POSICIONAMENTO MAMOGRAFICO
DENIS ANDRADE
▪Mediolateral Oblíqua
(MLO) ou Oblíqua
Mediolateral (OML)
▪Craniocaudal (CC)
EMENTA
▪Compressão
focal/localizada
▪Magnificação/ampliação
▪ Posicionamento mamográfico é a ciência dos
milímetros. Quando posicionamos na mamografia
estamos tentando incluir tanto do tecido mamário
quanto nos for possível. Então é importante ter uma
boa compreensão da anatomia da mama e os limites da
mama para incluir todo o tecido
▪ É o nosso objetivo e responsabilidade dar o máximo de
informações ao radiologista para interpretação, para
que possam diagnosticar corretamente
POSICIONAMENTO MAMOGRAFICO
COMPRESSÃO
✓Diminui a espessura da mama
✓Menor dose de radiação
✓Espalha mais os tecidos da mama
✓Reduz o movimento da paciente
✓Aumenta o contraste e nitidez
▪ Em certos casos, por medo de causar desconforto para a
paciente, a técnica não efetua a compressão adequada,
resultando em imagem pobre e com maior dose de
radiação. Por outro lado, nas situações com compressão
exagerada, a dor pode levar a paciente a rejeitar o exame,
constituindo um possível obstáculo para a realização de
mamografias periódicas
▪ Segundo a legislação nacional (BRASIL, 1998) a força de
compressão aplicada na mama deverá estar entre 11 kgf e
18 kgf (108 N e 177 N)
INCIDÊNCIA CRANIOCAUDAL (CC)
▪ Nessa
incidência a
imagem será
projetada da
cabeça aos pés
da paciente, daí
o nome
“craniocaudal”
PROCEDIMENTOS
▪ Na incidência
crânio- caudal o
aparelho fica
em zero grau
▪ Posicionar a paciente de
frente para o aparelho
com os braços
estendidos ao lado do
corpo ou com as mãos
na cintura
▪ É recomendado que
afaste as pernas e os pés
ligeiramente para que
tenha mais equilíbrio
▪ A altura do bucky é
determinada
levantando-se a
mama para atingir
um ângulo de 90°
com a parede
torácica, na altura da
prega inframamária
▪ O rosto da
paciente é voltado
para o lado oposto
a ser examinado
Fonte: CMDI – Centro Médico Diagnóstico por Imagem
▪ A mama deve ser
tracionada para
frente afim de se
desprender da
parede torácica
▪ Uma das mãos
continua fazendo
tração na mama e a
outra irá apoiar as
costas da paciente,
empurrando-a
levemente
▪ O braço do lado a ser
examinado deve estar
bem relaxado e o
ombro empurrado
suavemente para trás.
Essa técnica facilita
incluir a porção lateral
da mama na imagem
▪ Posicionar a
mama
centralizando-a e
deixando o
mamilo em perfil
▪ Quando necessário,
pedir para que a
paciente tracione a
mama oposta
▪ Cuidado para que os
tecidos mediais da
mama não sejam
deslocados para fora do
campo de incidência
▪ Rugas e pregas
devem ser
removidas
▪ Posicionar as
mamas de forma
simétricas
▪ A compressão deve
ser aplicada até que
a mama esteja tensa.
Uma boa
compressão da
mama não permite
que a mesma se
afunde ao toque
▪ O controle automático
de exposição (AEC) deve
ser posicionado na área
mais densa da mama
(em equipamentos
analógicos)
▪ A critério, pedir para a paciente
prender a respiração durante a
exposição, para evitar movimentos
RESULTADO FINAL DO PROCEDIMENTO
RESULTADO FINAL DA IMAGEM
RCC LCC
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
▪ Nessa incidência devemos
ver tecido adiposo visível
atrás do tecido
fibroglandular (gordura
retro-glandular)
▪ A não visualização da área
de gordura atrás do
parênquima mamário
indica que a mama não foi
bem posicionada
Fonte: arquivo pessoal
▪ Deve-se incluir
toda a porção
medial e lateral
das mamas
MEDIAL
Fonte: arquivo pessoal
LAT
ERA
L
▪ Mamilo deve estar em perfil
Fonte: arquivo pessoal
▪ Ausência de dobras
e movimentos
▪ Radiografias
simétricas
Fonte: arquivo pessoal
▪ O músculo
peitoral maior é
visualizado
nessa incidência
apenas em 30%
a 40% das
mulheres
Fonte: arquivo pessoal
▪ Se o músculo peitoral não estiver presente na
incidência CC, a adequação da inclusão da mama
será determinada pela comparação com a MLO
▪ O valor da distância mamilo - porção posterior da
mama na MLO menos o valor da mesma distância
na CC deve ser menor ou igual a 1 cm
▪ Obtém-se o valor medindo a distância do mamilo até o
vértice da musculatura peitoral na MLO e comparando-a
com a distância do mamilo até o ponto mais posterior do
filme na incidência CC
INCIDÊNCIA MEDIOLATERAL OBLÍQUA (MLO)
OU OBLÍQUA MEDIOLATERAL (OML)
▪ Nessa incidência
o detector
estará na lateral
da mama, e o
compressor
estará na medial
da mama
PROCEDIMENTOS
▪ O aparelho é angulado
perpendicular ao
músculo peitoral maior,
aproximadamente de
45° á 70°, de acordo
com o biotipo da
paciente
▪ A paciente ficará
posicionada com
os pés de frente
para o aparelho
▪ A paciente deve elevar os
braços do mesmo lado da
mama a ser radiografada e
apoiá-lo na barra lateral do
detector
▪ Pedir que apenas relaxe a
mão, para que a
musculatura não fique tensa
▪ O braço não deve estar mais
elevado do que o ombro e
deve estar relaxado
▪ A altura do
aparelho é ajustada
de forma que o seu
topo esteja ao nível
da axila
▪ A musculatura é
espalmada até a
altura do abdome
superior para
retirar possíveis
dobras de pele
▪ Suspender a mama
e tracioná-la para
frente, para se
desprender da
parede torácica
▪ A borda superior da
bandeja de
compressão
repousará sob a
clavícula e a borda
inferior incluirá a
prega inframamária
▪ Se necessário, pedir
para a paciente
afastar levemente a
mama oposta, afim
de evitar
sobreposição
▪ O mamilo deve
estar em perfil
▪ Não retirar a mão do
campo de incidência,
até que haja
compressão suficiente
para mantê-la na
posição
▪ A compressão deve ser
aplicada até que a
mama esteja tensa
▪ Peça para a paciente
elevar o mento, para
não sobrepor na
imagem
▪ A critério, pedir para a
paciente prender a
respiração durante a
exposição, para evitar
movimentos
RESULTADO FINAL DO PROCEDIMENTO
RESULTADO FINAL DA IMAGEM
RMLO
OMLD
ROML
Fonte: arquivo pessoal
LMLO
OMLE
LOML
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
▪ O músculo peitoral
maior deve ser visível
até a altura do mamilo
ou abaixo
▪ Para verificação, traça-
se uma linha imaginária
do mamilo até o vértice
do músculo peitoral
maior, com um ângulo
perpendicular ao
músculo
Fonte: arquivo pessoal
▪ A angulação deve ser
simétrica
▪ A prega inframamária
deverá estar incluída
inferiormente, sem
sobreposição do
abdome superior
▪ O tecido glandular deve
parecer bem espalhado
e a mama não deve
estar caída
Fonte: arquivo pessoal
▪ O mamilo deve
estar em perfil
▪ Ausência de
dobras e
movimentos
▪ Evitar incluir o
músculo peitoral
menor
Fonte: arquivo pessoal
▪ SITUAÇÕES QUE PODEM PREJUDICAR A ESTABILIDADE DA
PACIENTE E RESULTAR EM MAMOGRAFIAS TREMIDAS
Fonte: Acervo Mama Imagem, Dra. Selma Bauab
COMPRESSÃO FOCAL OU LOCALIZADA
▪ OBJETIVO
✓ As imagens mamográficas obtidas com compressores de
detalhe permitem separar estruturas sobrepostas ,
observar com mais detalhes e melhor definição as bordas
e contornos das lesões e visualizar com maior nitidez as
densidades assimétricas
▪ INDICAÇÕES:
✓ Estudo de áreas densas (assimetria focal, distorção
arquitetural)
✓ Análise do contorno de nódulos
PROCEDIMENTOS
▪ Na realização da
compressão focal é
imprescindível que
a paciente leve o
exame anterior,
para que possa ser
localizada a lesão
na mama
▪ Se o exame anterior tiver menos de 6 meses,
utilizamos o mesmo para fazer a localização da
lesão. Se tiver mais de 6 meses, devemos fazer
uma nova incidência (CC e MLO) do lado da
mama a ser estudada, para realizar a
localização corretamente
▪ Nesta incidência
deve ser trocado a
bandeja de
compressão do
aparelho para o
compressor
pequeno (SPOT)
para comprimir
somente a área de
interesse
▪ Primeiramente
devemos localizar a
área de interesse,
utilizando os
próprios dedos
como instrumento
de medição
▪ Nossa referência
será o
MAMILO
Fonte: arquivo pessoal
COMPRESSÃO FOCAL CC
▪ Contar na
radiografia o
número de dedos
transversos
(medial ou lateral)
do mamilo até a
lesão
Fonte: arquivo pessoal
▪ Fazer uma segunda
medida, da pele até
a lesão
(produndidade)
Fonte: arquivo pessoal
▪ A mama deverá ser
posicionada da
mesma forma que
a radiografia que
originou as
medidas da área a
ser comprimida
▪ Após ser posicionada, transferir as medidas para a
mama da paciente com os dedos
Fonte: Mamografia - Posicionamentos
Radiológicos, Nancy de Oliveira Costa
▪ Marcar as medidas com caneta
Fonte: Mamografia - Posicionamentos
Radiológicos, Nancy de Oliveira Costa
▪ Centralizar a área de
interesse sob o
compressor focal
(SPOT)
▪ Comprimir a área
demarcada
Fonte: Mamografia - Posicionamentos
Radiológicos, Nancy de Oliveira Costa
P
o
s
i
ç
ã
o
d
o
s
▪ O controle de exposição automática (AEC) deve
estar na posição 1 (em aparelhos analógicos)
RESULTADO DA IMAGEM
Fonte: arquivo pessoal
COMPRESSÃO FOCAL MLO
▪ Loc
alizar
a
área
de
intere
sse
▪ Nossa
referência
será o
MAMILO
Fonte: arquivo pessoal
▪ Contar na
radiografia o
número de dedos
do mamilo até a
lesão (inferior e
superior)
Fonte: arquivo pessoal
▪ Fazer uma
segunda medida,
da pele até a lesão
(produndidade)
Fonte: arquivo pessoal
▪ A mama deverá ser
posicionada da mesma
forma que a
radiografia que
originou as medidas da
área a ser comprimida
e com a mesma
angulação
Fonte: Mamografia - Posicionamentos
Radiológicos, Nancy de Oliveira Costa
▪ Após ser posicionada, transferir as medidas para a mama
da paciente com os dedos e marcar com caneta
Fonte: Mamografia - Posicionamentos
Radiológicos, Nancy de Oliveira Costa
▪ Centralizar a área de
interesse sob o
compressor focal
(SPOT)
▪ Comprimir a área
demarcada
RESULTADO DA IMAGEM
Fonte: arquivo pessoal
COMPRESSÃO EM ASSIMETRIA
Fonte: arquivo pessoal
Fonte: arquivo pessoal
Fonte: arquivo pessoal
MAGNIFICAÇÃO OU AMPLIAÇÃO
▪ OBJETIVO
✓Melhorar a visualização de microcalcificações
e lesões pequenas
✓ Realizado na incidência em lateral mediolateral
(Perfil 90°) é útil para diferenciar se as
calcificações são compostas por cálcio
(calcificações leite de cálcio) que ficam
coletados na porção inferior de cistos benignos
PONTO FOCAL PLATAFORMA DE AMPLIAÇÃO
▪ A ampliação é
executada
movendo-se o
ponto focal para
mais perto da
mama e movendo
a mama para mais
longe do receptor
de imagem
RECEPTOR DE IMAGEM
▪ A imagem é ampliada
de 50% a 60%
▪ Pode ser executada
em todas as
projeções, e requer
uma dose de radiação
mais elevada
Fonte: arquivo pessoal
▪ Pode ser realizado com compressor pequeno ou panorâmico
PROCEDIMENTOS
▪ Na realização da
magnificação
também é
imprescindível que
a paciente leve o
exame anterior,
para que possa ser
localizada a lesão
na mama
▪ Se o exame anterior tiver menos de 6 meses,
utilizamos o mesmo para fazer a localização da
lesão. Se tiver mais de 6 meses, devemos fazer
uma nova incidência (CC e MLO) do lado da
mama a ser estudada, para realizar a
localização corretamente
▪ Primeiramente
devemos localizar a
área de interesse,
utilizando os
próprios dedos
como instrumento
de medição
▪ Nossa referência
será o
MAMILO
Fonte: arquivo pessoal
MAGNIFICAÇÃO
▪ Para localizar a lesão utilizamos os mesmos
passos da compressão focal
Fonte: arquivo pessoal
MAGNIFICAÇÃO
Fonte: arquivo pessoal
▪ Inserir a plataforma
para ampliação
▪ Colocar o compressor
para ampliação
▪ Bucky sem grade
▪ Mudar para foco fino
(0,1 mm) - em alguns
aparelhos, quando a
bandeja de ampliação
é colocada, ocorre a
mudança automática
para foco fino
▪ Posicionar a
mama na
incidência que irá
realizar a
ampliação
▪ (CC, MLO, Perfil
90°)
Fonte: Mamografia - Posicionamentos
Radiológicos, Nancy de Oliveira Costa
▪ Após ser posicionada, transferir as medidas para a
mama da paciente com os dedos
Fonte: Mamografia - Posicionamentos
Radiológicos, Nancy de Oliveira Costa
▪ Marcar as medidas com caneta
▪ Centralizar a área
de interesse sob
o compressor
focal
▪ Comprimir a área
demarcada
Fonte: Mamografia - Posicionamentos
Radiológicos, Nancy de Oliveira Costa
MAGNIFICAÇÃO EM PERFIL
Fonte: Mamografia - Posicionamentos
Radiológicos, Nancy de Oliveira Costa
P
o
s
i
ç
ã
o
d
o
s
▪ O controle de exposição automática (AEC) deve estar na
posição adequada (em aparelhos analógicos)
RESULTADO DA IMAGEM CC
Fonte: arquivo pessoal
RESULTADO DA IMAGEM PERFIL 90º
Fonte: arquivo pessoal
RESULTADO DA IMAGEM
LEITE DE CÁLCIO
MAGNIFICAÇÃO PÓS MAMOTOMIA
BIBLIOGRAFIA
▪ Atualização em Mamografia para Técnicos em
Radiologia – INCA
▪ Manual de orientação Mamografia – FEBRASCO
▪ Mamografia – Posicionamentos Radiológicos,
Nancy de Oliveira Costa
▪ http://rle.dainf.ct.utfpr.edu.br/hipermidia/

AULA COMPLETA SOBRE TECNICAS DE MAMOGRAGIA.pdf

  • 1.
  • 2.
    ▪Mediolateral Oblíqua (MLO) ouOblíqua Mediolateral (OML) ▪Craniocaudal (CC) EMENTA ▪Compressão focal/localizada ▪Magnificação/ampliação
  • 3.
    ▪ Posicionamento mamográficoé a ciência dos milímetros. Quando posicionamos na mamografia estamos tentando incluir tanto do tecido mamário quanto nos for possível. Então é importante ter uma boa compreensão da anatomia da mama e os limites da mama para incluir todo o tecido ▪ É o nosso objetivo e responsabilidade dar o máximo de informações ao radiologista para interpretação, para que possam diagnosticar corretamente POSICIONAMENTO MAMOGRAFICO
  • 4.
    COMPRESSÃO ✓Diminui a espessurada mama ✓Menor dose de radiação ✓Espalha mais os tecidos da mama ✓Reduz o movimento da paciente ✓Aumenta o contraste e nitidez
  • 5.
    ▪ Em certoscasos, por medo de causar desconforto para a paciente, a técnica não efetua a compressão adequada, resultando em imagem pobre e com maior dose de radiação. Por outro lado, nas situações com compressão exagerada, a dor pode levar a paciente a rejeitar o exame, constituindo um possível obstáculo para a realização de mamografias periódicas ▪ Segundo a legislação nacional (BRASIL, 1998) a força de compressão aplicada na mama deverá estar entre 11 kgf e 18 kgf (108 N e 177 N)
  • 6.
    INCIDÊNCIA CRANIOCAUDAL (CC) ▪Nessa incidência a imagem será projetada da cabeça aos pés da paciente, daí o nome “craniocaudal”
  • 7.
    PROCEDIMENTOS ▪ Na incidência crânio-caudal o aparelho fica em zero grau
  • 8.
    ▪ Posicionar apaciente de frente para o aparelho com os braços estendidos ao lado do corpo ou com as mãos na cintura ▪ É recomendado que afaste as pernas e os pés ligeiramente para que tenha mais equilíbrio
  • 9.
    ▪ A alturado bucky é determinada levantando-se a mama para atingir um ângulo de 90° com a parede torácica, na altura da prega inframamária
  • 11.
    ▪ O rostoda paciente é voltado para o lado oposto a ser examinado Fonte: CMDI – Centro Médico Diagnóstico por Imagem
  • 12.
    ▪ A mamadeve ser tracionada para frente afim de se desprender da parede torácica
  • 13.
    ▪ Uma dasmãos continua fazendo tração na mama e a outra irá apoiar as costas da paciente, empurrando-a levemente
  • 14.
    ▪ O braçodo lado a ser examinado deve estar bem relaxado e o ombro empurrado suavemente para trás. Essa técnica facilita incluir a porção lateral da mama na imagem
  • 15.
    ▪ Posicionar a mama centralizando-ae deixando o mamilo em perfil
  • 16.
    ▪ Quando necessário, pedirpara que a paciente tracione a mama oposta ▪ Cuidado para que os tecidos mediais da mama não sejam deslocados para fora do campo de incidência
  • 17.
    ▪ Rugas epregas devem ser removidas
  • 18.
    ▪ Posicionar as mamasde forma simétricas
  • 20.
    ▪ A compressãodeve ser aplicada até que a mama esteja tensa. Uma boa compressão da mama não permite que a mesma se afunde ao toque
  • 21.
    ▪ O controleautomático de exposição (AEC) deve ser posicionado na área mais densa da mama (em equipamentos analógicos)
  • 22.
    ▪ A critério,pedir para a paciente prender a respiração durante a exposição, para evitar movimentos
  • 23.
    RESULTADO FINAL DOPROCEDIMENTO
  • 24.
    RESULTADO FINAL DAIMAGEM RCC LCC
  • 25.
    CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO ▪Nessa incidência devemos ver tecido adiposo visível atrás do tecido fibroglandular (gordura retro-glandular) ▪ A não visualização da área de gordura atrás do parênquima mamário indica que a mama não foi bem posicionada Fonte: arquivo pessoal
  • 26.
    ▪ Deve-se incluir todaa porção medial e lateral das mamas MEDIAL Fonte: arquivo pessoal LAT ERA L
  • 27.
    ▪ Mamilo deveestar em perfil Fonte: arquivo pessoal
  • 28.
    ▪ Ausência dedobras e movimentos ▪ Radiografias simétricas Fonte: arquivo pessoal
  • 29.
    ▪ O músculo peitoralmaior é visualizado nessa incidência apenas em 30% a 40% das mulheres Fonte: arquivo pessoal
  • 30.
    ▪ Se omúsculo peitoral não estiver presente na incidência CC, a adequação da inclusão da mama será determinada pela comparação com a MLO ▪ O valor da distância mamilo - porção posterior da mama na MLO menos o valor da mesma distância na CC deve ser menor ou igual a 1 cm
  • 31.
    ▪ Obtém-se ovalor medindo a distância do mamilo até o vértice da musculatura peitoral na MLO e comparando-a com a distância do mamilo até o ponto mais posterior do filme na incidência CC
  • 32.
    INCIDÊNCIA MEDIOLATERAL OBLÍQUA(MLO) OU OBLÍQUA MEDIOLATERAL (OML) ▪ Nessa incidência o detector estará na lateral da mama, e o compressor estará na medial da mama
  • 33.
    PROCEDIMENTOS ▪ O aparelhoé angulado perpendicular ao músculo peitoral maior, aproximadamente de 45° á 70°, de acordo com o biotipo da paciente
  • 34.
    ▪ A pacienteficará posicionada com os pés de frente para o aparelho
  • 35.
    ▪ A pacientedeve elevar os braços do mesmo lado da mama a ser radiografada e apoiá-lo na barra lateral do detector ▪ Pedir que apenas relaxe a mão, para que a musculatura não fique tensa ▪ O braço não deve estar mais elevado do que o ombro e deve estar relaxado
  • 36.
    ▪ A alturado aparelho é ajustada de forma que o seu topo esteja ao nível da axila
  • 37.
    ▪ A musculaturaé espalmada até a altura do abdome superior para retirar possíveis dobras de pele
  • 38.
    ▪ Suspender amama e tracioná-la para frente, para se desprender da parede torácica
  • 39.
    ▪ A bordasuperior da bandeja de compressão repousará sob a clavícula e a borda inferior incluirá a prega inframamária
  • 40.
    ▪ Se necessário,pedir para a paciente afastar levemente a mama oposta, afim de evitar sobreposição
  • 41.
    ▪ O mamilodeve estar em perfil
  • 42.
    ▪ Não retirara mão do campo de incidência, até que haja compressão suficiente para mantê-la na posição ▪ A compressão deve ser aplicada até que a mama esteja tensa
  • 43.
    ▪ Peça paraa paciente elevar o mento, para não sobrepor na imagem ▪ A critério, pedir para a paciente prender a respiração durante a exposição, para evitar movimentos
  • 44.
    RESULTADO FINAL DOPROCEDIMENTO
  • 45.
    RESULTADO FINAL DAIMAGEM RMLO OMLD ROML Fonte: arquivo pessoal LMLO OMLE LOML
  • 46.
    CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO ▪O músculo peitoral maior deve ser visível até a altura do mamilo ou abaixo ▪ Para verificação, traça- se uma linha imaginária do mamilo até o vértice do músculo peitoral maior, com um ângulo perpendicular ao músculo Fonte: arquivo pessoal
  • 47.
    ▪ A angulaçãodeve ser simétrica ▪ A prega inframamária deverá estar incluída inferiormente, sem sobreposição do abdome superior ▪ O tecido glandular deve parecer bem espalhado e a mama não deve estar caída Fonte: arquivo pessoal
  • 48.
    ▪ O mamilodeve estar em perfil ▪ Ausência de dobras e movimentos ▪ Evitar incluir o músculo peitoral menor Fonte: arquivo pessoal
  • 49.
    ▪ SITUAÇÕES QUEPODEM PREJUDICAR A ESTABILIDADE DA PACIENTE E RESULTAR EM MAMOGRAFIAS TREMIDAS Fonte: Acervo Mama Imagem, Dra. Selma Bauab
  • 50.
  • 51.
    ▪ OBJETIVO ✓ Asimagens mamográficas obtidas com compressores de detalhe permitem separar estruturas sobrepostas , observar com mais detalhes e melhor definição as bordas e contornos das lesões e visualizar com maior nitidez as densidades assimétricas ▪ INDICAÇÕES: ✓ Estudo de áreas densas (assimetria focal, distorção arquitetural) ✓ Análise do contorno de nódulos
  • 52.
    PROCEDIMENTOS ▪ Na realizaçãoda compressão focal é imprescindível que a paciente leve o exame anterior, para que possa ser localizada a lesão na mama
  • 53.
    ▪ Se oexame anterior tiver menos de 6 meses, utilizamos o mesmo para fazer a localização da lesão. Se tiver mais de 6 meses, devemos fazer uma nova incidência (CC e MLO) do lado da mama a ser estudada, para realizar a localização corretamente
  • 54.
    ▪ Nesta incidência deveser trocado a bandeja de compressão do aparelho para o compressor pequeno (SPOT) para comprimir somente a área de interesse
  • 55.
    ▪ Primeiramente devemos localizara área de interesse, utilizando os próprios dedos como instrumento de medição ▪ Nossa referência será o MAMILO Fonte: arquivo pessoal
  • 56.
    COMPRESSÃO FOCAL CC ▪Contar na radiografia o número de dedos transversos (medial ou lateral) do mamilo até a lesão Fonte: arquivo pessoal
  • 57.
    ▪ Fazer umasegunda medida, da pele até a lesão (produndidade) Fonte: arquivo pessoal
  • 58.
    ▪ A mamadeverá ser posicionada da mesma forma que a radiografia que originou as medidas da área a ser comprimida
  • 59.
    ▪ Após serposicionada, transferir as medidas para a mama da paciente com os dedos Fonte: Mamografia - Posicionamentos Radiológicos, Nancy de Oliveira Costa
  • 60.
    ▪ Marcar asmedidas com caneta Fonte: Mamografia - Posicionamentos Radiológicos, Nancy de Oliveira Costa
  • 61.
    ▪ Centralizar aárea de interesse sob o compressor focal (SPOT) ▪ Comprimir a área demarcada Fonte: Mamografia - Posicionamentos Radiológicos, Nancy de Oliveira Costa
  • 62.
    P o s i ç ã o d o s ▪ O controlede exposição automática (AEC) deve estar na posição 1 (em aparelhos analógicos)
  • 63.
  • 64.
    COMPRESSÃO FOCAL MLO ▪Loc alizar a área de intere sse ▪ Nossa referência será o MAMILO Fonte: arquivo pessoal
  • 65.
    ▪ Contar na radiografiao número de dedos do mamilo até a lesão (inferior e superior) Fonte: arquivo pessoal
  • 66.
    ▪ Fazer uma segundamedida, da pele até a lesão (produndidade) Fonte: arquivo pessoal
  • 67.
    ▪ A mamadeverá ser posicionada da mesma forma que a radiografia que originou as medidas da área a ser comprimida e com a mesma angulação Fonte: Mamografia - Posicionamentos Radiológicos, Nancy de Oliveira Costa
  • 68.
    ▪ Após serposicionada, transferir as medidas para a mama da paciente com os dedos e marcar com caneta Fonte: Mamografia - Posicionamentos Radiológicos, Nancy de Oliveira Costa
  • 69.
    ▪ Centralizar aárea de interesse sob o compressor focal (SPOT) ▪ Comprimir a área demarcada
  • 70.
  • 71.
  • 72.
  • 73.
  • 74.
  • 75.
    ▪ OBJETIVO ✓Melhorar avisualização de microcalcificações e lesões pequenas ✓ Realizado na incidência em lateral mediolateral (Perfil 90°) é útil para diferenciar se as calcificações são compostas por cálcio (calcificações leite de cálcio) que ficam coletados na porção inferior de cistos benignos
  • 76.
    PONTO FOCAL PLATAFORMADE AMPLIAÇÃO ▪ A ampliação é executada movendo-se o ponto focal para mais perto da mama e movendo a mama para mais longe do receptor de imagem RECEPTOR DE IMAGEM
  • 77.
    ▪ A imagemé ampliada de 50% a 60% ▪ Pode ser executada em todas as projeções, e requer uma dose de radiação mais elevada Fonte: arquivo pessoal
  • 78.
    ▪ Pode serrealizado com compressor pequeno ou panorâmico
  • 79.
    PROCEDIMENTOS ▪ Na realizaçãoda magnificação também é imprescindível que a paciente leve o exame anterior, para que possa ser localizada a lesão na mama
  • 80.
    ▪ Se oexame anterior tiver menos de 6 meses, utilizamos o mesmo para fazer a localização da lesão. Se tiver mais de 6 meses, devemos fazer uma nova incidência (CC e MLO) do lado da mama a ser estudada, para realizar a localização corretamente
  • 81.
    ▪ Primeiramente devemos localizara área de interesse, utilizando os próprios dedos como instrumento de medição ▪ Nossa referência será o MAMILO Fonte: arquivo pessoal
  • 82.
    MAGNIFICAÇÃO ▪ Para localizara lesão utilizamos os mesmos passos da compressão focal Fonte: arquivo pessoal
  • 83.
  • 84.
    ▪ Inserir aplataforma para ampliação ▪ Colocar o compressor para ampliação
  • 85.
  • 86.
    ▪ Mudar parafoco fino (0,1 mm) - em alguns aparelhos, quando a bandeja de ampliação é colocada, ocorre a mudança automática para foco fino
  • 87.
    ▪ Posicionar a mamana incidência que irá realizar a ampliação ▪ (CC, MLO, Perfil 90°) Fonte: Mamografia - Posicionamentos Radiológicos, Nancy de Oliveira Costa
  • 88.
    ▪ Após serposicionada, transferir as medidas para a mama da paciente com os dedos Fonte: Mamografia - Posicionamentos Radiológicos, Nancy de Oliveira Costa
  • 89.
    ▪ Marcar asmedidas com caneta
  • 90.
    ▪ Centralizar aárea de interesse sob o compressor focal ▪ Comprimir a área demarcada Fonte: Mamografia - Posicionamentos Radiológicos, Nancy de Oliveira Costa
  • 91.
    MAGNIFICAÇÃO EM PERFIL Fonte:Mamografia - Posicionamentos Radiológicos, Nancy de Oliveira Costa
  • 92.
    P o s i ç ã o d o s ▪ O controlede exposição automática (AEC) deve estar na posição adequada (em aparelhos analógicos)
  • 93.
    RESULTADO DA IMAGEMCC Fonte: arquivo pessoal
  • 94.
    RESULTADO DA IMAGEMPERFIL 90º Fonte: arquivo pessoal
  • 95.
  • 97.
  • 98.
  • 99.
    BIBLIOGRAFIA ▪ Atualização emMamografia para Técnicos em Radiologia – INCA ▪ Manual de orientação Mamografia – FEBRASCO ▪ Mamografia – Posicionamentos Radiológicos, Nancy de Oliveira Costa ▪ http://rle.dainf.ct.utfpr.edu.br/hipermidia/