SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 37
Baixar para ler offline
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Rede Industrial e Tecnologias de Controle
Redes Industriais Semestre 01/2015
Engenharia de Controle e Automação
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Introdução
 Muitos sistemas e técnicas tem sido
desenvolvidos para o controle de
operação, supervisão e gerenciamento
na otimização do processo industrial.
 O mesmo ocorre na parte física do
processo de automação industrial, com
novas tecnologias e métodos para a
transmissão em redes de dados bem
como conceitos de desenvolvimento.
PACKAGING LINE 1
Data
base
ERP and
Information
Systems
Business
Intelligence
HMI and View Clients
Typical System
Architecture
MES and
Automation
Systems
Manufacturing
Intelligence
Controllers
Server1 Server2
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Arquitetura da Automação Industrial
 Nível 5: Administração dos recursos da empresa.
Softwares para gestão de vendas e financeira. Decisão
e gerenciamento de todo o sistema.
 Nível 4: Nível da programação e planejamento da
produção, realizando o controle e a logística dos
suprimentos.
 Nível 3: Controle do processo produtivo da planta.
Constituído por banco de dados, com informação sobre
índices de qualidade da produção, relatórios e
estatísticas de processo, índices de produtividade,
algoritmos de otimização da operação produtiva.
 Nível 2: Controladores digitais, dinâmicos e lógicos, e
de algum tipo de supervisão associada ao processo.
Aqui se encontram concentradores de informações
sobre o Nível 1, e as Interfaces Homem-Máquina (IHM)
 Nível 1: É o nível das máquinas, dispositivos e
componentes (chão-de-fábrica).
ISA-95
https://www.isa.org/isa95/
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Warehousing, Receiving,
MES, CMMS, CAPA,
LIMS, Auto ID
Level 4
ERP, Compliance,
Analysis,
Health/Safety/Environment
Level 5
HMI, DCS, Historians,
Batch, Compliance
Level 3
Equipment and sensors
Lab Instruments
Level 1
HMI, PLC’s,
DCS,Instrumentation,
Analytics
Level 2
Integração
com
Redes
de
Comunicação
Arquitetura da Automação Industrial
ISA-95
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
The Connected Enterprise
Integrated Control and Information
Enterprise Optimization
Information Aggregation
and Analytics
Converged Secure Network
Infrastructure
Multi-disciplined
Control
Intelligent Assets
Business
Management
Production
Management
Operations
Engineering
Maintenance
ISA-95
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Arquitetura de Referência
Converged Plantwide Ethernet (CPwE)
 Design guidance
 Best practices and
recommendations
 Methodology
 Documented configuration
settings
 Developed against tested and
validated architectures
 “Future-ready” network
foundation
GE Link for Failover
Detection
Firewall
(Active)
Firewall
(Standby)
Layer 3
Router
Layer 3 Switch
Stack
Layer 2 Switch
Drive
Controller
Controller
Drive
HMI
Controller
Drive
HMI
Distributed I/O
Distributed I/O
Level 0–2
HMI
Cell/Area #1
(Redundant Star Topology)
Cell/Area #2
(Ring Topology)
Cell/Area #3 (Bus
Topology)
Cell/Area Zone
Manufacturing Zone
Level 3
Demilitarized Zone (DMZ)
Demilitarized Zone (DMZ)
Enterprise Zone
Levels 4 and 5
Windows 2003 Servers
• Remote desktop connection
• VNC
• PCAnywhere
FactoryTalk Applications
• View
• Metrics
• Historian
• AssetCentre
• ProductionCentre
Network Services
• DNS, DHCP, syslog server
• Network and security management
http://literature.rockwellautomation.com/idc/groups/literature/documents/wp/enet-wp004_-en-e.pdf
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Arquitetura de Referência Wireless
Converged Plantwide Ethernet (CPwE)
 Design guidance
 Best practices and
recommendations
 Methodology
 Documented configuration
settings
 Developed against tested and
validated architectures
 “Future-ready” network
foundation
http://literature.rockwellautomation.com/idc/groups/literature/documents/wp/enet-wp034_-en-p.pdf
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Evolução do controle distribuído
1990’s
Flex I/O
Drive
PB
Panel
A partir de 2000
Multi-disciplined
Controller
Drive w/PID
Safety
Controller
IHM
Flex I/O
O.S.
Packaged
Controller
1980’s
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
A Rede Industrial
 Uma rede faz a comunicação entre um determinado número de estações
de forma que possam trocar informações entre si.
 Também transmite informação para o controle de um processo. Uma rede
é distinguida pelo tipo de sistema que compõe o backbone. Suas
características podem ser determinadas em função do gerenciamento do
fluxo de informação dentro do sistema.
 Informação ........ Controle ......... Dispositivos (campo)
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Sistema em tempo real
 Um sistema em tempo real executa as tarefas em sincronismo com o
tempo presente. Estas tarefas podem consistir na aquisição de
dados, cálculos de controle de processos, inicialização de uma ação
crítica e controle de atuadores.
 Atualmente há sistemas no qual a “inteligência” é distribuída em
equipamentos terminais remotos. Estes sistemas envolviam a
resolução de dois tipos de problemas:
 Configuração do terminal inteligente através da rede
 Coordenação dos elementos distribuídos de uma aplicação para
a troca de dados em determinado instante (conceito de
sincronização).
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
… e finalmente, a Arquitetura deve prover acesso e
informação para quem precisa!
CIP
CIP
Informação
Controle
Campo
Controle
Informação
• Uma boa rede de comunicação:
• Acessa TODO sistema de controle de um ÚNICO
LOCAL
• Transmissão de mensagens de forma
transparente
• Não há programação extra nos gateways e
proxys, sem segredos!
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
O Modelo para Troca de Informação
 Os principais modelos utilizados são:
 o cliente/servidor (ou mestre/escravo, ou ainda origem/destino –
baseado em filas) e,
 o produtor/consumidor (baseado em tabelas de comunicação)
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Modelo Cliente/Servidor
 Dentro do protocolo de comunicação de cada estação é incluído um conjunto de filas para receber
e enviar arquivos. Quando uma estação quer, por exemplo, ler o valor registrado por um sensor
de temperatura, ele envia uma mensagem para sua interface de comunicação ler esta variável do
processo da estação X. Isto desencadeia a seqüência:
 A mensagem de solicitação é mantida numa fila de saída e será lançada para a rede na
próxima vez que a estação X se comunicar.
 O sensor de temperatura recebe a solicitação que será mantida numa fila de recepção.
 O sensor mede (ou calcula) o valor solicitado e retorna este valor utilizando a mesma
freqüência.
 O tempo de espera nas filas representa o principal fator no tempo de resposta do modelo. Uma
estação com baixa performance refletirá na performance do sistema inteiro. Por isto, sistemas
cliente/servidor são difíceis de configurar.
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Modelo Cliente/Servidor
 Uma pessoa (origem) informa individualmente a cada uma das outras
pessoas na sala (destino) o horário marcado em seu relógio (dado)
 O tempo continua passando enquanto a “origem “ informa o horário a cada
um
 dados não estarão corretos após as primeiras
pessoas
 Tanto origem como destinos terão que fazer ajustes
para se alcançar algum tipo de sincronismo
 A agilidade deste processo varia em função
do número de pessoas na sala
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Modelo Produtor/Consumidor
 Usa um grupo de buffers no caminho de comunicação de cada
estação:
 Cada buffer corresponde a uma variável da aplicação.
 Cada buffer é identificado especificamente dentro do grupo de
aplicação por rótulo lógico.
 Cada buffer mantém o valor instantâneo de uma variável da
aplicação, esperando para ser enviado via rede ou ser usado
pela aplicação.
 Processos principais:
 Produtor: deposita o novo valor em um buffer de transmissão.
 A rede: copia o conteúdo do buffer de transmissão do produtor
para um buffer de recepção do consumidor.
 O consumidor: captura o valor contido no seu buffer de
recepção.
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Modelo Produtor/Consumidor
 Sistemas deste tipo são fáceis de configurar, especialmente onde é
requerido a operação cíclica. O modelo produtor/consumidor é
limitado ao gerenciamento de eventos e transmissão de grande
quantidade de informação.
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Modelo Produtor/Consumidor - Multicast
 Uma pessoa informa o horário (produtor) a todos os presentes
 Todas as 20 pessoas recebem a informação simultaneamente
 Algumas pessoas podem optar por “consumir”os dados
(reconhecer a recepção por um gesto, ajustar seus relógios,
etc..)
 Outros podem optar por não “consumir” a informação.
 Altamente eficiente (os dados são produzidos apenas uma vez,
não são necessários ajustes adicionais para produtores e/ou
consumidores)
 Altamente determinístico (tempo de transmissão não muda se
mais pessoas entrarem ou saírem da sala)
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Modelo Produtor/Consumidor - Multicast
• Mensagem #1
– referência de posição do sensor transmitida em multicast aos CTRL1, 2 e IHM
• Mensagem #2
– comando de velocidade do CTRL1 transmitido simultaneamente aos 3 inversores e IHM
• Multicast não é possível com modelo mestre/escravo
– no sistema acima teríamos necessariamente 7 mensagens se fosse utilizada uma rede
de comunicação no modelo Mestre-Escravo (ou Cliente-Servidor)
inversor1 inversor3
inversor2
CTLR1 HMI
Sensor
CTLR2
#1
#2
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Unicast vs. Broadcast
Controller
BROADCAST
One-to-one, individual
transactions
One-to-all, single
transaction
Controller
UNICAST
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Multicast
MULTICAST
Controller
 Switches replicam os fluxos de dados para os segmentos e hosts que necessitam
dele
 O host (controlador) que quer receber o tráfego de um grupo multicast pode entrar e
sair do grupo dinamicamente
 Aguns controladores são membros de um grupo multicast designado e pode estar
localizado em qualquer lugar na rede de Camada 2 (Layer2) – não para a Camada 3
(Layer3) devido ao multicast TTL = 1 da EtherNet / IP
One-to-many,
single transaction
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Sistemas de gerenciamento Industrial
•Algumas das Estratégias de Gerenciamento Industrial incluem CIM (Computer
Integraded Manufacturing), JIT (Just in Time), FMS (Flexible Manufacturing
Systems), HMI (Human Machine Interfaces), MES (Manufacturing Execution
System), MRP (Material Requeriments Planning), MRP II (Manufacturing
Resources Planning), ERP (Enterprise Resources Planning) e SCM (Supply
Chain Management).
•A maior parte dos sistemas de gerenciamento localiza-se num dos seguintes
níveis:
•MIS (Management Information System) Business Intelligence e Manufacturing Intelligence
•Supervisão Visualização e Operação
•Sistema de Controle
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Sistema de Controle
• O nível do Sistema de Controle envolve a transferência de informações ponto
a ponto entre equipamentos tais como PLCs, PACs, CNCs, DCSs,
Controladores de Segurança, robôs e outros controladores de modo a fornecer
uma operação eficiente e segura nos processos. Ele também disponibiliza a
interface com os níveis de Supervisão e MIS (Management Information System).
• Tecnologias para integrar a operação:
•MAP (Manufacturing Automation Protocol)
•Redes Fieldbus
•Destaque para a Ethernet/IP
•OPC (OLE –Object Linking and Embedding –
Process Control)
HMI Clients
Controller
Industrial Network
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Sistema de Controle - MAP
•MAP (Manufacturing Automation Protocol)
É um sistema de controle com padrão de comunicação aberto,
desenvolvido em 1980 pela GM. Na época, a GM possuía em torno de 40000
dispositivos inteligentes no chão de fábrica em ilhas de automação isoladas.
Apesar do sucesso inicial, o MAP não popularizou-se
internacionalmente. O principal problema foi a falta de um caminho de migração
para os usuários de equipamentos produzidos fora do padrão MAP.
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Sistema de Controle – Redes Fieldbus
•Redes Fieldbus
Diversos padrões para sistemas Fieldbus tem sido desenvolvidos nos
últimos anos. São redes de alta velocidade projetadas especificamente para
aplicações em Sistema de Controle. Algumas destas redes especificam
requisitos para aplicação em sistemas de segurança intrínseca, alimentação
elétrica via cabo de comunicação e sistemas com redundância.
Ex.: Safety DeviceNet, DeviceNet, ControlNet,
Safety Ethernet/IP e Ethernet/IP.
Profibus-DP e Profibus-PA
HMI Clients
Controller
Industrial Network
Drive
Sensor
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Sistema de Controle – Redes Fieldbus
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Sistema de Controle – Ethernet/IP
•Ethernet/IP
A Ethernet para aplicação no Sistema de Controle Industrial possui
vantagens como o baixo custo para instalação e manutenção, configuração e
gerenciamento simplificados, e fácil conectividade em redes intranets ou na
Internet.
A taxa de transferência pode ser de 10Mbps, 100Mbps (Fast Ethernet) e
1Gbps (Gigabit Ethernet).
Entre as facilidades da Ethernet são a comunicação com múltiplos
dispositivos e gerenciamento do tráfego entre sistema de Controle e
computadores, tornam eficiente sua utilização para integrar desde os níveis do
Sistema de Controle até o Sistema MIS (Management Information System).
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Sistema de Controle – Ethernet/IP
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Sistema de Controle – Ethernet/IP
Multi-discipline Industrial Network Convergence
Process Control
Discrete Control
Information Technology
Intelligent Motor Control Convergence of Industrial Automation Technology (IAT)
with Information Technology (IT)
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Sistema de Controle – OPC
• OPC (OLE –Object Linking and Embedding – Process Control)
Este padrão foi desenvolvido a partir de 1995 e atualmente é controlado pela
Fundação OPC. Possui arquitetura aberta, flexível e “plug-and-play” na interface de
comunicação para dispositivos de controle. Baseado nas tecnologias OLE e COM (Component
Object Model) da Microsoft, consiste de um conjunto de padrões para interfaces, propriedades e
métodos para controle no processo e aplicações de automação.
O OPC utiliza a arquitetura cliente/servidor. No caso da Ethernet o OPC padroniza a
interface apresentada por todos os dispositivos.
Os servidores OPC atuam como componentes de software executados em plataforma
Microsoft, que fornece interface para aplicações em dispositivos contendo padrão de
comunicação proprietário.
Exemplos:
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Supervisão
• Este nível atua como um estágio de processamento intermediário da
informação transferida entre MIS (Management Information System) e
Sistema de Controle.
•Principais Funções:
•Controle de Supervisão e monitoração do processo em tempo real.
•Realimentação em tempo real.
•Relatórios de operação.
•Planejamento de controle de recursos.
•Instruções de produção.
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Supervisão
• Principais características:
•Gráficos orientados a objetos.
•Arquitetura de rede mestre/escravo ou produtor/consumidor.
•Arquitetura de visualização local ou distribuída com
servidores/clientes
•Alta performance na comunicação com PLCs/PACs e outros
controladores.
•Relatório e consulta de Alarmes.
•Operação em tempo real.
•Controle de Acesso de Operadores/Supervisores - Login
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Supervisão
• Controle e
Supervisão
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
• Realimentação em tempo real
Supervisão
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Supervisão
• Relatórios de Operação e
qualidade
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Supervisão
• AUTOMAÇÃO
Planejamento de
Controle e
Recursos.
•Instruções de
Produção e
qualidade.
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
MIS (Management Information System)
Business Intelligence & Manufacturing Intelligence
•A integração do nível MIS com os outros níveis de gerenciamento é
direcionada para uma visão de produção eficiente, com todas as
informações críticas disponíveis na forma eletrônica. O objetivo final é
proporcionar um instrumento de decisão e implementação operacional em
tempo real.
•Sistema deste nível, como o ERP, MES e SCM são comprometidos com o
aumento da eficiência, redução de inconsistências e confirmação do tempo
do processo completo.
•Com isso, este sistema é dependente da precisão na modelagem
(programação) das tarefas de automação.
FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Perguntas?

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

5 sistemas supervisorios e redes industriais
5 sistemas supervisorios e redes industriais5 sistemas supervisorios e redes industriais
5 sistemas supervisorios e redes industriaisMarcos Sincerre
 
Clp – controlador lógico programável
Clp – controlador lógico programávelClp – controlador lógico programável
Clp – controlador lógico programávelVictor Said
 
Apostila Redes Industriais - Prof. Camilo A. Anauate
Apostila Redes Industriais - Prof. Camilo A. AnauateApostila Redes Industriais - Prof. Camilo A. Anauate
Apostila Redes Industriais - Prof. Camilo A. Anauate Camilo Alberto Anauate
 
Apostila Redes Industriais IV - Prof. Camilo A. Anauate 2013
Apostila Redes Industriais IV - Prof. Camilo A. Anauate 2013Apostila Redes Industriais IV - Prof. Camilo A. Anauate 2013
Apostila Redes Industriais IV - Prof. Camilo A. Anauate 2013 Camilo Alberto Anauate
 
Sistemas supervisórios e sdcd
Sistemas supervisórios e sdcdSistemas supervisórios e sdcd
Sistemas supervisórios e sdcdFabiano Sales
 
Basico de protocolos_2009
Basico de protocolos_2009Basico de protocolos_2009
Basico de protocolos_2009redesinforma
 
Mitsubishi electric catálogo_factory_automation
Mitsubishi electric catálogo_factory_automationMitsubishi electric catálogo_factory_automation
Mitsubishi electric catálogo_factory_automationwsantos2018
 
196991714 curso startup logo sce pt 900 010 r1307
196991714 curso startup logo sce pt 900 010 r1307196991714 curso startup logo sce pt 900 010 r1307
196991714 curso startup logo sce pt 900 010 r1307Charles Santos
 
Schneider mcsetcatalogo sf6vacuo_port
Schneider mcsetcatalogo sf6vacuo_portSchneider mcsetcatalogo sf6vacuo_port
Schneider mcsetcatalogo sf6vacuo_portLeandro Matos Riani
 

Mais procurados (20)

5 sistemas supervisorios e redes industriais
5 sistemas supervisorios e redes industriais5 sistemas supervisorios e redes industriais
5 sistemas supervisorios e redes industriais
 
Tese de mestrado
Tese de mestradoTese de mestrado
Tese de mestrado
 
Curso clp siemens
Curso clp siemensCurso clp siemens
Curso clp siemens
 
TUDO SOBRE PLC
TUDO SOBRE PLCTUDO SOBRE PLC
TUDO SOBRE PLC
 
Trab+clp
Trab+clpTrab+clp
Trab+clp
 
Apostila1 clp logo
Apostila1 clp logoApostila1 clp logo
Apostila1 clp logo
 
Clp – controlador lógico programável
Clp – controlador lógico programávelClp – controlador lógico programável
Clp – controlador lógico programável
 
Clp basico
Clp basicoClp basico
Clp basico
 
Apostila Redes Industriais - Prof. Camilo A. Anauate
Apostila Redes Industriais - Prof. Camilo A. AnauateApostila Redes Industriais - Prof. Camilo A. Anauate
Apostila Redes Industriais - Prof. Camilo A. Anauate
 
Apostila Redes Industriais IV - Prof. Camilo A. Anauate 2013
Apostila Redes Industriais IV - Prof. Camilo A. Anauate 2013Apostila Redes Industriais IV - Prof. Camilo A. Anauate 2013
Apostila Redes Industriais IV - Prof. Camilo A. Anauate 2013
 
Sistemas supervisórios e sdcd
Sistemas supervisórios e sdcdSistemas supervisórios e sdcd
Sistemas supervisórios e sdcd
 
Simatic s7 1200_final
Simatic s7 1200_finalSimatic s7 1200_final
Simatic s7 1200_final
 
Clp siemens
Clp siemensClp siemens
Clp siemens
 
Step7 200 completo
Step7 200 completoStep7 200 completo
Step7 200 completo
 
Basico de protocolos_2009
Basico de protocolos_2009Basico de protocolos_2009
Basico de protocolos_2009
 
Mitsubishi electric catálogo_factory_automation
Mitsubishi electric catálogo_factory_automationMitsubishi electric catálogo_factory_automation
Mitsubishi electric catálogo_factory_automation
 
Scada e scdc trabalho
Scada e scdc   trabalhoScada e scdc   trabalho
Scada e scdc trabalho
 
196991714 curso startup logo sce pt 900 010 r1307
196991714 curso startup logo sce pt 900 010 r1307196991714 curso startup logo sce pt 900 010 r1307
196991714 curso startup logo sce pt 900 010 r1307
 
Apostila curso clp 2
Apostila   curso clp 2Apostila   curso clp 2
Apostila curso clp 2
 
Schneider mcsetcatalogo sf6vacuo_port
Schneider mcsetcatalogo sf6vacuo_portSchneider mcsetcatalogo sf6vacuo_port
Schneider mcsetcatalogo sf6vacuo_port
 

Semelhante a Apresentacao -aula_01_rede_industrial

27817833 apostila-de-sistema-supervisorio-intouch
27817833 apostila-de-sistema-supervisorio-intouch27817833 apostila-de-sistema-supervisorio-intouch
27817833 apostila-de-sistema-supervisorio-intouchIvanir Silva
 
Automacao industrial indutrial 94 páginas
Automacao industrial indutrial 94 páginasAutomacao industrial indutrial 94 páginas
Automacao industrial indutrial 94 páginasAIRTON JUNIOR GERMANO
 
Arquitetura control logix
Arquitetura control logixArquitetura control logix
Arquitetura control logixSaddam Lande
 
principios de redes de campo.pdf
principios de redes de campo.pdfprincipios de redes de campo.pdf
principios de redes de campo.pdfHermenegildoNovais
 
95579522 control-net
95579522 control-net95579522 control-net
95579522 control-netnnicolau3
 
Implementing multiloop control_strategy_using_iec61131
Implementing multiloop control_strategy_using_iec61131Implementing multiloop control_strategy_using_iec61131
Implementing multiloop control_strategy_using_iec61131Tiago Oliveira
 
MODERNIZAÇÃO DA SINTERIZAÇÃO DA BELGO ARCELOR - USINA MONLEVADE
MODERNIZAÇÃO DA SINTERIZAÇÃO DA BELGO ARCELOR - USINA MONLEVADEMODERNIZAÇÃO DA SINTERIZAÇÃO DA BELGO ARCELOR - USINA MONLEVADE
MODERNIZAÇÃO DA SINTERIZAÇÃO DA BELGO ARCELOR - USINA MONLEVADEIHM Engenharia
 
1- Introdução a automação industrial na pratica
1- Introdução a automação industrial na pratica1- Introdução a automação industrial na pratica
1- Introdução a automação industrial na praticaLuandiego8
 
Clp automacao redes_protocolos
Clp automacao redes_protocolosClp automacao redes_protocolos
Clp automacao redes_protocolosWellington barbosa
 
O que é profibus
O que é profibusO que é profibus
O que é profibusrafabecka
 
aula9_tecnologia_processos.pdf
aula9_tecnologia_processos.pdfaula9_tecnologia_processos.pdf
aula9_tecnologia_processos.pdfElizabeteNunes9
 
Tecnologia da informacao
Tecnologia da informacaoTecnologia da informacao
Tecnologia da informacaoLuiz
 
Sistemas operativos de grande porte
Sistemas operativos de grande porteSistemas operativos de grande porte
Sistemas operativos de grande porteteacherpereira
 
Sistemas operativos de grande porte
Sistemas operativos de grande porteSistemas operativos de grande porte
Sistemas operativos de grande porteteacherpereira
 

Semelhante a Apresentacao -aula_01_rede_industrial (20)

redes_industriais_.pdf
redes_industriais_.pdfredes_industriais_.pdf
redes_industriais_.pdf
 
27817833 apostila-de-sistema-supervisorio-intouch
27817833 apostila-de-sistema-supervisorio-intouch27817833 apostila-de-sistema-supervisorio-intouch
27817833 apostila-de-sistema-supervisorio-intouch
 
Automacao industrial indutrial 94 páginas
Automacao industrial indutrial 94 páginasAutomacao industrial indutrial 94 páginas
Automacao industrial indutrial 94 páginas
 
Arquitetura control logix
Arquitetura control logixArquitetura control logix
Arquitetura control logix
 
Redes industriais
Redes industriaisRedes industriais
Redes industriais
 
principios de redes de campo.pdf
principios de redes de campo.pdfprincipios de redes de campo.pdf
principios de redes de campo.pdf
 
95579522 control-net
95579522 control-net95579522 control-net
95579522 control-net
 
Implementing multiloop control_strategy_using_iec61131
Implementing multiloop control_strategy_using_iec61131Implementing multiloop control_strategy_using_iec61131
Implementing multiloop control_strategy_using_iec61131
 
PIF2019 - A17 - Thiago Lombardi - Baumier
PIF2019 - A17 - Thiago Lombardi - BaumierPIF2019 - A17 - Thiago Lombardi - Baumier
PIF2019 - A17 - Thiago Lombardi - Baumier
 
MODERNIZAÇÃO DA SINTERIZAÇÃO DA BELGO ARCELOR - USINA MONLEVADE
MODERNIZAÇÃO DA SINTERIZAÇÃO DA BELGO ARCELOR - USINA MONLEVADEMODERNIZAÇÃO DA SINTERIZAÇÃO DA BELGO ARCELOR - USINA MONLEVADE
MODERNIZAÇÃO DA SINTERIZAÇÃO DA BELGO ARCELOR - USINA MONLEVADE
 
1- Introdução.ppt
1- Introdução.ppt1- Introdução.ppt
1- Introdução.ppt
 
1- Introdução a automação industrial na pratica
1- Introdução a automação industrial na pratica1- Introdução a automação industrial na pratica
1- Introdução a automação industrial na pratica
 
Gerredes
GerredesGerredes
Gerredes
 
Clp automacao redes_protocolos
Clp automacao redes_protocolosClp automacao redes_protocolos
Clp automacao redes_protocolos
 
O que é profibus
O que é profibusO que é profibus
O que é profibus
 
aula9_tecnologia_processos.pdf
aula9_tecnologia_processos.pdfaula9_tecnologia_processos.pdf
aula9_tecnologia_processos.pdf
 
Tecnologia da informacao
Tecnologia da informacaoTecnologia da informacao
Tecnologia da informacao
 
Sistemas operativos de grande porte
Sistemas operativos de grande porteSistemas operativos de grande porte
Sistemas operativos de grande porte
 
Sistemas operativos de grande porte
Sistemas operativos de grande porteSistemas operativos de grande porte
Sistemas operativos de grande porte
 
Clp siemens s7 200
Clp siemens s7 200Clp siemens s7 200
Clp siemens s7 200
 

Último

Proposta de dimensionamento. PROJETO DO CURSO 2023.pptx
Proposta de dimensionamento. PROJETO DO CURSO 2023.pptxProposta de dimensionamento. PROJETO DO CURSO 2023.pptx
Proposta de dimensionamento. PROJETO DO CURSO 2023.pptxWiliamArmandoHarisso
 
pdfcoffee.com_cod1122-treinamento-de-paleteira-eletrica-pdf-free (1).pdf
pdfcoffee.com_cod1122-treinamento-de-paleteira-eletrica-pdf-free (1).pdfpdfcoffee.com_cod1122-treinamento-de-paleteira-eletrica-pdf-free (1).pdf
pdfcoffee.com_cod1122-treinamento-de-paleteira-eletrica-pdf-free (1).pdfrwewerw
 
treinamento de moldagem por injeção plástica
treinamento de moldagem por injeção plásticatreinamento de moldagem por injeção plástica
treinamento de moldagem por injeção plásticaleilannygaldino
 
Aula Estruturas de concreto I - apresentaçaõ em slides
Aula Estruturas de concreto I - apresentaçaõ em slidesAula Estruturas de concreto I - apresentaçaõ em slides
Aula Estruturas de concreto I - apresentaçaõ em slidesAntonioJhennysonSouz1
 
NR10-Treinamento-Basico-Parte-2-Jul-21.pptx
NR10-Treinamento-Basico-Parte-2-Jul-21.pptxNR10-Treinamento-Basico-Parte-2-Jul-21.pptx
NR10-Treinamento-Basico-Parte-2-Jul-21.pptxMarceloLeoSanttana
 
Integração_de__Segurança do Trabalho.pdf
Integração_de__Segurança do Trabalho.pdfIntegração_de__Segurança do Trabalho.pdf
Integração_de__Segurança do Trabalho.pdfEderAlexandre7
 
Ateliê de costura trabalho final apresentação.pdf
Ateliê de costura trabalho final apresentação.pdfAteliê de costura trabalho final apresentação.pdf
Ateliê de costura trabalho final apresentação.pdfJaquelineMoura42
 
ST 2024 Apresentação Comercial - VF.ppsx
ST 2024 Apresentação Comercial - VF.ppsxST 2024 Apresentação Comercial - VF.ppsx
ST 2024 Apresentação Comercial - VF.ppsxmarketing18485
 
SEG NR 18 - SEGURANÇA E SAÚDE O TRABALHO NA INDUSTRIA DA COSTRUÇÃO CIVIL.pptx
SEG NR 18 - SEGURANÇA E SAÚDE O TRABALHO NA INDUSTRIA DA COSTRUÇÃO CIVIL.pptxSEG NR 18 - SEGURANÇA E SAÚDE O TRABALHO NA INDUSTRIA DA COSTRUÇÃO CIVIL.pptx
SEG NR 18 - SEGURANÇA E SAÚDE O TRABALHO NA INDUSTRIA DA COSTRUÇÃO CIVIL.pptxavaseg
 

Último (9)

Proposta de dimensionamento. PROJETO DO CURSO 2023.pptx
Proposta de dimensionamento. PROJETO DO CURSO 2023.pptxProposta de dimensionamento. PROJETO DO CURSO 2023.pptx
Proposta de dimensionamento. PROJETO DO CURSO 2023.pptx
 
pdfcoffee.com_cod1122-treinamento-de-paleteira-eletrica-pdf-free (1).pdf
pdfcoffee.com_cod1122-treinamento-de-paleteira-eletrica-pdf-free (1).pdfpdfcoffee.com_cod1122-treinamento-de-paleteira-eletrica-pdf-free (1).pdf
pdfcoffee.com_cod1122-treinamento-de-paleteira-eletrica-pdf-free (1).pdf
 
treinamento de moldagem por injeção plástica
treinamento de moldagem por injeção plásticatreinamento de moldagem por injeção plástica
treinamento de moldagem por injeção plástica
 
Aula Estruturas de concreto I - apresentaçaõ em slides
Aula Estruturas de concreto I - apresentaçaõ em slidesAula Estruturas de concreto I - apresentaçaõ em slides
Aula Estruturas de concreto I - apresentaçaõ em slides
 
NR10-Treinamento-Basico-Parte-2-Jul-21.pptx
NR10-Treinamento-Basico-Parte-2-Jul-21.pptxNR10-Treinamento-Basico-Parte-2-Jul-21.pptx
NR10-Treinamento-Basico-Parte-2-Jul-21.pptx
 
Integração_de__Segurança do Trabalho.pdf
Integração_de__Segurança do Trabalho.pdfIntegração_de__Segurança do Trabalho.pdf
Integração_de__Segurança do Trabalho.pdf
 
Ateliê de costura trabalho final apresentação.pdf
Ateliê de costura trabalho final apresentação.pdfAteliê de costura trabalho final apresentação.pdf
Ateliê de costura trabalho final apresentação.pdf
 
ST 2024 Apresentação Comercial - VF.ppsx
ST 2024 Apresentação Comercial - VF.ppsxST 2024 Apresentação Comercial - VF.ppsx
ST 2024 Apresentação Comercial - VF.ppsx
 
SEG NR 18 - SEGURANÇA E SAÚDE O TRABALHO NA INDUSTRIA DA COSTRUÇÃO CIVIL.pptx
SEG NR 18 - SEGURANÇA E SAÚDE O TRABALHO NA INDUSTRIA DA COSTRUÇÃO CIVIL.pptxSEG NR 18 - SEGURANÇA E SAÚDE O TRABALHO NA INDUSTRIA DA COSTRUÇÃO CIVIL.pptx
SEG NR 18 - SEGURANÇA E SAÚDE O TRABALHO NA INDUSTRIA DA COSTRUÇÃO CIVIL.pptx
 

Apresentacao -aula_01_rede_industrial

  • 1. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Rede Industrial e Tecnologias de Controle Redes Industriais Semestre 01/2015 Engenharia de Controle e Automação
  • 2. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Introdução  Muitos sistemas e técnicas tem sido desenvolvidos para o controle de operação, supervisão e gerenciamento na otimização do processo industrial.  O mesmo ocorre na parte física do processo de automação industrial, com novas tecnologias e métodos para a transmissão em redes de dados bem como conceitos de desenvolvimento. PACKAGING LINE 1 Data base ERP and Information Systems Business Intelligence HMI and View Clients Typical System Architecture MES and Automation Systems Manufacturing Intelligence Controllers Server1 Server2
  • 3. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Arquitetura da Automação Industrial  Nível 5: Administração dos recursos da empresa. Softwares para gestão de vendas e financeira. Decisão e gerenciamento de todo o sistema.  Nível 4: Nível da programação e planejamento da produção, realizando o controle e a logística dos suprimentos.  Nível 3: Controle do processo produtivo da planta. Constituído por banco de dados, com informação sobre índices de qualidade da produção, relatórios e estatísticas de processo, índices de produtividade, algoritmos de otimização da operação produtiva.  Nível 2: Controladores digitais, dinâmicos e lógicos, e de algum tipo de supervisão associada ao processo. Aqui se encontram concentradores de informações sobre o Nível 1, e as Interfaces Homem-Máquina (IHM)  Nível 1: É o nível das máquinas, dispositivos e componentes (chão-de-fábrica). ISA-95 https://www.isa.org/isa95/
  • 4. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Warehousing, Receiving, MES, CMMS, CAPA, LIMS, Auto ID Level 4 ERP, Compliance, Analysis, Health/Safety/Environment Level 5 HMI, DCS, Historians, Batch, Compliance Level 3 Equipment and sensors Lab Instruments Level 1 HMI, PLC’s, DCS,Instrumentation, Analytics Level 2 Integração com Redes de Comunicação Arquitetura da Automação Industrial ISA-95
  • 5. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO The Connected Enterprise Integrated Control and Information Enterprise Optimization Information Aggregation and Analytics Converged Secure Network Infrastructure Multi-disciplined Control Intelligent Assets Business Management Production Management Operations Engineering Maintenance ISA-95
  • 6. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Arquitetura de Referência Converged Plantwide Ethernet (CPwE)  Design guidance  Best practices and recommendations  Methodology  Documented configuration settings  Developed against tested and validated architectures  “Future-ready” network foundation GE Link for Failover Detection Firewall (Active) Firewall (Standby) Layer 3 Router Layer 3 Switch Stack Layer 2 Switch Drive Controller Controller Drive HMI Controller Drive HMI Distributed I/O Distributed I/O Level 0–2 HMI Cell/Area #1 (Redundant Star Topology) Cell/Area #2 (Ring Topology) Cell/Area #3 (Bus Topology) Cell/Area Zone Manufacturing Zone Level 3 Demilitarized Zone (DMZ) Demilitarized Zone (DMZ) Enterprise Zone Levels 4 and 5 Windows 2003 Servers • Remote desktop connection • VNC • PCAnywhere FactoryTalk Applications • View • Metrics • Historian • AssetCentre • ProductionCentre Network Services • DNS, DHCP, syslog server • Network and security management http://literature.rockwellautomation.com/idc/groups/literature/documents/wp/enet-wp004_-en-e.pdf
  • 7. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Arquitetura de Referência Wireless Converged Plantwide Ethernet (CPwE)  Design guidance  Best practices and recommendations  Methodology  Documented configuration settings  Developed against tested and validated architectures  “Future-ready” network foundation http://literature.rockwellautomation.com/idc/groups/literature/documents/wp/enet-wp034_-en-p.pdf
  • 8. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Evolução do controle distribuído 1990’s Flex I/O Drive PB Panel A partir de 2000 Multi-disciplined Controller Drive w/PID Safety Controller IHM Flex I/O O.S. Packaged Controller 1980’s
  • 9. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO A Rede Industrial  Uma rede faz a comunicação entre um determinado número de estações de forma que possam trocar informações entre si.  Também transmite informação para o controle de um processo. Uma rede é distinguida pelo tipo de sistema que compõe o backbone. Suas características podem ser determinadas em função do gerenciamento do fluxo de informação dentro do sistema.  Informação ........ Controle ......... Dispositivos (campo)
  • 10. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Sistema em tempo real  Um sistema em tempo real executa as tarefas em sincronismo com o tempo presente. Estas tarefas podem consistir na aquisição de dados, cálculos de controle de processos, inicialização de uma ação crítica e controle de atuadores.  Atualmente há sistemas no qual a “inteligência” é distribuída em equipamentos terminais remotos. Estes sistemas envolviam a resolução de dois tipos de problemas:  Configuração do terminal inteligente através da rede  Coordenação dos elementos distribuídos de uma aplicação para a troca de dados em determinado instante (conceito de sincronização).
  • 11. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO … e finalmente, a Arquitetura deve prover acesso e informação para quem precisa! CIP CIP Informação Controle Campo Controle Informação • Uma boa rede de comunicação: • Acessa TODO sistema de controle de um ÚNICO LOCAL • Transmissão de mensagens de forma transparente • Não há programação extra nos gateways e proxys, sem segredos!
  • 12. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO O Modelo para Troca de Informação  Os principais modelos utilizados são:  o cliente/servidor (ou mestre/escravo, ou ainda origem/destino – baseado em filas) e,  o produtor/consumidor (baseado em tabelas de comunicação)
  • 13. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Modelo Cliente/Servidor  Dentro do protocolo de comunicação de cada estação é incluído um conjunto de filas para receber e enviar arquivos. Quando uma estação quer, por exemplo, ler o valor registrado por um sensor de temperatura, ele envia uma mensagem para sua interface de comunicação ler esta variável do processo da estação X. Isto desencadeia a seqüência:  A mensagem de solicitação é mantida numa fila de saída e será lançada para a rede na próxima vez que a estação X se comunicar.  O sensor de temperatura recebe a solicitação que será mantida numa fila de recepção.  O sensor mede (ou calcula) o valor solicitado e retorna este valor utilizando a mesma freqüência.  O tempo de espera nas filas representa o principal fator no tempo de resposta do modelo. Uma estação com baixa performance refletirá na performance do sistema inteiro. Por isto, sistemas cliente/servidor são difíceis de configurar.
  • 14. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Modelo Cliente/Servidor  Uma pessoa (origem) informa individualmente a cada uma das outras pessoas na sala (destino) o horário marcado em seu relógio (dado)  O tempo continua passando enquanto a “origem “ informa o horário a cada um  dados não estarão corretos após as primeiras pessoas  Tanto origem como destinos terão que fazer ajustes para se alcançar algum tipo de sincronismo  A agilidade deste processo varia em função do número de pessoas na sala
  • 15. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Modelo Produtor/Consumidor  Usa um grupo de buffers no caminho de comunicação de cada estação:  Cada buffer corresponde a uma variável da aplicação.  Cada buffer é identificado especificamente dentro do grupo de aplicação por rótulo lógico.  Cada buffer mantém o valor instantâneo de uma variável da aplicação, esperando para ser enviado via rede ou ser usado pela aplicação.  Processos principais:  Produtor: deposita o novo valor em um buffer de transmissão.  A rede: copia o conteúdo do buffer de transmissão do produtor para um buffer de recepção do consumidor.  O consumidor: captura o valor contido no seu buffer de recepção.
  • 16. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Modelo Produtor/Consumidor  Sistemas deste tipo são fáceis de configurar, especialmente onde é requerido a operação cíclica. O modelo produtor/consumidor é limitado ao gerenciamento de eventos e transmissão de grande quantidade de informação.
  • 17. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Modelo Produtor/Consumidor - Multicast  Uma pessoa informa o horário (produtor) a todos os presentes  Todas as 20 pessoas recebem a informação simultaneamente  Algumas pessoas podem optar por “consumir”os dados (reconhecer a recepção por um gesto, ajustar seus relógios, etc..)  Outros podem optar por não “consumir” a informação.  Altamente eficiente (os dados são produzidos apenas uma vez, não são necessários ajustes adicionais para produtores e/ou consumidores)  Altamente determinístico (tempo de transmissão não muda se mais pessoas entrarem ou saírem da sala)
  • 18. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Modelo Produtor/Consumidor - Multicast • Mensagem #1 – referência de posição do sensor transmitida em multicast aos CTRL1, 2 e IHM • Mensagem #2 – comando de velocidade do CTRL1 transmitido simultaneamente aos 3 inversores e IHM • Multicast não é possível com modelo mestre/escravo – no sistema acima teríamos necessariamente 7 mensagens se fosse utilizada uma rede de comunicação no modelo Mestre-Escravo (ou Cliente-Servidor) inversor1 inversor3 inversor2 CTLR1 HMI Sensor CTLR2 #1 #2
  • 19. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Unicast vs. Broadcast Controller BROADCAST One-to-one, individual transactions One-to-all, single transaction Controller UNICAST
  • 20. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Multicast MULTICAST Controller  Switches replicam os fluxos de dados para os segmentos e hosts que necessitam dele  O host (controlador) que quer receber o tráfego de um grupo multicast pode entrar e sair do grupo dinamicamente  Aguns controladores são membros de um grupo multicast designado e pode estar localizado em qualquer lugar na rede de Camada 2 (Layer2) – não para a Camada 3 (Layer3) devido ao multicast TTL = 1 da EtherNet / IP One-to-many, single transaction
  • 21. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Sistemas de gerenciamento Industrial •Algumas das Estratégias de Gerenciamento Industrial incluem CIM (Computer Integraded Manufacturing), JIT (Just in Time), FMS (Flexible Manufacturing Systems), HMI (Human Machine Interfaces), MES (Manufacturing Execution System), MRP (Material Requeriments Planning), MRP II (Manufacturing Resources Planning), ERP (Enterprise Resources Planning) e SCM (Supply Chain Management). •A maior parte dos sistemas de gerenciamento localiza-se num dos seguintes níveis: •MIS (Management Information System) Business Intelligence e Manufacturing Intelligence •Supervisão Visualização e Operação •Sistema de Controle
  • 22. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Sistema de Controle • O nível do Sistema de Controle envolve a transferência de informações ponto a ponto entre equipamentos tais como PLCs, PACs, CNCs, DCSs, Controladores de Segurança, robôs e outros controladores de modo a fornecer uma operação eficiente e segura nos processos. Ele também disponibiliza a interface com os níveis de Supervisão e MIS (Management Information System). • Tecnologias para integrar a operação: •MAP (Manufacturing Automation Protocol) •Redes Fieldbus •Destaque para a Ethernet/IP •OPC (OLE –Object Linking and Embedding – Process Control) HMI Clients Controller Industrial Network
  • 23. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Sistema de Controle - MAP •MAP (Manufacturing Automation Protocol) É um sistema de controle com padrão de comunicação aberto, desenvolvido em 1980 pela GM. Na época, a GM possuía em torno de 40000 dispositivos inteligentes no chão de fábrica em ilhas de automação isoladas. Apesar do sucesso inicial, o MAP não popularizou-se internacionalmente. O principal problema foi a falta de um caminho de migração para os usuários de equipamentos produzidos fora do padrão MAP.
  • 24. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Sistema de Controle – Redes Fieldbus •Redes Fieldbus Diversos padrões para sistemas Fieldbus tem sido desenvolvidos nos últimos anos. São redes de alta velocidade projetadas especificamente para aplicações em Sistema de Controle. Algumas destas redes especificam requisitos para aplicação em sistemas de segurança intrínseca, alimentação elétrica via cabo de comunicação e sistemas com redundância. Ex.: Safety DeviceNet, DeviceNet, ControlNet, Safety Ethernet/IP e Ethernet/IP. Profibus-DP e Profibus-PA HMI Clients Controller Industrial Network Drive Sensor
  • 25. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Sistema de Controle – Redes Fieldbus
  • 26. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Sistema de Controle – Ethernet/IP •Ethernet/IP A Ethernet para aplicação no Sistema de Controle Industrial possui vantagens como o baixo custo para instalação e manutenção, configuração e gerenciamento simplificados, e fácil conectividade em redes intranets ou na Internet. A taxa de transferência pode ser de 10Mbps, 100Mbps (Fast Ethernet) e 1Gbps (Gigabit Ethernet). Entre as facilidades da Ethernet são a comunicação com múltiplos dispositivos e gerenciamento do tráfego entre sistema de Controle e computadores, tornam eficiente sua utilização para integrar desde os níveis do Sistema de Controle até o Sistema MIS (Management Information System).
  • 27. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Sistema de Controle – Ethernet/IP
  • 28. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Sistema de Controle – Ethernet/IP Multi-discipline Industrial Network Convergence Process Control Discrete Control Information Technology Intelligent Motor Control Convergence of Industrial Automation Technology (IAT) with Information Technology (IT)
  • 29. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Sistema de Controle – OPC • OPC (OLE –Object Linking and Embedding – Process Control) Este padrão foi desenvolvido a partir de 1995 e atualmente é controlado pela Fundação OPC. Possui arquitetura aberta, flexível e “plug-and-play” na interface de comunicação para dispositivos de controle. Baseado nas tecnologias OLE e COM (Component Object Model) da Microsoft, consiste de um conjunto de padrões para interfaces, propriedades e métodos para controle no processo e aplicações de automação. O OPC utiliza a arquitetura cliente/servidor. No caso da Ethernet o OPC padroniza a interface apresentada por todos os dispositivos. Os servidores OPC atuam como componentes de software executados em plataforma Microsoft, que fornece interface para aplicações em dispositivos contendo padrão de comunicação proprietário. Exemplos:
  • 30. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Supervisão • Este nível atua como um estágio de processamento intermediário da informação transferida entre MIS (Management Information System) e Sistema de Controle. •Principais Funções: •Controle de Supervisão e monitoração do processo em tempo real. •Realimentação em tempo real. •Relatórios de operação. •Planejamento de controle de recursos. •Instruções de produção.
  • 31. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Supervisão • Principais características: •Gráficos orientados a objetos. •Arquitetura de rede mestre/escravo ou produtor/consumidor. •Arquitetura de visualização local ou distribuída com servidores/clientes •Alta performance na comunicação com PLCs/PACs e outros controladores. •Relatório e consulta de Alarmes. •Operação em tempo real. •Controle de Acesso de Operadores/Supervisores - Login
  • 32. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Supervisão • Controle e Supervisão
  • 33. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO • Realimentação em tempo real Supervisão
  • 34. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Supervisão • Relatórios de Operação e qualidade
  • 35. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Supervisão • AUTOMAÇÃO Planejamento de Controle e Recursos. •Instruções de Produção e qualidade.
  • 36. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO MIS (Management Information System) Business Intelligence & Manufacturing Intelligence •A integração do nível MIS com os outros níveis de gerenciamento é direcionada para uma visão de produção eficiente, com todas as informações críticas disponíveis na forma eletrônica. O objetivo final é proporcionar um instrumento de decisão e implementação operacional em tempo real. •Sistema deste nível, como o ERP, MES e SCM são comprometidos com o aumento da eficiência, redução de inconsistências e confirmação do tempo do processo completo. •Com isso, este sistema é dependente da precisão na modelagem (programação) das tarefas de automação.
  • 37. FENG – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Perguntas?