌŝŽƐĞ ŽƐŽďũĞƚŝǀŽƐĚĞ ĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽ͘ hƐĂƌĂƉĂůĂǀƌĂĐŽŵĨůƵġŶĐŝĂ͕ĐŽƌƌĞĕĆŽĞ ŶĂƚƵƌĂůŝĚĂĚĞĞŵƐŝƚƵĂĕƁĞƐĚĞŝŶƚĞƌǀĞŶĕĆŽ ĨŽƌŵĂů͕ƉĂƌĂĞdžƉƌĞƐƐĂƌƉŽŶƚŽƐĚĞǀŝƐƚĂĞ ŽƉŝŶŝƁĞƐĞĨĂnjĞƌĂĞdžƉŽƐŝĕĆŽŽƌĂůĚĞƵŵƚĞŵĂ͘ ZĞƐƉĞŝƚĂƌĂƐĐŽŶǀĞŶĕƁĞƐƋƵĞ ƌĞŐƵůĂŵĂŝŶƚĞƌĂĕĆŽĚŝƐĐƵƌƐŝǀĂ͕ ĞŵƐŝƚƵĂĕƁĞƐĐŽŵĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐ ŐƌĂƵƐĚĞĨŽƌŵĂůŝĚĂĚĞ͘ hƐĂƌŵĞĐĂŶŝƐŵŽƐĚĞ ĐŽŶƚƌŽůŽ ĚĂƉƌŽĚƵĕĆŽĚŝƐĐƵƌƐŝǀĂĂƉĂƌƚŝƌ do feedback ĚŽƐŝŶƚĞƌůŽĐƵƚŽƌĞƐ͘ ǀĂůŝĂƌŽƐĞƵƉƌſƉƌŝŽĚŝƐĐƵƌƐŽĂ ƉĂƌƚŝƌĚĞĐƌŝƚĠƌŝŽƐƉƌĞǀŝĂŵĞŶƚĞ ĂĐŽƌĚĂĚŽƐĐŽŵŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌ͘ Nomes dos alunos Ύ'ƌĞůŚĂĚĞƌĞŐŝƐƚŽƋƵĂůŝƚĂƚŝǀŽŽƵƋƵĂŶƚŝƚĂƚŝǀŽ
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    'ƌĞůŚĂƐĚĞƉŽŝŽăǀĂůŝĂĕĆŽ 378 /dhZവKďƐĞƌǀĂĕĆŽĚŝƌĞƚĂΎĚŽƐĚĞƐĐƌŝƚŽƌĞƐĚĂƐAprendizagens Essenciais N. o Descritores de desempenho ĞƌĞŵƐƵƉŽƌƚĞƐǀĂƌŝĂĚŽƐ ƚĞdžƚŽƐĚŽƐŐĠŶĞƌŽƐ ƐĞŐƵŝŶƚĞƐ͗ďŝŽŐƌĂĨŝĂ͕ ƚĞdžƚŽƐĚĞŐĠŶĞƌŽƐ ũŽƌŶĂůşƐƚŝĐŽƐĚĞŽƉŝŶŝĆŽ ;ĂƌƚŝŐŽĚĞŽƉŝŶŝĆŽ͕ ĐƌşƚŝĐĂͿ͕ƚĞdžƚŽƐ ƉƵďůŝĐŝƚĄƌŝŽƐ͘ ZĞĂůŝnjĂƌůĞŝƚƵƌĂĞŵ ǀŽnjĂůƚĂ͕ƐŝůĞŶĐŝŽƐĂĞ ĂƵƚſŶŽŵĂ͕ŶĆŽ ĐŽŶƚşŶƵĂĞĚĞ ƉĞƐƋƵŝƐĂ͘ džƉůŝĐŝƚĂƌŽƐĞŶƚŝĚŽ ŐůŽďĂůĚĞƵŵƚĞdžƚŽ͘ ĂnjĞƌŝŶĨĞƌġŶĐŝĂƐ ĚĞǀŝĚĂŵĞŶƚĞ ũƵƐƚŝĨŝĐĂĚĂƐ͘ /ĚĞŶƚŝĨŝĐĂƌƚĞŵĂ;ƐͿ͕ ŝĚĞŝĂƐƉƌŝŶĐŝƉĂŝƐ͕ ƉŽŶƚŽƐĚĞǀŝƐƚĂ͕ ĐĂƵƐĂƐĞĞĨĞŝƚŽƐ͕ ĨĂĐƚŽƐ͕ŽƉŝŶŝƁĞƐ͘ ZĞĐŽŶŚĞĐĞƌĂĨŽƌŵĂ ĐŽŵŽŽƚĞdžƚŽĞƐƚĄ ĞƐƚƌƵƚƵƌĂĚŽ;ƉĂƌƚĞƐ ĞƐƵďƉĂƌƚĞƐͿ͘ ŽŵƉƌĞĞŶĚĞƌĂ ƵƚŝůŝnjĂĕĆŽĚĞ ƌĞĐƵƌƐŽƐ ĞdžƉƌĞƐƐŝǀŽƐƉĂƌĂĂ ĐŽŶƐƚƌƵĕĆŽĚĞ ƐĞŶƚŝĚŽĚŽƚĞdžƚŽ͘ /ĚĞŶƚŝĨŝĐĂƌ͕ŶĂƐ ŵĞŶƐĂŐĞŶƐ ƉƵďůŝĐŝƚĄƌŝĂƐ͕Ă ŝŶƚĞŶĕĆŽ ƉĞƌƐƵĂƐŝǀĂ͕ŽƐ valores e modelos ƉƌŽũĞƚĂĚŽƐ͘ džƉƌĞƐƐĂƌ͕ĐŽŵ ĨƵŶĚĂŵĞŶƚĂĕĆŽ͕ ƉŽŶƚŽƐĚĞǀŝƐƚĂĞ ĂƉƌĞĐŝĂĕƁĞƐ ĐƌşƚŝĐĂƐƐƵƐĐŝƚĂĚĂƐ ƉĞůŽƐƚĞdžƚŽƐůŝĚŽƐ͘ hƚŝůŝnjĂƌ ƉƌŽĐĞĚŝŵĞŶƚŽƐĚĞ registo e ƚƌĂƚĂŵĞŶƚŽĚĂ ŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽ͘ Nomes dos alunos Ύ'ƌĞůŚĂĚĞƌĞŐŝƐƚŽƋƵĂůŝƚĂƚŝǀŽŽƵƋƵĂŶƚŝƚĂƚŝǀŽ
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    'ƌĞůŚĂƐĚĞƉŽŝŽăǀĂůŝĂĕĆŽ 379 hK/dZZ/വKďƐĞƌǀĂĕĆŽĚŝƌĞƚĂΎĚŽƐĚĞƐĐƌŝƚŽƌĞƐĚĂƐAprendizagens Essenciais N. o Descritores de desempenho ĞƌŝŶƚĞŐƌĂůŵĞŶƚĞŽďƌĂƐůŝƚĞƌĄƌŝĂƐ ŶĂƌƌĂƚŝǀĂƐ͕ůşƌŝĐĂƐĞĚƌĂŵĄƚŝĐĂƐ /ŶƚĞƌƉƌĞƚĂƌŽƐ ƚĞdžƚŽƐĞŵĨƵŶĕĆŽ ĚŽŐĠŶĞƌŽ ůŝƚĞƌĄƌŝŽ͘ /ĚĞŶƚŝĨŝĐĂƌŵĂƌĐĂƐĨŽƌŵĂŝƐ ĚŽƚĞdžƚŽƉŽĠƚŝĐŽ͗ĞƐƚƌŽĨĞ͕ ƌŝŵĂ͕ĞƐƋƵĞŵĂƌŝŵĄƚŝĐŽĞ ŵĠƚƌŝĐĂ;ƌĞĚŽŶĚŝůŚĂŵĂŝŽƌ ĞŵĞŶŽƌͿ͘ ZĞĐŽŶŚĞĐĞƌ͕ŶĂŽƌŐĂŶŝnjĂĕĆŽ ĚŽƚĞdžƚŽĚƌĂŵĄƚŝĐŽ͕ĂƚŽ͕ ĐĞŶĂ͕ĨĂůĂĞŝŶĚŝĐĂĕƁĞƐ ĐĠŶŝĐĂƐ͘ Ŷalisar o modo como os ƚĞŵĂƐ͕ĂƐĞdžƉĞƌŝġŶĐŝĂƐĞŽƐ ǀĂůŽƌĞƐƐĆŽƌĞƉƌĞƐĞŶƚĂĚŽƐ ŶĂŽďƌĂĞĐŽŵƉĂƌĄ-lo com ŽƵƚƌĂƐŵĂŶŝĨĞƐƚĂĕƁĞƐ ĂƌƚşƐƚŝĐĂƐ;ŵƷƐŝĐĂ͕ƉŝŶƚƵƌĂ͕ ĞƐĐƵůƚƵƌĂ͕ĐŝŶĞŵĂ…Ϳ͘ džƉůŝĐĂƌƌĞĐƵƌƐŽƐ ĞdžƉƌĞƐƐŝǀŽƐ ƵƚŝůŝnjĂĚŽƐŶĂ ĐŽŶƐƚƌƵĕĆŽĚŽ ƐĞŶƚŝĚŽ ;ĞŶƵŵĞƌĂĕĆŽ͕ ƉůĞŽŶasmo e ŚŝƉĠƌďŽůĞͿ͘ džƉƌŝŵŝƌŝĚĞŝĂƐ ƉĞƐƐŽĂŝƐƐŽďƌĞ textos lidos e ŽƵǀŝĚŽƐĐŽŵ ƌĞĐƵƌƐŽĂ ƐƵƉŽƌƚĞƐ variados. ĞƐĞŶǀŽůǀĞƌƵŵƉƌŽũĞƚŽĚĞ ůĞŝƚƵƌĂƋƵĞŝŶƚĞŐƌĞ ŽďũĞƚŝǀŽƐƉĞƐƐŽĂŝƐĚŽůĞŝƚŽƌ ĞĐŽŵƉĂƌĂĕĆŽĚĞĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐ ƚĞdžƚŽƐ;ŽďƌĂƐĞƐĐŽůŚŝĚĂƐĞŵ ĐŽŶƚƌĂƚŽĚĞůĞŝƚƵƌĂĐŽŵŽ;ĂͿ ƉƌŽĨĞƐƐŽƌ;ĂͿͿ͘ ĚƵĂƐ ŶĂƌƌĂƚŝǀĂƐ ĚĞĂƵƚŽƌĞƐ ĚĞůşŶŐƵĂ ƉŽƌƚƵŐƵĞƐĂ ƵŵƚĞdžƚŽ ĚƌĂŵĄƚŝĐŽ ŶŽǀĞ ƉŽĞŵĂƐĚĞ oito ĂƵƚŽƌĞƐ ĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐ Nomes dos alunos *Grelha de ƌĞŐŝƐƚŽƋƵĂůŝƚĂƚŝǀŽŽƵƋƵĂŶƚŝƚĂƚŝǀŽ
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    'ƌĞůŚĂƐĚĞƉŽŝŽăǀĂůŝĂĕĆŽ 380 'ZDd/വKďƐĞƌǀĂĕĆŽĚŝƌĞƚĂΎĚŽƐĚĞƐĐƌŝƚŽƌĞƐĚĂƐAprendizagens Essenciais N. o Descritores de desempenho /ĚĞŶƚŝĨŝĐĂƌĂĐůĂƐƐĞĚĞƉĂůĂǀƌĂƐ ŽŶũƵŐĂƌ verbos ƌĞŐƵůĂƌĞƐĞ ŝƌƌĞŐƵůĂƌĞƐ em todos ŽƐƚĞŵƉŽƐ e modos. hƚŝůŝnjĂƌ ĐŽƌƌĞƚĂŵĞŶƚĞ ŽƉƌŽŶŽŵĞ ƉĞƐƐŽĂůĄƚŽŶŽ ;ǀĞƌďŽƐ ĂŶƚĞĐĞĚŝĚŽƐ de ĚĞƚĞƌŵŝŶĂĚŽƐ ƉƌŽŶŽŵĞƐĞ ĂĚǀĠƌďŝŽƐͿ͘ ŵƉƌĞŐĂƌ ĐŽƌƌĞƚĂŵĞŶƚĞ o modo ĐŽŶũƵŶƚŝǀŽĞŵ ĐŽŶƚĞdžƚŽƐĚĞ ƵƐŽ ŽďƌŝŐĂƚſƌŝŽ ĞŵĨƌĂƐĞƐ ĐŽŵƉůĞdžĂƐ͘ /ĚĞŶƚŝĨŝĐĂƌĂ ĨƵŶĕĆŽƐŝŶƚĄƚŝĐĂ ĚĞŵŽĚŝĨŝĐĂĚŽƌ ůĂƐƐŝĨŝĐĂƌŽƌĂĕƁĞƐƐƵďŽƌĚŝŶĂĚĂƐ ŝƐƚŝŶŐƵŝƌŽƐƉƌŽĐĞƐƐŽƐ ŶĂĨŽƌŵĂĕĆŽƌĞŐƵůĂƌĚĞ ƉĂůĂǀƌĂƐ͘ ZĞĐŽŶŚĞĐĞƌ traços da variação da ůşŶŐƵĂ ƉŽƌƚƵŐƵĞƐĂ ĚĞŶĂƚƵƌĞnjĂ ŐĞŽŐƌĄĨŝĐĂ͘ džƉůŝĐĂƌ ƐŝŶĂŝƐĚĞ ƉŽŶƚƵĂĕĆŽ ĞŵĨƵŶĕĆŽ da ĐŽŶƐƚƌƵĕĆŽ ĚĂĨƌĂƐĞ͘ ĚĞƚĞƌŵŝŶĂŶƚĞ͕ ƉƌŽŶŽŵĞĞ ĂĚǀĠƌďŝŽ relativo ĐŽŶũƵŶĕĆŽĞ ůŽĐƵĕĆŽ ĐŽŶũƵŶĐŝŽŶĂů ĐŽŽƌĚĞŶĂƚŝǀĂ ĚŝƐũƵŶƚŝǀĂ͕ ĐŽŶĐůƵƐŝǀĂĞ ĞdžƉůŝĐĂƚŝǀĂ cŽŶũƵŶĕĆŽĞ ůŽĐƵĕĆŽ ĐŽŶũƵŶĐŝŽŶĂů ƐƵďŽƌĚŝŶĂƚŝǀĂ ĨŝŶĂů͕ ĐŽŶĚŝĐŝŽŶĂůĞ ĐŽŵƉůĞƚŝǀĂ ůŽĐƵĕĆŽ ƉƌĞƉŽƐŝƚŝǀĂ adverbiais ĨŝŶĂŝƐ adverbiais ĐŽŶĚŝĐŝŽŶĂŝƐ ƐƵďƐƚĂŶƚŝǀĂƐ ĐŽŵƉůĞƚŝǀĂƐ adũĞƚŝǀĂƐ relativas ;ƌĞƐƚƌŝƚŝǀĂĞ ĞdžƉůŝĐĂƚŝǀĂͿ ;ĚĞ ŶŽŵĞͿ ;ĚĞ ŐƌƵƉŽ ǀĞƌďĂůͿ derivação ĐŽŵƉŽƐŝĕĆŽ Nomes dos alunos Ύ'ƌĞůŚĂĚĞƌĞŐŝƐƚŽƋƵĂůŝƚĂƚŝǀŽŽƵƋƵĂŶƚŝƚĂƚŝǀŽ
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    'ƌĞůŚĂƐĚĞƉŽŝŽăǀĂůŝĂĕĆŽ 381 ^Z/dവKďƐĞƌǀĂĕĆŽĚŝƌĞƚĂΎĚŽƐĚĞƐĐƌŝƚŽƌĞƐĚĂƐ Aprendizagens Essenciais N. o Descritores de desempenho ůĂďŽƌĂƌƚĞdžƚŽƐƋƵĞĐƵŵƉƌĂŵŽďũĞƚŝǀŽƐĞdžƉůşĐŝƚŽƐƋƵĂŶƚŽĂŽ ĚĞƐƚŝŶĂƚĄƌŝŽĞăĨŝŶĂůŝĚĂĚĞ;ŝŶĨŽƌŵĂƚŝǀĂŽƵĂƌŐƵŵĞŶƚĂƚŝǀĂͿŶŽąŵďŝƚŽ ĚŽƐŐĠŶĞƌŽƐ WůĂŶŝĨŝĐĂƌĂĞƐĐƌŝƚĂ de textos com ĨŝŶĂůŝĚĂĚĞƐ ŝŶĨŽƌŵĂƚŝǀĂƐ͕ ĂƐƐĞŐƵƌĂŶĚŽ ĚŝƐƚƌŝďƵŝĕĆŽĚĞ ŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽƉŽƌ ƉĂƌĄŐƌĂĨŽƐ KƌĚĞŶĂƌĞ ŚŝĞƌĂƌƋƵŝnjĂƌĂ ŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽ͕ƚĞŶĚŽ em vista a ĐŽŶƚŝŶƵŝĚĂĚĞĚĞ ƐĞŶƚŝĚŽ͕Ă ƉƌŽŐƌĞƐƐĆŽƚĞŵĄƚŝĐĂ ĞĂĐŽĞƌġŶĐŝĂŐůŽďĂů do texto. ZĞĚŝŐŝƌƚĞdžƚŽƐĐŽŵƉƌŽĐĞƐƐŽƐ lexicais e gramaticais de ĐŽƌƌĞĨĞƌġŶĐŝĂĞĚĞĐŽŶĞdžĆŽ ŝŶƚĞƌĨƌĄƐŝĐĂŵĂŝƐĐŽŵƉůĞdžŽƐĐŽŵ ĂĚĞƋƵĂĚĂŝŶƚƌŽĚƵĕĆŽĚĞŶŽǀĂƐ ŝŶĨŽƌŵĂĕƁĞƐ͕ĞǀŝƚĂŶĚŽ ƌĞƉĞƚŝĕƁĞƐĞĐŽŶƚƌĂĚŝĕƁĞƐ͘ Escrever com ƉƌŽƉƌŝĞĚĂĚĞ ǀŽĐĂďƵůĂƌĞĐŽŵ ƌĞƐƉĞŝƚŽƉĞůĂƐƌĞŐƌĂƐ ĚĞŽƌƚŽŐƌĂĨŝĂĞĚĞ ƉŽŶƚƵĂĕĆŽ͘ Avaliar a correção do texto escrito ŝŶĚŝǀŝĚƵĂůŵĞŶƚĞĞ ĐŽŵĚŝƐĐƵƐƐĆŽĚĞ ĚŝǀĞƌƐŽƐƉŽŶƚŽƐĚĞ vista. ZĞƐƉĞŝƚĂƌŽƐ ƉƌŝŶĐşƉŝŽƐĚŽ ƚƌĂďĂůŚŽŝŶƚĞůĞĐƚƵĂů͕ ƋƵĂŶƚŽă ŝĚĞŶƚŝĨŝĐĂĕĆŽĚĂƐ ĨŽŶƚĞƐ͘ ƌĞƐƵŵŽ ĞdžƉŽƐŝĕĆŽ ŽƉŝŶŝĆŽ ĐŽŵĞŶƚĄƌŝŽ ďŝŽŐƌĂĨŝĂ ƌĞƐƉŽƐƚĂ a ƋƵĞƐƚƁĞƐ de ůĞŝƚƵƌĂ Nomes dos alunos Ύ'ƌĞůŚĂĚĞƌĞŐŝƐƚŽƋƵĂůŝƚĂƚŝǀŽŽƵƋƵĂŶƚŝƚĂƚŝǀŽ
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    Projetos e Outros Materiais* •Projeto de Leitura • Projetos do Domínio de Articulação Curricular e Desenvolvimento do Perfil dos Alunos • Transcrições dos Documentos de Apoio Projetos e Outros Materiais * Disponível em formato editável em PASSO
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    Projetos e OutrosMateriais Projeto de Leitura ............................................................. 387 Projeto de Leitura – Sugestões de desenvolvimento ............................................. 388 Planificação do Projeto de Leitura (documento-modelo) ........................................... 390 Propostas de planificação para o Projeto de Leitura .............................................................. 391 Projetos de Articulação Curricular ................................... 397 Projeto 1 – Em torno da sustentabilidade ecológica................................................................ 398 Projeto 2 – À Volta do Mundo: Terras, Gentes, Culturas.................................................................. 399 Projeto 3 – Heróis da ficção e da realidade ................ 401 Transcrições de Documentos de Apoio ............................ 379 Disponível em formato editável em
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    Projeto de Leitura Projetode Leitura – sugestões de desenvolvimento .............................................. 388 Planificação do Projeto de Leitura (documento-modelo) ............................................ 390 Propostas de planificação para o Projeto de Leitura .............................................. 391
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    Projeto de Leitura 388Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA PROJETO DE LEITURA – SUGESTÕES DE DESENVOLVIMENTO O Projeto de Leitura é uma atividade prevista nas Aprendizagens Essenciais para a disciplina de Português que tem em vista o desenvolvimento das capacidades de leitura e a “valorização da leitura e consolidação do hábito de ler através de atividades”1 . Pode ser orientada pelo professor seguindo os passos que se apresentam. Primeiro: Como escolher um livro? Esta é a primeira questão que se coloca aos alunos e muitos ainda não desenvolveram estratégias que os possam auxiliar no momento da decisão. Poderão ser trabalhados diversas estratégias suscetíveis de ajudar o aluno. Eis alguns exemplos: ͻ trabalhar com os alunos estratégias de leitura dos paratextos (capa, badana, contracapa, ilustração, sinopse…); ͻ ler os textos motivacionais das diferentes obras propostas; ͻ explorar as possíveis ligações do tema da obra ao projeto de turma ou de escola; ͻ identificar os géneros preferidos e mais ajustados ao perfil de leitor do aluno; ͻ identificar as disciplinas e os conteúdos que poderão estar associados ao tema da obra a ler. Segundo: Como planificar o Projeto de Leitura? (Cf. Documento-modelo do Projeto de Leitura, p. 390) O aluno deverá planificar as várias fases do seu Projeto de Leitura, de forma a poder verificar o seu cumprimento ao longo do ano ou do período. O Projeto de Leitura, que poderá ir sendo desenvolvido ao longo de um determinado intervalo de tempo, deverá contemplar aspetos como: ͻ objetivos de leitura ou associados à leitura – o aluno deverá definir objetivos que irá cumprindo ao longo da leitura da obra, tais como o tempo de leitura por dia ou por semana, a informação/excertos textuais a recolher/selecionar no decurso da leitura; definir metas relacionadas com temas ou conteúdos privilegiados; agendar a data de apresentação dos objetivos à turma; ͻ datas das várias fases do projeto – o aluno poderá ir verificando o cumprimento dos vários passos e preparando os seguintes; ͻ identificação dos documentos ou conteúdos que estabelecem alguma relação com a obra ou com o seu tema – a partir da identificação destes documentos, o aluno poderá explorar relações de semelhança ou de diferença, de complementaridade com a obra/tema, entre outros aspetos; ͻ definição das tarefas a desenvolver ao longo do projeto; ͻ tipo de apresentação a desenvolver – indicação da modalidade (escrita ou oral), tipo de atividade (audiolivro, debate, exposição…). 1 Cf. Aprendizagens Essenciais para o Português – 7. o ano, p. 8.
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    Projeto de Leitura ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA 389 Terceiro: Como preparar a apresentação do Projeto de Leitura ͻ As possibilidades de apresentação do Projeto de Leitura são muito variadas e podem incidir sobre vários domínios. Algumas possibilidades podem ser exploradas com os alunos: - reconto integral ou de partes da obra; - leitura expressiva de excertos significativos; - dramatização de momentos centrais; - ilustração de excertos da obra; - criação de programas de rádio sobre a obra; - produção de audiolivro com leitura e/ou comentário de momentos centrais da obra; - apresentação de personagens, espaços, acontecimentos; - formulação de opinião sobre tema(s) importante(s) na obra; - … ͻ Caso o Projeto de Leitura envolva outras disciplinas, será importante que se preveja também qual o contributo da disciplina quer para o projeto quer para o tipo de apresentação escolhida. ͻ A apresentação deverá ser planificada/estruturada com antecedência. Este passo deverá ser discutido com o professor ou com um colega, no sentido de ser aperfeiçoado. Quarto: Como avaliar o Projeto de Leitura? ͻ A avaliação (auto e hetero) do projeto deve ter em conta: - os objetivos definidos e o seu cumprimento por parte do aluno - os vários momentos que envolveu a leitura da obra; - a exploração de relações da obra com outros documentos; - a apresentação do Projeto de Leitura à turma/escola ou a outro público.
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    Projeto de Leitura 390Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA Planificação do Projeto de Leitura (documento-modelo) Escola _____________________________________ Ano letivo: _________ Ano de Escolaridade: 7. o ano Aluno: ____________________________________________________________ N. o ____ Turma:______ Obra selecionada Autor(es): ____________________________ Título: ____________________________________________ Ilustrador: ____________________ Tradutor: ____________________ Editora:__________ Ano: ______ Tema tratado: Objetivos 1 Ler ____ minutos por dias / _____ páginas por semana 2 3 Disciplinas / Conteúdos envolvidos / Práticas requeridas Tipo de apresentação Dramatização Exposição sobre um tema Texto de opinião Audiolivro Debate Criação de um minilivro Outro: _________________________________________ Planificação das atividades por data Todos os dias/semanas Ler _____ minutos / ____ páginas por semana Dia __/__/20__ Apresentação dos objetivos à turma Dia __/__/20__ Discussão dos passos do projeto Dia __/__/20__ Leitura expressiva de um excerto Até ao dia __/__/20__ Recolha de informação e seleção de excertos Até ao dia __/__/20__ Exploração da relação da obra/temas com outros documentos, textos, formas de arte … Dia __/__/20__ Apresentação do Projeto de Leitura Autoavaliação Cumprimento dos objetivos: Fases intermédias: Apresentação final:
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    Projeto de Leitura ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA 391 PROPOSTAS DE PLANIFICAÇÃO PARA PROJETO DE LEITURA Unidade 1 – Problemas ambientais Plasticus Maritimus Uma espécie invasora Autores: Ana Pêgo e Isabel Minhós Martins Ilustração: Bernardo P. Carvalho Edição: Planeta Tangerina Perfil do Aluno: x Ambiente (G) x Saber científico (I) Sinopse: As autoras deste livro começam por descrever a importância dos oceanos, mostram objetos vulgares e exóticos que chegam à costa, descrevem como organizar uma “saída de campo” para identificar e recolher exemplares desta nova “espécie” ameaçadora que é o “Plasticus maritimus”, e salientam os problemas da reciclagem e dos plásticos descartáveis. Para além disso, conta-se a história da Ana, a bióloga marinha que decidiu ter um “papel ativo” na solução de um problema que a preocupava. Plasticus Maritimus – Uma espécie invasora é um guia de campo ilustrado que permite identificar, recolher, colecionar e ajudar a eliminar o plástico marinho. Temas: Reciclagem, proteção dos oceanos Género: Aventura com ilustração e guias para atividades ecológicas Interdisciplinaridade: Ciências Naturais, Geografia, Cidadania e Desenvolvimento Objetivos gerais: Articular saberes de diferentes disciplinas para aprofundar temáticas abordadas em Ciências Naturais; compreender a importância da biodiversidade; descrever impactos da ação humana na alteração e ou degradação de ambientes biogeográficos, a partir de exemplos concretos e apoiados em fontes fidedignas e sensibilizar a comunidade para a necessidade de uma gestão sustentável do território (AE Geografia). Articulação com outros documentos: ͻ Publicidade: EDP – Geração Zero (pp. 28-29) ͻ Publicidade: Transforma ideais em gestos reais (pp. 30-31) ͻ “O verbo é substituir” (p. 34) ͻ Aquametragem (curta-metragem de animação) (p. 36 – Banda do Professor) Hubert Reeves Explica a biodiversidade Autores: Hubert Reeves, Nelly Boutinot Ilustração: Daniel Casanave e Claire Champion Género: banda desenhada Edição: Gradiva Perfil do Aluno: x Ambiente (G) x Saber científico (I) Sinopse: Os aspetos fundamentais da biodiversidade, dos animais aos insetos, da Terra aos oceanos, e a importância da sua existência são explicados de forma acessível em banda desenhada. Temas: Biodiversidade, proteção do planeta Género: Banda desenhada Interdisciplinaridade: Ciências Naturais Objetivos gerais: Articular saberes de diferentes disciplinas para aprofundar temáticas abordadas em Ciências Naturais; compreender a importância da biodiversidade. Articulação com outros documentos: ͻ Publicidade: EDP – Geração Zero (pp. 28-29) ͻ Publicidade: Transforma ideais em gestos reais (pp. 30-31) ͻ “O verbo é substituir” (p. 34) ͻ Aquametragem (curta-metragem de animação) (p. 36 – Banda do Professor) ͻ Programa TSF– “O Livro do Dia” edição de 1 de junho de 2018 (disponível em )
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    Projeto de Leitura 392Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA Unidade 2.1 – Aventuras A volta ao mundo em 80 dias Autor: Júlio Verne Tradução: Tiago Marques Edição: Fábula Perfil do Aluno: x Raciocínio e resolução de problemas (C) x Saber científico, técnico e tecnológico (I) Sinopse: No ano de 1872, Phileas Fogg e o seu criado Passepartout aceitam a aposta de dar a volta ao mundo em 80 dias, numa época em que tal feito parecia impossível, com os meios de transporte disponíveis. Temas: Viagens, civilizações do mundo, meios de transporte… Género: Aventura Interdisciplinaridade: Geografia, Matemática, História Objetivos gerais: Recolher informações sobre diferentes culturas e etnias; representar gráfica e cartograficamente informação geográfica; descrever a localização de um lugar, usando o sistema de coordenadas geográficas; calcular a distância real entre dois lugares. Articulação com outros documentos: ͻ O Cavaleiro da Dinamarca, de Sophia de Mello Breyner Andresen (pp. 51-66) ͻ A volta ao mundo em 80 dias: uma aposta muito louca (filme) ͻ 500 anos da circum-navegação de Fernão Magalhães – programa SIC Notícias (disponível em ) A Ilha do Tesouro Autor: Robert Louis Stevenson, Adaptação: António Pescada Edição: Porto Editora Perfil do Aluno: x Linguagens e textos (A) x Pensamento crítico e criativo (D) Sinopse: Uma faroleira encontra no interior de um baú um velho livro de piratas. As suas páginas e letras estão gastas, só as ilustrações ainda são visíveis. Estas imagens ganham vida e contam as suas histórias à jovem. Temas: Piratas, caça ao tesouro… Género: Aventuras Interdisciplinaridade: História, Educação Visual Objetivos gerais: Utilizar fontes históricas para conhecer realidades; reconhecer a importância das imagens como meios de comunicação de massas, capazes de veicular diferentes significados; organizar exposições em diferentes formatos – físicos e/ou digitais , de acordo com o objetivo escolhido/proposto. Articulação com outros documentos: ͻ O Cavaleiro da Dinamarca, de Sophia de Mello Breyner Andresen (pp. 51-66) ͻ Pirata das Caraíbas (filme) ͻ A ilha do tesouro, de Victor Fleming (filme) ͻ Marujos Malvados: os 11 piratas mais conhecidos da História (disponível em )
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    Projeto de Leitura ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA 393 George e a lua azul Autores: Lucy Hawking e Stephen Hawking Tradução: Alberto Gomes Edicão: Presença Perfil do Aluno: x Linguagens e textos (A) x Pensamento crítico e pensamento criativo (D) Sinopse: George integra, com a sua amiga Annie, um programa de treino de jovens astronautas, que realizarão uma viagem a Marte. Este é o início de uma aventura assustadora onde se revelam alguns dos grandes segredos do Universo. Temas: Estruturas do Universo, viagens espaciais, aventuras de ficção científica… Género: Ação, aventura Interdisciplinaridade: Físico-Química, Cidadania e Desenvolvimento Objetivos gerais: Desenvolver conhecimentos sobre os corpos celestes, interpretando informações sobre o sistema solar; refletir sobre temas como a amizade ou o bullying. Articulação com outros documentos: ͻ O Cavaleiro da Dinamarca, de Sophia de Mello Breyner Andresen (pp. 51-66) ͻ Perdido em Marte, de Ridley Scott (filme) ͻ Interstellar, de Christopher Nolan (filme) ͻ Sítio da National Geographic dedicado ao espaço (disponível em https://www.natgeo.pt/espaco) Unidade 2.2 – Heróis Wonder: encantador Autor: R. J. Palacio Tradução: Leonor Bizarro Marques Edição: ASA Perfil do Aluno: x Relacionamento interpessoal (E) Sinopse: A narrativa, a várias vozes, percorre a vivência de uma criança cuja deficiência genética lhe deformou o rosto. Após um longo período de cirurgias e de ensino doméstico, o jovem August entra no 5. o ano numa escola que, aparentemente, reúne condições para o acolher. Contudo, o estigma da sua deformação determina e define as relações que vai estabelecer, fazendo prevalecer a compaixão. Temas: Inclusão, aceitação da diferença, a amizade e a coragem… Género: Ficção, drama Interdisciplinaridade: Cidadania e Desenvolvimento Objetivos gerais: Refletir sobre a diferença e a inclusão; analisar a questão dos direitos humanos no contexto da situação de pessoas com deficiência. Articulação com outros documentos: ͻ “Mestre Finezas”, de Manuel da Fonseca (pp. 86-89) ͻ História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, de Luis Sepúlveda (pp. 95-96) ͻ Sexta-Feira ou a vida selvagem, de Michel Tournier (pp. 100-101) ͻ Wonder, Encantador, de Stephen Chbosky (filme) ͻ Reportagem “A prótese que foi criada com peças de helicóptero da Lego” (disponível em ) ͻ Curta-metragem O presente (disponível em )
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    Projeto de Leitura 394Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA Sexta-Feira ou a vida selvagem Autor: Michel Tournier Tradução: Emílio Campos Lima Edição: Presença Perfil do Aluno: x Relacionamento interpessoal (E) x Saber científico, técnico e tecnológico (I) Sinopse: Depois de um violento naufrágio, Robinson percebe que não conseguirá sair da ilha onde se encontra. Por isso, tentará civilizar a ilha, o que acaba por ser possível graças à presença de Sexta-Feira, um índio que salva da morte. Temas: Sobrevivência numa ilha selvagem, heróis, diferenças culturais Género: Aventuras Interdisciplinaridade: Cidadania e Desenvolvimento, Ciências Naturais Objetivos gerais: Refletir sobre diferenças culturais; discutir a questão dos direitos humanos em diferentes contextos; explicar os processos de formação de uma ilha; descrever os tipos de rochas existentes numa dada ilha. Articulação com outros documentos: ͻ “Mestre Finezas”, de Manuel da Fonseca (pp. 86-89) ͻ O náufrago, de Robert Zemeckis (filme) ͻ Robinson Crusoe (animação) ͻ Reportagem: “Como se vive nas ilhas Selvagens” (reportagem da revista Sábado disponível em https://www.sabado.pt/) O segredo de Nebula Autor: Trudi Strain Trueit Tradução: Patrícia Caixeirinho Edição: ASA Perfil do Aluno: x Relacionamento interpessoal (E) x Saber científico, técnico e tecnológico (I) Sinopse: Cruz é um jovem surfista que vive com o pai no Havai; a sua candidatura à Explorer Academy é aceite, o que o leva para Washington para ali estudar e se formar. Mesmo antes de partir, constata que um indivíduo com botas de cowboy o persegue. Na Academia, onde a mãe tinha trabalhado e falecido, apercebe-se de que há zonas quase inacessíveis, como a Syntesis, e programas altamente sofisticados, como o EVAC (experiência virtual animada por computador). A sua frequência é sabotada e toma consciência de que a Nebula fará tudo para o destruir, impedindo que descubra o diário, com formato digital robótico, da sua mãe, uma cientista que tinha feito uma descoberta extraordinária para a Humanidade. Temas: Geografia, arqueologia, enigmas do Cosmos, desenvolvimento da ciência e da tecnologia, exploração dos diferentes países do mundo e das respetivas culturas Género: Aventura Interdisciplinaridade: TIC, Geografia Cidadania, Ciências Naturais, Físico-Química Objetivos gerais: Adotar uma atitude crítica, refletida e responsável no uso de tecnologias, ambientes e serviços digitais; refletir sobre o progresso científico e a investigação, compreender a Terra como um sistema que deve ser preservado, localizar a Terra no Universo. Articulação com outros documentos: ͻ “Mestre Finezas”, de Manuel da Fonseca (pp. 86-89) ͻ História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, de Luis Sepúlveda (pp. 95-96) ͻ Sexta-Feira ou a vida selvagem, de Michel Tournier (pp. 100-101) ͻ Academia de Exploradores – O Segredo de Nebula – vídeo promocional (disponível em )
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    Projeto de Leitura ProjetoA Par e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA 395 Unidade 2.3 – Família Matilda Autor: Roald Dahl Tradução: Ana Lourenço Edição: Oficina do Livro Perfil do Aluno: x Relacionamento interpessoal(E) x Sensibilidade estética e artística (H) x Informação e comunicação(B) Sinopse: Matilda, ignorada pelos pais, é uma criança-prodígio na escola e uma leitora compulsiva na biblioteca. Inúmeros episódios vividos por ela e pela professora Docemel mostram como há tantos adultos idiotas; por fim, ela refaz a família e os velhacos sofrem o devido castigo. Temas: Família, a diferença, inclusão, justiça… Género: Aventura Interdisciplinaridade: Teatro ou Expressão dramática, Inglês Objetivos gerais: Refletir sobre a diferença; valorizar a leitura enquanto motor da imaginação; dramatizar excertos do livro. Articulação com outros documentos: ͻ “Avó e neto contra vento e areia”, de Teolinda Gersão (pp. 108-111) ͻ “Ladino”, de Miguel Torga (pp. 114-117) ͻ Matilda, a espalha brasas (filme) ͻ Trailer do musical Matilda (disponível em ) ͻ Curta-metragem Bao (disponível em ) Wonderstruck: o museu das maravilhas Autor: Brian Selznick Tradução: Luís Rodrigues dos Santos Edição: Asa Perfil do Aluno: x Relacionamento interpessoal(E) x Sensibilidade estética e artística (H) x Informação e comunicação(B) Sinopse: Ben e Rose são dois jovens dominados pela solidão que vivem em épocas diferentes. Por isso, ambos partem para Nova Iorque em busca de um familiar, num percurso que acaba por se ligar inesperadamente, até na surdez que os caracteriza. Uma história contada por palavras e outra por imagens. Temas: Arte, integração de pessoas surdas, os afetos… Género: Aventura com ilustração Interdisciplinaridade: Educação Visual, História, Cidadania e Desenvolvimento Objetivos gerais: Refletir sobre manifestações artísticas e suas intenciona- lidades; relacionar diferentes épocas históricas, ressaltando semelhanças e diferenças; explorar a significação da ilustração de texto; refletir sobre a integração social de pessoas com deficiências. Articulação com outros documentos: ͻ “Avó e neto contra vento e areia”, de Teolinda Gersão (pp. 108-111) ͻ Wonderstruck, de Todd Haynes (filme)
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    Projeto de Leitura 396Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA Unidade 3 – Imaginário popular Contos Autor: Trindade Coelho Edição: Porto Editora Perfil do Aluno: x Linguagens e textos (A) x Informação e comunicação(B) x Relacionamento interpessoal (E) Sinopse: Tendo como cenário o mundo rural português, Trindade Coelho dá vida às suas memórias de infância e conta as histórias de pessoas reais (pastores, lavradores, mães, crianças…), retratando peripécias, episódios e dramas de vida e não esquecendo sequer o realismo da sua linguagem. Temas: Interculturalidade, tradições populares e da vida rural… Género: Conto Interdisciplinaridade: Cidadania e Desenvolvimento, Artes, Teatro/Expressão dramática, TIC Objetivos gerais: Conhecer as tradições populares e a sua relevância para o presente; recolher aspetos da tradição oral/popular; conhecer as tradições da vida rural; comparar as tradições atuais com as relatadas nos contos; manifestar expressividade nos seus trabalhos, selecionando, de forma intencional, conceitos, temáticas, materiais, suportes e técnicas. Articulação com outros documentos: ͻ Leandro, Rei da Helíria, de Alice Vieira (pp. 137-154) ͻ “A Cara de Boi”, conto tradicional (pp. 72-74) Páginas de livros infantis rejeitadas Autor: Nuno Markl Ilustração: Marisa Silva Edição: Objectiva Perfil do Aluno: x Linguagens e textos (A) x Sensibilidade estética e artística (I) x Informação e comunicação (B) Sinopse: Uma obra que apresenta, de forma bem-disposta, histórias infantis e lendas portuguesas, explorando a possibilidade de outros acontecimentos ou focando a atenção nos sentimentos ou em momentos que poderiam ter tido lugar. Um livro que associa o texto a ilustrações marcadas pelo tom cómico, que exploram diferentes versões das histórias que aqui se contam. Temas: Adaptações de histórias infantis e lendas portuguesas Género: Humor, histórias ilustradas Interdisciplinaridade: Educação Visual, Inglês, Francês, Espanhol Objetivos gerais: Compreender a importância da inter-relação dos saberes da comunicação visual (espaço, volume, cor, luz, forma, movimento, estrutura, ritmo, entre outros) nos processos de fruição dos universos culturais; manifestar expressividade nos seus trabalhos, selecionando, de forma intencional, conceitos, temáticas, materiais, suportes e técnicas; desenvolver a literacia em língua inglesa, lendo diferentes tipos de textos e adaptações de leitura extensiva; apresentar-se, apresentar e descrever outras pessoas (inglês); descrever hábitos, lugares, acontecimentos; exprimir opiniões, gostos e preferências (alemão, francês e espanhol). Articulação com outros documentos: ͻ Página do instagram do livro – disponível em: https://www.instagram.com/paginasrejeitadas/ ͻ Contos dos irmãos Grimm ͻ Contos populares ͻ Filmes: Maléfica: mestre do mal; Espelho, espelho meu; Os irmãos Grimm
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    Projetos de Articulação Curricular Projeto1 – Em torno da sustentabilidade ecológica .................................................. 398 Projeto 2 – À Volta do mundo: Terras, Gentes, Culturas ..................................................... 399 Projeto 3 – Heróis da ficção e da realidade................. 401
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    Projetos de ArticulaçãoCurricular 398 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projeto e Outros Materiais x ASA PROJETO 1 – EM TORNO DA SUSTENTABILIDADE ECOLÓGICA Perfil do Aluno, Domínios de Articulação Curricular e Projeto de Leitura Disciplinas envolvidas: Português, Ciências Naturais, Físico-Química, Geografia, Línguas estrangeiras… Tempo: Um período letivo Perfil do Aluno (a desenvolver no âmbito do projeto) Princípios A. Base Humanista: Promoção da ação dos jovens centrada na preservação do mundo. B. Saber: Desenvolvimento de saberes de natureza científica que auxiliem a tomada de decisões sobre as realidades naturais do mundo. G. Sustentabilidade: Promoção da consciência da sustentabilidade. Valores Responsabilidade: Aprender a respeitar; agir eticamente; ser consciente e responsável pelas ações. Cidadania e Participação: Promover a reflexão sobre ações que visem a sustentabi- lidade ecológica. Áreas de competência Linguagens e Textos: Dominar capacidades nucleares de compreensão e de expressão nas modalidades oral, escrita, visual e multimodal. Informação e Comunicação: Utilizar instrumentos diversificados para pesquisar e mobilizar informação de forma crítica. Bem-estar, Saúde e Ambiente: Compreender as fragilidades e os equilíbrios do mundo natural na adoção de comportamentos que respondam aos grandes desafios globais do ambiente. Projeto: Em Torno da Sustentabilidade Ecológica Atividades о Abordagem do problema da sustentabilidade ecológica (em diferentes disciplinas). о Atividades de observação, questionamento da realidade e integração de saberes. о Organização e desenvolvimento de atividades cooperativas de aprendizagem orientadas para a troca de saberes. о Recolha de informação prevendo a utilização crítica de fontes e das TIC. о Ações de sensibilização da comunidade escolar (ou alargada). Conteúdos (A definir em Conselho de Turma.) Materiais Disciplina de Português Unidade 1 Manual ͻ Publicidade EDP – Geração Zero (pp. 28-29) ͻ Publicidade Sociedade Ponto Verde (pp. 30-31) ͻ Artigo de opinião “O verbo é substituir” (p. 34) ͻ Materiais sobre o ativismo de Greta Thunberg (p. 36) ͻ Curta-metragem Aquametragem (p. 36 – Banda do professor) ͻ Para ir mais além… (pp. 42-43) Projeto de Leitura: Plasticus maritimus – uma espécie invasora, de Ana Pêgo e Isabel Martins; Hubert Reeves explica a biodiversidade, de Daniel Casanave e Hubert Reeves Outras disciplinas (A definir pelos professores das disciplinas envolvidas.)
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    Projetos de ArticulaçãoCurricular Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projeto e Outros Materiais x ASA 399 PROJETO 2 – À VOLTA DO MUNDO: TERRAS, GENTES, CULTURAS Perfil do Aluno, Domínios de Articulação Curricular e Projeto de Leitura Disciplinas envolvidas: Português, Geografia, Línguas estrangeiras, História, Educação Visual, TIC… Tempo: Um período letivo Perfil do Aluno (a desenvolver no âmbito do projeto) Princípios A. Base Humanista: Promoção da ação dos jovens centrada na preservação do mundo. B. Saber: Desenvolvimento de saberes de natureza científica que auxiliem a tomada de decisões sobre as realidades naturais do mundo. D. Inclusão: Promoção da equidade e do respeito pela diversidade cultural e socio- económica. Valores Responsabilidade: Aprender a respeitar; agir eticamente; ser consciente e responsável pelas ações. Cidadania e Participação: Promover a reflexão sobre ações que visem a sustenta- bilidade ecológica. Liberdade: Manifestar a autonomia pessoal centrada nos direitos humanos, na cidadania, na equidade e no respeito mútuo. Áreas de competência Linguagens e Textos: Utilizar de modo proficiente diferentes linguagens e símbolos associados às línguas (língua materna e línguas estrangeiras), à literatura, à música, às artes. Informação e Comunicação: Utilizar instrumentos diversificados para pesquisar e mobilizar informação de forma crítica; transformar a informação em conhecimento. Relacionamento Interpessoal: Adequar comportamentos em contextos de coopera- ção, partilha, colaboração e competição; trabalhar em equipa e usar diferentes meios para comunicar presencialmente e em rede. Sensibilidade Estética e Artística: Reconhecer as especificidades e as intencionalidades das diferentes manifestações culturais; apreciar criticamente as realidades artísticas, em diferentes suportes tecnológicos, pelo contacto com os diversos universos culturais.
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    Projetos de ArticulaçãoCurricular 400 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projeto e Outros Materiais x ASA Projeto – À Volta do Mundo: Terras, Gentes, Culturas Atividades о Localização de diferentes países no mapa-mundo. о Recolha de informações sobre diferentes culturas e tradições. о Identificação de locais e espaços de interesse histórico-cultural em diferentes regiões do mundo. о Investigação sobre aspetos da História de diferentes países. о Criação de manifestações artísticas ao estilo de diferentes culturas. о Produção de um vídeo de divulgação de locais de interesse de diferentes e de aspetos culturais de diferentes países. о Apresentação à comunidade de roteiros de diferentes países. о Organização de uma exposição “À volta do mundo” com diferentes atividades. Conteúdos (A definir em Conselho de Turma.) Materiais / Atividades específicas Disciplina de Português Unidade 2.1 Leitura de O Cavaleiro da Dinamarca, de Sophia de Mello Breyner Andresen (pp. 51-66) ͻ Trabalho de grupo: pesquisar e divulgar algumas das tradi- ções da Dinamarca, como por exemplo: Véspera de São Hans (S. João), Fastelavn (Carnaval), festival de música de Roskilde e Store Bededag (O grande dia das preces) (após a leitura do Texto 1, pp. 52-53) ͻ Investigação sobre locais de interesse histórico e cultural (após a leitura do Texto 2, pp. 58-60) ͻ Interpretação artística: cores e formas associadas às emo- ções em espaços físicos (após a audição do texto da p. 60) ͻ Pesquisa sobre tradições de Natal de diferentes países e apresentação dos materiais recolhidos /troca de impressões com alunos oriundos de outros países – a partir do texto “Um festival de luzes de Natal (p. 69) ͻ Leitura do excerto do texto A volta ao mundo em 80 dias, de Júlio Verne: о Identificação dos países a integrar na exposição “À volta do mundo” cultural (após a leitura do Texto 5, pp. 78-90) Unidade 3 Leitura de Leandro, Rei da Helíria, de Alice Vieira (pp. 137-154) ͻ Pesquisa sobre a importância do sal na cultura dos povos Projeto de Leitura ͻ A volta ao mundo em 80 dias, de Júlio Verne (cf. p. 15) Outras disciplinas (A definir pelos professores das disciplinas envolvidas.)
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    Projetos de ArticulaçãoCurricular Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projeto e Outros Materiais x ASA 401 PROJETO 3 – HERÓIS DA FICÇÃO E DA REALIDADE Perfil do Aluno, Domínios de Articulação Curricular e Projeto de Leitura Disciplinas envolvidas: Português, Geografia, Línguas estrangeiras, História, Educação Visual, TIC, Ciências Naturais, Físico-Química… Tempo: Um período letivo Perfil do Aluno (desenvolvido no âmbito do projeto) Princípios A. Base Humanista: Promoção da ação dos jovens centrada nos valores, na justiça e na dignidade humana. B. Saber: Desenvolvimento de saberes de natureza científica que auxiliem a tomada de decisões sobre as realidades sociais do mundo. D. Inclusão: Promoção da equidade e do respeito pela diversidade cultural e socio- económica. F. Adaptabilidade e Ousadia: Adaptação a novas realidades e contextos. Valores Responsabilidade: Aprender a respeitar; agir eticamente; ser consciente e responsável pelas ações. Cidadania e Participação: Demonstrar respeito pela diversidade humana e cultural e agir de acordo com os princípios dos direitos humanos. Liberdade: Manifestar a autonomia pessoal centrada nos direitos humanos, na cidadania, na equidade e no respeito mútuo. Áreas de competência Linguagens e Textos: Utilizar de modo proficiente diferentes linguagens e símbolos associados às línguas (língua materna e línguas estrangeiras), à literatura, à música, às artes. Informação e Comunicação: Utilizar instrumentos diversificados para pesquisar e mobilizar informação de forma crítica; transformar a informação em conhecimento. Relacionamento Interpessoal: Adequar comportamentos em contextos de cooperação, partilha, colaboração e competição; trabalhar em equipa e usar diferentes meios para comunicar presencialmente e em rede. Sensibilidade Estética e Artística: Reconhecer as especificidades e as intencionalidades das diferentes manifestações culturais; apreciar criticamente as realidades artísticas, em diferentes suportes tecnológicos, pelo contacto com os diversos universos culturais.
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    Projetos de ArticulaçãoCurricular 402 Projeto A Par e Passo – Português 7 x Projeto e Outros Materiais x ASA Projeto – Heróis da ficção e da realidade Atividades о Definição do perfil de um herói dos tempos modernos. о Identificação dos heróis da histórias lidas e daqueles que estão associados às diferentes disciplinas (História, Ciências Naturais...). о Construção de um portefólio digital com diferentes heróis da ficção e da realidade para ser disponibilizado na página da escola e nos recursos da BE. о Apresentação à comunidade dos diferentes heróis, através de uma dramatização (ao vivo ou gravada). о Entrevistas, na comunidade, a pessoas que possam ser considerados heróis dos tempos modernos (bombeiros, médicos, enfermeiros...). о Organização de uma exposição “Heróis da ficção e da realidade” com diferentes atividades (participação dos entrevistados em painéis de partilha de experiências...). Conteúdos (A definir em Conselho de Turma.) Materiais / Atividades específicas Disciplina de Português Unidade 2.2 ͻ Leitura de “Mestre Finezas”, de Manuel da Fonseca (pp. 86-89) ͻ Leitura de História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, de Luis Sepúlveda (pp. 95-96) ͻ Trabalho de grupo: preparar a apresentação dos heróis dos textos lidos, associando-os aos valores que eles repre- sentam ͻ Redação da biografia (cf. p. 214) de heróis associados a outras disciplinas ͻ Organização de fotobiografias virtuais ou para exposições físicas ͻ Preparação das entrevistas aos heróis da comunidade ͻ Organização da exposição final Unidade 3 ͻ Visionamento de História trágica com final feliz, de Regina Pessoa – curta-metragem de animação (p. 144) ͻ Leitura de O Bojador, de Sophia de Mello Breyner Andresen – as figuras do Infante D. Henriques e de Gil Eanes (pp. 162-163) Projeto de Leitura ͻ Sexta-Feira ou a vida selvagem, de Michel Tournier (pp. 16 e 100-101) ͻ Wonder: Encantador, de R. J. Palacio (p. 16) ͻ Contos, de Trindade Coelho (p. 17) ͻ Páginas de livros infantis rejeitadas, de Nuno Markl e Marisa Silva (p. 17) Outras disciplinas (A definir pelos professores das disciplinas envolvidas.)
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    Transcrições 404 Projeto APar e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA TRANSCRIÇÕES DE DOCUMENTOS DE APOIO Unidade 1 Recurso vídeo: Publicidade (página 29) EDP – Geração Zero (João Manzarra) Olá, eu sou o Luís, filho do João Manzarra. Não, o meu pai ainda não foi pai e eu ainda nem sequer nasci, mas já faço parte da Geração Zero, que tem muitas voltas para dar ao Sol. Hoje o mundo continua a rolar para o lado certo. E o verde que vocês abraçaram para sermos carbono neutro deu um novo oxigénio ao Planeta. O que vocês plantaram, nós estamos agora a colher. A vocês, que poupam no presente para poupar o nosso futuro… O meu obrigado! Junta-te à Geração Zero e começa a poupar o Planeta. Faz já download da APP EDP Zero. Sabe mais em edp.pt (Carolina Loureiro) Olá, eu sou a Catarina, filha da Carolina Loureiro. A minha mãe não me conhece porque eu ainda não nasci. Faço parte da Geração Zero, que vai poder viver num mundo cada vez mais azul porque vocês nos mostraram o verde. O que vos fez mover pelo Planeta deu boleia à nossa geração. E se hoje somos carbono neutro foi porque vocês se inspiraram na Natureza. A vocês, que poupam no presente para poupar o nosso futuro… obrigada! Junta-te à Geração Zero e começa a poupar o Planeta. Faz já download da APP EDP Zero. Sabe mais em edp.pt Recurso vídeo: Publicidade (página 31) Numa hora Em Portugal, só numa hora, são vendidas um milhão e meio de embalagens com símbolo Ponto Verde. Só numa hora recuperamos papel suficiente para embalar a ponte sobre o Tejo e plástico que dava para fazer sete mil e quinhentas t-shirts. Reciclamos metal suficiente para produzir quatrocentas e cinquenta bicicletas e vidro para fazer uma garrafa com quatro andares de altura. Por hora são recicladas tantas embalagens como o peso de doze elefantes. Impressionante, não é? Isto é o que reciclamos numa hora com a sua ajuda. Obrigado por reciclar! Sociedade ponte Verde.
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    Transcrições Projeto A Pare Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA 405 Unidade 2.1 Recurso áudio: lenda (página 56) A Lenda de Sigurd Sigurd era filho de reis poderosos, descendentes de Odin, e um dos mais valentes heróis das lendas nórdicas. Quando os seus pais morreram, Sigurd era ainda menino, e herdou a famosa espada Balmug que, apesar de partida, era invencível. Sigurd foi, então, criado por Regin, um anão sábio, que o treinou para ser um valente guerreiro. No entanto, o seu verdadeiro objetivo era levar Sigurd a roubar o tesouro dos Nibelungos. Os Nibelungos eram anões que tinham acumulado um grande tesouro ao extraírem pedras preciosas do centro da terra. A guardar esse tesouro tinham um dragão enorme que se chamava Fafnir. Sigurd conseguiu vencer o dragão e Regin pediu-lhe para assar o coração deste, pois queria comê- lo para ficar com poderes mágicos. O jovem guerreiro assim o fez e, para confirmar se o coração estava realmente assado, tocou nele com os dedos e depois lambeu-os. Sigurd adquiriu, assim, o poder de compreender a linguagem das aves que o avisaram das intenções de Regin de matá-lo e apoderar-se do tesouro. Sigurd, revoltado, vence o seu mestre e, a pedido das aves, mergulha o seu corpo no sangue do dragão para se tornar invencível. Apenas uma parte das suas costas não ficou em contacto com o sangue do dragão porque uma folha estava colada a elas. Depois de várias aventuras, Sigurd passou a ser conhecido, por todos, pela sua sabedoria, força e valor. Um dia, conheceu Gunnar, um guerreiro valente que se tinha apaixonado pela princesa Brunilde e a quem tinha proposto casamento. Esta, no entanto, disse que só aceitaria casar com um cavaleiro que conseguisse atravessar o círculo de fogo que existia em volta do seu castelo. Gunnar já tinha tentado várias vezes, sem sucesso. Então, decidiu pedir ajuda a Sigurd. Este usou os seus poderes, disfarçou-se de Gunnar e atravessou o círculo de fogo, montado no seu cavalo. Brunilde aceitou finalmente casar com Gunnar, pois estava convencida de que este tinha sido o cavaleiro que cruzara as chamas. Porém, meses mais tarde, a princesa descobriu a verdade e, enfurecida, decidiu mandar matar Sigurd. Numa noite escura, enquanto o nobre cavaleiro Sigurd dormia, o assassino, contratado por Brunilde, cravou uma espada nas costas do herói, no único lugar que não tinha sido banhado pelo sangue do dragão. E assim terminou a história do valente e generoso Sigurd que, apesar de ter, entretanto, acordado e derrotado o seu assassino, não conseguiu evitar a sua morte.
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    Transcrições 406 Projeto APar e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA Documento Digital (PowerPoint): Texto para projetar (página 64) Biografia de Sophia de Mello Breyner Andersen Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu a 6 de novembro de 1919, na cidade do Porto. Veio para Lisboa em 1936 para realizar o curso de Filologia Clássica na Universidade de Lisboa. Frequentou-o até 1939, mas nunca chegou a concluí-lo. Em 1947 casou-se com o jornalista Francisco Sousa Tavares, político e advogado, com quem teve cinco filhos. Terão sido os seus filhos que levaram Sophia à escrita de literatura infantil e juvenil. Em 1975, após a Revolução de 25 de Abril, foi eleita para a Assembleia Constituinte. Ao longo da sua vida, distinguiu-se como contista (Contos Exemplares), autora de livros infantis (A Menina do Mar, O Cavaleiro da Dinamarca, A Floresta, O Rapaz de Bronze, A Fada Oriana, entre outros) e como poetisa. Em 1999, recebeu o prestigiado Prémio Camões. Faleceu a 2 de julho de 2004, em Lisboa. Em 2014 foi transladada para o Panteão Nacional.
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    Transcrições Projeto A Pare Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA 407 Unidade 2.2 Recurso vídeo: documentário (página 94) “Lucho” para os amigos Lucho, como era conhecido, nasceu há 70 anos, em Ovalle, no Chile, mas cedo foi obrigado a procurar refúgio. Membro ativo da Unidade Popular Chilena nos anos 1970, teve de abandonar o país, após o golpe militar de Pinochet. Trabalhou no Brasil, Uruguai, Paraguai, Peru, viveu no Equador, entre os índios, viajou no último expresso da Patagónia. Os confins do mundo foram a sua casa, mas a moradia fixa era Espanha há vários anos. Dos tantos e sonantes títulos que escreveu, A sombra do que fomos é o que melhor se ajusta aos tempos que vivemos e que ele nunca pôde testemunhar. Luis Sepúlveda era um dos mais admirados escritores da América latina e do mundo. Nas suas obras expunha temas e valores que defendia, como é o caso da igualdade ou da generosidade. Há certas frases, presentes nas suas obras, que ficaram particularmente conhecidas. No livro A lâmpada de Aladino de 2008, lê-se “Há mulheres cuja companhia convida ao silêncio, porque sabem partilhá-lo, e não há nada mais difícil nem mais generoso”. Um dos seus livros mais conhecidos é O velho que lia romances de amor, publicado em 1989, conta a história de um homem que decidiu começar a ler romances e, dessa forma, ocupar as suas noites solitárias numa zona remota da Amazónia. Nesta obra destaca-se, por exemplo, esta passagem “Foi a descoberta mais importante da sua vida. Sabia ler. Ele tinha o antídoto para o veneno da velhice. Sabia ler.” No livro de ficção A sombra do que fomos, um romance que ganhou, aliás, o prémio Primavera Romance em 2009, lê-se esta frase “Nunca confie na memória. Porque a memória está do nosso lado: atenua o atroz, suaviza o amargo, onde apenas havia sombras. A memória tende sempre para a ficção.” Em 2010, Luis Sepúlveda escreveu o livro Histórias daqui e dali, composto por 25 história sobre derrotas. Numa delas deixa o seguinte conselho: «Às vezes acontecem coisas que não nos deixam dormir, que nos atrapalham a qualquer momento e que nos impedem de participar em conversas de amigos. Quando isso acontece, precisamos de nos sentar e pôr em ordem, não importa onde ou a que horas, mas devemos colocar ordem.» Luis Sepúlveda tinha prometido aos filhos escrever uma história sobre o mal que os humanos fazem ao ambiente e à natureza e, em 1996, escreveu História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, que acabou por ser uma das obras, aliás, mais conhecida do chileno. Conta a história de um gato que criou um filho de uma gaivota, apanhada por uma maré negra. Nesse livro, que nos demonstra tanto da convivência e da amizade, lá está este desabafo: “E se tudo isto for um sonho, o que importa? Gosto e quero continuar a sonhar com isso.” Do lado sério da vida à vida levada sempre com um sorriso, Sepúlveda atravessou 70 anos da sua vida com histórias que marcaram o imaginário de milhões de pessoas em todo o mundo e entre as principais está, como já disse, a História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar. Nestes dias em que nos pedem para deixarmos as ruas vazias, num apelo ao confinamento, recuperamos esta fábula que valoriza, mais do que tudo, os princípios básicos da convivência humana. Fique bem! Boa noite.
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    Transcrições 408 Projeto APar e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA Recurso áudio: música (página 127) Trem-Bala Cantada por Ana Vilela e David Carreira Não é sobre ter todas pessoas do mundo pra si É sobre saber que em algum lugar alguém zela por ti É sobre cantar e poder escutar mais do que a própria voz É sobre dançar na chuva de vida que cai sobre nós É saber se sentir infinito Num universo tão vasto e bonito é saber sonhar Então, fazer valer a pena cada verso Daquele poema sobre acreditar Não é sobre chegar no topo do mundo e saber que venceu É sobre escalar e sentir que o caminho te fortaleceu É sobre ser abrigo e também ter morada em outros corações E assim ter amigos contigo em todas as situações A gente não pode ter tudo Qual seria a graça do mundo se fosse assim? Por isso, eu prefiro sorrisos E os presentes que a vida trouxe pra perto de mim Não é sobre tudo que o seu dinheiro é capaz de comprar E sim sobre cada momento sorriso a se compartilhar Também não é sobre correr contra o tempo pra ter sempre mais Porque quando menos se espera a vida já ficou pra trás Segura teu filho no colo Sorria e abrace teus pais enquanto estão aqui Que a vida é trem-bala, parceiro E a gente é só passageiro prestes a partir Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá Segura teu filho no colo Sorria e abrace teus pais enquanto estão aqui Que a vida é trem-bala, parceiro E a gente é só passageiro prestes a partir
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    Transcrições Projeto A Pare Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA 409 Unidade 2.3 Recurso vídeo: entrevista (página 127) A arte e o cinema de Gabriel Arantes Gabriel Abrantes (GA) – Eu nem me sinto bem português nem bem americano. É um bocado de tudo… Entrevistadora (E) – É uma mistura … GA – Exato. E – … das duas culturas. E no ano passado, tivemos aqui um filme. Diamantino. É um filme sobre um futebolista. Para quem não viu, esta história é baseada na história do Cristiano Ronaldo? GA – Não. O filme é… até o nome é Diamantino… é outra ideia… E – Mas temos um futebolista madeirense… o que aproxima um bocado as realidades. GA – Nós queríamos pegar numa figura icónica portuguesa. Pensámos na figura do futebolista, mas tanto poderia ser o Cristiano como outro jogador qualquer. E o que nós queríamos falar era sobre questões que tinham a ver com cultura, com cultura nacional. Também um estatuto icónico de uma personalidade que é conhecida pelo mundo inteiro. E futebolista, para um português, conhecido no mundo inteiro faz muito sentido. Mas, acho que o Diamantino vai noutra direção. O Diamantino é também sobre o fascismo, a adoção… É um filme que mistura imensas coisas e fala dessas coisas mas pela via do futebol. E – E através do futebol pretende também que as pessoas reflitam nessas várias questões? GA – Sim. Como é que era o que o Salazar dizia, que era Fátima, fado e futebol. Então era uma maneira de falar de Portugal. E falar de Portugal hoje em dia é também falar da Europa. O filme também… o filme é um bocado brincalhão e fala também de assuntos sérios, como a crise dos refugiados, mas num tom satírico. E também fala do Brexit por exemplo, mas o filme é completamente fantástico em que se imagina um Portugal no futuro em que também está a passar por um Brexit ou por um Pexit, poder-se-ia dizer. Por isso é um filme um bocado… é delirante e fantástico. Por isso, pega em assuntos verdadeiros, mas depois… E – Transforma-os… GA – É… transforma-os. E – Este filme foi premiado no Festival de Cannes. Recentemente, o Gabriel recebeu também um apoio do ICA (Instituto do Cinema e do Audiovisual), muito importante, imagino, para continuar o seu percurso na longa-metragem de ficção. O que é que podemos esperar? Virá um filme em nome próprio? GA – É eu tenho estado a colaborar com o Daniel, que é colaborador com quem eu tenho feito alguns filmes. Ele está também neste filme a ajudar-me com o guião, mas o filme será só assinado por mim, como realizador. E o filme vai ser a minha primeira tentativa como um filme de terror e passa-se em Trás-os-Montes. E é um filme de terror, mas também, não sei… muito inspirado numa nova onda de filme de terror, como Hereditário ou Vai seguir-te ou o Get out, do Jordan Peele. São filmes de terror, mas que falam de assuntos sérios. Este filme fala muito de demência e esta transição de idades e também a gestão de uma pessoa mais idosa por uma pessoa mais jovem e o carinho que tem que se ter e as complexidades disso. Tudo isso dentro de um filme de terror. E – E esses filmes mais negros… ontem tivemos o Parasitas, que foi notícia por causa da vitória nos Óscares. Gostou do filme? GA – Eu adoro o Parasitas. Achei que é um filme mesmo incrível e o realizador é um dos meus realizadores favoritos. Ele já tinha feito uns filmes na Coreia do Sul, que eu adorava. Depois, fez mais
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    Transcrições 410 Projeto APar e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA uns dois nos Estados Unidos de que eu gostei menos e agora fiquei muito feliz de o ver voltar em plena forma. E – E com uma vitória em grande. GA – Ele já tinha ganhado em Cannes e agora nos Óscares é incrível. A primeira vez que aconteceu: um filme estrangeiro ganhar o melhor prémio. E – Um filme não falado na língua inglesa. GA – Exato. E – Muito bem, Gabriel. Muito obrigada pela sua presença.
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    Transcrições Projeto A Pare Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA 411 Unidade 3 Recurso áudio: Informação (página 156) Juntos contra o sal Reduzir o consumo de sal permite conquistar anos de vida saudáveis Morrem todos os dias cerca de 100 portugueses por doenças cérebro-cardiovasculares, sendo que muitas dessas mortes poderiam ter sido evitadas pela alteração de comportamentos, especialmente pela redução do consumo de sal. A ingestão excessiva de sal é o comportamento alimentar inadequado que mais contribui para a perda de anos de vida saudável. Os portugueses vivem mais tempo, mas mais doentes, principalmente nos últimos anos de vida, do que a restante população da Europa. Assim, a definição e a aplicação de estratégias com o objetivo de reduzir o consumo de sal por parte da população portuguesa assumem importância decisiva no contexto da prevenção das doenças cardiovasculares e outras doenças crónicas. O Grupo de Alto Nível sobre Nutrição e Atividade Física, da Comissão Europeia, e a Organização Mundial da Saúde sugerem um conjunto de categorias de alimentos que constituem os principais veículos de sal na alimentação dos cidadãos e que devem ser regulados, nesse contexto, nomeadamente: x Cereais de pequeno-almoço x Batatas fritas x Snacks salgados x Outros alimentos que constituam um padrão local de alimentação e que sejam um veículo relevante de sal De facto, o consumo de sal em demasia constitui um dos maiores riscos de saúde pública no nosso país. A Organização Mundial da Saúde considera medidas mais efetivas, no sentido de reduzir a carga de doença e a mortalidade precoce, as relacionadas com a promoção da alimentação saudável. E, neste âmbito, a que teria um maior impacto efetivo seria a redução do consumo do sal, solicitando que todos os países tomem ações concretas e imediatas neste âmbito. Segundo os dados do último Inquérito Alimentar Nacional (2016-2017), cada cidadão consome, em média, 3 g de sal em excesso por dia, totalizando um volume de cerca de 30 toneladas/dia que os portugueses ingerem a mais do que deveriam. Este quadro contribui para que Portugal tenha uma das mais elevadas prevalências de hipertensão arterial na Europa (3 em cada 10 portugueses), sendo o principal fator de risco de patologia cardiovascular, com relevo para os acidentes vasculares cerebrais (AVC), dos quais os cidadãos portugueses são infelizmente líderes na Europa, provocando, pelas suas sequelas, uma mortalidade elevada e um impacto grave na família e na sociedade. In https://www.sns.gov.pt/noticias/2017/11/21/juntos-contra-o-sal/ [consultado em 25/1172017 – Texto com supressões]
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    Transcrições 412 Projeto APar e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA Unidade 4 Recurso áudio: música (página 193) Tu és mais forte, Boss AC Cantado por Boss AC Oh, I think I did it again Quem sabe não esquece É como andar de bicicleta Tu és mais forte e sei que no fim vais vencer Sim, acredita num novo amanhecer Não tenhas medo, sai à rua e abraça alguém E vai correr bem, tu vais ver Tu mereces muito mais És forte, abanas mas não cais Mesmo que sintas o mundo a ruir Quando as nuvens passarem vais ver o sol a sorrir A estrada não é perfeita Apenas uma vida, aproveita Só perdes se não tentares E não desistas se falhares O que não mata engorda Torna o teu sonho real, acorda Limpa as lágrimas e luta Segue o teu caminho e escuta A voz dentro de ti As perguntas que procuras, dentro de ti Acredita em ti que tu és Mais forte e tens o mundo a teus pés Tu és mais forte e sei que no fim vais vencer Sim, acredita num novo amanhecer…
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    Transcrições Projeto A Pare Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA 413 Recurso áudio: Documento (página 199) Tabela - Dados Biográficos de Francisco Lufinha 1938 (09 de agosto) Nasce, em Lisboa. Fez a primeira viagem de barco com apenas 15 dias. 1994 Começou a competir na classe bote Optimist. Ganhou várias competições regionais e nacionais. 1998 Representou Portugal nos Jogos Europeus, na Croácia. 2002 Começou a competir com kitesurf. 2005 Campeão nacional de kitesurf. 2006 Vice-campeão nacional de kitesurf. 2013 Estabelece o recorde Mundial no percurso Porto-Lagos, a maior viagem de kitesurf sem paragens, na qual fez 564 km, em 28 horas e 53 minutos. 2014 Liga o ponto mais a sul do território português, as ilhas selvagens ao Funchal, perfazendo 306 quilómetros, em 12 horas.
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    Transcrições 414 Projeto APar e Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA Recurso vídeo: Publicidade (página 203) Pó? Sabes o que é? Pó? Sabes o que é? São partículas inferiores a cinco micrómetros que é como quem diz…. muito pequeninas. Todavia, quando unidas, são capazes de grandes feitos. Não te deixam ver… às vezes nem te deixam pensar… E não estamos perante uma hipérbole. O pó compromete o vocabulário, dificulta a originalidade do pensamento. Bloqueia a ironia. E entre muitas outras particularidades destas partículas, impossibilita a graça de ter sentido de humor. Tira essa camada de inércia de cima. Limpa o pó dos livros e regressa à leitura. Só tens de escolher um! Aaaaaaatchim!!! Hum! Esse não conheço, mas enfim, temos de começar por algum lado! Vai mais ao livro! Plano Nacional de Leitura
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    Transcrições Projeto A Pare Passo – Português 7 x Projetos e Outros Materiais x ASA 415 Recurso áudio: texto autobiográfico (Caderno de Atividades, p. 95) Obrigado, Luis Sepúlveda, pelo porto de Hamburgo Em 1999, o porto de Hamburgo ficava em Ferreira do Zêzere. Na cama do quarto de cima, na casa de banho, na sala, a um canto do sofá, enquanto os adultos jogavam Bridge: o porto de Hamburgo lavava o verão com águas que eu, com nove anos, imaginava escuras de crude, atacadas por um mal desconhecido. E era tal a aflição de acudir àquela gaivota ferida, vinda do alto-mar, que eu dava voltas à casa em busca de algo com que a salvar. A Teresa, prima do meu pai e melhor amiga da minha mãe, dera-me o livro no dia anterior e eu guardei-o como um achado, antes de ler a dedicatória: “Para um menino muito especial que bem podia ensinar gaivotas a voar”. Como verdadeira criança, acreditei nesse encantamento: seria capaz ĚĞĐƌŝĂƌƵŵĂŐĂŝǀŽƚĂവĞ͕ƉĂƌĂĂdĞƌĞƐĂ͕ƐĞƌŝĂĞƐƉĞĐŝĂů͘ŝŶĚĂŶĆŽƐĂďŝĂƋƵĞƐĞƌĐƌŝĂŶĕĂĠƚĞƌĨĠĞŵ tais dedicatórias. DĂƐŽƌďĂƐവŽŐĂƚŽŐƌĂŶĚĞ͕ƉƌĞƚŽĞŐŽƌĚŽവƚƌĂƚĂǀĂĚĞƌĞƐŐĂƚĂƌŽŽǀŽƉŽƌŵŝŵ͘ Enquanto este não eclodia, os meus pais levavam-me pelas margens do Zêzere em busca de lagostins, cujos rastos de fuga eram uma caça aos gambozinos. A Joana tinha vinte e poucos anos, nadava no Zêzere sem medo dos lagostins, e saía da água com tal beleza, com tais movimentos de coisa bem escrita, que a julgava capaz de dissipar todo o crude do mundo. Regressado a casa, ansioso, percebi que à beleza se responde com beleza. Chamei a Joana a um canto da sala, anda daí que te quero ao pé de mim, e esperei que ela me olhasse nos olhos para lhe dizer de surpresa, de mansinho e de coração: “Amo-te.” Acho que ela sorriu, talvez tenha afagado o meu cabelo, falta-me a memória de um abraço; seja como for, ela sorriu e foi ter com a Teresa, que me disse: “Por enquanto, quero a minha filha para mim, pode ser?”. A partir daí, a Joana evitou-me de surpresa, de mansinho e de coração, a ver se eu acalmava, a ver se encontrava beleza noutra pessoa, noutro sítio. A Teresa apontou-me o livro de Sepúlveda, num gesto que dizia “continua a ler”, e eu passei as noites lendo enquanto ouvia as discussões do Bridge e a voz ensonada da Joana. Quanto mais acompanhava o zelo de Zorbas, mais o identificava com o zelo da Teresa e a discrição da Joana, e quando os gatos votaram para falarem com os seres humanos, entendi quanto custava quebrar um tabu. Incomodado com as tiradas macacas de Matias, temendo que Ditosa quisesse continuar gato em vez de se tornar gaivota, não me achava merecedor da dedicatória da Teresa, e estava visto que não merecera o amor da Joana. Na última noite de leitura, as discussões dos adultos estavam em ponto de rebuçado e a voz da Joana sonolenta e distante mais e mais. Na página final, a minha barriga caiu em vertigem acompanhando Ditosa, acabada de empurrar da torre por Zorbas. Mas a gaivota evitou o chão e voou sobre o porto de Hamburgo, por fim sabendo ser ave. Adormeci pouco depois, certo de que às quedas se seguem os voos. Hoje, no meu porto de Hamburgo, Sepúlveda ainda escreve, eu ainda digo à Joana “Amo-te”, e a Teresa ainda é viva. Afonso Reis Cabral, Público, 16 de abril de 2020 https://www.publico.pt/2020/04/16/culturaipsilon/opiniao/obrigado-luis-sepulveda-porto-hamburgo-1912597