CRIANÇAS COM AUTISMO PODEM DESENVOLVER HABILIDADES COMO LER E ESCREVER?
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CRIANÇAS COM AUTISMO PODEM DESENVOLVER
HABILIDADES COMO LER E ESCREVER?
Os interesses e motivações de cada criança, jovem ou adulto com autismo, serão diferentes, por
isso, é importante que os pais, educadores e terapeutas, estejam atentos aos estágios e desafios
a ser trabalhado em relação as letras, números, escrita e leitura.
INTERAÇÃO CONEXÃO LETRAMENTO
A interação global com a pessoa com autismo e a conexão lúdica, com holística em suas
preferências e motivações, são um dos fatores relevantes para o letramento e
desenvolvimento de outras habilidade.
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CRIANÇAS COM AUTISMO PODEM DESENVOLVER
HABILIDADES COMO LER E ESCREVER?
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CONTATO VISUAL
ATENÇÃO
COMPARTILHADA
FLEXIBILIDADE JOGO SIMBÓLICO
COMUNICAÇÃO VERBAL E
NÃO VERBAL
HABILIDADES
SOCIOEMOCIONAIS
Para desenvolver o letramento, é
necessário que os estimuladores
observem : o contato visual, a
comunicação verbal e não verbal, as
habilidades sociais, a atenção
compartilhada, a flexibilidade de
ambas as partes e como a interação
nas questões que envolvem jogos
simbólicos, ocorrem.
Conforme a pessoa com autismo
aprenda a se envolver mais nas
interações e a interagir com pessoas
por períodos maiores, ficará cada
vez mais fácil para ela aprender
qualquer contexto educacional.
CRIANÇAS COM AUTISMO PODEM DESENVOLVER
HABILIDADES COMO LER E ESCREVER?
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Atualmente existem diversos métodos e técnicas embasados em perspectivas de sucesso para o
letramento de pessoas com autismo. O método TEACCH é excelente para estruturar o trabalho
na sala de aula e os materiais instrucionais, criando dessa forma um ambiente compreensível,
estimulador e de ensino em pequenos passos, assim como de melhoria da comunicação.
O método de portfólios do Projeto: Inclusão - Autismo e Educação de Simone Helen Drumond
Ischkanian, evidencia possibilidades acadêmicas para o letramento e outras habilidades. (Fonte
de fotos aulas, atividades e vídeos aulas: http://autismosimonehelendrumond.blogspot.com)
O PEP-R (Perfil Psico Educacional Revisado) o PEP-3 são perspectivas coesas de avaliação para
obtenção de pontos fortes e fracos, além dos comportamentos emergentes, ou seja, das
habilidades que deveriam ser estimuladas e que deveriam constar no Currículo Adaptado de
cada. Mas, tais contextos educacionais não fazem parte da mediação escolar das escolas
públicas e é neste sentido que o método de portfólios do Projeto: Autismo e Educação, viabiliza
um leque de informações fundamentadas no que há de perspectivas educacionais para autistas.
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Análise do Comportamento Aplicada (ABA)
Técnica utilizada nos tratamentos do autismo
para diminuir os comportamentos
problemáticos relacionados ao autismo.
O alvo é a ampliação e aquisição de
comportamentos inexistentes no repertório;
diminuição de comportamentos em excesso e
que são inadaptativos, visando a construção de
um repertório comportamental que se sustente
em diferentes ambientes, com diferentes
pessoas, gerando inclusão social, escolar e
profissional para o autista
É muito importante obter
conhecimento dos métodos para
se trabalhar com pessoas com
autismo.
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TEACCH – Treinamento e Ensino de Crianças com
Autismo e Outras Dificuldades de Comunicação
Relacionadas:
Oferece estratégias cognitivas e comportamentais
nos tratamentos do autismo que auxiliam os
professores a intervir na capacidade de aquisição de
habilidade do aluno. O método fornece técnicas de
organização, estruturação, repetições e treinamento,
considerando pré-requisitos importantes para a
alfabetização.
O ambiente físico e social é organizado com a
utilização de recursos visuais, para que a criança
possa prever e compreender as atividades diárias
com mais facilidade
e ter reações apropriadas.
É muito importante obter
conhecimento dos métodos para
se trabalhar com pessoas com
autismo.
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TEACCH – Treinamento e Ensino de Crianças com
Autismo e Outras Dificuldades de Comunicação
Relacionadas:
Os programas de TEACCH são geralmente dados
em uma sala de aula, mas também podem ser
feitos em casa e são usados em conjunto com
aqueles destinados à sala de aula.
Os pais trabalham com os profissionais como co-
terapeutas para que as técnicas possam ter
continuidade em casa. É usado por psicólogos,
professores de educação especial, fonoaudiólogos
e profissionais devidamente treinados.
É muito importante obter
conhecimento dos métodos para
se trabalhar com pessoas com
autismo.
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Método PADOVAM:
O Método Padovan de Reorganização Neurofuncional,
desenvolvido por Beatriz Padovan, é uma abordagem
terapêutica que recapitula as fases do neuro-
desenvolvimento, usadas como estratégia para habilitar
ou reabilitar o Sistema Nervoso.Uma terapia clássica de
Reorganização Neurofuncional, recapitula os
movimentos neuro-evolutivos do sistema de
locomoção e verticalização do ser humano, os
movimentos neuro-evolutivos do sistema oral que leva
ao domínio da musculatura da fala, dos movimentos
neuro-evolutivos do sistema ligado ao uso das mãos e
sua riqueza de articulações, e dos movimentos
neuro-evolutivos dos olhos com sua organização
muscular complexa.
É muito importante obter
conhecimento dos métodos para
se trabalhar com pessoas com
autismo.
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Método PADOVAM:
O Método Padovan, recapitula o processo de
aquisição do Andar, Falar e Pensar de maneira
dinâmica, estimulando a maturação do Sistema
Nervoso Central, com intuito de tornar o indivíduo
apto a cumprir seu potencial genético e à adquirir
todas as suas capacidades, tais como locomoção,
linguagem e pensamento.
É usado como estratégia para reabilitar o Sistema
Nervoso depois que perdeu suas funções, como no
caso de um acidente; para impulsionar o
desenvolvimento, como nos casos de atraso e
distúrbios do desenvolvimento.
É muito importante obter
conhecimento dos métodos para
se trabalhar com pessoas com
autismo.
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Método PADOVAM:
O Método Padovan também é usado para melhorar
a qualidade de funcionamento e integração do
Sistema Nervoso, e nos casos de disfunções tais
como: transtorno de aprendizagem, hiperatividade,
distúrbios e dificuldade de atenção e concentração,
(TDAH) etc. técnica pode ser aplicada em todas as
faixas etárias, do bebê à terceira idade, com
excelentes resultados. Para ser aplicado, o Método
Padovan não necessita sequer da colaboração do
paciente, pois não é preciso que seu nível de
consciência esteja normal para que as estimulações
tenham efeito, e pode ser aplicado em consultórios,
em leitos, UTI´s de hospitais e também a domicílio.
É muito importante obter
conhecimento dos métodos para
se trabalhar com pessoas com
autismo.
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Método FLOORTIME:
Desenvolvido pelo psiquiatra infantil Stanley
Greenspan, Floortime (ao pé da letra tempo no
chão) é um método de tratamento que leva em
conta a filosofia de interagir com uma criança
autista.
É baseado na premissa de que a criança pode
melhorar e construir um grande círculo de
interesses e de interação com um adulto que vá
de encontro com a criança independente do seu
estágio atual de desenvolvimento e que o ajuda
a descobrir e levantar a sua força.
É muito importante obter
conhecimento dos métodos para
se trabalhar com pessoas com
autismo.
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Método FLOORTIME:
A meta no Floortime é desenvolver a criança dentro
dos 6 marcos básicos para a plenitude do
desenvolvimento emocional e intelectual do
indivíduo. Greenspan descreveu os 6 degraus da
escada do desenvolvimento emocional como: noção
do próprio eu e interesse no mundo; intimidade ou
um amor especial para a relação humana; a
comunicação em duas vias (interação); a
comunicação complexa; as idéias emocionais e o
pensamento emocional. A criança autista tem
dificuldades em se mover naturalmente através
desses marcos, ou subir esses degraus, devido à
reações sensoriais exacerbadas ou diminuidas e/ou a
um controle pobre dos comandos físicos.
É muito importante obter
conhecimento dos métodos para
se trabalhar com pessoas com
autismo.
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Método FLOORTIME:
No Floortime, os pais entram numa brincadeira que
a criança goste ou se interesse e segue aos
comandos que a própria criança lidera. A partir
dessa ligação mútua, os pais ou o adulto envolvido
na terapia, são instruídos em como mover a criança
para atividades de interação mais complexa, um
processo conhecido como " abrindo e fechando
círculos de comunicação".
Floortime não separa ou foca nas
diferentes habilidades da fala, habilidades motoras
ou cognitivas, mas guia essas habilidades
propriamente, enfatizando o desenvolvimento
emocional.
É muito importante obter
conhecimento dos métodos para
se trabalhar com pessoas com
autismo.
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Método Son-Rise:
O método Son-Rise tem como base a relação
interpessoal, uma vez que a dificuldade nesta área é
característica de pessoas com autismo.
Este método foi criado na década de 70, em
decorrência da experiência que Bears e Samahria
Kaufman tiveram com o filho, Raun Kaufman,
diagnosticado com autismo severo. Eles ficaram com
o filho 12 horas por dia, 7 dias por semana, no
cômodo com menos estimulação da casa, o
banheiro, repetindo os rituais de comportamento.
Após quatro meses, exames o caracterizaram como
uma criança típica, mas, ainda assim, eles
mantiveram o trabalho com o filho por mais dois
anos, para certificarem-se de sua cura.
É muito importante obter
conhecimento dos métodos para
se trabalhar com pessoas com
autismo.
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Método de Portfólios do Projeto Autismo e
Educação de Simone Helen Drumond Ischkanian:
É muito importante obter
conhecimento dos métodos para
se trabalhar com pessoas com
autismo.
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Método de Portfólios do Projeto Autismo e
Educação de Simone Helen Drumond Ischkanian:
É muito importante obter
conhecimento dos métodos para
se trabalhar com pessoas com
autismo.
CRIANÇAS COM AUTISMO PODEM DESENVOLVER
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A pessoa com Autismo tem uma forma muito peculiar de ver o
mundo, olham de forma diferente para objetos e pessoas, perdem
com isso a absorção de mensagens que desenvolvem conceitos
sociais e por isso tem dificuldade de interagir.
Muitas vezes, não tem conhecimento do que
fazer ou porque devem se portar de tal maneira.
Neste sentido e com relação a questão do
letramento, é necessário que os educadores que
atuam com a pessoa com autismo, tenham
conhecimento de como aquela pessoa aprende.
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A literatura de Emília Ferreiro e
Ana Teberosky, sobre
” O DESENVOLVIMENTO DA
LEITURA E DA ESCRITA DE
CRIANÇAS COM NECESSIDADES
ESPECIAIS” são de grande valia
para que o educador possa
obter dados de como ocorre o
desenvolvimento da
leitura e da escrita.
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Para o letramento e
desenvolvimento das
habilidades que envolvem a
coordenação motora, é
necessário deixar a pessoa
com autismo
brincar de escrever.
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Utilizar o lúdico aliado aos
materiais sensoriais é de grande
valia para desenvolver o
letramento.
Lembre-se: “Ensine a criança da
maneira que ela pode aprender,
com os recursos que lhes causam
interesse e o desenvolvimento do
letramento será harmoniosos
e eficaz”.
Simone Helen Drumond
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Temple Grandin, autista, escritora, PhD, profissional mundialmente
respeitada, nos conta que é uma pensadora visual e que pensa por meio de
imagens. Segunda ela, a generalização de conceitos é um problema que
enfrentou, pois algumas aprendizagens que são descoladas do seu dia-a-
dia e não parecem fazer sentido e por isto não são incorporadas
facilmente. Por isso, estabelecer relações com o universo de interesses é
uma garantia de sucesso.
Quanto mais visual pudermos direcionar as estratégias de ensino mais
certo será a compreensão. Parece difícil, mas é preciso, sobretudo,
estabelecer metas, eleger estratégias e acreditar que eles podem, do jeito
deles eles são capazes de aprender qualquer coisa.
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Para o desenvolvimento das
habilidades de leitura e
escrita da pessoa com
autismo, quanto mais visual
pudermos direcionar as
estratégias de ensino mais
certo será a compreensão.
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Não existe o método que
seja mais eficaz ou mais
indicado para quem tem
autismo, a pessoa com
autismo vai se adequar
melhor a um ou a outro
de acordo com seu perfil.
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No contexto do letramento
de uma pessoa com
autismo, a atuação dos
educadores envolvidos,
devem ser de:
Compreender;
Discutir possibilidades; e
Mediar saberes, dentro
de perspectivas
educacionais adaptadas as
habilidades projetadas
pelo educando.
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Autismo

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    CRIANÇAS COM AUTISMOPODEM DESENVOLVER HABILIDADES COMO LER E ESCREVER? Página 1
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    CRIANÇAS COM AUTISMOPODEM DESENVOLVER HABILIDADES COMO LER E ESCREVER? Os interesses e motivações de cada criança, jovem ou adulto com autismo, serão diferentes, por isso, é importante que os pais, educadores e terapeutas, estejam atentos aos estágios e desafios a ser trabalhado em relação as letras, números, escrita e leitura. INTERAÇÃO CONEXÃO LETRAMENTO A interação global com a pessoa com autismo e a conexão lúdica, com holística em suas preferências e motivações, são um dos fatores relevantes para o letramento e desenvolvimento de outras habilidade. Página 2
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    CRIANÇAS COM AUTISMOPODEM DESENVOLVER HABILIDADES COMO LER E ESCREVER? Página 3 CONTATO VISUAL ATENÇÃO COMPARTILHADA FLEXIBILIDADE JOGO SIMBÓLICO COMUNICAÇÃO VERBAL E NÃO VERBAL HABILIDADES SOCIOEMOCIONAIS Para desenvolver o letramento, é necessário que os estimuladores observem : o contato visual, a comunicação verbal e não verbal, as habilidades sociais, a atenção compartilhada, a flexibilidade de ambas as partes e como a interação nas questões que envolvem jogos simbólicos, ocorrem. Conforme a pessoa com autismo aprenda a se envolver mais nas interações e a interagir com pessoas por períodos maiores, ficará cada vez mais fácil para ela aprender qualquer contexto educacional.
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    CRIANÇAS COM AUTISMOPODEM DESENVOLVER HABILIDADES COMO LER E ESCREVER? Página 4 Atualmente existem diversos métodos e técnicas embasados em perspectivas de sucesso para o letramento de pessoas com autismo. O método TEACCH é excelente para estruturar o trabalho na sala de aula e os materiais instrucionais, criando dessa forma um ambiente compreensível, estimulador e de ensino em pequenos passos, assim como de melhoria da comunicação. O método de portfólios do Projeto: Inclusão - Autismo e Educação de Simone Helen Drumond Ischkanian, evidencia possibilidades acadêmicas para o letramento e outras habilidades. (Fonte de fotos aulas, atividades e vídeos aulas: http://autismosimonehelendrumond.blogspot.com) O PEP-R (Perfil Psico Educacional Revisado) o PEP-3 são perspectivas coesas de avaliação para obtenção de pontos fortes e fracos, além dos comportamentos emergentes, ou seja, das habilidades que deveriam ser estimuladas e que deveriam constar no Currículo Adaptado de cada. Mas, tais contextos educacionais não fazem parte da mediação escolar das escolas públicas e é neste sentido que o método de portfólios do Projeto: Autismo e Educação, viabiliza um leque de informações fundamentadas no que há de perspectivas educacionais para autistas.
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    Página 5 Análise doComportamento Aplicada (ABA) Técnica utilizada nos tratamentos do autismo para diminuir os comportamentos problemáticos relacionados ao autismo. O alvo é a ampliação e aquisição de comportamentos inexistentes no repertório; diminuição de comportamentos em excesso e que são inadaptativos, visando a construção de um repertório comportamental que se sustente em diferentes ambientes, com diferentes pessoas, gerando inclusão social, escolar e profissional para o autista É muito importante obter conhecimento dos métodos para se trabalhar com pessoas com autismo.
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    Página 6 TEACCH –Treinamento e Ensino de Crianças com Autismo e Outras Dificuldades de Comunicação Relacionadas: Oferece estratégias cognitivas e comportamentais nos tratamentos do autismo que auxiliam os professores a intervir na capacidade de aquisição de habilidade do aluno. O método fornece técnicas de organização, estruturação, repetições e treinamento, considerando pré-requisitos importantes para a alfabetização. O ambiente físico e social é organizado com a utilização de recursos visuais, para que a criança possa prever e compreender as atividades diárias com mais facilidade e ter reações apropriadas. É muito importante obter conhecimento dos métodos para se trabalhar com pessoas com autismo.
  • 7.
    Página 7 TEACCH –Treinamento e Ensino de Crianças com Autismo e Outras Dificuldades de Comunicação Relacionadas: Os programas de TEACCH são geralmente dados em uma sala de aula, mas também podem ser feitos em casa e são usados em conjunto com aqueles destinados à sala de aula. Os pais trabalham com os profissionais como co- terapeutas para que as técnicas possam ter continuidade em casa. É usado por psicólogos, professores de educação especial, fonoaudiólogos e profissionais devidamente treinados. É muito importante obter conhecimento dos métodos para se trabalhar com pessoas com autismo.
  • 8.
    Página 8 Método PADOVAM: OMétodo Padovan de Reorganização Neurofuncional, desenvolvido por Beatriz Padovan, é uma abordagem terapêutica que recapitula as fases do neuro- desenvolvimento, usadas como estratégia para habilitar ou reabilitar o Sistema Nervoso.Uma terapia clássica de Reorganização Neurofuncional, recapitula os movimentos neuro-evolutivos do sistema de locomoção e verticalização do ser humano, os movimentos neuro-evolutivos do sistema oral que leva ao domínio da musculatura da fala, dos movimentos neuro-evolutivos do sistema ligado ao uso das mãos e sua riqueza de articulações, e dos movimentos neuro-evolutivos dos olhos com sua organização muscular complexa. É muito importante obter conhecimento dos métodos para se trabalhar com pessoas com autismo.
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    Página 9 Método PADOVAM: OMétodo Padovan, recapitula o processo de aquisição do Andar, Falar e Pensar de maneira dinâmica, estimulando a maturação do Sistema Nervoso Central, com intuito de tornar o indivíduo apto a cumprir seu potencial genético e à adquirir todas as suas capacidades, tais como locomoção, linguagem e pensamento. É usado como estratégia para reabilitar o Sistema Nervoso depois que perdeu suas funções, como no caso de um acidente; para impulsionar o desenvolvimento, como nos casos de atraso e distúrbios do desenvolvimento. É muito importante obter conhecimento dos métodos para se trabalhar com pessoas com autismo.
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    Página 10 Método PADOVAM: OMétodo Padovan também é usado para melhorar a qualidade de funcionamento e integração do Sistema Nervoso, e nos casos de disfunções tais como: transtorno de aprendizagem, hiperatividade, distúrbios e dificuldade de atenção e concentração, (TDAH) etc. técnica pode ser aplicada em todas as faixas etárias, do bebê à terceira idade, com excelentes resultados. Para ser aplicado, o Método Padovan não necessita sequer da colaboração do paciente, pois não é preciso que seu nível de consciência esteja normal para que as estimulações tenham efeito, e pode ser aplicado em consultórios, em leitos, UTI´s de hospitais e também a domicílio. É muito importante obter conhecimento dos métodos para se trabalhar com pessoas com autismo.
  • 11.
    Página 11 Método FLOORTIME: Desenvolvidopelo psiquiatra infantil Stanley Greenspan, Floortime (ao pé da letra tempo no chão) é um método de tratamento que leva em conta a filosofia de interagir com uma criança autista. É baseado na premissa de que a criança pode melhorar e construir um grande círculo de interesses e de interação com um adulto que vá de encontro com a criança independente do seu estágio atual de desenvolvimento e que o ajuda a descobrir e levantar a sua força. É muito importante obter conhecimento dos métodos para se trabalhar com pessoas com autismo.
  • 12.
    Página 12 Método FLOORTIME: Ameta no Floortime é desenvolver a criança dentro dos 6 marcos básicos para a plenitude do desenvolvimento emocional e intelectual do indivíduo. Greenspan descreveu os 6 degraus da escada do desenvolvimento emocional como: noção do próprio eu e interesse no mundo; intimidade ou um amor especial para a relação humana; a comunicação em duas vias (interação); a comunicação complexa; as idéias emocionais e o pensamento emocional. A criança autista tem dificuldades em se mover naturalmente através desses marcos, ou subir esses degraus, devido à reações sensoriais exacerbadas ou diminuidas e/ou a um controle pobre dos comandos físicos. É muito importante obter conhecimento dos métodos para se trabalhar com pessoas com autismo.
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    Página 13 Método FLOORTIME: NoFloortime, os pais entram numa brincadeira que a criança goste ou se interesse e segue aos comandos que a própria criança lidera. A partir dessa ligação mútua, os pais ou o adulto envolvido na terapia, são instruídos em como mover a criança para atividades de interação mais complexa, um processo conhecido como " abrindo e fechando círculos de comunicação". Floortime não separa ou foca nas diferentes habilidades da fala, habilidades motoras ou cognitivas, mas guia essas habilidades propriamente, enfatizando o desenvolvimento emocional. É muito importante obter conhecimento dos métodos para se trabalhar com pessoas com autismo.
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    Página 14 Método Son-Rise: Ométodo Son-Rise tem como base a relação interpessoal, uma vez que a dificuldade nesta área é característica de pessoas com autismo. Este método foi criado na década de 70, em decorrência da experiência que Bears e Samahria Kaufman tiveram com o filho, Raun Kaufman, diagnosticado com autismo severo. Eles ficaram com o filho 12 horas por dia, 7 dias por semana, no cômodo com menos estimulação da casa, o banheiro, repetindo os rituais de comportamento. Após quatro meses, exames o caracterizaram como uma criança típica, mas, ainda assim, eles mantiveram o trabalho com o filho por mais dois anos, para certificarem-se de sua cura. É muito importante obter conhecimento dos métodos para se trabalhar com pessoas com autismo.
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    Página 15 Método dePortfólios do Projeto Autismo e Educação de Simone Helen Drumond Ischkanian: É muito importante obter conhecimento dos métodos para se trabalhar com pessoas com autismo.
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    Página 16 Método dePortfólios do Projeto Autismo e Educação de Simone Helen Drumond Ischkanian: É muito importante obter conhecimento dos métodos para se trabalhar com pessoas com autismo.
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    CRIANÇAS COM AUTISMOPODEM DESENVOLVER HABILIDADES COMO LER E ESCREVER? Página 17 A pessoa com Autismo tem uma forma muito peculiar de ver o mundo, olham de forma diferente para objetos e pessoas, perdem com isso a absorção de mensagens que desenvolvem conceitos sociais e por isso tem dificuldade de interagir. Muitas vezes, não tem conhecimento do que fazer ou porque devem se portar de tal maneira. Neste sentido e com relação a questão do letramento, é necessário que os educadores que atuam com a pessoa com autismo, tenham conhecimento de como aquela pessoa aprende.
  • 18.
    CRIANÇAS COM AUTISMOPODEM DESENVOLVER HABILIDADES COMO LER E ESCREVER? Página 18 A literatura de Emília Ferreiro e Ana Teberosky, sobre ” O DESENVOLVIMENTO DA LEITURA E DA ESCRITA DE CRIANÇAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS” são de grande valia para que o educador possa obter dados de como ocorre o desenvolvimento da leitura e da escrita.
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    CRIANÇAS COM AUTISMOPODEM DESENVOLVER HABILIDADES COMO LER E ESCREVER? Página 19 Para o letramento e desenvolvimento das habilidades que envolvem a coordenação motora, é necessário deixar a pessoa com autismo brincar de escrever.
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    CRIANÇAS COM AUTISMOPODEM DESENVOLVER HABILIDADES COMO LER E ESCREVER? Página 20
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    CRIANÇAS COM AUTISMOPODEM DESENVOLVER HABILIDADES COMO LER E ESCREVER? Página 27 Utilizar o lúdico aliado aos materiais sensoriais é de grande valia para desenvolver o letramento. Lembre-se: “Ensine a criança da maneira que ela pode aprender, com os recursos que lhes causam interesse e o desenvolvimento do letramento será harmoniosos e eficaz”. Simone Helen Drumond
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    CRIANÇAS COM AUTISMOPODEM DESENVOLVER HABILIDADES COMO LER E ESCREVER? Página 28
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    CRIANÇAS COM AUTISMOPODEM DESENVOLVER HABILIDADES COMO LER E ESCREVER? Página 29
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    CRIANÇAS COM AUTISMOPODEM DESENVOLVER HABILIDADES COMO LER E ESCREVER? Página 30
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    CRIANÇAS COM AUTISMOPODEM DESENVOLVER HABILIDADES COMO LER E ESCREVER? Página 31
  • 31.
    CRIANÇAS COM AUTISMOPODEM DESENVOLVER HABILIDADES COMO LER E ESCREVER? Página 32 Temple Grandin, autista, escritora, PhD, profissional mundialmente respeitada, nos conta que é uma pensadora visual e que pensa por meio de imagens. Segunda ela, a generalização de conceitos é um problema que enfrentou, pois algumas aprendizagens que são descoladas do seu dia-a- dia e não parecem fazer sentido e por isto não são incorporadas facilmente. Por isso, estabelecer relações com o universo de interesses é uma garantia de sucesso. Quanto mais visual pudermos direcionar as estratégias de ensino mais certo será a compreensão. Parece difícil, mas é preciso, sobretudo, estabelecer metas, eleger estratégias e acreditar que eles podem, do jeito deles eles são capazes de aprender qualquer coisa.
  • 32.
    CRIANÇAS COM AUTISMOPODEM DESENVOLVER HABILIDADES COMO LER E ESCREVER? Página 33 Para o desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita da pessoa com autismo, quanto mais visual pudermos direcionar as estratégias de ensino mais certo será a compreensão.
  • 33.
    CRIANÇAS COM AUTISMOPODEM DESENVOLVER HABILIDADES COMO LER E ESCREVER? Página 34 Não existe o método que seja mais eficaz ou mais indicado para quem tem autismo, a pessoa com autismo vai se adequar melhor a um ou a outro de acordo com seu perfil.
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    CRIANÇAS COM AUTISMOPODEM DESENVOLVER HABILIDADES COMO LER E ESCREVER? Página 36
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    CRIANÇAS COM AUTISMOPODEM DESENVOLVER HABILIDADES COMO LER E ESCREVER? Página 37
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    CRIANÇAS COM AUTISMOPODEM DESENVOLVER HABILIDADES COMO LER E ESCREVER? Página 39
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    CRIANÇAS COM AUTISMOPODEM DESENVOLVER HABILIDADES COMO LER E ESCREVER? Página 40 No contexto do letramento de uma pessoa com autismo, a atuação dos educadores envolvidos, devem ser de: Compreender; Discutir possibilidades; e Mediar saberes, dentro de perspectivas educacionais adaptadas as habilidades projetadas pelo educando.
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