O documento discute a escravidão no antigo Egito e a historicidade do êxodo bíblico. Segundo arqueólogos, não há evidências de escravidão em massa ou de israelitas no Egito. Os construtores das pirâmides eram camponeses egípcios que trabalhavam em troca de pagamento ou para pagar impostos. O documento também discute a evolução do monoteísmo hebreu e a influência de outras divindades como El, Baal e Asherah no desenvolvimento do deus Yahweh.