O documento detalha o desastre ambiental causado pelo rompimento da barragem da Samarco em Mariana, MG, em 5 de novembro de 2015, resultando na liberação de 62 bilhões de litros de rejeito de mineração com impactos devastadores na água e no solo. O evento deixou 11 mortos, 15 desaparecidos, e afetou a vida de 800 mil pessoas, além de destruir várias casas e prejudicar a tribo indígena Krenak. A fiscalização das barragens é criticada, apontando a responsabilidade das empresas Samarco, Vale e BHP Billiton, além de revelações sobre o financiamento de campanhas políticas na área de mineração.