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Embalagens
Maria Clara da Silva Goersch
Gama, DF, 2022.
CENTRO UNIVERSITÁRIO APPARECIDO DOS SANTOS
- UNICEPLAC
G597e
Goersch, Maria Clara da Silva.
Embalagens. Gama, DF: UNICEPLAC, 2022.
24 p.
1. Embalagens. 2. Embalagens - Materiais. 3. Nutrição. I.
Título.
CDU: 612.3
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
Embalagens
Embalagem
• Conceito
• "Atividade de designem e produção de um recipiente ou invólucro"
• Ou ainda
• É a manifestação visual do produto.
• Aspecto relevante para a decisão de compra
Resolução RDC nº 91, de 11 de maio de 2001
Regulamento Técnico - Critérios Gerais e Classificação de Materiais para
Embalagens e Equipamentos em Contato com Alimentos
• 2.1.Embalagens para alimentos - é o artigo que está em
contato direto com alimentos, destinado a contê-los, desde
a sua fabricação até a sua entrega ao consumidor, com a
finalidade de protegê-los de agente externos, de alterações
e de contaminações, assim como de adulterações.
• Deve atrair os sentidos do consumidor
• Tátil (texturas e relevos)
• Visual (formas, cores e transparências)
• Olfativo (aromas)
• Paladar (desejo e aromas)
A embalagem é um forte fator de persuasão e, portanto, constitui um recurso de auxílio à venda.
O design é projetado detalhadamente para alcançar tal objetivo: cores, ilustrações, tamanho, material e
informações fornecidas refletem as preferências do segmento de mercado ensejado pela empresa
(VENDRAMINI, 1987).
Ela agrega valor ao produto, interfere na qualidade percebida e forma conceito sobre o fabricante elevando ou
rebaixando sua imagem de marca (MESTRINER, 2002, p.11).
70% das decisões de compra são tomadas no ponto de venda.
Funções básicas
das embalagens
Logística
Proteção e contenção
Conveniência
Garantir a existência do
produto
Acrescentar valores
Identificação do conteúdo
e da marca da empresa,
importantes fatores de
divulgação e persuasão;
Facilitar o transporte e a
proteção do produto.
Exibição do conteúdo, seja por
ilustrações externas ou por
transparência do material empregado,
gerando o apelo de apetite;
Fornecer informações sobre armazenagem e
consumo do produto.
Provisão de informações pertinentes
quanto ao produto, como relação de
ingredientes, valor nutricional, prazo de
validade, sugestões de uso, formas de
conservação e meios de contatar a
empresa;
Facilidade no manuseio e utilização final
(abertura, fechamento, separação,
preparo e facilidade ao servir);
Encorajamento da recompra, etc.
Funções básicas da embalagens
• Considerada lixo inorgânico.
• Preocupação com embalagens sustentáveis: materiais renováveis, recicláveis
ou reutilizáveis.
Embalagem
1ª - Primária – entra em contato direto com o alimento e/ou bebida – contém , armazena e protege o produto –
contenção
2ª - Secundária – contem – abriga a embalagem primária – apresentação e comercialização
3ª - Terciária ou de transporte – contem as embalagens primária e secundária – normalmente utilizada para
realizar transporte – movimentação
Revestimento - é uma substância ou produto aplicado sobre a superfície de embalagens ou equipamentos para
alimentos com a finalidade de protegê-los e prolongar sua vida útil.
Embalagem que você pode comer
Aula - Embalagens.pdf
Divisão das embalagens
• Materiais utilizados em embalagem de alimentos podem ser
• Materiais rígidos
• Vidro
• Metais
• Madeira
• Plásticos
• Materiais flexíveis
• Papel
• Papelão
• Plásticos
• Filmes metálicos
• Cortiça
Materiais rígidos
• Vidro
• Líquido de alta viscosidade, formado pela fusão e resfriamento, formando sais de concentrações diferentes, que
alteram propriedades como por exemplo a coloração
• Resiste a compressão, corrosão, impermeabilidade a gases, mas pouco resistente a tração
• Vantagem
• Transparência que permite ver o produto embalado
• Desvantagem
• Fragilidade e peso
• Embalagens metálicas
• Embalagens compostas exclusivamente de
materiais metálicos ferrosos ou não ferrosos; de
materiais ferrosos ou não ferrosos revestidos
exclusivamente com revestimentos metálicos;
de materiais ferrosos ou não ferrosos
apresentando ou não revestimentos metálicos e
revestidos em uma ou em ambas as faces por
revestimentos poliméricos ou submetidas a uma
operação de lubrificação.
Materiais rígidos
• ALUMÍNIO
• Caro, mas pode oferecer vantagens econômicas, por ser mais barata a recuperação em
relação ao ferro
• Mecanicamente menos resistente que o ferro
• Vantagens: leve, não forma sais coloridos (ferrugem)
• Uso: cervejas, refrigerantes, sucos.
Materiais rígidos
 FERRO
◦ Produzidos com três tipos de chapas diferentes, correspondendo a diferentes resistências
a corrosões.
◦ Resistência mecânica e peso considerável
◦ Podem ser usadas em alimentos mais ácidos do que o alumínio
◦ Desvantagens: corrosão, resultando na alteração do sabor, cor do alimento, e até a
formação de furos muito finos, e penetrar microrganismos.
Materiais rígidos
• MADEIRA
• Diretamente em contato com alimento –
uso restrito, devido as possibilidades de
contaminação microbiológica
• Bebidas alcoólicas que necessitam de
envelhecimento (cerveja) – revestida de
resina
• Geralmente a madeira é usada como
embalagem de latas, vidros, etc.
Embalagens celulósicas
• Elaboradas ou revestidas com papel ou cartão, ou compostas por vários tipos de materiais,
desde que a face em contato com alimento seja celulósica, inclusive aquelas que são
revestidas ou tratadas superficialmente com parafinas, resinas poliméricas e outras.
• Quando revestidas – geralmente utilizadas como embalagem primária – contato direto
com o alimento
• Quando não revestidas – usadas em embalagens de produtos secos
• Papelão
• Formadas por dois elementos – miolo e capa
• Face simples – 1 capa + 1 miolo
• Face dupla – 1 capa + 1 miolo + 1 capa
• Face tripla - 1 capa + 1 miolo + 1 capa + 1 miolo + 1 capa
• Parecido com o papel – mais espesso – para proteger o
alimento de danos mecânicos
• Usada como embalagens para facilitar o transporte e a
distribuição das embalagens primárias
Embalagem cartonada Tetra Pak
• Três estruturas – seis camadas
• Papel – garante a estrutura da embalagem
• Polietileno – protege contra umidade externa,
favorece aderência entre as camadas e impede
contato do alimento com o alumínio
• Alumínio – evita a entrada de ar e luz, perda
de aroma, contaminação
Materiais flexíveis
 PAPEL E PAPELÃO
◦ Considerável permeabilidade e fragilidade
◦ Restrição a certos tipos de alimentos
◦ Uso de parafina ou resinas, aumentando sua
impermeabilidade, tornando tais materiais a
conter líquidos (leite e sucos)
Materiais flexíveis
• FILMES METÁLICOS
• Representados por filmes de alumínio
• São usadas pela mobilidade, resistência a passagem
de água (vapor), gases e luz
• Desvantagem: fragilidade mecânica
Materiais flexíveis
• PLÁSTICOS
• Resistentes e flexíveis, além de
representarem uma relação
custo/benefício.
• Desvantagem: transparência.
Bibliografia
• Instituto Adolfo Lutz (São Paulo). Métodos físico-químicos para análise de alimentos/coordenadores Odair
Zenebon, Neus Sadocco Pascuet e Paulo Tiglea -- São Paulo: Instituto Adolfo Lutz, 2008.
• Resolução RDC nº 91, de 11 de maio de 2001.
Obrigado (a)!
maria.goersch@uniceplac.edu.br

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  • 1. Embalagens Maria Clara da Silva Goersch Gama, DF, 2022.
  • 2. CENTRO UNIVERSITÁRIO APPARECIDO DOS SANTOS - UNICEPLAC G597e Goersch, Maria Clara da Silva. Embalagens. Gama, DF: UNICEPLAC, 2022. 24 p. 1. Embalagens. 2. Embalagens - Materiais. 3. Nutrição. I. Título. CDU: 612.3 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
  • 4. Embalagem • Conceito • "Atividade de designem e produção de um recipiente ou invólucro" • Ou ainda • É a manifestação visual do produto. • Aspecto relevante para a decisão de compra
  • 5. Resolução RDC nº 91, de 11 de maio de 2001 Regulamento Técnico - Critérios Gerais e Classificação de Materiais para Embalagens e Equipamentos em Contato com Alimentos • 2.1.Embalagens para alimentos - é o artigo que está em contato direto com alimentos, destinado a contê-los, desde a sua fabricação até a sua entrega ao consumidor, com a finalidade de protegê-los de agente externos, de alterações e de contaminações, assim como de adulterações.
  • 6. • Deve atrair os sentidos do consumidor • Tátil (texturas e relevos) • Visual (formas, cores e transparências) • Olfativo (aromas) • Paladar (desejo e aromas) A embalagem é um forte fator de persuasão e, portanto, constitui um recurso de auxílio à venda. O design é projetado detalhadamente para alcançar tal objetivo: cores, ilustrações, tamanho, material e informações fornecidas refletem as preferências do segmento de mercado ensejado pela empresa (VENDRAMINI, 1987). Ela agrega valor ao produto, interfere na qualidade percebida e forma conceito sobre o fabricante elevando ou rebaixando sua imagem de marca (MESTRINER, 2002, p.11). 70% das decisões de compra são tomadas no ponto de venda.
  • 7. Funções básicas das embalagens Logística Proteção e contenção Conveniência Garantir a existência do produto Acrescentar valores Identificação do conteúdo e da marca da empresa, importantes fatores de divulgação e persuasão; Facilitar o transporte e a proteção do produto. Exibição do conteúdo, seja por ilustrações externas ou por transparência do material empregado, gerando o apelo de apetite; Fornecer informações sobre armazenagem e consumo do produto. Provisão de informações pertinentes quanto ao produto, como relação de ingredientes, valor nutricional, prazo de validade, sugestões de uso, formas de conservação e meios de contatar a empresa; Facilidade no manuseio e utilização final (abertura, fechamento, separação, preparo e facilidade ao servir); Encorajamento da recompra, etc.
  • 8. Funções básicas da embalagens • Considerada lixo inorgânico. • Preocupação com embalagens sustentáveis: materiais renováveis, recicláveis ou reutilizáveis.
  • 9. Embalagem 1ª - Primária – entra em contato direto com o alimento e/ou bebida – contém , armazena e protege o produto – contenção 2ª - Secundária – contem – abriga a embalagem primária – apresentação e comercialização 3ª - Terciária ou de transporte – contem as embalagens primária e secundária – normalmente utilizada para realizar transporte – movimentação
  • 10. Revestimento - é uma substância ou produto aplicado sobre a superfície de embalagens ou equipamentos para alimentos com a finalidade de protegê-los e prolongar sua vida útil. Embalagem que você pode comer
  • 12. Divisão das embalagens • Materiais utilizados em embalagem de alimentos podem ser • Materiais rígidos • Vidro • Metais • Madeira • Plásticos • Materiais flexíveis • Papel • Papelão • Plásticos • Filmes metálicos • Cortiça
  • 13. Materiais rígidos • Vidro • Líquido de alta viscosidade, formado pela fusão e resfriamento, formando sais de concentrações diferentes, que alteram propriedades como por exemplo a coloração • Resiste a compressão, corrosão, impermeabilidade a gases, mas pouco resistente a tração • Vantagem • Transparência que permite ver o produto embalado • Desvantagem • Fragilidade e peso
  • 14. • Embalagens metálicas • Embalagens compostas exclusivamente de materiais metálicos ferrosos ou não ferrosos; de materiais ferrosos ou não ferrosos revestidos exclusivamente com revestimentos metálicos; de materiais ferrosos ou não ferrosos apresentando ou não revestimentos metálicos e revestidos em uma ou em ambas as faces por revestimentos poliméricos ou submetidas a uma operação de lubrificação.
  • 15. Materiais rígidos • ALUMÍNIO • Caro, mas pode oferecer vantagens econômicas, por ser mais barata a recuperação em relação ao ferro • Mecanicamente menos resistente que o ferro • Vantagens: leve, não forma sais coloridos (ferrugem) • Uso: cervejas, refrigerantes, sucos.
  • 16. Materiais rígidos  FERRO ◦ Produzidos com três tipos de chapas diferentes, correspondendo a diferentes resistências a corrosões. ◦ Resistência mecânica e peso considerável ◦ Podem ser usadas em alimentos mais ácidos do que o alumínio ◦ Desvantagens: corrosão, resultando na alteração do sabor, cor do alimento, e até a formação de furos muito finos, e penetrar microrganismos.
  • 17. Materiais rígidos • MADEIRA • Diretamente em contato com alimento – uso restrito, devido as possibilidades de contaminação microbiológica • Bebidas alcoólicas que necessitam de envelhecimento (cerveja) – revestida de resina • Geralmente a madeira é usada como embalagem de latas, vidros, etc.
  • 18. Embalagens celulósicas • Elaboradas ou revestidas com papel ou cartão, ou compostas por vários tipos de materiais, desde que a face em contato com alimento seja celulósica, inclusive aquelas que são revestidas ou tratadas superficialmente com parafinas, resinas poliméricas e outras. • Quando revestidas – geralmente utilizadas como embalagem primária – contato direto com o alimento • Quando não revestidas – usadas em embalagens de produtos secos
  • 19. • Papelão • Formadas por dois elementos – miolo e capa • Face simples – 1 capa + 1 miolo • Face dupla – 1 capa + 1 miolo + 1 capa • Face tripla - 1 capa + 1 miolo + 1 capa + 1 miolo + 1 capa • Parecido com o papel – mais espesso – para proteger o alimento de danos mecânicos • Usada como embalagens para facilitar o transporte e a distribuição das embalagens primárias
  • 20. Embalagem cartonada Tetra Pak • Três estruturas – seis camadas • Papel – garante a estrutura da embalagem • Polietileno – protege contra umidade externa, favorece aderência entre as camadas e impede contato do alimento com o alumínio • Alumínio – evita a entrada de ar e luz, perda de aroma, contaminação
  • 21. Materiais flexíveis  PAPEL E PAPELÃO ◦ Considerável permeabilidade e fragilidade ◦ Restrição a certos tipos de alimentos ◦ Uso de parafina ou resinas, aumentando sua impermeabilidade, tornando tais materiais a conter líquidos (leite e sucos)
  • 22. Materiais flexíveis • FILMES METÁLICOS • Representados por filmes de alumínio • São usadas pela mobilidade, resistência a passagem de água (vapor), gases e luz • Desvantagem: fragilidade mecânica
  • 23. Materiais flexíveis • PLÁSTICOS • Resistentes e flexíveis, além de representarem uma relação custo/benefício. • Desvantagem: transparência.
  • 24. Bibliografia • Instituto Adolfo Lutz (São Paulo). Métodos físico-químicos para análise de alimentos/coordenadores Odair Zenebon, Neus Sadocco Pascuet e Paulo Tiglea -- São Paulo: Instituto Adolfo Lutz, 2008. • Resolução RDC nº 91, de 11 de maio de 2001.