O documento contesta a análise das finanças públicas de Pernambuco, afirmando que a deterioração fiscal relatada é semelhante à de outros estados e não reflete uma real crise financeira, dado que a liquidez do estado é positiva. Apesar de um déficit primário, a disponibilidade de caixa indica boa saúde financeira, e o crescimento das despesas foi impulsionado por investimentos em setores como educação e segurança. A inicial alegação de aumento na carga tributária e piora do gasto público é desmentida, ressaltando um combate à sonegação e uma taxa de investimento alta durante o período.