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1 – CARACTERÍSTICAS GERAIS: Decadência do feudalismo. Estruturação do modo de produção capitalista. Transformações básicas : auto-suficiência para economia de mercado; novo grupo social: burguesia; formação das monarquias nacionais.
2 – CRESCIMENTO POPULACIONAL: Fim das invasões. Maior consumo. Excedentes populacionais expulsos dos feudos . Retomada das cidades. Aumento do comércio. Aumento da criminalidade. Aperfeiçoamento de técnicas agrícolas . Moinho hidráulico, arado de ferro... Busca de mais terras para cultivo.
3 – O MOVIMENTO CRUZADISTA (séc. XI – XIII): Movimento religioso e militar dos cristãos para retomar a Terra Santa (Jerusalém), em poder dos muçulmanos. Acomodação de excedentes populacionais. Busca de terras (nobreza). Busca de aventura ou enriquecimento (pilhagens). Absolvição dos pecados ou cura de enfermidades. Interesse comercial (mercadores italianos). 8 cruzadas oficiais e 2 extra oficiais. Fracasso militar.
Sucesso comercial  (reabertura do Mar Mediterrâneo e das rotas de comércio entre o Oriente e o Ocidente).
4 – O RENASCIMENTO COMERCIAL: Cidades italianas. Surgimento de rotas de comércio ligando o continente europeu. Cruzamento de rotas: feiras . - Champanhe (FRA)  e Flandres (BEL). Retomada da moeda. Atividades de crédito e bancárias. Séc. XII – HANSAS ou LIGAS: associações de comerciantes . - Comércio em grande escala. -  LIGA HANSEÁTICA  (ALE) – Mar do Norte
ROTAS DE COMÉRCIO MEDIEVAIS:
5 – O RENASCIMENTO URBANO: Retomada do comércio impulsiona o renascimento urbano. Burgos (fortalezas). Burgueses : habitantes dos burgos (artesãos e comerciantes). Movimento comunal (séc. XI – XIII): libertação das cidades da autoridade dos senhores feudais. CARTAS DE FRANQUIA : autonomia. Guerras ou indenizações.
GUILDAS : associações de mercadores (monopólio do comércio local, controle da concorrência estrangeira, regulamentação de preços). CORPORAÇÕES DE OFÍCIO : associações de artesãos (monopólio das atividades artesanais, controle da concorrência, regulamentação de preços, estabelecimento de normas de produção, controle de qualidade e assistência aos membros). Formação de grupo de grandes comerciantes e artesãos que se sobrepunham aos demais, impondo seu poder econômico. Trabalho assalariado.
6 – FORMAÇÃO DAS MONARQUIAS NACIONAIS: Aliança entre reis e burgueses. Reis: redução de poderes dos nobres e da Igreja. Burguesia: unificação de impostos, moeda e sistema de pesos e medidas. Nobreza e clero: cargos e pensões concedidos pelo rei. A monarquia francesa: Capetíngeos (987 – 1328): medidas que fortaleceram o poder real em detrimento da autoridade descentralizadora dos senhores feudais.
Felipe Augusto (1180 – 1223): exército nacional, conquistas territoriais, controle de subvassalos, concessão de cartas de franquia (maior renda), criação de impostos nacionais. Luís IX (1226 – 1270): maior poder para tribunais reais, moeda nacional, engajamento no movimento cruzadista (São Luís). Filipe IV, o Belo (1285 – 1314): atritos com a Igreja, convocação dos Estados Gerais,  Cativeiro de Avignon  (1307 – 1377),  CISMA DO OCIDENTE . Guerra dos Cem Anos (1337 – 1453): Enfraquecimento da nobreza. Nacionalismo francês. Consolidação do poder real.
A monarquia inglesa: Enfraquecimento da nobreza. Guerra dos Cem Anos . Guerra das 2 Rosas  (1455 – 1485): YORK  X  LANCASTER Henrique VII – centralização monárquica. As monarquias Ibéricas : Guerra de Reconquista  (espírito cruzadista). ESP: Reis Católicos: Fernando (Aragão) e Isabel (Castela). POR:  Dinastia de Borgonha – Reconquista Dinastia de Avis (1385) – Estado Nacional com aliança da burguesia.
7 – A CRISE DOS SÉCULOS XIV E XV: Guerra dos Cem Anos (1337 – 1453): FRA* X ING Sucessão do trono francês Filipe IV (Dinastia Valois – FRA)   X  Eduardo III (ING) Controle de Flandres (comércio de tecidos) 1ª fase – vantagem da ING Carlos V (FRA) – recuperação parcial francesa Disputa interna pelo poder na FRA: Armagnacs* X Borghinhões ING + Borguinhões: controle de quase metade da FRA. Recuperação francesa: Joana D’Arc + Carlos VII Centralização política da FRA.
Peste Negra (1347 – 1350): Peste bubônica. Morte de 1/3 dos europeus (25 milhões). Enfraquecimento dos nobres.
 
JACQUERIES  – rebeliões camponesas.
8 – A CULTURA MEDIEVAL: Simplicidade, rusticidade. Igreja – controle cultural (mosteiros). Teocentrismo. Séc XII – Universidades (renascimento comercial). Filosofia: Alta Idade Média:  Santo Agostinho . Filosofia Clássica + Cristianismo. Natureza humana é corrompida. Fé em Deus = Salvação
Baixa Idade Média:  Escolástica   (São Tomás de Aquino). Harmonia entre razão e fé. Valorização do esforço humano. Livre arbítrio. Clero = orientador moral e espiritual. Liberdade de escolha = concepções da Igreja. “ preço justo” – condenação da usura. Arquitetura Alta Idade Média:  ROMÂNICA  – construção maciça, pesada, linhas simples, horizontalidade, poucas janelas (idéia de segurança e tranqüilidade).
Baixa Idade Média:  GÓTICA  – leveza, graciosidade, verticalidade, grandes janelas, vitrais, luminosidade. ESTILO ROMÂNICO ESTILO GÓTICO

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  • 1. 1 – CARACTERÍSTICAS GERAIS: Decadência do feudalismo. Estruturação do modo de produção capitalista. Transformações básicas : auto-suficiência para economia de mercado; novo grupo social: burguesia; formação das monarquias nacionais.
  • 2. 2 – CRESCIMENTO POPULACIONAL: Fim das invasões. Maior consumo. Excedentes populacionais expulsos dos feudos . Retomada das cidades. Aumento do comércio. Aumento da criminalidade. Aperfeiçoamento de técnicas agrícolas . Moinho hidráulico, arado de ferro... Busca de mais terras para cultivo.
  • 3. 3 – O MOVIMENTO CRUZADISTA (séc. XI – XIII): Movimento religioso e militar dos cristãos para retomar a Terra Santa (Jerusalém), em poder dos muçulmanos. Acomodação de excedentes populacionais. Busca de terras (nobreza). Busca de aventura ou enriquecimento (pilhagens). Absolvição dos pecados ou cura de enfermidades. Interesse comercial (mercadores italianos). 8 cruzadas oficiais e 2 extra oficiais. Fracasso militar.
  • 4. Sucesso comercial (reabertura do Mar Mediterrâneo e das rotas de comércio entre o Oriente e o Ocidente).
  • 5. 4 – O RENASCIMENTO COMERCIAL: Cidades italianas. Surgimento de rotas de comércio ligando o continente europeu. Cruzamento de rotas: feiras . - Champanhe (FRA) e Flandres (BEL). Retomada da moeda. Atividades de crédito e bancárias. Séc. XII – HANSAS ou LIGAS: associações de comerciantes . - Comércio em grande escala. - LIGA HANSEÁTICA (ALE) – Mar do Norte
  • 6. ROTAS DE COMÉRCIO MEDIEVAIS:
  • 7. 5 – O RENASCIMENTO URBANO: Retomada do comércio impulsiona o renascimento urbano. Burgos (fortalezas). Burgueses : habitantes dos burgos (artesãos e comerciantes). Movimento comunal (séc. XI – XIII): libertação das cidades da autoridade dos senhores feudais. CARTAS DE FRANQUIA : autonomia. Guerras ou indenizações.
  • 8. GUILDAS : associações de mercadores (monopólio do comércio local, controle da concorrência estrangeira, regulamentação de preços). CORPORAÇÕES DE OFÍCIO : associações de artesãos (monopólio das atividades artesanais, controle da concorrência, regulamentação de preços, estabelecimento de normas de produção, controle de qualidade e assistência aos membros). Formação de grupo de grandes comerciantes e artesãos que se sobrepunham aos demais, impondo seu poder econômico. Trabalho assalariado.
  • 9. 6 – FORMAÇÃO DAS MONARQUIAS NACIONAIS: Aliança entre reis e burgueses. Reis: redução de poderes dos nobres e da Igreja. Burguesia: unificação de impostos, moeda e sistema de pesos e medidas. Nobreza e clero: cargos e pensões concedidos pelo rei. A monarquia francesa: Capetíngeos (987 – 1328): medidas que fortaleceram o poder real em detrimento da autoridade descentralizadora dos senhores feudais.
  • 10. Felipe Augusto (1180 – 1223): exército nacional, conquistas territoriais, controle de subvassalos, concessão de cartas de franquia (maior renda), criação de impostos nacionais. Luís IX (1226 – 1270): maior poder para tribunais reais, moeda nacional, engajamento no movimento cruzadista (São Luís). Filipe IV, o Belo (1285 – 1314): atritos com a Igreja, convocação dos Estados Gerais, Cativeiro de Avignon (1307 – 1377), CISMA DO OCIDENTE . Guerra dos Cem Anos (1337 – 1453): Enfraquecimento da nobreza. Nacionalismo francês. Consolidação do poder real.
  • 11. A monarquia inglesa: Enfraquecimento da nobreza. Guerra dos Cem Anos . Guerra das 2 Rosas (1455 – 1485): YORK X LANCASTER Henrique VII – centralização monárquica. As monarquias Ibéricas : Guerra de Reconquista (espírito cruzadista). ESP: Reis Católicos: Fernando (Aragão) e Isabel (Castela). POR: Dinastia de Borgonha – Reconquista Dinastia de Avis (1385) – Estado Nacional com aliança da burguesia.
  • 12. 7 – A CRISE DOS SÉCULOS XIV E XV: Guerra dos Cem Anos (1337 – 1453): FRA* X ING Sucessão do trono francês Filipe IV (Dinastia Valois – FRA) X Eduardo III (ING) Controle de Flandres (comércio de tecidos) 1ª fase – vantagem da ING Carlos V (FRA) – recuperação parcial francesa Disputa interna pelo poder na FRA: Armagnacs* X Borghinhões ING + Borguinhões: controle de quase metade da FRA. Recuperação francesa: Joana D’Arc + Carlos VII Centralização política da FRA.
  • 13. Peste Negra (1347 – 1350): Peste bubônica. Morte de 1/3 dos europeus (25 milhões). Enfraquecimento dos nobres.
  • 14.  
  • 15. JACQUERIES – rebeliões camponesas.
  • 16. 8 – A CULTURA MEDIEVAL: Simplicidade, rusticidade. Igreja – controle cultural (mosteiros). Teocentrismo. Séc XII – Universidades (renascimento comercial). Filosofia: Alta Idade Média: Santo Agostinho . Filosofia Clássica + Cristianismo. Natureza humana é corrompida. Fé em Deus = Salvação
  • 17. Baixa Idade Média: Escolástica (São Tomás de Aquino). Harmonia entre razão e fé. Valorização do esforço humano. Livre arbítrio. Clero = orientador moral e espiritual. Liberdade de escolha = concepções da Igreja. “ preço justo” – condenação da usura. Arquitetura Alta Idade Média: ROMÂNICA – construção maciça, pesada, linhas simples, horizontalidade, poucas janelas (idéia de segurança e tranqüilidade).
  • 18. Baixa Idade Média: GÓTICA – leveza, graciosidade, verticalidade, grandes janelas, vitrais, luminosidade. ESTILO ROMÂNICO ESTILO GÓTICO