O documento descreve uma representação eleitoral por propaganda antecipada contra Jefferson Lemos Calaça. Alega-se que Calaça, como coordenador do movimento "A Ordem é Para Todos", vem realizando diversas atividades de campanha antes do período permitido, como panfletagens, entrevistas em rádios e distribuição de materiais. Pede-se à comissão eleitoral que coíba tais irregularidades. Provas como publicações em redes sociais e impressos são anexadas.