ADMINISTRAÇÃO
ADMINISTRAÇÃO
CONTEMPORÂNEA
CONTEMPORÂNEA
Administração Contemporânea
Administração Contemporânea
1.
1. Modelo Japonês de Administração
Modelo Japonês de Administração
desenvolvimento após a 2ª. guerra mundial, principalmente a partir de
desenvolvimento após a 2ª. guerra mundial, principalmente a partir de
1950, combinando os princípios e técnicas da qualidade total, da
1950, combinando os princípios e técnicas da qualidade total, da
administração científica e das tradições culturais japonesas.
administração científica e das tradições culturais japonesas.
Principais influências na evolução desse conhecimento
Principais influências na evolução desse conhecimento:
:
Administração científica:
Administração científica: Frederick Taylor e Henry Ford;
Frederick Taylor e Henry Ford;
Controle de Qualidade:
Controle de Qualidade: Shewhart, Walter Andrew (1891-1967).
Shewhart, Walter Andrew (1891-1967).
Desenvolveu o CEP – Controle Estatístico de Qualidade nos Processos;
Desenvolveu o CEP – Controle Estatístico de Qualidade nos Processos;
Controle de Qualidade:
Controle de Qualidade: Deming, Edwards W. (1900-1993). Ciclo PDCA
Deming, Edwards W. (1900-1993). Ciclo PDCA
–
– Plan, Do, Check. Act; Os 14 pontos para melhoria da qualidade;
Plan, Do, Check. Act; Os 14 pontos para melhoria da qualidade;
Cultura japonesa:
Cultura japonesa: orientação para o trabalho de grupo e a economia de
orientação para o trabalho de grupo e a economia de
recursos.
recursos.
Sistema Toyota de Produção
Sistema Toyota de Produção (Eiji Toyoda e Taiichi Ohno):
(Eiji Toyoda e Taiichi Ohno):
desenvolvimento das idéias originais;
desenvolvimento das idéias originais;
sintetiza princípios de qualidade, produtividade e participação;
sintetiza princípios de qualidade, produtividade e participação;
Modelo Japonês de Administração – princípios:
Modelo Japonês de Administração – princípios:
Fabricação com qualidade:
Fabricação com qualidade: círculos de controle da qualidade
círculos de controle da qualidade
(CCQ), zero defeito, fazer certo da primeira vez, Kaizen;
(CCQ), zero defeito, fazer certo da primeira vez, Kaizen;
Eliminação dos desperdícios:
Eliminação dos desperdícios: racionalização da força de
racionalização da força de
trabalho, produção flexível,
trabalho, produção flexível, just in time;
just in time; produção enxuta;
produção enxuta;
Participação dos funcionários no processo decisório.
Participação dos funcionários no processo decisório.
Resultados
Resultados
Sucesso:
Sucesso: Toyota, Honda, Nissan, Sony, Mitsubishi, etc. A partir de 1970.
Toyota, Honda, Nissan, Sony, Mitsubishi, etc. A partir de 1970.
Intensificado o interesse ocidental;
Intensificado o interesse ocidental;
Coalizões:
Coalizões: GM e Toyota; Honda, Chrysler e Porsche;
GM e Toyota; Honda, Chrysler e Porsche;
No Brasil:
No Brasil: Walita, Wolksvagen, Brastemp, Mercedes-Benz, Freios Varga;
Walita, Wolksvagen, Brastemp, Mercedes-Benz, Freios Varga;
Movimento mundial na busca da qualidade organizacional:
Movimento mundial na busca da qualidade organizacional:
Projeto, documentação, fabricação, serviços, participação interna,
Projeto, documentação, fabricação, serviços, participação interna,
relacionamento com comunidade, ecologia.
relacionamento com comunidade, ecologia.
Modelo universal de administração competitiva:
Modelo universal de administração competitiva:
Intercâmbio intenso entre os modelos de gestão ocidentais e japoneses.
Intercâmbio intenso entre os modelos de gestão ocidentais e japoneses.
Aprendizagem Organizacional
Aprendizagem Organizacional
(Learning Organizations)
(Learning Organizations)
 “
“Aquisição de conhecimentos, habilidades,
Aquisição de conhecimentos, habilidades,
valores, convicções e atitudes que acentuem
valores, convicções e atitudes que acentuem
a manutenção, o crescimento e o
a manutenção, o crescimento e o
desenvolvimento da organização”.
desenvolvimento da organização”.
 “
“Uma organização que aprende é uma
Uma organização que aprende é uma
organização habilitada na criação, na
organização habilitada na criação, na
aquisição e na transferência de
aquisição e na transferência de
conhecimento e em modificar seu
conhecimento e em modificar seu
comportamento para refletir novos
comportamento para refletir novos
conhecimentos e percepções”.
conhecimentos e percepções”.
O processo de aprendizagem em uma
O processo de aprendizagem em uma
organização não só envolve a elaboração
organização não só envolve a elaboração
de novos mapas cognitivos, que
de novos mapas cognitivos, que
possibilitem compreender melhor o que
possibilitem compreender melhor o que
está ocorrendo em seu ambiente externo
está ocorrendo em seu ambiente externo
e interno, como também a definição de
e interno, como também a definição de
novos comportamentos, que comprovam
novos comportamentos, que comprovam
a efetividade do aprendizado.
a efetividade do aprendizado.
As disciplinas
As disciplinas
•
• Domínio pessoal:
Domínio pessoal: autoconhecimento, cria condições de aprofundar
autoconhecimento, cria condições de aprofundar
objetivos, concentrando esforços para ver a realidade de forma
objetivos, concentrando esforços para ver a realidade de forma
objetiva.
objetiva.
•
• Modelos mentais:
Modelos mentais: idéias e imagens que contribuem para influenciar
idéias e imagens que contribuem para influenciar
o indivíduo quanto ao seu modo de ver o mundo e de agir.
o indivíduo quanto ao seu modo de ver o mundo e de agir.
•
• Visões compartilhadas:
Visões compartilhadas: a partir da percepção de objetivos, visões
a partir da percepção de objetivos, visões
e missões que criam identidade e senso comum; aprender por
e missões que criam identidade e senso comum; aprender por
iniciativa própria e não mais por obrigação.
iniciativa própria e não mais por obrigação.
•
• Aprendizagem em grupo:
Aprendizagem em grupo: a aprendizagem dá-se pelo diálogo. A
a aprendizagem dá-se pelo diálogo. A
apresentação de idéias, por parte dos membros integrantes, é
apresentação de idéias, por parte dos membros integrantes, é
fundamental para um raciocínio comum.
fundamental para um raciocínio comum.
•
• Pensamento sistêmico:
Pensamento sistêmico: Esta disciplina contribui para que se faça
Esta disciplina contribui para que se faça
uma análise do todo e não das partes individualmente.
uma análise do todo e não das partes individualmente.
Benchmarking
Benchmarking
‘
‘Ser o melhor entre os melhores’
Ser o melhor entre os melhores’
O que é benchmarking
O que é benchmarking?
?
É uma estratégia de gestão
É uma estratégia de gestão
voltada para o aprendizado.
voltada para o aprendizado.
Através do benchmarking, uma
Através do benchmarking, uma
organização procura identificar
organização procura identificar
as melhores práticas empresariais
as melhores práticas empresariais
para aplicá-las a sua realidade. O
para aplicá-las a sua realidade. O
resultado é o aperfeiçoamento da
resultado é o aperfeiçoamento da
organização que se propõe a
organização que se propõe a
elaborar o estudo de
elaborar o estudo de
benchmarking.
benchmarking.
SURGIMENTO
SURGIMENTO
 O Benchmarking surgiu da necessidade de informações
e desejo de aprender depressa, como corrigir um
problema empresarial.
 Primeiro modelo empregado foi pela Xerox Corporation a
fim de enfrentar o desafio competitivo japonês dos anos
70.
 Mesmo não sendo esta a palavra usada “benchmarking”,
de certa forma já se aplicava com Frederick Taylor na
comparação de processos de trabalho. Durante a
Segunda Guerra Mundial, na comparação para
determinação padrões para pagamento, cargas de
trabalho, etc. Os japoneses praticam Benchmarking, pois
eles não copiam, mas sim aperfeiçoam continuamente.
Características do benchmarking
Características do benchmarking
 É um evento contínuo, ou seja, a organização que o faz não
pode acreditar que benchmarking é um evento único no
tempo, que dispensa modificações e reavaliações;
 É um processo de coleta de informações valiosas;
 É um aprendizado;
 Requer disciplina; e
 Implica em permanência, ou seja, as organizações precisam
reconhecer a sua importância e viabilidade como ferramenta
de auxílio, devendo promover estudos de benchmarking
sempre.
Benchmarking é...
Benchmarking é...
 um processo contínuo
um processo contínuo
 uma investigação que fornece
uma investigação que fornece
informações valiosas
informações valiosas
 um processo de aprendizado
um processo de aprendizado
com outros
com outros
 um trabalho intensivo,
um trabalho intensivo,
consumidor de tempo, que
consumidor de tempo, que
requer disciplina
requer disciplina
 uma ferramenta viável a
uma ferramenta viável a
qualquer organização e
qualquer organização e
aplicável a qualquer processo
aplicável a qualquer processo
Benchmarking não é...
Benchmarking não é...
 um evento isolado
um evento isolado
 uma investigação que fornece
uma investigação que fornece
respostas simples e "receitas"
respostas simples e "receitas"
 cópia, imitação
cópia, imitação
 rápido e fácil
rápido e fácil
 mais um modismo da administração
mais um modismo da administração
Aprimoramento procurando
a vantagem competitiva.
Permite vislumbrar
oportunidades e ameaças
competitivas.
P R O P Ó S I T O
P R O P Ó S I T O
Mitos do benchmarking
Mitos do benchmarking
 É caro demais;
 A gerência não entende;
 Só pode ser feito com o “melhor”;
 Não há processos análogos para
estudar no meu ramo; e
 É algo para grandes companhias.
Os princípios do benchmarking
Os princípios do benchmarking
Reciprocidade/Cooperação
Reciprocidade/Cooperação: deve
: deve
ser uma "rua de mão dupla", não
ser uma "rua de mão dupla", não
devemos perguntar o que não
devemos perguntar o que não
poderemos responder em troca, ou
poderemos responder em troca, ou
seja, é um processo de
seja, é um processo de
cooperação;
cooperação;
Os princípios do benchmarking
Os princípios do benchmarking
Analogia
Analogia: só é útil se tiver
: só é útil se tiver
analogia com processos da
analogia com processos da
nossa organização;
nossa organização;
Os princípios do benchmarking
Os princípios do benchmarking
Medição
Medição: Não basta obter
: Não basta obter
os índices, é preciso
os índices, é preciso
conhecer os processos
conhecer os processos
que levaram aos
que levaram aos
resultados;
resultados;
Os princípios do benchmarking
Os princípios do benchmarking
Validação
Validação:
: é preciso
é preciso
analisar o que foi levantado
analisar o que foi levantado
sob a ótica da
sob a ótica da
aplicabilidade na realidade
aplicabilidade na realidade
em nossa empresa.
em nossa empresa.
 Benchmarking Interno:
Benchmarking Interno: Ocorre dentro da própria organização
Ocorre dentro da própria organização
(entre departamentos, sedes, grupos, etc). Vantagem: custos
(entre departamentos, sedes, grupos, etc). Vantagem: custos
mais baixos e valorização pessoal interna. Desvantagem: práticas
mais baixos e valorização pessoal interna. Desvantagem: práticas
impregnada com o mesmo paradigma (é o tipo mais utilizado).
impregnada com o mesmo paradigma (é o tipo mais utilizado).
 Benchmarking Competitivo:
Benchmarking Competitivo: Como há dificuldade em parcerias
Como há dificuldade em parcerias
entre concorrentes, contrata-se consultoria para obter
entre concorrentes, contrata-se consultoria para obter
informações. Procura-se solução sobre o modo como o trabalho é
informações. Procura-se solução sobre o modo como o trabalho é
realizado e não nas pessoas que o realizam. (é a prática menos
realizado e não nas pessoas que o realizam. (é a prática menos
usual porque não há disposição das empresas concorrentes em
usual porque não há disposição das empresas concorrentes em
facilitar dados ligados diretamente com sua atividade).
facilitar dados ligados diretamente com sua atividade).
TIPOS
 Benchmarking por Processo Genérico
Benchmarking por Processo Genérico:
: É aquele baseado
É aquele baseado
no processo que atravessa várias funções, como por
no processo que atravessa várias funções, como por
exemplo o processo desde o pedido até a entrega do
exemplo o processo desde o pedido até a entrega do
produto ao cliente. (é o que possui maiores exemplos
produto ao cliente. (é o que possui maiores exemplos
práticos)
práticos)
 Benchmarking Funcional:
Benchmarking Funcional: É aquele baseado num só
É aquele baseado num só
processo funcional, como: faturamento, embalagem, etc., é
processo funcional, como: faturamento, embalagem, etc., é
facilitado pois, você pode obter informações com empresas
facilitado pois, você pode obter informações com empresas
que não são concorrentes.
que não são concorrentes.
TIPOS
 XEROX “THE DOCUMENT COMPANY” = Em 1979 deu início ao
processo denominado Benchmarking para combater a
concorrência. O trabalho foi análise das copiadoras
concorrentes através de comparação e desmonte, e
verificação das operações de manufatura para examinar os
custos unitários de fabricação.
 NEC DO BRASIL = Executado por um grupo de secretárias na
padronização e informatização de suas tarefas.
 PRODUTOS AVON = A abordagem foi a eficácia da operação
de atendimento aos clientes.
EXEMPLOS
EXEMPLOS
 PROJETO BENCHMARKING MADE IN BRAZIL - FIESC
Projeto iniciado pela Federação das Indústrias de Santa Catarina
-FIESC, que através da metodologia desenvolvida e aplicada pela
IBM e pela London Bunisess School da Inglaterra nos últimos
anos, é aplicado por um time interno da empresa e orientado por
um especialista a metodologia, que após processamento das
informações, aponta-se os pontos fortes e fracos e as áreas que
poderão/deverão ser aperfeiçoadas. Banco de dados permite
compartilhar informações das práticas que obtiveram melhores
resultados. Investimento: R$ 5.000,00
Empresas que já aplicaram: Akros, Altenburg, Baumgarten,
Bovenau, Buettner, Ciquini, Copene, Cremer, Docol, Douat Têxtil,
Dudalina, Embraco, Hering, Karsten, Kyly, Linhas Círculo,
Mannesmann, Marisol, Metalúrgica RioSulense, Nansen, Rhoden,
Sul Fabril, Tigre, Usiminas Mecânica, e Weg.
O “Código de Ética” do benchmarking
O “Código de Ética” do benchmarking
 legalidade;
 troca;
 confidencialidade;
 uso;
 primeiro contato;
 terceira parte;
 preparação;
 conclusão; e
 compreensão e ação
Kaizen
Kaizen
 Kai = modificar; Zen = para melhor
Kai = modificar; Zen = para melhor
 Melhoria contínua, no trabalho, no lar e na vida social
Melhoria contínua, no trabalho, no lar e na vida social
 Eliminação de perdas em todos os sistemas de uma
Eliminação de perdas em todos os sistemas de uma
organização
organização
 Aplicação de dois elementos:
Aplicação de dois elementos:
 Melhoria (mudança para melhor)
Melhoria (mudança para melhor)
 Continuidade (ações permanentes de mudança)
Continuidade (ações permanentes de mudança)
Tipos de
Tipos de Kaizen
Kaizen:
:
 Kaizen
Kaizen de projeto
de projeto
 Kaizen
Kaizen de planejamento
de planejamento
 Kaizen
Kaizen de produção
de produção
Técnicas englobadas pelo
Técnicas englobadas pelo
Kaizen
Kaizen
 Gestão da qualidade total
Gestão da qualidade total
 Melhoria contínua da
Melhoria contínua da
qualidade
qualidade
 Just-in-time
Just-in-time
 5S
5S – housekeeping
– housekeeping
 TPM
TPM – Total Productive
– Total Productive
Maintenance
Maintenance
 Poka-yoke
Poka-yoke
 Projeto de novos
Projeto de novos
produtos
produtos
 Zero defeitos
Zero defeitos
 Kanban
Kanban
 Círculos de qualidade
Círculos de qualidade
 Parcerias cliente-
Parcerias cliente-
fornecedor
fornecedor
 SMED (
SMED (single minute
single minute
exchange of dies
exchange of dies)
)
 Orientação aos
Orientação aos
consumidores
consumidores
 Grupos autônomos
Grupos autônomos
Poka Yoke
Definição
O termo Poka Yoke significa “à prova de erros”;
• Trata-se de um método que busca eliminar os defeitos
causados por falhas ou erros humanos.
Objetivos
• Os dispositivos Poka Yoke visam à otimização ou
automação das tarefas que necessitariam da atenção ou
memorização por parte do operador, objetivando a
minimização dos erros ou até o descarte das peças
defeituosas;
• O sistema Poka Yoke foi desenvolvido para dar
suporte à resolução de problemas e à tomada de
decisão no contexto de uma organização de manufatura
que adota o paradigma de "produção enxuta".
Utilização de cores
• Verde: problemas em processo;
• Amarelo: gerenciamento de ações corretivas,
informando os problemas que se encontram em
processo de resolução e em qual passo se encontram;
• Vermelho: processo parado pois o problema já foi
resolvido, permitindo somente a realização de tarefas
de pesquisa.
• Follow-up: conjunto de ações corretivas dos
problemas em processo de resolução, possibilitando
um controle maior sobre as ações e respectivos
prazos.
Analogia com Kaizen
• Tanto o método Kaizen quanto o Poka Yoke
trabalham na aprimoração da qualidade produtiva;
• São métodos complementares:
• O Kaizen busca a melhoria continua da qualidade e a
redução dos custos resultando em maior lucratividade;
• O Poka Yoke procura reduzir custos, eliminar defeitos
e, conseqüentemente, fidelizar o cliente;
• Ambos os métodos fazem parte do Sistema Toyota de
Produção (STP), e hoje estão sendo implementados em
todo o mundo nas mais diversas culturas, visto o
sucesso alcançado pela Toyota, que a cada ano está
conseguindo aumentar o seu market share e a sua
lucratividade.
KANBAN
Kanban é uma palavra do vocabulário Japonês que
significa ETIQUETA
Baseia-se todo seu funcionamento na circulação de
etiquetas entre postos de trabalho.
Foi desenvolvido no Japão depois da 2ª Guerra mundial
por M. Ohno na Toyota Motor Company.
Surgiu devido, à necessidade de encontrar um sistema de
informação que permite se transmitir as necessidades de
jusante para montante do processo produtivo
JIT = JUST IN TIME
JIT = JUST IN TIME
Origem
Origem
 1950 final
1950 final
 Pós-guerra
Pós-guerra
 País pequeno/superpovoado
País pequeno/superpovoado
 Escassez de recursos
Escassez de recursos
 “
“ Dê importância a cada grão de arroz”
Dê importância a cada grão de arroz”
 Toyota – 1973
Toyota – 1973
 Choque do petróleo
Choque do petróleo
 Necessidade do aprimoramento da
Necessidade do aprimoramento da
eficiência
eficiência
 Líder do desenvolvimento do JIT no Japão
Líder do desenvolvimento do JIT no Japão
 Aproximar progressivamente a manufatura
Aproximar progressivamente a manufatura
de seus clientes e fornecedores
de seus clientes e fornecedores
Conceito
Conceito
 O JIT significa produzir bens e
O JIT significa produzir bens e
serviços exatamente no momento em
serviços exatamente no momento em
que são necessários – não antes para
que são necessários – não antes para
que não se transformem em estoque, e
que não se transformem em estoque, e
não depois para que seus clientes não
não depois para que seus clientes não
tenham que esperar.
tenham que esperar.
Produção Just-In-Time
Produção Just-In-Time
O que é
O que é O que faz
O que faz
Filosofia de administração
Filosofia de administração
Sistema de “puxar” através da
Sistema de “puxar” através da
planta
planta
Ataca a perda (tempo, estoque...)
Ataca a perda (tempo, estoque...)
Expõe problemas e gargalos
Expõe problemas e gargalos
Atinge a produção sincronizada
Atinge a produção sincronizada
O que requer
O que requer O que supõe
O que supõe
Participação do empregado
Participação do empregado
Engenharia de produção/básico
Engenharia de produção/básico
Melhorias contínuas
Melhorias contínuas
Controle total da qualidade
Controle total da qualidade
Tamanhos pequenos de lotes
Tamanhos pequenos de lotes
Ambiente estável
Ambiente estável
Excesso de estoques mascaram problemas
JIT diminui estoques e permite detectar e corrigir
os problemas
Filosofia das operações JIT
- Eliminação de desperdícios;
- Envolvimento dos funcionários na produção;
- Esforço de aprimoramento contínuo.
Eliminação de desperdícios (Toyota – 7 tipos)
- Superprodução
- Tempo de espera
- Transporte
- Processo
- Estoque
- Movimentação
- Produtos defeituosos
Takt Time
Takt Time
A palavra Takt significa um
intervalo preciso de tempo, como na
métrica musical. Ela pode ser
entendida como RITMO.

Benchmarking conceitos e caracterizacao.ppt

  • 1.
  • 2.
    Administração Contemporânea Administração Contemporânea 1. 1.Modelo Japonês de Administração Modelo Japonês de Administração desenvolvimento após a 2ª. guerra mundial, principalmente a partir de desenvolvimento após a 2ª. guerra mundial, principalmente a partir de 1950, combinando os princípios e técnicas da qualidade total, da 1950, combinando os princípios e técnicas da qualidade total, da administração científica e das tradições culturais japonesas. administração científica e das tradições culturais japonesas. Principais influências na evolução desse conhecimento Principais influências na evolução desse conhecimento: : Administração científica: Administração científica: Frederick Taylor e Henry Ford; Frederick Taylor e Henry Ford; Controle de Qualidade: Controle de Qualidade: Shewhart, Walter Andrew (1891-1967). Shewhart, Walter Andrew (1891-1967). Desenvolveu o CEP – Controle Estatístico de Qualidade nos Processos; Desenvolveu o CEP – Controle Estatístico de Qualidade nos Processos; Controle de Qualidade: Controle de Qualidade: Deming, Edwards W. (1900-1993). Ciclo PDCA Deming, Edwards W. (1900-1993). Ciclo PDCA – – Plan, Do, Check. Act; Os 14 pontos para melhoria da qualidade; Plan, Do, Check. Act; Os 14 pontos para melhoria da qualidade; Cultura japonesa: Cultura japonesa: orientação para o trabalho de grupo e a economia de orientação para o trabalho de grupo e a economia de recursos. recursos.
  • 3.
    Sistema Toyota deProdução Sistema Toyota de Produção (Eiji Toyoda e Taiichi Ohno): (Eiji Toyoda e Taiichi Ohno): desenvolvimento das idéias originais; desenvolvimento das idéias originais; sintetiza princípios de qualidade, produtividade e participação; sintetiza princípios de qualidade, produtividade e participação; Modelo Japonês de Administração – princípios: Modelo Japonês de Administração – princípios: Fabricação com qualidade: Fabricação com qualidade: círculos de controle da qualidade círculos de controle da qualidade (CCQ), zero defeito, fazer certo da primeira vez, Kaizen; (CCQ), zero defeito, fazer certo da primeira vez, Kaizen; Eliminação dos desperdícios: Eliminação dos desperdícios: racionalização da força de racionalização da força de trabalho, produção flexível, trabalho, produção flexível, just in time; just in time; produção enxuta; produção enxuta; Participação dos funcionários no processo decisório. Participação dos funcionários no processo decisório.
  • 4.
    Resultados Resultados Sucesso: Sucesso: Toyota, Honda,Nissan, Sony, Mitsubishi, etc. A partir de 1970. Toyota, Honda, Nissan, Sony, Mitsubishi, etc. A partir de 1970. Intensificado o interesse ocidental; Intensificado o interesse ocidental; Coalizões: Coalizões: GM e Toyota; Honda, Chrysler e Porsche; GM e Toyota; Honda, Chrysler e Porsche; No Brasil: No Brasil: Walita, Wolksvagen, Brastemp, Mercedes-Benz, Freios Varga; Walita, Wolksvagen, Brastemp, Mercedes-Benz, Freios Varga; Movimento mundial na busca da qualidade organizacional: Movimento mundial na busca da qualidade organizacional: Projeto, documentação, fabricação, serviços, participação interna, Projeto, documentação, fabricação, serviços, participação interna, relacionamento com comunidade, ecologia. relacionamento com comunidade, ecologia. Modelo universal de administração competitiva: Modelo universal de administração competitiva: Intercâmbio intenso entre os modelos de gestão ocidentais e japoneses. Intercâmbio intenso entre os modelos de gestão ocidentais e japoneses.
  • 5.
    Aprendizagem Organizacional Aprendizagem Organizacional (LearningOrganizations) (Learning Organizations)  “ “Aquisição de conhecimentos, habilidades, Aquisição de conhecimentos, habilidades, valores, convicções e atitudes que acentuem valores, convicções e atitudes que acentuem a manutenção, o crescimento e o a manutenção, o crescimento e o desenvolvimento da organização”. desenvolvimento da organização”.  “ “Uma organização que aprende é uma Uma organização que aprende é uma organização habilitada na criação, na organização habilitada na criação, na aquisição e na transferência de aquisição e na transferência de conhecimento e em modificar seu conhecimento e em modificar seu comportamento para refletir novos comportamento para refletir novos conhecimentos e percepções”. conhecimentos e percepções”.
  • 6.
    O processo deaprendizagem em uma O processo de aprendizagem em uma organização não só envolve a elaboração organização não só envolve a elaboração de novos mapas cognitivos, que de novos mapas cognitivos, que possibilitem compreender melhor o que possibilitem compreender melhor o que está ocorrendo em seu ambiente externo está ocorrendo em seu ambiente externo e interno, como também a definição de e interno, como também a definição de novos comportamentos, que comprovam novos comportamentos, que comprovam a efetividade do aprendizado. a efetividade do aprendizado.
  • 7.
    As disciplinas As disciplinas • •Domínio pessoal: Domínio pessoal: autoconhecimento, cria condições de aprofundar autoconhecimento, cria condições de aprofundar objetivos, concentrando esforços para ver a realidade de forma objetivos, concentrando esforços para ver a realidade de forma objetiva. objetiva. • • Modelos mentais: Modelos mentais: idéias e imagens que contribuem para influenciar idéias e imagens que contribuem para influenciar o indivíduo quanto ao seu modo de ver o mundo e de agir. o indivíduo quanto ao seu modo de ver o mundo e de agir. • • Visões compartilhadas: Visões compartilhadas: a partir da percepção de objetivos, visões a partir da percepção de objetivos, visões e missões que criam identidade e senso comum; aprender por e missões que criam identidade e senso comum; aprender por iniciativa própria e não mais por obrigação. iniciativa própria e não mais por obrigação. • • Aprendizagem em grupo: Aprendizagem em grupo: a aprendizagem dá-se pelo diálogo. A a aprendizagem dá-se pelo diálogo. A apresentação de idéias, por parte dos membros integrantes, é apresentação de idéias, por parte dos membros integrantes, é fundamental para um raciocínio comum. fundamental para um raciocínio comum. • • Pensamento sistêmico: Pensamento sistêmico: Esta disciplina contribui para que se faça Esta disciplina contribui para que se faça uma análise do todo e não das partes individualmente. uma análise do todo e não das partes individualmente.
  • 8.
    Benchmarking Benchmarking ‘ ‘Ser o melhorentre os melhores’ Ser o melhor entre os melhores’
  • 9.
    O que ébenchmarking O que é benchmarking? ? É uma estratégia de gestão É uma estratégia de gestão voltada para o aprendizado. voltada para o aprendizado. Através do benchmarking, uma Através do benchmarking, uma organização procura identificar organização procura identificar as melhores práticas empresariais as melhores práticas empresariais para aplicá-las a sua realidade. O para aplicá-las a sua realidade. O resultado é o aperfeiçoamento da resultado é o aperfeiçoamento da organização que se propõe a organização que se propõe a elaborar o estudo de elaborar o estudo de benchmarking. benchmarking.
  • 10.
    SURGIMENTO SURGIMENTO  O Benchmarkingsurgiu da necessidade de informações e desejo de aprender depressa, como corrigir um problema empresarial.  Primeiro modelo empregado foi pela Xerox Corporation a fim de enfrentar o desafio competitivo japonês dos anos 70.  Mesmo não sendo esta a palavra usada “benchmarking”, de certa forma já se aplicava com Frederick Taylor na comparação de processos de trabalho. Durante a Segunda Guerra Mundial, na comparação para determinação padrões para pagamento, cargas de trabalho, etc. Os japoneses praticam Benchmarking, pois eles não copiam, mas sim aperfeiçoam continuamente.
  • 11.
    Características do benchmarking Característicasdo benchmarking  É um evento contínuo, ou seja, a organização que o faz não pode acreditar que benchmarking é um evento único no tempo, que dispensa modificações e reavaliações;  É um processo de coleta de informações valiosas;  É um aprendizado;  Requer disciplina; e  Implica em permanência, ou seja, as organizações precisam reconhecer a sua importância e viabilidade como ferramenta de auxílio, devendo promover estudos de benchmarking sempre.
  • 12.
    Benchmarking é... Benchmarking é... um processo contínuo um processo contínuo  uma investigação que fornece uma investigação que fornece informações valiosas informações valiosas  um processo de aprendizado um processo de aprendizado com outros com outros  um trabalho intensivo, um trabalho intensivo, consumidor de tempo, que consumidor de tempo, que requer disciplina requer disciplina  uma ferramenta viável a uma ferramenta viável a qualquer organização e qualquer organização e aplicável a qualquer processo aplicável a qualquer processo Benchmarking não é... Benchmarking não é...  um evento isolado um evento isolado  uma investigação que fornece uma investigação que fornece respostas simples e "receitas" respostas simples e "receitas"  cópia, imitação cópia, imitação  rápido e fácil rápido e fácil  mais um modismo da administração mais um modismo da administração
  • 13.
    Aprimoramento procurando a vantagemcompetitiva. Permite vislumbrar oportunidades e ameaças competitivas. P R O P Ó S I T O P R O P Ó S I T O
  • 14.
    Mitos do benchmarking Mitosdo benchmarking  É caro demais;  A gerência não entende;  Só pode ser feito com o “melhor”;  Não há processos análogos para estudar no meu ramo; e  É algo para grandes companhias.
  • 15.
    Os princípios dobenchmarking Os princípios do benchmarking Reciprocidade/Cooperação Reciprocidade/Cooperação: deve : deve ser uma "rua de mão dupla", não ser uma "rua de mão dupla", não devemos perguntar o que não devemos perguntar o que não poderemos responder em troca, ou poderemos responder em troca, ou seja, é um processo de seja, é um processo de cooperação; cooperação;
  • 16.
    Os princípios dobenchmarking Os princípios do benchmarking Analogia Analogia: só é útil se tiver : só é útil se tiver analogia com processos da analogia com processos da nossa organização; nossa organização;
  • 17.
    Os princípios dobenchmarking Os princípios do benchmarking Medição Medição: Não basta obter : Não basta obter os índices, é preciso os índices, é preciso conhecer os processos conhecer os processos que levaram aos que levaram aos resultados; resultados;
  • 18.
    Os princípios dobenchmarking Os princípios do benchmarking Validação Validação: : é preciso é preciso analisar o que foi levantado analisar o que foi levantado sob a ótica da sob a ótica da aplicabilidade na realidade aplicabilidade na realidade em nossa empresa. em nossa empresa.
  • 19.
     Benchmarking Interno: BenchmarkingInterno: Ocorre dentro da própria organização Ocorre dentro da própria organização (entre departamentos, sedes, grupos, etc). Vantagem: custos (entre departamentos, sedes, grupos, etc). Vantagem: custos mais baixos e valorização pessoal interna. Desvantagem: práticas mais baixos e valorização pessoal interna. Desvantagem: práticas impregnada com o mesmo paradigma (é o tipo mais utilizado). impregnada com o mesmo paradigma (é o tipo mais utilizado).  Benchmarking Competitivo: Benchmarking Competitivo: Como há dificuldade em parcerias Como há dificuldade em parcerias entre concorrentes, contrata-se consultoria para obter entre concorrentes, contrata-se consultoria para obter informações. Procura-se solução sobre o modo como o trabalho é informações. Procura-se solução sobre o modo como o trabalho é realizado e não nas pessoas que o realizam. (é a prática menos realizado e não nas pessoas que o realizam. (é a prática menos usual porque não há disposição das empresas concorrentes em usual porque não há disposição das empresas concorrentes em facilitar dados ligados diretamente com sua atividade). facilitar dados ligados diretamente com sua atividade). TIPOS
  • 20.
     Benchmarking porProcesso Genérico Benchmarking por Processo Genérico: : É aquele baseado É aquele baseado no processo que atravessa várias funções, como por no processo que atravessa várias funções, como por exemplo o processo desde o pedido até a entrega do exemplo o processo desde o pedido até a entrega do produto ao cliente. (é o que possui maiores exemplos produto ao cliente. (é o que possui maiores exemplos práticos) práticos)  Benchmarking Funcional: Benchmarking Funcional: É aquele baseado num só É aquele baseado num só processo funcional, como: faturamento, embalagem, etc., é processo funcional, como: faturamento, embalagem, etc., é facilitado pois, você pode obter informações com empresas facilitado pois, você pode obter informações com empresas que não são concorrentes. que não são concorrentes. TIPOS
  • 21.
     XEROX “THEDOCUMENT COMPANY” = Em 1979 deu início ao processo denominado Benchmarking para combater a concorrência. O trabalho foi análise das copiadoras concorrentes através de comparação e desmonte, e verificação das operações de manufatura para examinar os custos unitários de fabricação.  NEC DO BRASIL = Executado por um grupo de secretárias na padronização e informatização de suas tarefas.  PRODUTOS AVON = A abordagem foi a eficácia da operação de atendimento aos clientes. EXEMPLOS
  • 22.
    EXEMPLOS  PROJETO BENCHMARKINGMADE IN BRAZIL - FIESC Projeto iniciado pela Federação das Indústrias de Santa Catarina -FIESC, que através da metodologia desenvolvida e aplicada pela IBM e pela London Bunisess School da Inglaterra nos últimos anos, é aplicado por um time interno da empresa e orientado por um especialista a metodologia, que após processamento das informações, aponta-se os pontos fortes e fracos e as áreas que poderão/deverão ser aperfeiçoadas. Banco de dados permite compartilhar informações das práticas que obtiveram melhores resultados. Investimento: R$ 5.000,00 Empresas que já aplicaram: Akros, Altenburg, Baumgarten, Bovenau, Buettner, Ciquini, Copene, Cremer, Docol, Douat Têxtil, Dudalina, Embraco, Hering, Karsten, Kyly, Linhas Círculo, Mannesmann, Marisol, Metalúrgica RioSulense, Nansen, Rhoden, Sul Fabril, Tigre, Usiminas Mecânica, e Weg.
  • 23.
    O “Código deÉtica” do benchmarking O “Código de Ética” do benchmarking  legalidade;  troca;  confidencialidade;  uso;  primeiro contato;  terceira parte;  preparação;  conclusão; e  compreensão e ação
  • 24.
    Kaizen Kaizen  Kai =modificar; Zen = para melhor Kai = modificar; Zen = para melhor  Melhoria contínua, no trabalho, no lar e na vida social Melhoria contínua, no trabalho, no lar e na vida social  Eliminação de perdas em todos os sistemas de uma Eliminação de perdas em todos os sistemas de uma organização organização  Aplicação de dois elementos: Aplicação de dois elementos:  Melhoria (mudança para melhor) Melhoria (mudança para melhor)  Continuidade (ações permanentes de mudança) Continuidade (ações permanentes de mudança)
  • 25.
    Tipos de Tipos deKaizen Kaizen: :  Kaizen Kaizen de projeto de projeto  Kaizen Kaizen de planejamento de planejamento  Kaizen Kaizen de produção de produção
  • 26.
    Técnicas englobadas pelo Técnicasenglobadas pelo Kaizen Kaizen  Gestão da qualidade total Gestão da qualidade total  Melhoria contínua da Melhoria contínua da qualidade qualidade  Just-in-time Just-in-time  5S 5S – housekeeping – housekeeping  TPM TPM – Total Productive – Total Productive Maintenance Maintenance  Poka-yoke Poka-yoke  Projeto de novos Projeto de novos produtos produtos  Zero defeitos Zero defeitos  Kanban Kanban  Círculos de qualidade Círculos de qualidade  Parcerias cliente- Parcerias cliente- fornecedor fornecedor  SMED ( SMED (single minute single minute exchange of dies exchange of dies) )  Orientação aos Orientação aos consumidores consumidores  Grupos autônomos Grupos autônomos
  • 27.
  • 28.
    Definição O termo PokaYoke significa “à prova de erros”; • Trata-se de um método que busca eliminar os defeitos causados por falhas ou erros humanos.
  • 29.
    Objetivos • Os dispositivosPoka Yoke visam à otimização ou automação das tarefas que necessitariam da atenção ou memorização por parte do operador, objetivando a minimização dos erros ou até o descarte das peças defeituosas; • O sistema Poka Yoke foi desenvolvido para dar suporte à resolução de problemas e à tomada de decisão no contexto de uma organização de manufatura que adota o paradigma de "produção enxuta".
  • 30.
    Utilização de cores •Verde: problemas em processo; • Amarelo: gerenciamento de ações corretivas, informando os problemas que se encontram em processo de resolução e em qual passo se encontram; • Vermelho: processo parado pois o problema já foi resolvido, permitindo somente a realização de tarefas de pesquisa. • Follow-up: conjunto de ações corretivas dos problemas em processo de resolução, possibilitando um controle maior sobre as ações e respectivos prazos.
  • 31.
    Analogia com Kaizen •Tanto o método Kaizen quanto o Poka Yoke trabalham na aprimoração da qualidade produtiva; • São métodos complementares: • O Kaizen busca a melhoria continua da qualidade e a redução dos custos resultando em maior lucratividade; • O Poka Yoke procura reduzir custos, eliminar defeitos e, conseqüentemente, fidelizar o cliente; • Ambos os métodos fazem parte do Sistema Toyota de Produção (STP), e hoje estão sendo implementados em todo o mundo nas mais diversas culturas, visto o sucesso alcançado pela Toyota, que a cada ano está conseguindo aumentar o seu market share e a sua lucratividade.
  • 32.
  • 33.
    Kanban é umapalavra do vocabulário Japonês que significa ETIQUETA Baseia-se todo seu funcionamento na circulação de etiquetas entre postos de trabalho. Foi desenvolvido no Japão depois da 2ª Guerra mundial por M. Ohno na Toyota Motor Company. Surgiu devido, à necessidade de encontrar um sistema de informação que permite se transmitir as necessidades de jusante para montante do processo produtivo
  • 34.
    JIT = JUSTIN TIME JIT = JUST IN TIME
  • 35.
    Origem Origem  1950 final 1950final  Pós-guerra Pós-guerra  País pequeno/superpovoado País pequeno/superpovoado  Escassez de recursos Escassez de recursos  “ “ Dê importância a cada grão de arroz” Dê importância a cada grão de arroz”
  • 36.
     Toyota –1973 Toyota – 1973  Choque do petróleo Choque do petróleo  Necessidade do aprimoramento da Necessidade do aprimoramento da eficiência eficiência  Líder do desenvolvimento do JIT no Japão Líder do desenvolvimento do JIT no Japão  Aproximar progressivamente a manufatura Aproximar progressivamente a manufatura de seus clientes e fornecedores de seus clientes e fornecedores
  • 37.
    Conceito Conceito  O JITsignifica produzir bens e O JIT significa produzir bens e serviços exatamente no momento em serviços exatamente no momento em que são necessários – não antes para que são necessários – não antes para que não se transformem em estoque, e que não se transformem em estoque, e não depois para que seus clientes não não depois para que seus clientes não tenham que esperar. tenham que esperar.
  • 38.
    Produção Just-In-Time Produção Just-In-Time Oque é O que é O que faz O que faz Filosofia de administração Filosofia de administração Sistema de “puxar” através da Sistema de “puxar” através da planta planta Ataca a perda (tempo, estoque...) Ataca a perda (tempo, estoque...) Expõe problemas e gargalos Expõe problemas e gargalos Atinge a produção sincronizada Atinge a produção sincronizada O que requer O que requer O que supõe O que supõe Participação do empregado Participação do empregado Engenharia de produção/básico Engenharia de produção/básico Melhorias contínuas Melhorias contínuas Controle total da qualidade Controle total da qualidade Tamanhos pequenos de lotes Tamanhos pequenos de lotes Ambiente estável Ambiente estável
  • 39.
    Excesso de estoquesmascaram problemas
  • 40.
    JIT diminui estoquese permite detectar e corrigir os problemas
  • 41.
    Filosofia das operaçõesJIT - Eliminação de desperdícios; - Envolvimento dos funcionários na produção; - Esforço de aprimoramento contínuo.
  • 42.
    Eliminação de desperdícios(Toyota – 7 tipos) - Superprodução - Tempo de espera - Transporte - Processo - Estoque - Movimentação - Produtos defeituosos
  • 43.
    Takt Time Takt Time Apalavra Takt significa um intervalo preciso de tempo, como na métrica musical. Ela pode ser entendida como RITMO.