Prof. Marcos Antonio - MSc
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⦿ C onceito
• O traumatismo cranioencefálico pode ser definido
como qualquer lesão que envolva não somente o
encéfalo, mas que também acometa a calota
craniana e o sistema nervoso central.
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⦿ Principal causa de morte em jovens
⦿ C ausas mais frequentes:
• Acidentes automobilísticos
• Quedas
• Agressões
⦿ 1 TCE a cada 15 segundos
⦿ 1 óbito a cada 5 minutos
⦿ 1 sequela a cada 5
minutos.
⦿ As vítimas
sobreviventes de
TC E frequentemente
apresentam dano
neurofisiológico que resulta em invalidez,
comprometendo o trabalho e as atividades
sociais.
⦿ Portanto, morbidade resultantes de TC E
teria impacto importante na saúde
pública.
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O objetivo principal do tratamento com
TC E grave é:
• Prevenir a lesão cerebral secundária,
• Fornecer O2 adequado,
• Manutenção de pressão arterial para
garantir a perfusão do cérebro.
Anatomia
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PLAC A C RIBIFO RM E
OSSO ESFENÓ IDE
O SSO TEM PORAL
FORAME M AG N O
OSSO OCCIPITAL
OSSO PARIETAL
OSSO FRONTAL
FOSSA HIPOFISÁRIA
7
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⦿ Dura-máter:
• É a membrana mais externa. É
composta por um tecido fibroso
resistente e reveste a abóbada
craniana (o crânio).
⦿ Aracnóide:
• Localiza-se entre a dura-máter e
a pia-máter. Possui uma
aparência de uma teia de
aranha.
⦿ Pia-máter:
• É uma membrana fina que
está aderida ao córtex
cerebral.
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Proteção
Intensa
Vascularização
⦿ Espaço epidural:
• entre o crânio e a dura-
máter.
⦿ Espaço subdural :
• entre a dura–máter e a
aracnóide.
⦿ Espaço subaracnóide:
• entre a aracnóide e a pia-
máter. É preenchido pelo
LC R (líquido
cefalorraquidiano).
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12
Emoção e Motor
Sensitivo e
Orientação
Espacial
Memória
Cer l
M ovimento
FR e FC
Visão
Principais Causas
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Volume venoso Volume
arterial
Encéfalo LCR
Estado Normal – PIC, FC e PA
normais
Volume
venoso
Volume
arterial
Encéfalo Massa LCR
Estado compensado – PIC, FC e PA
normais
VV Volume
arterial
Encéfalo Massa LC
R
Hipertensão Craniana – PIC Aumentada e FC
e PA Diminuídas
Estabelece que o encéfalo reside em um continente inelástico (o
crânio) e que o volume intracraniano deve persistir constante.
⦿ A PAM - 85 a 95 mm Hg,
⦿ PIC - <20 mm Hg;
⦿ Pressão de perfusão cerebral (PPC ) - 70 e 80
mm Hg;
⦿ PaCO2 > 35 a 45 mm Hg, produz dilatação das
arteríolas cerebrais (aumentando o FSC), ao
passo que a diminuição da PaCO2 , produz
vasoconstrição cerebral (diminuindo o FSC).
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C lassificação
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⦿ Q uanto a morfologia
• Fraturas;
🞄 C alota ou base do crânio.
🞄 Lineares, estraladas, abertas ou fechadas.
• Sinais clínicos de fratura de base de crânio
🞄 Equimose periorbital (olhos de guaxinin);
🞄 Equimose retroauricular (sinal de batlle);
🞄 Fístula liquórica
🞄Nariz – rinorréia;
🞄O uvido – O torréia.
🞄 Disfunção do sétimo e oitavo nervo craniano
(paralisia facial e perda da audição
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⦿ As lesões do couro cabeludo
costumam sangrar com uma certa
intensidade devido à grande
vascularização local. O trauma pode
resultar em ferimentos cortantes,
contusos, corto-contusos ou
verdadeiros escalpos.
⦿ O tratamento em si consiste na
sutura do ferimento, precedida de
tricotomia ao redor e limpeza da
área.
Embora apresente uma aparência sinistra, não
costumam causar alterações fisiológicas relevantes,
contudo, em doentes com tempo muito longo de
transporte e em crianças pode levar à um quadro de
choque hipovolêmico.
Aula  Traumatismo Cranioencefálico.pppptx

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    ⦿ C onceito •O traumatismo cranioencefálico pode ser definido como qualquer lesão que envolva não somente o encéfalo, mas que também acometa a calota craniana e o sistema nervoso central. 2 ⦿ Principal causa de morte em jovens ⦿ C ausas mais frequentes: • Acidentes automobilísticos • Quedas • Agressões ⦿ 1 TCE a cada 15 segundos ⦿ 1 óbito a cada 5 minutos ⦿ 1 sequela a cada 5 minutos.
  • 3.
    ⦿ As vítimas sobreviventesde TC E frequentemente apresentam dano neurofisiológico que resulta em invalidez, comprometendo o trabalho e as atividades sociais. ⦿ Portanto, morbidade resultantes de TC E teria impacto importante na saúde pública. 3
  • 4.
    4 O objetivo principaldo tratamento com TC E grave é: • Prevenir a lesão cerebral secundária, • Fornecer O2 adequado, • Manutenção de pressão arterial para garantir a perfusão do cérebro.
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    PLAC A CRIBIFO RM E OSSO ESFENÓ IDE O SSO TEM PORAL FORAME M AG N O OSSO OCCIPITAL OSSO PARIETAL OSSO FRONTAL FOSSA HIPOFISÁRIA 7
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    ⦿ Dura-máter: • Éa membrana mais externa. É composta por um tecido fibroso resistente e reveste a abóbada craniana (o crânio). ⦿ Aracnóide: • Localiza-se entre a dura-máter e a pia-máter. Possui uma aparência de uma teia de aranha. ⦿ Pia-máter: • É uma membrana fina que está aderida ao córtex cerebral. 9
  • 10.
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    ⦿ Espaço epidural: •entre o crânio e a dura- máter. ⦿ Espaço subdural : • entre a dura–máter e a aracnóide. ⦿ Espaço subaracnóide: • entre a aracnóide e a pia- máter. É preenchido pelo LC R (líquido cefalorraquidiano). 11
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    12 Emoção e Motor Sensitivoe Orientação Espacial Memória Cer l M ovimento FR e FC Visão
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    Volume venoso Volume arterial EncéfaloLCR Estado Normal – PIC, FC e PA normais Volume venoso Volume arterial Encéfalo Massa LCR Estado compensado – PIC, FC e PA normais VV Volume arterial Encéfalo Massa LC R Hipertensão Craniana – PIC Aumentada e FC e PA Diminuídas Estabelece que o encéfalo reside em um continente inelástico (o crânio) e que o volume intracraniano deve persistir constante.
  • 15.
    ⦿ A PAM- 85 a 95 mm Hg, ⦿ PIC - <20 mm Hg; ⦿ Pressão de perfusão cerebral (PPC ) - 70 e 80 mm Hg; ⦿ PaCO2 > 35 a 45 mm Hg, produz dilatação das arteríolas cerebrais (aumentando o FSC), ao passo que a diminuição da PaCO2 , produz vasoconstrição cerebral (diminuindo o FSC). 15
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    ⦿ Q uantoa morfologia • Fraturas; 🞄 C alota ou base do crânio. 🞄 Lineares, estraladas, abertas ou fechadas. • Sinais clínicos de fratura de base de crânio 🞄 Equimose periorbital (olhos de guaxinin); 🞄 Equimose retroauricular (sinal de batlle); 🞄 Fístula liquórica 🞄Nariz – rinorréia; 🞄O uvido – O torréia. 🞄 Disfunção do sétimo e oitavo nervo craniano (paralisia facial e perda da audição 17
  • 18.
    ⦿ As lesõesdo couro cabeludo costumam sangrar com uma certa intensidade devido à grande vascularização local. O trauma pode resultar em ferimentos cortantes, contusos, corto-contusos ou verdadeiros escalpos. ⦿ O tratamento em si consiste na sutura do ferimento, precedida de tricotomia ao redor e limpeza da área.
  • 19.
    Embora apresente umaaparência sinistra, não costumam causar alterações fisiológicas relevantes, contudo, em doentes com tempo muito longo de transporte e em crianças pode levar à um quadro de choque hipovolêmico.