Automação Predial 4.0
na Gestão de Energia
Apresentação:
Jaime Díaz de la Cruz
GENE
Grupo de Excelência em
Negócios de Energia
Fotografia: Jafo
Exemplos de edifícios
corporativos de São Paulo até
2005, época de grande
expansão do mercado
imobiliário, dentro do novo
padrão Triple A.
(projetos da nossa autoria)
Estudo arquitetônico e desenvolvimento
de um “envelope” construtivo, conforme determinado
programa ou “código” de certificação.
Teremos em foco, principalmente, a eficiência energética
do edifício, embora os códigos apontem também para
outros aspectos de ganho no fator sustentabilidade.
AÇÕES DA CONSERVAÇÃO DE ENERGIA
PERSEGUINDO OBJETIVOS DE EXCELÊNCIA
1
Passos 1, 2 e 3
AÇÕES DA CONSERVAÇÃO DE ENERGIA
PERSEGUINDO OBJETIVOS DE EXCELÊNCIA
Projeto de “sistemas eletromecânicos” de alta
eficiência em todos os componentes consumidores
de energia.
Colocaremos em foco os sistemas de climatização
em primeiro lugar, seguidos pelos restantes
subsistemas prediais.
2
AÇÕES DA CONSERVAÇÃO DE ENERGIA
PERSEGUINDO OBJETIVOS DE EXCELÊNCIA
Projeto de “sistema de automação” conforme
tecnologia de redes de unidades controladoras
autônomas de CDD (Controle Digital Direto).
3
O Passo 3 é de implementação com
tecnologia de ponta, sempre em evolução
Ponto de destaque na sequência do projeto
global com foco na gestão de energia.
Projeto de Arquitetura
(Envelope construtivo)
Projetos Eletromecânicos
Sistema de Automação
Conceituação
Arquitetônica
convencional
Ações de Gerenciamento de Energia desde a conceituação
do edifício até a entrega da obra pela construtora
Certificação
1
2
3
ou
Escolha da
Tecnologia dos
Equipamentos
Rendimento e
Eficiência
Controle Distribuído
Controle Digital
Direto (CDD)
Redes
integradas
Três Projetos
coordenados,
o desafio da Gestão de
Energia
10 passos até a
entrega do edifício
Definição do Programa de
Gerenciamento Predial
Projeto de Automação
Predial
Compra do Sistema de
Automação Predial
Especificação anterior à
contratação do projeto
Automação de instalações
de utilidades
Detecção e alarme de incêndio
Sistemas de Segurança
Consulta e escolha do
integrador do sistema de
automação
3.1
3.2
3.3
Três atividades que
requerem
gerenciamento
dentro do Passo 3
Comissionamento e recebimento
do Sistema de Automação
Pré-operação e treinamento
da equipe do BMS
Pré-operação e treinamento
da equipe do BMS
Gestão do BMS
4
5
6
Três atividades (4, 5 e 6)
fundamentais que, na fase
final, ficam em segundo plano
de forma não apropriada
Objetivos Pretendidos:
Eficiência operacional
na Gestação de
Energia
O edifício se utilizando da
nova ferramenta
no modo de operação
definitivo
7
A Gestão da Energia no EdifícioFerramentas de Hardware:
Gerenciadoras de Rede
Controladoras Autônomas
Rede de Automação em dois
níveis
Terminais de Trabalho e Web
Hardware de ativos de rede
Ferramentas de Software:
Software Global
Controle CDD
Controle de Temperatura
Programação no tempo
Ciclo de Serviço
Função By-Pass
Partida e Parada Otimizada
Controle de Demanda
Gerenciamento de Alarmes
A gestão acontece através dos
sistemas e produtos da
Indústria de Automação Predial
A tecnologia de automação predial, na
função de gerenciamento de energia,
está distribuída nestes recursos
Funções embutidas em firmware e
configuradas em software específico.
Ações de
gerenciamento
de energia
desde o projeto
até a gestão do
edifício.
Além dos aplicativos listados (softwares de padrão CDD),
para as funções das rotinas de automação, temos os
Analíticos de Energia oferecidos pelos desenvolvedores,
destinados à avaliação de desempenho global.
Os Analíticos podem ser de diferentes tipos
e demandam serviços de alta especialização
na fase prévia de aquisição de dados (base
de dados) antes de rodar o software. São serviços sob a gerencia da área da
Administração Predial e não da área
técnica das utilidades prediais.
Ferramenta de Análise de Desempenho
Arquitetura de uma Rede
de Automação Predial de
padrão corporativo
Primeira peça
gráfica do projeto
resumindo a
conceituação do
sistema.
Destaque dado ao fator conectividade
Arquitetura de projeto
executivo incluindo todas
as instalações do sistema
de automação.
Software de um algoritmo em firmware padrão CDD
Funções e
competências do
Gestor do BMS
Áreas de
responsabilidade
do Gestor do BMSFunções
especiais
A Gestão do BMS
Sistema de Utilidades
em destaque
Ar Condicionado
Ventilação Mecânica
Bombas e Reservatórios
- Água Potável
- Água de Incêndio
- Esgoto
- Águas Pluviais
Iluminação
- Outros sistemas
Sistema de Incêndio
Central de Alarme de Incêndio
Laços de Detecção
Sensores e Atuadores
Sistema de Combate a Incêndio em áreas críticas
Assistência à manutenção do sistema
Resolução de Emergências
Manuais de Operação
Sistema de Segurança
Controle de Acesso
CFTV
Alarme Perimetral
Ferramentas do Operador do BMS
- Telas Gráficas dos Processos (operação)
- Telas Gráficas de Alarme
- Relatórios de Tendência (Trendlog)
- Gráficos de Tendência
- Relatórios da Gestão de Energia
- Telas Gráficas de Curvas de Tendência
- Manual de Operação do BMS
A experiência de receber um grande edifício pronto,
sofisticado e de elevado custo de implantação, poderá ser um
desafio para seu Administrador; pois logo verificará que a sua
operação não dispõe de “um manual do usuário” nem de
operadores treinados.
Curvas de demanda de energia
elétrica com e sem controle
automático de demanda.
Curvas de consumo de energia
com e sem termoacumulação
Circuito de Água Gelada em
sistema de expansão indireta de
refrigeração.
Tela gráfica de Terminal de Controle de um Fan Coil típico de água gelada.
Tela gráfica do
terminal de
controle do
sistema de água
gelada secundário.
Tela Gráfica do terminal de controle do
sistema de água de condensação
Conclusões e sugestões para o Administrador
no gerenciamento das utilidades prediais
1 - Solicite ao fornecedor do Sistema de Automação um serviço de operação assistida do BMS,
com o objetivo de treinar da forma mais efetiva sua equipe.
2 - Verifique se a equipe do BMS aproveita de forma apropriada os recursos fornecidos com
esse sistema.
3 - Facilite à equipe do BMS o treinamento requerido para reconfigurar sistemas de controle
de temperatura e estratégias de automação de ar condicionado, tendo em vista economia de
energia e de custo operacional.
--------------------------------------------------- --------------------------------------------------------------
4 - Estabeleça um programa de economia de energia melhorando o regime funcional dos
sistemas consumidores, sempre com curvas de consumo mensal e custos de energia.
5 - Contabilize mês a mês a economia alcançada em ar condicionado, elevadores,
motobombas de água e iluminação.
6 - Procure as melhores tarifas de energia no ACL (Ambiente de Comercialização Livre).
Novo livro de
automação predial;
edição prevista para
dezembro, ou janeiro
do próximo ano, pela
editora Brasport.
Rascunho da capa

Automação Predial 4.0

  • 1.
    Automação Predial 4.0 naGestão de Energia Apresentação: Jaime Díaz de la Cruz GENE Grupo de Excelência em Negócios de Energia Fotografia: Jafo
  • 2.
    Exemplos de edifícios corporativosde São Paulo até 2005, época de grande expansão do mercado imobiliário, dentro do novo padrão Triple A. (projetos da nossa autoria)
  • 3.
    Estudo arquitetônico edesenvolvimento de um “envelope” construtivo, conforme determinado programa ou “código” de certificação. Teremos em foco, principalmente, a eficiência energética do edifício, embora os códigos apontem também para outros aspectos de ganho no fator sustentabilidade. AÇÕES DA CONSERVAÇÃO DE ENERGIA PERSEGUINDO OBJETIVOS DE EXCELÊNCIA 1 Passos 1, 2 e 3
  • 4.
    AÇÕES DA CONSERVAÇÃODE ENERGIA PERSEGUINDO OBJETIVOS DE EXCELÊNCIA Projeto de “sistemas eletromecânicos” de alta eficiência em todos os componentes consumidores de energia. Colocaremos em foco os sistemas de climatização em primeiro lugar, seguidos pelos restantes subsistemas prediais. 2
  • 5.
    AÇÕES DA CONSERVAÇÃODE ENERGIA PERSEGUINDO OBJETIVOS DE EXCELÊNCIA Projeto de “sistema de automação” conforme tecnologia de redes de unidades controladoras autônomas de CDD (Controle Digital Direto). 3 O Passo 3 é de implementação com tecnologia de ponta, sempre em evolução Ponto de destaque na sequência do projeto global com foco na gestão de energia.
  • 6.
    Projeto de Arquitetura (Envelopeconstrutivo) Projetos Eletromecânicos Sistema de Automação Conceituação Arquitetônica convencional Ações de Gerenciamento de Energia desde a conceituação do edifício até a entrega da obra pela construtora Certificação 1 2 3 ou Escolha da Tecnologia dos Equipamentos Rendimento e Eficiência Controle Distribuído Controle Digital Direto (CDD) Redes integradas Três Projetos coordenados, o desafio da Gestão de Energia 10 passos até a entrega do edifício
  • 7.
    Definição do Programade Gerenciamento Predial Projeto de Automação Predial Compra do Sistema de Automação Predial Especificação anterior à contratação do projeto Automação de instalações de utilidades Detecção e alarme de incêndio Sistemas de Segurança Consulta e escolha do integrador do sistema de automação 3.1 3.2 3.3 Três atividades que requerem gerenciamento dentro do Passo 3
  • 8.
    Comissionamento e recebimento doSistema de Automação Pré-operação e treinamento da equipe do BMS Pré-operação e treinamento da equipe do BMS Gestão do BMS 4 5 6 Três atividades (4, 5 e 6) fundamentais que, na fase final, ficam em segundo plano de forma não apropriada Objetivos Pretendidos: Eficiência operacional na Gestação de Energia O edifício se utilizando da nova ferramenta no modo de operação definitivo 7
  • 9.
    A Gestão daEnergia no EdifícioFerramentas de Hardware: Gerenciadoras de Rede Controladoras Autônomas Rede de Automação em dois níveis Terminais de Trabalho e Web Hardware de ativos de rede Ferramentas de Software: Software Global Controle CDD Controle de Temperatura Programação no tempo Ciclo de Serviço Função By-Pass Partida e Parada Otimizada Controle de Demanda Gerenciamento de Alarmes A gestão acontece através dos sistemas e produtos da Indústria de Automação Predial A tecnologia de automação predial, na função de gerenciamento de energia, está distribuída nestes recursos Funções embutidas em firmware e configuradas em software específico.
  • 10.
    Ações de gerenciamento de energia desdeo projeto até a gestão do edifício.
  • 11.
    Além dos aplicativoslistados (softwares de padrão CDD), para as funções das rotinas de automação, temos os Analíticos de Energia oferecidos pelos desenvolvedores, destinados à avaliação de desempenho global. Os Analíticos podem ser de diferentes tipos e demandam serviços de alta especialização na fase prévia de aquisição de dados (base de dados) antes de rodar o software. São serviços sob a gerencia da área da Administração Predial e não da área técnica das utilidades prediais. Ferramenta de Análise de Desempenho
  • 12.
    Arquitetura de umaRede de Automação Predial de padrão corporativo Primeira peça gráfica do projeto resumindo a conceituação do sistema. Destaque dado ao fator conectividade
  • 13.
    Arquitetura de projeto executivoincluindo todas as instalações do sistema de automação.
  • 14.
    Software de umalgoritmo em firmware padrão CDD
  • 15.
  • 16.
    Áreas de responsabilidade do Gestordo BMSFunções especiais
  • 17.
    A Gestão doBMS Sistema de Utilidades em destaque Ar Condicionado Ventilação Mecânica Bombas e Reservatórios - Água Potável - Água de Incêndio - Esgoto - Águas Pluviais Iluminação - Outros sistemas Sistema de Incêndio Central de Alarme de Incêndio Laços de Detecção Sensores e Atuadores Sistema de Combate a Incêndio em áreas críticas Assistência à manutenção do sistema Resolução de Emergências Manuais de Operação Sistema de Segurança Controle de Acesso CFTV Alarme Perimetral
  • 18.
    Ferramentas do Operadordo BMS - Telas Gráficas dos Processos (operação) - Telas Gráficas de Alarme - Relatórios de Tendência (Trendlog) - Gráficos de Tendência - Relatórios da Gestão de Energia - Telas Gráficas de Curvas de Tendência - Manual de Operação do BMS
  • 19.
    A experiência dereceber um grande edifício pronto, sofisticado e de elevado custo de implantação, poderá ser um desafio para seu Administrador; pois logo verificará que a sua operação não dispõe de “um manual do usuário” nem de operadores treinados.
  • 20.
    Curvas de demandade energia elétrica com e sem controle automático de demanda.
  • 21.
    Curvas de consumode energia com e sem termoacumulação
  • 22.
    Circuito de ÁguaGelada em sistema de expansão indireta de refrigeração.
  • 23.
    Tela gráfica deTerminal de Controle de um Fan Coil típico de água gelada.
  • 24.
    Tela gráfica do terminalde controle do sistema de água gelada secundário.
  • 25.
    Tela Gráfica doterminal de controle do sistema de água de condensação
  • 26.
    Conclusões e sugestõespara o Administrador no gerenciamento das utilidades prediais 1 - Solicite ao fornecedor do Sistema de Automação um serviço de operação assistida do BMS, com o objetivo de treinar da forma mais efetiva sua equipe. 2 - Verifique se a equipe do BMS aproveita de forma apropriada os recursos fornecidos com esse sistema. 3 - Facilite à equipe do BMS o treinamento requerido para reconfigurar sistemas de controle de temperatura e estratégias de automação de ar condicionado, tendo em vista economia de energia e de custo operacional. --------------------------------------------------- -------------------------------------------------------------- 4 - Estabeleça um programa de economia de energia melhorando o regime funcional dos sistemas consumidores, sempre com curvas de consumo mensal e custos de energia. 5 - Contabilize mês a mês a economia alcançada em ar condicionado, elevadores, motobombas de água e iluminação. 6 - Procure as melhores tarifas de energia no ACL (Ambiente de Comercialização Livre).
  • 27.
    Novo livro de automaçãopredial; edição prevista para dezembro, ou janeiro do próximo ano, pela editora Brasport. Rascunho da capa